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Serviços e peças para utilitários: um nicho de mercado em crescimento Nº 151 JANEIRO 2020

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Leia na página 15.

Novo Romi-Isetta 2020 será elétrico Resgatando o espírito do primeiro carro produzido no Brasil, o inédito Artega Karo-Isetta será vendido na Europa Leia na página 15.

Foto: Divulgação / Fonte: iCarros

ANO XIII


EDITORIAL

Grandes eventos no Paraná em 2020 Neste ano teremos a 10ª edição da AUTOPAR – Feira de Fornecedores da Indústria Automotiva, no mês de maio. A feira projetou-se como evento de alcance internacional, tanto no que diz respeito ao universo expositor, que soma mais de 500 marcas, quanto na visitação, que supera a casa dos 50 mil profissionais, vindos de todos os estados brasileiros e de outros 15 países. No mesmo período, acontece a 8ª edição da Autofesta, importante evento de entretenimento que trabalha a conexão emocional em efetivo network entre os principais players do mercado de reposição. A Autofesta reúne 1800 executivos e empresários com patrocínio de 40 indústrias e distribuidoras . A festa conquistou o mercado pela qualidade inovação e frequência elevada e virou tradição em Curitiba. Prepare-se. Teremos muitas novidades chegando por aqui. Boa leitura,

Désirée Sessegolo EDITORA

ADMINISTRAÇÃO

Genésio Guariente

Qual a perspectiva para 2020? Que tal começarmos o ano de 2020 arrumando as prateleiras? Já citei anteriormente que quando não estamos dispostos a mudar a situação, o melhor que temos a fazer é dar uma nova visão ao nosso ambiente, revisando os estoques, limpando as prateleiras, detectando os chamados “monos” e pensar o que fazer para movimentá-los, transformando-os em dinheiro, em capital de giro saudável? É possível que muitos vão dizer: Um dia aparece alguém buscando uma peça e que ninguém a tenha parado em estoque! É aí que vou ganhar dinheiro. Faço o preço que quiser e o cliente compra! Muito bem! Mas é possível mensurar o custo dessa mercadoria parada, imobilizada, possivelmente obrigando o empresário a buscar dinheiro em banco para manter essas peças de maior giro? Mas, ao começar o ano 2020, muitas dessas coisas podem ter sido pensadas? P.ex: Pensar o que fazer, Planejar como fazer e, finalmente os meios que se tem para Agir? É difícil fazer isso? Efetivamente, tudo deve começar buscando o que fizemos de certo ou errado no ano que se passou, qual foi o cenário que deixamos para trás e, finalmente, se fechamos o balanço de 2019, bem ou mal, deve ser o alerta para a novas perspectivas. Já disse a escritora Valéria Borges da Silveira, em seu livro “Penso assim...”: “Não existe “achismo” no mundo moderno. Devemos o tempo todo estar buscando conhecimentos, primando por bom atendimento!”. E continuou: “sempre que um cliente busca serviços, quer satisfazer um sonho e, pensando nisso, temos que ter consciência que estamos vendendo emoções”. ....

Se perguntarmos a cada um: O que você vislumbra para o ano de 2020? Poderá haver uma resposta singular: “Continuaremos patinando. O ano vai continuar ruim...”. Há indícios de que a economia brasileira ainda que com índices apontados pelos entendedores são relativamente baixos, porém nos mostra o Ministro da Economia que a situação está mudando e vai mudar para melhor. Nisso temos que acreditar com os pés no chão! Mas, como absorver essa perspectiva otimista se continuarmos nos mesmos processos conservadores, se não mudarmos de atitude. Enfim, qual o caminho a seguir? Penso que em minha concepção e insisto que só uma possibilidade que poderá nos fortalecer: Buscar mais conhecimentos! Não ficarmos pensando que as coisas vão se ajeitar por si só. Chegou a hora de não nos acomodarmos e achar que está tudo bom! Usando as palavras do Professor Coutinho, atualmente em parceria com SINCOPEÇAS-PR para oferecer ao mercado: GESTÃO DE HABILIDADES DE COMPETÊNCIAS DE ALTA PERFORMANCE”: “O futuro gestor (líder) deverá estar preparado para ser mais competitivo, acompanhar continuamente as inovações, mudanças, concorrência acirrada, superar metas de vendas e com uma nova visão e ação contínua fazer as coisas realmente darem certo. Está saindo do mercado aquele gerente basicamente treinado por algumas empresas somente para - ouvir, gravar e tentar fazer - e surgindo um mais criativo, aberto a riscos, comprometido e focado em formar equipes vencedoras. Um líder capaz de pensar, sentir emoções, resolver conflitos, agir e decidir imediatamente “fora da caixa”, mesmo que sob pressão o tempo todo”.

O mercado precisa ouvi-lo? Certamente! A fim de que ele mostre aos empresários uma nova visão de perspectivas de negócios e maneiras de encarar os desafios que o mercado competitivo está a lhes rondar cada vez mais forte. Por outro lado, também, o SESC PORTÃO, parceiro do SINCOPEÇAS-PR, por exemplo, está disponibilizando Curso sobre a TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS, a fim de mostrar caminhos para a melhoria na atuação do desenvolvimento de gestão de melhor qualidade, voltado à busca do equilíbrio dos recursos e demais elementos de estrutura organizacional em todas as suas nuances. Cada vez mais será necessário esse aperfeiçoamento neste mundo altamente competitivo! Buscar mais conhecimentos, portanto, será a tônica constante daqui para a frente! Ficar no “marca passo” sem procurar novas alternativas de aperfeiçoamento dos negócios e a mínima visão do que está para acontecer no mercado de autopeças, e já acontecendo, acredito que será temeroso demais. Enfim, o que você está buscando para 2020? Certamente, é a pergunta que todos nós, de uma forma ou outra, está se fazendo! Como dizia o estatista Winston Churchil: “Um PESSIMISTA enxerga dificuldade em cada oportunidade; o OTIMISTA enxerga oportunidade em cada dificuldade”! Bons negócios e sucesso sempre crescente a todos! Genésio Francisco Guariente.

