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Saiba mais sobre o empresário da Chico Rei. páginas 8 e 9 Bruno Imbrizi, idealizador da Chico Rei, é nosso entrevistado na coluna ‘Perfil’, que estreia nesta edição.

Juiz de Fora, Fevereiro de 2013 Ano II - Edição 14

www.jornalplaneta.com.br - (32) 2101-0720

“Um jornal de negócios”

Estudantes promovem grande evento Nos dias 23, 24 e 25 de janeiro, a SEEPRO - Sociedade Estudantil de Engenharia de Produção da UFJF realizou um grande evento composto por um conjunto de palestras, workshops, minicursos e visitas técnicas que trouxeram muito conhecimento para os participantes! O Circuito Produção ainda comemorou, no primeiro dia, os 10 anos da empresa júnior Mais Consultoria. A Palestra Magna “Integração do Lean em Empresas”, com Julio Briales, fechou o evento com grande estilo. Leia mais na página 10.

Imobiliária tem crescimento em JF Graças ao forte crescimento do mercado imobiliário em Juiz de Fora, seguindo a tendência de todo o Brasil, o empresário Alan Matheus inaugurou mais uma unidade de sua empresa na mesma rua do Centro. Para a inauguração da nova loja da Clientt Negócios Imobiliparios, foi realizada uma recepção no dia 12 de dezembro, onde participaram os corretores da empresa, parceiros, construtores, investidores e clientes. Fernanda Maluf, Alan Matheus, Vinícius Banhato, Elisabete Grigorosque, Melina Amaral e Rafaela Banhato

Leia mais e veja fotos deste evento na página 11.

Calendário de Eventos de Juiz de Fora Conheça os eventos que acontecem na cidade, na página 3.

Telecomunicações. Um pouquinho de avanço ZCarlos Oliveira comenta a chegada de novas companhias de telecomunicação em Juiz de Fora. Confira na página 4.

Comprometimento e pontualidade Respeitar os compromissos e os horários é respeitar o tempo dos outros. Leia mais neste artigo na página 5.

Como vender para o poder público Vender produtos e serviços para o poder público tem muitos cuidados a ser tomados. Leia na página 7.

Encontro de empresas juniores em JF Conheça o universo das empresas juniores e o encontro mineiro que será realizado em Juiz de Fora. Leia na página 12.

Empresa de Juiz de Fora recebe aporte de meio-milhão Qranio recebe investimentos de anjos. Leia na coluna de William Xavier na página 13.

UBQ promove ciclo de workshops sobre Modelo de Excelência da Gestão Leia um artigo de Nelson Bispo, presidente da União Brasileira para a Qualidade Regional, sobre o MEG e o ciclo de workshops que a UBQ está trazendo para a cidade. Página 14.


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EDITORIAL

Editorial

Quem disse que o ano só começa depois do Carnaval? Marcello Pepe Editor Em fevereiro (ainda bem que bem no início do mês), teremos o famigerado Carnaval. Uma festa

popular que vem conquistando um título muito mais importante do que “o maior espetáculo da Terra”. Conquista, todos os anos, o título de “a maior desculpa para a procrastinação da Terra”. Aliás, é muito comum ouvirmos que o

ano só começa depois do Carnaval. Não que seja uma verdade absoluta, mas faz muito sentido. Em um mercado destes, onde encontrar um motivo para deixar tudo para depois, esta festa já serve de argumento.

Esperamos passar o Natal, esperamos o início do ano, depois, esperamos passar o Carnaval. Esperamos voltarem as aulas. Esperamos... Sorte de quem não está nem aí para esta espera toda e já cuidou

de seus assuntos enquanto outros estavam (ou ainda estão) curtindo as férias. O ano já começou no dia 1º de janeiro e tem muita coisa acontecendo na cidade. E você fica sabendo de tudo aqui no Planeta.

Expediente Jornal Planeta/JF Editor Marcello Pepe Jornalista Responsável Eliane Paulo - MTB/DRT-MG 15525 Colaboraram nesta edição: Isabela Norton José Carlos Oliveira Rubens de Andrade Neto William Xavier de Carvalho Suporte editorial Acesso Assessoria Jr. Publicidade contato@jornalplaneta.com.br Fotografias Eliane Paulo Marcello Pepe As opiniões expressas em artigos, publicidade e colunas assinadas não refletem obrigatoriamente a opinião do Jornal Planeta e são de responsabilidade de seus autores ou anunciantes.

Contatos Redação: redacao@jornalplaneta.com.br (32) 2101-0720 - (32) 8409-3167 www.jornalplaneta.com.br


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EVENTOS

Calendário

Convenções

Fevereiro 20 quarta

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sábado

27 quarta

Curso Bota pra Fazer Apresentação do MEG

Em uma apresentação do Modelo de Excelência da Gestão, conheça o ciclo de workshops que serão realizados durante o ano, pelo IQM e UBQ. Inscrições a R$ 250. Informações: (32) 3214-1994 e www.ubqjf.org.br

Início de mais uma turma do curso Bota pra Fazer, no IESPE, em Juiz de Fora. Informações: (32) 3226-1224.

26 terça

Café da Manhã - Relaciono

Reuniões quinzenais de relacionamento de empresários. Das 7:30 às 9:50, no Hotel Victory Suites. Rua Chanceler Oswaldo Aranha, 20 - São Mateus. Info.: www.relaciono.com ou (32) 8409-3167.

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quinta

quinta

Gestão Profissional com Cristiano Lopes Café com Bolo - UBQ

às 19h, com apresentação de um tema para posterior discussão pelos participantes. Informações: (32) 3214-1994 ou www.ubqjf.org.br

Estratégia, atendimento e vendas, em um trabalho de três horas de duração no Teatro Pró-Música. O evento será realizado das 19h15 às 22h15, com convites a R$ 100. Informações com Luciano Esteves: (32) 8706-2909.

