Page 1

O Tristão

Jornal

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE MACHICO

43 ª Edição - Trimestral

Aconteceu Entrega de prémios de mérito pág. 4

Estudar menos. Estudar melhor! Dicas para estudar melhor pág. 14

Entrevista Tânia Spínola, Jornalista da RTP-Madeira e antiga aluna da EBSM págs. 18 e 19

Venda Avulsa

1€

Outubro, novembro e dezembro de 2016


Editorial Cá estamos! Mais um ano letivo começou e bem depressa chegámos ao final do primeiro período. Este ano, para não variar, o jornal da nossa escola marca a sua presença, registando tudo aquilo que consegue sobre o que acontece neste espaço promotor de comunicação que é a escola. O jornal talvez tenha mudado um pouco, ou não… A equipa do jornal está diferente, por isso é inevitável que se façam alguns ajustes. O que não mudou foi a vontade de partilhar com toda a nossa comunidade educativa aquilo que aconteceu, as opiniões dos nossos alunos, o que se faz no desporto, alguns trabalhos que nos chegam, algumas propostas para bem do estudo e, qual cereja no topo do bolo, uma entrevista elucidativa sobre o tema que escolhemos para a edição e uma proposta de leitura para cada ciclo. Tudo isto com a participação ativa dos elementos da nossa escola: alunos, professores, encarregados de educação e pessoal técnico. A comunicação, de acordo com o dicionário, é “a ação de transmitir e receber mensagens, usando os meios e os códigos convencionados”. Muito fraquinha, esta definição! O “Tristão” propõe-se, nesta edição, a mostrar várias e diferentes formas que existem de comunicação, desde a palavra, a expressão plástica, o desenho, a música, a dança, o teatro e até outras, mais especiais, como o braille, a comunicação gestual… A nossa escola tem a capacidade de proporcionar todas!

Não me querendo alongar, neste espaço dedicado à apresentação da edição, faço um apelo a toda a comunidade educativa, para que tenha uma participação mais ativa neste meio de comunicação que é nosso. Agradecendo encarecidamente a todas as participações que tivemos nesta edição, queremos ainda mais. Por isso, enviem-nos trabalhos, procuremnos, venham “chatear-nos” (como dirá a Tânia Spínola na entrevista) … Só assim teremos um jornal plural, com participações, trabalhos e pessoas diferentes em todas as edições. O “Tristão” agradece e fica mais rico…

O Tristão

Ficha Técnica

Propriedade: Escola Básica e Secundária de Machico. Equipa: Ana Paula Spínola, Lina Gouveia, Ana Antunes e Magda Franco. Coordenação Editorial: Ana Paula Spínola. Suplemento Desportivo: Ana Antunes. Design Gráfico: Lina Gouveia. Capa: Telma Lemos, 11.º 5. Impressão/Acabamentos: Sigráfica - Simplício & Jesus Lda. Tiragem: 300 exemplares. Periodicidade: Trimestral. E-mail: jornaltristao@gmail.com. Moodle da escola: moodle.madeira-edu.pt/ebsmachico/ Site da escola: escolas.madeira-edu.pt/ebsmachico/ Agradecimentos: Direção Executiva, Professores e Alunos que colaboraram nesta edição.

2

Colaboradores nesta edição: Professores - Noélia Vieira, Teresa Sousa, Paula Nóia, Benvinda Ladeira, Filipe Mendonça, Magda Morna. Alunos - Ana Prata, Filipe Rocha, Afonso Alves, Laura Alves, Marla Viveiros, Adriana Vieira, Rúben Caldeira, Maria Inês Alves, Beatriz Alcobia, Ana Cristina Melim, José Nelson Freitas, José António Viveiros, Marisa Vieira, António Fernandes, Anastasiya Shchur, Sara Gouveia, Lucas Silva, Ana Carolina Franco, Antonela Fidalgo, Mara Viveiros, Maria João Calaça, Nuno Duarte Freitas, Fábio Franco, Cristiano Ferreira, Pedro Escórcio, Sergio Olim, Turma 9.º8, Turma 6.º 7. Convidados - Luís Costa, Dalila Viveiros, Tânia Spínola, Nuno Vieira.


Aconteceu Halloween

Entre os dias 27 de outubro e 2 de novembro, a nossa escola foi invadida pelo espírito do Halloween com morcegos e lanternas, como cenário inspirador de uma tradição anglo-saxónica, que tem sido entusiasticamente vivida pelos nossos alunos. Promovido pelo grupo de Inglês, este evento prolongou-se por quatro dias repletos de atividades, nas quais os alunos puderam mostrar a sua criatividade, criando as decorações alusivas à festividade. Não faltou imaginação e originalidade por parte dos alunos.

Salientamos o trabalho das turmas das artes, que colaboraram na criação deste ambiente com as suas singulares lanternas, tendo por base uma história verdadeiramente “aterradora”, muito comum nesta festividade. Agradecemos profundamente a colaboração, participação e interesse demonstrados por todos aqueles que estiveram envolvidos neste projecto. No próximo ano há mais!

Projeto Atlante O Projeto Atlante já iniciou na nossa escola. É um projeto que tem vindo a ser desenvolvido há vários anos e que se tem demonstrado fundamental, na informação dos nossos alunos, nesta área tão atual que são as dependências e as drogas. O Jornal “O Tristão” pediu a uma aluna que já participa neste projeto há quatro anos que nos desse a sua opinião sobre o mesmo:

«Após quatro anos de assistência a este projeto, posso dizer que este influencia, em parte, as nossas escolhas. Este mostra-nos os diferentes lados da moeda em relação ao uso de drogas, enquanto que outros influenciadores

Paula Nóia (Professora)

(potencialmente negativos) mostram apenas o que lhes convém. Com o Projeto “Atlante” aprofundamos o conhecimento sobre este tipo de substâncias, cada vez mais procurados pelos jovens da atualidade e prevemos possíveis situações, analisandoas e procurando mostrar a forma mais assertiva de reagir a elas. Concluo que este projeto deve ser levado em frente e apresentado nas escolas como uma maneira de prevenir o corpo estudantil sobre o uso destas substâncias de forma prática e divertida.»

Marla Vivieros , 8.º5

3


Aconteceu

Entrega de prémios de mérito A cerimónia de entrega de prémios de mérito correspondentes ao ano letivo 2015-16 realizou-se na quinta-feira, dia 10 de novembro, no auditório da nossa escola. Os alunos premiados foram: - Quinto ano – Clara da Silva Alves; - Sexto ano – Francisca Paixão de Pão; - Sétimo ano – Juliana Franco Erra; - Oitavo ano – Maria Mendonça de Olim; - Nono ano – Maria Ana Nóbrega Calaça; - Décimo ano – Madalena Nascimento Vieira; - Décimo primeiro ano – Leonardo Perestrelo Santo; - Décimo segundo ano – Letícia Maria Pereira Nóbrega; - CEF Nível II – Filipe Diogo Menezes Mendonça; - Curso Profissional Nível 4 – Margarida Jesus Gouveia.

Para além da presença dos alunos premiados, esta cerimónia contou ainda com a presença do Diretor Executivo da nossa escola, José Maria Carvalho Dias, o Secretário da Educação, Jorge Carvalho, o Presidente da Câmara Municipal de Machico, Ricardo Franco, assim como o responsável da NOS Madeira, Ricardo Cardoso, a presidente do Conselho da Comunidade Educativa, Ana Rosa Freitas, e o representante da Comissão de Pais, Richard Abreu. Todos os alunos receberam uma placa que realça o seu “excelente desempenho” e a aluna premiada do décimo segundo ano recebeu ainda um prémio da NOS, no valor de 500 euros. Apesar de haver muitos alunos na nossa escola com ótimos resultados, sem desprestígio para os restantes, a escola optou por premiar apenas um aluno de cada nível. Para tal, este ano, o fator de desempate utilizado foi a idade, isto é, ganhou o prémio o aluno mais novo.