EXPEDIENTE Veículo de Comunicação da Projeto Marketing Rua Hermógenes de Oliveira 90 B Curitiba PR 41 3155-2532 www.projetomarketing.com Versão Eletrônica: www.jornalreposicao.com www.portalreposicao.com.br Direção: Désirée Sessegolo desiree.sessegolo@projetomarketing.com Financeiro: Ana Paula Pimpão financeiro@projetomarketing.com Colaboradores: Genésio Guariente, Fernando Calmon. Tiragem: 10.000 exemplares impressos e 35.000 leitores cadastrados na versão digital. Veiculação no portal www.alltopecas.com.br e redes sociais. *Os conteúdo enviados por colaboradores são de inteira responsabilidade dos autores. *Os anúncios aqui publicados são de responsabilidade exclusiva dos anunciantes. Distribuidores oficiais do Jornal Reposição: ALVORADA, BARROS, DPS, DSR, ELETROPAR, MOTO PEÇAS e ROLEMAR.

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Foto: divulgação

5 indícios de que o ar condicionado precisa de manutenção neste verão

Oficinas do Futuro da Texaco encerram 2019 com 900 profissionais capacitados O programa Oficinas do Futuro da Texaco capacitou cerca de 900 profissionais em suas edições presenciais de 2019. Ao longo do ano, foram seis edições, nas cidades de Curitiba, Belo Horizonte, Goiânia, Fortaleza, São Paulo e Campinas. Todas os encontros tiveram inscrições esgotadas e salas lotadas de pessoas interessadas em se capacitar para um futuro melhor. O curso teve aulas voltadas para donos de oficina e também para reparadores mecânicos, com aulas focadas em informações técnicas sobre lubrificantes e nas habilidades para o profissional do futuro. O

objetivo do programa é auxiliar os parceiros da empresa a incrementar suas vendas, por meio de capacitação e formação profissional. Edição online Neste ano, também houve o lançamento das Videoaulas Texaco, um canal gratuito de capacitação à distância voltado para estudantes e profissionais da área automotiva. O primeiro curso é sobre Lubrificantes e Lubrificação, e é dividido em quatro aulas. As Videoaulas se juntam ao Blog Texaco, que já é uma plataforma rica em conteúdo para os profissionais do ramo automotivo. MARIANA SANT’ANNA

10 FATOS QUE DEVEM AGITAR A TRIBUTAÇÃO BRASILEIRA EM 2020

Extremamente importante no verão, o ar condicionado do carro precisa de manutenção frequente e costuma dar sinais quando algo não vai bem. Vale lembrar que o ar condicionado tem um mecanismo separado do motor e requer atenção e manutenção preventiva a cada ano ou em intervalos de 20 mil quilômetros rodados. Por isso os especialistas da A.M.Marcelo, oficina premium de São Paulo, listam alguns indicativos de que o sistema de ar condicionado automotivo precisa de reparo. • O maior sinal de problema são os odores que podem vir do sistema de ventilação. Estes odores podem ser de fungos presentes nas mangueiras, sujeira e até mesmo insetos e matéria orgânica podem causar cheiro incômodo. • Outro sinal comum é notar que o ar condicionado está “fraco”, o que pode significar falta de gás refrigerante no sistema. “É importante lembrar que o gás não se perde, a não ser por algum vazamento, que precisa ser verificado bem como ressecamento de vedações ou de mangueiras que devem ser substituídas em uma manutenção”, explica Matteo Petriccione Júnior. • Funcionamento irregular indicam problemas que podem ter origem elétrica. “Quando o ar parece ter perdido a força pode ser sinal de algum desgaste no sistema composto por termostato e outros itens que devem ser verificados”, completa; 4

• Ruídos, barulhos contínuos e estalos do sistema podem ter origem mecânica como ventoinha, atrito da tubulação ou falha no compressor. A forma de fazer a manutenção correta é lubrificando o sistema de maneira preventiva; • Desconfie de problemas respiratórios na família como rinite, sinusite ou bronco rinossinusite, especialmente de quem esteve no veículo e compartilhou o mesmo espaço. A falta de manutenção no sistema leva a proliferação de fungos e bactérias que podem prejudicar a saúde. “Importante lembrar que uma boa manutenção envolve a checagem do sistema, do nível de gás, da vedação, e de uma verificação atenta nos dutos que são veículo de fungos e bactérias caso não receba o cuidado adequado”, completa o especialista da A.M.Marcelo. Outra dica fundamental é de utilizar o ar condicionado com parcimônia mas com frequência. Em dias quentes, é importante abrir as janelas com o ar ligado antes de fechar completamente, usar o modo de recirculação apenas nos primeiros minutos e fazer a troca do filtro de pólen (ou de cabine) uma vez por ano. “É um custo baixo mas acredite que a maioria dos proprietários de veículos não verifica o filtro que é a primeira barreira contra fungos, bactérias, fuligem entre outros.”, conclui. cquatrocomunica