Aula Gratuita de Comunicação em Público Participe deste workshop gratuito e receba dicas para vencer o medo de falar em público e melhorar sua comunicação. Local: Hotel Serrano Quinta-feira, dia 28, às 19h. Informações: (32) 2101-0720 ou www.marcellopepe.com/curso

Para realização de seu evento em Juiz de Fora, estes empreendimentos estão capacitados e estruturados para receber vários tipos de reuniões, de pequeno a grande porte. CONSTANTINO Rua Santo Antônio, 765 - Centro - Telefone: (32) 3229-9800 www.constantinohotel.com GREEN HILL Av. Deusdedith Salgado, 5201 - Salvaterra - Tel.: (32) 2102-7950 www.hotelgreenhill.com.br MAXIM PLAZA Av. dos Andradas, 360 - Centro - Telefone: (32) 3215-5542 www.maxplaza.com.br PREMIER PARC HOTEL Av. Deusdedith Salgado, 1805 - Telefone: (32) 3250-1700 www.premierparchotel.com.br RITZ PLAZA Av. Barão do Rio Branco, 2000 - Telefone: (32) 3249-7300 www.ritzplazahotel.com.br SERRANO HOTEL Rua Santa Rita, 399 - Centro - Telefone: (32) 3216-2800 www.serranohotel.com.br VICTORY BUSINESS Av. Independência, 1850 - São Mateus - Tel.: (32) 3249-1850 www.victoryhoteis.com VICTORY SUITES Rua Chanceler Oswaldo Aranha, 20 - S. Mateus Tel.: (32) 3257- 6904 www.victorysuites.com.br


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CIDADE

Opinião

Telecomunicação: um pouquinho de avanço Juiz de Fora tem recebido ultimamente noticias sobre a chegada de novas empresas de Telecom. Não vieram pelas mãos da atual nem anterior administração municipal e nem tampouco de supostos milagrosos pedidos de algum vereador, mas, sim, cumprindo seus organogramas. Chega inclu-

sive a confundir siglas, mesmo ainda sendo somente duas que se apresentaram. Ainda muito pouco diante do que a cidade precisa. A ALGAR já vem desempenhando bem um papel na cidade, compatível com sua história de qualidade e muita disposição profissional. O grupo, que tem sua nave mãe na CTBC – empresa de telefonia do interior mineiro, fundada em 1954, passando pela operadora AZZU de VoIP e que ainda agrega empresas nas áreas de aviação,

agro, mídia, segurança, TI e também hotéis e resorts. Na nossa cidade, oferece soluções de dados, voz e acesso a Internet a grandes empresas que já usam seus prefixos em novas linhas telefônicas. Estas informações me foram passadas pelo amigo Geraldo Zambrano, um dos homens fortes do grupo na região. A outra, GVT, estava sendo muito aguardada, pois seu público alvo é mais abrangente e, segundo consta, vem desbancando por onde se instala, como a complicada Oi, a desorganizada SKY e a ultrapassada NET (hoje conhecida como SIM). Uma briga que promete. A cidade já assiste suas calçadas rasgadas em alguns pontos, para passagem de fibra ótica, o que vai garantir, segundo a empresa, uma velocidade de acesso a Internet acima dos imaginários 10 Megas vendidos pela Oi Velox. Moradores, inclusive, têm recla-

ZCarlos Oliveira

Jornalista – Radialista Mestre de Cerimônia

mado da forma com que a GVT vem deixando as calçadas, quando não recuperadas, sujas. Após uma visita ao prefeito atual, comunicaram o início das operações em 01 de março (será que vai cumprir ou postergará para primeiro de abril?). Tomara que não faça como a TV Integração que também comunicou ao prefeito que, em maio, seu sinal digital, que já está pronto e testado, entre no ar. A GVT também, misturando ansiedade e desconfiança, tem visitado possíveis futuros assinantes oferecendo um pré-contrato que, particularmente, deixou-me preocupado, pois exige uma fidelização de doze meses sem, ao menos, oferecer vantagens em seu material publicitário. O fato inclusive já foi levado por mim à Divisão de Defesa do Consumidor da Câmara, através do seu diretor Carlos Alberto Gasparette, que prometeu intimar

a empresa a prestar esclarecimentos. É assim que gente já corta o mal pela raiz e que elas sejam bem vindas e cumpram suas obrigações contratuais. Nunca escondi de ninguém a paixão que tenho desde criança por telecomunicações. Se morasse em outra cidade e se os governantes fossem abertos a conversar pelo bem da cidade, talvez apresentasse um plano de acompanhamento em vários setores envolvidos e que em Juiz de Fora está mais que atrasado. Mas me conforta ver um pouco desse grande nicho importante para a cidade ser resolvido, mesmo sabendo que o prefeito tem pouquíssimas informações de acompanhamento, pois não dispõe de uma assessoria qualificada. Que venham as “Teles.” Mas não nos tragam mais problemas, pois esses a SKY, OI, SIM e outras primas já nos garantem de sobra.


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NETWORKING

Muito mais que networking

Comprometimento e pontualidade A reunião, marcada para as duas da tarde já havia iniciado quando chegou um dos participantes que, estarrecido, olhou para o relógio, que marcava duas e quinze. Reclamou do fato da reunião já ter iniciado: – “Como pode? Estava marcada para as duas horas e já começou?!?” Em uma outra situação, uma reunião com três empresários foi agendada no escritório de uma das empresas participantes do negócio. Eu já me dirigia ao local marcado quando, uma hora antes, o outro participante da reunião entrou em contato pedindo para adiar aquele compromisso pois ele estava com dificuldade de comparecer, pois tinha algo importante para fazer. Eu lhe respondi imediatamente: – “Sim, eu sei! A nossa reunião.” Para pessoas sérias e compromissadas, pode até parecer brincadeira, mas eu já fui vítima de situações como essas, narradas acima, onde o comprometimento, a pontualidade, a assiduidade e a palavra parecem não ter grande valor para algumas pessoas.

