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Distribuição gratuita

Uberaba/MG

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vitrola Panorama Literal Memória agenda cultural Causa

o bailado de beth dorça

Perfil

A jardineira de novos talentos


editorial Vários artistas focalizam características e marcas urbanas, formando o retrato de suas queridas cidades. Drummond escreveu: “cada cidade tem sua linguagem/nas dobras da linguagem transparente”. Uberaba, como outras, tem sua vida contada (mesmo com os perrengues constantes na cultura, como a falta de patrocinadores) no palco, nas ruas, escolas... uma arte produzida por quem -sendo ou não artista- almeja uma cidade cada vez mais plural. O MUH! trabalha para mostrar/valorizar quem já fez, o que está sendo produzido e o que o uberabense espera, levando nosso leitor a uma percepção crítica diversa aliada à tentativa de salvamento, livrando as pessoas da sala de jantar panis at circenses. - jornalmuh NOSSA CAPA #5 Conceito retrô - Beth Dorça foi fotografada pelas lentes de uma Yashika-Mat de 1957.

Causa

Conscientizando

Dia 02 de abril é o Dia mundial da Conscientização pelo Autismo. A data foi definida pela ONU com o objetivo de chamar atenção das autoridades governamentais, da mídia e da população mundial para um tema pouco divulgado. Debater o assunto é muito importante, pois conhecer sobre o autismo traz qualidade de vida aos autistas e a seus familiares; por falta de conhecimento sobre essa síndrome - que afeta o desenvolvimento nas áreas da comunicação, socialização e comportamento - o preconceito existe e gera muitos problemas. Ano passado, no dia 27 de dezembro, foi sancionada a lei 12.764, que cria a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo. Antes dessa lei, autistas não se enquadravam nas leis específicas para deficientes, já que autismo não é uma deficiência, e sim, um transtorno, uma alteração do desenvolvimento. De acordo com essa nova política, autistas terão, por exemplo, direito a tratamento multidisciplinar, diagnóstico 2

precoce, acesso à previdência social e à educação em escolas regulares (mesmo que seja necessária a presença de um acompanhante especializado), atendimento preferencial em bancos, repartições públicas e ainda a benefícios como a reserva de vagas em empresas com mais de cem funcionários. As famílias também foram contempladas: além de acompanhamento psicológico, os pais e/ou responsáveis por pessoas com autismo terão horário especial no trabalho. Uma vitória que veio de muito esforço dos pais, familiares e amigos da causa, que se mobilizaram mostrando sua força e união para todos do Congresso Nacional. Em nosso país, estima-se que dois milhões de pessoas estejam dentro do espectro autista e esse número cresce a cada dia. Informe-se! Seja peça fundamental nessa conscientização. - Luiza Coelho e Karla Coelho.

Escritoras do blog: www.estouautista.com.br . Visite: facebook.com/estouautista muh! • #5

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MUH! Uberaba/MG Fundado em 25 de outubro de 2012

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Conselho editorial Ana Márcia Lima, Bruno Assis, Juliana Castejon, Law Cosci, Mariana do Espirito Santo, Thaís Cólus | Parceria Livraria Alternativa | Editora Mariana do Espirito Santo | Projeto editorial, gráfico e editoração Mari Comunicação | Impressão Gráfica Novatta | Tiragem Mil

Anuncie: 034-9162.7809

@jornalmuh jornalmuh jornalmuh@gmail.com blogmuh.wordpress.com


Literal Das 12 horas, 12 maneiras de se desprender. De fatos e boatos, de vidas e contratos. Foi o meu pacto no dia de nascer.

CORRUPTA

Intemerata?! Essa moça que passa Diz traduzir a luz E se supõe o amor Se me ferve em calor Porque não me conduz?

Retratar meus fatos em ladeiras. Embalar verdades que rompem barreiras. Criar novas fronteiras. E com meu passo de pássaro ao léu, assinarei seu nome num cantinho baixo do céu. - Lucas Martins Vieira

Animal Esfinge sem luta Vem assaltar meu sossego Deturpar minha paz Eu vou pedir arrego É assim que se faz E nessa tarde sem frio Veio-me a angústia De um homem sozinho E nesse céu tão frutífero Despregado à lua Sua imagem, nua E eu tão apaixonado Não sei se te indago Se te tomo em meus braços E te levo daqui Queria tanto te-la Mulher ao cubo. - Jamis

Puberdade

Uma penugem só não faz bigode Muita coisa quer mas nem tudo pode. - Bruno Assis

Otimismo

O homem sem norte O apostador sem sorte A faca sem corte O viajante sem passaporte. E por aqui está tudo bem. - Júlio Henrique do E.S.

