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LONDRINA

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AGOSTO

DE 19l"j

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U 1 ,JORNAL

NO DCE

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RESPOSTA

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PRECISAMOS ',ONTiI4UAR! Todos já sabem que de alguns me ses p~ra cá o POEIRA vem sofrendo pressoes indiretas, de maneira insistente. Por causa da sua indepen dência de opiniões, do seu traba= lho de defesa dos interesses estudantis, da sua posição ao lado da imprensa estudantil democrata. Assim é que, no momento em que a edição 11 circulou, não foram poucos os anunciantes que receberam "amigáveis" conselhos de fontes não identificadas para que não anunciassem mais em nosso jornal. Um deles, ocorrência isolada, chegou a nos enviar mna carta rompendo as relações comerciais (confome publicamos na edição 12) . Ao mesmo tempo,a empresa Folha de Londrina,que vinha imprimindo o "poeira" desde o início do jornal, viu-se em dificuldades "técnicas" de rodar a edição l2.Depois de_im~ diatos acertos, pudemos impriml-la no jornal Panorama. Assim que a. edição 12 circulou, ficou claro para todos que os conselhos "amigáveis" não tinham surtido efeito:apenas um dos anuncian tes,formalmente,desligou-se de nós Frustrado o caminho dos "amigáveis" conselhos,a tática das dificuldades "técnicas" recebeu reforço:quando voltamos a procurar a e~ presa Panorama para imprimi~ a ed~ ção 13 recebemos a explicação de

tado em consequência do já fami liar problema "técnico". Recebemos a sugestão de voltarmos a procurar pela Folha de Londrina.E foi o que fizemos, recebendo as mesmas razões:dificuldades "técnicas" estavam impedindo a impressão.Como velhos fregueses, recebemos uma refe rência:o jornal Diário do Norte do Paraná, conhecido órgão r~gional de dicado à prestação de serviços do tipo que estávamos precisando.Surpresa:lá também haviam as tais dificuldades "técnicas". O circulo de ferro apertou de vez e entendemos que não teríamos mais qualquer ~portunidade de imprimir o nosso jornal nas empresas privadas.E que teríamos que reagir a mais este obstáculo ao trabalho de representação estudantil. . Reduzimos a edição 13 em quanti dade de ma~éria e em tamanho, e o imprimimos nas depeI.dências do pró prio DCE, na nossa máquina ofício Remington,com tiragem de 6 mil exemplares.Esta foi a nossa primeira resposta,o resultado do espírito de resistência que nos fez assu mir o compromi~so com os estudan = tes da FUEL de fazer prosseguir o "Poeira" a qualquer custo.O "Poeira"l~ circulou em junho passado. De lá par~ cá um outro grande passo, uma nova prova de resistência,foi concretizado:adquirimos u-

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qu_e_o __s_e_r_v_l~' _ç_o_n_ã_o __p_o_d_e_r_i_a_s_e_r_p_r_e_s __ m_a __i_m_p_r_e_s_s_o_r_a __o_f_f_-_s_e_t_M_u_l_t_i_l_l_ _t_h


'DNH£C£R o IS/'30/M/ K£UNIÃo

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Dos

NQVO PoEiRA.

TODOS

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/)£ ELASDRAÇÃO I» JORNAL" /tiA SEDE /)() DCE - R, ANtONINA 1.777 .-FON£ ZZ .11709 I

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VAMOS co ti NUAR! 1350,nuplo ofício:registramos o nosso jornal, bem como suas ofici nas e imprimimos esta edição, que com muita satisfação entregamos a você.Tudo isto foi possível até a gora gra~as à solidariedade dos DI retórios Acadêmicos do CESA,CLCH, CCS,CCA,CCE e CCR que,unidos ao DCE, amortizaram "30 mil dos 130 mil cruzeiros que pagamos pela máquina Mais uma vez, com o mesmo espirito de unidade, que nos levou ~ combater a implantação do código disciplinar 169,a derrubar o exame obrigatório e a lutar pelo passe u niversitário, estamos certos de que estamos vencendo mais um obstá culo à livre manifestação dos e3tu dantes. Como você pode perceber,na nova máquina o Poeira não terá o mesmo tamanho de antigamente.Perdeu a su a forma antiga,mas ganhou conteú = do:agora,além de independente em suas op~niôes, é independente gráficamente. . Poeira é duplamente melhor. E pertence ainda mais a todos os es udantes. E com este espírito que quer~ mos propor a voces uma nova prova de resistência. Uma nova tarefa.Nós do DCE e DAs solidários achamos ' que devemos trabalhar para repor o dinheiro gasto na máquina de manei ra que ele possa ser re-utilizadonas atividades de defesa dos nossos interesses.

