Jornal reposição digital #127

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ANO 10 | Nº 127 | JANEIRO 2018

ALFA

PEÇAS

Curitiba terá novos biarticulados Volvo Serão 25 ônibus Volvo B340M Gran Artic, da mais moderna geração de veículos da marca. A previsão de entrega dos veículos à cidade é em março.


EDITORIAL

ADMINISTRAÇÃO

Começo de ano, vida nova!

Boas oportunidades vindo por aí 2018 começa com indícios de retomada. Alguns economistas prevém 2,5% de crescimento na economia. Será um ano de grandes acontecimentos como Copa do Mundo e eleições. No segmento de reposição, a bola da vez será o Paraná, com a Feira Autopar, que já tem o pavilhão cheio. Para o pleito presidencial, espero que tenhamos um povo mais maduro para a escolha do líder da nação, que podrá recolocar o país na ordem e no progresso, palavras tão surradas da nossa bandeira. Que o bom, o certo o ético e o justo voltem a ser percebidos como valores fundamentais e que cada um de nós procure ser um pouquinho melhor a cada dia. E vamos à retomada! Désirée Sessegolo EDITORA

EXPEDIENTE Veículo de Comunicação da Projeto Marketing Rua Hermógenes de Oliveira 90 B Curitiba PR 81510-450 NOVO TELEFONE: 41 3155-2532 www.projetomarketing.com contato@projetomarketing.com Versão Eletrônica: www.jornalreposicao.com Direção: Désirée Sessegolo desiree.sessegolo@projetomarketing.com Projeto Gráfico: Désirée Sessegolo Financeiro: Ana Paula Pimpão financeiro@projetomarketing.com Colaboradores: Genésio Guariente, Fernando Calmon. Tiragem: 10.000 exemplares impressos e 35.000 leitores cadastrados na versão digital. Veiculação no portal www.alltopecas.com.br e redes sociais. *Os conteúdo enviados por colaboradores são de inteira responsabilidade dos autores. *Os anúncios aqui publicados são de responsabilidade exclusiva dos anunciantes. Distribuidores oficiais do Jornal Reposição: ALFA PEÇAS, ALVORADA, BARROS, DPS, DSR, ELETROPAR, MOTO PEÇAS E ROLEMAR.

Genésio Guariente

2018 tem tudo para dar certo! Copa do mundo, eleições. Enfim, tudo isso traz uma nova esperança. Aliás, a nossa seleção de futebol sob o comando do Tite está mostrando que, assim como em nossas vidas, às vezes os obstáculos tentam nos derrubar, por isso, aproveito a mensagem ouvida num filme recente, que diz: “Ao cair temos duas escolhas: ficar no chão lamentando ou levantar e seguir em frente”. Não adianta ficar chorado sobre o leite derramado! Como se diz no popular. O que passou, passou; não volta mais e na maioria das vezes não queremos mesmo que aconteça! Assim nos mostra a nossa seleção rumo à Rússia, renovando as nossas esperanças! A economia brasileira, segundo os entendidos, começa a melhorar, porém a grande dúvida de todos nós: Em quem votar! a fim de dar um novo rumo para este grandioso BRASIL e tirar esses velhos “raposões” que, infelizmente, se perpetuam no poder, induzindo-nos a acreditar que as suas ações corporativistas estão trazendo algum bem para a sociedade de uma maneira geral e, em especial para os trabalhadores, que estão cada vez mais sobressaltados ante a possibilidade de perderem o emprego e enveredar na trilha dos chamados “sem emprego” e/ou “sem teto”. Como será resolvido isso ante a reforma trabalhista e suas possíveis alternâncias? Enfim, se há problemas a serem resolvidos no futuro dos dias que se seguem, temos que pensar na solução e esquecer 2017! Estamos no ano novo e devemos concentrar os nossos esforços, se empregados, nas perspectivas individuais de buscar aperfeiçoamento em novos conhecimentos, em novas perspectivas de carreiras profissionais e, se empresários, da mesma forma, há que buscar melhoria nos processos de gestões comerciais, administrativas e financeiras.

O fato é que devemos mudar! Continuar fazendo as mesmas coisas, com a mesma visão, achando que, como se diz no jargão futebolístico: time que está ganhando não se mexe, podemos nos esquecer de olhar pelo retrovisor e não enxergar a evolução dos concorrentes quer sejam empregados e/ou empresários. Dando como pequeno exemplo, o grande avanço da chamada operação E-comerce onde a maioria do nosso segmento encontra dificuldades para se estabelecer nesse ambiente, porém isso não deveria ser a maior barreira, considerando que próximos de nós, muito próximo, já existem a possibilidade de terceirizar todos os processos operacionais, reduzindo investimentos às pequenas, médias e/ou até grandes empresas que ousarem buscar essa alternativa. Acredito que não olhar para esse cenário, quem sabe, é deixar escapar a grande chance de ampliar os negócios, mesmo sabendo que pode representar um grande desafio operacional para o nosso segmento de autopeças, pela sua complexidade técnica, e venha a representar um “tiro no pé”! Por outro lado, há que ser considerado, também, que o mercado de reposição nos reserva grande perspectiva de mercado: os carros novos têm garantia de 2 a 3 anos e, via de regra, esses mesmos veículos terão vida útil de mais de 10 anos e, certamente, vão depender de nosso segmento alternativo. Portanto, devemos ficar atentos para não deixar que a nossa possível indolência permita o aparecimento de um “monstro adormecido” em peças de reposição, que, até então, podiam estar vivendo em zona de conforto! Que o ano de 2018 traga a todos nós novo alento para enfrentarmos com muita coragem e entusiasmo, a fim de conduzirmos todos nossos esforços e discernimentos para nos mostrar a nova realidade e fazer com que reconheçamos a nova tendência de mercado e fazer com que nos preparemos: empresários e empregados para a nova realidade!!

