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Bento Gonçalves :: Sábado :: 24 de agosto de 2013

Uma solução para a falta de dentes

O poder da água Veja a importância deste líquido em nossas vidas Página 8

Os implantes dentários são muito utilizados na reparação da perda dentária

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Como controlar e previnir o mau hálito

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mau hálito é um sintoma que, assim como a febre merece atenção. Não só da má higiene bucal pode ser diagnosticado o mau hálito, mas também do aparelho digestivo como gastrite, diabetes, esofagite, refluxo, problemas intestinais, alterações no fígado, inflamações na garganta, sinusite, estresse, depressão e falta de saliva. O acúmulo de restos alimentares nas superfícies interdentais é a causa mais comum dentre os fatores uma vez que este é um problema não só de quem o possui, mas também das pessoas que necessitam conviver com o odor umas das outras. O mau cheiro é produzido por meio de bactérias que exalam gases de enxofre, a falta de saliva como já citado contribui para que estes gases se disseminem. Quando há uma má higienização da cavidade oral somando com o acúmulo de saburra lingual (crosta branca que se forma na base da língua) ou até mesmo a ingestão de bebidas alcoólicas, cigarro e quando o organismo está em jejum prolongado contribuem para a formação do odor. Pela manhã, o período do dia mais perceptível ao mau hálito é possível descartá-lo no momento em que se ingere algum alimento ou com a própria escovação, isso porque durante o sono há uma diminuição da produção salivar fazendo com que as bactérias presentes na boca entrem em ação. As glândulas responsáveis pela produção da saliva são a submandibular, sublingual, e parótidas, estas, estas em uma pessoa adulta e sem nenhuma deficiência podem chegar a produzir em média 2 litros de saliva por dia. Dentre os fatores que diminuem o fluxo salivar é possível exemplificar o cigarro, alimentos

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O mau hálito é produzido por meio de bactérias que exalam gases de enxofre muito salgados, estresse, síndrome do pânico, remédios psiquiátricos, quimioterapia, medos, ansiedades, apneia do sono. Os idosos costumam ter a boca mais seca em decorrência da desidratação natural da idade. Em decorrência da diminuição salivar, propicia ao paciente obter aftas, sapinhos, estomatites e cáries. Já alimentos mais picantes e ácidos como abacaxi, pimenta, limão aceleram a produção salivar, assim como goma de mascar (chicletes), fome, náuseas e enjoos. Durante a gestação é comum ocorrerem estas situações onde o próprio fato de escovar os dentes pode causar os sintomas citados culminando a formação do mau hálito consequentemente negligenciando a higiene. Já nos bebês a salivação em excesso pode significar o amadurecimento das glândulas salivares e sinalizar o nascimento dos dentes. O tratamento é realizado corretamente por meio de orientação profissional com o dentista onde são discutidas formas e métodos de higienizar a cavidade oral. Há métodos de intervenção como limpezas especializadas com remoção de tártaro, pigmentações, raspagens gengivais profundas e limpeza da lín-

gua. Os enxaguantes bucais usados como coadjuvantes, a escovação e fio dental contribuem para uma melhor higiene e sanam os problemas causados pela halitose. A escova ideal para remoção correta da placa bacteriana causadora do mau hálito vai depender de cada paciente pela sua característica estrutural, mas as mais indicadas são as de cerdas macias e cabeça pequena que podem alcançar os dentes do fundo conhecidos como molares. O uso da escova elétrica é indicado para quem tem algum tipo de deficiência motora. Já quem faz uso do aparelho ortodôntico há outras alternativas de escovas disponíveis no mercado. Produtos a base de álcool não são recomendados fazer uso quando há dor, tanto nos dentes como na gengiva. A visita ao dentista deve ser feita regularmente para que se possa solucionar o problema antes mesmo que ele se estabeleça na boca evitando-se tratamentos mais invasivos, ou seja, não é preciso ter dor para ir ao dentista, pois uma correta orientação pode trazer excelentes satisfações aos pacientes e à aqueles que convivem. Fonte: Folha do Mate


