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Rio das Ostras

Jazz & Blues:

os melhores do mundo no melhor festival do Brasil

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Jazz & Blues: em onze anos, mais de cem bandas ................................................................. 04 Festival inova mais uma vez e traz mudanças na infraestrutura ..................................................... 06 Quem está em 2013 ............. 10

Gastos dos turistas devem superar os R$ 8,4 milhões de 2012 .................................................. 16 Palco alternativo: artistas da região se apresentam na Casa do Jazz ................. 18 Investimento cultural que gera bons resultados .................... 20 Saxofone de três metros promete atrair turistas a Casa do Jazz .................... 22

REVISTA 11º RIO DAS OSTRAS JAZZ & BLUES Instituto Macaé de Geração de Empregos e Rendas Ltda CNPJ 04.536.054/0001-27 Av. Cristóvão Barcelos, 131 Centro (Praça São Pedro) - Rio das Ostras/RJ Tiragem 25.000 exemplares Circulação Rio das Ostras

Diretor Geral Roger Vilela Diretor Executivo Luiz Claudio Coelho Vieira Diretora de Redação e Comercial Rafaela Azevedo DRT: JP 1336 RN Gerente Financeira Raphaela Freitas

Editor Magno Lopes Projeto Gráfico e Diagramação Alexandre Albuquerque Revisor Maurício Marques Assessor de Logística Alexandre Fausto

Atendimento Comercial Aline Rodrigues, Michelle Neto e Ronaldo Lima Contatos (22) 2764-2705 | (22) 7811-4921 contato@rjnews.com.br contato@jornalrjnews.com.br 11º Rio das Ostras Jazz & Blues • 3


Jazz & Blues: em onze anos, mais de cem bandas

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Evento está entre os dez maiores festivais gratuitos do mundo e é o maior da América Latina

objetivo era levar música de qualidade aos moradores de Rio das Ostras, mas com o passar do tempo o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival se tornou o espaço musical mais democrático do país. Tudo isso, por causa da mistura de estilos e tendências musicais do blues e do jazz, no Brasil e no exterior. Com essas características, o evento está no ranking da Downbeat - revista especializada e conceituada neste ritmo musical - como um dos dez maiores festivais gratuitos do gênero no mundo e o maior da América Latina. Em onze anos foram mais de cem bandas. A primeira edição do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival aconteceu em 2003 e contou com a participação de nomes como Mindelis, Blues Etílicos, Baseado em Blues, Yamandú Costa e Kenny Brown, entre outros. Ano passado, o festival atraiu um grande público para as jam sessions e aos palcos montados nas praias Costazul, Tartaruga e Mar do Norte. Uma das características do festival é apostar em novidades a cada edição. Já em 2004, os organizadores descentralizaram ainda mais os shows e apostaram em mais um palco localizado na Praia do Cemitério. Na ocasião, estrelas estrangeiras como Stanley Jordan, Jane Monheit e Big Time Sarah; além de artistas brasileiros como Yamandú Costa, Romero Lubambo, Naná Vasconcellos levantaram o público nos dias de festa.

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Pintura Lena Larkin

Em 2005, o festival se consolidou no cenário musical do Brasil. Segundo estimativa, aproximadamente 12 mil pessoas assistiram as apresentações naquele ano. A programação de shows mesclou artistas consagrados como Magic Slim, John Scofield, Celso Blues Boy, Big Joe Manfra, Jefferson Gonçalves e Sérgio Duarte, entre muitos outros. Nesta edição, foi criada a Casa do Jazz, em Costazul. O espaço passou a abrigar o palco principal, exposição de fotos e biografias dos mais importantes músicos dos gêneros, praça de alimentação, telão lateral para transmissão dos shows ao vivo e ponto de venda de CDs, revistas e camisetas. Em 2006, outra novidade. Além dos shows nos palcos de Costazul, Tartaruga e Lagoa de Iriry, a Dixie Square Jazz Band percorreu os principais pontos da cidade, executando standards do jazz de New Orleans. Já em sua 5ª edição, o Rio das Ostras Jazz & Blues apresentou músicos consagrados e representantes da nova geração. Na programação de 2007 participaram Roben Ford, Stefon Harris, Ravi Coltrane, Soulive, Michael Hill e Roy Rogers. Entre as atrações nacionais Hamilton de Holanda, Dom Salvador, Luciana Souza e Romero Lubambo, Naná Vasconcelos e Big Gilson. Ícones como John Mayall & The Bluesbreakers presentearam o público em 2008. A programação trouxe ainda John Scofield, James “Blood” Ulmer, Vernon Reid - líder do Living Color, Will Calhoun’s, Regina Carter, Russell Malone, Bonerama e The Godfathers of Groove. Entre as atrações nacionais, Blues Etílicos, Mauro Senise Quarteto, Taryn, Dudu Lima, Marcos Suzano, Jean-Pierre Zanella, Robson Fernandes Blues Band e Delicatessen. Um ecletismo de estilos e de gerações marcou a 7ª edição. Passaram pelos palcos Spyro Gyra, John Hammond, Coco Montoya e Jason Miles. Eles dividiram a programação com a modernidade e experimentação de The Bad Plus - um dos principais grupos do movimento Jam Band e Rudder. Já as atrações nacionais retrataram a diversidade e a qualidade da música. Em sua 8ª edição, o Rio das Ostras Jazz & Blues manteve a ousadia e o espírito democrático que o transformou em um dos maiores festivais do gênero no Brasil e no mundo. Assim, abriu espaço para músicos nacionais que estavam no começo da estrada. Os shows aconteceram no centro da cidade. No ano seguinte, o festival consolidou a Concha Acústica da

