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Nº 160• ANO 18

Um modelo moderno de ensino de pós-graduação em Odontologia que agrega a competência de um corpo docente altamente qualificado e tecnologia de ponta. Infraestrutura voltada à prática e ao aprendizado e ambiente agradável ao convívio e troca de experiências fazem da Integrale, há mais de 12 anos, um centro de educação inovador diante de um mercado competitivo e cada vez mais exigente.

Nova Plastimil

Clínica Invita

Previdência

Pilates em essência

EMPRESÁRIA ADRIANE GONÇALVES APOSTA EM CRESCIMENTO E COMEMORA NOVA UNIDADE NO CENTRO

FONOAUDIÓLOGA CRISTIANE FUMAGALLI E PSICÓLOGA LUCIANA NEGRÃO EM NOVO ESPAÇO

PLANEJAMENTO EVITA SURPRESAS NA HORA DE REQUERER BENEFÍCIO, SEGUNDO ADVOGADA MARLY FAGUNDES

INSTRUTORA ANA PAULA OLIVEIRA VAI ATÉ A FONTE PARA RESGATAR PRINCÍPIOS ORIGINAIS DO MÉTODO

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EDITORIAL

Uma questão de estilo de vida Se dançar é uma atividade física que promove a convivência e traz inúmeros benefícios para os praticantes, a dança hoje é um estilo de vida, um modo de viver que reúne pessoas de diferentes idades e integra vivências, ritmos e experiências em um ambiente livre da pressa do dia a dia. Leia mais, na entrevista com o dançarino, professor e coreógrafo Augusto Bogo. Segundo a instrutora Ana Paula de Oliveira Carvalho, pilates não é receita de bolo, é uma técnica muito abrangente. O importante é entender o que Joseph Pilates, criador do método, queria: que as pessoas mudassem seu estilo de vida, que o exercício trouxesse benefício para a mente e o espírito, além do corpo. O pilates veio para reprogramar o corpo e reeducar o movimento. Conheça suas considerações a respeito e saiba o que traz o pilates em essência, nas próximas páginas. O sentido da vida segundo o genial cineasta Akira Kurosawa transparece no filme que conta a história de um funcionário de meia-idade que, ao descobrir que está condenado pelo câncer e que sua vida até então tinha sido vazia, toma a decisão de ajudar uma comunidade a construir uma praça pública para as crianças. Um novo estilo de vida que supera num simples ato significativo o vazio de uma existência. Maria Christina Boni, nossa colunista, revela a forma tanto poética quanto política usada neste filme por um dos maiores cineastas de todos os tempos. Uma boa leitura sempre será aquela que expande os horizontes do leitor, informando-o e levando-o a experimentar o desconhecido, seja no formato digital, seja no impresso. Será que o mercado de livros físicos, aqueles de papel, vai acabar? Será que o futuro caminha para uma modernização da forma de ler ao ponto de livros não mais serem impressos? São questionamentos e considerações de Mariana Maiz Pirolo, uma leitora e resenhista incomuns. Leia sua coluna desta edição. Vale a pena refletir junto com ela! Tudo é mesmo uma questão de estilo de vida. Que fica transparente nas nossas escolhas e que demonstra a nossa forma de ver e viver a vida. Grande Abraço. Até a próxima edição!

diretora Maria Aparecida Miranda maparecida.sucesso@gmail.com

COLUNISTAS NESSA EDIÇÃO CRISTINA SANTOS

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Os bons contadores de história e a comunicação institucional

Planejamento de MKT NATASHA BACCHI E RENATO MANÇANO EXPLICAM PORQUE É IMPORTANTE SE PREOCUPAR COM ISSO

Vai construir? ENGENHEIRA MARIA CLARICE RABELO ORIENTA COMO EVITAR PROBLEMAS COM OS IMÓVEIS VIZINHOS

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NATASHA BACCHI

15

Boas razões para investir em networking

Vozes Barroca

WELLINGTON MOREIRA

A MÚSICA POPULAR COM RAÍZES ERUDITAS NAS PERFORMANCES DE ANGELA MARIA E VAGNER NOGUEIRA

Crescer em cenário de caos demanda certa dose de arrojo

Social EDITORA SUCESSO RECEPCIONA CONVIDADOS EM NOITE DE LANÇAMENTO NO RECANTO DE MINAS

25

MARIA CHRISTINA RIBEIRO BONI

A sensibilidade presente na história do cinema oriental

EXPEDIENTE ROBERTA S. QUEIROZ Av. Paraná, 71 | sala 201 CEP 86020 360 Londrina - PR (43) 3324 .2672

Atendimento ao cliente: artefinal.sucesso@gmail.com Diretoria: Maria Aparecida Miranda e Maria Angela Miranda Editora responsável: Maria Aparecida Miranda – MTB 2007 Redação: Tatiane Hirata e Maria Aparecida Miranda Fotografia: Samara Garcia, Henrique Campinha, Antônio Neto (fachada Plastimil) arquivos pessoais e de clientes e arquivo Sucesso Produção editorial: Sucesso Comunicação em Multimeios Produção de capa: Samara Garcia e Cristina Santos Projeto gráfico: IMAGERIA Comunicação Diagramação e arte-final: José Eduardo Martins Revisão: Maria Christina Boni Impressão: Midiograf – 43 3348-4393 Executiva de negócios: Elsye Viani comercial.sucesso@gmail.com

Unidades de conservação representam patrimônio nacional

MARIANA M. PIROLO

Novas tecnologias estão transformando hábito de leitura

EDUARDO BIELUCZYK

O look de hoje é com essa famosa estamparia da moda, o poá

Os artigos assinados, bem como as informações contidas nos artigos de serviço/ publicidade são de total responsabilidade de seus autores e anunciantes. A Sucesso Comunicação em Multimeios não se responsabiliza por conceitos e informações contidas nesses espaços publicitários.


empresas e negócios

PLASTIMIL INAUGURA NOVA UNIDADE NA REGIÃO CENTRAL Empresária Adriane Gonçalves aposta em crescimento e comemora sucesso da empreitada

04 Sucesso é ser feliz

Agora você não precisa mais se deslocar do centro da cidade para ir até a Plastimil. Acaba de ser inaugurada, na Avenida São Paulo, pertinho da Catedral, a nova unidade da maior loja de embalagens e artigos para festas do sul do país. Esta é a terceira loja que a empresária Adriane Gonçalves empreende na cidade, depois das unidades da Avenida Rio Branco e da Avenida Dom Geraldo Fernandes (Leste-Oeste). Para ela, a Plastimil centro é uma realização pessoal. “Enquanto muitos estão reclamando das dificuldades, estou apostando em crescimento. O brasileiro é um povo muito festivo e viemos para cobrir esse nicho que existia na região”, afirma a proprietária, explicando que o centro de Londrina era uma região carente de produtos dessa linha. “Muitos comerciantes perderam o interesse nessa área e isso acabou afastando muitos clientes, mas estamos resgatando isso”, afirma. Com a casa cheia e movimentada o dia todo, a empresária parece ter atingido seu objetivo e comemora os resultados. Como em qualquer outro ramo, Adriane acredita que o segmento de festas exige atualização constante. “A todo o momento, estão criando novas tendências e nós estamos focados em atender todos os tipos de eventos.” Para a empresária, os costumes festivos também se reciclam rapidamente. “É só reparar que antigamente batizados e chás de bebê eram pequenas recepções e agora se tornaram grandes eventos”, pontua.

Além das viagens nacionais e internacionais que realiza para trazer novidades, Adriane revela que está sempre atenta às novidades através da internet e não dispensa uma boa conversa com os clientes para detectar suas necessidades e ter um feedback. A loja - Com um mix de produtos com mais de 25 mil itens ativos, a Plastimil se destaca pela variedade, qualidade e preço diferenciado. Na nova unidade, uma das maiores procuras tem sido pela linha de confeitaria, que oferece chocolates importados, formas, cortadores, corantes alimentícios, pasta americana e muito mais. “São produtos difíceis de encontrar e aqui conseguimos fazer um preço muito mais em conta, já que compramos em grandes volumes”, afirma. Visionária, Adriane já revela em que direção está mirando agora: levar a Plastimil para fora de Londrina. Serviço – A loja funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30, e aos sábados, das 9h às 13h30.

TODO TIPO DE EVENTO “A todo o momento, estão criando novas tendências e nós estamos focados em atender todos os tipos de eventos.”


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NOVA FACHADA Trabalhada sob um design moderno, a bela fachada leva a assinatura da W2 Digital, uma das mais profissionais empresas do ramo, em Londrina.

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05

PLASTIMIL FESTAS E EMBALAGENS


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economista

06 Sucesso é saber dividir

Almir Rockembach

PEC 241: E DAÍ?!