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“Libertas quae sera tamem” O extremo interesse em assuntos sobre arte leva-me a pensar sobre o triste momento de nau desgovernada que o Brasil vive em todas as áreas do conhecimento. Podemos ver as ruínas na saúde - como a epidemia da dengue corroendo nosso organismo e desestabilizando nosso estado emocional - os estragos provocados pelos maus exemplos dos políticos e o esvaziamento de todos os eventos culturais que choram a falta de público. Nossas escolas, onde se busca educação, estão empobrecidas de ideias e de dinheiro tornando-se pontos de extrema violência. Violência no sentido mais restrito da palavra. Se antigamente pensávamos que o ensino era sufocante, imaginem agora? Os professores, em sua maioria, mal preparados, mal remunerados, as escolas depredadas, pichadas, se tornaram espaços das mais chulas aberrações. Alunos agressivos, desobedientes sem causa, são verdadeiros reflexos das famílias desorientadas, da sociedade alienada dos bons costumes, da convivência em sociedade, do respeito aos mais velhos, dos aspectos culturais. Os povos antigos marcaram presença na história não só por suas conquistas, mas principalmente por seu empenho e dedicação à arte. Seremos lembrados no futuro porque aqui viveram poetas, historiadores e artistas ou seremos sempre omissos nessa área do conhecimento? Saberemos de nossa história? Teremos orgulho da arte aqui produzida por abnegados e idealistas? Passaremos diante do 4

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A gente não quer só comida

portal de Santa Rita sem nunca entrar? Nunca conheceremos as peças expostas no Mada? Reis Júnior, Elizabeth Van Winchel,Vitória Helena, Helvio Fantado, Ovídio Fernandes, que já se foram, quem foram? Que significado tem esses nomes para nós e para nossos filhos? Temos obras desses artistas em nossas paredes e não sabemos reconhecer a assinatura? É sempre bom lembrar o poeta e compositor: “a gente não quer só comida”. A gente quer o povo respirando arte, transitando pelos espaços da cultura e até exigindo dias melhores para essa mãe tão pródiga. Enquanto isso, a arte, esse espelho da intelectualidade de um povo ou da falta dela, travestida e submissa sob um populismo distorcido, vai-se arrastando, arrastando... Até quando nos sentiremos tão apáticos e tão omissos nesta área do conhecimento? Será falta de interesse ou seremos obrigados a pensar, como os políticos, que cultura é um assunto descartável? “Coisa de poeta” como dizia um político conhecido aqui da terra (como se poeta não tivesse o que fazer e se fosse fácil fazer poesia). Até quando, nós artistas, continuaremos fazendo o papel de “bobos da corte”, esperando dias melhores com os braços cruzados? “Libertas quae sera tamen”!

- Hélio Siqueira é artista plástico, foi professor de desenho e pintura da UFU e agente atuante na área de Ação Cultural em Uberaba desde 1969. •

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+Literal

Portas para o mundo Sim, palavra mais poderosa haverá? Sim... Fronte, olhos, sobrancelhas que se descortinam; Ombros que se desarmam; Diafragma que se liberta, respiração que se aprofunda; Braços e mãos que se abrem; Fluidos e sangue arrebatando resistências. Sim... Sim à vida, e também à morte... Ao amanhecer, e também ao crepúsculo; Ao prazer do encontro, e também da despedida; Ao êxito, e também ao fracasso... Sim eu sei, A nossa dor arde, machuca, é verdadeira; A cultura entorpece e intimida; A existência incerta, repleta de embates... Ainda assim... Pressinto na vida (tal como é) um Fogo imperecível, uma Glória imortal Teima dentro de mim esta força transformadora do sim Um anseio de amor, uma busca metafísica de união Trago grandes esperanças. - Gustavo Henrique Guimarães

Bambolêˆ

Muita gente acredita que a única vantagem de comprar livros em sebos é o seu preço, na maioria das vezes, bem abaixo do valor de mercado de uma edição nova. Por isto, sempre acontece de um livro de “valor” (raro ou esgotado) ficar “encalhado” porque é mais “caro” que o normal. Livros de sebo são mais que livros, são registros históricos. Quanto mais antiga for a edição, mais importância e relevo ela adquire. Em consequência, mais rica será a experiência do leitor. Em tempos de informação fast food, a leitura crítica que um tipo de obra como essa oferece coloca o leitor um passo à frente. Compre livros no sebo, não pelo seu preço – mas pela oportunidade única de testemunhar passado e presente lado a lado!

