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1.

A REITORIA CONCORRE NOVAMENTE .

NA QUINTA-FEIRA PASSADA, OS DELEGADOS DAS CHAPAS DO POEI RA PARTICIPARAM DE UMA REU NIÃO,NA REITORIA, COM A JUNTA ELEITORAL DA FUEL E TODAS AS CHAPAS CONCORRENTES ÃS ELEI ÇÕES DO DIA 30. ALI, A GENTE

Se antes era o DCE que orga nizava as eleições estudantis, de forma isenta e imparcial, não significa que a Reitoria, que a~ora controla tudo por decisao própria, tenha o mes mo comportamento digno. O favoritismo, a existência de dois pesos e duas medidas e, pior de tudo, o fato da Re~toria e sua chapa,nem di~

PÔDE CONSTATAR, DE FORMA CLA RA, COMO AS NOSSAS ELEIÇÕESESTÃO SENDO DESCARADAMENTE CONDUZIDAS PARA TIRAR O POEI RA DOS DIRETOR lOS E TRANSFOR MÁ-LOS EM eNTIDADES FANTOCHES.

farçarem mais as ligaçoes que mantêm, são coisas que vêm d~ terminando todas as barbarid~ des que temos visto. A reunião da quinta-feira passada, por exemplo, já com~ çou com um contraste gritante. De um lado, todas as chapas do Poeira estavam perfeitamen te inscritas, com nome,numerõ de matrícula e assinatura de

todos os candidatos, ofIcio encaminhando a papelada, dele gados indicados, etc .• tudo de acordo com. o Il"gimcnlo El.ito' rIaI imposto aos estudantes P£:, l~ Reitoria. Ainda assim, An tks de aceitarem nossas in; crições, os homens da J~nta deram uma rigorosa conf~rida em toda li papelada. PARA

A "OPOSIçAO",

TUOO

MUITO

FAcIL

o. lado da "Oposição" as coisas foram muito mais fáciis. As .chapas, em sua maio ria, tinham sido inscritas ã


mao" nu'IIpedaço de papel qua!. ção. Mais um pouco e, sem dar quer, onde e~creveram alguns satisfa}ão a ninguém, ele di nomes, 6em Dl1mero, sem curso, zia: "ta inscrita de novo". sem nada. Al~ãs, destes nomes Reclamar prâ quem, se o ho um grande numero sequer sabia mem era justamente o responsã que estava na chapa r muitos vel pelo recebimento das in; discordavam veementemente e criç~es? Ou ros rIam at~ do Poeira Debaixo dessa chuva de aber 1

.i nt).

••.lt~

i::,ta ..

<J.

inscriç~es a reitoria aceitou sem problema algum. Tem mais: segundo o Regimen to Eleitoral, cada chapa seta rial deveria ser apresentadapor um grupo de, no minimo,IU cstudantes do respectivo cen tro,devidamente identificado;, ficando um de(es como delega do.

v

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Junta, no lugar-do Jaime lim: Dã prã aguentar?:

r LOlldri a,

de 2~ de l\!OVelilOro

(FORA

1977.

GALO

DA JUNTA,

FUNCIONAR

10 DA 'REITORIA.

PRESIOENiE ETC ••

~a~

DE CHAPA.

ETC.,

c isa nao para

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d

}te

1 torl

ni:Pu~

n,

rt itor p"ra t, mbt-m pod, concorrC' 1 in,

ETC.

ETC •••

PEDRO VASC01CELOS

Prezado

l!..u, ~aristela o vice-reitor Pedro Vasconcellos respondeu que na J~ta já havia um consenso de não a ceitar aquelas inscriç~es. Pr; que:: O professor Nil ton Carvalho e Silva, assessor de Assuntos Estudantis,se enfezou e em dois tempos convenceu toda a Junta a n~o can celar as inscrições da tal oposição féitas ã mão, sem ;ú mero de matrícula, sem assinã tura nem nada, alegando que também as chapas do Poeira es tavam irregulares. (A chapa Matraca, por exemplo, que co~ corre contra o representante da Junta, ao C':CA, estava irrcgulat, sel.:undo ~i.ltão .• por que

11io aoreqentou

nenhum

te, infor,.,ar -;

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L <;as('o do .latt fun .,inníiric da CAlC,

