Issuu on Google+

Nº 28 12 setembro de 2013

mensal

diretor: agostinho ribeiro

Vereador do PSD Sérgio Sousa em entrevista

* “...o acompanhamento da concessão (da água) ao longo dos seus 13 anos pode ter pecado aqui e ali por alguma inércia.” * “A Junta de Freguesia (Alfena) precisa de ver devolvido o rigor e a credibilidade que perdeu nos últimos anos, de por as contas em ordem.”

Seguro diz que “José Ribeiro é o homem certo”

Candidatos às Juntas de Freguesia apresentam os seus argumentos Divulgação grátis

De 12 a 15 de setembro, visite na Expoval, o stand do BNI Elite e as empresas ali representadas

Dívida escondida? 14 milhões em processos judiciais ameaçam município de Valongo

Patinagem do Núcleo Recreativo de Valongo em destaque

ASSINE O JORNAL NOVO DE VALONGO E RECEBA-NOS EM SUA CASA SE É EMPRESÁRIO DIVULGUE A SUA EMPRESA OU PRODUTO contacte jornaldevalongo@gmail.com


Opinião

12 setembro de 2013

OPINIÃO

“A MENTIRA, SOMENTE A MENTIRA ...”

“A MENTIRA, SOMENTE A MENTIRA, NADA MAIS QUE A MENTIRA”... “Nunca se mente tanto como em véspera de eleições, durante a guerra e depois da caça.” (Discursos - Otto Bismarck) Não é fácil reagir com alguma fleuma quando alguém que, sendo embora adversário no campo das ideias, é também (e ainda) presidente de Câmara e de quem se esperaria portanto alguma elevação em termos de argumentação na defesa do respectivo projecto de candidatura, se distancia tanto da verdade para atacar os adversários. Na falta de outros argumentos não hesita em recorrer à mentira para explicar porque é que nenhum dos ‘grandes projectos’ defendidos por ele e por Fernando Melo conseguiu ir além disso: de projectos falhados. Vejamos: Primeira grande mentira: “O investimento da Jerónimo Martins não está cá por culpa do PS.” Bastará ler as actas da Câmara para constatar que o presidente/candidato está a faltar à verdade: Em 16 de Fevereiro de 2012 foi aprovado em reunião de Câmara o Relatório de Ponderação da Alteração Pontual ao PDM, com os votos contra dos vereadores eleitos pela Coragem de Mudar. Em 17 de Maio de 2012, a SEAOT/DGOTDU, remeteram à CCDR-N a pedido desta entidade um exaustivo documento que em síntese considera o pedido de alteração pontual com vistas à construção de uma plataforma logística da Jerónimo Martins em Alfena, intrínsecamente ligado à aprovação final do PDM. De entre as várias conclusões, importa destacar esta: “Muito embora se desconheça o objectivo e incidência especial da alteração ao PDM que motiva a pretensão da CCDR-N, o sentido da alteração de redacção pretendida leva a concluir que a delimitação da REN realizada em simultâneo com a revisão do PDM é adequada à alteração do PDM, permitindo a sua aprovação, publicação e posterior execução.” – fim de citação.

A partir daqui é provável que possa existir alguma informação da CCDR-N que João Paulo Baltazar não refere – talvez porque lhe seja desfavorável. Portanto, por muito que custe ao presidente/candidato admiti-lo, foi neste ponto que o processo do eventual investimento da Jerónimo Martins encravou. E parado o PDM este assunto também não conseguiu avançar! Mas sobre o encravanço do PDM, basta compaginar esta afirmação com a crítica feita pelo Dr. Queijo Barbosa, vice presidente da Assembleia Municipal e membro da Comissão de Acompanhamento da revisão deste instrumento (sessão da Assembleia Municipal de 1 de Julho de 2013) sobre o arrastamento inexplicável do processo e referindo ter sido informado nesse mesmo dia do agendamento de uma reunião para debater o processo, num dos dias seguintes que então referiu. A verdade, é que por motivos que a todos escapam – menos ao presidente da Câmara que os conhece mas omite – o PDM está ‘algures por aí’ e por tabela, também qualquer pretensão relacionada com a plataforma logística da Jerónimo Martins. Segunda grande mentira/mistificação: A Câmara não tem chefias a mais - ou precisa de todas as que estão previstas no procedimento concursal para chefias, a decorrer. Ou seja: João Paulo Baltazar considerava ter trabalhadores a mais em 29 de Julho de 2011, parece ter a ‘coisa’ equilibrada nessa área nesta data e também não tem excesso de chefias! (…) E a maneira como se foi facilitando às pessoas a progressão na carreira, levou à pirâmide invertida. Agora temos muitos quadros intermédios e administrativos, mas depois não temos contínuos. As pessoas adquirem um estatuto e já não querem pegar na vassoura” (…) (Excerto de uma entrevista concedida a um Jornal regional) (…) “Agora temos 650 funcionários. (…) Foi necessário criar alguma mobilidade interna nas funções de muitas pessoas” (…) (Entrevista recente ao mesmo Jornal)

no número certo e precisa apenas de assegurar emprego de qualidade aos amigos, familiares, amigos dos familiares e familiares dos amigos! Basta referir que está a decorrer um procedimento concursal votado em reunião de Câmara de 12 de Abril deste ano, para a contratação de 3 dirigentes de direcção intermédia de 1º. grau e 12 de direcção intermédia de 2º. Grau. Por outro lado, parte da mobilidade de que se fala, está consubstanciada numa equipa multidisciplinar cuja chefia está a cargo de Arminda Clara Poças, prima de João Paulo Baltazar (deliberação nº. 296/2013 publicada no DR de 28 de de Janeiro) e cuja actuação não tem sido nada pacífica. Dizer-se que com menos chefias a Câmara é ingovernável, é passar um atestado de menoridade a muitas dezenas de presidentes de Câmara de dimensão semelhante à da nossa, já para não falar na inevitável comparação que se poderia fazer com empresas de vanguarda no sector privado. Portanto, também aqui é possível fazer economia e sobretudo, ganhar em qualidade através de uma menor dispersão de competências que a cada chefia estão atribuídas. Por outro lado, afirmar com o ar mais natural do mundo não haver na lista do PS “uma única pessoa com experiência de gestão no terreno” é quase anedótico! Desde logo, porque omite aquele que tem de ser o papel das chefias no terreno (necessariamente em menor quantidade como já vimos) e às quais os vereadores não se devem substituir e depois, porque por exclusão de partes, deixa entender que na actual equipa do PSD existe alguém com “experiência de gestão no terreno”... A necessidade de mantermos o debate num patamar de elevação e urbanidade aceitáveis, forçam-nos a não comentar este dislate.

Por proposta do presidente João Paulo Baltazar, o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) fixou-se em 0,36%, valor muito inferior ao dos municípios vizinhos (…). (Informação de campanha de João Paulo Baltazar). E a mentira prossegue com com o curioso ‘rigor’ deste gráfico martelado, onde uma diferença de 0,04% é visualizada graficamente como se fosse de 0,20%! A proposta do PSD era de facto de 0,40% e a do PS de 0,30%. Conforme se pode constatar na leitura da acta da referida reunião de Câmara de 17 de Novembro de 2009: “Interveio o senhor presidente Dr. Fernando Melo, dizendo que havia três propostas em apreciação, sendo a proposta apresentada pela Coragem de Mudar aquela que mais se aproximava da proposta do Partido Social Democrata, pelo que efectuaria na proposta da Câmara as alterações propostas pelos eleitos pela Coragem de Mudar” – fim de citação. Em anos subsequentes e em resultado do preocupante agravamento das dificuldades para todos os portugueses, a taxa foi sendo mantida inalterada. A verdade porém, é que as dificuldades não pararam de aumentar assustadoramente e isso deveria ter exigido algum esforço da Câmara para contribuir para algum alívio do sufoco através de uma baixa ainda que muito modesta da taxa do IMI.

Ao contrário do que diz João Paulo Baltazar, não existe nenhum compromisso escrito que o impeça… Mais: Ao longo do debate que foi acontecendo em torno da discussão, primeiro do Plano de Saneamento Financeiro e depois do PAEL, ele foi afirmando que o Município de Valongo não estava no grupo dos municípios onde as condições resultantes da sua adesão ao PAEL seriam mais gravosas, podendo portanto decidir à vontade sobre medidas de alívio da carga tributária se isso fosse considerado absolutamente necessário (existem referências nas actas da Câmara onde estes documentos foram debatidos, bem como nas da Assembleia Municipal onde os mesmos foram também apreciados). Acresce a tudo isto, que resultado da desastrosa gestão do PSD no nosso Concelho, a qualidade de vida em Valongo caíu de forma visível em comparação com a dos nossos vizinhos, podendo dizer-se que em termos de proporcionalidade (a velha relação qualidade-preço, se preferirmos) o nosso IMI não é dos mais baixos mas sim dos mais altos da área metropolitana do Porto. Concluindo: P’ra mentira ser segura e atingir profundidade, tem que trazer à mistura qualquer coisa de verdade”. (António Aleixo - Poeta popular) Até para que a quadra de António Aleixo adquira pleno sentido, a esta entrevista ‘falta-lhe um bocadinho assim’... Celestino Neves

Terceira grande mentira: Sobre o IMI, foi decidido na reunião de Câmara de 17 de Novembro de 2009 e por proposta dos vereadores eleitos pela Coragem de Mudar, que a taxa para 2010 se situaria nos 0,36%.

AVISO

Eleições Gerais para os órgãos das Autarquias Locais-2013

Pois... Em 29 de Julho (na primeira entrevista aqui referida) João Paulo Baltazar falava em obrigar os que estavam a mais a pegarem na vassoura, agora em 2013 e a menos de 1 mês das eleições, já tem ‘os da vassoura’

O Grupo de Cidadãos Eleitores “ Unidos Por Campo e Sobrado” vem, nos termos e para os efeitos do nº4 do art. 21 da lei nº19/2003, de 20 de junho, alterado pelo art. 1º da Lei nº 55/2010, de 24 de Dezembro, comunicar que constitui Mandatário Financeiro Modesto Oliveira.

O JNV permite aos assinantes que emitam opinião. Envie por e-mail para geral@jnvalongo.com, com identificação completa e contacto. Mais um motivo para assinar o JNV

FICHA TÉCNICA - JORNAL NOVO DE VALONGO - O Jornal do Concelho de Valongo -

Edição nº 28 - 12 setembro de 2013 - Direção: Agostinho Ribeiro;

Administração: Chama Festiva,Lda; Lda; Colaboradores: José Pedro Loureiro; Carlos Silva; Abel Sousa; Francisca Costa; JMB; António Cardoso; Teixeira da Silva Paginação e Grafismo: ADCR Endereço CTT - Apartado 22

4440-999 VALONGO

Registo ERC 125820

Av Dr Fernando Melo, 261 2ª Esq. Frente

Endereço eletrónico geral @jnvalongo.com ou jornaldevalongo @gmail.com

telm 911116453

Página

02


Atualidade

12 setembro de 2013

Processos de 14 milhões ameaçam Município DÍVIDA ESCONDIDA?! Mais de 90 processos correm termos em tribunal contra o município e que totalizam este valor demasiado elevado para uma câmara que muitos dizem falida e já com uma divida pesada. Nestes processos existem vários montantes envolvidos, e por desorganização ou conveniência, constatamos que o próprio executivo raramente acerta nos mesmos. Na informação periódica que é obrigado a remeter aos deputados da Assembleia Municipal e à qual este Jornal teve acesso, verificamos inúmeras omissões e estranhas, mas relevantes, desconformidades. As omissões têm a ver com o facto de na informação prestada não indicarem os montantes envolvidos ou então, como é o caso de um documento que nos foi enviado, os valores são indicados mas numa versão de tal forma ilegível, que nem com uma lupa – e fizemos mesmo a experiência com a dita – se consegue algum rigor na consulta dos mesmos. Entretanto conseguimos acesso a uma outra listagem com a informação detalhada e visível para podermos confirmar este valor. Mais estranho é que por exemplo na informação remetida aos deputados municipais para a Assembleia de 29 de Abril de 2013, e à qual tivemos acesso, constatamos um total de 92 processos, que tivemos de pesquisar nos Tribunais, por falta de outra informação mais próxima, com montantes que podem oscilar entre uns modestos 1.800 EUR e uns significativos 2.127.000 EUR. Nesta informação, o total aproximado – porque pode existir um ou outro que entretanto tenha sido resolvido sem que a informação tenha sido atualizada – é de 14.098.437,00 EUR! 14 MILHÕES DE EUROS!!! Já na informação remetida aos deputados para a sessão da Assembleia de 1 de Julho de 2013, igualmente omissa nos valores, sem que se

conheçam decisões que justifiquem essa omissão, encontramos desconformidades em relação à primeira que referimos. Constavam 66 processos, entre os quais alguns que embora não sendo recentes, não constavam da primeira lista e a falta de outros que constam, sem que se saiba o que foi feito dos mesmos. A somar a tudo isto, existe ainda uma terceira relação elaborada pelo gabinete jurídico e contencioso, cuja data não conseguimos precisar – a tal que nem com a lupa se consegue ler – onde o total de processos é de 84. Curiosamente, chegou-nos a informação sobre um pedido remetido à Câmara por um dos grupos municipais pedindo o ponto da situação relativamente ao processo 693/07.8BEPNF-A do TAF de Penafiel - pedido esse que não foi atendido - e que curiosamente não consta de nenhuma das relações atrás referidas. Em relação a valores, fica a faltar a informação relativa aos que aparecem de novo, mas teme-se que esse valor se situe entre o montante que tem vindo a ser referido pelo candidato do PS à Câmara, o Dr. José Manuel Ribeiro (mais de 7 milhões de EUR) e o montante que pesquisamos nos tribunais de 14.098.437,00 EUR ao qual deve ser descontado o valor que a Câmara foi condenada recentemente superior a 500.000€. Um dos casos que consta na última informação e que se soma aos últimos em que a Câmara foi efetivamente já condenada refere-se a um empresário conhecido no concelho e que por uma questão de reserva não identificamos, em que a Câmara está condenada a pagar 300 mil EUR e não o tendo feito, se encontra já na fase de ‘fixação judicial de prazo’. Se a estes valores somarmos os juros legais de 4%, ainda que contabilizemos apenas um ano – e há muitos que têm já vários anos – temos aqui um cenário de verdadeira catástrofe para uma Câmara que já não execu-

ta obra por falta de dinheiro e que se encontra como é do conhecimento de todos, amarrada a um pesadíssimo programa de resgate (o PAEL) de mais de 16 milhões de EUR mais ju-

ros, por um prazo de 14 anos. Este passivo responsabilidade do atual executivo passará a ser responsabilidade do próximo que ganhar as eleições mas certamente vai ser

preciso muita coragem, muito empenho e muita criatividade para iniciar a reversão sustentada deste buraco financeiro e muito rigor para não o aumentar.