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AUTOFESTA 2018

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TREINAMENTO

Hélio Czerny

Olá estimado leitor(a). Vamos iniciar o ano tratando de aspectos técnicos que estão relacionados ao sistema de transmissão. Pois bem, sabemos que a transmissão desempenha um importante papel para o bom funcionamento dos veículos. Dada tamanha importância, esse sistema vem, ao longo do tempo, sofrendo constante evolução e aperfeiçoamento. Isso tudo com o objetivo de elevar o nível de conforto e aumentar, cada vez mais, a performance da transmissão em todos os sentidos. Para que possamos nos situar nesse “mundo” vamos dividir os câmbios em 4 categorias básicas: Os câmbios mecânicos (que já sinalizam sua queda no mercado automotivo), os câmbios automáticos, os câmbios automatizados e os câmbios do tipo CVT. Cada um deles possui características próprias de funcionamento, desempenho, vantagens e desvantagens. Justamente por essa grande diversidade é que os profissionais têm dificuldades, muitas das vezes, para explicar, quando questionados, como funciona cada um deles. Pensando nisso, é que resolvi dedicar algumas edições para explicar quais as peculiaridades de cada uma das categorias citadas acima.

Vamos iniciar pelo câmbio mecânico:

Como características principais podemos citar o seguinte: • O elo de ligação com o motor é feito por meio de embreagem; • Suas engrenagens estão montadas em árvores e em contato constante umas com as outras (exceto a ré na maioria dos casos); • Os dentes das engrenagens são do tipo (na maior parte das vezes) helicoidais ou retos; • O engate das marchas é feito, quase sempre, por meio de luvas deslizantes impulsionadas por garfos e com o auxílio de anéis sincronizadores (para evitar os “arranhões” no momento da troca);

• A troca das marchas depende da ação humana e é feita por meio de uma alavanca (alavanca de câmbio) e nem sempre isso ocorre de maneira correta. Enfim, essas são as principais particularidades dessa modalidade de câmbio e por se tratar de “um velho conhecido” não serão aprofundados os estudos a seu respeito. Nas próximas edições trarei detalhes a respeito dos automáticos, automatizados e CVTs que são os “astros” do momento. Encerro essa edição agradecendo pelo tempo que você dedicou para essa leitura bem como convido-lhe para curtir a nossa página: Facebook.com/hellistreinamentos Até a próxima. Hélio Czerny

Instrutor e proprietário da Hellis Treinamento e Desenvolvimento E-mail: helio@hellis.net.br

Ao contrário das exibições recentes na Europa, o Salão de Automóveis de Detroit, nos EUA, que continuará aberto até o próximo dia 28, deixou de enfatizar tanto os veículos híbridos, elétricos e autônomos. Claro, eles estavam lá, mas a ideia principal foi a de transição, um reflexo de dificuldades crescentes. Preços baixos dos combustíveis líquidos, grandes distâncias a exigir infraestrutura de carregamento de baterias e deficiência de geração de energia indicam mudanças bem mais lentas do que se imaginava. Isso não impediu a Ford de anunciar, nos próximos cinco anos, o lançamento de 16 elétricos ou híbridos entre 40 produtos novos. No seu estande, porém, a ênfase estava em potências crescentes. Tanto no Mustang Bullitt (homenagem aos 50 anos do filme com Steve McQueen), quanto no SUV Edge ST. Sem contar a chegada no final do ano do Mustang Shelby GT550, mais de 700 cv, mostrado apenas em teasers (imagens provocativas) aos jornalistas. Os automóveis, que no passado representaram pela primeira vez menos de 40% dos 17,2 milhões de veículos vendidos no país, continuam a crescer. Mesmo os médiocompactos a exemplo das novas gerações do Kia Cerato, Hyundai Veloster e VW Jetta. Este será importado do México no final do ano e terá cerca de 4 cm a mais de entre-eixos e comprimento, além de suspensão traseira por eixo de torção que ajudou a diminuir um pouco seu preço nos EUA. SUVs e crossovers respondem por mais de 40% do mercado americano e assim o Mercedes-Benz Classe G, renovado depois de quase 40 anos, destacou-se. Mudou menos por fora e mais por dentro ao incluir enorme tela multimídia e engenhoso acesso à terceira fila de bancos. Aproveitou para apresentar o Mercedes-AMG CLS 53 Edition 1 com um alternoarranque de 21 cv que se somam aos 435 cv do 6-cilindros turbo. BMW apresentou o elegante crossover compacto de tração dianteira X2, verdadeiro contraponto ao Mercedes GLA. Pretendia ainda mostrar o X7, mas o carro sofreu acidente de transporte. Uma de suas marcas inglesas, a MINI, recebeu uma renovação de meio ciclo de vida. As lanternas traseiras remetem ao desenho da Union Jack, bandeira do Reino Unido. A Jeep, além do clássico Wrangler lançado dois meses antes no Salão de Los Angeles, atualizou o Cherokee sem aquela polêmica parte frontal. No entanto, o modelo fica muito próximo em dimensões ao Compass, o que gera conflito de “interesses”. Para FCA, o lançamento mais importante foi a renovada picape pesada RAM 1500 que provavelmente será importada. Além de mais leve, introduziu avanços como sistema elétrico de 48 volts e molas pneumáticas nas quatro rodas (opcional). A Chevrolet contrapôs a Silverado 2019, aliviada em 204

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Fernando Calmon

SALÃO DA TRANSIÇÃO

CÂMBIOS 1

Esse tipo de câmbio foi (e ainda é) amplamente empregado nos veículos de maneira geral. Todavia, seu uso se aproxima, cada vez mais, da extinção uma vez que as outras modalidades de câmbio vêm conquistando os brasileiros pela série de vantagens que oferecem.

