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o uiçã b i r t Dis ratuita G

de 12 a 18 de junho de 2010 - sábado - ANO 5 - Edição nº 121

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Dona Rosa é escolhida ícone da arte em Paraisópolis pág/ 03

Foto: Tatiane Cambraia

Homem que matou por ciúme se entrega pág/ 03

Casa de Cultura de São Bento expõe obras de Cláudia Villar pág/ 02

Peru solta franga e ataca motociclista pág/ 05 Vice -prefeito Joaquim Donizete “Cebola” e a homenageada Dona Rosa


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J. A. Braga Barros

JGeraldo

02 Opinião

O Paraíso de José A

essência do livro do profes sor Luiz Gonzaga da Rosa “O Paraíso de José” é sem dúvida os 160 anos da Paróquia São José, em Paraisópolis. Pesquisa cuidadosa, de muitas fontes, que descreve toda a caminhada da Igreja Católica Por estas bandas, mostrando a ação dos sacerdotes e irmãs que aqui desenvolveram suas missões. Comprova também que pelos bons exemplos muitos paraisopolitanos se tornaram religiosos atuando em diversos pontos do país. Como não podia deixar de ser, a história da Paróquia, em muitos momentos se funde com a história do Município. Deixando claro que desde o início do povoado o fator religioso sempre se fez presente e atuante. O livro confirma, como todos os demais, que o aniversário de Parasópolis é dia 24 de dezembro. E que foi no ano de 1874 que a vila foi elevada à categoria de cidade e sede do município. Já passou da hora da Câmara e da Prefeitura corrigir esse erro histórico. “O Paraíso de São José” é um livro obrigatório para todas as pessoas que se interessam pela história e pelo desenvolvimento de Paraisópolis. Deveria ser adotado pelas escolas

públicas e particulares da cidade, não apenas pelo conteúdo religioso, mas também pela importância da pesquisa histórica e pelas recordações que nos traz de fatos e pessoas que fizeram e fazem a história de Paraisópolis. Fica aí uma sugestão para os vereadores, adquirirem os livros e distribuírem gratuitamente para todos os professores que atuam no município, para conhecerem e ensinarem a verdadeira história de nossa cidade. Os Braga Barros Além destes aspectos, cada família de nossa cidade pode ser surpreendida com as revelações feitas pelo livro, que mostra a grande quantidade de conterrâneos que se tornaram religiosos e religiosas nestes 160 anos. Pessoalmente pude recordar a origem dos Braga aqui em Paraisópolis desde o surgimento da cidade, com o Padre João Batista do Nascimento Braga, que foi o sétimo pároco, iniciando seus trabalhos por aqui em 1878 e que está sepultado no subsolo da Igreja Matriz. Pude recordar o meu batizado celebrado pelo cônego Profício, a minha amizade de jovem com o Padre Omar e com o Pa-

dre Vanir, o meu casamento com Sueli, há trinta anos, presidido pelo, então, Cônego João Faria. É claro que remontei toda minha infância e juventude ao lado do tio, mais novo do que eu, que desistiu da engenharia para se tornar doutor da Igreja, formado em Roma e que é professor de Teologia em Belo Horizonte, onde também é colaborador na Paróquia de São Francisco Xavier. Foi bom saber que quando estava com três anos de idade, a tia Rosinha Braga, uma garota, declamou poesia na inauguração do busto do Monsenhor Dutra, lá na praça em frente a Santa Casa. Assim, também cada pessoa poderá descobrir e relacionar fatos ligados à sua própria história. Pois, a história da Paróquia, como a história da Cidade é a somatória da história das pessoas que ali vivem. Só não vi citada a Irmã Ildefonsa, cujo nome de batismo é Maria de Souza, filha de Sebastião Francisco de Souza e Sebastiana Maria de Jesus, Franciscana de Siessen – Alemanha, que foi para o convento, em Agudos, SP, em 1949, tornando-se religiosa em 1952 permanecendo na ordem até 1973.

O Corpo de Cristo A

ntes do sol brilhar sobre o Paraíso, as ruas do centro eram varridas e lavadas. Depois, desenhos traçados com giz. Cada pessoa contribuía: senhoras, moços, crianças, pais e filhos. Arte sacra com tinta, serragem, palha de café, areia colorida, sal, cal, pipocas, tampinhas douradas e prateadas. Janelas enfeitadas. As horas giravam e nas ruas surgiam hóstias, cálices, cachos de uva, pegadas de cristo, pombas brancas simbolizando a paz, cruzes, carneirinhos de pipoca... Os desenhos eram fotografados antes da procissão. De repente, silêncio. A população se preparava para ir à procissão de Corpus Christi. Mamãe me contou sobre o Apostolado do Sagrado Coração de Jesus em fila com uniformes pretos, Filhas de Maria e Marianinhas com vestidos brancos e banda de música. As horas se transformaram em anos. A tradição perdida. No máximo, blocos hexágonos viravam singelas margaridas. Em 2010, nem mesmo as margaridas geométricas não foram vistas nas ruas.