Parque do Leça

Um novo pulmão para Ermesinde

Já rola a bola na Retorta Depois de criadas as condições para o desenvolvimento do Futsal, o GDR Retorta criou e estruturou e fez crescer dentro da secção de Desporto a modalidade de Futsal, de uma forma de base sólida para que no futuro se possa, alcançar os êxitos desejados, se para a Retorta o mais importante não são os resultados, o trabalho realizado acaba por dar os seus frutos. Fruto da trabalho realizado o balanço da segunda temporada, além de positivo acaba por dignificar aqueles que trabalham e colaboram com a Retorta, em apenas dois anos de futsal a Retorta consegui subir de divisão duas das suas equipas, uma escalão de infantis que ascendeu a 1ª. Divisão Distrital, a outra no escalão sénior que alcançaram a subida à Divisão de Honra da AFPorto em Futsal. Para esta época os planteis da Retorta já iniciaram os treinos no seu pavilhão Multiusos, com os jogadores a mostrarem muita entrega. Nesta que será a terceira época no Futsal, o número de equipas federadas passou de três para cinco, tendo sido criados os escalões de Juvenis e Juniores, o que em termos de numero de atletas, treinadores e dirigentes, incluindo a Academia, a Retorta vê envolvidas na secção de Futsal, mais de 130 elementos, que durantes os próximos meses vão animar e dar cor e vida ao projecto comandado por uma direcção dinâmica que assenta o seu trabalho em princípios de sustentabilidade, nunca perdendo de vista aqueles que são os seus objectivos principais, criar, desenvolver e expandir a modalidade, pretende manter e reforçar o espírito de grupo, a competitividade e a cultura de vitória, isso tudo sem nunca esquecer o lema que os tem guiado deste a fundação e já lá vão mais 70 anos que é “Humildes nos fervores o lema é dizer as gentes, não nos julgamos melhores mas apenas diferentes!...”

Página

03

O candidato do PS à Câmara Municipal de Valongo,José Manuel Ribeiro, apresentou no dia 20 de agosto - aquilo a que chama “o futuro pulmão da cidade de Ermesinde” o “Parque do Leça” , o qual está localizado na zona da Resineira, em Entrecampos, perto da Travagem. Trata-se de um espaço de 120 mil metros quadrados «que contempla ainda um antigo moinho, em ruínas, propriedade da Câmara de Valongo, que será reabilitado e aproveitado para um pequeno bar/restaurante». «Vamos transformar este sonho em realidade», disse José Manuel Ribeiro. O candidato defendeu

que Ermesinde «precisa de mais verde» e é fundamental «devolver o Rio Leça aos ermesindenses», porque este faz «parte da genética das pessoas desta cidade». «Esta é uma oportunidade que vamos agarrar. Temos uma ideia que fica mais barata para concretizar do que a última multa que a Câmara teve que pagar por demolir uma casa de forma ilegal… Por isso, aqui nascerá o Parque do Leça», reiterou José Manuel Ribeiro, acrescentando que o local será dotado de todas as condições para a «prática do exercício físico, convívios em família, com percursos medicalizados», entre outras valências. José Manuel Ribeiro defendeu ain-

da que num “local paradisíaco” como aquele não vão faltar interessados «em entrar no projeto», porque ali será feita «uma grande obra e que terá um impacto enorme» na melhoria da qualidade de vida dos ermesindenses. Acompanhado por Tavares Queijo, candidato à Junta de Freguesia de Ermesinde, e por outros elementos que integram a lista à Câmara de Valongo, entre os quais o número dois, Sobral Pires, José Manuel Ribeiro fez questão de guiar os presentes pelo futuro Parque do Leça, mostrando as inúmeras potencialidade de um espaço que está atualmente «abandonado e maltratado».


12 setembro de 2013

Partido Socialista PS

Cara (o) Valonguense Com Valongo no coração e apoiado por uma equipa experiente e dedicada candidato-me a continuar um projeto que assumi neste último ano com total dedicação. Com o vosso voto farei ainda mais e melhor. As minhas prioridades são as famílias e o seu bem-estar. Nestes últimos 4 anos acompanhei de perto os problemas económicos e sociais dos Valonguenses, e seguindo os ensinamentos e experiência do Senhor António Oliveira (saudoso presidente que geriu esta Junta durante 20 anos) consegui, apoiado por uma equipa experiente e dedicada, trabalhar em prol da nossa terra, apoiar socialmente associações e famílias e ainda obter no final do mandato bons resultados financeiros. Os Valonguenses podem orgulhar-se do nosso trabalho e da saúde financeira da nossa Junta, pois apesar do investimento feito nas pessoas, e em contraste com o que se passa no País e na Câmara Municipal, mantemos um saldo positivo de 500 mil euros que servirá para que no próximo mandato façamos ainda mais obra e mais apoio social O que fizemos:  Interrompemos o passeio anual de Seniores e canalizamos essa verba para apoiar famílias carenciadas.  Ajudamos as associações e coletividades da nossa terra, atribuindo cerca de 200 mil euros para o desenvolvimento das suas atividades de apoio social;  Fornecemos material de higiene e limpeza para escolas do ensino básico;  Investimos cerca de 50 mil euros no apoio de actividades realizadas pelo agrupamento de Escolas Vallis Longus com os alunos,  Apoiamos os alunos do ensino básico com uma verba de 8 mil euros para fotocópias e outras necessidades escolares, apesar de não ser de nossa competência;  Criamos um programa de recolha de manuais escolares que já ajudou mais de 200 crianças;  Criamos um programa de recolha de roupas infantis que já ajudou mais de 300 famílias e mais ainda iremos ajudar.  Mantivemos a aposta no Centro de Convívio, financiado exclusivamente pela junta, que promove e dinamiza atividades que valorizam os utentes;  Organizamos o primeiro encontro Inter-Associativo da Freguesia de Valongo, que se baseia na dinamização do largo do Centenário, em cooperação com as colectividades da Freguesia durante as Comemorações do São Mamede.  Pavimentamos o acesso à Sra. dos chãos e S. Bartolomeu;  Melhoramos as acessibilidades internas do cemitério local e organização do espaço; Compromissos para ajudar a “Mudar Valongo”  Manter a aposta na área social ajudando mais famílias carenciadas;  Manter como prioritário o apoio às nossas crianças e jovens na sua Educação  Continuar a apoiar as Associações e Coletividades da Freguesia;  Manter a aposta no encontro Inter-Associativo aquando das comemorações do São Mamede, nosso Padroeiro;  Continuar a desenvolver actividades desportivas e lazer que promovam a saúde, o bem-estar físico e a nossa freguesia como espaço de excelência para o desporto outdoor;  Promover à escala nacional o nosso património natural, como a serra de Santa Justa e o Vale de Couce;  Valorizar e dinamizar a aldeia de Couce;  Criar o livro branco da Freguesia - canal de transmissão de problemas e sugestões que afetam as pessoas;  Continuar a desenvolver actividades culturais na Freguesia como encontros de poesia, literatura e artes em geral;  Exigir a aquisição de terreno para ampliação do cemitério para melhor servirmos a população e a construção de um segundo cemitério na Freguesia. Temos uma equipa motivada e experiente, queremos Mudar Valongo. Dia 29 de setembro vote pela mudança, vote Partido Socialista

Autárquicas Valongo

Bloco de Esquerda BE

2013. Ano de muitas mudanças no panorama político autárquico nacional e o município de Valongo não poderá ser excepção. Durante as últimas décadas, o futuro de Valongo esteve entregue à coligação PSD/CDS-PP no que toca à Câmara Municipal, e ao PS na Junta de Freguesia de Valongo. Os protagonistas mudaram mas os seus sucessores não estão ilibados do descalabro económico-social que o município enfrenta. De facto, estes já faziam parte dos executivos que conduziram a cidade à ruptura. De uma forma triste, e no que remete ao ano de 2009, em que decorreram as últimas eleições autárquicas, devo dizer que, em 2013, o Bloco de Esquerda não teve a necessidade de criar um programa eleitoral de raiz, mas sim apenas o cuidado de o alargar, aprimorar e actualizar para os tempos actuais. E porquê? Porque muito pouco mudou na cidade e freguesia e a generalidade das questões a levantar continuam a ser as mesmas. Seguindo o trilho dos últimos 20 anos, a cidade estará condenada ao estatuto de mero dormitório da cidade do Porto. A mudança é necessária já. Assim como a cidade precisa urgentemente de uma revitalização profunda, também o BE sentiu a necessidade de construir uma força pronta a lidar com a conjuntura actual. Nestas eleições, o Bloco apresenta um grupo sólido e jovem, constituído por aderentes e independentes. Nenhuma porta foi fechada e todos aqueles que traziam ideias de relevo foram ouvidos. E também por aí passa a candidatura de esquerda. Os cidadãos precisam de ter uma voz activa no poder de decisão e definição dos investimentos públicos, e o orçamento participativo deve ser uma decisão de todos nós, contribuindo para o combate à corrupção. O lema “Concelho Jovem, Concelho Vivo” é outra das bandeiras que o Bloco pretende levar a bom porto. Os jovens necessitam de ver Valongo como um local de excelência para viver, trabalhar, sair e divertir, em vez de apenas um sítio para dormir. Fomentar a cultura e criar oportunidades de emprego são duas iniciativas que há muito deveriam ter sido tomadas como de importância extrema, mas às quais nunca foi dado o devido destaque. Ao mesmo tempo, a fixação da população carenciada e de jovens em início de vida activa só pode suceder com a implementação de uma bolsa municipal de arrendamento, aliada a um incentivo de utilização das centenas de prédios desocupados na freguesia. Nas eleições de 29 de Setembro, a escolha é clara. Valongo necessita de uma mudança, necessita de virar à esquerda para conseguir, nos próximos 4 anos, retirar o município do 27º posto nacional de municípios mais endividados. Vota Bloco!

Centro Democrático Social / CDS-PP

Cara(o)s Valonguenses, Lina Moreira é a Candidata do CDS-PP à Junta de Freguesia de Valongo, onde reside há 45 anos. É bacharel em Línguas e Secretariado pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto e actualmente exerce funções, como assistente técnica, no IPO do Porto. É também um dos elementos que forma a Comissão Politica Concelhia do CDS-PP. É do conhecimento generalizado, que atravessamos um período difícil que afecta um considerável número de famílias, pelo que esse será um dos principais motivos da área de intervenção da candidatura de Lina Moreira. Assim sendo, o apoio social é um dos três pilares em que o CDS-PP se propõe trabalhar, e no qual Lina Moreira foca a sua maior atenção, podendo destacar-se as seguintes medidas: • Colaborar com a Câmara Municipal e actuais proprietários no sentido de reabilitar / reaproveitar os prédios devolutos / inacabados para habitação de custos controlados e regime de rendas sociais. • Criar um prémio monetário para os alunos que frequentam as escolas de 2,3 ciclos e secundária da freguesia de Valongo e que tenham obtido a melhor classificação no seu nível de ensino. • Incentivar as famílias para a troca de manuais escolares de modo a favorecer aqueles que não os podem adquirir. • Promover a realização de workshops e sessões de esclarecimento / orientação para jovens à procura do primeiro emprego e desempregados. • Colaborar com as associações existentes na freguesia no apoio aos idosos e aos que vivem sós, criando para o efeito uma linha telefónica de SOS. • Reforçar a distribuição de refeições às famílias mais carenciadas. • Criar iniciativas válidas no Centro de Dia a fim de estimular a criatividade e o intelecto daqueles que o frequentam. O segundo pilar está directamente relacionado com a regularização das finanças locais. Para tal procuraremos: • Evitar o gasto desnecessário com a criação de infra-estruturas que não servem devidamente a população da freguesia. • Direccionar os dinheiros públicos para a melhoria das condições de vida dos valonguenses. A terceira linha de orientação prende-se com a conservação dos activos de Freguesia, e para tal propomo-nos: • Manter os espaços verdes e os parques infantis limpos e seguros, exercendo uma influência directa junto do executivo da Autarquia. • Conservar em bom estado os fontanários e os tanques públicos. • Apoiar a realização de feiras de artesanato, nomeadamente na divulgação dos produtos concelhios (pão, biscoito, ardósia…), bem como feiras medievais, como meios de atração de visitantes e promoção do comércio local. • Reaproveitar os edifícios existentes (antigas escolas primárias, o antigo quartel dos bombeiros, …) para instalação de pequenas e médias empresas, escritórios de advogados no início de carreira, mediante o sistema de rendas controladas. Concluindo, estas são as principais medidas que norteiam a candidatura de Lina Moreira, sendo certo que trabalharemos com afinco para bem servir os Valonguenses, na esperança de, juntos, edificarmos um futuro melhor.

Página

04


12 setembro de 2013

Coligação Democrática Unitária - CDU

A CDU faz falta a Valongo! A CDU apresenta aos eleitores uma equipa composta por Valonguenses de diversas idades e ofícios, todos com vontade de trabalhar para o desenvolvimento sustentado da nossa freguesia. O seu cabeça de lista, Luís Filipe Torres Vaz tem 51 anos, é natural de Boticas e reside em Valongo há 18 anos. Foi docente do ensino preparatório/secundário, gestor de unidades de restauração colectiva na área do Grande Porto, gerente em duas livrarias no Porto e comercial numa empresa têxtil de Santo Tirso. Como desportista, foi campeão nacional de halterofilismo pelo F.C. do Porto e no plano associativo foi dirigente no Corpo Nacional de Escutas, Agrupamento de Valongo, durante 15 anos. É com o lema de servir a população que se candidata à Presidência da Junta de Freguesia, fazendo desde já duas promessas incontornáveis: trabalho e honestidade. A CDU assume a responsabilidade, tanto a nível nacional como local, de defender os interesses das populações. Com o sentido de responsabilidade, dedicação, honestidade e competência que nos são reconhecidas, queremos merecer a confiança da população e construir a alternativa necessária. Os candidatos da CDU à Junta de Freguesia de Valongo disponibilizar-se-ão para exercer as responsabilidades que os Valonguenses entenderem atribuir-lhes, independentemente dos cargos e das funções que vierem a assumir. • Prestaremos regularmente contas do nosso trabalho à população. • Trabalharemos na dinamização da actividade cívica e associativa, em colaboração com as associações locais, na perspectiva de um envolvimento e participação saudável de todos os cidadãos, promovendo a educação, a cultura, o desporto e o lazer. • Agiremos no sentido de impulsionar uma cidade com qualidade ambiental, exigindo respeito pela natureza, cuidados com os espaços verdes e a limpeza urbana e a protecção das espécies animais e vegetais de grande raridade presentes nas serras circundantes da freguesia. • Procuraremos que os meios financeiros da Junta de Freguesia sejam efectivamente aplicados na freguesia, na pavimentação de caminhos, em melhoramentos e reparações pontuais de locais públicos. • Seremos vigilantes quanto ao cumprimento do PDM e de outras regras urbanísticas que defendem a preservação dos espaços naturais e dos poucos espaços de utilização pública existentes. • Pressionaremos as entidades competentes no sentido de melhorar a rede de transportes da freguesia, de forma a servirem todos os aglomerados habitacionais. • Estudaremos a relocalização da feira semanal num espaço mais central e definitivo, podendo ser usado um local polivalente, destinado a diversos fins. • Promoveremos actividades permanentes e diversificadas destinadas à população Sénior. • Estudaremos a criação na Junta de um serviço de acção social. A Junta da Freguesia de Valongo precisa da CDU, uma força independente de todos os poderes instalados. A CDU faz falta a Valongo!