Para isto,também,estaremos realizando a 2a.Semana de Atualidades de 19 a 3 de setembro.Abriremos a Semana com o show "Galos de Briga" de João Bosco,que concordou em fazer reverter parte da renda para o pagamento da máquina.E prossegui remos com diversas palestras, con= forme a matéria sobre o assunto que está nas páginas centra'is desta edição.o show vai custar 20 cr~ zeiros para os estudantes e 40 cru zeiros para os não estudantes. A participação é gratuita nos outros dias, salvo se você quiser receber certificado.Se quiser, pode procurar se inscrever no DCE ou nos seguintes DAs:DASCESA,DASCCS,DASCLCH, DASCCA,DnSCCE,DASCCB e DASCCR,por 30 Cruzeiros. Toda a renda da inscrixão e parte da renda do show serao revertidos para o pagamento da máquina off-set. Para nós, é de extrema importân cia que os estudantes da FUEL par= ticipem maciçamente destas promo ções.Contamos com você,que tem estado todo esse tempo ao lado do P~ eira (lendo, divulgando, discutindo, criticando, participando) e a~ sim contribuindo para que o nosso jornal continue e seja sempre melhor. Esta é a nossa próxima prova de resistência. Mais uma vez,vamos le vantar, sacudir a POEIRA e dar a vol r..a. por cima.


De 69 de agosto a 3 de setembro, o DCE e os Diretórios Setoriais da FUEL promoverão a 2a.Se ~ana de Atualidades.Sur gida no ano passado, com ? finalidade principal de recepcionar os calou ros com atividades de importância e de co~sequências mais úteis do que o trote,a Semana de Atualidades já assumiu uma grande impor~ância no panorama cultural de Londrina. Ao contrário de uma promoção restrita aos estudantes, ela vem despertando a atenção de jornalistas, pro fessores e profissio . -= na~s liberais,adquirindo amplitude como um palco de discussões de grande interesse. Neste ano a Semana vai além disto:participando da 2a.Semana de Atualidades todos estarão con tribuindo com o Poei~a(assegurando, inclusive, a sua continuidade),com os anseios dos estudantes de Londrina,pois o dinheiro arrecadado ~ través de inscrições .ll ingressos,será destina,do ao pagamento da má quina impressora do Po= eira, adquirida pelo DCE (leia o editorial).

ESTÂ ABERTA A 2a. SEMANA DE ATUALIDADES

DASCCA TRAZ PAULO PONTES E A CULTURA BRASILEIRA

No palco, João Bosco . - e uma de~ons' seu v~olao tração viva de que a ar te não pbde estar dis = tante da nossa real~dade.João Bosco vai can tar suas músicas(e de Aldir Blanc) na abertura da Semana. Compreen dendo a importância do Poeira, João concordou em vir cantar pra nos colocand0 sua arte a nossa dispos~ção, para que com seu show possamos levantar fundos para o nosso jornal. Na platéia os estudantes,os acompanhantes da caminhada de João Bosco e da nossa Semana de Atuali9ades,que,pagando o ingresso de cr$20,00 (estudantes) e cr$40 00 (não estudantes) est~ rão também contribuindo com o Poeira, além de ou vir músicas de u~ compo 8itn~-canrn~ da melhorqualidàae.João é um aos poucos artistas,distante do estrelismo,que pi 8q no mesmo chão que gente.