Praça São Pedro como mais um espaço para shows. Ao todo foram cinco apresentações de boa música instrumental brasileira. Além deles, passaram talentos como Medeski, Martin & Wood e o saxofonista Bill Evans, o trompetista Nicholas Payton e a banda de eletro-jazz acústico Yellowjackets, que vieram ao festival lançar seu novo CD. Em 2012, o evento foi marcado por um mix de atrações com novos nomes como o saxofonista David Sanborn, o ícone da bateria Billy Cobham, o guitarrista de blues Duke Robillard, o lendário pianist Kenny Barron, o baixista camaronês Armand Sabal-Leco, o gaitista brasileiro Maurício Einhorn e o guitarrista brasileiro Hélio Delmiro. Não ficaram de fora nomes que se destacaram em edições anteriores como o encontro de Mike Stern e Romero Lubambo, dois grandes guitarristas de blues como Roy Rogers e Michael Hill, o mago da guitarra blues brasileira Celso Blues Boy e toda a diversão da Big Time Orchestra, entre outras atrações. O Rio das Ostras Jazz & Blues é realizado pela Prefeitura de Rio das Ostras, por meio da Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio, com produção da Azul Produções. O Festival é patrocinado pela V&M do Brasil, por meio da Lei de Incentivo da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro.

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Festival inova mais uma vez e traz mudanças na infraestrutura Criação de uma área especial de acessibilidade, área para motor-homes e piso especial estão entre as novidades

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organização do Rio das Ostras Jazz e Blues Festival reserva novidades para a edição deste ano. O objetivo é levar mais conforto e segurança a todos que vão passar pela Cidade do Jazz durante os cinco dias. O evento acontecerá de 29 de maio a 2 de junho. Este ano, o festival promete reunir 120 mil pessoas, que vão assistir a 29 shows gratuitos em quatro palcos e mais de 60 horas de boa música. Entre as mudanças na infraestrutura estão: a fixação de um piso especial na área de eventos em Costazul, que evitará o problema de lama em casos de chuva. Já os locais de realização dos shows serão planejados, possibilitando uma maior acessibilidade, principalmente aos portadores de necessidades especiais. Será criada ainda uma área para motor-homes. Outra novidade é que a Casa do Jazz, que antes funcionava até às 23h, ficará aberta durante todo o festival. Duas bandas dixie, e não mais uma, como no ano passado, ficarão circulando no meio do público nos intervalos dos shows. A abertura do festival será no dia 29, às 17h, na Praça José Pereira Câmara, no centro de Rio das Ostras, ao som da Orquestra BYU Synthesis, ganhadora do prêmio de melhor Orquestra de Universidade dos USA, promovido pela Downbeat em 2013. O line-up do Rio das Ostras Jazz & Blues 2013 conta ainda com Stanley Clarke Band, Christian Scott, Scott Henderson Trio, Lucky Peterson com Tamara Peterson, John Primer & The Real Deal Blues Band, Vernon Reid & Masque com Maya Azucena, Victor Wooten Band, Will Calhoun Ensemble com Donald Harrison, Léo Gandelman com Charlie Hunter, Diego Figueiredo, Arthur Maia, Lancaster, Orquestra Kuarup e Tributo à Celso Blues Boy. Os shows são gratuitos e acontecerão em quatro palcos: Praça São Pedro (11h15), Lagoa de Iriry (14h15), Tartaruga (17h15) e Costazul (20h). Mais do que um festival, o Rio das Ostras Jazz & Blues é um lugar de encontros de grandes músicos, histórias e plateias.


Em cada palco, uma característica CIDADE DO JAZZ E DO BLUES A infraestrutura de Costazul conta, além do palco principal, com uma praça de alimentação com 25 restaurantes e bares, 12 pontos de venda (quiosques) de produtos artesanais da cidade, de CDs, revistas e camisetas e telão, que transmite os shows ao vivo.

PRAIA DA TARTARUGA A Praia da Tartaruga abriga o palco mais charmoso do festival em uma pequena enseada, situada entre as praias do Abricó e Praia do Bosque. Na Tartaruga o público assiste aos shows sob o pôr-do-sol. O palco é montado sobre uma pedra que, literalmente, invade o mar.