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Aprenda como fazer o uso correto do fio dental

Veja algumas dicas para tratar a pressão alta

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Se usado de maneira adequada o fio dental remove a placa bacteriana e os resíduos de alimentos Quando usado corretamente, o fio dental remove a placa bacteriana e os resíduos de alimentos das áreas onde a escova dental não tem acesso fácil, como, por exemplo, a linha da gengiva e as áreas entre os dentes. O uso diário do fio dental é altamente recomendável uma vez que a placa bacteriana pode levar ao aparecimento de cáries e doenças gengivais. Para usar o fio dental de maneira correta faça o seguinte: Enrole aproximadamente 40 centímetros do fio ao redor de cada dedo médio, deixando uns dez centímetros entre os dedos. Segurando o fio dental entre o polegar e indicador das duas mãos, deslize-o levemente para cima e para baixo entre os dentes. Passe cuidadosamente o fio ao redor da base de cada dente, ultrapassando a linha de junção do dente com a gengiva. Nunca force o fio contra a gengiva, pois ele pode cortar ou machucar o frágil tecido gengival.

Utilize uma parte nova do pedaço de fio dental para cada dente a ser limpo. Para remover o fio, use movimentos de trás para frente, retirando-o do meio dos dentes. Qual o tipo de fio dental mais adequado? Há dois tipos de fio dental: Fio de nylon (ou também multifilamento) Fio PTFE (monofilamento) Existem no mercado fios dentais de nylon, encerados ou não, com uma grande variedade de sabores. Como esse tipo de fio é composto de muitas fibras de nylon, ele pode, às vezes, rasgar-se ou desfiar, especialmente se os dentes estiverem muito juntos. Embora mais caro, o fio de filamento único (PTFE) desliza facilmente entre os dentes, mesmo com pouco espaço, e não se rompe. Usados de maneira adequada os dois tipos de fio removem a placa bacteriana e os resíduos de alimentos. Fonte: saudebucal.ig.com.br

lguns especialistas já consideram alta a pressão quando ultrapassa os 120 x 70 mm Hg, dependendo da idade e de uma série de outros fatores. Fala-se que mais de 50 milhões de brasileiros são portadores de hipertensão arterial e que 2/3 dos óbitos em nosso País relacionam-se à hipertensão arterial, doenças cardíacas, tromboses e acidentes vasculares. Em grande parte dos casos de hipertensão tem causa desconhecida, porém muitas vezes se pode determinar a sua origem. O que se sabe, é que ela está ligada à história familiar, ou seja, se os pais ou familiares próximos tiveram hipertensão, a chance de se desenvolver a doença será maior. Não podemos esquecer que muitos outros fatores como excesso de peso, o uso abusivo de bebida alcoólica, tabagismo e a própria vida sedentária aumentam em muito a probabilidade de alguém se tornar hipertenso. E esta doença tem cura? Pode-se dizer que a hipertensão arterial não tem cura, porém tem tratamento. Ou seja, ela pode e deve ser controlada. Não sendo controlada, irá acelerar o processo de aterosclerose, causar complicações tardias no coração (angina, infarto), nos rins (perda da função renal), na retina (hemorragias, cegueira) ou no cérebro (acidentes vasculares). Desta forma o próprio

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Mais de 50 milhões de brasileiros são portadores de hipertensão arterial coração terá que trabalhar muito mais para bombear o sangue, levando ao seu crescimento anormal e ao aparecimento de arritmias. Uma série de pequenos recursos permite controlar melhor a pressão alta: É bom lembrar que esta doença é para toda vida, exigindo muita persistência no tratamento. Não se pode parar de tomar os medicamentos. É preciso manter-se vinculado a um médico que possa fazer o acompanhamento quando necessário. O sal continua sendo o grande vilão deste quadro. Portanto deve-se evitar alimentos com grande teor de sal, como molho de soja, carnes defumadas, enlatados, conservas. O controle do peso é de fundamental importância. Os obesos têm muito menos chance de controlar sua hiper-