ALTA RODA 977

kg, mas mantendo caçamba de aço. Sua tampa, porém, é de alumínio e pode receber sistema elétrico de abertura e fechamento. A Ranger, igual à produzida na Argentina com modificações específicas para o mercado local, retornou depois de seis anos. A Ford reconheceu que picapes médias voltaram a interessar aos compradores. No ínterim a Toyota Tacoma (diferente da Hilux) se esbaldou... A chinesa GAC também está no Salão e pretende começar a vender nos EUA em 2019. Precisa ter muita coragem e dinheiro para gastar.

RODA VIVA PRESIDENTE da VW do Brasil, Pablo Di Si, confirmou algumas antecipações dessa coluna sobre o robusto plano de 20 produtos (novos ou modificados) até 2020/21. Serão mesmo cinco SUVs/crossovers: os importados de sete lugares Tiguan (México) e Atlas (EUA); Tarek (Argentina), base Jetta MQB; T-Cross, base Virtus MQB e Taigun (nome cogitável), base Polo MQB. PRIMEIRA mulher a comandar um grupo automobilístico no Brasil acaba de ser nomeada. Trata-se da brasileira Ana Theresa Borsari, 46 anos. Ela liderava a Peugeot e agora acrescenta Citroën e DS (marca de grife importada), tendo passado antes pela matriz na França. Sinergia no Grupo PSA (inclui a Opel, na Europa) já existente, será aprofundada também aqui. EMBORA pareça a GM ter reagido ao teste anterior do Latin NCAP (maio de 2017), em que o Onix zerou na escala de estrelas (máximo de cinco), na realidade a fabricante apenas atendeu às normas da ABNT, de 2013, para impacto lateral. O prazo era 2018. Agora, o Onix recebeu três estrelas em teste patrocinado. Governo brasileiro anunciou mesma exigência em 2020 (projetos novos) e 2023 (todos à venda). INDÚSTRIA de pneumáticos reagiu bem à entrada de marcas importadas, especialmente da China. Dunlop (do Grupo Sumitomo, também dono da marca Falken) implantou fábrica inteiramente nova, em outubro de 2013, em Fazenda Rio Grande (PR). Empresa produz 15.000 pneus/dia em ambiente de competição feroz para linhas de produção de veículos e reposição. DICA para ar-condicionado. Desligar o sistema e deixar apenas ventilação 10 minutos antes da chegada ao destino. Segundo a Mahle, isso seca condensação nos dutos de ar e do evaporador, além de reduzir a formação de bolor, bactérias e leveduras. Vantagem adicional: evita choque

térmico em dias de muito calor.

fernando@calmon.jor.br www.facebook.com/fernando.calmon2

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PASSO A PASSO

TREINAMENTO

Schaeffler Automotive Aftermarket capacita mais de 6,5 mil profissionais em 2017

Um dos principais projetos é a Rota do Reparador, por meio do qual a empresa beneficiou 1.200 reparadores de diversas regiões SOROCABA, 18 de janeiro. A Schaeffler, detentora das marcas LuK, INA, FAG e Ruville, capacitou mais de 6,5 mil profissionais do Aftermarket Automotivo brasileiro em 2017. Por meio de diversos projetos, a empresa ministrou cerca de 130 cursos, palestras e workshops para reparadores de todo o País. Somente por meio da Rota do Reparador, programa de atualização organizado pelo Grupo Oficina Brasil, a companhia realizou 20 treinamentos profissionalizantes para reparadores independentes de inúmeras regiões do Brasil. As capacitações contribuem para aumentar a qualificação da mão de obra do segmento, essencial para elevar a produtividade e a competitividade das oficinas. Entre os temas abordados, destacam-se: Rolamentos, Dicas de Montagem, Aplicações e Diagnósticos de Falhas com as marcas INA e FAG, Tecnologias, Aplicações e Diagnósticos de Falhas em

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Sistemas de Embreagens, 2CT (Embreagem Dupla) e DMF (Volante Bi-Massa) com a marca LuK. Em 2018, a Schaeffler prosseguirá com os treinamentos, apoiando distintas iniciativas. A perspectiva é ministrar palestras em todo o País, atingindo profissionais de todas as regiões. “Existe uma grande demanda por treinamento por parte do reparador, que sempre busca se atualizar para entregar o melhor serviço ao cliente. Se pensarmos em um cenário em que a tecnologia automotiva está avançando a cada ano, treinamentos profissionalizantes são fundamentais”, avalia Airton José do Prado, Gerente de Produtos da Schaeffler. “Como a qualidade é um dos nossos principais pilares, temos muita satisfação em continuar apoiando o desenvolvimento do setor”, completa.

