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Bento Gonçalves :: Sábado :: 13 de julho de 2013

Higiene bucal Medidas preventivas podem garantir um sorriso bonito e saudável

Páginas 4 e 5

Insatisfação estética Artigo fala sobre a importância do equilíbrio nos tratamento estéticos Página 7

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Conheça alguns hábitos que evitam o chulé

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só tirar o sapato que todo mundo já sente aquele cheiro desagradável, entenda e saiba como se livrar do mau cheiro nos pés. Tirar o sapato na frente dos outros nem pensar? É, sofrer com chulé não é fácil, além de fazer mal à saúde, o cheiro desagradável afasta qualquer pessoa. Mas este mau cheiro é um problema comum, e qualquer pessoa pode ter. O importante é saber por que ele surge e como se livrar. O chulé entre mulheres, homens, adultos, crianças ou idosos, é uma combinação de suor excessivo com bactérias. Essa reação química ocorre da seguinte maneira: o corpo humano transpira para que a temperatura de dentro do organismo possa ser regulada, e com os pés não é diferente. No entanto, esta parte do corpo é geralmente coberta por tênis, sapatilhas, entre outros, o que faz com que o suor não tenha como se dissipar, e então ele é fermentado juntamente com as bactérias presentes na pele produzido o chulé. A questão é que o calor e a umidade fazem com que essas bactérias se proliferem cada vez mais “e aí quando não há uma frequência de troca de meia, de calçado, para deixar o pé respirar, acaba surgindo o mau cheiro”, afirma João Paulo Junqueira Magalhães Afonso, dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos e membro da Sociedade Brasileira de

Dermatologia. Existem algumas maneiras de evitar que o chulé apareça, no entanto, se não forem eficazes, será necessário procurar um dermatologista que possa fazer um diagnóstico para tratar. É importante deixar claro que não é um problema de difícil solução, “às vezes é necessário um tratamento com medicamentos, antibióticos, secativos, que pode demorar alguns meses, mas tem solução”, explica o dermatologista. Higienização Uma boa maneira de evitar o chulé é higienizando bem os pés. No entanto, o dermatologista não recomenda sabonetes antissépticos, porque eles podem causar outros tipos de irritação na pele, e, ainda, não matam apenas as bactérias ruins e podem causar um desequilíbrio no corpo humano. Um conselho é usar sabonetes comuns ou hidratantes. Secar bem os pés É importante sempre manter os pés bem secos, por isso ao sair do banho é necessário secar bem a planta dos pés e também entre os dedos, pois as bactérias tendem a se proliferar em lugares úmidos. Sapatos abertos Facilitam a respiração dos pés, geralmente aqueles que vedam toda a entrada de ar tendem a causar mais chulé. Nunca use o mesmo par de sapatos Uma outra dica muito boa é trocar sempre os sapatos, o ideal é trocar durante o dia, mas se não for possível, é importante não usar o mesmo sa-

pato no dia seguinte, deixando aquele par usado no dia anterior em algum lugar arejado e ensolarado. Sapatos de plástico Plástico, borracha, materiais sintéticos são totalmente vedáveis o que auxilia na proliferação de bactérias, desta maneira, as pessoas ficam mais propensas a ter chulé. O talco De amigo a inimigo. Os talcos podem atrapalhar muito aquelas pessoas que têm suor excessivo nos pés, já que ao entrar em contato com eles uma “pasta” pode ser formada, assim, provocando inda mais a proliferação das bactérias já existentes. Meias de algodão Meias de algodão são sempre as mais indicadas, já que esse material tem propriedades de absorver e de deixar o suor evaporar de uma maneira melhor. Diferente dos tecidos sintéticos, que não têm essa propriedade. Homens têm mais chulé Os homens têm uma temperatura corporal geralmente maior, e pela atividade hormonal também têm mais sudorese, inclusive no pé, o que os torna mais predispostos a terem chulé. Quando procurar um dermatologista? Quando há um impacto social, ou familiar de relacionamento que interfira negativamente na vida da pessoa, é importante procurar um médico, ou até mesmo quando ela esta muito desconfortável. E, ainda, quando a pessoa já tentou todas as medidas preventivas, mas não obteve resultados. Fonte: saude.abril.com.br