4

O quadro de mérito está exposto junto à secretaria da escola e que belo trabalho de fotografia do Clube de Imagem da nossa escola! O Tristão


Aconteceu

Eleição da Comissão de Finalistas A eleição para a escolha da Comissão de Finalistas deste ano letivo decorreu no dia dez de novembro, entre as nove e trinta e as vinte horas. A mesa, constituída por três elementos, foi escolhida em Assembleia Geral, pelas duas listas existentes e teve como presidente de mesa o aluno Leonardo Santo.

Os finalistas do 12.º ano, 120 votantes, exerceram o seu direito de voto elegendo a Lista A para constituir a Comissão de Finalistas para o ano 2016-17, com 81 votos. Essa comissão tem como objetivo principal organizar a cerimónia das “Capas” e a viagem de finalistas da nossa escola. Bom trabalho!

O Tristão

“Qualificação de profissionais no âmbito da Luta Contra a Violência Doméstica” Decorreu na nossa escola, nos dias 16 e 18 de novembro, duas sessões de sensibilização no âmbito da violência doméstica destinada a delegados escolares, presidentes do conselho executivo, diretores de estabelecimentos de ensino e diretores de turma. Estiveram presentes oradores de diferentes áreas - dois da Segurança Social, um agente da PSP e um representante dos Serviços prisionais da Madeira – que nas suas intervenções prestaram esclarecimentos e apontaram diretrizes aos profissionais da educação para atuarem no caso de haver suspeitas nesta área, de forma a proteger as crianças.

Dia de Santa Cecília celebrado na escola

No dia 22 de novembro celebra-se o dia de Santa Cecília, padroeira da música. O grupo de Educação Musical comemorou este dia com várias atividades dentro e fora das salas de aula, incluindo a sala de professores. Também a este propósito, a Banda Municipal de Machico, que comemora este ano 120 anos, trouxe à nossa escola a exposição itinerante que preparou para a comemoração deste seu importante aniversário, para que possa ser admirada pela comunidade educativa. Santa Cecília nasceu no princípio do século III de uma antiga e ilustre família da nobreza romana, famosa já no século V antes de Cristo. Os artistas da Renascença representam Santa Cecília com um instrumento musical nas mãos. Daí, a tradição que Cecília tocasse harpa, tendo sido declarada padroeira dos músicos, que a celebram como sua Santa protetora no dia 22 de novembro.

O Tristão

Outras informações sobre o projeto, formas de atuar e contactos importantes podem ser encontrados no site: http://violenciadomestica.gov-madeira.pt. O Tristão

“Enfrentar o desafio das drogas” No âmbito do “Projeto Atlante – Enfrentar o desafio das drogas”, realizou-se no dia 24 de novembro, no auditório da EBSM, uma ação de sensibilização para os alunos finalistas do 12º ano, sobre o consumo de substâncias psicoativas. Esta ação dinamizada pelas Doutoras Idalina Sampaio e Mónica Pereira teve como objetivo informar e prevenir os alunos sobre os malefícios e consequências da utilização de substâncias psicoativas, nomeadamente o álcool e a cannabis. O Tristão

5


Aconteceu Literacia3D

A primeira fase deste concurso acontece durante a semana de 21 a 25 de novembro. Da nossa escola, participaram 42 alunos nos domínios da Leitura e da Matemática, dos quais sairá um vencedor, a nível de escola, em cada domínio, que, depois, disputará a final regional (6-10 de março de 2017). O vencedor desta fase representará a Região na final nacional (26 de maio de 2017). Participam, nesta 2.ª edição, 90 mil alunos de 750 escolas. Na edição anterior, foram mais de 60 mil alunos. Nós também lá estivemos, e bem representados. No ano letivo transato, a Ana Beatriz e a Carolina Santos foram as vencedoras de escola no domínio da Leitura. Na final regional, a Beatriz venceu e representou a Região na final nacional, tendo ficado entre os 10 melhores finalistas nacionais.

O Tristão

Bênção das Capas A cerimónia da bênção das capas dos finalistas da EBSM realizou-se na tarde do dia dois de dezembro de 2016. Os finalistas começaram a chegar à escola, já trajados a rigor, pelas 13 horas, tendo partido em cortejo, a fim de percorrer as ruas da cidade até a igreja matriz, onde se celebrou a missa, pelas 15 horas. Este ano, os finalistas são apadrinhados pela professora Antónia Alves e pelo presidente da Câmara Municipal de Machico, Ricardo Franco. A cerimónia, o jantar e o baile foram organizados pela comissão de finalistas, presidida pelo aluno Dino Perestrelo, da turma 2 do 12ºano. O Tristão

6


Dizem os alunos “E diziam que a tecnologia era para facilitar a comunicação entre as pessoas.” Os alunos refletem acerca das dependências em relação às tecnologias… «Nas idas ao café com um grupo de amigos são mais as vezes em que cada um fica navegando na internet do que convivendo. (…) É muito triste ver o quanto as pessoas estão dependentes da tecnologia esquecendo-se de aproveitar o mundo bonito que têm à sua volta.» Beatriz Alcobia, 9.º7

«Devíamos comunicar mais com o próximo pela fala e não através das tecnologias pois, quando estamos mais interessados pelo mundo virtual, acabamos por perder a diversão toda do mundo real e, também, perder os amigos com quem deixamos de conviver e falar.» Ana Cristina Melim, 9.º7 «As pessoas têm mais amigos virtuais do que amigos do dia-a-dia. Vejo muitas famílias a ir tomar café e os filhos a mexer nos tablets e os pais a mexer no telemóvel. Onde é que anda o convívio em família? A população sabe o que se está a passar do outro lado do mundo, que é um dos benefícios da internet, mas depois esquece-se de ler os jornais que trazem informações do que os rodeia. (…) Se as pessoas não se consciencializarem do que está a acontecer nestes últimos anos, isto irá piorar e muito.» António Fernandes, 9.º7

«Observo que a comunicação pessoal começa a cair no esquecimento, porque as tecnologias vieram substituir muita da comunicação que se tinha no café ou mesmo em casa com a família. A tecnologia tem dois aspetos, bom e mau. O lado bom é que podemos ter acesso a toda a informação e é uma forma rápida de falar com alguém que esteja menos próximo. O aspeto mau é que estamos a ficar dependentes, a teclar a toda a hora, a todos os minutos, até na hora das refeições, que nem se consegue ter uma conversa pessoal sem que o outro esteja ligado às redes sociais.» José Nelson Freitas, 9.º7 «Hoje em dia é absolutamente normal as pessoas terem um aparelho tecnológico que consiga fazer ligações ou enviar mensagens, porém nem sempre sabem aproveitar isso da melhor maneira. Muitas preferem ficar trancadas em casa à frente do ecrã e “socializarem” virtualmente, em vez de saírem de casa com os amigos e aproveitarem o tempo em conjunto. Até mesmo quando vão para a casa de um conhecido, ficam o tempo inteiro no telemóvel dizendo que têm algo mais interessante a fazer, assim destruindo qualquer género de comunicação da vida real.» Anastasiya Shchur, 9.º7

«Atualmente, a tecnologia já está bastante avançada e, por causa disso, mudou radicalmente a nossa forma de comunicação. Podemos falar com pessoas que nunca falaríamos, mas as tecnologias estão a nos afastar das pessoas ao nosso redor. (…) Antigamente, as pessoas davam mais importância às pessoas com quem estavam todos os dias, como a família e amigos, e é isso que está a diminuir hoje em dia: a comunicação com as pessoas que estão próximas de nós.» José António Viveiros, 9.º7 «Considero uma grande falta de respeito quando vamos a um restaurante ou café e ficamos o tempo inteiro agarrados ao telemóvel, sem sequer olharmos para vermos, ouvirmos e falarmos com aqueles que nos rodeiam.» Marisa Vieira, 9.º7

«O uso do telemóvel à noite tira boas horas de sono necessárias ao desenvolvimento dos adolescentes. Para além disso, influencia também a concentração na escola, criando dificuldades em perceber o que está a acontecer na aula.» Sara Gouveia, 9.º7

7


Dizem os alunos

A nossa formação como correspondentes do Ponto e Vírgula Na passada sexta – feira, dia 21 de outubro, tivemos oportunidade de participar numa formação direcionada aos correspondentes do Ponto Vírgula. Devem estar a questionar-se: o que é o Ponto e Vírgula? Passamos, então, a explicar. O Ponto e Virgula é um suplemento do Diário de Notícias em parceria com a Secretaria Regional da Educação que visa dar destaque às escolas e dar voz aos alunos. Neste suplemento podemos encontrar os mais diversificados artigos, desde fotografias a textos de opinião, entre outros, todos eles elaborados pelos alunos das escolas da RAM. A nossa formação dividiu-se em dois períodos distintos. Na parte da manhã estivemos na sede do Diário de notícias, localizada no Funchal, onde ficámos a conhecer melhor a realidade do jornalismo e tudo o que é necessário numa redação, através dos profissionais que lá trabalham. Aprendemos, também, a distinguir aquilo que é notícia daquilo que não o é, focando-nos nos pontos essências de como redigi-la de forma a ser mais atrativa e cativante.

