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LONDRINA

- ~~IO - 1977 - UM JORNAL NO DCE - GESTÃO.-

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SUAT INVADE SALA DE AULA E AMEACA ESTUDANTES •

Na última terça-fei ora, três agentes da po licia especial da UnI versidade Estadual de Londrina invadiram uma sala de aula, no Cen tro de Ciências Exata~ e fizeram graves ameaças contra os estudan tes do 19 período de Engenharia, que lá se encontravam. Os poli

ciais, irritados com dois estudantes que os havia qualificado .como agentes da SUAT, chega ram a dizer que vão "dar um tiro na cara" do próximo estudante que fizer' alguma "mol~ cagem" .. O fato provocou p~£ funda indignação, nao só- - entre os estudantes ". daquela classe,que re~

giram prontamente con tra a atitude da poli cia da Universidade,co mo entre todos os estu dantes que hoje lutampor uma universidade democrática, onde a re pressão não deve ter lugar. Para nós, estudantes londrinenses, a inva são desta sala de auli


I acei Tooos estes fatos,to mos dispostos a no qual se pretende tar passivamente a re das estas dificuldades mergulhar o estudante que que tentam nos impor, pressão e o medo londrinense. servi nos querem impor. Nós. estudantes, co certamente não Por não concordarmos mo em outras ocasiões~ rão para arrefecer o ã com o desvio de verbas nimo dos estudantes nos recusamos a aceiúni tar passivamente este londrinenses em busca para s~tores cuja é reprimir estado de coisas.A iro de uma universidade de ca função em de nia com que são trata mocrática. Afinal,é no os estudantes, da formação se trimento dos os agentes da SUAT calor da luta que em todo o campus é mui forja o nosso trabalho profissional de todos to mais do que umi que se formam nossos i nós; por não concordar mos com o policiamento brincadeira: ê uma ma deais. Temos consciência de ostensivo e ameaçador nifestação espontãnea~ úni em toda a Universidade; de resist~ncia, dos es que não somos os é mais uma demonstra brasT por não concordarmos çio do clima de terror tudantes que ja'mais se cos estudantes com os atentau0S i se e opressão que a atual acostumarão à idéia de leiros que sofrem ine~ que gurança e i livre administração pretenJe educação feita à base vestidas daqueles as pressao dos estudante~ implantar em toda a lJ da repressio. Afinal,ê tentam silenciar u por defendermos a cria impossivel evitar que forças democráticas, niversidade, tentandoção de melhores condI tilizando para isto os a mordaça aumente a silenciar os estudan tais mais diversos instru ções.de ensino, tes que reivindicam ~ mordacidade. policias como laboratórios,mais A denúncia, a discus 'mentos) como combatem por melhores mais li são e o protesto con especiais, códigos dis professores, condições de ensino,pe arbI ciplinares, o Decreto= vros nas bibliotecas, la liberdade de organl tra as atitudes melhor nivel de ensino trárias e repressivas Lei 477, assessorias zaçio e manirestaç~o.e outros; por defender de segurança e outros. da administração da U ,\SUA'r, que hoje n,io elemen consciên mos o direito niversidade é um Jeve~ Também temos consegue mais esconder nós estudan cia de que não são api tar de nos expressaE seus reais objetivos - de todos ~ui mos e nos organizarmos reprimir os estudan tes, como forma de r~ nas os estudantes forma sofrem investidas des livremente tes, assim como a AEST sistencia, como Con'clamamos tolos ~s .Je impedir o avanço da te tipo. -Assessoria Especial estudantes e toda a co