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COMO A FORD AJUDOU A PÔR O HOMEM NA LUA

www.portalreposicao.com.br ANO XIII I Nº 145 I JULHO 2019

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Dana comemora 72 anos de Brasil com foco na excelência e sustentabilidade Leia na página 8.


EDITORIAL

A tecnologia que levou o homem à Lua e seus reflexos na Terra A chegada do homem à Lua está fazendo 50 anos e todos conhecem detalhes dessa conquista histórica que teve a participação da Ford. Além de projetar e construir o centro de controle, a Philco-Ford forneceu equipes de suporte técnico e engenharia durante a construção e operações, importante, no sucesso da sucesso da missão da Apollo 11. Em 1990, a Ford saiu da indústria aeroespacial, mas o espírito de curiosidade e inovação que impulsionou seus empreendimentos aeroespaciais permanece vivo e cada vez mais presentes na tecnologia dos carros autônomos, conectados e elétricos, assim como o projeto Cidade do Futuro, que conecta todos os sistemas de transporte em uma rede mais eficiente, contribuindo com as cidades a superarem seus desafios de mobilidade com o poder da tecnologia e melhorando a vida de todos aqui na Terra. Leia a matéria Odisséia no Espaço, com alguns depoimentos inspiradores de Ted Ryan, gerente de Arquivos e Patrimônio da Ford. Boa leitura!

Désirée Sessegolo EDITORA

EXPEDIENTE

ADMINISTRAÇÃO

Genésio Guariente

Em busca de resultado... Já tivemos a oportunidade de apontar possíveis caminhos que pudessem vir a melhorar o resultado: a) Ajustar o estoque para dinamizar o giro; b) Revisar os itens parados, sem movimentação; c) estabelecer melhor critério na logística de entrega; d) Cortar custos, sem diminuir o quadro de colaboradores; e) E, principalmente, estabelecer, como rotina, treinamentos constantes para todos os colaboradores, buscando o interrelacionamento entre todos os setores da empresa, a fim de melhorar a produtividade no processo de atendimento àquele que é o mais importante: cliente. Dissemos que não adianta ter-se um quadro de vendedores de bom nível quando esse está distante do sistema operacional da empresa, ou seja: Crédito, logística de entrega do produto e o setor de compras não interage com a equipe de venda e de logística. Cada um procurando agir pela sua imaginação e entendendo que o que faz é o melhor para a empresa. Permito-me sempre fazer um paralelo das empresas, com os esportes de alta performance. Qual é a base desses esportes, seja futebol, vôlei, basquete e até do atleta que compete individualmente? Em primeiro lugar busca-se os atletas ou atleta que reúnem as qualidades adequadas para a prática da modalidade, seguidos de treinamentos constantes de fundamentos, aperfeiçoamentos técnicos, e, o que é muito importante: conscientização para entender que somente será vencedor se unir os esforços. Nesta analogia, sempre ficamos a nos perguntar: é difícil implantar isso numa empresa? Refiro-me

que a ideia começa a partir do líder maior que deve ser reconhecido, também, como fazendo parte de uma equipe e não mais um cobrador de resultados. Portanto, quando os colaboradores (a equipe) não entender que faz parte de um time e que o resultado a ser buscado depende da conscientização de cada um em busca da excelência do negócio, pode perder muita consistência e o resultado não aparece ou é ruim. Fazendo uma outra analogia: um confeiteiro (nesse caso representado pelo líder maiorempresário) ao fazer um bolo (administrar sua empresa) com os melhores ingredientes (melhor estoque, preços competitivos, mais diversificação de itens), na hora de assá-lo (vender e entregar o produto), não consegue o calor necessário do forno (seus colaboradores estão desmotivados, indolentes e desinteressados) e o bolo fica cru e não cresce (isto é, não atende tecnicamente o cliente e a venda não é realizada: evasão de resultado). Daí resulta a necessidade de treinamentos, treinamentos, repetimos: a adequação de todos os colaboradores, evitando que a empresa sofra a síndrome daquele que quer saber de tudo o que acontece e centraliza todas as tarefas, esquecendo-se do calor do forno (que é o trabalho de equipe no axioma de que “ninguém é melhor do que o outro”; todos são importantes nas engrenagens da empresa)! Portanto, é importante transparecer à equipe o que a empresa quer e precisa, delegando responsabilidades, conscientizando a cada e mostrando que unidos, entusiasmados,

compenetrados, dedicados, certamente objetivos sempre serão alcançados.