Na parte da tarde, a formação foi-nos dada na Secretaria Regional de Educação, localizada, também, no Funchal, onde nos foi explicado mais pormenorizadamente qual

seria o nosso trabalho como correspondentes, isto é, foramnos dadas as caraterísticas mais técnicas e formais que os nossos artigos teriam de ter, bem como, informações sobre prazos de entrega e meios de contactar os responsáveis pelo projeto. Esta experiência aguçou-nos, ainda mais, o gosto que já tínhamos pelo jornalismo e deu-nos uma visão mais ampla desta realidade. Por fim, gostaríamos de pedir a colaboração de todos neste projeto. Caso queiram ver os vossos trabalhos publicados no Ponto e Vírgula podem contactar-nos através do e-mail: ebsmachico. pv.16.17@gmail.com Contamos convosco para que juntos consigamos responder da melhor forma a este desafio!

Adriana Vieira Rúben Caldeira, 11.º3

A Carga horária na escola A meu ver, a carga horária do segundo e terceiro ciclos é excessiva, pois os alunos têm muitas disciplinas e passam muitas horas na escola. Com efeito, os alunos têm muitas disciplinas durante o dia, consequentemente têm de trazer para a escola mais material (cadernos, manuais, cadernos de atividades, estojos,…), o que poderá, a longo prazo, provocar problemas na coluna. Além disso, a concentração dos discentes, à medida que o dia avança, diminui. Por outro lado, esta carga horária rouba tempo útil para estar em família.

8

Considerando que no fim de semana se estuda para os testes, por exemplo, os estudantes acabam por não estar dispostos a passar o dia com a família. Por fim, ficam também sem tempo para participar noutras atividades, como por exemplo, o futebol, o conservatório de música, entre outras mais. Concluindo, a carga horária dos alunos é excessiva e isto tem consequências nefastas na vida deles. A turma 9.º8


Dizem os alunos Profissão: bombeiro

Acróstico de cidadania

O meu sonho é ser bombeiro e para isso tenho de ter estudos e fazer um curso de socorrismo, entre outros. As funções de um bombeiro são: ajudar as pessoas, apagar incêndios, auxiliar os turistas nas levadas e podar as árvores, em colaboração com a Proteção Civil. Na minha opinião, os bombeiros que, geralmente, usam camisa e casaco vermelhos, calças azuis, barreta azul e botas pretas, têm também de ser inteligentes, fortes, corajosos e capazes de agir em situações de emergência. Para mim, ser bombeiro é a melhor profissão!

Lucas Silva – outubro de 2016 5.º5, Apoio E.E.

Retrato do meu irmão

Atividade da disciplina de Cidadania e Mundo Atual, Alunos CEF 1º ano: Ana Carolina Franco, nº2 Antonela Fidalgo, nº5 Mara Viveiros, nº11 Maria João Calaça, nº12 Nuno Duarte Freitas, nº13

Acróstico ULISSES

O Delfim é uma criança de três e é o meu irmão mais novo. Fisicamente, ele mede um metro e dois centímetros de altura e pesa dezassete quilogramas. Tem cabelo encaracolado, castanhoclaro, sobrancelhas com a mesma cor que o cabelo e os olhos castanhos-escuros, bastante pestanudos. Apresenta pele morena. Psicologicamente o Delfim é brincalhão como um palhaço, sorridente e muito carinhoso. Mas quando se zanga, tem a capacidade de gritar, capaz de toda a ilha da Madeira o ouvir. Claro que ele já sabe que em seguida os meus pais poem-no de castigo. As suas preferências são, como todos os meninos da sua idade, brincar com os carrinhos, dançar, cantar e jogar no tablet. Também gosta andar e passear no carro, embora acabe, na maioria das vezes, por adormecer.

Cidadão Instituições Direitos Aprendizagem Deveres Aptidão Nação Igualdade Autonomia

Um guerreiro valente Lutou pela sua pátria Inteligente e manhoso Salvou Helena do inimigo Sereias o tentaram!!! Enfrentou monstros e pretendentes Saudades da sua família. Turma 6.º7

Fábio Franco, 6.º7

Com o apoio de:

Jornal

O Tristão Compartilhe os seus textos, fotografias, desenhos ou outro tipo de trabalhos. Para isso, basta enviá-los para jornaltristao@gmail.com que nós publicamos!

MACHICO CÂMARA MUNICIPAL

9


Opinião A Música como Comunicação

A música também pode ser uma forma de comunicarmos uns com os outros, pois ela não serve apenas para nos distrairmos um pouco no dia a dia, mas sim, por exemplo, para exprimirmos os nossos sentimentos ou, até, o que nos vai na alma.

“A vida sem música seria um silêncio imperfeito. É a forma mais bonita que uma pessoa tem para se expressar.”

Por vezes, associamos músicas a determinadas situações pelas quais passámos e a situações que gostaríamos de passar, fazendo-nos ter algumas sensações de “dejá vu”.

A Dança como Comunicação Para mim a dança é uma das melhores formas de expressão artística. Dela fazem parte vários estilos como a dança contemporânea, as danças de salão, o hip hop, o ballet, as danças tradicionais, entre muitas outras. Na dança podemos expressar o que sentimos no dia-a-dia, desde a tristeza à alegria. A dança e a música andam de mãos dadas e é por isso que em cada movimento se encontra uma mensagem, um jeito de sentir e de o transmitir aos outros. No meu caso, enquanto danço, sinto-me noutro mundo, onde ninguém me pode alcançar, onde me sinto bem, realizada. Sou só eu e a música, sou só eu e a dança! É também um lugar onde esqueço os meus problemas e ao mesmo tempo é um desporto que faz bem à saúde. Aproveito, também, estes momentos para me divertir e conviver com as colegas do meu grupo de dança. Penso que na dança, quando nos esforçamos e damos o nosso melhor, alcançamos objetivos que contribuem para a nossa felicidade. Maria Inês Alves, 7.º4

10

A música é uma boa forma de comunicação, pois é ela que nos faz despertar, desejar, sonhar, ou até viajar. É muito mais do que um simples prazer, porque tem a capacidade de preencher a alma ou dar vida. A linguagem musical tem sido a escolha dos mais jovens como um meio de discutir e valorizar atitudes, comportamentos e modos de vida. A música, de uma maneira especial, aquece corações, dá impulso a protestos e, até mesmo, manipula o modo de pensar de uma pessoa. De uma maneira singular, a música demonstra tudo o que queremos transmitir. Afonso Alves e Laura Alves, 9.º7


Opinião

O Teatro como Comunicação O teatro é uma das mais nobres, belas e completas formas de comunicar. Não se trata apenas de proferir palavras, gesticular as mãos, os braços, as pernas ou a cabeça, mas sim um movimento corporal no seu todo, é uma fusão do corpo físico com o emocional e o psicológico. No teatro a linguagem é universal, seja ela por sons, por gestos, por expressões. Os sentimentos, emoções e reações são expostos no momento e refletidos espontaneamente, quer no ator quer no público.