Honrar um horário combinado não é ser chato ou “Caxias”, como chamavam antigamente em referência ao Duque de Caxias, que trabalhava com dedicação e levava tudo a sério. Chegar ao seu compromisso com alguns minutos de antecedência ou, pelo menos, na hora combinada, significa, antes de mais nada, que você respeita o tempo das pessoas. Se alguém se atrasa a um compromisso agendado com você, esta pessoa está dizendo, em outras palavras, que o tempo dela vale muito mais que o seu, pois você pode aguardar que ela chegue, mas ela não pode sair um pouco mais cedo para cumprir o horário acordado. É claro que precisamos saber separar o que é um comportamento ocasional, acidental e sem qualquer frequência de um hábito. Conheço pessoas que têm o hábito de chegar atrasadas e vivem em um outro fuso horário. Marcam reuniões para uma determinada hora, sabendo que as pessoas vão chegar atrasadas. Com isso, os participantes que merece-

riam o maior respeito, exatamente porque respeitaram o combinado, acabam sendo punidos pelo seu bom comportamento, tendo que aguardar a chegada dos retardatários. Se você entende que esta é a cultura de nosso país e que temos que aceitar as coisas como são e “dançar conforme a música”, desta forma não poderemos modificar estes hábitos e nem melhorar nossos relacionamentos e nossos negócios. Ao agendar um evento e determinar o horário de início e todos estarem cientes, faça o “sacrifício” de iniciar na hora combinada, demonstrando respeito às pessoas que chegaram no tempo certo. Se, em vez disso, a nossa atitude for aguardar pela chegada dos demais participantes, dizendo aquela típica baboseira: – “É, gente. Deve ser o trânsito. Vamos esperar mais meia-hora”, como se o trânsito tivesse sido diferente para quem chegou na hora, eu tenho certeza que, no próximo compromisso que você agendar, até mesmo as pessoas (antes) pontuais vão pas-

Marcello Pepe

Jornalista – Empresário Presidente do Instituto Relaciono e professor de comunicação em público

sar a chegar com atraso também. A pessoa que se atrasa em um compromisso não deve ser humilhada em público, nem repreendida. Isso não é necessário. Deve ser tratada com a mesma indiferença com que tratou o seu compromisso. Agradeça pela presença e siga em frente. Uma solução que eu aplico em meus eventos, cursos, reuniões e demais compromissos é a hora de início e a hora de término. Não ter um horário pré-definido para a conclusão acaba dando uma certa liberdade de tempo e pode transmitir esta sensação de que a agenda não é rígida. Quando alguém marcar uma reunião com você e você acreditar que aquela pessoa pode atrasar, estabeleça o horário inicial e o final. Evite dizer que a reunião terá trinta minutos ou uma hora. Prefira dizer a hora de término. Desta forma, caso a pessoa se atrase vinte minutos,

por exemplo, avise, logo à chegada, que teremos que correr um pouco, pois temos vinte minutos a menos para conversar. Agora, muito mais sério do que o atraso em compromissos, é o elemento simplesmente não aparecer. Há pessoas que confirmam presença em qualquer evento que surja à sua frente, até mesmo os que conflitam com outros compromissos. Depois, simplesmente não comparecem, como se isto não fosse macular sua imagem. Dão alguma desculpa do tipo “surgiu um imprevisto” e seguem a vida... Tolinhos. Se marcar um compromisso com alguém, honre a sua palavra e trabalhe sua agenda de forma que consiga cumprir diligentemente. Tolerância ou resiliência é uma coisa... agora, desrespeito aos compromissos é um veneno para a imagem pessoal.


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DIREITO & NEGÓCIOS

Direito & Empresa

Como vender para o Poder Público sem complicações Vender para o Poder Público é um bom negócio e não é assunto apenas para grandes empresas. Entrar no mundo das licitações pode ser uma ótima forma de garantir lucros, considerando que as compras públicas representam cerca de 10% do PIB e são responsáveis pelo crescimento de milhares de microempresas. Os diversos entes das administrações direta e indireta do setor público na União, estados, municípios e Distrito Federal seguem a Lei das Licitações (Lei 8.666/93). Licitação é o procedimento administrativo usado para escolher a proposta mais vantajosa na compra de produtos e serviços, com menor custo e melhor qualidade. Os processos licitatórios têm de seguir princípios constitucionais e os critérios para escolha podem levar em conta Melhor Preço e

Melhor Técnica ou a combinação de ambos. Através do edital, a empresa licitante (que vai comprar) conhece todas as condições para guiar o processo de participação, como documentação exigida, características do bem ou serviço adquirido e prazos. Atenção: o empresário tem de estar muito atento a este documento e a todas as cláusulas ali descritas! As licitações podem ser realizadas por meio de concorrência, tomada de preços, leilão, concurso, carta convite e consulta. Nos últimos anos, os órgãos públicos também passaram a trabalhar com o pregão eletrônico, realizado pela internet. O Poder Público adquire toda espécie de equipamentos e serviços e, para se ter idéia da importância das micro e pequenas empresas na economia brasilei-

ra, segundo dados do Ministério do Planejamento, no período de janeiro a setembro de 2011, participaram com um valor de 8,06 bilhões de reais das compras do governo. O governo tem entendido que investir dinheiro público em segmentos como micro e pequenas empresas é uma forma de impulsionar o desenvolvimento nacional. Por isso, surgiram os direitos diferenciados dos pequenos negócios. Dentre as prerrogativas favoráveis, tem-se, por exemplo, a obrigatória preferência por empresas de pequeno porte em caso de empate em licitações, em detrimento de empresas de porte maior. Apesar dos benefícios, muitos empresários perdem a oportunidade de participar deste atraente mercado por receio ou por desco-

