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VALOR DO

Editorial :

JORNAL

A cidade do ‘’ Faz de conta’’

Opinião : Honorato, a voz que não se cala: O Remédio para tirar a saúde da UTI.

Ano 1 Edição 5

Março / 2014

A maratona do idoso contra a lama e o descaso das autoridades

Página 2 Carmo Luiz: Passado de dificuldades, presente de Trabalho e futuro de realizações Página 4

Cadê o asfalto daqui?.... O “gato” comeu. Moradores do conjunto habitacional do Jardim Marisa reclamam que a rua Amadeu Silvestre Ramos já deveria ser pavimentada desde a entrega das casas do condomínio, mas não é isso que se vê quando tem que passar pela via. Moradores da região, desiludidos com promessas de melhorias não cumpridas, assistem a cada dias a degradação da qualidade de vida, reclamam da falta de atenção do Poder Público e culpam o abandono das autoridades pela precariedade das ruas e equipamentos públicos. Pg. 8 e 9 Obras de implantação da Rede de Esgoto começam pelo Campo Belo e Itaguaçu

Dona Maria Oliveira Souza e seu sacrificio diário para visitar a filha

Apenas cinquenta metros separam Dona Maria Oliveira Santos Souza de sua filha, Léia, no conjunto residencial da Cohab, no Jardim Marisa, mas cada vez que visita a filha a idosa se obriga a uma maratona digna de um atleta. Amparada pela bengala, salta valetas, pula sobre poças de água, contorna obstáculos ou deslisa sobre a lama. Uma rotina que Dona Maria compartilha com todos os moradores que usam a rua Amadeu Silvestre Ramos para se deslocar pelo bairro. Um reflexo do descaso do Poder Público para com o cidadão. pg. 03

Sanasa começa a instalação da Estação de Bombeamento que possibilitará a ligação das redes de esgoto da região com a estação de tratamento. As obras são necessárias para que os imóveis sejam ligados á rede de esgoto. pg. 05

João Nunes Fones 19 3871 5611 Fax 19 3871 2520 Cel 19 9703 9467 ID 96*57218 Vendas@directgesso.com.br

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>> Editorial

A Cidade do “Faz-de-conta” Honorato, a voz que não se cala. O remédio para tirar a nossa saúde da UTI Toda vez que assisto ao anúncio de alguma inovação tecnológica no tratamento de determinada doença ou o avanço nas pesquisas para cura de diversos males, penso na distância que existe entre o progresso da Ciência e a burocracia dos gabinetes responsáveis pela saúde de nosso povo. Enquanto anunciam-se maravilhas tecnológicas, cirurgias delicadas com uso de computadores e robótica de última geração fico sabendo que no postinho de saúde aqui do bairro não tem estetoscópio ou um reles termômetro para atender aqueles que buscam ali um alento para suas dores. Vejo profissionais de saúde se desdobrando para aliviar o sofrimento de um paciente ou acalmar a aflição de uma mãe, mas não sinto a sensibilidade necessária do Poder Público para equipar as unidades de atendimento com instrumentos e medicamentos que elevem a margem de sucesso desses procedimentos. Talvez porque ter uma população saudável renda menos votos do que presenteá-la com obras faraônicas e igualmente inúteis. O fato é que a insensibilidade com o sofrimento da população é uma doença que atinge todas as esferas do Poder: do municipal ao federal, do Executivo ao Legislativo. A Constituição Federal assegura a todos o direito à saúde, ao atendimento médico de qualidade e acesso a medicamentos. A Nação e o Município possuem assegurados pela Lei, os recursos necessários para provimento desse direito do cidadão. Faltam vontade política e seriedade administrativa para sua efetivação. O descaso do Poder Público leva a Saúde da população para a UTI, mas só nó possuímos o remédio capaz recuperá-la e tirá-la de lá: Chama-se voto. E deve ser ministrado conscientemente nas próximas e nas seguintes eleições.

Campinas – diz a propaganda oficial – é a cidade da acessibilidade urbana.Tem calçadas com rampas para cadeirantes, ônibus com plataforma elevatória para idosos e deficientes físicos, telefones para deficientes auditivos e escadarias com placas em Braille para deficientes visuais. Quem conhece a cidade por folders bem ilustrados e não anda por suas ruas pode até acreditar que isso seja verdade. Mas basta dar uma volta por suas ruas e calçadas—e nem é preciso ir á periferia -- para saber que a realidade é bem diferente. A tolerância municipal com a má conservação das calçadas particulares é proporcional à influência política/administrativa/social de seu proprietário. E algumas das calçadas mais esburacadas e com piso irregular da cidade –onde não é possível caminhar com segurança mesmo dotado de todos os sentidos em pleno funcionamento e perfeitas condições físicas -- ainda são dotadas de rampa de acesso para deficientes. Um convite para um acidente. Mas aí do cidadão comum – aquele que cumpre com presteza e pontualidade as leis – que descuidar da manutenção de sua calçada. Para estes, o município reserva seus dentes de doberman. Afinal a cidade não pode deixar de punir quem deixa o pedestre em má situação e nem tem costas quentes ou um amigo no governo para aliviar sua culpa.

O descaso com a integridade física do pedestre se acentua à medida que aprofundamos nossa viagem pelos bairros mais afastados do Centro. Como se nesses locais habitantes e visitantes fossem dotados de sentidos especiais para caminhar sobre poças de água, buracos, valetas, lama e montes de entulho, os cuidados com a acessibilidade urbana não existem nem no papel. O que a Prefeitura denomina de rua –em alguns casos, avenida – não pode ser considerada sequer trilhas de gado, muito menos caminhos para trânsito de pessoas e veículos. Está na hora do poder público acabar com esta José Honorato dos Santos é presidente da Sociedade de Moradores da propaganda de faz de conta e trabalhar para que nossa cidade Região do Campo Belo seja realmente um lugar onde todos podem caminhar por suas ruas sem medo de cair ou sujar os pés de lama de esgoto.

Expediente Redação e Publicidade Rua: Milton Pereira de Castro, 200 sala 5 - Jd Campo Belo I Campinas SP - Telefones 19 3265-1539 19 3265 1640

Tiragem: 15.000 exemplares

Diretor Presidente José Honorato dos Santos E-mail: honorato@tribunadeviracopos.com.br

Jornalista Responsavel Milton Frungilo MTb 2.465 E-mail: miltonfrungilo@terra.com.br

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Alexandre Marinho Quality Print F:3765-8068 E-mail:alexandremarinho40@hotmail.com

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Enquanto o asfalto não vem, idosa desliza na lama.