Depois da Reforma da Previdência, a expectativa é que a Reforma Tributária saia do papel ainda em 2020. “A briga de interesses pelo protagonismo dessa importante mudança precisa ser deixada de lado. Os contribuintes, empresários e todos os cidadãos em geral sofrem com um verdadeiro manicômio tributário, ressalta o coordenador e professor de programas de MBA da Universidade Positivo nas áreas Tributária, Contabilidade e Controladoria, Marco Aurélio Pitta. Segundo ele, se o Brasil quiser entrar na OCDE, precisa fazer as mudanças necessárias. “Não há mais espaço para continuarmos como está”, reforça. O especialista elenca os principais prognósticos para este ano quando o tema é tributação no Brasil: 1. Novos rumos para o PIS e COFINS. Segundo Pitta, esses dois tributos devem dar o que falar neste ano. Primeiro no judiciário: uma importante decisão final sobre a tese bilionária do ICMS na base de Cálculo do PIS e COFINS no STF. “Por outro lado, o governo já prepara uma proposta de unificação e simplificação”, alerta. 2. Tributação sobre pagamentos. Para a equipe econômica, um tributo nos moldes da CPMF será necessário para viabilizar a reforma tributária e permitir a desoneração da folha de pagamento das empresas. Segundo Pitta, a resistência deverá ser grande. 3. Redução das alíquotas de IRPJ e CSLL. O Brasil é um dos 17 países que mais tributam lucro das empresas no mundo. “Um movimento mundial mostra a possibilidade de redução das alíquotas de IRPJ e CSLL para a atração de investimentos”, avalia. 4. Tributação dos dividendos. “Nada vem de graça”, diz Pitta, justificando que o movimento de redução do Imposto de Renda das empresas está gerando efeito colateral na distribuição de dividendos e, por isso, sinaliza que o Brasil deve começar a tributá-los. Já existem propostas de projeto de lei nesse sentido.

5. Novo cálculo do IRPJ. A Receita Federal já demonstrou interesse em desvincular a base de tributação do IRPJ da contabilidade, desaparecendo a figura de ajustes (E-lalur). “Mais um caminho para duas contabilidades?”, questiona o especialista. 6. Revisão dos benefícios e renúncias fiscais. São quase R$ 300 bilhões anuais com reúncias como o Simples Nacional e a Lei Rouanet. “Motivos para redução não faltam”, ressalta. 7. Desoneração da Folha. Somente 17 setores continuaram nessa sistemática que tem data para terminar: dezembro de 2020. Diante do desafio da redução do desemprego, o governo vem trabalhando nos bastidores para trazer uma proposta de novo tipo de desoneração. “É aguardar para ver”, garante. 8. Mudanças no Imposto de Renda Pessoa Física. Segundo Pitta, o governo tem sinalizado a redução das alíquotas de IR para os mais pobres e a criação de uma nova faixa para os mais ricos (algo em torno de 35%, de acordo com o especialista). “Eliminar deduções com despesas médicas e gastos de empregados domésticos podem ser algumas das surpresas para este ano”, adianta. 9. Simplificação das obrigações acessórias. A lei da liberdade econômica criada em 2019 traz previsão para uma modificação dos diversos programas pertencentes ao ambiente SPED. 10. “Reformas tributárias”. Existem algumas frentes de reforma tributária. Pitta destaca as duas que estão sendo discutidas no poder legislativo: a PEC 110/19 (do Senado, baseada na proposta do economista Appy) e a PEC 45/19 (da Câmara, baseada na proposta do ex-deputado Hauly). “O Governo Federal já sinalizou criar um ambiente para a unificação dessas duas propostas e as ideias do poder executivo, lideradas pelo ministro Paulo Guedes”, finaliza. Centralpress

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COLUNA FERNANDO CALMON 1081

Fernando Calmon

VENCEDORES E VENCIDOS No ano passado as vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 7,7% sobre 2018, um pouco abaixo das expectativas. O segmento de maior expansão (27%) foi o de SUVs compactos, porém os hatches subcompactos e compactos (incluídas versões “aventureiras”) continuam de longe o mais importante. Em números absolutos, somaram 1,027 milhão contra 421.000 unidades. Somados, todos os SUVs venderam 577.000 unidades.

por silhuetas. A referência principal é distância entre eixos, além de outros parâmetros. O enquadramento às vezes implica dúvidas e a escolha, em pouquíssimos casos, torna-se subjetiva. Base de pesquisa é o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Citados apenas os modelos mais representativos (mínimo de três) e em função da importância do segmento. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.

Onix, Prisma e novo Onix ocuparam com grande folga a liderança absoluta e nos respectivos segmentos. Tudo indica que a tendência é de crescer ainda, a depender da política de preço que a GM praticar. O Renegade liderou pela primeira vez entre os SUVs compactos desde seu lançamento em 2015, mas nos últimos dois meses de 2019 o T-Cross o superou por margem mínima.

Hatch subcompacto: Kwid, 55%; Mobi, 35%; up!, 9%. Kwid consolidou-se. Hatch compacto: Onix, 28%; Ka, 12%; HB20, 11%; Gol, 9,4%; Argo, 9,1%; Polo, 8,4%; Sandero, 6%; Fox, 4,4%; Yaris, 4,3%; Uno, 2,3%; Etios, 2,2%. Líder continua a avançar. Sedã compacto: Prisma+Onix Plus, 23%; Ka, 12%; Virtus, 11%; HB20, 9%; Voyage, 7,4%; Yaris, 6,9%; Logan, 6,2%; Cronos, 6%; Versa, 5%; Grand Siena, 3,7%, City, 3,4%; Etios, 3,1%; Cobalt, 3%. Vantagem tende a ampliar. Sedã médio-compacto: Corolla, 45%; Civic, 22%; Cruze 14%; Jetta, 9%. Inabalável liderança. Sedã médio-grande: BMW Série 3/4, 33%; Mercedes Classe C, 31%; Passat, 9%. BMW de volta ao topo. Sedã grande: BMW Séries 5/6, 38%; Mercedes Classe E/CLS, 26%; Panamera, 21%. Líder com menos folga. Sedã de topo: Mercedes Classe S, 51%; BMW Série 7, 42%; Jaguar XJ, 4%. Mercedes ameaçado. Cupê esportivo: Mustang, 52%; Camaro, 20%; BMW M2, 14%. Mustang tranquilo. Cupê esporte: 718 Boxster/Cayman, 35%; 911 24%;

