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maiahoje IVA Incluído

Ano IV • Nº 98 • Quinzenal • Sai às Sextas DE 23 JANEIRO A 12 DE FEVEREIRO DE 2004

www.maiahoje.pt press@maiahoje.pt

Director Artur Bacelar

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Autorizado a circular em invólucro plástico fechado. Pode abrir-se para verificação postal. AUT48 DE0656/2003DCN

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€ 0,50

jornal regional de grande informação

World Press Photo para ver no Fórum da Maia

pág.04 PUB

Primeiro Ministro Durão Barroso visita a Maia. pág. 03

“Postais da Maia”: nesta edição Freguesia de Vila Nova da Telha. págs. 06 e 07

DIDASAN: recolha de sangue para registo de dadores de medula óssea, foi um sucesso. pág. 18 Junta de Vermoim põe maiatos a dançar. pág. 18 PUB


02 página dois

ff editorial

artur bacelar director

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

júlio sá ornelas julio@maiahoje.pt

maiahoje

ff objectiva

Ponham-nos na “ordem” É sabido que ninguém nasce com uma profissão atribuída e que apenas fazemos uma selecção muito mais tarde. No meu caso, desde bastante cedo, desde as “rádios piratas” que fiquei com o “bichinho” do jornalismo, mas diversos condicionalismos, nomeadamente ligados aos vencimentos que normalmente são auferidos nesta profissão, só muito mais tarde, depois de passar por experiências na área do Ambiente e da Gestão é que consegui chegar à profissão onde sempre almejei trabalhar. Hoje, sinto-me algo enriquecido com as experiências anteriores, que sem dúvida fizeram de mim um jornalista diferente. Quero com este pequeno intróito, chegar à falada alteração da “liberdade de imprensa”. Nesta profissão, somos já uns milhares (com carteira profissional cerca de 10.000), todos diferentes, com diversas maneiras de pensar, bons e maus profissionais, com e sem escrúpulos, com e sem talento, aliás, como em todas as profissões. Neste sentido, não é por alguns não terem escrúpulos que, de uma forma refinada, todos paguem a factura e neste caso também o Povo Português. Há jornais e jornais, há jornalistas e jornalistas, há leitores e leitores. O Maia Hoje faz tudo por ter um jornalismo sério, honesto, descomplexado e a todos os títulos exemplar. Temos um elevado sentido crítico que queremos e iremos manter. É bom que se comecem a separar as águas, sem confundir o jornalismo sério com o sensacionalista, o sem regras e que “salpica” de lama toda a gente, com o que independentemente do “diz que diz”, respeita a dignidade das pessoas.

ff painel maiahoje.pt À hora do fecho da edição e à pergunta «Concorda com liberalização dos preços da gasolina?», o Painel MaiaHoje.pt, composto pelos visitantes do “site” www.maiahoje.pt, respondeu da seguinte forma:

Sim ............................................................................12% Não ............................................................................88% Total de votos: 128 Lembramos que o resultado do Painel “MaiaHoje.pt”, não pretende ser de alguma forma uma sondagem ou consulta de opinião. Para a próxima quinzena a questão que iremos colocar no painel MaiaHoje.pt é a seguinte: «Concorda com limitação da liberdade da imprensa?». Lembramos que esta votação vai estar on-line a partir de hoje e até ao dia 10 de Fevereiro, sendo os resultados publicados na edição número 99 de 13 de Fevereiro.

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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

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Durão Barroso anunciou 570 milhões de euros para novas auto-estradas

jornal regional de grande informação

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Os artigos de opinião são da responsabilidade de quem os assina, não reflectindo nem vinculando a opinião dos editores bem como do director do Jornal. A direcção do Jornal é defensora da plena liberdade de expressão, reservando-se a direcção a não publicar artigos de opinião que prejudiquem a imagem e liberdade de outros. É política do Jornal o pluralismo e isenção nos assuntos tratados.

grande maia 03

Gabinete de Plataformas Logísticas será instalado na Maia

Depois de Vila Nova de Gaia e Gondomar, o Primeiro Ministro, Durão Barroso, passou pelo Concelho da Maia, acompanhado do Ministro das Obras Públicas, Transportes e Habitação, Carmona Rodrigues. Neste “Governo aberto” pelo norte do país, o Chefe do Governo visitou a Maia a fim de inaugurar o Empreendimento de Souto de Cima, em Santa Maria de Avioso. Além desta cerimónia, o governante anunciou o fecho do IC24 ou Circular Regional Externa do Porto (CREP) para 2007 e a instalação no município maiato do Gabinete de Plataformas Logísticas, um organismo de nível nacional que tratará de questões ligadas aos Transportes e respectivos Interfaces. Era palpável a expectativa à chegada de Durão Barroso, na sua primeira deslocação a solo maiato na condição de Primeiro Ministro de Portugal. Algumas dezenas de populares curiosos adensavam a “multidão” de personalidades maiatas que não faltaram à recepção no Salão Nobre da Câmara Municipal. Depois de assinar o livro de honra digital, Durão Barroso foi brindado com diversos elogios dos discursantes, retribuindo com o anúncio da implantação do Gabinete de Plataformas Logísticas na Maia,«é um centro de decisões importantes. Este Gabinete vai tratar do futuro dos Transportes, das Interconexões e dos Interfaces em Portugal. Quando penso na Maia, penso num ponto de confluência. Sob proposta do Ministro das Obras Públicas, penso que este Gabinete trará mais massa crítica a este Concelho». Uma revelação que apanhou de surpresa o próprio Presidente da Câmara Municipal da Maia, Bragança Fernandes, «foi uma surpresa para mim, não falou comigo sobre isso. Fiquei muito satisfeito. Aliás, tive uma conversa privada e fiquei altamente entusiasmado com o que ele me prometeu e me disse». Já para o Vice Presidente da autarquia, Silva Tiago, este Gabinete é a prova da descentralização prometida pelo Governo, «é o cumprimento de uma política de descentralização que o Primeiro Ministro vem anunciando. É um gabinete importante para o país e para a Maia também». Depois da recepção, a comitiva oficial deslocou-se a Santa Maria de Avioso para inaugurar o Empreendimento de Habitação Social de Souto de Cima. Esta obra é constituída por 77 fogos que, apesar da sua inauguração, só serão entregues em Fevereiro, dado este empreendimento ainda não ter recebido o visto do Tribunal de Contas. Silva Tiago, vereador responsável pela Habitação Social e pelo Urbanismo mostrou-se satisfeito com a obra, «fui eu que escolhi este sitio, que negociei o terreno, que lancei a primeira pedra e a última. Conheço isto como as minhas mãos e portanto, sei o quão difícil é fazer isto. Espero que as famílias que vão viver aqui se sintam bem porque eu me sentiria bem».

«Caminhada feita a sós»

Durão Barroso apanhou de surpresa Bragança Fernandes com o anúncio da implantação do Gabinete de Plataformas Logísticas no Concelho maiato. Novas auto-estradas para 2007 Durão Barroso anunciou igualmente, e à semelhança do que já tinha feito em outros concelhos, a conclusão do IC24 para 2007, «destinámos 570 milhões de euros para a conclusão da Circular Regional Externa do Porto que arranca em 2005 e estará concluída em 2007. Estamos a fazer quatro novas auto-estradas». Esta concessão Douro Litoral foi lançada a concurso no dia posterior ao anúncio do Primeiro Ministro e compreende: um troço pertencente ao IC24, com a extensão de 40 km, que incluí uma nova ponte sob o Rio Douro, próxima da barragem de

Crestuma/Lever; a ligação entre os Carvalhos e S. João da Madeira e entre S. João da Madeira e Ovar, numa extensão total de 33 quilómetros; a manutenção de 49 quilómetros de vias já existentes. Durão Barroso frisou também que o investimento público não estagnou, «o investimento público em Portugal não parou. Cortámos no que é desnecessário. Promovemos as vertentes mais importantes como a Habitação Social e as infra-estruturas para o Desenvolvimento. A política de contenção orçamental não é de passagem. O Estado não pode sustentar todos. Tem de canalizar as verbas para os que realmente necessitam».

Bragança Fernandes não perdeu a oportunidade de estando frente a frente com o Primeiro Ministro de Portugal, apelar ao apoio do governante para alguns dos projectos desejados pela autarquia, «gostaríamos de ter o Centro de Reabilitação do Norte instalado no Campus da Saúde. A TECMAIA está a iniciar a sua expansão e no futuro terá cerca de 1900 trabalhadores. Aí vai ser construída uma fábrica para o primeiro automóvel português», entre outros, salientando a falta de apoio do Governo anterior, «esta caminhada de sucesso tem sido feita a sós. Na égide do anterior governo, a Câmara não recebeu verbas. Foi uma caminhada dura e difícil. Só com a tomada de posse do novo Governo é que essa situação se inverteu». Aliás, Bragança Fernandes entregou uma lista de prioridades a Miguel Relvas, Secretário de Estado da Administração Local, que a encaminhará ao Primeiro Ministro. Desta lista constam obras como o Parque da Cidade em Santa Maria de Avioso. Pela sua parte, Durão Barroso mostrou-se disponível para trabalhar, «estou consciente da situação específica do Concelho da Maia e da injustiça dos últimos anos. Estou disponível para pessoalmente trabalhar consigo a com a sua equipa para que a Maia continue a ter o mesmo ritmo de crescimento. Vamos pensar e debater juntos algumas obras e projectos para reforçar a centralidade da Maia». Primeiro Ministro deverá voltar à Maia em breve

Discurso Directo Bragança Fernandes tem uma determinação tranquila. Durão Barroso

Esta é uma das páginas douradas deste Salão Nobre. Bragança Fernandes

A Maia é um farol de progresso e modernidade. Idem

É uma visita natural. Veio aqui (Durão Barroso) numa prova de reconhecimento da obra que vimos fazendo. Silva Tiago

A Justiça Social, a Educação e a Saúde são preocupações mas espero que também se preocupe com a capacidade produtiva do nosso país. Luciano Gomes

Bragança Fernandes deixou ainda o convite a Durão Barroso, para regressar à Maia, no sentido de presidir à cerimónia de assinatura de um protocolo do Programa Prime, na TECMAIA. Segundo o que o Maia Hoje apurou junto do autarca maiato, o Primeiro Ministro aceitou o convite formulado, sendo que esta cerimónia protocolar deverá ser realizada «no máximo, dentro dos próximos dois meses», com o dia exacto a depender da agenda de Durão Barroso. António Manuel Marques


04 grande maia

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

Exposição está patente até dia 1 de Fevereiro no Forum da Maia

maiahoje fernanda botelho duarte (texto) júlio sá ornelas (fotos)

World Press Photo inaugurada com a presença de Bart Schoonus A exposição World Press Photo foi oficialmente inaugurada a 10 de Janeiro, no Fórum da Maia com a presença do Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Maia, Mário Nuno Neves e do comissário da WPP, Bart Schoonus, que aproveitou a ocasião para agradecer a colaboração de todos os envolvidos na montagem desta exposição. Bart Schoonus acrescentou ainda que a importância da fotografia tem cada vez um peso maior, uma vez que a imagem se estabelece como código universal. Na sua opinião uma boa fotografia deve conter os elementos que permitam contar a sua história, e alertar a consciência das pessoas. Segundo Bart Schoonus uma das razões que terá levado à escolha por parte do juri, da fotografia premiada este ano, foi a possibilidade desta imagem ir para além do que é convencional nas noticias. O fotógrafo tentou ir para além do que seria o tema central da notícia, neste caso o terramoto, o que seria mais sensacionalista para retratar, optando por captar o sentimento de vulnerabilidade do rapaz fotografado. Fundação e principios A Fundação World Press Photo, sem fins lucrativos nasceu na Holanda com o principal objectivo de promover a liberdade de imprensa em todo o mundo, apoiando o fotojorna-

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anualmente o que de melhor se produz em Portugal na área da reportagem fotográfica. Repetir o sucesso

Bart Schoonus, comissário da WPP, e Mário Neves marcaram presença na inauguração da 3ª edição da WPP na Maia lismo no desvendar dos factos sem qualquer tipo de censura. Baseada nestes principios a World Press Photo surge como uma chamada de atenção através da publicação de inumeras fotos sugestivas de assuntos controversos quer a nível politico-económico quer sóciocultural. Este ano a exposição itine-

rante, que resulta do concurso anual de fotojornalismo, surge com temas de interesse mundial como: Guerras, Fome, Desastres Ecológicos, Conflitos Étnicos e Religiosos, Repressão e Opressão, Miséria Física e Psicológica. Esta exposição percorre 70 locais de 37 países de todo o mundo, de realçar que a Maia

desde Março de 2002 que tem sido o unico local do Norte de Portugal , a ter a possibilidade de ter patente esta exposição. Em simultâneo com a Exposição WPP, estão patentes os trabalhos premiados na terceira edição do Prémio Visão Fotojornalismo. Os prémios atribuidos pela revista Visão em 2003, destinam-se a galardoar

Após o sucesso alcançado no anos anteriores, quer junto do público, quer junto dos media, a Câmara Municipal da Maia repete pela terceira vez a iniciativa de trazer até à Maia a exposição World Press Photo edição de 2003. A Fundação WPP tem como patrocinadores oficiais a Canon, KLM e a TPG. Nesta edição a Câmara Municipal da Maia para a apresentação da WPP contou também com os apoios do Grupo Mário Ferreira da Silva e da Caixa Geral de Depósitos e da Fundação Caixa Galicia. Mário Nuno Neves Vereador do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Maia, considera esta iniciativa exemplar para o concelho da Maia, tal como se tem revelado em anos anteriores: «Julgo que é um caso evidente em que o investimento feito compensa, para além de ser a unica forma da arêa metropolitana do Porto poder ver a World Press Photo. Aqui, como noutros casos apostamos na qualidade do produto.» A exposição World Press Photo vai estar patente no Fórum da Maia até ao dia 1 de Fevereiro com os seguintes horários: de Domingo a Sexta das 15 às 19h., e Sábados das 15 às 19 e das 21 ás 24h.


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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

grande maia 05

Iniciativa da Secretaria de Estado da Administração Local

antónio manuel marques antonio@maiahoje.pt

Autarquia maiata recebe prémio de modernização administrativa

A Câmara Municipal da Maia recebeu, esta quarta-feira, uma menção honrosa pelas boas práticas de modernização administrativa autárquica. A distinção entregue no Pavilhão do Futuro, localizado no Parque das Nações, em Lisboa, resulta de projectos como o site “Torre do Lidador” ou o Gabinete Municipal de Atendimento. A cerimónia contou com a presença do Secretário de Estado da Administração Local, Miguel Relvas, e do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Santana Lopes. Coordenado pela Direcção Geral das Autarquias Locais, este concurso tenta premiar o esforço levado a cabo pelas autarquias na implementação de projectos que “permitam uma melhoria da prestação de serviços aos cidadãos e de simplificação de processos nomeadamente através da utilização de meios inovadores e dinâmicos para as autarquias”. Depois de, no ano passado, a Lipor ter arrecadado o primeiro prémio, nesta edição o lugar cimeiro coube à Junta da Freguesia de Santa Leocárdia de Geraz do Lima, em Ponte de Lima, com o projecto “Cidadão mais Perto”. Quanto à autarquia maiata trouxe para casa uma menção honrosa, a par das Câmaras Municipais de Lisboa, Lousã, Póvoa de Lanhoso e da Junta de Freguesia de Nevogilde, no Porto. Costa Lima, vereador responsável pelo Pelouro da Modernização Administrativa, explicou o projecto concorrente composto por três vertentes, «foi a criação da página da Câmara Municipal da Maia (CMM) que contém toda e qualquer informação que se pretenda obter junto da CMM com a vantagem de agora ter ainda mais um elemento que foi criado há pouco tempo ao abrigo do

Costa Lima e Bragança Fernandes satisfeitos por este reconhecimento à modernização da administração levada a cabo na autarquia

“Maia Digital”. Pusemos à disposição do cidadão, mediante registo prévio e obtenção de uma senha de entrada, a consulta dos seus processos de obras. Depois disso, há muito mais informações que cada munícipe, desde que esteja registado e que tenha sua password, poderá aceder». O Guia do Munícipe e o Gabinete de Atendimento são as outras componentes premiadas, «este guia contém toda e qualquer informação relativamente às regras que regem as relações munícipe - CMM e, portanto está completamente actualizado. Concorremos também com uma terceira vertente que foi o Gabinete de Atendimento que é a centralização de todo o atendimento da CMM. Aquele primeiro impacto entre o munícipe e a CMM é feito ali. Pelas informações que tenho tido parece-me estar a funcionar bem , tem tido um grande impacto na população que gostou desta alteração, razão pela qual estamos satisfeitos com esta modernização». Depois de receber o prémio das mãos da Directora Geral das Autarquias Locais, Eugénia Santos, o Presidente da Autarquia, Bragança Fernandes, confessou-se lisonjeado com a distinção, «o ano passado tivemos este prémio através da

«Servir os serviços da Câmara Municipal da Maia (CMM)»

Lipor, já que somos seus associados. Este ano o município concorreu sozinho e estamos de parabéns. Eu próprio sinto-me lisonjeado e saúdo todos os funcionários que contribuíram para este prémio, nomeadamente o Vereador Costa Lima». Segue-se o «pronto socorro electrónico» Interrogado sobre o próximo passo, Costa Lima confessou que tem em mente um projecto ligado à ajuda a pessoas idosas, «tenho um projecto em mente de auxílio às pessoas da terceira idade ou que estão em casa sozinhas. Um sistema electrónico que permita que uma pessoa em casa com um simples carregar de um botão, tenha acesso a um centro de atendimento que depois tratará de resolver o problema através da Polícia, de Hospitais, do INEM ou Protecção Civil. Será um pronto-socorro electrónico, mas isto apenas está em projecto, não sei quando será montado». Quanto a uma candidatura ao Concurso de Boas Práticas de Modernização Administrativa Autárquica de 2004, Costa Lima revelou que é uma hipótese a ter em conta.

andreia nascimento andreia@maiahoje.pt

«A qualidade é a virtude que um serviço tem»

A Câmara Municipal da Maia (CMM) sentiu necessidade de criar um departamento novo, denominado Gabinete de Qualidade e Auditoria Interna. Trata-se de um projecto que aposta na qualidade interna dos serviços. Costa Lima, vereador do Pelouro da Modernização Administrativa e dos Recursos Humanos da CMM, pronunciou-se acerca desta promissora ideia que, embora seja ainda um “esboço”, tem já delineado planos e objectivos. São cerca de três os elementos que irão conduzir este departamento de controle interno, mas ainda há muito por se fazer. Procura-se, acima de tudo, na qualidade a “arma eficaz” para melhorar os serviços e «quando atingimos esse grau, somos uma instituição de primeira» sublinhou. Em breve irá surgir na CMM um Gabinete de Qualidade e Auditoria Interna. Ao que o jornal “Maia Hoje” apurou trata-se de um projecto que pretende «refinar»(qualificar) todos os serviços prestados pela CMM. O vereador maiato, explicou ao “Maia Hoje” que «o departamento foi criado e publicado no Diário da República já devidamente autorizado pela mesma câmara e pela Assembleia Municipal (AM) em 7 de Julho de 2003». Ainda em fase “embrionária”

não se sabe quando projecto irá arrancar mas Costa Lima afirmou que se trata de um projecto a longo prazo e que «irá durar um a dois anos». Sentida a necessidade de insurgir com um departamento novo, «em que não existe nenhum serviço similar», como fez questão de frisar o vereador, a proposta já está “em cima da mesa”. Contudo ainda muito se está por fazer, nomeadamente «fazer um levantamento genérico de toda a CMM, um

relatório do estado da situação em termos de organização e controle», explicou. Na última reunião de Câmara, a criação de uma comissão instaladora do novo departamento ganhou “voz” todavia, segundo o mesmo vereador, será ainda apresentado o relatório final que ditará todo o corpo regente que irá constituir o departamento bem como as suas rotinas e regras de funcionamento. Para já, o que se sabe ao certo é que serão cerca de três

elementos, do quadro da CMM, que irão conduzir este trabalho, nomeadamente «um funcionário na área da Administração Autarca, na área da Organização e Gestão e do Direito», garantiu Costa Lima. Mais, «quando essa proposta for feita por esses três funcionários, voltará novamente à Câmara para ser aprovada e assim nomear os funcionários definitivamente», concluiu. Quanto ao futuro, o edil maiato admitiu que «será um

projecto difícil tanto na escolha das pessoas como na própria supervisão do trabalho que os funcionários realizam». Porém, a necessidade de seguir «uma política que é toda virada para o munícipe» “fala mais alto”, pois «queremos servir os outros e prestar esses mesmos serviços aos outros», realçou. Em poucas palavras Costa Lima resumiu o verdadeiro sentido desta acção «queremos que os munícipes e os maiatos se sintam satisfeitos connosco».