“O palco é como uma tela que o pintor vai dando vida a cada pincelada...” Há uma cumplicidade autêntica e real entre ambos. Através do teatro conseguimos retirar de um momento vários momentos, quer sejam de felicidade, de tristeza, alegria, mágoa, saudade, amor. O palco é como uma tela que o pintor vai dando vida a cada pincelada que faz até completar o quadro, o palco é o espaço de todo o movimento, de toda a loucura, de toda a emoção que sai do ator diretamente para o público, é o seu aconchego, o seu refúgio. Mas o público, o público, esse sim é o seu maior amigo, o seu maior crítico, é este que o faz crescer, que o faz recuar, que o faz entender o certo e o errado da sua atuação. Sem público o ator não é nada, não é ninguém. Na minha experiência pessoal como ator de teatro (no Grupo de Teatro de Machico), deparei-me com um mundo de alegria, de cor, de fantasia e de amor. O teatro faz-me sentir quem eu quiser, transforma-me em tudo o que eu queira, fala comigo, chamame, inquieta-me, mas sobretudo conforta-me, completa-me e realiza-me.

No palco sinto-me livre, solto fora do mundo, protegido pelas minhas personagens, como se nada nem ninguém me pudesse alcançar. Os aplausos são o meu maior prémio, o meu maior consolo.

“O momento dos aplausos é o mais emocionante e eloquente sentimento para mim.” Saber que consegui arrancar do público um sorriso, um choro, uma emoção, por mais pequena que seja, para mim é uma enorme satisfação, o reconhecimento do meu trabalho, da minha representação, do meu esforço é o meu maior pagamento, pois assim consigo ver que afinal as emoções, os sentimentos estão ali bem à minha frente estampados nos rostos do meu público. E isto é toda uma forma magnífica de comunicar, é espontânea e vivenciada. Esta comunicação no teatro é de uma importância sem igual, pois explora os mais diversos assuntos, evidencia situações, denuncia acontecimentos, elogia e satiriza o dia-a-dia, a realidade, o mundo! Comunicação no teatro é arte, é cultura, é vida.

O ator tem de viver intensamente a personagem que naquele momento encarna, tem de senti-la, tem de amá-la, seja ela o “bonzinho” ou o “vilão”. A versatilidade do ator tem de ser posta à prova, para que este possa sentir a tão desejada “metamorfose artística”. A persistência, os erros, os enganos, as repetições fazem tudo parte desta aprendizagem contínua. Porque no teatro o conhecimento não tem limites, cada dia é uma nova descoberta, uma nova emoção, uma nova forma de estar, viver e comunicar. E como já dizia Charlie Chaplin: “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios, por isso cante, chore, dance, ria e viva intensamente antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”. Luís Costa (Técnico de Biblioteca)

11


Apaixonados por livros Proposta de leitura - 2º ciclo

Uma questão de cor, de Ana Saldanha Uma questão de cor é um livro de Ana Saldanha que foi escolhido para o Plano Nacional de Leitura de 5º ano. Este livro conta-nos a história de uma menina, cujo nome é Nina, que recebeu um computador como presente de Natal, o que a deixou muito feliz. Esta menina, após ter recebido o presente deixou de parte os deveres escolares para jogar no computador, por isso a mãe chamou-a à atenção. Mas o que a deixou mais ansiosa foi saber que

o seu primo Danny iria viver com a sua família. O primo de Nina era de cor negra e, por isso, foi gozado pelo Victor, amigo de Nina, mas esta defendia sempre o primo. Victor fez anos e convidou Nina e Danny para irem à sua festa e foi neste dia que o bullying acabou. Ao ler o título deste livro pensei que seria mais um livro a ensinar que não se deve ser racista, mas é muito mais do que isso. Uma questão de cor também ensina a importância que os amigos e a família têm. Por isso, não se

pode deixar ninguém de parte, independentemente da cor da pele. Afinal, somos todos iguais e todos diferentes. Ana Prata, 6.º6

Proposta de leitura - 3º ciclo

O Estranhão - Quem vê likes não vê corações!, de Álvaro Magalhães Desta vez, ele ajuda a irmã a tornarse viral no Facebook, prova, por umas horas, a vida de milionário infantil, acerta contas com Jesus Cristo, que faz anos no mesmo dia e lhe estraga a vida desde a nascença, e conhece a rapariga mais bonita da cidade, que o empurra para uma perigosa aventura policial: o caso da mulher enterrada no quintal. E ele que só queria ter uma vida normal, sem sobressaltos…

Edição/reimpressão:2016 Páginas:192 Editor: Porto Editora ISBN:978-972-0-72785-5 Coleção: O Estranhão Faixa etária: dos 10 aos 13 anos Idioma: Português Mais histórias divertidas de Fred, o Estranhão.

Noélia Vieira (Professora)

Proposta de leitura - secundário

A liberdade de pátio, de Mário de Carvalho

12

Contos, sete contos, pela mão de Mário de Carvalho. Agrupados em três séries – Névoa, Esgares e Vincos – estas sete narrativas curtas apresentam uma sequência inusitada de relatos onde o diálogo e a narração adquirem uma importância maior. Novamente, o autor recorre ao seu apurado sentido de humor onde sobressai uma semântica rica e sempre adequada ao universo que se propõe relatar. A história que dá nome à colectânea – A Liberdade de Pátio – encerra o espírito de todas as outras. Aqui, um excelso professor vê-se aprisionado numa extravagante prisão e, pateticamente, tratado com uma deferência desmesurada que não se adequa ao seu quotidiano

de privações: é alimentado a pão e água em baixela de fina prata… Será um velho soldado analfabeto, guarda prisional, que lhe ensinará a interpretar o chilrear dos pássaros, facultando-lhe assim uma hipotética fuga à reclusão que abusivamente lhe foi imposta. Na verdade, a liberdade suprema é a que nos oferece o pensamento – “Não há machado que corte, a raiz ao pensamento…”, como bem canta Manuel Freire, tudo o mais a que a personagem pode aspirar, afinal o que nos é permitido alcançar, é tão somente uma “liberdade de pátio”, uma putativa liberdade,

falsa, em doses ínfimas, humilhante! Nestes contos, como em Saramago, o mundo é de cegueira, uma cegueira em que nos afundamos alegremente, uns mais alegrinhos que outros. Um bom pretexto para lermos Mário de Carvalho, um autor que permite sempre que o leitor recomponha o texto, consoante a sua sensibilidade. É esta a oferta maior que a escrita surpreendente de Mário de Carvalho uma vez mais nos oferece. Votos para que estes contos promovam a vontade de ler toda a fantástica obra deste autor. Benvinda Ladeira (Professora)


Manualidades Reciclar o papel

A reciclagem de papel velho pode ser feita artesanalmente. Depois de recolher e armazenar uma boa quantidade de folhas de papel, podes dar início às operações que permitirão fabricar novas folhas. As folhas que vais produzir terão características especiais. Aprende a tirar partido dessas qualidades expressivas, bem como a encontrar múltiplas finalidades para estes papéis. Poderão ser o suporte de desenhos e pinturas, forrar embalagens, servir para fazer belos envelopes e papéis de carta...

1

2

3

4

5

6

7

8

Pesa 100g de papel na balança. As folhas de papel velho deverão ser cortadas em pedaços muito pequenos. Mergulha-os numa bacia com água. Deixa repousar de um dia para o outro.

Num dos dois quadros foi esticada uma rede muito fina, por exemplo, uma rede “mosquiteira”. Mergulha os dois quadros sobrepondo o que não tem rede ao que a tem. Deixa escorrer bem o excesso de água.

Espreme o excesso de água separando-o em duas bolas iguais. Coloca-as em recipientes diferentes. Junta 1 litro de água a cada um deles.

Retira o caixilho superior. Vira a pasta depositada sobre a rede para a prancha de madeira em que colocaste folha de papel de cozinha. Entre cada nova folha de papel, coloca papel de cozinha e panos absorventes.

Mexe muito bem o papel já dissolvido na água. Para que a pasta fique mais fina. deves utlizar uma varinha mágica.

