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dizCURSO • número 20•Maio de 2013

INÍCIO

EDITORIAL Caros colegas, Com votos de que o vosso semestre esteja a correr da melhor forma possível, assim vos apresentamos a última edição do dizCURSO, deste ano letivo. Eis que o semestre está a acabar, e chega agora uma época particularmente “especial”: A época de exames! Para esta

ÍNDICE

jornada desejamos, desde já, boa sorte a toda a comunidade dequiana! Muitas foram as actividades realizadas pelo NEDEQ/ AAC nos últimos

meses de Abril e Maio, que o

dizCURSO aqui pretende destacar, a começar pela

> NÚCLEO páginas 3 a 5,13 e 14.

famosa e deslumbrante segunda edição da Gala Reatores D’ouro que, acompanhada de um caloroso e apimentado jantar, e com apresentadores igualmente

>ACADEMIA páginas 6 a 10

“calorosos”, juntou professores, investigadores, funcionários e alunos, num evento festivo, digno de ser recordado. Aqui, serão contados todos os pormenores da

> CONHECER COIMBRA/ACADEMIA páginas 11

organização desta festa que, diga-se de passagem, superou quaisquer expetativas: Parabéns ao pelouro da Cultura!

> FACULDADE página 12

Também neste mês, se realizou a tão tradicional Queima das Fitas, e o dizCURSO quis saber quais as primeiras impressões dos caloiros e tudo o que eles sentiram nesta primeira experiência, enquanto estudantes de Coimbra. Destaque ainda para as actividades desportivas realizadas pelo pelouro de Desporto do NEDEQ/ AAC: a liga NEDEQ e o torneio da Sueca. Ambas actividades de enorme sucesso, com destaque para a Liga: rapazes e raparigas em campo, enquanto que uma plateia repleta de pessoas, semana após semana, animou o ambiente e torceu pelas várias equipas. Foi, sem dúvida, um grande evento! Nesta edição, destacam-se também os tradicionais artigos de opinião, em diversas temáticas: vale a pena ler! E claro, não poderiam faltar as crónicas do José “Freitas” Lobo, mas desta vez em relação ao torneio da Sueca: digno de se ver! Resta-nos desejar uma óptima leitura e, mais uma vez, uma “fantástica” época de exames: não se esqueçam, o Verão está quase aí! Saudações Académicas, João Miguel Santos (Colaborador do Pelouro do Jornal do NEDEQ/AAC)

> HUMOR E PASSATEMPOS páginas 15


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Os preparativos para II Gala de Reatores de Ouro

NÚCLEO //3

“a fasquia alta” que derivou do sucesso do evento organizado pela primeira vez no ano de 2012. Como principais preocupações, estavam “a conciliação dos tempos entre as apresentações e os jantares” e também o “elevado grau de

Mesmo antes da II Gala de Reatores de Ouro do Departamento de Engenharia Química, o dizCURSO foi saber como se sentiam os organizadores e quais as suas perspetivas para o tão ansiado evento. Os alunos do 5º Ano Marta Moura e Sérgio Miranda, elementos do Núcleo de Estudantes do Departamento de Engenharia Química (NEDEQ), ficaram encarregues de organizar a Gala de Reatores de Ouro, evento que decorreu pela segunda vez na história do Departamento de Engenharia Química (DEQ).

organização”, elementos necessários para que tudo corresse bem. Relativamente à adesão ao evento registada na altura, “foi pouca, mas, tendo em conta o preço e a aproximação da semana da Queima das Fitas, é compreensível”, disse Marta. Ambos diziam acreditar que foi a “maior divulgação” face ao ano anterior que, ainda assim, fez com que o número de participantes fosse considerável. Foi com pena que Sérgio disse que “os funcionários não aderiram”, visto que houve a preocupação de, à semelhança do ano passado, incluir toda a comunidade do DEQ na cerimónia e na distribuição de prémios. Marta e Sérgio manifestaram com um sorriso sonhador que os seus desejos eram “que o evento corra bem, que seja divertido, uma noite agradável”. Ainda que a parelha, com humildade, dissesse que “não vai ser perfeito, visto que não somos profissionais”, o dizCURSO acreditou que, com tanta dedicação, a Gala só poderia ser um sucesso. Mafalda Cardoso

Na altura em que o dizCURSO foi falar com os organizadores, pouco se sabia sobre este evento. A comunidade do DEQ tinha conhecimento que, este ano, a Gala decorreria sob a forma de um jantar, durante o qual se apresentariam os prémios, com algumas surpresas reservadas! É evidente que esta evolução face ao ano passado, em que o jantar não estava incluído no evento, trouxe bastante trabalho a esta dupla incansável… Foi num dos poucos momentos de descanso destes dois alunos empenhados no associativismo que o dizCURSO conseguiu “apanhá-los” de surpresa e averiguar como estavam a decorrer os preparativos para a Gala. Em ambos os olhares, podia detetar-se alguma ansiedade, dada


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NÚCLEO

II Gala de Reatores de Ouro Como não poderia faltar a noite foi sendo iluminada pelos Pelo segundo ano consecutivo realizou-se a gala Reacto-

flashes das câmaras que circulavam pela sala e cujos fo-

res d’Ouro do Departamento de Engenharia Química da

tógrafos foram variando incluindo até o Professor Doutor

Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de

Marco Seabra que não resistiu a mostrar os seus dotes de

Coimbra.

fotógrafo.