Clássicos e HQ’s: um novo status Já faz algum tempo que as HQ’s (História em Quadrinhos) adquiriram status de arte maior e as editoras publicam bons e bem tratados lançamentos do gênero. Algo que vem chamando a atenção é o sucesso de adaptações de clássicos da literatura no formato HQ. Ler um clássico nem sempre seduz o leitor – seja pelo vocabulário ou pela abordagem narrativa. A leitura de uma HQ pode ser, então, uma ótima saída para familiarizar-se com personagens e o enredo. Claro que a versão em quadrinhos não substitui a leitura da obra original, mas é um convite (irrecusável) para novas perspectivas.

- Siga a Alternativa no Twitter: @alternativa_

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beth, a jardineira de novos talentos Arte e tradicionalismo marcam a trajetĂłria da bailarina 6

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Logo na entrada, uma sala com estantes abarrotadas de troféus delata que esta não é uma academia de danças qualquer. Por detrás dessa infinidade de prêmios, existem histórias de dificuldades e superação, além da figura vanguardista da bailarina e educadora Beth Dorça. Com o ideal de proporcionar um espaço, onde qualquer pessoa que sentisse a vontade de realizar a arte da dança pudesse praticá-la, há 37 anos nasceu a Academia de Dança Beth Dorça. A responsável por materializar tal ambiente, o qual leva o seu próprio nome, vem realizando, desde seu início, um trabalho de formação de bailarinos e de indivíduos.

- Texto: Bruno Assis e Juliana Castejon Fotografia: Guilherme de Sene

“Eu planto, rego e coloco as estacas para que, quando der a flor mais linda, alguém a colha e leve-a embora. Mas não fico triste, porque sei que irá enfeitar outro lugar”, descreve Beth sua função dentro da academia. Aos quatro anos de idade, Beth já demonstrava potencial para a dança. Sua avó foi uma de suas maiores incentivadoras e a primeira a notar uma centelha de seu dom. Seu

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avô era arquiteto; sua mãe, cantora. A maior prova de que esta veia artística é uma questão hereditária, são suas duas filhas: uma tornou-se modelo, e a outra atuou como bailarina. Como uma autêntica aquariana, Beth sempre teve um traço revolucionário em sua personalidade. Antes mesmo de completar a maioridade, pediu ao seu pai para ser emancipada, pois queria realizar seus projetos à sua maneira. Foi bailarina durante muitos anos e, em certo momento de sua vida, decidiu ensinar. Como educadora define seu perfil como exigente. “Sou rigorosa, mas sei reconhecer quando a pessoa chega ao seu limite. Sempre quero o máximo, acredito que qualquer um possa se superar. A exigência é necessária, caso contrário a aula seria apenas recreativa”. Mesmo após todos esses anos de luta em prol da arte, a bailarina ainda hoje se surpreende com as atitudes e a mentalidade de algumas pessoas de Uberaba. Já se viu, diversas vezes, em uma posição de alvo de críticas por dar oportunidades a quem não tem condição. Tornou suas apresentações acessíveis a todo público, em uma tentativa de democratização da cultura. “Um dia eu

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pensei que a cultura deveria ser aberta ao povo; essa é minha concepção, se não for assim é elitizá-la. Há pessoas que ainda estão no tempo de seu bisavô, na época das senzalas”.

onde receberia subsídios para representar a cidade nos concursos. Manteve-se aqui, por persistência e por acreditar em seu ideal. Sua academia já formou grandes profissionais que saíram da cidade, e agora, encantam plateias de diferentes cantos do mundo. Hoje é indubitável que tenha conseguido deixar uma marca indelével, não só na dança e na cultura, mas sim na história de Uberaba.