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depnrtamen to j ãl ai unos .Os .ll ~ urso de Pedã se f0rmando nest~

lnc\ f~~t~o

oro da .'unta .leitora} e, nas fim de ano "'. portanto,não há 'lol'asvag<l.s, pr Hi.d"nte la ch~ lU''"'.;oloCo1r nA cllapa.) pa eErORA conçorrcntc ao Dir~, Ten ndo colocar as nossas tório do CeCA (Cc ltro de Edu i r r e g u 1 a I' i d ~ de 5 no me s mo n 1 c.ção, COl1lllni.c<lçào e Arte<;),,-'-, vel que iJS outras, a .Junta 11

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a imedia.-

22.6548 PRAÇA GABRIEL

MARTINS.

FONES 22'{)485 e 22-5124

.Galvão .

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LONDRINA JÁ TEMI

P/lC/ln~, 149 • fone

COH-FU-

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O NATAL ESTÁAr

VOC£SABIA?

/lvenld/l

sso, venho solicj.tar da referiõ.a chapa.

li

II

encontrou"u1ficuldades para I corda de cavalheiros: que a [or~ar n chapa e estava com gente aceitasse um novo prazo .ua ins~riç~o irregular. Mas para .e completar as chapas. não teve problema nenhum para As chapas do Poeira se re~ 5air dessa sinuca. niram e acharam que aquilo ja era desaforo. Alem do mais,f~ zer acordo com a Junta seria o meio endossar todas essas arbitra.J. ~ reun"lo do dia 23 ele assi riedades. Não topamos o "aco~ DOU .um papel e d'sse que d; do de cavalheiros", mas tam uistia, que retirava a inscr:!- bém não foi preciso: a Juntã

77 .

ff)ItIC10,vÁfriD

1)14

P/?(;)CIJRIUIOO

UIJf

terem sido impugnadas das chapas da Reitoria. Rá tam bém o caso daqueles que jã estão concorrendo pelo Poei,.. r~ e que se encontram lnscr1 tos também na "oposição" sem terem sido impugnados nem por dupla inscrição. O saldo disso tudo: mais de 30 cartas de demissão le ptotesto~ destes estudantes esclarecen do que nunca, em tempo a\~um, autorizaram tais chapas a utilizarem seus nomes. Assim: já podemos concluir a quantas anda a "concorrin-

.

cia"ao

Poeira!

P£iro;ill

J€ITiN#O J)~ TNfPlJGJlIJR

o que segll.e:

por esse mot~vo não. estOi cOilcorrendo pela chapa SÃD". Aliás, causou-me s o fato de não ter iwpugnauu da éh.apa ti TOFu;,t

ui

e

presen ..

nao autorizei e muito menos assinei qualquer doc1ll"ento tC'T ••i2.lizanuo ulinha inscrição na / chapa II fOP,AlI, que pretende CO{lCOrrer'aos cargos de representação estudantil jWlto aos orgaos do CCRT no dia 30 pJ:ó:~imovindouro, con.for:l f'ui noticiàda oficiosamente I por pessoas que nao os res,ponsáveis pela referida chapa. Que pelos novoscritério~ adotados nO.regimento e~eitoral da reitoria,. sou conside lIinele;5:h-ellt e que apertas i

did,.!to ,'a VoCa, t.lmento de Ed!;:. a ,J'llltR F.l•. 50 loixou de menC10 I

. Ga.

Geralda Galvio, venho

Que l1ao fui consultada,

1

nOI.U"1

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FINO

Mas se na Reitoria as coisas são muito fá~eis para a nossa"oposição': nas classes junto aos estudantes eles ti veram que "apeiar" na forma= ção das suas chapas. Muitos dos componentes da chapa nem sabiam que estavam inscritos. Mas como é que is so era feito?

ILHO. 33. DR.

-

•MEMLlRO

CANTA

O

J un t a

Eleitoral o nosso protesto pe 10 fato de que ao aceitar as inscriç~es totalmente precárias das chapas, de modo bastante unilateral, ela deixava bem claro que o regimento e leitoral rigoroso foi feito para o Poeira.