06 fotoreportagem am Maia” regress a d is ta os “P Os ra retratar a nesta edição pa Nova da Telha. ila freguesia de V apesar de e, d Esta localida óxima da pr relativamente é muito ncelhia, ainda co e d a d li ra nt ce o ruralidade. Sã ue marcada pela q s la co rí nsões ag mpos. longas as exte te os tr ou aia de M a m a rd co m-se re viagem salienta : o na ue q pe ta es es N as duas situaçõ ue tr ou te en lm ua q ig o de habitações crescente númer o a freguesia em and vão transform necessidade de uma a e ” “dormitório algumas vias em intervenção rodoviárias.

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

maiahoje

À atenção de quem de dir

eito

Maia

l Marques António Manue

negativo

negativo

Logo no início da Rua da Fábrica, junto ao Centro de Saúde, verifica-se uma situação de estacionamento ilegal, e por vezes “selvagem”. Os condutores estacionam os seus veículos no sentido contrário ao sentido de rodagem, para além de desrespeitarem a sinalização vertical.

positivo

A Igreja de Vila Nova da Telha, junto ao actual edifício da Junta de Freguesia, é um dos ex-libris desta localidade.

negativo

Também na travessa do cruzeiro, o próprio cruzeiro precisa urgentemente de obras, face ao mau estado em que se encontra.

Continuando pela mesma rua, uma das mais importantes da freguesia, deparámo-nos com um cenário menos agradável. Junto a um posto de alta tensão, encontra-se uma espécie de esgoto a céu aberto, que serve igualmente para depósito de lixo.

positivo

Está em curso a construção do Complexo Municipal de Futebol, orçado em mais de 2 250 000 euros. Uma obra que trará uma nova dinâmica à prática desportiva em Vila Nova da Telha.

positivo

Continuam as obras para o novo edifício da Junta de Freguesia, na Via Lidador Igreja, que com certeza permitirá aos autarcas a prestação de um melhor serviço à população.

negativo

No entanto, lamenta-se alguma falta de cuidado no decurso das obras, como mostra este lixo na berma, junto à obra.

positivo

Em frente, um novo empreendimento de Habitação Social dará outro “movimento” a esta zona marcada pelo aspecto agrícola.


maiahoje

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

fotoreportagem 07 positivo / negativo

Em Vila Nova da Telha ainda se podem ver longas extensões de terrenos agrícolas, salpicados aqui e ali de habitações. Um retrato desta freguesia que, a dez minutos do Centro da Maia, continua marcada pela ruralidade.

negativo

O mau piso verifica-se em muitas vias da freguesia. Um caso extremo verifica-se junto à entrada do Túnel do Aeroporto.

negativo

Na Rua Alberto Campos da Costa Maia verifica-se uma situação insólita. Perante a proximidade de uma rotunda, os condutores seguem repetidamente pela esquerda como nos foi possível verificar in loco. A localização do centro da rotunda muito à direita da via, também não ajuda.

Voltando à Rua da Fábrica, uma das principais artérias desta freguesia, a inexistência de passeios obriga os populares a caminharem perigosamente pela estrada.

positivo

negativo

Ainda na Rua da Fábrica, o cruzamento desta via com a Rua da Aldeia, apresenta-se como um dos locais mais perigosos da freguesia não existindo sinalização luminosa ou vertical. São frequentes os acidentes, segundo os populares.

negativo

Apesar do seu aspecto rural, Vila Nova da Telha possui uma das estruturas mais importantes do Concelho e até do Norte do País. O Aeroporto Francisco Sá Carneiro é fundamental para o desenvolvimento da região. Os aviões continuam igualmente a atrair os populares às proximidades da pista.

positivo / negativo

Esta passagem aérea na Rua da Aldeia apresenta-se algo degradada. Se ainda não foi feita, seria aconselhável uma inspecção ao estado da estrutura.

negativo

Na Rua da Travessa, a curta largura da via aliada ao estacionamento obriga os populares a circular pelo meio da estrada.

positivo / negativo

Nesta via encontra-se um antigo lavadouro público. Uma recordação dos tempos de outrora, que merecia outro estado de conservação.

positivo

O Futebol Clube de Pedras Rubras é cada vez mais uma das principais colectividades do Concelho. A militar na Segunda Divisão, a equipa sénior deste clube vem paulatinamente a transformar-se num ícone do futebol maiato.


08 publicidade Jornal Maia Hoje nº 98 de 23 de Janeiro de 2004

TRIBUNAL JUDICIAL DA COMARCA DA MAIA 5º Juízo Praça Dr. José Vieira de Carvalho 4470-202 MAIA Telef.:229438900 Fax:229444473 correio@maia.tc.mj.pt

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004 Jornal Maia Hoje nº 98 de 23 de Janeiro de 2004

Nos autos acima identificados foi designado o dia 12-02-2004, pelas 14:00 horas, neste Tribunal, para a abertura de propostas, que sejam entregues até esse momento, na Secretaria deste Tribunal, pelos interessados na compra do(s) seguinte(s) bem/bens: - Fracção autónoma designada pela letra “A”, correspondente a uma habitação de rés-do-chão, do prédio urbano em regime de propriedade horizontal, sito na freguesia de Moreira, concelho da Maia, descrito na Conservatória do Registo Predial da Maia sob o nº 00304/250288 - A, daquela freguesia e inscrito na respectiva matriz urbana sob o artº 1.994-A penhorados ao Executado: CELSO HERMÍNIO DE ASSIS, estado civil: desconhecido, domicílio: Rua Ferreira de Castro, 148, Oliveira do Douro, 4400 VILA NOVA DE GAIA, Exequente: OLINDA DA CONCEIÇÃO PIRES, estado civil: desconhecido, domicílio: Rua João de Deus, nº 2, 5460 Boticas, Mandatário: Dr. António Jorge Almeida, estado civil: desconhecido, domicílio: Rua Dr. António Sousa Macedo, 39, 1º, sala 1, 4050 PORTO, É fiel depositário LUCIANO FERNANDES, Endereço: Rua Prof. Oliveira Andrade, nº 488, 4470 MOREIRA DA MAIA. Preço Base do bem a vender: Igual ou superior 70% de 47.779,85 Euros. Créditos reclamados por: Ministério Público, no montante de € 206,50 e Fernando Joaquim Reis de Sousa e esposa Maria Odília Santos Ferreira Sousa, no montante de € 14.465,14, com mandatária: Drª Fátima Rosa, com escritório na Avª D. Afonso Henriques, 815, 3º Ft., Ap. 2382, 4454 Matosinhos Codex já graduados

Sede: Rua do Outeiro - Folgosa - Maia Capital Social: 4 250 000 Euros Matriculada na Conservatória de Registo Comercial da Maia sob o nº 9213 Pessoa Colectiva nº 500 029 857

CONVOCATÓRIA É convocada a assembleia geral anual de accionistas de J. SOARES CORREIA - ARMAZÉNS DE FERRO, S.A., para reunir na sua sede social na Rua do Outeiro, Folgosa, na Maia, pelas 14.30 horas, do dia 31 de Março de 2004, com a seguinte ordem de trabalhos: 1º Discutir e deliberar sobre o relatório de gestão, balanço e contas relativos ao exercício de 2003; 2º Deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados; 3º Proceder à apreciação geral da administração e fiscalização da sociedade; O relatório de gestão e os restantes documentos de prestação de contas apresentadas pelo conselho de administração, o parecer do fiscal único e a certificação legal das contas, relativos à sociedade, e as propostas de deliberação a apresentar à assembleia pelo conselho de administração encontram-se à disposição dos accionistas nos escritórios da sociedade, sitos na Rua do Outeiro, Folgosa, na Maia, a partir de 12 de Março. Advertem-se os senhores accionistas para o disposto nos artigos 9º e 10º do contrato de sociedade que regulam os requisitos a que estão subordinados a participação e o exercício do direito de voto, designadamente: Têm direito a assistir e a participar na assembleia os accionistas detentores de pelo menos 100 acções, número a que corresponde 1 voto; A participação dos accionistas na assembleia geral depende do averbamento das respectivas acções, sendo nominativas, ou sendo ao portador, do seu depósito na sede social ou em qualquer instituição de crédito, em nome do titular, até 10 dias antes da data designada para a reunião da assembleia geral. Sendo o depósito efectuado em instituição de crédito, este deverá ser comprovado, perante a sociedade, até 5 dias antes da data designada para a assembleia geral; Qualquer accionista pode fazer-se representar por outros accionistas ou por qualquer pessoa a quem, por lei imperativa, seja atribuído esse direito; Os accionistas titulares de um número de acções inferiore a 100 poderão agrupar-se, a fim de participarem na assembleia, indicando um que a todos represente. Todas as representações deverão ser comunicadas ao presidente da mesa da assembleia, com assinatura reconhecida notarialmente ou autenticada pela sociedade.

Maia, 11-12-2003 O Juiz de Direito, Dr. António Paulo D. Segura

J. SOARES CORREIA

Armazéns de Ferro, S.A.

ANÚNCIO Processo:1945/2001 Carta Precatória (Distribuída) N/Referência:1141044 DATA: 11-12-2003 Exequente: OLINDA DA CONCEIÇÃO PIRES Executado: CELSO HERMÍNIO DE ASSIS Processo de origem: Processo nº 245/A/95 do Vila Nova de Gaia - Tribunal Judicial

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Maia, 8 de Janeiro de 2004 O Presidente da Mesa da Assembleia Geral Carlos Manuel da Costa Assunção Monteiro

O Oficial de Justiça Ana Paula Santos Torre

Jornal Maia Hoje nº 98 de 23 de Janeiro de 2004

J.S.C. Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A.

Jornal Maia Hoje nº 98 de 23 de Janeiro de 2004

Sardaço - Sociedade de Armaduras de Aço, S.A. Sede: Rua do Outeiro - Folgosa, Maia Capital Social: 200 000 euros Matriculada na Conservatória do Registo Comercial da Maia sob o nº 12957 Pessoa Colectiva nº 504 919 300

CONVOCATÓRIA É convocada a assembleia geral anual de accionistas de SARDAÇO-SOCIEDADE DE ARMADURAS DE AÇO, S.A., para reunir na sua sede social na Rua de Outeiro, Folgosa, na Maia, pelas 16.30 horas, do dia 31 de Março de 2004, com a seguinte ordem de trabalhos: 1º Discutir e deliberar sobre o relatório de gestão, balanço e contas relativos ao exercício de 2003; 2º Deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados; 3º Proceder à apreciação geral da administração e fiscalização da sociedade; 4º Proceder à eleição dos Órgãos Sociais para o quadriénio de 2004 a 2007. O relatório de gestão e os restantes documentos de prestação de contas apresentados pelo conselho de administração, o parecer do fiscal único e a certificação legal das contas, relativos à sociedade, e as propostas de deliberação a apresentar à assembleia pelo conselho de administração encontramse à disposição dos accionistas nos escritórios da sociedade, sitos na Rua do Outeiro, Folgosa, na Maia, a partir de 12 de Março. Advertem-se os senhores accionistas para o disposto nos artigos 8º e 9º do contrato de sociedade que regulam os requisitos a que estão subordinados a participação e o exercício do direito de voto, designadamente:

Sede: Rua do Outeiro, Folgosa, Maia Capital Social: 50 000 Euros Matriculada na Conservatória do Registo Comercial da Maia sob o nº 54670 Pessoa Colectiva nº 504 584 804

CONVOCATÓRIA É convocada a assembleia geral anual de accionistas de J.S.C. Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A., para reunir na sua sede social na Rua do Outeiro, Folgosa, Maia, pelas 15.30 horas, do dia 31 de Março de 2004, com a seguinte ordem de trabalhos: 1º Discutir e deliberar sobre o relatório de gestão, balanço e contas relativos ao exercício de 2003; 2º Discutir e deliberar sobre o relatório de gestão, balanço e contas, consolidados, relativos ao exercício de 2003; 3º Deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados; 4º Proceder à apreciação geral de administração e fiscalização da sociedade. O relatório de gestão e os restantes documentos de prestação de contas apresentados pelo conselho de administração, o parecer do fiscal único e a certificação legal das contas, quer relativos à sociedade, quer consolidados, e as propostas de deliberação a apresentar à assembleia pelo conselho de administração encontram-se à disposição dos accionistas nos escritórios da sociedade, sitos na Rua do Outeiro, Folgosa, na Maia, a partir de 12 de Março. Advertem-se os senhores accionistas para o disposto nos artigos 11º e 12º do pacto social que regulam os requisitos a que estão subordinados a participação e o exercício do direito de voto, designadamente:

Têm direito a assistir e a participar na assembleia os accionistas detentores de pelo menos 100 acções, número a que corresponde 1 voto;

Têm direito a assistir e a participar na assembleia os accionistas detentores de pelos menos 100 acções, número a que corresponde 1 voto;

A participação dos accionistas na assembleia geral depende do averbamento das respectivas acções, sendo nominativas, ou sendo ao portador, do seu depósito na sede social ou em qualquer instituição de crédito, em nome do titular, até 10 dias antes da data designada para a reunião da assembleia geral. Sendo o depósito efectuado em instituição de crédito, este deverá ser comprovado, perante a sociedade, até 5 dias antes da data designada para a assembleia geral;

A participação dos accionistas na assembleia geral depende do averbamento das respectivas acções, sendo nominativas, ou sendo ao portador, do seu depósito na sede social ou em qualquer instituição de crédito, em nome do titular, até 10 dias antes da data designada para a reunião da assembleia geral. Sendo o depósito efectuado em instituição de crédito, este deverá ser comprovado, perante a sociedade, até 5 dias antes da data designada para a assembleia geral;

Qualquer accionista pode fazer-se representar por outros accionistas ou por qualquer pessoa a quem, por lei imperativa, seja atribuído esse direito;

Qualquer accionista pode fazer-se representar por outros accionistas ou por qualquer pessoa a quem, por lei imperativa, seja atribuído esse direito;

Os accionistas titulares de um número de acções inferior a 100 poderão agrupar-se, a fim de participarem na assembleia, indicando um que a todos represente.

Os accionistas titulares de um número de acções inferior a 100 poderão agrupar-se, a fim de participarem na assembleia, indicando um que a todos represente.

Todas as representações deverão ser comunicadas ao presidente da mesa da assembleia, com assinatura reconhecida notarialmente ou autenticada pela sociedade.

Todas as representações deverão ser comunicadas ao presidente da mesa da assembleia, com assinatura reconhecida notarialmente ou autenticada pela sociedade.

Maia, 8 de Janeiro de 2004

Maia, 8 de Janeiro de 2004

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Carlos Manuel da Costa Assunção Monteiro

Carlos Manuel da Costa Assunção Monteiro


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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

Maia poderá acolher equipamento de reabilitação Depois de Alcoitão, Tocha e São Brás de Alcotel, a Maia poderá vir a ser o próximo concelho a receber um centro de reabilitação. A hipótese foi tida em conta na última Segunda-feira pelo Secretário de Estado Adjunto de Saúde aquando uma visita relâmpago à TecMaia. Apesar da localização do Centro de Reabilitação do Norte ainda não estar definida, o certo é que o concelho da Maia reúne já algumas vantagens face aos “adversários” que também disputam a corrida para esta unidade de saúde. «O senhor presidente da câmara tem um conjunto de questões muito concretas a este propósito. Tem em mente o Campus da Saúde, um espaço bem localizado e para o qual também será transferida a Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto», referiu o Secretário de Estado Adjunto da Saúde. «É necessário um equipamento que sirva para acompanhar doentes com necessidades de reabilitação, nomeadamente necessidades prolongadas, mas também que seja um equipamento de investigação e de formação», disse Adão Silva. A par desta vantagem, o Secretário de Estado Adjunto de

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Adão Silva explicou a importância de um centro de reabilitação que sirva o Norte Saúde sublinhou ainda as acessibilidades do concelho e taxa populacional como factores a ter em conta «quando se vier a decidir o local de instalação do Centro de Reabilitação do Norte». O «equipamento de referência no âmbito da saúde de reabilitação para o Norte do país» custará cerca de 50 milhões de euros faltando ainda definir o programa funcional.