Has. assim como os queles que pretendem 'ã de Segurança e Informa o munidade londrinense i ções - que hoje conso-=- nossa llesuniiio,que pre estudantes de todo Brasil e assim como to da região a se unir: mem vultuosas verhas , tenJem nos transforma~ CONTRA A SlJI\T, PELA-r dos os setores democrã S.10 incomp:1tiveis com em 0lementos passivos ~EFESA DAS LIBERDADES diante Je tu,las as di ticos da sociedade Bra os anseios JemocrfitiUEMOCRAT1CAS. cos Jos estudantes lon ficuldades que enfren-=- sileira, nós não esta tamos. d rincnse s, s,io i nadm i5 siveis dentro de uma D niversidade, onde a n~ C()rJ+RA A ~l.lA+~, cessidade Je livre d~ bate e manir~stação DE.fESA são vitais. DA-S L. I BfR.vADfS 1\ apreensão do "\'01:1 • I RA" pela AE51, no inl DE MO eRA-ti CAS . cio deste ano; o polI ciamento ostensivo e xistente no campus ,com policiais especialmen[ preciso sempre dei te treinados para re xar claro àqueles que primir mani(est~ções - tentam nos reprimir. estudantis (impeJindo que n~o necessitamos inclusive agrupamentos de cassetetes, de amea de mais de 5 estudan ças, de revólveres e tes nos pitios e corr~ de arame farpado.Neces clores); a perseguiçao sitamos, isto sim, de aos professores que livros em nossas bi não abdicam de sua di& bliotecas, de mais la nidade e da defesa dos borat5rios,de melhores (iRAVE If'JCIDENhs DE. principios democr~ti professores. N~o neces cos (como o professo~ sitamos de repressão 3~FE(R..À NA ,URrr'\A ~E. CALDUROS Vanoly Acosta Fernan mas sim de 1iberdade des,que foi o único de manifest5çio e de membro do Conselho Uni or~anização. não eram bandidos de versit~rio, junto com - Da proxima vez que E é justamente na de Iorque, mas estu os estudantes, que vo fesa destes nossos o en Nova dI isso acontecer, dantes do 19 ano de vai levar tou contra a criação rei tos elementares que graçadinho da FUEL. Os a um tiro na cara. É i~ genharia da SUI\T e que depois conclamamos todos os também não no meaçadores foi expulso da FUEL, estudantes a se unirem so mesmo - um tiro "mocinhos", mas e ta eram sem justa causa);a pr~ caJa vez mais na defe meio da cara. Nois lementos da organiza proteger sença dos agentes da sa de noss~s liberda mo :qui para ção paramilitar que AES1 - ridiculamente des de manifestação ~ voces. da Universida A ameaça, feita em Reitoria disfarçados - em todas de organizaç~o, contra de criou recentemente parece as promoçóes estudan os orgaos repreSSiVOS. altos brados, por isto ser parte de algum fil e que já não consegue tis; os projet~s (já I E é tamb6m ousequer disfarçar seus niciados na pratica)da que conclamamos toda.a me da série Kojak, reais objetivos: tepri onde a violên Prefeitura da Cidade U comunidade, a (luem per Baretta, mir os estudantes.Como o ponto niversitária de cerca~ tonce realmente a UnI cia constitui em toda Ou então de aI já se diz hoje todo o campus com ar! versidade, a se uni~ máximo. a Universidade,"a SUAT italiano~ me farpado e deixar u conosco nesta luta, a gum faroeste estava em ação". Mas não é. A ameaça ma única entrada; e ou se manifestar contra a A invasão da sala de de u tras aberrações deste- repressao e seus or- foi feita dentro pelos agentes da ma sala de aula, na úl aula tipo são demonstrações gãos a se manifestar especial ocor no polícia concretas do clima de pela defesa de nossos tima terça-feira, reu depois que dois es Exa terror e obscurantismo direitos.pelas Liberda Centro de Ciências tudantes, que estava~ os ameaçados des Uemocrát icas. - tas. E