H

á quem veja na PEC-241 (Proposta de Emenda à Constituição) uma saída para o controle dos gastos públicos e, via de consequência, para a retomada do crescimento econômico. A mudança constitucional não garante o propalado equilíbrio fiscal, tampouco garantirá a retomada do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). O “remexer” indevido na Constituição Cidadã é uma afronta, um ato subversivo daquele que preconiza e corrobora para a derrubada da ordem estabelecida na Carta Magna de 88. A Constituição não existe para ser remendada, mas para ser obedecida. A PEC-241/2016 tanto surpreende, como assusta. Para alguns, um abismo, para outros, uma maravilha. Por que tanto contraste? A estupefação e o desassossego vêm do congelamento dos salários por 20 anos. A maravilha reside na torra de dinheiro com o pagamento de juros em favor dos especuladores. A PEC estabelece um limite para o gasto público, sem indicar a forma de controle nos diferentes tipos de despesas. Os gastos obrigatórios estão sujeitos a regras específicas de crescimento, tais como: previdência, saúde e educação. Gastos obrigatórios não possibilitam engessamento, como querem alguns. O engessamento implica numa reação em cadeia. No conjunto da obra, é possível observar que a PEC-241 não estabelece o equilíbrio fiscal. Trata-se da imposição de um projeto de Estado mínimo. Não tem cabimento pensar na redução do Estado; esse movimento irresponsável vai gerar enormes conflitos sociais. A demanda social gira em torno da edificação do Estado necessário, com poder de regulação e dotado de suficiência financeira. Com muita propriedade, o Conselho Federal de Economia se posicionou contra a proposta e acusou o governo de fazer um “falso diagnóstico” do déficit fiscal. Para a entidade, o governo identifica uma suposta e inexistente gastança do setor público, em relação às despesas com saúde, educação, previdência e assistência social, responsabilizando-as pelo aumento do déficit público. Disse ainda que o governo omite as efetivas razões para o déficit público, que são os gastos com juros da dívida pública (responsáveis por 80% do déficit nominal), as excessivas renúncias fiscais, o baixo nível de combate à sonegação fiscal, a frustração da receita e o elevado grau de corrupção. Os que aprovam a PEC-241 de modo incondicional são os “lagarteiros” do mercado de capitais, oportunistas, matreiros, possuidores de pouca reserva moral quando se infere as questões relativas ao interesse nacional. A proposta de emenda constitucional não traz em sua essência nenhum acelerador do crescimento econômico, ao contrário, trata-se de um conteúdo absolutamente recessivo. Como aquele que “se esconde atrás do dedo” não indica como fará o controle dos diferentes tipos de despesas que compõem

o orçamento, a cantilena midiática governamental aponta para as aposentadorias e pensões como sendo as principais responsáveis pelo crescimento exponencial dos gastos públicos. A coisa não é bem assim. Os números apontam noutra direção. O chamado déficit da previdência (que não leva em conta as receitas da seguridade social, da qual a previdência faz parte) mais que dobrou na última década: passou de R$ 37,5 bilhões em 2005 para R$ 85,8 bilhões em 2015, segundo o governo. O número correto para mim é R$ 83,4 bilhões. A previdência existe e está dentro do orçamento da seguridade social, conforme determina a Constituição Cidadã de 1988. A arrecadação previdenciária totalizou, em 2015, R$ 352,6 bilhões. O pagamento dos benefícios somou R$ 436,0 bilhões de reais. Olhando maliciosamente e de modo isolado, pode-se concluir que a previdência registrou, em 2015, um déficit da ordem de R$ 83,4 bilhões. Ocorre que a previdência está dentro da seguridade social e, portanto, as receitas e as despesas daquela fazem parte do orçamento desta e, “para o bem-estar da nação”, apresentou em 2015, resultado positivo, arrecadando R$ 694,3 bilhões e despendendo benefícios da ordem de R$ 683,0 bilhões, registrando assim um superávit de R$11,3 bilhões. Vou adicionar aqui um “tempero melhor”, mais elucidativo. As renúncias fiscais no período de 2010 a 2016, concedidas aos amigos do Palácio do Planalto, causaram um prejuízo aos cofres da seguridade social, avaliado em R$ 438,5 bilhões de reais. Quem vai pagar essa conta? Quem prestou atenção nas informações veiculadas na grande mídia, acerca do déficit fiscal, verificou não terem sido incluídos os gastos com juros da dívida pública. Ora, se incluir, o Brasil fica sem saída. Olhando para o Jurômetro da FIESP, verifica-se que o país, ao final de 2016, irá gastar R$ 401 bilhões com juros da dívida pública, o que corresponde ao gasto de R$ 1,098 bilhão de reais por dia. Construir um quilômetro de ferrovia custa R$ 4,8 milhões. Incluindo-se os custos de pontes, viadutos, estações e transbordo, o preço aumenta para cerca de R$ 7,0 milhões por quilômetro. O que se gasta de juros diários no Brasil é suficiente para construir e pagar (sem pixulecos), cerca de 150 quilômetros de ferrovia, todo dia. A PEC 241 não vai reduzir a dívida e nem o déficit público. As emissões líquidas, que compõem a nova dívida ou a dívida do ano seguinte, foram sempre muito menores que o pagamento compulsório de juros sobre a dívida do ano anterior. A PEC, por si só, em nada soluciona esse problema, ou qualquer outro, relacionado ao desequilíbrio fiscal. PEC 241, e depois? Chico, diz aí: “Pai, afasta de mim esse cálice. De vinho tinto de sangue”.


A arquiteta Suely de Paula assina o projeto arquitetônico. São novas e modernas instalações para atendê-lo cada vez melhor!

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Natasha Bacchi

Especialista em Marketing, CRM (relacionamento com o cliente) e Vendas.

BOAS RAZÕES PARA INVESTIR EM NETWORKING

C ”

onhecer pessoas e deixar que os outros o conheçam dá início ao ciclo que impulsiona o processo de networking”

Pesquisas indicam que 50% a 70% das pessoas acharam seu último emprego, receberam indicações ou fizeram negócios através de networking. E afinal o que é isso? E o que tem a ver comigo, com você? Networking é conhecer e ser conhecido por pessoas que possam ajudar no desenvolvimento da sua carreira ou negócio, é proporcionar relações vantajosas. É a arte de criar e manter relacionamentos, é construir este relacionamento antes de precisar deles. Calma, não quer dizer que você vai conhecer uma pessoa só para tirar vantagens, mas sim ajudar e ser ajudado. Quem faz o networking da forma adequada dá mais do que recebe. As oportunidades acontecem onde menos esperamos, pode ser em um evento, numa sala de espera, num restaurante, num avião. Dicas para desenvolver seu networking 1 - Primeira Impressão: como diz o velho ditado, a primeira impressão é sempre a que fica. Então o estilo, a forma de se apresentar, de falar, tudo precisa trabalhar em seu favor e fazer um

composto harmônico; 2 - Tenha em mãos seu cartão de visitas, mas não apenas pra entregá-los, e sim pra gerar uma troca; 3 - Não comece falando de trabalho: primeiro encontre algo em comum, colete informações, coloque-se para ouvir; 4 - Dê para receber: networking é uma via de duas mãos, nada é de graça e tudo tem seu preço. Faça primeiro; 5 - Frequente eventos, cursos, palestras: você pode aumentar bastante sua rede de contatos; 6 - Manter os contatos: não se deve lembrar-se dos contatos apenas quando se precisa de um favor. Conserve-os; 7 - Persistência e consistência são o segredo: não faça nada apenas uma vez e depois espere sentado; 8 - Divirta-se fazendo isso: se levar muito a sério será um chato que não se desliga do trabalho; 9 - Saiba escutar, não fale demais, nem por muito tempo. Se houver pessoas por perto, inclua-as nas conversas. Ao se afastar procure dizer: “Foi um prazer conversar com vocês”. O importante não se trata de quem você conhece E sim de quem conhece você Jeffrey Gitomer

- Troca de baterias, botões,

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carcaças e etc...

problema no Wi-Fi.

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componentes SMD e BGA.

pegam sinal GSM/3G ou com

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sinal fraco.

atualizados acidentalmente ou

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com a tela congelada.

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fotográfica.

que entraram em contato

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aparelhos Apple.

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e do jornalismo têm trabalhado a comunicação institucional para construção de imagem empresarial, considerando sempre a cultura organizacional e a história das organizações para construir a percepção positiva de uma empresa. Com a ascensão de novas mídias e o aumento de trabalhos de gestão de conteúdo de marca, temos um encontro entre a proposta livre da comunicação publicitária e o compromisso com a veracidade, trabalhado há anos pela comunicação institucional. Na propaganda, a criatividade, os personagens e a ficção são bem aceitos. Contudo, quando se trata da história de uma marca o consumidor quer conhecer também a empresa, seus valores e sua cultura. Neste caso, uma história inventada obviamente não terá uma boa aceitação. O desafio atual para os profissionais que trabalham com conteúdo de marcas é criar boas histórias que conciliem comunicação institucional e discurso de marca, recontando a história real de uma empresa de forma criativa e interessante.

Um bom momento merece um registro de qualidade!

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Cristina Santos

D

esde os tempos remotos, os bons contadores de histórias são indivíduos com grande influência sobre os demais. Assim como as pessoas, as marcas e empresas que conseguem construir boas histórias e envolver pessoas são as que mais se destacam em um mercado que valoriza cada dia mais o conteúdo de marca e técnicas como a Storytelling. Storytelling é uma palavra em inglês que está relacionada com uma narrativa e significa a capacidade de contar histórias. A técnica, bastante usada na propaganda, está cada vez mais presente na estratégia da comunicação empresarial, principalmente na construção e gestão do conteúdo de marcas. Na propaganda não existem muitas limitações criativas para Storytelling, contudo, quando falamos em gestão de conteúdo de marcas é preciso ter um pouco mais de cuidado para trabalhar de forma ética, respeitando principalmente os limites da comunicação institucional. Há alguns anos, profissionais das áreas de relações públicas

Diretora de Planejamento na Imageria Comunicação

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A VIAGEM, O DESEJO E O MILAGRE

10 Sucesso é cuidar de Londrina

Em 1997, ao tomar conhecimento da publicação da lista conhecida como “The Jewish 100” pelo nova-iorquino Michael Shapiro, da qual constavam os cem judeus mais importantes de todos os tempos, entre os quais Jesus, a Virgem Maria, Abraão, Moisés, São Paulo, Karl Marx, Sigmund Freud, Albert Einstein, Bob Dylan, Steven Spielberg, aproveitei a oportunidade numa academia de ginástica para perguntar ao meu Professor David Schnaid o porquê de tantos judeus célebres, considerando tratar-se os judeus de um povo pouco numeroso. Em resposta, disse-me o professor, se bem me lembro, que se tratava de um povo que zelava pela preservação da sua

cultura milenar, apesar de adversidades históricas de toda ordem, e que esse contexto contribuía para a formação e o desenvolvimento pessoal. Indaguei-lhe, então, como os brasileiros poderiam ter semelhante sorte, se éramos um caldo cultural e não sofríamos, enquanto povo, significativas adversidades naturais ou com guerras. Queria saber, à época, se havia alguma solução para nós, brasileiros. E ele me disse que sim. Que a solução era o povo viajar. Um operário daqui, ao viajar para o exterior, observaria ser possível ter condições dignas de vida no exercício da profissão dele e, consequentemente, valorizar-se-ia mais, individual e coletivamente, desejando ser melhor, por

agregar paradigmas positivos. Em suma, das muitas lições que tirei dessa conversa com o Professor David Schnaid, das quais não sei se estou sendo rigorosamente fidedigno, uma delas é de que a viagem tende a nos despertar bons desejos, tornando-nos capazes de grandes realizações, de modo que viajar é preciso, merecendo o incentivo do Estado brasileiro por meio de políticas públicas.