A gala deste ano decorreu nuns moldes diferentes dos da

Por entre piadas, trocadilhos acerca do curso e do depar-

primeira edição. A ter lugar no centro cultural D. Dinis, a

tamento e também por entre palavras cuidadas de moti-

Gala, além da tão esperada entrega de prémios, decorreu

vação e força para enfrentar as intempéries que assolam o

ao sabor de um belíssimo jantar servido pelos serviços da

País, a noite decorreu lindamente na companhia de ami-

acção social da universidade de Coimbra.

gos, colegas e professores.

Com a animadíssima e sempre calorosa apresentação de

Para marcar o final da gala o NEDEQ preparou uma sur-

Sofia Portugal e João Carrageta a glamorosa noite foi de-

presa que, em jeito de oração, fez descer sobre a aluna

correndo contando com a sucessão dos vários vencedores

Marta Moura a célebre cantora Madonna que, por mo-

de cada categoria que se deslocavam ao palco para agradecer o premio que lhes fora atribuído.

mentos chegou mesmo a trasladar-se para o corpo de João Carrageta. Foi neste tom de um gospel muito desafinado que pôs toda a divertidíssima sala de pé que se deu A destacar também foram os momentos de espectáculo

por terminada a II edição da Gala Reactores D’Ouro.

levados a cabo pela banda constituída pela Priscila Martins, Ricardo Mendonça, Diogo Mason e Kevin Neves e

Vencedores:

ainda a participação da Fanfarra .

Aluno do ano: Pedro Maximiano Caloiro do ano: Priscila Martins Aluno mais dinâmico: Denise Costa Melhor presidente do núcleo: Daniel Marcos Professor do ano: Prof. Lino Santos Funcionário do ano: Sr. António Amado Investigador do ano: Rui Martins Erasmus do ano: Dominika Forbot Melhores slides: Prof. Rosa Ferreira Esponja do ano: Ricardo Mendonça Melhor sotaque: Isabel Gonçalves


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Alguns momentos da gala...

NÚCLEO//5


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Queima das Fitas de Coimbra 2013 “TEMPO DE PARTIDA, SORTE EM TER-TE P’RÁ VIDA” – este foi o lema da última Queima das Fitas da cidade de Coimbra, que decorreu entre os dias 3 e 10 de Maio. De facto, como estudante de Coimbra, tem sido uma grande sorte e honra ter para a vida grandes momentos como este, ano após ano. Mais que qualquer cartaz, mais que qualquer atração no Parque das Canções, o que importa mesmo são as grandes amizades e os momentos que se vivem durante esta semana: os grandes jantares, as grandes noitadas em companhia daqueles que, todos os dias, partilham o dia-a-dia de faculdade e fazem destes momentos ainda mais especiais (os amigos p’rá vida). Sendo a Queima das Fitas um momento tão marcante e tradicional da cidade de Coimbra, é normal que as emoções venham à “flor da pele”, e se vejam pessoas abraçadas a chorarem e a fazerem grandes declarações de “amor e amizade” umas às outras - não, não é o álcool a falar por elas – é sim a necessidade que elas têm em expressar todas as suas emoções que viveram ao longo de um ou vários anos. O agradecimento por Coimbra, o agradecimento aos amigos, o agradecimento à família, são tudo questões que levam, cada estudante de Coimbra, a uma reflexão interior nesta altura, nem que essa reflexão se dê de forma inconsciente, enquanto se bebe uma cerveja. Sim, a cerveja – o agradecimento à sagrada cerveja – bebida indispensável que alimenta muito boa gente durante esta semana. Semana que, depois de uma agradável e memorável serenata, teve início na quinta-feira, dia 3 de Maio, com as habituais noites no parque. Já no Domingo, dia 5 de Maio, aconteceu o tão tradicional cortejo – muita animação e críticas ao Governo marcaram o mesmo, e claro – a cerveja não faltou! Vários anos de esforço, dedicação e empenho resultaram em 86 carros alegóricos neste ano que, das Químicas ao Mondego, permitiram a muitos viver bons e significativos momentos: para uns era o primeiro cortejo, para outros era o último – significados e sensações diferentes, mas ambas marcantes! Neste mesmo dia, numa tarde em que o sol não deu tréguas, os banhos de cerveja foram uma constante - a cidade de Coimbra enchia-se assim de cor, de sons, de movimento e de milhares de pessoas a assistirem. No decorrer do cortejo, foram muitos os cânticos, foram muitas as bengaladas às cartolas dos finalistas – no final, uns lembram-se do cortejo, outros nem por isso, resultado de perdas de memória pontuais, sabe-se lá porquê. Sem dúvida, mais um grande cortejo para recordar (os que se lembram dele, claro)! Quanto às noites, a atração principal neste ano foi o Hardwell, na quartafeira, dia 8 de Maio, noite marcada por uma grande loucura do público, e claro: muita dança e animação. Acaba a noite e todos pareciam uns “pintos a chapinhar num lago” – porque seria? Esperem, estaria a chover? – Se estava, acho que ninguém deu conta. Mas não foi só do Hardwell que a Queima viveu – vários foram os nomes que merecem destaque: Expensive Soul, DJ Ride, Xutos e Pontapés, Linda Martini, Quim Barreiros, MastikSoul, Richie Campbell, Capitão Fausto, Amor Electro, Gogol Bordello,