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IV Protocolo de Quelação

Instituto Americano diz que quelação reduz doenças cardíacas Foram sete anos dedicados ao estudo realizado pelo NIH – Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos - sobre os efeitos da quelação nas doenças isquêmicas das coronárias. O experimento concluído agora sobre esta pesquisa foi denominada de TACT. Este estudo duplo-cego de 1.708 pacientes com doença cardíaca ativa revelou uma redução de “eventos cardíacos graves” no grupo que recebeu o IV Protocolo de Quelação versus aqueles que receberam apenas placebo. Resultado da eficácia do TATC: 1. Redução global do risco (de morte) de 18% 2. Reduções em pacientes com maior risco: a – Diabetes: 39% de novo infarto b – Infarto do miocárdio da parede anterior ventricular (risco mais perigoso) 37% Em outras palavras, quanto maior o risco de doença cardíaca que o participante tinha, maior a redução de doença cardíaca do IV Protocolo de Quelação. Resultado do TACT sobre segurança: Investigadores do NIH observaram que: Ambos os grupos de pacientes, que são aqueles que receberam quelação e aqueles que receberam apenas o placebo, foram avaliados livres de efeitos colaterais significativos. Comentários sobre segurança: Esse resultado muito positivo na segurança traz um ponto interessante: a quelação protocolo IV agora precisa ser comparada em base de segurança sozinha com os procedimentos que poderiam ser usados no lugar de não apenas um pacebo. Afinal, na vida real, pacientes estão muitas vezes escolhendo entre a quelação e a revascularização miocárdica ou angioplastia, não entre quelação e placebo, mas menores taxas atuais de risco de mortalidade e morbidade da cirurgia de revascularização miocárdica relatadas na Califórnia são as seguintes: Mortalidade: 2,2% Morbidade/não fatais (acidentes vasculares cerebrais, coágulos, etc): 3,6% Em outras palavras, um programa usando o IV Protocolo de Quelação em vez de revascularização miocárdica poderia resultar estatisticamente na economia de 22 mortes e 36 acidentes vasculares cerebrais para cada 1.000 cirurgias de revascularização miocárdica não concluídas. Isso é simplesmente a diferença de riscos entre os dois processos em si. Comentários sobre os resultados: Comparações diretas entre o nível de benefícios da revascularização miocárdica e da IV quelação continuam a ser feitas. Até que o estudo esteja pronto merece a nossa atenção na tomada de decisões: O VA fez uma comparação interessante

direta entre a terapia médica sozinha e a terapia médica mais cirurgia de revascularização miocárdica. Qualquer benefício dos dois protocolos de tratamento foi medido pela comparação do tempo de vida dos participantes após o início de cada um dos dois protocolos. O estudo foi deixado em aberto para a coleta de dados por 18 anos! É um estudo muito raro, que é independente e financiado o suficiente para ficar aberto por muito tempo. Resultados? Foi encontrado um pequeno benefício em longevidade de vida naqueles que tomaram os medicamentos e fizeram a cirurgia. No entanto, ele atingiu um pico de cinco anos, em seguida, diminuiu para zero ao longo dos próximos seis anos. A melhoria foi confinada aos participantes que tinhamn uma pobre história natural. Pesquisadores foram surpreendidos quando, depois de 11 anos, aqueles tratados apenas com a medicação começaram a mostrar um pequeno aumento na expectativa de vida em relação ao grupo que recebeu tanto a cirurgia quanto a medicação. Esse pequeno benefício da vida útil mais longa naqueles que não passaram por cirurgia persistiu e não diminuiu até o final do estudo após 18 anos. Esses resultados obviamente levantam questões reais sobre o uso continuado de cirurgia de revascularização miocárdica como o protocolo estabelecido de terapia para angina estável e artérias osbtruídas. Lembre que o estudo NIH TACT foi feito com efeito de comparação entre: 1 – Medicação sozinha 2 – Medicação mais Quelação IV para pacientes com angina estável e artérias obstruídas. Em outras palavras, o grupo de placebo e os grupos IV quelantes ambos continuaram a tomar suas medicações. Qual foi o principal resultado da publicação do estudo VA? Não era de reduzir o conjunto de atividades em unidades cirúrgicas. Surpreso? Aqui é como isso funcionou: Cirurgias de revascularização miocárdica foram reduzidas. Mas o balão de angioplastia indústria floresceu, por assim dizer. Uma vez que a angioplastia entupiu tantas vezes e precisou ser refeita, o nunero total de intervenções cirúrgicas aumentou. Os defensores do balão e stent apontaram que as taxas de sobrevivência eram tão boas quanto as de cirurgia de revascularização miocárdica. Isso parecia

