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Fotos: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

e d i ç ã o # 1 7 - pa l m a s - t o c a n t i n s - m a r ç o - 2 0 1 4 c o n s t R U ÇÃO c i v i l , AR Q U ITET U RA , COM É RCIO, CLASSISTAS , ETC .

Foto: Antônio Gonçalves/Tocantins Imagens

adubo orgânico dá vida aos canteiros O material é resultado da trituração das árvores podadas pela administração municipal, que assim embeleza as vias públicas. Em breve, a meta é reutilizar o gesso descartado na construção civil e levar para as hortas e lavouras. Pág . 09 Foto: Divulgação

seconci faz homenagem às mulheres, com palestra, teatro e brindes nos canteiros Com programação realizada durante uma semana em várias partes da Capital, o orgão reuniu centenas de trabalhadores da construção civil. Apesar da maioria ter sido homens, a mensagem levada pregava respeito às mulheres de casa e dos canteiros. Minorias em várias categorias, aos poucos elas vão conquistado espaços nas obras, em silêncio, mas com pontualidade e qualidade no trabalho. Pág. 13

chuva, muito transtorno e prejuízos em palmas A precipitação é acima da média, segundo meteorologista. Buracos e alagamento nas ruas fazem Prefeitura gastar cerca de R$ 380 mil em fevereiro Pág. 02

havan inicia obra de sua loja em palmas R$ 45 milhões em investimentos e 250 empregos diretos . Pág. 10

imóvel: feirão da casa própria será em abril Estandes no Espaço Cultura de Palmas já estão à venda. Pág. 16


temporal

O GOVERNO DO ESTADO INICIOU processo de autorização das obras de reconstrução da infraestrutura viária das cidades. Meta é aplicar, em 2014, 5 mi de m² de asfalto em ruas e avenidas de todos os municípios. Recapeamento urbano terá R$ 70 milhões.

Chuvas acima da média geram transtornos e prejuízos. Cerca de R$ 380 mil foram gastos com tapa-buracos Em janeiro e fevereiro foram mais de 250 milímetros de chuva, segundo informou o Núcleo de Meteorologia da Fundação Unitins. De Norte a Sul, a Capital sofre com as enxurradas e buracos

mãos

àobra 2

Fotos: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

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palmense tem passado uma série de dificuldades por causa das fortes chuvas do período. Desde meados de novembro, os temporais têm inundado avenidas, canteiros centrais, rotatórias e canteiros de obras da cidade. O resultado é o de sempre: prejuízos financeiros, trânsito lento e atrasos nos expedientes de trabalho do cidadão. Segundo a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos – Semasp, cerca de R$ 380 mil já foram gostos com as operações tapa-buraco, apenas em fevereiro. Segundo a pasta, 18 equipes foram criadas para executar a operação tapa buracos em todas as regiões de Palmas. Desta quantidade, 10 equipes são terceirizadas e oito são da própria Semasp. Cada grupo de trabalho conta com sete profissionais, um caminhão com o produto pré-misturado a frio - PMF, usado nas operações, uma placa vibratória (compactador) e outras ferramentas. Com as obras de micro e macro drenagem ainda em andamento, a enxurrada continua inundando ruas e avenidas, exigindo atenção dos condutores e pedestres que utilizam as vias. Os buracos estão por toda parte e, submersos na água da chuva, podem causar acidentes com moto-

ciclistas e pedestres, e amassar as rodas dos veículos. Muitas vezes, o PMF tem sido usado mesmo com enxurrada na via, dada a urgência do caso. Previsão Segundo o meteorologista José Luiz Cabral, do Núcleo de Meteorologia da Fundação Unitins, em janeiro e fevereiro a chuva foi acima da média em Palmas, passando dos 250 milímetros, por causa do fenômeno zona de convergência de humidade. “Há incertezas quanto a previsão até maio”, assegura.

Na Avenida NS-04, enxurrada atrapalha a vida dos condutores e moradores da região

Servidor recupera asfalto após chuva

MÃOS À OBRA - Nº 17 |ANO 3 CNPJ 17.934.403/0001-00 Tiragem 3000 exemplares Impressão: WR Gráfica Jornalista responsável - Luiz Henrique Machado DRT 0000555TO Projeto Gráfico - Marcelo da Silva Escritório - 706 Sul (Arse 72), al ameda 2, nº 23.

Departamento Comercial: (63) 9292 4228 | 8418 3833 Email - maosaobratocantins@gmail.com Blog: maosaobratocantins.wordpress.com Curta nossa fã page: www.facebook.com/maosaobratocantins Conteúdos assinados são de responsabilidade de seus autores.

“Para que todos vejam e saibam, considerem e juntamente entendam que a mão do SENHOR fez isso” - Isaías 41:20.


mãos à obra - edição nº 17

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Esta seção visa a publicação de sugestões ao leitor. São produtos, serviços, profissionais e tendências da cadeia produtiva da construção civil. Desejamos uma boa leitura a todos.

lista 4

j a r d i n a g e m

Fotos: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

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resistente e importada. Da península para palmas

sombra e água fresca. Eis o belo lírio da paz

espaçoso, belo, azul. veio de madagascar.

pré-histórica e tipo vinho: se mais velha, mais cara

O preço inicial de uma muda é de R$ 20, mas se for adulta, pode sair por até R$ 4 mil. Conhecida como Rosa do Deserto, esta bela planta é originária da Península Ibérica e do sul da África. Por isso é tão resitente ao clima palmense, mas não se engane, ela também precisa de cuidados. Esta variedade exige de boa quantidade de água, caso fique no vaso, já que as raízes estarão presas e não podem sair em busca do produto. A Rosa do Deserto requer muito adubo orgânico decomposto, o que facilita o aparecimento das flores. Quando adulta, pode chegar a quatro metros de altura. Este exemplar foi fotografado na Bellaplanta, na avenida Teothônio Segurado, 3215 7251.