Outro SUV da Jeep, o Compass, continua com participação impressionante de 60%. Trata-se do maior percentual entre os 16 segmentos em que esta Coluna divide o mercado. Além do preço atraente, muitos dos seus concorrentes têm preço maior por serem importados. A segunda e última mudança na classificação foi entre os sedãs médio-grandes com os BMW Séries 3 e 4 recuperando a liderança. Tiguan quase desbancou o SW4: a diferença entre os dois foi a menor do ranking, apenas 1 p.p. Nosso ranking tem base técnica com classificação

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BMW Z4, 23%. Domínio Porsche. SUV compacto: Renegade, 16%; Creta, 13,7%; Kicks, 13,3%; HR-V, 12%; T-Cross, 9%. EcoSport, 8%; Captur, 6,8%; Duster, 6,2%. Renegade, novo líder. SUV médio-compacto: Compass, 60%; ix35/ Tucson, 9%; RAV4, 4%. Imbatível Compass. SUV médio-grande: SW4, 30%; Tiguan, 29%; Equinox, 10%. SW4 sob ameaça. SUV grande: Trailblazer, 33%; Volvo XC90, 10%; Range Rover Velar, 8%. Líder tranquilo. Monovolume: Fit/WR-V, 53%; Spin, 41%; C3 Aircross, 4%. Firme o Fit. Picape pequena: Strada, 53%; Saveiro, 29%; Oroch, 9%. Strada como sempre. Picape média: Toro, 33%; Hilux, 20%; S10, 16%. Liderança mantida.

ALTA RODA Peugeot vai ousar nas ações de marketing com carros de teste. Pela primeira vez, quem deixar um SUV de qualquer marca na concessionária participante poderá usar por 24 horas um 2008 THP, topo de linha. Unidades de teste de outras marcas só ficam disponíveis por percursos limitados e com acompanhamento (não dá para levar e devolver no dia seguinte). É preciso agendar no site da marca.

tem sua política de maior ou menor desconto para microempresas. Depende ainda do momento de mercado e do modelo, mas concessionárias disputam clientes como no varejo tradicional. Corolla GLi atrai pela boa relação preço-benefício. Bancos mesclam couro e tecido, porém arcondicionado não é digital. Suspensão ficou melhor e o câmbio CVT responde bem ao tirar o carro da inércia. Novo motor 2-litros destacase pelos 177 cv e ótimo torque. Como ficou mais econômico compensou em parte o tanque de combustível menor. Este é 17% menor que o anterior (perdeu 10 litros), contudo a autonomia caiu só 8% em estrada. RESSALVA: Aston Martin tem 107 anos de vida (fundada em 1913) e não 197. Na coluna da semana passada houve erro de digitação. fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Locadoras respondem hoje por metade das chamadas vendas diretas, ou seja, 22% dos 44% que representam a comercialização por meio de faturamento direto da fabricante para empresas (com CNPJ) ou PCD e taxistas (com CPF). Cada marca

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Advogado explica como recuperar empresas à beira da falência

Cobreq lança jogo de pastilhas de freio para caminhões

especialmente na administração de negócios que podem resultar na falência de empresas se mal gerenciadas.

Quando a empresa está nesta situação por conta desses motivos, é preciso aceitar ou trabalhar arduamente da recuperação dela. Além de dinheiro, uma equipe dedicada e que entenda os processos de cada setor, pode ser o diferencial para o que as coisas voltem a dar certo. Daniel Toledo, advogado da Toledo e Advogados Associados, especializado em direito internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio fundador do grupo Loyalty Consultoria Internacional, explica que embora a economia seja importante, não é o único determinante para o sucesso. “O primeiro item a ser analisado em uma empresa que está à beira de um processo de falência é a estrutura. É necessário saber quais foram os motivos para chegar nesse momento. Muitas vezes, o erro pode estar relacionado a gastar mais do que consegue faturar, grandes endividamentos, talvez inadimplência onde houve erro de gestão do departamento jurídico, na cobrança, alguma inexperiência do administrador ou decisões erradas”, relata.

A Cobreq, marca da TMD Friction, uma empresa do grupo Nisshinbo, apresenta ao mercado a pastilha de freio N-1521 para veículos com sistema a disco, seu novo lançamento para atender caminhões Mercedes-Benz, em especial o Axor. O sistema de freio de caminhões desenvolvidos com os mais avançados recursos de tecnologia exige componentes de alta performance. “A Cobreq investe fortemente em pesquisa e inovação para desenvolver pastilhas de freio que atendam as necessidades de veículos pesados mais sofisticados e tecnológicos, oferecendo qualidade e segurança ao sistema de frenagem”, comenta Raulincom Borges da Silva, coordenador de assistência técnica da TMD Friction. Ele reforça, ainda, que os itens são produzidos com materiais de atrito de alta resistência para suportar elevadas temperaturas e o peso do veículo e da carga. Para mais informações sobre os lançamentos e outros produtos da Cobreq, acesse www.cobreq. com.br e consulte o catálogo da companhia.