Rubens de Andrade Neto

Advogado Mestre em Ciências Jurídico-Empresariais e-mail: contato@rubensandrade.adv.br nhecimento. Nos dias atuais, com o grande incentivo do Governo, muitas possibilidades de negócios surgem para quem decide se inserir nos processos de licitação. Os empreendedores que têm interesse em participar das competições podem acessar alguns portais de compras. Para os que querem contratar com os órgãos da União, aconselha-se a utilização do Compras Net (www.comprasnet.gov. br); para quem tem interesse nas estatais, o site mais utilizado é o licitacoes-e.com.br) do Banco do Brasil; já os municípios adotam geralmente o site CidadeCompras (www.cidadecompras.com.br). Na hora de vender para o governo, algumas dicas são importantes. É importante que as certidões da empresa que comprovam a regularidade jurídica, econômica e técnica estejam atualizadas, e

consequentemente, os impostos deve estar devidamente quitados. Além disso, ter uma certa quantia de capital de giro e boa gestão de fluxo de caixa são importantes, pois os editais apresentam disposições que comprovem a aferir a boa situação financeira da licitantes. Não há dúvidas que as empresas só tem a ganhar. Seja competitivo! Com o apoio de uma assessoria jurídica que preste todos os esclarecimentos no que tange à dúvidas, recursos e impugnações, as empresas tornam-se aptas a participar deste mercado de fornecimento altamente rentável. Nos dias atuais, poucas empresas tem a estrutura técnica, administrativa e jurídica para participar dessas negociações e aqueles que têm uma assessoria especializada saem na frente nos negócios.


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PERFIL

Vestindo valor

Jovem fundador da Chico Rei transforma uma BRUNO IMBRIZI

Entrevista: Guilherme Miscula e Vítor Bara Quem é o empreendedor juiz-forano? Nessa coluna você vai ficar por dentro das figuras que se destacam no ambiente empresarial da cidade, onde o empreendedorismo jovem já se mostra como realidade. O mercado move milhões e demonstra que o sucesso pode vir antes dos trinta. Sócio da Chico Rei, Bruno Imbrizi, é o maior exemplo dessa onda. Aos 25 anos de idade, o empresário já parte para o quinto ano de marca, e alça voos cada vez mais altos. Evidenciando criatividade, o estúdio investe principalmente na confecção

de camisetas com personalidade. Canecas e pôsteres também estão entre seus produtos. Prezando pelas parcerias, entre elas com os dois maiores blogs de humor do Brasil, a empresa foca no relacionamento com o cliente, criando uma linha de produção totalmente inovadora. Hoje, a sua empresa é respeitada e admirada por todos. Não apenas em Juiz de Fora, mas em todo o país. Qual a história da Chico Rei? Eu e uma sócia começamos a Chico Rei. Nós gostávamos de arte e a área de negócios sempre me atraiu. Tivemos a oportunidade de unir esses dois interesses, alinhados à vontade de produzir em larga escala. Eu não me via criando uma peça e vendendo uma peça. Nós começamos como uma marca comum, produzindo camisetas e jeans. Vimos que o que começamos a desenvolver na Chico Rei levou nosso nome para outros lugares. Foi aí que percebemos o potencial que tínhamos em mãos. A estamparia da Chico Rei era forte em passar uma mensagem. Decidimos então focar apenas nas camisetas e largamos o jeans. Um pouco depois minha sócia resolveu mudar de ramo e meu atual sócio, André Porteira, entrou na empresa. Nós dois trabalhávamos com comércio eletrônico e começamos a perceber essa demanda de lançar a Chico Rei via web. Naquela época nós não encontrávamos na internet o que a gente queria vestir. A gente não tinha grana pra bancar a parte de programação, então resolvemos aprender. Foram meses de quase perder a namorada. Da criação até fechar o pedido era tudo feito por nós. Nós tínhamos

certeza que ia ser um sucesso! A gente falava “vamos ficar ricos!”. Aí, assim que lançamos o site, passou uma hora, passaram duas e nada de vender. Só fomos vender lá pro quinto dia. A primeira venda foi pra uma pessoa que não sabíamos de onde era. Quando fomos ver ele era de Fortaleza. A primeira venda da Chico Rei, uma marca que a pessoa nunca escutou na vida, foi pra Fortaleza. Nessa época funcionávamos do meu quarto. Chegou um momento que o estoque não cabia mais no meu guarda-roupa e nós alugamos uma sala. Não tínhamos planejamento algum nessa época e nenhuma meta. A Chico Rei tem um produto muito bom porque a gente não tinha noção nenhuma de gestão nesse início. Nosso objetivo era crescer, mas nós não traçávamos como. Nós crescemos muito, então nós saímos daquela sala e alugamos uma casa. Nesse momento já eram cinco, seis pessoas trabalhando. A partir daí destinamos uma área pra parte de TI, uma pra atendimento, uma pessoa específica pra logística. Eu e o André começamos a ter mais tempo para planejar. E eu acho que esse foi o grande momento, onde nós percebemos o nosso amadurecimento. Eu lembro que quando fomos para essa casa, pensamos que nunca mais íamos sair de lá. Em um ano o estoque já estava saindo pela janela. Nós então viemos para o galpão onde estamos hoje, mas em mais um ano o nosso estoque já não cabia só aqui. Por mais que nós planejássemos nosso crescimento, a gente nunca esperava. A Chico Rei entre 2010 e 2011 cresceu 300%. En-

tre 2011 e 2012 crescemos 240%. A nossa meta para esse ano é de 100%. O nosso produto tem uma capacidade muito grande de chegar e conquistar o cliente final. E o nome Chico Rei? Veio de onde? A ideia inicial da marca era representar Minas Gerais, demonstrar a cultura mineira. Chico Rei era um escravo e tem toda uma

Em um mercado onde o cliente quer vestir, experimentar, sentir, por que escolheram o e-commerce? A gente começou a lidar com lojistas e tomar calote. Como a gente viabilizaria uma forma de vender e não depender de contar com os outros? Pensamos na internet. A internet é segura, é tudo por cartão de crédito. A gente não tinha grana. Hoje manter um site é mais caro do que manter uma loja. Mas na época a gente tinha pouco dinheiro. Com cem reais o que a gente faria em uma loja física? No máximo compraria uma cadeira. E eu não sabia nem comprar uma cadeira. Mas sabia montar um site. O e-commerce foi a solução. Não foi assim: “vamos montar um e-commerce?”. Não. A gente só podia montar um e-commerce. Foi a única forma de crescimento.