Apesar dos percalços encontrados em sua jornada, Beth acredita que houve um avanço. “As pessoas aprenderam a respeitar mais o artista, mas muitas delas ainda não enxergam o bailarino como um profissional, alguém que se dedica a isso. Recentemente me perguntaram se os bailarinos cobram para dançar”. Acredita ainda que atualmente a cena cultural vem estabelecendo uma maior união para se fortalecer. Beth Dorça é o grande do nome da dança em Uberaba, e a cidade já esteve perto de perder esse expoente para sua vizinha Uberlândia. Quando começou a ganhar seus primeiros prêmios nos festivais de dança de Joinville/ SC (considerado o maior festival de dança do mundo pelo Guinness Book de 2005), vivia um tempo muito difícil quando lutava para conseguir um ônibus para levar seus bailarinos à competição, para obter o vestuário e a inscrição. Nessa época recebeu uma proposta para se mudar para Uberlândia, 8

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panorama

“cineclube à tarde, filme de godard e bergman...”* Criado por universitários, cineclubismo comemora 100 anos

Em 2013 comemora-se 100 anos do cineclubismo. O movimento foi criado por jovens universitários que promoviam debates sobre a linguagem cinematográfica no momento em que o cinema mudo dava lugar ao cinema falado. Mais que assistir a obras, esse movimento se concentrou em valorizar as produções de caráter não comercial, com nova linguagem estética e de distribuição. O movimento nasceu na França, deu espaço à democratização do acesso, à discussão das obras audiovisuais e se espalhou pelo mundo. No Brasil, o primeiro cineclube foi o Chaplin Club, fundado em 1928, no Rio de Janeiro.

Em Uberaba, o movimento cineclubista sempre teve espaço. De acordo com Guido Bilharino, em “Cem anos de cinema, Uberaba: Instituto Triangulino de Cultura, de 1996”, o primeiro cineclube da cidade foi criado em 1962. Entretanto, criado em 2001, o Cine Cultura é o mais antigo em funcionamento e já recebeu homenagem da Câmara Municipal de Uberaba por sua contribuição cultural e artística local. O movimento nasceu numa iniciativa da Pastoral Universitária - PU e da OAB Jovem. O projeto se chamaria Cine-PU; como a OAB Jovem abraçou essa iniciativa de forma intensa, o nome foi modificado para Cine Cultura.

A programação contempla exibições mensais de filmes. Após o filme, há debate conduzido por um especialista no tema proposto. O cineclube funciona na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, sempre às 19h30. (Veja mais sobre a programação: http:// cineculturauberaba.blogspot. com.br). A participação é gratuita. *Trecho de “Sam”, música de Samuel Rosa e Chico Amaral. Álbum Calango, do SKank.

Hatha Yoga Profª. Renata Maia Sessa

Um local especialmente preparado para prática de yoga.

(34) 3312 4798

Rua Afrânio Azevedo, 2557 Tel: 9972 0409 renatayogashala@gmail.com

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palco

Um cachorro mudando a cena Foto: Israel Buzatti

“O Cachorro de Três Pernas” mostra amadurecimento profissional da Cia.Uno

Cena com os palhaços aposentados Rufo e Rafa

A Cia.UNO de circo e teatro se prepara para apresentar um grande espetáculo à cidade de Uberaba. “O Cachorro de Três Pernas” é uma tragicomédia que lida com temas cotidianos como o abandono, o desrespeito com idosos, a indiferença ao próximo e a fragilidade do corpo humano.

culmina dos estudos, práticas das técnicas cênicas, do amadurecimento profissional da vontade de crescer e fazer por meio da arte. Criada em 2007, a Cia.UNO concilia experiência de teatro e circo, percorrendo com seus espetáculos de palco e rua por várias cidades da região do Triângulo Mineiro.

O enredo é ambientado em uma clínica de repouso da terceira idade. São dois personagens centrais: os palhaços aposentados Rufo e Rafa e um enfermeiro insensível. Em um diálogo intermitente, situado em um banco do asilo, os dois palhaços, frustrados por não terem alcançado grande sucesso no circo, convivem com as dificuldades geradas pela decadência física decorrentes da idade. Decrepitudes à parte, a peça ora flerta com o humor, ora com o drama, porém a atmosfera melancólica está sempre presente no palco.

A peça é uma produção estritamente independente e progride graças aos esforços pessoais dos integrantes da Cia.UNO, a qual vem enfrentando dificuldades pela falta de patrocínio. Mesmo sem este apoio eles prometem lançar um espetáculo que movimentará a cena cultural do Arraial da Farinha Podre.

