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Fras-le compra Nakata Leia na pรกgina 4 ANO XIII

Nยบ 150 DEZEMBRO 2019

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EDITORIAL

Iniciando um novo ciclo Mais um ano se encerra, mais um ciclo se fecha e é tempo de fazer uma retrospectiva. É tempo de olhar para trás e rever os planos que foram traçados, o caminho que foi percorrido, as metas e os objetivos que foram alcançados. É tempo também de olhar para a frente, refazer planos, vislumbrar novos horizontes, e abrir o coração para sonhar. Momento ideal para agradecer ao Universo pela saúde, pelo trabalho, pela família e amigos que nos ajudam a superar as dificuldades. Momento também de pedir proteção e luz para trilhar os novos caminhos em segurança.

Feliz Natal e um Ano Novo muito próspero! Boas Festas e Felicidades!

ADMINISTRAÇÃO

ANO NOVO... No liminar de mais um ano somente temos que renovar as nossas esperanças por dias melhores, mas reconhecer que mais um ano se passou, com bons ou maus resultados.

Li uma máxima mais ou menos assim: “Quando se usa um chapéu maior que nossa cabeça, ficamos com os olhos encobertos”. Quer me parecer que isto quer dizer que quando não mais conseguimos encontrar motivos para as coisas da vida e entendemos que atingimos o ápice de nossa existência, de nossas conquistas, nada mais enxergamos pela frente. Queremos parar, estamos velhos! Quando isto acontece? Quando o homem nessa competitividade que a vida enciste desafiar constantemente, fica se comparando, na sua visão, com quem está acima e nunca com aquilo que já foi conquistado por ele. Na competitividade da vida a exemplo de um atleta de ponta, ele não quer vencer o seu oponente, mas o de buscar superar seu próprio tempo, seus próprios limites, servindo-se da performance do melhor atleta ou da melhor empresa para seguir em frente! Vemos isso em natação, atletismo, enfim nos esportes em geral, etc. Isto significa que o seu concorrente passaria a ser a sua melhor referência para que buscasse superar-se a si mesmo.

Désirée Sessegolo EDITORA

Genésio Guariente

Ficamos mais velhos a cada ano? Pode ser! mas isto acontece quando achamos que já fizemos tudo, que já conquistamos tudo, que estamos cansados, que não temos mais nada a aprender! Paramos no tempo! Bem, mas os meus comentários devem se diri-

gir aos aspectos que implicam sobre gestão de negócios, que nada mais é do que nos correlacionarmos com a própria existência de uma empresa. Ela fica velha? Veja: uma empresa é uma pessoa jurídica e não necessariamente depende dos chamados “donos”. Ela pode ser gerida por pessoas físicas que nada tem a ver com o “dono”, isto é, gerida por profissionais, por executivos, contratados para essa finalidade e que deles devem sair os resultados estabelecidos, etc. ou seja, quando se abre uma filial nem sempre é o “patrão sócio” que estará à testa dessa unidade. Mas tem quem dar resultado! Vemos isso nas multinacionais; quem são os seus donos? São os investidores; estes são os seus “donos” em busca da remuneração do retorno dos capitais empregados. Temos bem próximos de nós. como exemplo, uma Cooperativa de Crédito Sicredi ou, eventualmente, outras como comparativo. Quem são os seus donos? São os próprios associados? Quem comanda os negócios? São pessoas associadas que são eleitas pelos próprios associados? Não tem dono! Os associados buscam o quê? Buscam, sendo sócios, vantagens em suas movimentações financeiras, remuneração sobre a cota investida no capital social, etc. e isto tem que ser gerido e administrado pelos executivos eleitos por eles; por uma administração profissional. Aí vem a pergunta: O que de novo vemos em nosso seguimento automotivo para o ano que se aproxima, seja VAREJO ou DISTRIBUIDORES? Uma das situações mais comuns, que pode deixar o varejo ou até o distribuidor em condições complicadas no mercado, é a má formação dos

estoques onerando o desempenho da empresa por falta de capital de giro, etc. e reduzindo drasticamente o resultado. Alguém já pensou em fusões de empresas para enfrentar as multinacionais de varejo que já estão aí ou ainda estão por vir? Isto é impossível pensar, seja varejo ou distribuidor? Seria uma utopia? Há o axioma que diz: “se sozinhos somos fortes, unidos podemos ser imbatíveis”! Refiro-me não a de criar uma central de compras, mas fusões de empresas comerciais de pequeno e médio porte, com estruturas enxutas existentes em lugares estratégicos e, que, podem ser melhor administradas e comandadas por executivos profissionais, melhor qualificados em gestões administrativas e financeiras. Os atuais “donos”, em cada unidade já existente, passariam a ser associados investidores e continuariam exercendo suas atividades como gerentes de suas unidades de forma remunerada, mas se reportando à estrutura central organizada tanto administrativa, financeira e comercial: vendas e compras (neste caso fortaleceria o poder de compras e maior poder de negociação). Isso é impossível ser pensado? Talvez! Já dizia Einstein: “Não se deixe prender pela palavra impossível; não há coisas impossíveis, há apenas coisas que ainda ninguém tentou fazer”. Que a ano de 2020, seja um ano de renovadas esperanças e sucesso sempre crescente a todos! Bons pensamentos, planejamentos e ações produtivas! Genésio Francisco Guariente.

