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-redonda sobre os curment~~ões estudantis Ne stes momen tos. em sos do Centro. A alega do pa~s foram arrancaque os estudantes do ção usada foi a de que dos. Começaram a sur país manifestam-se con 'a reitoria haviq proigir boatos de que o Di tra as prisões. arbitrã bido ,os professores da retório Central dos rias de cole~as (efet~ Universidade de permitudantes estava insu ~ adas em vá ;rlS localí= tirem este tipo de ati fIando greve e paralidades) ,em ondrina tam vidade (e também dis = xação, com o claro obbém temos saídovitimas tribuir jornais e bole jetivo de provocação . de atentados contra a tins). Um exemplo disso foi o liberdade de expressão Além desta oc Jr'rêninridente'ocorrirlo no man~festação, e organi.' cia,murais que são man ;1.:r. ,n0 'lual U~ "ro~ps zaçao. una No inicio desta selfia.tidos. normalmente nos-o sor conu~ic0u 1 Diretórios com recorte turmr1 flue hA.V i -'l sido na os estudantes dõ de jornais, vem sendo nrocurarlo nor u~ me~ Centro de Ciências Exa sistematicamente viola ~ro rio !)C~,flUP 1," ~r~ tas foram proibidos de dos. Cartazes divulgan D~S a ra~~l{zaç~o dl~ passar nas salas de au do o manifesto do DCI lulas "~ solil~rieiA.in la ' para d,ar avisos da ~os ~ole~3~ 1p ~~o Pau e DAs., frente as movi realização de uma mesa

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Jornal Poeira (Especial II - Maio/77)