ACADEMIA

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levaram à loucura todos os estudantes, noite após noite. Para além destes, há que salientar as tão tradicionais e importantes tunas, das várias faculdades da Universidade de Coimbra, que todas as noites faziam brilhantes atuações. Muitas vezes estas não são devidamente reconhecidas e valorizadas, por determinadas entidades, mas uma coisa é certa: fazem parte do melhor que Coimbra pode oferecer! Perante esta queima tão “atribulada” e com tantas tropelias saudáveis, eis que o DizCURSO foi ao encontro de vários caloiros do departamento e quis recolher opiniões: como terá sido a sua primeira Queima das Fitas de Coimbra? Que emoções sentiram? O que mais gostaram? O que este momento significou para eles? Eis que surgem algumas opiniões (e diga-se de passagem: todas elas marcantes, emocionantes, hilariantes e contagiantes). Para além disso, o DizCURSO também quis saber como foi esta queima para os alunos finalistas, e que emoções finais viveram. Fiquem agora com todas essas opiniões – quanto a mim, até à próxima queima! João Miguel Santos

Como CALOIROS... É sempre um desfio respon-

“Como caloiro, e estudante

der à pergunta “O que foi

de Coimbra, um dos mo-

para ti a Queima?”, princi-

mentos que mais ansiava era

palmente quando se vive

sem dúvida a Queima das

algo assim pela primeira

Fitas. Foi uma semana mar-

vez. Há uns tempos li um

cante e ao mesmo tempo

texto de um caloiro que

misteriosa. A aventura co-

falava sobre o seu caminho

meçou quando pela primeira

por Coimbra este ano e uma das coisas que percebi que seria geral a todos os caloiros é a importância do momento em que vestimos o traje académico pela primeira vez. Este momento é, sem dúvida, uma explosão emocional. Sentimos finalmente que fazemos parte de um curso, de uma faculdade, de uma grande academia e, principalmente, de uma fantástica cidade. Não esquecendo todos os momentos passados nessa semana, desde as noites no parque a delirar com as tunas ou com músicas que no dia-a-dia nunca ouviria, à massa que nos persegue em todos os jantares, o momento que de certeza “levo comigo prá vida” foi toda a noite da Serenata Monumental. O momento em que depois de um atribulado, mas sempre mítico, jantar de curso, alguém me leva a mim e a outro colega a ouvir a Serenata e me diz “não podia deixar passar este dia sem que vocês percebessem o que é uma Serenata. Por favor, não deixem Coimbra sem assistir a um momento destes como deve ser”. É claro que isto seguido de um traçar de capa, junto das pessoas que mais marcaram esse ano é inesquecível. A primeira queima, mais do que o próprio nome indica, é a entrada oficial nesta grande academia. Priscila Martins

vez ouvi os acordes da guitarra portuguesa, junto à Sé Velha, já com capa e batina sob ombros. A semana prosseguiu e todos os dias a agitação junto do Mondego era calorosa, o gaudio contagiante e o espirito de academia bem presente. Viam-se trajes da cor do barro, pessoas a tentar pescar trutinha, jovens a jogar às escondidas e discussões pela conquista de guardanapos. Nesta semana o que mais gostei de fazer no parque da QF foi observar um planeta que passou junto da Terra. E para completar de forma astuciosa este puzzle de comoção, no domingo vivi como caloiro mais um enorme momento: o Cortejo da Queima das Fitas. Foi uma semana marcada pelo companheirismo, tropelias, contas matemáticas difíceis e muita satisfação. Tenho a agradecer com todas as energias aos doutores e amigos que me acompanharam nesta viagem, não de bicicleta, mas de emoções. Agradecimento especial aos meus patrocinadores, e àqueles que no momento certo não me deixaram a patinar. Um palavrão e um beijo!” Marco Ferreira


//8ACADEMIA

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“Quando dei por mim na

“A experiência da primeira

Queima das fitas é que real-

Queima foi espetacular! A

mente me apercebi do quão

noite da Serenata, o traçar da

rápido isto estava a passar.

capa, foi dos melhores mo-

Parecia ter sido ontem a pri-

mentos que já vivi em Coim-

meira vez que pisei o DEQ, e,

bra, e é algo que nunca vou

no entanto, já estava na mo-

esquecer. Eu nunca tinha ido

numental serenata de capa e

a uma semana Académica,

batina.