Por cada folha de papel produzida, adiciona uma chávena de pasta de papel mais concentrada, que ficou reservada.

Coloca uma das partes da pasta numa tina, de preferência de forma retangular, suficientemente grande para que seja possível mergulhar os quadros. Junta mais 6 a 8 litros de água.

No fim, coloca sobre as folhas de papel a outra placa de aglomerado de madeira e comprime o conjunto para que se liberte o excesso de água. Coloca as folhas a secar ao ar, sobre uma superfície lisa e impermeável.

13


Estudar menos. Estudar melhor! Dicas para estudar melhor 1) A primeira e talvez a mais importante de todas as dicas é que estudar não pode ser feito de forma passiva. Isto quer dizer que é preciso querer estudar e, principalmente, que ao estudar é necessário querer aprender. O estudo, quando feito de maneira passiva, torna-se penoso e rende poucos resultados.

Um estudo feito de maneira ativa é essencial. Estudar de forma ativa é estudar na procura do conhecimento, é estudar de forma vigilante, tentando não deixar nada passar de forma despercebida. Estudar de forma ativa pode não parecer fácil e, num primeiro instante, pode até parecer cansativo, mas com um pouco de disciplina e prática este nível de estudo é alcançado, os resultados obtidos através de um estudo ativo fazem com que o esforço despendido seja plenamente recompensado.

2) Estudar requer concentração. Procura estudar num ambiente tranquilo e longe de possíveis fontes de distração, como TV, rádio, ou mesmo pessoas que distraem a tua atenção. 3) Estudar requer disciplina. Como foi dito no ponto anterior: hora de estudar é hora de estudar. Quando fingimos que estamos estudando só nos enganamos a nós mesmos, e isto leva-nos a uma grande perda de tempo e frustração. 4) Ao estudar procura saber quais são os pré-requisitos do assunto que está sendo estudado. Certos assuntos requerem o conhecimento prévio de outros, caso contrário corre-se o risco de ficar completamente perdido e não entender o que está sendo estudado. Caso verifiques que existem certos conceitos dentro do assunto que estás a estudar, que não te recordas, volta atrás e faz uma revisão ou um novo estudo. É preferível dar um passo para trás, para em seguida prosseguir com consciência e segurança, do que correr o risco de sacrificar todo o conhecimento relacionado a um conceito mal aprendido. 5) Ao estudar escreve tudo que for realmente novo para ti.

Escrever é uma boa técnica para ajudar na assimilação de um conhecimento novo. Escreve o que for realmente novo para ti, não percas tempo copiando páginas e mais páginas de assuntos que já te são familiares. Ao escrever procura usar as tuas palavras, ao invés de copiar literalmente o texto em estudo. 6) Sempre que for possível faz desenhos, esquemas, diagramas, tabelas, gráficos ou qualquer outro recurso que possa ajudar na visualização de teu objeto de estudo, às circunstâncias e relações envolvidas. Isto aplica-se tanto ao estudo do texto quanto à resolução dos exercícios. 7) Ao estudar não deixes de fazer os exercícios e questões relacionadas ao assunto estudado. Os exercícios, muito além de indicadores do conhecimento assimilado, são parte integrante na formação do conhecimento de um assunto. Há exercícios que explicam muito mais do que páginas e páginas de texto. 8) Nunca desanimes. Então nunca desanimes, continua os teus estudos mesmo se encontrares grandes dificuldades pelo caminho, os desafios servem para consagrar nosso esforço, no fim a tua persistência será recompensada por grandes conquistas e realizações.

JÁ TIVESTE ALGUMA IDEIA PARA O TEU PROJETO? NÃO. ESTOU A AGUARDAR A INSPIRAÇÃO

14

NÃO SE PODE ABRIR A CRIATIVIDADE COMO UMA TORNEIRA. TEMOS DE ESPERAR PELO MOMENTO CERTO

Noélia Vieira (Professora)

E QUE MOMENTO É ESSE?

PÂNICO DO ÚLTIMO MINUTO


Os Encarregados de Educação pronunciam-se A importância da comunicação entre encarregado de educação, professores e alunos A família é bastante importante na educação. A relação entre escola e a família encontra-se ligada às mudanças sociais, à vida em sociedade, à formação do cidadão. Se não existirem famílias bem constituídas, nem escolas bem organizadas, não se formarão pessoas civilizadas. A educação da criança compete aos professores e a todos aqueles que são modelos da vida social, sendo assim, a família tem de estar incluída nos processos educativos, tendo como função completar a escola. A importância do papel dos pais e encarregados de educação, ao longo do processo dos seus educandos é, por isso, muito importante. Cabe aos pais acompanhar os seus filhos em todos os momentos, ser exigentes com eles e transmitirlhes valores, tais como, respeito

No início de cada ano letivo, existe quase sempre, de forma geral, uma certa ansiedade / inquietude por parte dos alunos, encarregados de educação e também professores. Como pai e encarregado de educação de dois alunos desta escola, apercebi-me de que a passagem do 1º ciclo para o 2º ciclo foi quase como um “corte radical do cordão umbilical”, foi uma mudança de ambiente, de estratégias, de métodos de ensino e regras, muito diferentes daquilo a que estavam habituados.

por si e pelos outros, ética, solidariedade, responsabilidade e amizade.

“A comunicação entre a escola e pais só faz sentido se cada um deles for capaz de partilhar esforços e vontades.” A escola, por sua vez, deverá ter um papel relevante na capacidade de escolher e dar respostas aos pais. A comunicação entre a escola e pais só faz sentido se cada um deles for capaz de partilhar esforços e vontades. A escola não pode educar sem o apoio dos pais / encarregados de educação e precisa de ajuda e participação da família para ajudar os alunos a superar as suas dificuldades, permitindo-lhes evoluir de forma saudável.

Em conversa com meus educandos, notei alguma frieza e distanciamento entre os professores e os alunos nessa nova e diferente etapa escolar. Falo de crianças com idades entre os 9 e 10 anos. Assim sendo, no seguimento do exposto, acho que o acolhimento destas crianças que iniciam o 5º e 6º anos merecem ter um bom profissional educacional, mas também alguém que tenha sensibilidade e bom senso, alguém a quem as crianças também possam abraçar de vez em quando, alguém que possam confiar sem receios… Quem sabe, não seria melhor ainda o aproveitamento escolar?! Aspeto positivo: as cadernetas, acho que funcionam muito bem para informação entre professor encarregado de educação - aluno, tenho por hábito a sua consulta, até

É fulcral a comunicação entre casa/ escola - escola/casa, ou seja, é importante existir uma grande cooperação ao nível do corpo docente e da comunidade escolar para que desta forma possa haver um trabalho de equipa, que só trarão benefícios para o aluno, sendo um fator decisivo para o sucesso na sua aprendizagem.

Dalila Viveiros (Encarregada de Educação)

mesmo na eventualidade de surgir dúvidas no horário, atividades extra curriculares… Quanto à comunicação entre os Diretores de Turma – Encarregados de Educação – Alunos, pela minha experiência, tem sido razoável, mas ainda assim, há sempre aspetos a melhorar. Nas minhas idas à escola com o intuído de manterme informado sobre os meus educandos, noto que às vezes há pouca informação por parte dos professores das outras disciplinas, o que me faz sentir um pouco impotente em relação à ajuda que eventualmente poderei dar aos meus educandos, pois para além de ser pai e educador, dentro das minhas capacidades académicas e socio culturais, faço também às vezes o papel de explicador.

Nuno Vieira (Encarregado de Educação)

15


Ver com outros olhos Comunicação aumentativa / alternativa: uma comunicação universal Já imaginaram o que seria se aterrássemos em Marte, e os Marcianos tivessem uma língua só deles, que nós não compreendêssemos de maneira nenhuma? Como haveríamos de nos sentir? “- Fácil”- pensam vocês“fazíamos uns gestos, apontávamos, dizíamos uns “ok” e uns “alright” e ‘tava tudo arranjado!” Pronto. O problema estava ultrapassado durante os primeiros dias… Mas imaginem que teriam de viver em Marte o resto da vida. E que aquelas palavras que eles diziam vos eram impossíveis de aprender e repetir, porque os Marcianos são Marcianos, e os Terráqueos são Terráqueos. Agora a sério: seria bem complicado!