Está aqui uma planta que gosta de sombra. Mas apesar disso se dá muito bem com o clima tocantinense, só requer cuidados para que as folhas não queimem sob os raios solares. O Lírio da Paz é mais indicado para jardim de inverno, onde o sol é na medida certa. As folhas são parte do destaque, com as manchas esbranquiçadas completando seu ornamento. As flores também são belas. Sua origem é da América do Sul e no jardim pode ser plantado em massos. Mas se dá bem caso seja plantado separado. Recomenda-se boa quantidade de água. O tipo da espécie varigada custa a partir de R$ 30,00 e o de folhas esverdeadas por completo custa R$ 15,00. (3215 7251).

A africana Palmeira Azul é de Madagascar. Tão bela quanto espaçosa, esta planta exige bom espaço no jardim, cinco metros de distantes das demais, pelo menos. E assim poderá crescer a vontade. As folhas ficam sempre abertas e têm tons azulados como seu grande destaque. Devido à sua origem, tem boa adaptação em Palmas e sua manutenção é mais simples. Não deve ficar nos vasos, pois cresce muito. No jardim, com o direcionamento de uma luz, dá um visual diferenciado, colorido. É difícil esta espécie passar sem ser notada pelos visitantes. Esta planta foi fotografada no Viveiro Palmas, na 712 Sul, 3214 4648.

Espécie é de origem pré-histórica, a Cica Revolutia tornou-se a vedete dos jardins contemporâneos. Parecida uma palmeira, cresce lentamente e isso a faz ser tão valorizada no mercado. É como vinho, quanto mais velha, mais valor tem. Seu cultivo no paisagismo fica bem quando plantada isolada, mas é recomendada também para ficar em conjunto. O plantio da Cica Revolutia deve ser diretamente sob o sol, ou meia sombra, em terra rica em composto orgânico e areia, numa mistura leve e permeável. A irrigação desta planta deve ser regular e apesar ser rústica, a Cica é suscetível a cochonilhas quando está em ambiente com pouca luz. (3214 4648).


informe p u b l i c i t á r i o

Tecnoconsult inicia Jardim de Versailles. custo benefício, Localização e completa área de lazer As duas torres do empreendimento são erguidas na 504 Sul, antiga Arse 51. Além do endereço privilegiado, o Jardim de Versailles conta com treze itens importantes, que valorizam o investimento

mãos à obra - edição nº 17

Fotos: Livio Antônio

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Tecnoconsult Engenharia já está com 20% de seu novo empreendimento executado. Localizado na 504 Sul, antiga Arse 51, o Residencial Jardim de Versailles chega como uma das melhores alternativas para investidores que buscam projetos completos em área de lazer, localização privilegiada e excelente custo benefício. A obra começou a ser erguida no início de 2013, e segundo a empresa, deverá ser entregue bem antes do prazo previsto, que seria março de 2017. O Jardim de Versailles terá duas torres com 88 apartamentos de 90.10 metros quadrados cada, distribuídos em onze pavimentos por torre. As unidades têm planta única, com três dormitórios, sendo uma suíte, sala de jantar, cozinha, área de serviço e sacada. Entretanto, ainda há o térreo e o subsolo com 135 vagas. Esta é a terceira obra da Tecnoconsult Engenharia em Palmas. Os primeiros foram o Águas do Tocantins, na 204 Sul, e o Luar do Cerrado, na 706 Sul. “A boa localização é uma das grandes vantagens nos empreendimentos e este projeto, o Jardim de Versailles, está muito perto do Hiper Extra, da Via Palmas Brasil, Parque Cesamar, das áreas médicas e a cerca de 200 metros da Avenida Teothônio Segurado”, pontou Jorge Alexandre Barros, diretor da filial da empresa. Atualmente o valor médio do apartamento é de R$ 300 mil. A aquisição na planta pode ter o pagamento de

Visão panorâmica do canteiro de obras do Versailles

Operários em expediente

Jorge: localização é um dos destaques

Decorado dá uma dimensão da amplitude da sala de estar e da sala de jantar

30% do total (R$ 90 mil). “Assim que o residencial estiver pronto, a pessoa pode obter o restante via financiamento”, destacou Jorge, acrescentando que o Banco do Brasil é parceiro no empreendimento. “Nossa meta e concluir toda obra antes do previsto. Estamos trabalhando para, ao invés de março de 2017, queremos muito entregar no final de 2016”, explicou o diretor. Para cumprir a meta estabelecida, a Tecnoconsult Engenharia confirmou seu compromisso na contratação de mão de obra necessária, e assim manter o bom andamento dos

trabalhos no canteiro. As vendas são coordenadas pela Rezende Imobiliária. Quem adquire o imóvel pode acompanhar o andamento de todas as etapas do projeto pelo site da empresa (www.tecnoconsultengenharia.com.br). confiança A corretora Elda Chaves que, inclusive fechou negócio com cliente de outro estado, relatou que a obra em fase adiantada é uma vantagem que tem gerado confiança aos empreendedores interessados. “Outro ponto interessante é que o apartamento oferece qualida-

de de vida para a família inteira, até porque o tamanho dele e o espaço de lazer vão agregar muito valor ao dia a dia dos moradores”, disse Elda. Os itens A lista completa dos itens do residencial Jardim de Versailles é composta de estacionamento subsolo, playground, piscinas adulto e infantil, churrasqueira, sala de jogos, quadra poliesportiva, academia de ginástica, salão de festa, espaço home cinema, espaço cyber, espaço massagem, espaço mulher e brinquedoteca.

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ACONTECEU DE 11 E 14 DE MARÇO, EM SÃO PAULO, o principal evento

destaque

de soluções em acabamentos da América Latina, a Expo Revestir, com produtos e tecnologias para construtores, arquitetos, decoradores, revendedores e compradores internacionais.