No dia 30 de agosto,2a. feira, Paulo Pontes, coautor (junto com Chico Buarque) da peça teatral "Gota D'Agua" - o maior sucesso em livro e em teatro hoje no Bra siZ - abrirá os debates da ;a.Semana de Atualidades. Paulo Pontes é conside rado hoje, um dos maio= res nomes da dramaturgi a brasileira. Além d; "Gota D'Agua" é autor de "Um Edificio Chamado ',00","Opinião" e "Check Up".O tema de Paulo Poi tes será "Os impasses as contradições e os ~a minhos da cultura brasT leira.

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DASCESA E DASCCR TRAZEM O TRABALHADOR RURAL E A TERRA Através de dois representantes da Confederação 'Nacional dos Trabalhadores da Agricultura Francisco Urbano de Ara újo Filho (diretor-se -= cretario geral da CONTAG) e Ossir 60renstein


(assessor para assuntos pol{ticos e de reforma agrária) o problema da terra e do trabalhador rural será debatido ~o di~ Jl de agosto. A CONTAG, atravéR de seus representantes, tem se destacado na defesa do homem do campo,apontando soluções para o problema dos boias-frias, se preocupando com os verdadeiros pródutores de nosso pa{s que vivem à margem da posse da terra,um de seus anseios.

DASCLCH TRAZ DOM ToMAs BALDUINO EM DEFESA DO INDIO 'No dia 2 de setembpo, "O Indio, aquele que de ve morrer" será o temadiscutido no Teatro Uni versitário. Com a pala= vra, Dom Tomás Baldu{no preiidente db Con~elho Indigenista Missionário -CIMI, que tanto tem lu tado junto com os {ndi=

os em defesa das suas terras, em defesa da so brevivincia dos {ndios brasileiros. Dom Tomás, que já es't~ De em Londrina no ano ~assado, é~ bispo da or~em dos dominicanos, ~m ~oiás VeZho e foi missi~nário no sul do Pará por onze anos, trabalhando com os indios "Tsik-r'in"e "Tapirapé".

DASCCS E DASCCB TRAZEM ASSIS PACHECO E A INDOST~IA FARMACt:UTICA DASCCE TRAZ Com a palestra de MaINSCRIÇÕES E INGRESSOS pio Victor de Assis Pa- SHOZO MOTOYAMA, UM CIENTISTA DA USP checo, secretário geral da Associação Médica do No dia J de~ setembro A Semana de Atualidade Estado do Rio de Janei- o tema será: "A Si tuaé aberta para todos os a ro, a 2- Semana de Atua ção da Ciincia e do Ci- interessados. Apenas lidades prosseguirá no- entista no Brasil Hoje" quem desejar certificaapresentado pelo profes dos é que precisará dio l? de setembro. ~e O tema do Assis Pache~ sor Shozo Motoyama, da-' inscrever. A inscrição custa 30,00 e pode ser co será "A Ind~stria USP. Shozo é bacharel Farmaciutica no Brasil; em F{sica e doutor em feita em todos os DAS assunto que há mais de Ciincias e há alguns a- participantes da Semana vinte ano~ ele vem ,ana- nos desenvolve um traba e no uCE. lisando. ' João lho pioneiro no B~asil~ . Para o show do Assis Pacheco é livre de pesquisa histórica Bosco, todos terão que docente de cl{nica gine da ciincia, pagar (mesmo os inscr~sendo um cológica da Faculdade dos poucos professores tos). Os ingressos pod~ de Medicina da UFRJ e brasileiros de Histórão ser adquiridos no tem várias obras publi- ria e Filosofia da Ciên DCE,DAs e Mercado das .~adas,questionando o cia. Flores ao preço de controle de natalidade Em seu tema ele aborda 20,00 e 40,00. em nosso pa{s.Sobre o rá a dependincia tecnoParticipe da 2a Semana e Você tema que vai expor - os lógica do Brasil, o a- de Atualidades estará, não só aprofun~ efeitos da crescente cordo nuclear, os impaseus conhecimenabsorção da ind~stria ses, contradições e ca- dando tos, mas tamb5.m c~ntrifarmaciutica nacional minhos da ciincia no buirido diretamente co", por grupos estrangeiros Brasi l. a continuidade do Poei- ele escreveu o livro ra. "Ind~stria Farmaciutica e Segurança Nacional".