“A gente começou a lidar com lojistas e tomar calote. A Internet é mais segura.” história de libertação. Ele tinha um black power, e escondia ouro no cabelo. Comprou sua alforria, depois a do filho. Eles continuaram trabalhando, até acabar o ouro da mina. O dono, português, vendeu-os a mina e, logo que eles compraram, ela voltou a ter ouro. Eles libertaram mais de 500 escravos. Chico Rei é uma lenda. Veio da África para o Brasil como escravo e acabou virando o “rei” deles. Representa Minas, porque essa história aconteceu em Ouro Preto, e representa liberdade. E eu achei legal para a marca, a marca que eu queria ter pra conseguir minha grana, pra ter minha liberdade. É uma lenda. Mas eu gosto de acreditar, acho a história sensacional. Ligam pra cá direto querendo falar com o Chico (risos).

Você trabalha com jovens profissionais de muita criatividade. Como é a organização de trabalho na Chico Rei? Eu vejo que existe uma lenda da tal da mesa branca. Todo mundo com um Mac, feliz, jogando pebolim. Não acreditamos nisso. Isso pra mim é faixada. Temos uma empresa normal, com horário pra chegar e horário pra sair. Prezamos é pela qualidade de trabalho aqui dentro. A questão de felicidade pra mim é básica. Não adianta eu manter um salário bacana e ter um funcionário triste. Procuramos dentro da Chico Rei dar toda oportunidade para que o funcionário cresça. A forma de tratamento aqui dentro é a mesma que eu gostaria de ser tratado. Não existe uma receita. Exis-


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PERFIL

loja de camisetas em ícone cultural te a preocupação com o bem-estar. Nosso trabalho ocupa mais da metade do dia. Ficamos mais aqui do que com nossos amigos. Aqui é a nossa família. Temos que fazer com que seja saudável para todos. Hoje na Chico Rei são cerca de trinta funcionários. Uma coisa é você lidar com três, quatro funcionários e fazer com que eles se empolguem. Outra coisa é você analisar trinta e tantos funcionários. Como ser justo com essa quantidade de pessoas? Há dois anos atrás a Chico Rei tinha nove funcionários. Daqui há quatro meses vamos ter 50.

ghters. O que o cliente tá vestindo é o que a gente “veste” aqui dentro também. O produto da Chico Rei é muito fácil por isso. O que a gente quer mostrar ao público é que cada um tem a sua representação aqui dentro.

nós não criamos apenas uma estampa, mas sim uma marca.

Como funciona o processo de produção das estampas?

Frequentemente um famoso aparece com camisa da Chico Rei na mídia. Que impacto isso tem para vocês? Impacto de vendas é raro, praticamente não existe. Mas impacta o cliente. Por exemplo, ele vê uma pessoa como o Bruno Mazzeo usando uma camisa. Isso agrega muito pra ele. E a gente transforma isso em mídia. O cara que não conhece a Chico Rei vai ver no nosso Facebook um famoso usando e vai ter confiança. O que a gente quer é passar segurança pro cara, mostrar que ele pode confiar.

Temos uma galera de comunicação que traz o que os nossos clientes querem da Chico Rei. Antes, como funcionava? A gente criava o que a gente queria vestir, lançava, e o cara comprava ou não. Hoje virou uma troca. O cliente fala: “olha esse videoclipe”, olha isso, olha aquilo, e a gente tenta transformar isso em algo que ele possa consumir. É ele que dá a dica do que quer. A camiseta desenvolvida na Chico Rei é um processo de conversa com nosso cliente. Hoje

Existe alguma estampa ou coleção que tenha te marcado? Teve uma na última Copa do Mundo. A Chico Rei era muito pequena, e a gente lançou uma camiseta com os capitães de cada Copa. Tinha um brasão e o nome da pessoa. A gente lançou e ela acabou em duas horas, a produção toda. O pessoal tava louco pra ter uma Chico Rei com o nome próprio. Isso me marcou muito. E nessa época era a nossa primeira sala, muito pequena. E desde sempre a

“A questão de felicidade para mim é básica. Não adianta eu manter um salário bacana e ter um funcionário triste.”

A Chico Rei não é só uma loja de camisas, mas de cultura e ideias. Como você acha que isso se torna importante para a marca? O cliente quer consumir justamente essa cultura que nos ronda. Então a gente tem que pegar exatamente o que tá nesse ambiente, o que a gente tá respirando. E produzir. Tem que desenvolver conteúdo, mostrar pro cliente que a gente tá ligado. Eu não peguei, por exemplo, o Foo Fighters, joguei na internet e criei uma camisa. A gente pesquisou, a gente tem fã de Foo Fighters aqui dentro, a gente viveu Foo Fi-

gente teve a preocupação em mostrar, independente do espaço, que a Chico Rei era gigante. Ia tirar uma foto, não podia mostrar o estúdio. Hoje a gente pode mostrar, mas nessa época não. Então aquilo me marcou, eu pensei: “cara, a Chico Rei tá muito forte”. Não em questão de estampa, mas me marcou também uma campanha que a gente fez pra apresentar este estúdio aqui, quando a gente mudou. Fizemos um ataque zumbi, e mostramos a equipe em vídeos na internet, a produção, cada um falando. Nisso a gente mostrou quem a Chico Rei era. A gente precisava fazer isso. Naquela época, a gente tinha que falar que a Chico Rei era de São Paulo pro pessoal daqui comprar blusa. O pessoal tinha vergonha de usar marca daqui. E hoje isso tudo mudou, hoje o pessoal não acredita que a gente é daqui. Isso é muito legal. Tenho muito orgulho de ser daqui, de ser mineiro. E hoje a gente contrata gente de fora, até de São Paulo, pra trabalhar aqui. Quais são os próximos passos da Chico Rei? Conquistar o mundo (risos). Vamos lançar a Chico Rei em versão inglês. O novo site que vai ser lançado também tem um projeto de interação muito forte com o cliente. A própria produção interna também está em um projeto de desenvolvimento, de crescimento.