EXPEDIENTE Veículo de Comunicação da Projeto Marketing Rua Hermógenes de Oliveira 90 B Curitiba PR 41 3155-2532 www.projetomarketing.com Versão Eletrônica: www.jornalreposicao.com www.portalreposicao.com.br Direção: Désirée Sessegolo desiree.sessegolo@projetomarketing.com Financeiro: Ana Paula Pimpão financeiro@projetomarketing.com Colaboradores: Genésio Guariente, Fernando Calmon. Tiragem: 10.000 exemplares impressos e 35.000 leitores cadastrados na versão digital. Veiculação no portal www.alltopecas.com.br e redes sociais. *Os conteúdo enviados por colaboradores são de inteira responsabilidade dos autores. *Os anúncios aqui publicados são de responsabilidade exclusiva dos anunciantes. Distribuidores oficiais do Jornal Reposição: ALVORADA, BARROS, DPS, DSR, ELETROPAR, MOTO PEÇAS e ROLEMAR.

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Trânsito seguro: eu faço a diferença.

Muito obrigado aos mecânicos e mecânicas que nos ajudam a ir e vir com segurança.

Nossos parabéns aos amigos e amigas por mais este 20 de Dezembro.

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Fras-le compra Nakata e amplia presença no mercado de reposição

A transação reforça a posição da Fras-le entre os principais fornecedores do mercado de reposição independente do Brasil Crédito foto: Bruna Coelho

funcionários, acionistas, clientes e fornecedores. Com valores e princípios éticos similares e a combinação entre as melhores práticas e soluções, toda a cadeia de clientes será beneficiada”. A Nakata soma-se a um portfólio recente de aquisições e negócios voltados ao mercado de reposição brasileiro e exportação. Em 2018, a Fras-le comprou a Fremax, tradicional fabricante de discos de freio. No mesmo ano, assumiu o controle da Jurid do Brasil, dedicada à produção de pastilhas de freio. Em 2012, adquiriu a Controil, que fabrica componentes para sistema de freio hidráulico.

Em São Paulo,os CEO’s da Nakata, Jorge Schertel, e da Fras-le, Sergio Carvalho, formalizaram o negócio.

A Fras-le expande sua atuação no mercado de reposição ao anunciar, nesta data,17/12/2019, a compra integral das ações da Nakata Automotiva, sediada em São Paulo, incluindo suas unidades nos estados de São Paulo e Minas Gerais. A empresa, consolidada entre as líderes do setor, fabrica e comercializa componentes destinados a veículos leves, pesados e motocicletas, incluindo um amplo portfólio de produtos para suspensão, direção, transmissão, freio e motor. A transação, no valor de R$ 457 milhões, envolve todas as operações e negócios. Tanto a gestão, quanto os 416 funcionários serão mantidos. A conclusão da aquisição está condicionada, dentre outros, à aprovação da Assembleia Geral Extraordinária de acionistas da Fras-le, a ser agendada, e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), bem como dos demais órgãos de defesa da concorrência em outras jurisdições, conforme aplicável. A expectativa da Companhia é de que o negócio seja consolidado no segundo trimestre de 2020. Segundo Sergio L. de Carvalho, CEO da Frasle e COO da Divisão Autopeças das Empresas

Randon, a aquisição reflete a sinergia com os planos estratégicos de crescimento da empresa: “Com a Nakata, a Fras-le adiciona itens de suspensão, direção e powertrain aos produtos do sistema de frenagem que já integram o atual portfólio, podendo aumentar significativamente sua penetração no mercado de reposição nacional. Se beneficia tanto a empresa, que ganha diferencial competitivo, quanto o cliente, que conta com maior diversidade de produtos”, declara. Embora atue mais focada na reposição da linha leve, a Nakata também tem opções para a linha pesada. Seus principais produtos, entre outros, incluem amortecedores, terminais e barras de ligação e direção, juntas homocinéticas, juntas universais, bombas, componentes de eixos, de tração leve e sistemas de direção. Jorge C. Schertel, CEO da Nakata mencionou que “o time da Nakata Automotiva se sente muito honrado pela união com uma das mais importantes empresas do setor de autopeças. São duas empresas líderes e complementares que produzirão relevantes resultados para seus

FOTO:DIVULGAÇÃO

MARCELO SANCHES ASSUME A DIRETORIA DE AFTERMARKET DA DAYCO PARA A AMÉRICA LATINA

A Dayco, fornecedora líder de produtos para motores e sistemas de transmissão para as montadoras de automóveis, linha industrial e reposição, anunciou que Marcelo Sanches que já atuava desde 2018 na empresa como Diretor de Aftermarket para a América do Sul, passa a responder também pelo México, América Central e países do Caribe. As operações da empresa para a América do Sul vêm apresentando excelentes resultados e grande crescimento no mercado nos últimos anos. O foco

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Marcelo Sanches.