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no corredor do predio, num intervalo de aula, referiram-se aos guar das como "agentes da SUAT". O fato foi suficien te para que os poli ciais,visivelmente des controlados emocional= mente, invadissem de pois a sala onde esta vam os estudantes,para ameaça-los em altos brados: "Quem foi o en graçadinho que chamo~ a gente de SUAT?Se for homem mesmo, a gente pode se acertar depois não aqui dentro da Uni versidade, ~ s li fora Vamos li, a gente quer ver se o moleque que fez isso e homem mes

Antes de sairem, os guardas ainda ameaça ram:"Nóis tamo ~qui p~ ra proteger voces, mas não damos liberdade pa ra molecagem. Da próxI ma vez que isso aconte cer, o engraçadinho vai levar um tiro na cara".

Na salda,os três pas saram pela professora~ que pôde ouvir o fim da conversa, parada na porta, perplexa (ela havia saido alguns ins tantes para buscar uma prova). Ao inves de intimidar os estudantes, pro fundamente agredidos em seus direitos mais elementares, a atitude determinou uma imedia motl. de t~ Após o primeiro im ta mobilização dos os órgãos de repre pacto, os calouros rea giram prontamente ã a sentação estudantil que, atraves do Diretó titude. Um dos estudan rio do Centro de Tecn~ tes que esta~am no cor logia, encaminharam redor levantou-se e denúncia e seus protes disse: "Olha, seu guar tos à Reitoria, alem da, se o senhor nã~ gostou, tudo bem, 'não de pedirem, em carater de urgência, um docu vai acontecer de novo mento explicitand~ A gente conhece alguns quais são as reais fun guardas que não ligam ções da SUAT ~docume~ para essas coisas. AI to deveria ter sido en guns ate gostam. Mas aos se o senhor não esti a tregue no sabado estudantes, mas não fim, tudo bem" .. foi cumprido o acordo

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assumido pelo represen tante da Reitoria, ~ Professor Nilton Carva 1 ho) •

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importante ressa~ tar que os representan tes estudantis tambemnao aceitaram o pedido da Reitoria para que "indicassem" os agen tes que haviam invadi do a sala, numa eviden te tentativa de demons trar que a SUAT "não 'é ruim", mas "apenas aI guns de seus elementos Para nós, estudante~ a SUAT e incompatível com a verdadeira uni versidade pela qual nós lutamos. Para nós estudantes, o inciden te e terrivelmente pr~ ocupante e exige uma urgente tomada de posi ção, nossa, de nossos pais e de toda a comu nidade. Afinal, os fi l.!!os<!esta cpmunid ad e nao sao monstros que precisem viver sob o tacão de uma organiza ção paramilitar, que faz ameaças ate contra suas vidas. Os filhos desta comunidade ~ão precisam de revolveres, balas.e cassetetes. Precisamos, sim, de me lhores condições de en sino.

teso A defesa do patr~ mônio foi apenas um pretexto para se te~ tar sufocar ainda mais .os nos sos d irei tos 'mais elementares, como o de nos reunirmos e discutirmos livremente Arbitrariamente, obedecendo ordens supe riores, a SUAT já com~ çou a proibir aglomera ções de estudantes qualquer parte da Uni versidade. A UniversI dade quer proibir, por exemplo, um grupo de .se reunir num pátio pa ra discutir qualquer coisa, desde uma pro va recém-realizada ou algum outro problema coletivo. Segundo de clarações de um dos guardas a um ~~u~o de estudantes: "Nos temos ordens para fazer isto porque senpre pode ter maus elementos espalha dos por ai". Ainda se gundo os guardas, ~ pa ra evitar que "al?;itadõ res conspirem contra ~ reitor".

bastante numeroso. Co mo não e comum quadrI lhas de 50 ou 100 ou mais assaltantes en frentarem a policia ,deduz-se que a policia da Universidade não e xiste apenas para evI tar roubos de"toca-fi= tas" dos carros. Al~m disso, os capros e os assaltantes não ficam nos corredores de sa las de aula, nos pã tios onde os estudan-tes se reunem, nas por tas de salas de aulas: E é Justamente ai que se concentram os 'ho mens da SUAT. Mais ain ~ da: por que a "guarda '" '. pretoriana da Reitoria NIO usa cassetetes tão erandes ("tamanho faml OU QE PRE SSA,o AOS lia"), guando nem a p~ licia,publica, qu~ p~ Veja~os. se é . pa~a rambula pela cidade,os Para que serve a po utiliza? proteçao do patrlmonlo licia especial da UnI consel1ue A SUAT não versidade? Para que a contra ladrões e dos suas fi estudantes contra os esconder mais Reitoria mant~m quase estujan nalidades dos assaltantes, por que 60 honens permanentemente vigilantes no os homens da "SUAT" re ceberam durante as fe Campus, pagan o-lhes h~ salários, botas, uni rias e recebem até formes, cassetetes, re je intenso treinamento mani vólveres, balas e ou para controle de festações de massa, ou tros equipamentos simI lares? - como se diz no meio po licial, "distúrbios êI Segundo a Reitoria,é em para prote~er o "patr.~ vis"? Um exemplo: seus treinamentos, os mônio"da Universidade, ~uardas avançan em for ?ara proteger os est~ mação, com os cassete= dantes contra assaltan tes em riste,enfrentan teso Mas a Reitoria está do un inimigo imagin~= rio, presumivelmente dizendo a verdqde? ~/.