nunca tinha estado num

Sendo de Coimbra, já tinha ouvido e presenciado algumas queimas das fitas, mas só agora, como caloira e estudante universitária, é que dou o devido valor e grandiosidade a esta semana. A queima das fitas foi a verdadeira porta de entrada para os anos que me esperam! Foi sentir o orgulho e o carinho que os nossos padrinhos sentem por nós, no momento do “traçar da capa”. Foi presenciar tudo o que sempre sonhei: o meu primeiro cortejo, a minha primeira serenata. Foram noites intermináveis, pequenosalmoços de madrugada, reencontros e novos encontros. Foi chorar no fogo de artifício de felicidade por ter tão bons colegas, tão bons amigos, tão bons companheiros e

recinto da Queima, não fazia ideia como era um Cortejo da Queima, por isso, para mim foi tudo novo, e adorei! As noites no recinto, muitas delas envergando capa e batina, passadas com aqueles a quem já chamo amigos, e ao sair ver Coimbra nascer, é algo que tem um sabor especial. Os jantares eram o começo da noite e uma das melhores partes, sem dúvida. Na Queima acontecem coisas únicas que só nela podem acontecer, e que um dia mais tarde, quando olharmos para trás, nos vão fazer rir e ter saudades dos bons momentos que passamos em Coimbra. “Segredos desta cidade levo comigo p’ra vida”. Coimbra tem, sem sombra de dúvida, outro encanto.”

sentir a tristeza de estar a acabar. Foi viver Coimbra de

Cláudia Grilo

uma maneira que só quem cá está consegue compreender.” Joana Lima

à vista, brincos ou até mesmo se usávamos a camisa de fora das calças ou deixávamos a gravata em casa. O jan-

“Quando saímos à rua pela primeira vez de capa e batina sentimos que é algo fantástico e de facto é, pois estamos a representar uma grande academia. Sentimo-nos mais Homens, estamonos sempre a ver ao espelho, a ver se esta tudo bem e sempre muito preocupados com a nossa apresentação. Depois quando caminhamos pelas ruas dános a sensação que somos o centro das atenções e que toda a gente está atenta aos nossos passos, ao nosso comportamento. Será que as pessoas realmente reparam em nós ou é tudo impressão nossa? Na minha opinião elas observam tudo o que nós fazemos e rapidamente se apercebem que somos caloiros, pela maneira um pouco desleixada com que andamos ou usamos a capa. No dia da serenata todos os doutores e veteranos se preocuparam antes do jantar em ver se seguíamos as regras da praxe, se tínhamos pulseiras

tar e a noite desse dia são muito especiais para cada caloiro e para os doutores que, pela primeira vez, traçam a capa aos seus afilhados. Trata-se de um dia que fica marcado para as nossas vidas! Traçam-nos pela primeira vez a capa no decorrer da serenata ou junto à porta férrea. Sentimo-nos um pouco desconfortáveis no inicio mas rapidamente nos habituamos. (Tenho muita pena de não ter ouvido a serenata toda). A Queima em si começa na noite da serenata, mas as noites do parque são o mais esperado por todos os estudantes desta brilhante academia. Esta Queima das fitas 13 acaba por ter sido a minha quarta queima das fitas em coimbra, dado a minha residência, mas decerto que esta teve um sabor especial Desde jantares em casa deste ou daquele, acabávamos por nos encontrar todos à entrada ou até dentro do recinto, bebíamos uns copos e convivíamos, uns dias de capa e batina, outros dias vestidos normal...de sapatos ou sapatilhas (por falar em sapatilhas ainda tenho umas que já aguentaram estas 4 queimas).


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Quanto ao cortejo não estava nada a espera de ser o que foi: cheguei e levei logo com um banho de cerveja, para arrefecer um pouco as ideias. De resto tudo correu dentro do normal, fizemos o dito percurso sempre com as mãos ocupadas com o copo CHEIO e a cumprimentar familiares e conhecidos.

ACADEMIA

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Felicidade para todos, em especial para os doutores do terceiro ano e finalistas, quer pelo que nos proporcionaram durante o cortejo, quer no recinto. Já aos finalistas, que entrem com o pé direito no mercado de trabalho e que nunca se esqueçam destes caloiros.”

Faço um balanço muito positivo deste cortejo. Agradeço

Rafael Monteiro

a todos os que fizeram com que esta semana se tornasse muito especial, aos que me traçaram a capa e aos que me aturaram durante longas noites.

Como FINALISTA... ‘Como foi a tua última queima?’. A resposta a esta pergunta é bastante simples: Única, no entanto igual às últimas 5. Todos sabemos que cada queima é única, mas a intensidade vivida é sempre a mesma. Sempre vivi cada queima seguindo as tradições dos respectivos anos e isso permitiu-me aproveitar todos os momentos que os festejos da vida académica oferecem. No entanto, ir cartolada no Cortejo, isso sim, não há palavras para descrever tanta emoção, tanta alegria. Com a família e os amigos ao teu lado, a comemorarem um momento tão importante na minha vida futura, percebi finalmente o significado da Canção de Coimbra. Coimbra não é apenas uma cidade, uma Universidade. Foi no fim que descobri que Coimbra é o coração da minha alma, onde todos meus os amigos, momentos e segredos, levo realmente para toda a vida. Aproveitem todas as oportunidades e momentos que vos surjam, mas lembrem-se, aproveitar não significa beber. Aproveitar significa cada abraço sincero, cada sorriso sincero, cada momento passado com os teus amigos e academia. No fim da vida académica são esses momentos que prevalecem, que ficam. No fim, comemora. No fim, chora. O meu pensamento de finalista: nunca haverá uma última Queima das Fitas em Coimbra. Patrícia Castro