Autárquicas Valongo

Unidos por Valongo XIV

A vitória de todos PPD/PSD-PPM

As listas de candidatos aos órgãos autárquicos deixaram de ser feudos dos partidos políticos. Apesar das dificuldades e limitações que se colocam hoje, é possível, os cidadãos organizarem-se em movimentos cívicos e apresentarem lista(s) Independentes aos diversos órgãos de uma autarquia. E sem os condicionalismos e dificuldades que os partidos têm aquando da feitura das listas. As máquinas partidárias com ligações a lobbies de interesses são, quase sempre, pouco cuidadosas na escolha dos seus representantes onde quase sempre a meritocracia é secundada em favor do militante A ou B que dá mais garantias de respeitar a disciplina partidária muitas vezes em prejuízo do interesse coletivo. Os Unidos Por Valongo – movimento cívico independente – quer ser a pedrada no charco num mundo partidário que, com as suas atitudes cansou o eleitorado. Falando numa linguagem mais clara, diremos que iremos trabalhar em regime de voluntariado e encaminharemos o dinheiro proveniente do(s) cargo(s) a exercer para um Fundo de Apoio às famílias em dificuldade na cidade. E desde já desafiamos as outras candidaturas a fazerem o mesmo. Em breve os cidadãos da cidade de Valongo tomarão conhecimento das nossas ideias e propostas que resultam da vivência que cada um de nós tem da terra onde reside e do contacto que à largos meses vimos desenvolvendo junto do povo da freguesia de Valongo. Temos ouvido os anseios, as preocupações e as expectativas do povo de Valongo. Propostas verdadeiras e realistas e não megalómanas pois os tempos de crise que vivemos não são para grandes “flores”. Não queremos mentir à população e, por isso não apresentamos propostas para “encher o olho” mas apenas aquelas que caibam na capacidade de decisão da Junta de Freguesia. Queremos ser verdadeiros! Queremos uma Junta de Freguesia sem burocracia e com resposta rápida às solicitações dos cidadãos. Em Valongo queremos dizer não ao conformismo e à moleza dos atuais autarcas que comandam os destinos da Freguesia como se fosse uma repartição pública. Colaboração estreita com a Câmara Municipal que vier a ser eleita, reforço nos apoios sociais e empenhamento ativo no movimento associativo são o propósito dos homens e mulheres que tiveram a ousadia de enfrentar este desafio democrático. É nosso propósito instalar um Centro de Dia e Apoio Domiciliário na zona de Susão, pois trata-se de uma parte da Freguesia com um número elevado de idosos e sem apoio de qualquer equipamento social. As “marcas” da freguesia – o Pão, a Serra de Santa Justa, a Lousa e o Hóquei em Patins - merecerão de nós o reconhecimento, pois são baluartes da nossa identidade. A cidade merece que olhem para o se interior e por isso tomaremos ou apoiaremos iniciativas que visem evitar a degradação e promovam a sua reabilitação. Desejamos ter um relacionamento aberto com os Agrupamentos Escolares e colaboraremos na medida do possível para que as nossas crianças e jovens tenham acesso ao material escolar, aos manuais escolares e apoio ao serviço de refeições, pois, as famílias, têm hoje um orçamento familiar muito reduzido. A tarefa que temos pela frente não é fácil. Hoje, nada é fácil, e, por isso queremos enfrentar o ato eleitoral de Setembro com determinação, transparência e disponibilidade para servir a causa pública. Para este caminho contamos com todos os Valonguenses!

Tive a honra de ser convidado pela coligação partidária “A VITÓRIA DE TODOS” para encabeçar uma lista candidata à Assembleia de Freguesia de Valongo, da qual, no caso de ser vencedora, sairá o futuro presidente da Junta de Freguesia de Valongo. Consciente da grave situação do país e da freguesia na área social, e constatando a fraca prestação de ajuda, nesta área, pelo atual executivo da Junta de Freguesia de Valongo, decidi aceitar o desafio, na condição de ser esta a área prioritária da minha intervenção, nos próximos anos. Quem me conhece já sabe da atividade que tenho vindo a desenvolver na prestação de serviços à sociedade, em Instituições da nossa freguesia e tenho consciência de que à frente do executivo da Junta poderei não só dar continuidade a este trabalho mas desenvolvê-lo ainda mais, prestando outros tipos de ajuda a quem mais precisa. SER SOLIDÁRIO é a minha palavra de ordem. Assim, serei permanentemente ativo junto de todos os que têm responsabilidades na freguesia, no concelho e no país, sejam entidades oficiais ou instituições particulares de solidariedade social, pois só o esforço de todos será possível combater o flagelo da pobreza e da exclusão social que, em Portugal e particularmente em Valongo, atinge números assustadores. Aceitar com resignação, ou numa atitude de compaixão, que tanta gente viva abaixo do limiar da pobreza é abdicar de afirmar os ideais da democracia e da justiça social. Ninguém poderá ficar indiferente, pois que, como já alguém disse POBREZA É FICAR INDIFERENTE. Entendo como prioritário -Criar um Gabinete Técnico de Apoio Psicossocial e, em colaboração com as instituições já existentes e colaborar na deteção e acompanhamento de núcleos familiares em situações de maior dificuldade. -Organizar e apoiar atividades que permitam angariar bens e/ou fundos para ajudar causas solidárias. -Promover e/ou apoiar iniciativas com vista à criação de emprego, nomeadamente emprego próprio. -Promover e apoiar a criação de hortas sociais. Daí o “slogan” que escolhi: SER SOLIDÁRIO. VALONGO MERECE. E realmente Valongo e os valonguenses merecem. Merecem ter na Junta de Freguesia pessoas que estejam atentas a todos os problemas da população e tentem resolvê-los. De acordo com o nosso programa prometemos, ainda, intervir quer de forma direta, quer através da CMV e das associações, • NA ATIVIDADE CULTURAL • NO ASSOCIATIVISMO • NA IDENTIDADE E PATRIMÓNIO • NA JUVENTUDE E DESPORTO • NA POPULAÇÃO SÉNIOR • NO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA • NAS COMUNICAÇÕES E TRANSPORTES Não deixaremos de reinvidicar, junto da CMV e de outras Instituições, sempre que estejam em causa melhores condições de vida para os valonguenses. As pessoas sempre em primeiro lugar. Para a execução do nosso projeto escolhi pessoas que vocês conhecem; Homens e Mulheres que conhecem as necessidades da freguesia e que estão, tal como eu, disponíveis e com vontade de tornar Valongo uma freguesia onde as pessoas gostam de viver e na qual sentem orgulho. Finalmente, apelo a todos os valonguenses para que no dia 29 de setembro exerçam o seu direito de voto, pois só assim poderão eleger quem melhor poderá zelar pelos seus interesses. Manuel Poças

OS UNIDOS POR VALONGO

Página

05


12 setembro de 2013

Autárquicas Alfena

Coligação Democrática Unitária - CDU

A vitória de todos PPD/PSD-PPM

Partido Socialista PS

Caros Alfenenses Não é a primeira vez que me candidato à Junta de Freguesia da nossa terra. Ao fazê-lo novamente, faço-o com a consciência de que me disponho a contribuir para uma melhor resposta da nossa Junta aos interesses da população. O tempo que passamos são de dificuldades económicas para a grande maioria da população Portuguesa e, porque dela fazemos parte, também sentimos aqui em Alfena essas dificuldades. Ao longo dos últimos mandatos, temos sido governados por pessoas que vão tratando mal os nossos problemas locais e de forma muito estranha. Por vezes, com falsas distâncias dos partidos políticos, dando a entender que algumas independências são criadas para que não se acusem os verdadeiros responsáveis pelas más governações que temos tido. Quem verdadeiramente tem estado a governar a Freguesia, o PSD, dividido em Unidos de facto, vão se entendendo com as políticas camarárias. Sempre que foi necessário fazer aprovar qualquer medida na Assembleia Municipal que pudesse colocar em risco o PSD, os Unidos faziam o jeito e resolviam a situação, unindo-se aos superiores interesses de quem sempre teve a sua tutela. Do PS, quase não se deu pela sua existência durante 4 anos de mandato. É a política do deixa andar, à espera que as coisas corram mal para depois, em tempo de eleições, vir dizer que os outros nada fizeram. Não concordo com este tipo de tratamento que se dá aos problemas da população. Uma Junta de Freguesia não serve só para passar atestados e outras burocracias necessárias para o nosso dia-a-dia. Tem que ter um papel importante na dinamização cultural, desportiva e associativa como forma de mobilizar os cidadãos para uma atitude mais saudável do viver em sociedade. Dizemos que é tempo da população dar mais força à CDU. Porquê? Em primeiro lugar, porque não estamos comprometidos com este desprezo para com Alfena. Penso ser possível fazer mais e melhor pela nossa terra, se formos capazes de juntar opiniões e métodos de trabalho numa maior dinâmica com a população. Em segundo lugar, porque não entendo o funcionamento de uma Junta de Freguesia como uma coutada familiar, mas sim como um órgão onde verdadeiramente se discutam os interesses de toda a população. Defenderei e exigirei sempre em acordo com o que for de melhor para todos e não só para alguns. Sei que isso dá chatices, é verdade. Que exige mais tempo para discussão entre todos os eleitos, também é verdade. Mas todos nós que nos candidatamos temos que estar preparados para tal e ser capazes de o fazer no interesse da nossa população. E em terceiro lugar, porque pertenço a uma força, a CDU que se apresenta às eleições com o propósito de trabalhar e discutir melhor todos os problemas de Alfena. Temos a experiência de trabalho em muitos órgãos do poder local, onde medimos forças com qualquer um, no trabalho realizado para as populações e sem qualquer benefício pessoal. É com essa experiência, confiança e a minha própria vontade, bem como de todos os nossos candidatos, maioritariamente jovens e gente de trabalho, que a CDU apresentou a minha candidatura à Presidência da Junta de Freguesia de Alfena, com a certeza de que farei o melhor pela nossa terra. A CDU faz falta em Alfena! Francisco Gouveia

“Sempre por Alfena”, é com este slogan que Guilherme Roque e o PSD se apresentam de novo a eleições em Alfena. Guilherme Roque, um autarca experiente, lidera uma equipa de 44 pessoas que se propõe voltar a governar a Junta de Freguesia. De entre os candidatos que integram a sua lista, particular relevo para a presença de muitos jovens, num sinal claro de que Guilherme Roque aposta muito no futuro da Freguesia. A mensagem principal do candidato e de todos o que o acompanham, assenta sobretudo na honestidade e verdade. As pessoas estão descrentes com os políticos e com a política e precisam de gente que seja capaz de falar verdade, e de nunca prometer aquilo que de antemão sabem que não vão cumprir. Por outro lado, tal como diz o slogan do candidato, Guilherme Roque esteve, está e estará “Sempre por Alfena”. Também aqui o candidato marca a diferença, porque é uma pessoa que nunca virou costas às suas convicções políticas e nunca abandonou os Alfenenses. Assim, no passado dia 7 de Julho no jardim do Centro Cultural de Alfena teve lugar a apresentação da candidatura de Guilherme Roque à Junta de Freguesia de Alfena. A cerimónia, que decorreu entre as 16h00 e as 18h00, teve a presença de cerca 350 pessoas que vieram manifestar o apoio ao candidato do PSD. O evento serviu para marcar o início de campanha, uma campanha de proximidade e de honestidade, próxima das pessoas como quer e gosta o candidato. Já no dia 3 de Agosto, e na presença de mais de meio milhar de pessoas foi inaugurada a sede da candidatura, numa cerimónia cheia de cor e entusiasmo, na qual os “Jovens por Alfena” tiveram um papel preponderante. Entretanto, a candidatura tem vindo a realizar as tradicionais arruadas, diárias, contando sempre com a presença de muitas pessoas onde impera a juventude e onde a receptividade dos Alfenenses tem sido francamente notável. Tem sido recorrente o reconhecimento por parte das pessoas, da honestidade e do carácter de Guilherme Roque, bem como o facto de este nunca ter abandonado Alfena nem os Alfenenses, o que deixa o candidato manifestamente emocionado e confiante. No passado sábado, dia 7 de Setembro, os jardins do Centro Cultural de Alfena encheram para se ouvir cantar o Fado. Mais uma iniciativa organizada pelos “Jovens por Alfena” que contou com a presença de cerca de três centenas de pessoas, numa justa homenagem dos Alfenenses ao Fado, património imaterial da humanidade. As arruadas diárias vão continuar, e estão previstas outras iniciativas, tais como um passeio de bicicleta e uma corrida colorida pelas ruas de Alfena e ainda um arraial com concerto musical. Guilherme Roque não faz promessas, optou antes por apresentar propostas e compromissos, muito daquilo que se propõe fazer passa pela mudança de atitude e comportamentos de quem está à frente dos destinos da Junta de Freguesia. É urgente que a Junta de Freguesia recupere o respeito e prestígios de outrora e seja vista por todos como uma referência de credibilidade, respeito e rigor. O entusiasmo em torno da candidatura e a recepção que a mesma está a ter nas ruas, junto dos Alfenenses, através do reconhecimento de que Guilherme Roque é uma referência de competência, rigor e credibilidade, aliadas ao facto de ser um autarca experiente e que nunca abandonou os Alfenenses a troco de nada, de nenhum cargo na Câmara ou qualquer empresa Municipal e tem pautado a sua vida político-partidária assente em fortes convicções, faz com que se pressinta cada vez mais que Guilherme Roque e a candidatura estão no bom caminho e irão certamente merecer a confiança dos eleitores Alfenenses no próximo dia 29 de Setembro.

“Temos que mudar Alfena porque merecemos muito melhor!” Caros cidadãos de Alfena, jovens, menos jovens, queridos seniores, Sou natural de Alfena e sou conhecido dos Alfenenses. Serei um Presidente da Junta de Freguesia com a mesma atitude que tenho no dia-a-dia, pautando-me pelos valores da transparência, da dedicação, do rigor, da seriedade e da justiça. Comigo todos os Alfenenses serão tratados com respeito e de igual modo, quer sejam pobres ou ricos, e independentemente das ideologias políticas de cada um. Vamos fazer diferente, porque é isso que pode trazer mais prestígio à Junta de Freguesia da nossa cidade, que só tem perdido oportunidades porque não se dá ao respeito e passa mais tempo em guerras de alecrim e manjerona do que a defender o interesse de Alfena e dos Alfenenses. Não faz parte da nossa maneira de ser criticar por criticar e muito menos, utilizar os argumentos dos nossos adversários para contra-argumentar de forma redutora. Porém, quando ouvimos alguns dizerem que ‘Alfena está diferente para melhor e que vamos continuar a construir o futuro’, só podemos discordar. Alfena está seguramente melhor do que estava há duas ou três décadas atrás, mas isso estão quase todas as aldeias vilas e cidades do nosso País! Alfena está no entanto bem longe do lugar que merece, quer em termos de comparação com freguesias de Concelhos vizinhos, quer – e isto é que é profundamente lamentável - em comparação com as nossas quatro irmãs de Valongo. Mas sobretudo, Alfena está bem pior do que aquilo que nos prometeram há bem poucos anos atrás! Alguns dirão, ainda que em muitos casos tenham estado envolvidos ou ser responsabilizados diretamente por este desigual desenvolvimento, que o que importa é olhar para o futuro e ‘que agora sim, agora é que é’... Agora sim, agora é que tem de ser! Mas quem o diz, quem promete que a partir de agora tudo tem de ser diferente, já nos prometeu isso muitas vezes e afinal nada foi diferente. Quem desce ao detalhe nas promessas que nos faz, esquecendo-se que muitas já as vimos, ouvimos e lemos um milhão de vezes, não pode estar a pensar que acreditemos que agora é que é – sobretudo porque agora vai ser muito mais difícil que o seja. Em bom rigor e dadas as circunstâncias dos tempos que vivemos, faria até todo o sentido que nem sequer estivéssemos aqui a prometer nada. Mas mesmo assim comprometemo-nos e prometemos:  Rigor na administração da nossa Junta de Freguesia.  Total abertura para acolher a as ideias dos outros, porque temos a perfeita noção de que é assim que deve ser e que ninguém sabe tudo sobre todas as coisas.  Exigência e firmeza no relacionamento com a Câmara, independentemente de quem a governa, no sentido de que os meios sempre escassos de que dispõe possam ser melhor distribuídos por todos.  Para além destas ideias gerais que capeiam este nosso compromisso com Alfena, prometemos a seriedade que aqueles que nos conhecem melhor, facilmente reconhecerão. Para terminar quero apelar ao voto no partido socialista para a freguesia de Alfena, para a Assembleia Municipal e para a Câmara. A Câmara de Valongo tem sido “madrasta” dos Alfenenses e praticamente não canaliza investimento para a nossa cidade, apesar de cá viverem mais de 16% da população do concelho. Por este motivo apoiamos a candidatura de José Manuel Ribeiro. É importante para os Alfeneses que a câmara mude de executivo. Só com um novo executivo podemos finalmente ter a atenção e o respeito que Alfena merece. Acredito muito na atitude do futuro Presidente da Câmara Municipal de Valongo, o meu amigo e camarada José Manuel Ribeiro, porque conheço-o muito bem, e sei do respeito que tem por Alfena e pelos Alfenenses. Não me esqueço que foi ele o autor do Projecto de Lei que elevou a nossa Vila à categoria de Cidade!