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NEGÓCIOS

Engenharia

Mil palavras

Website divulga empresas com vídeos institucionais

Sempre que precisamos de um produto ou serviço pesquisamos em listas telefônicas, guias comerciais, e atualmente contamos com a Internet. Por isso o clickshoptv está se adequando as novas tecnologias para melhor atender seus clientes. O clickshoptv está revolucionando os métodos de consulta de produtos e serviços. Consultando através do site, além de informações como telefone,

endereço, você pode assistir aos vídeos das empresas consultadas e conhecê-las sem sair de casa. Sob o comando de Alessandro Eduardo, o site já conta com milhares de visitas e vem crescendo constantemente, agregando dicas, matérias e entrevistas. Conheça o site no endereço www.clickshoptv.com.br e ligue (32) 3084-6641 ou 9121-1132 e fale com o Alessandro.

Circuito Produção 2013 O Circuito Produção, evento promovido pela Sociedade Estudantil de Engenharia de Produção (Seepro), da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), foi realizado nos dias 23, 24 e 25 de janeiro. Reformulado pela atual gestão diretora da Seepro, o evento está em sua sexta edição com o objetivo de potencializar a preparação e a capacitação profissional de estudantes, além de integrá-los com professores e profissionais.

Palestra de Antonio Flávio Luca (Barão).

A Palestra Magna “Integração do Lean em Empresas”, com Julio Briales, fechou o evento com grande estilo.


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NEGÓCIOS

Imóveis

Imobiliária amplia operações em Juiz de Fora Marcello Pepe Dirigida pelo empresário Alan Matheus, a Clientt Negócios Imobiliários foi criada em 2010 e vem tendo um crescimento acelerado desde então, atendendo clientes do mercado imobiliário, com lojas, casas, apartamentos, terrenos e oportunidades. Em 2012, a empresa expandiu suas operações inaugurando mais uma loja na Rua Santa Rita, no Centro de Juiz de Fora. O evento de inauguração da nova unidade foi realizado no dia 12 de dezembro e contou com a presença da grande equipe de corretores, além de parceiros, construtores e investidores. Segundo a gerente Elisabete Thomaz Grigorosque, o mercado está aquecido e a empresa tem se destacado pela sua excelente qualidade no atendimento aos clientes e parceiros. A nova loja fica situada à Rua Santa Rita, 583, no Centro de Juiz de Fora.

Alan Matheus, com sua equipe de corretores.

Telefones para contato: (32) 3216-1100 ou 3214-3527. Website: www.clientt.com.br Guilherme Ferreira, Alexandre Pucci, Luciano Costa, Alan Matheus e Marco Felicio.

Marco Felicio com Elisabete Grigorosque

Fabricio Rosa, Angelo Brasa e Solange Dominato.

Marco Felicio, Alan Matheus, Danniel Malta e Evandro.

Soraia Galdino, Norma Vargas e Edson Real.

Danniel Malta e Alan Matheus.


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EMPREENDEDORISMO JOVEM

EMEJ 2012

Empresa Júnior

Encontro reúne jovens Oportunidade para universitário empreender empreendedores em MG Fabrício Andrade e Karina Vasconcellos O Movimento Empresa Júnior (MEJ), criado na França em 1967, tem se ampliado e fortalecido no Brasil desde 1980, quando foi criada, a Empresa Júnior da FGV. Formadas apenas por universitários, essas empresas trabalham sem fins lucrativos, com o objetivo de contribuir para a formação de profissionais diferenciados no mercado de trabalho. Atualmente há mais de 1000 EJ’s espalhadas por todo o território nacional.

Evento de grande sucesso realizado na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais.

Aconteceu entre os dias 15 e 18 de novembro a 19ª edição do Encontro Mineiro de Empresas Juniores - EMEJ. O evento foi sediado em Uberlândia e organizado por duas empresas juniores da cidade, a Conselt Consultoria e a Apoio Consultoria. Os dias de programação reuniu cerca de 450 empresários juniores, além de parceiros e empreendedores locais. O tema do evento “Gestão do Futuro: ultrapassando as fronteiras da inovação” foi trabalhado por nomes como Flávio Rosário, eleito o melhor palestrante de 2010 e um dos 100 melhores palestrantes do Brasil; Cláudia Klain, idealizadora do blog Salada Coorporativa e Carlos Alberto Miranda, CEO e Sócio-Fundador da BrOpportunities. A programação que contou ainda com a apresentação de cases pelos empresários juniores, debates e workshops, aconteceu no Center Convention, considerado um dos melhores e mais modernos centros de convenções da América Latina. O EMEJ acontece anualmente sendo que a organização varia

entre as empresas da Federação Mineira de Empresas Juniores – Fejemg-, realizadora do evento. A Fejemg é a maior federação de empresas juniores do mundo e conta atualmente com 48 empresas federadas. Em agosto de 2012, a Fejemg esteve na organização de outro evento do Movimento Empresa Junior, o JEWC – Junior Enterprise World Conference-, encontro mundial de empresas juniores. No próximo ano o EMEJ comemora vinte anos de existência. A comemoração vai acontecer em Juiz de Fora, onde o evento acontecerá pela organização de cinco empresas juniores da cidade: Acesso Comunicação Jr., Campe Consultoria Jr., Ecofarma Jr., Mais Consultoria Jr. e a MASCI Consultoria Jr. A 20ª edição acontece nos dias 2, 3, 4 e 5 de maio de 2013 e traz como tema “Valor de Alto Impacto: potencialização de resultados”, e já conta com alguns nomes confirmados como Edson Bregolato, Vice Presidente na Zamboni Comercial S.A., e a parceria com a Battle of Concepts.