“O Cachorro de Três Pernas” mostra o intercâmbio de experiências e a parceria com dois nomes conceituados no cenário nacional das artes cênicas: texto inédito de Eid Ribeiro (roteirista, ator, autor e diretor) e direção de Fábio Furtado, do Galpão Cine Horto de Belo Horizonte. A montagem desse espetáculo 10

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Serviço “O Cachorro de Três Pernas” - Direção de Fábio Furtado. Texto: Eid Ribeiro. Elenco: Luiz Hozumi, Mayron Engel e Rodrigo Chagas. Dias 20 e 21 de abril, às 20 horas, no Teatro Sesiminas. R$15. Pontos de venda: Livraria Alternativa Cultural e Centro de Cultura José Maria Barra. Classificação livre. -Bruno Assis •

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Agenda Cultural

Eventos

• Leitura de I Ching - O Livro das Mutações é um antiquíssimo livro-oráculo (muito utilizado por Carl Jung) que clareia dúvidas, abre caminhos e estabelece rotas em harmonia com a natureza profunda em nós e no todo. Por Laura Louise Richardson. R$55.

02 a 17 de abril • TERRITÓRIO POESIA: universos em versos da Geografia da Palavra. Exposição de trabalhos do Ponto de Cultura “Livro em cena”, baseados na obra de Jorge Alberto Nabut.

• Conversas terapêuticas, com Carmem Lia F. Laterza. O encontro é gratuito, sempre às segundas-feiras, das 19h às 20h30, coordenada pela psicóloga Carmen Lia F. Laterza.

16 de abril (destaque) • Baião da Vaca Verde - forró de raiz com banda Pelepesquê. Venda de ingressos antecipados.

Cursos e oficinas com inscrições abertas na Alternativa 04, 11 e 18 de abril • Oficina de Rimas das 19h30 às 21h30. Com o artista Puff, oficineiro que foi um dos grandes destaques da 2ª FLU – Festa Literária de Uberaba, ano passado. Curso para adolescentes e adultos, em 3 módulos. • Desafinados, com Daniel Lopes. Inscrições abertas para o segundo semestre. • O ofício de contar histórias, com Adriana Fonseca. Vagas limitadas. Início do curso em abril. • Treinamento AT Agente Transformador: seja a mudança que deseja, com Ana Paula Perez. Necessário agendar entrevista na Alternativa Cultural. Visite: appacoaching.com.br • Inglês – Aulas de conversação para alunos de nível intermediário ou avançado. Coordenação: professora Aryanna Sangiovani Ferreira. Às quartas-feiras, das 19h às 20h30. Duração: 3 meses Início: 03 de abril muh!

Releitura da obra de Jorge Alberto Nabut

Teatro SESIMINAS

12 de abril às 21h 14 de abril às 20 h Ingressos antecipados na Alternativa Cultural #5

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artes visuais

um por dia Todos os dias acontecem novidades em nossas vidas. Pensamentos novos, novas aprendizagens, visões que mudam e novos conceitos agregados. Pensando nisso, a Nuvem Design lança o projeto “um por dia”, que consiste em compartilhar um texto/poesia/história ao lado de uma ilustração/fotografia que traduzem e registram ideias na expressão dessas experiências diárias. Com traços e cores únicos, os trabalhos dos artistas da Nuvem Design tem se destacado em arte urbana, plástica, visual e materiais publicitários. Conheça mais o trabalho da Nuvem: - http://nuvemdesign.blogspot.com.br/ - http://www.facebook.com/nuvemdesign

Detalhes das ilustrações de Léo Freitas

vitrola

- Douglas Maia, crítico de música, colecionador de discos, sempre antenado acompanhando os lançamentos, festivais e shows que acontecem no Brasil.

memória

“Minas é um museu a céu aberto”

A frase é da ex-ministra da Cultura Ana de Holanda em seu discurso de abertura da Semana Nacional de Museus do ano passado. Em 2013, sob o tema Museus (Memória + Criatividade) = Mudança Social, a 11ª Semana será realizada de 13 a 19 de maio. Promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus, a iniciativa tem como propósito mobilizar os museus brasileiros a desenvolver atividades especiais (como exposições, palestras, oficinas, seminários, ações educativas). A programação oficial das instituições de Uberaba ainda não foi divulgada, mas os museus ficam abertos diariamente para visitação. Veja os horários de funcionamento em nosso blog: blogmuh.wordpress.com. 12

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