Em sua trajetória de mais de 65 anos, a Frasle sempre olhou para o mercado externo. O processo de globalização, entretanto, se intensificou mais recentemente. O ano de 2017 foi um dos períodos de maior expansão, notadamente no mercado internacional. A Companhia realizou importantes aquisições e associações envolvendo três empresas da Argentina e do Uruguai. Na Índia, por meio de uma joint venture com a ASK Automotive (P) Ltd, criou a ASK Fras-le Friction para fornecimento aos mercados da própria Índia, Bangladesh, Nepal e Sri Lanka. Também duplicou a unidade fabril da China e, ainda, instalou um escritório de vendas e um centro de distribuição na Colômbia. Perfil Nakata Automotiva - Há quase sete décadas, a marca Nakata se confunde com a história da indústria automotiva brasileira, participando ativamente da evolução e consolidação desse setor. Dadas as características únicas e necessidades crescentes da Reposição Independente nos últimos 15 anos, dedica-se exclusivamente a este mercado, com linhas completas e produtos líderes nos segmentos de suspensão, direção e transmissão, além de soluções em freios e motopeças. Com produtos de elevada performance, associados a serviços únicos no aftermarket, Nakata é sinônimo de qualidade e confiança. Pesquisa & Desenvolvimento, excelência em manufatura, marketing e distribuição fazem com que os produtos Nakata estejam disponíveis não só em todo mercado nacional, mas também no exterior. Comprometida com o aftermarket e, visando fornecer conforto e segurança a seus consumidores, a Nakata tem na inovação e da Dayco em inovações, lançamentos de produtos, soluções completas e atendimento personalizado através de suas equipes próprias regionais são alguns dos pontos que contribuíram para este sucesso. O diretor, que é um dos grandes responsáveis por essa transformação na forma da empresa atuar, agora tem o projeto de levar o mesmo nível de trabalho para os demais países. “A Dayco é uma empresa global que preza por produtos de alta qualidade e parceria com seus clientes: distribuidores, varejos e aplicadores. Meu principal objetivo é que tenhamos um mesmo nível de excelência em atendimento em todos os países da América Latina. Já começamos a investir em equipes e processos para aprimorar a nossa atuação em todos os países”, explica Marcelo Sanches. Nathália Amorim Supervisora de Marketing e Gustavo Queiroz Gerente de Logística, também assumiram as funções para América Latina. “A Dayco está emprenhada em investir e crescer ainda

excelência em produtos e serviços, sua razão de ser. Perfil Fras-le – Integrante das Empresas Randon desde 1996 e com fábricas no Brasil, Estados Unidos, China, Argentina, Uruguai e Índia, centros de distribuição na Argentina, Alemanha, Estados Unidos e Colômbia e operações comerciais no Chile, México, Emirados Árabes e África do Sul, a Fras-le possui capacidade produtiva e estrutura comercial capaz de atender às demandas internacionais de maneira rápida e eficiente. Com um portfólio de mais de 14.000 referências em produtos em diversas marcas, sua linha é formada por pastilhas e lonas para freio de veículos pesados, pastilhas, lonas e sapatas para veículos leves. Também produz revestimentos de embreagem, pastilhas e sapatas para motocicletas, pastilhas para aeronaves, pastilhas e sapatas para trens e metrôs. Outra linha é a de lonas moldadas e trançadas, placas universais, discos e tambores para freios, produtos para o segmento de freio hidráulicos como cilindros mestre, de roda e embreagem, kits de reparo, líquidos de freio e radiador, filtros, dentre outros. Além do Brasil, atualmente a Fras-le comercializa seus produtos em mais de 126 países. Sobre as Empresas Randon – Com 70 anos de história, as Empresas Randon são referência global em soluções para o transporte, atuando nos setores de reboques e semirreboques, veículos fora-de-estrada, autopeças e serviços financeiros. Por meio das empresas Randon Implementos, Randon Veículos, Fras-le, JOST Brasil, Master, Suspensys, Suspensys WE/ Castertech, Randon Consórcios, Banco Randon e suas controladas, o grupo se tornou líder em diversos segmentos, apostando no forte investimento em tecnologia e pesquisa e desenvolvimento. Além disso, possui ampla atuação no ecossistema de inovação, através do Instituto Hercílio Randon, e trabalha na transformação social por meio do Instituto Elisabetha Randon. Faz parte do Nível 1 de Governança Corporativa da B3, figurando entre as maiores empresas privadas brasileiras, e, a partir da sua sede em Caxias do Sul (RS) e das unidades espalhadas pelo mundo, exporta para mais de 100 países, em todos os continentes. fróes, berlato associadas