Diferentemente de Paraisópolis, muitas cidades mineiras e do Brasil preservam a tradição. Em Ibiraci, Mariana e Sabará, por exemplo, a população se organiza nas semanas que antecedem ao feriado para preparar os materiais que serão utilizados na produção dos tapetes com motivos religiosos. Em Matão (SP), a confecção dos famosos tapetes coloridos começa a partir das 4h com cerca de 800 artistas plásticos e membros da comunidade. O visitante - através do projeto Turista Artista – faz seu próprio desenho. Este ano, 80 mil pessoas participaram da Procissão de Corpus Christi em Matão. Além de significar para os católicos a celebração da “presença real e substancial de Cristo na Eucaristia”, Corpus Christi é um atrativo turístico em potencial para nossa cidade tão carente de vida; além de reafirmar o espírito comunitário - cada vez mais distante - perante uma sociedade que coloca o consumo egoísta e a ostentação material como valores de inclusão ou exclusão social.

Cláudia Villar abre suas Fantasias na Casa de Cultura O

clima estava frio. Tempo nublado. A Mantiqueira chorava. Tudo de acordo com a meteorologia. Isso até as 17 horas do dia 5 de junho, quando foi aberta a exposição de Cláudia Expediente TEM Cambraia e Pelosi Editora de Jornais Ltda - [CNPJ 07492204/0001-36] Direção - Tatiane Cambraia e Cláudio Marcelo Pelosi Jornalista responsável - Sérgio Cardoso [MTb 26.373-SP] Dep. Jurídico - Émerson Clayton R. Santos/ OAB/ MG 114.933 Vendas - 9198-0001 (Cláudio) E-mail - jornaltem@gmail.com Redação - Rua Pampulha, 439 - Jd. Aeroporto Paraisópolis - MG - CEP 37660-000 Tel.: (35) 9106-2672 / 9198-0001 Copyright Jornal TEM/2010. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta publicação em qualquer meio de comunicação sem autorização escrita do jornal.

Villar, na Casa de Cultura Miguel Reale, em São Bento do Sapucaí. O que não estava na previsão é que Cláudia Villar iria expor seus “seres e objetos – Fantasia”, que não eram seres, nem objetos. Era uma invenção que nos remetia a mais pura combinação de formas e cores, nos transportando para a infância. Uma infância artística de quem viveu muita coisa, estudou. De quem sabe o que está fazendo, mas propositalmente “finge” esquecer tudo, abrindo seus tubos de cores e manipulando sobre massa, papel, resina, tecido inventando formas de “animais”, de “aves”, de “gente”, de “mons-

tros”, de “flores”, de “asas”, e de “voos” levando o observador ao espanto do fantástico. Cláudia mudou o clima, mudou a temperatura. Causou infância em nosso intelecto. Agradou o olhar. Encheu de detalhes objetos e seres que ao primeiro instante poderiam parecer pequenos, frágeis, leves como um brinquedo. Bastava um pouco mais de contato para ver que aquela “Fantasia” de Cláudia Villar estava repleta de vivência, de experiência artística colecionada durante sua vida como estudiosa e enriquecida pelo convívio diário familiar com a arte por toda sua vida de menina-

moça-mulher-artista. Quem não viu e está disposto a sofrer o impacto de uma proposta que exige desapego, entrega, pureza e liberdade têm até o dia 31 de julho para visitar

a Casa de Cultura Miguel Reale, em São Bento do Sapucaí e se permitir vestir a “Fantasia” de Cláudia Villar e se transformar em seres e objetos de outro mundo. O mundo das artes.


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em foco

Sem dinheiro artista usava o cabelo para fazer pincel Tatiane Cambraia

A segunda semana Cultural Amilcar de Castro, que teve início na terça-feira (08), homenageou a artista paraisopolitana Rosa Pinto, de 70 anos. Dona Rosa, como é conhecida, soube que havia sido escolhida como símbolo do Dia da Arte após ler na edição nº120 uma reportagem que trazia seu nome na programação do evento. Representando o prefeito Sérgio Bizarria, que não pode comparecer ao evento, o vice Joaquim Donizete da Rosa entregou um buquê de flores à homenageada. A vereadora e autora do projeto de lei, Silvia Renata Teixeira Rodrigues e a repre-

sentante do legislativo municipal, Conceição Aparecida Pereira também não compareceram a cerimônia de abertura.