Página

06


Autár. Alfena/Ermesinde

12 setembro de 2013

Unidos por Alfena V

Centro Democrático Social / CDS-PP

Cara(o)s Ermesindenses,

UNIDOS POR ALFENA

Vamos continuar a trabalhar e a lutar, dando o nosso contributo para o crescimento e desenvolvimento da nossa terra .

Artur Pais, nascido em Cinfães há 65 anos, é um dos muitos Ermesindense que apesar de ter nascido fora da Freguesia, elegeu Ermesinde como opção de vida. É nesta cidade que vive há mais de 25 anos, e foi aqui que criou a sua família e desenvolveu a sua carreira profissional. Reformado dos Caminhos de Ferro Portugueses onde exerceu várias tarefas, nomeadamente gestão, comercial e segurança de circulação, passando à reforma como chefe de estação. Foram muitos os locais ao longo do país onde exerceu a sua profissão, contando sempre com o reconhecimento daqueles que com ele privaram da classe ferroviária, a que muito se honra pertencer. Durante o período de 2005-2009 exerceu o cargo de Presidente da Junta de Freguesia de Ermesinde e, após alguma reflexão, aceitou o desafio lançado por muitos amigos e Ermesindenses para ser o candidato de novo à Junta de Freguesia de Ermesinde nas próximas eleições do dia 29 de Setembro, pelas listas do CDS-PP.

Queremos que Alfena continue a ser uma terra solidária e desde logo os aspetos sociais e humanos serão sempre a nossa primeira preocupação: acima de tudo as pessoas.

Fá-lo com o sentido de responsabilidade, não só por gosto pela cidade de Ermesinde que o acolheu, mas também por dever de cidadania.

Queremos Alfena virada para o Leça. O Rio é a nossa maior riqueza natural. Muito foi feito pela sua limpeza e despoluição, é preciso agora que a população possa usufruir dele.

Ermesinde, como muitas cidades do nosso país, tem os seus problemas emergentes, principalmente nesta fase de situação económica que todos de alguma forma sentimos no nosso dia-a-dia.

Queremos Alfena como a Terra do Brinquedo Tradicional Português, pois aqui estão as suas origens.

As principais preocupações de Artur Pais, vão no sentido de reforçar - e revindicar – uma maior atenção desta Freguesia por parte do Executivo da Autarquia, e como tal, destaca no topo das suas prioridades a acção junto da Câmara Municipal.

Falar do Poder Local é falar de proximidade é falar de um poder com rosto onde os problemas de todos e de cada um têm que ser tratados com muito humanismo, pois as pessoas têm um nome. Nós, “Unidos por Alfena”, somos um grupo de cidadãos que deixou o conforto da mera critica e decidiu agir e lançar mãos à obra à conquista de um futuro melhor para Alfena, dando vida a um projeto que arrancou em 2005 e que revolucionou Alfena. Não somos políticos, não trabalhamos para partidos, para nós ,“ Unidos por Alfena” , existe apenas um único partido que é Alfena.

Queremos que Alfena continue com associações fortes e interventivas pois nestes tempos de dificuldade a vida associativa ganha nova dimensão e importância na quebra da solidão e da exclusão social. Queremos a nossa Juventude empenhada na sua valorização pessoal e preocupada em colaborar na construção do futuro da sua terra. Queremos e vamos trabalhar para que Alfena seja, cada vez mais, uma terra de gente feliz e onde vale a pena viver. Sabemos que só trabalhando em equipa, só estando Unidos, seremos capazes de concretizar os sonhos dos Alfenenses. É isso que faremos. Unidos Por Alfena Arnaldo Pinto Soares

No caso de ser o escolhido pelos Ermesindense no dia 29 de Setembro, destaca como preocupações algumas que já persegue há alguns anos, nomeadamente: - A construção do mercado de Ermesinde - algo que já foi prometido há 12 anos e que não passou do papel; - A construção do terceiro cemitério - equipamento de fundamental numa cidade tão populacional como Ermesinde devido ao limite da capacidade dos actuais cemitérios. - O combate ao desemprego, em todas as faixas etárias activas dentro dos meios que a junta dispõe, em articulação com o centro de emprego. O projecto de vida de Artur Pais é conhecido: é filho de gente humilde, cresceu “a pulso agarrando as oportunidades que a vida me proporcionou” e esta sua candidatura, vai no sentido de colocar ao serviço de Ermesinde, a sua experiência e a sua determinação na defesa dos interesses desta Freguesia – “Procurarei ser um presidente presente e de proximidade, tentando resolver os problemas que surgem a todos nós como munícipes. Contem comigo e eu conto com todos os Ermesindenses”

Partido Socialista PS

Cara (o) Ermesindense Ermesinde é uma cidade adormecida, com inúmeras necessidades, algumas das quais a exigir urgente intervenção. Âmbito Social: Afirmamos, desde o primeiro dia, a Solidariedade como o nosso grande objetivo social. Queremos intervir juntamente com as instituições de solidariedade social e outras entidades, no levantamento das reais necessidades da população, no sentido de melhor prestar apoio aos mais carenciados. Desta forma achamos ser necessário criar um conselho da cidade, no qual a Junta de Freguesia será parte ativa. Interviremos na Rede de Luta Contra a Solidão e Exclusão Social e de Apoio a Idosos, a criar pelo município. Daremos prioridade aos idosos criando uma rede de voluntários para o seu acompanhamento diários nas mais comuns tarefas, nomeadamente o combate à solidão e cuidados médicos. Ambiente: Pugnaremos pela requalificação do Rio Leça e suas margens apoiando nomeadamente a criação do Parque do Leça, futuro pulmão da cidade. Requalificaremos toda a zona envolvente ao mercado, criando um parque de convívio e lazer, no espaço da atual feira, que será igualmente intervencionada para proporcionar melhores condições de trabalhos a feirante e utentes. Exigiremos às várias entidades que procedam à limpeza e conservação dos espaços públicos, tais como, jardins pouco visíveis, resultantes de cedências em zona de urbanização, e passagens inferiores às linhas do caminho-de-ferro. Comércio: Pugnaremos pela revitalização do Comércio Tradicional, procurando com os comerciantes criar uma associação que dinamize a sua atividade, desenvolvendo iniciativas recreativas e culturais de forma a atrair os ermesindenses ao centro da cidade. Procuraremos rever o estacionamento pago para estimular o comércio. Mobilidade e Transportes: Há lugares e zonas populacionais completamente esquecidas, nomeadamente no que respeita ao transporte público. Exigiremos a construção da nova estrada de ligação a Mirante de Sonhos, para que ali chegue o transporte público (autocarro dos ST CP). Queremos ver alterado o Nó de acesso da A4 em Ermesinde para acabar com as filas diárias. Estudaremos a eventual alteração do sentido de trânsito e estacionamento nalgumas ruas da cidade, de forma a melhorar a circulação automóvel. Educação: Exigiremos a modernização urgente das Escolas Secundárias e EB2,3 para que os nossos alunos continuem a estudar em Ermesinde. Apoiaremos as crianças e jovens mais carenciados, nomeadamente, na aquisição de material escolar. Desporto: Apoiaremos as camadas jovens das associações/clubes da nossa cidade. Por Ermesinde, Mais e Melhor Tavares Queijo, 63 anos de idade, transmontano de nascimento, ermesindense do coração, cidade onde vivo há 60 anos. Fui Técnico Superior da Segurança Social. Fundei e dirigi a Casa do Pessoal do Centro Regional da Segurança Social do Porto. Fui dirigente da Federação das Casas de Pessoal de Saúde e da Segurança Social. Pertenço aos corpos sociais de várias instituições de Ermesinde, destacando-se os Bombeiros Voluntários de Ermesinde, o Centro Social de Ermesinde, Ermesinde Cidade Aberta e a Associação Desportiva e Recreativa da Gandra. Militante do Partido Socialista. Em conclusão, um percurso de solidariedade. E de solidariedade se fará o meu mandato. Por iniciativa dos membros do Partido Socialista eleitos para o executivo da Junta de Freguesia de Ermesinde, criou-se o Fundo de Emergência Social no valor de 25000 euros, com o qual apoiamos os mais carenciados da cidade. Como partido da oposição não nos foi possível fazer mais. Como Presidente da Junta de Freguesia farei mais e melhor. Reforçarei o Gabinete de Ação Social para mais rapidamente identificarmos os problemas que socialmente afligem a população, ao mesmo tempo que estabelecerei parcerias com instituições e associações de cariz social, para criarmos uma frente ampla de modo a tornar mais eficaz a resolução das carências sociais que tanto nos afligem. Terei o meu gabinete de presidente sempre aberto para receber os ermesindenses e com eles resolver os seus problemas. Tudo farei para tornar Ermesinde uma cidade mais solidária para com aqueles que sofrem, para com aqueles que precisam de uma palavra, de um gesto, de uma ajuda para voltarem a sorrir. Através das redes sociais peço-vos que comigo colaborem para oportunamente apresentar o programa da minha candidatura. Prometo-vos trabalho, para convosco, por Ermesinde, fazer Mais e Melhor.

Página

07


Atualidade

12 setembro de 2013

António José Seguro elogia “um dos melhores do PS”

José Manuel Ribeiro quer Valongo no mapa

A tarde de sábado, dia 7 de setembro, começou com uma caravana automóvel que percorreu todo o concelho de Valongo. Quase duas centenas de viaturas passaram a mensagem de que o concelho precisa de uma mudança. A caravana começou em Sobrado, no Largo do Passal, e terminou em Ermesinde, no Parque Urbano onde centenas de apoiantes da candidatura «Mudar Valongo» marcaram presença para assistir à apresentação das listas dos candidatos do PS ao município, incluindo Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia. Uma cerimónia onde esteve o secretário-geral do PS que elogiou a escolha de José Manuel Ribeiro, “um dos melhores” que o Partido Socialista tem. “Um homem de convicções e que só tem, acima disso, o amor à sua terra, ao concelho de Valongo”, defendeu António José Seguro. O dirigente nacional não tem, assim, dúvidas que “o futuro de Va-

longo” escreve-se com dois nomes: José Ribeiro. António José Seguro sublinhou ainda que a política que defende “é a que coloca a resolução dos problemas das pessoas em primeiro lugar”, porque “só assim esta tem dignidade”. “E é por isso que aqui estou. Porque acredito que o José Ribeiro será um excelente presidente da Câmara porque quer servir a população de Valongo”. Já o candidato do PS à Câmara de Valongo teceu críticas à atual gestão porque Valongo marcou passo, ficou para trás porque “quem nos governou, não o fez bem”. “O legado desta gestão é muito negativo. Nós temos um caminho diferente, outras ideias, queremos dar mais esperança às pessoas”, frisou, acrescentando que a sua equipa apostará numa “gestão cem por cento transparente”. José Manuel Ribeiro, que quer ver resolvido o «cancro» da saída da A4 em Ermesinde, anunciou ainda

a criação de uma equipa especializada para trabalhar na captação de investimento para o concelho. “Criaremos um grupo dedicado à identificação e captação de oportunidades de investimento. Valongo é considerado no Plano Regional de Ordenamento do Território da Região Norte como o concelho com maior vocação para a localização de infraestruturas de natureza logística, mas poucas empresas se instalam cá”, sublinhou, pedindo ainda o “apoio de todos” para a “vitória da mudança” no dia 29. “Vamos colocar Valongo no mapa. Está na hora de mudar. Vamos vencer”, concluiu.

Página

08


12 setembro de 2013

Publicidade

Perto do Estรกdio Municipal de Valongo

Pรกgina

09


12 setembro de 2013

Bloco de Esquerda BE

DE

CIDADE JOVEM, CIDADE VIVA! – Viver ERMESINPrioridades para Ermesinde

Ermesinde cresceu, mas pouco se desenvolveu, continuando a ser um dormitório sem qualidade de vida. Os candidatos do Bloco de Esquerda entendem que a actual situação não é uma fatalidade. Estas são as prioridades para iniciarmos a rota do desenvolvimento local: - Bolsa Municipal de Arrendamento. Com cerca de 1500 casas desabitadas, Ermesinde deve ter uma bolsa pública de arrendamento a preços controlados, para famílias carenciadas e jovens. - Justiça social. A ajuda de emergência em situações de carência deve seguir critérios de justiça e não de compadrio e “amiguismo”. Isenção de taxas de serviços públicos para pessoas e famílias em comprovada situação de carência económica. - Urbanismo de rosto humano. Criação de pequenos recantos de lazer nas zonas habitacionais, dinamização e recuperação dos espaços verdes e dos equipamentos desportivos e de lazer. - Casa das Novas Gerações. Transformar a Vila Beatriz num espaço para a infância e juventude, com equipamentos e actividades lúdicas, biblioteca e acesso à internet. - Plataforma das Artes. Instalar no Fórum Cultural de Ermesinde um espaço onde os criativos da cidade possam desenvolver projectos de artes plásticas e artes do espectáculo. - Programação cultural de excelência. Forma de fixar a população, atrair forasteiros e dinamizar economia local. Revitalização da Mostra Internacional de Teatro e lançamento de Festival de Cantautores. - Eventos desportivos de referência. Dinamizam a economia local e estimulam o gosto pela prática desportiva na população. - Renovação do Mercado. Conjugar as tradicionais bancas de venda de frescos com lojas de serviços e produtos contemporâneos. - Energia sustentável. Instalação de painéis fotovoltaicos e placas térmicas nos edifícios públicos para um consumo energético mais económico e amigo do ambiente. - Hortas biológicas e comunitárias. Abertas a todos os interessados, com apoio técnico, visando o autoconsumo e a venda em lojas sociais a preços controlados. - Orçamento participativo. Dar aos cidadãos o poder de decisão e definição dos investimentos a fazer pelas autarquias locais, contribuindo para o combate à corrupção - Protecção e defesa animal. Criação de um centro de protecção e defesa animal, com uma política activa de acolhimento e adopção. Programa completo disponível em http://concelhojovemconcelhovivo.blogspot.pt e em https://www.facebook.com/ ConcelhoJovemConcelhoVivo. A lista de candidatura do BE é maioritariamente jovem, independente e totalmente paritária (13 mulheres e 13 homens). A candidatura do Bloco de Esquerda à Assembleia de Freguesia de Ermesinde.

