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FUEL,

POR I

FO • A BELA •

VIOLA, POR DENTRO ••• PÁGINA

9

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A PHALENCIA DO ENCINO NO PA •

PÁGINA

11

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EM 77 OS DEBATES SOBRE ,

A SAUDE DO POVO

CHEGA DE ELEICOES! O REITOR QUER 'NOMEA ' TODO MUNDO! 14

SERÃO

, EM LONDRINA

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BESTEIRAS CO TINUA~ .. PÁGINA

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UFBA:

A LUZ DE VELAS , ESTUDANTES ',PEDEM LIBERDADE /

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rJlEGAS,MAIS DO OUE NUNCA UNAMO-NOS PELA CONTINUIDADE DO POEIRA!


PUelRA

2

FUEL, ARBITRARIAMENTE, SUSPENDE ESTUDANTES

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No dia 30 'de outubro, mais reunião do CA,aqui justifica-"bitrariedades. uma vez a Universidade,atra - da aos estudantes,suscitou al A propósito,colegas,não es vés do seu Conselho de Admi - gumas dúvidas sobre a nossa - tranhem se depois desta maté= nistração, puniu com três di- verdadeira disposição de de - ria o "Poeira" for alvo de um as de suspensão os 226 cole- fender os interesses dos estu editorial ferino,esbravejante gas que não votaram nas elei- dantes.As dúvidas,que não fo= e histérico no "Clube da Noti ções de 15 de setembro, para ram levantadas pelos estudan- cia".Resposta a Roberto Cou = a representação discente (a tes- que já conhecem a práti- tinho o "Poeira" não deve. Só penalidade consta do Reqimen- ca do "Poeira" - mas pela TV respondemos aos estudantes , to Geral da FUEL e é aplicada Coroados,em seu "Clube da No- que sabem exercer a Democra todos os anos). _ t1cia" do dia 3 de novembro, cia. Esta e todas as interferen devem estàr esclarecidas. (1) - Soubemos, mais tarde, cias da Universidade nas eleI Resta saber:por que o "Clu que o coLega Jairo Stutz se ções estudantis, d~ficultando be da Noticia" procurou fazer encontraVa em Ponta Grossa, a a nossa participaçao,sempre :.un cavalo de batalha sobre o serviço, no dia da reunião do tiveram o voto contrário dos assunto? Por que procuraram CA. representantes do "Poeira".Já responsabilizar o nosso repre durante a última campanha, nas sentante por uma punição quesalas de aula, no "Poeira" e é imposta,já há vários anos, I CULTUR-MED: em todos os boletins, alertá- pela Universidade,ao invés de vamos para a punição, posici~ criticar a própria FUEL por "UM POVO CAMINHA PARA A LI nando-nos firmemente contra ~ esta arbitrariedade?Por que HERDADE QUANDO SE IDENTIFICA la." não procuraram saber a verda- COM SUA CULTURA". Apesar disso, nosso repre- de dos fatos? O I CuLtur-Med, promovido sentante no Conselho de AdmiEstas perguntas têm uma peLos Centros Acadêmicos de nistração estava ausente da resposta simples: o diretor FacuLdades de Medicina de são reunião do dia 30, em que se responsável pelo "Clube da No PauLo, com a coLaboração da formalizou a punição. Esta au tlcia"é Roberto Coutinho Men= SEC Municipal" foi reaLizado sência deveu-s~ ao fato de des, presidente da derrotada nos dias 30 ê 31 de outubro e que ~_convocaçao e a pauta da chapa "Movimento",aliada da 1 e 2 deste mês, reunindo inte reun1ao, entregues em sua ca- "Vassoura" nas últimas elei - .Lectuais,artistas,profissio sa no d~a ~8, não chegaram_ao ções,e ex-assessor de impren- nais Liberais e estudantes pa seu conneC1mento por uma se - sa uo reitor Oscar Alves. ra debater assuntos Ligados rie de desencontros. ._ i Saber quem está por trás cuLtura nacional, (teatro,m~si Desconhecend? ~ reun1ao, 0ldisto tudo,vem apenas refor - ca,cinema e imprensa).O "Poei r:pr:sentante no.CA, que t,:m-,çaro que dissemos em nosso" ra" convidado especial"enviou bem e pres~dente do DCE! v1a-'poeira-16":a chapa "Vassoura doi~ representantes, cujas de! jou para Sao Paulo no d1a ~9! foi derrotada,mas os inimigos pesas de viagem e estadia foª-cpnvi~dos Centros Academ~ da democracia continuam vivos ram integraLmente pagas peLos cos de varia~ faculdades de Com efeito, Roberto Cou -' promotores, para participar Medicina de Sao Paulo, para tinho ao invés de contribuir dos' debates sobre imprensa ao representar" o "Poeira" num d~ para ~ pratica da Democracia Lado de Raimundo Pereira, do bate sobre 1mprensa, durante dentro da Universidade,denun- jornal, "Movimento",entre ou o "I Cultur-Med"(leia nota.ao ciando as arbitrariedades da tros convidados.Durante os de fina~ desta matér~a~. reitor'ia,provou que está mais bates, nossos representantes Sabado, no horar10 da reu- preocupado em fortalecer a ad reLataram,desde o começo, toda nião, um funcionário da reit~ ministração" da FUEL nessas ar a história do "Poeira".

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ria telefonou para o do DCE,nosso es tranhando a ausência representante,já que isso não. aconteceu nenhuma vez em nos-I sa última gestão,quando o 1ndice de frequência dos representantes discentes nos conselhos superiores foi de 100%. Tomando conhecimento -da reunião,membros do DCE tentaram localizar o suplente Jairo Stutz.Não conseguiram (1). Então convocaram para a reu~ nião o representante no Cons~ lho de Ensino ,Pesquisa e E~tensão,que compareceu mas nao pode participar. OS INIMIGOS DA DEMOCRACIA CO~ TINUAM VIVOS .•. Esta ausência do "poeira"ã

'FUEL QUER MESMO A PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDANTES? A UNIVERSIDADE, AO INvES DE FACILITAR, CONTINUA DIFICULTANDO A PARTICIPAÇÃO DOS REPRESENTANTES ESTUDANTIS EM SEUS DEPARTAMENTOS, COLEGIADOS E CONSELHOS SUPERIORES. t O CASO, POR EXEMPLO, DO NOSSO REPRESENTANTE NO CONS~ lHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSAO, QUE RECEBEU A CONVOCAçA0 PARA UMA REUNIÃO NA MANHÃ DO DIA 13 DE NOVEMBRO,UM DIA ANTES, AO FINAL DA TARDE. E NESSA REUNIÃO SERIA DIS7 CUTIDA E.VOTADA UMA COMPLETA REESTRUTURAÇÃO DOS COLEGIAuOS DE CURSOS~ UM MEMBRO DO DIRETORIO DO CESA FOI A SECRETARIA DO CEN TRO HO DIA 5 DE NOVEMBRO, SEXTA FEIRA, PARA SABER SE HA~ VERIA ALGUMA REUNIÃO NO SÃBADO. DISSERAM QUE NÃO. MAS T~ NHA E OS REPRESENTANTES FICARAM SABENDO SO MAIS TARDE,C~ SUALMENTE . COMO ESSES, MUITOS EXEMPLOS PODERIAM SER LEMBRADOS. FI CA A DOVIDA: SERA QUE A UNIVERSIDADE QUER MESMO A NOSS~ PARTICIPAÇÃO?