Daniel Toledo

Daniel Toledo explica que erros geralmente estão na gestão do negócio, mas se aplicado uma solução correta, é possível reverter quadro antes da perda total A economia é um dos fatores mais importantes para o desenvolvimento de um país, no entanto não é possível dizer que os negócios brasileiros dependem exclusivamente disso para que sejam lucrativos. Além da moeda, que precisa ir bem para alavancar os empresários, existem outras questões,

O decreto de falência pode ser considerado um último suspiro, mas nesse período há tempo para fazer uma intervenção financeira imediata ou se preparar para os problemas que acompanham a condição, uma vez que há impactos em relação a crédito e consequentemente na vida pessoal. Alguns fatores serão apurados para concluir o caso. Será analisado se houve má gestão, má fé, se realmente foi um fator de mercado ou concorrência que gerou essa quebra. Daniel explica que saber se uma empresa pode ser recuperada ou não depende

da avaliação de quem vai receber essa empreitada. “O primeiro passo da avaliação é notar principalmente qual é a estrutura da empresa, seja administrativa, financeira, os passivos e ativos, quem são os credores, onde foram cometidos os erros e entender se essa organização pode ser modificada a ponto de se recuperar e ter resultados positivos”, afirma o advogado. Há um grande número de pedidos de recuperação de empresas brasileiras, em razão de falta de crédito para investir em tecnologia, marketing, desenvolvimento, novas estruturas e até treinamento. Para o consultor, isso acontece porque os empresários utilizam o próprio capital de giro, parte do lucro, para simular uma instituição financeira quando oferecem parcelamentos e crediário para os consumidores. “Muitos gestores notam que estão em um caminho perigoso antes de ser algo sem volta. Por esse motivo, contar com uma consultoria especializada, e que possui uma visão técnica, é essencial para essa evolução”, conclui Toledo.

*Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em direito internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante, sócio fundador do grupo Loyalty Consultoria Internacional. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com. br ou entre em contato por e-mail daniel@ toledoeassociados.com.br. Toledo também possui um canal no YouTube com mais de 64 mil seguidores https://www.youtube. com/danieltoledoeassociados com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Carolina Lara

Informações para imprensa: Alfapress Comunicações

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JORNAL REPOSIÇÃO Edições Especiais da Autopar: Abril - Maio - Junho 2020

Cobreq lança pastilhas de freio para 25 modelos de carros A Cobreq, marca da TMD Friction, uma empresa do grupo Nisshinbo, lança pastilhas de freio para 25 modelos de veículos de montadoras como Honda, Volkswagen, Nissan, BMW, Porsche e Land Hover. O portfólio passa a contar com 13 novos itens para eixos dianteiro e traseiro.

Líder no fornecimento de pastilhas de freio para os fabricantes de veículos leves no Brasil, a Cobreq também tem forte presença no mercado de reposição e conta com produtos que atendem mais de 90% da frota circulante no país. A marca também produz sapatas automotivas, lonas e fluidos de freio.

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O amplo portfólio da empresa está em constante crescimento e a oferta de novos produtos visa atender o aumento da demanda do mercado. Desenvolvidos com alta tecnologia, os itens seguem os mais rigorosos padrões de qualidade para oferecer aos usuários alto nível de desempenho e segurança. Entre os modelos atendidos pelas novas pastilhas de freio da Cobreq estão Civic, HR-V, Amarok, Frontier, Range Rover, BMW I8 e Porsche Macan. Alfapress Comunicações

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Estudo da BASF reforça a cor branca como preferida em tintas automotivas em 2019

O branco mantém a posição de liderança em todas as regiões, apesar de apresentar um leve declínio Se observarmos os automóveis pelas estradas interestaduais das Américas, Europa, ou na Ásia, notamos que o branco é a cor que predomina mais do que qualquer outra. Esta análise é um dos principais resultados do BASF Color Report 2019 de Tintas Automotivas. Cerca de 39% de todos os veículos fabricados no mundo foram pintados de branco. Por trás destes números se esconde uma mudança interessante: mesmo que o branco seja a cor mais popular em todas as regiões, há diferenças notáveis sobre sua distribuição regional. Enquanto na Ásia-Pacífico quase um em cada dois veículos está pintado de branco, na América do Norte e na região que compreende a Europa, Oriente Médio e África (EMEA), apenas um em cada três carros está revestido com essa cor. Outras três cores acromáticas (preto, cinza e prata) continuam populares. Juntas, essas cores revestem outros 39% dos veículos que saíram das montadoras em 2019. Essa tendência também afeta o segmento dos automóveis mais populares: os SUVs. No entanto, o mundo não é apenas branco e preto. Dos novos veículos do mundo, 22% foram revestidos com cores cromáticas no ano passado. Aproximadamente 9% dos automóveis produzidos em nível global foram azuis e 7% foram pintados de vermelho. Em ambos os casos, entram em jogo motivações emocionais vinculadas com a propriedade do veículo e a individualidade. Os designers da BASF utilizam pigmentos exclusivos, efeitos e outras inovações para criar matizes intensos e brilhantes. Os automóveis do segmento B e outros veículos de pequeno porte têm mais probabilidade de oferecer uma explosão de cor. Além do azul e do vermelho, o marrom e o bege estão começando a emergir, especialmente na Europa, Oriente Médio e África. América do Sul: branco e vermelho continuam sendo as cores favoritas O branco continua sendo a cor favorita dos consumidores sul-americanos, abrangendo uma parcela de mercado de 39%. Essa tendência já é perceptível há vários anos. “Inicialmente vinculado com a tecnologia no começo da década de 2010, com o lançamento dos telefones móveis e outros dispositivos dessa cor, o branco reforça atualmente o aspecto de ‘cor ambiental’ relacionada com a limpeza e a pureza do ar e da água, bem como a conservação do meio-ambiente”, indica Marcos Fernandes, diretor do Negócio de Tintas Automotivas da BASF para a América do Sul. Outras cores acromáticas estão entre as preferidas dos consumidores: 23% deles escolhem o prata e, 14%, o cinza. A cor preta, que soma um total de 11% da parcela de mercado, não é tão popular na América do Sul, comparada com 16% que ocupa a proporção global. jornalreposicao.com.br