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É AGI' tAe.--~ ~ No Cen~tro de Ciênci as Biologicas, já oco~ reram incidentes deste tipo duas vezes:~ru?os de estudantes que con versaram no Dátio ram proibido~ de perm~ necer conversando. !lu ma das vezes,o guarda chep,ou a afirmar que não é permitida a reu ni30 de mais de 5 ele= mentos dentro os corredores,pátios ou vias do Campus (e o grupo ao qual ele se dirigia tinha 8 elementos - 3 d mais do que o perni tido). noutra OC-'1 sião, os estudantes(de Odonto), aguardavam a chegada da professora em frente à sala :e a~ 1", ("oPinic-o"); o suarda proibiu que ~ les ficassem li, ~ür flue eSldVclTr,l!c'onc ~lj'. Yldrios" .

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Depois de um "tím~ Segundo os guard,:,-s Com isto a Universi da" apariçcJ:onL '1íc::ioda SUAT (9ue contam l~ dade teria condições do ano, numa tel, lVá ~o com mUlto orgulho) lo de impedir a entrada de acostumar "aos o plano da Reitoria e de pessoas "indesejácos" o estudante com este: cercar inteiraveis", ou deter qual a sua presença, a SUAT mente o Campus univer- quer pessoa para "in-sente-se autorizada e sitário, deixando ape vestigações", ou qual segura para dar berros nas um portão central~ quer coisa assim, em com estudantes nos' es que ficaria na altura qualquer horário e oca tacionamentos, para in 'do novo viaduto a ser sião. terpelar casais de n~ c9nstruíd~. Neste porO plano pode parecer morados e para fazer ~ tao havera uma cabine absurdo e fantasioso. meaças. Qualquer pal~ para uso exclusivo da Mas esta história foi vra ou qualquer movipolícia da Universidacontada a uma estudanmento que desap,rade a de, com ligação telefô te de Medicina por um algum deles lhes dá o nica com todos os setQ guarda,que a acompadireito de exigir ex res do Campus. E para nhou durante um lonplicações e dirir;ir ~ que isto? go período de~tro do meaças cont~a os 'est~ Entre outras coisas, Campus, por nao ser dantes - alem de eXl o que os guardas con permitido andar soz~ gir documentos de id e~ tam é isto: se algum nho. Poderia se aletidade, como aconteceu estudante pretender en gar que o guarda é recentemente com dois trar no Campus em dias paranóico. Mas entio a visse mais para outros estudantes de deixavam feriados ou após as 22 paranóia teria que ser campos, já condenados o Centro de Ciências horas, terá que ser ri coletiva, pois outros pela história. Humanas. Numa ocasião, gorosamente controlad~ três estudantes contam O espírito democr~ti um dos guardas chegou Apresentará um documen a mesma história, ouvi co dos estudantes lon a mandar um estudante to de ident.ificacão- da de outro guarda.Es~ drinenses não aceita salar a boca, em altos aos pOliciais de plan ta história certamente tais medidas, que aten brados. E" caso o est~ tão) explicará o que não surgiu do nada. JUa dem apenas a inter,s dante contlnuasse f~ vai fazer e em que lu mesma forma, não é ilu se de minorias, p8l,:,-ndo, o guarda leva da telefonarã para ~ são de ót ica a cerca as quais o únicC' JJapel rla o seu nome para a local que o estudante de arame farpado que do estudante;;' '1ceitar AESI (conforme a amea- pretende ir avisando j â existe nas proxÍJ:li- todas as ar!' crarieda) .1 . des passiv rente. ça .