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Talvez você não seja uma dessas pessoas e esteja se perguntando: “como posso ser alguém que arrisca sem me tornar um apostador suicida?” Primeiro, é bom saber que pessoas arrojadas tomam decisões rápidas, mas valorizam os processos de planejamento e execução. Jogam alto, contudo não contam com a sorte. Sabem que o sucesso de suas empresas está ligado à capacidade de conceberem o futuro desejado e, especialmente, colocá-lo em prática. Uma atitude comum, também, é a troca de experiências com profissionais do mesmo perfil, independentemente do segmento em que atuam. Estar próximo a pessoas que possam inspirá-lo a continuar a ser protagonista em seu mercado. Um leão que vive em meio a gafanhotos acaba se tornando um deles depois de certo tempo. E é claro, pessoas arrojadas sabem escutar o que a intuição lhes sugere. Lembra-se da última vez em que a razão lhe dizia para seguir numa direção, mas você “sentiu” que precisava fazer o contrário e o resultado acabou sendo positivo? Seguir o próprio feeling é uma atitude crucial. Por outro lado, lembre-se de que o arrojo nem sempre diz respeito à capacidade de implementar algum tipo de ação que promova o crescimento. Às vezes, está numa decisão muito mais difícil, como reduzir o tamanho ou mesmo fechar as portas da companhia. Momentos de incerteza na economia alteram os principais players da maioria dos mercados, porque aqueles que são arrojados ocupam o espaço dos que são lentos demais. Às vezes, ousar não é uma escolha, mas uma obrigação. Ainda assim, parece-me que muitos empresários têm optado pela paralisia.

Wellington Moreira

H

á pelo menos dois anos, o Brasil vem sofrendo as consequências de uma grave crise econômica que provocou o fechamento de milhares de empresas país afora e levou muitas outras a tomar decisões difíceis, como corte de investimentos, redução de pessoal e fechamento de unidades inteiras. O efeito colateral desse tipo de movimento estratégico é que errar na dose praticamente sepulta o futuro da companhia. Quero dizer, você até pode aportar o barco, mas é crucial manter os motores ligados para a partida no primeiro sinal de recuperação do mercado, ou concorrentes mais ágeis aproveitarão as oportunidades de uma só vez. Agora, o que chama a atenção é o fato de que alguns empresários estão mostrando que também é possível crescer num cenário de caos com certa dose de arrojo. Ou seja, ao combinarem coragem e senso de oportunidade na direção de seus negócios. Ser arrojado é muito diferente de agir como maluco, irresponsável ou de forma intempestiva. Tem a ver com avaliar os riscos envolvidos e, diante de uma probabilidade de sucesso superior a 65%, não pensar duas vezes em fazer o que a intuição e o olhar visionário já indicam há algum tempo. E é claro, não se deixar guiar apenas pelo bom senso e aquilo que é racional. Mas o que é ser arrojado na prática? É fazer o que seus concorrentes não ousam fazer. Manter o quadro de pessoal quando as demais empresas do setor estão demitindo, contratar gente mais qualificada, abrir uma nova loja, transformar o portfólio de produtos e serviços, ou até mesmo entrar num novo negócio.

Palestrante e consultor empresarial

ARROJO É A PALAVRA-CHAVE

PLANEJAMENTO PREVIDENCIÁRIO do aumento ou diminuição no valor de contribuição mensal para a concessão do benefício futuro; bem como um acompanhamento ao longo do tempo. Em inúmeros casos, pessoas que trabalham em múltiplas atividades, como profissionais da área da saúde, trabalhadores autônomos e professores, por ausência de planejamento previdenciário realizam o recolhimento de contribuições em valores superiores ao efetivamente devido, e que não serão considerados no cálculo do benefício, acarretando em grande prejuízo financeiro imediato, bem como na falsa expectativa de concessão de um benefício em valor muito superior ao efetivamente devido. Também é de grande importância a empresários que muitas vezes apenas fazem a contribuição obrigatória e se esquecem de pensar no reflexo futuro que é a própria aposentadoria. Isso é decorrente da forma de cálculo para concessão dos benefícios previdenciários

mantidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social, que leva em consideração um extenso histórico contributivo do segurado, bem como a análise da documentação apresentada, que muitas vezes não é a adequada para o reconhecimento do exercício de uma atividade sujeita a agentes insalubres ou periculosos. Portanto, é de grande importância efetuar um planejamento visando o recolhimento de contribuições adequadas ao valor de benefício que se pretende, garantindo uma renda mensal adequada à sua necessidade em um momento tão importante de sua vida, assim como a manutenção da documentação necessária. MARLY FAGUNDES & ADVOGADOS ASSOCIADOS, Rua Piauí, 211, Ed. Mônaco, 11º andar, salas 111/127, (43) 3325-1291 site: http://www.fagundesadv.com.br/

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É de conhecimento de todos que o planejamento é essencial para o sucesso de qualquer atividade ou negócio que se pretenda empreender visando que nela obtenha êxito. Ora, quem nunca realizou um planejamento antes de adquirir um imóvel ou para financiar os estudos de seus filhos em uma boa instituição de ensino no Brasil ou em outro país? De igual forma mostra-se necessário o planejamento da aposentadoria almejada garantindo uma renda digna e que possa suprir as suas necessidades e a de sua família. Assim, o planejamento previdenciário (PP) apresenta-se como uma solução para que se tenha segurança e se evite surpresas na hora de se requerer o benefício, principalmente em um momento de reiteradas modificações na legislação previdenciária. O PP consiste em uma análise das contribuições recolhidas para se verificar a existência de pagamento em valores superiores ao devido e o reflexo


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POR QUE SE PREOCUPAR COM O MARKETING?

12 Sucesso é manter o bom humor

Especialistas da Alcance Marketing dão dicas de como planejar ações de mkt em favor de seu negócio

O marketing (mkt) não é apenas a criação de anúncios para vender determinado produto ou serviço. É, para além disso, um conjunto de ações importantes, com o objetivo de melhorar a satisfação dos clientes e cuidar da imagem da empresa ou marca nos canais de comunicação para garantir uma boa reputação. Segundo a consultora Natasha Bacchi, é principalmente através dessa ferramenta que são definidas as ações para gerar novos negócios. “É ele que sustenta a empresa num mercado extremamente competitivo”, afirma. Junto com o sócio e esposo, Renato Mançano, Natasha está à frente da Alcance Marketing, empresa que oferece instrutoria e consultoria especializadas nas áreas de mkt, vendas e relacionamento com o cliente a outras empresas. Especialista em marketing digital, ela é graduada em administração e pós-graduada em administração de marketing e em marketing. Renato, por sua vez, é formado em análise e desenvolvimento de sistemas, com especialização em marketing digital e larga experiência em e-commerce e mídias digitais. Ao se pensar o marketing, segundo os especialistas, é preciso pensar nos famosos quatro Ps: Produto (o que será vendido), Praça (onde será vendido), Preço (por quanto) e Promoção (divulgação e comunicação). Natasha ainda acrescenta outros dois Ps: “Pessoas (quem), pois elas que vão se comunicar com o cliente; e parcerias, importantes para se alcançar objetivos de vendas e para atingir novos clientes, sempre pensando e focando no público-alvo”. Em função da internet e da variedade de produtos e serviços oferecidos, houve grande mudança no comportamento do consumidor, que ficou mais exigente. “Quanto mais você souber as necessidades e desejos desse cliente, mais assertivo será na comunicação. Portanto, é preciso estabelecer o tipo de público-alvo, identificando-o por região, estilo, idade, classe social ou comportamento. Quanto mais segmentado for o público, mais fácil será a comunicação e o posicionamento”, acrescenta Renato. É também através do marketing que se anuncia o diferencial competitivo de uma marca, aquilo que, segundo Natasha, faz com que o cliente feche negócio com você e não com o

Natasha Bacchi e Renato Mançano

concorrente. Como planejar? - O plano de marketing é um instrumento de gestão de extrema importância para o desenvolvimento de uma empresa. “Planejar é colocar no papel, é ter um documento escrito onde estão detalhadas as ações necessárias para se atingir um ou mais objetivos na área do marketing, e pode ser utilizado tanto para um produto, serviço, quanto para linhas de produto”, explicam. Com o público-alvo definido, segundo Natasha, é preciso pensar aonde se quer chegar, quais os objetivos. “O próximo passo é analisar o ambiente externo, o mercado, comportamento do consumidor e a concorrência. E, depois, os meios de comunicação a serem utilizados.” Outro passo importante é pensar em ações internas, como campanhas, cadastro de clientes, datas comemorativas, treinamentos da equipe. “E, por fim, controlar, ou seja, verificar quais das companhas e qual meio de comunicação está sendo efetivo, os indicadores de resultado ajudam em tomadas de decisão futuras”, complementa Renato. Mídias digitais - Da mesma forma que acontece no mundo físico, no mundo digital precisamos pensar onde está o públicoalvo, ou melhor, em qual rede social. A mais preparada para as empresas, segundo

Natasha, é o Facebook, graças às ferramentas de anúncios, variedades de postagens e opções de monitoramento, além de ser a rede com maior número de usuários. “O Instagram vem em segundo lugar, oferece gráficos e anúncios também. Para empresas que vendem para outras empresas ou profissionais liberais, é importante ter uma conta LinkedIn. Há ainda duas redes em crescimento: o Pinterest e o Snapchat, que têm gerado muitos negócios.” O grande segredo das redes sociais, segundo Renato, está na interação com os clientes, que é maior à medida que se gera conteúdo relevante para o público. “O desafio é ter uma rede menos comercial e mais social para gerar fãs, relevância e interação. É preciso conhecer seu público e saber que conteúdo é relevante para ele, para então organizar e planejar as postagens.” Natasha complementa que é importante sempre estar antenado no que acontece a sua volta e manter uma frequência de postagens.