O MEJ é um exemplo de organização. A Confederação Brasileira de empresas juniores, a Brasil Júnior (BJ), coordena todas as federações estaduais que representam suas EJs frente ao âmbito nacional. A Federação de Empresas Juniores do Estado de Minas Gerais (FEJEMG), conta, atualmente, com 44 empresas federadas dos mais diversos cursos. Essa divisão em instâncias possibilita ao empresário júnior uma capacitação ainda maior. Trabalhar nas

federações e na confederação é mais uma oportunidade de crescimento profissional e de desenvolvimento do trabalho em equipe. Mais do que gerenciar e organizar as empresas juniores, as diversas federações estaduais e a Brasil Júnior promovem encontros com o intuito de capacitar os jovens empresários. Nesses eventos, são abordados temas inovadores, práticas de sucesso e questionamentos instigantes, que possam despertar em cada universitário o espírito empreendedor, e a busca constante pela excelência nos resultados. Nos encontros, as diversas empresas podem se encontrar e debater, entre si, métodos e procedimentos utilizados, compartilhar desafios e conhecer um universo que vai além de suas EJ’s de origem. Paraty sediou em 2012 o maior evento de jovens empreendedores do mundo que reuniu centenas de universitários, o Junior Enterprise World Conference

- JEWC. O ano de 2013 também promete oferecer aos empresários juniores importantes encontros estaduais e nacionais. Em julho haverá o Encontro Nacional de Empresas Juniores (ENEJ) que acontecerá em Porto Alegre e, para os mineiros, em maio será a vez do Encontro Mineiro de Empresas Juniores (EMEJ), que trará o tema “Valor de Alto Impacto – Potencialização de Resultados”. Para o Coordenador de Comunicação do EMEJ 2013, Daniel Aguiar, o encontro pretende agregar valor a cada empresário júnior, enquanto empreendedor e cidadão. “Queremos que cada congressista sinta-se despertado e comece a se questionar e a gerar um valor de alto impacto. Que no EMEJ ele plante suas questões e entenda como pode potencializar não só os resultados da sua empresa, mas dele como um profissional e dos projetos que realize pós empresa júnior.” O EMEJ 2013 acontecerá em Juiz de Fora entre os dias 2 e 5 de maio.

Parceria

Jornal Planeta fecha parceria com Acesso Jr. Com o objetivo de oferecer oportunidades para os estudantes de jornalismo, a Acesso, empresa júnior instalada na Faculdade de Comunicação da UFJF fechou parceria com o Jornal Planeta, no dia 6 de dezembro de 2012. O Marcello Pepe assinou um contrato de parceria com a empresa para o desenvolvimento de pautas dentro das edições do periódico. A parceria traz vantagens para as duas empresas e é um exemplo para ser seguido por outras empresas do mercado.


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ECONOMIA

Negócios & Finanças

Qranio recebe aporte de meio milhão de reais

William Xavier de Carvalho

e-mail: wxc@williamxavier.com.br

Câmara de Arbitragem de Juiz de Fora Juiz de Fora, pode ganhar em breve uma Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem. Trata-se de uma via alternativa para buscar a solução extrajudicial de conflitos patrimoniais, desafogando as demandas do Judiciário e reduzindo custo e tempo às pessoas jurídicas e físicas. A câmara poderá funcionar nas três etapas, na conciliação, na mediação e na arbitragem. O custo imediato da solução arbitral pode ser inferior ao de um processo judicial em até 70%, especialmente aqueles de tramitação mais demorada. A iniciativa está nascendo dentro da Agência de Desenvolvimento de Juiz de Fora.

Dr. Catástrofe Fundadores do Qranio e Diretor da Wayra Brasil felizes por concretizar aporte Angel de 500k

Cidade vizinha a Juiz de Fora terá investimento de 100 milhões de reais

A startup Qranio, que dá prêmios pra quem prova ter conhecimento, anunciou neste mês um aporte de meio milhão de reais do investidor-anjo Gui Affonso. Fundada por Samir Iásbeck de Oliveira, empreendedor e criador da empresa, o investimento será empregado na melhoria da qualidade do conteúdo e na contratação de mais desenvolvedores na base da startup em Juiz de Fora.

No radar do Grupo Rodobens

Nossa vizinha cidade de Rio Pomba está em vista de receber investimentos de R$ 100 milhões de uma multinacional francesa. Hoje conversei com um influente empresário que está a par da negociação, falta pouco para a assinatura do protocolo de intenções.

Juiz de Fora entrou no radar da Rodobens Negócios Imobiliários, empresa da poderosa família Verdi, de São José do Rio Preto. Com faturamento de mais de R$ 4 bi, o conglomerado Rodobens atua em setores que vão da revenda e locação de veículos a seguros, consórcios e TV corporativa.

Para o economista Nouriel Roubini, conhecido como “Dr. Catástrofe” por suas visões pessimistas, a recuperação de nações emergentes é importante para a economia global, mas não será suficiente para evitar que 2013 seja um ano ainda pior que 2012 em termos de crescimento para os Estados Unidos e Europa. Para ele, o “abismo fiscal” foi apenas “chutado um pouco mais para frente”, e o dilema americano ainda terá impacto negativo para todo o mundo.

Desemprego Após cair por dois anos, o desemprego global subiu em 2012 e tudo indica que crescerá ainda mais neste ano. A constatação faz parte do relatório “Tendências do Emprego Global - 2013”, divulgado ontem pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Segundo o estudo, além do recuo da fraca atividade econômica global, o mercado de trabalho também foi afetado pelos programas de austeridade fiscal adotados em vários países. As economias avançadas responderam por um quarto da alta no desemprego mundial no ano passado. Houve também acentuado fechamento de vagas nas economias emergentes do Sudeste Asiático e da África subsaariana.O número de pessoas sem ocupação em todo o mundo subiu 4,2 milhões em 2012, para um total de 197 milhões — equivalente a uma taxa de desemprego de 5,9%.