Menos de cinquenta metros separam a casa de Dona Maria Oliveira Santos Souza de onde mora sua filha Léia, no conjunto residencial da Cohab, no Jardim Marisa, mas cada vez que visita a filha, a idosa senhora se obriga a uma maratona digna de um atleta. Amparada pela bengala, salta valetas, pula sobre poças de água, contorna obstáculos ou deslisa sobre a lama. Uma rotina que Dona Maria compartilha com todos os moradores que usam a Rua Amadeu Silvestre Ramos para se deslocar pelo bairro. A Rua Amadeu Silvestre

Ramos é apenas uma das centenas de vias não asfaltadas que cortam os bairros da região do Aeroporto de Viracopos – um dos cartões postais da cidade, que como todo cartão postal, tem a frente brilhante e colorida, mas o verso sem muitos atrativos. Os percalços de Dona Maria são reflexos de quase quatro décadas de abandono da região. Mas mesmo depois de quase sete anos depois de afastado o fantasma da desapropriação e definidas as áreas destinadas a moradias e investimentos, a situação pouco mudou.

Contrariando as expectativas dos moradores com a definição das áreas desapropriadas, a região continua esquecida pelo Poder Público apesar de ter se desenvolvido, aumentada a densidade populacional, atraindo o c o m é r c i o . Pavimentação, saneamento, incremento e obras públicas são promessas ouvidas durante os períodos pré eleitorais, mas que caem na vala comum do esquecimento tão logo termina a computação dos votos. A sofrida travessia de Dona Maria a caminho

da casa de uma das catorze filhas é só um e x e m p l o d a s consequências desse esquecimento oficial. Sem atenção das autoridades, as ruas esburacadas -poeirentas na estiagem ou lamacentas nos períodos chuvosos –tornam-se leitos para escoamento de águas contaminadas pelo lançamento de esgotos, são obstruídas pelo lixo, represam as águas das chuvas, abrigam valetas ou buracos e impedem o trânsito de pessoas ou veículos. Aos moradores, como Dona Maria, restam apenas as agruras

de uma travessia cheia de riscos de acidentes e a humilhação de morar numa região onde o cidadão não se sente respeitado pela administração pública. Se, por um lado, existem cidadãos resignados com sua situação de esquecidos, encontramos eleitores descrentes com a classe política, especialmente a que, com seu voto, conferiu o poder para buscar-lhes soluções e amenizar-lhes os problemas. Milton Frungilo


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Carmo Luiz quer mobilizar moradores para exigir urgência nas melhorias da região

O vereador Carmo Luiz Gregório (PSC) tem usado seu mandato na Câmara Municipal para sensibilizar as autoridades a dar mais atenção aos bairros da região do Aeroporto de Viracopos, seu reduto eleitoral. Foram dezenas de pronunciamentos, centenas de moções e requerimentos protocolados nos mais diversos setores da Prefeitura. Agora pretende iniciar uma série de ações mais efetivas para obter maior agilidade no atendimento das necessidades e reivindicações da região. Nas próximas semanas incentivará uma grande mobilização social para coleta de assinaturas

exigindo rapidez na solução do que ele considera as cinco principais reivindicações da comunidade: pavimentação das ruas, o reconhecimento do Distrito de Viracopos, a Regularização Fundiária, a Criação da Administração Regional e a implantação o terminal do ônibus. Para isso, montará às margens da rodovia Viracopos-Vinhedo uma sucursal de seu gabinete para arrecadar as assinaturas necessárias para sustentação de seus encaminhamentos. Apoiado pelas assinaturas de moradores, o vereador acredita que terá maior poder de negociação com autoridades municipais, estaduais e federais. Algumas das reivindicações

fogem da esfera Municipal, como o reconhecimento do Distrito de Viracopos, que deve ser decretado pela Assembléia Legislativa do Estado após a aprovação dos moradores. Carmo pretende colher as oito mil assinaturas necessárias para apresentar aos deputados e pedir agilização no processo. Ao mesmo tempo, buscará apressar, junto à Prefeitura de Campinas, a conclusão dos projetos de alçada municipal, como a criação da AR de Viracopos, pavimentação das ruas e o terminal regional. Carmo afirmou que outras reivindicações da população já estão em adiantado processo de implantação, como a ligação das redes de esgoto às estações de tratamento, cujas obras de infra estrutura já tiveram inicio, a duplicação da rodovia e criação de uma via expressa ligando o Aeroporto de Viracopos aos bairros da região, cujo processo será aberto nas próximas semanas e a negociação com a diretoria dos Correios para implantação do serviço nos bairros da região.

Passado de dificuldades, presente de trabalho e futuro de conquistas.

Nossa região teve um início muito atribulado e incerto. Não tivemos um começo convencional. Nascemos e crescemos em ambiente hostil e cercados de dúvidas. Por mais de quarenta anos sentimo-nos assombrados p e l a d e s a p ro p r i a ç ã o , acossados pelas invasões e impedidos de nos desenvolver. Mantivemonos em pé pela ação de desbravadores e pela fé dos abnegados. Vencemos os percalços e agora preparamo-nos para se viver numa região próspera, como preconizavam seus primeiros habitantes. A mesma energia que usamos para desbravar esta terra e vencer os obstáculos, naturais e políticos, que condenavam-nos ao atraso, temos que canalizar para t o r n a r n o s s a re g i ã o hospitaleira e generosa para com seu povo. Bons ventos sopram a nosso favor: pela primeira vez em muitos anos começamos sentir os efeitos de nosso trabalho, como o início das obras de infra estrurura para ligação da rede de esgotos, o anúncio da construção de mais escolas

e praças, a transformação da rodovia ViracoposVinhedo em avenida, a criação de uma administração regional para a região. Assim como a ligação da rede de esgoto é o primeiro passo para a pavimentação de nossas ruas, a criação da A.R. para nossa região é o prenúncio da efetivação do tão sonhado Distrito de V i r a c o p o s . A descentralização administrativa vai possibilitar-nos tornar donos de nosso destino, teremos mais autonomia para decidir nossas prioridades e necessidades e poderemos gerir melhor os recursos que possuímos. Habitamos uma região com vasto potencial de desenvolvimento e geração de empregos e só precisamos estar preparados para os desafios que ainda virão. O passado de incertezas está cada dia mais distante. O presente ainda é de lutas, mas o futuro nos reserva as vitórias. Carmo Luiz Gregório é vereador e líder da bancada


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Estação de Bombeamento começa a ser reformada

As obras da estação de Bombeamento dos Jardins Campo Belo e Itaguaçu, necessárias para implantação da rede de coleta de esgoto na região, já estão em andamento. Segundo C a r l i t o Vi a n n a , o encarregado da COM Engenharia, empresa responsável pelo reforma do prédio e instalações das bombas, as duas estações em construção terão capacidade para coleta e bombeamento de

todo esgoto coletado pelas redes da região para envio a estação elevatória de onde será direcionado à ETA da Estrada da Macumba, onde será tratado. Com a conclusão dessa obra a Sanasa poderá iniciar a ligação da rede de esgoto domiciliar da região à Estação de Tratamento. A inclusão da Região do Campo Belo e bairros próximos ao Aeroporto de Viracopos no programa de coleta e

tratamento de esgoto da cidade de Campinas foi anunciada pelo prefeito Jonas Donizette e pelo presidente da Sanasa, Arly de Lara Romeo em dezembro último numa solenidade que reuniu grande parte da população da região e lideranças regionais, como o vereador Carmo Gregório e o presidente da Associação de Moradores do Campo Belo e Região, José Honorato dos Santos.