mais. Somos produtos original e trabalhamos em parceria com as principais montadoras e, temos uma marca reconhecida e premiada globalmente, na qual nossos clientes sabem que podem confiar. Atuaremos na América Latina com o foco nas principais necessidades deles, entendendo cada particularidade regional para oferecer as melhores soluções aos nossos parceiros”, comenta Nathália. Os países da América Latina representam uma frota aproximada de 120 milhões de veículos e formam um dos principais mercados da Dayco, onde a empresa possui fábricas, centros de distribuição e escritórios comerciais. A atuação global da empresa também possibilita a constante troca de informações, tecnologia e logística otimizada, garantindo agilidade e eficácia no fornecimento para as diversas regiões. A empresa acredita que as mudanças trarão resultados ainda melhores nos próximos anos. DAYCO

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COLUNA FERNANDO CALMON 1075

Fernando Calmon

TROCAR DE CARRO CONTINUA A ATRAIR Faltam poucos dias para terminar o ano e o mercado de veículos leves e pesados deve crescer entre 9% e 10%, pouco abaixo das previsões de 2019 feitas em janeiro. No mês passado as vendas caíram 4,4% sobre outubro, mas essa comparação é inadequada por efeito de sazonalidades como o número de dias úteis. A referência que importa são as 12.116 unidades vendidas por dia em novembro. É o melhor resultado mensal desde dezembro de 2014 e ajudou a diminuir os estoques totais (em concessionárias e fabricantes) de 45 para 41 dias. O Brasil precisará de mais três ou quatro anos de bons resultados para igualar os números de 2012/2013. Sem esquecer que as referências do passado vieram de incentivos fiscais válidos, mas não por períodos tão longos e mal administrados. Para em 2023 o mercado voltar às 3,8 milhões de unidades vendidas em 2012 é necessário que a demanda por veículos continue em alta e autossustentável. Em busca de respostas, a Anfavea divulgou uma pesquisa sobre intenção de compra em 2020. O próximo ano será importante do ponto de vista econômico, pois há indicações de que o crescimento do PIB deve dobrar de 1,2% em 2019 para 2,4% ou até um pouco mais. Foram 6.727 entrevistas em todo o País agora em novembro, mas sem recortes de localização e renda dos entrevistados. Do total, 88% afirmaram pretender trocar de carro por um novo ou usado. Entre os que não

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possuem automóvel a intenção de compra em 2020 atinge 93%, patamar surpreendente. Estes são os principais motivos (mais de um podia ser apontado) para a troca: • O carro atual já está velho (35%) • Troco o carro de tempos em tempos (34%) • Família cresceu e preciso de mais espaço (14%) • Vou usar para outras finalidades: aplicativo, táxi, etc (6%) • Preciso de um carro menor (4%) • Resolvi vender e não quero mais ter carro (1%) • Outro motivo (17%) Nessa pesquisa entre os que consultam anúncios de compra e venda na internet, apenas 1% não quer mais ter carro. Trata-se de um resultado surpreendente para quem acha que possuir um veículo é algo superado ou deixou de empolgar. Os motivos para não trocar de carro: 38%, situação financeira; 5%, outras formas de mobilidade e 5%, sustentabilidade. Também perguntou por que não comprar um carro: 46%, situação financeira; 18%, outras formas de mobilidade e 10% usa o veículo de parentes e amigos. A interpretação dos dados demonstra o desejo muito forte de possuir um carro. Entre as ressalvas os entrevistados disseram que andam a pé, de trem, ônibus, metrô, moto e bicicleta, pegam caronas, apelam para carros de aplicativos/táxis ou têm apreço pelo meio ambiente para evitar a compra de um carro.

O balanço final mostra que todas as alternativas não apresentam massa crítica capaz de diminuir muito o interesse de comprar ou trocar de carro.

ALTA RODA PRIMEIRO SUV cupê da VW se chamará Nivus, terá mesmo entre-eixos do Polo, como o T-Cross europeu (o feito aqui tem entre-eixos maior, do Virtus). Lançamento será entre março e abril de 2021. A picape intermediária com nome provisório Tarok ficará para o final de 2022, fabricada na Argentina. NOVO Chevrolet Tracker, previsto para estrear em março próximo, ajudará a alavancar as exportações da marca juntamente com os novos Onix. A subsidiária mexicana deixará de exportar o Tracker e passará a receber o modelo brasileiro. Segundo Carlos Zarlenga, presidente da empresa, as exportações da GM a partir do Brasil vão crescer 35% em 2020. RELAÇÃO entre preço e desempenho das mais atraentes no Renault Sandero R.S. Sem custar muito (RS 70.000), o modelo oferece ao motorista desempenho honesto para a proposta, ótimo comportamento em curvas, câmbio manual de seis marchas, freios bem dimensionados, bons bancos e ronco instigante do motor. Direção assistida eletro-hidráulica é precisa e rápida, mas um tanto pesada.