Plano Estadual de Resíduos Sólidos tem avanços, com anúncio de licitação para criação do documento O Plano permite que o mapeamento das áreas degradadas em razão de disposição inadequada de resíduos sólidos, seja concretizado, além de sistematizar as informações em um banco de dados

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dades de interesse comum. Essa ação vai permitir maximizar os recursos humanos, infra estruturais e financeiros existentes em cada um deles, de modo a gerar economia de escala, bem como avaliar as vantagens logísticas, econômicas, sociais e ambientais da transferência de cada tipo de serviço de manejo de resíduos sólidos para consórcios. Um dos principais objetivos é a extinção dos lixões, e a recuperação dessas áreas degradadas, que deverão ser substituídas por aterros sanitários. Worskshop Paralelo ao avanço na elaboração do Plano Estadual de Resíduos Sólidos, a Semades está realizando nas 13 Delegacias Regionais de Ensino – DREs, o Workshop de Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos. Ente as regionais já visitadas estão as de Pedro Afonso, Guaraí, Porto Nacional, Gurupi e Araguatins. “Estamos orientando os servidores públicos a fazer a coleta seletiva, separando os resíduos recicláveis que são doados às cooperativas de catadores”, explicou. Segundo a supervisora, os catadores de materiais recicláveis também estão recebendo capacitação nas áreas de empreendedorismo, cooperativismo, captação de recurso e logística reversa. O evento atende professores, funcionários públicos e catadores de materiais recicláveis e será realizado também em Araguaína, Arraias, Dianópolis, Tocantinópolis, Colinas, Paraíso, Miracema e Palmas

Foto: Fernando Alves/Semades

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terceira etapa do processo de licitação para contratação da empresa que vai elaborar o Plano Estadual de Resíduos Sólidos começou no início deste mês. A ação é desenvolvida pela Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – Semades, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente. Faz parte do projeto a definição de metas, projetos e ações de redução da geração até a destinação final ambientalmente adequada dos resíduos em todo o estado. Hélia Azevedo Pacheco, supervisora de Gestão de Resíduos Sólidos da Semades, explicou que após a finalização da avaliação técnica, o processo será encaminhado para comissão de licitação da Secretaria Estadual de Planejamento – Seplan. O Plano permite que seja feito o mapeamento das áreas degradadas em razão de disposição inadequada de resíduos sólidos, além de sistematizar as informações em banco de dados, que servirão para a elaboração de ações de recuperação. A Agência Tocantinense de Saneamento, em parceria com a Foz/Saneatins, garantiu a elaboração de 87 planos municipais, tanto os de saneamento básico quanto os de gestão integrada de resíduos sólidos. Com os planos municipais será possível captar recursos junto ao governo Federal destinados aos resíduos sólidos, bem como identificar arranjos territoriais entre municípios, contíguos ou não, com o objetivo de compartilhar serviços ou ativi-

Resíduos solídos sob nova gestão com o plano estadual em fase de eleboração


A PARTICIPAÇÃO DA MULHER NOS INVESTIMENTOS em imóveis,

explicações

não para de crescer. Dados da Caixa afirmam que do total de financiamentos habitacionais firmados na Bahia, em 2013, 44% foram assinados por elas. No o país, o número foi de 39%.

Arquitetos e urbanistas questionam valor do ISS. preço atual é o triplo em relação ao ano passado Quem pagava R$ 90 ano passado, agora paga R$ 250. Os arquitetos, urbanistas e outros profissionais autônomos querem saber como a Prefeitura chegou ao cálculo. A medida está gerando insatisfação por ano, para quem está estabelecido em uma estrutura de até 100 metros quadrados. “Os autônomos pagam mil UFIPs”, explicou Matozalém. “Esses valores constam na nova lei, em seus anexos, e talvez a Câmara de Vereadores não tenha discutido para chegar a eles. A classe quer uma explicação que justifique esse aumento, que a gente classifica como abusivo. Não há um lucro presumido de toda a classe de profissionais autônomos para que tenha tido essa nova tarifação”, completou o arquiteto, acrescentando que “Pessoa Jurídica é bem mais estruturada, inclusive financeiramente, e tem menor valor”. “O autônomo paga dez vezes mais”, afirmou. Os profissionais querem saber como a Prefeitura de Palmas chegou à base de cálculo e, consequentemente, ao valor da

Foto: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

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s profissionais autônomos, que ano passado pagavam o Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza – ISS-QN, de R$ 90,00, estão assustados – e indignados – com o novo valor cobrado pela Prefeitura de Palmas: R$ 250,00. Quase três vezes a mais. Esse resultado vem da aprovação do Código Tributário, em outubro, pela Câmara de Vereadores, a pedido do Paço Municipal. Os arquitetos e urbanistas, junto com representantes de outras categorias, querem saber que parâmetro a administração municipal usou para calcular a tarifa. Segundo o arquiteto Matozalém Santana, o novo valor do ISS-QN é injusto, se comparado com a tarifação da Pessoa Jurídica, que paga apenas cem Unidades Fiscais de Palmas – UFIPs, que chegam a R$ 249,00

Matozalém: autônomo paga mais

nova tarifa. “Está se tornando quase que inviável para toda a classe assumir esse imposto e ficar em dia com o município”, alerta Matozalém. A classe deve buscar meios legais para reverter o caso, apesar de todos entenderem a dificuldade para tal situação. “Mas partindo do pressuposto que há uma desproporcionalidade na ação,

a gente pretende revogar, ou pelo menos ajustar o valor para algo que reflita a realidade dos profissionais, em especial a dos arquitetos e urbanistas”, assegurou Santana. Irregularidade Matozalém Santana questionou ainda, o fato de a Prefeitura se negar a fornecer Alvará a um cliente de arquiteto, quando este profissional estiver em débito com o fisco municipal. “Eles, atendentes, condicionam a expedição da taxa à regularidade do profissional da arquitetura. Já fizemos uma consulta à Ouvidoria, que disse desconhecer esse episódio, mas na prática o que se vê é totalmente diferente”, afirmou o arquiteto. Matozalém explicou que a Ouvidoria já deu sinal de que o tipo de cobrança deve ser abolida da repartição.