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JõÃ~B()s,o • E}OMINGO COM AGENTe podem ser compraque roncar".Des dos antecipadamen cem' nos ~ubGrte no DCE, no di~ bios,nas periferi retório setorial as das grandes cT do seu centro ou dades,e falam d~ no Mercado das bóias frias "danF 1ores. Indo a çando-dormi ndo" esta apresentação de olhos abertos além de dar pasto à sombra da al~g~ aos ouvidos,apre~ ria dos faraos- emduas horas balsamados".Repas 'I e i r o e o ~ M o i - ciando da melhor mGsica sam os dramas e~ n h o s 1" 11 F e m in i s mo brasileixistenciais,a sono Estácio" e II O popular ra,(coisa rara a- lidão e a falta Rancho da :,oiabatualmente),você da",volta a Lon /- também estará con de perspectivas drina no domingo tribuindo para da classe média ("Ah,vida noturna que vem (dia 29 que o Poeira conde aqosto) ,para a tinue e seja sem- eu sou a borbole presentar seu p re m a is i n de p e n -' ta m a is va d ia na show I'Galos de -doce flor da tua B r ig a I D e s ta' vez, dente . hi p o c r is ia'I) . E além de partici GALOS DE BRIGA procuras refletir par da Semana de o espfrito de reAtualidades como Como em "Caça ã sistência às trefez no ano passaRaposa",apresent~ vas,presente em do,João B~sco vem do em Londrina na algumas camadas para ajudar o Po- la.Semana de Atu~ do povo brasileieira a continuar., 1 idades,João Bosro que,amordaça ~ a ser indepenaenco e Aldir Blanc das,passaram "tote:parte da renda procuram, em "Gado esse tempo sem do seu show será los de Briga",dar fazer movimento destinada ao paga uma função à-arte mas tecendo.o fio mento da máquinain d o d e e n-co n t ro da água e do venque' i mpri me o Po- ã nossa realidade to". eira,comprada pe- extraindo dela os IIGalos de Brigall lo DCE. , seus problemas ~ é,antes de tudo, A apresentação o seu ritmo.Sobem parte desse movide João Bos.co (e os morros do Rio mento de re~istên seu violão) sera de JaQeiro,' onde ã no domingo,abertu lia fome não dá cia às trevas, importação da'cul ra da 2a.Semana - pra interromper, tura,à descaracte de Atual idades,às a fome e a raiva rização da cultu~ 20 horas,no Tea - .~ coisa dos home ra brasileira. A tro Universitário a fome tem que partir do momento Os ingressos (cr$ ter raiva pra inem que João Bosco 20 para estudanterromper a raiva e Aldir Blanc fin tes e cr$40 para e a fome mexendo cam as rafze~ ,di não estudantes ) a cuíca'vai t João Bosco,autor com Aldir Blanc de "Dois pra lá, dois pra cál,"Kid Câ'vaquinho ,"Mestre-sala dos Ma'res" e, mais re,çen temen te, I'1 nco~ patibilidade de Gêniosl,"0 Cava l

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sua arte no mesmo chão que todo mu~ do pisa,extraindo desse chão toda a expressividade do povo e fazendo brotar,cheia de ritmo e realidade a sua música,es tão desempenhando essa arte silenci osa de "tecer Õ fio da água e do vento". NO MEIO DO CAMINHO, ~ol5.0 BOSCO CAMINHA. João -Bosco nasceu em Ponte Nova em Minas Gerais Como todo mineiro João é desconfiado,o que é muito bom nesses dias que correm (ou se arrastam) ,com tan tas crendices e cascatas ganhando cada vez mais ter reno.Nesse terre~ no,João fica feito a pedra de Drummond:no meio do caminho. Não é fáci 1 acei tar imediatamente tudo o que João c a n ta, p o rque dói. Como a realidade.


