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.LONDRINA

- NOVEMBRO DE 1978 - ANO IV - NUMERO 27 - UM JORNAL DO OCE

"N.O DIA 29 VOTE

POEIRA PARA O DCE

"MUTI RÃ O" PARA O DASCESA, "CAPOEI RA" PARA O DASCCB, "LIBERDADE" PARA O DASCCH, "CHAPA CCE" PARA O DASCCE, "FERRO" PARA O DASCCS, "MATRACA" PARA O DASCECA. ~.M:>

TEATRO UNIVERSITÁRIO -!'llste sábado, dia 25, o cantor de "Copacabana", "Maria da Praia" e "Saudade Mata a Gente", OICK FARNEY, vai estar apresentando em Londrina, acompanhado de seu trio, o show que fez grande sucesso durante o Festival de Jazz, em São Paulo, recentemente. A oportunidade é única para você ver um dos maiores cantor!ls instrumentistas brasileiros. Os ingressos custam 40 cruzeiros para estudantes e podem ser encontrados no OASCCS (na Hugo Cabral esquina com PiauO e no OCE (Centro de Vivência, Campus). - 1\0 DIA 2, OlTTRO GRANDE SI-K)W - A pro'posta de reativar as promoções culturais em Londrina já está sendo posta em prática. No dia 2, também no teatro universitário, você vai poder assistir um show escrito, . produzido, dirigido e, principalmente, encenado pelo pessoal daqui mesmo. Lena Mariano, Márcia e mais um monte de ~ente boa resolveram se juntar e mostrar o que sabem fazer. Eles vão cantar música popular brasileira e música "country' americana, para mostrar que a boa múnica não tem fronteiras. O Seu comparecimento é indispensável, para que a coisa não pare por aqui e esse tipo de promoção possa se tornar um hábito entre n6s. APAREÇA.


o POEIRA

CHEGA AO FINAL DE SUA QUARTA GESTAO J\K)DCE.

os ESTUDANTES AVALIAM O DCE EM 1978.

1.001 coleg<lSresponderam aos questionários distribui'dos na semana retrasada pelo POEIRA o que corresponde a 12,5 por cento do total de alwlos da Fuel, nlJStra mais do que representativa da opinião da maioria. A rrnioria (49,7 por cento) continua achando que a gestão POEIRA foi boa A outra metade está dividida assim: 32,4 por cento acharam razoável, 9,4 por cento acharan ótima e apenas 5,6 por cento acharam má.

"CADÊ A VELHA CORAGEM? • Entre as explicações, não faltaram observações como a da Maria Lúcia de Direito, para quem "O POEIRA faz o que se propâ;, com propriedade e garra". Mas na maioria das vezes a tônica das observações é diferente: mesnD considerarldo boa a gestão POEIRA no DCE, os colegas andam preocupados com os rumos do nosso trabalho: "Falta mais empenho para problemas locais, diários, que afligem diariarrente os estudantes - explica Myriam, de Col11l.Jl1icação contas do IJC~, da luta peloo cursoo de ténas, - Falta mexer com a passividade dos estudantes, movimentar, prorrover mil coisas". da grande greve de jWUlO, contra o regimento interno. Tivemos em 78 as jornadas nacionais O Marco Antonio, da Medicina~ reforça: por melhores condições de ensino, 00 primeirái "Precisa tomar-se rrnis presente na escola, perceber rrnis as necessidades dos. estudantes". encontroo estaduais de entidadçs estudantis do E o Ollvio, da Qui'mica, pergunta: "Cadê a Paraná, o IV ENE, a IV Semana de Atualidades, a candidatura Euler Bentes velha Coragem? " para a presidência e wn sensi'vel Esta preocupação com wn certo distanciarrento dos problemas "Iocais,diárioo", aprofundarrento'do debate de assuntoo mais pollticos, corro eleições, anistia, Constituinte, por parte do DCE e do POEIRA, está bem etc. caracterizada nas respootas à pergunta 19 do questionário: CDMO VOG.Ê TEM VISTO A ATUAÇÃO NAS CLASSES UM CERTO DESÃNlrv10 00 DIRElDRIO 00 SEU CENTRO?

A ATUAÇÃO DOS SETOR IAIS SEGUNOO OS ESTUDAl\JTES. Aqui, 00 que consideram boa caem para 34,2 por cento e os qtx:l acl}am raZoável são rrnioria (35,4 por cento). E rrnior o nÚTrero de colegas que consideram má a atuação doo DAs (17,5 por cento) e menor o nÚTrero de ótimas (4,9 por cento). Estes dadoo revelam que a atuação doo diretórioo setoriais,.que são 00 eloo de ligação do DCE com todos os estudantes, não está satisfatória, o que ilustra wn pouco mais as preocupações lançadas acinn. ' AfInal, o que está acontecendo de errado? Recapitulando, 1978 foi o ano da luta J contra a auditoria polilica da reitoria nas Poeira - Página 2

Avaliando este painel, notarms que todoo problemas enfrentadooem 1978 são muito importantes e, direta ou indiretamentt', dizem respeito às noosas vidas. No entanto, com exceção da greve de junho contra o regimento, que foi wn rrmco histórico na evolução 10 movimento estudantil de Londrina e revelou toda a capacidade de luta doo estudantes da FueL nenhuma outra conseguiu empolgar a universidade, romper o rrmasmo e arrebatar 00 espiritos. E acabanlJS tendo wn segundo semestre momo, sem animação. Nas passagens em sala de aula, a gente passou a perceber wn certo desânimo entre 00 colegas, uma certa falta de perspectiva Já não se notava rrnis aquele bóm espirito que havia na época da greve ou na época da campanha da carona, wn ano atrás.

Hoje, olhando o trabalho rrnis criticamente, rrnis no geral, e ~udadoo pelas pesquisa<;, dá para entender melhor o que aconteceu com o rrovimento estudantil de Londrina neste ano: Na hora de defIni,' as lutas prioritárias todo o peso, por falhas de análise,acabou fIcando para aqueles problemas mais gerais, que atingem os estudantes e a sociedade como wn todo, sendo relegadoo alguns problemas mais particulares e imediatoo do nosso dia a dia, da vida illtema da Fuel. Faltou ao pessoal que participa rrnis diretamente do movimmlo estudantil sensibilidade e traquejo, para combinar corretarrente as lutas rrnis gerais com as rrnis particulares, dando a todas ela<; o peso que cada uma merece.

00

SACUDI R A POEI RA Mas agora que o erro está bem delimtado, estanlJS dispootoo;' a continuar convivendo com ele. Nesse sentido, a chapa POEIRA 79 e as chapas setorias que lhe são solidárias,estão propondo um prograrrn de trabalho que começa já, com a luta contra o aumento de 38 potcento nas taxas e anuidades, que proosegue nas férias e segue em frent~, sem ,parar. A palavra de ordem hoje, rrnis do qtx:l nunca, é vencer o desânimo e a apatia, sacudir a poeira e dar a volta por cima. J não


SlcocJe a Poei ra NA OPINIÃO DA ESMAGADORA MAIORIA DOS ESTUDANTES, OS TRÊS PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE OS DIRETORIOS DEVEM COMBATER JUNTO COM TODO MUNDO SÃO, PELA ORDEM, A BAIXA QUALIDADE DO ENSINO, O ENSINO PAGO E A FALTA DE LIBERDADE. MAS E CONTRA PAGO QUE TODO MUNDO ESTA DOIDO PRA BRIGAR AGORA: 85,5 POR CENTO ESTUDANTES SÃO VEEMENTEMENTE CONTRARIOS AO NOVO AUMENTO DAS ANUIDADES, DE 38 POR CENTO, QUE CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 'P~ETENDE APROVAR NESTE FINAL DE ANQ. !