«O Ministério da Saúde vai avançar com alguns detalhes e trabalhos que faltam fazer no âmbito do programa funcional para que se comece a definir qual é o número de camas, de equipamentos e qual a geometria do espaço que se perspectiva», adiantou o político. Sofia Vales Pinto (texto) e Júlio Sá Ornelas (Foto)

Tribunais em greve de 26 a 30 de Janeiro É já a partir de Segunda-feira e até Sexta-feira que os tribunais portugueses vão entrar em greve. Cinco dias úteis que servirão para demostrar o desagrado que reina entre os funcionários da justiça já que, segundo o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), existe precipitação na reforma da acção executiva, falta de formação dos recursos humanos, instalação apressada dos novos tribunais administrativos e ausência de negociações do estatuto profissional remuneratório. Também «a desconsideração com que os respon-

sáveis da Administração têm tratado» os cerca de 600 funcionários do sector, depois de o secretário de Estado adjunto e da ministra da Justiça terem admitido publicamente a admissão dos mesmos, é motivo de descontentamento até porque «existe um défice de 1200 funcionários no sector». Ainda no entender do SFJ «o acto processual da elaboração das contas é dos mais complexos e que maiores dificuldades apresenta. Muitos funcionários da justiça viram condicionadas e prejudicadas as

suas carreiras por não terem conseguido provar, nos cursos de promoção, que dominavam o processo de elaboração de contas». Ao que o “Maia Hoje” apurou, ainda não é certa a adesão à greve por parte dos funcionários judiciais do Tribunal da Maia. «Apesar de existiram razões que bastem para a greve, só no próprio dia é que se saberá se os funcionários do tribunal irão aderir ou não», disse Léçio Delgado, escrivão da central do Tribunal da Maia. Sofia Vales Pinto

Foi preciso uma 2ª volta

ISMAI com nova Associação de Estudantes Até ao fecho desta edição ainda não eram conhecidos os resultados para a tomada de posse do novo presidente da Associação Académica (A.E), do Instituto Superior da Maia (ISMAI). Contudo ainda é cedo para se conhecer o vencedor, pois os resultados só foram divulgados depois do fecho desta edição. No dia 21, cerca de 1000 alunos deslocaram-se às urnas para elegerem o novo rosto da A.E. A sala de votos abriu cerca das nove e meia da manhã e, doze horas depois, por volta das dez horas da noite ainda não eram conhecidos os resultados oficiais. Na primeira volta a distribuição percentual dos votos informava que a Lista I liderava a corrida com cerca de 43 por cento, seguia-se a Lista S com 30 por cento e a Lista A rondava os

24 por cento. Cerca de 1,25 por cento foram considerados votos em branco. Quanto aos votos nulos, existiram apenas três. Uma vez que na primeira volta não prevaleceu uma maioria absoluta, ou seja a Lista I não conseguiu obter os 50 por cento mais um voto, deu-se uma segunda volta para apurar o resultado final. Das três listas candidatas sabe-se que, na primeira volta, a Lista A, constituída por Fernando

Vieira, ex-Presidente da AE, perdeu a corrida por uma larga margem de diferença em relação às listas I, encabeçada por Miguel Pedroto, e S, por Nuno Afonso. Na primeira volta a lista mais votada foi a I, conseguindo uma vantajosa diferença, cerca de 200 votos em relação à S. Agora a disputa é entre as duas listas, e uma delas vencerá. Caso para dizer, “que ganhe o melhor!”. Andreia Nascimento


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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

Amilcar Theias homologa 258 milhões de euros de investimento

Primeira entidade do género a ser certificada

Governo Civil do Porto recebe Certificado de Qualidade

Maia recebe 3,4 milhões de euros O Ministro das Cidades, Ordenamento do Território e do Ambiente aprovou recentemente cerca de 258 milhões de euros de investimento elegível. Esta verba diz respeito às candidaturas apresentadas nos Programas Operacionais Regionais, sobretudo da vertente de investimento municipal e intermunicipal. Deste investimento, cerca de 164 milhões de euros correspondem a fundos estruturais europeus, nomeadamente o FEDER. Na repartição do bolo, a Maia ficou contemplada com 3,4 milhões de euros que, segundo o Presidente da Câmara Municipal da Maia, Bragança Fernandes, se destinam «a obras em Vila Nova da Telha e Pedrouços, respeitantes a águas e saneamento. Obras já lançadas e adjudicadas». Em paralelo, a autarquia maiata continua à espera do resultado das candidaturas a verbas governamentais para projectos, como o Parque de Avioso, que o edil maiato espera que sejam aprovadas. De referir que do total das verbas homologadas, cerca de 40% tem como destino o Norte do País. Individualmente, os projectos que mais verbas recebem são a reestruturação viária e urbana de Viseu, integrada no POLIS da cidade, os túneis urbanos do Porto e o Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz. Estas obras arrecadam à volta de 34, 15 e 8 milhões de euros, respectivamente. António Manuel Marques

A Maia também foi contemplada pelo Ministro das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, Amilcar Theias

Regresso da iniciativa da FAPEMAIA

Padre Luís Borga inaugurou 2ª Escola de Pais

Sob o lema “O nosso compromisso é com os Cidadãos”, Manuel Moreira tem desburocratizado o Governo Civil do Porto

Com a presença do Ministro da Administração Interna, Figueiredo Lopes, realizou-se no dia 16, a cerimónia de entrega ao Governo Civil do Porto do Certificado de Gestão da Qualidade. A distinção entregue pela Associação Portuguesa de Certificação (APCER), resulta da implementação de um “sistema que se traduz na melhoria da prestação dos seus serviços junto dos cidadãos” e que contempla o “atendimento personalizado, a reformulação do sistema informático”, entre outros. Depois da auditoria realizada pela APCER e em conformidade com a norma internacional ISSO 9001:2000 foi então atribuída esta certificação, que simboliza a “mudança de uma cultura burocrática para uma cultura de gestão”. Nesta cerimónia, o Governador Civil do Porto, Manuel Moreira, frisou que «a reforma da Administração Pública tem que ocupar um lugar central no processo de desenvolvimento e de modernização do país», acrescentando que «as medidas tomadas no âmbito da certificação são um contributo para agilizar e introduzir eficácia à actuação dos serviços». No âmbito destas medidas, salientam-se a breve prazo a renovação da página Internet, que está actualmente em curso, e a criação de um Sistema de Gestão Documental. António Manuel Marques

Aureliano Bessa, a Vereadora da Educação, Graça Barros e o Padre Luís Borga “presidiram” a esta primeira sessão da Escola de Pais. Teve início na segunda feira, no Fórum Jovem da Maia, a 2ª Escola de Pais Prof. Dr. José Vieira de Carvalho, promovida pela Federação das Associações de Pais e Encarregados de Educação do Concelho da Maia (FAPEMAIA). Esta foi a primeira de oito sessões e debateu o tema “A Família: Novas “Estruturas” e Novas “Práticas” Educativas”, tendo como orador o conhecido Padre Luís Borga. Segundo Aureliano Bessa, Presidente da FAPEMAIA, os pais aderiram à iniciativa de forma bastante satisfatória, «a adesão foi grande. Os pais continuam a mostrar que estão atentos à educação dos

filhos e que esta não é da exclusiva responsabilidade das escolas. Ficamos satisfeitos por os pais aderirem». Assim o resultado foi «positivo. Tivemos um orador que tem o dom da palavra e que torna fácil a comunicação». Do debate propriamente dito ficaram algumas ideias importantes, na opinião de Aureliano Bessa, «educar significa antes de mais preparar para a vida. Outra ideia que ficou foi a prevenção antes da imposição. Também fica a noção que actualmente trocamos o mais importante que é a família pelo circunstancial. Daí as consequências

negativas que se conhecem. Estas são apenas algumas das ideias que ficaram no final». Quanto às restantes sessões, que terão continuidade hoje à noite, os oradores já estão «quase todos certos». Para hoje aguarda-se a intervenção de Rosana Santos sobre o tema “A escola, a comunidade envolvente e os tempos livres”. Na próxima sexta feira a palavra estará a cargo de Clarice Monteiro com o tema “Escola Inclusiva/Crianças Diferentes: As crianças “superactivas” e as outras”. António Manuel Marques


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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

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Deputado maiato preocupado com a violência na sociedade

É preciso agir e garantir um futuro mais seguro O deputado maiato, Bernardino da Costa Pereira, mostrou na Assembleia da República a sua preocupação pela violência na sociedade portuguesa. Na sua intervenção, feita no passado dia 8 de Janeiro, no período de antes da ordem do dia, referiu que «quase todos nós contribuímos, ao longo da nossa vida e com os nossos actos, quer duma maneira activa ou passiva, para a manutenção da violência». «As manchetes nos jornais são sobre a violência. As televisões abrem os seus noticiários com temas sobre a violência», referiu o deputado do PSD, Costa Pereira, no início da sua intervenção. E sublinha que a violência «começa em nós, com as nossas ambições e frustrações». A violência está presente no meio familiar, nos estabelecimentos de ensino, «onde os docentes e discentes perderam a dignidade na sua função de formadores e o gosto de serem formados e preparados para a vida». «É aqui», na escola, «que se devia iniciar a criação dum grande objectivo nacional». Mas a violência surge em «diversas formas, em diversos locais». Atinge os postos de trabalho, «a prepotência de empregadores e a falta de brio profissional de empregados; a exploração dos mais novos pelos mais velhos, a prostituição, a migração e a pedofilia». Também os órgãos de informação são meios que «promovem diariamente a violência, com anúncios enganosos e o conteúdo perverso neles contido». À televisão é apontada «uma grande responsabilidade», que mostra violência nos desenhos animados e «imagens sexistas que não correspondem à realidade da vida normal e quotidiana de todos nós». O

Bernardino da Costa Pereira (ao centro), marcou presença na Assembleia da República

deputado considera que as televisões «não respeitam o horário adequado para a transmissão de programas violentos ou instigadores da violência. O povo aplaude e nós nada fazemos. Achamos graça e até participamos». Continua a apontar mais formas de provocar a violência que vão desde «as construções clandestinas, a falta de civismo nas estradas; a evasão fiscal onde aquele que não paga os seus impostos está a violentar os outros contribuintes». A terminar, Costa Pereira frisou que é tarefa dos governos « levar a cabo medidas», como «também é obrigação das oposições não transformar a discussão política em violência tal como por vezes acontece nos palcos de luta política, tal como este hemiciclo. Referindo-se ao Parlamento, o deputado SocialDemocrata salienta realçou “as horas gastas neste hemiciclo, a discutir o indiscutível, pagas com o dinheiro dos contribuintes» o que são também «uma forma de violência cometida sobre o povo português». A rematar, Bernardino Costa Pereira exorta para a mobilização de todo o país «para garantir um futuro mais seguro e mais prometedor. Alguém disse um dia “Não te envergonhes de quem descendes, mas preocupa-te com os que vão descender de ti».

CDS/PP prepara eleições autárquicas Os elementos do CDS/PP concelhios e distritais reuniramse, no passado dia 11, a fim de delinear as estratégias a seguir as próximas eleições autárquicas. Um encontro no Hotel Egatur que marcou o arranque PUB

de um périplo de visitas que serão levadas a cabo pelo presidente da distrital do Porto do CDS/PP, Álvaro Castelo Branco, com o objectivo de se inteirar do pleno funcionamento dos diversos núcleos «apuran-

do, assim, o que poderá ser mais útil para cada concelho». Tendo em conta afirmações proferidas por Álvaro Castelo Branco, a vice-presidente do núcleo maiato do CDS/PP, adiantou que «o trabalho

desenvolvido pela estrutura nos últimos dois anos deverá ser aproveitado podendo, eventualmente, sofrer algumas alterações». Ainda segundo Mafalda Rolo, e remetendo-se para as eleições da Comissão Política

concelhia do CDS/PP, «foi dado a saber pelo presidente da distrital que os órgãos não têm conhecimento das impugnações». Sofia Vales Pinto


12 política

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

Áreas metropolitanas e comunidades urbanas debatidas pelo PS

«Sacos cheios de nada»

maiahoje sofia vales pinto sofia@maiahoje.pt

Dando continuação aos trabalhos temáticos, a Comissão Política do PS Maia organizou um debate em torno da problemática da centralização de poderes e competências. Tendo como ponto de partida duas leis do transacto ano foram discutidas as áreas metropolitanas e as comunidades urbanas. O responsável pelo Pelouro das Autarquias da federação distrital do PS, Joaquim Couto, mostrou-se desagradado com as novas posturas dizendo mesmo que «apenas vêm piorar a actual situação». Na última Terça-feira, os militantes do PS Maia reuniramse na sede concelhia “rosa” com o intuito de debater as áreas metropolitanas e as comunidades urbanas. Tendo por base as leis n.º 10 e 11 de 13 de Maio de 2003 Joaquim Couto, responsável pelo Pelouro das Autarquias da federação distrital do partido “rosa”, sublinhou a importância de uma «nova organização do território». O orador lembrou o referendo sobre a regionalização, realizado em 1998, e «as várias tentativas de desconcentração dos governos» que conduziram «a um ponto em que o território está desorganizado e em que os ministérios não coincidem». Uma situação que no entender do responsável «prejudica o cidadão e as empresas», até porque as citadas legislações representam «um saco cheio de nada». Como tal, entende que há duas questões fundamentais a ser tratadas e resolvidas: o processo eleitoral da organização das grandes áreas metropolitanas, das comunidades urbanas ou das regiões administrativos e os meios financeiros disponíveis. «É necessário elevar as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto para autarquias de nível superior. Isto significa que as mesmas devem

Foi pela mão da CP concelhia do PS que Joaquim Couto se deslocou até à Maia para debater as áreas metropolitanas e as comunidades urbanas ter um processo eleitoral mais alargado e mais transparente no qual se deve dar lugar à partici-

pação independente», explicou o ex-governador civil do Porto. Apologista um sistema misto, o

político defende que as assembleias metropolitanas devem ser constituídas por «50% de elementos que já são eleitos e 50% de candidatos não eleitos locais para as câmaras ou para as assembleias municipais e de freguesias». Pautando-se pela descentralização administrativa e de competências, Joaquim Couto referiu «a necessidade de serem criadas estruturas intermédias acompanhadas dos respectivos meios financeiros». «Faltam-nos as regiões administrativas pois as que foram agora desenvolvidas pelas leis n. 10 e 11 de Maio de 2003 não vêm resolver nada», assegurou. Segundo o também ex-presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, a descentralização de competências deve basearse na partilha de poderes e meios financeiros. «Estas leis fazem depender os meios financeiros das comunidades urbanas dos municípios de origem. Se os municípios de origem não têm dinheiro como é que vão transferi-lo para essas novas estruturas?», constatou. Nas palavras de Joaquim Couto «não existe nessas leis um articulação transparente, rigorosa e facilmente controlável

pelo cidadão e pelas instituições», até porque «está escrito, de um modo genérico e um pouco confuso, que as grandes áreas metropolitanas e comunidades urbanas terão meios que advêm do estado e do governo». «Como, quando, em que montantes e por quem é definido?», questionou. Também o presidente da Comissão Política concelhia do PS partilha a mesma opinião. «A junta metropolitana é um organismo que não existe e que não se bate por nenhum projecto mobilizador nem para o distrito nem para o Norte. Os órgãos que existem também não estão a ser protagonizados pelas pessoas que de facto poderiam desenvolve-los», disse Jorge Catarino. «Actualmente, a junta metropolitana é uma correia de transmissão e está ao serviço de um governo quando a ideia é criar regionais que defendam os interesses dessas mesmas regiões», concluiu. O também autarca frisou ainda, e à semelhança do seu camarada, o facto de as leis n.º 10 e 11 de 13 de Maio de 2003 revelarem ineficácia de resolução face aos problemas oriundos da centralização de poderes e competências. PUB

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freguesias 13

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

sofia vales pinto sofia@maiahoje.pt

Escolas E.B.1 do Sobreiro e da Cidade Jardim acolhem exposições itinerantes

Passado e presente de mãos dadas

“Recordar a Instrução Primária” e “Cidade Pitoresca” foram as duas exposições de carácter pedagógico inauguradas na tarde do passado dia 12, nas escolas do Sobreiro e da Cidade Jardim. Permitir que os alunos se deparassem com diferentes realidades foi, então, o objectivo traçado quer pelo Agrupamento das Escolas de Vermoim quer pela câmara municipal. As escolas básicas do Sobreiro e da Cidade Jardim são, desde o passado dia 12 e até ao fim do corrente mês, palco de duas exposições que visam aproximar os mais pequenos de algumas mutações sofridas no concelho da Maia, a nível de ensino e de infra-estruturas. Com carácter pedagógico e itinerante, as citadas mostras surgem de uma ideia lançada pelo Agrupamento de Escolas de Vermoim que posteriormente foi aprofundada pelos responsáveis do Museu de História e Etnologia da Maia. No entender da vereadora do Pelouro da Educação e da Acção Social, a exposição “Recordar a Instrução Primária”, parcialmente apresentada na escola do Sobreiro, «demonstra como era antigamente ministrado o ensino permitindo assim que os alunos estabeleçam padrões de comparação tanto nos instrumentos utilizados como nas próprias vestes». «Apesar de esta exposição já ter estado patente ao público no Museu de História e

Etnologia, decidimos trazê-la às escolas para que todos os alunos a possam apreciar», referiu. Lembrando ainda o tempo em que leccionou em Viseu, Maria da Graça Barros sublinhou a importância de «hoje em dia ser usado um ensino baseado na racionalização e não na memorização» e ainda a «inexistência do medo de ir para a escola». Também a escola básica da Cidade Jardim foi alvo de atentos olhares. A exposição “Cidade Pitoresca”, composta por 170 fotografias distribuídas por dois painéis, revela o contraste existente em diversas zonas do concelho. «A exposição explora a espontaneidade das pessoas nas suas casas e ambientes», disse André Tomé Ribeiro, um dos responsáveis pela programação do Museu de História e Etnologia da Maia. Num futuro próximo deverá ainda ser levada a cabo, pelo Pelouro da Cultura, um certame alusivo aos jogos e cantigas de outros tempos.

André Tomé Ribeiro deu a conhecer aos mais petizes alguns dos métodos de ensino usados antigamente

Exposição de moedas Romanas do século IV, da Monarquia e da República

andreia nascimento andreia@maiahoje.pt

Moedas que valem História

“A Moeda na História” é o nome da exposição a decorrer em Milheirós, a partir de 16 de Janeiro e pretende prolongar-se até ao dia 15 do próximo mês. Um projecto “viajante” que pretende aproximar-se da população, percorrendo os caminhos da Maia e, carregando consigo História. Vai estar patente, na Loja da Juventude de Milheirós, a exposição “A Moeda na História”. Em parceria com o Pelouro da Juventude da Câmara Municipal da Maia, esta exposição é o “passaporte” para uma viagem histórica. Trata-se de uma iniciativa que segue um modelo rotativo, percorrendo assim vários PUB

locais do concelho da Maia como escolas, Juntas de Freguesia e Centros de Estudos de Ruralidade. A exposição está repartida em três fases e todas elas “contam” um tempo e espaço históricos diferentes. A primeira intitula-se “As primeiras moedas”, retratando a

importância da Moeda Antiga nas várias civilizações, nomeadamente a Moeda na Grécia e a Moeda em Roma. A segunda fase, “A Moeda no Território Português” demonstra as primeiras moedas cunhadas que circularam antes da fundação da Nacionalidade. Moedas para todos os estilos como romanas,

visigodas e muçulmanas estão também expostas no Museu. Numa terceira parte, pode ainda apreciar-se moedas cunhadas pertencentes ao período monárquico português. “Portugal e a sua Moeda” revisita assim várias épocas históricas bem como as suas dinastias, desde a República até ao

aparecimento do Euro. A exposição está aberta de Segunda a Sexta-feira, das 14 às 19 horas. Estão já agendadas as próximas paragens que irão decorrer na Loja da Juventude de S.Pedro Fins, na Casa do Alto, em Pedrouços, e no Fórum Jovem da Maia.