ser estatisticamente verdadeiro. Mas como o estudo VA apontou, a taxa de benefício da revascularização miocárdica é por si só muito duvidosa sobre a medicação sozinha. Algum estudo avaliou a angioplastia/stent diretamente contra o tratamento médico sozinho? Pelo menos, um fez. Um estudo chamado CORAGEM não encontrou nenhuma dife-rença no benefício quando a angioplastia/stent foi adicionada à terapêutica médica em pacientes com angina estável e artérias obstruídas. Simplificando, parece que os protocolos para angioplastia/stent e revascularização miocárdica atualmente em uso ainda precisam ser provados estatisticamente melhor do que a medicação sozinha. JULGAMENTO TACT: classificado como um estudo de pesquisa. OJulgamento TACT, por sinal, foi um estudo bem estruturado, projetado e realizado. Ele também era um tipo de estudo que agora raramente é feito na medida em que foi: 1 – Financiado e realizado totalmente dentro do NIH. 2 – Ninguém com um interesse profissional ou financeiro teve qualquer acesso (influência) para coleta de dados ou relatório. Claramente, esse é o melhor, mais objetivo e mais rigoroso tipo de estudo duplo-cego. Nenhum pesquisador sério argumentaria nesse ponto, Mas, se é assim, por que é que esse tipo de estudo é feito tão raramente? Não poderia este tipo mais exigente de estudo, por exemplo, medir as estatinas antes de elas serem tão amplamente prescritas? Alguém poderia pensar que seria o caso. No entanto, na vida real, o interessado, geralmente uma grande empresa farmacêutica, já não quer abrir mão do controle quando seus produtos estão sendo testados. Uma vez que o nosso FDA não exige isso, as empresas estão satisfeitas. Na vertdade, as empresas farmacêuticas têm sido incentivadas pelo FDA nos últimos 20 anos para manter o financiamento e controle total de testes de seus produtos e compilar os dados próprios. Eles, então, relatam suas descobertas à FDA para análise e aprovação apenas. Para reduzir os custos da FDA, o “nosso” FDA iniciou esta mudança. Infelizmente, parece que muitos estudos duplo-cegos estão, a ser transformados em ser informações comerciais. Assim, quando

vemos os comerciais de TV alardeando os últimos resultados dos testes de estatinas, esteja atento a todo esse quadro. Esses estudos foram financiados e realizados sob o controle total da mesma empresa que está tentando vender o produto (por termos que pedir ao médico para comprá-lo). Isso parece familiar? É. Observe como a estatina para o tratamento de doenças do coração que correm perigo à vida é agora capaz de ser comercializada na TV da mesma forma como a Procter & Gamble vende sabão em pó em mercados. Eles criam o produto, controlam totalmente a “pesquisa” e relatam os resultados desta pesquisa para o consumidor em uma mensagem preparada por uma empresa de publicidade que foi treinada profissionalmente para vender o produto. Estatimas não são obrigadas a passar pelo tipo vigoroso de estudo duplo-cego como o IV Protocolo de Quelação fez no estudo TACT NIH. O que acontece em seguida: O que acontece depois do experimento do TACT? Será que a cobertura da quelação pelo seguro médico pode começar agora? Temos uma reunião de médicos do Quelação Diplomatas em Washington, DC, em meados de março, para discutir essa pergunta, entre outras. Está incluído um cronograma de visitas com legisladores para lembrá-los, entre outras coisas, o segfuinte: Os protocolos dos principais tratamentos agora cobertos pelo seguro para angina estável e artérias obstruídas são revascularização miocárdica, angioplastia e estatinas. Como foi observado, nenhum dos três métodos aprovados acima têm sido estudados e bem-sucedidos por meio de um difinitivo estudo rigoroso comparável ao ensaio. O resultado do estudo TACT parece ter levantado a barra para níveis aceitáveis de pesquisa necessários para a aprovação de terapia cardiovascular. Seria racional: 1 – Estender a cobertura médica imediatamente para a IV Quelação 2 – Exigir que o NIH faça por si só um estudo semelhante ao do julgamento TACT sobre estatinas 3 – Dar o financiamento do NIH e controle total para realizar estudos de comparações diretas de benefícios entre os protocolos de IV Quelação e os métodos atualmente aprovados de angina estável e artérias obstruídas. Terapia de Quelação: Consta de soros substanciais quelantes (quelam) ligam, retiram metais pesados do organismo através dos rins. Possuem ação antioxidante e anti-inflamatório. Dr. Paul Lynn Tai Médico e membro do Instituto Nacional de Saúde dos EUA