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(aluno de Farrrécial

p:lgammto das matriculll à'é JIlIMEltase greve Em linhas gerais, cerca de 70 por •• o (1) INTEGRAL: Cr$ 1.518 POR MÊS geral. estu:4"lfltes da Fuel são totalm!!lll. oorara o PARCIAL: Cr$ 7ffJ, POR MÊS ensino pago e defm:ie o ensioo ~o. TODO MUNDO Alguns, p:>r achar que o ensino pIlP ttiti:la •• nUIlB 'coisa ninguém diverge: esse Ê CONTRA E NÃO ABRE as universidade, oorro o Renato, de Direito: ~o de 38 p:>r cento no valor das taxas e "É discriminatório, 9Ó quem possui wn Illlilio amãiajes, para 1979, é um iIrenso absurdo. Mas antes de entrar nas p-opostas, terros Se ele for concretizado, o aluno de P:x1er aquisitivo pode estu::lar". Outros que que enterrler bem al~ pontos, pra não errar pericxio integral, que já vem pagarrlo, em pensam assim sito o Roberto, tanilém de m!dia, l.loo cruzeiros IX>rni!s, ~rá a }»gar na corrlução da luta. Direito, }»ra que o ensino p:ig:> "é wn ta}» O priJreiro p:>nto, que deve ficar bem daro, mais de 1.500 cruzeiros. O penodo J»rcial, cara do trabalhador", e o Càso da CXlonto, é que a luta oontra o awnent~ das anuidades {Era quem "a elitizaÇ(kl do ensino terá, oorro piSSará de 550 para 759 cruzeiros Jrensais. não se encerra em si mesma. E mais um I»SSO "Quem disse que isso aqui é UIlB universidade oonsequência, UIlB oolrlade dJeia de tabJs, na luta maior contra o cIliioo }»90. E a luta est~ual?" - pergunta, desabafamo, um rivalidades e txeoonceitos". oontra o ensino }»9O é urm luta txeXongada, calouro de Connmicação. :mde a gente tem que ir 9OiIMIldoIX>nto p:>r A wontade de 85,5 p:>r cento dos esttrlantes p:mto, vitória IX>rvitória, •• «II1iegUÍI' UIlB é J:Drpr oontra esse aUlTJ:!nto.E não vai' ser "TEM MUITO DINHEIRO ENFIADO grame e imbati'vel união, Jr.l dai virar o O FOEIRA nem o OCE que vão enjeitar essa NO LUGAR ERRADO" ~ Prop:>stas de encaminhaJrento da luta, marcador. "Água rooIe em pedra dura, tanto, bate até que fura", emârIll o dita0:> p:>pular. E taId*n, é o que não falta: através das Outros adiam que o ensino plIlJO é assim que deve ser vista llIU luta. A Qeusa, de pequisas os estudantes enviaram algumas oonsequência de UIl1ilerrada p:>litica de CQJ1tilllw ncl página seguinte ezenas de sugestões, que vão do boioote ao aIXicação do dinheiro pú1iioo e por ~ disoordam e propõem rmis verbas J»ra a Frlucação: É o caso de UIlB crlega do terceirc laboratór:io médico penodo de Direito, para que "tem nurito ANUNCIE dinheiro enfiado em II.Çil' err~o". Nesse sentido, aliás, cabe lell'bãr que 00 de londrina NO ni!s que vem o CoIlJfesso Nacional votará o orçarrento da Uni<ío para 1979. É bem dir. cientrfica: txovável que as verbas para a Frlucação, que já cairam de 9,7 por cento em 1964 pw 4,17 p:>r cento este aro, sejam ainla nais dr. tsutomu higashi reduzidas no aro que vem, transferiJdo ainla rmis a resp:>nsabilidade pela Frlucaçio . exames: • roU••• nacional' das rnãai do &t~o para os 00G0ll oml:ros e de nossas familias. • especializados Mesrm assim, arroxinW.amentlt 15 por cento dos crl~ que resp:>Irleràm as • rlldlOlmuno.ensaio pe9:luisas conaxdam, oom restriç(le6, com o ensino lBJO. Alquns acham que ., OI riooI ESTE LABORATÓRIO UTILIZA O PROGRAMA DE devem pagar, oorro o Luiz Carlos; da . EXCELÊNCIA PARA LABORATORtOS MI:DICOS Agronomia, talvez não oonsiderando que 05 rioos ~ntam UIlB J»rrel.a ~e di(PELM), SUPERVISIOi~ADO PELA SBPC comunidade universitária e que, }XlrtAnto, este é um JX'oblema secuOOário. Outros adwn que rua pernambuco.651 fofte-22.3445 deve ser p.:¥;lo, rms nem tanto ... Outia,ainda, londrina, paraná que o ensino pode até ser ootndo, d8Kie que seja bom Poeira - Página 3

lab.med

ELE

VENDE!


C(Jn tinuaç<ió riü página dnterior Estudos Sociais, captou bem isso: "DeveIroS lutar pelo ar~.I1u yratuito. Se isso ainda est:i longe, lutar pml que não subam as rrensalidades em 79". O outro ponto que p-ecisa ser enterrlido, é que esta luta é dificíl. A votação do aurrento se dará no periodo de férias e nós tererms qUf oontar exdllSÍVaJnmte oom as nossas fcrças e da oomunidade. Da reitoria e do Conselho de Administração não dá pra ficar esperando gestos de solidaried<rle que nunca tivellX>s. Então, as p;opostas que forrms tirar vão ter que p:utir do principio de que a oossa luta é p;olongada e dificil, e que pml enfrentá.la varms ter que juntar IlDlita força e IlDlita criatividade. Para que tcx:lo numdo já possa ir se prep:uando, alXesentarms aqui algumas das IlDlitas p;opostas encaminhadas pelos cd.egas que responderam a pequisa Assim que " terminar o IX'OCeSSO elitoral da Fuel, o DCE e os DAs vão oonvocar tcx:losos estudantes parê oonduir os debates. que precisam oomaçar agora.e decidir as rtUmS da luta

MORADIA ALIMENTAÇÃO, TRANSPORTE, LIVROS

VANlOS ATACAR O ENSINO PAGO POR TODOS OS LAJX)S.