A retomada da obra vem sendo aguardada pelos moradores da região há mais de quatro anos,

depois de ser interrompida pela administração do exprefeito Hélio de Oliveira Santos.

Como os melhores preços da região Ofertas do mês Telha 244x110x5mm R$ 34,79 Caixa d’água 500 lts Art Caixas R$ 149,90 Argamassa Ligatex ACI 20 kgs R$ 6,79 Rejunte Branco Ustamassa 1 kgs R$ 1,89 Cimento CSN CPII – à vista em dinheiro- retira R$ 21,40 Ferragem armada 3/8 R$ 19,90 o metro Conduite 50 mts´R$ 29,90

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Campanha de prevenção à hepatite C atenderá comunidade da região do Campo Belo A Associação de Assistência a Portadores de Hepatites e Transplantados Hepáticos do Estado de São Paulo – Saúde e m Vi d a r e a l i z a r á u m a Campanha de Prevenção e/ou Captação de pacientes portadores de Hepatite C na sede da Sociedade dos Moradores do Jd. Campo Belo à Rua Milton Pereira de Castro 200 no próximo dia 26 de abril de 2014 das 10h00 as 16h00. A entidade foi fundada em 10 de junho de 2003 por portadores de hepatite C Crônica e Transplantados, dando inicio na informalidade, ou seja, virtual, passando a se oficializar em 12 de setembro de 2007, motivada por maior mobilização e conformidade com as leis vigentes para desenvolvimento de novos projetos com articuladores em nível de organizações OG, ONG, Fundações e iniciativa privada. Atualmente realiza trabalho voluntariado visando ampliar s e u s r e s u l t a d o s profissionalizando suas atividades em busca da excelência em suas ações na prevenção, orientação e acolhimento dos portadores de hepatites virais, visando facilitar o diagnostico, acesso ao tratamento e entendimento da mensagem de prevenção da hepatites C. Vem se destacando na cidade de Campinas e região devido

estar constantemente realizando palestras em clubes da cidade, empresas, áreas públicas, Poupa Tempo, Bom Prato. Faz atividades sociais envolvendo o tema das hepatites em escolas públicas onde existe o risco com as drogas, meio de contágio eminente. O trabalho é a realização de campanhas de divulgação, orientação e testagem da população com risco de contaminação, através de parcerias publico/privada, objetivando encontrar um índice de 1,5%(índice de OMS) de pessoas contaminadas na população testada. A Saúde em Vida realizará uma Campanha de Prevenção e/ou Captação de pacientes portadores de Hepatite C na sede da Sociedade dos Moradores do Jd. Campo Belo à Rua Milton Pereira de Castro 200 no próximo dia 26 de abril de 2014 das 10h00 as 16h00. A Associação de Assistência a Portadores de Hepatites e Transplantados Hepáticos do Estado de São Paulo – Saúde em Vida – foi fundada em 10 de junho de 2003 por portadores de hepatite C Crônica e Transplantados, dando inicio na informalidade, ou seja, virtual, passando a se oficializar em 12 de setembro de 2007, motivada por maior mobilização e conformidade

com as leis vigentes para desenvolvimento de novos projetos com articuladores em nível de organizações OG, ONG, Fundações e iniciativa privada. Atualmente realiza trabalho voluntariado visando ampliar s e u s r e s u l t a d o s profissionalizando suas atividades em busca da excelência em suas ações na prevenção, orientação e acolhimento dos portadores de hepatites virais, visando facilitar o diagnostico, acesso ao tratamento e entendimento da mensagem de prevenção da hepatites C. Vem se destacando na cidade de Campinas e região devido estar constantemente realizando palestras em clubes da cidade, empresas, áreas públicas, Poupa Tempo, Bom Prato. Faz atividades sociais envolvendo o tema das hepatites em escolas públicas onde existe o risco com as drogas, meio de contágio eminente. O trabalho é a realização de campanhas de divulgação, orientação e testagem da população com risco de contaminação, através de parcerias publico/privada, objetivando encontrar um índice de 1,5%(índice de OMS) de pessoas contaminadas na população testada.

devidamente esterilizado; * Leve seu próprio material quando for à manicure; * Fique longe das bebidas * Se quiser engravidar ou alcoólicas, se é ou foi estiver grávida, faça o teste portador do VHC; para saber se é portadora do * Não utilize drogas vírus da hepatite C; injetáveis; * Certifique-se de que todo o * Só faça sexo com material utilizado para coleta preservativo; * Tome as vacinas contra as de sangue seja descartável; hepatites A e B, a vacina * Verifique se agulhas ou contra gripe todos os anos e a qualquer outro objeto que entre em contato com sangue vacina contra pneumonia, se é portador do VHC. é descartável ou está Recomendações

O que é Hepatite C? A hepatite C é uma doença infecciosa causada pelo vírus da hepatite C (HCV) e que afeta sobretudo o fígado. A infecção é muitas vezes assintomática, embora a infecção crónica possa levar à fibrose do fígado e por fim à cirrose, que normalmente só se manifesta passados vários anos. Em alguns casos, os indivíduos com cirrose contraem Insuficiência hepática ou cancro do fígado, podendo haver ainda complicações que representam risco imediato de vida, como varizes esofágicas ou gástricas. Causas Pessoas que podem estar em risco de contrair hepatite C são aquelas que: Estiveram em diálise renal por longo tempo Têm contato regular com sangue no trabalho (por exemplo, profissionais da área de saúde) Têm contato sexual sem proteção com uma pessoa que tem hepatite C (isso é menos comum, mas o risco é maior para aqueles que têm muitos parceiros sexuais, já têm doença sexualmente transmissível ou estão infectados com HIV) Injetam drogas ilícitas ou compartilham uma agulha com alguém que tem hepatite C Receberam transfusão de sangue antes de julho de 1992 Fizeram uma tatuagem ou acupuntura com instrumentos contaminados Receberam sangue, derivados do sangue ou órgãos sólidos de um doador que tem hepatite C Compartilham itens pessoais, como escovas de dente e barbeadores com alguém que tem hepatite C Nasceram de uma mãe infectada com hepatite C (isso ocorre em 1 a cada 20 bebês nascidas de mães com o HCV, o que é menos comum do que