Como reparar para-choques com adesivos estruturais Para-choques são fixados à carroceria por grampos que quebram facilmente e por consequência os desalinham. Adesivos estruturais ajudam a fazer a manutenção da peça de forma rápida e fácil. A Henkel, fabricante dos adesivos Loctite, preparou um passo a passo, para uma melhor reparação. 1.

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Remova o para-choque cuidadosamente para não provocar a quebra de mais grampos.

Lave com sabão e água para remover os contaminantes e garantir uma boa adesão.

No local onde o grampo quebrou, use uma lixadeira em rotação lenta com granulação 50 para uniformizar a superfície a ser aderida.

Faça pequenos furos ao longo da linha de adesão usando uma broca de 1/8 de polegada. Isso permitirá que o adesivo flua de um lado para o outro, proporcionando um efeito rebite.

Com um pano, limpe os resíduos de plástico. Nunca utilize limpadores com solventes, pois poderão ser absorvidos pelo plástico.

Antes de aplicar o adesivo, corte um pedaço de plástico fino transparente para envelopar a montagem. Isto evitará que o adesivo escorra para fora do ponto de aplicação.

Aplique Loctite 3090, adesivo bicomponente de cura rápida, sobre o plástico e envelope no local a ser aplicado. Pressione por três minutos e então remova o plástico. Se necessário, retoque o formato do grampo, lixando os excessos.

Por fim, utilize a furadeira para reconstruir o furo de conexão do grampo, quando houver.

Com esse tutorial é possível reconstruir diferentes formatos de grampos de modo rápido e preciso. Loctite 3090 é recomendável nesse processo devido ao seu bico aplicador e misturador, que regula a quantidade certa de adesivo, e à sua cura ultra rápida, levando apenas de 90 a 150 segundos. Além disso, o adesivo estrutural possui grande força de adesão e resistência à quebra, podendo ser lixado, furado e sem ser afetado pelas forças de tensão às quais os parachoques estão sujeitos.

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LANÇAMENTOS

Monroe Axios lança aplicações de terminal axial e bieletas

Novos produtos chegam ao mercado para veículos de mais de 20 montadoras A partir de janeiro, o mercado de reposição ganha 103 novas aplicações de terminal axial e 40 de bieletas para veículos de mais de 20 montadoras. As novidades da Monroe Axios, referência na fabricação de borrachas e componentes para suspensão, chegam para complementar o portfólio de terminal axial da marca, que possui cobertura superior a 90% da frota circulante, e da linha de bieletas, que já contempla mais de 170 aplicações. De acordo com Bruno Bello, supervisor de Produtos da Monroe Axios, os lançamentos integram a estratégia da empresa de suprir as demandas do mercado de reposição. “Como uma empresa parceira do aftermarket, a Monroe Axios está sempre atenta às necessidades do setor. A expansão dessas

linhas demonstra o nosso compromisso em fornecer componentes de altíssima qualidade aos nossos clientes”. Todos os produtos da Monroe Axios passam por rígidos processos de qualidade em sua fabricação. As peças são produzidas com materiais altamente resistentes ao impacto, desgaste e corrosão, proporcionando mais segurança ao motorista e confiabilidade ao reparador e varejista em seus negócios. Mais informações sobre os lançamentos e todos os outros produtos da Monroe Axios podem ser consultadas por meio do serviço de relacionamento com o cliente pelo telefone 0800-166-004 ou por meio do site www.monroeaxios.com.br. PRINTERPRESS

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RALLY

TMD/Cobreq CALENDÁRIO DO fecha 2017 CAMPEONATO com 83 lançamentos BRASIELIRO DE RALLY A TMD Friction do Brasil, que no mercado de reposição comercializa seus produtos com a tradicional marca Cobreq, em 2017 lançou, para aquele mercado, nada menos que 83 aplicações destinadas a veículos e motos.

DE VELOCIDADE

Também foram 32 novas aplicações com 8 pastilhas e 2 lonas de freio para as linhas leve e pesada, e 24 discos de freio totalizando 28 itens entre pastilhas e discos de motos, sempre produzidos após intensos testes de campo e de laboratório. Na linha leve, campeões de vendas como o Jeep Compass (foto), Jeep Renegade, Novo Polo, Fiat Argo, Toro, Honda WR-V EX e EXL, Renault Captur Zen e Intense, Renault Sandero, e Volvo na linha pesada, ganharam novos produtos Cobreq em 2017. Foram 8 itens abrangendo 34 aplicações. Pastilhas de freio também foram lançadas para 6 modelos das motos BMW, 12 da Ducati, 3 da Aprilia e 2 da Yamaha, além de discos de freio traseiro ou dianteiro para os modelos Titan, Falcon, Twister, Teneré, Fazer, Tornado, Strada entre outras – de um total de 25 motos. Lellis Assessoria de Imprensa

Essa semana a CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo divulgou o calendário do Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade 2018. 07 e 08/04 - Rally de Estação (RS) 24 a 27/05 - Rally de Erechim (RS) 14 e 15/07 - Rally de São Manuel (SP) 15 e 16/09 - Rally de São Bento (SC) 17 e 18/11 - Rally da Graciosa (PR)* * Possível alteração para 10 e 11/11

Marketing Motorsport WZ Comm

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CULTURA

#TBT: OS 50 ANOS DO MUSTANG BULLITT, CLÁSSICO DA FORD QUE NASCEU NO CINEMA

MUSTANG BULLIT 2001

A Ford revelou no Salão de Detroit, nos EUA, o Mustang BullitTM de terceira geração que comemora os 50 anos do modelo original protagonista de uma das perseguições mais famosas da história do cinema, no filme “Bullitt”, com Steve McQueen. A sequência eletrizante de quase 10 minutos pelas ruas de São Francisco, na Califórnia, impulsionou a mística do esportivo verde escuro que acabou dando origem a séries especiais. O nascimento dessa lenda merece ser rememorado neste #TBT.

filme. Como o original visto na tela, o carro se destacava pelo estilo despojado, dispensando emblemas e até o ícone do cavalo na grade dianteira, assim como spoilers e as clássicas entradas de ar nas laterais. Seu motor V8 de 4,6 litros trazia 50 cavalos adicionais de potência e 2,8 kgfm a mais de torque.