LAGOA DE IRIRY No palco da Lagoa de Iriry, o público está lado a lado com o artista em um anfiteatro circundado por vegetação típica de restinga.

CONCHA ACÚSTICA Palco criado para a apresentação de novos talentos do jazz e do blues. Fica no centro de Rio das Ostras, ao ar livre e em frente ao mar.

Blogspot

Cezar Fernandes

Jorge Ronald

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Workshops gratuitos

com artistas internacionais Aulas serão ministradas pelo gaitista Jeferson Gonçalves e pelo produtor norte-americano Martin Salzaman

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Rio das Ostras Jazz e Blues Festival traz mais uma novidade para os amantes desse gênero musical. Neste ano, eles poderão participar de workshops gratuitos. As aulas vão disseminar conhecimentos sobre noções básicas de gaita e de como produzir eventos relacionados a estes estilos musicais. A iniciativa será proporcionada pela Fundação Rio das Ostras de Cultura. Os ensinamentos serão repassados na Casa do Jazz, na quinta-feira, dia 30, e no sábado, dia primeiro, às 12h, na Área de Eventos de Costazul. Para ministrar estes cursos foram convidados músicos de renome internacional como Martin Salzaman, um dos maiores produtores do “Blues de Chicago”, nos Estados Unidos. O músico aplicará workshop de Produção e Agenciamento, sempre direcionado aos eventos relacionados ao Jazz. Quem gosta de gaita, terá a oportunidade de participar da oficina de iniciação com o brasileiro Jefferson Gonçalves. Já os alunos da Escola de Música de Rio das Ostras poderão aprender um pouco mais com a Orquestra Byu Synthesis, dos Estados Unidos. O encontro entre os estudantes acontecerá na sexta-feira, dia 31 de maio, às 12h. Os interessados devem se inscrever gratuitamente entre os dias 27 e 29 de maio, no Centro de Formação Artística, na Praça José Pereira Câmara, no Centro, de 9h às 21h. Para o presidente da Fundação Rio das Ostras de Cultura, Cosme dos Santos, essa é uma oportunidade de levar um pouco mais da música para fora das salas de aula. “Muita gente tem vontade de aprender a tocar um instrumento e conhecer este cenário. Oferecer esta oportunidade é uma grande novidade e estamos empenhados para preparar este espaço”.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO: Dia 30 Local: Casa do Jazz Horário: 12h Martin Salzman Workshop sobre produção e agenciamento com um dos maiores produtores de Blues de Chicago Dia 31 - 12h Local: Prédio da Onda Horário: 12h Orquestra Byu Synthesis Intercâmbio entre alunos da Escola de Música e alunos da Universidade Byu de Provo-Ut, EUA Dia 1º - 12H Local: Casa do Jazz Horário: 12h Jefferson Gonçalves Introdução à gaita

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Fotos: Divulgação

QUEM ESTÁ EM 2013 Grandes nomes do Jazz e Blues vão embalar o público Além dos brasileiros, evento conta com músicos consagrados de várias partes do mundo 10 • 11º Rio das Ostras Jazz & Blues

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o casting de artistas da 11ª edição do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival estão nomes dos Estados Unidos, França e Inglaterra, sem contar os brasileiros. Serão nove atrações internacionais e 10 nacionais. Entre eles se destacam personalidades como Stanley Clarke, John Primer, Vernon Reid, Victor Wooten, Léo Gandelman e Arthur Maia. Para a escolha deles foi levada em consideração a qualidade dos profissionais e o momento em que vivem atualmente no mundo nesse gênero musical.


STANLEY CLARKE BAND Mais de 21 álbuns solo, 14 álbuns com a banda Return to Forever, e mais de 100 álbuns com outros artistas. Stanley Clarke é vencedor de três Grammy’s. Este será o primeiro show do músico acompanhado por sua banda no Brasil. No repertório músicas que marcaram sua história como School Days.

VERNON REID & MASQUE com participação de MAYA AZUCENA

Guitarrista, compositor e produtor, Vernon Reid passou seus anos de formação no Centro de Nova York com os grupos Defunkt e Shannon Ronald Jackson & The Decoding Society. O músico, líder do grupo de rock Living Colour, tem mais de cinco milhões de discos vendidos em todo o mundo, inúmeros prêmios, incluindo dois Grammy Awards e dois MTV Video Music Awards. No 11º Rio das Ostras Jazz & Blues Vernon Reid se apresentará ao lado de sua banda, Masque, com a participação especial de Maya Azucena no vocal. Vernon Reid & Masque é formada por Vernon Reid (guitarras), Maya Azucena (vocais), Leon Gruenbaum (teclados), Steve Jenkins (baixo) e Chad Joseph (bateria).