POEI~i

car Alves tentava se ex presentantes estudantís a palavrp e afirplicar na base do " nãõ pediu era bem isso que eu mou: IIMuito nos sensibi a univeI quiz dizer", o vice-rei I iza que ágora esteja disposta tor Teobaldo Navolar a- sidade para o qual firmava: "t isso mesmo, a~ diálogo, sempre estivemos tem que polioiar as ati nos dispostos. Entretanto, vidades estudantis, tem há uma grande contradique po liciar! . ção nisto tudo: a Uni Dada a gravidade de versidade propõe diálotais afirmativas, o Con go quando ainda ecoa em selho Deliberativo do nossas cabeças uma fraDCE aprovou, por unanide midade, uma recrimina- se dita no Conselho Administração, de que a ção e protesto contra reitoria deve POLICIAR esta atitude da reito as atividades estudan ria. Este protesto. foi t í s, que é. p re c iso P o I i Na penúltima r.eun~ao manifestado. no discurso ciar os estudantes •. ~ do Conselho de Adminis- de posse da nova dire~£ e políciamento ria do DCE, que tambem diálogo tração, foi registrado não se coadunam. Os seum acontecimento envol- representava a opinião nhores disseram que nós vendo a.Reitoria e a re de todos os Diret6rios devíamos nos orgulhar Setoriais. presentação estu~antil~ de nossa Universidade, Num debate sobre proAPENAS UMA m~s a Uni~ersidade que moções culturais dos di EXPRESSÃO INFELIZ? nos acreditamos que deva retórios, Oscar Alves ~ firmou que de agora em ESQUADRÃO lX2 lU diante, os diretórios , / /" VAt"\OS para realizar qualquer . ])iAt..06AR.j promoção na Universidade deverão enviar os no mes de seus palestris tas com antecedência mi nima de 30 dias para que sejam feitas as devidas averiguações. Segundo o senhor Reitor , esta medida evitaria promoções que fossem contra a linha de pensa ser motivo de orgulho e mentos adotada pelos No dia 15 de outubro, uma Universidade demo das comemor~ professores e que, por como parte onde exista o co'nsegu.inte,não seriam ções do aniversário da crática, 1 ivre debate, onde as interessantes, não con- F U E L, a re i to r ia p ro mocom os nossas tariam com dispensa de veu uma reunião atividades nao aulas e nem com emprés- novos representantes e~ sejam poli.ciadas." . N o f in a I, o v ic e - re i-' timo do Teatro Universi. tudantis eleitos ( leia tário. - matéri a anexa) . tor/Teobaldo Navola~, A representante estuA tõnica da reunião expl icou-se dizendo que dantil no Conselho de foi procurar demonstrar esta frase foi dita de Administraçãó protesto~ aos estudantes uma forma impensada,que as boas da Universidade foi uma expressão infeafirmando que não pode coisas I iz. Ao dizer POLICIAR, e a importância do diáexistir U~~ Universidade onde os ~lunos s6 logo. para isto foram segundo ele, a intenção possam conhecer uma li- feitos cinco discursos foi dizer ORIENTAR. de ~sla.i nha de pensamento, fe- e uma projeção foi apresen ~hando os olhos para o des. Também PALAVRAS S~O PALAVRAS, r~sto. Ela acrescentou tado o novo coordenador NADA MAIS QUE PALAVRAS? também que com essa me- de assuntos estudantís dida a Universidade es- Nilton Carvalho e Silva Segundo alguns diciotaria exercendo uma cen professor de EPB que ada língua portusura prévia sobre as a= f i r mo u: liA Uni..,er s id a de nários guesa, as palavras "POao diálotividades estudantis, o está disposta LI C IA R 1.1 e 11 O R IE N TA R" só goll. que cbntraria frontal têm em comum o fa t~ .de mente o nosso esptrito Os estudantes apenas democrático. ouviram, durante. De~ serem verbos transitiEnquanto o reitor Os- pois, um de nossos re- vos diretos. No mais,

"A VERDADE É FI LHA DO TEMPOE NÃO DA AUTO -Ri"DADE" -

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~ElIlA

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~nquanto policiar quer di zer "vi gi ar com o auxTlio 'da polícia ou segundo os regulamentos pol iciais; conter, refregar", a palavra orientar quer dizer "dete.!:. minar os pontos carde ais, dirigir, guiar;no.!:. tear". 'Neste caso a infelici dade de expressão do s~ nhor vice-reitor vai além de uma simples troca de palavras: ele tr£ cou inclusive o sentido de I as •

O' acontecimento da re união do Conselho de A7 dmin'istração, entretanto, com seus aspectos contradi tórios, não constitui um fato isola do. Fo i i s s o que pu d e mo S ver na posse do POEIRA, no último dia 18, quando várias críticas foram formuladas ã FUEL. Ao invés de um reconhecimento das falhas exis tentes e de uma procura de correção o senhor reitor Oscar Alves, "d~ I icadamente",chamou aos estudantes de menti ro 50S. E, mais uma vez contraditóriamente, afi rmou que acredi ta e confia em nóS. Ao mesmo tempo procurava atribui r as palavras do dis curso apenas ao Presi dente do DCE, mostrando desconhecer que no POEI RA ninguém fala em seu nome particular ou em nome do seu ca rgo, i soladamente. Em sua resposta, o reitor afirmou que não foram os estudantes,mas os professores quem der rubaram o exame obriga7 tório e impediram a aprovação do código dis~ ciplinar 169. O senhor rei tor procurou até mes mo dar a entender, con-=tando uma história pela metade,.que o abaixo-aE, sinado dos &studantes só foi entregue quando o exame já tinha cardo, não contribuindo em nada para isto. E disse mais: ue as medidas re

que

nós

alega

gurança e Informações , sempre apontando para mos me ros e'qu í voas cabeças dos estudanpassam de tes?' coso Enquanto existirem es A todos esses "desmen ses instrumentos de for tidos do senhor reitor, os estudantes preça contra os esfudansentes à posse rebatetes, n~o ~aver~ di~logo ram e questionaram.Mais em co~diçoes iguais,n~o que isso,em nome da cha havera liberdade de depa Vassoura, adversária fesa dos interesses da maioria. do POEIRA nas eleições Acrescente-se a isso e formuladora de várias que aos estudantes nao críticas.ao nosso trainteressa o diálogo de balho, um de seus elementos reconheceu púb I i meras palavras, mas sim o Ji510go acompanhado camente que as críticas oe soluçoes ou mesmo de feitas ã nossa chopa d'J uma iisrosiç~o de traba rante as eleições fora; lho, coerente com a vo~ infundadas e erradas, tade da maioria. I~ssas são as bases es VAMOS scnciais para um di~lo= go entre a FUEL e os es D IA L OOA R ? tudantes: um di~logo li vre de instrumentos re= r~dentrn desta poliu. pressivos, que tenha co ca contraditória e con- mo principio a vontadefusa da FI'CL que ocorr.c 1a maloria. a proposta le diáloqo -- •••• ..----------entre estllda-nlese UniO diálogo que os vers idade. estudantes querem Para nós, 'studant.~s, ~ acredi tar en ri. i áloqo, O di alogo que nós, es vai al6m do que simples tudantes, queremos ê a_.-quele que não procura men-c vamos. l' 10t d.lzcr: .. "p' • "desmentir", negar as 1o'Jélr.. ar 1SS0 {1r:':ec:.:. tamos ser inportante ::- críticas ,mas sim utilima brp.vc ;:],:1511:;0 rIo rí ....lC zá-las para urna verda .::>~':1nl!oi.cl. essa proposLi1 deira auto-critica no -.1 -1 2 como e 1,J. uC'le se ',d r trabalho. Como J'á dizia na prática. r'lonteiroLobato, o en E' aqui chegamos ao fermo que o~ulta sua d~ ponto principal: pari ença, que nao procura o que exista verdadelr~ - rem5Jio adequadn para mente o_di~logo, ele de sua recuperação, tende ve ter como base a deDO sempre a perecer vendo cracia. Deve ser, acim~ ~ aqravamento de sua de tudo, baseado na von saúde. tade da maioria; deve o verdadeiro diálogo ser livre. ~ntre a FUEL e os estuPara que o diálogo se dantes, na situação em ja possível, é preciso que vivemos, se dará que os estudantes não quando a Universidade estejam sob a mira de empunhar, junto com os instrumentos que amea - estudantes a bandeira çam, atemorlzam e procu por melhor-nível de enraro impedir a sua parti sino; quando assumir na cipação. Como os estu = prática, a luta contra dantes podem se sentir o ensino pago, abdicanlivres para debater a- do de medidas ilusórias bertamente, quando exis como o crédito educatite o 477, quando.:::tlni= vo; quando, junto com ~ersidade ainda não a- os estudantes da FUEL , firmou_que desiste da ~ ~mpunhar, conscienteme~ prqvaçao do 169, quando te, a defesa da Univerna FUEL existe uma As- sidade Federal do Norte sessoria Especial de S do Paraná. pressivas

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ao dos debates a todas reas relacJonadas com ~ problemas da comunida

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EM 77. OS DEBATES SOBRE SAODE DO POVO SER~O EM LONDRINA. Em abril do próximo ano urante a Semana Santa, ondrina ser~ a sede da IV SESAC. Semana de Estu dos sobre Saúde Curnunita ria. Na reuniaõ da Com-is s~o Organizadora, em 's~ tembro: na cidade de P; tróDolis, foram discutT dos aspectos da organiza ão da Semana e a elabo raç~o do proqrama cujo tema central será "[cono nia e Saúdell. A Drooam~ c~o será a se0uinte: I? dia abertura com II Anal i se d a tI e d ic i na C o m uni ta riall. 2<:' dia 11 Farmaco D~ia Rural-Medicina rOD~ lar". 3? dia II Alimenta ~o e Moradia no Brasi ITI <:' dia II PareI da Univer idade na.Realidade d; aúde da Por>ulac~oll. e o t

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na Comunitária e Curdcu lo Méd'ico'l. Para real izaç~o ,deste encontro, o Dtf e os DAs trabalharão em conjunto o m o DA S C C S. f a c e as Inúmera~ nificuldades ue uma promoçao como es ta normalme,nte apresenta. Essa Semana é um encon trü organizado por estu antes e tem por objetT o a discussão e um posT cionamento frente aos roblemas de Saúde no Brasil.Dada a relação di reta de fatores econôml os.sociais.pol(ticos e ulturais com os proble as de Saúde. é necessa rio ueha'auma amli

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E para os que estiverem interessados em saber o ue foi a 111 SESAC em uritiba. o DASCCS esta lançando uma revista s~ re Saúde Comunitária ue é o IISANITAS POPULIII Nesta primeira edição será publicado o históri co da SESAC •. os relatórl os dos tem a s' 'd is c u t id o 'S. e uma pnlestra sobre a "Indústria Farmacêutica e Doenças de Massa". pr~ ferida por Mário Vic~or de Assis Pacheco, que es teve em Lon'dri na 'na 2a Semana de Atual idades.