com hepatite B) Estima-se que em todo o mundo sejam infectadas pela hepatite C 130 a 170 milhões de pessoas.Por ano 4 milhões de casos novos são reportados (tratamento). O vírus permanece no fígado em cerca de 85% dos casos de infecção. A hepatite C é a principal causa de transplantes de fígado, embora o vírus normalmente se volte a manifestar mesmo depois do transplante. Não existe ainda uma vacina eficaz contra a doença. A hepatite C tem formas aguda e crônica. A maioria das pessoas que está infectada com o vírus desenvolve hepatite C crônica. Sintomas de Hepatite C A hepatite C é assintomática na maioria dos casos, ou seja, o portador não sente nada após a infecção pelo vírus. Em algumas situações, pode ocorrer uma forma aguda da enfermidade que antecede a forma crônica. Nesses casos, o paciente pode apresentar malestar, vômitos, náuseas, pele amarelada (icterícia), dores musculares. No entanto, a maioria dos portadores só percebe que está doente anos após a infecção, quando apresenta um caso grave de hepatite crônica com risco de cirrose e câncer no fígado. Como Tratar Há várias opções de tratamento para a Hepatite C, as taxas de resposta variam, dependendo da escolha medicamentosa e de outros fatores como: Extensão dos danos no fígado, perfil de resposta ao tratamento dependendo da genotipagem (família) que o vírus representa. Hoje existem drogas potentes que cura tais sintomas e mata o vírus do seu organismo, podendo assim ter uma qualidade de vida. A melhor prevenção é fazer o exame rápido ou teste laboratoriais como HCV.


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Retorno às aulas requer cuidados com viroses O retorno às aulas em ano letivo é sempre bem esperado por pais e filhos. Porém, o reencontro com os amigos e com a escola, em tempo quente e seco, gera uma preocupação com a circulação de viroses diarreicas típicas de verão, que podem ser evitadas. O alerta é da médica pediatra responsável pela Saúde da Criança e do Adolescente da Secretaria de Saúde de Campinas, Tânia Marcucci de Oliveira. Neste período de retorno, o contato mais próximo e a presença de vírus circulando no ar são propícios à proliferação de viroses em locais de compartilhamento de utensílios e brinquedos, já que os vírus se espalham pelo ar e por c o n t a t o .

As crianças são mais vulneráveis a esses tipos de viroses, pois o sistema imunológico está em fase de formação, o que serve como alerta aos pais. “Os quadros podem ser mais exacerbados. Devido a isso, devemos reforçar a importância das vacinas, que protegem contra sarampo, rubéola, catapora, entre outras doenças”, afirma a pediatra Tânia Marcucci de Oliveira. A médica elenca alguns cuidados simples para o dia a dia das crianças, como evitar lugares fechados, manter as mãos sempre limpas lavando com água e sabão, complementando com álcool gel, quando possível; evitar levar crianças com menos de seis meses a locais com aglomeração, não ter contato com pessoas com algum sintoma de

virose. Se com todos os cuidados a criança apresentar sintomas, deve mantê-las em casa, após a avaliação médica e, dependendo da patologia, deve ser afastada por tempo determinado da escola. De acordo com o médico infectologista do Departamento de Vigilância em Saúde, Rodrigo Angerami, viroses são todas as doenças transmitidas por vírus e estão presentes durante o ano todo. “No início do ano, as mais comuns são as diarreicas, no inverno, as gripes. O ano todo há proliferação de vírus e, além das dicas simples de higiene pessoal, deve-se sempre tomar água filtrada, consumir alimentos frescos e bem manipulados e hidratarse sempre”, reforça o infectologista.

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Prefeitura vacina 8,5 mil meninas contra HPV A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde está promovendo a vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) em todos os 63 Centros de Saúde do município. Até o fim da manhã desta segunda-feira foram aplicadas 8.561 doses nas meninas com a faixa etária entre 11 e 13 anos, o que representa 35% de 25 mil pessoas do público alvo. A meta é vacinar 80% deste grupo. Depois deste último fim de semana, no qual ocorreu o Dia D da campanha - no sábado dia 15 de março - a vacinação contra a prevenção do câncer de colo do útero subiu 15%, com 3.651 doses aplicadas. Do dia 10 ao dia 14 de março, a vacinação estava apenas 20% de doses aplicadas, o que representava 4.910 meninas vacinadas. Segundo a coordenadora do Programa de Imunização de Campinas, Maria Alice Satto, o Dia D foi uma estratégia muito importante para que os números de meninas vacinadas

subissem. “De fato o número de pessoas que vacinamos em um dia foi maior do que em uma semana. O município precisava de um dia como este, mas a campanha de vacinação continua e é um direito da adolescente se vacinar contra a HPV e de procurar algum centro de saúde para prevenção do câncer de colo do útero”, conclui. A vacina contra o HPV é injetável e é aplicada em três doses. A segunda será seis meses depois da primeira e a terceira, cinco anos após a primeira dose. Para receber a vacina, basta apresentar o cartão de vacinação e o documento de identidade. No Brasil, a meta é vacinar 80% das 5,2 milhões de pessoas do sexo feminino com idades entre 11 e 13 anos. Neste ano, será vacinado o primeiro grupo (11 a 13 anos). Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para pré-adolescentes com idades entre 9 e 11 anos. Em 2016, a vacinação será apenas para as meninas de 9 anos.

Agora em novo endereço: Rua Onze, 614 Sala 10 (Tayo Campo Belo), no Jardim Campo Belo II - Agradecemos a confiança. Dr. Francis, Dr. Marcelo e Dra. Thamires.


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“Politico só aparece por aqui na hora de pedir voto” Moradores desiludidos com promessas não cumpridas de melhorias para a região, assistem a cada dia a degradação de sua qualidade de vida, reclamam da falta de atenção do Poder Público e culpam autoridades pela precariedade das ruas e equipamentos públicos. Almeida. O vazamento do esgoto in natura forma um grosso filete que corre constantemente pela rua infestando toda rua e imediações com o cheiro nauseabundo de água servida, especialmente contaminada por dejetos humanos. “Ninguém aguenta mais este fedor de água podre – diz ela – e todo mundo está correndo para o postinho (Posto de Saúde) para buscar remédio para dor de cabeça”.

desapropriadas, mesmo que na área liberada para construção, enfrenta a indefinição da Prefeitura, esburacadas e cobertas de para levar melhorias ao mato do bairro. Por falta de bairro. Descrente da classe asfalto, os ônibus não política, ele diz que nada circulam naquele trecho do bairro e o único jeito de se “Ninguém aguenta locomover ali é andando a tanto mal cheiro”