os

Tem-se que manter a equipe preparada e buscar aperfeiçoá-la, já que ficar pensando “se” a tecnologia vai afetar os negócios, todos estão tendo uma boa noção disso, mas “sim” visualizar quando isso vai se acentuar é onde deve reinar a preocupação. Por isso, tem-se que estar preparados no domínio de todas as ações que impõe a negociação e não ficar somente enraizados nos velhos padrões convencionais de anos e anos atrás. E, é claro, pela falta de conhecimento, as tendências assustam à primeira vista. É preciso saber quais tecnologias estão surgindo e qual o impacto que elas representam em cada negócio. Acredito que somente há uma meio, conforme já dissemos: buscar em cursos, palestras e treinamentos, que possam fornecer e mostrar caminhos mais viáveis aos empresários, a fim de que idealizem, dimensionem, planejem e que venham a implantar eventuais tecnologias que possibilitem mais competitividade, a partir da melhoria de processos e desenvolvimentos de negócios mais adequados. Mas, as pessoas envolvidas terão que estar preparadas! Este será o grande desafio de todos. Por isso, para enfrentá-los as empresas terão que ter equipes bem treinadas, preparadas profissionalmente, a fim de assimilar esse processo de grandes mudanças que estão por aí, ou seja, como se diz na gíria: “manter limpa as roupas todos os dias”! Bons negócios a todos! Sucesso a todos, Genésio Francisco Guariente

Veículo de Comunicação da Projeto Marketing Rua Hermógenes de Oliveira 90 B Curitiba PR 41 3155-2532 www.projetomarketing.com Versão Eletrônica: www.jornalreposicao.com e www.portalreposicao.com.br/ Direção: Désirée Sessegolo desiree.sessegolo@projetomarketing.com Financeiro: Ana Paula Pimpão financeiro@projetomarketing.com Colaboradores: Genésio Guariente e Fernando Calmon. Tiragem: 10.000 exemplares impressos e 35.000 leitores cadastrados na versão digital. Veiculação no portal www.alltopecas.com.br e redes sociais. *Os conteúdo enviados por colaboradores são de inteira responsabilidade dos autores. *Os anúncios aqui publicados são de responsabilidade exclusiva dos anunciantes. Distribuidores oficiais do Jornal Reposição: ALVORADA, BARROS, DPS, DSR, ELETROPAR, MOTO PEÇAS e ROLEMAR.

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COLUNA FERNANDO CALMON

OUSAR OU ESPERAR Pela primeira vez, uma fábrica de veículos elétricos faz um lançamento ambicioso no Brasil. Não que as pioneiras BMW (230 unidades vendidas em cinco anos) e Renault (cerca de 20 veículos, em sete meses) tenham fraquejado tanto até aqui. A primeira investiu na abertura de um corredor de abastecimento na rodovia Rio-São Paulo e a segunda acaba de iniciar estratégia na ilha de Fernando de Noronha. Jaguar, com seu I-Pace, foi discreta. Já a Nissan lança a segunda geração do Leaf com empenho explícito e meta informal de vender umas 200 unidades, no primeiro ano cheio, em uma rede de sete concessionárias (em cinco Estados e Distrito Federal).

A empresa japonesa construiu um elétrico experimental em 1947. O primeiro de série, o Leaf, de 2010, vendeu acumuladamente 400.000 unidades. Mesmo pioneiro no mundo e o mais comercializado, é um volume bastante modesto. Na segunda geração, de 2017, ganhou pique em desempenho e autonomia. Não se trata, porém, de um automóvel, como o Tesla ou BMW i3, de chassi específico. Ainda assim, empolga com a capacidade de acelerar, pois disponibiliza 90% de um impressionante torque de 32,6 kgfm em apenas 1 décimo de segundo. Aliás, todos os elétricos têm essa característica: desempenho de esportivo. Silêncio a bordo, então, nem se fala. Mas se prepare para ouvir ruídos de várias origens à medida que o carro envelhecer.

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O Leaf tem três modos de condução: normal, econômico e com leve regeneração ao inverter função do motor para desacelerar e recarregar a bateria. Muito interessante é o sistema de alta regeneração, acionado por um botão. Fácil de acostumar no uso urbano (em estrada, menos útil), quase dispensa o pedal do freio e a bateria agradece. Há um ótimo pacote de assistência semiautônoma ao motorista. Peca, contudo, pela falta de itens como ajuste de distância do volante, automatização dos vidros elétricos (só o do motorista desce a um toque, mas não sobe), espaço para cabeça atrás, bateria volumosa no meio do assoalho e estepe por acesso externo do bom porta-malas de 435 litros. Estilo agrada, mas algo além em ousadia seria desejável para o conceito do produto. Apesar do aspecto novidade e sem emissões locais de poluentes, é difícil assegurar viabilidade. O preço de R$ 195.000, que já inclui cabos e carregador de parede, limita até os entusiastas. Claro, ajuda a eletricidade mais em conta que combustível líquido. Na média, o brasileiro roda 12.000 km/ano, sendo 45% em cidade. Economizaria, nos cálculos da Nissan, cerca de R$ 5.000/ano ou algo além, incluindose revisões baratas. Mas preço de revenda e substituição das baterias, mesmo que durem até 10 anos, são empecilhos difíceis de projetar, no momento. Autonomia em cidade pode passar de 300 km,