A homenageada Dona Rosa é uma artista completa, daquelas que “pinta e borda”. Aos 70 anos além das pinturas feitas com terra, ela compõe, toca violão, canta e ainda tem tempo de preparar delícias da culinária mineira. A artista nasceu mesmo com veia artística. Ainda pequena expressava sua arte em quadros pintados em madeira. Sem dinheiro para as tintas pintava com terra, técnica que aprimorou ao longo dos anos e fazendo com que seus trabalhos fossem reconhecidos mundialmente. Dos cabe-

los fazia seus pincéis. Mesmo com tantas dificuldades, não desistiu, acreditou em seus sonhos e hoje tem orgulho de contar que suas telas estão na China, Estados Unidos e França. História que encantou e o público presente na praça Coronel José Viera, em sua grande maioria alunos do município. Outro artista paraisopolitano que participou do evento, foi o professor, escritor e poeta Luiz Rosa. Luis Rosa falou um pouco da vida e da obra de Amilcar de Castro. Contou que foi o prefeito Zizo que decidiu dar o nome do renomado artista ao Centro Cultural, antigo prédio do museu. A abertura oficial do evento

Apresentação dos alunos da Escola Municipal “Tia Emília”

terminou com a apresentação dos alunos de várias escolas do município. A segunda Semana

Cultural “Amilcar de Castro” foi encerrada ontem (11) com um Sarau Artistico.

Depoimentos têm versões contraditórias Tatiane Cambraia

O homem acusado de matar por ciúme se entregou, na quarta-feira (09), à polícia. Ricardo Pereira da Silva, de 33 anos, procurou a Delegacia de Paraisópolis acompanhado de seu advogado, depois de ficar foragido por 2 dias. Na delegacia, ele confessou que matou a

facada, o lavrador Renato Alves dos Santos, de 40 anos. O crime aconteceu na tarde de segunda feira (07) na residência da dona de casa, Rosamara Aparecida da Silva. Ricardo alegou a polícia que esfaqueio o lavrador porque flagrou a mulher e o suposto amante juntos. Dentro da residência, o acusado deu duas

facadas na vítima, uma no tórax e outra a barriga. O corpo do lavrador foi encontrado pela polícia no lado de fora da casa. Em sua versão Ricardo afirmou que estava com Rosamara há seis anos, embora morassem em casas separadas. Versão que foi negada por Rosamara e seu filho de 11 anos. Em seu depoimento Rosamara

afirmou que seu relacionamento com o acusado já havia acabado há dois meses, disse também que apanhava do ex-companheiro. Em relação à vítima, Renato Alves dos Santos, Rosamara afirmou que eram apenas amigos e negou que mantivesse qualquer tipo de relacionamento íntimo com a vítima. Ricardo Pereira da Silva res-

ponderá em liberdade por homicídio qualificado por motivo fútil, artigo 121, parágrafo 2º do inciso 2 do código penal. Nossa reportagem descobriu que Rosamara, o filho e Ricardo iriam viajar juntos, em uma Romaria para Aparecida do Norte, neste domingo (13). E que as passagens foram compradas pelo casal no mês passado.


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João da Praia

Filho da mãe

A difícil arte da interinidade

R

enato chegou tarde da noite em casa. Deixou sobre o sofá da sala a valise de documentos e desviando a atenção da mulher entretida com o programa da Hebe lascou-lhe uma beijoca na face. Ato contínuo serviu-se de generosa dose de wiscky. Foi direto à notícia: - Mafalda minha doce flor, consegui. Quinze anos de espera, três lustros de labuta e puxa-saquismo. Afinal, reconheceram meu esforço. Aqui está seu maridão - novo gerente regional sudeste da empresa que tanto suor exige de seus empregados. Valeu, não acha? Acostumada à ingenuidade do esposo, a consorte balbuciou enfarada: - Vejamos. É quarta vez que você se entusiasma. Depois... - Agora é certeza. Estarei na interinidade somente até a próxima assembléia de acionistas. O estatuto é arcaico, tudo necessita de ratificação, mesmo simples atos administrativos. Burocracia besta. Entretanto, burocracia. Ninguém ousa inovar. Indispensável acompanhar o ritmo da melodia. Quem sou para enfrentar o poder de carimbos, atas e papéis incorporados a rotina de decênios? Chato as viagens. Hoje mesmo aventaram a hipótese de se realizar blitz nas sucursais nos fins-de-semana. Querem acompanhar de perto a relação entre clientes e vendedores nas lojas de Shoppings, justamente no período em que a demanda atinge o clímax de transações. O encarregado dessas visitas pega indolência, quem há de ser? O degas aqui. Preço da promoção. A esposa, por “osmose auditiva” retrucou: – Uma gracinha... Fica quieto. O programa na loira vetusta fascinava. Como desviar atenção? Cumprido o dever de sala, Renato dirigiu-se ao banho, ao leito e ao sono. Antes de adormecer repassou os últimos minutos do dia. A consorte de olho e pensamento fixos na TV, sua firmeza ao comunicar-lhe que teria menor tempo disponível para as coisas do lar, a justificativa para eventuais desleixos de matrimônio, modo particular desejos de carne, insatisfeitos. A partir de agora, somente bola no campo adversário. Nenhum perigo de gol contra. Na manhã seguinte, nova disposição profissional. Pelo menos, assim imaginou. Levantou-se na hora de costume, em pé mesmo mandou garganta abaixo o copo de Nescau. De imediato, movi-