14 sociedade

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

Aluno portador de deficiência «aconselhado» a abandonar E.B. 2/3 do Castelo

maiahoje sofia vales pinto (texto) antónio manuel marques (foto)

Pais e escola em campos opostos

O Daniel tem 16 anos, sofre de paralisia cerebral e está inscrito na E.B. 2/3 do Castelo. Alegadamente, foi «aconselhado» por uma docente «a abandonar a escola porque poderia provocar uma epidemia a 900 alunos». Indignados, os pais do jovem prometem «não cruzar os braços enquanto a docente der aulas». Por sua vez, a escola refere que as acusações «não correspondem minimamente à verdade». O Daniel nasceu prematuro, padece de paralisia cerebral na ordem dos 75 por cento, é deficiente motor e tem grandes dificuldades de aprendizagem. Depois de ter passado por diversos infantários da Santa Casa da Misericórdia da Maia «onde sempre foi bem tratado» encontra-se matriculado na escola E.B. 2/3 do Castelo, instituição onde até há pouco tempo frequentava o Ensino Especial com alunos do 7º ano. No passado dia 8, uma funcionária do estabelecimento de ensino detectou que o jovem se encontrava num estado febril e telefonou aos pais do aluno, Fernando Dias e Maria da Conceição, pois era necessário ir buscá-lo. Ainda dentro do recinto escolar e quando se dirigia para o automóvel, a mãe terá sido abordada pela docente responsável pelo Regime do Ensino Especial que «de forma agressiva e com arrogância me aconselhou a retirar o Daniel da escola pois poderia provocar uma epidemia a 900 alunos». De acordo com Maria da Conceição a professora foi mesmo mais longe «acusando o meu filho de ser mal mandado, ser sujo e incomodativo para os restantes alunos». «Na altura, o meu marido não assistiu à conversa porque já tinha arrancado no outro carro já que um veículo transporta a cadeira de rodas eléctrica e o outro o Daniel», acrescentou. Uma situação «inadmissível» que levou Fernando Dias a marcar uma reunião com o presidente da Comissão Executiva Instaladora da E.B. 2/3 do Castelo, até porque «já há muito tempo que o Daniel se queixava, única e exclusivamente, dessa professora». «No encontro com Dr. Manuel Carvalho, e apesar de ele me ter pedido desculpa e ter prometido que ia resolver o problema, deilhe a conhecer que enquanto essa docente desse aulas o Daniel não voltaria à escola», continuou. PUB

Apesar de sentir saudades da escola, Daniel passa agora os dias em casa

Insatisfeito, o pai do jovem procedeu ainda ao envio de um ofício à Direcção Regional de Educação do Norte «com o objectivo de algo ser feito em relação a esta deplorável situação». O Daniel faz agora do com-

putador e da televisão que tem em casa a companhia de todos os dias. Escola rejeita acusações Em entrevista ao “Maia Hoje”,

o presidente da Comissão Executiva Instaladora da Escola E.B. 2/3 do Castelo afirmou que «este caso não corresponde minimamente à verdade pois deve ter sido uma interpretação exagerada por parte da mãe». Apesar de não ter presenciado a

conversa, Manuel Carvalho assegurou que «a professora responsável pelo Ensino Especial apenas alertou a mãe do Daniel para o facto de ele andar visivelmente debilitado e, como tal, sugeriu que fosse praticado um acompanhamento médico mais incisivo de modo a averiguar se eventualmente estaria com alguma infecção». Tendo em conta o depoimento da docente, Manuel Carvalho tem «a certeza que a professora nunca disse que o Daniel podia provocar uma doença a 900 alunos». Nesse sentido, o presidente da Comissão Executiva Instaladora da Escola E.B. 2/3 do Castelo tentou demover Fernando Dias de retirar o filho da escola. «O lugar do Daniel é na escola. Por todo o passado do Daniel, e mesmo que exista um mal entendido, creio que o abandono escolar apenas prejudica o Daniel». «O aluno em causa gosta muito da escola, dos colegas e dos professores», enfatizou. O também professor sublinhou a importância de todo o apoio e carinho dado aos alunos, em especial aos que são portadores de deficiências. «Damos o melhor que temos, podemos e sabemos já que este estabelecimento não tem todas as condições para este tipo de alunos, razão pela qual já expusemos a questão à Direcção Regional de Educação do Norte e ao Ministério da Educação». Dada a existência de barreiras arquitectónicas «por vezes temos que mexer na estrutura interna da escola, mas fazemo-lo com todo o gosto». Contudo, Manuel Carvalho não deixou de admitir que «o ideal seria que tanto o Daniel como outros alunos portadores de deficiências frequentassem uma escola inteiramente vocacionada para o Ensino Especial». Em jeito de conclusão, o docente afirmou que «este processo não vem dignificar nem a escola nem os professores».


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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

sociedade 15

Lipor promove campanha de sensibilização junto das escolas

sofia vales pinto (texto) júlio sá ornelas (foto)

Relembrar os três “R´s”

Com o objectivo de não só alertar os mais petizes para os graves problemas ambientais como também dar a conhecer o trabalho realizado dentro de portas, a Lipor arrancou com a campanha “Viagem ao Mundo Lipor”. Reduzir, Reutilizar e Reciclar foram, então, três dos principais pontos abordados na E.B. 2/3 de Gueifães. A E.B. 2/3 de Gueifães foi o palco escolhido para a primeira “Viagem ao Mundo Lipor”. Assim, na última Terça-feira, deslocaram-se até ao citado estabelecimento de ensino quatro eco-conselheiros do Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto (Lipor) que levaram até aos alunos diversas acções em torno das problemáticas ambientais. «À semelhança de anos anteriores, pretendemos proporcionar uma visão mais ampla do trabalho realizado por nós dentro de portas e, simultaneamente, alertar os alunos para as questões ambientais», disse Luciana Rocha. A iniciativa reparte-se em quatro módulos, sendo o primeiro uma exposição alusiva à política dos três “R´s”: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. «São dados exemplos práticos e úteis que os estudantes podem seguir no quotidiano sendo também explicado o funcionamento e importância dos ecopontos, ecocentros e da recolha selectiva porta a porta», explicou a eco-conselheira. Na fase seguinte, os alunos tiveram a oportunidade de pôr

em prática a reutilização de diversos materiais. «Montamos uma pequena oficina onde aquilo que muitas vezes é considerado desperdício é transformado num objecto útil», referiu. Já na terceira fase, procedese «à construção de um puzzle com imagens de ecopontos e ecocentros que, mais uma vez, vem reforçar a importância da separação dos resíduos». «Por último, os alunos participam numa roda de prémios que, no fundo, compensa-os por todo o trabalho realizado. Nesta última etapa, os miúdos são presenteados com artigos escolares fabricados em material reciclado», rematou Luciana Rocha. Depois de ter passado «com muito sucesso» pela E.B. 2/3 de Gueifães, a “Viagem ao Mundo Lipor” ruma às restantes escolas do primeiro, segundo e terceiro ciclo pertencentes à área de jurisdição do Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto. Paralelamente, o stand móvel da Lipor irá percorrer as juntas de freguesia dos municípios da Maia, Porto, Espinho, Póvoa de Varzim, Gondomar, Valongo, Vila do Conde e Matosinhos.

É com materiais recicláveis que os alunos da E.B. 2/3 de Gueifães preparam a chegada do dia de São Valentim

“Loja do Condomínio” já disponível na Maia Em meados de Dezembro abriu a primeira “Loja do Condomínio” na Maia. Sandra Almeida e Eliane Pacheco, gestoras desta loja, apostam numa filosofia de transparência e fácil acesso à informação na gestão de condomínios. O franchising “Loja do Condomínio” surgiu em 2002, e é uma concepção totalmente portuguesa. Surge agora na Maia pela “mão” de Sandra Almeida e Eliane Pacheco que explicaram ao Maiahoje as vantagens deste projecto: «Para além da importância de investir em capital e ideias portuguesas, hoje em dia existe uma grande falta de credibilidade neste sector que importa combater e alterar. Para a administração de um condomínio é fundamental o rigor e a simplificação dos serviços.», afirmou Eliane Pacheco. Uma das inovações da “Loja do Condomínio” é o programa informático, cujo sistema executa automaticamente as tarefas administrativas e a sua funcionalidade reside no processamento de dados relativos à actualização de toda a informação referente a cada condomínio.

Este sistema com ligação via Internet permite a ligação entre as várias lojas e a possibilidade de cada condómino através da sua casa ter acesso á informação referente ao seu condomínio. Este sistema permite ainda o pagamento automático das quotas do condomínio ou o tratamento de qualquer assunto na loja que lhe for mais conveniente. Outra das apostas da “Loja do Condomínio” é o serviço de aconselhamento jurídico sempre útil em questões que envolvem obras, obrigações das partes, legislação especifica, etc. Neste momento existem 28 lojas distribuídas pelo País e prevê-se para breve o investimento em Espanha. Na Maia a “Loja do Condomínio” situa-se na Av. D. Manuel II , 1077, com o mail: maia@lojadocondominio.pt.

A filosofia de fácil acesso à informação é uma das apostas da “Loja do Condomínio”.


16 sociedade

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

maiahoje

Quinta d’ameã

Um pouco de Trás-os-Montes... na Maia Inaugurada no dia 22 de Novembro, a Quinta d’ameã oferece uma grande variedade de produtos regionais provenientes de Trás-os-Montes. Aliás, Maria do Céu, a proprietária, pretende que esta seja mais do que uma simples loja, mas uma «montra dos produtos» daquela região. A breve prazo, destaca-se a realização de uma “mini” Feira do Fumeiro, em jeito de antecipação da Feira de Fumeiro de Vinhais, evento sobejamente conhecido pelos apreciadores. A longo prazo, pretende-se igualmente promover as potencialidades turísticas de Trás-os-Montes, através de parceiras, como contou ao Maia Hoje, Maria do Céu. Tudo começou há dois anos com uma ideia que, passados seis meses, era já uma realidade. A Quinta d’ameã sediada no bairro com o mesmo nome, na aldeia de Ouzilhão, pertencente ao concelho de Vinhais, começou por produzir «as compotas, as marmeladas, as alheiras e o fumeiro», refere Maria do Céu. De lá até ao Castêlo da Maia, onde se situa a nova loja, foi um passo relativamente curto, «os produtos de Trás os Montes são apreciados pelas pessoas daqui e já há tanta gente a ir lá cima buscar as coisas, porque não fazer isto de uma forma mais profissional? Assim, criamos um canal dos vários produtos que há lá em cima e ao mesmo tempo damos oportunidade aos apreciadores e consumidores daqui, de obterem directamente os produtos em vez de lá ir». E assim, um ano e meio depois do seu nascimento, a Quinta d’ameã cria o seu primeiro ponto de venda fora de Trás-osMontes. Um espaço que se pauta pela originalidade e pela abrangência, «uma coisa diferente, com produtos bons, qualidade. Que consigamos juntar no mesmo espaço aquilo que está disperso. Há lojas com fumeiro, há lojas com artesanato e nós temos tudo aqui». O dia 22 de Novembro foi a data escolhida para a inauguração, que superou as expectativas, «espectacular. Foi uma coisa que ultrapassou as expectativas. No dia da inauguração não cabiam as pessoas todas. Esgotámos muitos stocks. Tivemos cá muita gente a comprar

cabazes e produtos. Depois tivemos uma coisa gira e extremamente importante do meu ponto de vista. Quem recebeu os cabazes, ficou surpreendido pela novidade e pela qualidade e no dia seguinte estava aqui a tenta saber que loja era esta e o que tínhamos aqui». Com dois meses de existência, o balanço acaba por ser positivo, naquela que se pretende que seja uma montra dos produtos de Trás-os-Montes nas diversas áreas, desde a alimentação, até ao artesanato, passando pelo Turismo, «eu gostaria que isto fosse uma espécie de montra dos produtos de Trás-os-Montes, mesmo a nível de Turismo e Natureza que é outro projecto que estamos a desenvolver e que será para estar pronto daqui a dois ou três anos. Gostaria que não fosse só um ponto de venda, mas um ponto de encontro para Trás-osMontes».

produtos que na Feira em Vinhais e aos mesmos preços». Falando em Feiras, é de referir que a Quinta d’ameã já tem a presença garantida na Feira de Artesanato da Maia deste ano, «já estou inscrita. O ano passado não conseguimos participar porque ainda não tínhamos aqui a loja e porque quando nos fomos informar, já tinham terminado as inscrições. Este ano não quisemos perder a oportunidade e já nos fomos inscrever». Primeira fábrica de compotas do Nordeste Transmontano

De tudo um pouco De facto, a variedade de produtos alimentares existentes na Quinta d’ameã é bastante considerável. Os enchidos marcam presença obrigatória, ao que se juntam os queijos, as compotas caseiras, os frutos secos, os premiados doces regionais, o mel de montanha, entre outros. E não acaba por aqui. Para breve espera-se um aumento na oferta, «vamos tentar diversificar mais. A nossa aldeia não tem azeite mas temos azeite de Murça e de Valpaços. Vinhos a mesma coisa. Há bons vinhos em Trás-osMontes».

Feira do Fumeiro para breve Mas é o fumeiro que terá o lugar de destaque nos próximos tempos na Quinta d’ameã. Vinhais é famoso pelo seu fumeiro e realiza todos os anos uma Feira. Ponto de referência para o apreciadores, o certame atrai visitantes de todos o país. Oriunda daquele concelho, a Quinta d’ameã não se poderia alhear do

evento e em jeito de antecipação vai realizar um evento do género nas instalações maiatas, entre amanhã e o dia 31 deste mês, «a propósito da Feira do Fumeiro oficial que se realiza em Vinhais, em Fevereiro, nós vamos fazer aqui no fim de semana anterior a nossa Feirinha do Fumeiro. Vamos trazer o que de melhor lá temos para apresentar aqui. Vai valer a pena porque quem gosta e aprecia vai ter aqui os mesmos

Entre os vários projectos de Maria do Céu, talvez o de maior dimensão seja a fábrica de compostas, a primeira da região, segundo Maria do Céu «a nossa fábrica de compotas vai ser a primeira em todo o Nordeste Transmontano. Há uma pequenina em Moncorvo e há uma Valpaços, mas mais virada para a fruta em calda de Vinho do Porto. Compotas de forma artesanal como as fazemos é a primeira a ser licenciada». Embora a expansão ainda agora tenha começado, já há sonhos para um novo ponto de venda, «ainda é muito cedo, o que não quer dizer que não sonhássemos ter um dia uma loja em Lisboa. É um mercado muito apetecível porque há muitos transmontanos em Lisboa, e o consumidor aprecia muito e está disposto a pagar mais por estes produtos porque sabe que são bons. O Porto ainda não está tão desperto».


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freguesia 17

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

Em meados de Abril estará pronta a nova sede

10 mil euros para Ardegães

andreia nascimento (texto) júlio sá ornelas (foto)

No dia 18, Ardegães viu o seu clube “renascer das cinzas”. Prestes a completar trinta anos de vida o Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de Ardegães (GDCRA), aguarda agora a construção de uma nova sede que segundo Bragança Fernandes, Presidente da Câmara Municipal da Maia (CMM), «decidimos atribuir um subsídio de 50 por cento do valor total da obra». Ou seja, a CMM irá financiar cerca de 10 mil euros para a construção do novo espaço. Arnaldo Cunha, actual Presidente da colectividade prometeu, por seu lado, «tornar o Grupo ainda mais forte». Nem mesmo numa manhã fria que mais parecia cortar o calor humano, impediu que os “fervorosos adeptos” (associados) fossem testemunhas da tomada de posse dos novos corpos gerentes do GDCRA. A juntar à “família” esteve também presente Bragança Fernandes, Presidente da Câmara Municipal da Maia (CMM). Uma “família” que muito tem lutado por defender com “unhas e dentes” o Grupo e que apesar das condições precárias em que “vivem”, tanto a sede como os seus associados não esgotam forças para tornar a colectividade cada vez mais forte. Segundo Bragança Fernandes, a CMM continua a desempenhar um papel fulcral no apoio a estes movimentos associativos, nomeadamente nos inúmeros esforços que tem feito, como a construção de uma cantina e de um pavilhão. A cerimónia tinha terminado, mas a melhor “prenda” ainda estava por vir. A CMM decidiu atribuir cerca de 10 mil euros, 50

por cento do valor total, para a construção da nova sede. Tal como o edil maiato constatou «esta população local precisa de ser ajudada», e foi mais longe quando afirmou que «é a isto que me dedico e que sei fazer bem». Bragança Fernandes aproveitou também para congratular a nova direcção que «muito tem feito em prol do associativismo e de todas as crianças». Aos associativistas, esses, «quero dar um louvor à Direcção pelo seu Presidente que muito fez e que muito irá fazer», assim desejou.

zona rural, virada essencialmente para a agricultura», salientou. Contudo apelou ao bom senso da população e que «ajudem a negociar um preço justo para assim a Câmara poderá comprar o terreno». É urgente uma nova sede

Acesso ao pavilhão condicionado Ainda houve tempo para se falar num tema que muito tem complicado a vida ao GDCRA, nomeadamente o caso de um terreno que tem prejudicado as acessibilidades ao pavilhão. No cerne da questão, o problema que se coloca são os «100 metros de arruamento que faltam

Arnaldo Cunha assinou o novo cargo de Presidente do GDCRA. 30 anos ao serviço de uma “casa” que agora vê nascer uma nova sede. para ligar a estrada nacional (EN) ao pavilhão», como explicou Bragança Fernandes. Ainda em fase de negociação com o

proprietário do terreno o Presidente entendeu que «as possibilidades não são as melhores», pois «trata-se de uma

Arnaldo Cunha, fundador e Presidente da colectividade há mais de 20 anos, agradeceu a “dádiva” pois «necessitamos de uma nova sede», vincou. Actualmente, a casa conta com cerca de 400 associados e dispõe de várias actividades, viradas tanto para o desporto como para a cultura, «temos o rancho folclórico infantil, futsal, karaté e uma escola de música», disse Arnaldo Cunha. Para além destas valências existe a «parte moral» aliada à pedagógica que, segundo o mesmo, acredita serem imprescindíveis tanto para as crianças como para os pais. PUB

Jornal Maia Hoje nº 98 de 23 de Janeiro de 2004

CÂMARA MUNICIPAL DA MAIA

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS MUNICÍPIO DA MAIA Informação à População da Freguesia de Pedrouços Na qualidade de Presidente da Câmara Municipal da Maia e Presidente do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados da Maia, venho informar a população da Freguesia de Pedrouços que, a muito curto prazo, procederemos à substituição das redes de distribuição de água e ao total levantamento e reposição dos pavimentos em cerca de 80 arruamentos daquela Freguesia. Trata-se de um empreendimento da maior importância não só em termos de abastecimento de água mas, também, no que se refere à construção de novos pavimentos que substituirão os antigos, em tantos casos bastante degradados. No final dos trabalhos, que decorrerão de forma faseada durante cerca de um ano, estou certo que a população da Freguesia de Pedrouços ficará orgulhosa pela obra realizada. A todos peço e agradeço a melhor compreensão para os transtornos que eventualmente possam ser causados, sendo certo que tudo farei para minimizar os problemas resultantes de uma obra desta dimensão. Maia, 12 de Janeiro de 2004 O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DA MAIA E PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DA MAIA

(ENG.º ANTÓNIO GONÇALVES BRAGANÇA FERNANDES)


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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

maiahoje antónio manuel marques antonio@maiahoje.pt

Primeiro registo de medula óssea da Maia

Centena e meia de novos dadores

O DIDASAN levou a cabo na manhã do passado Sábado, a primeira colheita de sangue para registo de dadores de medula óssea realizada em terras maiatas. A iniciativa contou com a colaboração dos alunos do 9º ano da catequese da paróquia desta freguesia, numa colheita classificada como «um sucesso» pela organização, já que compareceram cerca centena e meia de pessoas. Margarida Ferreira foi uma das pessoas que compareceu a esta iniciativa. Esta Gueifanense é também dadora de sangue e «já tinha vontade de fazer isto mas não sabia como». O anúncio numa loja da freguesia levou-a a participar numa iniciativa que aplaude, «acho muito bem. Mas acho que há muita gente que não dá por medo».

Para primeira vez, o balanço desta iniciativa acabou por ser bastante positivo, contou ao Maia Hoje, Aires Oliveira, responsável dos Dinamizadores da Dádiva de Sangue da Paróquia de Gueifães, «foi um teste para o Concelho da Maia. Como foi a primeira vez estávamos receosos, mas como tivemos sucesso e como os jovens também participaram, ficamos entusiasmados. A recolha teve um balanço positivo». A adesão acabou por ultrapassar as expectativas já que «tínhamos feito uma pré inscrição no fim de semana anterior com 137 pessoas. Acabaram por aparecer 150 pessoas e portanto a receptividade da população foi positiva». Dado o sucesso da experiência, Aires Oliveira revela que esta iniciativa «poderá entrar numa situação de ciclo como se faz com a colheita de sangue, que se realiza de seis em seis meses». Uma recolha que implica necessariamente a participação de dadores diferentes, ao contrário do que se faz com o sangue, já que os dados que são arrecadados em cada colheita são válidos por dez anos.