WILL CALHOUN ENSEMBLE com participação de DONALD HARRISON

Poucos artistas têm a visão e a capacidade de contribuir para diversos gêneros como jazz, rock, hip-hop e, simultaneamente, produzir e criar novos projetos. O baterista Will Calhoun tem. Conhecido por seu trabalho com o Living Colour e vencedor de dois prêmios Grammy, Will é uma referência no seu instrumento. Ele lançará no Rio das Ostras Jazz & Blues seu novo CD, que tem as participações de Ron Carter, Wallace Roney e Donald Harrison. É com o Donald Harrison, que Will Calhoun vai dividir o palco no evento. O encontro, único, promete ser inesquecível.

LUCKY PETERSON com participação de TAMARA PETERSON

Guitarrista, organista, cantor e compositor, esse mestre do blues contemporâneo impressiona pela consistência da sua música. A revista New Yorker se referiu a ele como “um mestre da guitarra, órgão e microfone”. Depois do sucesso, Peterson viveu o drama das drogas e, reabilitado, lançou em 2010, pela Dreyfus Records, o álbum You can always turn around. O trabalho foi gravado em Catskills com mestres de Woodstock como: Larry Campbell, guitarra (Bob Dylan, Levon Helm), Scott Petito, baixo (Os Fugs, Mercury Rev, Rick Danko band), e Gary Burke , bateria (Joe Jackson, Shania Twain). Seu show no festival vai ser uma mostra dos seus maiores sucessos, que incluem músicas do CD Black Midnight Sun. É um show forte e vibrante que cria uma grande sintonia com a platéia.

VICTOR WOOTEN BAND

Compositor, arranjador, professor, produtor, vocalista e multi-instrumentista; vencedor de cinco prêmios Grammy. Victor Wooten é conhecido por seus solos, gravações e turnês. Como integrante do grupo Béla Fleck & The Flecktones, ganhou os prêmios mais importantes dados a um baixista elétrico. Eleito por três vezes o baixista do ano pela Bass Player, foi o único músico a receber esse prêmio por mais de uma vez. Essa será a primeira vez que Victor Wooten vai se apresentar no Brasil. Sua banda é formada por Victor Wooten (baixo), Steve Bailey (baixo), Anthony Welington (baixo), Dave Welsch (teclado e trumpete), Derrico Watson (bateria) e Krystal Peterson (vocal).

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Fotos: sxc.hu

CHRISTIAN SCOTT

Com quatro CDs lançados e uma indicação ao Grammy, o jovem trompetista de Nova Orleans é uma das grandes revelações do jazz atual. Christian Scott cresceu em Nova Orleans, foi para a Berklee College of Music e se lançou em uma carreira musical que o coloca como um dos grandes inovadores da sua geração. “Yesterday you said tomorrow” seu mais recente CD, reflete o legado de alguns de seus heróis musicais dos anos 60, e ao mesmo tempo exerce a música como uma ferramenta para resolver algumas das questões mais importantes da cultura contemporânea. O seu show mostra um grande músico contemporâneo com uma enorme consistência musical. Christian é um pesquisador e conhece a fundo a história de sua música. No Rio das Ostras Jazz & Blues Chistian Scott tocará com o seu sexteto, formado por Christian Scott (trompete), Lawrence Fields (piano), Luques Curtis (baixo), Corey Fonville (bateria), Matthew Stevens (guitarra) e Braxton Cook (saxofone).

JOHN PRIMER & THE REAL DEAL BLUES BAND

Como todos os grandes nomes do blues americano, John Primer começou a tocar uma guitarra feita em casa aos oito anos de idade, tentando emular o som dos artistas ouvidos pelas ondas do rádio valvulado de sua avó. Mais tarde passou a se apresentar na Igreja Batista. Começou sua carreira solo na Wolf Records, com composições e um estilo de cantar que mostram a influência de Dixon e Slim, sendo indicado a vários prêmios tradicionais com o Blues Music Awards, entre outros. A The Real Deal Blues Band é formada por John Primer, guitarra e vocal, Russell Green, gaita, Melvin Smith, baixo e Jason Ferguson, bateria.

SCOTT HENDERSON TRIO

Scott Henderson foi influenciado por grandes nomes como Jimmy Page, Jeff Beck, Jimi Hendrix, Ritchie Blackmore, e, seu guitarrista de blues favorito, Albert King. Em 1984, o músico formou com o baixista Gary Willis a banda Tribal Tech. Após 10 álbuns extremamente aclamados pela crítica e com o mais novo Tribal Tech X (Tone Center, 2012), Henderson provou que é sim um instrumentista e compositor de classe mundial. No Rio das Ostras Jazz & Blues Scott Henderson estará acompanhado por Travis Carlton, no baixo e Alan Hertz, na bateria.