tensão arterial. O uso excessivo de álcool é responsável por cerca de 10% dos casos de pressão alta. A prática de exercícios regulares leva à redução do peso, auxiliando no controle da hipertensão arterial. Uma alimentação adequada também ajuda a manter a pressão arterial sob controle: assim, deve-se dar preferência à carne de aves e peixes. Deve-se evitar consumir a gordura da carne e dar preferência aos alimentos grelhados ou preparados no vapor, leite desnatado, queijos magros e iogurtes desnatados. Deve-se consumir verduras de folha. O mais importante, em caso de qualquer dúvida, é procurar sempre o médico de sua confiança. Não esqueça, deste poderá depender o futuro de sua vida. Fonte: Ivan Seibel - Folha do Mate


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Especial

Implantes, uma form

O procedimento é muito procurado para reparação de perda dentária e

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falta de um ou mais dentes pode fazer com que a pessoa tenha vergonha de sorrir ou não consiga comer alguns alimentos. Como solução para este problema existe a implantodontia que devolve a satisfação de mostrar os dentes. O principal motivo da procura por este processo é a reparação da perda dentária. O dentista e especialista em implantes dentários Cleiton Pegoraro afirma que as pessoas buscam este método muitas vezes por estética. “Para quem tem prótese, pode chegar uma hora que a mesma irá começa a perder sustentação, e o implante dará a estabilidade protética necessária”, explica. O que vai dar durabilidade é o trabalho de manutenção, a relação paciente e dentista. “Também não pode ser deixado de lado os cuidados básicos feito em casa, com escova, creme e fio dental”, enfatiza. O implante faz a função da raiz dentária que se perdeu, é um parafuso de titânio fixado na estrutura óssea. Dependendo de como é o mandíbula ou a maxila do paciente, a estrutura óssea que tem é preciso fazer um enxerto de osso. “Tem pacientes que perderam os dentes cedo é não tiveram a formação de uma boa estrutura óssea e por isso é feito um enxerto ósseo para repor essa perda”, comenta. Para a fixa-

O especialista em implantodontia Cleiton Pegoraro afirma que o método garante estabilidade p ção de implantes dentários na estrutura óssea temos que levar em conta duas medidas, a altura e largura óssea. O que pode acontecer na falta de um dente na parte inferior, por exemplo, é o de cima descer por não ter um que o sustente como os outros e o de trás se inclinar. Segundo o dentista a perda de um dente pode ser pior do que a

perda de metade de seus dentes. “Antigamente não se reabilitava, ficava sem ou fazia uma ponte móvel”, resalta. Hoje não se precisa mais mexer em dentes antagonistas ou adjacentes para fazer um procedimento no local onde tem a falta de algum dente. O implante pode ser feito a partir dos 18 anos, pois conforme Pegoraro até esta ida-

Os cuidados básicos e a manutenção com o dentista, são algumas das condições que garantirão a durabilidade


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ma de repor dentes

e estética, que tem uma solução permanente e bastante eficiente FOTOS ANDRÉIA DE DEUS

Cuidados pós-operatórios para implantes dentários

protética no local onde falta um dente ou mais de a estrutura óssea está em formação. Já a idade limite não existe. “Fiz três implantes em um paciente de 94 anos. A idade por si só não é um fator determinante, mas a situação em que a pessoa se encontra”, enfatiza. Ele diz que existem algumas doenças sistêmicas que exigem um planejamento mais cuidadoso do dentista durante o procedimento e a manutenção, como por exemplo, o HIV, diabetes se não está controlado e cardiopata com menos de seis meses. “Um paciente fumante ou quando tem falta de higiene é muito pior para fazer um implante e a manutenção”, avalia. Como em qualquer outro processo cirúrgico os riscos existem mas com planejamento e cautela por parte do profissional o paciente pode ficar despreocupado. O processo todo pode demorar de uma semana até um ano e meio, depende muito de cada caso. “No ponto de vista cirúrgico existe um protocolo e quem determina é a própria situação”, afirma. Durante todo o procedimento e depois o osso não pode doer. Para o dentista este é o risco de um insucesso. O que pode acontecer é um edema, inchaço, que ocorre por conta do calor