Sete mil dadores no Norte

O primeiro de três passos Esta recolha de sangue corresponde à primeira de três fases a que o dador de medula óssea está sujeito, e serve para realizar uma análise genética do dador. Na segunda etapa faz-se

outra recolha sanguínea, de onde se extraem as células necessárias. De referir que este sangue é devolvido ao dador. A terceira e última fase do processo

é o transplante propriamente dito e implica um internamento de 24 horas, sendo efectuado um pequeno procedimento cirúrgico com anestesia, normalmente no

osso da bacia. Praticamente qualquer pessoa pode ser dador de medula óssea, bastando para isso ser saudável e ter entre 18 e 44 anos.

Também presente nesta recolha esteve a Directora do Centro de Histocompatibilidade do Norte, Helena Alves. Esta responsável deixou um palavra de agrado pela iniciativa, «é positiva porque é a primeira vez, para além de ser uma colheita que vai engrossar o numero de dadores. Além disso, são jovens que fazem isto. Nota-se uma receptividade muito grande. Com os mais novos conseguimos uma estabilização maior do sujeito porque até aos 55 anos podem ser chamados». Helena Alves traçou ainda ao Maia Hoje um retrato da situação que se vive no País, nomeadamente no Norte, quanto à dádiva de medula óssea, «a nível nacional temos cerca de 20 mil dadores e destes 11 mil tipagens utilizáveis. Apesar disso, não bastam porque há muita procura. No Norte temos cerca de 7 mil colheitas e 4 mil tipagens diferentes».

“Nunca é tarde para aprender” Estiveram presentes cerca de 15 pessoas na primeira aula de danças de salão, em Vermoim, no dia 21. A Junta de Freguesia de Vermoim abraçou recentemente uma iniciativa que muito tem mobilizado adeptos. As típicas danças de salão «são um projecto pioneiro em Vermoim» como referiu António Mandim, responsável pelas actividades culturais e desportivas, em Vermoim. No espaço onde se realizam as habituais “Noites de Poesia”, dá agora lugar a outra forma de expressão. Uma expressão virada para o corpo e para a música. Aos sons do “merengue”, contam-se os passos e soltam-se improvisos que na altura até saiem bem, porque o que importa é sentir a música e acima de tudo «o convívio», afirmou António Mandim. A paixão que tinha pela dança e o facto de «ter sabido que havia uma professora que ensinava

danças de salão» levou-o a “agarrar” a ideia. A crescente adesão de alunos na primeira aula de demonstração, que se realizou no dia 15, fez com que surgisse a «necessidade de fazermos duas classes», confessou o mesmo responsável. Assim as aulas de danças de salão vão ter lugar às Terças e às Quintas-feiras. «O curso inicial decorrerá durante três meses, uma vez por semana com aulas de uma hora e meia», informou António Mandim. Para os alunos recenseados em Vermoim que queiram frequentar esta modalidade terão que pagar cerca de 20 euros por mês, para aqueles que não estejam recenseados na freguesia terão de pagar 25 euros. Andreia Nascimento

O “merengue” foi o tema escolhido para a primeira aula de danças de salão


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opinião 19

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

A Verdade dos Números Aprendi, ainda em menino, que é feio faltar à verdade. Minha bisavó, que morreu com quase cem anos e que na sua simplicidade de minhota não conhecia certas terminologias, dizia-me com ar convincente: - os meninos mentirosos mijam na cama. Dei comigo a recordar esses longínquos tempos quando há dias participei oficialmente na recepção ao Senhor Primeiro Ministro e ouvi o nosso prezado e ilustre Presidente da Câmara enfatizar no seu discurso que “o Município da Maia teve o desprezo da Administração Central durante os seis anos de governação socialista, tendo evoluído à custa das suas receitas e do seu esforço”. Fim de citação. Creio não ter sido intenção do Engº Bragança Fernandes faltar à verdade ao fazer aquela abordagem no seu discurso. Não o tenho nessa conta. Presumo que aquela sua tirada oratória resultou de duas ou três coisas. A primeira é que neste País “quem não chora não mama” e portanto em tempos de peditório, uma choradeira ante tão ilustre e magnânimo visitante vinha mesmo a calhar. A segunda é que tendo já ouvido, num passado recente, tantas vezes essa lenga lenga e nunca, provavelmente, se tendo debruçado sobre a realidade dos números acabou o Senhor Presidente por também dar razão àquele aforismo de que “uma mentira muitas vezes repetida transforma-se numa verdade”. E portanto está convencido que disse uma verdade!... A terceira hipótese é a de que a assessoria que lhe fornece estes dados é provavelmente a mesma que há anos, com elevado grau de miopia e de descarado impudor faz os

prefácios dos Planos de Actividade e Contas de Gerência, utilizando a conveniência das Estatísticas do INE sem qualquer rigor e ao sabor das conveniências, expondo os responsáveis políticos ao caricato. Não fosse o caso de a afirmação ter sido relevada pelos órgãos de comunicação social como a frase que mais se destinguiu nos discursos oficiais e sobretudo constituir uma imperdoável injustiça e eu nem sequer viria a terreiro. Mas não é aceitável que deixe passar em claro tamanho agravo, sobretudo porque é fácil contrapor à irracionalidade das palavras, a racionalidade dos números. Se bem me lembro a governação socialista sobre a liderança de António Guterres compreendeu o período entre 96 e 2001. São estes os seis anos de “despresismo desses maquiavélicos malfeitores republicanos e laicos.” Ora atente-se no quadro seguinte:

les em que as transferências do Governo Central foram mais compreensivas para como o Municipio da Maia localizandose nos dois extremos (95 e 02) de governação PSD, os piores anos da série. Para poupar ao leitor a maçada de fazer contas, adianto que nesses seis anos de “desprezo” a Câmara da Maia recebeu do Governo Socialista, em transferências, 21 milhões 553 mil contos, enfim uma desprezível bagatela que teria feito a felicidade de 80% dos municípios portugueses cujo orçamento anual na sua globalidade, ou não atinge ou em pouco ultrapassa o que o Estado dá à Maia. Enfim o velho conflito entre os olhos e a barriga. Mas se nestas coisas não cabe a questão da ingratidão porque se trata do cumprimento do dever, já cabe sim o da injustiça e o da demagogia. De facto as receitas próprias dos Municípios são uma ninharia no conjunto dos seus Orçamentos. Resumem-se, em

Miguel Ângelo Rodrigues

Porque os Impostos Directos (Contribuição Autárquica; Sisa; Derrama e Imposto de Selo s/ Veículos) que somam a grande fatia dos orçamentos municipais são receitas de que o Estado abriu mão a favor das Autarquias através da Lei das Finanças Locais a qual aliás, sofreu o seu grande impulso no primeiro mandato de António Guterres. Mas não são, na correcta acepção do terreno, receitas próprias tanto mais que a todo o momento (como aconteceu recentemente com a SISA e a Contribuição Autárquica) o Governo pode-as revogar ou alterar. Assim, por muito esforço e empenho que as Câmaras tenham resta-lhes a aplicação de taxas e licenças, a prestação de serviços e a Venda de Bens (quando os há ou alguém os quer) ou o recurso ao crédito bancário (Passivos Financeiros) quando a Ministra das Finanças deixa. E também aqui será bom lembrar o regime bonificado nos financiamentos destinados à

que estamos na habitação social também devo lembrar que nesses famigerados seis anos de “desprezo socialista” foram canalizados do Governo para a Maia e a fundo perdido, qualquer coisa como cinco milhões de contos. Porque seria um nunca mais acabar de fazer contas nem sequer ponho à discussão muitos outros milhões que entram sob as mais diversas formas indirectas mas que beneficiam os respectivos municípios. (Metro, Lipor, PIDDAC, Rede de Estradas e Acessibilidades, Redes de Captação de Água, etc., etc.) . Quem vive no interior deste País compreende bem as diferenças!... Pessoalmente entendo que em vez de fazer “queixinhas “ sempre injustas e muito relativas deviam sim, os Autarcas, através da sua Associação Nacional de Municípios reclamar um novo quadro de competências e de recursos com a contrapartida e a exigência de serem mais

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

718.046

824.607

882.107

945.564

1.072.259

1.144.798

1.230.043

1.413.000

1.912.183

1.844.225

2.761.052

8.102.595

2.472.133

2.588.962

2.715.266

1.876.000

2.630.229

2.668.842

3.643.159

4.048.159

3.544.392

3.703.760

3.945.309

3.280.000

Transferências Correntes Transferências de Capital Total

Como se pode constatar, com a excepção de 96 ano em que António Guterres iniciou a governação após oito anos de Cavaquismo, os anos de 97 a 2001 foram precisamente aque-

boa verdade aos Impostos Indirectos que resultam das taxas e licenças cobradas e da prestação de serviços e que na Maia, apenas em 2000, ultrapassou 1 milhão de contos.

Habitação Social em que a Câmara da Maia foi buscar mais de sete milhões de contos durante o dito “ desgoverno socialista”, com o Estado a suportar uma boa parte dos respectivos juros. E já

rigorosos e responsáveis na gestão dos dinheiros públicos. Nem sempre a resolução dos problemas está em dispor de muito dinheiro mas em saber aplicá-lo melhor. PUB


20 opinião

maiahoje

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

ACA-M: reflexões sobre um relatório Muito recentemente, a ACAM (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados) tornou público o relatório da campanha “Vamos acabar com os Pontos Negros” que em boa hora levou a cabo durante o ano que acabou de findar. E digo em boa hora porque, face à evidência e à crueza dos números, estamos de facto em presença de uma verdadeira guerra civil nas nossas estradas. E assumindo o “inimigo” várias facetas, dificultando, por vezes, a sua identificação concreta, há que cerrar fileiras entre todas as tropas que o combatem. E a ACA-M fê-lo. Com determinação. Com coragem e frontalidade. Temos, todos os cidadãos deste País, sejam quais forem as suas responsabilidades, que lhe estar gratos. Aqui fica minha a sincera homenagem e o meu respeito pelo trabalho que desenvolveram. Feito a pensar em todos e em cada um de nós. Saibamos dele tirar o proveito que efectivamente merece. No que toca ao relatório propriamente dito, poder-se-á questionar algumas questões de natureza técnica, como seja a própria definição de “ponto negro”. Mas, muito sinceramente, que importância tem este pormenor se o que verdadeiramente está em causa é a segurança e a vida dos utentes das nossas vias, são todos os danos materiais e outros, ditos colaterais, que a sinistralidade rodoviária sempre envolve? Deixemo-nos disso e concentremo-nos no essencial. No ambiente rodoviário, três factores intervêm na circulação automóvel: a infraestrutura, o veículo e o condutor. Outros acrescentam também o factor climatérico (chuva, neve, etc.), mas esse sempre existiu mesmo antes de o Homem inventar o automóvel; logo, deverá ser aquele, como ser inteligente, a adequar a sua conduta, enquanto condutor, às condições climatéricas adversas. Os veículos automóveis são

cada vez mais desenvolvidos, com elevados níveis de sofisticação, com ganhos substanciais a nível da sua segurança passiva e activa. Mas são também cada vez mais potentes e capazes de atingir velocidades elevadíssimas. Ou seja, passamos a ter veículos com performances superiores às oferecidas, com segurança, pela infraestrutura... Quanto ao condutor, bom, meus caros leitores, então aqui há de facto muito a fazer! Principalmente, no que diz respeito à sua postura como cidadão condutor de um veículo automóvel na via pública. É que, de facto, um automóvel nas mãos de um condutor inconsciente e irresponsável pode transformarse numa autêntica arma mortífera, muitas vezes mais para os outros do que para si próprio. Se o condutor não foi “treinado” a agir com civismo e educação, por ausência de verdadeira formação moral e cívica, então o que fazer? Reveja-se o Código da Estrada, reformule-se o Regulamento de Sinalização do Trânsito, regulamente-se e agrave-se as coimas, as multas, as contraordenações. Isto é, façam-se leis, legisle-se, porque, pelo menos nesta matéria, somos mesmo bons! Óptimo, temos leis. E agora, isso chega? Porque somos todos cidadãos honestos, responsáveis, conscientes, com boa formação cívica e moral, não é preciso mais nada. Mas ... os passeios, destinados aos peões, estão pejados de automóveis, neles se circula e se chega ao cúmulo de atropelar peões! E estes, muitas vezes, têm que andar na rua! E os sinais? Ah, esses não os vemos! Ah, estava lá o sinal?! Não o tinha visto! Estacionamento proibidos, sentidos proibidos, paragens obrigatórias, manobras perigosas, excesso de velocidade, etc, etc. Tudo isto acontece nas

nossas estradas. Impunemente! Aliás, está banalizada a impunidade, está interiorizada na mente das pessoas como uma coisa normal. Impera a lei do “chico esperto”. E aqueles que cumprem são uns “nabos” e são, muitas vezes, ridicularizados. Bom, estão todos à espera da pergunta e não vou fazer sofrer mais os meus caros leitores. O que faz a polícia? (Era esta, não era?). Ou melhor, as polícias? Sim, porque nós temos a GNR, a PSP, a Polícia Municipal, a ... . Chega! Isto é, não faltam polícias! Ou será que vai ser preciso criar uma outra polícia acima daquelas e que as regule? Sim, porque parece, muitas vezes, que cada uma delas não sabe o que tem a fazer, onde tem que agir e como. Estão à espera que seja a outra “polícia” a fazê-lo. Ah, isso não é connosco! Não é da nossa competência. Não estamos “vocacionados” para o crime. O trânsito não é connosco. Trânsito é com a BT da GNR. E dentro das localidades? Ah, isso é com a Polícia Municipal. E esta, sabe o que lhe cabe fazer? Não, o quadro legal que as regula não é muito claro... E, nestes entretantos, a via pública é uma verdadeira selva! E ninguém parece preocupado, ninguém quer assumir responsabilidades. Todos se refugiam no vazio da lei (afinal, não somos assim tão bons a legislar...) e, é verdade, na falta de efectivos. Porque não aproveitar o contingente de emigrantes legais recentemente fixado pelo Governo para contratar mais efectivos? Temos, finalmente, a infraestrutura viária, sobre a qual mais incidiu, naturalmente, a atenção do relatório da ACA-M. Quanto a esta, muito se pode fazer ainda na fase de projecto, adoptando soluções técnicas que favoreçam a segurança rodoviária, seja de peões, seja de automobilistas. Mas, onde pouco é feito é no que concerne à sua manutenção e conservação. Seja dos pavi-

maiahoje jornal regional de grande informação

mentos, seja a nível de todo o equipamento de sinalização e de segurança. E são estes dois aspectos, projecto e conservação, que, se analisarmos o relatório no que toca às vias existentes no nosso Concelho, as anomalias ou “pontos negros” identificados têm subjacentes como suas causas potenciais. O mesmo acontecerá em todo o País. No que toca a vias da responsabilidade da Câmara Municipal da Maia são identificados dois “ponto negros”: - um localizado num troço em aterro da Via Diagonal, numa zona de fronteira entre Gondim e Santa Maria de Avioso, mencionando a ausência de rails de protecção. Diga-se que este troço está aberto há mais de uma dezena de anos e só recentemente, de facto, duas viaturas, por razões perfeitamente explicadas e que não tem a ver com a infraestrutura, caíram nos terrenos confinantes, com danos materiais e pessoais graves. Está para breve a colocação de rails de protecção. Anomalia não identificada em fase de projecto. Nem mais tarde. - e o segundo, que consiste na inexistência da via de aceleração na entrada para a Via Norte, sentido Maia-Porto, da Via Periférica, explicada por dificuldade de expropriação do terreno necessária para tal. Embora desconhecendo a ocorrência de acidentes graves com vítimas, estamos, também, em presença de uma situação para a qual se impõe indispensável encontrar uma solução, pois a que existe atenta contra as boas regras do projecto e do dimensionamento de vias. São ainda referenciados dois outros “pontos negros” que, embora ocorram em vias de jurisdição do IEP - Instituto de Estradas de Portugal, a Câmara Municipal tem procurado resolvêlos em conjugação de esforços com aquela entidade. Um na E.N. 12 (Estrada da

Circunvalação), junto ao lar da Liga Portuguesa Contra o Cancro, numa zona de fronteira entre os municípios do Porto e da Maia, onde é posta em causa, diariamente, a segurança dos peões no seu atravessamento. Crê-se igualmente, para breve, a sua resolução através da instalação de um sistema semafórico que permitirá os atravessamentos pedonais em segurança. Refere-se, por último, o mau estado do pavimento da E.N. 105 (Rua D. Afonso Henriques, em Pedrouços e Águas Santas), muito degradado, conforme é dito, mas que, julgo, não se aplica, de todo, ao troço que atravessa aquelas duas freguesias da Maia. Esta via toca noutros concelhos, como é sabido. Por último, o relatório enumera um conjunto de 21 outros “pontos negros”, todos da responsabilidade do IEP, seja em vias próprias ou concessionadas à BRISA ou à LUSOSCUT. Em relação a muitos deles a Câmara Municipal tomou posição e fê-los chegar ao IEP, aguardando, e insistindo, na sua resolução. Gostaria de referir, de modo muito claro e com total abertura, que a Câmara Municipal, embora atenta a tudo o que se passa no seu território, acolhe todas as sugestões e chamadas de atenção que lhe sejam presentes sobre este problema de tanta acuidade e actualidade como é o da segurança rodoviária. Para o efeito dispõe de vários canais que são do conhecimento público. Finalmente, gostaria de terminar como comecei. Louvar, mais uma vez, a campanha da ACA-M que produziu este relatório e que veio acordar muitas consciências. A minha também. Para além de me ter levado a fazer este comentário, já longo e em jeito de desabafo, inclusivé. Do que lhe peço desculpa, desde já, caro leitor. Engº Augusto Ramos Monteiro



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maiahoje

opinião 21

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

Nada é eterno Como o acordo internacional, para combater as alterações climáticas que provocam o sobreaquecimento global, ainda não está em vigor, cada dia que passa representa - só por si - uma mão cheia de mais problemas que, pelo que se vê, tendem a aumentar numa proporção desastrosa e quase irreversível. Portugal e a União Europeia tinham a obrigação de tomar medidas enérgicas e exemplares para que os outros países, fora do contexto europeu, seguissem os mesmos passos. Sem medo dos papões que estão em desacordo. Iniciativas deste tipo talvez aclarassem os olhares trôpegos e senis de todos aqueles que, escudados em sistemas de corruptos e inconfessáveis objectivos econômicos, teimam em manter-se criminosamente alheados de problemas tão universais. Segundo Jan Pronk - um dos negociadores do Protocolo de Quioto - uma das muitas medidas de combate, passa pela vontade de investir - a sério, digo eu - em energias renováveis. Mas, a verdade é que pouca coisa se tem feito por isso e esse

tipos de opção vão aparecendo a um ritmo tão lento e tão pouco continuado que não nos custa a acreditar na existência concertada de contra-forças, empenhadas, até ao tutano, em provocar o descrédito nas alternativas que se exploram e o desvio de investimentos na sua concretização. A luta deste século passa, incontornavelmente, pela capacidade que o ser humano tem de mostrar, para que não seja vencido pela sua própria estupidez. As alterações climáticas vieram para ficar e ameaçam com cadência crescente desafiar todas as leis que até agora conhecemos. Desde as amplitudes térmicas, cujas variações não podemos, com exactidão, futurar até à extinção definitiva de muitos exemplares da fauna e da flora terrestres, tudo se pode antever, numa perspectiva catastrófica que apenas assusta os mais esclarecidos. Pensando bem - e olhando à idade deste planeta onde moramos - não é fácil andarmos por aí a dizer que o nosso mundo corre o risco de ser destruído. Tenho a impressão que, por

vezes, nos olham desconfiados da nossa sanidade, quando falamos nestes assuntos. Mas, infelizmente, é verdade. Pouca coisa poderá resistir à estupidez animalesca e diabólica de alguns parceiros nossos. E, esses parceiros, que mais não são do que estúpidos e ignorantes estadistas, fazem olhos míopes, orelhas moucas e cérebro avariado a todas as mais elementares regras de sobrevivência. Fisicamente falando, nada é eterno. E, porque nada é eterno, não vale a pena matar o que é belo, exclusivo e vital, antes do tempo. O nosso meio é a nossa casa. O homem não é, apenas, um conjunto de carne e de ossos: tem uma alma, sonha e é capaz de criar. A árvore não é, apenas, uma mistura de um caule lenhoso e de ramos com folhas: é uma célula viva do nosso sorriso, uma projecção de acolhimento, um suporte de horizonte. A água não é, apenas, h2o: é a vida quase inteira, o sossego, a pureza, a janela vítrea da Terra. A pedra não é, apenas, um conjunto consolidado de

Nelson de Azevedo Ferraz materiais sem vida: é a montanha onde as pessoas passeiam, onde os pássaros esvoaçam, entre o verde e o azul. Se rasgarmos e queimarmos uma parte do nosso mundo - por mais pequena que seja aniquilamos milhões, triliões, um número infinito de seres vegetais e animais que nos fazem falta para existir. E enquanto estas preocupações forem, somente, dos ambientalistas, temos razões para nos preocuparmos. Porque, embora as mais prestigiadas organizações de defesa do ambiente - nacionais e internacionais - desenvolvam um trabalho notável na divulgação e denuncia dos atropelos existentes, a verdade é que todos somos poucos para defender, o que ainda é possível defender, das garras desumanas e suicidas de certos ditadores, economicamente fortes e militarmente influentes. Estamos, por isso, no grau zero da nossa batalha. Distraídos. Se não nos pusermos atentos, um dia, um paleontólogo qualquer, de um planeta qualquer, aparecerá por estes lados

e, com um sorriso nos lábios - se os tiver - provavelmente escreverá: - “ Não se vê qualquer marca de vida animal ou vegetal. Não se encontra qualquer fóssil que indicie qualquer forma inteligente de existência sobre estes solos. Não se pode - por ausência de marcas, registos, esqueletos e matérias orgânicas - analisar a morfologia, o crescimento, o desenvolvimento e as mudanças evolutivas do que quer que tivesse existido, neste lugar. E, a ter existido alguma coisa, não se consegue relacionar essa alguma coisa, com as possíveis alterações ambientais que tenham ocorrido. Está calor, muito calor. O ar é composto, quase em exclusivo, por dióxido de carbono. Provavelmente, aqueles seres, dos quais ouvimos falar no nosso planeta, nunca chegaram a existir. A este relatório junto apenas um objecto estranho - para posterior estudo - feito de uma matéria brilhante e que, num dos lados, tem uma inscrição estranha que passo a transcrever: Coca-Cola. Não se move nem respira.”.