Fernando Calmon Coluna Alta Roda nº 1.955 23/7/19

se usar o modo de alta regeneração. Como todo elétrico, porém, estrada e velocidade maior (e constante) prejudicam o alcance. Neste caso, algo entre 150 e 200 km são números prudentes entre pontos de recarga. Há três números para ficar atento: em postos, 40 minutos de 20% a 80%; carregador residencial, 8 horas de 0 a 100%. Numa emergência, em tomada comum de 127 V (75% do total no Brasil) são 40 horas ou 20 horas em 220 V. Portanto, há obstáculos ‒ do preço cerca de duas vezes maior aos tempos de recarga e autonomia limitada ‒ que, no caso do Brasil e suas dimensões continentais, indicam prudência. Mesmo no exterior levantam-se vozes, até na Europa, sobre migração lenta e aquém do esperado, salvo possíveis dois extremos do mercado: subcompactos e SUVs de maior tamanho e custo.

executar aqui colisões frontal, lateral e posterior contra barreira fixa e poste para atender normas atuais e futuras. Agora, a fabricante está apta a executar todo o desenvolvimento, desde conceito inicial, desenho, protótipos e avaliações de campo até validação de segurança.

ALTA RODA

QUANDO a moda pega, difícil qualquer fabricante resistir. EcoSport FreeStyle adotou teto, grade e colunas pintadas em preto, além de apliques nesta cor nos faróis de neblina. Pena ter perdido luzes diurnas em LED, enquanto ganhava rack de teto reestilizado. Agradável, no dia a dia, é mesmo a combinação do tricilindro de 1,5 L e câmbio automático de 6 marchas.

CÚPULA do Mercosul, semana passada em Buenos Aires, parece ter chegado a um consenso para, finalmente, acabar os regimes de intervenção e implantar livre comércio entre os dois sócios principais, Brasil e Argentina. Ainda não há data para retirada de todos os entraves. Mas há sentimento de urgência, após acordo do bloco com a União Europeia.

SEGUNDO a Aptiv, uma plataforma de atuação ativa toma decisões 34.000 vezes mais rápido que um ser humano. Equipamentos como controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, frenagem de emergência, assistente de tráfego, alerta de ponto cego e assistente de faixa de rodagem comandam ações concluídas em até meio segundo, algo como o piscar de olhos.

FCA inaugurou em Betim (MG) seu centro de testes de segurança. É terceira fabricante a

fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

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COFAP AMPLIA LINHA DE AMORTECEDORES PARA MOTOCICLETAS DE BAIXA, MÉDIA E ALTA CILINDRADA

Carros elétricos vão gerar mais de 100 mil novos empregos na próxima década Estudo do BCG em parceria Michigan Mobility Institute mostra que a indústria automotiva demandará uma nova massa de profissionais especializados para atuar neste mercado

Linha de amortecedores Cofap tem novos códigos para amortecedores monoshock A Cofap lança novos códigos dos amortecedores monoshock no mercado de reposição. A novidade chega para atender o crescimento da frota de motocicletas equipadas com suspensão traseira monoamortecida com produtos de qualidade e desempenho equivalentes aos dos componentes originais.

Enquanto alguns se preocupam com os empregos que poderão desaparecer com o avanço da tecnologia, estudo do Boston Consulting Group (BCG) em parceria com o Michigan Mobility Institute traz dados otimistas para o futuro. De acordo com análise da consultoria, intitulada The US Mobility Industryʼs Great Talent Hunt, a nova geração de carros elétricos e outros serviços de mobilidade autônomos vão criar, apenas nos Estados Unidos, até 115 mil novos empregos na próxima década. Destes 115 mil novos trabalhadores, 45 mil exercerão funções ligadas à engenharia de mobilidade e à computação, enquanto outras 70 mil vagas serão criadas para profissionais encarregados de testar e fazer a manutenções dos veículos elétricos. O estudo destaca que não será fácil encontrar esses profissionais: a demanda por engenheiros de mobilidade será seis vezes maior que o número de habilitados nessas áreas previsto para ingressar na indústria automotiva. Hoje, menos de 1% dos recém-formados em áreas como engenharia ou ciência da computação vai para a área automotiva.

Os amortecedores monoshock Cofap, como todos os demais produtos da marca destinados ao mercado reparador, seguem rigorosamente as especificações das peças genuínas, tendo, inclusive, as mesmas configurações internas que os modelos vendidos às montadoras, ao contrário de produtos mais baratos encontrados no mercado. Essa característica é fundamental no sentido de proporcionar resistência, durabilidade e desempenho equivalentes ao dos produtos originais, garantindo maior conforto, controle e segurança aos usuários.