ALCANCE MARKETING Natasha Bacchi – (43) 99101-7002 – natasha@alcancemarketing.com.br Renato Mançano – (43) 99107-7552 – renatomancano@gmail.com www.alcancemarketing.com.br


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CLÍNICA INVITA: FONOAUDIOLOGIA E PSICOLOGIA INTEGRADAS Profissionais inauguram novo espaço voltado às áreas de processamento auditivo, transtorno de aprendizagem e análise do comportamento

trabalhando em conjunto pelo mesmo objetivo e usufruindo dos benefícios que o estudo e aplicação da neuropsicologia e do processamento auditivo podem oferecer”, afirmam as sócias. Serviços - Os serviços oferecidos na área da fonoaudiologia vão desde a reabilitação do processamento auditivo (transtorno do processamento auditivo, ajuste refinado no usuário de aparelho auditivo e implante coclear), voltada para crianças, adultos e idosos; até a avaliação e intervenção dos transtornos de aprendizagem. Na área da psicologia, são ofertados os serviços de avaliação e reabilitação neuropsicológica para crianças, adultos e idosos, bem como a terapia psicológica com abordagem cognitiva comportamental. Cristiane esclarece que o processamento auditivo (central) é, por definição, segundo Katz, “o que fazemos com o que ouvimos”. “Devemos ter uma boa habilidade de ouvir, para que possamos compreender a mensagem, apreendê-la e aprender com ela. Em todo o desenvolver de nossa vida, a audição é uma das vias sensoriais mais requisitadas”. Segundo a fonoaudióloga, questões relacionadas ao processamento auditivo podem afetar, na criança pequena, o desenvolvimento da fala; na fase escolar, o desenvolvimento acadêmico, podendo acontecer em conjunto com a dislexia e o TDAH entre outras patologias associadas; e na fase adulta e idosa, podem alterar a comunicação e o entendimento em ambientes com muita conversa, trazendo prejuízos sociais, profissionais e emocionais. A neuropsicologia, por sua vez, trabalha com problemas que estão correlacionados com áreas de atuação de outros profissionais, como o neurologista, psiquiatra, pedagogo, geriatra, fonoaudiólogo, entre outros. “Como exemplo de disfunções do sistema nervoso central, podemos citar o TDAH, a esquizofrenia e a dislexia, que estão relacionados ao desenvolvimento anormal. Ou ainda traumatismo crânio

Cristiane Fumagalli, fonoaudióloga e Luciana Negrão, psicóloga

encefálico, acidente vascular cerebral e demências, que podem ser adquiridos ao longo da vida”, explica Luciana. Sendo assim, o atendimento na clínica é voltado a investigar, avaliar, oferecer dados de prognóstico, desenvolver estratégias de reabilitação sobre questões referentes à memória, funções executivas, atenção e linguagem. Diferenciais - Um grande diferencial do sistema de avaliação e diagnóstico realizado pelas profissionais da Invita, tanto na fonoaudiologia quanto na neuropsicologia, é o uso de protocolos que trazem referenciais de desempenho e ajudam a nortear o processo de reabilitação, tornando assim os resultados mais concretos e claros. A Clínica Invita possui também a vocação de estimular o processo de formação contínua dos profissionais da fonoaudiologia, psicologia e áreas afins, através da oferta de cursos e grupos de estudo, trazendo para Londrina e região formadores altamente capacitados.

INVITA FONOAUDIOLOGIA E PSICOLOGIA Avenida Bandeirantes, 1021, sala 105, (43) 3323-2476 | Londrina PR

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Após oito anos de parceria profissional, a fonoaudióloga Cristiane Fumagalli e a psicóloga Luciana Negrão renovam os votos da sociedade e iniciam nova fase em suas carreiras, com a inauguração da Clínica Invita, um espaço preparado especialmente para recepcionar e atender com a mesma excelência e qualidade impressas ao longo dos mais de 15 anos de atuação das profissionais na área do processamento auditivo e análise do comportamento. Cristiane é especialista em processamento auditivo e Luciana, em neuropsicologia. Juntas, e em parceria com os profissionais de áreas afins, como médicos e pedagogos, elas compõem uma equipe multidisciplinar e especializada, para que o resultado do tratamento seja alcançado com êxito e eficiência. “Todos ganham em um processo no qual os profissionais estejam


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14 Sucesso é estar bem informado

AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E O POVO Segundo narra Miriam Leitão1, nossa luta para aprender a lidar com o dinheiro vem desde a época do império, quando D. João VI aportou no Brasil e cunhou moedas para financiar o gasto da corte que já estava em crise. E continua sua narrativa informando que D. Pedro fabricou dinheiro para financiar a Independência e, com o nascimento da República, o 1º Ministro da Fazenda, Rui Barbosa, permitiu o aumento descontrolado da emissão da moeda, pois acreditava-se que era melhor “soltar as rédeas” para o País crescer. Ledo engano. Nossa 1ª crise inflacionária nasceu com a República e, desde então, o povo sofre altos e baixos, mas não se conhecia a propalada “correção monetária”. Somente com o governo militar, no ano de 1964, segundo a autora citada, é que foi criada a “correção monetária”. E a partir daí, Dante Alighieri poderia ter se inspirado no Brasil para escrever sua memorável obra “A Divina Comédia – Inferno, Purgatório e Paraíso”, pois o calvário tem sido até hoje o caminho expiado pelo brasileiro. Desde o governo militar, o País tem passado por muitos planos econômicos, numa verdadeira montanha russa, transformando uma nova categoria: “Homo economicus”. O “Homo economicus” vem assistindo estarrecido o País por séculos atravessar momentos insanos de turbulência financeira, com políticas irresponsáveis, levando o povo ao caos. As instituições financeiras – mal acostumadas, pois desde o início da República sempre tiveram ampla liberdade para adotar medidas espoliativas, tanto que foi naquela oportunidade autorizada a emissão do papel-moeda – continuaram adotando sua política de extrativismo, aleijando, mas não matando sua “galinha de ovos de ouro”, o povo. E assim tem sido: correção monetária, juros capitalizados, taxas abusivas, todas exigidas do “homo economicus”, que para sobreviver se expõe a entregar seu pedaço carne (corpo), como nos relata William Shakespeare em O mercador de Veneza.

É certo que, atualmente, o Superior Tribunal de Justiça regulou que juros capitalizados e contratados na taxa média de mercado e devidamente expressos em contrato, assim como as taxas administrativas (quando divulgadas), não são ilegais. Mas a pergunta que se faz: É ético e moral as instituições financeiras terem lucros astronômicos às custas do empobrecimento da população? Para se ter uma noção do abuso das instituições financeiras, o jornal O Estado de S. Paulo2 nos conta que os spreads brasileiros são os maiores do mundo e, no ano de 2008, os consumidores e empresas pagaram 134,5 bilhões de spreads. Desse total, 18,34% corresponderam a impostos diretos e indiretos; 3,54% foram representados pelos depósitos à vista; 37,85% pelo risco de inadimplência; 26,93% pelo lucro; e 18,15% pelo custo administrativo. Há muitas inconstitucionalidades e ilegalidades que as instituições financeiras praticam, entre elas: a amortização negativa em conta corrente, elevando de forma exponencial os juros capitalizados e, por consequência, gerando maior endividamento ao

tomador de empréstimo, além das taxas administrativas abusivamente cobradas, que nem sempre seguem um critério de razoabilidade. Assim, é preciso estancar a “farra” que deu início no Brasil Império, através de medidas sérias que infelizmente o governo não logrou êxito até o momento, mas cada cidadão lesado tem o dever de lutar para estancar o abuso, pois, nas palavras de Nelson Rodrigues, “nada é mais difícil e cansativo do que tentar demonstrar o óbvio”. 1 LEITÃO, Miriam. Saga Brasileira: A longa luta de um povo por sua moeda. Editora Record, 2011. 2 Artigo publicado em 07.04.2009, sob o título O excessivo poder dos bancos.

NILZA APARECIDA SACOMAN BAUMANN DE LIMA BaumannSacoman Advocacia Av Higienópolis 210, 7º andar, sl 704 (43) 3343-0013 | (43)3341-8775


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construtor e o vizinho, cujo desfecho irá ser resolvido nos Tribunais. Para amenizar ou até eliminar este problema, deve-se contratar, assim que for iniciar a obra, um profissional de engenharia ou arquitetura, especialista em patologias da construção que irá elaborar um “Parecer Técnico de Vistoria de Vizinhança” para cada edificação limítrofe. Neste trabalho o profissional irá vistoriar cada um dos imóveis, fotografar e documentar principalmente a lateral vizinha, mostrando os aspectos íntegros e os problemas preexistentes, considerando desde as grades, muros e recuos, paredes externas e internas, tetos e coberturas. Esta atitude, além de preservar o construtor e os vizinhos, demonstra aos proprietários a preocupação com a solidez de seu patrimônio, bem como com o bem-estar de seus moradores. O parecer detectará visualmente as condições de estabilidade, manutenibilidade, existência ou não de trincas, infiltrações, conservação e anomalias encontradas na edificação, com relatório fotográfico de cada item. Não fornecerá as origens e soluções dos problemas encontrados. Para este fim, o proprietário deverá contratar o profissional para elaborar outro Parecer Técnico para executar os reparos e retrofits necessários. É preciso fazer a entrega do trabalho ao proprietário do imóvel vizinho. Importante o recolhimento da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica no caso da elaboração por um engenheiro ou da RRT – Registro de Responsabilidade Técnica no caso de elaboração da vistoria por um arquiteto. Este documento dá fé pública ao trabalho. Assim eliminam-se possíveis conflitos e litígios decorrentes da obra, que muitas vezes trazem consequências financeiras e morais indesejáveis. Qualquer patologia tendo surgido após o início da obra será facilmente detectada e será responsabilidade do executor ou proprietário da nova edificação fazer os reparos, preservando seu patrimônio.