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PREFEiTO?

reunião final. A resposta é simples: a A comissão procurou o assessor prefeitura aiada n~o regulamentou jurídico no dia seguinte e foi ina lei ,aprovada há quase um mês E formada que a nossa proposta tinha n~o foi por falta de ,insist~ncia sido submetida ~ apreciaç~o da VUL da nossa parte:desde o começo desque ela t'inha concordado em boa t~ mês ,antes ~esmo que a lei fosse parte com a proposta.E recebeu uma aprovada na Camara,que os estudangarantia do Dr.Abrah~o:até segunda 'tes est~o atentos para o problema feira (dia23.5)desta semana ele "da regulamentaç~o.Tanto que nessa concluiria o texto do decreto e mesma época o Conselho Deli~eratinos convocaria para uma reuni~o f~ vo do DCE elegeu lL~a comissao de oito colegas pàra elaborar uma pro \ nal co~ o prefeito,a VUL e a reito ria. Não convOcou.A comiss~o passou posta de regulamentaç~o (1) e a= pressar o proce~so na prefeitura. ,gabinete e só foi localizá-lo ao Para nós é de extrema importá ia fim da ~arde.Então ele disse que que o passe pudesse ser utiliz do a reuniao estava na dependência de já no início das aulas.Na primeira uma apreciação pr~via do decreto vez que a comissão procurou o prepelo prefeito, e que isso se daria feito para tratar do assunto, há no máximo, ate~o dia -seguinte. (ter cerca de 20 dias,ele sugeriu que ca) • ela procúrasse propri~tário da, Na. terça-feira,mais uma vez, a VUL.Disse-que o sr~ Manoel Lopes comissão não foi recebida.Depois não se recusaria a trocar idéias de esperar pelo prefeito quase com os estudantes sobre a reguladuas horas,foi avisada pela secrementação, que ele já encarava o tária de que ele estaria "muito 0passe como um fato consumado,etc. a:upado" o dia todo,e que nem apare Mas o sr/. Manoel Lopes, úm tanto ceria na prefeitura.Foi mais longe grosseiro,se recusou a trocar idé- garantiu que para aquela semana o ias e assegurou que só manteria en' prefeito não ter~a ~empo algum patendimentos com ,a Universidade. - ra atender a comissao,determinando A comissão procurou a Universiinclusive que ela não aceitasse ne dade, onde a proposta foi rapida - nhum pedido de audiência! :mente analisada,havendo concordánTodos esses fatos vem demons ciá,a'princlpio,'em quase tudo. No trar que 19uma coisa anda erradamesmo dia, a comis'são apresentou a no,processo da regulamentação da proposta à assessoria jurídica' da -lel:0u a prefeitura não entendeu prefeitura,para que se verificasse que o passe é uma necessidade ur sua legalidade e,se possíye'l,elab~ gente dos estudantes, já bastante rasse o texto do decreto regulamen onerados com os encargos do ensino tador.E já solicitou uma audiênciã pa~o,ou há algum interesse por com o prefeito para dali a três d~ tras de tudo isso. as,quando reuniria o parecer final Qualquer que seja a hipótese , da reitoria e da prefeitura a restemos que estar preparados e conspeito das nossas sugestões,e a r.ecientes de que teremos que lutar a gulamentação se concretizaria.Mas, no dia da reuni~o,nem o texto do inda muito mais para conquistar,e= decreto estava pronto nem o prefe~ fetivamente o passe universitário. to estava na cidade,e a audiência Em consequêncla disto,o DCE con ficou para o dia seguinte. / vocou novamente o seu conselho de= No dia ~eguinte,à hora marcada; iiberativo para uma reuni~o na a comissão foi à prefeitura.Depois quarta-~eira,dia 25.Nessa reunião, que o prefeito chegou ao seu gábinete,com quase duas horas de atra- mais uma vez, foram tomadas toaas as medidas mais corretas com vista s~,sua secretár~a avisou que ele à continuidade da luta até o fim . nao receberia a comissão,que ele Até que o passe esteja em nossas teria que conversar antes com o mãos! . assessor jurídico,José Carlos AColega,leia atentamente a capa brahão,e que só depois que o texto desta ediç~o e permaneça atento. do decreto da regulamentaç~Q ficas se pronto o prefeito convoc, ..... i'1 :.:;-

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Jornal Poeira (14ª Edição - Agosto/76)  
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