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na retranca chuva causa danos em asfalto na to-130

TO-130 com asfalto danificado

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Cai otimismo da indústria da construção em relação a benefícios da Copa do mundo Pesquisa revela aumento para 49% do número de industriais que não esperam efeitos do torneio mundial nas suas empresas

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número de industriais que acredita nos efeitos positivos da realização da Copa do Mundo no Brasil para a construção caiu de 82% em julho de 2011, para 64% em julho de 2013. Por outro lado, os que dizem que os impactos serão negativos aumentaram de 8% para 11%. As informações são da pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria – CNI. Conforme a sondagem, a maioria dos entrevistados não acredita em efeitos em suas empresas. O número de empresários que não espera impactos aumentou de 41% em julho de 2011 para 52% em julho de 2013. “Esse crescimento na percepção de que não haverá impacto para a empresa se deu, principalmente, em função do menor otimismo das empresas sediadas nos estados que receberão a Copa”, diz o estudo. Nas 12 sedes da Copa – Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo – o percentual dos que acreditam que não haverá impactos para a empresa saltou de 34% para 49% no período. Entre as empresas dos demais estados, o número ficou praticamente estável: saiu de 54% em 2011 para 55% em 2013. A pesquisa revela ainda que o maior benefício da Copa para as construtoras é o incremento das obras e dos serviços, que obteve 25% das respostas, número também inferior aos 40% registrados em 2011. Em segundo lugar, aparece a disponibilidade de novas tecnologias (23% das assinalações). O aumento das obras e dos

Foto: Copa2014.gov.br

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rompimento de um bueiro na TO-130, na altura do km 19, entre os municípios de Santa Tereza e Ponte Alta, provocou a interdição parcial da rodovia. O problema fez com que o asfalto tivesse várias rachaduras, levando medo aos condutores que por ali passam todos os dias. Conforme explicou a Agência de Máquinas e Transportes do Estado do Tocantins – Agetrans, ainda não há um prazo estabelecido para que o trecho seja recuperado. A Agetrans disse também que o excesso de chuva causou o estrago na pavimentação. Em parte da via, as rachaduras chegam a trinta centímetros da largura, pegando toda a extensão do asfalto, de um lado a outro e por cerca de 30 metros de extensão. Para que os veículos passem normalmente no local, cargas de terra foram despejadas sobre a via. Segundo a Agetrans, só mesmo após o fim das constantes chuvas na região é que a obra deverá ser fazeita naquele techo de pavimentação.

EMPRESAS MINEIRAS DOMINAM contratação de construções do Minha Casa, Minha Vida. Ranking do Ministério das Cidades diz que, das 10 construtoras com a maior quantidade de contratos, 5 têm sede em Minas. Juntas, respondem por 55,5% dos imóveis.

Estádio Arena das Dunas, em Natal, no Rio Grande do Norte

serviços, com 28% das respostas, é o benefício mais importante nos estados sede da Copa. Nos demais, o mais relevante, com 21% das respostas, é a disponibilidade de novas tecnologias. Na lista de principais problemas enfrentados pelas construtoras, a falta ou o alto custo da mão de obra aparece em primeiro lugar, com 51% das respostas.

Em seguida, com 40% das assinalações, aparece a elevada carga tributária, a burocracia (31%) e o prazo curto para o término da obra ou serviço (23%). A pesquisa, feita em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC, ouviu 487 empresas (144 pequenas, 224 médias e 119 grandes) entre 1º e 12 de julho de 2013.


sustentável a d u b a ç ã o

e

u r b a n i s m o

GOIÂNIA TERÁ O 86º ENCONTRO NACAIONAL da Indústria da Construção, de 21 e 23 de maio, promovido CBIC e Sinduscon-GO. Espera-se 1,5 mil participantes, para discutir ações que eliminam gargalos que inibem o crescimento das empresas nacionais.

Galhada vira adubo orgânico, revigora a terra e dá beleza aos canteiros e rotatórias da cidade Mais de 2.400 toneladas de adubo já foram produzidos a partir das galhadas trituradas. O material é usado também pelos produtores rurais. O próximo passo é reutilizar o gesso da construção civil segundo a pasta, 2.400 toneladas de materiais já foram trituradas. “Tudo isso deixou de ir para o aterro sanitário de Palmas e está sendo usado de forma correta nos projetos. Parte é utilizada como adubo e parte como cobertura de proteção do solo”, relatou Saium. O adubo orgânico reflete também na economia dos cidadãos que têm os quintais produtivos, usando de seus pequenos espaços para tirar o sustento com algumas variedades de hortaliças. Já os produtores rurais, com áreas maiores, usam a adubação nas grandes produções. Conforme a secretaria, os interessados po-

Secretário Roberto Saium

Galhada em fase de trituração

mãos à obra - edição nº 17

Fotos: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

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poda de árvores em diversos pontos da cidade está possibilitando que a secretaria de Agricultura produza uma quantidade expressiva de adubo orgânico para atender aos projetos agrícolas e também ao embelezamento dos canteiros e das rotatórias da Capital. O trabalho ocorre há alguns anos e os resultados podem ser vistos, principalmente, na urbanização de Palmas. Os galhos cortados são triturados por máquinas específicas e levados para a compostagem da secretaria, onde ficam cerca de 60 dias. Após virar adubo, o material é levado para os frentes de trabalho, que realizam a urbanização com plantios de flores e árvores ao longo das avenidas. “Nós usamos fungos brancos, que agem nas fibras e celulose da madeira, decompondo e transformando a massa triturada em adubo”, explicou Roberto Saium, secretário de Agricultura. Além de toda a galhada ser recolhida de forma correta, outra vantagem no processo é a diminuição dos custos para a Prefeitura na aquisição de adubo. Desde agosto do ano passado até ao final de fevereiro deste ano,

Canteiro com flores cultivadas usando o adubo orgânico

dem procurar a pasta para obter o material. Construção O próximo passo da secretaria é a utilização de restos de gesso usados na construção civil. Roberto Saium explica que o produto é rico em enxofre (17%) e cálcio (21%). “É um excelente corretivo de solo para os plantios”, revela Saium. É preciso, porém, que haja a re-

gulamentação do aproveitamento do material. O secretário informou que, entre os itens da legislação que precisam ser constados, está a definição dos espaços para que todo o gesso seja descartado. Roberto Saium estima que mensalmente sejam produzidas duas mil toneladas do produto, que é usado como forro e divisórias de salas comerciais e de residências em geral.