Extraído da Revista Prática Ortomolecular


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Especial

Cuidados redobrados Saiba como medidas simples e preventivas ajudam a

Não é fácil dec escolher corretam Escolha sempre É importante es áreas da boca ma Para quem tem Fernanda recom a ficar desgastada para diminuir o ris

Dentistas do bem

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scovar os dentes e manter uma rotina de cuidados diários está muito além do que deixar apenas o sorriso saudável e livre de cáries. Uma boca com os cuidados completos proporciona o funcionamento completo do corpo, afinal os dentes também são parte do organismo. Além de afastar outras doenças, uma higiene bucal correta é uma das medidas mais importantes que você pode adotar para manter de seus dentes e gengivas em ordem. Dentes saudáveis também são importantes para que a pessoa possa falar bem e mastigar corretamente os alimentos. Para o odontologista Rogério Lunelli, diretor da Odontoserra, a medida preventiva já é uma realidade para muitas pessoas. “Muitas vezes os pacientes só vinham ao consultório quando tinham algum problema ou algum desconforto com os den-

A Clínica Odontoserra também faz parte equipe de Dentistas do bem, ONG que atende gratuitamente pacientes que não tem condições financeiras. “Estamos sempre preocupados em atender e atingir um maior número de pessoas. Pensando nisso nos cadastramos na ONG para cuidar da saúde bucal de quem não tem condições”, explica o diretor Rogério Lunelli.

tes. Esse pensamento está mudando. Os pais estão trazendo as crianças para consultas de revisão ou apenas para realizar uma limpeza. Essa atitude é o caminho correto para se manter uma saúde bucal de qualidade”, aponta. Lunelli também destaca a facilidade das parcerias odontológicas para prevenção e acesso de toda comunidade. “As parcerias são uma vantagem para os pacientes, pois oferecem em um lugar só todas as especialidades necessárias. Além disso, os diferentes profissionais podem trocar ideias sobre os diagnósticos e orientar melhor esses pacientes. Hoje em dia fica fácil ter um sorriso bonito. O dentista é o responsável por possibilitar a terceira dentição através de implantes”, afirma. Cuidados especiais De acordo com a odontologista Fernanda Molina, da Odontoserra, a escovação correta e o uso de fio dental são duas medidas fundamentais para se

prevenir cáries dentárias e doenças gengivais causadas principalmente pela placa bacteriana. “Essa placa bacteriana nada mais é do que uma película esbranquiçada que se aloja na superfície do dente, formada principalmente por bactérias e restos de alimentos. Se essa placa bacteriana não for removida ela se calcifica formando o tártaro”, explica. Para a especialista, a escovação durante a noite deve ser a mais completa, pois é nesse período que as bactérias se tornam oportunistas e atacam a superfícies dos dentes. “A higiene bucal deve ser feita utilizando escovas dentárias com cerdas macias e pontas arredondadas, e um creme dental que contenha flúor. É importante realizar a técnica de escovação dentária correta e realizar movimentos suaves para evitar ferimento nas gengivas. Pegar a escova como se estivesse pegando uma caneta é uma das dicas para escovar bem os dentes”, complementa.