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Artigo de opinião - A apatia não constrói Homens Recordo-me de ouvir numas jornadas pedagógicas que em Coimbra não se formavam só profissionais, mas mais que isso, formavam-se Homens. E esse pensamento que já me acompanhava passou a acompanhar ainda mais, uma vez que percebi ser um sentimento colectivo. E porque é que isso, sendo verdade, acontece? Claramente pela dinâmica da própria cidade e por tudo o que nela se vive. Acontece porque Coimbra é capaz de fazer gerar aquilo que nenhuma outra cidade faz gerar. Para mim, um dos maiores impulsionadores dessa construção de Homens, em detrimento da formação exclusiva de profissionais, é a Associação Académica de Coimbra (AAC). A AAC é um misto de cultura, desporto, tradição, defesa dos estudantes, apoio e tantas outras coisas que a tornam única não só no país, mas também no resto do mundo. Dentro do universo AAC não posso deixar de referir a

se Homens. Falo de sucessivos estudantes que desinteres-

contribuição do NEDEQ/AAC.

sadamente abraçam projectos e causas, muitas vezes pre-

Surgia em 2001 o NEDEQ/AAC. À semelhança de outros

judicando as suas vidas pessoais e académicas, não rece-

grupos em Coimbra e particularmente na AAC, o NEDEQ/

bendo nada em troca e não vendo reconhecido o seu tra-

AAC surge pelo desejo de actuar em prol dos estudantes,

balho, que geralmente é de qualidade e de um profissio-

surge porque a Universidade não é capaz de formar na

nalismo extremo. A apatia que se vive está a corroer os

plenitude, surge porque existe outra vida para lá de qua-

movimentos associativos. Não posso deixar de fazer dois

tro paredes, sejam elas as do antigo laboratório chímico

apelos: envolve-te e pensa. Se se diz que nós, a juventude e

ou as do novo edifício no Pólo II.

os estudantes, somos as mentes pensantes capazes de atuar

Desde então o NEDEQ/AAC foi capaz de evoluir e de fazer

no país de amanhã, então pensa e gera actividade.

o impensável. O NEDEQ/AAC é agora uma estrutura com

Não digo que a construção do Homem e não do engenhei-

peso e com dinamismo. No seio do DEQ, diria que se apre-

ro só passa pela participação num movimento associativo.

senta como entidade fulcral e crucial para determinadas

Mas passar por Coimbra e não aproveitar participar acti-

acções. Há uns anos atrás não se pensaria que o NEDEQ/

vamente nestas realidades ou não aproveitar o que estas

AAC pudesse actuar contra a Reitoria na implementação

estruturas têm para nos oferecer, desde apoio a activida-

forçada de um regulamento de Prescrição (e conseguiu-

des, é deitar ao lixo oportunidades que JAMAIS terá opor-

o), ou que fosse capaz de organizar um Encontro Nacional

tunidade de viver. Repito-o: quem passar por Coimbra e

de Estudantes de Engenharia Química em Coimbra (e

não aproveitar o que a AAC tem para oferecer, está a dei-

conseguiu-o), ou que organizasse actividade de enrique-

tar oportunidades ao lixo. E quando digo AAC, refiro-me

cimento extracurricular (e tem vindo a consegui-lo), ou

também ao NEDEQ/AAC.

que dinamizasse actividades lúdicas, desportivas e cultu-

Pergunto-me e pergunto-te: achas que a tua passagem

rais com a qualidade com que elas se apresentam (e tem

pelo DEQ sem um núcleo de estudantes ligado à AAC seria

vindo a consegui-lo), ou que tomasse para si a bandeira

igual?

da defesa pedagógica gerando bons resultados (e fê-lo e tem conseguido alguns resultados), ou que tomasse para si a bandeira das saídas profissionais (e está a fazê-lo), ou que tivesse uma palavra dentro da AAC (e tem-na). E esta acção deve-se a estudantes que ao longo destes anos decidiram sair da sua zona de conforto e também tornar-

Daniel Marcos

(danieltmarcos@gmail.com) Nota: A fim de evitar más interpretações, este texto não pretende ser um

elogio (ou também auto-elogio) ao dirigente associativo, mas sim uma reflexão da forma como as estruturas associativas devem ser encaradas.