Após as cirurgias o paciente deve tomar alguns cuidados importantes para evitar aumento do edema (inchaço), hemorragias e infecções. Os três primeiros dias são fundamentais para a estabilização inicial do coágulo sanguíneo e esse período é crítico para um bom resultado pós-operatório sem complicações. Tomar corretamente a medicação prescrita pelo cirurgião - essas incluem basicamente antibióticos (quando o caso indicar), antiinflamatório e analgésico. Fazer compressa fria no rosto nas primeiras horas - fazendo intervalos a cada 15 minutos de compressa, quanto maior o período de uso acarretará em uma diminuição significativa do edema facial melhorando também possível dor e diminuindo a vascularização local evitando assim hemorragias. Não ficar cuspindo - esse hábito irá promover uma pressão negativa na boca podendo deslocar o coágulo que está em formação e consequentemente gerar uma hemorragia. Alimentação líquida/pastosa e fria - uma alimentação dura pode traumatizar o local da cirurgia removendo o coágulo e provocando uma hemorragia assim como o alimento quente poderá aumentar a vascularização local e também provocar uma hemorragia. Não fazer bochecho nem sucção por canudo - nos primeiros três dias após a cirurgia o coágulo ainda se encontra muito instável e qualquer distúrbio brusco dentro da cavidade bucal poderá remover esse coágulo provocando uma hemorragia. Morder gaze por no mínimo 30 minutos - a gaze mantida sobre o local da cirurgia irá fazer uma compressão e promoverá uma hemostasia. Não realizar atividades físicas - a atividade física irá promover aumento da circulação sanguínea e uma eventual hemorragia, sendo assim o paciente deverá permanecer em repouso absoluto. Não ficar exposto ao sol. A exposição ao sol ira, da mesma forma, aumentar a circulação do sangue e aumentar o risco de hemorragia. Dormir com o travesseiro alto - um leve sangramento quando o paciente se encontra deitado é bastante normal e não é necessário nenhum alarde. Quando mantemos a cabeça mais elevada diminuímos a circulação da cabeça. - Não fumar - a tragada em si que provoca uma pressão negativa, e a temperatura da que a fumaça entra na cavidade bucal que é capaz de deteriorar o coágulo provocando um alvéolo seco que pode gerar uma infecção conhecida por alveolite. A nicotina destrói a vitamina c, que é essencial para a regeneração tecidual, atrasando o reparo da ferida cirúrgica. Manter a higiene bucal - a escovação dos dentes deve ser mantida, porém o paciente não poderá fazer o bochecho, o ideal seria que o paciente fizesse apenas um enxágue bucal.

gerado no osso, para a colocação do implante. Pegoraro finaliza que quando o trabalho está pronto existem várias realizações por parte do paciente, pois no início do procedimento algo o estava incomodado, faltando, muitos chegam com medo e

ansiedade pois não sabem se o dentista vai conseguir fazer um bom trabalho, ficam na dúvida. “O resultado final envolve a satisfação do cliente. Isso é o que faz o profissional estar sempre se atualizando e buscando aperfeiçoamento”, argumenta.