“Os surdos sentem-se, provavelmente, em Marte, sempre que os programas de televisão não têm tradução simultânea para língua gestual” A nossa forma de comunicar, julgamos, é acessível a todos. Mas se pararmos um minuto para pensar, alguém se lembrará que os surdos não ouvem a linguagem oral que utilizamos no dia a dia e que, por isso, utilizam a língua gestual portuguesa (no caso de Portugal).

16

Os surdos sentem-se, provavelmente, em Marte, sempre que os programas de televisão não têm tradução simultânea para língua gestual, ou quando vão a uma repartição pública e não conseguem fazer-se entender (muitas vezes eles entendem-nos a nós, porque têm prática na leitura de lábios, mas o comum cidadão não faz a mínima ideia do que é a língua gestual). No caso da comunicação escrita, também os cegos ou pessoas com baixa visão têm incapacidade para ler os suportes normais de informação. Assim, criouse o Braille - pequenos pontos em relevo num papel especial que representam letras, sinais gráficos, números - que estas pessoas conseguem sentir e, assim, ter acesso à informação sem a qual ficariam a sentir-se os tais marcianos de que falávamos…

Outras pessoas que tenham dificuldade no acesso à informação podem utilizar os Símbolos Pictográficos para a Comunicação (SPC): desenhos simplificados dentro de quadrados de cores diferentes, cada cor classificando a classe gramatical a que a palavra pertence. Esta é uma forma que auxilia a compreensão de enunciados curtos e até de histórias completas e acessíveis a todos os leitores. Alguém dizia que um livro com ilustrações é um livro com brinde, e os SPC são, no fundo, uma ilustração permanente, adaptável a qualquer tipo de enunciado, permitindo que todas as pessoas, até crianças muito pequenas que ainda não sabem ler, possam compreender, sozinhas, uma história. Desta maneira, e pensando em todas as pessoas, podemos construir um mundo onde todos possam, realmente, comunicar!

Teresa Sousa (Professora)


Clubes e Projetos High-tech

Baú de Leitura

A nossa escola abriu mais uma porta às novas tecnologias, o nosso novo clube chama-se High-tech. Toda a comunidade educativa está, desde já, convidada a visitar-nos e a partilhar connosco saberes e dúvidas relativas ao tratamento e processamento de informação por meios informáticos. No clube, já contamos com a presença de professores e alunos que têm visto as suas vontades satisfeitas em diversos temas, tais como: edição de imagens, vídeos, correção de grelhas de Excel, criação de testes diagnósticos no Moodle, utilização de máquina fotográfica no modo manual, entre outros. Eu já faço parte, faz tu também! Inscreve-te!

A nossa escola tem participado e bem no projeto da Secretaria da Educação - “Baú de Leitura”. Este ano, uma vez mais, durante o primeiro período, decorreram as inscrições para o Triatlo Literário destinado ao terceiro ciclo. Este concurso literário, promovido pela Direção Regional de Educação, tem três provas associadas: leitura, escrita e interpretação. Na biblioteca da escola estão todas as informações de interesse para quem quiser participar. Nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro (até o dia 17) decorrerá também o concurso denominado “Flashes Literários”, que é destinado a toda a comunidade escolar. Este concurso pretende que, a partir de um excerto presente na biblioteca, se tire uma fotografia ilustrativa do mesmo. O regulamento deste concurso está disponível na biblioteca e as fotografias originais deverão ser enviadas para o endereço: ebsmbauleitura@gmail.com. Este ano, as professoras responsáveis pelo projeto são a professora Sandra Canada e a professora Anália Antunes.

Cristiano Ferreira, 11.º6

Projeto

Professores

Horário

seg: 12h40 - 13h25 Parlamento Alexandra Teixeira qui: 10h10 - 10h55 Jovem Emilia Simas sex: 13h30 - 14h15

Clube Europeu Clube de Dança Cordofones Robótica Clube Imagem Clube High Tech Expressão Plástica

Clube Teatro

Inês Relva Mónica Ribeiro

qua: 11h55 - 13h25 e 14h15 - 15h00 qui: 12h40 - 13h25 sex: 10h10 - 10h55

seg: 10h55 - 11h40 ter: 15h20 - 16h05 Patrícia Gonçalves qui: 10h55 - 12h40 e 14h15 - 15h00

Manuel Spínola João Rodrigues

sex: 9h05 - 11h40

António Mendonça Lina Gouveia

seg: 14h15 - 16h05 ter: 10h55 - 12h40 sex: 14h15 - 16h05

Romana Nunes

sex: 12h40 - 14h15

Jacinta Lopes Filipe Mendonça Romana Nunes Tânia Andrade Magna Nascimento

seg: 10h55 - 12h40 qui: 13h30 - 16h50

Lucinda Moreira Amaro Santos Ana Antunes

seg: 14h15 - 15h00 ter: 13h30 - 16h05 qui: 13h30 - 14h15 sex: 13h30 - 15h00 ter: 11h40 - 13h25 e 14h15 - 16h05 qua: 14h15 - 16h05 qui: 14h15 - 16h05

O Tristão

Dinamização da Biblioteca A biblioteca da nossa escola está a ser dinamizada pelas professoras Felisbela Teixeira e Juvelina Perestrelo. Os frequentadores da biblioteca têm tido oportunidade de conhecer diversos escritores através das exposições do autor do mês realizadas na entrada. O autor de setembro foi Fernando Pessoa. No mês de outubro, pudemos conhecer alguns pormenores sobre Isabel Alçada. Em novembro a autora escolhida foi Teolinda Gersão. Assim, esta equipa partilha um pouco mais de conhecimentos com os nossos alunos.

O Tristão

17


Entrevista Entrevista a Tânia Spínola,

Jornalista da RTP-Madeira e antiga aluna da EBSM O tema desta edição do jornal da nossa escola, “O Tristão”, é a comunicação. Uma vez que os jornalistas são comunicadores por excelência, quisemos entrevistar uma jornalista para perceber um pouco mais dessa profissão que nos ajuda a conhecer o mundo e a estar sempre atualizados sobre o que nele se passa. O facto de Tânia Spínola ter sido uma antiga aluna da nossa escola foi um fator significativo para a sua escolha, pois é sempre agradável conhecer casos de sucesso provenientes da escola que frequentamos. Com a sua simpatia habitual, brindou-nos com uma entrevista branda e sincera, que nos encantou.

Filipe Rocha (FR): Quando começou o seu gosto pelo jornalismo? Tânia Spínola (TS): Há muitos anos, se calhar quando tinha mais ou menos a tua idade, talvez um bocadinho mais cedo. Aos onze, doze anos já queria ser jornalista. Ficava a ouvir as notícias na rádio. Na altura havia uma guerra que era a guerra do Golfo, em 1991. E eu ouvia a guerra. À noite, acordava a ouvir a guerra, deitava-me a ouvir a guerra… E queria ser como os jornalistas que relatavam a guerra.

18

FR: Como foi o seu percurso a nível profissional. Faz apenas televisão ou tem experiência noutras áreas da comunicação? TS: Depois de acabar os estudos comecei logo na televisão e fui ficando. Entretanto, já tive uma experiência na rádio, na Antena 1, que faz parte do mesmo grupo empresarial, a RTP. Colaborei durante algum tempo, também como jornalista. Gostei muito dessa experiência. Os jornais, ainda não entrei por aí, mas gostava muito, porque basicamente teria sido a minha primeira opção, mas não se proporcionou e entretanto apaixonei-me pela televisão.