Dos engenheiros de mobilidade requeridos, oito mil serão apenas para desenvolver e construir veículos elétricos, outros 5 mil para construir veículos autônomos e mais 2 mil para desenvolver infraestrutura das estradas. As fabricantes também precisarão de 50 mil motoristas para testas os novos carros autônomos. Mais 10 mil vagas surgirão para reparadores de veículos elétricos que entendam de alta voltagem e baterias; e, enfim, mais 10 mil vagas serão oferecidas para profissionais treinados para calibrar sensores e consertar peças robóticas. Em 2030, carros elétricos representarão metade de toda a venda de veículos novos nos EUA. Já os serviços de mobilidade, como taxis autônomos, representarão outros 10% dos novos carros em circulação no mesmo período. Confira a íntegra do estudo em: https://www. bcg.com/pt-br/publications/2019/us-mobilityindustry-great-talent-hunt.aspx JeffreyGroup

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E sempre pensando em oferecer ao aftermarket brasileiro um portfólio completo, a Cofap expande também sua linha de amortecedores convencionais com o lançamento do componente para a Yamaha Factor 150 (15/18), código CR22616M. Há também lançamentos para motos de alta cilindrada: Honda CB500 (98/04), código CR22617M, e Harley Davidson Sportster 883 (10/...), código CR22619M. Os amortecedores Cofap são líderes de mercado graças ao diferencial de qualidade e confiabilidade de uma marca que há mais de 60 anos fornece para as maiores montadoras do País, sendo também líder do segmento no mercado de reposição brasileiro. Além dos amortecedores Cofap, a empresa possui outras 11 linhas de produtos para motocicletas de todas as categorias, com as marcas Cofap - tubos internos (suspensão dianteira) e kits de transmissão (corrente, pinhão e coroa) - e Magneti Marelli kits completos de motor (camisa, pistão, anéis e acessórios), kits pistão com anéis, válvulas de motor, bielas de motor, baterias (convencionais e seladas), bombas de combustível, filtros (ar, combustível e óleo), lâmpadas e velas de ignição.

Assim como os monoshocks, os amortecedores convencionais e também todos os demais produtos Cofap e Magneti Marelli seguem rigidamente as especificações das montadoras, garantindo o melhor desempenho e, consequentemente, a segurança do motociclista. Mais informações sobre os lançamentos e os outros produtos das marcas Cofap e Magneti Marelli podem ser encontradas em www.mmcofap.com.br. SD&PRESS Consultoria

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DANA COMEMORA 72 ANOS DE BRASIL COM FOCO NA EXCELÊNCIA E SUSTENTABILIDADE

FOTO: DIVULGAÇÃO

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SEGUNDO ENCONTRO “REPARADOR EM FOCO” TEM PATROCÍNIO E PRESENÇA DA MTE-THOMSON

Com a presença de 102 reparadores, aconteceu no último dia 15 de junho, das 08h às 18h, no Hotel Oásis Tower, na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo a segunda edição do evento “Reparador em Foco”. Foram oito palestras no decorrer do dia, onde Pedro Scopino, proprietário da Auto Mecânica Scopino e instrutor técnico do Senai, Fábio Moraes, CEO da Ultracar, empresa desenvolvedora de software para gestão de oficinas, Dra Alessandra Milano Morais, Advogada e especialista em bens de consumo e direitos do consumidor, Bárbara Brier, Consultora da Oficina Amiga da Mulher além do Sérgio Santos, proprietário da SR Motors e organizador do evento abordaram assuntos como Gestão, Finanças, Organização, Técnico, Vendas, Jurídico entre muitos outros de interesse do setor. A MTE-THOMSON que tem como um de seus pilares a informação e a formação para o setor de reparação através da sua Oficina do Saber, patrocinou o evento e marcou presença, apoiando a iniciativa, que auxilia o reparador mais distante das grandes capitais a ter acesso também a atualização para a manutenção das oficinas. “Ficamos muito felizes em apoiar o Reparador em Foco novamente, é um ponto de partida para o conhecimento e reciclagem de muitos reparadores que na maioria das vezes não

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tem condições de fazer cursos presenciais a longo prazo.”, comenta Alfredo Bastos, Diretor de Marketing da MTE-THOMSON. “Com esse objetivo também, desenvolvemos a Oficina do Saber, nossa plataforma de cursos on-line e gratuitos que proporciona um conhecimento mais profundo e consegue atingir todo o Brasil.”, explica Bastos. Ainda não há uma data prevista para um próximo “Reparador em Foco”, mas é provável que ele aconteça: “Sentimos a carência do reparador do interior, entendemos as dificuldades de acesso das informações, tanto de fábrica (peças) como de gestão. Nossa intenção é ajudar esse reparador a acompanhar e se manter no mercado, que rapidamente muda e evolui.”, declara Sergio Santos, organizador do evento. “Também estou no setor e sei bem quais são os percalços que encontramos no dia-a-dia da oficina. É gratificante ver a sala lotada, com tantos reparadores. Esperamos ter ajudado a todos a terem mais sucesso em suas empresas.”, finaliza Santos. Para saber mais sobre este evento ou dúvidas sobre peças e aplicação, também está disponível o SIM (Serviço de Informações MTE) através do 0800 704 7277, pelo sim@mtethomson.com.br ou ainda pelo Whatsapp (11)95559-7775, todos com atendimento em horário comercial. Paula Skoretzky