Autárquicas Ermesinde

A vitória de todos PPD/PSD-PPM

Coligação Democrática Unitária - CDU

Depois de “Projetar o Futuro”,” Ermesinde no Caminho Certo”

Aos cidadãos de Ermesinde As eleições Autárquicas, que se vão realizar em 29 de Setembro próximo, acontecem num período muito difícil para toda a população Portuguesa, para todos os trabalhadores e, em especial, para as mulheres, os jovens e os reformados. Os responsáveis pelas políticas que têm sido levadas à prática pela mão do governo PSD/CDS, com o apoio do PS que não se pode livrar das responsabilidades ao assinar todos os acordos que foram sendo articulados com a chamada Troika internacional, vão agora a votos. É o tempo ideal para todos questionar, através do voto, o que merecem estes três partidos, que tanto têm prejudicado o país e, consequentemente, a nossa população local, que também sofre os efeitos dessas políticas. Lá como cá, ou seja, tanto no governo como no poder local, os mesmos responsáveis se entenderam durante este mandato de 4 anos que agora termina. Nenhum deles mostra arrependimento. O PSD e o PS dirigiram e governaram a Junta de Freguesia de Ermesinde, quase sem se dar por si. Foi um poder dado de bandeja ao PSD por parte do PS, que nunca mostrou qual a razão de ser a sua oposição durante estes anos. A Junta de Freguesia, para além dos normais serviços de secretaria de uma qualquer repartição pública, nada mais fez de especial. Contribuiu sim, para o agravamento das condições de vida da população ao aumentar, em percentagens absurdas, os serviços de Secretaria, Cemitério e Feira e Mercados, com a justificação de que estes serviços eram demasiado baratos. Foi um mandato perdido. Estamos perante uma nova etapa. O seu Voto é decisivo. Decisivo para alterar um certo estilo de funcionamento, em que um partido (PS) fica à espera que o outro (PSD) não faça nada, para depois poder atirar culpas a quem tem a presidência da Junta. Quem perde é sempre a população. Por isso, é importante acabar com esta situação. É fundamental para a população de Ermesinde que se altere este estilo de funcionamento, responsabilizando quem esteja empenhado e seja capaz de demonstrar capacidade e vontade em dar outro rumo à cidade. É altura de discutir questões de interesse para o nosso futuro colectivo e definir objectivos de desenvolvimento em áreas de intervenção social, cultural e desportiva, económica, urbana e outras. Este trabalho pode e deve ser feito com todos aqueles que a população eleger, conseguindo reunir forças e vontades de todos para o fazer. Pela minha parte, como candidato à Junta de Freguesia, a população de Ermesinde pode contar comigo para trabalhar, contribuindo com outra dinâmica no relacionamento com a população em geral e dar outra imagem do que é o poder local e dos problemas que se podem resolver. A CDU, ao apresentar-me como candidato à Presidência da Junta de Freguesia de Ermesinde, assume a sua responsabilidade perante a população, partindo do princípio de que em qualquer situação, assumirá sempre o compromisso com a população. Caberá a mim, responder por esse trabalho, que me dará a oportunidade de demonstrar que é perfeitamente possível realizar outra política, trabalhando de forma diferente sem qualquer ideia de favorecimento pessoal, mas com o sentido claro de o fazer em função dos interesses da população. Quando dizemos que somos de confiança, queremos dizer isso mesmo! Confie em nós. Vote na CDU. Adelino Machado Soares

Em 2009, fui eleito Presidente da Junta da Freguesia de Ermesinde, cargo que assumi com muita responsabilidade. Consciente do trabalho que me esperava, honrei ao máximo os compromissos assumidos por mim e pela minha equipa e com muito esforço e dedicação conseguimos elevar a Cidade de Ermesinde. Tivemos a coragem que nunca ninguém tinha tido. Avançamos com projetos inovadores e que fizeram de Ermesinde uma referência. Nos Cemitérios, onde havia lama, temos passeios cimentados. Criámos um Fundo Emergência Social, fizemos uma forte aposta na Acção Social. Apoiamos as nossas Associações e fizemos parcerias. Criámos um Programa Desportivo dirigido à População Sénior. Abrimos a Loja Social, assumimos a dinamização do Prolongamento de Horário para os alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo. No que respeita ao Mercado Municipal, levamos a cabo obras de beneficiação do seu interior e concentramos todos os comerciantes no piso térreo. Tomámos medidas urgentes em serviços esquecidos, inovamos, mostramos que somos dignos do voto de confiança que nos foi dado. Com as condições criadas, podemos agora prestar um serviço ainda mais próximo da população e dedicar o nosso esforço a áreas como o Emprego e o Empreendedorismo, o Apoio a Pequenas e Médias Empresas, Requalificação dos Espaços Verdes e Equipamentos de Apoio à Terceira Idade. É nossa intenção lutar contra as dificuldades com que as famílias se deparam. Para tal iremos criar um Programa de Bolsas Escolares que irá combater o abandono de alunos de mérito por dificuldades financeiras. Abriremos portas aos jovens da nossa freguesia com a participação em Intercâmbios onde poderão obter novas aprendizagens e criar novas oportunidades. Dinamizaremos estágios profissionais para jovens à procura do primeiro emprego facilitando-lhes a entrada no mercado de trabalho. Apostaremos na criação de um centro de ajudas técnicas que disponibilize material para doentes tais como camas articuladas, cadeiras de rodas, colchões, andarilhos, e outro material que muitas das vezes, por não existir disponível, obriga a um grande esforço financeiro das famílias ou põe em causa o conforto do doente. Ermesinde sabe o que quer. Ermesinde sabe o que pode esperar de nós. Ermesinde conhece-nos. Ermesinde merece uma equipa experiente, consolidada, representativa de todos lugares da nossa Freguesia. Já mostramos do que somos capazes e sabemos que Ermesinde saberá escolher a melhor equipa para liderar a nossa Freguesia nos próximos quatro anos. Luis Ramalho

Página

10


12 setembro de 2013

Aut. Campo-Sobrado

Coligação Democrática Unitária - CDU

Unidos por Campo e Sobrado - IV

A vitória de todos PPD/PSD-PPM

Os elementos da lista que a CDU apresenta propõem aos seus conterrâneos de Campo e Sobrado colocar-se ao seu serviço e desenvolver todas as actividades que estejam ao alcance da junta para a melhoria de vida em ambas as freguesias. Propõem-se também fazer todos os esforços junto de outras entidades no sentido de resolver problemas que a junta, só por si, não poderá resolver.

Caros amigos e amigas de Sobrado de Campo Ao apresentar a lista candidata a União de Freguesias de Campo e Sobrado quero em primeiro lugar fazer uma saudação as corporações de Bombeiros de todo o Pais e em particular às Corporações do nosso Concelho- Ermesinde e Valongo- que vivem um momento difícil pois foram perdidas vidas e bens no combate aos incêndios que têm assolado o nosso Pais. Fica aqui o registo do nosso pesar as famílias e as corporações. Caros amigos Apresentamos publicamente os homens e mulheres que compõem a lista de independentes a União de Freguesias. Publicamente demonstramos a nossa discórdia pela nova solução que gerou o descontentamento em ambas as freguesias e esperamos que o futuro faça recuar os responsáveis por esta solução. Os grandes partidos são os grandes responsáveis pois por ação ou omissão são os responsáveis pela junção destes dois centros urbanos. Tudo faremos, Os unidos por campo e sobrado tudo farão por respeitar a história e a tradição destas vilas onde uma população laboriosa tudo tem feito para engrandecer o nosso concelho. No passado as populações de Sobrado e Campo muito sofreram causticadas pelo encerramento de grandes unidades que lançaram no desemprego centenas de trabalhadores e hoje uma juventude criativa e empreendedora quer entusiasmada quer por os seus conhecimentos ao serviço da cultura, do desporto e do movimento associativo em geral Partimos para estas eleições com determinação e empenhamento pois o aparecimento de uma lista independente e o facto novo- a novidade - que as populações das duas vilas devem considerar. No regime democrático há lugar para candidatos independentes e nós pela positiva queremos demonstrar as virtualidades desta candidatura. Com dificuldades logísticas que não ignoramos mas com vontade de trabalhar com afinco para que os nossos concidadãos tenham mais qualidade de vida. A luta pela criação de emprego, a promoção das zonas empresariais de sobrado e Zona industrial em campo, o apoio ao desenvolvimento agrícola e as pequenas e medias empresas são os nossos objetivos. Como não deixaremos de apoiar os nossos clubes mais representativos e o aparecimento de uma escola de formação de ciclismo que tem tanta tradição em sobrado. A vila de Sobrado viveu recentemente dias de entusiasmo pela vitoria na volta a Portugal. A União Ciclista de Sobrado contará com o nosso apoio incondicional. No campo da cultura a nossa equipa acompanhara com atenção o processo de reconhecimento da bugiada como património imaterial que esta em curso pois consideramos que esta festa já ultrapassou à muito as fronteiras do concelho e é uma mais valia em termos de turismo para a nossa terra. Os seus dirigentes e todos aqueles que em regime de voluntariado servem as nossas associações merecem de nos palavras de incentivo e de disponibilidade para as ajudarmos, com respeito pela sua autonomia e independência. Queremos ser amigos do movimento associativo! Valorizaremos a Casa das Artes em Sobrado. Os centros culturais de ambas as vilas e as respetivas comissões fabriqueiras serão parceiros importantes no combate a solidão, a pobreza e a exclusão social nas paroquias. Queremos a sua ajuda e não fazer concorrência ao trabalho que desenvolvem e que merecem o nosso aplauso. Um forte apoio aos agrupamentos escolares, a tomada de iniciativas de apoio aos jovens – apoio na aquisição de material escolar, oferta dos livros escolares para os alunos do 1º ciclo e pagamento de todas as vacinas que estão fora do plano anual de vacinação, até aos 5 anos de idade. O empenhamento nas acções de combate à exclusão social e à pobreza através da criação de um programa de apoio a situações de emergência social, integrarão as nossas prioridades Meus caros amigos e amigas O caminho não e fácil mas quem anda por convicções e de forma interessada merecera estou convencido, o reconhecimento do eleitorado. É isso que esperamos e estou certo que os próximos tempos demonstrarão a justeza do aparecimento desta lista independente.

As próximas eleições de Setembro serão um grande desafio para as freguesias de Campo e Sobrado. Como candidato pela coligação “A Vitória de Todos – PPD/PSD – PPM” sinto-me capaz de corresponder a esta nova realidade que não desejei e com a qual não concordo. Apesar de vizinhas, Campo e Sobrado são duas vilas de grande dimensão e com uma história e identidade muito fortes que é fundamental preservar e alimentar. Entendo que a autonomia de ambas as freguesias defendia melhor os interesses das populações mas face à imposição legal, é nosso compromisso trabalhar em prol de Campo e Sobrado e tudo fazer para garantir um aumento da qualidade de vida das suas populações. Assim, a equipa que encabeço, e que é constituída equitativamente por pessoas das duas freguesias, compromete-se publicamente com a manutenção dos edifícios sede das actuais Juntas de Freguesia bem como com o reforço dos serviços que hoje são prestados à população. Iremos alargar o horário de funcionamento da Junta até às 20h, um dia por semana e protocolaremos com o IEFP a possibilidade das apresentações quinzenais, em caso de desemprego, poderem ser feitas nos nossos balcões. Serei um Presidente a tempo inteiro, dedicando-me a Sobrado e a Campo em permanência, sem distinções. É ainda nosso compromisso alternar entre Sobrado e Campo as sessões da Assembleia de Freguesia e as reuniões públicas da Junta. Hoje em dia, um presidente de uma junta de freguesia, não se fica pela simples representação institucional da autarquia. Uma boa parte do trabalho é, e será cada vez mais, a gestão do território, a gestão da própria autarquia. Uma boa gestão financeira, uma boa gestão dos recursos humanos, uma boa gestão do património e dos investimentos será sempre sinónimo de uma boa gestão da coisa pública e resultará sempre num maior benefício para o cidadão e para a economia local. O tempo da gestão fácil, como se fez em Campo, do gastar o que não é nosso mas sim de todos sem qualquer tipo de preocupação, de fazer obras por fazer, sem perceber a sua importância ou benefício para a população acabou. Acabou porque não temos dinheiro (o PS em Campo gastou os mais de 250 mil euros da venda de terrenos que transitaram do último mandato) e mesmo que tivéssemos não o faríamos dessa forma! Mas encaro este projecto com optimismo. Estou convicto que tenho, aliás que temos, capacidade e criatividade suficientes para fazer mais e melhor. Estarei com as freguesias, pelas freguesias, e para as freguesias. Não tenham quaisquer dúvidas quanto a esse compromisso. A escolha pertence-vos, pertence à vossa consciência e para a tomarem, única e simplesmente, pedimos que nos ouçam e questionem. Que participem. Que exijam. Queremos que o vosso voto conte. Queremos que o vosso voto nos acompanhe durante 4 anos e nos lembre, como se algum dia fosse possível esquecer, que estamos lá, em nome de todos, para fazer a diferença. Porque Juntos somos mais fortes e seremos A VITÓRIA DE TODOS!

A CDU mantém na Junta de Campo, freguesia onde tem eleitos, a sua postura habitual: somos uma força política responsável e construtiva. Com a combatividade que sempre caracteriza os seus eleitos, propondo um rumo, avançámos com dezenas de propostas, fizemos chegar à Junta de Freguesia as preocupações e as dificuldades, levámo-las até à Câmara, à Assembleia Municipal e mesmo à Assembleia da República. É altura de estar com quem esteve sempre consigo! O candidato a Presidente da União das Freguesias de Campo e Sobrado, Manuel Santos aceitou este desafio por coerência, por convicções e por um percurso de experiência na vida autárquica. No que diz respeito à união das freguesias, estamos desde o início contra a imposição da extinção ou agregação das freguesias e lutamos com todas as forças, ao lado das populações, contra tal possibilidade. Aprovada e promulgada a lei de agregação das freguesias “nós não atiramos a toalha ao chão”, continuaremos a lutar pela sua revogação colocando sempre em primeiro lugar os interesses das populações. Mesmo nos tempos adversos em que vivemos continuamos com vontade de trabalhar com todos, na certeza de que iremos contribuir por uma terra mais viva e fraterna, onde haja lugar a intervenção e participação de cada um. A minha experiência na vida autárquica e o trabalho realizado nos pelouros que me foram confiados permitiu-me ter uma perspectiva que valoriza um projecto autárquico privilegiado pelo contacto, a proximidade e a participação das populações e das forças vivas. Sim, queremos reforçar e ampliar essa dinâmica e esse trabalho Ao contrário de outros, que dizem que Campo e Sobrado, “Juntos somos mais fortes!”, nós dizemos que com a extinção das freguesias de Campo e Sobrado, “Juntos ficamos mais fracos!”. Os candidatos da CDU de Sobrado e Campo estão à altura dos desafios de uma luta que será necessário travar contra o continuado encerramento de espaços públicos essenciais. A CDU faz falta à União de Freguesias de Campo e Sobrado!

Página

11

duas caras um projeto; 2 freguesias; uma equipa João Reboredo por Campo e Joaquim Silveira por Sobrado Campo e Sobrado somos nós em defesa da autonomia

João Paulo Pereira


12 setembro de 2013

Partido Socialista PS

Aut. Campo-Sobrado

Centro Democrático Social / CDS-PP

Vereador diz-se de consciência tran

Sérgio Sousa co Sérgio Sousa, 39 anos, natural de Ermesinde onde viveu até há 13 anos, tendo ido morar para Alfena. Trabalha há 19 anos, no sector financeiro. É licenciado em Estudos Europeus e em Direito, advogado de profissão. Foi Vereador da CMV no último ano. Nunca havia exercido até à data cargos desta natureza. Considera-se, e muito em especial após ter tido esta experiência, um «outsider» da política… pelo menos desta forma de fazer política.