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s com a higiene bucal manter um sorriso bonito e saudável por mais tempo A escova certa

cidir qual o tipo de escova usar, já que o mercado oferece inúmeros tipos, formas e tamanhos. Fernanda Molina dá algumas dicas para mente: e uma escova com cerdas macias: elas são mais eficientes para se remover a placa bacteriana e resíduos; escolher uma escova que se ajuste bem à sua boca e alcance todos os dentes: escovas com a cabeça pequena podem alcançar todas as ais facilmente; m dificuldades para escovar ou destreza manual limitada, a escova elétrica é uma boa alternativa, porque limpa melhor os dentes; menda trocar a escova a cada três meses ou quando as cerdas começarem as. É importante também trocar de escova depois de uma gripe ou resfriado sco de nova infecção por meio dos germes que aderem às cerdas.

FOTOS JUCILENE FESTA

Enxaguatórios bucais como complemento Para se complementar a escovação, além do fio dental, recomenda-se o uso de enxaguatórios bucais com flúor principalmente à noite. Eles ajudam a eliminar as bactérias que causam a gengivite, a placa bacteriana, o mau hálito e a cárie dentária, atuando onde a escova dentária não alcança. “Existem diversos tipos de enxaguatórios bucais no mercado, com diversas formulações e diversos sabores, mas é importante que eles contenham flúor para ajudar a reduzir o risco de cárie dentária”, explica Fernanda Molina.

Alimentação nutritiva e saúde bucal Comer diversos alimentos nutritivos não é bom apenas para a saúde geral, mas também para a saúde oral. Algumas vitaminas demonstraram os benefícios na construção de dentes saudáveis como o cálcio ou a vitamina C. “Ter uma alimentação saudável e equilibrada é importante para que o corpo possa assimilar todos os nutrientes necessários. Se a pessoa não se alimenta corretamente e ficar sem esses nutrientes essenciais, a boca poderá estar mais vulnerável a infecções”, explica a dentista. Fernanda alerta que uma

alimentação incorreta pode causar gengivite e cáries, principalmente em crianças que abusam dos doces. Se for inevitável que a pessoa consuma produtos com muito

açúcar, é recomendado que seja feito durante as refeições. “Um aspecto positivo é o fato da produção de saliva aumentar durante as refeições, removendo os detritos alimentares da boca. Por isso é interessante que a criança coma o doce todo de uma vez, em uma refeição, e não fique ingerindo durante o longo do dia. Ou seja, alimentos e bebidas consumidas por períodos prolongados entre as refeições podem deslocar o equilíbrio entre remineralização/desmineralização a favor da formação da cárie”, afirma. A dentista também alerta para o consumo de bebidas e alimentos com bastante corante ou pigmento que podem escurecer e amarelar o esmalte do dente. “Essa questão estética às vezes se sobrepõe aos cuidados com a saúde. Bebidas como café, molho de soja, refrigerantes ou sucos coloridos artificialmente estão entre os que mais mancham”, explica. Para minimizar o problema, o especialista indica fazer bochechos com água logo após a ingestão de certos alimentos e bebidas. Isso ajuda a eliminar o excesso de substâncias capazes de tingir os dentes. Josiane Ribeiro especiais@jornalsemanario.com.br

Não esqueça da língua! Você escova os dentes corretamente, mas quase sempre se esquece de escovar a língua? Pois saiba que manter a língua em dia mantém a saúde da sua boca e evitar o mau hálito. Com uma característica rugosa na superfície, a língua é uma morada certa para bactérias e restos alimentares, que podem influenciar no surgimento de problemas infecciosos e no desenvolvimento da halitose de origem bucal. Os dentistas recomendam que a língua seja limpa de uma a duas vezes por dia.


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Evitando a infertilidade em pacientes com câncer

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tualmente, com avanços da medicina e da farmacologia, o diagnóstico e a instituição de tratamentos em pacientes com câncer é cada vez mais precoce. O resultado desses avanços se reflete no maior número de pessoas curadas e com qualidade de vida preservada. Entretanto, o que muitas vezes pode não ser cogitado pelo doente,pela família e até mesmo pelo médico, em virtude do grande estresse provocado pelo diagnóstico do câncer e, obviamente, pelo foco de atenção ser a cura da doença, é que os tratamentos para a cura do câncer muitas vezes geram problemas com a fertilidade, irreversíveis em alguns casos. A Dra. Ângela D’Avila, especialista em Reprodução Humana, concluiu um estudo recentemente na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que foi objeto de sua tese de doutorado, evidenciando que mulheres com câncer de mama que utilizaram quimioterapia apresentaram risco de infertilidade permanente devido à menopausa precoce. O estudo definiu que mulheres com 32 anos ou mais que necessitam desse tratamento e desejam constituir família após a cura da doença devem preservar a fertilidade antes de realizar o tratamento quimioterápico pois o risco de apresentarem problemas com ovulação, piora da qualidade dos óvulos e menopausa é maior que 80%.