A Dana celebrou ontem, dia 10 de julho, 72 anos de atividades no Brasil. A empresa dá continuidade ao crescimento de seus negócios no País e amplia a sua participação no mercado de reposição, fornecimento às montadoras e também na exportação. Com foco na excelência e sustentabilidade de suas operações e programas, a companhia celebra esta importante data com suas mais recentes conquistas, como o Prêmio Benchmarking Brasil 2019, pela reciclagem 100% dos resíduos de borracha vulcanizada e não vulcanizada, com e sem resíduos metálicos, resultantes de seus processos produtivos, e do Prêmio Exportação ADVB/RS, conquistado pela 11ª vez, na categoria Autopeças. No Prêmio Benchmarking Brasil, conquistado pela terceira vez, a fabricante ficou em primeiro lugar. No Exportação ADVB/RS, se destacou entre as companhias gaúchas e brasileiras no fornecimento dos produtos fabricados no País para o mercado externo, com destaque para países da América do Sul, América do Norte e Ásia, entre outros. “Nosso desempenho é resultado de nossa estratégia, sempre alinhada aos nossos objetivos globais para crescer de maneira consistente e sustentável, melhor atendendo aos nossos clientes. Nosso posicionamento como um grande parceiro de negócios, nos diversos mercados e segmentos que atuamos é fortalecido por nossa sólida presença no Brasil”, destaca Raul Germany, presidente da Dana no Brasil. “Os reconhecimentos que recebemos de nossos clientes como John Deere, Toyota, MercedesBenz, MAN e CNH Industrial, assim como todos

os prêmios conquistados nos orgulham muito, pois validam nosso trabalho e consolidam a Dana como a grande empresa que fazemos, dia após dia e atestam nosso compromisso com o presente e o futuro”, enfatiza o executivo. No mercado de reposição, a Dana segue ampliando e reforçando o estreito relacionamento com a reposição independente brasileira e sul-americana, um posicionamento que ganhou nova força há dois anos e traz resultados positivos com a ampliação do portfólio de produtos e de marcas fortes como Spicer, Albarus e Victor Reinz. “Seguimos construindo junto com o mercado este novo modelo, uma parceria que traz força para todos, como bem expressam os motes das campanhas das marcas Spicer - com Spicer você pode mais, e Albarus -Juntos para o que der e vier”, comenta Germany. Sobre a Dana A Dana é líder mundial no fornecimento de sistemas de transmissão, vedação e gerenciamento térmico com alta tecnologia que melhoram a eficiência e o desempenho de veículos e máquinas. Atende aos mercados de veículos de passageiros, caminhões e equipamentos fora-de-estrada e industriais. Fundada em 1904 e com sede em Maumee, em Ohio, nos Estados Unidos, a empresa emprega cerca de 30.000 pessoas em 33 países e seis continentes e se dedica a entregar valor para seus clientes, em relações de longo prazo. Registrou em 2018 vendas de aproximadamente US$ 8,1 bilhões. É uma das 250 empresas melhor administradas dos EUA segundo o Instituto Drucker. Para mais informações, por favor visite dana.com. Na América do Sul, tem operações na Argentina, Brasil, Colômbia e Equador que empregam cerca de 3.800 pessoas. No Brasil, tem operações em Gravataí (RS), Campinas, Jundiaí, Limeira e Sorocaba (SP). O endereço da Dana na internet é dana.com.br. Secco Consultoria de Comunicação

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ODISSEIA NO ESPAÇO: A SURPREENDENTE HISTÓRIA DE COMO A FORD AJUDOU A PÔR O HOMEM NA LUA o que trouxe grandes desafios para o centro de controle, pois os sinais e os dados seriam perdidos quando a nave ficasse atrás da Lua durante a órbita. Havia a preocupação de como o sinal seria recuperado, mas o equipamento funcionou perfeitamente e até permitiu aos astronautas fazer várias transmissões do espaço ‒ incluindo uma mensagem de paz na véspera do Natal de 1968. Em julho de 1969, a Apollo 11 foi o foco do mundo. A natureza inédita da missão tornou ainda mais complexo o trabalho da Philco-Ford e da equipe de controle. Quando o mundo prendeu a respiração em 20 de julho, a descida de Neil Armstrong e Buzz Aldrin na superfície da Lua foi transmitida para todo o mundo.

A chegada do homem à Lua está fazendo 50 anos e praticamente todos conhecem detalhes dessa conquista histórica. O que muitas pessoas não sabem é que a Ford teve uma participação importante no sucesso da missão da Apollo 11. ʻHouston, aqui é da Base Tranquilidade. A Águia pousou.” Assim Neil Armstrong anunciou para o centro de controle da NASA e para o mundo o pouso do módulo lunar no dia 20 de julho de 1969. Mas isso não seria possível ‒ inclusive a transmissão da voz do astronauta ‒ sem a participação da Ford na construção e manutenção do centro de controle da missão. Essa história começa com a Philco, fundada em 1892 para fabricar lâmpadas de arco de carbono antes de iniciar a produção de baterias, rádios e televisores. Em 1953, seus engenheiros inventaram o transistor de barreira de superfície ‒ o primeiro transistor de alta frequência que permitiu o desenvolvimento de computadores de alta velocidade. Esse esforço para miniaturizar e aperfeiçoar o transistor levou a Philco a trabalhar com as Forças Armadas dos EUA e a NASA, mas em 1960 dificuldades financeiras forçaram a empresa a procurar um comprador externo. “A Ford queria expandir sua oferta de produtos para além da indústria automobilística e foi atraída pelas tecnologias inovadoras da Philco. Adquiriu a empresa em 1961 e transformou sua Divisão Aeronutronica numa nova organização, a Philco-Ford ”, conta Ted Ryan, gerente de Arquivos e Patrimônio da Ford.