CHEVROLET EQUINOX ganhou motor 1,5 turbo de 172 cv (só gasolina), câmbio automático de seis marchas e assim oferece agora preço competitivo, a partir de R$ 129.990. O SUV médio destaca-se pelo bom espaço interno e porta-malas amplo (468 litros). Desempenho está entre os melhores do segmento. Versão Midnight (tudo preto) por R$ 131.990 com rodas de aro 18 pol. CAOA CHERY crescerá em ritmo mais forte em 2020. Dos cinco lançamentos, dois serão revitalizações ‒ Tiggo 5x e Tiggo 2 ‒ e três totalmente novos: Tiggo 8, Arrizo 6 e outro produto não revelado que pode ficar para 2021. O grupo investirá mais no mercado de locação veicular. Por sua vez, CAOA praticamente desistiu de comprar a fábrica fechada da Ford em São Bernardo do Campo (SP). T60 completa linha de SUVs da JAC a preço competitivo: R$ 99.990. Dimensões não estão entre as maiores do segmento, mas o motor 1,5 turbo a gasolina, 168 cv, garante bom desempenho, embora o câmbio automático CVT de seis marchas virtuais tenha limitações de praxe. Tela multimídia muito boa de 10,2 pol. Porta-malas razoável, mas longe dos 650 litros informados. fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

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Triumph anuncia parceria inédita com Mercado Livre para vender peças originais

Medida Provisória extingue multa adicional de 10% do FGTS

A Triumph anuncia o projeto-piloto de uma parceria inédita no segmento de motocicletas premium: a criação de uma loja virtual voltada para comercialização de peças originais ao consumidor final. A ideia é aproveitar o enorme prestígio e penetração do Mercado Livre na internet brasileira para abrir um novo canal de vendas para o cliente, utilizando o próprio estoque de peças das Concessionárias. Nesta fase inicial, até o final de 2019, apenas as duas Concessionárias de São Paulo (Triple e Autostar) estão integradas ao projeto. Além disso, por enquanto, foram disponibilizadas nesta loja virtual somente 16 peças de giro rápido, que equipam os modelos Tiger 800 e Tiger 1200, os mais vendidos pela fabricante inglesa no Brasil.

FOTO:DIVULGAÇÃO

A iniciativa tem apoio da Associação Brasileira das Concessionárias Triumph (Abrat) e tem como objetivo aumentar o faturamento das concessionárias participantes. No início de 2020 o projeto deverá ser ampliado e novas Concessionárias passarão a fazer parte da loja virtual da Triumph no Mercado Livre. “Queremos inserir a Triumph nos portais de venda online e, com isso, ter acesso a novos clientes nestas plataformas digitais.”, afirma Renato Fabrini, Gerente Geral da Triumph. “Na próxima etapa, no ano que vem, pretendemos também ampliar as opções de produtos para o consumidor nesta loja virtual, incluindo itens como acessórios para motos e roupas/acessórios pessoais”, acrescenta o executivo. O Mercado Livre, hoje, é o quinto site mais visitado do Brasil, atraindo cerca de 69 milhões de pessoas por mês. É a maior empresa de comércio eletrônico da América Latina, com 7.000 funcionários e presença em 18 países.

FOTO:TRIUMPH

A partir de 1º janeiro de 2020, as empresas não pagarão a multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nas demissões sem justa causa. A decisão faz parte da Medida Provisória 905, que criou o programa Verde e Amarelo, destinado a aumentar a contratação de jovens. A MP foi publicada no Diário Oficinal da União na quinta-feira (12).

SOBRE A TRIUMPH A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e, mais recentemente, Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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A multa adicional foi criada em 2001, pela Lei Complementar 110 no governo de Fernando Henrique Cardoso. A medida não altera o pagamento da multa de 40% para os trabalhadores. Para o secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, o fim da multa adicional contribui para a redução dos encargos trabalhistas, além de elevar o teto de gastos do orçamento para 2020. Boletim Diário Fecomércio PR

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JORNAL REPOSIÇÃO Edições Especiais da Autopar: Abril - Maio - Junho 2020

Cinco cuidados com a pintura do carro durante o verão

O verão é uma época em que os cuidados com o veículo devem ser redobrados. As altas temperaturas, forte radiação e chuvas intensas podem ser prejudiciais à pintura, item fundamental, pois, além da cor, também é responsável pela proteção anticorrosiva da lataria.