“Continuar a fazer mais por Campo e melhor por Sobrado” Este é o meu objetivo como candidato pelo Partido Socialista à presidência da Junta de Campo e Sobrado. Com o lema Juntos Conseguimos, Alfredo Sousa reuniu uma equipa de gente motivada, competente e dedicada para continuar o dinamismo e estratégia de desenvolvimento na freguesia de Campo e promove-lo na freguesia de Sobrado. Muito temos feito pela freguesia de Campo e se mais não fizemos foi por falta de apoio e interesse do atual executivo camarário. Acreditamos que passados 20 anos de uma gestão ruinosa do PSD, o Partido Socialista nas próximas eleições vai ganhar a Câmara Municipal de Valongo e finalmente teremos o total apoio e cooperação no trabalho de ajuda e apoio à população, para assim melhorarmos significativamente a nossa capacidade de ação e o nosso desempenho. Trataremos as gentes de Campo e Sobrado de forma semelhante, atenta e preocupada, nunca aceitaremos ser tratados como cidadãos de 2ª. Trabalharemos para todos com dedicação e com afinco. O que fizemos? Criamos o Gabinete Social que tem vindo a assumir um papel preponderante na resolução dos problemas sociais, através do atendimento, esclarecimento e orientação da população. Além da já habitual recolha de alimentos para as famílias mais carenciadas da freguesia, a Junta de Freguesia de Campo foi a única Junta de Freguesia do concelho de Valongo que, através do seu Gabinete Social, proporcionou à população o esclarecimento e apoio técnico no requerimento das Taxas Moderadoras. Apoiamos o Agrupamento de Escolas de Campo na aquisição de materiais de higiene e limpeza e na realização das diversas atividades e visitas de estudo dos alunos. Premiamos o melhor aluno dos três últimos do Ensino Básico (7º, 8º, 9º) com a atribuição de uma Bolsa de Mérito. Mantivemos a manutenção da Componente de Apoio à Família (CAF), permitindo conservar esta resposta, fundamental para muitas famílias de Campo, fazendo esta Junta de Freguesia um grande esforço financeiro para o conseguir. Implementamos os projetos do Babybasquet para as crianças que frequentam o jardim-de-infância do Agrupamento de Escolas de Campo e o Minibasquete, hoje já com 4 equipas, no total de 80 atletas federados. Requalificamos espaços totalmente abandonados, com o intuito de melhorar o nível de qualidade de vida da população. Construímos um armazém que, além de dar resposta a uma necessidade premente de garagem e armazenamento de materiais e equipamentos da Junta de Freguesia, visa dotar a Vila de Campo com um espaço multiusos, no piso superior, onde as Associações locais poderão desenvolver várias atividades. Iniciamos o projeto do Centro Cívico, uma obra que permitirá o usufruto do espaço de laser do Rio Ferreira e, ainda, o alargamento da feira semanal, sem qualquer apoio da Câmara Municipal. O que Vamos Fazer? Manter os mesmo eventos e apoios e ainda: Manter as Juntas de Freguesia de Campo e Sobrado abertas para a prestação de todos os serviços de proximidade. Continuar a defesa intransigente para a rápida construção do Centro de Saúde de Campo, cuja cedência do terreno já foi protocolada; Manter a componente de apoio à família (CAF), nas escolas e jardim-de-infância de Campo e Sobrado até às 19 horas, ajudando as famílias a conciliar a vida familiar com a profissional. Promover, no mais curto de espaço de tempo, a requalificação da Via da Lomba, a Via da Gandra e Rua do Elias, em Sobrado. Promover a requalificação e aproveitamento das levadas, açudes e das suas margens, dinamizando zonas de lazer; Promover a criação do parque de convívio e de jogos no Campo Velho, em Sobrado; Promover a criação do Museu das Bugiadas e Mouriscadas; Promover um maior dinamismo empresarial para atrair investimento e, consequentemente, emprego. Manter o Gabinete de Atendimento Social e Criar um Programa de Emergência Social, para apoiar as famílias que, comprovadamente, vivem em dificuldades extremas Continuar com as diligências junto do IEFP de Valongo para realização das apresentações quinzenais no âmbito do desemprego.

Cara(o)s amig(a)os, JORGE MANUEL FERREIRA DA ROCHA, actualmente funcionário da Câmara Municipal de Valongo, é uma figura conhecida das Freguesias de Campo e Sobrado. Fez todo o seu percurso académico no Concelho de Valongo, tendo posteriormente ingressado no seminário de Vila Viçosa onde fez a maior parte dos estudos que marcaram profundamente o seu carácter. Desde muito cedo que mantém uma ligação ao CDS-PP, porém sempre se distanciou dos primeiros lugares de listas eleitorais. Nestas eleições decidiu aceitar ser cabeça de lista das duas Freguesias que agora se agrupam - Sobrado e Campo. Fá-lo sobretudo porque se sente “cansado de ver as múltiplas promessas esquecidas, e as repetidas faltas de dinamismo e de ideias” dos que têm estado à frente dos destinos da freguesia, características negativas que atribui também aos que vêm sendo eleitos em Sobrado, terra que frequenta e conhece profundamente e onde conta com muitos amigos. Jorge Rocha candidata-se com uma sólida equipa, e projectos que assentam nos pilares fundamentas do CDS-PP, e que se destacam da seguinte forma. CONSCIÊNCIA SOCIAL – A realidade do País, bem espelhada nas freguesias de Campo e Sobrado, impõe que o eleito tudo faça para garantir que os habitantes socialmente mais frágeis vivam com dignidade. Os representantes do CDS-PP lutarão para que a todos sejam garantidos direitos fundamentais como emprego, saúde e educação, e que vivam em condições mínimas de dignidade. RIGOR NA ADMINISTRAÇÃO – Todos já percebemos que o despautério, a incompetência e a falta de rigor nos levaram a esta triste situação. Os candidatos do CDS-PP têm a certeza, e querem prová-lo, que o rigor nas contas permitirá fazer muitíssimo mais. Um euro mal gasto tira o pão a uma família. O CDS-PP incumbirse-á de eliminar o desperdício. DINAMISMO – Os autarcas que se têm sucedido em Campo e Sobrado, sem humildade para assumiram a sua falta de preparação ou de vontade, explicam a mediocridade dos seus mandatos com a “falta de verbas”. É possível, e muitos sabem-no, fazer muitíssimo mais com as verbas actualmente ao dispor das autarquias. O que se impõe, quando se administra dinheiros do Povo, é servi-lo com imaginação. Perguntem a qualquer mãe, e ela explicará como com tão pouco dinheiro consegue ter comida na mesa, vestir e educar os filhos. É a isso que nos comprometemos: governar ao cêntimo! COOPERAÇÃO – Nunca foi possível, muito menos agora, administrar isoladamente. Porém muitos preferem fazê-lo, mesmo sabendo que estão a prejudicar quem os elegeu. O CDS-PP tem a certeza que só a constante cooperação permitirá resultados que beneficiarão todos. Por isso o nosso compromisso de cooperação, para nós a âncora da coesão das freguesias e do município, da melhoria da qualidade de vida e da competitividade da região. Iremos pugnar e consolidar uma forte interacção entre as freguesias, e entre estas e a Câmara Municipal, potenciando como factor positivo a articulação de políticas e acções. Defenderemos junto dos executivos das outras freguesias a criação de uma associação que tornará mais forte a voz de todos. Os autarcas eleitos pelo CDS-PP pautar-se-ão pela promoção do desenvolvimento territorial de forma integrada, procurando utilizar os recursos e o potencial de desenvolvimento de cada uma das freguesias. Para tal toda a gente será chamada a participar. Queremos envolver e mobilizar os agentes privados, as associações e outros agentes sociais, com o objectivo de fomentar um maior investimento dos agentes económicos e uma maior participação dos agentes culturais. O nosso objectivo é o bem comum.

JNV – Quanto tempo exerceu a função de Vereador e porque aceitou o convite? SS – Iniciei funções em Outubro de 2012, nas quais permaneço até à presente data. Quando o Sr. Presidente me chamou e informou da renúncia do Vereador de então, fui muito claro, estávamos a um ano do final do mandato e questioneio se queria que eu assumisse funções, se a minha presença era importante, pois caso contrário assumiria apenas o papel de vereador sem tempo ou pelouros e nesse caso poderia na mesma contar comigo e com o meu apoio. JNV – O que lhe foi dito na altura? SS – O Sr. Presidente disse que queira contar comigo a tempo inteiro, para assumir pelouros e responsabilidades conferindo assim maior capacidade de trabalho ao Executivo que à data apenas tinha 3 pessoas a trabalhar, aliada ao facto de a minha área de formação ser uma maisvalia e complemento à equipa. E porque nestas coisas sou muito prático pedi-lhe apenas alguns dias para pensar pois precisava de falar com 2 pessoas, mas rapidamente lhe daria resposta. Assim, depois de falar com a Família e com o Partido em Alfena, decidi aceitar o desafio e comuniquei-o ao Sr. Presidente. JNV – Como foi a entrada no Executivo? SS – Esperava começar a trabalhar de imediato, no mesmo dia em que iniciei funções. Mas infelizmente não foi isso que aconteceu. Todos recordar-seão que os Vereadores eleitos pela Coragem de Mudar decidiram criar um «fait-divers» à volta da atribuição de um tempo inteiro. Uma questão sem qualquer razão de ser, quer em termos jurídicos quer em termos políticos. Mas infelizmente a política tem destas coisas e para pessoas como eu que vem de fora do sistema, chegam e se deparam com um cenário destes, começam logo a entender a razão da política se encontrar tão desacreditada. JNV – Que balanço faz do seu trabalho? SS – O balanço em última instância só pode ser feito pelos cidadãos e pelos funcionários da Autarquia. Mas estou satisfeito por ter dado início a novas metodologias de trabalho assentes no rigor, respeito pela lei, justiça e na proximidade, complementado com «pedagogia», ou seja, explicar o porquê das decisões, quer aos técnicos quer aos Munícipes. Realizei mais de 100 audiências a Munícipes na Câmara, tendo sempre por base matérias muito sensíveis e delicadas e envolvendo quase sempre assuntos referentes à fiscalização. Enten-

dia antes e continuo a entender hoje, que a Câmara deve ser mais transparente e amiga quando se relaciona com os Munícipes, para isso é muito importante melhorar a fundamentação das suas decisões, às quais está obrigada nos termos da Lei e ainda adoptar comportamentos pró-activos, disponibilizando o conhecimento e experiência dos seus técnicos para apontar soluções aos Cidadãos. Por outro lado senti que os técnicos têm necessidade de ter um decisor que seja interventivo e que assegure o respeito da legalidade. q JNV – Em Janeiro houve uma alteração da macro-estrutura da Câmara, viu os seus poderes serem reforçados, como encarou isso? SS – A revisão da macroestrutura decorreu de alterações legislativas. Mas a verdade é que se inicialmente tinha como responsabilidade os pelouros do Ambiente e da Fiscalização a partir de Janeiro e com a revisão da macroestrutura acumulei o Contencioso, os Assuntos Jurídicos, a Divisão de Documentação, Informação e Apoio a Munícipes. Encarei isso como uma prova de confiança e o volume de trabalho não me assusta, as verdadeiras dificuldades estão na gestão política e não no trabalho, não deveria ser assim, mas a verdade é que isso para mim foi uma novidade. JNV – E foi nomeado Presidente do Conselho de Administração dos SMAES. Como encontrou os SMAES? SS – Encarei esta nomeação como uma manifesta prova de confiança do Presidente e da Câmara no meu trabalho, mas encarei-a sobretudo como uma autêntica «prova de fogo», um desafio enorme, pois trata-se de uma área na qual existe na opinião pública uma opinião generalizadamente negativa sobre o relacionamento da concessionária com os Munícipes. Havia muito trabalho por fazer. Juntamente com os meus dois colegas de Administração, que têm sido incansáveis no desempenho de funções, decidimos retomar de imediato as reuniões do Conselho, passámos a reunir quinzenalmente, ao invés de reuniões mensais até então, pois havia muito trabalho para por em dia. JNV – Muito se fala sobre a concessão das águas, foram feitos estudos e até foi nomeada uma comissão municipal para avaliar a concessão. Qual a sua opinião? SS – Antes de responder a essa questão sensível importa fazer um ponto de situação relativamente a um conjunto de matérias que foram sendo resolvidas nestes últimos meses e que, sendo «invisíveis» teimavam em perdurar. Retomamos em pleno o acompanhamento e a fiscalização efectiva da concessão, todas as semanas os Administradores dos SMAES deslocamse à empresa para acompanhar todo o tipo de matérias. O plano de investimento contratualmente estabelecido e ao qual a concessionária está obrigada e em atraso desde 2012, foi posto em dia, foram articulados os procedimentos ao nível das contraordenações, conseguimos sensibilizar a concessionária para não avançar com processos de contra-ordenação contra as famílias e pessoas que não efec-

Página

12


Atualidade

12 setembro de 2013

nquila e respeita decisão do partido em não o reconduzir

om sentimento do “dever cumprido” tuaram a ligação à rede pública de abastecimento de água face às dificuldades financeiras que o País atravessa, conseguiu-se proceder à alteração da entidade que assegura o pagamento dos ordenados aos trabalhadores dos SMAES sem qualquer perda de direitos dos trabalhadores, estamos em fase de conclusão de um processo que leve ao encerramento da contabilidade dos SMAES, processo que não tem razão de existir mas que ninguém conseguiu encará-lo de frente até agora. Sem falar nas inúmeras reuniões com técnicos quer da Câmara quer das Águas de Valongo, deslocações aos locais onde se fazem obras, audições a Munícipes. Foram 5 meses de intenso e profícuo trabalho, só possível graças ao Sr. Craveiro e ao Sr. Luís Azevedo, meus pares no Conselho. JNV – Mas o que tem a dizer sobre a concessão? SS – É minha convicção que a concessão pode vir a necessitar de um reequilíbrio contratual uma vez que as circunstâncias e as condições económicas, que são dinâmicas, mudaram. Mas seria irresponsável da minha parte, sem ter mais elementos concretos, avançar com um diagnóstico. Acho que os responsáveis políticos, todos sem excepção, deveriam assumir uma postura mais construtiva e responsável, aguardando pelo estudo que está a ser feito e que deve ser concluído em breve para tomar uma posição. É prematuro assumir que a concessão foi ruinosa como dizem alguns, pois foi feito muito investimento no Concelho que de outra forma poderia não ter sido possível fazê-lo, investimento esse «invisível» porque está debaixo dos nossos pés, mas também é verdade que o acompanhamento da concessão ao longo dos seus 13 anos pode ter pecado aqui e ali por alguma inércia. Uma coisa garanto, em 5 meses de trabalho nos SMAES, este Conselho de Administração já reuniu, debateu com técnicos, com trabalhadores e resolveu mais assuntos que nos últimos anos e isto não são palavras minhas, são palavras de trabalhadores dos SMAES, da Câmara e de Munícipes. Só espero e faço votos de quem possa vir a suceder-nos mantenha esta postura e a melhore ainda mais. JNV – Em entrevista recente o Presidente da Câmara falou de algumas matérias sensíveis, tais como o concurso de recolha de resíduos, a zona industrial de Alfena e o investimento da Jerónimo Martins. O que tem a dizer sobre isso? SS – Concordo com o Sr. Presidente quando defende, sobre o concurso de recolha de resíduos, que a Câmara deve sempre optar por contratar serviços ao melhor preço garantindo ainda a qualidade do mesmo. Mas também defendo que devemos ser intransigentes e rigorosos com quem contratamos serviços e também devemos ser exemplares no cumprimento das obrigações legais a que estamos adstritos. Quanto ao investimento da “Jerónimo Martins” a resposta é mais complexa. Como sabe nunca participei na decisão e votação deste dossier. A minha opinião sobre investimentos, em abstracto, que se traduzam na criação de postos de trabalho é igual à de todos, ou seja, sou