Flores em crescimento nos canteiros

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CERCA DE 57 MIL BOLETOS DO IPTU, sendo 19,2 mil de isentos,

confiança

relacionados a imóveis edificados, serão entregues pelos Correios em Palmas. O valor total do tributo este ano é de R$ 38 mi, R$ 206 mil a mais que 2013. Os de lotes vazios devem pegar no site.

havan inicia investimentos de R$ 45 mi em palmas. A rede terá prédio de 15 mil m² e 250 empregos diretos A rede de lojas de departamentos é uma das maiores do Brasil e deve ser inagurada ainda no primeiro semestre. O terreno de 35 mil m² foi adquirido às margens da Avenida LO-09, antigo Aeroporto

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de alimentação e esteira rolante. Na fachada haverá a reprodução dos traços arquitetônicos da Casa Branca, sede do governo americano, e ainda, como símbolo da Havan, será erguida uma réplica da Estátua da Liberdade, com 35 metros de altura, o principal elemento da identidade da marca no Brasil. Interior No interior da loja, cerca de 100 mil itens deverão ser disponibilizados. São produtos para os setores de moda feminina, masculina, infantil, fitness, praia e lingerie, cama/mesa/ banho, utilidades domésticas, brinquedos, eletro/eletrônicos, tapetes, camping, entre outros. A matriz da rede está instalada em Brusque, Santa Catarina. Atualmente, são 65 lojas e a expectativa é de chegar a 100 filiais até 2015.

Divulgação

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stão em pleno vapor as obras de implantação da primeira filial da Havan no Tocantins. O empreendimento é erguido às margens da Avenida LO-09, antigo Aeroporto, com a Avenida NS-01, em Palmas, com investimentos de R$ 45 milhões. O início dos trabalhos foi em meados de fevereiro. A Havan se destaca como uma das maiores redes de lojas de departamento do Brasil, e em Palmas adquiriu terreno de 35 mil metros quadrados para suas instalações, que terão 15 mil metros quadrados de área construída. A previsão de inauguração é para este semestre e deve gerar 250 empregos diretos. Conforme anunciou a empresa, os trabalhos em Palmas seguirão o padrão nacional da rede, oferecendo estacionamento coberto e gratuito – cerca de mil vagas –, 25 check-outs, área

Fachada da matriz, em Brusque - SC, estilo Casa Branca com Estátua da Liberdade


informe p u b l i c i t á r i o

Lugar de mulher é na construção Capacitação, zelo e opinião forte. Esses e outros pontos tornam as mulheres mais procuradas para ocupar as vagas nos canteiros de obras

Cada vez mais as mulheres conquistam espaço nos canteiros de obra de todo o Brasil

é masculina.” Segundo uma pesquisa divulgada pelo IBGE, em dezembro de 2013, as mulheres passaram a ocupar mais espaço em cargos de chefias em alguns setores da economia, porém, infelizmente a desigualdade salarial entre elas e eles não mudou muito nos últimos dez anos. Superação Para o Presidente do Sinduscon/TO, Bartolomé Alba Garcia, a participação da mulher na área da construção civil é apenas um reflexo de todo o espaço que a mulher vem conquistando na sociedade. “A mulher conseguiu superar dificuldades, preconceitos e ainda administrar com facilidade seu tempo, entre mercado de trabalho, família e outras atividades. A discriminação ainda é grande, mas a mulher continuará a enfrentar os desafios e colaborar com as empresas. Na

Foto: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

mãos à obra - edição nº 17

Divulgação

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m 1857, um grupo de operárias nova-iorquinas tomou uma fábrica reivindicando melhores condições de trabalho e salários dignos, e acabou sendo incendiado. Ao todo, 130 mulheres morreram, mas dali nasceu a data escolhida pela Organização das Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher. Após muitos anos, felizmente as mulheres já conquistaram direitos e espaços no mercado de trabalho. No setor da construção civil, já é possível perceber a presença da mulher nas obras e elas começam a proporcionar diferenciais às empresas. A vice-presidente do Sinduscon/TO, Alteliana de Fátima Lopes, é a única mulher de toda a atual diretoria e tem propriedade para falar da difícil tarefa de ocupar espaço de chefia na área da construção civil. Alteliana afirma que, a mulher ainda hoje precisa provar a sua capacidade técnica, apesar de terem avançado nos últimos anos, a discriminação em alguns setores se faz presente. “Assim é a área da construção civil, as mulheres têm conquistado seu espaço, pois ela hoje é essencial, trabalha de forma mais racional na utilização dos materiais e com maior capricho e zelo. Após 21 anos na área da construção ainda preciso me dedicar bastante para me impor e ocupar meu espaço. As pessoas não estão acostumadas a terem uma mulher no comando de um canteiro de obras onde a predominância

Alteliana Lopes, vice-presidente do Sinduscon, e Bartolomé Alba, presidente

área da construção civil, já possuímos muitas engenheiras, técnicas de segurança e mulheres que trabalham nas obras com muito destaque e êxito.” No geral, em cargos de chefia, a participação das mulheres ainda é reduzida em comparação ao dos homens. No entanto, em setores tradicionalmente masculinos como a construção civil, o transporte, o número de mulheres em cargos de chefia é maior do

que a média nacional. Em comemoração ao mês da mulher, o Sinduscon/TO através do Seconci estará participando de programação junto à Prefeitura de Palmas, por meio da Superintendência de Políticas Públicas para mulheres, direitos humanos e equidade para ações em obras como rodas de conversas, apresentação teatral, exibição de documentários e distribuição de material educativo e preventivo.