-~1

ATENÇÃO: ESTA E UMt.\ LUTA PROLONGADA E DIFICIL

o problema do ensino pago não acaba com I) Apoiar a luta das nossa colegas pela Casa a luta contra OSallJTrntos. Ele engloba, da Universitária de londrina. AS PROfüSTAS: também, as dificuldades com transporte, 3) Acompanhar mais de perto o problema a1in~ntação e moradia, que encarecem e Boioote ao pagarrento das matriculas. do passe universitário, procurando agili7.ar dificultam ainda mais o en~ino. Campanha nacional oontra os aurrentos. mais o esquema de liberacão das carteiras. Qu:rndo a VULaunrnta o preço das ooordenada pela Comissão Pró Une. passagens ou das carteiras de passe, por 2) Lutar, ao lado da Casa do Estudante e Reivindicar através dos 6r<}iosoompetentes. exemplo, está piorando o problema do ensim .• de todos os colegas, para que o RU deixe de Fazer abaixo assinado na esoola e na pago para nós. O nl:SIID acontece quando o ser responsabilidade dos estudantes e passe oomunidade, recorrendo à Asserntléia Restaurante Universitário é obrigado a fechar para 'o controle da rcitori,' Lutar também Legislativa, ao p-esidente e demais autoridade, por falta de verbas, forçando llU.Iitagente para que a reitoria transfira o RU para o estaduais e federais. Dialogar oom o governo, que depende dele a dobrar ou triplicar seu~ campus, para que todos tenham, na escola, oonversar oom o reitor. Fazer assembléias, gastos com alirrentação, Também os preços { boa alinrntação e de bom preço. Além de passeatas e greve. Pressionar os oonselheiros. a qualidade dos alirrentos das cantinas do increnrntar wna rmior vivência Fazer levantamento roo,eoonômioo das campus, da rresma forma que a; gastrs com universitária, a prcSónça do RU no campus estulantes. Organizar as calouradas de 1979 n"k:lradia,livros, etc, são problemas que devem será altarrente benéfica para os colegas que oontra a carestia, o aurrento das anuidades e c ser combatidos, dentro dessa luta geral estudam à noite c que não podem jantar ensino p:lgo. contra o ensino pago. 'antes de ir para a escola, Para tratar permanentenrnte de todos Ao nivel do oonteúdo da luta, sugeriu-se: esses assuntos, a chapa roElRA 79 vai 4) Montar a cooper.ativa de livra; dn Reivindicar a federal¥açãc da Fuel. Lutar criar no DCE uma comissão social par!l por awnento rrenor. kelacionar oossa luta DCE, que facilite ~.conomicaÍlrnte o acesso defender, com todos os estudantes, o de todos aos ~ivros. corno protlema do custo de vida e envolver seguinte programa mnim:>: a oomunidade. Reivindicar mais verbas pml Bons planos a comissão social tcm O que a Educação. ela mUs precisa, agora, é de gente dislJalta a A LUTA JÁ COMEÇOU pegar no batente. Não fique de fora.

ADVOGADOS

C OPI AS E REDUÇUES XEROX SEM FAZER FORÇA (E SEM ESVAZIAR SEU BOLSO)

• DESCD\ITO ESPEaAL PARA ESTUDANTES

DI'. José Elias Bucharles Filho Or. Jorge Augusto Bertin

'CD\IFORWE O CASO SEM QUALQUER MAO-DE.OBRA • voCÊ TElEF()\JA, Nés VAr-.JY::f3BLSCAR (l) ORIGINAIS E DEVOLVEr-.JY::f3O SERVIço PR()\JTO FAlE

RUA MINAS GERAIS N.o 297, 6.0 ANDAR CONJUNTO 61 - FONES 220098 e 220119 lONDRINA Poeira - Página 4

ORGANI

OOM A GENTE

ZACÃO

RUA SOUZA NAVES 182

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FONES 23-8102 e 23-313,1


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Sacode a Poeira

FALTA DE RECURSCS HUMANO) E MATERIAIS E o CONTEÚOO ALTAftJlENTE CONSERVADOR DO N05SO ENSINO, EIS O PRQBLEMA QUE MAIS AFLIGE A MAIORIA D05 ALUNa) FUEL . O NIVEL DO N05SO ENSINO

, IIE O MESIVO

DA

E 1900" (Gerson - Ecoromia)

Em nenhwn dos 1001 questionários respoOOiclos,alguém considerou boas ou satisfatórias as comições de ensioo na Fuel. "Pior imp:lssivel", "melhorias por favor", "deiJla muito a desejar", "deve melhorar bastante e urgente", estas são algumas das oriniões solre o ensino da nossa universidade e que sintetizam o pensamento geral. Em todos os centros é a rresrm coisa, a rresrm redarmção. Vere mesrm p;xie notar: em qual centro ou curso não surge, a cada semana, wn novo JI'Otlerna pua ser resdvido? Nem mesrm se acaba de sair de um, já vem outro caindo em cima.

ccs: DENTADURAS NOTURNAS Se> nas últiJrlas quatro semanas, o CCS teve que encaminhar as discussões pua a reestruturação dos curriculos, o encarninham!nto de critérios pua as . transferências internas de curso e wn vtlrdadeiro m:IlabarisIro do pessoal da dinica ():lontdógica pua CUIllJXÚ" os hcrários de estágio, sendo obrigados, inclusive, a aterrler p:lCientes no horário noturno ou seja, mais urm nea sdução que não resolve o Jrotlerna pela raiz. E nos outros cursos a situação não se altera

CCB: CADEI RAS DOENTES

CESA: FÉRIAS SALVADORAS Tem razão a Denise, de Direito, quarrlo redélllB das coOOiçüesde ensino no asA, dizendo que "são péssimas: curríCulos, professores, coOOiçüesImteriais, tudo JXE!Cário".Este e outros JI'OblelIBSsão resp:>nsáveispelos altos irrlices de reprovação do centro, que obriga o pessoal a se IIDvimmtar reiviOOicarrlo a regulamentação do curso de férias.

CCH: LABORATORIO FECHADO Os alunos de Letras, no CCH, JB9élITldois crá:litos práticos p:>r semestre pua a utilização do laboratório de Li'Jr,Juas.Só que nirguém consegue ficar duas horas seguidas ouvirrlo fitas em inglês. Quer dizer, além de baixo aJrOveitamento o pessoal airrla perde horas de utilização, p:>iso labotatório não fica à disp:>siçãodos alWlOsdurante a Imior parte do dia

CECA: CURRICULO MINISTERIAL Após a realização do I Fncontro Nacional . de Estudantes de Cormmicação, que contou com a participação de colegas de LD . . o pesroal do CErA correçnu os debates ra se p:>sicionar contra a iJrq:àantação de u novo curri'culo por parte do Ministéric da Frlucação, além de desencadear a luta pelo reconhec:iIrento do curso e pela criação da Habilitação e m Publicidade e Propaganda.