“Por nós, só Deus”

Célia Binoto Rodrigues, 74 anos, moradora da esburacada e poeirenta rua Maria Cristina, na Vila Palmeiras tem poucos motivos para acreditar nos políticos. Nos quarenta anos que viveu no bairro já assistiu a passagem de muitos deles por lá, ouviu tantas promessas de melhorias que já nem se lembra quantas, mas sabe que nenhuma foi cumprida. “Quando preciso de atendimento médico tenho que caminhar quarenta minutos sob sol ou chuva até chegar no posto de saúde mais próximo”

“ Sempre foi assim – diz ela – o candidato passa por aqui pé. quando precisa pedir voto, M. mora há doze anos no mas depois de eleito não Jardim Singer e apesar do volta para cumprir as teto que o abriga, não vê promessas que fez.” Para muitos motivos para ela, entra prefeito e sai comemorar. O morador prefeito e nada muda. Os prefere não se identificar, m o r a d o r e s d a V i l a mas reclama da falta de Palmeiras quando precisam definições claras sobre a de atendimento médico situação do bairro, que tem procuram o posto de saúde t e r r e n o s n a á r e a d e do Bairro de São Domingos, d e s a p r o p r i a ç ã o p a r a mas para chegar lá precisam ampliação do Aeroporto de enfrentar quarenta minutos Viracopos. Quem vive de caminhada debaixo de próximo às áreas a serem sol ou de chuva pelas ruas

espera dos eleitos, que só visitam o local na época da campanha eleitoral. “Depois disso – diz – melhorias no bairro só vindas de Deus, porque da Prefeitura nem adianta esperar. Não vem”

“Nós aqui somos nada”

Paulina Maria de Jesus da Silva é muito procurada pelos moradores do Jardim Fernanda. Suas preces e orações, dizem os vizinhos, são capazes de afastar todos os tipos de males da alma, amenizar dores e acalmar espíritos. As rezas da benzedeira Paulina Maria entretanto não conseguem afastar o mal cheiro gerado pela galeria entupida que fica bem em frente a sua casa, na rua Osvaldo de

Julio Batista, vizinho de Paulina Maria, na oficina de tapeçaria, tem a mesma queixa. O mal cheiro invade casas e narinas e não há reza de benzedeira que dê conta de ajudar o povo. Júlio conta que até uns quatro meses atrás um caminhão limpa fossa passava pelo bairro duas vezes por semana esgotava a galeria. Isso amenizava o mal cheiro e tornava suportável respirar, mas nem isso eles tem agora. O caminhão sumiu e nem adianta reclamar para a Prefeitura ou Sanasa. “ Nós não somos nada, ninguém se importa com nosso sofrimento” – diz.


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Senhor Prefeito, “cadê o asfalto daqui?” Segundo os moradores do conjunto habitacional do Jardim Marisa a rua Amadeu Silvestre Ramos já deveria estar pavimentada desde a entrega das casas do condomínio, mas não é isso que se vê quando tem que passar pela via. especial, por causa de uma deficiência física, tem dificuldades de locomoção. Residente no conjunto habitacional do Jardim Marisa, num imóvel na Rua Amadeu “Jonas ganhou nosso Silvestre Ramos, não voto uma vez. Não consegue sair por causa ganhará outra!” da lama que se forma em

casas construído pela Cohab, a mulher morava numa área de risco, sujeita a inundação. A mudança, no entanto, não minimizou seus riscos .“

Maria Oliveira Santos Souza não tem mais idade, saúde e nem disposição física para fazer estrepulias na lama, mas é isso que tem que

de mudar-se para o conjunto habitacional da Cohab no bairro, fora informada da pavimentação da Rua Amadeu Silvestre Ramos. No lugar do asfalto o que Maria encontrou foi lama,

“Saímos do barro para pisar na lama”

enfrentar todos os dias para visitar a filha que reside a menos de 50 metros de sua casa, no Jardim Marisa. Para sair de sua casa e chegar onde mora uma das suas filhas, na Rua Amadeu Silvestre Ramos, Dona Maria precisa atravessar a lama formada pelas águas servidas e esgoto que , por falta de ligação com a rede, são lançados a céu aberto pelos moradores do conjunto habitacional. Quando chove, a situação fica pior: toda a rua transforma-se numa pista escorregadia de lama, dejetos e lixo que a idosa cruza com visível dificuldade e risco tendo como apoio somente sua velha bengala. Antes de mudar para o conjunto de

Saímos do barro para pisar na lama” – lamentase. Léia Oliveira de Souza, precisa de atendimento

frente sua casa. O risco de sofrer uma queda é grande. Ela conta que votou no atual prefeito (Jonas Donizette) que, durante a campanha, prometeu pavimentar as ruas do bairro entre outras coisas. A promessa, segundo ela, até agora não se concretizou. Irritada, promete fazer de seu voto sua arma contra aquele que não cumpriu com o

prometido “ Jonas – adverte – ganhou o voto de todos nós uma vez, mas não deve contar com nosso apoio na próxima eleição”. M a r i a F e r re i r a d e Souza reside há mais de

‘’O asfalto sumiu”

entulho e água servida. A pavimentação prometida e assegurada que até hoje não integra a paisagem do bairro e a falta dela levaram alguns moradores a negligenciarem com os cuidados básicos de higiene e saneamento. “ O que vemos aqui é ruas cheia de lixo e mato –

reclama ela – e o quatro anos no Jardim p r o m e t i d o a l f a l t o Marisa e jura que antes sumiu”


TRIBUNA DE

10 >> Nossa Gente / Social

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Família Honorato festeja a chegada de mais um herdeiro Coluna do Braz

Um projeto para o Futuro Cansamos de lamentar o passado. Precisamos afugentar os fantasmas que nos assombraram por mais de quatro décadas, tempo em que depositamos nossas esperanças nas mãos de políticos e confiamos em promessas que jamais se concretizaram. Está na hora de encararmos o desafio de forjarmos nosso próprio futuro e não desperdiçarmos nosso tempo esperando as coisas acontecerem. Temos a capacidade de traçar nossa própria história e exigir os direitos que conquistamos como cidadãos cumpridores de deveres. Nosso primeiro passo é exigir das autoridades a agilização na legalização dos terrenos. Sem isso não haverá progresso, não existirá desenvolvimento e nem melhorias. O morador não teme fazer melhoria na sua casa por que não tem certeza de que poderá morar nela. O comerciante não investe por não confiar no futuro. Nossa região só será forte e respeitada quando todos os imóveis estiverem regularizados. O Poder Público tem condições de proporcionar isso a nosso povo. Falta apenas vontade política. A legalização das propriedades deve ser nossa meta. Ela é a chave de nosso futuro.