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Mulheres com câncer de mama que utilizaram quimioterapia correm mais risco de infertilidade Demonstrou também que alguns hormônios dosados antes de ser iniciada a quimioterapia podem definir que precisará ou não preservar a fertilidade em virtude do risco aumentado de não conseguirem engravidar no futuro. As técnicas de preservação de fertilidade feminina disponíveis na atualidade são o congelamento de embriões e o congelamento de óvulos. O congelamento de fragmentos do ovário é uma técnica recente, mas que também já tem resultados positivos em vários centros de reprodução humana. “Compreendo que o momento do diagnóstico de um câncer, especialmente em um paciente jovem, seja de grande dor para a família e que naquele momento o que realmente importa é a cura. Porém, temos visto que como a cura tem

sido cada vez mais frequente, os pacientes nos procuram já curados para ajudarmos a vencer a infertilidade. Para aqueles que não realizaram um planejamento prévio à quimioterapia, com congelamento de óvulos, espermatozoides ou embriões, a alternativa muitas vezes será o óvulo ou sêmen de doadores anônimos”, alerta a Dra. Ângela. A infertilidade também deve entrar na pauta do tratamento da doença. Na próxima quinta-feira, dia 18 de julho, será proferida palestra sobre o tema no Salão de Eventos do Centro da Indústria, Comércio e Serviços (CIC/BG), às 18h. O encontro faz parte do projeto “De Peito Aberto”, que visa beneficiar a unidade local do Imama. A entrada é franca. Por: Dra. Ângela D’Avila

Reduza o consumo de açúcar Acrescentado durante a fabricação de muitos produtos, ele favorece o desenvolvimento de doenças como diabetes e obesidade Excesso de açúcar na dieta pode contribuir para a cárie dentária e para aqueles indesejáveis quilos acumulados em torno da cintura. Muitos alimentos contêm açúcares naturais, o que é geralmente suficiente para assegurar que o corpo

tenha combustível para funcionar normalmente. O preocupante é ingerir muito açúcar adicionado, que é acrescentado aos alimentos durante o processo de fabricação, alerta a Academia Americana de Médicos da Família. Consumido em excesso, o açúcar adicionado favorece o aparecimento de doenças como diabetes e obesidade. Portanto, as mulheres devem limitar o consumo de açúcar a 6 colheres de chá por dia (menos do que o encontrado em uma lata de refrigerante normal) e os homens a não mais do que 9 colheres de chá diárias, aponta a Associação Americana do Coração.

As duas academias oferecem as seguintes orientações para limitar a ingestão diária de açúcares: Reduza a quantidade de sobremesas, guloseimas e doces assados consumidos por dia; Lanche usando alimentos saudáveis para o coração, como frutas e vegetais frescos, cereais integrais e proteínas magras; Beba água em vez de bebidas com adição de açúcar; Evite alimentos processados. A maioria é rica em gordura, açúcar e sal; Asse guloseimas com receitas que usam menos açúcar, ou cozinhe com algum substituto dele. Fonte: saude.ig.com.br


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Artigo | Estética

Entenda sua insatisfação estética REPRODUÇÃO

Dr. Cezar de Moura

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ntes de tudo, é importante que você saiba que existem tecnologias liberadas pela ANVISA, capazes de melhorar sua aparência estética sem cortes, sem cicatriz, sem anestesia e sem lhe afastar do trabalho, muitas destas tecnologias também podem ser úteis em tratamentos para a dor, de modo que, em dadas situações, é possível você tratar dor crônica e melhorar sua aparência estética de modo conjunto. Tratamentos voltados para melhoria de imagem corporal e facial costumam ver o conjunto da imagem e não apenas pontos isolados, pois nem sempre a alteração estética estará onde você pensa estar. Como exemplo vou usar a relação de imagem existente entre a mama e a barriga. Você pode pensar que precisa de um silicone mamário para aumentar o volume das mamas, porém a imagem da sua mama pode estar relativamente apagada em virtude da projeção anterior da barriga. Vá na frente do espelho e imagine a sua barriga mais para dentro, observe que isso fará com que a sua mama melhore a aparência de projeção, ganhando uma definição melhor e mais equilibrada com a seu desenho corporal. O mesmo vale para casos em