Não é de hoje que os colegas que estudam no CCB, que é tanDém o cido básico do CCS, CCRT: UMA FAZENDA .. redanmn das disciJiinas de Microbidogia e A Agronomia veio eIY;Jl'ossarurm velha luta Immologia, p:>isdEroe que foi criada a do pesroal da Veterinária, curso que já forrmu universidade, estas cadeiras semrxe tiveram diversas turIIBS e que até agora não tem UIm JI'OtlelIBS que ficaram tão aônicos quanto fazerrla pua as aulas práticas. as doenças que lá são estudadas. A MANEI RA MAIS SABOROSA SE ALI MENTAR

DE

ROUPA

Se não faltam JrOblelIBS, Jrop:>stas de sdução também não. E pua se ter urm idéia disso, no decorrer deste últiIm semestre foram reativados os jornais setoriais da Veterinária, o "Bezerro Rebelde", e do CCH, o "Liberdade", e outros estão sendo P:Jcaminhados, corro é o caso da Fngenharia e do c:n:. No CESA,o pesroal de Direito reativou o "Folha 7", órgão do centro acadêmico da antiga Faculdade de Direito de LDndrina, que destacou o principal JrOblelm do curso atualrrente: regulammtação dos cursos de férias. o "Jornal Eco" é, a partir de acpra, o órgão de divulgação dos estudantes de Economia. Em sua JXÚll'!il'aedição ele abordou desde as condusões do últirro Fncontro Nacional de Estudantes de Economia, até o cálculo da inflação atual, levamo boas contribuições aos colegas de Eco. São estes os frutos iniciais da retormda dos JrObleIIBS especificos de cada centro, de :roa curso, de cada sala de aula.

SEGUIR EM FRENTE A resolução dos probleIIBS especificos caminhará paralelammte às demais questões que nos atingem, cabemo papel furrlamental aos DAs. Para 1979, Jretemetn:lS Imnter e reforçoara descentralizaçã0 do trabalho, pua que em tcdos os lugares haja canais e instrwrentos capazes de unir os estudantes nas míltiJias lutas p:>rUIm universidade rrelhor.

JOVEM

DR. EMMANUEL

SORVETES

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LONDRINA

Poeira' - Pagina 5


I UM COLEGA DO 20 PERIOPO DE ECONOMIA ACHA QUE O PROBLEMA DA FALTA DE LI BERDADE NAO EXISTE. ELE EXPLICA:

AI NDA NUNCA FUI PRESO..."

11

Mas para a grande maioria dos colegas o conceito de liberdade inclui exigencias bem maiores do que apenas 'não estar presó:. Para a Eny, de Direito, por exemplo, a falta de liberdade não apenas existe, como também "contraria qualquer principio de direito e facilita a corrupção" . A Mara, da Comunciação acha que é por causa da falta de liberdade na escola que "nos encontramos com as condições de ensino no pé em que estão hoje". A Deise, de Enfermagem, concorda. Para ela, só com liberdade vamos ter "um ambiente sadio entre estudantes, professores, dirigentes,etc". Já o Eduardo, da Medicina, vê o problema num contexto mais amplo."é o retrato de um 'regime opressor em agonia" - no que é seguido pelo Roberto, do 70 periodo de Direito, para quem é um problema "próprio da~ ditaduras"

"NÃO ME COMPROMETA" ~ara a maioria, portanto, o problema da falta de liberdade existe e é o

terceiro problema em ordem de importância que os diretórios, junto com os estudantes, devem enfrentar. Aqui, ao nivel da Universidade ela se se reflete das mais variadas form~s. A colega do 40 periodo de Anglo dá uma p~sta: "Não s:nti isso (o problema) amda, mas nao podemos falar o que temos vontade".

Sacode ~ Poei ra A MAIORIA DOS ESTUANTES NÃO ACEITA AS ELEIÇOES INOIRETAs)Q REGIME DE EXCECÃO E QUER DEBATER A M:>.IA E A CONSTITUINTE

"CABE TAlVBÉM A NóS ESCLARECER, CONSCIENTIZAPt E ORGANIZAR". (Arlene~ Serviço Social)

o medo

é uma das piores caracteristicas da falta de liberdade. A afirmação "não me comprometa" deixa bastante claro que existem "assuntos proibidos", sobre os quais é melhor não falar. Muitas vezes, quando a discussão começa a ficar boa na sala de aula, vem a recomendação: "É melhor deixar isso pra lá", "é perigoso falar nisso", e ai a gente fica com aquela sensação ruim, de quEUllqueria ir mais adiante, chegar no fundo do poço e teve que parar no meio do caminho. Isso se reflete também a nivel dos professores. É muito comum ouvirmos o comentário "ele não podia fazer nada porque tem um emprego a preservar", Se houvesse liberdade, "ele" tomaria uma atitude, sem medo de perder o emprego, não é?

NO MEIO DO NOSSO CAMINHO HÁ UM DCE LIVRE

Agora, rara se entender bem o Ilue essa proposta precisa ser melhor p'roblcma (la falta de liberdade dentro ,discutida,pois embora 77,6 por cento dos (Ia ~scola, é preciso pensar um lJouco na estudantes saibam o que ela significa, SOCiedade brasileira de um mouo geral. muita gente ainda não sabe (21,3 por Não se pode esperar de jeito nennum cento). E entre os que sabem, existem que a umverslda~e mude, independente divergência. . de _mudanças maIs profundas no nosso pais. Aproveitando a disDosicão de colegas Assim, cabe. a nós, enquanto como o Flávio, da Matemática, que acha estudantes e CIdadãos brasileiros que "devemos lutar sem tréguas, pois é entender muito bem os problem~s mais nosso dever e di~eito", preCIsamos, em ampl~s do país, colocando-nos ao lado da primeiro lugar,! in~ormar e discutir co,:" maIOrIa da população no esforço comum aqueles que nao tem tanta certeza assim. para res?lyê:!os. Principalmente agora, A proposta da chapa POEIRA 79 com com a Vltona do MDB nas eleições de 1S I ~,e n,ovembro, algumas soluções apontada..'\, Ja I~aalgum tempo devem ganhar ainda maIs força e aglutinar cada vez mais gente em torno delas. Uma delas é o fim de todos os atos ! e I,eisde exceção, que vão desde o AI-S ~ ate esses regimentos escabrosos como os .]' que nós temos aqui na Fuel, passando peloJ)acote da abril, a lei Falcão os sena ores biôni~os, o I?residente ~Ieito com um voto so e, maIs recentemente as r.eformetas de arague do governo. \ O fIm da exceção é Indispensável para 636.8 que a sociedade, com liberdade, possa ' decidir democraticamenLe o seu destino. ,E enLre os estudanLes da Fuel essa proposta é cada dia mais aceita. 1