Para alegria da família, nasceu, no dia 18 de janeiro último, Antony, filho de Guilherme Honorato dos Santos e Flávia Soares . O risonho e saudável garoto

tornou-se o centro das atenções da família e sem dúvidas será muito paparicado pelo pai coruja que promete se desdobrar para atender a todas as

necessidades e caprichos do herdeiro. O garoto já chega causando: inaugura com sua foto e sorriso uma nova sessão da Tribuna de Viracopos, que a partir desta edição abre espaço para nossa gente divulgar os eventos sociais, aniversários, casamentos e festas da região. Para dar seu recado à galera, entre em contato com nossa redação. O pai de Antony, Guilherme, é sobrinho do presidente da Associação de Moradores do Campo Belo e Região e presidente da Tribuna de Viracopos, José Honorato dos Santos.

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Gaucho, o melhor churrasqueiro da região, abriu sua nova casa para os apreciadores da boa comida . Espaço amplo. Aberto todos os dias para almoço e jantar e happy hour. Assados, saladas, frutas e comida de fazenda no fogão a lenha . Temos Marmitex

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>> Comunidade 11

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Executivo quer usar imóvel abandonado para reduzir déficit habitacional

A prefeitura de Campinas pretende usar imóveis abandonados para reduzir o déficit habitacional da cidade. O anúncio foi feito nesta quintafeira (20/02) pelo secretário de Planejamento, Ulisses Semeghini, em audiência pública na Câmara Municipal. Na audiência para debater o projeto de autoria do vereador Marcos Bernardelli (PSDB) que prevê faz a regulamentação do item do Código Civil que trata da perda de propriedade por abandono - o secretário informou que o plano do Executivo é identificar esses imóveis e posteriormente colocá-los em disponibilidade para a utilização em programas oficiais de moradias destinadas à população de baixa renda. Segundo os dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o déficit habitacional em Campinas chega a 40 mil moradias. Semeghini disse na audiência que foi promovida pelas

comissões de Política Urbana e Finanças e Orçamento da Casa que um primeiro diagnóstico começou a ser feito pela região central da cidade. O levantamento dividiu o Centro em seis áreas, e em cada uma delas, catalogou cortiços, hotéis, galpões, prédios comerciais e residenciais ou terrenos que estão vazios, ou sem uma ocupação aparente, mesmo temporária. De acordo com ele, o plano é cruzar as informações com o cadastro do imóvel na Secretaria de Finanças - para ver, por exemplo, se tem dividas de IPTU (Imposto Predial e Territorial urbano). O estudo fará o confronto também com o cadastro da Sanasa - para verificar se o proprietário deixou de pagar pelo fornecimento de água. De posse dessas informações, diz ele, a prefeitura poderá iniciar um eventual processo para encampação do imóvel e colocálo em disponibilidade para a utilização em programas habitacionais de interesse social.

Semeghini antecipou ainda que a Prefeitura iniciou conversações com o governo do Estado para adesão ao programa "Casa Paulista" - pelo qual poderá ter acesso a linhas de financiamento para obras de reformas de imóveis abandonados. "Não sei se será possível zerar o déficit habitacional na cidade, mas sei que será possível dar uma destinação muito melhor para esses imóveis", afirmou o secretário. Segundo ele, o programa deverá gerar um outro benefício. “”Há muitos anos se fala de política de revitalização do Centro. Ora, eu acho que a melhor politica, é fazer com que os imóveis abandonados ou subutilizados seja possam ser usados plenamente para a política habitacional", afirmou. Para o secretário a política habitacional adotada na maioria das cidades brasileiras está equivocada."Hoje, para fazer um conjunto habitacional, você é obrigado a procurar áreas distantes, muitas vezes mal

localizadas, sem qualquer dotação de infraestrutura. E isso acontece porque as terras mais próximas são muito caras. Obviamente que a melhor alternativa para isso, é aproveitar as áreas centrais que estão próximas aos locais de trabalho e que já têm a infraestrutura", argumentou. A inclusão de imóveis abandonados na política municipal de habitação, deve ganhar impulso com a aprovação do projeto de autoria do vereador Marcos Bernadelli (PSDB), submetido a audiência pública hoje e que deverá ser votado nas próximas semanas pelo plenário da Câmara. O projeto faz a regulamentação do item do Código Civil que trata da perda de propriedade por abandono. Chamado de "arrecadação de bens abandonados", o texto do Código Civil define que um imóvel é considerado abandonado quando atende a três características: 1) o dono não tem mais interesse em conservá-lo; 2)

o lugar não está ocupado por ninguém; 3) os impostos da propriedade não estão sendo pagos. O projeto de Bernardelli define os parâmetros pelos quais a Prefeitura poderá configurar o abandono e torná-lo passível de encampação. "O que nós fizemos foi ordenar as disposições do Código Civil e deixar claramente expressas as condições pelas quais o imóvel pode ser considerado abandonado", explicou o vereador. "Queremos caracterizar o abuso do direito de propriedade; quando o proprietário deixa de cumprir com as obrigações decorrentes dessa condição", explica. Segundo o vereador, o objetivo não é confrontar o dono do imóvel, mas intervir quando o abandono for caracterizado. A audiência pública foi conduzida pelo vereador José Carlos Silva (SDD) presidente da Comissão de Política Urbana da Câmara.


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12 >> Viracopos

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Aeroportos Brasil assinam contrato de operação da ETE de Viracopos O presidente da Sanasa, Arly de Lara Romêo, e o p r e s i d e n t e d a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, Luiz Alberto Küster, assinaram na manhã desta segundafeira, 17 de março, um contrato de operação da Estação de Tratamento de Esgoto – ETE do Aeroporto de Viracopos. No contrato, que tem prazo de 24 meses, a Sanasa passará a operar a estação a partir da próxima segunda-feira, 24 de março, ao custo de R$ 32.750,00/mês,, pagos pela Aeroportos Brasil.