mentou-se em direção ao trabalho. Cabeça, pernas, maleta e entusiasmo. Capricho da sorte ou ironia do azar, a “referida promoção” marcava ponto em horário idêntico ao prestante servidor de Calheiros & Ribamar - Comercial Varejista S/A, companhia de capital aberto, rede de magazines espalhados pelo país, matriz no Distrito Federal. A conversa em família tivera êxito. Se o casamento andava capengando, agora mantinha distância do afortunado interino de uma gerência regional. Talvez, tudo retornasse à normalidade quando da efetivação de Rê para os íntimos, no cobiçado cargo, fato a se lamentar. A vida itinerante do mandrião causara inveja ao próprio espelho. Toda manhã, aparentando cansaço de serviço, dirigia-se ao reprodutor de imagens, perorava: - Espelho, espelho meu, há no mundo alguém mais safado do que eu? Do outro lado, seu ego respondia feliz e satisfeito: - Lógico que não! Você é o máximo. Nas paredes, contudo, ecoava a voz da racionalidade: não demora vai cair do cavalo; melhor falando, da égua. Adentrando nas considerações, endoidecera de amor. Doidice de amor tange, fere e mata. Antes de matar, todavia, engorda a felicidade transitória. Contador adjunto, valendo-se da função e das lorotas, ajustara compromissos extras, ora de trabalho, na maior parte das ocasiões de folguedos de bar, música, jantares e sexo. A cada investida da mulher esposa, esperançosa em saber quando ocorreria à assembléia homologatória de sua designação como manda-chuva em área de destaque na Companhia, saise airosamente – “coisas da burocracia... Aguardam a hora certa, nomeação de dessas reclamam cuidados.” Haja coração! Trabalho, contas, flores, beijos, bilhetinhos, mais encargos,

mais esforço, mais, mais... Mais tudo! Passaram-se meses, muitos, até faltar dinheiro de um lado, sufoco e cobranças de outro, férias vencidas transacionadas, olheiras, cansaço, vitórias e derrotas misturadas no mesmo saco, um dia atingiriam o objetivo. Não enxergou quem não quis. Ao que saiba, jamais esteve ausente em casos semelhantes, um espírito de porco diabólico, tipo que existe para causar desarmonias desnecessárias, destruir reputações alheias, a canalhice em ação. Que ganha? Nada. Mas vegeta pelo mundo provocando confusão. Por que espírito de porco? Apropriado chamar-se espírito de gambá, tal o fedor provindo das estranhas do caráter de pulhas de igual natureza. Aconteceu assim. Uma conhecida lá da firma, em determinada tarde, bateu à porta de Mafalda, convite na mão. - É nossa festinha de fim de ano. O Sr. Renato receberá justa homenagem, sua presença o surpreenderá. Estamos preparando o evento. O comparecimento da senhora deixará feliz nosso boníssimo companheiro. Afinal, merece. Esposa sábia e previdente nunca aparece em festinhas de Empresa. Evita constrangimentos, vale arriscar? Meninos, nem descrevo quanto de humilhação passou a digna mulher de prendas domésticas. Primeiro, a série de discursos enfadonhos. A seguir, premiação dos melhores funcionários, a relação de promovidos. Nenhuma referência a Renato, o interino. A confusa ocorreu por ocasião do chatíssimo Amigo Secreto. O Amigo era Amiga, morena tesuda além da conta. Seios e bumbum empinados, 1.77 de altura, carinha de anjo sem-vergonha. Era ela, então, a referida “interinidade”... Tudo esclarecido. Tratava-se da Liliane. Lilí labareda. Secretária Junior. Lotada na Divisão de Recursos Humanos. O festival de bofetes começou no exato momento de os pombinhos sapecas se tocaramnoslábios.Selinhoinocentepara delírio da platéia curtida em malte escocês.Háquemjurehaverassistidoquando uma tapona acertou em cheio as fuças do chefe de Relações Públicas, que, discreto, se encontrava “empernado” com a Lucinha, estagiária no Marketing! Por estas e outras, vovó sentenciava: Cada qual na sua. Mãe de família necessita tomar conta de casa. Não fica bem xeretar ambientes de trabalho...