"POR QUE NÃO SOU O PELÉ CRIOULO SEM MIOULO' , É sobre os diretórios, entretanto, que as restrições são maiores, pois é através deles que vamos vencendo esse medo, que vamos nos posicionando com firmeza. Podemos dizer, sem medo de errar, que ommotivo principal de o Regimento Interno da Fuel , aprovado em junho, não ter sido ainda utilizado, foi a nossa grande greve de protesto, Mas apesar disso, ele não deixa de existir e de ser uma constante ameaça, certo? Além do regimento interno, tem agora, de novo, o regimento eleitoral, que impede de concorrerenl nas eleições estudantis mais de 50 por cento dos estudantes da Fuel. E isso sem contar os decretos leis federais 228 e 477, que orientam a repressão aos estudantes e suas entidades a nivel nacional. No final das contas, atolados até o pescoço nesse mar de decretos, leis, portarias, egimentos e normasrepressivas temos algumas situações contraditórias. Por Um lado temos um DC~ mergulhado em dividas,"lporoutro temos ver-bas de mais de 150 mil cruzeiros retidas na reitoria. P.or um lado Poeira - Página 6

o DCE está cheio de gente disposta e em condições, que não pode assumir cargos, por outro temos uma diretoria que só se constituiu graças ao espirito altamente solidário de muitas pessoas,que mesmo não podendo assumir, se dispõem a ajudar. Nessas horas, metidos nesse monte de problemas, a gente fica matutando: "Não seria mais fácil mandar às favas essa estruturona 1Il0nstrenta e partir de uma vez para entidades livres, que tivessem compromisso apenas com os estudantes"? Sem dúvida nenhuma.'Só que a coisa nâo é tão simples: Pra que uma proposta de DCE Livre tenha força e para que o novo DCE não fique na mão, está faltando aquilo que a Marilia, da Odonto, apontou com muito acerto na sua pesquisa: "só há liberdade com a união consciente e madura dos universitários" . Nós estamos convictos de que a união necessária ao sucesso da nossa luta por entidades livres e desatreladas da burocracia da .Fuel virá em breve, centro dessa nova perspectiva dos estudantes, de sacudir a Poeira e dar a,volta por Cima. •

-"

I

relação a esse assunto). é aproveitar sugestões como a do ~érgio, da Veterinária, que acha que nós deveríamOl colocar no jornal matérias que facilitem a todos entender o que significa UIDa Anistia Ampla, Geral e Irrestrita, para que em breve possamos nos pOliclOnar frente a esse importante tema da nOSia realidade política.

PRECISAMl5 ENTENDER MELHOR A ANISTIA E A CONSTITUINTE Coroando todo esse processo, ou seja, depois de extintos os atos de exceçio e conquistada a Anistia, o que viria I encerrar essa época negra sue o Bruil vive hoje seria a convocaçao de uma Assemliléia Nacional Constituinte livre, democrática e soberana, que se encarregaria de elaborar uma nova Constituição para o Brasil, que atendesse realmente as aspirações de todos os brasileiros. Para eleger esse constituinte é indispensável a participação de todos, para que a nova constituição seja forte e representativa e não fique mudando toda hora, quando dá na cabeça do presidente da República. "Cabe a nós, estudantes, parte da responsabilidade no sentido de conscientizar, esclarecer e organizar" (Arlene, Serviço Social). Corno a Arlene, mUlta gente que respondeu a pesquisa acha importante

lutar pela Corw&itwntt, ,ela Anistia e pelo fim dOi ato. e le•• "e exceção, mas 1880 ainda nio é luficien'e. Para que to dOi nÓl p•••• mos realmente cotabvrar na cQnlJuista de um pai. democrático, Mr;. Pftcleo,que muito maia gente 'conconlR"'lle com a Árlene. E nó. sãbemOl que, para que isso aconteça, em primeiro lugar precisamos intensificar cada vez mais as dlflCussões em torno desses assuntos, pois ninguém vai lutar por uma coisa que não conhece e não entende.

A UNIVERSIDADE NÃO I: UMA I LHA Assim, além de lutarmos contra o Ensino pago, contra as más condições de ensino, precisamos aS8umir com grande intensidade o nosso papel de cidadãos preocupados com os rumO!! que o nosso país está tomando. Nós precisamos derrubar de vez as barreiras que foram erguidas para nos fuer acreditar que a UniversiL'Ide é uma ilha, isolada do mundo, onde tudo é uma maravilha. E esse é o cOl1!Promisso assumido pela chapa POEIRA. Sem deixar de se preocl'par com os problemas do dia a aia, iientro da escoJa, incentivar ao máximo as discussões a respeito dos problemas que afligem tudQ o nosso povo.

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Como o Claudemir, da Economia, que deu a declaração acim, 77,9 por cento dos colegas que responderam as pesquisas são contra as eleições indiretas para prçsidenLe da República, ,governadores e bionicos, conLra :lpenas 18,3 por cento que são a favor. E dos que sao contra as indiretas, muiLa gente justificou muite bem a resposLa: - Sou contra as indiretas porque o povo deve Ler 0l?ções de escolha e o poder deve ser tIrado da mão dos militares" (Célia, Biolo~a). - "Porque estou dmao pra votar. ,\' Adoro votar. Deve ser tão bom votar..., E o povo também deve gostar de votar" ~ (Fernando, ArLes). \,1 - "A não participação popular gera" "representantes" corruptos e não " comprometidos com os interesses e necessidades da maioria oprimida" (Mary, Serviço Social).

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"Eu já estava desanimada com o curso. Já tinha me decidido a não fazer a próxima matricula. Mas depois do ENESS, resolvi continuar. Sent:.r aquele pessoal todo tão animado, saber que em muitos lugares do pais tem gente lutando para melhorar as coisas, me fez sentir uma nova força. Sentir que a gente pode vencer, melhorar o curso" (Estudante de Serviço Social, durante a realização do I Encontro Nacional de Estudantes de serviço social)

INHO DA UNE

como falta de professores, até as grandes questôes naCIOnais, como redemocratização e criação da Petrobrás, passando também pelas questões relacionadas ao ensino pago, a Reforma Universitária e a Representação Discente nos órg~os universitários. A representatividade da UNE era tão grande que, para citar só um exemplo, seus dirigentes eram eleitos por mais de duzentos mil estudantes universitários e secundários. Entre outras coisas, a UNE tinha o Centro Popular de Cultura. que percorria todo o pais, apresentando filmes e peças de teatro para todo o povo. Vários artistas, como Gianfrancesco Guarnieri e Luiz Gonzaga Jr. além de outros, iniciaram suas carreiras no CPC Os inúmeros encontros realizados atualmente, com a unii'i.odos colegas de diversas áreas, são o primeiro passo para a reabertura da UNE, que unificará todas as lutas a nivel nacional, coordenando todas as reivindicações dos estudantes, quer seja por melhores condições de ensino, quer seja contra o ensino pago ou qualquer outro problema. Mas o renascimento da UNE vai depender diretamente da sua representatividade, da compreensão que todos tenham da sua importância como órgão representativo unificador, na defesa dos direitos de cada estudante na sua sala de aula. Pois, afinal de contas, se os problemas si'io os mesmos, as sol~ções devem ser comuns.