Alguns cuidados ajudam a prevenir os danos externos que podem ser causados durante estes meses quentes do ano. O gerente do Laboratório de Desenvolvimento de Tintas Automotivas da BASF, Fabio Shimozato compartilha algumas dicas: 1- Maresia: as pessoas costumam viajar com mais frequência para o litoral e a exposição à umidade e maior concentração de sal devido à maresia pode estragar a pintura do veículo e iniciar um processo de corrosão na lataria. “Nessa ocasião é preciso tomar mais cuidado com pequenos riscos ou batidas que podem progredir futuramente para uma corrosão. A utilização de ceras para a lataria é uma das soluções para evitar problemas como este nas cidades litorâneas”, explica Fabio. 2- Sol, poeira e chuva ácida: a combinação de poeira e sol pode ser prejudicial dependendo da origem da sujeira. Por exemplo, a fumaça preta dos escapamentos de caminhões ou ônibus mais antigos pode conter concentrações de dióxido de carbono que, além de causar chuva ácida, que contém produtos prejudiciais à pintura, pode causar fissuras devido ao atrito entre a poeira da fuligem e a superfície do carro. Em geral, a poeira, dependendo de sua origem, pode causar dano físico, como riscos, ou químicos, como marcas ou manchas.

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3- Radiação: os raios UV podem causar danos quimicamente irreversíveis. Eles liberam radicais livres que danificam a molécula, causando estragos, como o craqueamento do verniz, delaminação da pintura, foto-oxidação ou uma descoloração da cor original do veículo. “Ao menor sinal de um destes danos, é recomendável levar o veículo à uma funilaria e fazer a correção da pintura no local onde começou a degradação”, recomenda o gerente. 4- Dano físico-químico: alguns compostos químicos, quando expostos à chuva e ao calor, podem causar danos ao longo do tempo. Em alguns casos, a temperatura do carro chega a 60° C, acelerando o processo que causa o dano ao veículo. A melhor forma é não deixar acumular sujeira na pintura de seu carro, como fezes de pássaros, óleos e frutos de árvores, entre outros tipos de sujidades, porque pode marcar, danificar a pintura de forma irreversível. O ideal é lavar o carro a cada uma a duas semanas, mas limpar o quanto antes se observar uma destas sujeiras. 5- Cuidado com produtos de limpeza: alguns produtos aparentemente servem para a proteção do carro. Entretanto, devido às suas composições, atuam como vilões contra a pintura dos veículos, pois, em sua composição, além de cera, possuem componentes que podem quebrar a estrutura química do verniz e com a ação de intempéries, em especifico os raios UV, podem degradar a pintura. “O ideal é evitar produtos de limpeza doméstica, sempre utilizar os produtos específicos para o carro, dar preferência aos conhecidos no mercado, que possuem um órgão certificador validando, como o ISO9000, por exemplo”, conclui Fabio. máquinacohn&wolfe

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REVISÃO DE FÉRIAS:

Dicas para viajar de carro com mais segurança

O sistema de freios é composto por diversos componentes como pastilhas, discos, sapatas, tambores e fluido de freio. Raulincom Borges da Silva, coordenador de assistência técnica da TMD Friction, diz que o uso constante dos freios resulta no desgaste natural das peças e por isso a recomendação é verificar a condição das mesmas para garantir a eficiência da frenagem.

Após aquisição da Pentosin, FUCHS unifica marcas e reforça atuação no setor automotivo

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Companhia consolida a liderança mundial como fabricante independente e uma das principais referências na produção de lubrificantes para a indústria automotiva. Todos os produtos Pentosin serão integrados à linha de lubrificantes automotivos TITAN

Fluido de freio É preciso checar o nível do fluido e, caso esteja abaixo do mínimo, é necessário verificar se há vazamentos. Também é recomendado fazer a inspeção no sistema de freio, já que isso pode indicar desgaste natural das pastilhas de freio. Outra orientação é consultar o prazo de validade e troca do fluido conforme a indicação do fabricante do veículo que consta no manual do proprietário, lembrando que o líquido não deve ser completado e sim substituído. O coordenador reforça que o fluido tem ação primordial no processo de desaceleração do veículo e não pode ser ignorado. Pastilhas de freio Sem as pastilhas, o veículo simplesmente não freia. Os componentes são responsáveis pela ação necessária para parar o movimento de rotação das rodas do veículo. Por isso, antes de viajar, cheque se não estão desgastadas ou com algum ruído estranho. A espessura útil do material de atrito das pastilhas com o disco de feio não pode ter menos de 3 milímetros. É importante lembrar também que elas não devem ser lixadas quando sua superfície está com aspecto vitrificado, o mais indicado mesmo é fazer a troca. Quando realizada a substituição dos itens, o motorista deve evitar frenagens muito bruscas nos primeiros dias. Freios a tambor Ainda amplamente utilizado nas rodas do eixo traseiro, o sistema conta com itens como 14