A SEMANA DE CIENCIAS SOCIAIS' FO I BOA'. MAS PODERIA TER SIDO MELHOR, .. Cons t i tui ndo-se numa das raras vezes em que professores. extracurricularmente, tomam a iniciativa de promover o debate. realizouse. durante a segunda' quinzena de outubro. a lia. Semana de Ciências Sociais. Esta iniciativa dos professores de Ciências Sociais demonstra preoc.oMEJl P01JE?

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cupaçao com a 'fo,rmaçã p r'of i s s io n a I e co n 5 ti tui uma contribuição.pa ra a melhoria do nosso baixo nfvel de ensino. Durante a semana de bateram-se assunt~s di aI ta relevância na reaI idade do nosso pafs.en tre os quais a questãdo fndio na sociedade brasi lei ra., a questão a g rá r ia- e o' b õ ia - f r ia . .Em vista da impor tância que vimos na Semana. e procu~ando asse gurar sua continuidade: queremos faze'r apenas um reg,istro: notamos que ~Ja pa~sou desperce bida da grande parte dos estudantes. E 'isto se deve à manei ra pela qual el a foi organi zada: a discussão sobre seu planejamento e temá tica ficou restrita aos professores do Departamento de Ciências 50 ciais. , Esperamos que no próximo ano haja maio abertura no sentido de que os estudantes de H manidades através de seu di retóri,o possam participar ati , vamente. discutindo. or ganizando e assistindo a Semana e no sentido. de que as discussões so ciais interessem aos es tudantes dos outros cur sos da FUEL.

O Restaurante UniverSitário, sob moradores da CEUEL, está se vindo Rua Antonina, 1.777 •. ,De segunda a sexta-feira, as refeíções, sao ser ~idas nos seguintes horários •. Almoço dé 11,30 as 13,30 hs. Jantar de 17,45 às 19 20 hs. Aos sába~os só é servido almoço ' Observaçao: o horário é seguido rigorosamente. Para . os universi tários a refeição custa 'C$6,50! O s.1~teressado~ em comprar o talão, poderão adqU1r1-1o no proprio RU, pagando Cr$220,00 por 4 O re!eições. . , ~s nao.universitários pagam Cr$12,00 por refei .çao.


Poeira 6

MONSTRUÁRI £ o FeS'IVAL' D£ 8eSTEIIR COnIIUA ... o magnífico e o jogo de palavras Apesar de grande número de periódicos te rem sido suprimidos deveria. mas ... das bibliotecas, sob a alegação 'de contenção de despesas, os ~ lunos da FUEL acabam Normalmente,o nosso coor de ganhar uma nova pu denador de Assuntos Educa blicação: os discur cionais deveria ser uma sos do reitor Oscar das pessoas mais conheceAlves, muito bem pu- doras das condições dos blicados. pela Editora estudantes. No en~anto,du da Universidade. rante a reunião levada no "Integração da uni- dia 15 de outubro, com as versidade com o siste representações discentes, ma de ensino"; é o tí ele fez' uma afirmação su£ tulo do primeiro fo= preendente: disse que os lheto, contendo o dis r~presentantes discentes curso do reitor prof~ nao participam e exemplirido na aula inaugu - ficou dizendo que naqueral na abertura do a-ola reunião mesmo, apenas no letivo do Colégio 50% ~os representantes es Londrinense.Ali enco£ cavam presentes. tramos várias jóias Ora, o ilustre coordenado pensament:? dornina~ dor se esqueceu que a te na alta cupula da maioria esmagadora dos r~ Universidade, entre as quais se destaca: tese "Temos recebido,prin revolucionária cipalmente por parte de nossos al~nos, ape Recentemente, um dos pro los constantes com re fessores de Ortopedia, fa fer~ncia ~ melhori; lando da importância da do nívél do ensino. A radiologia para o diagnós tais críticas, apenas refutamos a análise tico, numa turma de Medi= distorcida que as mo- cina lascou a seguinte tiva. Não temos um frase espantosa: - "O pa"b~ixo nível de ensi- ciente é o maior inimigo no", em nossa univer- do Médico". E para o espanto de tosidade, como alguns dos que até aquele momenquerem ver, mas temos to acreditava que o maior fora de dúvida um níinimigo de um médi("()fos vel ainda deficiente m "ti para as exigências de se a doença, surge po" capaz de de:::'dfiar ate nossa comunidade.~ a lei da gravidade: reitor Em suma, o igual Cuidem-se, anda solto um disse que x é igual revolucionário da Mediciy, mas y não é na ar to édica. a x.

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presentantes são dos cursos noturnos, portanto , trabalham durante o dia • E aquela reunião foi convocada e realizada 'na manhã de sexta-feira: Os au sentes estavam trabalhan= do para poder pagar as aI tas anuidades cobradas pe la

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FUEL...

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. eta sa edoria pai d'égua"'!?! "A ignorância atrapaiha a segurança, mas, a cultura também. Um ex mplo dis to é a França, onde o ex= cesso de cultura resulta no surgimento de diversas correntes e facções políticas postas". Estas palavras foram ditas pú um professor de EPB e, sem dúvida alguma, co ~ituem ~~ outra tese revoluc' rária. ~ois, até agora se acredi~ava, que as democracias surgissem do livre debate das diver sas correntes de opiniões. Realmente, nós temos mui to a aprender com determI nados Professores". -


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E

LUTAM: EGULAMENTA

.Todos os problemas que temos enfrentado na hora de adquirir nossas quotas mensais de passe uni versi tário, 'vão desaparecer a partir do próximo ano. Isto porque o fornecimento de passes , que está sendo feito num esquema provisório, ba seado em quotas mensais fixas e bastante precá rias, foi regulamentado através do decreto .municipal 388/76.

o resul tado está ar para quem quiser ver. Este é o tercei ro POEIRA que chega às suas mãos Im pressa pela máquina off-set, adqui rlda pelo DCE, em julho pas ado. Como é do conhecimento de todos, a compra foi decidida em vi rtude das pressões e boicotes que o Este regulamento eli POEIRA - órgão representativo dos mina, em primeiro lugar~ studantes da FUEL - vinha sofreno problema da falta de do no seu trabalho. A mesma foi ad passes: quem fixará sua qulrlda por Cr$ 132.000,00, vlndõ quota mensal será o próacompanhada ainda de diversos obje prio aluno e cada um potos Indispensáveis para a coofec ~ derá comprar, todo mês, ção do jornal. .exatamente o tanto de Também é Importante explicar passes que necessitar pa que a máquina .já está totalmente ra ir e voltar da esco = aga. O que se faz por ora e- a re la. Para tanto, bastará' posição da quantia emprestada pe ~ que o aluno, no ato da los DAs que colaboraram na sua com matrIcula, preencha um ra. Nesse sentido já foram reali~ formulário, apontando a zadas a Semana de Atual i dades e a sua necessidade mensal emana Jurrdlca, sendo parte do di de passes, com base no nhelro arrecadado destinado ao ea~ programa escolar para o gamento. Também os shows de Joao semestre (ficha cor-deasco e do grupo de música latinorosa) . merlcana IITarancón foram realiza Além disso, o regula dos com o mesmo objetivo. mento cria todas as con= Pretendemos agora manter conta dições para que, já no tos com outros artistas, no senti~ primeiro dia de aula, do de que real izem seus shows em possamos utilizar o paslondrina, contribuindo desse modo para a reposição da maior parte da se. Outra vantagem: ninquém mais vai pre~isar verba utilizada. matar aulas ou o serviço ~ certo que a máquina ainda empresa nos trará muitos benefrcios, uma para ir até a vez que não só o DCE, mas os DAs a comprar sua 'Iuota m~n sal. 8m primeiro luqar , tlllzarão, pois nela serão Impres por~ue ~ual~uer pessoa sos, além do POEIRA, todos os Jor: nals dos Diretórios Setorias da poder5 faz~r a cOMpra p~ lo aluno, desde 9ue apr~ Universidade. Por isso, nos próximos shows é Importante a participação de todos ara que possamos dar continuidade ao nosso trabalho no DCE e Das, pe I~ fortalecimento das nossas posi~ oes e cumprimento de nossas ban eiras estudantis, na continuidade o POEIRA,. UM JOINAL ll

JLJEJIA TE JI))l[VUJLGUJE MOIIMENID esftE!~e!s'f8cas,

sente a carteira de idcntificaç50 ~ue a VUL fornecerá; c em segundo luqar, por'lue provã.vel-' M"nte os pa~scs poderão ser cnmprados nos Ran cos ou em outros pontos centrais da cidade, mediante anresentacão da mosma carteira de identificação. (l) Todas essas condições foram incluídas no regulamento, assinado peio prefeito no dia 15 deste mês, por insistên cia de todos os estudan tes da FUEL, através de seus diretórios. Assim, a regulamentação do pas se universifário vem concretizar, definitiva mente, nossa vitória nã luta pela conquista do passe. ~ uma prova concreta do que podemos realizar desde que nos ucganizemos em torno do "Poeira" e dos nossos diretórios, na luta em defesa dos interesses comuns. Além deste, a conquista do passe tem outro significado muito importante: ela repre senta -a vitória dos es 'tudantes, unidos em tor no do "Poeira", na luti contra a exploração dos transportes, e um passo significativo a caminho da Universidade Federal do Norte do-Paraná, em regime de ensino gratui to, uma grande reivindr cação da comunidade re-:' gional. con to pag. Oti

ANUNCIE NO "POEIRA.