Brasil, enfrentam os mesmos problemas, em escala maior ou menor. Dai, então, surge a necessidade de procurarmos alguma solução: se aquela escola da Bahia ou de São Paulo fez tal .coisa e deu resultado, por que não fazermos o mesmo? E é o que se faz atualmente. Somente durante este ano, tivemos aqui em Londrina nada menos que dois encontros estudantis de âmbito nacional: o de Enfermagem, em julho, e o de Serviço Social, no final de outubro. Mas não pára ai Londrina enviou delegações ou Dec!araçôes como a da colega representantes para os encontros acima tem se tornado constantes de Comunicação, de Engenharia, em todas as escolas e universidades Medicina, Economia e Veterinária, brasileiras, e retratam um espirito de otimismo que se espalha cada vez mais. além do I Encontro Estadual de levando o pessoal a procurar . Bioquimica, em Maringá. Sediamos aqui dois encontros Estaduais de entende! mais qual a verdadeira causa Entidades Estudantis, com a do Desanimo e falta de perspectiva participa ;i'io de diversos Diretórios, que levam muitas vezes ao abandono Núcleos de Representação, Uniões do curso, como era a intenção da secundaristas e Estudantes da Capital colega de Serviço Social. e do Interior. Que o ensino está ruim todo Mas apesar destes encontros por mundo sabe; que na maioria das área terem se intensificado, yezes os curriculos não se adaptam principalmente de um ano para cá, a realidade de cada região todo não são fatos recentes. Antes de mundo sab'e mais ainda. Mas, à me 68, e particularmente antes de 64 medida em qu e se intensifica a a realização destes encontros e ' discussão na sala de aula, começam a congress?s era encaminhada pelas' surgir as primeiras percwntas: Mas por Se~etanas Regionais da União que está desse jeito? E obra do acaso? Nacional dos Estudantes, que se É só na nossa escola que é assim? encarregavam de er.;ajar todos os As respostas surg~m tão rapidamente uni~ersitários na realização dos mesmos. como as perguntas. E claro que não E nao .era s0n:'s~te as condições é só aqui que tais fatos ocorrem; de enSInO que eram discutidas: todos os estudantes, de todos os cursos discutia-se desde um problema especifico , em qualquer parte do

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LONDRINA Poeira - Página 8


Sacode a Poeira . A PARADA QUE TEREMOS PELA FRENTE A PARTIR DE AGORI-\ ~ MUITO DURA E NOS sO CONSEGUIRErvDS ENFRENTÁ-LA C01\1 A eARTICIPAçAO E O ENTUSIASMO DE]ODOS. ALGUNS VACILAM, RECLAMAM QUE NAO TEM TEMPO, COISA E TAL, MAS NAO TEM ESSA TODO MUNDO PODE ~ DEVE PARTICIPAR DA LUTA

"QUEM SABE ONDE QUER CHEGAR ESCOLHE O CAMI NHO CERTO E O JEITO DE CAMINHAR. (Thiagode ~o) "No tempinho do colégio, a coisa lIvis O João, da enfenmgem, explica: "Não gostosa que tinha era o ambiente da escola e a tenho tempo. Além de meu curso ser de amizade que a gente tinha com todo m.mdo - penOdo integral, trabalho á noite':

da fonm que você puder na sdução dos problellllti COI1J.lm.O indiolpemável é que todo mmdo participe de a1gwm fonm. lembra a Bel, que participa do Gremio do Você, que não tem telJ1X>livre, pode A falta desse es(irito, em CltiOOextremoo, CUl'SO de Direito - Aquilo era um estÍlntlo procurando colhea!r gera. problellllti aOOurdoo.Correço de semestre, começar, por exe~o, e tanto pra gente ir pra aula, estudar, bater melhor 00 colegas da sua twma, papo nos corredores com colegas e professores, o professor cb~ nwm tumn de r~morria e participando rmis ativaJrente dlI; 1IIÚi, sair juntos, etc. Havia realmente coleguisnv e vorrita: "Não sou professor dessa I1vtéria, questionando mús, trocando idém lIObnt o estou aqui pra tapar buraco, não conheço empenho de todos. Mzs dai o que acontece? cun;o e setli problellllti. lS'iO tudo, nuito bem o assumo l1l1S vou ver se leio No finzinho do curso a geme vai ficando meio III.l1tiplicado f>Or8 rm" criaria wn gr..te e triste porque acha que a tunm vai se dissi[XlT, algunv coisa, pro enrolar um pouco" (sic). irresistível movirrento, capaz de ert1JUI1W a Tarmnho desaforo não poderia ficar imptme. I1llS ainda tem aquela esperança de encontrar lDliversidade para frente. Prontamente a tunm começou a se rrexer m universidade o nrsmo clinrJ. 50 que o Encontrar os colega; fora da tseda, •• pra tirar o professor, llllti dai a pouco um teve negocio aqui é bem diferente': para estudar, seja para ~, é tu11l aisa aula com outra tunm, outro rmtou aula, que ajuda rmito, que aumenta a animde e a "Aqui é cada um pra si, Deus pra todos e coisa e tal, a briga esfriou e até hoje o solidariedade. ferro em quem quiser se opor" - completa o desaforado professor está lá, enrolando Ainda tem ITIJita gmte (49,9 por ~o dos Selmtião, da Veterinária. E parece que não implDlemente. colegas que responderam a ~) que são só os dois que sentem o problema. 69 por Em contrapartida, wn es(irito opooto faz estuda sozinha. E isso prectia nJldar. cento dos colegas que responderam li> com que wm história bem parecida tenha A volta das C3I'OIll!itambém pode ajudar a pesquM;, acham que não existe es(irito de wn final bem diferente. Nt história que recriar o dirm de aIrizade; que havia na época união e solidariedade dentro da univer.>idade, ocorreu na Commicação, a parte parecida da C3I11'fiha,ano plNlBdo. o chanDdo "espírito univenlitário", que a é a do professor. Q; estudantes organizaram Enfim, existem rrilhares de rmneiJ'lti de se gente costurm irrnginar que vai encontrar nela. wn alnixo assinado Jllti últillllti férill>, na Valéria, de Serviço Social, esclarece ndhor época da rmtrieula, e todos assinaram Houve participar e contriblir dentro d8 ~da da universidade. O depoimento da DeniIe, de o prolieOll: "Não existe um relacionamento satisfàtário, apesar de haver amizade entre as até quem, apesar de não ser a1WlOdo tal Serviço Social, i1~!rB bem ~ pessoas. Faço unv nntéria com Economia e, professor, assU13&'leem soIidariedade.Resdtado: - Não tenho OIUfWfX1TU VU' para a eSCQ/a apesar do pessoal estar insatisfeito, não existe' o professor foi suootituido. fXJrquea escola hoje riio dá espúito critico. disrossão ': Tudo o que o estudaI/te vê é de rrrmeira ~ -~~ -=- superficial & acho que tem salda O climI E o problerm não para ,por ai.-º- ~-'que OOiturm pegar carona.sente lmtante isso, 'EU REALMENTE GOSTARIA que eu encontrei na SBpc, em.são R1u1o, pois a cada dia fica rmis dificil adIar colegas DE PARTICIPAR MAS NÃO TENHO aquele sim é de universichie Foi quando tu vi soIiàírios. -Tem ~nte _ ~ rápioo pelQ oestl.vJante delxzteruJoe questiomnio.. cJade EMPO" l.tv"árcia-- Direito) ponto de carona e tem a "coragem" de iras coisas espedficas, conv "o higiene cb fWsca", até questões amplas, conv o enDOra com o carro vazio. Para IUticipar, você não precisa, problenv do racisnv e a denvcra~ do Fazer trabalhoo em equipe é outra coisa que nece&lliamente, ir às reuniões do diretório, pais. A partir do fWmento que o (XOfessor apesar de que isso seria ótimo. Você pode está se tomando impraticável, pois achar wn questionar as coisas, que os estudantes conEçar pelas COÍSltirmis simples: horário que todoo podem é realmente muito com?Çarema questionar, essa situação nuda': Participar, aCÍlm de tudo, significa colaborar dificil. Poeira '- P'fina 9