CONHECER COIMBRA / ACADEMIA

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Mesmo ao teu lado…

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ilustres representantes da cidade, da Universidade e da Academia. Nos seus 130 anos de história, tem man-

Enquanto uma das primeiras capitais de Portugal e sede da mais antiga universidade Portuguesa, Coimbra tem sido ao longo dos séculos um importante centro musical. Historicamente, a Sé Nova, o Mosteiro de Santa Cruz (fundado por D. Afonso Henriques) e a Universidade (com aula de música desde 1323) constituíram os principais centros de produção e prática musical. O fado de Coimbra está intimamente ligado às tradições académicas e caracteriza-se por uma guitarra com uma estrutura, configuração e afinação própria. Nomes como Adriano Correia de Oliveira e Zeca Afonso, cantores e poetas da resistência à ditadura, revolucionaram a música tradicional portuguesa. É ainda ligado ao Fado de Coimbra que temos a mais emblemática casa de Fados; O Centro Cultural à Capella. Onde numa antiga capela do Séc. XIV, reúnem-se todas as noites os melhores músicos da atualidade fadística! Na música ligeira contemporânea, particularmente em géneros como o rockabilly e o blues, surgem vários nomes associados a Coimbra. Desses, são exemplos JP Simões, Legendary Tiger Man (Paulo Furtado, vocalista dos WrayGunn), os WrayGunn e os Bunnyranch.

do ao elevado número deste tipo de formação na cidade. Destacam-se, entre os académicos,

o

Orfeon Académico de Coimbra, o Coro Misto da

Universidade

de

Coimbra e o Coro da Capela da Universidade de

nhecida no panorama da cidade e do país. É o coro mais antigo de Portugal, em atividade, um dos mais antigos da Europa e foi o primeiro coro português a cantar na Basílica de S. Pedro. Em 1956, o papel da mulher foi reconhecido na música da Universidade de Coimbra pelo Coro Misto da Universidade de Coimbra (CMUC), o coro misto, em atividade, mais antigo da Academia. De facto, não se permitia até aí às mulheres a participação em grupos musicais. Outro ícone incontornável da cena musical, cultural e académica conimbricense é a Orxestra Pitagórica. Não só pela sua antiguidade, mas, sobretudo, por representarem aquilo que de mais genuíno deve haver num estudante de Coimbra: espírito crítico, irreverência e muito boa disposição. As primeiras atuações da Orxestra Pitagórica, foram realizadas no final do século passado. Em tom de curiosidade, dos seus últimos 25 anos de vida, sem interrupções, a Orxestra Pitagórica já percorreu todo Portugal de norte a sul, ilhas, e vários programas de televisão. Lá por fora, Espanha, França, Itália, Cuba e Repúbli-

Coimbra é ainda considerada uma "cidade de coros", devi-

coros

tido uma presença reco-

Coimbra.

Outros

agrupamentos

ativos

são o Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, o Coro D. Pedro de Cristo, o Choral Poliphonico de Coimbra e o Coro Aeminium. O Orfeon Académico de Coimbra (OAC) é um dos mais

ca Dominicana, foram os países visitados. Por duas vezes venceu o extinto festival Grito Académico Super Bock, que só teve três edições. Já editou um trabalho fonográfico

denominado "a2=b2+ c2" quando comemorou o seu primeiro centenário. Teresa Cernadas


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//12 FACULDADE

Inovações na Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra O desafio lançado pela World Aquaculture Society, em

Além do estágio, com viagem e estadia asseguradas pela

parceria com a NOVUS, uma das maiores empresas

empresa, o jovem da UC recebeu ainda um prémio sim-

mundiais de produção e investigação em aquacultura, a

bólico de mil dólares. João Rito afirma que o que mais o

alunos de Mestrado e Doutoramento de todo o mundo, procurava um projeto científico que visasse simultaneamente a redução de custos e aumento de produção, amenizando o impacto ambiental em aquacultura, de modo a que esta se torne mais sustentável. João Rito, aluno de Doutoramento em Biociências na Universidade de Coimbra, concorreu com o seu projeto de investigação, intitulado "Glycerol as a novel feedstock supplement for sparing of dietary protein catabolism and thus reducing feed cost", que «visa testar a inclusão de um subproduto da produção de biodiesel, o glicerol, nas dietas para peixes». A dieta experimental proposta pelo jovem investigador

estimula é «a oportunidade única de conhecer e traba-

de Coimbra dá resposta aos requisitos do concurso por-

lhar com cientistas de topo mundial na área da aquacul-

que, explica João Rito, «a dieta alimentar tradicional dos

tura, participando nos projetos de investigação já a de-

peixes de aquacultura é feita à base de muita proteína, o

correr neste centro. Vou aprender muito porque eles

que apresenta dois grandes problemas para os produto-

trabalham com espécies que nós não temos e utilizam

res: é muito dispendiosa e liberta, por via de dejetos,

tecnologias que não existem em Portugal e mesmo na

compostos azotados muito poluentes que são libertados

Europa».

para o ambiente (rios e estuários), causando impacto

Tento como orientadores os docentes Miguel Pardal, do

negativo no ecossistema».