Em 1963, a Philco-Ford enfrentou gigantes da tecnologia como IBM, RCA, Lockheed, Hughes Aircraft e AT&T na corrida para desenvolver o centro de controle do novo Centro Espacial Tripulado em Houston. Mesmo sendo considerada um azarão, a Philco-Ford foi escolhida como fornecedora principal do projeto. “Sem a fusão com a Ford a empresa provavelmente não teria sido considerada para o trabalho, devido à magnitude dos recursos de engenharia necessários”, observou Walter LaBerge, gerente da Philco-Ford Houston Operations, recontando a história do projeto.

Construindo o que nunca foi feito As responsabilidades do trabalho da Philco-Ford eram imensas, desde o projeto dos sistemas de hardware e software para a solução problemas que nunca haviam sido enfrentados antes, até a fabricação, instalação e testes do centro de controle, incluindo a ligação e controle de dados dos pontos de rastreamento remoto da NASA. “Em suma, o que a NASA precisava para garantir um pouso na Lua nos anos 60 era uma grande capacidade de tomada de decisão assistida por computador, que ninguém tinha quando a Philco-Ford recebeu o contrato”, registra um documento da empresa da época. O centro de controle da missão foi concluído em cerca de dois anos ‒ a tempo de monitorar a missão Gemini 3, em março de 1965 ‒ e tornou-

se totalmente funcional alguns meses depois, quando todas as operações foram transferidas do Cabo Kennedy para o Centro Espacial Tripulado em Houston. Além de projetar e construir o centro de controle, a Philco-Ford forneceu equipes de suporte técnico e engenharia durante a construção e operações. O projeto passou por atualizações para cada missão, que exigiram até 2 milhões de mudanças na fiação. Outros dados do projeto continuam tão surpreendentes quanto eram há mais de 50 anos: • Mais de 1.500 dados diferentes de telemetria ‒ da saúde dos astronautas aos resultados dos testes de voo ‒ eram enviados ao centro simultaneamente. • O centro de controle da missão abrigou o maior conjunto de equipamentos de transmissão de televisão do mundo. • Mais de 96.000 km de cabos foram instalados e supervisionados para as operações. • Cinco computadores principais IBM 360/75 enviaram dados para mais de 1.300 comutadores monitorados pelos controladores de voo.

A jornada para a Lua A Philco-Ford participou de todas as missões Apollo, mas duas se destacam pela sua complexidade. A Apollo 8 foi a primeira espaçonave a orbitar a Lua e retornar à Terra,

Os astronautas realizaram experimentos e coletaram material da superfície lunar. Também lançaram o Early Apollo Scientific Experiments Package (EASEP), equipamento construído em parceria pela NASA, a Philco-Ford e a IBM para monitorar as condições ambientais. Após o retorno bem-sucedido dos astronautas em 24 de julho de 1969, ele permaneceu na Lua e continuou transmitindo dados durante um ano.

A vida depois do “passo gigante” O trabalho da Philco-Ford no centro de controle da NASA continuou quando as missões Apollo deram lugar ao Skylab, à Apollo-Soyuz e ao Ônibus Espacial. Rebatizada como Ford Aerospace and Communications Corporation em 1976, a empresa passou a fornecer também serviços de comunicação por satélite. No início dos anos 80, a Ford Aerospace havia construído mais da metade dos satélites de comunicação em órbita. Em 1990, a Ford saiu da indústria aeroespacial com a venda da Ford Aerospace para a Loral Corporation. Mas o espírito de curiosidade e inovação que impulsionou seus empreendimentos aeroespaciais permanece vivo. Com grandes investimentos e avanços na tecnologia de carros autônomos, conectados e elétricos, assim como o projeto Cidade do Futuro, que conecta todos os sistemas de transporte em uma rede mais eficiente, a Ford trabalha para ajudar as cidades a superar seus desafios de mobilidade com o poder da tecnologia. “Já criamos tecnologias inovadoras antes, o que nos dá a confiança de saber que podemos fazer isso de novo para melhorar a vida de todos aqui mesmo na Terra”, completa Ted Ryan. Imprensa Ford

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Elétricos são viáveis no Brasil?