BYU SYNTHESIS

Byu Synthesis, sob a direção do Dr. RaySmith, é reconhecida em todo o mundo como uma das principais Big Bands de universidades na América. Saindo das ricas tradições de bandas como Count Basie, Glenn Miller, e Stan Kenton, o conjunto apresenta arranjos inovadores e variados do jazz, música latina, blues, swing clássico, e fusion. Criada em 1973 e com 20 participantes em sua formação, já produziu 10 discos, e tocou com personalidades bem conhecidas do jazz como Michael Brecker e Randy, Bob Mintzer, Jon Faddis, e Pedro Erskine. O nome Synthesis é definido por eles como “o que reúne vários estilos musicais”.

ARTHUR MAIA

Iniciou sua carreira musical como baterista em bailes da Zona Norte carioca. Orientado pelo tio, o baixista Luizão Maia, trocou a bateria pelo contrabaixo aos 17 anos. Criador de um estilo único de tocar, que o tornou muito popular, Arthur Maia é músico constante em álbuns e shows ao lado de grandes nomes da música nacional. Indicado em distintas categorias ao Grammy, Arthur Maia é ganhador dos prêmios por sua participação em discos como: Brasileiro - Sergio Mendes; Quanta Gente Veio Ver (Quanta ao Vivo) - Gilberto Gil; São João Vivo, também do compositor baiano e mais recentemente por Fé na Festa, de Gilberto Gil.

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DIEGO FIGUEIREDO

Guitarrista, produtor, arranjador, orquestrador e multi-instrumentista, Diego Figueiredo nasceu em Franca, São Paulo, em 1980. Com apenas 32 anos, o músico já lançou 20 CDs, três DVDs, se apresentou em mais de cinquenta países e foi premiado por duas vezes pelo Montreux Jazz Festival na Suíça (2005 e 2007) como um dos três maiores guitarristas do mundo. Considerado pela crítica especializada um dos maiores talentos da guitarra mundial Diego Figueiredo já tocou ao lado de Al Di Meola, John Scofield, Yellow Jackts, Fafá de Belém, Jair Rodrigues, Moraes Moreira, entre outros. No Rio das Ostras Jazz & Blues Diego Figueiredo estará acompanhado por Gabriel Grossi, na gaita, Robertinho Silva, na bateria e Alexandre Pio, nos teclados.

LÉO GANDELMAN com participação de CHARLIE HUNTER

O saxofonista Léo Gandelman desenvolve um trabalho de popularização da música instrumental brasileira. Além do reconhecimento no país, onde foi eleito por 15 anos consecutivos como melhor instrumentista, Léo conquistou seu espaço no concorrido cenário musical dos Estados Unidos. As seis temporadas de casa cheia no Blue Note de Nova Iorque demonstram o quanto ele agrada a um dos mais exigentes públicos de jazz. No Brasil, já são dez álbuns gravados e mais de meio milhão de cópias vendidas. Já Charlie Hunter é chamado de one man band. Ele toca na “guitarra de 8 cordas”, um instrumento único. Reconhecido como representante do movimento Groove Music, contemporâneo, Charlie tem chamado a atenção do público, músicos e crítica do mundo inteiro com a sua técnica única e sua concepção original de fazer música. Leo Gandelman e Charlie Hunter serão acompanhados por Serginho Trombone, músico reconhecido por sua contribuição como instrumentista e arranjador dos maiores artistas da MPB e da black music brasileira.

LANCASTER

Ao longo de seus 17 anos de carreira, Lancaster estudou a fundo os estilos dos principais mestres do blues, começando por guitarristas mais tradicionais como T-Bone Walker, Otis Rush, B.B. King, Muddy Waters, Buddy Guy, Albert King, Albert Collins, entre outros. No final dos anos 90 Lancaster começou a mostrar uma forte influência de Carlos Santana, Stevie Ray Vaughan e Ronnie Earl, guitarristas mais técnicos e menos tradicionais. Hoje seu estilo engloba várias vertentes do blues com toques latinos e de soul music. No Rio das Ostras Jazz & Blues Lancaster apresentará o show de seu novo CD Blues Journey que reúne composições de seus quatro CDs e duas faixas instrumentais inéditas gravadas especialmente para a coletânea. Sua banda é formada por: Lancaster, guitarra e voz, Flávio Naves, orgão Hammond, Thiago Cerveira, guitarra base, Izal de Oliveira, baixo e André Machado, bateria.

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ORQUESTRA KUARUP

A orquestra Kuarup Sopros & Cordas abre tradicionalmente o palco principal do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. Programa da Fundação Rio das Ostras de Cultura, a orquestra reúne alunos e ex-alunos do curso técnico profissionalizante de música do Centro de Formação Artística. No repertório, o maestro Nando Carneiro, que também é violonista e compositor, faz questão de selecionar o que chama de “clássicos da Música Popular Brasileira”. A orquestra já lançou um CD e um DVD e traz em sua bagagem apresentações na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, e em 2004 esteve na Alemanha para um intercâmbio com a escola de música Musikchule de Tübingen.