São José dos Campos, quase inverno de 2010. Mãe, Estive em Paraíso e São Bento no final de semana. Teve de tudo, neste clima de transição de uma estação para outra. Frio com chuva, calor e vento. Todo mundo com quem encontrei falou bem do casamento. parecia uma festa dos Braga, com ausências marcantes dos tios e tias que já não estão entre nós. A cada instante parecia que ia entrar um deles. As primas estavam muito bonitas, bem maquiadas, penteadas à caráter. Muita alegria, muita conversa, muito encontro. O único grande desencontro foi o Buffet, que igual aquela matéria do Fantástico deu o cano na noiva. Recebeu e não apareceu nem para colocar as flores na Igreja. Teve uma correria de última hora, os convidados chegando e o salão sendo arrumado. Mas valeu a alegria e a animação do povo. A pintura da área da casa da senhora ficou muito boa. Agora só falta escolher as cores da frente da casa. Sugiro uma cor bem berrante, alegre, quente, para contrastar com a suavidade do verde. Li o livro do Luiz Rosa, gostei, até fiz um comentário. Em São Bento fui ver a abertura da exposição da Cláudia Villar, mulher do Ângelo, que a senhora conhece. Aquele que trabalha com mosaicos. Também fiz um comentário sobre a exposição dela. Não deu para assistir a apresentação da Beth, deve ter sido muito boa, já faz tempo que ela vem lutando pela música em nossa cidade. Ajudei o Getúlio a fazer o cartaz da 2ª Semana Amilcar de Castro, com a certidão de nascimento do escultor e já estou pensando na terceira semana, para ver se fomenta a arte em Paraisópolis. Agora estou trabalhando em umas crônicas para a Rádio. No mais, tudo bem, o Francisco foi para Franca e o Felipe voltou de Araraquara. Um abraço de seu filho,

Comportamento

Roberto Dimas Pinto

Masculino e Feminino substitutos II

V

imos no texto anterior que tanto o homem quanto a mulher que possui energia predominantemente masculina ou feminina, busca pela polaridade oposta para atingir o equilíbrio, a realização. Quando alguém com a energia oposta não se encontra disponível por um motivo ou outro, a pessoa energizada busca um substituto fora, para se completar, para atingir o equilíbrio, para escapar da angústia e do vazio que a ausência dessa energia oposta lhe causa. O álcool e outros tipos de drogas são, comumente, os substitutos mais utilizados. Porém, estes substitutos não conseguem, a não ser por curtos momentos, satisfazer aquela necessidade gritante. Após esses instantes, aquela necessidade continuará ali, forçando a busca

por uma satisfação duradoura. Quando falta a energia masculina, a pessoa geralmente procura por algo que a torne focada, energizada, estimulada, capaz de encontrar respostas rápidas... As drogas mais procuradas são as anfetaminas, a cocaína, a cafeína para substituir as qualidades naturais da energia masculina. Essas drogas jamais serão capazes de substituir a energia masculina ausente. Trarão prejuízos irreparáveis para o usuário que, continuará cada vez mais carente daquela energia, pois estes falsos substitutos são incapazes de preencher aquele vazio. O que leva o indivíduo à droga é muito mais a insatisfação dessas necessidades essenciais, a falta desse equilíbrio de polaridade masculino e feminino, coisas que, comumente, culpamos


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No mundo

Notícias Bizarras

Pais contratam ‘palhaço do mal’ para aterrorizar crianças por uma semana Pais na Suíça encontraram uma maneira diferente de presentear seus filhos no aniversário. Ao invés de contratar um mágico ou palhaço para uma tradicional festa infantil, eles alugam os serviços de um “palhaço do mal”. Dominic Deville é pago para aterrorizar o aniversariante por uma semana, enviando bilhetes ameaçadores e cartas anônimas, fazendo ligações assustadoras, entre outras brincadeiras de gosto duvidoso. A “surpresa” termina com um

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Peru solta franga e ataca motociclista

encontro do palhaço do mal com sua vítima e uma torta na cara. Deville contou ao jornal inglês “Metro” que sua inspiração para encarnar o palhaço veio das histórias de horror de Stephen King. “É muito divertido. Mas sempre que as crianças ficam muito assustadas, paramos com a brincadeira”, contou o palhaço, que somente abusa nas brincadeiras com a permissão dos pais . “Minha ideia é levar um pouco de vida e gargalhada para as crianças”, garantiu Dominic Deville.