Centro de Ecologia Funcional, e John Jones, do Centro de

A introdução de glicerol na dieta alimentar dos peixes,

Neurociências e Biologia Celular, João Rito foi também

«pode permitir a substituição de uma percentagem de

convidado a apresentar parte do seu trabalho de investi-

proteína sem prejudicar o peixe e tem a grande vanta-

gação num congresso que irá decorrer na mesma cidade,

gem de não libertar compostos tóxicos. Além disso, ainda

durante o seu estágio.

resolvemos um problema à indústria do biodiesel porque o glicerol é um resíduo e, atualmente, não há uma solução para o seu destino». João Rito confessa que, quando concorreu, a esperança de ser selecionado «era praticamente nula e vencer nunca achei que fosse possível». Mas venceu. E, em junho próximo, parte para o Vietname, onde vai estagiar um mês, no Centro de Investigação da NOVUS - Novus Aqua Research Center, na Cidade de Ho Chi Minh.

Priscila Martins


NÚCLEO

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Actividades com o teu núcleo… Liga NEDEQ

Realizou-se este semestre, e pela primeira vez no nosso departamento, a 1ª Edição da Liga NEDEQ, uma atividade organizada pelo pelouro do desporto do NEDEQ/AAC. A Liga NEDEQ consistiu num torneio de futebol de 5 com a particularidade de que cada equipa teria de ter elementos femininos, garantindo estes pontos imediatos às suas equipas se jogassem 10 ou mais minutos, sendo todos os elementos de cada equipa alunos do departamento. O formato do torneio seria campeonato com duas voltas. Foi uma actividade bastante participada e que suscitou a curiosidade por grande parte dos alunos do departamento, fazendo parte das conversas nos corredores. Participaram na Liga NEDEQ 4 equipas: os “Dominagretas”, os “S.S.C.”, os “Tasca Moca” e os “Plátanos”.

mereceu a sua medalha de campeão no capítulo individual. O vencedor do prémio melhor guarda-redes foi Rodrigo Pais que presenteou a plateia de todos os jogos com belas defesas e alguns “frangos” mostrando que até aos melhores acontece. Estão de parabéns todos os participantes desta 1ª Liga NEDEQ, principalmente as “corajosas” raparigas que sem medo e preconceito foram para o campo com os rapazes jogar futebol. Também há a agradecer a todos os elementos do núcleo que fizeram todos os possíveis para que a Liga NEDEQ corresse normalmente, bem como aos árbitros que disponibilizaram parte do seu tempo para ajudar na organização deste evento. Mais uma vez o pelouro do Desporto do NEDEQ/AAC apela ao convívio e prática de desporto entre os alunos do departamento.. Rui Churro

Viveram-se momentos de diversão e de bom convívio levantando até algumas picardias entre os jogadores, mas sempre num ar saudável de convivência e desportivismo, chegando a haver bancadas bem compostas de apoiantes que fariam inveja a qualquer competição mais “séria”. Sendo o prémio final uma surpresa a desvendar, apenas no final do torneio, garantiu-se assim a luta forte pelo primeiro lugar até ao final, havendo prémios tanto para a equipa vencedora, como para o melhor marcador e o melhor guarda-redes. Também “fora das quatro linhas”, houve emoção e interesse devido principalmente às crónicas de José “Freitas” Lobo, que trazia para fora do campo, e para toda a comunidade do DEQ, um pouco da emoção vivida em campo devido às suas crónicas. A equipa dos “S.S.C.”, composta maioritariamente por “caloiros”, fez uso do seu direito de utilizar em todos os jogos os coletes, e agarrando-se a este amuleto correram desde cedo para a vitória final do torneio, mostrando ser uma equipa forte e coesa e, no final, justos vencedores. No final tiveram direito a festa com confetis, papelinhos, taça e música de campeões para se prepararem para desfrutar do primeiro prémio – um jantar para os elementos da equipa. Para as restantes equipas também houve direito a prémio de participação, organizado pelo pelouro do Desporto do NEDEQ/AAC. O vencedor do prémio de melhor marcador foi Diogo Jordão que, marcando golos de todas as formas e feitios,

“Se a liga NEDEQ tivesse que ter um nome, eu chamava-lhe Liga Fábio Branco. Esse troféu é pelo teu empenho e dedicação! Parabéns e obrigado” disse Daniel Marcos, presidente do NEDEQ/AAC, a um coordenador que merece, de facto, destaque pelo seu empenho e dedicação, ao longo deste ano. O dizCURSO, deseja também: Parabéns por todo o trabalho realizado!


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dizCURSO • número 20•Maio de 2013

Beerolympics

Miguel Dias, e 2 equipas “estrangeiras”: Joana Forte e Nu-

Os núcleos do Polo II juntaram-se novamente para realizar a 2ºedição do Beerolympics Polo II 2013, realizando primeiramente a fase eliminatória nos departamentos que integravam esta atividade. A eliminatória do NEDEQ/AAC realizou-se no dia 17 de Abril, onde seis equipas disputaram os lugares do pódio e o reconhecimento pelo seu intenso esforço. A tarde foi preenchida de jogos tradicionais, de boa comida, bebida e de momentos de diversão que levam a que esta atividade se venha a repetir.