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PESQUISA SOBRE DÉFICIT HABITACIONAL, divulgada pela Fundação João Pinheiro e Ministério das Cidades, aponta déficit de 6,9 mi de unidades. Do total, 85% na área urbana. O estudo felto pelos dois órgãos levou em conta os números do Censo de 2010.

impostos

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Evento aconteceu em fevereiro e reuniu mais de cem pessoas no Auditório do Sebrae Tocantins, com público diversificado: profissionais e estudantes

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ais de cem pessoas participaram da palestra sobre o uso do Murfor, promovida pela ArcelorMirttal, dia 19 de fevereiro, no Auditório do Sebrae Tocantins. O público era formado por engenheiros civis, técnicos em edificações, estudantes, empresários do setor e profissionais autônomos ligados à área da construção civil. O Murfor é uma espécie de treliça e é utilizado para reforçar as estruturas prediais e residenciais. A apresentação do produto, com os métodos de utilização, suas vantagens e histórico, foi feita pelo engenheiro civil Roberto Coelho, de Belo Horizonte, a convite da ArcelorMittal Palmas. O Murfor foi desenvolvido na Bélgica, pela empresa Bekaert, importante empresa do setor, após anos de estudos relacionados ao sur-

Foto: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

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elações de trabalho na construção civil foi o tema do debate promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil – Sinduscon Tocantins, no final de fevereiro, na sede da Federação das Indústrias – Fieto. A realização durou a manhã inteira e teve como público os fiscais do trabalho e representantes de empresas e órgãos ligados ao setor. O foco estava no esclarecimento e a ética com o trabalho. No decorrer do debate foram pontuadas algumas situações, como: falta de mão de obra qualificada, gastos das empresas na capacitação profissional e depois perdê-lo por ele já estar capacitado, a segurança nos locais de trabalho que deve ser reforçada com Equipamentos de Proteção Individual – EPI, e Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC. O tema terceirização também foi discutido, pois exige cuidados por parte das empresas. Para o juiz do trabalho, Francisco Rodrigues, a questão da terceirização é levada com responsabilidade e bom senso pelos órgãos, “Temos que julgar com a realidade dos autos e buscar a conciliação”, disse. Ao final, a procuradora do Ministério Público parabenizou o Sinduscon pela iniciativa de esclarecer e sugerir um debate que interessa tanto aos empresários. O vice-presidente do Sindicato, Luciano de Carvalho, afirmou que a reunião foi muito produtiva e entrará como evento permanente no calendário do órgão. (Com informações da Precisa Assessoria).

arcelorMittal realiza palestra com foco nas vantagens da utilização do murfor

Palestrante Roberto Coelho na palestra, observado pelo público

gimento de fissuras em obras recém-acabadas. “O Murfor absorve a retração e a contração exercidas pela argamassa sobre a estrutura”, relata o engenheiro. Outra vantagem do produto, apresentada pela empresa é o custo-benefício, visto, principalmente, no menor tempo para execução dos projetos.

Excelente Valter Seabra, dono da franquia da ArcelorMittal em Palmas, ficou surpresa com tamanho interesse do público na palestra. “Foi excelente o resultado, por ter sido a nossa primeira palestra e ter comparecido tanta gente”, afirmou o empresário. A empresa chegou a Palmas em julho.

Se mais da metade do mundo é água, o que está fazendo aí no seco?

krb21

sinduscon promove debate sobre trabalho

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elas na obra

NA MÉDIA DOS SETORES FORMAIS DA ECONOMIA, as mulheres têm salários cerca de 20% menores que os dos homens. Mas Contudo, diz a CNI, em 5 setores industriais, como é o caso da construção de prédios, a média chega a ser 36% maior que a dos homens.

seconci homenageia mulheres pec define investimentos com o projeto flores no canteiro os homens foram o principal alvo da ação, onde mais de 500 assistiram em programas Mas a video, palestra, teatro e receberam brindes. Mulheres são minoria no local de morada

Moradia digna em 20 anos no país

mãos à obra - edição nº 17

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ais de quinhentos operários participaram do Projeto Flores no Canteiro, do Serviço Social da Construção Civil – Seconci, em parceria com Superintendência da Mulher, Direitos Humanos e Equidade da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, entre os dias 10 e 14, em comemoração ao mês das mulheres. A programação contou com a apresentação da peça teatral “Um Dia Feliz”, do grupo Teatro dos Assistidos, da Defensoria Pública Municipal. Houve também a distribuição de brindes e realização de palestras. A primeira ação aconteceu no canteiro de obras da Rodes Engenharia, para mais de 50 trabalhadores que constroem o Conjunto Habitacional Lago Sul I. Apesar dos espaços serem tomados, em sua maioria, por homem, os conteúdos dos vídeos e palestrara levaram informações que pode auxiliar o dia a dia no casamento, no relacionamento com os filhos e na vivência do dia a dia em família. Rosemaria Timóteo, técnica em segurança do trabalho, é a única mulher no canteiro da Rodes, na Aureny III, mas elogiou os colegas pelo respeito a ela no ambiente de trabalho. “Quando comecei nunca havia trabalhado com uma demanda tão grande de homens. Me assustei. Mas trato todos com carinhos e respeito. Depois de um ano aqui, me sinto realizada e não pretendo sair”, afirmou Rosemaria. A técnica relata que seu pensamento no local é de parceria,

e busca apoio o grupo na troca de conhecimento. “Vejo que sou útil. Quero ter mais conhecimentos para trazer para cá”, completou. Os demais eventos aconteceram no Jardim de Versailles, da Tecnoconsulta, na 504 Sul; no Conjunto Habitacional Lago Sul II, da Construtora M21; no JK Businnes Center, da Recep Engenharia e no Palmas Businnes Center e Ibis Hotel, da Inovatec Construtora.