“Os jornalistas gostam de ação, não gostam de estar fechados...” FR: O que mais a realiza, fazer reportagens, fazer as notícias, apresentar programas ou apresentar as notícias? TS: Fazer as reportagens no exterior é o que eu gosto mais de fazer. Estar no terreno. Os jornalistas gostam de ação, não gostam de estar fechados, não gostam de cumprir horários. Gostam de conhecer pessoas diferentes, de todos os dias fazer uma coisa nova, falar com pessoas, escarafunchar e tentar perceber onde é que pode haver uma notícia… Hoje em dia, estou mais presa ao estúdio. Também gosto, mas gostava de conseguir conciliar mais as duas coisas. Faço também um programa de que gosto muito. Um programa sobre saúde. Também me dá alguma realização pessoal, porque aprendo muito a fazer o programa. Obriga-me a estudar bastante, é uma profissão que nos obriga a estudar constantemente. O que é bom, ajuda a que os neurónios não parem, mas obriga a um esforço todos os dias.

FR: Prefere fazer diretos ou prefere programas gravados? TS: Diretos, sempre. Eu gosto de improvisar e os direto dão-me mais alguma margem até para as falhas. Num direto não é grave se tiveres uma pequena falha de, por exemplo, português, o que acontece. Num programa gravado já não é admissível, se te enganaste convém voltares a gravar para sair tudo direitinho. Nos diretos é o instantâneo é o momento e os jornalistas gostam disso. FR: O trabalho de jornalista é muito esgotante ou exigente. De que forma? TS: É stressante, porque nós trabalhamos muito com tempos muito apertados. Costumamos dizer sempre que as nossas notícias são para ontem. A gente trabalha muito contra o relógio e ao segundo, o telejornal começa às 21:00:00 horas, não é às 21:00:01 horas. Portanto, tens que ter o tempo todo muito controlado. Depois, há muitas outras coisas que influenciam. O facto de teres sempre trabalhos diferentes e teres que estudar bem as matérias ou, pelo menos, estudar sempre o máximo possível, obriga-te a andar sempre com a cabeça ocupada.


Entrevista Muitas vezes vamos para casa e não deixamos as coisas no trabalho, porque chegamos a casa e ainda temos telefonemas para fazer, entrevistas para marcar, coisas para combinar. Como os professores, um bocadinho. O trabalho não acaba só quando a gente sai do local de trabalho, levamos para casa, para a almofada, acordamos com o trabalho… Mas quando a gente gosta vale sempre a pena.

Há coisas que, por exemplo, no órgão que eu trabalho, que é um órgão de serviço público, estamos obrigados legalmente a fazer. Como por exemplo, somos obrigados a fazer a cobertura das sessões parlamentares na Assembleia Legislativa e, na altura das eleições, somos obrigados a fazer a campanha eleitoral. “O que eu sugiro aos alunos

que queiram seguir a área de jornalismo é que pratiquem, façam entrevistas, saiam por aí, vão “chatear” pessoas...”

FR: Existe algum tipo de censura no jornalismo na nossa Região? TS: Não lhe chamaria censura, chamaria mais pressões para fazer assim e não fazer assim. Censura propriamente, se existe, não é aos jornalistas. Essas escolhas são feitas pelas direções, pelos chefes de redação, pelos editores. Os jornalistas quando vão fazer a reportagem, fazem-na. O que pode acontecer é não se marcar um certo trabalho e marcar-se outro. Isso é um tipo de censura. Pressões, existem algumas, mas de todos os quadrantes - da direita, da esquerda, do centro, de clubes de futebol e outros, de associações culturais,… - toda a gente acha que está a fazer o evento mais importante do mundo e que tem de ter um destaque enorme nas notícias, mas às vezes não tem... Portanto, o trabalho de marcar os serviços que o jornalista vai fazer no dia seguinte ou no próprio dia é um trabalho de muita responsabilidade, porque é preciso destacar o que é realmente importante.

FR: Para terminar, peço-lhe que aponte algumas sugestões para os alunos da nossa escola que tenham gosto em seguir a profissão de jornalista. TS: Eu acho que seja para jornalismo, seja para qualquer outra profissão, se têm gosto é apostarem nesse gosto e não desistirem nunca. Mesmo que digam “Isso não tem nenhuma saída, não vás por aí”. Não, se gostam, apostem nisso! As oportunidades hão de aparecer. O que eu sugiro aos alunos que queiram seguir a área de jornalismo é que pratiquem, como tu, que façam entrevistas, que saiam por aí, vão “chatear” pessoas na escola, quando as coisas correm menos bem. Vão à direção, questionem (sem ser malcriados, nunca!), mas façam valer a vossa posição, argumentem. Não se deixem ficar intimidados pelas respostas. Nunca tenham medo de perguntar. Mesmo que a pergunta pareça um bocado estúpida, perguntem. Porque as perguntas nunca são estúpidas. Não sabemos, perguntamos! É muito melhor do que

errar ou do que ficar na dúvida. Participem também nas iniciativas que existem. Por exemplo, se querem ser jornalistas, aproveitem o jornal da escola, tentem dinamizá-lo cada vez mais, porque é importante. Eu comecei aí, no jornal da escola que, na altura se chamava “O Despertar no Ribeirinho” e acho que foi bastante importante para o meu processo até aqui. FR: Muito obrigado por ter disponibilizado parte do seu tempo para estar aqui connosco. TS: Foi um prazer, Filipe. Assim, ficámos a conhecer um pouco melhor o percurso da jornalista, Tânia Spínola, antiga aluna da nossa escola, antiga colaboradora do nosso jornal e que todos os dias “entra” na nossa casa, através da caixinha mágica que é a televisão. Destacamos a sua simpatia e a sua insistência para que nós, alunos, tenhamos coragem de seguir aquilo de que gostamos e não apenas o tem “mais saída”. Ainda nos convidou, e aqui fica o registo, a visitar a RTP Madeira, prontificando-se, ela própria, a realizar uma visita guiada a um grupo de alunos da nossa escola, se assim o entendermos.

Filipe Rocha e O Tristão

19


SUPLEMENTO DESPORTIVO Semana dos desportos

Para além de fomentar o convívio entre turmas, desenvolver o espírito de cooperação, respeito mútuo, entreajuda e o fair-play, a realização desta semana

Como já vem sendo habitual na nossa escola, de três a sete de outubro, decorreu a semana dos desportos. No decorrer da mesma, os alunos tiveram a oportunidade de realizar jogos inter-turmas nas modalidades de futsal, basquetebol, voleibol e desportos de raquete.

permitiu aos respetivos orientadores de grupo propagar as modalidades de Desporto Escolar de forma a promover a inscrição de novos elementos.

Atividade de Esqui e Snowboard A visita de estudo-curso de Esqui / Snowboard está programada para oito dias e envolve quatro escolas (Escola Básica e Secundária de Machico, Escola Secundária Francisco Franco, Escola Secundária Jaime Moniz e Colégio Sagrado Coração de Maria – Lisboa) e realizar-se-á em Pas de La Casa – Andorra.

Neste intercâmbio desportivo, cultural, social, e não só, estão programadas várias atividades, sendo de destacar, as quinze horas de aulas práticas com os monitores da estância, durante as manhãs. Nos períodos da tarde, as atividades serão dinamizadas pelos professores de Educação Física, nas várias pistas que fazem parte dos 200Km da estância de Grandvalira (Andorra), perfazendo um tempo total de aprendizagem / prática de trinta horas.

No final, será entregue a cada participante o Diploma de Curso por parte da Escola d’Esqui / Snowboard Grandvalira bem como o Certificado do Intercâmbio e ainda um DVD com o registo audiovisual da atividade. Esta é uma excelente oportunidade de experienciares um desporto que, de outra forma, será difícil de o fazeres. Informa-te junto do teu professor de Educação Física ou com o professor responsável, César Nicola, e vem ter uma experiência única!


Suplemento Desportivo Ginásio “Atividade física não é apenas uma das mais importantes chaves para um corpo saudável, ela é a base da atividade intelectual criativa e dinâmica.”

- 4.ª feira, das 12h40m às 13h25m, com o professor Miguel Augusto; - 5.ª feira, das 10h55m às 11h40m, com o professor António Jorge; - 6.ª feira, das 15h20m às 16h05m, com o professor Carlos Francisco. Atreve-te!!

...

ue sq

bia

Sa

(John F. Kennedy).