15 Sucesso é educar os filhos para o bem

Maria Clarice R. Moreno

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e está iniciando uma obra ou reforma, ou se seu vizinho está construindo, é interessante se resguardar de uma disputa que poderá causar gastos e mal-estar entre vizinhos. Uma nova edificação limítrofe à sua casa, comércio ou prédio possui sempre um risco potencial de interferências na vida cotidiana enquanto a obra não é concluída. Respeitando-se os horários comerciais, problemas transitórios como barulho e poeira são incômodos inevitáveis. Quanto a eles, resta somente a exigência de não haver extrapolação das horas extras, muitas vezes necessárias para conclusão de trabalhos que não podem ser executados em duas etapas, como concretagens de lajes e pisos. Mas existem ainda os problemas que causam danos permanentes às edificações próximas, decorrentes de eventos incomuns durante a construção, por mais que o responsável técnico da obra tome todos os cuidados e siga todas as normas técnicas adequadas. No caso de execução de subsolos, sempre pode haver alguma surpresa. As edificações são diferentes umas das outras e os solos, muitas vezes em terrenos contínuos, podem apresentar situações diferentes, principalmente se não foi elaborado um bom projeto de fundações. O mesmo se aplica aos inúmeros procedimentos executivos no decorrer da edificação: um vento mais forte quando estão rebocando as paredes externas, mesmo com tela de proteção, pode respingar massa na cobertura, paredes e pisos vizinhos. O problema de massa na cobertura, além da questão estética, é o entupimento das calhas e consequente inundação na próxima chuva. Pode acontecer o não dimensionamento de tubulações, muitas vezes já existentes, de águas pluviais e esgoto da nova construção dentro de seu terreno. Enfim, estes e muitos outros casos podem ocasionar problemas de patologias nas edificações existentes e o Parecer Técnico de Vistoria de Vizinhança é importante para solucioná-los. Há muitos edifícios novos brotando no meio de outros imóveis, muitos deles já desgastados pelo tempo e sem uma manutenção adequada, de forma que surgem, inevitavelmente, consequências. Na hipótese da ocorrência destes danos, cabe ao construtor ou proprietário da nova obra a reparação das lesões patrimoniais causadas aos vizinhos, conforme prevê a legislação vigente, que, ao mesmo tempo que garante ao proprietário a construção que lhe aprouver em seu terreno, assegura ao vizinho os direitos de indenização sobre os bens afetados pela construção. Ocorre, porém, que, não raras vezes, quando a obra está perto do fim, ou mesmo acabada, surgem reclamações de vizinhos sobre danos cuja origem é duvidosa, ocorrendo em construções já abaladas ou desgastadas pelo tempo e uso, causando um impasse entre o

Conselheira do CEAL e do CREA-PR e professora da Faculdade Pitágoras

PROBLEMAS COM A OBRA AO LADO?


estilo de vida

Mariana M. Pirolo

https://pequenosretalhos.wordpress.com

LEITURA E NOVAS TECNOLOGIAS

M

uitas vezes, relacionamos quase que automaticamente leitura com livros desses de papel, enfileirados em prateleiras, que encontramos em bibliotecas e livrarias. Mas a verdade é que no momento atual, as novas tecnologias têm invadido o nosso cotidiano. Celulares e tablets com acesso constante à internet já fazem parte do nosso dia a dia e são, em alguns momentos, indispensáveis. Com isso, várias operações comuns começaram a ser realizadas de maneira diferente. Se antes uma transferência bancária ou a compra de uma passagem só poderia ser feita se saindo de casa e indo até a agência bancária ou à loja, hoje a facilidade de poder acessar com o celular sites e aplicativos que permitem que as transações sejam feitas de maneira rápida e eficaz sem a necessidade de que você se locomova é algo acessível a todos. Nada mais lógico, portanto, que tais facilidades se estendessem também para o campo da leitura. A chegada dos e-books, ou seja, livros eletrônicos, foi vista num primeiro momento com desconfiança. Afinal, os amantes de livro já rejeitavam a ideia de perder o contato com o livro físico, a textura das páginas e o cheiro inconfundível do papel. Porém, aos poucos, a facilidade de se ter à disposição milhares de livros sem o incômodo

de carregar quilos e quilos de papel foi mostrando seu charme. Com o advento dos e-readers, aparelhos portáteis que têm como finalidade o armazenamento e leitura de e-books, essas vantagens passaram a ser ainda mais atraentes. Outra forma de leitura que surgiu com os avanços tecnológicos foi a possibilidade de se publicar, na internet, textos e disponibilizálos em plataformas específicas. Formaram-se novos escritores, que puderam divulgar seus trabalhos, e formaram-se também novos leitores, agora com acesso a textos que antes não seriam encontrados. Essas plataformas online têm sido inclusive um fator importante na descoberta, pelas editoras brasileiras, de novos talentos. Mas será que o mercado de livros físicos, aqueles de papel, vai acabar? Será que o futuro caminha para uma modernização da forma de ler ao ponto de livros não mais serem impressos? Até o presente momento, tudo indica que não. Apenas se criaram novas formas de leitura, e não substituições. E, seja no formato digital, seja no impresso, uma boa leitura sempre será aquela que expande os horizontes do leitor, informando-o e levando-o a experimentar o desconhecido. Esse sentimento não acabará jamais.

Av. Higienópolis, 909 - Londrina/PR (43) 3324-4430


estilo de vida

ELIXIR MALTADO: O OÁSIS DOS CERVEJEIROS Fiel à sua proposta de difundir a cultura cervejeira e proporcionar aos apreciadores dessa bebida a oportunidade de experimentar marcas diferentes das tradicionais, a Elixir Maltado já conta com uma extensa e diversificada carta de cervejas artesanais. São em torno de 140 rótulos, que contemplam mais de 50 estilos da bebida, dentre cervejarias nacionais e internacionais, muitos deles premiados em festivais dentro e fora do Brasil. Segundo os sóciosfundadores da loja – os engenheiros Rodrigo Galli, Ricardo Leite Calegari, Wagner Rafael Alves e Luis Weiss – hoje a maior procura ainda é pelas cervejas mais leves (pilsen, lager) e de trigo (weissbier, witbier), mas há um público crescente de consumidores que buscam receitas mais lupuladas e amargas, como as chamadas IPAs (India Pale Ale). Para os cervejeiros convictos e para os que desejam conhecer um pouco mais deste universo, a Elixir Maltado também promove workshops, minicursos e eventos periódicos, como o Craft Day e os Beer Talks.

Craft Day - Durante o Craft Day, a loja abre suas portas para produtores de quitutes artesanais que queiram expor para vender na loja. Durante o evento, é realizada uma “brassagem coletiva”, que é a etapa das panelas no processo de produção de cerveja. “Ou seja, fazemos uma cerveja ao vivo e explicamos as etapas da produção, juntamente com o pessoal da Concerva-PR (Confraria dos Cervejeiros Artesanais Norte e Noroeste do Paraná), para quem quiser entender um pouco mais sobre a fabricação artesanal”, explicam. O Craft Day acontece a cada 45 dias, em média. Ao final de cada evento, eles sorteiam entre os presentes as

cervejas engarrafadas que foram produzidas no evento anterior. Beer Talks - Voltados a qualquer tipo de consumidor, não somente aos entendedores cervejeiros, os Beer Talks são um evento de degustação e conversa sobre o rótulo proposto na data. Participam em torno de 35 pessoas, homens e mulheres, que após degustarem os rótulos selecionados, compartilham suas impressões sobre as características da bebida, seu aroma, sabor, amargor e cor. A proposta é que o evento seja promovido uma vez por mês. “A ideia é inserir mais pessoas nesse mundo cervejeiro, para que aprendam a degustar uma cerveja, entendam os diferentes estilos e definam qual mais gostam para apreciar melhor”, revelam os sócios.

ELIXIR MALTADO Av. Ayrton Senna da Silva, 200, loja 15 (43) 3025-4477


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A DANÇA E A ARTE DE VIVER BEM

18 Sucesso é promover uma reunião agradável

Dançar é uma atividade física e um estilo de vida que promovem a convivência e trazem inúmeros benefícios para os praticantes

Mais do que uma opção de atividade física, a dança hoje é um estilo de vida, um modo de viver que reúne pessoas de diferentes idades e integra vivências, ritmos e experiências em um ambiente livre da pressa do dia a dia. Quem já fez parte desse universo sabe a força socializadora que a dança tem, uma força transformadora que traz aos alunos a sensação de movimento e de pertencimento, o que faz do ato de dançar uma arte: a arte de viver bem. Imerso neste ambiente enriquecedor, o dançarino, professor e coreógrafo Augusto Bogo explica que a dança é uma arte democrática que traz inúmeros benefícios físicos, cognitivos e afetivos. Para Augusto, a dança é uma forma de expressão corporal e também de interação com o outro.