MUSTANG BULLIT 2008

O filme “Bullitt” estreou em 1968 e, com o passar do tempo, se tornou um clássico. Seu sucesso levou a Ford a criar, em 2000, um conceito do Mustang inspirado no modelo. A resposta do público foi tão positiva que ele acabou sendo lançado no ano seguinte em edição limitada de cerca de 6.500 unidades.

Outra surpresa na apresentação foi a exibição do Mustang GT 1968 original do filme, cujo paradeiro ficou ignorado durante quatro décadas até ser recentemente localizado e restaurado. Seu dono atual herdou a relíquia do pai e teve a honra de dirigir o carro no palco durante o evento.

Herdeiros do ator Steve McQueen colaboraram com a Ford no design dessa série especial, que era equipada com um motor V8 de 4,6 litros, com potência de 265 cv e 42 kgfm de torque. Em 2008, a Ford lançou a segunda edição do Mustang Bullitt, comemorando os 40 anos do jornalreposicao.com.br

A terceira geração do Mustang BullitTM será vendida em edição limitada a partir de meados deste ano nos Estados Unidos, com motor V8 5.0 de mais de 480 cv e torque de 58 kgfm. O carro foi apresentado no Salão de Detroit por Molly McQueen, neta de Steve McQueen, que estrelou também um vídeo de divulgação.

MUSTANG BULLIT 2008

Imprensa Ford 9


DESTAQUE

Motor turbo exige revisões em dia e atenção com a ignição

NGK explica como essa tendência em motorização pode afetar velas, cabos e bobinas

G-Power e Iridium IX, que propiciam um ganho significativo em performance”, acrescenta o consultor da NGK.

Tendência no setor automotivo, os motores turbos melhoram o desempenho do veículo e são aliados da eficiência energética e da redução de poluentes. Esses benefícios, no entanto, trazem também uma exigência: mais atenção às revisões preventivas. De acordo com a NGK, empresa especialista em sistema de ignição, os cuidados com os componentes do conjunto são essenciais para o bom funcionamento do motor.

Porém, por exigirem mais do sistema de ignição, esse conjunto de componentes merece mais atenção em motores turbos do que em motores convencionais. Para evitar falhas, a NGK orienta que o usuário respeite e esteja atento às recomendações de troca e inspeção das velas determinadas pelas montadoras.

Segundo Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK, o funcionamento dos motores turbos se dá pela ação de duas turbinas que agem em conjunto em um processo que melhora o rendimento do motor. “Porém, esse ganho de performance gera também pressões mais altas na câmara de combustão, passando a exigir mais das velas de ignição”, explica.

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Por esse motivo, as montadoras têm utilizado, em novos projetos de veículos turbinados, as velas especiais, com a ponta do eletrodo de platina ou irídio. “Essa tecnologia é importante, pois com o aumento de tensão para o centelhamento, há também um maior desgaste das velas”, comenta Hiromori Mori.

Feitas em material nobre, as velas especiais possuem o diâmetro da ponta do eletrodo mais fino do que os componentes tradicionais. Juntos, esses dois fatores fazem com que a peça tenha mais energia para iniciar a combustão, melhorando a sua ignibilidade. “A tecnologia das velas especiais também pode ser aplicada nos motores convencionais, com as velas

A falta de manutenção das velas pode causar o chamado flash over, que ocorrem quando a tensão de centelhamento entre os eletrodos é muito alta, tornando mais fácil a passagem da corrente elétrica na parte externa da vela. “Nestes casos, além da troca das velas, é necessária a substituição de todo o sistema de ignição, que pode ser composto por vela e bobina, ou vela, cabo e bobina, para que uma peça não comprometa o funcionamento da outra”, orienta o especialista da NGK. PRINTER PRESS