... a nossa escola possui um ginásio que podes frequentar nos teus tempos livres? Aqui poderás usufruir de equipamentos de fitness e musculação e ainda terás um professor que te orientará em atividades que te permitirão benefícios em termos de saúde e bem-estar, fortalecimento e tonificação muscular, postura corporal, lazer/qualidade de vida, entre outros.

IV TORNEIO Salto em altura Tal como já vem sendo habitual, o grupo disciplinar de Educação Física realizou, no dia 23 de novembro, mais uma edição do Torneio de Salto em Altura, desta feita na sua quarta vez. Esta atividade de grupo envolveu vinte e seis turmas que abrangeram cerca de trezentos e oitenta alunos. A sua realização constituiu uma mais valia na promoção da modalidade e na captação de alunos para o Desporto Escolar. Ao lado, apresenta-se o quadro classificativo desta quarta edição e algumas fotos elucidativas da atividade.

Não te esqueças, aparece no pavilhão desportivo nos seguintes horários: - 2.ª feira, das 15h20m às 16h05m, com o professor Jorge Caldeira; - 3.ª e 4.ª feira, das 11h55m às 12h40m, com a professora Marisa Roque; Escalão Infantis I

Nome José Amarildo Natacha Gouveia

Ano / Turma 5.º 8 5.º 7

Marca Final 1,30 m 1,15 m

Infantis

Luís Rafael Rita Moniz

7.º 6 7.º 3

1,45 m 1,30 m

Iniciados

António Saldanha Maria Beatriz

9.º 8 9.º 2

1,45 m 1,30 m

José Filipe

12.º 6

1,55 m

Dulce Nascimento

12.º 6

1,45 m

Juvenis / Juniores


Suplemento Desportivo Desporto Escolar Sendo o Desporto Escolar uma atividade extracurricular de extrema importância no processo de formação das crianças e jovens, este deve ser visto, indubitavelmente, numa dimensão educativa / formativa que apresenta como finalidades “(…) a promoção da saúde e condição física, a aquisição de hábitos e condutas motoras e o entendimento do desporto como fator de cultura, estimulando sentimentos de solidariedade, cooperação, autonomia e criatividade (…)”. Para além disso, enquadra-se nos objetivos gerais da nossa escola:

Treino de atletismo

1) Promover a cooperação e o sucesso educativo; 2) Promover o bem-estar e a segurança da comunidade escolar. Pretende-se, assim, e com o vasto leque de modalidades inseridas no Desporto Escolar

que a nossa escola possibilita, nomeadamente andebol, atletismo, badminton, basquetebol, futsal, multiatividades, natação, ténis de mesa e voleibol, promover nos jovens o gosto pela prática desportiva e pelo desporto, como meio de formação do caráter, na aquisição de estilos de vida saudáveis e no desenvolvimento de competências sociais da população escolar. Pretende-se promover a valorização da atividade física e desportiva por parte da comunidade educativa, como meio fundamental para a formação integral dos jovens e a promoção de valores fundamentais de cidadania, saber estar e saber ser. Também é nosso propósito dinamizar atividades físicas e desportivas que envolvam alunos de diferentes ciclos de ensino, promover nos alunos praticantes dos diferentes gruposequipas do Desporto escolar, o conhecimento aprofundado da modalidade em que se inscrevem, nas suas diversas dimensões: técnica, tática e regulamentar. A Escola Básica e Secundária de Machico tem sido, nos últimos anos, uma das que apresenta

Formação de árbitro s Foi no passado dia 17 de novembro que a nossa escola acolheu mais uma formação teórico-prática, desta vez direcionada à formação de alunos / árbitros nas modalidades de Futsal e Basquetebol, sob orientação da Direção de Serviços do Desporto Escolar. Tivemos a participação de alunos da Escola Básica e Secundária de Machico, Escola Cardeal D. Teodósio de Gouveia (São Jorge) e Escola Básica dos 2.º e 3.º ciclos do Caniço, que constituíram um grupo de cerca

Treino de basquetebol

maior número de participações nas atividades do Desporto Escolar. São em média, cerca de 350 alunos que anualmente participam efusivamente, representando a sua escola e trazendo muitas conquistas para a mesma. Vem fazer parte desta equipa, verifica a tua disponibilidade horária e aparece aos treinos!!!

Treino de voleibol

de dezasseis alunos. Estas formações são destinadas aos alunos de todas as escolas da região com o intuito de os preparar para arbitrar os jogos destas modalidades no âmbito do desporto escolar agendadas para este ano letivo.


Suplemento Desportivo Prof. Responsável

Núcleo

Escalão

Prof. Ricardo Crespo

Atletismo

Todos

Prof. Jorge Caldeira

Badminton

Todos

Basquetebol

Iniciados Juvenis Séniores (masculinos)

Ténis de mesa

Todos

Prof.ª Patrícia Gonçalves Prof. Pedro Pereira Prof.ª Ana Neves

Futsal

Todos (femininos) Iniciados Juvenis (femininos)

Prof.ª Susana Lopes

Voleibol

Prof. Hélder Santos

Voleibol

Todos (masculinos)

MDO

Todos

Futsal

Iniciados Juvenis (masculinos)

Prof. César Nicola

Prof. Domingos Nóia

Futsal Prof. Rui Sá Andebol

Infantis (masculinos) Infantis (masculinos)

Horário dos treinos 2.ª feira das 12h40 –13h25 e 15h20 – 16h50. 3.ª feira das 10h55 – 11h40; 4.ª feira das 14h15 – 16h05; 6.ª feira das 14h15 – 16h05. 2.ª feira das 14h15 – 15h00; 3.ª feira das 14h15 – 16h05; 5.ª feira das 15h20 – 16h05. 2.ª feira das 14h15 – 15h00; 3.ª feira das 14h15 – 15h00; 4.ª feira das 14h15 – 15h00; 6.ª feira das 14h15 – 15h00. 3.ª feira das 17h05 – 18h35; 4.ª feira das 14h15 – 16h50. 2.ª feira das 11h55 – 13h25; 6.ª feira das 14h15 – 16h05. 2.ª feira das 10h55 – 11h40 e 17h05 – 18h35; 3.ª feira das 10h55 – 12h40; 4.ª feira das 14h15 – 15h00; 5.ª feira das 15h20 – 16h50. 2.ª feira das 14h15 – 16h05; 4.ª feira das 14h15 – 15h00; 6.ª feira das 10h55 – 11h40. 3.ª feira das 14h15 – 16h05; 4.ª feira das 14h15 – 16h50; 5.ª feira das 14h15 – 15h00; 6.ª feira das 10h10 – 11h40. 2.ª feira das 14h15 – 16h05; 3.ª feira das 15h20 – 16h05; 5.ª feira das 14h15 – 16h05; 6.ª feira das 10h10 – 10h55 e 14h15 – 16h05. 2.ª feira das 14h15 – 16h05; 5.ª feira das 11h55 – 13h25. 2.ª feira das 10h10 – 11h40; 5.ª feira das 14h15 – 16h05.

Atletismo A equipa de Benjamins do Núcleo de Atletismo do Desporto Escolar da nossa escola participou, no dia 26 de novembro, no 1.º Torneio de Benjamins, organizado pela Associação de Atletismo da Região Autónoma da Madeira (AARAM), em colaboração com a Direção de Serviços do Desporto Escolar. Fruto dos excelentes resultados alcançados nas quatro provas disputadas, as duas equipas trouxeram para a escola os troféus referentes ao segundo lugar por equipas e terceiro lugar por escolas/ clubes. De referir que estiveram presentes quinze equipas de seis escolas / clubes da nossa Região.

Atividade interna Ocorrerá, no decorrer deste ano letivo, torneios inter-turmas nas modalidades de voleibol e futsal para os alunos do terceiro ciclo e secundário. Inscreve-te junto dos professores de Educação Física.


Cristiano Ferreira, 11.º 6

Pedro Escórcio, 7.º 2

Clube High-tech

Sérgio Olim, 7.º 2

Edição 43  

Jornal da Escola Básica e Secundária de Machico, edição 43, relativa aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2016

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you