TRIBUTO A CELSO BLUES BOY

Tributo Oficial a Celso Blues Boy é um espetáculo multimídia que revisita a obra do artista. O espetáculo foi criado pelos músicos integrantes da banda que o acompanhou nos últimos anos e conta com a participação de convidados especiais que fizeram parte da vida de Celso. O grupo é formado por Márcio Saraiva, na bateria e vocais, Marcos Amorim - ao seu lado nos últimos cinco anos na estrada -, na guitarra, e Roberto Lly, lendário baixista do rock brasileiro, ex-integrante do Herva Doce, que fez parte da Legião Estrangeira, a primeira banda formada por Celso. As participações especiais ficam por conta de Jefferson Gonçalves na gaita - o único gaitista que tocava ao vivo com Celso em sua banda -, Big Joe Manfra, um dos grandes guitarristas do blues nacional - convidado constante de Celso em seus shows, com a responsabilidade de executar os solos do mestre - e, nos vocais, Ivo Pessoa, um timbre de voz perfeito para execução das músicas de Celso Blues Boy.

MAURO HECTOR

O guitarrista vem consolidando seu nome na cena blueseira e jazzística com seu trabalho de estúdio, em Santos; dando aulas; oficinas e fazendo pocket shows. Foi o primeiro colocado na etapa de São Paulo do Cascavel Jazz Festival e também do Fender Festival da Baixada Santista. Discípulo de Jimi Hendrix e sob a influência de BB King, Joe Pass, Mike Stern, e outros, vem traçando sua trajetória de forma independente. Sua carreira solo teve início com o CD Sonoridades, em 2002. Em 2006 abriu o show do guitarrista norte-americano Eric Gales, fazendo uma Jam com o clássico Red House de Hendrix. Um ano depois, em 2007, lançou seu segundo CD, Atitude Blues, no Teatro do SESC Santos, com produção da Mannish Boy Produções Artísticas.

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GEAN PIERRE

Gean Pierre atua como guitarrista e violonista profissionalmente desde 1992. Participou como músico em diversos CD’s de artistas consagrados do Espírito Santo, e lançou seu primeiro disco solo “Imagem” em 2013, no Manguinhos Jazz & Blues Festival e se apresenta ainda no Festival de Jazz e Bossa de Santa Teresa. Além da sua carreira solo, também é idealizador e integra o grupo institucional Fames Jazz trio, já tendo se apresentado em shows importantes como o de Stanley Jordan e também na edição de 2011 do Manguinhos Jazz & Blues Festival. Coordena projetos de orquestra de violões no interior do Estado. Em 2012, realizou uma série de apresentações com o show “Sambinha” em cidades do Estado do Espírito Santo, através do projeto de Circulação Cultural da Secretaria de Cultura do Espírito Santo.

VAGNER FARIA

Autodidata, o baixista ingressou na música por influência dos irmãos mais velhos e começou a tocar aos 15 anos em bandas de garagem de sua cidade, Divinópolis, Minas Gerais. O improviso é uma de suas marcas, transformando em jazz músicas consagradas do rock internacional, de Beatles a Nirvana. Em 2009 foi vencedor do IX Prêmio EDMG de música instrumental. Participou de eventos como TIM Concert, Instrumental SESC Brasil (SP), Tudo é Jazz e Circular Brasil. Em 2010 lançou seu trabalho autoral, “Além do Olhar” e é Integrante do grupo Jazz a Zero, em parceria com Renato Saldanha, Bernardo Rodrigues e Edvaldo Ilzo. Acompanhado por seus parceiros do trio e de Christiano Caldas, no piano elétrico, Vagner vai levar ao palco Novos Talentos o show “Além do Olhar” com músicas do CD de mesmo nome e homenagens a jazzistas mineiros, como Túlio Mourão e Nivaldo Ornelas.

FERNANDO VIDAL TRIO

Ed Motta, Beto Guedes, Cássia Eller, Zélia Duncan são alguns dos muitos nomes que o carioca Fernando Vidal já acompanhou em shows pelo Brasil e exterior. Suas maiores parceiras são Marina Lima e Fernanda Abreu que além dos palcos, já renderam algumas faixas, como “Zona Norte, Zona Sul”, com Fernanda Abreu e “Passara II” com Ronaldo Bastos e Marina Lima. O guitarrista, compositor e produtor musical iniciou sua carreira ao lado de John Sulivan no grupo The Way, ficou dois anos estudando na Musicians Institute of Technology em Los Angeles e, em 1984, quando retornou ao Brasil, gravou o compacto “Milionários da Cobertura” com John e Pedro Gil. Atualmente, além de se apresentar com seu Trio, integra a banda do Seu Jorge e continua fazendo shows com Marina Lima e Fernanda Abreu. Fernando Vidal Trio é formado por Fernando Vidal na guitarra, Mac Willian, na bateria e Dudu de Souza, no baixo.

