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cultura & variedades

O FOCO

Sexta-feira, 25 de janeiro de 2013 jupy júnior

Jupy Junior jupyjunior@jornalofoco.com.br ITAGUAÍ | Foi de uma tacada só. Melhor dizendo, um strike na falta de opções de divertimento em Itaguaí. Desde 20 de dezembro, ainda sem divulgação maciça, a ItaWorld (algo como Itaguaí-mundo, em tradução livre) abriu suas portas e oferece restaurante, videokê, jogos eletrônicos e boliche em quatro ambientes separados, na Avenida Doutor Otávio Cabral, no centro (em frente à Light, onde funcionava a boate Cabana). Para quem nunca jogou boliche, agora não há desculpa para deixar de se aventurar na árdua tarefa de derrubar todos os pinos de uma vez (strike) ou em duas jogadas (spare).

INVESTIMENTO INÉDITO “Sabíamos que a cidade estava crescendo e que precisava de entretenimento mais especializado, voltado para as classes A e B” – explica Anderson Pinheiro, 41 anos, um dos sócios. João Tavares, de 48, o outro sócio, concorda. Os empresários investiram cerca de R$ 2,5 milhões nas obras e aquisição de equipamentos (tudo começou há um ano) para compor os quatro ambientes bem iluminados, espaçosos e confortáveis. A novidade do funcionamento 24 horas, mais do que ne-

strikes, spares

&

diversão

Casa de entretenimento traz restaurante, jogos, videokê e boliche em um único estabelecimento 24h em Itaguaí

Cliente arremessa a pesada bola em direção aos pinos em uma das seis pistas oficiais do ItaWorld: paga-se por hora e seis pessoas podem competir. Tecnologia e atrações na mesma casa cessária, deixa a cidade menos carente de boa comida e bebida depois da meia-noite.

O BOLICHE Certamente as seis pistas de boliche são a principal atração. Não é exatamente barato: cada hora para seis pessoas custa R$ 80 (nos finais de semana é R$ 100). O ItaWorld fornece calçados e meias descartáveis adequados, para todos os tamanhos. Um dos 60 funcionários orienta os clientes.

A tecnologia das seis pistas (serão 12 daqui a três meses) é da empresa americana Imply, que tem representação no RS. Na ItaWorld, é tudo oficial: as pistas são revestidas com laminados sintéticos; há terminais touch-screen para incluir os nomes dos jogadores e conferir a pontuação. Há poltronas confortáveis para quem espera sua vez de jogar, os garçons são atenciosos e servem comidinhas e bebidinhas pedidas na pista. Programa imperdível.

Boliche diverte muito, mas é bastante difícil Ok, boliche é muito legal, muito divertido, mas é difícil. Só com muito treino é que se pode fazer bonito na pista e vencer todo mundo. Há bolas de diferentes pesos e cores, uma para cada situação específica (como acertar apenas dois pinos em um canto, por exemplo). Mas haja bola na canaleta

para poder pegar o jeito. Este repórter bem que tentou vencer os empresários Anderson e João: fez quatro strikes em três partidas, mas o máximo que conseguiu foi ficar em segundo lugar. Isto, é claro, depois de três rodadas amargando a última colocação. Quem nunca jogou, não deve perder a chance. A pontuação é complicada e esta matéria não é

exatamente didática sobre o esporte. Mas basta saber: tem que derrubar tudo no mínimo de jogadas. Quem consegue derrubar mais com menos, ganha. Só quem já conseguiu ver todos os pinos caindo depois de arremessar a bola com três furos sabe a delícia que é. Ganhar é outra história...

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JORNAL O FOCO ED. 159 - NOTÍCIA COM NITIDEZ  

Notícias sobre o cotidiano dos municípios de Itaguaí, Mangaratiba e Seropédica. Informação sobre política e os bastidores do poder. Cultura,...

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