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Dicas para ficar livre do suor excessivo

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o Brasil, cerca de 3% da população sofre com um problema que não prejudica diretamente a saúde, mas compromete seriamente a qualidade de vida. Essas pessoas suam exageradamente nas mãos, pés, na região crânio-facial, no peito, costas ou em qualquer outra parte do corpo. É a chamada hiperidrose. Em condições normais, o sistema nervoso envia ordens para que as glândulas sudoríparas produzam suor quando o corpo precisa perder calor. Por alguma razão ainda desconhecida, essa estimulação ocorre de maneira excessiva e independe da temperatura do ambiente. A transpiração é uma função biológica e essencial para regular a temperatura do organismo, mas quando é exagerada pode causar transtornos, constrangimentos e depressão, interferindo negativamente na autoestima, na vida íntima, social e profissional da pessoa. “Tenho pacientes que evitavam o aperto de mãos, pois estas estavam sempre muito molhadas”, relata o médico Dr. Carlos Hespanha, que é cirurgião torácico e trata a hiperidrose. Existem pessoas que não conseguem escrever ou, simplesmente, manusear papéis ou outros objetos sem deixá-los úmidos e manchados. Quando o excesso de suor é nos pés, a dificuldade em usar chinelos ou sandálias é grande, pois os calçados ficam escorregadios de tão molhados. Quem tem o problema nas axilas costuma levar roupa extra para a escola ou trabalho e se restringe a usar peças brancas ou escuras, que não chamam tanto a atenção para as manchas. A incidência desse distúrbio é praticamente igual em homens e mulheres e afeta também as crianças, podendo se manifestar na infância, adolescência ou somente na idade adulta. A hiperidrose é dividida em primária ou essencial e secundária. A primária é a mais frequente, não tem causa conhecida e pode ser provocada por fatores genéticos. Já a hiperidrose secundária é associada a uma causa específica que pode ser: obesidade, menopausa, alterações endócrinas e/ou

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Transpiração é uma função biológica e essencial para regular a temperatura do organismo neurológicas, uso de drogas antidepressivas e outras. “A boa notícia é que ela tem tratamento clínico, indolor, simples e muito eficiente”, assegura o Dr. Hespanha. “A sensação de renascimento é incrível quando se livra desse problema”, conta a fisioterapeuta Maria Cristina Mendes Boese, que há 2 anos descobriu o tratamento indicado pelo especialista. “Me considero mais bonita e segura desde que o suor excessivo que pingava do meu rosto desapareceu. Posso me maquiar e usar os cabelos soltos. A medicação não é cara e não provoca nenhuma reação adversa”, comemora. O médico explica que os pacientes têm seus problemas analisados individualmente por meio de entrevistas e exames específicos. “Excluída a existência de doenças que possam aumentar o suor, como o hipertireoidismo e outras alterações hormonais ou doenças neurológicas, parte-se para o tratamento”. Em pacientes com hiperidrose secundária, inicialmente deve-se tratar o que provoca a transpiração excessiva e, se os sintomas persistirem, trata-se a hiperidrose. Dr. Carlos Hespanha relata que na maioria dos pacientes, começam a aparecer entre o 7º e 10º dia, deixando mais de 80% dos pacientes livres do distúrbio. “Minha vida mudou depois que co-

mecei a tratar a hiperidrose. Desde o meu guarda-roupa, que está mais colorido, até minha vida social e profissional”, comenta a assistente comercial Kariny Ducate Jaskiu. Ela sofria com suor excessivo nas axilas, o que a atormentava desde criança. “As manchas que se formavam embaixo dos braços me obrigavam a usar somente roupas brancas ou escuras. Hoje faço a festa comprando peças bem alegres”, conta a assistente comercial. Willi Kirchner é empresário e como tal sempre precisou trabalhar de paletó e gravata, o que era impraticável devido ao suor excessivo no peito e nas costas. “Procurei um especialista pensando em me submeter a uma cirurgia, mas Dr. Carlos me indicou o tratamento clínico”, conta Willi. Hoje ele está livre do suor e dos constrangimentos, e usa ternos mesmo sob o calor intenso do verão. “É uma grande conquista e, o melhor, de maneira acessível e muito simples”, completa Willi. Dr. Carlos Hespanha explica que a cirurgia também é uma solução bem aceita e praticada. “Porém, hoje, com a eficácia dos medicamentos, recomendo primeiramente o tratamento clínico, que vem apresentando excelentes resultados”, conclui. Fonte: corpore.com.br