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BOLETIM TÉCNICO

NOVIDADES

ALBARUS E SPICER, A DANA COM AINDA MAIS FORÇA NO MERCADO DE REPOSIÇÃO

Sinônimo de tradição, segurança e qualidade a marca Albarus reforça o pacote Dana no mercado brasileiro de reposição e obtém suporte imediato dos clientes Aos 70 anos de Brasil, a Dana inicia uma nova fase da tradicional marca Albarus no mercado brasileiro de reposição. A partir deste mês de janeiro, a empresa amplia as soluções já disponíveis com a marca Spicer, oferecendo nas tradicionais caixas em amarelo, vermelho e preto uma completa linha de juntas homocinéticas, cruzetas e cubos de roda para a frota nacional de veículos automotores (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus). Segundo Carlos Dourado, diretor de vendas de reposição para a América do Sul, o objetivo é atender ainda melhor as necessidades crescentes do mercado de reposição, aliando qualidade com preços competitivos: “Estamos ampliando nossa atuação e melhorando as opções que os clientes podem oferecer para os seus clientes, ampliando os seus negócios. A marca Albarus tem tradição inegável que se traduz em um recall impressionante, sempre associado a qualidade e confiabilidade. Junto com a Spicer, amplia o nosso portfólio de produtos e oferece uma combinação versátil, de acordo com a necessidade do cliente, além de trazer o aval da Dana, outro diferencial importante”, explica o executivo. Para melhor resgatar a presença marcante conquistada ao longo de 70 anos no mercado brasileiro, a Albarus mantém as tradicionais cores preto, amarelo e vermelho. “A proposta é vintage, com o mesmo visual e estilo da embalagem dos anos 70 e o logo original, dentro de um losango”, explica Luís Pedro Ferreira, responsável por Marketing e Comunicação para a região. “Resgatamos também o slogan original: Qualidade que transmite segurança, que expressa com muita propriedade a proposta de valor da Albarus, uma necessidade mais do que atual dos mecânicos e de seus clientes e que não sai de moda. Afinal, qualidade traz segurança na escolha e com segurança, não se brinca”, reforça. Os produtos da nova linha da Albarus já estão disponíveis nos principais distribuidores e lojas de autopeças do País. Para conhecer mais sobre a história da marca, que antecede o próprio estabelecimento da indústria automotiva brasileira, obter mais informações sobre o portfólio de produtos e catálogo, acesse www.albarus.com.br. 12

Tradição de segurança e qualidade Uma das primeiras fabricantes dedicadas à indústria automotiva na América do Sul, a antiga Albarus – hoje Dana – iniciou suas operações em 1947 com uma pequena oficina de precisão no Rio Grande do Sul. A primeira encomenda de maior escala aconteceu em 1948, quando a empresa Figueiras, de Porto Alegre, comprou 1.000 cruzetas para atender o mercado de reposição para os veículos utilitários da marca Jeep. Pouco tempo depois, a Ford fez seu primeiro pedido de cruzetas, dando início ao fornecimento direto a uma montadora, para atender o mercado de reposição. Foi por uma sugestão da própria Ford que, em 1955, em busca de novas tecnologias o fundador Ricardo Albarus formalizou sua associação com a fabricante americana de eixos cardans Spicer Manufacturing, que mais tarde se tornaria a Dana. Essa associação marcou o início das atividades da Dana no Brasil e foi o primeiro investimento da companhia fora dos Estados Unidos. Ao longo da história, a Albarus se transformou, em uma das mais importantes marcas da indústria automotiva nacional, tanto para o mercado original como para a reposição. O diretor de vendas Carlos Dourado reforça o potencial gerador de negócios desta iniciativa: “No início dos anos 2000 a Dana, dentro de suas estratégias de atuação global, concentrou seu foco na marca Spicer. Agora, damos continuidade ao novo enfoque para o mercado de reposição que iniciamos em 2017, reforçando nossos investimentos com a marca Albarus, que traz um complemento estratégico ao portfólio. Combinamos os produtos originais Spicer com os produtos All Makes Albarus, ampliando assim as soluções oferecidas para que nossos clientes possam atender melhor aos seus clientes e assim alavancar negócios para todos, demonstrando a força destas parcerias,” finaliza. SECCO CONSULTORIA

SICREDI

Usando o macaco Você nunca precisou trocar o pneu? Caso raro. Se sim, você tinha certeza de como usar o macaco da forma correta? Se não sabia, agora você não vai mais ter dúvidas. A primeira recomendação é sinalizar o local onde for parar, caso seja na via. A distância do triângulo deve ser superior a 30 metros e, se estiver próximo de curvas, avalie a distância e o local de colocação do triângulo. Lembre-se também de ligar o pisca alerta. Carro parado em lugar seguro, o próximo passo é puxar o freio de mão e manter o veículo engatado em primeira marcha – para evitar que o carro se mexa enquanto você estiver trocando o pneu. Afrouxe as porcas ou parafusos (apenas meia volta em cada um) antes de levantar o veículo. É importante ressaltar que nessa etapa os parafusos não devem ser retirados. A fixação do macaco deve ser feita no ponto indicado pelo manual e bem apoiado em solo firme. Alguns modelos de veículos apresentam pontos de referência nas laterais para o posicionamento correto do macaco. Caso esse posicionamento não seja obedecido, há risco de danos ao assoalho e até de desprendimento do macaco durante a operação – resultando na queda do veículo. Alguns macacos têm manivela de abertura e fechamento integrada no próprio sistema. Outros precisam da utilização da chave de roda para a articulação. Realize o levantamento, solte as porcas ou parafusos por completo, substitua a roda e volte a apertar as porcas ou parafusos antes de baixar o veículo. Quando o carro estiver no chão, faça um aperto final, com firmeza. Pronto. Importantes recomendações Avalie sempre os equipamentos do seu veículo para eventuais emergências. Avalie o funcionamento do macaco, as condições do triângulo, a localização das chaves de rodas e se há chave para a retirada das calotas de rodas ou capas de parafusos, além de verificar o estepe. Para o estepe, verifique a data de validade e a calibragem. Faça isso pelo menos uma vez a cada 3 meses. A data de validade é descrita na lateral do pneu, através de uma numeração de 4 dígitos próximo da descrição DOT. Os primeiros dois dígitos indicam o mês e os demais indicam o ano de fabricação. Se seu pneu já tem mais de 5 anos de fabricação, recomenda-se a substituição, pois a borracha resseca e o pneu perde sua qualidade, comprometendo assim a segurança no trânsito. CDN