Quase nenhuma das chapas da "oposiçio" fez isso, mas tam bém não tiveram nenhum proble ma com a Reitoria. Pior que isso, para as cha pas da Reitoria no CCR, CCB, CCRT e CCE havia um unico de legado, que não pertencia a nenhum desses centros (o q~e o r e'gin; nto--pr-;;-l'b'~) e que nao tinha sido indicado por ninguém ••• (aliás, só por cur iosidade, cssa mesma pessoa foi um dos organizadores da Vassoura no ano passado). Enquan to o presidente do DCE cra impedido de participar das reuni~es com as chapas,por de. terminaç~o ~a Junta, esse de legadp não teve nenhum obstã= 'culo.

DE CASA

Na-

Eleitoral ace tou todas as inscrições da, ele jeito mes roa e inclusiv adiou o prazo para a corr~ão das inscriç~es irregul res, para dar mais tempo às uas chapas que estavam em si ação precária;' aliás, as cai s nessa junta acontecem seml e de maneira muito esquisi Nas reuniões da semana pasada ninguém con seguiu entenI mais nada.Pe dro Vasconce s'.o presidente, dizia algum C01sa e logo aI guem desdizi era1:'O[)1i\' horaatropelado pe s outl:'o& me~ bras, princip mente pelo pro fessor Nilto que mais par~ a delegado das chapas de "opêição". Teve uma hora, durnte a reunião,

que o Niltão fico~ tão histé rico que o r~ssoal do Poeirã, além de recomendar que ele ,~antivesse a compostura, pe~ '~antou se ele, afinal, era ou não era membro da Junta (a contece que no mesmo dia eletinha recusado informações ao presidente do DCE, alegando desconhecimento por não ser membro da Junta). Niltão res pondeu que havia dito que não era o presidente, mas que fa zia parte da Junta sim. Aí co meçou um bate-boca de meia ho ra. A discussão terminou com a entrada estratégica em cena Ido professor Teobaldo Navolar com uma portaria assinada n~ quele instante pelo reitor,no ,meando Niltão como membro da

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Muito simples: pegava-se o nome de algumas pessoas, após se implorar desesperadamente que precisavam de nomes para endossar a inscrição da cha pa para que ela pudesse con correr. Isso, -em hipótese alguma,- informavam, signifi cava que a peSSOfi s~ria candidata a dlgum ca-go. Isso a conteceu no CCS, como um ab~ so da boa fé de algun~ ~stu= dantes que acreditavam estar contribuindo para disputa ,': mocrática. -

[)CE está totalmente isol~ disso tudo pela Reitoria. !que nem dá sa~isfação dos ,seus atos e so temos obtido lalgumas informaçõos porque a todo momento estamos insis"in do. O i)COmod,lrJento não é 'Jr:l"virtuJe nossa. fias [1orllue tudo isso? não hã dúvida,e~sa si~uação é fru to do ~ri)nde temor da Reito-ria de que o Poeira ganhe ~ssas eleições. Afinal,ness~ ano enfrentamos cerco ao OCE, proibição de debate, apreenAinda no caso do CCS, hou \ são do Poe i ra, boi cote à.5 ve r bas, adiam'3n to das l:3113içôes ve pessoas que deram o nome 8stamos firmas, de p~: com o compromisso de que em Agora ~los jOLam uma carta5 dias ele seria retirado da da decisiva nesta etapa: impu chapa. dir uma nova vitória do roer No CCE a coisa foi bem ra. mais grave: numa turma de Ci incias Sociais, uma menina en trou dizendo ser do Poeira e E A NaS. O QUE convidou algumas pessoas pa ra participar da chapa.A tur CABE FAZER? ma discutiu, achou imporLan= te e i~dicou dUTs representa~ teso 50 que, quando as meninas sairam da sala para dar E a nós. o que cabe fazer? os seus nomes, acabaram desGanhar mais uma vez essas cobrindo que, na verdade,tra eleições. tava-se de componentes da Como? Se todos os estudan~ chapa da Reitoria. Imediatates se posicionarem ao lado ~ente se recusaram a partici oas bandeiras do Poeira e, par, com o apoio de toda a mais que isso, se tOdos.' jun turma. tos nos dispusermos a traba= lhar pela garantia de nossas Jã outros casos, sao mais entidades nas mãos dos estudignos ainda de monstruário: dantes. tem gente que nem sabe como Isso se faz de tamanha imfoi parar na chapa, tomando portãncia que nesse Poeira um grande susto com tudo isnão publicamos novamente nbsso. Agora, susto maior toma sa carta-prog'rama,' não falaram alguns participantes do mos do que nos dispomos a fa Poeira ao saberem que estão zer pois isso todos sabem. "concorrendo" pela chapa da O que fazemos é expor essa Reitoria. Aliás, pessoas que situação indigna, absurda a só não sairam em presidência inaceitável, na certeza de de chapas do Poeira por seque todos os estudantes comrem ineleglveis e que "estra preenderão o novo caráter que nharam" mui to o fato de nãõ assume essa eleição.