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A importância do descanso para uma vida mais saudável

Conheça os alimentos ruins para a osteoporose

A Se alimente bem, com qualidade e dose o café, ele pode fazer estragos no seu estômago O que fazer quando a gente encara uma onda muito grande de trabalho? Na medida do possível, a primeira coisa a fazer é respirar fundo e se organizar. Respeitar ao máximo seu tempo de sono, o grande restaurador do cansaço e da tensão gerada pelo esforço que você esta fazendo. Deixe as pendências caseiras em ordem, faça um bom supermercado para, pelo menos, ter o que comer quando chegar exausta e pagar as contas. Avise aos amigos que, por alguns dias, você vai ficar meio incomunicável e, infelizmente, não vai poder comparecer na estreia da peça ou no chá de bebê o no aniversário da sobrinha. Quando se deitar, louca para pegar rapidamente no sono, não fique com o celular, tablet, notebook, e controle remoto na mão, zapeando programas que você não vai ver. Isso só vai te despertar e roubar horas preciosas de descanso merecido. Também não pense em começar uma dieta neste período, muito menos um pro-

grama de exercícios pesados. Tudo tem seu tempo e sua vida não vai mudar por causa de duas semanas intensas de trabalho. Você pode alongar pela manhã, fazer uma caminhada leve ou até correr, se você já tem o hábito. E se você tiver tempo. Mas nada que te canse muito. Se alimente bem, com qualidade. Dose o café. Ele pode fazer estragos no seu estômago já tenso pelo estresse do momento. Faça uso também de uma boa vitamina C para repor o que você esta usando em excesso. Ela é um antioxidante que pode te ajudar nesse momento. O resto é bom senso e bom humor para encarar o tranco. Lembre-se, tudo passa. E para ajudar, visualize no horizonte uma praia paradisíaca no litoral de Alagoas ou num lugar que você já tenha ido e que ache bonito. Quando acabar tudo isso você pode ir pra lá. Mesmo que isso não seja possível, vale imaginar. Sonhar faz bem! Fonte: gnt.globo.com

prevenção de doenças dos ossos como a osteoporose não se faz apenas fazendo uma dieta rica em cálcio. Também é importante saber quais alimentos prejudicam a absorção do mineral pelo organismo ou que até mesmo retiram a substância dos ossos, fragilizando o esqueleto e facilitando o início da doença. Refrigerantes, principalmente os de cola, favorecem a descalcificação dos ossos, alerta nutricionista Roseli Rossi A nutricionista Roseli Rossi, especialista em Nutrição Clínica Funcional da clínica Equilíbrio Nutricional , explica quais alimentos merecem atenção ao serem consumidos porque fazem o corpo perder cálcio. “Os excessos de sal, proteína, cafeína, alimentos gordurosos e ricos em ferro, assim como refrigerantes de cola, que contém fósforo, favorecem a descalcificação”, alerta Roseli. Além disso, existem também aqueles alimentos que se não fazem o corpo perder o mineral, também não contribuem para sua fixação nos ossos. “Os alimentos ricos em ácido fítico, como feijão cru, sementes, castanhas, cereais, isolados de soja e alimentos ricos em ácido oxálico, como o espinafre, batata doce, feijão e chocolates diminuem a absorção de cálcio pelo organismo”. Nestes casos, o melhor é não ingerir produtos ricos em cálcio, como laticínios, na mesma refeição.