“Muitas pessoas chegam até a escola com o objetivo de transpor barreiras pessoais como a timidez. O primeiro contato com escola e com outros alunos é quase sempre tímido, mas no decorrer das aulas o novo aluno começa a se descobrir através da convivência com os outros, ganha confiança e aprende a reconhecer seu progresso, tanto na dança como no convívio social, que é muito intenso na escola.” Augusto Bogo dedica-se à dança de salão desde 1998 e há quase dez anos está à frente da Escola de Dança, que leva seu próprio nome. Nesses quase dez anos conheceu pessoas, histórias e pôde ver como a dança influencia, modifica e transforma a vida daqueles que se

envolvem com ela. Uma dessas histórias é a da bióloga Elaine Messas Cotarelli, que há quase sete anos faz aulas de dança e afirma que hoje não consegue mais imaginar sua vida longe desse ambiente e dessa convivência intensa com pessoas que tanto lhe fazem bem. Elaine sempre gostou de dançar, quando jovem quis ser bailarina, mas a vida a conduziu por outros caminhos e o encontro com a dança veio mais tarde, quando iniciou as aulas de dança de salão, o que para ela foi uma grande realização pessoal. “A dança me trouxe o contato com pessoas novas e amizades que se tornaram fundamentais na minha vida. A escola é um ambiente acolhedor onde todos se conhecem e se tratam com muito carinho


estilo de vida

Augusto Bogo e Elaine Messas Cotarelli

19 Sucesso é estar bem consigo mesmo

e respeito. Hoje vir para a escola é parte da minha rotina e quase nunca falto às aulas ou eventos porque todo dia aprendemos algo novo aqui! Tenho o maior orgulho de fazer parte dessa turma que se reúne dentro e fora da escola.” Além das aulas e bailes práticos realizados na escola, os grupos de alunos têm o hábito de sair pra dançar, uma proximidade que fortalece laços afetivos, tão importante nos dias atuais. Para Elaine, esses laços são fundamentais em momentos mais difíceis pelos quais todos estamos sujeitos a passar. “Para mim, a dança foi um renascimento, um encontro com uma vida que eu queria. Dançar é bom para o corpo, mas principalmente para a cabeça. Encontrar pessoas, aprender coisas novas todos os dias, isso é vida, é movimento e a dança me traz tudo isso.” Encantado com o carinho e as palavras de Elaine, Augusto reafirma que a dança é uma forma de expressão e interação com o outro que traz inúmeros benefícios e que qualquer pessoa, de qualquer idade, é bem-vinda nesse universo que integra gerações que aprendem juntas. Por fim, o professor e eterno aprendiz conclui que dançar é usar o corpo para expressar, para extravasar e para encantar. Quem dança sente os ritmos e o corpo responde, vibra em sintonia com a cadência da vida. Quem dança imprime um ritmo pessoal ao movimento da vida.


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Roberta Silveira Queiroz

20 Sucesso é reconhecer os direitos das minorias

Advogada especialista em Direito Ambiental

FAUNA E FLORA: PATRIMÔNIO NACIONAL

A

s Unidades de Conservação (UC) representam uma das modalidades de espaços territoriais especialmente protegidos. São um importante instrumento de preservação da diversidade biológica e dos ecossistemas, de desenvolvimento técnico científico e de sensibilização socioambiental. Também são respeitáveis instrumentos de desenvolvimento econômico e de regulação da ocupação do solo, para assegurar a conservação dos atributos ambientais essenciais para a qualidade de vida das populações humanas devido aos serviços ambientais que geram. Com os ciclos exploratórios do Brasil Colonial e especialmente após a Revolução Industrial (Século XVIII), com os processos de industrialização e extração mecanizada dos recursos naturais, de concentração urbana desorganizada e intensa poluição da água, ar e solo, eis que não existiam tecnologias de tratamento de resíduos, as áreas naturais foram significativamente reduzidas, comprometendo nossa abundante fauna, flora, recursos minerais, paisagens e atributos ecológicos. Assim surgiu a necessidade de se definir áreas especialmente protegidas com a finalidade de assegurar os processos ecológicos essenciais da natureza, ou seja, sua resiliência (poder de adaptação e recuperação natural). A proteção dos ecossistemas já estava prevista na legislação brasileira antes mesmo da Constituição Federal de 1988, através da Lei nº 6.938/1981 da Política Nacional do Meio Ambiente. Elevada ao status constitucional, a preservação dos processos ecológicos essenciais está prevista em diversos incisos do §1º do art. 225 da Constituição Federal. Ganhou normatização própria com a criação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), Lei nº 9.985/2000, podendo ser instituída nas três esferas governamentais: federal, estadual ou municipal. A criação de unidades de conservação acontece para atendimento do interesse público e deve ser precedida de estudo técnico e consulta pública. Podem ser instituídas em áreas públicas ou privadas, podendo ou não ensejar a desapropriação conforme a modalidade. As unidades de conservação estão divididas em duas modalidades: Unidades de Proteção Integral e Unidades de Uso Sustentável. Nas Unidades de Proteção Integral as normas de uso são mais restritivas de forma a evitar alterações causadas pelas atividades humanas. Seu objetivo principal é a preservação da natureza, sendo permitido apenas o uso indireto, voltado para atividades de pesquisa científica e turismo ecológico e que não envolva consumo ou coleta dos recursos naturais. São Unidades de Proteção Integral as Estações Ecológicas, Reservas Biológicas, Parques, Monumentos Naturais e Refúgios da Vida Silvestre. Já nas Unidades de Uso Sustentável, o objetivo é compatibilizar a conservação dos atributos ecológicos com a exploração sustentável de forma socialmente justa e economicamente viável. São Unidades de Uso Sustentável a Área de Proteção Ambiental (APA), a Área de Relevante Interesse Ecológico, a Floresta Nacional, a Reserva Extrativista, a Reserva da Fauna, Reserva de Desenvolvimento Sustentável e Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). A lei do SNUC conceituou os “Corredores Ecológicos” ou “Corredores de Biodiversidade” como as porções de ecossistemas que ligam as unidades de conservação, possibilitando o fluxo gênico da biodiversidade, facilitando a dispersão de espécies e a recolonização de áreas degradadas. Os corredores ecológicos objetivam ainda a manutenção de populações que para sua sobrevivência e hábitos demandam extensas áreas, que ultrapassam os limites da unidade, a exemplo dos grandes felinos (Jaguatirica ou Sussuarana) que circulam

mais de 20 km por dia. Merece destaque dentre as unidades de propriedade pública os Parques (Nacional, Estadual ou Municipal), e nas particulares a Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN. Todas as modalidades de unidades de conservação têm o potencial de arrecadação de recursos provenientes do ICMS Ecológico (Imposto sobre a circulação de mercadorias), configurando um importante instrumento econômico de arrecadação para os municípios onde as unidades estão inseridas. Londrina recebe anualmente em repasse do ICMS Ecológico o montante de aproximadamente R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) decorrentes da preservação de mananciais de abastecimento público e das unidades de conservação (Parques Municipais Arthur Thomas e Daisaku Ikeda, Parque Estadual Mata dos Godoy e RPPN Mata do Barão na Fazenda Figueira). Dessa forma, as unidades são aliadas do desenvolvimento econômico da localidade, pois, além de gerar o incremento de receitas orçamentária dos municípios, ainda podem ser desenvolvidos diversos planos de desenvolvimento turístico do entorno (turismo ecológico, técnico, rural, gastronômico, etc.). O referido potencial deve ser visto como uma estratégia de desenvolvimento social, ambiental e econômico pelos gestores públicos, sob pena de gerar conflito sobre aspectos de uso e ocupação do solo, pois para proteção das unidades de conservação é definida sua Zona de Amortecimento (exceto para APA e RPPN), que objetiva minimizar os impactos negativos sobre a unidade, e cuja área estará sujeita a normas e restrições específicas, inclusive podendo limitar o uso e gozo da propriedade, a exemplo dessas áreas não poderem ser transformadas em urbanas, devendo manter sua vocação rural. Destacando a visão estratégica dos benefícios decorrentes das unidades de conservação, vale mencionar além dos aspectos ambientais, também os sociais e econômicos. Estes espaços têm relevância fundamental aos municípios do entorno, influenciando nos aspectos climáticos (precipitação de chuvas, umidade, etc.), de qualidade hídrica, reserva de carbono, fertilidade do solo, entre outros. São opções de lazer, de socialização com a natureza, de alcance a receitas tributárias, de desenvolvimento de pesquisa científica, de educação ambiental, de promoção turística, etc. As unidades de conservação representam nosso riquíssimo patrimônio nacional e geram gratuitamente os serviços ambientais para manutenção da qualidade ambiental e urbana dos municípios inseridos nas áreas de sua influência. Por seu caráter essencial às sadias qualidades de vida devem ser valorizadas e cuidadas pela população, comunidade e pelos gestores públicos, através de visão estratégica de conservação de ecossistemas, ampliação de áreas, aumento de arrecadação tributária e desenvolvimento social.