MONTE ALEGRE HOT JAZZ BAND

O encontro de seis amigos, todos já atuantes da cena musical contemporânea carioca, deu origem, em 2009, a Monte Alegre Hot Jazz Band. A banda é um mix cultural. Seus integrantes são de diversas nacionalidades e vieram de diferentes grupos musicais, como Canastra, Songoro Cosongo, Sobrado, 112 e Orquestra voadora. A Monte Alegre Hot Jazz Band segue o estilo das tradicionais bandas de jazz de Nova Orleans, seguindo o Dixieland, estilo norte americano com suas raízes diretamente ligadas ao Blues e ao Ragtime. Em seu repertório, temas clássicos como “Royal Garden Blues”, “That’s a plenty” e “Bourbon street parade”, “When the Saints go marching in” e “Hello Dolly”. A Monte Alegre Hot Jazz Band é formada por Marco Serragrande, trombone; Tom Ashe, trompete; Arturo Cussen, clarinete; Leandro Joaquim, cornet; Tim Malik , sousaphone; Fernando Oliveira, banjo e Rodrigo Serra, percussão.

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Gastos dos turistas devem superar os R$ 8,4 milhões de 2012 Público é um dos mais exigentes e com maior poder aquisitivo, apontam empresários

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o primeiro ano da pesquisa do valor que o turista do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival injeta na economia de Rio das Ostras se atingiu a cifra de R$ 6,5 milhões. Já na segunda pesquisa, realizada no ano passado, os dados revelaram gastos que chegaram a R$ 8,4 milhões. Quem comemora os bons números são os comerciantes locais, principalmente, os donos de hotéis, pousadas, bares e restaurantes.


De acordo com a presidente do Rio das Ostras Convention & Visitors Bureau, Paula Meireles, este é o melhor evento turístico da cidade. Todos os anos, ele garante 100% de ocupação na rede hoteleira. Faltando 12 dias para o início do festival, os números apontaram que 82% dos leitos estavam lotados. “É preciso ressaltar que estamos lidando com um público com um perfil diferente daquele que vem em outras épocas para a cidade”. Ela revelou que o evento atrai pessoas com idade entre 30 a 50 anos, com renda salarial média de R$ 5 mil e com nível superior. “A maior parte vem de estados como Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo, mas também de outras cidades do Rio de Janeiro”, completou. Quem também percebeu esta particularidade foi a proprietária de uma pousada, Regina Ferraz. A empresária está com os 16 leitos que oferece reservados. “São pessoas que gastam muito mais, entretanto, gostam de uma boa música e são conscientes quanto ao meio ambiente. Consegui lotar a minha pousada faltando quase três semanas para o festival”. Ela aponta que o evento pode crescer ainda mais nos próximos anos.

Dicas Quem ainda busca hospedagem na cidade pode encontrar a lista disponível no site do festival. No mesmo endereço é possível ver as sugestões de restaurantes. O endereço eletrônico é o www.riodasostrasjazzeblues.com.

Bares e restaurantes Nesse setor espera-se um aumento nas vendas de até 70%. “O Rio das Ostras Jazz & Blues Festival consegue transformar um final de semana de baixa temporada em um de alta temporada”, disse o diretor de Comunicação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares, Rodrigo Peleteiro. Para atender esse crescimento alguns empresários chegam a contratar trabalhadores freelanceres. Mas, está enganado quem acha que esta é a única preocupação. É preciso admitir funcionários que sejam capacitados para o bom atendimento. “É um público que não se preocupa com o preço, mas exige um excelente serviço de atendimento. Com isso, ele acaba se tornando fiel”.

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Palco alternativo: artistas da região se apresentam na Casa do Jazz

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Peças produzidas pelos artistas locais também serão comercializadas no local

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m espaço todo decorado com suvenires, quadros e objetos relacionados aos estilos musicais que tomam conta de Rio das Ostras durante o festival. Para completar, um palco por onde vão passar somente artistas regionais e uma área de comercialização dos artigos produzidos por artistas plásticos. Esta é a Casa do Jazz, localizada em Costazul, que ficará aberta entre os dias 29 de maio e primeiro de junho, sempre a partir das 19h. As bandas foram escolhidas por uma equipe da Fundação Rio das Ostras de Cultura, que selecionou os grupos pela qualidade da execução instrumental. Além do blues, os músicos têm no repertório o melhor do rock internacional. Foram selecionados nomes como, Deparlie, Marcos Matarazzo, Aurélio Lisboa, Sanctuarium, Fahrenheit, entre outros. Já na área de comercialização de peças e artigos, o público encontra botons, chaveiros, violoncelos de alumínio, peças