UM JORNA"L

DOS ESTUDANTES


,...,.-.

ontinuagão da pago ante Como regulamento vê 'que o novo esquema' passará a vigorar a par tir do ano que' vem, ate lá continuará em vigor o esquema provisório , que vem funcionando des de fins de agosto: os estudantes de cursos em período parcial, podem comprar passes de 30 em 30 dias - os que moram no €e~tr~ têm direito a 100 passes. As quantida des são as mesmas para os estudantes de cursos em período integral: só que estes podem retirar suas quotas a caà~ 20 dias. Embora este esquema te

o

nha sido combinado deso começo com a prefeitura e a empresa, co mo saída de emergênciapara o atraso na regula' mentação, a VUL hesitou muito em cumprí-lo, o que acarretou reclama ções de inúmeros coJe gas junto aos diretó rios. Agora, depois de muito ~ate-boca na prefeitura parece que o esquema es tá funcionando. De qual quer forma, fica aquI o aviso a todos os cole gas: qualquer problemana hora de adquirir a quota mensal de passes deve ser encaminhado ao diretório setorial do

pre', de

UEREMOS MAIS BOLSAS! (além do ensino gratuito) O Direibrio ,Central 3,OS Estudantes recebeu 10 (dez) bolsas de estu do, no valor de Cr$ 2.500,00 cada uma, do Deputado Federal João 01 ivi r Gabardo. Para distribui-las de uma forma mais correta, o DCE solicitou à DISASS, uma I ista de estudantes insc;ritos que não receberi am boi sas, dos quais o DCE selecionou 10. Os colegas que já receberam as bolsas,segundo a DISASS,foram:Eloisa Contieri (6c: ano de Med i.cina) ,C a t a r i n a ~\a s s a ko Handa (3C: p.de Enfer magem) ,lIermes Perec,imCrestani (2C:p. de Odont o Io g ia) ,M a r ia M a rque s" '(4<:r>.de Serviço Social) Maria Auxil,iadora Rodri 9 ue s (8 c: p .de D ir e i to) ,-, q~rson \Jolf.f (4<?p.de Química},Rosely de Fáti ma Contini (l~atemáticaT Valdivina Maria Carnei,ro (]<?p. de Estudos Sociais},Dirce Alves l1ace do, (I <?p •de P s ic o Io g ia) Francisco Carlos Malosci (lC:p'.de Medicina). fsta foi a primeira vez que o DCE recebeu bolsas de estudo de políticos.Esperamos que ais bolsas continuem ~erdo doadas para que

J

seu centro ou ao DCE (Rua Antonina, 1.777 Fone: 22-4709). Por fim, um esclarecimento: os passes estão sendo vendidos a 6 O cen tavõs; e nao a ':>5, com; deveria ser, porque o CIP (Conselho Intermi nisterial de preços) as sim determinou. A Pre= feitura se comprometeu' a resolver o problema , enviando ofício ao CIP para que este tieo de irregularidade nao volte a acontecer. (1) Na época das pr6ximas matrícula, em janei ro, você receberá maio= res esclarecimenkos sobre o assunto.

!possamos distribui-las aos estudantes carentes Os políticos,por sua vez,devem se conscienti zar das dificuldades que enfrentamos para continuar estudando numa universidade com o ensino pago, posicionan do-se firmemente em fa~ vor da criação da Universidade Federal do Norte do Paraná, em regime de ensino gratuitq E entendemos que mesmo estudando numa universi dade gratuita, os estu~ dantes necessitam de bolsas não reembolsáveis para sua sua manutenç~o.

ANUNCiE .NO

POEIRA

ELE VENDE GÁVEA A CAMISA

DO HOMEM

MODERNO R.PROF.JoAO

CANDIDO

67

Londrina (Pr)

FÉRIAS

e

CURSOS: BASIC(1!EST.)

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JUNIOR (2! EST.)

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o problema de professores

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VIOLA",

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PÃO. BOLORENTO

menta a cada dia, conforme próprio professor do Centro de Letras e Ciências Humanas declarava no primeiro~semestre deste ano:"Os professores real m~nte e~t~o indo_embora, eor nao se sUJeltarem as condiçoes de trabalho daq~i. Nos últimos anos, de 6 a 8 professores foram embora do Centro de Ciên cias lIumanas". Esta evas~o, por~m, n~o ~ privil~gio do' C.C.lI.: o curso de Veterinária perdeu, no ano

1\ Fundaç;)o ~niversid~de I,;st~ :10 Curso (1e Letras, quI' passado, o seu professor de dc' lual de Londrlna festeJou seus :.laram mais de três anos entras parasitárias, que n~o tI ), anos de existência no ú~t~Jl\OLal>oratór iu de I.í n'luas? Uu o nh,l condições de trabalho; .lla l~ de outubro com,varlas alunos que estudam 110Ilospila professor de Psicofisiologia, :,romoçoes, entre as quals esl~ llniversiliírio e que vêem-se à do curso de Psicologia,que era vam u~a palestra sobre o I>i- voltas com a falta rie materia obriqado a lecionar Psicopatocentenario ~os Estildos Unidos, le trabalho em todos os seto l()'lia, foi embora para uma uni e uma reuniao com os novos rees e que raras vezes são rea vers idi1de federal, pelo' mesmõ presenta~tes e~tudanti~ 71ei - ente assistidos por seus pro notivo que o anterior (era UJ11 tos, o vlce-reltor e varlOS de fessores? No lIU, hoje, chegan os únicos Ph.D. - IJrau máximo seus assessores. a faltar at~ analgêsicos e ga i\ carreira universitária - da ~oi durante esta úl tima reu- ze para os doentes. "llEI.). niao que os representantes dis Ou como podem orgulhar-se o Os roucos professores que fi cen~es_tiveram que assistir, i alunos do curso de Enfermagem, ~m sao obr~rra~os.a lecionar ~ proJeçao de dezenas de eslal - lue se matricularam na disci e quatro dlsclpllnas diferendes, acompanhados pela le~tura plina de Nutriç~o e Dietotera-tes, mesmo sem es~arem erepar~ de um texto exaltando as mara pia no inicio do semestre e os. Isto os eslaldes nao mosvilhas" de nossa Universidade~atê agora n~o viram o profes _tramo ~ disto que devemos nos dura~te mais de ~a hora~ sor desta d~sciplina, por que r9ulhar? Fel~a a apologla da FUEL, wnele ainda nao foi contratado? Jc:s vario~ assessores da. Reit~ Talvez seja ironia demais p rla que dlscursaram, pedlu aos direm que nos orgulhemos de u alunos para que tivesse ~ "ora escola onde as bibliotecas <Julho" de sua escola: "Ao in- peças fundamentais pi'\ra nosso vês de criticarmos,devemos ter formação, estejam relegadas orgu~ho desta Universidade. 1\- '3egu"do plano~No Centro deCiên l1anha, Jeveremos dize com or- cias Rurais , por exemplo,qu 'Julho que estudamos na Univer- vai formar sua primeira turm sidade de Londrina". este ano, o número de livros Tanto ~sta afirmativa, comoespecif~cos à disposição dos a projeçao de e~laides,inteir~ lunos nao chega a 20U, quando mente alheios" a realidade qu um dos requisi tos exigidos pe vivemos na Universidade, acab lo MECé de no mínimo mil ti t ram surtindo um efeito contrá los para que o curso seja rec rio aquele desejauo por. seu nhecido. I\lem da falta de preparo dos autores. 1\0 invês de lima irnaOu o orrrulho deveria professores, existem classes qem maravilhosa, instalou-s aos alunos do 59 period() de C com até 140 alunos. S~o aulas nos estuuantes mais uma dúvid, m~nicaç~o, que tém que compra eXllositivas, que impossibili _ até que ponto os diretores maquinas caríssimas pald estu tam o debate critico e impõe planejadores da Universidade dar fotoqrafia e dispõem de u dificuldades no relacionamento podem contribuir para a sua me minúsculo laboratório para tr professor-:-al~:Jno: .. lhoria,quando escondem suas fa:balhar'? Ou todos os alunos d Sem ~ss~ste~c~a e_reprlmldo, lhas,seus erros e seus vícios? Centro de Comunicação e I\rtes, él tendenCla 10gl~a ~ que o al Enfim, no quinto ani versár ia q~e possuem dpCné1S ')4 ti tulos n<?adqulra. um~ pesslI~a forma da FUEL podemos desejar-lhe os referentes a Jornalismo,Bibli çac:, contrlbulndo mUlto pouco, votos de "felicidades e muitos tecon()mia e Pesquisa Cientlfi JllalS, tarde, pa~a o noss<? desen anos de vida"? Ou a ironia se-Ci]-? Ou ()~; i1lunos de 1':nfermé1qertvol~ll~ento sO,?lal, economico_e ria grande demais? qu~~dispõem de ancné1S dois pe_p<:>l1t~co. r: alnda em conseque riodic()s pi1ri1 pes,!uisi1S, sendoC1i1 dlSt<;> que vem ocorren~o u Parabéns, querida 'lue estes <lois aindi1 deixaram qr~nde numero de reprovaçoes o de Llparecer em 1975? brlCJando os alunos a gastaremSalas 10tarlas, cursos caros, Orgulho? Do quê-? Do Código m~lito rné1is: n~ turma de Matemã aulas mal dadas, falta de mate Disciplinar 169? De uma I\sses tlca. ~o prlmelro semestre do riais ~m.labo~ató~ic:s, falta -sorii] Especial de Seguranç~ a~o pélssado, por ex~mplo, o i de esplrlto clentlflco, de li- Interna?Ou o nosso orgulho de lce de reprovaçao foi de b~rdade de pensamento, de criave vir do fato de 'lue apenas 62,9%. E o mesmo ocorreu com a çao e d; manifestaç~o. - 30% do total dos professores t~rma de Mat 08, no mesmo pe Esta e a realidade que vive-3a fUEL_possuem cursos de pós rlod? os atualmente em nossa escolagraduaçao, enquanto os outro~ I\flnal, do que devemos nos _contra a qual os estudantes 70% são auxiliares de ensinoorgulhar? Do que foi dito acitem reagido constantemente, pa uitos dos quais recém~forma~ ma? Ou das al~as mensalidadesra que talvez um dia possam or os? e taxas que pagamos pelo direi ulhar-se de ter estudado nes= to de estudar? ta ou naquela escola. Ou, como OS professores Como'se n~o bastassem tantos .' odem orgulhar-se os estudan _ OtlVOS de orgulho para nos, a es que se formam sem jamais capacitados Reitoria está prepar~ndo o er visto um laboratório como estão i ndo embora tros, como a Resoluçao-30, que conteceu com diversas ~urmas atingirá principalmente os cur