tambor, sapatas com lonas, cilindros, molas e alavancas. Os componentes devem trabalhar em conjunto. As sapatas de freio, por exemplo, têm o papel de afixar as lonas e pressioná-las contra as paredes internas do tambor quando o freio é acionado. Quando desgastadas, as lonas podem comprometer a frenagem, por isso o ideal é efetuar a troca assim que a situação for identificada. Ruídos e dificuldades em frear ou manter o veículo parado por meio do freio de mão podem ser indícios de problemas. Discos e tambores de freio Os discos e os tambores de freio também não devem exceder a espessura abaixo da mínima especificada pelo fabricante do veículo. Isso pode ocasionar sérios problemas, já que durante a frenagem o componente precisa estar em boas condições para enfrentar altas temperaturas e esforços mecânicos extremos. O uso do componente com espessura abaixo do limite pode provocar superaquecimento, empenamentos, trinca ou até mesmo quebra. Outros itens importantes como pneus, sistema elétrico e filtros devem ser checados na revisão. É preciso verificar se lanternas, faróis, luz de ré, setas e pisca alerta estão funcionando de forma adequada. Os equipamentos de segurança como triângulo, macaco e chave de roda também devem estar em bom estado, assim como os pneus e estepe. A condição das palhetas dos limpadores de vidro e do desembaçador deve ser observada antes de pegar a estrada. Alfapress

A FUCHS, maior fabricante independente de lubrificantes e produtos relacionados do mundo, acaba de anunciar a unificação das marcas FUCHS e Pentosin, que a partir de janeiro de 2020, receberão o rótulo TITAN, para os produtos da linha automotiva global da FUCHS. Desde a aquisição da fabricante alemã Pentosin, a FUCHS vem trabalhando na integração das operações e na migração dos produtos para um portfólio único. A iniciativa está alinhada à estratégia da companhia de criar uma estrutura comercial mais clara para o consumidor e harmonizar a família de produtos, comunicando uma só marca ao mercado. Até a metade de 2020 a migração da marca Pentosin para TITAN estará totalmente concluída. De acordo com Marcelo Martini, Gestor da Divisão Automotiva da FUCHS no Brasil, após a aquisição da Pentosin a companhia ampliou sua gama de lubrificantes e consolidou sua liderança mundial como fabricante independente. “Temos uma meta agressiva de crescimento para os próximos

anos. Nossa divisão automotiva é a de maior potencial, com lançamento de novos produtos, atendimento a novas regiões e ampliação do quadro de representantes comercias, sempre focados em estreitar o relacionamento com os atuais e novos clientes”, ressalta. Após a incorporação da Pentosin, além de reforçar sua capacidade de inovação e competitividade, a FUCHS expandiu significativamente sua carteira na divisão automotiva, possibilitando a oferta de uma gama ainda mais completa de lubrificantes de alto desempenho e tecnologia, de uma única fonte. A FUCHS vem apresentando um forte crescimento orgânico e também decorrente de várias aquisições. Empresas conhecidas em todo o mundo foram incorporadas pela companhia nos últimos anos, como as marcas de lubrificantes SILKOLENE (para motos), CASSIDA (alimentícios), NULON Products (automotivos) e Nye Lubricants (lubrificantes industriais). EPR

JORNAL REPOSIÇÃO Edições Especiais da Autopar:

Abril - Maio - Junho/2020 jornalreposicao.com.br


Jornal Reposição: Por que é preciso aumentar o quadro associativo? Juarez Frizzo: Somente com a participação dos empresários de varejo unidos aos distribuidores, buscando caminhar num único sentido é que podemos atingir verdadeiramente os objetivos e ter mais força de representatividade nas reivindicações junto aos órgãos governamentais. Por exemplo: Este ano participamos de uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado para discutir e apontar todas as dificuldades que o comércio de autopeças vem sofrendo com o atual sistema da ST/MVA.

Juarez Berti Frizzo, Presidente do SINCOPEÇAS-PR

Jornal Reposição: Considerando o seu segundo ano à frente do sindicato patronal representativo do Comércio de Veículos Seminovos, Peças e Acessórios para Veículos no Estado do Paraná – SINCOPEÇAS-PR, nesse período difícil pelo qual passa o sindicato em vista das contribuições tornarem-se optativas, gostaríamos de saber como pretende dar sustentabilidade à entidade? Juarez Frizzo: Bem, quando se inicia neste cargo de Presidente tem-se em mente a sua grande responsabilidade, uma vez que ela tem que ser dividida com as nossas atividades profissionais. Mas, um dos maiores anseios foi o de buscar o crescimento associativo para aumentar a participação dos empresários de varejo. Infelizmente não conseguimos ainda atingir o objetivo, mesmo abrindo as portas para fazer com que o varejo entendesse a importância e necessidade da manutenção de um sindicato patronal. Jornal Reposição: Por que isso ocorre? Juarez Frizzo: A nosso ver ainda não perceberam a importância de suas participações somando forças, a fim de que em conjunto com os anseios do setor automotivo, possa ter maior voz ativa junto aos setores governamentais, defendendo as pequenas e médias empresas, etc. principalmente no tocante às questões fiscais e tributárias.