Sicredi amplia atuação e lança máquina de cartões A Paguecom chega com as funcionalidades de crédito, débito e voucher O Sicredi, instituição financeira cooperativa – que possui mais de 3,6 milhões de associados – inova e lança a Paguecom, uma máquina de cartões que passa a viabilizar a atuação do Sicredi como credenciadora. “Este é um segmento relativamente novo para o Sicredi, visto que já fazemos parte desta cadeia como instituição financeira cooperativa que oferece conta bancária para o recebimento dos pagamentos. Agora, nos tornamos também uma credenciadora, no chamado mercado de adquirência”, explica Cidmar Stoffel, diretor executivo do Produtos e Negócios do Banco Cooperativo Sicredi. A iniciativa é uma parceria com a First Data, líder global em soluções de processamento de pagamentos e comércio eletrônico. A Paguecom chega com todas as funcionalidades de uma máquina de cartões: crédito, débito e voucher. Qualquer associado ou pessoa que queira se associar às cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi pode adquirir a máquina e utilizar em seu negócio. Os interessados poderão solicitar a Paguecom em qualquer agência do Sicredi. A expectativa é que a novidade traga autonomia e flexibilidade ao Sicredi, favorecendo aos associados Pessoa Jurídica (PJ) ou Microempreendedores Individuais (MEIs). O público da Paguecom é majoritariamente de PJ, porém atenderá também a Pessoa Física (PF), como profissionais liberais: médicos, advogados, taxistas e microempresários, por exemplo. Saiba mais em www.paguecom.com.br Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,6 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi. com.br. Sicredi Sincocred PR Rua Anne Frank, 3223, Boqueirão. Curitiba/PR

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EVENTO Um dos principais eventos de entretenimento do aftermarket nacional e muito mais: um efetivo networking entre fabricantes e empresários paranaenses do comércio e da reparação. A Autofesta é consagrada pela qualidade e público qualifi cado.

Autofesta versão rock

O evento acontece em Curitiba, na mesma época em que acontece a Feira Autopar, numa tradicional casa noturna da cidade - Victória Vila, que está localizada a poucos quilômetros do Expotrade Pinhais . Pensada como uma ferramenta de marketing, a Autofesta conta com o apoio de aproximadamente 30 indústrias e uma distribuidora de cada segmento: linha leve, linha pesada, acessórios e equipamentos. A grande maioria dos apoiadores participam da Autopar e elegem o evento para agregar um diferencial para a marca e fortalecer o relacionamento com o empresariado local. Outros apoiadores vêm na festa uma alternativa com excelente custo-benefício para marcar presença e impactar o mercado, sem participar da feira. Os convites são distribuídos pelos apoiadores que trazem seus clientes e prospects, além de os utilizarem também para a realização de campanhas de vendas. Por aqui o pessoal traz resultado quando convites da Autofesta estão em jogo. E desta forma, o incremento nas vendas tende a minimizar os investimentos do patrocinador. Diversos parceiros das edições anteriores já sinalizaram interesse e a Wega foi a primeira a aderir ao evento 2018.. Festa dos sonhos A festa tem um espetacular serviço de bar e buffet, além de shows e atrações que sempre encantam os 1.500 convidados. Este ano o mote será o Rockʼn Roll, com um show especial do Rogério Cordoni, o Elvis curitibano., além da tradicional Banda Nega Fulô com hits do rock 70/80 e da Drag Queen Wan Grega. Veja no Youtube (https://www.youtube. com/watch?v=HRPY6HdaF7U ) como foi a edição 2016. Para informações acesse www. autofesta.com ou procure a Projeto Marketing, organizadora do evento.

O músico Rogério Cordoni começou a fazer cover do cantor norte-americano em 1992 e desde então vem levando a imagem do ídolo para onde vai. A associação com a figura do artista já vinha de antes. Tudo o que tento fazer me leva ao Elvis , conta. Eu sentava na bateria para tocar com minhas antigas bandas nos anos 1980, Tessália e Dr Smith, e a brincadeira era sempre a mesma: Elvis não morreu, toca bateria , lembra Cordoni. Estudioso de música e apaixonado pela cultura do rock, o curitibano analisa: Elvis era uma pessoa engraçada, brincalhona. Mas muita gente tem outra imagem , explica. Muito da vida do Elvis foi limitada pela responsabilidade que ele tinha como o personagem Elvis, que tinha de ser sempre um galã. Sucesso A força da figura de Elvis Presley nos Estados Unidos tem a ver com a importância do artista para a cultura do país, segundo Cordoni. A influência do cantor passou pela música, pelo comportamento e pela formação de uma cultura jovem nos anos 1950. Acredito que ele apareceu na hora certa , diz. Nos Estados Unidos, a figura dele é usada para muitas coisas.

Autofesta 2016

Em Curitiba, Cordoni identifica uma predileção da cidade pela cultura que Elvis representa ̶ daí o sucesso de seu personagem.

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É uma cidade que cultua o rock , avalia. O curitibano tem bom gosto para as coisas ̶ se veste bem, quer ver a cidade bonita, gosta de bons espetáculos, de boas casas noturnas. É mais exigente. A figura do Elvis se encaixa perfeitamente aí.