Entre as cores cromáticas, o vermelho continua conquistando os corações dos sulamericanos, com 8% da fatia de mercado, seguido do azul e do bege. “O vermelho tem uma presença tradicional nas vendas. É uma cor vibrante, vinculada com a esportividade e a beleza, além de ser uma cor que mantém o seu valor na revenda”, comenta Fernandes. América do Norte: o branco continua na vanguarda, mas com variações Nas rodovias da América do Norte, as cores acromáticas continuam sendo as preferidas: branco, preto, prata e cinza revestem cerca de 75% do mercado, o que reflete as tendências globais. No entanto, a distribuição das cores é mais equilibrada do que nas referidas tendências, já que a cor mais popular, o branco, corresponde apenas a 29% da distribuição total. O mercado norte-americano também lidera a mudança de brancos quentes - com tonalidades amareladas - para brancos mais frios - com tonalidades azuladas e efeito branco perolado -, especialmente nos veículos elétricos e de luxo. Além disso, a América do Norte é a região líder em nível global com relação à popularidade das caminhonetes ‘pick-up’. À medida que estas passam de ferramentas utilitárias a meios de transporte de luxo, a tendência evolui a cores que previamente apenas eram encontradas nos segmentos mais luxuoso, como os tons vivos e intensos de preto, junto com um grande número de caminhonetes de cor branca (38%) e uma fatia de mercado relativamente elevada de vermelho, com 11%. “Essas não são as caminhonetes do seu pai”, disse Paul Czornij, responsável pelo Design Cores Automotivas da BASF na América do Norte. “São máquinas de luxo e estão adotando as cores que você vê na linguagem de design do mercado de luxo”. EMEA: branco em baixa, cinza em crescimento e a surpresa da cor bege Com um percentual de 77%, as cores acromáticas continuam dominando o panorama nas rodovias da região EMEA, mesmo que a proporção de automóveis de cor branca - a mais popular de todas - tenha sido impactada com uma leve redução. Embora a popularidade da cor prata também esteja em declive, o cinza continua sua carreira de sucesso com uma fatia 20% do mercado. O segmento cromático aumenta levemente: quase um em cada quatro automóveis da Europa foi revestido de uma cor cromática. Neste segmento o azul continua liderando, com 11%. Esta cor também é líder com relação à diversidade de tonalidades, oferecendo um total de quase 160 matizes diferentes. Com uma quota de 2%, o bege emerge significativamente pela primeira vez: “A necessidade de superfícies mais suaves e acessíveis tem como resultado uma crescente popularidade dos espaços de cor bege,

mesmo que estes devam ser modernos e atrativos para serem aceitos pelo consumidor final”, comenta Mark Gutjahr, responsável pelo Design de Cores Automotivas da BASF na Europa, Oriente Médio e África. Os efeitos são um importante instrumento de design, já que ressaltam a forma de um veículo e oferecem um acabamento especial. Por esse motivo, o tratamento em profundidade das cores de efeito também faz parte da evolução. Especialmente as tintas escuras são frequentemente combinadas com pigmentos de efeito. As cores brancas dominam os sólidos. Além disso, a análise mostra uma elevada proporção de cores de efeito dentro da paleta de cores cromática. Ásia-Pacífico: aumentam as cores individuais, mas o branco continua dominando A maioria dos veículos na Ásia-Pacífico é acromática, com um percentual de cor que se mantém em 77%. Nessa região, quase um em cada dois automóveis continua sendo branco, com uma predominância de 49%, a maior de todas as regiões. O branco pérola é especialmente popular. Por outro lado, a cor preta continua pouco usada quando comparada com outras regiões, mas está sendo objeto de uma maior atenção como expressão esportiva e individual. Os diversos matizes, tonalidades e efeitos de cor cromática, são características da região Ásia-Pacífico. Entre as cores cromáticas, o azul ocupa a primeira posição, com um percentual de 7%, como se observa habitualmente nos veículos elétricos, seguido pelo vermelho, com 6%. “O azul e o branco respaldam a imagem de designs limpos, puros e sustentáveis”, afirma Chiharu Matsuhara, responsável pelo negócio e design de Tintas Automotivas da BASF para a Ásia-Pacífico. Os compradores de veículos dos países da Ásia-Pacífico também exigem designs de maior qualidade e individualidade. “O cinza desempenha um papel considerável entre os veículos elétricos, oferecendo efeitos únicos - tais como cores semi-foscas e sedosas - que contribuem à imagem futurista das novas tecnologias conectadas, incluindo as viagens compartilhadas e os veículos autônomos. Os novos veículos elétricos aportam novos valores e designs de cores à indústria automobilística em seu conjunto”, explica Matsuhara. O BASF Color Report 2019 de Tintas Automotivas é uma análise de dados da divisão de Tintas da BASF relacionada à produção global de automóveis e à aplicação de tintas sobre veículos leves em 2019. Maquina Cohn Wolfe