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Sacode a Poeira 'NESTA LUTA TEM LUGAR'

PRA TODO MUNOO. A proposta é dobrar o marasmo e gua~dar na gaveta a apatia. É hora de sacudir a Poeira e dar a volta por cima. Disposição não há de faltar: 23,8 por cento dos estudantes que responderam a pesquisa querem participar dos diretórios e 39,6 por cento admitem essa possibilidade. A somatória dá. dois terços do total de estudantes. Entre os que especificaram as funçôes que querem exercer, 69,5 por cento escolheram o trabalho das comissôes (cul tural, cientifica, imprensa, esporte, música, etc). Saindo desses dados e seguindo no rumo .da ampliação do trabalho, o negócio é formular uma proposta que crie espaço nos diretórios para que todos os interessados possam participar. A sugestão é de uma colega do quarto periodo de Serviço Social: ••Incentivar a união e desenvolvimento de grupos de artes e times esportivos para haver uma maior ligação entre os alunos".

os interessados estão convidados a E foi mais ou menos por ai que as aparecer no DCE, pra já ir pesquisas apontaram. Nosso programa desencadeando uma discussão mais começa com uma proposta cultural. organizada sobre o programa culturaL Londrina, como importante centro Pra começo de conversa, essa cultural do Paraná, já fo\ em outras épocas, bem mais ativa. Londrina já teve comissão já irá desfrutar, a partir de Festivais de música, teatro, poesias, etc, janeiro, da sede da Ules, que tem salão, para 800 pessoas, está sendo reformada de grande peso. Nossa proposta é, aos e será administrada pelo DCE nos pot!t.os, ir arregimentando os artistas próximos dois anos. da cidade, principalmente dentro da , Na .área dos esportes, universidade, para trazer de volta os as coisas estão já melhor encaminhadas. velhos e bons festivais. Também temos intenção de promover Mais de 20 alunos de Educação Fisica já estão se reunindo e, além de tratar pelos menos dois bons shows por dos problemas mais especificos do seu semestre. Para o próximo semestre, curso, estão discutindo planos para os a comissâo cultural, que já começou a Jogos Universitários do ano que vem. trabalhar, embrionariamente, está Em breve teremos boas novidades. tentando a Elis Regina. Seria interessante que os atletas já Isso são apenas alguns planos procurassem ir se aproximando desse preliminares. O programa mais pessoal.. acabado será formulado quando Enfim, todo mundo faça alguma a comiss;1o cultural do DCE estiver coisa, só não fique sem participar. melhor estruturada, com mais gente participando. Desde já, todos

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~ OBRIGATÓRIO VOTAR, E PROIBIDO CONCORRER. Logo que cheçpu a re5}X>Stado Reitcr da FUEl.., não aceitando nenhuma das alterações p:opostas pelo DCE no 'Regirrento Eleitoral taixado no ano passado, foi ronvocada amplamente uma reunião rom todos os interessados em participar da campanha para as eleições estudantis deste ano, e discutir qual atitude tormr frente à negativa do Reitor. Para se ter uma idéia, este Regimento marginaliza mais de 50 por cento dos estudantes de qualquer carep de Diretoria de DA ou Rep:esentação Discente nos órgãos da Universidaie, pois não permite aos alunos do lp:imeiro e segundo semestres participar, o mesrro ororrerrlo para os estudantes que estejam no últirro ano de esrola; rms isso não é raia: quem rep:ovou . ~a por faltas ou por nota . no últirro ou penúltirro serrestre antes das eleições, também é inelegivel, sem contar os componentes de Diretorias de Diretórios cujas contas não foram aprovadas, conforme os 'aitérios' da Reitoria.

Esta preocupação em an1Jiiar a participação foi realmente gratificante no Centro de Frlucaçiio, Cormmicaçiio e Artes, ome foi realizada uma reunião rmi.s de 20 estudántes de Frlucação f~ca, que estão de&:iejá dispostos a tocar }ri frente o trabalho. Pta ISSO,já assumiram a LIGA ATI..ETICA do DCE (LAUEl..), dispomo-se a dar nova vida aos Joeps Universitários de Lorrlrina, além de terem incluido na liataforma da chapa as suas p:iJlcipais reivirrlicações, que se dão basicamente em torno da falta de material didático e de uma biblioteca adequada; mas o p:iJlc:ipai }XOblemaé o do P1sinn Paep, pois a maioria do curso é composta de aéditos IXátiros, oneramo ainda mais o orçamento. Já no CCH, a p:ópria extinção de alguns cursos, corro é o caso de Letras Franoo-Portuguesas e História, altera

Mas vai rontinuar sem IElIXesentaçãO ,discente nos Departarrentos e Colegiado do Centro. Mesrro nos Centros em que é grame o número de alunos, foiextremarrente dificil achar os nomes para rompletar as chaP'S, pois séÍ10s cursos de maior duração, com:- Direito e Medicina, o número de pessl?"" foi suficiente, nos de Odontologia e Ciencias Contáoois, por exemp.o, até pouro antes do p:azo de insai~ de chapas, os cargos se achavam vaeps, ficando também de fora alguns calouros" de DircÍi: que se dispuseram a participar. Apesar de tudo, o a::s e o COCA conseguiram ronvocar an1Jiarrente reuniões para a discussão de chaIBS, ome rompareceu nÚIrero rep:esentativo de alunos de tcxi;)s os cursos, semo feita a distribuição de cargos d-:: maneira a ter rep:esentantes de todos Cilesnas chaIBS.

"A FUNÇAO DO REGIMENTO E IMPEDIR A NOSSA PARTICIPAÇAO NAS NOSSAS ENTIDADES. TEMOS QUE DERROTA-LO. TEMOS QUE FORMAR CHAPAS EM TODOS OS CENTROS E DE MANEIRA MUITO AMPLA" Esta declaração, errlossada por mais de 60 pesroas que participaram da reWlião realizada no Restaurante Universitário no últirro dia 11, sintetizou o espüito que deveria ter a campanha dai em diante. E realrrente foi feito isso. Em todos os cursos, começou a rrovimentação para o p:eenchimento dos car<ps de Diretoria e Rep:esentação Estudantil. E ai romeçaram as dificuldades. Em nenhum Centro a formação de chaIBS foi feita de rmrleira rápida ou sem problerms. Corro forrmr uma chapa no CCRT, por exemplo, se praticamente 'IODOS os alunos de Engenharia t~ rep:ovação; \Jeos calouros e o pessoal do segundo periodo - que também estão dispostos i trabalhar - são inelegíveis; se nenhum :;n1ega de Agronomia p;:xie participar, porque o curso é novo e lÓ tem dois penedos até agora? E o CCE, que ficou um ano com seu Diretório fechado? De lá mesrro vem a re5}X>Sta:apesar da quase totalidade do pessoal trabalhar, além de estudar, ninguém quer ver seu D.A nesta situaçiio. Foi por isso que diversos rolegas, mesrro não tendo temp:> para atuar efetivamente 00 Diretério, por causa do errqxeçp, se dispuseram a incluir seus nomes na chapa, para que a entidade possa ser reaberta e receber as verbas. Quer dizer, o trabalho vai ficar a cargo do pessoal que é inelegível, rms vai ter o respaldo dos romponentes da chapa. E vai andar. a CCB, que enfrentou a rresma situação durante o ano passado, ronségüiu superar todas as barreiras e também forrrou sua chapa, ,"Jnseguindo incluir pessoas 'elegíveis'.