Conferência de São Vicente de Paulo de Moreira da Maia O “Maia Hoje” foi convidado a assistir a uma reunião dos membros da Conferência de S. Vicente de Paulo de Moreira da Maia, grupo que se reúne de quinze em quinze dias, na Igreja Matriz de Moreira. Com o objectivo de tratar de assuntos relacionados com as carências de alguns cidadãos, estiveram presentes as doze pessoas que compõem a conferência. A Palmira, porta voz do grupo, inteirou-nos das valências, actividades e fins da mesmo. Palmira (P): Esta instituição foi criada para servir os mais necessitados desta freguesia. Ainda existem várias pessoas carenciadas quer a nível da saúde, habitação, alimentação, vestuário e higiene e nós procurámos satisfazer todas essas necessidades. No entanto, vivemos das ajudas que nos vão chegando e dos nossos benfeitores mas mesmo assim as carências são muitas e as ajudas são poucas.

Maia Hoje (MH): Quais as ajudas que têm para fazer face a esse trabalho? P: As ajudas que temos são poucas. Além dos nossos benfeitores temos um peditório na nossa Igreja Matriz e contamos ainda com a ajuda da Junta de Freguesia, da Câmara Municipal da Maia, do Banco Alimentar contra a Fome com o apoio importante da Farmácia Gramaxo, na pessoa do Sr. David Branco. Aproveitamos a ocasião para lançar um apelo às pessoas de bom coração para que sejam solidárias para com esta instituição, que se dedica a praticar o bem e a dar aconchego aos mais necessitados. MH: Quais os auxílios que prestam? P: A Conferência de S. Vicente de Paulo presta auxílio às pessoas mais necessitadas da nossa freguesia, que se encontram acamadas e não querem

(ou não podem) ir para um lar,. Como tal, prestamo-lhes apoio domiciliário a nível de alimentos, medicamentos, roupas e apoio higiénico. Além deste auxílio, levamos alguns géneros às pessoas mais carentes e procuramos ainda dar abrigo àqueles que, efectivamente, não têm tecto. Necessitávamos ter uma relação mais amistosa com a Santa Casa da Misericórdia da Maia para que pudéssemos trabalhar em conjunto e darmos aos nossos pobrezinhos uma vida mais digna. MH: Como consegue avaliar as pessoas mais carenciadas? P: Temos na nossa comissão uma pessoa de cada lugar da freguesia, pessoa essa que tem como missão procurar saber quais as carências existentes nesse lugar. A partir daí procurámos inteirar-nos melhor da situação e sabermos quais as suas necessidades. Depois pres-

tamos auxílio que essa ou essas pessoas necessitam. Distribuímos pão e leite às crianças mais carenciadas, fraldas para idosos e acamados, roupas, géneros e tratamos da higiene da habitação e da pessoal. São ajudas que nos custam muito caro, mas vamos lutando conforme as nossas possibilidades e com as ajudas que dispomos. Ainda temos alguma fonte de receita que são os peditórios na Igreja, alguma cotização dos nossos poucos associados, dos nossos benfeitores e ainda da visita da Sagrada Família às casas das pessoas que a querem adquirir. São estes os auxílios que temos. São poucos mas vamos tentando distribuí-los conforme as necessidades de cada um. Gostaríamos de dar mais, mas não temos para já essa possibilidade, mas com Deus vamos levando a água ao nosso moinho. MH: Quais os vossos desejos para o ano de 2004?

P: Os nossos desejos são que Deus dê muita saúde e força a todos os elementos desta comissão. Mas também há desejos que são para sempre, pedindo às pessoas de bom coração que nos ajudem, com os seus donativos, a tentar ajudar os outros. Também temos um sonho muito antigo e que temos andado a adiar, ano após ano e com promessas pelo meio, que era a construção de um lar paroquial, para os nossos velhinhos. Temos algumas habitações que estão entregues às pessoas carenciadas, mas que necessitam de algumas obras. Como tal, era também uma ajuda para que pudéssemos embelezar melhor essas habitações. Gostaríamos de ter mais casas, mas isso é impossível. Mas quem sabe se os nossos desejos ainda podem ser realizados. Para terminar quero agradecer a todos os membros da Conferência de S. Vicente de Paulo o carinho e a simpatia que tiveram para connosco.

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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

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Terapia da Fala Apoio a Crianças e Adultos com problemas de Comunicação, Linguagem e Fala. Terapeuta da Fala: Drª. Dora Oliveira Rua de Santo António, 54 - Silva Escura Contacto: 93 931 08 76

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral NOTA- Se na hora marcada não comparecer o número legal de associados, a Assembleia efectuar-se-á uma hora depois com qualquer número de sócios presentes.

GABINETE DE ESTÉTICA (PRIVADO)

Estúdio de Desenho A. M. F. Barbosa Desenho Gráfico • Desenho para Brindes Execução de Logotipos • Montagens p/ Offset Execução de Maquetas • Linhas Gráficas Fotolitos em Filmadora Rua Ilha de Porto Santo, 163 - Bela Telm. 91 705 73 10 • Tel./Fax 22 968 65 44 4445-470 Ermesinde • jraposobotelho@net.sapo.pt

PODOLOGIA

TRATAMENTOS CORPORAIS

Extração de calos; Tratamento de micoses; Tratamento de unhas encravadas; Tratamento com parafina, ETC

Massagem de emagrecimento; Massagem de relax; Massagem reafirmante; Tatuagens; Depilações, ETC

TRATAMENTO DE MÃOS

TRATAMENTO DE ROSTO

Tratamento de parafina; Unhas artificiais; Manicure tradicional, ETC

Limpeza de pele; Massagem facial; Maquilhagem permanente; Ondulação de pestanas, ETC

Contactos: 965218911 / 917068570 • Arminda Sá Maia


24 agenda agenda

problema nº 93

Dia 12 a 26 de Janeiro 2ª a 6ª das 10h00 às 17h00 Exposição “Recordar a Instrução Primária” Local: Escola EB1/JI do Sobreiro - Vermoim

Dia 24 de Janeiro às 22h30 YYZ Local: Tertúlia Castelense

verticais

Dia 12 a 26 de Janeiro 2ª a 6ª das 10h00 às 17h00 Exposição fotográfica “Cidade Pitoresca” Local: Escola EB1/JI Cidade Jardim

Dia 24 de Janeiro às 21h30 Noite de Poesia em Gueifães Poesia e Música - Tema livrea Local: Bar da Cripta da Igreja Paroquial de Gueifães

1

2- Abreviatura de “Quod Erat Demonstrandum”. Ilha do estado do Rio de Janeiro (Bra.). 3- Medida itinerária chinesa, correspondente a uma légua. Reunir num todo. Instrumento em madeira, com que se mete e tira o pão do forno. 4- Andava para lá. O mesmo que pau-ferro. Contracção de “Te” com “O”. 5- Desprovido de roupas. Alto aí (Fig.). 6- Extremidade acesa do morrão de artilharia. Mais alguma. 7- Medida japonesa, de capacidade, equivalente a 18,030 litros. Irídio (s.q.). 8- O mesmo que “Oh” (Bra.). Partícula que, no dialecto, antigo, do norte da França, significava “sim”. Preposição latina designativa de afastamento. 9- Redução popular de tio ou tia. Terra lavrada e não cultivada. Flauta chinesa de três buracos. 10- Aio (Ant.). Báculo pastoral, que o pregador leva para diante de imã, quando sobe ao púlpito no templo de Meca.

Dia 31 de Janeiro às 22h30 Stealing Orchestra Local: Tertúlia Castelense Até 1 de Fevereiro Exposição World Press Photo Local: Fórum da Maia Dia 1 a 6 de Fevereiro 2ª a 6ª das 10h00 às 17h00 Exposição “Recordar a Instrução Primária” Local: Escola EB1/JI Cidade Jardim

Dia 1 a 29 de Fevereiro - Horário do Museu Exposição Permanente “Arqueologia na Maia: ver, tocar e sentir a História” Local: Museu de História e Etnologia da Terra da Maia

Dia 2 a 16 de Fevereiro 2ª a 6ª das 10h00 às 17h00 Exposição “Recordar a Instrução Primária” Local: Escola EB1/JI Cidade Jardim Dia 4 de Fevereiro às 22h30 Os Rostos da Vanguarda Local: Tertúlia Castelense Dia 5,6,19 e20 de Fevereiro às 22h30 “Mais do Mesmo” - Teatro da Palmilha Dentada Local: Tertúlia Castelense Dia 7 de Fevereiro das 14h30 às 18h00 Actividade “Percorrer a Maia Freguesia a Freguesia” Dia 7 de Fevereiro às 21h30 Noites de Poesia em Vermoim - A RádioI Local: Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim Dia 7 de Fevereiro às 22h30 Pick a Box Local: Tertúlia Castelense Dia 8 de Fevereiro Feira de Trastes e Velharias da Maia Local: Mercado Coronel Moreira - Castêlo da Maia Dia 11 e 18 de Fevereiro às 22h30 Quarta-feira na Cadeira - Projecção Local: Tertúlia Castelense Dia 13, 27 de Fevereiro às 22h30 Teatro Atípico Local: Tertúlia Castelense

7

8

9 10 11

4 5 6 7 9

2- Vigésima segunda letra do alfabeto grego. Freguesia do concelho de Oliveira do Bairro (Aveiro). 3- Partícula apassivante. Ave palmípede. Pedra de amolador. 4Contracção de “De” Com “A”. Prática consagrada. Contracção de “A” com “O”. 5- Grito de dor. Sufixo designativo de agente. 6- Pequena narrativa. Vociferar (Fig.). 7- Ouro (s.q.). Sexta nota na escala musical. 8- Bromo (s.q.). Cidade espanhola, à beira do rio Minho. Pêlo de certos animais. 9- Rio italiano que banha Turim. Maciço montanhoso dos Cárpatos, que se estende pela Polónia e pela Checoslováquia. Cabelo branco. 10- Insectos coleópteros clavicórneos, que compreendem muitas espécies no hemisfério boreal. Grande árvore da Índia.

10 11

soluções

farmácias

cinemas

Warner lusomundo cinemas MAIASHOPPING

SALA 7

À procura de Nemo - V.P. (M/6)

13:40; 16:05** SALA 8

Tel: 22 977 04 50 • Fax 22 972 45 37

DIA 22 A 25 DE JANEIRO Todos os filmes têm inicio 10 minutos após hora marcada (* Domingo; ** Sábado a Domingo; *** Sexta e Segunda; **** Sessão da criança)

SALA 1

S.W.A.T. - Força de Intervenção

O sorriso de Mona Lisa (M/12)

13:40; 16:20; 19:00; 21:40; 00:20 SALA 9

O senhor dos anéis (M/12Q)

13:45; 17:45; 21:45 SALA 10

Um dia de loucos (M/12)

11:15; 13:50; 16:25; 19:00; 21:35; 00:10

Casa de Campo (M/16)

11:05*; 13:30; 16:10; 18:50; 21:30; 00:05 SALA 3

O último Samurai (M/12Q)

14:00; 17:15; 21:00; 00:15

Looney Tunes - V.P. (M/6)

11:15*; 13:50 SALA 5

Guarda Fraldas (M/16)

12:00*; 14:15; 16:35; 19:05 SALA 6

SALA 11

Underworld (M/0)

13:25; 16:05; 18:45; 21:25; 00:25

(M/12)

SALA 4

Dia 2 a 16 de Fevereiro 2ª a 6ª das 10h00 às 17h00 Exposição fotográfica “Cidade Pitoresca” Local: Escola EB1/JI do Sobreiro - Vermoim

6

3

horizontais

SALA 2

Dia 1 a 29 de Fevereiro Informações e Inscrições para a “4ª Viagem Cultural da Maiorff”: Local: Maiorff - Escola de Música

5

2

12:05*; 14:20; 16:35; 18:55; 21:50; 00:05 Dia 1 a 29 de Fevereiro Exposição “Lenços de Namorados” da autoria da artesã maiata Helena Silva Local: Maia Welcome Center - Parque Central da Maia

4

8

Dia 1 a 6 de Fevereiro 2ª a 6ª das 10h00 às 17h00 Exposição fotográfica “Cidade Pitoresca” Local: Escola EB1/JI do Sobreiro - Vermoim Dia 1 a 15 de Fevereiro às 14H00 ÀS 19H00 Exposição “A Moeda na História” Local: Loja da Juventude de Milheirós

3

SOLUÇÕES VERTICAIS: 2- Q.E.D. Boi. 3- Pu. Aunar. Pá. 4- Ia. Itu. Tó. 5- Nu. Ta. 6Brasa. Outra. 7- Tó. Ir. 8- Oé. Oil. Ab. 9- Ti. Arval. Ió. 10- Amo. Aça. SOLUÇÕES HORIZONTAIS: 2- Qui. Oiã. 3- Se. Ânate. Mó. 4- Da. Uso. Ao. 5- Úi. Or. 6Conto. Uivar. 7- Au. Lá. 8- Br. Tui. Lã. 9- Pó. Tatra. Cã. 10- Ipo. Biá.

Dia 30 de Janeiro A partir das 23h00 “Baroff...On!” - Jam Session na MaiorffI Local: Maiorff - Escola de Música

2

1

Dia 28 de Janeiro às 22h30 Quarta-feira na Cadeira - Projecção Local: Tertúlia Castelense Dia 30 de Janeiro às 22h30 Teatro Atípico Local: Tertúlia Castelense

francisco assis assunção alves

palavras cruzadas

Dia 1 a 31 de Janeiro - Horário do Museu Exposição Permanente “Arqueologia na Maia: ver, tocar e sentir a História” Local: Museu de História e Etnologia da Terra da Maia

Dia 16 A 31 de Janeiro às 14H00 ÀS 19H00 Exposição “A Moeda na História” Local: Loja da Juventude de Milheirós

maiahoje

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

O lago longínquo (M/12)

12:00*; 15:00; 18:00

SALA 4

O amor acontece (M/12)

16:00; 18:50; 21:40; 00:30 SALA 5

Matrix (M/12)

21:15; 00:00 SALA 6

Homicídio em Holliwood (M/12)

21:50; 00:30 SALA 7

Era uma vez no México (M/12)

16:05***; 18:30; 21:20; 23:50 Sessão Especial - Dia 04/01/25 SALA 7

À procura de Nemo - VP (M/6)

16:05***; 18:30; 21:20; 23:50

telefones úteis EMERGÊNCIAS: Bombeiros Volunt. Moreira ..................22 942 10 02 Assoc. Human. Pedrouços ..................22 901 27 44 P.S.P. Maia ..........................................22 941 38 53 P.S.P. Aeroporto de Pedras Rubras ....22 948 26 93 G.N.R. Maia ........................................22 944 81 90 Protecção Civil (C.M. Maia) ................22 940 87 22 Protecção Civil (C.M. Maia) Fax..........22 941 20 38 Protec. Civil (C.M.M) Linha verde ......80 020 51 69

SERVIÇOS DE UTILIDADE PÚBLICA: Cartório Notarial da Maia ....................22 944 81 23 Conservatória do Registo Predial........22 948 39 29 1.ª Repartição de Finanças ................22 944 81 33 2.ª Repartição de Finanças ................22 971 35 94 1.ª Tesouraria da Fazenda Pública ....22 948 43 32 2.ª Tesouaria da Fazenda Pública ......22 971 72 71 Tribunal Judicial da Maia ....................22 943 89 00 Santa Casa da Misericórdia ................22 944 81 36 Correios de Vermoim ..........................22 948 44 46 EN - Electricidade do Norte ................22 944 12 12 EN - (Comunicação de Avarias)..........80 024 62 46 S.M. Águas e Saneamento da Maia ..22 943 08 00 Inst. Emprego Form. Profissional ........22 941 25 77

Áeroporto Sá Carneiro ........................22 941 31 41 Câmara Municipal da Maia..................22 940 86 00 Aeródromo de Vilar de Luz..................22 968 73 22 Biblioteca Gulbenkian ..........................22 948 34 72 Forum da Maia ....................................22 948 34 72 Forum Jovem da Maia ........................22 941 78 20 Gab. Apoio Defesa do Consumidor ....22 948 24 62 E. M. Estacionamento da Maia ..........22 940 87 21 Academia das Artes da Maia ..............22 940 87 21 Linha Directa Ambiente ......................22 948 48 21 Linha Verde ..........................................800 202 639 Casa do Alto ........................................22 905 95 20