CONEXÃO EMOCIONAL

A falta de comexão emocional com clientes afeta diretamente o crescimento dos negócios A conexão emocional é capaz de criar vínculos relevantes entre a marca e o consumidor. Na medida em que a ligação vai se tornando cada vez mais forte o usuário vai se envolvendo cada vez mais profundamente. Essa conexão é determinada pelo grau de sentimentos positivos que o cliente possui da empresa. Storytelling Crie uma narrativa para criar tradições fortes em seus produtos ou serviços. Empatia Aprenda a entender a linguagem corporal de sua persona, questione, preste atnenção em suas preferências e ofereça soluções concisas para seus problemas. Seja Autêntico Encontre e ofereça a singularidade de sua marca, estabelecendo uma conexão humana e instintiva. A criatividade tem o poder de gerar experiências únicas e surpreendentes que impactam positivamente e se tornam inesquecíveis ao cliente. Mala Sharma, vice-presidente e gerente geral da Creative Cloud da Adobe, afirma que a criatividade e produtividade andam de mãos dadas e que empreendedores que não investem em ser criativos tendem a ficarem despercebidos no mercado – atrás dos concorrentes que souberam valorizar o poder da criatividade e da inovação. Arriscar, errar e aprender faz parte do desenvolvimento de tornar-se criativo: a criatividade é construída por meio de experiências pessoais e do âmbito profissional – inclusive os problemas que vivemos e conseguimos superar. Tudo o que observamos e convivemos pode ser utilizado para compor nosso repertório pessoal e, consequentemente, nossas referências na hora de criar e desenvolver soluções – ou ser criativo. Procure sempre pensar em algo diferente do que é comum ao seu dia a dia e do mercado no qual está inserido. Ignore modelos prontos, foque no que você deseja realizar e, então, pense em alternativas para conseguir conquistar esse resultado. Esse estímulo te auxiliará a exercer a criatividade que há dentro de você. Quanto mais você a estimula, mais você ficará habituado com o processo criativo. Projeto Marketing

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O que esperar do setor automotivo? Já foi dada a largada para 2020, e a indústria automotiva faz uma projeção de números um pouco melhores para este ano, sem, no entanto, exagerar no otimismo. De 2017 a 2019, a recuperação do setor deixou alguns analistas entusiasmados, mas os números ainda estão longe de atingir os patamares desejáveis que foram registrados antes da crise instalada em 2014. A indústria foca principalmente na recuperação da produção e vendas de automóveis e comerciais leves, além das exportações, que amargaram queda significativa no ano passado. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o Brasil encerrou 2019 com 2,57 milhões de autoveículos licenciados, o que representou um crescimento de 8,6% em relação ao resultado de 2018. Já o crescimento da produção acumulada do ano foi mais tímido, de apena 2,3%, comprovando que a indústria ainda está ressabiada com a política econômica do país, embora aprove as mudanças estruturais e reformas encaminhadas pelo governo federal. A queda de 31,9% nas exportações, provocada principalmente pela crise econômica aguda na Argentina, também é fator que preocupa o setor, já que interfere diretamente na produção interna. E o cenário não foi positivo também para as 15 montadoras ligadas à Associação das Empresas Brasileiras Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), que registrou queda de 7,9% nos licenciamentos em 2019, com 34.597 unidades, contra as 37.582 registradas em 2018.

A Abeifa havia feito uma projeção inicial de encerrar 2019 com 50 mil veículos importados licenciados no Brasil, mas o número foi revisto posteriormente para 40 mil, e não foi atingido. Foi o segundo ano consecutivo sem os 30 pontos percentuais adicionais no IPI, do Programa InovarAuto, o que fez o setor de veículos importados acreditar em uma recuperação mais sólida, mas o dólar em alta inibiu os investimentos e o resultado foi a queda nas importações. O certo é que, independentemente da política econômica interna e das complicadas relações do governo federal com países vizinhos e distantes, a indústria automotiva dá sinais de que não vai cruzar os braços para esperar o que vai acontecer. A expectativa é de que vários modelos – novos, reestilizados e versões – cheguem ao mercado brasileiro em 2020. O consumidor brasileiro ainda tem muito que se preocupar, pois paga caro por carros compactos com poucos equipamentos, nem sempre seguros, e com preço acima dos R$ 40 mil. Muito dinheiro para uma população na qual grande parte vive de salário-mínimo. O carro no Brasil continua muito caro, seja pelos altos impostos ou margem de lucro elevada, e muitas vezes fica devendo em itens de segurança e conforto. É preciso encontrar a fórmula certa para estimular a produção, mas também melhorar a condição para que o consumidor tenha poder aquisitivo e incentivos, como juros baixos. Só assim será possível acreditar que 2020 será o ano da retomada definitiva da indústria automotiva.

Confiança do empresário do comércio paranaense tem melhor janeiro desde 2013

A confiança do empresário do comércio do Paraná apresentou a quinta alta consecutiva em janeiro de 2020. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), monitorado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), está em 128,7 pontos neste mês de janeiro, com variação mensal de 1,2%.

Este é o melhor resultado para o mês em toda a série histórica da pesquisa e também é o quinto mês consecutivo de alta no indicador, puxado principalmente pelo aumento do quesito Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC), que está em 112,4 pontos, com variação mensal de 6,3%. O índice paranaense ficou acima da média nacional, que está em 126,6 pontos, e também está em ascendência desde setembro. O subindicador Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (IEEC) é de 158,5 pontos e teve leve baixa de 0,8% em relação a dezembro. Já o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) está em 115,3 pontos, com

redução de 0,6% na variação mensal.

Com isso, verifica-se que os comerciantes avaliam positivamente a situação atual da economia, do comércio e das empresas comerciais, principalmente em função do aumento das vendas nos últimos meses, conforme demonstra a Pesquisa Conjuntural, também da Fecomércio PR, que acumulou alta de 3,21% até o mês de novembro de 2019. Os proprietários e gestores de empresas de grande porte (acima de 50 funcionários) são os mais confiantes, com 142 pontos, apesar da redução mensal de 0,7%. Nos estabelecimentos comerciais de pequeno e médio porte, o ICEC marca 128,5 pontos, com acréscimo mensal de 1,2%. Em relação ao grupo de atividade comercial, verifica-se que o indicador é mais elevado entre os estabelecimentos que comercializam bens semiduráveis (132,7 pontos) e duráveis (131 pontos), do que nos que revendem produtos não duráveis (124,4 pontos).