o quadro, diminuindo sensivelmente o número de estudantes, çhegarrio ao ponto de hoje o CCH ser um Centro distribuidor das matérias eletivas para os outros cursos da Universidade; além disso, o pessoal que está reativando o jornal setorial ('LIBERDADE'), é inelegivel Mas a disposição dos estudantes mo:.1:rou-segrame na Pesquisa, quarrlo diversas pessoas respomeram que gostariam de participar do DA, e ainda rom maior entusiasrro depois da distribuição do jornal, que anirrou mais ainda o pessoal E.p:oblerms no cd-I não faltam, pois além do crôniro p:oblema da biblioteca, existe ainda o do Laboratório de Unguas. E é mais um Centro que vai ficar sem Rep:esentação Discente. Corro se vê, é extremamente dificil, e em alguns D.As. ímp:>ssl"vel,p:eendJ.er todos os car<ps existentes na Diretoria e na RelXesentaçãO Discente, ficarrlo de fora uma grame parte das pessoas que gostariam de participar em cargos eletivos.

CHAPAS FORMADAS EM TODOS OS CENTROS, APESAR DO REGIMENTO. MAS NAO PODEMOS PARAR; AS PRÚXIMAS ELEIÇDES DEVEM SER LIVRES E CONTROLADAS PELOS PRÚPRIOS ESTUDANTES'. ENTIDADES LIVRES EM 79. A primeira resposta já está dada. Apesar das aoorrações do RegiIrento, rollSEXJUÍrros formar ~IBS em todos os D.fu Mas esta é uma vitéria parcial, que p:ecisa ser consolid<rla(leia matéria da liataforma do fDEIRA em outra Fágina). Não p;:xierros conviver eternamente rom um rrini-deaeto que cerceie ao m:íxirro a participação em nossas entidajes; em que a Reitoria tente guiar os destinos dos esttrlantes e assim tentar bloquear as nossas reivirrlicações. E isso lÓ será obtido rom a rontinuidade da nossa luta para botar abaixo esse RegiIrento, . q o rontrde das eleições pelos plúiA;". ~1:trlantes, rom eleiepes livres e SOOOl"élIlíb. Coin as nossas entidades livres e desatreladas de qualquer rontrole da Reitoria. Poeira - Página 11


Sacode a Poeira ESTEÉO PROGRAMA DACHAPA POEIRA79 Este prograrra foi elaborado oom base nas criticas e sugEStõesfeitas ao POEI RA por todos os estudantes da FUEL, atravé:>da pesquisa realizada no corre;;o de novembro. Por isso, ele está imprB]nado do desejo e da ~idade, que existehoje em toda a universidade, de mudar: de vencer o rrarasmo e a apatia, de sarudir a poeira e dar a volta por cirra. A chapa POEI RA 79 se propõe a lutar, já, lado a lado oom todo os estudantes:

1. Pelo autêntico exercício da união, ela soliciariedadee da crítica dentro da universidade, pelo verdadeiro "espírito universitário". . Por atividades rulturais em abundância, que arrB]imentem nossosartistas e contribuam para o desenvolvimento de urra arte e urra rultura rB]ionais. Pela volta do Festival Universitário da Canção. . Pelo revigoramenta do esporte na Fuel, pela reestruturaçfudos Jogos Universitários. . Pelo Centro de Vivência ro campus.

2. Contra a carestia, pelo ensino verbas para a Educação.

p(blico e gratuito para tOOos,por rmis

. Contra o aumento de 38 por cento do 'iQ!or das taxas e anuidades para o ano de 1979. . Por melhores condiçX5esde alimentação, moradia e transporte para todos. Pela Casada Universitária de l..Dndrina. Pelo Restaurante Universitário no campus, rrantido pela reitoria.

3. Por um ensino ~rretido com a realidaie brasileira e a serviço da rmioria da populaçao, por rrelhores corxJiçõesde ensino. . Toda força às lutas travadas pelos estudantes, reunidos em torno de seus Diretórios Setoriais. . Contra os currlrulos alienados.

4. Pelas Liberdades Derrocráticas . Contra os rB]imentos.da Fuel e todas as leis de exca;;ão que cerceiam a nossa participação. . Pela liberdade de organização dos estudantes em todos os nivels. Por um DCE LIVRE e independente da reitoria, coflJ)rometido exclusivamente com os estudantes. Pela reabertura da UNIAO NACIONAL DOS ESTUDANTES (UNE). . Contra o regime de exca;;ão vigente no pais. . Pelo debate amplo da Constituinte e da Anistia. '

VENHA

SABOREAR

O MELHOR

ESTA É A CHAPA POEIRA 79. Apesar das grandes restrições impostas pelo regimento eleitoral da Fuel, pudemos formar uma chapa para o DCE, que reúne elementos de quase todos os centros e que foram indicados através de reuniões abertas nos DAs e nt> DCE, o que já lhe confere boa representatividade. PRESIDENTE: Marco '\nt6nio Fabiani(CCS) VICE: Alvaro Nakashima,CCESA) TESOUREIRA:Maria Conceição Hansted (CESA) VICE: R~berto Menolli (CCS) . SECRET ARIA: Eunice Harumi (CESA) I VICE: Eliane Liesenberg (CCB) PROVEDOR: Maria Eugênia Almeida (CCH) LAUEL-Presidente: Edson Garcia (EDF) .Além destes cargos, teremos as comissões de trabalho (cultural, social e de esportes), das quais todos podem (e devem) . participar.

00I'vD \UT AR I\K) DIA 29. Cada um vota no seu centro, das 8 da manhã às 22 horas. Em alguns centros haverá interrupçeÍo para as refeições, na maioria deles não. Você será previamente informado a respeito. São duas votações: numa sala vota-se para os diretórios (um X para a chapa POEIRA, que concorre ao DCE, e um X para a chapa que concorre ao diretório do seu centro: chapa "Mutirão" para o DASCESA, "Capoeira" para o DASCCB, "Liberdade" para o DASCCH, "Chapa CCE" para o DASCCE, "Ferro" para o DASCCS, "Matraca" para o DASCECA). Numa segunda sala, vota-se para a representação estudantil junto aos órgãos da universidade (novamente um X para a chapa POEIRA, que concorre aos conselhos e comissões superiores, e outro X para as mesmas chapas setoriais, que concorrem aos órgãos do seu centro). Você deve comparecer às votações munido da identidade estudantil ou da carteira de identidade. Pelo regimento da Fuel, todo estudante é obrigado a votar. Quem não votar nem justificar a falta, é punido com suspensão de no máximo 30 e no minimo 3 dias. Guenta ...

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Jornal Poeira (27ª Edição - Novembro/78)