Página

13

a favor. Aliás, haverá alguém contra? Quanto ao terreno onde a mesma poderá vir a ser construída, como todos esperamos, falta apenas o despacho do Sr. Secretário de Estado com vista à desafectação de REN, e que está na sua posse, tanto quanto sei, há muito tempo. Mas deixe-me dar a minha opinião sobre aquela zona em concreto. Fala-se muito da criação de uma zona industrial naquela mesma área, do outro lado da rua, em condições análogas à que já lá se encontra. Sou frontalmente contra, já o era no passado, continuo a sê-lo hoje e serei no futuro. E entendo que as Câmaras Municipais devem estar particularmente atentas a estes fenómenos para que possam garantir os indispensáveis equilíbrios entre o interesse público e o interesse privado mas sempre no estrito e rigoroso cumprimento da legalidade, esse é o verdadeiro desafio de autarcas responsáveis. Fala-se muito na opinião pública, que naquele local terão havido compra e venda de terrenos com o objectivo de ganhar dinheiro através da desafectação posterior dos referidos terrenos, não sei se isso é verdade, mas uma coisa é certa, não pactuo nem concordo com soluções pontuais, ou temos uma visão integrada daquilo que queremos para o Concelho e onde queremos edificar equipamentos, ou então este tipo de soluções, mergulhadas ainda por cima nestas incertezas e dúvidas, comigo, não teriam lugar nunca. JNV – Para quem vem de fora da política o que tem a dizer sobre o funcionamento da Câmara? SS – Após um ano de trabalho posso afirmar que a Câmara precisa de decisores, ou seja, vereadores interventivos, capazes e competentes, que assegurem confiança aos técnicos e funcionários que lá trabalham e que sejam implementados procedimentos que alterem o relacionamento da Câmara com os cidadãos. É preciso assegurar que as decisões da Câmara sejam efectivadas, mas também que a Câmara respeita a Lei e não força os cidadãos a recorrer aos Tribunais para fazer valer os seus direitos. A Câmara tem de ser uma pessoa de bem, respeitada e vista como uma referência no território que administra. E isto ainda não é uma realidade… Por isso fico verdadeiramente surpreendido quando me vêm dizer que alguns dos candidatos dizem que “«aquilo» é só lá ir 4 horas por dia, com direito a telemóvel e a motorista”… Também acho que devemos ter à frente dos destinos da Autarquia gente experimentada, com curriculum de vida e profissional, estou convencido que qualquer pessoa pensa assim, só não entendo a razão dos partidos não perceberem isso… Ser responsável autárquico implica trabalhar a tempo inteiro, 24 horas por dia, analisar e estudar os dossiers, ter preparação técnica, experiência profissional, respeitar a Lei e saber dar o exemplo aos cidadãos, nomeadamente nos dias que correm em que tantos sacrifícios são pedidos. Por isso mesmo entendi manter os meus hábitos, chegar às mesmas horas dos funcionários, utilizar preferencialmente a minha viatura, frequentar os mesmos locais e nunca apresentar facturas de

sentendimentos profundos, chegando ao ponto de alguns membros do Executivo terem apresentado queixas ou denúncias do Presidente da Junta junto do Tribunal de Contas por alegados «erros de gestão». Depois para completar este quadro «negro», desentendem-se quanto à execução de projectos que defenderam em período eleitoral, por exemplo, uns queriam a realização de obras debaixo do viaduto da A41, outros já não o queriam. Para tudo isto só encontro uma justificação: jogos políticos. Acho que quem tem estado à frente dos destinos da Junta fez o melhor que pode e que sabia, mas isso não chega e os Alfenenses merecem mais e melhor. A Junta de Freguesia precisa de ver devolvido o rigor e a credibilidade que perdeu nos últimos anos, de por as contas em ordem. gastos pessoais na Câmara. As coisas têm e precisam urgentemente de mudar… JNV – Qual a sua opinião sobre os funcionários da Câmara? SS – A mesma que tinha antes de lá ter entrado. São pessoas fantásticas, profissionais competentes, disponíveis, muitas das vezes para além do horário de trabalho e em fins de semana. Do meu ponto de vista o que falta na Câmara é apenas um real e mais efectivo acompanhamento por parte dos decisores políticos. É essencial que quem vai desempenhar funções políticas tenha vocação, experiência de vida pessoal e profissional, que seja respeitado e que não se limite a ir lá proferir uns despachos com uns meros «concordo». JNV – Comenta-se que durante a época de campanha existem «instruções» para aliviar a fiscalização. É verdade? SS – Sei que se comenta isso. Já antes de ter assumido funções ouvia isso. Quem me conhece sabe que sou um defensor intransigente do rigor e da legalidade. Também entendo que só podemos e devemos actuar no respeito pelos limites da Lei e nunca senti dificuldades em trabalhar assim. Procurei sempre garantir e demonstrar que a Câmara assegura, de facto, igualdade de tratamento para todos. Se esta postura não é do agrado de todos? Paciência! mas não pactuei nem pactuo com comportamentos de «alívio» ou «intensificação» de acções de fiscalização em função de conjunturas eleitorais, custe o que custar, doa a quem doer. Isso não está no meu ADN, talvez por isso muitas pessoas me iam dizendo que não sou muito político e que assim não iria ficar muito tempo… A essas pessoas sempre disse que não sei ser e estar de outra maneira, e vendo aquilo que é a política que temos no nosso País, posso afirmar que isso é o melhor elogio que me poderiam fazer! JNV – Diz-se na freguesia que o PSD de Alfena e Guilherme Roque, o candidato à Junta de Freguesia de Alfena queriam que integrasse a lista candidata à Câmara. Porque motivo não integra a lista, o que aconteceu? SS – De facto, quer o PSD de Alfena, de forma unânime, quer o candidato do PSD à Junta de

Freguesia, defenderam e assumiram no lugar e momento próprio, que eu deveria integrar a lista candidata à Câmara Municipal em lugar elegível devido às minhas características mas sobretudo pelo trabalho que vinha a fazer e pela receptividade do mesmo junto das pessoas. Deixe-me dizer que esse apoio me sensibilizou muito, em particular o de Guilherme Roque, por ser um verdadeiro modelo enquanto autarca, mas também enquanto militante do PSD, pois apesar de tudo o que viveu nunca virou costas ao partido e aos Alfenenses, é uma pessoa 100% leal para quem o acompanha e faz disso o seu modo de estar, um caso impar nos dias que correm e mesmo sem ser Presidente de Junta, nos últimos meses, funcionava como o «verdadeiro» Presidente de Junta. Todos os dias me contactava, pedia para me deslocar a locais da Freguesia para resolver problemas. Este relacionamento e o trabalho que estávamos a realizar foi fantástico e só tenho pena de não o poder continuar a fazer no futuro. O Guilherme como Presidente de Junta e eu como Vereador. Os motivos pelos quais não integro a lista? Trata-se de uma decisão do PSD de Valongo e do candidato à Câmara do meu partido. É uma decisão legítima e a qual tenho de respeitar. Ninguém me vai ver a adoptar comportamentos análogos a muitos políticos locais que tendo sido afastados pelos respectivos partidos aparecem agora como apoiantes indefectíveis de outras candidaturas, talvez à procura de um cargo ou lugar. Não me revejo nesse tipo de comportamento, isso descredibiliza a política e os políticos. Sou uma pessoa de convicções e gosto de estar acompanhado de gente séria, com opinião própria e convicções fortes, mesmo que isso desagrade a alguns.... JNV – Conhece os candidatos que integram a lista do PSD à Câmara? E os restantes de outros partidos? SS – De todos os partidos que concorrem à Câmara nestas eleições conheço alguns candidatos e não conheço outros. No meu partido passa-se o mesmo, mas isso é normal, de resto quem tem de os conhecer é o responsável pela elaboração da lista. JNV – Conhece a 1ª candidata do PSD a Vereadora por Alfe-

na? SS – Não! Não conheço. JNV – E sobre Alfena, qual a sua opinião sobre a relação da Câmara com Alfena? As pessoas em Alfena queixam-se de que pouco ou nada foi feito, concorda? SS – Alfena é uma freguesia onde a iniciativa individual é preponderante. As pessoas estão tão habituadas a arregaçar as mangas e a fazer em vez de estar à espera que façam por elas, que isso foi uma das coisas que mais me surpreendeu quando vim morar para Alfena há 13 anos. Até 2005, graças a uma postura muito interventiva da Junta, de Guilherme Roque e a um bom relacionamento com o vereador de Alfena, à data o Sr. Eng.º Expedito Moreira muita coisa foi feita na freguesia. Entretanto, deixando de existir este elo e de pessoas competentes e interessadas à frente dos destinos da Junta, foram-se perdendo dinâmicas. Alfena passou a ficar esquecida e a viver de «fogachos», de projectos pontuais e circunstâncias, sem estratégia de longo prazo. Passou a estar envolta em polémicas, com uma Junta de Freguesia descredibilizada e ausente. Tudo isto, aliado ao facto de estarmos em clima de recessão económica, levou a que a cidade fosse ficando sem alguns dos projectos tão ansiados e merecidos. Alguns dos investimentos feitos pela Junta de Freguesia nos últimos 2 mandatos também não produziram a rentabilidade esperada. Nos últimos anos pouco ou nada foi feito, é preciso inverter essa situação, mas sem mentiras ou falsas promessas, disso os Alfenenses estão fartos, temos de falar verdade às pessoas! JNV – O Presidente da Câmara, é público e notório teve uma grande aproximação, nos últimos meses, ao actual Presidente de Junta. Qual a sua opinião sobre isso? SS – Só o Sr. Presidente pode responder a essa pergunta. Eu acho que o último mandato na Junta de Freguesia de Alfena, com todo o respeito pelos intervenientes, foi o pior desde o 25 de Abril. Um movimento independente que obteve a maioria absoluta nas eleições de 2009 e dispôs de todas as condições para governar com tranquilidade e aprovar tudo, não poderia terminar o mandato em clima de guerrilha interna, com de-

JNV – Quem acha que vai ganhar as eleições, quer em Valongo para a Câmara, quer em Alfena para a Junta de Freguesia? SS – Não sei quem vai ganhar as eleições. Mas sei quem quero que ganhe. Como disse anteriormente não viro as costas ao meu partido. Sou Social-democrata e quero sempre que o PSD ganhe as eleições. Em Alfena acredito que Guilherme Roque e o PSD vão ganhar. Alfena precisa hoje e nos tempos difíceis que vivemos, de um Homem sério, experiente, que nunca virou as costas à sua gente e que sabe o que é gerir com rigor, credibilidade e honestidade uma Junta de Freguesia. O Guilherme, ao contrário de outros, não precisa de se justificar perante os Alfenenses, de lhes pedir desculpa por os ter abandonado, de explicar porque entra e sai dos partidos consoante o momento e as circunstâncias… Aproveito ainda para dizer que conheço cada um dos candidatos do meu partido às restantes Juntas de Freguesia, e quer Luís Ramalho, Manuel Poças e João Paulo Pereira são excelentes candidatos e as populações de Ermesinde, Valongo e de Campo-Sobrado ficarão muito bem servidas. JNV – O que pensa fazer no futuro? O que gostava de ver realizado em Alfena? SS – Sei muito bem o que fazer a partir do dia 29. Sempre o soube, desde a primeira hora caso não me mantivesse nas funções de Vereador. Tenho a minha carreira profissional, o meu emprego ao qual irei regressar com toda a naturalidade, exercendo a advocacia, algo que gosto muito e me faz sentir realizado. Nunca encarei a política como profissão, ao contrário de muitos, para mim o exercício de cargos públicos deve sempre ser visto como algo de passagem, em que servimos e depois devemos ceder lugar a outros. Em Alfena, vou continuar a bater-me pela criação do Parque de Lazer, pela criação de circuitos pedonais, no fundo pela valorização ambiental e melhoria da qualidade de vida da Cidade, gostava ainda que as artérias principais pudessem ser melhoradas pois causam transtornos profundos na qualidade de vida das pessoas que frequentam a nossa cidade. Alfena e os Alfenenses merecem-no!


Diversos

12 setembro de 2013

Ana Raquel Martins lider da JS afirma “quem paga a fatura são sempre os mesmos”

JS enviou “cheque” aos valonguenses A Juventude Socialista de Valongo divulgou recentemente junto dos valonguenses aquilo a que chamou de cheque que cada cidadão deve por conta da Câmara Municipal. Para Ana Raquel Martins, presidente da JS, “o lançamento do cheque advém do facto do Partido Socialista e o seu candidato JMR terem optado (e bem) por uma campanha baseada nas ideias, nos projetos e no contacto com os cidadãos, sem entrar em “guerras” de palavras e de acusações, mas apercebemo-nos que existe um desconhecimento profundo sobre a gestão desta autarquia que, de forma leviana e incompetente, levou à atual situação de dívida. A JS, no seu jeito interventivo e irreverente, quer denunciar aquilo que o atual executivo tenta “mascarar”, surgindo assim a ideia de enviar um cheque à população, porque embora esta dívida resulte da gestão danosa do PSD, nos últimos 20 anos, são os munícipes de Valongo que a vão pagar, com cada equipamento que se encerre, com cada lâmpada que se apague. 60 milhões de dívidas não têm justificação, não podem ser escamoteados e têm de ser denunciados”. Para a dirigente juvenil “uma Câmara existe para servir os cidadãos e prestar um serviço público, não existe para dar prejuízo muito menos em montantes que hipotecam durante anos a fio o concelho e a qualidade de vida dos cidadãos. Uma câmara deve apresentar obra mas com boas contas e gestão competente. Neste caso específico sabemos de onde veio a dívida e qual o montante, mas onde está a obra? Onde está? Nas avenidas fantasmas? Nas centralidades tão anunciadas e que resultaram num total fracasso? Nos mais de 92 processos que correm no tribunal contra a Câmara, muitos deles por favorecimento a empresas e empresários? Sobre a utilização do dinheiro, refere Ana Raquel Martins “também nós queremos saber isso. Presumimos e parte dele sabemos para onde foi, mas só após a mudança é que saberemos com mais pormenor. Claro que nos últimos anos governou-se, não para garantir e melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos, mas ao contrário, governou-se em favor de uns em detrimento de outros. A divida era evitável,sem a mínima dúvida. Temos, felizmente, vários exemplos de municípios com obra feita, sem endividamento e que pagam a fornecedores e empresas a horas”. Acerca das políticas de juventude do atual executivo, a presidente da JS Valongo refere que “as opiniões, para não serem fraudulentas, devem ser baseadas em dados concretos. Ora, este executivo não apresenta qualquer política para a Juventude, logo é difícil tecer uma opinião sobre algo que inexiste. A JS defende uma política estruturada para a Juventude, com sede

própria no Conselho Municipal da Juventude, donde deverão ser emanadas as orientações para essa mesma política. E não nos bastamos com medidas avulsas ou torneios de qualquer um desporto. Temos uma ideia concreta sobre o que queremos para a juventude em Valongo porque falamos e discutimos diariamente com a juventude. Seja nas escolas, nas associações, nos eventos que promovemos ou no próprio contacto de rua. É necessária uma intervenção estruturante e transversal que aglutine desporto, cultura, solidariedade, empre-

go, empreendedorismo e, acima de tudo, participação da juventude nas escolhas do Concelho. Queremos e lutamos por uma juventude interventiva e participativa. É esse o nosso objectivo”. No que concerne à participação da JS na campanha, Raquel Martins responde que se pode esperar tudo e nada. “Tudo que incite a juventude a um sobressalto democrático contra o atual estado deste Concelho e nada

que coloque em causa um desenvolvimento sustentado do nosso Concelho. Não exigimos obras faraónicas, contentamo-nos com a abertura do executivo às nossas propostas e sugestões. Só o facto de sermos ouvidos, parece uma meta irrealista para o atual executivo e isto tem de mudar”. Sobre as expetativas para as eleições de 29 de Setembro, a responsável responde que está convicta de

um bom resultado: “contactámos diariamente com as pessoas e notamos que os cidadãos do concelho estão cansados desta gestão insensível e irresponsável. Os cidadãos querem governantes que trabalhem para garantir o seu bem-estar e qualidade de vida e já perceberam que não é com este executivo que o conseguirão”.