‘Ladrão de comida e flores’ é banido de funerais Um homem que aparecia em até quatro funerais por semana e pegava flores e comida sem ao menos conhecer o morto está sendo procurado na Nova Zelândia. Danny Langstraat, diretor da casa Funerária Harbour City, em Wellington, imprimiu fotos do intruso e as espalhou pela cidade numa tentativa de conter o homem. “Ele vem aos funerais com uma mochila e não tem ver-

gonha de pegar a comida e a colocar numa vasilha”, contou o diretor da funerária. Segundo a descrição do homem, ele aparenta ter 40 anos e sempre está bem vestido. “Ele também é muito educado e quieto”, disse Langstraat. O “papa comida” de funeral está sumido desde que um funcionário da funerária disse a ele que não poderia pegar a comida e levar para casa.

Vem, meu amor... Vem fazer glu-glu

Uma mulher de Arcadia estava fazendo uma viagem de moto até a cidade vizinha de Sarasota, na Flórida (EUA), quando um peru descontrolado atravessou o seu caminho. A coisa não foi bonita de se ver porque o peru não avançou em direção ao veículo. Ele partiu para cima da cabeça da mulher que levou uma autêntica “peruzada” na cara.

O impacto foi tão grande que Lori Hansen, de 42 anos, foi a nocaute. Sua moto, uma Harley-Davidson, saiu da pista e trombou com uma cerca de arame farpado onde Hansen foi encontrada, toda enroscada. Ela foi levada para o hospital de helicóptero e passa bem. O peru, no entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

05 Milionária deixa R$ 2,50 para as filhas Uma milionária australiana deixou de herança às filhas o equivalente a apenas R$ 2,50 para cada. A socialite Valmai Roche tinha uma fortuna equivalente a R$ 5,5 milhões, mas decidiu punir as filhas porque acreditava que conspiravam contra ela. Valmai deixou a mesma quantia para o ex-marido, John Roche, empreendedor imobiliário e ex-prefeito de Adelaide. No testamento, feito por Roche em 1987, ela deixava apenas “30 moedas do valor mais baixo” às filhas. E disse que a quantia era “muito dinheiro para Judas”. Roche determinou ainda que as filhas e o ex-marido, do qual se separou em 1983, fossem excluídos “de qualquer outro benefício”. As filhas, Deborah Hamilton, Fiona Roche e Shauna Roche, acreditam que sua mãe estava “delirando” quando escreveu o testamento. Elas entraram na Justiça alegando que deveriam ter direito a herança. No momento, a quantia deixada por Roche, está destinada à organização beneficente católica Knights of the Southern Cross. A aposentada morreu em março de 2009, aos 81 anos, de causas naturais. Os advogados da família não fizeram declarações sobre o caso.


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horóscopo áries - 21/03 a 20/04

touro - 21/04 a 20/05

Marte lhe dá energia para vencer qualquer desafio. Há perigo de se enganar e se decepcionar com pessoas queridas, mas enfrente a realidade! O desejo de se aventurar indica insatisfação: reflita! Diante de uma dificuldade o ideal é pensar sobre o que pode mudar em você para melhorar a situação.

Mostre energia, garra e disposição para cumprir as tarefas. Pessoas ou situações inesperadas poderão lhe dar uma graninha: siga sua intuição! Lealdade e confiança fortalecem o amor. Deixe o mundo das emoções invadir sua alma. Um pouco de abstração e sonho não fazem mal a ninguém!

gêmeos - 21/05 a 20/06

cancer - 21/06 a 21/07

Toda ajuda de que precisa virá dos seus amigos. O céu avisa que alguém pode puxar o seu tapete: fuja de intrigas! Há risco de atritos com gente autoritária. No amor, cuidado com rival. Reserve um tempo só para você e procure analisar todas as críticas que vêm fazendo sobre a sua vida.

Sentimentos ligados a pessoas ou situações podem te deixar confuso(a), evite tomar decisões importantes. Vênus realça seu charme: arrase nas paqueras, mas não comente suas vitórias. Comece a procurar um curso de especialização na sua área, pois isso vai impulsionar a sua carreira.

leão - 22/07 a 22/08

virgem - 23/08 a 22/09

Definir prioridades será essencial agora e algumas coisas terão que esperar. Contato com gente de fora está favorecido. Bom astral para o romance, mas controle a sua possessividade. Deixe que as mudanças aconteçam naturalmente. Fique ligado(a) porque vários contatos irão acontecer.

Marte traz dinamismo, coragem e atitude para você, fazendo com que seja o centro das atenções! Capriche no visual. Seus desejos afetivos podem se realizar, mas controle a impulsividade. É sempre muito bom unir o útil ao agradável, faça isso e criará uma atmosfera mágica ao seu redor.

libra - 23/09 a 22/10

escorpião - 23/10 a 21/11

Boa fase para investir nos estudos. Concentre-se em suas atividades e não tenha pressa. Cuidado com as preocupações, pois causam distração. No amor, é melhor diminuir as expectativas. O seu interesse pela espiritualidade está reforçado, o que facilita os estudos e as meditações.