SAÚDE: C. de Saúde da Maia ..........................22 944 84 75 (Linha Azul) ..........................................22 948 79 18 C. Saúde de Á.Santas ........................22 973 54 20 C. Saúde do Castêlo............................22 981 02 38 Unid. Saúde de Moreira Maia..............22 942 22 78 U. S. Moreira Maia(Linha Azul) ..........22 942 79 68 Unidade de Saúde de Gueifães ..........22 948 34 20 Unidade de Saúde de Milheirós ..........22 972 33 22 Unidade de Saúde de Nogueira..........22 944 86 55 Unidade de Saúde de Vermoim ..........22 948 47 07 Serv. Atend. a Situações Urgentes ....22 944 87 90 Cruz Vermelha Port. (Núcleo Maia) ......22 941 12 21

TURNO A DA AGRA - Milheirós (Permanente) Rua 5 de Outubro, 24 • 22 960 54 41 GRAMAXO - Moreira da Maia (Reg. de Reforço) Rua Dr. Farinhote, 1075 - Moreira • 22 944 90 09 MENDONÇA - S. Pedro Fins (Reg. de Reforço) Rua Central dos Arcos, 1463 • 22 967 03 35

TURNO A1 EUGÉNIA - Pedrouços (Permanente) Rua 9 de Abril, 320 • 22 901 65 47

TURNO B DO CASTÊLO - Castêlo da Maia (Permanente) Rua Aug. Nogueira Silva, 780 • 22 981 13 51 DO BOM DESPACHO - Maia (Reg. de Reforço) Rua Padre António, 39 • 22 944 80 48

TURNO C1 DA MAIA - Águas Santas (Permanente) Rua D. Afonso Henriques, 3218 • 22 971 02 46

TURNO C CENTRAL - Maia (Permanente) Rua Augusto Simões, 472 • 22 944 82 27 ALIANÇA - Vermoim (Regime de Reforço) Av. Pe. Manuel Alves do Rego, 657 • 22 944 08 86 TURNO D BASTOS - Gueifães (Permanente) Rua Manuel Ferreira Pinto, 26 • 22 960 01 89 ÁLVARO AGANTE - Vermoim (Reg. de Reforço) Avenida D. Manuel II, 1386 • 22 941 98 54 TURNO E ARAÚJO - Nogueira Maia (Permanente) Rua Sidónio Pais, 27 • 22 960 28 08 LIMA COUTINHO - Gueifães (Reg. de Reforço) Travessa Sá e Melo, 543, R/C • 22 944 41 51 TURNO F GRAMAXO - Moreira da Maia (Permanente) Rua Dr. Farinhote, 1075 • 22 944 90 09 MENDONÇA - S. Pedro Fins (Reg. de Reforço) Rua Central dos Arcos, 1463 • 22 967 03 35 DA AGRA - Milheirós (Regime de Reforço) Rua 5 de Outubro, 24 • 22 960 54 41 TURNO G DO BOM DESPACHO - Maia (Permanente) Rua Padre António, 39 • 22 944 80 48 DO CASTÊLO - Castêlo da Maia (Reg. de Reforço) Rua Aug. Nogueira Silva, 780 • 22 981 13 51 TURNO H ALIANÇA - Vermoim (Permanente) Av. Pe. Manuel Alves do Rego, 657 • 22 944 08 86 CENTRAL - Maia (Regime de Reforço) Rua Augusto Simões, 472 • 22 944 82 27

TURNO B1 MARTINS DA COSTA - Águas Santas (Perm.) Rua do Calvário, 35, R/C • 22 971 48 28

TURNO D1 DO MOSTEIRO - Águas Santas (Permanente) Rua D. Afonso Henriques, 2377 • 22 972 21 22 TURNO E1 MENDONÇA - S. Pedro Fins (Permanente) Rua Central dos Arcos, 1463 • 22 967 03 35

Dia

Mês

Turno

23

Janeiro

D

24

Janeiro

E

25

Janeiro

F-E1

26

Janeiro

G

27

Janeiro

H-A1

28

Janeiro

I-B1

29

Janeiro

J-C1

30

Janeiro

A-D1

31

Janeiro

B

1

Fevereiro

C

2

Fevereiro

D

3

Fevereiro

E-E1

4

Fevereiro

F

5

Fevereiro

G-A1

6

Fevereiro

H-B1

TURNO I ÁLVARO AGANTE - Vermoim (Permanente) Avenida D. Manuel II, 1386 • 22 941 98 54 BASTOS - Gueifães (Regime de Reforço) Rua Manuel Ferreira Pinto, 26 • 22 960 01 89

OS FERIADOS OBRIGATÓRIOS SÃO: 1 de Janeiro; Sexta-Feira Santa; 25 de Abril; 1 de Maio; 10 e 14 de Junho; 15 de Agosto; 5 de Outubro; 1 de Novembro; 1, 8 e 25 de Dezembro.

TURNO J LIMA COUTINHO - Gueifães (Permanente) Travessa Sá e Melo, 543, R/C • 22 944 41 51 ARÁUJO - Nogueira da Maia (Reg. de Reforço) Rua Sidónio Pais, 27 • 22 960 28 08

OS FERIADOS FACULTATIVOS SÃO: Os municipais e Terça feira de Carnaval (12 de Fevereiro), para o pessoal técnico abrangido pelo C.C.T.


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caderno de desporto do jornal maia hoje

Silva Escura recebe competição canina

pag. 30

II Liga: FC Maia sofre 11 golos em duas jornadas.

pág. 26

Lancia Ypsilon, uma pequena jóia.

pág. 31


26 desporto

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

maiahoje joão andré soares joao@maiahoje.pt

Futebol Clube da Maia em declínio

Duas derrotas fora de casa deixam o Futebol Clube da Maia em 12º lugar Pior não podia ter sido! Em duas jornadas consecutivas, duas derrotas copiosas do Futebol Clube da Maia na Liga de Honra. Tanto na Figueira da Foz como em Santa Maria da Feira, os comandados de Jorge Regadas obtiveram duas fracas exibições, o que é de estranhar se tivermos em conta a veia goleadora da equipa maiata quando o agora treinador agarrou na equipa. Começando pelo jogo frente à Naval, pouco fez o FCMaia ao longo de toda a partida, sendo copiosamente batido por 5 bolas a 0. A Naval 1º de Maio entrou em campo decidida em vencer a partida e fazer esquecer a derrota em Setúbal por 3-0. Antes mesmo do 1º golo de Abiodun à passagem do minuto 10, tinha já desperdiçado boas ocasiões para marcar. Com um futebol veloz, prático e simples na frente, e sem hesitações na defesa (parecia um bloco de betão!) a Naval superiorizou-se já depois das expulsões por duplo-amarelo de Carlão (37 min) e Carlos (53 min), chegando ao 3-0 com dois tentos de Baha, o agora sexto melhor marcador do campeonato. E nem a expulsão deste aos 63 minutos, afectou o rendimento da equipa da casa, dilatando ainda a vantagem com mais dois golos de Carlitos e Fumo, aos 85 e 91 minutos respectivamente. A arbitragem de Hélio Santos da AF Lisboa, apesar das três expulsões, esteve em bom plano ao longo de toda a partida. Os treinadores estavam, no final da partida, de acordo com o desfecho do encontro. O adjunto de Toni, Luís Baltasar, estava radiante e referiu que esta vitória é motivante e ainda por cima quando se termina a primeira volta do campeonato no terceiro posto. Já Jorge Regadas, treinador maiato, considerou a vitória da Naval justa e afirmou que o FCMaia fez uma exibição abaixo do seu real valor. FC Maia vs Feirense Na 1ª jornada da 2ª volta da Liga de Honra, o Futebol Clube da Maia sofreu nova goleada, desta vez contra o Feirense por 6-1, num grande espectáculo de futebol e num grande desempenho de Carlos Pinto, médio da turma da casa. Em apenas 63 minutos, marcou três golos e encheu o campo. Os comandados de Francisco Chaló obtiveram uma vitória robusta e expressiva mas foi o Maia que dominou os primeiros 10 minutos da partida, mas a partir do minuto 20, o Feirense começou a mostrar que estava determinado a sair do Estádio Marcolino de Castro com os 3 pontos. Charles ao minuto 22 fez o 1-0 e Carlos Pinto de grande penalidade (que não existiu) fez o 1º na sua conta pessoal e o 2º do Feirense.

Ricardo Nascimento ainda fez um grande golo de livre directo no minuto seguinte e podia ainda a equipa maiata chegar ao empate (e digamos que seria justo) se tivesse sido marcado penálti (este sim, claríssimo!) sobre Bruno Novo. Só que a 2ª parte iria trazer um FCMaia para pior e, com a expulsão por duplo-amarelo de Malafaia aos 49 minutos, o Maia deitou por terra as aspirações que trazia dos balneários para conseguir um bom resultado. Conseguiu sim, que o Feirense ganhasse alento e realizasse uma 2ª parte de encher o olho com quatro golos, dois de Carlos Pinto (aos 51, de penálti, e 58 minutos), de Hélder aos 62 e Neto a fechar o encontro (89 minutos). Duas notas sobre este jogo: Não é desculpa para a equipa maiata ter sofrido 6 golos nesta partida porque os três centrais titulares estavam castigados. Os jogadores de Jorge Regadas parecem algo nervosos, protestam muito e, não obstante a má exibição da equipa de arbitragem, onze golos sofridos em dois jogos é demais. A segunda nota vai para Jacinto Paixão, o árbitro da partida. Prejudicou claramente o FCMaia, com o disparatado n.º de cartões que foi mostrando ao longo da partida (só na 1ª parte mostrou seis cartões amarelos à equipa maiata!), marcou mal um penálti por carga inexistente na área da equipa visitante e esqueceu-se de marcar, este a favor do FCMaia, um penálti que poderia restabelecer o empate antes do intervalo.

No final da partida, os comentários sobre a partida eram bem diferentes. Rui Correia, o guarda-redes do Feirense, estava feliz com a vitória e referiu que a equipa tinha demonstrado qualidade e bastante garra durante a partida, não sofrendo contestação o resultado. Jorge Regadas fez questão de realçar que não existiu jogo, já que os muitos cartões amarelos mostrados aos seus jogadores, limitaram a actuação da equipa e também que existiram factores alheios ao jogo mas que não teriam da sua parte, qualquer tipo de análise, dando, por fim, os parabéns ao treinador visitado.

Ficha Técnica NAVAL 5 - MAIA 0 Estádio Municipal José Bento Pessoa (Figueira Da Foz) Árbitro: Hélio Santos (Af Lisboa) NAVAL: Serrão, Carlitos, Fernando, Bruno Ferraz e Zé Carlos, Solimar, Diogo (67’), Pedro Cervantes e Fajardo (56’), Abiodun (86’) e Baha. Treinador: Toni Suplentes: Nélson, Pedro Mesquita, Fumo (56’), Rui Duarte (67’), Samson, Alex (86’) e Fábio. Marcadores: Abiodun (10’), Baha (52,53’), Carlitos (85’), Fumo (91’). Cartões: Amarelos: Bruno Ferraz (37’), Carlitos (44’) e Fumo (70’); Vermelho: Baha (63’) MAIA: Paiva, Malafaia, Wagner, Carlos André e Bruno Novo (58’), Ricardo Nascimento (57’), Basílio Almeida, Carlão e Carlos, Erivan (66 M) e Bodunha. Treinador: Jorge Regadas Suplentes: Pedro Albergaria, Nuno Mais, Artur Alexandre (57’), Félix, Sérgio, Edgar (66’) e Emerson (58’). Cartões: Amarelos: Carlão (15’) e Carlos (36’); DuplosAmarelos: Carlão (37’) e Carlos (53’).

FEIRENSE 6 - MAIA 1 Estádio Marcolino De Castro (Vila Da Feira) Árbitro: Jacinto Paixão (Af Évora) Feirense: Rui Correia, Márcio Adelino, Mamadi e Peter, Daniel Carlos Pinto (63’), Cristiano e Vitinha, Charles (70’) e Hélder (78’). Treinador: Francisco Chaló Suplentes: Marco Ii, Magano, Loukima, Moacir (63’), Neto (70’), Fábio e Barge (78’). Marcadores: Charles (22’), Carlos Pinto (27’, 51’ e 58’), Hélder (62’) E Neto (89’). Cartões: Amarelos: Mamadi (21’) e Carlos Pinto (44’). MAIA: Paiva, Bodunha, Wagner, Pedro Leite (77’) e Erivan, Malafaia Carlos André, Artur Alexandre (61’) e Bruno Novo, Basílio Almeida (73’) E Ricardo Nascimento. Treinador: Jorge Regadas Suplentes: Bruno, Nuno Baptista (77’), Félix, Sérgio, Edgar, Paulo Jorge (73’) e Emerson (61’). Marcadores: Ricardo Nascimento (28’). Cartões: Amarelos: Artur Alexandre (12’), Carlos André (16’), Malafaia (19’), Wagner (21’), Paiva (26’), Bodunha (30’) e Emerson (87’); Duplo-Amarelo: Malafaia (49’).


maiahoje

Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

Nogueirense vence Gondim por 0-2

desporto 27 A. F. Porto: Juniores - 17ª Jornada - 1ª Divisão

A luta continua... F.C. Pedras Rubras - 1 F. C. Foz - 1

F.C. PEDRAS RUBRAS: Miguel, Silva, Diogo, Xavier, David, Sérgio, Martins, Ricardo Fernandes, Caridade, Pedro, Serginho, Nuno Ricardo e Marcos. Treinador: Jorge Nascimento F.C. DA FOZ: Bruno, Luís, Lobo, leite, Ivan, Tó, André, Armando, Nuno, Nando, Félix, Toni, Luís, Sérgio, Bruno, Mário, Wilson e Ricardo. Treinador: Abílio Sousa

As equipas juvenis do Gondim e do Nogueirense defrontaram-se no dia 18, para o campeonato de futebol distrital de 2ª divisão. A equipa da casa perdeu frente ao Nogueirense por 0-2. Apesar do resultado, «uma partida justa» foi a opinião emitida de ambos os lados. Simão Fernandes, Presidente da Associação Recreativa Desportiva e Cultural de Gondim (ARDCG), disse que o mais

importante prendeu-se com a presença “massiva” dos espectadores, «o facto de termos tido muitas pessoas a assistir ao jogo, só isso motiva a colectividade». Quanto à arbitragem, o técnico Oliveira, treinador do Nogueirense, mostrou-se satisfeito com «a boa direcção» dos árbitros. O Presidente da associação admitiu que sendo o primeiro ano de Juvenis «é complicado, visto

ter sido a primeira vez que jogaram», contudo a incorrência de expulsões e a boa atitude desportiva deram a vitória ambas as equipas. Simão Fernandes não deixou ainda de referir a educação desportiva como principal aliado do futebol, «o objectivo é educar e ensiná-los a jogar», concluiu. Andreia Nascimento (texto) e Júlio Sá Ornelas (foto)

Santas, no dia 20 de Abril. Entretanto, já se iniciou a oitava edição do Torneio de Bilhar “O Maior”, na variante de pares. A primeira jornada teve lugar ontem, numa competição que se estende até ao dia 27 de Maio. A próxima jornada está marcada para a próxima quinta feira no lugar de todas as decisões, o Salão de Jogos “O Maior”, em Águas Santas. De referir, que esta edição conta com a presença de três vencedores de anteriores torneios: Adriano Freire, José Henrique e Hugo Pereira, o que vem acrescentar outra emoção à prova. Tanto o Torneio de Futsal

A. F. do Porto: Juniores - 18ª Jornada - 1ª Divisão

S.C. Coimbrões - 3 F.C. Pedras Rubras - 2

como o de Bilhar já têm a entrega de prémios agendada para o dia 12 de Junho, no Restaurante Villa Moreira. Jornada vitoriosa O fim de semana passado foi bastante positivos para as equipas de futsal do CAC. A formação masculina a jogar em casa, derrotou o Bairro do Outeiro por três bolas a zero. Já as “meninas” que militam na 1ª Divisão Distrital, golearam fora a equipa do Medense, por seis a um.

leia, assine e divulge!

Dias dos Santos

27’ Fatal...

CAC promove Futsal e Bilhar Vai ter lugar entre 15 de Maio de 12 de Junho, a sexta edição do Torneio de Futsal do Clube de Amigos de Corim. A competição vai-se realizar, como é habitual, no Pavilhão Municipal de Águas Santas II, sendo que as inscrições abrem no dia 19 de Fevereiro e prolongam-se até ao fim do mês de Março, estando limitadas a 10 equipas. A equipa que deseje inscrever-se necessita de ter entre 10 e 16 atletas, um treinador e dois delegados ou dois treinadores e um delegado, um massagista e um médico. O sorteio para a 1ª fase irá ter lugar no Alaúde Café, em Águas

Só pelas oportunidades criadas, o Foz teria ganho o jogo. Entrando melhor no jogo, o Foz aos 4’ estaria a ganhar por 0-2. Todavia, os “Pedrinhas” não se deixaram intimidar, levantaram a cabeça e foram à luta. O Foz marca na 2ª parte, aos 17’, por Armando, depois de muitas oportunidades criadas mas não concretizadas. Cabia ao Pedras Rubras dar a volta ao jogo e mesmo no cair do pano, através de um castigo máximo veio o empate, pelo jogador Martins. Considera-se justo este resultado, tão somente pela atitude dos jogadores do Pedras Rubras que deram o seu melhor. O Foz só pode queixar-se de si próprio. Quanto à arbitragem, esta não esteve bem. O árbitro foi mal auxiliado. Na expulsão do jogador Diogo (P. Rubras), este é agredido em 1º lugar pelo jogador do Foz (estando o árbitro de costas, competia ao auxiliar ajuizar o lance).

AMM

SPORTING CLUBE COIMBRÕES: Clemente, Osmar, Augusto, Fernando, José, marco, André, Alberto, Hélio, Nuno, Filipe, Rubem, Hugo, Gustavo, Moisés, Serra, Lougo e Ruca. Treinador: António Reis Marcadores: Filipe, Augusto e Serra. F.C. PEDRAS RUBRAS Miguel, Silva, Diogo, Xavier, David, Sérgio, Martins, Ricardo Fernandes, Caridade, Pedro, Serginho, Nuno Ricardo e Marcos. Treinador: Jorge Nascimento. Marcadores: Silva e Serginho. O S.C. Coimbrões tem mais equipa que o F.C. Pedras Rubras, todavia isso no campo nem sempre se verificou. O Pedras Rubras marca em 1º lugar, aos 5’, vindo a conceder o empate aos 15’. Marca de novo aos 38’ (da 1ª parte), consentindo uma vez mais o empate aos 25’ da 2ª parte. E só no 27’ da 2ª parte, é que a defesa vacilou passando o Coimbrões para a frente do marcador. Isto é revelador da subida de forma do F.C. Pedras Rubras (jogadores), que não baixando os braços pretendem provar que têm valia para se manterem na 1ª Divisão. Quando à equipa de arbitragem, não teve influência no resultado. Dias dos Santos


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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

maiahoje

FUTSAL: TAÇA DE PORTUGAL Fase final do campeonato já começou

“Medalha de Mérito” para o Maiastars A equipa do Maiastars continua imparável! Na fase final do campeonato, as promissoras maiatas entraram a atacar derrotando o Colégio de Gaia, por 26-21. Após terem vencido a série A, as ginastas continuam firmes na sua posição. Recentemente o Maiastars defrontou-se com o Colégio de Gaia, vencedor do “Kakygaia”, cujo escalão o Maiastars não participou. As atletas maiatas estiveram a perder por 9-11, mas rapidamente viraram o resultado. O Maiastars comanda assim a classificação. As infantis do Maiastars, por seu lado, também não estiveram mal, vencendo a Juve Mar, em Gaia, por 10-6. Má arbitragem prejudica seniores do Maiastars No Pavilhão Municipal da Maia, a jogar na décima jornada, as seniores do Maiastars perderam com o Benfica de Castelo Branco por 28-32. Munidas de um sistema defensivo “feroz”, as jogadoras maiatas tentaram “aniquilar” o adversário ao impedir os livres de nove metros assinalados pela jogadora estrangeira Mariana Ivanova. O inconfundível resultado 11-7, era a prova da boa integridade física maiata. Porém, o jogo começou a aquecer aquando da ajuda por parte da arbitragem. A dupla de Famalicão aqueceu os ânimos das maiatas, quando na defesa das benfiquistas, dava-lhes a posse de bola assinalando falsas faltas. Ao intervalo ambas as equipas mantinham-se em pé de igualdade, por um 16-16. Na segunda parte do jogo, o inesperado aconteceu. A rapidez das jogadoras maiatas leva a que as adversárias cometessem graves faltas, sem que os árbitros assinalassem e procedessem às respectivas sanções disciplinares. A revolta eclodiu quando a jogadora estrangeira agride por trás a melhor jogadora do Maiastars. Uma falta imperdoável que acabou por dar direito, apenas, a dois minutos de suspensão, quando o que se esperava era a expulsão da atleta. Depois de muito esforço em campo, as maiatas acabaram por perder o jogo. Não foi a primeira vez que estes árbitros dificultaram a vida à equipa maiata, já no jogo de acesso com o Vigorosa em Janeiro de 2002 e o jogo com o Porto Salvo em Fevereiro do ano passado, o Maiastars saiu prejudicado. Com esta derrota, o Maiastars desce para a quarta posição. Andreia Nascimento

Monte das Pedras - 4 Académica de Coimbra - 3 Pavilhão Municipal de Crestins

Conometrista: Ricardo Gaspar.