Delgado Móveis na rota da qualidade A Encasa, marca registada da empresa Delgado Móveis, ultrapassou fronteiras para além do concelho de Valongo, sendo já presença em vários países. Com 24 anos de existência nesta industria com duas lojas abertas ao público abriu em 2000 também em Paços de Ferreira, e tem vindo paulatinamente a marcar o seu lugar. O gerente, José Delgado, desde os 12 anos que trabalha em mobiliário e não tem medo de desafios, embora saiba que “há que ter cuidado com os investimentos, porque o mercado está em permanente evolução”. Depois da aposta em novas instalações fabris, o desafio agora é a internacionalização, sendo que fatia importante da produção é já para outros mercados como os de França, Espanha, Suiça, Noruega e Angola. As novas instalações, certificadas e com licença de utilização industrial, possuem o mais moderno equipamento para um produto de qualidade assim como todas as condições de laboração, quer no que respeita o ambiente, quer no que respeita os trabalhadores. A Delgado Móveis tem tido grande preocupação com o ambiente e daí usar na sua atividade madeira proveniente de florestas sustentadas. A oferta é vasta, com uma gama diversificada de modelos exclusivos em mobiliário para habitações, hotelaria e escritórios. A estratégia da empresa foi alterada com a dificuldade de escoamento de produto e a aposta atual tem sido uma parceria com um grupo que está a construir hotéis em Paris, Argélia e outros países. Atualmente a percentagem de exportação é de cer-

ca de 30%. Quanto ao futuro, José Delgado vê alguma luz ao fundo do túnel, referindo que “este ano aumentamos cerca de 10% as vendas, o que prova que estamos no caminho certo”. Com duas dezenas de funcionários a Delgado Móveis até pode necessitar, a curto prazo de novos funcionários, devido ao aumento da procura. Com várias encomendas em carteira que fazem prever um contínuo aumento de trabalho, embora José Delgado acredite que “esse crescimento também se deve ao encerramento das fábricas com menos capacidade de resistência. Acho que a pior fase já passou”. Nas instalações da fábrica em Sobrado, a Delgado Móveis Encasa possui uma área de showroom com cerca de 500 metros e com peças interessantes a preços com desconto que pode ir até aos sessenta por cento.

“Falta de incentivo da autarquia” O empresário queixa-se da falta de apoio das autarquias locais, sobretudo da Câmara Municipal de Valongo, referindo que “não há qualquer incentivo e com as dificuldades que a Câmara nos tem criado, parece que nos querem empurrar do concelho para fora, mas nós temos resistido. Durante mais de 20 anos de existência nunca tivemos qualquer incentivo ou apoio. No que se refere a projetos, a situação é complicada, sempre que apresentamos propostas, as respostas foram sempre negativas e nunca nos deram alternativas. A situação deixame um bocado triste e desiludido,

porque as autarquias locais devem incentivar os empresários locais. Tenho instalações comerciais em Paços de Ferreira e a situação é muito diferente. Por exemplo quando o IMI foi alterado, fui convidado, assim como todos os empresários que estão instalados naquele concelho, para uma reunião alargada para se debater o assunto. A Câmara ouviu os nossos anseios e esteve ao lado dos empresários. No concelho de Valongo tenho duas fábricas e uma loja e nunca fui convidado para abordar qualquer tema. Há diferença de atitudes e posturas entre as duas câmaras, que até são do mesmo partido”.

Candidatura autárquica

José Delgado integra a lista do PS à União das Freguesias de Campo e Sobrado, como número dois. As razões para esta integração têm a ver com “a amizade de longa data com Alfredo Sousa. Ele convidou-me e acho que ele é a pessoa indicada para estar à frente das duas freguesias. Por outro lado tenho razões de queixa da actual Câmara e essa foi mais uma razão para ter aceitado o convite para este desafio. Se puder contribuir para uma mudança, farei os possíveis. Este concelho precisa de mudança, de renovação e precisa urgentemente de um novo rumo”

Página

14


Educação/Desporto

12 setembro de 2013

Entrevista a Orlando Rodrigues, diretor do Agrupamento de Escolas de Campo

Um novo ano escolar, uma esperança renovada No início de mais um ano letivo, com preocupações acrescidas para alunos, encarregados de educação e professores, o JNV ouviu o diretor do Agrupamento de Escolas de Campo, Orlando Rodrigues. JNV- Está tudo pronto para o arranque do novo ano escolar? OR - O arranque do novo ano escolar, que agora começa, acontece cada vez mais de forma atempada e organizada. As escolas têm já uma experiencia necessária para manter uma organização perfeita para o arranque do ano lectivo. Desde há alguns anos que o ministério da educação coloca a maioria dos professores atempadamente e as aulas começam com tranquilidade na segunda semana de Setembro. O arranque do ano lectivo é cada vez mais um problema resolvido. JNV - Sente os professores motivados e confiantes? OR - Para os professores mais uma vez, este ano letivo, começa com o problema da insegurança no emprego e a falta de emprego. É dramático ver os milhares de professores que todos os anos vivem esta situação e este ano de uma forma ainda mais grave. São muitos os docentes que todos os anos ficam sem colocação na escola fruto de medidas cada vez mais restritivas do ministério da educação quer no número de alunos por turma, quer no desenho curricular, quer ainda noutras medidas que levam a uma diminuição muito grande no número de professores. Todos estes professores dão muito às escolas e aos alunos e não vêm reconhecido o seu trabalho e a sua dedicação ao ensino. É urgente repensar a situação destes milhares de docentes. JNV - E como encaram os alunos o regresso às aulas? OR - Para os alunos o início do ano escolar é um misto de magia e emoção com a alegria de encontrar os amigos, os professores e a escola onde passam muito tempo juntos. É um momento especial para todos os alunos sobretudo para os que vêm de novo. É uma nova comunidade que se forma, uma grande comunidade com muitos alunos professores e funcionários. Todas estas pessoas vão conviver no mesmo espaço durante muito tempo. JNV - E os pais? OR Para os pais este é também um dia diferente porque passam a entregar os filhos na escola confiando-os aos professores com o objectivo de que aprendam e se formem para terem sucesso na sua vida. Esta é uma confiança absoluta dos pais na escola procurando esta corresponder sempre à expectativa dos pais. É necessário compreender também as dificuldades das famílias para apoiarem os filhos na escola sobretudo as dificuldades financeiras e de tempo disponível. A responsabilização dos pais para a importância do acompanhamento dos filhos na escola também deve acontecer. O sucesso educativo dos alunos depende não apenas da escola e dos professores mas também da participação dos pais no acompanhamento do processo educativo dos

Página

15

filhos. JNV - Considera que a escola tem uma ação de apoio social cada vez mais evidente e necessária? OR - Para a escola o aluno é o centro da vida escolar em função do qual tudo funciona. Neste tempo de crise as escolas estão cada vez mais atentas às necessidades dos alunos relativamente à questão social, sobretudo a alimentação e a situação familiar. No entanto face às exigências que são feitas às escolas estas têm pouca capacidade para prestarem o apoio necessário a cada aluno porque os problemas são muitos e variados. A autarquia podia e devia, ter aqui um papel importante constituindo equipas multidisciplinares com psicólogos e assistentes sociais de forma a responder às necessidades dos alunos e das famílias libertando as escolas dessas funções para as quais não tem recursos. Este seria um apoio importante para as escolas que devem estar libertas para fazer o que sabem fazer bem que é o processo de ensino aprendizagem. A questão social bem podia ficar na dependência da autarquia que tem recurso para o fazer e que sabe fazer bem ou deveria saber. JNV - Existem carências e dificuldades no agrupamento escolar? OR - Existem e neste novo ano as escolas vão continuar a viver com dificuldades. As dificuldades são variadas desde logo as instalações e a sua manutenção. Vamos continuar, mais um ano escolar, com o mau estado de conservação dos edifícios escolares das escolas de Valongo nomeadamente as Escolas Secundárias de Ermesinde e de Valongo. Estas escolas que deveriam ter sido intervencionadas pela empresa Parque Escolar não o foram e por isso alunos e professores trabalham em más condições e com a limitação dos espaços. O mesmo acontece com as escolas básicas de Valongo e de Ermesinde que precisam de grande melhoria dos seus espaços. JNV - A câmara Municipal deveria intervir? OR - A autarquia que tem recursos humanos qualificados podia ser um parceiro importante das escolas na resolução dos vários problemas das instalações escolares nomeadamente os edifícios escolares e os jardins. A deficiente qualidade dos edifícios escolares destas escolas de Valongo tem levado à saída de alunos para as escolas da Maia e para as escolas de outros concelhos à nossa volta. Também aqui a autarquia poderia ter tido um outro envolvimento de forma a garantir as obras de melhoria destas escolas. Note-se que Valongo foi o único concelho à nossa volta que não teve nenhuma escola renovada pela empresa parque escolar. Deveríamos ter sido mais persistentes na exigência das obras de melhoria. No novo ano escolar, que agora começa, esperamos que haja uma melhoria significativa nos diferentes órgãos na área da educação nomeadamente o Conselho Municipal de Educação. É fundamental que este órgão exerça as

competências que lhe assistem por lei que defina a política educativa para o concelho o que não está a acontecer. As discussões precisam de ser mais profundas e com a envolvência de todos os seus intervenientes já que a educação no concelho passa pelas diferentes áreas de intervenção local. Também a Comissão de Protecção de Crianças e jovens de Valongo precisa de ter mais recursos para cumprir as suas funções de acompanhamento dos jovens e crianças em risco de abandono escolar, de violência e de marginalização. É necessário um acompanhamento mais próximo das famílias e dos alunos com uma efectiva presença no terreno de forma a tomar conhecimento real dos problemas dos alunos e das famílias e encontrar as soluções para eles. JNV - Mas a autarquia tem programas de apoio às famílias, não funcionam? OR - A Componente de Apoio à família, as CAF, quer do Pré-escolar que a autarquia entregou a outras instituições locais, quer a CAF do 1º ciclo que nas escolas de Campo está entregue à respectiva associação de pais com um bom funcionamento, entendemos que a autarquia deveria ter um papel mais interventivo, porque a competência é sua, e não o que efetivamente fez, que foi entregar pura e simplesmente esta componente, a outras entidades. Acresce que no âmbito das CAF do

Pré-escolar está o pessoal não docente que ao fim de vários anos de serviço à autarquia de Valongo esta não lhes renovou o contrato. No concelho foram mais de 100 pessoas, algumas com experiencia de trabalho, com alunos, de seis anos e que após não ter sido renovado o contrato pela autarquia as outras entidades contrataram-nas para exactamente as mesmas funções como CEI, contractos de emprego inserção, a um custo muito baixo. Esta é uma situação de grande injustiça para estes trabalhadores que são usados pelas entidades a baixo custo. Também neste ano lectivo o serviço de refeições do 1º ciclo será entregue a associações locais o que preocupam as escolas já que estas entidades não têm suporte financeiro em caso de

atraso de pagamento quer do ministério da educação quer da autarquia. Verifica-se desta forma que paulatinamente a autarquia de Valongo está a abandonar o exercício das suas competências em matéria de educação. JNV - Qual tem sido a atenção dada pela Câmara à educação? OR - Neste novo ano escolar que agora começa gostaríamos que a educação fosse um desígnio no concelho de Valongo, que fosse uma prioridade, o principal investimento no sentido da melhoria das qualificações dos cidadãos de forma a fazer de Valongo um concelho desenvolvido e com futuro. O futuro de Valongo passa essencialmente pela qualificação das pessoas.

Patinagem do Núcleo organiza festival dia 28 A Patinagem Artística é, das várias modalidades do Núcleo Cultural e Recreativo de Valongo, uma das de maior destaque, pelos resultados evidenciados ao longo dos anos. A sua credibilidade é sustentada pelo vínculo que mantém à Associação de Patinagem do Porto e à Federação Portuguesa de Patinagem. Atualmente, conta com vinte e cinco atletas, preparados física e artisticamente pela treinadora Cláudia Martins. A maioria dos atletas são raparigas, o que se justifica, por um lado, pelo facto de os rapazes valonguenses amantes de patinagem procurarem mais frequentemente singrar no hóquei em patins, pela tradição da modalidade em Valongo, e por outro lado pelo estigma que muitas vezes atribui feminidade à modalidade. A secção sobrevive à custa das mensalidades dos atletas e de patrocínios concedidos por diversas entidades / empresas. Os treinos, que até agora se realizavam no Pavilhão Municipal de Valongo, passarão a repartir-se por este espaço e pelo novo pavilhão de Campo, o número dois, que

será inaugurado no próximo sábado, dia catorze. Os atletas, federados, treinam em dois grupos distintos, devido à especificidade e às exigências dos níveis de competição em que se encontram e participam em provas de promoção, campeonatos, torneios e festivais. No próximo dia vinte e oito, sábado, pelas dezassete horas, realizaremos o nosso XII Festival, no Pavilhão Municipal de Valongo. Trata-se de um evento no qual os atletas têm oportunidade de, em clima de festa,

proporcionar um espetáculo de qualidade à comunidade local, no qual exibem muito do que vão alcançando ao longo de um ano de trabalho e dedicação. Para enriquecer ainda mais esse espetáculo, convidámos outros clubes, pertencentes às Associações de Patinagem do Porto, do Minho e de Aveiro. Aproveitámos para apresentar aqui o nosso convite a todos. Venham assistir ao nosso festival!


12 setembro de 2013

Publicidade

Visite na Expoval, em Ermesinde, de 12 a 15 de setembro o Espaço BNI Elite (Stands 51,52 e 53) e conheça algumas das empresas que fazem parte do BNI Elite. Faça perguntas, saiba mais sobre o BNI e sobre as empresas que o integram. Recorde-se que as reuniões do BNI Elite são no restaurante Regional Valonguense, às terças feiras, das 6h45 às 8 da manhã. Givers Gain - Dar para receber

Visite-nos na Expoval e nas nossas instalações em Valongo

Ultima


JORNAL NOVO DE VALONGO 12 SETEMBRO