Em um primeiro momento, a empresa de saneamento assumirá a operação da ETE Viracopos de maneira compartilhada com a equipe da Aeroportos Brasil, por um período de 30 dias, depois deste prazo a equipe Sanasa operará a ETE com equipe própria. Inaugurada em 2007, a Estação de Tratamento de Esgoto de Viracopos tem capacidade para tratar 24 litros por segundo. Hoje a operação está com média de 8 litros por segundo e, conforme o diretor presidente da ABV, Luiz

Alberto Küster, com a inauguração da nova ala do Aeroporto, este volume poderá chegar a 18 litros por segundo. “Quando inaugurarmos a nova ala essa média, p o d e r á s u b i r consideravelmente, principalmente neste momento de ascensão de Viracopos” comentou Küster. As empresas irão trabalhar conjuntamente para interligar a Estação de Tratamento de Esgoto de Viracopos à rede da Sanasa. Atualmente o efluente tratado é despejado no Córrego

Capivari Mirim e este despejo é licenciado pela CETESB. Segundo o presidente da Sanasa, Arly de Lara Romêo, haverá uma melhora significativa da qualidade da água do córrego com a interligação à rede da Sanasa que faz parte da Estação Produtora de Água Reuso - EPAR. “Este contrato é um marco na relação entre as empresas e simboliza o início de uma relação próspera e duradoura, sem contar nossa preocupação com o meio ambiente. O início desta operação irá trazer uma

melhora significativa para o nosso manancial e esta é uma preocupação conjunta das empresas”, ressaltou Arly. O próximo passo nas relações Sanasa e Aeroporto Brasil Vi r a c o p o s s e r á a finalização do estudo de implantação de adutora para fornecimento de água de reuso ao aeroporto, produzida pela Estação de Produção de Água de Reuso – EPAR Capivari 2.

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>> Meio Ambiente

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Sanasa quer construir reservatório para amenizar a crise hídrica A Sanasa pretende construir um reservatório em Campinas para amenizar a grave crise hídrica que assola o município há mais de 60 dias. A informação foi passada pelo presidente da empresa de economia mista, Arly de Lara Rômeo, durante a primeira reunião do ano da Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Campinas, presidida pelo vereador Luiz Carlos Rossini (PV). Arly disse que a cidade precisa de reservatórios para garantir o abastecimento em períodos de estiagem longa como o que a cidade enfrenta hoje. Segundo ele, já foram iniciados os estudos de viabilidade técnica da obra, mas admitiu que ainda não tem o lugar para a instalação da represa, nem estimativas de custos e prazos para a conclusão. O encontro na Câmara teve como objetivo discutir as ações de enfrentamento da situação de

estiagem atípica que vem derrubando a vazão dos rios que cortam a região, principalmente, em relação ao Rio Atibaia. Além da construção do reservatório, no plano de ações de Sanasa frente à estiagem, constam também otimizar o controle de perda do consumo de água que hoje gira em torno de 19%, enquanto a média nacional é de 38%; pleitear ao governo do Estado de São Paulo a aceleração das obras de duas represas no Sistema Cantareira, inserir as recomendações da Sanasa nas condicionantes da renovação da outorga do Sistema Cantareira e um planejamento de abastecimento para os anos de 2015 a 2018. Para a Sanasa, a crise hídrica, que quase resultou no racionamento de água em Campinas, teve origem em três fatores: a disponibilidade hídrica do sistema Cantareira, a

indisponibilidade do banco de águas, a precipitação abaixo da média aliado às altas temperaturas, que resultaram em vazões da ordem de 10% em relação à média histórica de janeiro e fevereiro. O secretário do Verde e do Desenvolvimento Sustentável Rogério Menezes, que participou da reunião, exemplificou afirmando que a média histórica para o mês de janeiro da vazão no Sistema Cantareira é de 63,4 metros cúbicos por segundos, e que, em janeiro de 2014, a média ficou em 14,3 metros cúbicos por segundo, muito abaixo da normalidade para o período. Para enfrentar a estiagem atípica, a Sanasa foi obrigada a promover ações preventivas, como antecipar as obras de desassoreamento junto a captação, fazer o alteamento do entroncamento existente na

captação do Rio Atibaia, implantar sistema de cloração auxiliar nas Estações de Tratamento de Água, com o aumento de 20% da capacidade de dosagem de desinfetante e garantir estoques estratégicos de produtos químicos. Além disso, a Sanasa e o prefeito Jonas Donizette conseguiram que o governador Geraldo Alckmin autorizasse o aumento imediato da vazão de água do Sistema Cantareira em um metro cúbico por segundo para a Bacia do PCJ (formada pelos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí). Dessa forma, a vazão de água passou de três metros cúbicos por segundo para quatro metros cúbicos por segundo, o que significa 25% a mais de água para os rios que abastecem a região. O vereador Luiz Carlos Rossini (PV), presidente da Comissão de Meio Ambiente e integrante

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do Conselho Fiscal do Comitê das Bacias do PCJ, afirmou que vai acompanhar diretamente todas as negociações da renovação da Outorga do Sistema Cantareira, que irá definir a quantidade de água que a região de Campinas receberá nos próximos anos. A Comissão de Meio Ambiente, por sugestão do vereador André Von Zuben (PPS), também vai acompanhar todas as obras envolvendo a construção de reservatórios no Sistema Cantareira. “Queremos relatórios com informações mensais do andamento da execução das obras. Não podemos mais continuar com essa insegurança hídrica”, comentou. Durante a reunião, o diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado Furtado, ainda apresentou os trabalhos de prevenção à estiagem.

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14 >> Cidadania

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Campinas é a primeira cidade do interior a ter duas delegacias seccionais Prefeito Jonas Donizette participou da inauguração da primeira fase da 2ª Delegacia Seccional de Polícia pelo governador Geraldo Alckmin

O prefeito Jonas Donizette participou nesta sexta-feira, 28 de fevereiro, da inauguração da primeira fase da 2ª Delegacia Seccional de Polícia de Campinas pelo governador Geraldo Alckmin e o secretário estadual de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, no Jardim Londres, região Oeste. A cidade é a primeira do interior do Estado a ter duas delegacias seccionais. No prédio alugado vai funcionar o plantão policial 24 horas, com cinco equipes, e a parte da administrativa da Seccional. A unidade vai beneficiar cerca de 610 mil pessoas, moradores de Campinas e Indaiatuba. O novo plantão, segundo a Secretaria da Segurança Pública, irá agilizar o registro de ocorrências e diminuirá o tempo de atendimento ao público. “Começamos com 72

policiais e não teremos nenhum Distrito Policial fechado. Até o final de março teremos mais 30 policiais e, ao longo do ano, com a finalização dos concursos, teremos mais 96, chegando a 198 policiais civis aqui na 2ª Seccional. Tudo isso para fazer um bom trabalho em Campinas e em beneficio da região”, frisou Alckmin. Em relação à instalação da nova seccional, Jonas Donizette, ressaltou que somente a Capital tem mais de uma seccional. “Isso é uma demonstração do tratamento que o governo estadual tem dado ao enfrentamento das questões de segurança pública. E queremos agradecer também a permanência da abertura dos plantões”. O prefeito apontou que “a segurança pública nos dias atuais é um grande desafio,