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• POEIRA lO

os e C1enc1as Exatas e de 1ências Biológicas, massifi ando ainda mais o aprendizado os seus alunos e impedindo ompletamente que amanhã eles ossam.ser bons_profissio~ais:

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O BOLO ESTA OCO

O bolo de aniversário da ~UEL está oco. Os eslaides e os discursos formam uma bela camada de glacê, embaixo da qual se esconde um grande e es curo vazio. Participar da fes ta sem dizer isto aos convida= dos é'o mesmo que participar dp. s

Os estudantes de Londrina não estão preocupados em ter orgulho de sua escola. amanhã. A nossa preocupação ainda é fa zer com que a escola melhore = para que amanhã possamos ser ú teis à nossa comunidade, atra= vés daquilo que aprendemos • E é justamente por isto que, em toda a Universidade, os estudantes, ao inv~s de darem vi vas ao bolo de glacê, lutam por um melhor nlvel de ensino, pela libe~dade de organizaçãoe expressa0, contra o ensino pago. A projeção de eslaides e discursos da Reitoria para

Na 8ituaçao em que se enaontpa a Univepsidade~ ~ ~studante vai appendendo, com muitos saap~f~a~~s, que deLe depende ~pande papte das soLuçoes. E uma demonstpaçao viva de que os estudant~s reagem e não estão mais dispoR tos a aaeitap tudo, passivamente, pode sep en= aontrada em todos 08 seus movimentos pelo me Lhop niveL de ensino, aomo nos aasos dos es= tudantes de OdontoLogia, de Dipeito de Ciên aias Soaiais, de Psiaologia e de Co~uniaaçãõ SoaiaL, que passamos a pelatar:

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es u an es, procurando aze~ -los acreditar que vivem num mundo maravilhoso, onde tudo funciona perfeitamente, lembr~ bem uma discussão entre Sócrates e sua mulher Xantipa,conta da por Bertold 'Brecht em seu : poema "Em Louvor da Dúvida": "Xantipa disse para Sócrates: Você está bêbado, olhe bem para si. E ele retorquiu: Deve-se du~ vidar do que se vê ••• Nada é inteiramente verdade. Por isso ele está na categoria de filósofo. E ela é a clássica

ESTUDANTE M

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onONTOLOGIA

çados por todos os la - pertino do curso seIr os dos ( o caso chegou a ter consultado os 1 sao dos problemas espe estudantes de Odontolo-:ser encaminhad9 à Asse~ nos já matriculados a ~ cIficos de Centros d gia se mobilizaram para soria Especial de Segu-sem qualquer amparo le= Estudos; a continuidad reivindicar melhorias rança), os alunos uni -galo do PO~IRA; a compra d na Cllnica Odontológica dos acabaram vencendo _ __~________________ uma maquina impressor Clínica ficou parali- a professora .:oisubsti rIa. SEMANA DE para o DCEj e a vitóri sada até que as reivin- tulda. ATUALlPADES dos estudantes unido icações foram atend_ PSICOI OGIA ' 6 :m torno do POEIRA na as, sendo que várias ' . A realizaçao da IH u!timas eleições, també classes de alunos que 4. Um problema idênti-Semana de Atualid~de:, sao provas inconteste não trabalhavam na cll- co aconteceu com os alu em setembro, ~ambem e ~ de que os e~tud~ntes d nica também pararam, e nos do 59 ~no de Psico= ma demonstraçao viva ge Londrina nao sao mai solidariedade aos seuslogia. Porem, ao invés que os estudantes estaovItimas passivas d companheiros de estudo, de uma professora, eles dispostos a aprofundar caos em que tentam lutaram pela substitui-oS seus conhecimentos emergulhar, mas sim est DIREITO ção de duas, que esta _ discutir a realidade dantes preocupados em 2. No final do ano pa vam lhes incutindo uma Qu7e°os cerica: i d dar a sua parcela de co _i d' t 'd . s se s )orna s e1 b t sado 05 estudantes do magem lS orCl a da, ~ a oraçao, em orno de 49 a~o de Direito notu~Psicolog~a e destruindcdlretorios se~oriais e-transformações na escoL' tudo o '~h i xistentes alem de ou -, a no protestaram contra que)a av am a_ ' •.•. e na sociedade em ~ d prendido com professo- tros tres que estao eIr~ue vivemos as mas con içoes de en 1 b d' . sino, não aceitando rE~S competentes. A vit9 e a oraçao, para lSCU seu professor titular ,rla dos,alunos foi to para a aplicação dos e- tal, malS uma vez, co12'~h firmando uma conclusac xames • Os a 1unos)a a- 1 1 viam sido enganados du- a qua e es hc:-viamcherante o ano inteiro e e ?,ado,poucos dlas antes: INSTITUTO PARANAENSE DE PATOLOGIA xigiram um outro profes Nesse tempo que a gensor para a elaboração e te passou estudando, e~ CLrNICA S/C LTDA. aplicação do exame fi frentamos os mais diver nal. Depois de algum sos tipos de problemas: como a falta de mate 1es tiv~ suspense, riais para aulas prátiram suas relvindicaçoe atendidas. ' ::as, a falta de profesCIENCIAS ~~~~~ SOCIAIS sares, de livros __________ tras coisas. Issoe ounos L, No ano passado,

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3. No primeiro semes obrigou a exigir o que tre deste_ano, os alu era nosso direito. En nos de Ciencias Socia~ tão a gente aprendeu a epois de aturar um pe questionar e reivindi simo nlvel em suas au car" las de Sociologia da E -.-------ucação durante quase COMUNICAÇAO eses, resolveram colo 5. Neste segundo semes ar um fim à situação . tre, os alunos do 59 p a verdade, a professo rlodo de Comunicação S a não tinha conhecime cial tiveram que impe'tos da ma téria, tendo trar um mandado de seg enas conhecimentos d rança contra a FUEL,paedagogia. E, a cada ra que pudessem conti ez que os alunos exi nuar estudando nO,horáiam melhor nlvel, el rio em que haviam se ma lamava pela Campanha triculado. E ganharam ~ ja Fraternidade e pela pois a Reitoria havia .blia A esar de amea-extinguido o turno ves

Laboratório

Aberto até às Plantão PRAÇA FONE

Médico

22 Horas

Permanente

7 DE SETEMBRO 231101

Londrina

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APHALENSIA DO ENCINO • NO PAHIS. ~~"-~., ~~ ,Ô"O)... ~