Tratamentos para a melhoria da imagem corporal costumam ver o todo, e não apenas pontos isolados que você imagina que a sua mama é grande. Nestes casos o profissional poderá ter limitação do quanto sua mama poderá ser reduzida e essa limitação será ditada pelo tamanho da barriga, pois esta situação de redução do tamanho da mama poderá salientar, como “ efeito colateral” a sua barriga. Estes exemplos servem para você entender que ao alterar um ponto do seu corpo ou face, necessariamente você irá alterar os pontos correlatos de imagem, ou seja, não tem como “alterar a imagem da mama sem mudar a imagem da barriga” e vice-versa. Quero lhe mostrar com isso que o importante em todo o tratamento estético, quer seja com cirurgia ou mesmo nos tratamentos

sem cortes, é você entender os possíveis resultados estéticos e funcionais do conjunto correlacionado com o ponto alvo de melhoria estética, sob pena de você simplesmente mudar o alvo de foco estético, ou seja, reduzir a mama e ficar descontente com o tamanho da barriga, por exemplo. É importante também, sempre que possível, pensar em melhorar sua aparência estética de modo associado com a melhora do estado de equilíbrio funcional, mais importante ainda é sempre pensar em não gerar desequilíbrio biomecânico, mesmo que isso possa limitar o êxito de melhoria estética. Quando o assunto for a colocação de silicone, você não pode esquecer que estará colocando

seu centro de gravidade para frente, de modo que o volume da prótese terá a limitação da sua constituição física, sob pena de vir a partilhar desequilíbrios biomecânicos correlacionados com dores no futuro. No caso de barriga saliente, por exemplo, o tratamento estético pode ter reflexo de melhoria funcional em termos biomecânico, podendo servir também para aliviar dores crônicas. Neste caso a alteração pode não ser simplesmente por acúmulo de gordura, pois costuma haver, de modo associado, alteração nos músculos estabilizadores da pelve e da região lombar, de modo a flexionar a pelve e tornar a barriga mais saliente. Nestes casos costuma acontecer rotação compensa-

tória do fêmur, de modo a sobrecarregar joelho, articulação coxo-femural, tornozelo, etc. Se esse estado compensatório não tiver o ganho de mobilidade devida, você poderá ter dores no joelho, coluna lombar e até, quem sabe, cefaléia secundário a mesma alteração. Ao reduzir o tamanho da sua barriga você terá seu centro de gravidade em estado de maior equilíbrio biomecânico, sobrecarregando menos as articulações, o que poderá proporcionar a redução de dores. Assim, podemos ver que os tratamento sem cortes para a melhoria estética da barriga pode também ser usado para tratar dor crônica, pois nas abordagens sem cortes é possível tratar o conjunto muscular associado a disfunção biomecânica, melhorando sua aparência estética ao mesmo temo que melhora um estado de dor. Portanto, todo o tratamento voltado para melhoria estética, com cirurgia e mesmo os tratamentos sem cortes devem ser vistos como tratatamento de saúde, sendo importante pela melhora proporcionada na auto-estima, o que favorecerá a sua autoconfiança e redução do estado de estresse, favorecendo o seu corpo como um todo de modo a lhe proporcionar uma qualidade de vida pessoal, social e familiar mais equilibrada. Para mais informações a respeito disso, busque um profissional de saúde médico, biomédico, fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista, etc, e tenha uma vida mais feliz!


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Férias escolares, o que fazer? O

mês de julho chegou e, com ele, as férias escolares. Mas, o que é diversão para os filhos pode ser o começo de preocupações para os pais. O que fazer com o tempo livre das crianças dentro de casa, se os responsáveis têm de trabalhar? Será que há alternativas criativas para ocupar o período antes tomado pelo colégio e outras atividades? Reunimos algumas sugestões de atividades e programas que poderão ajudar, e muito, a tornar as férias um período prazeroso e sem preocupações para todos. “É importante os pais criarem uma rotina de atividades e brincadeiras, para que toda a energia da criança, geralmente despendida na escola, não fique acumulada ou seja trocada por horas jogando videogame”, explica o psicólogo Bruno Sini Scarpato, de São Paulo. Segundo ele, esse também pode ser o período ideal para que o casal fique mais tempo com os filhos – caso eles consigam. “Dá até para propor várias atividades em família”, complementa.