Velas Aquecedoras dos Motores Diesel devem ser verificadas no inverno? A Wega explica! FOTO: DIVULGAÇÃO

*por Ricardo Takahira

Em sintonia com a tendência mundial a evolução do transporte elétrico no Brasil pode ser dada como certa no contexto dos negócios relacionados à mobilidade, em toda a sua abrangência. Os sinais são evidentes no País pela presença - maior a cada ano - de produtos e soluções em veículos, eletropostos e subsegmentos eletrificados, como patinetes e bicicletas, além de iniciativas de startups e importadoras que só fazem aumentar com a eletromobilidade. No quesito tecnologias, a eletrificação começa agora avançar para modais como a aviação. Não é de hoje que isso acontece. O programa SORA-e gerou o primeiro avião elétrico tripulado de dois lugares produzido na América Latina, que fez seu primeiro voo sobre São José dos Campos (SP) em 2015. Porém, atualmente grandes grupos do segmento anunciaram o início de atividades efetivas para o desenvolvimento de aeronaves elétricas tripuladas.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as velas aquecedoras não devem ser verificadas e substituídas somente no inverno: elas devem ser vistoriadas sempre que for feita a manutenção preventiva do veículo, independente da estação do ano. Utilizadas em motores diesel, como o nome diz, elas aquecem o ar na câmara de combustão para que ocorra uma melhor queima espontânea de combustível, promovendo mais rapidez nas partidas do motor a frio e no pós-aquecimento, quando o motor já está em seu funcionamento ideal, mas a temperatura externa do ar é muito baixa e a temperatura dentro da câmara de combustão precisa ser mantida. Além disso, elas possuem um funcionamento diferenciado das velas de ignição convencionais, pois não produzem faíscas e sim, possuem um resistor interno responsável pelo aquecimento do ar da admissão, auxiliando também em maior economia de combustível e menor emissão de poluentes nocivos à saúde e ao meio ambiente. Para saber quando trocar a vela aquecedora, a Wega recomenda que seja sempre verificado o capítulo de manutenção do manual do proprietário do veículo ou do motor, mas geralmente essa troca deve ocorrer

aproximadamente aos 120 mil km rodados, dependendo do uso severo do veículo. Fumaça escura e excessiva saindo do escapamento, dificuldade de partida e luz da injeção eletrônica acendendo no painel do veículo são alguns dos sintomas facilmente detectados que indicam que chegou a hora de fazer uma manutenção e verificar o desempenho das velas. Atualmente a Wega possui mais de 30 modelos de velas aquecedoras, aplicáveis em caminhões, furgões, pick-ups, ônibus, tratores e outros tipos de motores a Diesel, abrangendo várias marcas de veículos, tanto nacionais como importados, obedecendo as normas de fabricação e qualidade exigidas pelas maiores montadoras mundiais. A Wega também recomenda a troca completa do jogo de velas, para que o bom desempenho do motor seja sempre mantido. Para mais informações sobre os lançamentos e aplicações das velas aquecedoras, consulte o catálogo on-line da Wega Motors no www.wegamotors.com.br ou ainda baixe o aplicativo gratuitamente para sistema Android na loja do Google Play ou para IOs, na App Store do seu celular.

Possibilidades à parte é preciso considerar que a infraestrutura de recarga para a mobilidade terrestre está entre os desafios a que os veículos elétricos tenham seu uso intensificado no Brasil, na medida da necessidade de uma nação como a nossa, de dimensões continentais. A dificuldade é real, mas iniciativas como o Corredor Elétrico Sul, que estabelece condições de recarga entre Curitiba (PR) e Florianópolis (SC), já estão em prática com o objetivo da criação de uma malha de estações capaz de tornar viáveis as viagens em trechos de longos percursos intermunicipais e interestaduais. A importância da criação de eletrovias é indiscutível, mas essa é apenas uma parte do complexo universo sinérgico que envolve a eletromobilidade no Brasil, onde, diga-se, faltam usuários. Ainda carecemos de medidas capazes de alavancar a introdução massiva de veículos leves e pesados propelidos por eletrificação na frota local. Nessa ótica o transporte público de passageiros e de cargas é o que se mostra mais propício à criação de rotas e ao uso de estrutura planejada. No entanto, a infraestrutura para recarga de baterias de uma frota de ônibus elétricos é outro desafio a ser resolvido, no mínimo quanto aos seus custos, implicações para o entorno e a própria manutenção do sistema.