IMPRENSA FORD atração da Autofesta 2018 Rogério Cordoni,

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NOTÍCIA

Curitiba terá novos biarticulados Volvo

Serão 25 ônibus Volvo B340M Gran Artic, da mais moderna geração de veículos da marca. A previsão de entrega dos veículos à cidade é em março.

Depois de alguns anos sem ônibus novos, Curitiba, no Paraná, dá inicio à renovação da frota da cidade em 2018. A a primeira grande entrega será de 25 biarticulados Volvo, marca escolhida pelas empresas operadoras do transporte coletivo da capital paranaense.“A Volvo é especialista em sistemas organizados de transporte público em massa. Temos o orgulho de ter a melhor tecnologia, que traz mais conforto para passageiros e motoristas, menor custo de operação e maior confiabilidade. Estamos trabalhando nesta área nos últimos 30 anos. Isso não se constrói da noite para o dia”, afirma Fabiano Todeschini, presidente da Volvo Buses Latin America. Os novos ônibus começarão a ser produzidos no início do ano. 100% do financiamento às empresas que fizeram a aquisição foi viabilizado por meio da Volvo Financial Services, braço financeiro da marca. Os ônibus Volvo têm presença destacada no sistema de transporte de Curitiba. O biarticulado foi inventado pela montadora especialmente para atender uma demanda da cidade, nos anos 90. Desde então, a Volvo se especializou neste tipo de veículo, conquistando liderança absoluta neste mercado com uma tecnologia única de motor central, que traz capacidade e conforto superiores. Na América Latina, a frota circulante de biarticulados da marca é de cerca de 700 veículos, o que representa cerca de 99,9% de participação no segmento. Em Curitiba há 155 biarticulados Volvo em operação atualmente.

Nova geração de veículos Os novos biarticulados de Curitiba são do modelo B340M Gran Artic, última geração de veículos da marca, com avançadas tecnologias de segurança e conforto. “O motor, o comportamento dinâmico no rodar e a eletrônica embarcada estão muito melhores nesta nova versão. Os passageiros e motoristas vão sentir a diferença.”, afirma Gilberto Vardânega, diretor comercial de ônibus da Volvo no Brasil. Com 28 metros de comprimento, os novos ônibus de Curitiba transportam 270 passageiros. A montadora ainda tem uma versão com 30 metros e capacidade de 300 passageiros. Os biarticulados Volvo têm motor central, posicionado abaixo do piso. É a melhor solução para associar alta capacidade de passageiros, conforto acústico e térmico. “Nossos veículos permitem aproveitamento total do espaço interno para transportar mais pessoas. Além disso, com o motor central o motorista não fica exposto diretamente a ruído e calor, que são um problema em veículos com motor grande como os biarticulados. O motor central é uma configuração que só a Volvo tem e que nos permitiu conquistar a confiança de todos os mercados que operam biarticulados na América Latina e em outros continentes”, assegura Todeschini. Atualmente os biarticulados da marca circulam em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, jornalreposicao.com.br

B340M Gran Artic

PRINCIPAIS VANTAGENS

BIARTICULADO VOLVO

KG

B340M SUPER ARTIC E GRAN ARTIC

VERSÕES DE 28M E 30M o maior ônibus do mundo

EVOLUÇÃO DOS ARTICULADOS VOLVO

PISO NIVELADO DE PONTA A PONTA mais conforto e segurança

1981 1980

1990

Bogotá, Cidade da Guatemala, Quito, além da própria Curitiba. Este tipo de veículo roda também em vários países fora da América Latina. Com ônibus articulados e biarticulados Volvo, o sistema de transporte de Curitiba passou a ser uma referência mundial. Batizado internacionalmente de BRT –

TECNOLOGIAS DE SEGURANÇA Supensão eletrônica Freios eletrônicos de 5ª geração Controle de tração Transmissão automática com retarder Freios ABS ■

■ ■

2001

B58 Biarticulado

2012

B10M Articulado e Biarticulado

2000

PORTAS EM TODA A EXTENSÃO LATERAL mais acessibilidade e rapidez nos embarques e desembarques

CONECTIVIDADE Controle remoto da operação em tempo real Auxílio no treinamento e controle dos motoristas Ativação de restrições de operação em regiões específicas (controla remotamente a velocidade próximo a hospitais, escolas e em terminais, por exemplo)

1992

B58 Articulado

MELHOR DISTRIBUIÇÃO DE PESO Mais estabilidade, conforto e segurança Frenagem em menor espaço

APROVEITAMENTO TOTAL DO SALÃO para transportar mais passageiros, da frente até atrás

B12M Articulado e Biarticulado

MOTOR CENTRAL Menor ruído Menor temperatura interna Melhor condição de trabalho para o motorista, ideal para uma condução segura ■ ■

2016

B340M Super Artic e Gran Artic

2010

Bus Rapid Transit – o modelo serviu de inspiração a muitas outras metrópoles como alternativa viável para a mobilidade urbana, especialmente em países em desenvolvimento. Atualmente, destacam-se na América Latina os BRTs de Bogotá, Cali, Rio de Janeiro, Curitiba e Goiânia. Todos operam veículos da marca Volvo.

ÁREA FRONTAL NO MESMO NÍVEL DO PISO Maior visibilidade para o motorista Mais segurança

2017

Novas Carrocerias Além dos benefícios dos chassis Volvo, os biarticulados de Curitiba terão carrocerias com novo design externo e melhorias no espaço interno, iluminação, portas entre outras. VOLVO

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