Diário de Pernambuco

JORNAL REPOSIÇÃO Edições Especiais da Autopar:

Abril - Maio - Junho/2020

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Fecomércio PR

jornalreposicao.com.br


Novo Romi-Isetta 2020 será elétrico e custará R$ 80 mil Com o título de primeiro carro produzido no Brasil (apesar da controvérsia por ter apenas uma porta), o Romi-Isetta voltará a ser fabricado em 2020. Anunciado pela alemã Artega para ser vendido na Europa no final de janeiro, o micro-elétrico será comercializado em duas versões com preços entre 17.995 euros (R$ 81.787) e 21.995 euros (R$ 100.081). Preservando as linhas originais do Romi-Isetta, porém com alguns toques de modernidade, o Artega Karo-Isetta traz pintura em dois tons e para-choques ressaltados. Como seu muso inspirador, há apenas uma porta localizada na dianteira e que leva consigo o painel de instrumentos e volante ao ser aberta.

Foto: Divulgação / Fonte: iCarros

Resgatando o espírito do primeiro carro produzido no Brasil, o inédito Artega Karo-Isetta será vendido na Europa

O Karo-Isetta tem janelas laterais deslizantes e teto de tecido retrátil. Na traseira, uma tampa de vidro da acesso ao pequeno compartimento de cargas. Por conta de seu tamanho diminuto, ele pode carregar até 200 kg, tanto de carga quanto de passageiros.

1950 - 2020 Para dizer que é um carro de 2020, não de 1950, o Karo-Isetta traz faróis de LED saltados na carroceria. As lanternas traseiras também são de LED e são formadas por quatro elementos circulares. O bocal de abastecimento elétrico simula a tampa de tanque de gasolina do Romi-Isetta. Com poucos dados sobre a motorização elétrica, a Artega anunciou apenas que o Romi-Isetta do século XXI tem autonomia para rodar 200 km e tem velocidade máxima limitada a 90 km/h. Tempos de aceleração não foram divulgados, assim como potência e capacidade das baterias de íon-lítio. João Brigato / Foto: Divulgação / Fonte: iCarros

Artega KARO é o Isetta do Século XXI

Serviços e peças para utilitários: um nicho de mercado em crescimento

Com as restrições de circulação de veículos pesados pelos grandes centros urbanos e a crescente demanda por transporte de cargas e passageiros, algumas empresas de reparação e comércio de autopeças já descobriram este filão de oportunidades

Segundo dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, até 2018, última data do censo realizado pelo órgão, existiam quase 900 mil veículos classificados como utilitários e mais de 7,5 milhões de caminhonetes e picapes médias em circulação pelo País, de uma frota total estimada em mais de 65 milhões de veículos. Na esteira desse potencial de serviços e fornecimento de peças, centenas de empresas buscaram especialização para atender estes clientes/proprietários destes veículos. Esse interesse pelo segmento é inteiramente justificado por três fatores: - Necessidade imediata de disponibilidade do veículo ao cliente, uma vez que ele é um instrumento de trabalho (veículo parado = faturamento zero), - Uso intensivo do veículo (praticamente 7 dias da semana) e - Tíquete médio do serviço/peças. Entretanto, este não é um nicho de serviço para aventureiros. Antes de decidir por esta especialização é importante realizar algumas adequações ao seu negócio. jornalreposicao.com.br

Informação e qualificação – Para atender esse mercado é necessário conhecer de veículos com motores da linha leve (gasolina, etanol e GNV) e da linha Diesel. Você e sua equipe precisaram saber realizar o reparo em todos tipos de motor. Fornecedores especializados no segmento – Peças, ferramentas e outros insumos para os serviços de reparação são primordiais para um atendimento rápido e eficaz. E lembre-se: o veículo é o instrumento de trabalho do cliente. Van ou picape parada é prejuízo na certa para o cliente.

Elevador automotivo com capacidade acima de 2.3 mil kg – O elevador automotivo da linha leve não pode ser utilizado nos serviços de reparo de utilitários, picapes e vans. Como parte da manutenção e reparação os elevadores são usados todos os dias é importante ter disponível esta ferramenta para serviços de undercar. Funcionários especializados – O primeiro passo é fazer a seleção de uma equipe especializada. Escolha profissionais qualificados com perfil atualizado sobre o mercado automotivo e que tenham bons conhecimentos para trabalhar com estes veículos.

Sua oficina pode investir também em treinamento para capacitar funcionários para estes serviços específicos. Público-alvo definido – Se quer atender proprietários de utilitários, picapes e vans selecione os locais onde fará sua divulgação. Escolas, empresas de transporte de pessoas, pequenos negócios de transporte de carga e entregas podem ser uma boa base para iniciar seus atendimentos. Divulgação – Após ter seu público-alvo definido, é fundamental definir uma estratégia de marketing. Sua mensagem deve conter os atrativos que farão o cliente decidir pela sua empresa e não pelo concorrente. Qualidade, rapidez no atendimento, garantia das peças e serviços, especialização no segmento, facilidades ao cliente e, é claro, preço justo são alguns dos principais diferenciais que podem capturar este cliente. Divulgue sua marca pela região que você pretende atender, faça parcerias com estabelecimentos vizinhos e esteja presente na internet com site e blog e nas redes sociais. Canal Dana

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Jornal Reposição #151 Janeiro 2020  

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