Mundo afora, os países que decidiram pela adoção dos propulsores elétricos antes de nós ainda trabalham na tarefa de descobrir soluções locais para fazer do elétrico um negócio rentável. É assim que deve ser. Soluções são sempre o melhor que se pode fazer por um determinado tempo, até que novas saídas sejam necessárias. Enquanto o governo alemão introduziu bônus ambiental para fomentar a compra de carros elétricos para alcançar a meta de 1 milhão de veículos no país até 2020, a qual está longe de conseguir, a Noruega ostenta a maior concentração mundial de carros elétricos em relação ao número de habitantes. Por aqui a cadência é outra, e as oportunidades também. São imperativas neste momento a discussão, atualização e análise do estado da arte do mercado com as novas iniciativas e lançamentos, perante o panorama industrial e econômico, a política industrial representada no ROTA 2030 e o envolvimento do setor elétrico em projetos e modelos de negócio para eletromobilidade no País. Esse será basicamente o foco do Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos, agendado para 13 de agosto, em São Paulo. Enquanto isso, o movimento brasileiro rumo à eletromobilidade segue seu curso. Duas montadoras presentes no País instalaram suas manufaturas de VEʼs por aqui, uma para a fabricação de veículos leves (híbridosetanol flexfuel) e outra para pesados - ônibus (híbrido-elétrico flexfuel), e caminhão (puro elétrico), já em operação em uma distribuidora de bebidas parceira no projeto. Sim, os elétricos são viáveis no Brasil. Ricardo Takahira, chairperson do 8º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos, é engenheiro eletricista, consultor sênior na Research & Technology, sócio fundador da Startup Key Advanced Technology, professor Universitário de Pós graduação na FACENS e no Instituto Mauá de Tecnologia, nas cadeiras de Veiculos Elétricos, Mobilidade e Conectividade, tendo prestado serviços para o Projeto de Cooperação Internacional em Eletromobilidade em Brasília em parceria com ministérios. Companhia de Imprensa

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NGK alerta para os efeitos de combustíveis de A Sampel lança trinta novos má qualidade nos veículos Substâncias inadequadas podem causar falhas de ignição e perda de potência

O especialista reforça que, com uma simples análise visual do componente, é possível identificar indícios de que o combustível utilizado pode não ter boa qualidade. Por esse motivo, é importante que o mecânico sempre verifique as condições da vela nas revisões periódicas. “No caso da carbonização, a ponta ignífera da peça fica totalmente coberta com um resíduos negro (carvão). Já as situações em que há acúmulo de resíduo vermelho na ponta da vela indica o uso de combustível com óxido de ferro. Combustíveis como GNV (gás) ou etanol não geram resíduos, sua presença com o uso destes combustíveis indicam uma contaminação do combustível

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ou alguma irregularidade no funcionamento do motor”, explica Hiromori Mori. Velas influenciam no consumo A NGK orienta que, para economizar combustível, é fundamental garantir que as velas de ignição estejam em ordem. “A vela de ignição é responsável por garantir que o combustível seja queimado de forma correta, sem desperdício. Por isso, o bom funcionamento da peça influencia diretamente no consumo de gasolina ou etanol”, alerta o consultor da NGK. A recomendação da fabricante é que a peça seja inspecionada anualmente, a cada 10 mil quilômetros ou conforme orientação da montadora. Outra solução interessante para

Produzidas em material nobre, os componentes possuem a ponta do eletrodo mais finas do que as velas convencionais, proporcionando uma queima otimizada e, consequentemente, maior economia. “Além disso, por terem mais facilidade em gerar centelha, as velas especiais melhoram o desempenho do veículo, sem que seja necessário fazer grandes transformações no motor”, afirma Hiromori Mori. Sobre a NGK A NGK, referência mundial nos setores automotivo e de revestimentos porcelanizados, completará 60 anos de atuação no Brasil em 1º agosto de 2019. Detentora das marcas NGK (Componentes Automotivos), NTK (Sensores e Ferramentas de Corte) e Belamari e Super NGK (Revestimentos Porcelanizados), a empresa conta com um quadro de mais de 1.300 colaboradores e sua fábrica está sediada na região de Mogi das Cruzes (SP), em uma área de 625 mil metros quadrados. Fundada em 1936, em Nagoya, no Japão, a NGK é considerada a maior fabricante e especialista em velas de ignição e possui forte presença em todos os continentes. Mais informações em www.ngkntk.com.br. A página também disponibiliza dezenas de opções de cursos online para mecânicos e aplicadores. NGK do Brasil

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“Dificuldades na partida, falhas no motor e perda de potência são alguns problemas que podem ser causados pela ação do combustível de má qualidade nas velas de ignição”, explica Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK.

quem busca economia é investir em uma vela especial. A NGK disponibiliza no mercado de reposição as velas G-Power, feitas em platina, e Iridium IX, de irídio.

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Com o preço elevado do combustível, a busca por postos com valores mais competitivos também aumenta. Porém, é preciso que o motorista fique atento à procedência e à qualidade da gasolina e do etanol. Combustíveis adulterados ou de má qualidade podem causar carbonização ou contaminação das velas de ignição, alerta a NGK, marca especialista em sistema de ignição.

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A Sampel é especialista na fabricação de metal/borracha e está desde 1961 no mercado automotivo. Para atender às novas necessidades do ramo, visando sempre a segurança dos veículos, a Sampel lança em Julho/2019 trinta novos itens de metal/borracha, que incluem Bandejas, Suporte Hidráulico do Motor, Suporte do Câmbio e Suporte do Motor. Preserve o DNA do seu carro, Sampel, qualidade original. Saiba mais sobre nossos produtos: https://www.sampel.com.br

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