no Falcão e Rui Jorge Lopes e Jason Reis. Desta feita a despedida prematura calhou à dupla de Saúl Rolo e Rafael Monteiro que também só conseguiu uma vitória. Seguiram-se uns bem disputados quartos-de-final onde o destaque vai para a surpreendente eliminação de José Lobo e Rui Santos às mãos de João Oliveira e Miguel Dias, tendose ainda verificado o apuramento de mais duas duplas de caloiros José Paula e Marco Ferreira que venceram Rui Lopes e Mauro Silva (também de forma inesperada) e Joana Lima e Rodrigo Pais que conseguiram eliminar com categoria a dupla constituída por Joana Forte e Nuno Falcão. Os outros semi-finalistas apurados foram Rui Jorge Lopes e Jason Reis que não tiveram dificuldades em eliminar João Carrageta e Rita Vaz. As meias-finais que se seguiram foram encontros pouco disputados. A meia-final entre Joana Lima e Rodrigo Pais e José Paula e Marco Ferreira foi um clássico exemplo de que a sueca é um jogo onde a sorte conta bastante, tendo acabado com o afastamento da dupla de José Paula e Marco Ferreira que se

As equipas vencedoras, Baco part II e Dominagretas, que ocuparam o primeiro e segundo lugar, respetivamente, passaram à grande final que decorreu no dia 30 de Abril no Departamento de Mecânica, onde todos os núcleos estiveram presentes, na procura da melhor equipa, a mais resistente.

Stacy Morgado

Crónica torneio de Sueca Realizou-se no passado dia 29 de Abril o muito esperado Torneio de Sueca no DEQ 2013 que contou com a participação de 10 equipas constituídas por elementos do DEQ e não só. O torneio foi organizado em duas fases: uma primeira fase de grupos, 2 grupos constituídos por 5 equipas e uma fase a eliminar até à final. No grupo 1 só equipas do DEQ com destaque para a dupla de José Lobo e Rui Santos (sete vezes a equipa do DEQ mais bem classificada em torneios, culminando com 3 títulos) juntamente com outras duplas mais rodadas como Mauro Silva e Rui Lopes e três duplas recém-formadas: Joana Lima e Rodrigo Pais, Miguel Martins e Catarina Antunes e João Carrageta e Rita Vaz. Neste grupo a fava da exclusão calhou a Miguel Martins e Catarina Antunes que só conquistaram uma vitória nos 4 jogos disputados. Já o grupo 2 era constituído por 3 equipas de caloiros do DEQ: José Paula e Marco Ferreira, Saúl Rolo e Rafael Monteiro e João Oliveira e

pode sentir bastante feliz de ter chegado a uma fase tão avançada da prova. Na outra meia-final Rui Jorge Lopes e Jason Reis, já precavidos daquilo que tinha acontecido nos quartos-de-final, mostraram-se muito concentrados e conseguiram despachar a equipa surpresa de João Oliveira e Miguel Dias com alguma facilidade. O momento de todas as decisões foi disputado num clima de algum cansaço por parte de ambas as equipas, mas a motivação do prémio era suficiente para manter a ambição destas. A final foi jogada a melhor de 19 jogos tendo a equipa dequiana estado numa melhor forma na parte inicial da partida, chegando a parecer que tinha decidido o vencedor, quando fez o 9-6. Puro engano, a equipa de Rui Jorge Lopes e Jason Reis nunca baixou os braços e aproveitou alguns deslizes da dupla de caloiros (que se provaram fatais) para atingir o 9-9. No jogo decisivo da negra, uma demonstração de bem jogar permitiu a Rui Jorge Lopes e Jason Reis vencerem e acabarem com o sonho de Joana Lima e Rodrigo Pais de se tornarem a primeira dupla estreante do DEQ a vencer o torneio caseiro. A dupla vencedora ganhou 2 bilhetes pontuais para a Queima das Fitas 2013 enquanto a dupla vencida teve direito a 1 bilhete pontual. O NEDEQ saúda não só os vencedores como também todos os participantes que contribuíram para mais uma tarde dinâmica e de convívio entre a comunidade dequiana.

José Lobo


dizCURSO • número 20•Maio de 2013

HUMOR E PASSATEMPOS

RiaGente! Anedota Um professor de Matemática quis pregar uma partida aos seus alunos, e disse-lhes:

– Hoje têm um problema para resolver. É o seguinte: Um

avião saiu de Amsterdão às 16h48 com uma velocidade de 800 km/h, à pressão de 1004,5 milibares. A humidade relativa é de

66% e a temperatura é de 20,4 oC. A tripulação é composta por 5 pessoas, a capacidade do avião é de 237 lugares para passageiros, a casa de banho estava ocupada e existem 5 assistentes de bordo (mas uma estava de folga). A pergunta é: Quantos anos eu tenho?

Os alunos ficaram assombrados. O silêncio era total. Então

o Joãozinho, lá do fundo da sala, responde alto e com muita convicção:

– 44 anos, professor!

O professor, completamente surpreendido, pergunta: – Caramba! Está certo, eu tenho 44 anos. Mas como é que

adivinhou?

– Foi uma dedução simples. Eu tenho um primo que é meio

cromo, e ele tem 22 anos.

SUDOKU

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Jornal dizcurso #20  

20 edição do Jornal do DEQ

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