Foto: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

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Comissão Especial que analisa a PEC que amplia os recursos destinados as moradias populares aprovou em fevereiro, por unanimidade, o substitutivo do relator, deputado Zezéu Ribeiro, PT-BA. O texto aprovado estabelece que durante os próximos vinte anos, serão destinados 2% das receitas da União e 1% das receitas dos estados, do DF e dos municípios, ao Fundo de Habitação de Interesse Social. A proposta original previa o benefício por 30 anos, mas o relator achou melhor reduzir o período tendo em vista o programa Minha Casa, Minha Vida, e a possobilidade do problema de moradia ser resolvido nos próximos 20 anos. Estima-se que o déficit atual seja de oito milhões de moradias. Os efeitos práticos da PEC valem para o orçamento do ano seguinte ao de sua promulgação. O substitutivo isenta pequenas cidades, com menos de 20 mil habitantes, da instituição desses fundos de habitação social, tendo, contudo, que manter 1% dos investimentos na área de habitação.

Rosimaria: ambiente de respeito

c o n s t R U Ç Ã O c i v i l , A R Q U IT E T U R A , CO M É R CIO , CL A SSIST A S , E TC

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novidades

O GOVERNO DO ESTADO ENTREGOU 1,09 Km de asfalto no acesso à indústria Tripa Norte, em Colméia. A obra custou R$ 1,05 mi ao Fundo de Desenvolvimento Econômico do Estado. A Tripa Norte emprega 420 pessoas e movimenta folha de R$ 500 mil por mês.

feicon: tocantinenses embarcam para a maior feira da construção civil em busca de novidades e tecnologia São mais de 60 empresários de vários setores da cadeia produtiva da construção civil no evento, em São Paulo. Para líderes os classistas, do pequeno ao grande, é preciso participar e conhecer as novidades

Público de toda a América Latina chega ao Anhembi para fechar negócios

lançamentos. Não há como ficar de fora”, disse. A entidade conta com apoio do Sebrae Tocantins na missão. A construção propriamente, também tem seu destaque na Feicon Batimat. O grupo ligado ao Sindicato da Indústria da Construção Civil – Sinduscon-Tocantins, tem empresários de Palmas e de Araguaína. A participação será dia 21 e 22. “O Sinduscon está vi-

sualizando o aprimoramento dos associados, que têm seus próprios interesses em algumas áreas. No final de tudo o que nos leva à feira são as novas tecnologias”, destacou Bartolomé Alba, presidente da entidade, que tem apoio da Feito. “Estamos afastados dos grandes centros de produção e as novidades em tecnologias, resultados dos estudos, serão apresentados agora. O nosso pessoal tem que

Foto: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

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Divulgação

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ais de sessenta empresários tocantinenses participam do 20º Salão Internacional da Construção Civil, conhecido internacionalmente como Feicon Batimat. O evento é o maior do gênero na América Latina, e acontece entre os dias 18 e 22 deste mês, no Anhembi, em São Paulo. Os grupos são de Palmas, Araguaína e Paraíso, e representam os setores de varejo, com 30 pessoas, e o da construção com outros 30. Entre os empresários o foco é um só: conhecer as novidades que os principais fabricantes do setor vão apresentar, os produtos e as tecnologias da construção. Walter Martins, presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais da Construção Civil – Acomac, vai pela segunda vez à Feicon e afirma que o ambiente é obrigatório para quem está neste segmento. “É ali que estão os principais representantes do setor, com os grandes

Walter: não há como ficar de fora

se deslocar, pois a forma mais concentrada de tudo que existe é a feira, onde há uma gama enorme de novidades e tecnologias”, acrescentou o presidente. Cerca de mil marcas nacionais e internacionais participam da Feira. Para 2014, são esperadas 130 mil pessoas em busca dos negócios, tendo em vista que ano passado foram de R$ 400 milhões em vendas.


entrevista C a p.

c á s s i o

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s o u s a

A 58ª SONDAGEM NACIONAL DA INDÚSTRIA da Construção Civil, do Sinduscon-SP, FGV e CBIC, indica que em fevereiro a percepção dos empresários com relação ao desempenho atual de suas construtoras recuou 0,8% ante a pesquisa anterior. Foto: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

50% dos condomínios estão com o documento vencido

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verticalização das moradias em Palmas está exigindo cada vez mais que os pensamentos se voltem para um quesito de suma importância, mas que, essencialmente, não depende apenas das autoridades, e sim de cada cidadão: a segurança. Para o Capitão Cássio de Sousa Pedro, presidente da Associação dos Bombeiros Militares do Estado do Tocantins – ABM-TO, e coordenador do Serviço Integrado de Operações – Siop, junto à instituição, a verdade é nua e crua: em geral, os condôminos não ligam para a própria segurança. Profissional com vinte anos de carreira, o Capitão Cássio destacou a importância da formação das brigadas nos prédios, para prevenção e salvamento nos sinistro. Os moradores se preocupam com a segurança nos condomínios? Não. Sabe porquê que não? Quando o palmense é preocupado, ele olha o extintor de incêndio e vê se o prazo de validade do produto está vencido. Ele liga para o Corpo de Bombeiros para se informar como que ele faz para solicitar uma vistoria técnica no prédio. No geral, não vejo esse tipo de chamada. As chamadas são para vazamento de gás. Como engenheiro civil e capitão, digo que isso vai aumentar, porque algumas empresas [construtoras] não se preocupam muito com a instalação desse tipo de produto. Então começa a ter vazamento. Quando o prédio é novo, eu acredito que é nas instalações e quando o prédio é mais antigo a gente acredita que é falta de manutenção. Nota-se que o palmense não está preocupado. Ele não cobra do sindico e também não observa para depois cobrar. A norma é bem clara: todos os funcionários e pelo menos um morador de cada pavimento tem mãos à obra - edição nº 17