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~~-~,,~ As inúr~eras def~ciências, e ~ istorçoes no ens~no da Un~ / I versidade'Estadual de Lonuria não constituem um fenômeno isolado da realidade do ensino em todo o país. Aliás, tor nou-se" impossível mascarar ta realidade, que está vindo te do poder rúblico, obri1iJnà tona como demonstram as mo-. do as necessida"1r.~s 'lo pais cc' nal P. um qrau scm!1re 11alor de vimentaçõe s estudantis dos ú! .Iererl <, i ntercssc~; p<lrticllltl= lcpcn lê!1,:i<l ('s r riln'Jcira, contimos meses, em :-.1inas Gerais, rr:~s <.; ~n"nc0iro~;. j,ai a I)ru- fO~Tl1ejá cri1 denuncia'.1o em , 5P 1 t l~fcraf;<lo de~ 0:;col<l~; ~;Uilcan1~71, durante o I? Seminário 13 h na aE ~a, aot d au o t e ou. t~' ros "1' 1, r •. " CO"lL) ,~rur).e, unclnn ..f1CntlJ, :J<lC ion"l d,~ '~stuclan tes de J~nes t a d os .. m o o o err~ or~o _ li . " ""1_ I. ,I" [ .1,..' . acional, os estudantes pro- él n:ver ..,l 01',.' . - :O;l,.~.:nd. qc>nnaria: "ao invés ,-le estimu testam e reagem contra a de /\11£'-,;(; <l C'~;l." ';11.11;1<' 1:> 'l'.; j~r o las nvolvimento da pes= cadência do nível de ensino , C~;';u,-~:~,,;; \' ~1,n.,:;::;j ..J')~; ";1;1 !t •. ; '{uisa e la lescoberta de técrovocado pela diminuição ele contr;l. a !,arUcil,a,:.::i.) do.'; I~~;"- niciJ~ nncionais, os educado tUddJ1Le,; llLl ,liscusS;I') (2 ~;O I Llres concentram hoje seus es verbas 3 educação e pela falc"ão ,los IJro!..le::lus c;{istelrl,--,s, forcos na forDaç~o de mão-ded ta de l~berria e de criaçao e como o !!'~cr,-~t()-L,~i t177, .1 ol,riJ qual if icada para operar expressa0. . ,1.(, 'S.':(_'.',""~()r l' ~.~ , ••••,')'-. él tecnolo'Jia c'strélIl'Jeiru, tra A.s manifestações dos alunos crld'-.;,'O . u • ~ contra o baixo nível de ensiciai s d,~ ~;er!Urall(:,' ,~! I tod,,~; duzir projetos e exercer um ;)5 esc,-,l.1!i, os reqi:11(~ntos illcontrole de fjualidade". o, responde-se sempre que , em compensação, o -número de ternos, o I'roj'~t() de: Códiqn Desta formu, jlOr exemplo , vagas Çiumentou bastante nos l1iscl.plin.Jr. U,') (qu0 o reitor ainda n;'io rle::;ist i.u de fiJzcr há IH 'lranrle incentivo, na Gltimos anos, em todo o Daís, área de Ciências da Saúde, às ~emocratizando"o ensino.'So _ ,'provar) '2 outr.os, c teremos especializações e micro-espebre essa "democratização", po um 'juiFlr.o rl(~soléldor. Peli! fQlt<l c1(~ inc<.'ntivo ,; cializacões, enquanto os prorém, é preciso ressalt.lr o se guinte: - resfjui~;a, 1'<:1.'1" falta ele <1(lal)- blemas l)ásicos do nosso povo tação elo ensino 5 nospa rCuli continuam em segundo plano a) houve apen.ls um .lumento . l~lc 6 carla vez m~nor o nfine= como as doenças end~micas e quantitativo, em detrimento ro de nessoas int~rcssadas cm epidemias e a subnutrição. ela qualidade; se dcd'1.c<lr. ao I:wnistério, <;0à problema se estende a to-b) enquanto aumentou o núme - ':10 atestou .1 inexistência c1e das as áreas de estudos, conro de alunos(142 mil em 1964, canr.1idatos nos últLl10S vestiforme o ,lepoimento de um estu contra 836 mil em 1974), di - ~ulnres ~ maioria dos cursos dante .18 Economia na FUEL: minuiu a porgentaqem do orça: do Centro de Letras e Ci~n." Eu n~o vou sair da Universimento da naçao Jestinado a Jade u~ economista. Se quiser Educacão ('J,74% em 1')64, con- cias ilumanas. tra 4;95% em 1974); Sem incentivos, os professo ter um hom conhecimento, te c) as principais responsá - res acabam r.cil(jillr10 dté nCr]a= nho que me virar sozinho. O veis nelo aumento do nfunero tivo1mentA diante da situaç~oensino aqui nã.o é vinculado à de ; 1'~r:1'~éJ.S foram as esco - 2 mil professorcs universit:: realidalc hrasileira de for las parLLculares (em 1')64, as rios abandonaram a carreiriJ ma a lqUlila. nós recebemos a escol<ls pGblicas eram rcsponnos úl timos 4 anos (confo.ri'le realidale brasileira que eles sáveis por 61,2% elas matricu,1<.1dosdo Jn de (,/'2/76). querem que a gente recclla". las, enquanto em 1973 cleti [n 1')64, nós tin,vunos no Esta é a realidade do ensinham apenas 39,1%, fic<ln--l0 <lS' 13r..Jf;il ]0 mil professores uni no brasileiro, que nem os auescolas particulares com versitários para 142 mil ul~ dio-visuais, nem os anúncios 60,9%). nos; P.!'11(J71 Iwvia 1)1 mil pro na t~levisã.o e no cinema, nem Enfim, ocorreu apenas o au- fcssores pa~9- 561 mil alunos~ os ~içcursos inflamados, nem mento do nGmero de vasas, prin Ou sej a: enquunto o nGrnero ]p.' a repressão contra as atitu cipalmente nas escolas p<lgas~ alunos quintuplicava, o de des dos estudantes por mudanonde o nível de ensino é baiprofessores mal conse1uia r1o- ças, conseguem mais esconder. Esta é a realidade que os xissimo, ocasionando Ulí1verda brar. 1: nos úl timos anos est:,a estudantes de Londrina e de de~ro comércio de diplomas. - desproporção aumentou. Jesejam mudar Cada vez mais os empresá Observa-se ainda o grande todo o Brasil entre através do trabalho organiza~ rios lançam-se no mercado de desligamento existente naciodo e da união. ensino, sob o olhar aquiescen o ensino e a realidade

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LUZ DE VELAS 'ESTUOANTES PEDEM ~L1BERDADE •.. Cerca de joo estudantes na UFBa. realizaram no dia 14 de outubro u,ma passeata pelas ruas de ,Sa.lvador, aos gritos de l~liber'dadell lIabaixo a' repressão", protes tando contra a atitudeda re i to r ia de mob i 1 i -zar, a guarda do campus para reprimir a realiza çio de uma' assem61~i~ reivindicando melhorias de s~~viço e comida no restaurante universitá-

ELEiÇÕES LIVRES E, DEMOCRÁTICAS? As eleiç6es diretas significam a principal manei ra de expressão de democracia e como tal devem gozar da mais pIe na forma de liberdade.Esvaziada de qualquer sentido democrático serão rea I izadas novas eleic6es na Universidade de Brasília ainda este' semestre. , Estas eleições -dever ia m te r s,id o re a 1 iz a das no' dia 27 maio, poiem, foram' suspensas pe lo rei tor que arbi tr~ riamente, expulsou sete alunos e suspendeu outros 38, sob a acusaçã~ de "irregularidades no desenrolar da campanha': pO,rque as duas chapas se mani festaram contra o 477, AI-5 e a censura e propunham debates co-

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mo a situação do ensino pago e',do povo brasileJ.. ro.

Recentemente um' outro ato arbitrário do reitor impõs ~ova data para as eleições impondo também "normas" para a campanha eleitoral. E s s a s, n o rmas II p ro ibem debates sobre temas de interesse nacional (como AI-5, cen~ura e 477, entre outros) durante a campanha. Alem disso, tamb~m serão feitas "sindicânciasl' sobre, a vida de cada membro das r i o. chapas para que possam ,Durante a assembTéia concorrer ~ "eleLs:õesl~ as luzes foram co~tadas Acont~cimento como- espe,los pol iciais, que t~ de Brasília reforça ainda tocaram buzinas ainda mais a necessid~:na intenção de evitar de de se lutar pela 1 i,que documento fosse ber~ade de_organização, 1 ido. ,Os est udan tes' man~festaçao e particip ro s se g II i r a m em vo z alpaçao dos estudantes. ta e,ã"luz de velas, Por entendermos a imo' d o c u m'erito fo i a p ro va p~rtância da participado. çao estudantil, nós do ,Os es tudi3n tes, a t rav~s ,--------------central e particulares POEIRA, solidarizamodo documento" re ivi ndi.- do Campus. nos com os colegas da cam mais higiene na pre ~m são Paulo os estuUnB atraves, do DCE, da comida, m,ais Paração dantes iniciaram um moDASCLCH,DASCCS, DASCCR, fr~tas , e legumes, a . revimento que culminou DASCCE, DASCCA,DASCESA tirada de qual,quer oq - com ,u~a gre~e geral no - c r~centemente DASCT gão de, repressão/comum e DASCCB -, colegiados no restaurante, além de dia l? de agosto~ onde l-Qd..aE... as au las foram pa de Departamentos, endos eleiç6es'pelos estudan~ lali~adas. ~m são Car= sando o texto que aque~ ' tes de uma comissão res- los~ naquele mesmo dia~ les estudantes enviaram p o n's á ve 1 p o r e s,te e p e ao M~nistro da Educ~ção la ,Casa do ~itudante mais de 800'estudante8~ em sinal,de protesto eTambem enviamos ao mesco~ total liberdade de ,fetuaram 11I1?a,pp,sseq,ta mo ministro uma carta açao. , l . de appio aos colegas a(TRIBUNA DA BAHIA) pe as ruas centra~~ da tingidos conforme dec,r..: 15/10/76 cidade~' denunciando o problema à população. ' são do Conse Iho ,De 1 ibeApós estas movimentarativo , em reuniio do dia 21 de agosto. ções ogo'vernador de Apes a-r de toda e'sta ~ SI são Paulo r~spondeu às o, PROB,LEMA . TAM'BtM É tuaçio arbitr~~ia, cabi reivindicações~ fazendo ALIMENTAÇÃO. aos estudantes de Brasí circular' uma nota ofi~ que en-, 1 ia a nio desestimula N~s' escolas da USP de cial anunciando çio e a continuidade na viara subs{dios para a são Paulo e de são Carluta por seus direi.tos, para colos os estudantes nao Universidade se posicionando sempre brir as diferenças de permitiram que os precontra todo tipo de impreços. ços das refeiçõe; aume~ posi ão. (ESP aqosto) ,tassem nos restaurantes