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PILATES EM ESSÊNCIA Em busca dos princípios do método, Ana Paula de Oliveira Carvalho foi até à Flórida, atrás da última discípula direta de Joseph Pilates em atividade

Todos os princípios do Pilates levam à consciência do corpo. À direita, Ana posa ao lado da mestre e amiga Lolita San Miguel

exame psicometricamente validado por especialistas na área de pilates. Agora, ela revela que pretende reservar um tempo para ministrar workshops e cursos na área voltados a outros profissionais, no intuito de disseminar os princípios originais da prática. Aplicando o método - Ana Paula conta que, muitas vezes, o aluno já chega querendo executar os movimentos mais difíceis, mas aos poucos eles vão entendendo que há uma construção gradual do movimento. “O movimento mais simples constrói o mais complexo.” Há cerca de um ano, ela ministra as aulas em estúdio próprio, no alto da Gleba Palhano. “Eu buscava um espaço de tranquilidade, longe do ambiente de academia”, explica. Nas aulas individuais ou para até duas pessoas, ela trabalha as individualidades de cada aluno. Segundo Ana Paula, é comum que a pessoa com dor crie um padrão de imobilidade, na intenção de poupar aquela parte do corpo que sofre, mas é exatamente o contrário que deve acontecer. “É preciso mover-se, mas com consciência.” Por ser muito adaptável às necessidades de cada aluno, o pilates permite uma gama de acesso ao corpo, quando se entende a essência do método. “São detalhes simples que, aplicados, fazem a diferença.” Seja no pilates clássico ou no contemporâneo, segundo a instrutora, todos os princípios devem levar à consciência do corpo. A respeito do pilates clássico, Ana Paula conta um pouco sobre como eram as aulas com o Joseph Pilates: “Havia sequências de exercícios para seguir, de acordo com a dinâmica do estúdio. Em uma sala grande, com muitos aparelhos – todos desenvolvidos pelo próprio Pilates – as aulas eram ministradas para grupos grandes de alunos. Se alguém tinha algum

problema ou necessidade individual, ele fazia um atendimento personalizado e criava exercícios específicos para aquele aluno”. Já o pilates contemporâneo veio de considerações à biomecânica do corpo, como o posicionamento da pelve, que foi se modificando. “Também vieram as adaptações e outros acessórios, como a bola e rolo.” Em seu trabalho, Ana Paula procura integrar os princípios originais do pilates clássico à evolução do pilates contemporâneo. “Os alunos têm prazer em levar para a vida o que aprendem aqui. Pilates modifica a vida”, conclui.

“O importante é entender o que Joseph Pilates queria com o método: que as pessoas mudassem seu estilo de vida”

STUDIO ANA CARVALHO Rua João Wiclif, 111, sala 910 (43) 99905-6026 Facebook: Studio Ana Carvalho

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“As pessoas criam padrões de movimento errados, vícios de postura, utilizam a musculatura de forma inadequada. O pilates vem para reprogramar o corpo, reeducar o movimento.” Para a instrutora de pilates Ana Paula de Oliveira Carvalho, foi por volta de 2008 que o método se tornou muito difundido no Brasil. Mas sua popularização, embora vista com bons olhos, também trouxe alguns pontos negativos: “Muitos dos princípios originais do método foram se perdendo no caminho, não só no Brasil, mas mundialmente” – comenta. – “Pilates não é receita de bolo, é uma técnica muito abrangente. O importante é entender o que ele [Joseph Pilates, criador do método] queria com isso: que as pessoas mudassem seu estilo de vida, que o exercício trouxesse benefício para a mente e o espírito, além do corpo.” Foi buscando resgatar esses princípios que Ana Paula viajou até Palm Beach, na Flórida, em 2012, para beber da fonte de conhecimento de uma lenda viva do pilates, a instrutora Lolita San Miguel. Filha de pais porto-riquenhos e radicada em Nova Iorque, Lolita é uma das duas pessoas no mundo que foram certificadas oficialmente por Joseph Pilates, e a única em atividade. Hoje, aos 82 anos, a discípula de Pilates esbanja disposição e energia e, além de se dedicar ao seu estúdio em Palm Beach, viaja o mundo disseminando os princípios do pilates. Foi através dela que Ana Paula afirma ter ficado nítida essa necessidade de resgatar a essência do método. Formação - Graduada em fisioterapia em 2004, Ana Paula concluiu sua primeira formação em pilates em 2006, pela Physiopilates. Ela também tem formação no método CoreAlign e é certificada internacionalmente pela PMA – Pilates Method Alliance, que criou o único


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VOZES BARROCA: A MÚSICA POPULAR COM RAÍZES ERUDITAS

22 Sucesso é tomar um chope no final da tarde

Grupo Londrinense foi fundado pelo casal de músicos Angela Maria e Vagner Nogueira

MPB, Jazz, blues, samba, música erudita, internacional e até gospel. Estes são alguns dos ritmos que costumam embalar as apresentações do grupo Vozes Barroca, que surgiu há cerca de 10 anos sob a tutela do casal de músicos Angela Maria e Vagner Nogueira. Ela, voz; ele, percussão e violões. Além dos dois, o grupo congrega outros integrantes rotativos, que adicionam aos shows os sons de piano, violino, violoncelo, voz masculina e, eventualmente, trompete. A formação, segundo explica Angela Maria, varia conforme o tipo de evento: voz e violão; só instrumental, (para casamentos); duas vozes e três instrumentos; três vozes e quatro instrumentos; quatro vozes e quatro instrumentos; e adaptações, conforme a demanda da ocasião. O repertório também é flexível: “No caso dos casamentos, tocamos o que os noivos pedem”, conta a cantora. Para os eventos abertos, como formaturas, coquetéis e jantares, é ao ritmo da música popular, principalmente, que a banda toca. Além dos eventos sociais e corporativos, o grupo apresenta o chamado ‘presente musical’, uma espécie de serenata para os mais românticos. Música na essência - Com o nome que tem – e sua origem – difícil seria Angela Maria não acabar se envolvendo com a música. Nascida em Curitiba, mas radicada em Londrina desde a década de 1970, a cantora e funcionária pública vem de uma tradicional família de cantores, instrumentistas e regentes de corais, todos com trabalhos ativos na atualidade. “Quando eu nasci, Ângela Maria estava no auge de sua carreira, fazendo sucesso com sua maravilhosa voz de soprano; e minha mãe, também cantora e fã dela, decidiu colocar em mim o mesmo nome, e ainda disse: ‘tomara que ela adquira o mesmo dom’.” E não é que deu certo? Cantarolando e encantando os vizinhos com sua voz desde a infância, Angela Maria já fazia solo na Igreja Assembleia de Deus – que frequenta até hoje – desde os quatro

O casal de músicos Angela Maria e Vagner Nogueira

Apresentação de abertura da 30ª Mostra Afro-Brasileira Palmares

anos de idade. Aos sete, formou um trio com as primas gêmeas Clarice e Cleonice. “Música faz parte da minha essência. Mas profissionalmente mesmo, canto desde 1988.” Para além da música - Foi em Londrina que ela conheceu o percussionista e violonista Vagner Nogueira, há cerca de 10 anos, com quem constituiu família e o grupo Vozes Barroca. Músico profissional desde a década de 1970, Vagner tem

também composições próprias de MPB e música gospel. Para além da atuação musical, Angela Maria e Vagner são militantes ativos do Movimento Negro em Londrina. Atualmente, ele preside o IMECAB, Instituto do Movimento de Estudo da Cultura Afro-Brasileira, fundado em 1986 pelo artista plástico Agenor Evangelista. Angela Maria, que presidiu o IMECAB na gestão anterior à de Vagner e atualmente faz parte do conselho fiscal, explica que o instituto tem como objetivo valorizar a arte afro-brasileira, através da promoção de mostras e eventos culturais com a participação de artistas locais e de fora. Anualmente, a instituição promove, no mês da Consciência Negra, a mostra Afro-Brasileira Palmares, que este ano estará em sua 31ª edição.

GRUPO VOZES BARROCA Contato: (43) 98417-0270 Facebook: Grupo Vozes Barroca


estilo de vida

no ocidente. Usando técnicas inovadoras, o brilhante diretor passou a fazer filmes para o mercado internacional e realizou obras memoráveis; seu nome passou a ser reconhecido mais no exterior do que em seu próprio país. Cineasta eclético, Kurosawa fazia filmes clássicos desde os dramas históricos de samurais às adaptações de literatura e à crítica da sociedade contemporânea, não faltando a essência do romantismo. Seus filmes, quase sempre reflexivos, valorizam o sentimento humano; um deles é o comovente “Viver” (Ikiru, 1952), por isso o escolhi para a coluna desta edição. O filme conta a história de um funcionário de meia-idade que, ao descobrir que está condenado pelo câncer e que sua vida até então tinha sido vazia, toma a decisão de ajudar uma comunidade a construir uma praça pública para as crianças. No filme Kurosawa retrata, de forma tanto poética quanto política, uma visão crítica sobre o sentido da vida e o sistema burocrático. O sentido ético, reforçado na parte final, mostra como um simples ato significativo pode superar o vazio de uma existência. “Viver” é um filme muito humano, de grande otimismo espiritual, que retrata com sensibilidade a 3ª idade. Só podia ser mais uma obra-prima, fruto da mente criativa do genial cineasta Akira Kurosawa. Viver (Japão, 1952) – Dir. Akira Kurosawa; Roteiro: Akira Kurosawa, Shinobu Hashimoto, Hideo Ogumi – Com Takashi Shimura.

Maria Christina Ribeiro Boni

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esde que me tornei cinéfila anos atrás, aos poucos fui descobrindo a sensibilidade presente na história do cinema oriental, através de belos filmes feitos por notáveis diretores principalmente do Japão – sem desmerecer os chineses, coreanos, etc. Em 1908, o cinema japonês começou a se organizar e a produzir seus próprios filmes e, no decorrer do tempo, a indústria cinematográfica cresceu e a produção passou a ser influenciada pela política. Na 2ª Guerra, os filmes passaram a ter caráter de propaganda ideológica, assim como em outros países. No pós-guerra, com a ocupação americana no país, o Japão teve sua produção cinematográfica censurada no período de 1946-1950, e vários filmes feitos durante a guerra, considerados “antidemocráticos”, foram destruídos, Porém, toda a agitação política que marcou esse período não foi impedimento para que os grandes diretores realizassem produções de qualidade, e foi inevitável o choque entre a ideologia que dominara o Japão até então e os novos valores individualistas do ocidente. Entre os grandes cineastas japoneses, Kenji Mizoguchi, Yasujiro Ozu e Akira Kurosawa ficaram registrados na história do cinema, pois foram eles os realizadores que mais se distinguiram na década de 1950 - Era Dourada do cinema japonês. Foi só em 1951 que o ocidente descobriu o cinema japonês, quando o filme “Rashomon”, de Kurosawa, fez enorme sucesso no exterior, tendo recebido prêmios