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• .CECA: M_ATRACA)

CCH:LIBERDADE

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CCB:CAPOEIRA.

CCRT:COM ~

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FUSÃO

LUGAR DE IlfTlJllIO E NA IfÂO DA IIAI ~O'A REITORIA \/otilr nO

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de mdin nad,l lli;!Gr um niio fir ma i3 decisiv"J aos Diretórios-. c rJ r (1a t o r, n.1 r~~ o d a I~O i t O r i a , i concorrinci~ desleal, i f~l te de um pou~uinho de brio d~ mQ~r~tico

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r,.1nhando ~studantes,tra

confiarl~a d05 hnlhnndo COM a maioria. [ teMos confian~a nue ~l3nllt1r

pnrada,

to~es

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Vdmo~ Reit~ armas,

~rnitririDd~dos 8 favoritis~B Com multa ..Jit.l,.ril. Com O 89píri to de ~ta ~ 4 aros de trauã lilO 'lua não vai ser fáci 1 dor ~uuar. Com o trnbaltlo de todõ mundo qu~ apuia, qUH partici~J.

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sim~dtiza,

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contar só com rJer:locracil.

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Poeird assa elb:~

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O;JD~Jlçãl'S,

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8lei;ão :Ion,!st'l.deMocrática, 08 Dstudanto ~dra estudante. dtJ

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"oposi~;u"~

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r lc tr dntJ3..:i l8 r.'lais vuto do rdDu~n~ncid .~LJn

mui to prov5ve l), não

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um pouco ou que da3~osta um pouco'do Po~ira, mas que aci-' ma do tudo aoredita que lugar do Diretório é na mão da maio ria e nunca da Reitoria. Não é 3em muita raça que va mos nos def~nder da investidã da Reitoria.não vai ser assim~ que o Poeira vai sair do OCE" nom vili ser nos impedindo dell assistir às apurações (coisa

Estamos GOn3c~untes de qUG dil~ui r-rã fronte ainda viriio ..,uit<.lS dificuldad'-ls. que tere nos quo lutar pelas nossas e~ ti~ad8S livrus, que os ~rémiCIs

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pel importante. d8 r:llJnica, estudos e

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mas do or~anização se colo~uem cada vez mais junto dos estudi1ntes na defesa de nos sas entidades e até mesmo na -'criação de novas . Já temos aí o exemplo da Veterinária. que forma o primeiro grémio livrd como resposta à BxtinREITORIA: OS ESTUDANTES LONDRINA vAo GANHAR ESSA çÃO. As urnas:

DE ELE!

PEL/\ CotlTIHUIDADE DE NOSSAS ENTIDADES! CONTRA OS DIRETdRIOS NA MÃO D.A REITORIA!

ç ia de se u D. A . , cJl; centros.

fusão

fI.ioadianta, qu"ndo a maiori~ discordar do trabalho do ["caira, reapr-enderemos junto com D~ estudantes, mais uma vez, a corrinir nossos erros e reconquistar. através da prática democrática, com mui to espírito de autocrítica,-a confiança da maiorid. Mas, en'luanto essa maioria estiver'do nosso lado, não abdicaremos da defesa dos interesses dos estudantes, não tombaremos pela subserviência não abandonaremos o trabalho por cnnsaço~ comodismo ou de sãnimo. A nossa disposição de luta é grande demais para sucumbir mos ~ vontad~ ou à força dosinimigos da democracia porque sabemos que a maioria dos estudantes está do nosso lado e não abre. Colegas: votem. trabalhem. façam campanha. gritem Poeira no dia da eleição.

POR ENTIDADES LIVRES E RE PRESElITATIVAS! CONTRA AS ARBITRARIEDADES! PELA UNIÃO DE TODOS OS ESTUDANTES EM TORNO DO POEIRA! LUGAR DE DIRETdRIO ~ NA MÃo DA HAIORIA E NÃO DA REITORIA!


Jornal Poeira (Especial: Denúncia - Novembro/77)