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GREVE Os al:mos da Faculdadl! de Medicina da USP entraram em greve, .desde o dia 15 de outubro, não aceitando a decisão da Congregação da Escola, que aprovou uma proposta de reforma de curriculo do curso. O protes to se deve ao fato da proposta não ser discutida, previamente, entre os alunos e entre 'a maioria dos professores. Este ato arbitrá rio extinguia o curso de Medicina Comunitári lue visa ade~uar o en3ino e a formacão médi primei ro passo para um ca às necêssidides re provavelplano de reesais do pais. Além dist d a UNESP que esta reforma não solu truturaçao entre.outras mo d'f'I Ica - ciona uma série de pro çoes, p I' anej a reun I. r as blemas ~ue 05 estudan faculdades de Marília, tes estão sentindo, co Assis e Presidente Prumo a falta de enferma dente num só campus Uni rias e ambulatórios a versitário. dequados, melhores pro Com isto os cursos se fessores, problemas d r i am cen t ra 1 i zados numa ordem administrativa d única cidade, trazendo Hospital das Clinicas, para os a'lunos dificuletc. dades como a locomoção Diante dessa situação, de uma cidade para ou - surgiu uma nova propos tra, aumentando os seus ta, ~ue partiu dos pro gastos, reduzindo ainda fcssores e ~ue ser i mais as oportunidades discutilla no dia 27 d de ensino e prejudicanoutuhro, ~uarta-feira, do toda uma comunidade, na reunião da Congrega A i nda em as semb Ié i a , ção. Esta proposta nã professores e alunos, resolve grande part também se mani festaram dos problemas apontado contra os cursos de Li- pelos estudantes, e, se cenciatura curta (Resoaprovada pela congregalução 30), que segundo ção da Escola, os estueles tem como consequên dantes ,1everão contiI

AGRESSÃO O des"3speito aos Direitos Humanos através do uso da violência e abuso da força' bruta , foi mais uma vez a fol'ma de manifestação en contrada contra a libel' dade de or~anização manifestaçao dos estu dante:'!. . O colega Apolo Sel'gio,pl'esidente do DAIC,/! da UFMG, na noite de lfi lentamente em sua reslde setembro, teve seu dência. . 1'.1 Na cidade de Viçosa apartamento .nval."o uma festa por d ois.rI. d".v.-d uos que (MG) durante - vascu lh al'em polícia local invadiu apos tu(1" o, atil'ando livros, 1'0ul'n:;uma residência e espane papéis no chão, espa!:!:cou diversos estudantes caram-no covardemente alegando a procura de sem dar qualquer expli- um pretenso alvará. cação destes atos, ~aiEstá clar0 o porl'am sem levar nada e ~ uê da ocor rênc i a des sem dizer uma só ['(lIa - tes acontecimentos e a Vl'a, apenas eSCl'evel'(I/'1quem eles interessam o nome de outl'O l~eml)l'() Esses fatos nos remetem do DA, com uma fnca,'na á denúncia e crítica de pol'ta, uma sociedade onde uma Em l'esposta a este minoria usufrui de priato l'epugnnnte foram vi légios à custa da exfeitas divel'sas manifes ploração e dominação da tações a nivel estudan- maioria. ti l. Na I/FMG mais ,le O .q ue cons ta tamos é 300 estudantes se reuni que todos aqueles que l'am em AssRmbléia eln =- se pronunciam contra esborando uma cal'ta nber- ta estrutura de explora ta à populaçãorelatanção estão passíveis dos _o o ocorrido., Aindn na mais variados níveis de UFMG houve várias represálias. A estes fa reuniões e debates so- tos contrapomos a pro d e I utarmos bre o ocorrido, aborda- posta pelo fortalecimento de nos _ dos no contexto da si l sas entidades representuaçao atua. tativas. Na Assembléia dos es., Nosso repüdio a estes tu d antes que part.c.paatos de- viole-ncia. ram do III Encontro de Administl'ação, uma mo Nosso apoio aos' coleção de l'epúdio a mais gas do I Cll-UFMG e. aos este ato arbitl'ário,foi colegas da U.F. Viçosa. endossada por represen.Pel~ defesa das .or~atantes de Belo Horizon-nlzaçoes est.udantls Inte, Salvador, Juiz dR dependentes ~:' Fora, Viçosa, Porto Ale ,gre, Campinas, são Pau= lo, e por Londrina que ~8sinou e~ nome do

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'DASCESA. ' Na integra a moção de repúdio dizia o seguinte:"Não é de h e que

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graves rais e Estado

rebaixamento de ensino, reflexos sociais". de são

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. d di' a e Ju 10 oJ (P .d tan to nossas en t idades res I en/. professoestudantiS como aquel~s se reuni que nelas trabalham vem bl-' sofrendo toda sorte de ram em assem e Ia para intimidações e repres _p~otestar.contra a deci sões. A escalada da viosao do reltor,daq~ela _ , , scola de extl nguI r os lenc~a ee~o terrorismo cursos da Faculdade de reaClonarlO vem ocorrenF'1 f' O f do em todo .pafs: bombas I oso la. s pro essoexplodindo, pessoas sãore~ e aldunos lacu~am o "'d reitor e panejar a d as e Intlml espanca a - , d 200 f das, cartas anônimas a Ispensad,e pro e~mea~(lm,., -sores me la~te_remanej.! _ ento e extlnçao de cur _No~so colega Apolo os. Serg...!.-<?_, ~E.!esi d~nte_ do Os estudantes temem Dlretorio Academico ICB ue com esta decisão o UFHG, foi espancado via eitor este'a dando o

nuar em greve. O tudantes ainda s es , - ' exigem novas discussoes d P I para a soluça0 essa re au o , forma curricular. ( 27/10/76) 4 ESPcultu

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OE1RA 14

Aos poucos, e contando ,com a s~mpre valiosa co ~laboração dos conselhos' ~uperior~s#da FUEL, o ~eitor esta avançando :em seu almejado intento de liquidar qualquer ti po de oposição dentro da FUEL e centralizar todo o poder em suas mãos. Na última reunião do Conselho Universitãrio, dia 23 de outubro, 'ele obteve doas expres:sivas vitórias em sua escalada centralizador~ asseguLuu, para si,o p~ der de nomear os coorde nadores dos colegiados de cursos, que até en tão eram eleitos dentro dos próprios colegiados se bem que com soberania bastante dlscutivel (agora, os colegiados se'limitarão a votar 'lis'tassêx-fuplas, entre seus .membros, e encaminhá-las ao reitor, que escolherá o seu predil~ to). A outra vitória : conseguiu que funcionários burocrãticos da universidade, todos nomeados por ele, partici pem dos conselhos depa£ tamentais dos centros e dos conselhos superio res da Universidade, com uireito a voz e voto. Ou seja: funcioná rios executivos, alguns leigos, a partir de a0~ ra decidirão sobre a v! da da Universidade, de alunos e professores~ Desta forma, em muito pouco tempo o reitor, que jã tem maioria,conseguirã afastar dos c~~ selhos as vozes solitarias de professores que se erguem contra suas aspirações de acumula ~ão de'poder, conquis tando a sonhada unanln~ dade do corpo docente. Para que este sonho se tornasse realidade, o Conselho Universitãrio precisou aprovar, em sua reunião do dia 23 de outubro, diversas mu danças no Estatuto e R~ 19imento da FUEL. E apro vou: Ou melhor, 26 dos seus 34 membros aprova!:'

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o REITOR.QUER NOMEAR ramo Entre os votos co~ tra, seis professores , que contam com a visivel antipatia do reitor, e os dois represen tantes estudantis no C~ U., q~e além de votar contra, fizeram declara ção de voto: - IlConsideramos que tais modificações prop! ciarão uma centraliza ção do poder de decisão ainda maior, aviltando, inclusive, o direito ~ue os colegiados ainda ~antém de eleqer seus próprios representantes •.. Abominamos tal medi jo, fiéis aos principios democráticos dos estudantes da nossa Uni vcrs idade Além dos poderes já mencionados, o reitor também reivindicava o poder de nomear os representantes dos colegiados no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), i! stân cia superior para questão de ensino. Mas retirou as propostas de discussão, quando sen tiu que perderia na votação. • 11 •