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Sobre o mesmo e importante assunto, fomos ao Vice-Governador, Sr. Darci Piana, e recebidos em audiência, expondo e reivindicando possíveis alterações na metodologia em prática, mostrando que a continuar com esse processo do jeito que está, torna o mercado de autopeças quase que insustentável, atingindo não só os distribuidores, mas também as empresas do Simples Nacional. Jornal Reposição: O que senhor julga ser importante para o sindicato? Juarez Frizzo: É importante que os empresários de varejo e o segmento em geral automotivo percebam a importância da existência de um sindicato patronal que se melhor utilizado pode fazer a diferença em defesa dos interesses de todos. Veja: com a queda das contribuições sindicais obrigatórias é preciso do apoiamento de todos para que se mantenha o SINCOPEÇASPR em atividade, se todos contribuírem com uma pequena parcela mensal. Não pode ficar nas mãos de poucos! Jornal Reposição: O mercado de certa forma está distante, por quê? Juarez Frizzo: As perguntas que se ouve, normalmente, são: Por que existe um sindicato patronal? O que ele oferece? O SINCOPEÇAS-PR negocia todos os anos as convenções coletivas de trabalho com os sindicatos laborais. Missão essa extremamente importante para os empresários, onde, muitas das vezes, temos que dispor de pelo menos uns 6 meses do ano para essa finalidade

A maioria pouca importância dá ou somente se dá conta quando algum problema de ordem trabalhista se lhes abate. Às vezes apenas buscam saber qual foi o percentual negociado. Com isso, desconhecem o que foi e porque foram discutidas as cláusulas pré-existentes, que podem ser verdadeiras “armadilhas”, se não bem observadas. Dessa forma, se os empresários de varejo não aparecem, não dizem o que querem e precisam e, principalmente não buscam conhecer o SINCOPEÇAS-PR e sua importância, como também os seus próprios contadores não os orientam, fica difícil a comunicação. Quanto à pergunta, o que o SINCOPEÇAS-PR oferece ao associado? Afirmamos poder oferecer assessorias: a) JURÍDICA TRABALHISTA através do Escritório Júlio Malhadas; b) FISCAL E TRIBUTÁRIA, utilizando as assessorias da FECOMÉRCIO; c) RECUPERAÇÃO ADMINISTRATIVA PREVIDENCIÁRIA: Dispõe de advogado para buscar eventuais recolhimentos inadequados, na folha de pagamento e homologações, com excelentes resultados; d) MEDICINA DO TRABALHO: Parceria com a Egoclin, empresa de ponta no mercado. Oferece todas as condições que a lei exige; e) DISPONIBIZA ESPAÇO PARA: Cursos de qualificação técnica automotiva, gestão administrativa e financeira, fiscal e tributária, palestras motivacionais, lideranças, etc.; f) SICREDI COOPERATIVA DE CRÉDITO: Condições especiais e diferenciadas do sistema bancário. E só vir conhecê-lo à Rua Anne Frank, 3223, no Boqueirão ou na agência CAPÃO RASO, na Av. Winston Churchill, 936. Jornal Reposição: Quais são os planos para o futuro? Juarez Frizzo: Para os próximos meses está prevista a construção de um prédio com cerca de 700 m2, anexo ao terreno da sede do SINCOPEÇAS-PR, com várias salas, objetivando as suas locações e, com isso, fazer RECEITAS. Outro detalhe importante: com o crescimento acentuado da Cooperativa de CréditoSICREDI, eles precisam de mais espaços. Assim, o SINCOPEÇAS-PR, irá para o prédio novo, cedendo a sua sede para ser ocupada na totalidade pelo SICREDI. Isto é mais uma conquista do SINCOPEÇAS-PR!

Confiança do empresário do comércio segue em elevação no Paraná FOTO:DIVULGAÇÃO

FOTO:DIVULGAÇÃO

Entrevista com Juarez Berti Frizzo, Presidente do SINCOPEÇAS-PR

A confiança do empresário do comércio paranaense segue em elevação no Paraná. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), ficou em 123,4 pontos em novembro e cresceu 15,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na variação mensal, houve melhora de 1,6% na comparação com outubro. O índice de confiança dos empresários paranaenses supera a média nacional, que ficou em 122,5 pontos em novembro e teve variação anual positiva de 11,6%. O subindicador Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) apresentou a maior recuperação frente ao mesmo período do ano passado, com aumento de 39,0%. Neste quesito, os empresários fazem uma avaliação sobre as condições atuais da economia, do comércio e da própria atividade comercial. Já as variáveis Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC) e Investimentos do Empresário do Comércio (IIEC) cresceram 8,7% na variação anual, indicando que o empresariado está confiante na melhora da economia brasileira e da atividade comercial no curto prazo. Fecomercio-PR

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Jornal Reposição #150 Dezembro 2019  

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