~ que ele esta lndo e dades da Reitoria. .Allas! r; avanço t~m que o aguardem. Quando Pelo visto ,a Prefei Nós nã concordamos sldo VlSlvel: ~epo~s o estudante chegar ao tura da Cidade Univer com o úscurantismo de terem andado a pa~- local desejado, avisa sitária não está inte que s~ ,enta implantar sana um bom tempo,ho]e rá aos policiais d~ ressada em construir hoje na Universidade. os guardas sen!em-se portão que já chegou. um bom Camous Universi S:~CUTIR E DENUNCIAR dutorizados ate a inv~ Na saída, haverá um es tário. Talvez o model~ r uBSCURANTISMO É UM dir sp,las de aula e ~ quema semelhante. que estejam usando se£ DEVER DE TODOS N6s. meaçar a vida dos estu dantes. eles recebem salario~. leg~ ralta de verbas. Todos eles recebem Imi :)s estudantes de Psico CAMPUS U"',I/ERsif~rmes,botas,cint. rões logia não tem :Jtê hoje +ItRIO OU C.AMFb cassetetes (Os revól- a sua clInica. Os estu veres já estão sendo lantes de Jornalisno DE. CDNCe..;tR.AçÃo? adquiridos e registr! não têm jornal laborados) O ara~~ farpado tório. O laboratório Por que a Prefeitura c os piquetes de con le ilioquÍmica do Jlospi do Campus universitári ereto também não caem tal Universitário nci~ o está cercando o Cam do céu, custam dinheitem material suficienpus com arame farpado~ ro. Os vários agentes te nem para os exames com uma pequena distán da AESI tamb~m recebem de rotina. No Centro cia entre cada fio? Es de Tecnologia a biblio salários. taria o prefeito Osmar teca é deficiente. Nós perguntamos:quem Alves - irmão do rei paga tudo isto? A Uni estudantes de ilibliote tor, liue é ,;enro do mI DE OflJ.DE: SAE fT) AS versidade emprega gra~ conomia não têm bibli~ nistro Ney Braga,do MI VéRB~.s PARA A des somas para suten- teca-Iaboratório, etc~ nistério de Educação e tàr toda esta estrutu etc., etc ... Cultura - aguardando y Nao há verbas sufici ra repressiva, deixan~ RE: PRESs.Ãa ma nova investida dosd~ porém/de atender is entes? bãrbaros,chefiados pes Como entao há dinhei reivindicações dos essoalmente ~or Átila?Ou tudantes, sob a alega- ro para financiar tod~ No inIcio do ano, ha seriam os lndios apavia cerca de 20 solda ção de falta de recur este aparato repressiches que investiriam vo inteiramente dispen dos. Mas hoje devem es sos. contra a Reitoria? Ou sável para a nossa fo~ Em alguns Céntros tar em torno de 60 ( seriam os índios apa não há professores su mação profissional? que era a meta a ser a ches que investiriam tingida num curto pr~ ficientes, obrigando contra a Reitor~a? Ou os que existem a lecio zo pela AESI). Segundo seria uma anada de NO~ NAo PRECISAMOS nar at~ b disciplinasos guarda~ eles rece búfalos (o que justiDE A~lEAÇAS, NE.\IDE AR~ (o que contraria crité be'm três tipos de treI ficaria todo o rigor 1'lEFARPADO. OS FILIIOS namentos: para apagar- rios do próprio MEC).na construção da cer DA ;OSSA CO~UNIUADE incêndios, controlar o Faltam laboratórios pa NAO PRECISAM SER VIGIA 8a de arame farpado ra o aperfeiçoamento trinsito e enfrentar 80m piquetes de con DOS E CONTROLADOS CO~~ manifestaçôes de gru dos estudantes ( e nos SE FOSSEM MONSTROS. ::reto)? pos (tropas de choqueT. laboratôrios que e~is Antes fossemos inva NÓS PREC ISA~IOS, S DI, tem, faltam materiais Brevemente eles terão jidos pelos bárbaros~ DE ~IELHORES CONU IÇOl;S básicos, como tubos de uma Delegacia Central, O que a Prefeitura da DE ENSINO; PRECISAMOS ensaio). Nos Gltimos no Centro de Vivência :idade Universitária de Odonto, os DE LIBERDADE DE ORGANI (junto a Cantina, onde pedodos ZAÇÃO E ~IANIFES TAÇM;pretende fazer deixa próprios alunos são o funciona a DISASS). para trás qualquer PRECISMIOS DE DE110CRA brigados a pagar o ma Todos estes homens CIA E DE RESPEITO AOÇ filme de ficção ci utilizamforam treinados duran- terial que NOSSOS DIREITOS i',IAIS E entifica, como "Fuga nas aulas práticas te meses e continuam no Século XXIII" ou LE>IENTARES. pois a Universidade a "Rollerball". sendo treinados. Todos j)Q~

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Jornal Poeira (Especial I - Maio/77)  
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