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S!" T DO MUNDO

Enquanto o reitor ac~ mula poderes e mais p~deres, procura tambem restringir cada vez mais a participação estudantil em todos os ór gãos de decisão: Na me~ ma reunião do C.U., foi aprovada a seguinte reestruturação dos colegiados de cursos: cada centro terá no máximo um colegiado, (engl~ bando todos os cursos que abarca), menos o Centro de Comunicação e Artes o de Ciências Ru rais e o de Tecnologia: O colegiado dos cursos do CCA será anexado ao CCH, o do CCR ao do CCB e o do CT ao do CCE. As sim, para o colegiado dos cursos da áre~ de Humanas, Comun'~a¥ao e Artes a reitoria pensa em deixar apenas um representante dos estudan tes pa a discutir currI culos de sete cursos di ferentes~ Até então p~ ra os sete cursos eram no mínimo, três represen- , tantes. O objetivo d~ todas e~ I<'"f icaçoes na estrutur fu cional e de dist 'irão d poderes dent' 0 d Universidade~ é oS ~urõr um clima de maior co cordiall e ope racional i ade dentro dã estrutura, para que as sigilosas reformulações curriculares, em estu dOS nos bastidores, o cor s maiores proC'


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COLEGAS MA 1

QUE NUNCA U.NAMO-NOS

PELA CONTINUIDADE

DO POEIRAI f.£l2ntinuação da página. 16) recrudescimento nas medidas repressivas. que visam limitar ainda mais a nossa organiza ção em torno dos diretõ rios. na luta pela solü ção dos nossojproblema~ Os exemplos se sucedem rapidamente. No caso do "POEIRA li. os seus anunciantes foram pressiona do~.os proprietários de máquinas impressoras da região foram impedidos de continuar imprimindo o jornal. E até mesmo tentou-se impedir a com pra de uma máquina pró= pria para o Diretório. que hoje é também um simbolo da capacidade de resistência dos estu dantes de Londrina. Durante a última Semana de Atualidades. que foi qualificada pela im .prensa local como o a= contecimento cultural mais importan te do ano. os professores foram im pedidos e até ameaçados caso dispensassem os seus aZ~nJS papa qualquer pales~ra, mesmo que ela se relacionasse diretamente com a sua disciplina. Em todos os movimentos pela melhoria do nivel de ensino. que hoje 0correm por toda a Uni versidade, ao invés de um debate aberto, responde~se com ameaças ve ladas de enquadramentoem decretos repressivos e atos institucionais como aconteceu recenteme~te com uma turma de Ciencias Sociais. Nas úLtimas eleições,

assistimos a mais uma vadas por ela. com um sistência e o aprimor~ investida contra a prá- prazo de 30 dias de an- mento do nosso trabalh~ a tica da democracia.1uan tecedência. Desde os A cada dia aumenta inquedo fomos impedidos de shows musicais até as nossa confiança que somos fazer nossa campanha palestras de semanas de brantável de a nossa única força junto aos estudantes do estudos. Centro de Comunicação e E. desde já. está cla- diante dos inúmeros pro blemas que ainda estãoArtes. E quando profes- ro para nós estudansores e até um diretor tes que não serão acei- por ser resolvidos. Os estudantes de Londe Centro chegaram a u- tas as opiniões que não drina. imbuidos do espi sar de seus cargos para sejam_comungadas pela rito democrático. cont? pregar abertamente con- Direçao da Universidade às t~a a no~sa plataforma. ou então não haveria ne nuarão resistindo nao_con~tderando que e-'cessidade desta censura tentativas de limitar a su'a atuação. atuando la e fetta atra~es. de prévia. consultas aos proprtos Trata-se de mais um ainda mais. que estudantes. todos os a- golpe contra a verdadei. Colegas. mais do nos., ra universidade. a uni= nunca. ~o~e. acen~-~e .com uma versidade democrática e UNAMO-NOS por melhores por biblio t~~tda posstbt~tdade de rica em diVersidade de instalações. dt~logo~ a:rave~ de uma opiniões. capaz de con- tecas e laboratórios. UNAMO-NOS pela contiate en:ao tnoperante a~ tribuir para a transfor sessor~a de ass~ntos e~ mação da realidade. - nuidade das atividades que t~dantts: Podertamos .a- Procura-se destà forma extra-curriculares. contribuem para o debat~ cumprtmentar a .dtr~ tornar a nossa escola te dentro da Universida çao de nossa escola por ainda mais estática.Pro de e o enriquecimento esta medida. uma vez que cura-se impor ao estu = cultural'de todos. n~~ca nos negamos ao dante um ensino precá UNAMO-NOS por um medta l~go..., _ rio e impedir o seu ra • Ao tnves dtsso. porem. ciocinio. amordaçando a lhor nivel de ensino combatendo a Resoluçãoaumentam os nossos tem£ sua voz. 30 e qualquer tipo de res de que um novo golPorém. ao mesmo tempo curricupe esteJa sendo prepar~ que aumentam as medidas reestruturação imposdO,cont~a a verdadeira repressivas. aumenta a lar de gabinete, Untverstdade pois. en- nossa capacidade de re ta de cima para baixo , sem se consultar os esquanto com uma de suas tudantes. mãos. a Universidade aCOLEGAS, MAIS DO QUE presenta a possibilidaNUNCA UNAMO-NOS pela ade de diálogo. com a ou bOlição do ensino pago tra reprime mais as a-e? e elitizante. vidades estudantis, im= UNAMO-NOS pela Univerpondo uma censura pré sidade Federal do Norte via para todas as nosdo Paraná, a maior rei8as atividades. vindicação de todos os Contraditoriamente, a estudantes. Universidade fala em COLEGAS, MAIS DO QUE diálogo e, ao mesmo NUNCA UNAMO-NOS pela li tempo passa a exigir, a berdade de opinião., partir de agora, que to UNAMO-NOS pela conti das as promoções acadê= .. nuidade do POEIRA. micas sejam antes a roI


POI:::JKA 16

POSSE DO POEI E SETORIAIS:

A

PRECISO RESISTIR, PRECISO CONTINUAR! .

'

'A POEIRA E DA' A VOLTA POR CIMA"~ contribuindo rara que os estudantes .se de[Í-nissem a~ante dos problemas e se ora0 nizassem_pa~~ agir ~; busca de soLuções. Unidp9 em t~rno do jor :nal "POEIRA"; os --est'ü. dantes derruh~ram 'o ex~ me obrigatório~ uma ins ~itui~ão retrógada e pespropositada. Cons~ guiram~ ate hoje~ deter 2 aprovação do Código DiscipLinar L69~ que, ~mpoe absurdas exiaên cias aos estudantes cerceia~ ainda mais. o 'se~ direito de partici par na solução dos prõ b lema,q. Atrav~s da u~~ão em 'torno do "POE IRA" ~ os estudantes acabam de conquistap o passe un~ versitário~ que repre ~ senta mais um passo em busca do'ensino gratui

PeLa terceira vez o ta por uma universidade assim como "POEIRA" toma posse no verdadeira~ Diretório CentraL 7", ~vs processn~ de discus naci~ Estudantes e nos nlve são dos problemas diretó~ios setoriais da nais, ~ de fundamentaI ~UEL. PeLa ter~eira ve2, importância. no úLtimo dia L5 de se Foram esses mesmos ide ais que fizeram dos es tembro~os estu1antes tudantes uma das forças Londrinenses reafirm~ mais vivas e mais atuan ram sua posição c~ntrã :tes em toda a nossa his a eLitização do ensino tória~ na luta peLa in peLa abolição do ensino dependência do BrasiL= pago. Pela terceira v;z ~ ~ votaram contra os ~ns contra ~ escrayatura 't'l'umen tos da re{'Ylessao contra o imperiaLismo contra oras P(J~ 'Ima universirlrr.de Li conômico~ cimo no Estado Novo~. De to. vre. Pela terce I vez -Por toda a universida rechaçaram firme c l~ criar~o da Petrobr~s. de acende-se hoje a chão opo'l'tunismo~ a subser- sao esses mesmos ideais Ima da indagação ~ do e; jue hoje movimentam os viência e o conformism~ ,piritd crltico~como f em todo o ,ma de combate ás trevas I A posse do "POEIRA"~ .17.9.- estudantes je~ assim como nas duas ~rasiZ~ na luta pela so Ide um ensino alienado e vêzcs ante'l'io'l'es~rep'l'e luçáõ dos nos~os prool; 'deficiente .' senta mais uma vifó'l'i; mas.. , porém; não tem sido rã i "7 7 evar a~ fl~ente "- o Foram, _ ainda, "es' do trabalho democrático ,c~__ mesmos ~deai' tev~ dos -estudantes Londri ~osso trabaLho~ consoli ~enses. R mais uma vit~ ram um gr~po ae studa~ ,dado no calor da Luta.ta, A cada avanço dos estu Iria dos estudante,g que tes de nossa Uni acreditam que a sua li de' a c'l'{ar~ em 197':J.~o dantes cor'l'esponde u; vre partic~pação n~ lu Jornal "LEVAnTA~ SACODE wontinua na página 15) v

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Jornal Poeira (17ª Edição - Novembro/76)