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A prevenção de doenças dos ossos não se faz apenas com uma dieta rica em cálcio Entenda nos intens abaixo quais são os alimentos da lista negra da osteoporose: O excesso de cafeína (mais que 3 xícaras de chá por dia) favorece a eliminação do cálcio pela urina, comprometendo o equilíbrio desse mineral no organismo. Alimentos ricos em ferro: eles competem com o cálcio, porém é raro que alguém tenha uma dieta mais rica em ferro do que em cálcio. O excesso de ferro facilita a eliminação de cálcio urinário. Isso acontece porque eles competem pela mesma porta de absorção nas células. O excesso de gorduras saturadas, como a manteiga, se liga facilmente ao cálcio e formam complexos insolúveis, favorecendo a eliminação do mineral pelas fezes. Por conter fósforo, que controla o paratormônio, respon-

sável por mobilizar o cálcio no osso e disponibilizá-lo na circulação, o refrigerante favorece a descalcificação. Os cereais diminuem a absorção de cálcio, por conter ácido fítico. As castanhas também são ricas em ácido fítico. Ácido oxálico: presente no espinafre, também diminui a absorção de cálcio pelo nosso organismo. A batata doce também é rica em ácido oxálico, assim como o feijão e o chocolate. O excesso de fibras solúveis, encontradas nas cascas das frutas, também prejudica a absorção de cálcio. O excesso de sal também tem papel negativo quando a questão é osteoporose. Ele aumenta a excreção de cálcio urinário. Fonte: saude.ig.com.br


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Água para mais beleza, saúde e disposição

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ocê sente aquele cansaço. Uma incontrolável sonolência chega, talvez também aquela dor de cabeça chata. Você olha para o computador ou para os colegas em uma reunião e não consegue se concentrar no que está fazendo. Aquela fome bate forte, mesmo que você tenha comido há apenas duas horas, e você mal consegue se lembrar o que falaram para você cinco minutos atrás. Seu mau humor está atacado hoje, e você tem muita dificuldade em lidar com as situações estressantes que aparecem. Sua pele está sem vida, você sente seu corpo inchado e muito lento. Podemos encontrar um monte de explicações para todos estes sintomas, mas quase nunca nos atentamos para uma muito simples: desidratação. Sim, um simples copo de água pode ser a diferença entre um dia de mal estar ou corpo e mente funcionando a pleno vapor. Segundo o médico Fereydoon Batmanghelidj, no seu famoso livro “Your Body’s Many Cries for Water” (em traducão livre: “Os muitos gritos do seu corpo por água”), é estimado que 75% das pessoas sofrem de desidratação crônica e suas consequências descritas acima. Muitas delas nem vão saber que alguns litros de água todos os dias são a solução para os males que as acompanham diariamente. “Mas não espere sentir sede para beber água, pois quando o corpo manda este tipo de sinal é porque ele realmente está começando a entrar em pane.” É muito comum o cérebro mandar sinais de fome para saciar a sede, pois para muitos de nós o alimento é a única forma de conseguir água

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É estimado que 75% das pessoas sofrem de desidratação crônica para que o corpo possa continuar funcionando - mesmo que esta seja uma forma pouco eficiente para isso. Além disso, nenhum outro líquido substitui a capacidade de desintoxicação e hidratação da água pura. Vale lembrar que refrigerantes, bebidas cafeinadas ou alcoólicas têm efeito desidratante, apesar de serem líquidos. Isso acontece porque o corpo precisa gastar mais água para processá-los do que a quantidade de água que eles contêm. A quantidade certa de água para você Para você saber qual é a quantidade mínima ideal de água para tomar diariamente, existe uma conta muito simples: seu peso ÷ 8 = quantidade de copos de 250ml por dia. Ex.: se você pesa 80 kg, divida esse número por 8 (80 ÷ 8 = 10 copos de água por dia).