que fazer o curso de brigadista. As pessoas precisam se preocupar, porque um sinistro só acontece quando a gente deita em berço esplêndido. Os moradores, principalmente dos condomínios verticalizados, não se preocupam em momento nenhum. Para que serve a brigada? A brigada de incêndio é importante, mas não somente para pegar um papel [habite-se ou alvará de funcionamento]. Hoje, muita gente entende que é só para isso. As brigadas de incêndio nos condomínios são obrigatórias, tanto para regularização junto à prefeitura, quanto para retirada do habite-se. As edificações novas só serão habitadas após os bombeiros irem lá e dizerem que elas estão em condições em termos de segurança. Depois, a cada 12 meses, essas edificações são obrigadas a fazer a formação da brigada. Para os prédios recém-construídos, onde as pessoas ainda estão chegando, é feito um termo de compromisso junto á Diretoria Técnica do Corpo de Bombeiros, em que o condomínio tem 90 dias para formar a brigada. Depois, a brigada será treinada a cada 12 meses. É importante porque auxiliar as pessoas quando elas precisam de uma ação de primeiros socorros, auxilia o Corpo de Bombeiros nas ações primárias e depois, durante o treinamento periódico, você coloca o sistema de prevenção para funcionar, as mangueiras, os extintores, os motores de bombeamento de água. O Corpo de Bombeiros vistoria os edifícios para verificar se existem as brigadas? A instituição não consegue atender todos os condomínios. A não ser que ele tire tempo apenas para essas visitas. Sabe o que

As pessoas precisam se preocupar. Os moradores, principalmente dos condomínios verticalizados, não se preocupam em momento nenhum. aconteceria? Uma infração atrás da outra. Não vou generalizar, mas mais de 50% dos condomínios estão com o documento obrigatório vencido. O Corpo de Bombeiros está preparado para incêndios de grandes proporções nos condomínios? O estado adquiriu várias viaturas novas, importadas, fabricadas na Alemanha. Pelas informações que a gente tem, devem ser entregues em abril. E são viaturas apropriadas para combate a incêndio em edificações verticalizadas, onde a gente poderá fazer o combate direto e também os resgates, se necessário for. São auto plataforma, com alcance de até 60 metros de altura. Como é um acidente que pode gerar incêndio? A maioria dos incêndios nos condomínios verticalizados

acontece por falha humana. É uma panela que a secretaria deixa no fogão aceso e sai para área de lazer; Ela está passando uma pilha de roupa, vai descansar e deixa o ferro ligado, esse ferro fica ligado passa uma criança esbarra, o ferro cai sobra a roupa, aí tem um princípio de incêndio. Essa é a nossa preocupação. A formação deveria se estender também para essas pessoas? Exato. Para quem fica. São essas pessoas que passam maior tempo na casa. Os pais, às vezes, saem de manhã e só voltam no final da tarde, ou voltam para almoçar, ou às vezes nem voltam. Os pais saem para trabalhar e ficam lá seus filhos com ela. Será que os pais estão preocupados? Será que as pessoas que estão ali têm conhecimento, numa emergência de incêndio, sobre o que fazer? Então é isso que a gente mais observa. Qual o perfil do bombeiro apto a dar o curso de brigadista? Qualquer bombeiro, do soldado ao coronel, pode dar um curso de brigada. Por que ele tem todos os requisitos. Claro que aí vem a lei estadual e restringe, mas apenas dizendo que ele não pode ser o responsável técnico e nem pode certificar. A associação tem algum projeto de criação do Centro de Treinamento? A gente tem um projeto há muito tempo. Como tem curso, eu preciso de um prédio para centro de treinamento. Eu não posso fazer essa obra dentro do plano diretor, porque eu vou trabalhar com alguns materiais que vão acabar prejudicando alguém. O custo é alto e vamos buscar parceria com a iniciativa privada, de repente ela entra com a área e nós entramos com o material para executar esse centro. Quem está fazendo isso? A própria associação.

c o n s t RUÇÃO c i v i l , ARQUITETURA , COM É RCIO , CLASSISTAS , ETC

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habitação

O BID VAI EMPRESTAR US$ 26,47 MI para o desenvolvimento urbano de Niterói – RJ. A contrapartida da Prefeitura é de US$ 17,66 mi. O vice-prefeito de Niterói, Axel Grael, diz que cerca de 70% da verba vão para urbanização em comunidades carentes.

FEIRÃO caixa DA CASA PRÓPRIA será em abril, no espaço cultural de palmas. VENDAs DE ESTANDES JÁ COMEÇARAm A décima edição do Feirão vai focar nos imóveis em fase de lançamento e também dos que já estão prontos. Só no ano passado, os negócios com as vendas chegaram a R$ 393 milhões

Índice Em 2013, com o 9º Feirão, realizado em julho, os negócios

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chegaram a R$ 393.476.930,20, ou seja, 7,6% (27 milhões) a mais que as vendas no ano anterior, quando as vendas somaram R$ 365.744.929,00. Simulador Faltando cerca de um mês para o Feirão, a Caixa lançou o novo simulador de financiamento habitacional. A ferramenta pode ser acessada site www.caixa.gov.br, que oferece a opção de de iniciar a simulação a partir da capacidade de pagamento. Com o preenchimento de apenas quatro campos, o novo simulador calcula o valor máximo de financiamento que o cliente pode tomar emprestado, bem como o valor máximo de prestação que ele pode assumir. O simulador apresenta sugestões de valores de financiamento e prazos compatíveis com este comprometimento mensal, auxiliando o cliente a definir o valor do imóvel a ser adquirido.

Fotos: Luiz Henrique Machado/Mãos à Obra

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erá em março, dias 25, 26 e 27, no Espaço Cultural de Palmas, o 10º Feirão Caixa da Casa Própria. O evento é uma realização da Caixa Econômica Federal, e neste ano tem o Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Tocantins como parceiro organizador. As definições relacionadas ao Feirão ocorreram no final de fevereiro, e segundo Cleci Buss, gerente regional de Construção Civil junto à Superintendência da instituição financeira, no foco dos negócios estão os lançamentos e a mostra de empreendimentos. Segundo os organizadores, o Feirão terá cerca de 25 estandes, que serão negociados com as construtoras, incorporadoras e imobiliárias. As vendas dos espaços já começaram.

Clientes em busca de negócios no 9º Feirão, que teve R$393 milhões em vendas


Mãos à obra # 17ª edição março 2014