Racionamento de energia Decidida a ajudar na prevenção de um eventual racionamento de energia, neste ano, a Fundação Cacique Cobra Coral exige contrapartidas: quer que o governo federal faça a sua parte, investindo na execução de obras importantes na área de transmissão.

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QUALIDADE

Malhação in company

Qualidade

Modelo de Excelência na Gestão (MEG) Atividade física para funcionários é investimento Por Diego Paiva especialista em fisiologia do exercício e cinesiologia. Investir em programas de atividade física para seu quadro de funcionário pode ser um bom negócio. É um investimento preventivo que busca promover o condicionamento físico para melhorar sua qualidade de vida e, consequentemente, diminuir os gastos da empresa com doenças e faltas no trabalho. A idéia surgiu nos Estados Unidos. As empresas descobriram que não era pouco o dinheiro que perdiam com as faltas no trabalho e os gastos com doenças. Grande parte da conta – cerca de 30% – são gastos pelas empresas que, então, começaram a investir em programas de prevenção. Para os funcionários, a atividade física promove diversos benefícios: • Gerenciamento do estresse: a atividade física ajuda no combate ao estresse, à fadiga, diminui a ansiedade e melhora o humor;

• Promoção geral da saúde e bem-estar: a postura se torna mais ereta, a pessoa fica menos cansada, adquire outros hábitos saudáveis, dorme melhor, sente-se mais disposta; • Melhora o relacionamento interpessoal: a atividade em grupo estimula a convivência social, o estreitamento das relações e a tolerância entre as pessoas. Para a empresa isso se traduz em benefícios claros: • Aumento da produtividade: pessoas fisicamente ativas são mais dispostas e motivadas no dia a dia; • Diminuição de faltas e acidentes: a melhora geral na saúde promove colaboradores mais saudáveis, menos propensos a ficarem doentes e mais atentos ao trabalho; • Redução de despesas médicas: colaboradores mais saudáveis custam menos para a empresa.

Nelson Bispo Evangelista Presidente da UBQ Regional

Face ao grande sucesso do Ciclo de Workshops “Gestão para a Excelência”, sob o Modelo de Excelência da Gestão (MEG), realizado em Belo Horizonte no ano passado, em parceria da União Brasileira para a Qualidade UBQ com o Instituto Qualidade Minas - IQM, o evento também será realizado em Juiz de Fora, a partir de 20 de fevereiro. A UBQ Regional Campos das Vertentes e Zona da Mata (UBQ Regional) e o IQM realizarão o Ciclo de Workshops em nove encontros, sendo um por mês. No primeiro encontro, será realizada uma apresentação geral do Modelo de Excelência da Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e sua visão sistêmica pelo Diretor Executivo do IQM e um dos fundadores do FNQ Caio Márcio Becker. Nos demais encontros, será apresentado e debatido cada um dos oito critérios de excelência que compõem o modelo.

Em cada um dos encontros, um examinador sênior do Prêmio Mineiro da QUalidade (PMQ) fará uma apresentação conceitual do tema do workshop (um dos critérios do MEG), abordando os fundamentos da excelência que sustentam o critério e os requisitos que as organizações devem cumprir para aderir ao Modelo de Excelência da Gestão. Em seguida, duas empresas ganhadoras dos prêmios da qualidade apresentam a sua gestão em relação ao tema do Workshop. Debates com todos os participantes encerram os encontros. A participação das organizações e seus gestores nos workshops permitirá aperfeiçoar seus modelos de gestão, inclusive, com a oportunidade de comparação com os modelos dos demais participantes. As empresas podem aproveitar esta oportunidade de aprendizado para programar um plano de capacitação e atualização, inscrevendo seus gestores em todos os workshops e estes retransmitirem o conhecimento de cada critério do MEG, mensalmente, aos demais funcionários,

fornecedores e clientes, terminando a capacitação mais ampla no final do ano de 2013. Os workshops será realizados no auditório do SENAI/FATEC, à Av. Rio Branco, 2572, no Centro de Juiz de Fora. O valor de inscrição é de R$ 250 por encontro, com desconto para associados da UBQ e mantenedores do IQM. Informações podem ser obtidas através do site da UBQ Regional: www.ubqjf.org.br ou pelo telefone (32) 3214-1994.


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MÍDIA

Imprensa Local

Em Juiz de Fora, temos jornais de grande circulação, programas de TV, várias revistas, blogs e mídias alternativas com diferentes focos de atuação. Vamos conhecer alguns veículos de comunicação de nossa cidade:

Conexão Comércio Na edição de janeiro/fevereiro, a Revista Conexão Comércio destaca as características e atributos que Juiz de Fora possui para atrair novos investimentos, além de novidades como o Código de Defesa do Contribuinte e muito mais. www.sindicatodocomercio.org.br

Revista Pauta Econômica Revista Pleased A Revista Pleased é a principal publicação voltada ao público das classes A e B, com matérias ligadas a saúde, bem estar, moda, decoração e viagens.

Com uma linha editorial ampla, contemplando notícias, opiniões, entrevistas, históricos, mercado financeiro e investimentos, a Pauta Econômica é uma excelente oportunidade para apresentar “cases” de sucesso.

www.pleased.com.br

www.pautaeconomica.com.br

Revista Panorama Sul

Revista Kerigma

Com foco em assuntos e temas modernos, a Revista Panorama Sul abrange temas como saúde, espiritualidade, vida social e negócios.

Com matérias voltadas ao desenvolvimento pessoal e à espiritualidade, a publicação é distribuída gratuitamente e tem circulação trimestral.

www.panoramasul.com.br

Informações (32) 3083-9060.


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Jornal Planeta - Edição 14  

Edição de fevereiro de 2013

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