Seus objetivos poderão ser diferentes do que os outros esperam de você. Aceite as mudanças com otimismo. Fase produtiva no trabalho. No amor, é chegada a hora de definir o seu futuro. Procure dar atenção aos seus desejos mais secretos. Alguns podem ser realizados agora, você não acha?

sagitário - 22/11 a 21/12

capricórnio - 22/12 a 20/01

Marte dá força para você lutar pelo que deseja. Invista na carreira, mas não se esqueça da pessoa amada. Nem tudo será como você deseja e isso trará insegurança ao coração. Seja forte! Procure dizer tudo que está escondido na sua alma. Mesmo que a verdade doa, é melhor do que a mentira.

O trabalho exigirá que você se aperfeiçoe. Há chance de vitória em teste ou concurso. Atente-se ao que ocorre ao seu redor, pois talvez perceba que nem tudo é o que parece na paixão. Não deixe de dar atenção à sua saúde. Faça os exames rotineiros e aproveite para se conhecer melhor.

aquário - 21/01 a 19/02

peixes - 20/02 a 20/03

Chega de adiar os problemas: resolva-os! Avalie o que precisa mudar na sua vida. Cuidado com a sinceridade: escolha bem as palavras ao dar suas opiniões. A dois, há perigo de crise. Cuidado para não parecer autoritário(a). Pois seu jeito de tentar resolver tudo pode ser confundido.

Marte favorece as parcerias e você captará o que os outros querem com facilidade. Sua generosidade será visível na paixão, mas não confie demais em pessoas que não conhece direito. Seja gentil com as palavras e demonstre mais paciência com as pessoas que estão próximas de você.

CRECI 18008

Angela Vasconcellos IMÓVEIS

07 – Casa Nova no Boa Vista II c/ 2 dorm., dorm., e banheiro. Área: 224m²/ Constr: sala, coz., banh., lavand e garagem . Área: Aprox. 140m² R$ 130.000,00 125 m² e Constr: 101 m² R$ 75.000,00 53 – Terreno no Res. Paraíso Área: 250 12 – Casa no Res. Paraíso c/ 2 dorm., m² R$ 18.000,00 sala, banh., lavabo, copa, coz., suíte nos 59 – Terreno no Centro Área: 93,48m² fds, garagem e nos fds 1 cômodo. Área: R$ 40.000,00 397 m²/Constr: 270 m² R$ 170.000,00 61 – Terreno no Res. Paraiso Área: 25 – Terreno no Centro com 2 frentes, 250m² R$ 17.000,00 64 – Vende-se farmácia no Centro, Área: 905,66 m² R$ 85.000,00 27 – Fazenda no B. Vargem Alegre preço sob consulta. c/ 3 casas, paiol, matas preserva- 71 – Negócio no setor alimentício no das, curral, água em abundância. Centro R$ 60.000,00 Área: 40 alqueires sob consulta 85 – Sítio no B. Áreas c/ 3 dorm., sendo 1 31 – Terreno no Jd. Eldorado. Área: suíte, banh., sala, coz., área de serv., la150 m² R$ 12.000,00 (dois terrenos) vand., garagem, churrasqueira c/ pia e 33 – Sítio no B. Pedra Branca c/ 3 sauna. Área: 1 alqueire R$ 96.000,00 dorm., sala, coz., banh., lago, poço 87 – Terrenos no Jd. Eldorado. Área: artesiano, fornalha. Área: 1,5 alquei- 150 m² R$ 9.000,00 res e Constr: 100 m² R$ 170.000,00 89 – Casa no Jd. Eldorado c/ 2 dorm., 50 – Casa no Centro, c/ 3 dorm., sala, sala, coz., área de serv., e garagem. Área: coz., banh., copa, garagem, lavanderia, 1 308,91 m²/Constr: 70 m² R$ 65.000,00 Casas novas a partir de R$ 58.000,00 financiadas pela Caixa Econômica Federal Rua Bueno de Paiva, 276 - centro - Paraisópolis - MG - Tel.: (35) 3651-4614 / 9993-7322 / 8403-3331

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de 12 a 18 de junho de 2010 - sábado

Escova de Dente. A preocupação de manter os dentes limpos E

m 2003, o Instítuto de Tec nologia de Massachusetts, nos E.U. A, publicou uma pesquisa onde questionava sobre o invento mais importante. Muitos suspeitaram da roda, ou de alguma parafernália moderna. Entretanto, para surpresa, a maioria apontou a escova de dente como o mais importante invento da História. A preocupação com a boca e os dentes aparece como um dos mais antigos cuidados da higiene pessoal em diversas cul-

turas. Em uma tumba egípcia de cinco mil anos foi encontrado um artefato que seria uma escova de dente. Na verdade, consistia de um ramo de planta que teve a sua extremidade toda desfiada até que as fibras funcionassem como cerdas. Os assírios, uma nação de guerreiros, usavam o dedo para limpar os dentes. Outras culturas usavam ervas e misturas que pudessem superar os incômodos que a sujeira e o mau hálito sempre causaram.