por envolver vários setores, sendo um deles o social”. E citou que nessa área o município vem investido muito com o governo do Estado, em particular no Programa Recomeço, que trata dos dependentes químicos e agora com o Recomeço Família, que se dedica àqueles que convivem com os dependentes. Outro ponto abordado por Jonas dentro do contexto da segurança pública foi a importância do trabalho dos reeducandos na manutenção da cidade. “Esse é também um caminho de reinserção social, e agora queremos aumentar essa oportunidade, permitindo que após o cumprimento da pena permaneçam trabalhando na Administração municipal por dois anos”, declarou o prefeito. Para Grella, a instalação da 2ª. Seccional “é um importante

passo, porque se agrega à polícia judiciária de Campinas mais essa unidade com plantão, o que facilita o trabalho de todos aqueles envolvidos na política de segurança”. O secretário de Estado também apontou as novas leis sancionadas pelo governador que tratam da questão dos desmanches e da suspensão e supressão da inscrição de contribuição do ICMS para empresas que venham a trabalhar com produtos resultantes de carga roubada, como medidas de apoio à segurança pública. “São instrumentos que se aliam ao trabalho da polícia civil e militar na redução de roubo e furto de veículos e também de latrocínio”, frisou ele. O delegado Joel Antônio dos Santos será o titular da unidade e estarão subordinadas à 2ª Seccional o

6º, 8º, 9º e 11º Distrito Policial de Campinas, além de unidades de Indaiatuba – 1º DP, a Delegacia de Defesa da Mulher e Delegacia do município. A nova unidade está localizada na Rua Oswaldo Oscar Barthelson, 713, no Jardim Londres. Nesta primeira fase o governo do Estado investiu R$ 149,5 mil para adaptar o imóvel às necessidades para a prestação dos serviços. O próximo passo é a contratação de uma empresa, por meio de licitação, para a realização da segunda fase das obras. O prefeito citou a participação do secretário municipal Carlos Santoro, em conjunto com o diretor da Deinter 2, Licurgo Nunes Costa, que se dedicou a encontrar o imóvel apropriado para receber a 2ª Seccional.

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>> Serviço

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Campinas inicia campanha publicitária contra dengue A Prefeitura de Campinas, por meio das secretarias m u n i c i p a i s d e Comunicação e Saúde, iniciou nesta segundafeira, dia 10 de março, a campanha publicitária de mobilização e prevenção à dengue. A campanha “Juntos contra dengue – o combate tem que ser no foco” tem por objetivo alertar a população sobre como evitar criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, além de ressaltar os sintomas da dengue. As peças publicitárias foram colocadas em 90 ônibus urbanos (busdoors). Além disso, haverá a instalação de

“pirulitos” (banners) em 50 pontos da cidade, como Largo Santa Cruz, Paço Municipal e Praça Arautos da Paz. Os cartazes e

publicada em mídia impressa e veiculada em emissoras de rádio e televisão. “A campanha educativa ajuda a comunicar a população sobre a transmissão da doença, como evitar a proliferação do mosquito e também alerta os munícipes sobre os sintomas da doença”, afirma Maria do Carmo Ferreira, coordenadora da vigilância epidemiológica do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa). banners da campanha O combate à dengue é ficarão disponíveis no uma das prioridades do mínimo por 30 dias. governo Jonas Donizette. A partir da próxima Até o momento foram semana a campanha será

registrados 419 casos da doença, com 184 casos confirmados em janeiro e 235 casos em fevereiro. Não houve morte em decorrência da doença no município de Campinas. Cuidados e Sintomas Para evitar a proliferação do mosquito da dengue é preciso evitar acúmulo de água em vasos, latas, pneus e outros objetos. Os vasos devem ter a água trocada a cada dois dias. Também é importante vedar a caixa d'água e os vasos sanitários que não estão sendo usados devem ficar fechados. Quem tiver febre acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo, nas juntas e atrás dos olhos, deve procurar imediatamente uma unidade de saúde.


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16 >> Esporte

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Praça de Esporte do Jd São José: Sonho do avô concluído pelo neto

Amigos criam time para valorizar o esporte

O esforço dos membros de uma só família transformou um depósito de lixo na única praça de esportes do Jardim São José. Foram 25 anos transportando terra e grama em carrinhos de mão para nivelar o terreno e contruir o campo de futebol para uso da comunidade do bairro.

Leônidas da Silva herdou o nome de um dos grandes ídolos do futebol, o gosto por servir, do pai , o funcionário da prefeitura Alcides Miguel e a garra, do avô, Sebastião Miguel da Silva. Léo do São José, como é conhecido, tinha oito anos de idade quando assistia a seu avô, munido de um carrinho de mão, carregar terra para entupir uma cratera que ameaçava engolir o bairro e servia de depósito de lixo dos

moradores. Quando o avô, já idoso, estava cansado demais para continuar o projeto, a tarefa coube ao filho Alcides, que dedicou suas horas vagas para dar forma a obra do pai. Sebastião morreu sem ver seu sonho concluído, mas coube ao neto Leônidas terminar a construção da praça. Auxiliado pelos amigos Magrão, Jerferson, Fortunado, De Verdade, Lecão, Dinão, Lelo e Viola,

terminou o nivelamento da área e plantio do gramado. Hoje o campo de futebol já serve ao projeto social iniciado por Léo para os meninos e meninas do bairro. Ali eles aprendem o esporte e podem treinar todos os dias da semana, agrupados por faixa etária e sexo. Os adultos, moradores e convidados também usufluem da benfeitoria. Pagam pelo uso do espaço uma taxa simbólica, revertida na manutenção da quadra, lanches para as crianças do projeto social e cuidados com a jardinagem. A praça é referência do bairro e motivo de orgulho para os moradores, mas Léo ainda não se diz satisfeito. Em honra à memória do avô quer realizar mais: investe na construção de um vestiário para os jogadores e no projeto de arborização do entorno da praça, para tornar o local mais agradável para a comunidade.

A prática de esportes é uma atividade não apenas ao exercício físico e aprimoramento técnico. É também uma excelente pretexto para reunir amigos, fortalecer e criar novas amizades. Foi com esta intenção que um grupo de moradores do Jardim Campo Belo I criou o Amigos Futebol Clube, um time amador que já disputa partidas regionais e tem garantido muita diversão e entrosamento não apenas entre os atletas mas também com a comunidade. O time nasceu no dia 12

de dezembro do ano passado com objetivo de praticar esporte de forma divertida, com seriedade e respeito e que promete ser uma revelação na próxima temporada, pelo esforço de sua equipe e pela canseira que tem dado aos adversários cada vez que entra em campo. Independente do resultado do jogo a equipe reúne-se depois de cada partida para avaliar a performance de cada um e comemorar a amizade. Com muita alegria, brincadeiras e cerveja, é claro.

Para ingressar com ação de usucapião: procure a Associação de Bairros no

F:(19) 3265-1640 Alugam-se Salas R:Milton Pereira de Castro, 200 Campo Belo I

TRIBUNA 5° EDIÇÃO  

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