Maurício Rocha

feitas de vidros, quadros e porta-chaves. O destaque da Casa são os “violatas”, violões montados a base de latas. Tudo foi confeccionado pela equipe de artistas plásticos da Fundição de Artes e Ofícios. A Fundação Rio das Ostras de Cultura fará ainda neste espaço uma exposição de instrumentos musicais, como violão, viola, entre outros.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO PALCO ALTERNATIVO Dia 29 Deparlie Marcos Matarazzo O Pulso Caramadas Route 69

Dia 31 O Cãibra Ângelo Nani e Big Washington Froglegs Fahrenheit Oniblues

Dia 30 Ed Blues Tuia de doido Ensemble Aurélio Lisboa Willian Gordon Sanctuarium

Dia 1º Segundo Set Diogo Spadaro Micha Devellard Rock’Road Band WJ e Banda

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que gera bons resultados V & M do BRASIL: hรก seis anos patrocinando o Rio das Ostras Jazz e Blues Festival

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nvestir em valores sociais que possibilitem um bom retorno para a sociedade. Este é um dos pensamentos da Vallourec & Mannesmann Tubes - V & M do BRASIL, empresa líder mundial na fabricação de tubos de aço sem-costura, que patrocina há seis anos o Rio das Ostras Jazz e Blues Festival. O incentivo cultural realizado no município é um dos valores da empresa, que já pratica esta política desde 2001 nas mais diversas cidades onde mantém bases de atuação. De acordo com a coordenadora de Integração com a Comunidade e Projetos Socioculturais da V & M do Brasil, Cássia Cristina da Silva, o festival ocupa um investimento estratégico da V & M do BRASIL, devido ao número de turistas que o evento atrai, a qualidade dos shows e a movimentação na economia local. “Por isso, estamos há tanto tempo apoiando esta iniciativa”. No evento, a empresa possui um camarote onde recebe clientes e parceiros. Este ano, vai aproveitar para convidar quem passar pelo local para visitar o estande da V & M do BRASIL que será montado na Brasil Offshore - Feira e Conferência Internacional da Indústria de Petróleo e Gás, que acontecerá do dia 11 a 14 de junho, em Macaé. O momento é analisado como uma maneira de fortalecer relacionamentos. “Seja por meio das leis de incentivo ou com recursos próprios, em espaços abertos ou dentro de nossas unidades, estamos sempre investindo em cultura. Este valor está no DNA da empresa”. Este não é o único investimento que a empresa realiza em Rio das Ostras. No ano passado, ela apoiou o projeto “Conhecer para cuidar”, que tem como objetivo a preservação do patrimônio histórico e cultural do município. Ele agrega não só estudantes, como também o público da terceira idade e terá continuidade neste ano. De acordo com a coordenadora de Integração com a Comunidade e Projetos Socioculturais, em Minas Gerais os investimentos na cultura já estão bem sistematizados. Quase 100% das 26 cidades são contempladas. “Queremos implan-

Seja por meio das leis de incentivo ou com recursos próprios, em espaços abertos ou dentro de nossas unidades, estamos sempre investindo em cultura. Este valor está no DNA da empresa” Cássia Cristina da Silva - coordenadora de Integração com a Comunidade e Projetos Socioculturais da V & M do Brasil

tar esse sistema também no Rio de Janeiro para 2014”. No estado mineiro, a empresa vai inaugurar em setembro o Cine Teatro V & M do BRASIL. O espaço foi instalado em um prédio histórico da década de 30, localizado na Praça Sete em Belo Horizonte. O processo de reforma e restauração começou em 2006. A exposição de painéis de Candido Portinari vai abrir as atividades artísticas no local. “Com esta inauguração vamos devolver para a população um ativo cultural de grande valor”, finalizou.

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Saxofone de três metros

promete atrair turistas a Casa do Jazz O instrumento de três metros será uma das grandes novidades desse ano do local

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Fotos: Maurício Rocha

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m saxofone gigante, de aproximadamente três metros, ficará exposto na entrada da Casa do Jazz. O objetivo desta peça, feita por Artistas da Fundição de Artes e Ofícios de Rio das Ostras, é chamar a atenção dos visitantes para a exposição dos objetos confeccionados no município. O sax é feito de isopor e foi escolhido por ser um dos instrumentos que mais se remete ao jazz e ao blues. A equipe está trabalhando a todo o vapor nos últimos dias para deixar o festival mais temático. Para o artista plástico Isaque Rocha, uma obra exposta do lado externo da Casa convida ainda mais as pessoas para entrarem no espaço e conhecer as atividades dos artistas da região. “A Casa do Jazz é um lugar que já caiu no gosto popular. Lá nossos artistas plásticos fazem a mostra de suas criações, divulgando Rio das Ostras em diversos lugares do Brasil e do mundo. Esse sax chamará muita atenção dos visitantes”, conta. A Casa do Jazz, localizada em Costazul, ficará aberta de 29 de maio a primeiro de junho, sempre a partir das 19h.

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Festival de Jazz & Blues 2013  

Rio das Ostras/RJ - Brasil