Grito de Alerta

E

m tempos de Copa do Mun do a tradição brasileira e a mídia nos empurram para todo o tipo de comemoração e consumismo. Abro meu espaço para o lamento de Renato Russo (Legião Urbana) na música Perfeição. Notem que ele próprio se confessa estúpido na sua leitura da realidade da época, que ainda hoje é a mesma. Para quem quiser ouvir é só baixar no Youtube.

Perfeição - (Renato Russo) Vamos celebrar a estupidez humana/ A estupidez de todas as

O lendário imperador Alexandre, O Grande, foi detalhadamente orientado sobre como limpar os dentes, com uma toalha feita de linho. Em 1490, os chineses inventaram um rústico modelo de escova, constituído por haste de bambu dotada de um feixe de pelos de porco. O problema é que as cerdas de origem animal mofavam e deixavam a boca exposta ao ataque de fungos. O profeta Maomé, recomendava aos seguidores do is-

lamismo a utilização de uma haste de madeira aromática que, se esfregada várias vezes ao dia, poderia limpar e clarear os dentes. Em 1930, a utilização do náilon permitiu que as escovas realizassem a limpeza dos dentes sem que as gengivas sofressem grandes agressões. Atualmente, cores, formas e tecnologias transformaram o mercado de escovas de dente em uma grande incógnita. Entre tantas opções não sabemos

tos por falta de hospitais. Vamos celebrar nossa justiça/ A ganância e difamação/ Vamos celebrar os preconceitos/ O voto dos analfabetos/ Comemorar a água podre/ E todos os impostos Queimadas, mentiras e sequestros/ Nosso castelo de cartas marcadas/ O trabalho escravo. Nosso pequeno universo/ Toda hipocrisia e toda afetação/ Todo roubo e toda indiferença/ Vamos celebrar epidemias: É a festa da torcida campeã/ Vamos celebrar a fome/ Não ter a quem ouvir/ Não se ter a quem amar.

qual escolher, por isso é fundamental a orientação do seu Dentista. Mas uma dica: use escova que não seja muito grande, possua cerdas macias e que seja regularmente trocada, esse é o começo de um lindo sorriso.

Renato Goulart Provenzano Cirurgião-dentista - Especial ista em Periodontia e Prótese Dúvidas e sugestões: (35) 3651-1799 renato@ortodontista.com.br

Paulo Mauríl io Pereira

Perfeição nações/ O meu país e sua corja de assassinos/ Covardes, estupradores e ladrões. Vamos celebrar a estupidez do povo/Nossa polícia e televisão/ Vamos celebrar nosso governo/ E nosso estado, que não é nação/ Celebrar a juventude sem escola/ As crianças mortas/ Celebrar nossa desunião. Vamos celebrar eros e thanatos Persephone e hades/ Vamos celebrar nossa tristeza/ Vamos celebrar nossa vaidade/ Vamos comemorar como idiotas/ A cada fevereiro e feriado/ Todos os mortos nas estradas/ Os mor-

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Vamos alimentar o que é maldade/ Vamos machucar o coração/ Vamos celebrar nossa bandeira/ Nosso passado de absurdos gloriosos. Tudo o que é gratuito e feio/ Tudo o que é normal/ Vamos cantar juntos o hino nacional (a lágrima é verdadeira). Vamos celebrar nossa saudade/ E comemorar a nossa solidão/ Vamos festejar a inveja/ A intolerância e a incompreensão/ Vamos festejar a violência/ E esquecer a nossa gente/ Que trabalhou honestamente a vida inteira/ E agora não tem mais direito a nada.

Vamos celebrar a aberração/ De toda a nossa falta de bom senso/ Nosso descaso por educação/ Vamos celebrar o horror/ De tudo isso - com festa, velório e caixão/ Está tudo morto e enterrado agora/ Já que também não podemos celebrar/ A estupidez de quem cantou esta canção. Venha meu coração está com pressa/ Quando a esperança está dispersa/ Só a verdade me liberta. Chega de maldade e ilusão/ Venha, o amor tem sempre a porta aberta/ E vem chegando a primavera/ Nosso futuro recomeça: Venha, que o que vem é perfeição



Edição 121