Jornalista, revisora de textos e cinéfila

O SENTIDO DA VIDA SEGUNDO KUROSAWA


estilo de vida

Eduardo Bieluczyk

jornalista e blogger de moda no Portal Nó de Gravata

POÁ E JAQUETA

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ld, but gold: o Poá. Atemporal, sempre sendo modernizado, sofisticado, elegante e charmoso. O look de hoje é com essa famosa estamparia do mundo da moda. A estamparia Poá, originalmente conhecida por Polka Dots ou Petit-Pois, foi uma estampa que marcou presença no guarda-roupa feminino nos anos 50, usada frequentemente em roupas e biquínis. Contudo, o termo “Polka Dot” surgiu em 1854 na revista The Yale Literary, tornandose popular principalmente no Reino Unido, e assim passou a ser um elemento clássico na história da moda. Carolina Herrera tornouse conhecida por seu uso nos anos 80 e 90, até mesmo colocando as “bolinhas” nas caixas de seus perfumes. Há pouco tempo, a estampa Poá voltou, porém passou a fazer parte também do guarda-roupa masculino, esbanjando sua principal característica: versatilidade. Como é uma peça versátil, vale combinar o que quiser com ela, mas com atenção aos detalhes (combinação com mais estamparias). A aposta da vez foi juntar essa peça incrível com a jaqueta e o jeans claro. Como são duas peças que brincam entre si, o Poá só vem para acompanhar a brincadeira. A jaqueta em tom terroso (tendência que foi o auge deste inverno) é prática e funcional: perfeita para dias

e noites mais frios, dando aquele toque urbano, street. Já o jeans claro, o velho companheiro, é alegre e, ao mesmo tempo, prático e usual. E nos pés: o bom e velho tênis. Urbano e casual, uma pegada a mais. As possibilidades de uso do Poá são inúmeras, não se restringe apenas às camisas. Há possibilidades de looks formais até casuais, passando por gravatas, lenços, cachecóis, camisas e camisetas e até mesmo calças. No caso dos lenços, gravatas e cachecóis não há como errar, como qualquer outra estampa, fica ótima sobreposta a cores neutras. Encontre mais conteúdos no portalnodegravata.com.br ou nas minhas redes sociais. Até a próxima.

Onde usar o Poá? • lazer • trabalho (detalhes ou em outras peças, como citado, e, claro, se seu trabalho permitir) • noite urbana e baladas • street (urbano) do dia a dia Com que combinar? • jaqueta (couro, jeans, sarja, bomber) • jeans, jeans e jeans! (Opções em sarja também são bem-vindas) • tênis, sapato casual, mocassim • sobreposição de cores • cachecol, lenço para os dias mais gelados


Você na Sucesso No último dia 25 de agosto, o lançamento da edição 159 das revistas Sucesso e BemEstar e Saúde reuniu clientes, amigos e parceiros em uma agradável noite no Recanto de Minas, regada a comida boa, chope artesanal e música de qualidade. A trilha sonora ficou por conta dos músicos Angela Maria e Vagner Nogueira,

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do grupo Vozes Barroca, que interpretaram clássicos da música popular brasileira em uma releitura de voz e violão. Um dos destaques da noite foi, sem dúvida, a paella mineira, especialidade da casa e preparada com esmero pela proprietária do restaurante, Adriana Novi. Outra parceira que animou a noite foi a Elixir

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Maltado, ali representada pelo empresário Rodrigo Galli, que proporcionou o chope artesanal degustado pelos convidados. O lançamento da edição, especialmente preparada com foco no mercado de odontologia, reuniu profissionais desta e de diversas outras áreas. Confira os melhores momentos nas fotos de Samara Garcia.

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01. Em destaque, a capa da Revista Sucesso 159; 02. Anderson Tsumanuma, Karen Obara e Michaella; 03. Lauro Mizuno, Edna Mizuno, Daniel Gaziri e Daniele Gaziri; 04. José Renato Fabretti; 05. Mariana Maiz Pirolo, Maria Fernanda Pirolo, Maria Amélia Miranda Pirolo e Olívia, Brunno Pirolo e Ana Miranda; 06. Daniel Roberto dos Santos e Gabriela de Souza; 07. Paulo Sérgio de Andrade e Lisânia Saisu de Andrade; 08. Clóvis Aires da Silva e Maria Zulmira Ollier; 09. Giovani Novi e Rodrigo Galli; 10. Maria de Fátima Meirelles e Thais Meirelles; 11. Maria Aparecida Ozelin, Rosemara Tamura e Clóvis Tamura; 12. Rodrigo Yamaguchi, Ariadine Yamaguchi, Hellen Almeida e Elciane Prates; 13. Boa conversa e descontração em um ambiente agradável; 14. Fernando Amaral e Silvana Bonafini; 15. Fernanda Martins; 16. Angela Monroy, Suzamcler Ramalho de Mello e Nilza Sacomann Baumann de Lima;

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13 21 17. Adriana Serpeloni, Fábio Serpeloni, Mauro Alves Nunes e Analúcia de Mari Nunes; 18. Gerson da Silva Miranda, Angela Maria Miranda, Ana Miranda e Madalena Miranda; 19. Allan Ferreira da Silva; 20. Rodrigo Galli, Adriana Matheus e Ricardo Matheus; 21. Ana Carolina Ventura e João Paulo Massi; 22. Adriana Novi; 23. Eliza Dieko Oshiro Tanaka e Luis Sekio Tanaka; 24. Elzeni Fonseca e Silvângela Catarino; 25. Rosemarie Schmidt e Lauriane Schmidt de Abreu; 26. Detalhe da decoração; 27. Nilton Carlos Ferreira, Valéria de Siqueira e Elciane Prates; 28. Maria Amélia Miranda Pirolo e Olívia; 29. Leonardo Scremin e Elisângela Scremin; 30. Elsye Viani, Maria Angela Miranda, Maria Aparecida Miranda, Tatiane Hirata e José Eduardo Martins

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Colunista Social

Ana Marta Garcia

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Plastimil centro Empresária Adriane Gonçalves recepciona amigos, clientes, colaboradores e parceiros na inauguração da terceira unidade da Plastimil Festas e Embalagens. Localizada na

região central, a nova loja é uma realização pessoal para a empreendedora. “Enquanto muitos estão reclamando das dificuldades, estou apostando em crescimento.”

Metamorfose Kids Na Galileo Kids, os eventos são momentos de fortalecer o contato da escola com a família e uma importante vivência para as crianças. É assim com o Abraço no Lago, evento organizado anualmente pelo Londrina Pazeando, do qual a escola participa reunindo pais, alunos, colaboradores e amigos; e com Festa da Primavera, realizada na escola para comemorar a chegada da estação das flores. Nas fotos de Rosângela Oliveira, momentos marcantes da Metamorfose Kids, festa à fantasia que já é tradição na escola.

Viagem à África No final de setembro, os padres Manuel Joaquim e Romão Martins fizeram uma viagem especial à África organizada pela Sacratour Turismo, especialista em roteiros religiosos. A viagem incluiu parada pela Etiópia, onde conheceram o Cardeal Berhaneyesus Souraphiel, e Egito, com um cruzeiro pelo Rio Nilo. Na foto, da esquerda para a direita, estão o Pe. Romão, Dom Berhaneyesus e o Pe. Manoel.


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Workshop de Automaquiagem No último dia 24 de setembro, o Workshop de Automaquiagem idealizado por Rita Vercesi reuniu muitas mulheres e empresárias de Londrina. Com uma proposta de interagir com as convidadas, Rita fez uma palestra sobre as tendências da moda do Mundo Make e depois mostrou na prática como se faz uma maquiagem. Ivone Leme e Gislaine Peloia ministraram curso em que as convidadas puderam se maquiar, tirar dúvidas e aprender dicas preciosas. O evento ocorreu no auditório do Palhano Business Center e contou com o apoio de diversos patrocinadores, como Brunarte, Spazio Vita, Kia Ora, Studio Mormaii Fitness, Luciane Marvulle Arquitetura, Ótica Art Viso, Zonna do Aroma, QOY Chocolates, Jefferson Miranda Joalheiros e Revista Sucesso A anfitriã foi maquiada e produzida pelo talentoso Carlinhos Vasconcelos, do Espaço Haute. Vários sorteios animaram as convidadas, que no final degustaram o Coffee Break da Padaria Verde. As fotos são de Samuel Alves, da W8Filmes.

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01. Ana Paula Violino e Rita Vercesi; 02. Thomaz Maxwell; 03. Carlos Eduardo Correia Lima. e Angélica Mayumi Araújo; 04. Gislaine Peloia, professora do Curso; 06. Cristiana Brandão; 07. Ivone Leme Diretora de Vendas Independente Mary Kay; 08. Pollianna Bedin e Andreia Mota do Studio MorMaii; 09. Vania Ywasaki; 10. Sonia Wild; 11. Luciane Marvulle Arquiteta e Adriana Casanova; 12. Gislaine Peloia; 13. Apresentação dos trabalhos; 14. Valéria Araújo e Rita Vercesi; 15. participantes do evento.

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Moda Festa Moda Casual Patrícia Bonaldi, Mabel Magalhães Condotti , Vivaz, Eliane Matos, entres outros Confecção própria

Primavera/ Verão 2017

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Saúde e sexualidade No dia 23 de setembro, é comemorado o Dia da Conscientização da Saúde do Períneo, campanha nacional que repercutiu em Londrina através da iniciativa da fisioterapeuta pélvica Alini Cardoso, em parceria com outras profissionais da mesma especialidade, que organizaram um evento no Hotel Crystal para marcar a data. A programação contou com a palestra A importância da Saúde do Períneo na Sexualidade, ministrada pela fisioterapeuta e sexóloga Dra. Fabianne Dell Antônio; e o curso Ginástica Íntima (pompoarismo e exercícios de reabilitação do assoalho pélvico).

43 3324.2895 R. Espírito Santo, 1233 Londrina.PR chamaha@sercomtel.com.br

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Revista Sucesso Edição 160

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