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A melhor maneira de tornar as férias prazerosas para pais e filhos é criar uma rotina de atividades e brincadeiras Economia e diversão Não quer sair de casa ou não pode gastar muito? Então, que tal reservar um dia para reunir os amiguinhos do seu filho? Se você trabalha, tire um fim de semana para receber a turminha dele em casa. Para animar, organize uma sessão de cinema, com direito a pipoca, refrige-

rante e brincadeiras. Você pode elaborar um quiz com perguntas sobre o filme assistido. E quem ganhar pode escolher o próximo filme ou sugerir uma brincadeira. A analista de qualidade Renata Nunes de Sousa, de 29 anos, faz um roteiro diferente em julho com o filho Miguel, de 8 anos. “Busco sem-

pre algo fora da rotina dele, levo-o para passar alguns dias na casa de parentes, procuro reunir os coleguinhas em casa e também tento programar viagens curtas, como ir à praia”, conta. Com a chegada da noite, sugira um acampamento dentro de casa. Use lençóis para montar cabanas no

quarto ou na sala e aproveite para contar uma história bem bacana. Você pode também pedir que um dos amiguinhos inicie a saga e vá passando a vez para o outro, que complementará com detalhes e dará sequência ao assunto. Ela pode ficar muito interessante e envolver a todos por bastante tempo! Outra opção bastante acessível é sugerir que todo mundo “arregace as mangas” na cozinha! Peça ajuda de seus filhos para montar o almoço de fim de semana ou um lanche da tarde especial. Você pode incluir AdeS Nutrikids nessas refeições. Em geral, os pequenos sugerem os pratos e vocês podem preparar juntos. Mas atenção: no fogão, só os adultos! E os responsáveis devem sempre se lembrar que não é o momento de se estressar com a bagunça da farinha que caiu no chão ou o leite derramado na pia. Esse é um momento de diversão e vale muito só de ver a alegria no rosto dos seus filhos. Fonte: portalvita.com.br

Fuso horário bagunça o organismo Dentro de nós existe um relógio biológico que funciona de acordo com o tempo do local que você está. Hormônios são produzidos em determinados horários e, muitos, durante a noite de sono. Todo o funcionamento do nosso corpo tem uma forte relação com o dia, com a noite ou a estação que estamos vivendo. Nosso corpo sofre quando tomamos um avião e em 12 horas, mudamos de continente, estação, horário, rotina e hábitos. Antes da invenção do avião não tínhamos esse problema. Os navios iam lentamente percorrendo o globo terrestre e o nosso organismo ia se adaptando aos poucos. Essa nova modalidade de estresse surge com as mudanças rápidas e com a frequência que viajamos. Existem algumas técnicas para informar ao corpo que ele tem que alterar seu relógio interno da mesma forma que alteramos o nosso relógio de pulso, por exemplo,

Nosso organismo sofre quando tomamos um avião e mudamos drasticamente de rotina se expor ao sol. Desta forma o corpo passa a ser informado do novo horário. A outra forma de se adequar é procurar não dormir, mesmo que o cansaço e o sono estejam te perturbando. Espere anoitecer e durma quando escurecer. Apesar destes cuidados é bom saber que o corpo leva sete dias para o corpo se adaptar. A parte boa é que muitas vezes viajamos de férias, então existe uma compensa-

ção emocional que dá conta de minimizar os estragos causados pelo caos nos nossos hormônios. Então, se for viajar, use o bom senso. Se alimente e hidrate bem e tente reduzir o esforço que seu organismo está fazendo para entrar no eixo. E divirta-se! Apesar de tudo, viajar é uma das coisa mais legais que se tem para fazer. Pelo menos para mim! Fonte: gnt.globo.com

13/07/2013 - Saúde & Beleza - Jornal Semanário - Edição 2942  

13/07/2013 - Saúde & Beleza - Jornal Semanário - Edição 2942 - Bento Gonçalves/RS