Aumente esta quantidade nos dias de clima mais extremo, como muito calor ou muito frio ou muito seco. Ou ainda quando consumir os líquidos citados acima ou alimentos que desidratam, como os muito salgados, doces ou gordurosos, ou durante e depois de uma atividade física ou intelectual intensa. Se você tem dificuldades para lembrar de beber água, estabeleça horários fixos ao longo do dia, diminuindo a quantidade no período da noite para não interferir no sono. Use o alarme do seu telefone para ajudar você a lembrar, ou encontre pessoas para juntos se apoiarem a incluir mais água no seu dia. Independente de qual for sua resolução de ano novo, seja perder peso, ter uma saúde melhor, ser mais produtivo ou mais feliz, comece bebendo água! Fonte: personare.com.br

O que fazer para estimular a criança comer melhor Estimular o gosto das crianças por alimentos saudáveis não deve ser tarefa das mais fáceis – ainda não posso palpitar com propriedade, mas pelo relato de amigas e familiares, trata-se de um desafio diário. Acontece que isso seria muito mais simples caso os própriospais dessem o exemplo à mesa. Essa é uma das conclusões do trabalho de mestrado da nutricionista Luciana Lorenzato, do Laboratório de Nutrição e Comportamento do Departamento de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Esse estudo contou com a participação de 150 pais e de seus respectivos filhos, com idades entre 2 e 11 anos. Para realizá-lo, Luciana fez uma entrevista individual com as mães e aplicou o Questionário de Alimentação da Criança, conhecido como QAC. Depois, avaliou o peso e a estatura tanto das mães como dos filhos. “15% das crianças e 27% das mães apresentaram excesso de peso”, revela a pesquisadora. Ela comenta que achou interessante o fato de haver uma correlação positiva entre o peso dos filhos e o dos pais, pois evidencia que o estado nutricional dos pequenos pode estar associado ao de seus progenitores. “O peso dos filhos aumentava conforme subia o peso dos pais”, resume. Veja como isso se dá na prática: quando um determinado alimento é ofertado à criança comorecompensa por algo positivo, como terminar a lição da escola, a preferência por esse item é reforçada. “E geralmente eles tendem a ser palatáveis e pouco saudáveis, com alto teor de gordura, açúcar e sal”, exemplifica a nutricionista. Ou seja, presentear o pequeno com uma barra de chocolate só porque ele topou tomar banho pode ter

mais impacto na saúde do que se imagina. E sabe aquela tática de só oferecer a guloseima caso o pequeno termine o prato de salada? Ela também pode abalar seu bem-estar. Isso porque a criança sempre associará o consumo de verduras e legumes a algo penoso – não à toa ela ganha um presente depois do “sacrifício” de comê-los. “O trabalho atesta, então, que as atitudes, crenças e práticas dos pais durante a alimentação dos filhos pode favorecer o aparecimento da obesidade infantil”, resume Luciana. Para não ficar só nas estratégias inadequadas, a nutricionista aponta quais as melhores atitudes que os pais precisam tomar para incentivar que os filhos se alimentem de forma saudável. Confira: É importante manter os horários e o fracionamento das refeições (café da manhã, almoço e jantar, além de dois lanches intermediários e uma ceia), sem esquecer-se da ingestão de água ao longo do dia. Assim, o metabolismo e a digestão ocorrem de forma adequada. Sem contar que esse costume reduz a probabilidade de a criança procurar guloseimas e exagerar nas refeições. É difícil retirar os doces, refrigerantes e guloseimas das crianças, mas é importantecontrolar os excessos. Os pais nunca devem trocar os alimentos ricos em nutrientes por esses alimentos muito menos utilizá-los como recompensa por um bom comportamento. O mais importante é que os pais devem servir de exemplo, consumindo alimentos saudáveis junto com as crianças e evitando fast-food. As refeições devem ser realizadas à mesa com a família, lembrando que eles aprendem por meio do exemplo. A recusa que as crianças apresentam em relação a muitos alimentos não deve ser considerada uma aversão permanente, pois normalmente o aumento da aceitação ocorre somente após 12 a 15 apresentações. Colocar na rotina da molecada atividades ao ar livre também é fundamental. Isso evita que elas passem muito tempo em frente da televisão, do computador ou do videogame. Fonte: saude.abril.com.br

24/08/2013 - Saúde & Beleza - Edição 2954  

24/08/2013 - Saúde & Beleza - Edição 2954 - Bento Gonçalves/RS