MONTE DAS PEDRAS: João Paulo, Serginho, R. Macieira, Dominique, Rui Miguel, Dinho, Nocas, Fabrício, Luís, Falcão, Hugo. Treinador: Henrique Silva

Este jogo da Taça foi um jogo impróprio para cardíacos, pois a Académica, apesar de ser da 3ª Divisão, provou ter uma equipa de real valor, com uma defesa muito forte e saindo muito bem no contra ataque. Foi um jogo jogado taco a taco e sempre com o resultado bastante nivelado. Valeu a excelente técnica dos seus atletas. O técnico do clube da casa disse que a sua equipa sentiu demasiado os dois golos marcados de rajada pelos estudantes, mas que depois do intervalo as coisas melhoraram bastante, ao ponto

ACADÉMICA DE COIMBRA: Simões, Joel, Filipe, Devesas, André, Luís, Bruno, Santos, Martins, Nuno, Mário, Vítor. Treinador: Francisco Batista Árbitros: Manuel João e Fernando Aníbal.

de rubricarem uma excelente segunda parte e mostrando o seu real valor. “Foi sem dúvida uma vitória justa para a minha equipa, porque tem jogadores tecnicamente mais evoluídos, foi sem dúvida um jogo impróprio para cardíacos.” Quanto à arbitragem, não esteve bem, mas não influenciou o resultado. Quanto ao outro representante do Concelho da Maia, o S. Pedro Fins, não teve grande sorte ao ser derrotado pelo Mocidade de Arrábida, por 8-3, mas saiu de cabeça levantada. A próxima eliminatória é já no dia 7 de Fevereiro. Emílio Santos

FUTSAL: Campeonato Nacional da 2ª Divisão - Zona Norte

Monte das Pedras - 4 Junqueira - 3 Pavilhão Municipal de Crestins MONTE DAS PEDRAS: João Paulo, Serginho, R. Macieira, Dominique, Rui Miguel, Dinho, Fabrício, Falcão, Nocas, Helder, Hugo. Treinador: Henrique Silva. JUNQUEIRA: Ricardo, Ruzinho, Alcino, Marito, Henrique, Chita, Sousa, Claúdio, Tiago, André, Julião. Treinador: Fernando Mesquita

15ª JORNADA Braga 5 - 2 UTAD ................................................................................5-2 Paredes 4 - 2 Rio Ave ..........................................................................4-2 Lameirinhas 1 - 6 Arca ..........................................................................1-6 Miramar 3 - 3 Nova Semente ..............................................................3-3 Nogueiró 4 - 3 Amanhã da Criança ......................................................4-3 Gafanha x - x Monte das Pedras ..........................................................x-x Junqueira 4 - 1 Campanhã ..................................................................4-1 Pioneiros 0 - 3 Univ. do Minho ..............................................................0-3 Gafanha - Monte das Pedras, jogo interrompido pelo mau estado do piso.

Árbitros: Paulo Pereira e Alberto Pereira Conometrista: Jorge Rocha, A.F. do Porto Jogo de excelentes recortes técnicos entre as duas equipas, que não queriam perder pontos. Começou melhor o Junqueira, pois cedo chegou ao dois a zero, com duas jogadas de puro contra ataque. Sentiu o Monte das Pedras estes dois tentos, mas aos poucos foi-se recompondo, ao ponto de chegar ao intervalo com a mínima. No reatamento da segunda parte, o Junqueira voltou logo a marcar, mas o clube da casa não baixou os braços e fez a reviravolta total, ao ponto de chegar à vitória. Foi sem dúvida uma excelente recuperação, com um jogo muito correcto de ambas as partes e com uma excelente arbitragem.

CLASSIFICAÇÃO 1- UTAD 2- Rio Ave 3- Braga 4- Nova Semente 5- Arca 6- Monte da Pedras 7- Gafanha 8- Paredes 9- Junqueira 10- Nogueiró 11- Amanhã da Criança 12- Univ. do Minho 13- Lameirinhas 14- Miramar 15- Pioneiros 16- Campanhã

JOGOS 15 15 15 15 15 14 14 15 15 15 15 15 15 15 15 15

PONTOS 32 30 29 28 27 27 26 25 21 21 19 15 14 12 9 7

Emílio Santos

Gafanha de Nazaré - Monte das Pedras

Jogo adiado devido ao mau estado do piso No passado dia 10 de Janeiro, o Monte das Pedras deslocou-se à Gafanha da Nazaré, para realizar o jogo com esta equipa, mas devido ao mau estado do piso do pavilhão, o árbitro, após 10 minutos de jogo, deu por terminado o encontro. Após algum tempo de espera e reunião, não houve

consenso em datas disponíveis, esperando agora a Federação de Futebol marque este jogo. No dia 12 de Janeiro realizou-se o sorteio da 3ª Eliminatória da Taça de Portugal em Futsal, no Hotel Atis. O Monte das Pedras não teve grande sorte, pois saiu-lhe uma equipa

grande mas vai ter que se deslocar ao seu pavilhão, pois o sorteio ditou Freixieiro - Monte das Pedras, no Pavilhão do Freixieiro. Aqui vamos verificar o potencial do Monte das Pedras. Emílio Santos


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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

Campeonato Regional de Corta Mato Curto em Paredes

MAC sagrou-se campeão regional

Teve lugar em Paredes, mais um Campeonato Regional de Corta Mato Curto. Uma prova positiva para o Maia Atlético Clube - Real Seguros, que conseguiu o título por equipas, no escalão de Séniores. Assim, a equipa maiata ficou em primeiro lugar com 27 pontos, seguida do F. C. Porto com 32 pontos, com o Boavista F. C. a ocupar o último lugar do pódio com 33 pontos. Individualmente, os atletas da Maia

também não estiveram mal, com Filipe Pedro a conseguir o terceiro posto, sendo que a formação maiata conseguiu encaixar quatro atletas nos dez primeiros lugares. Na mesma altura, realizou-se no Palácio dos Desportos, em Braga, o Campeonato do Norte de Provas Combinadas em Pista Coberta. Nesta competição, o MAC também esteve em destaque, nomeadamente com o primeiro

F. C. Porto vence 4º Torneio Cidade da Maia

lugar de Nuno Couto na série inicial dos 200m (Provas extras juvenis, juniores e Séniores), e o terceiro lugar de Tiago Costa na sexta série da mesma categoria. De salientar igualmente, o terceiro lugar de Simão Coroa na primeira série dos 400m e o primeiro lugar conseguido por Pompeu Castro, na quarta série desta prova.

CN Maia com prestação positiva As Piscinas Municipais de Águas Santas foram uma vez mais o palco do Torneio de Natação Cidade da Maia, desta feita, na sua quarta edição. Com quase duas dezenas de clubes inscritos e cerca de 200 nadadores, o evento acabou por ter um balanço positivo, segundo a organização. Junta-se a este sucesso, a boa prestação da equipa anfitriã que conseguiu o terceiro lugar do pódio, logo atrás do Clube de Natação de

Vila Verde e do F. C. Porto, que venceu a prova com 212 pontos. Em termos individuais, os troféus de melhor nadador foram para Ivo Carneiro do Sporting Clube de Braga, e para Bárbara Ferreira do Clube de Natação da Maia. De referir que o Clube de Natação da Maia se apresentou desfalcado de Sérgio Barbosa, que esteve ao serviço da Selecção Nacional. AMM

AMM

Desporto na Maia cada vez mais forte

Atletas maiatas em estágio para a Selecção Nacional O Núcleo Desportivo Santa Joana, situado no concelho da Maia, tem motivos para se orgulhar. Trata-se de um clube que tem vindo a prosperar na sua modalidade que é o andebol bem como na qualidade de atletas que exibe, e que é já reconhecido pela Selecção Nacional. Actualmente, este clube é o único que representa o concelho da Maia para a Selecção Nacional sendo também o único a fornecer atletas para a mesma selecção. No que toca ao escalão de Juvenis três atletas nomeadamente Daniela Pereira (GR), Mariana Regadas (LE) e Tatiana Santos (PIVOT) foram convocadas para mais um estágio na Selecção Nacional de Juniores “B”, que se realizou entre os dias 18 e 21 deste mês. Já a equipa de Juniores, por seu lado, disputa o apuramento para a fase final nacional de Juniores. No escalão dos Juvenis, estes posicionam-se agora para a fase final nacional de Juvenis, enquanto equipa dos Infantis encontra-se a disputar a segunda divisão regional. Para ambos os escalões a confiança é mútua, tanto Juvenis como Infantis estão bem posicionados esperando-se que dêem o seu melhor. Quanto à equipa Sénior, representante máximo do concelho da Maia, na categoria feminina, assume o primeiro lugar na divisão nacional. No entanto, a sorte não tem estado ao lado destas atletas, o abandono de três das melhoras atletas e algumas lesões muito têm dificultado a vida à equipa. Azemiro Martins é o actual treinador do grupo, uma aposta segura em melhorar os resultados e o espírito desta equipa. Andreia Nascimento


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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

andreia nascimento (texto) júlio sá ornelas (foto)

Portugal e Espanha “unidos por trelas”

O cão ainda é o “melhor amigo do Homem”

Foi a cargo do Clube Português de Canicultura que se realizou mais uma prova de cães, no dia 18, em Silva Escura. Estiveram presentes cerca de 13 cães e a avaliar o “concurso” apenas dois júris, com a participação de um membro espanhol, num total de sete pistas. António Tomás, presidente do Clube Canino e treinador de cães há 19 anos, não se cansou de admitir que é por «paixão» que pratica este “hobbie”. Um “hobbie” que procura dar uma lição: «preparar os cães para utilidade pública». Ao longe um vasto campo coberto de verde, dois homens caminhavam em compasso de espera, mais à frente um braço levantado exibindo um pequeno objecto, e as palmas. Minutos depois a cena repetiu-se, e as palmas mais uma vez fizeram-se ouvir. Agora de perto, um homem, o cão e os dois júris da prova, atrás. Foi assim que na manhã de Domingo cães e donos participaram numa prova, «a nível particular» como fez questão de salientar António Tomás, Presidente do “Lucy Club - Centro Canino”. Mais que uma prova, ela constituiu acima de tudo «uma homenagem a um senhor que foi nosso mestre durante muitos anos», justificou o Presidente. Esse “senhor”, denominado Hernesto Magalhães, foi um dos júris da prova em parceria com o galego Paco Rico. Ao todo participaram, na iniciativa, cerca de 13 cães, oriundos do Norte e Sul de Portugal, Espanha também marcou presença.

A prova António Tomás explicou que «a prova consta somente de um trabalho de testagem que é uma das secções do Regulamento Canino Internacional(RCI)». A demonstração constou de uma secção «que é a secção de testagem em que o traçador de pista, traça em linha recta vai fazendo vários ângulos, tanto à direita como à esquerda», assim resumiu António Tomás. Seguidamente, «coloca o objecto em cada linha que traça», concluiu. A pista tem cerca de 600 metros. Volvida uma hora da preparação da pista, o cão entra em campo e «tem que seguir o rasto», como afirmou o mesmo. Quando alcança o objecto, aí o cão deita-se e então o dono mostra-o aos júris. Enfim, um desafio minucioso que exige astúcia tanto do cão como do próprio dono. «Trata-se de uma preparação de busca e salvamento dos cães», especificou. Contudo, a boa destreza dos cães na execução dos exercícios, deveu-se à notável empatia e respeito entre ambos.

Outras provas Para além desta secção, existem outras secções, provas especiais, nomeadamente «a secção A que consiste na obediência do cão a vários exercícios» e «a secção C subsiste na defesa e ataque» a qualquer eventualidade que surja «em que o cão faz uma mordida mas à voz do dono larga o “malfeitor”» informou. «Inserir o cão na sociedade» Actualmente a escola conta com cerca de 42 sócios agregados, e são eles que de algum modo «muito têm contribuído para esta modalidade», sublinhou António Tomás. Contente com o sucesso que a escola tem conquistado o objectivo, cumprido, «é a inserção do cão na sociedade», concluiu. Terminada a prova, seguiuse o almoço onde foram entregues lembranças a todos os participantes, «não há prémios porque são todos vencedores», completou.

Tico foi um dos participantes da prova. Ao lado António Tomás, presidente do Clube Canino e atrás Hernesto Magalhães, um dos júris da prova, homenageado pelos seus colegas.

Equipa feminina com “direito a pena” por ausência em jogo internacional

sofia vales pinto sofia@maiahoje.pt

Castelo da Maia soma e segue

A formação masculina do Castelo da Maia Ginásio Clube está de “boa saúde e recomenda-se”. Depois de alcançar mais três vitórias em diversas competições, a equipa ultima os preparativos para receber, no Domingo, o Sporting Clube de Espinho para quartos-de-final da Taça de Portugal. Já a equipa feminina do Castelo foi castigada por não participar num dos jogos da Taça de Clubes de Topo. Foi perante o olhar atento de 243 espectadores que, no passado dia 16, o Castelo da Maia Ginásio Clube defrontou, em casa, a Associação Académica de Coimbra. Um encontro a contar para o Campeonato Nacional A1 Masculino que durou 62 minutos e deu a vitória à equipa maiata. A formação de Luís Resende venceu, então, os sets pelos parciais de 25-14, 25-19 e 5-18, razão pela qual o técnico afirmou que «o Castelo da Maia esteve a jogar concentradíssimo e evidenciou uma estratégia e executantes acima da Académica em todos os sectores». O Pavilhão do Castelo da Maia Ginásio Clube acolheu também o jogo dos oitavos-de-

final da Taça de Portugal que opôs, no último dia 18, a equipa da casa e o C.I.R Laranjeiro. Mais uma vez, os jogadores de Luís Resende saíram vitoriosos com os parciais de 25-10, 25-15 e 25-10. O jogo 25 da citada competição foi arbitrado por António Moreira e Arnaldo Rocha e foi disputado em 48 minutos. Os maiatos passaram assim aos quartos-de-final e, neste Domingo, defrontarão em casa o Sporting Clube de Espinho. Foi também nas Terras do Lidador que a formação do Castelo recebeu, Quarta-feira, o Vegyesz Kasincbarcika. Uma prova que contou para a Top Teams Cup e na qual o Castelo da Maia Ginásio Clube levou de

vencida por 25-17, 25-19 e 2511 a formação húngara. No final do jogo, o técnico maiato mostrou-se satisfeito com o resultado e elogiou os seus discípulos. Equipa feminina ausente em Istambul Já no Campeonato Nacional A1 - Feminino, o Castelo da Maia defrontou o Boavista Futebol Clube. O encontro teve lugar no passado dia 18, no Pavilhão do Castelo da Maia Ginásio Clube, e contou com a presença de 239 espectadores. A equipa local bateu as “axadrezadas” por 3-0, pelos parciais de 25-18, 26-24 e 25-22, naquele que foi o jogo

mais importante da 18ª e última jornada da A-1 feminina. Já a ausência maiata na primeira-mão dos quartos-de-final da Taça de Clubes de Topo, que teve lugar na Turquia, assumiu um especial relevo. Depois de consultadas as jogadoras e a equipa técnica, coube à direcção do clube optar por não comparecer no jogo. O caso remonta a Dezembro do ano passado, altura em que o Castelo derrotou as holandesas do Oldenzaal e ficou a saber que iria defrontar a equipa turca. Pelo facto da formação portuguesa ter quatro atletas de nacionalidade americana, aconselhadas pelos serviços da Embaixada dos Estados Unidos da América a não efectuar a viagem, e tendo em conta os

atentados de então em Istambul que levaram à alteração de um jogo da Liga dos Campeões e outro da Taça UEFA, o Castelo informou a Confederação Europeia de Voleibol (CEV) que não iria a Istambul disponibilizando-se inclusive para disputar os dois encontros em casa. No entender da CEV tal argumento não foi suficiente para a alteração do local do jogo. Como tal, a Federação Portuguesa de Voleibol e o próprio clube foram informados da multa e suspensão previstas no regulamento para um caso de não comparência num jogo internacional. As octocampeãs nacionais falharam, então, o jogo de Segunda-feira contra o Gunes Vakifbank, de Istambul.


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Sexta-feira 23 de Janeiro de 2004

antónio manuel marques antonio@maiahoje.pt

Lancia Ypsilon 1.2 16v Argento

“Y”legantemente...

Lançado recentemente no mercado, o Lancia Ypsilon faz do requinte e classe as suas principais armas. O mais elegante dos citadinos está disponível com três níveis de equipamento e quatro motorizações, naquela que é a evolução do saudoso Lancia Y.

A imagem é de facto o ponto forte deste Lancia Ypsilon. Linhas suaves que derivam com naturalidade do predecessor Y. São inúmeros os pontos que conferem uma estética requintada a este automóvel, desde a grelha cromada, até aos puxadores das portas cromados, passando pelos retrovisores de reduzidas dimensões. Ainda assim, este visual clássico não deixa de ser susceptível de não agradar aos mais radicais. Este design de eleição continua no interior com aplicações de pele nas portas e tablier, para além dos mostradores centrais, que conferem de facto uma imagem exclusiva a este automóvel quer por fora como por dentro. Por outro lado, a qualidade de construção não é das mais convincentes, principalmente ao nível da montagem, já que se notam alguns ruídos parasitas depois dos primeiros milhares de quilómetros. A condução do Ypsilon é confortável, com o auxílio de uma suspensão macia e de um habitáculo confortável, ainda que não muito espaçoso. Aliás, este é mais um automóvel para quatro do que para cinco, ainda que a opção esteja disponível com a adopção de um encosto de cabeça central. Neste capítulo, a mala com 215 PUB

litros também fica aquém das expectativas. As prestações deste Lancia estão dentro da média, tendo em conta que o modelo testado tem uma motorização de 1200 c. c. e 80 cv de potência. Já o equipamento é relativamente completo nesta que é a versão intermédia, das três disponíveis, (Lusso, Argento e Platino). Um dado curioso é a multiplicidade de combinações deste Lancia que ultrapassa as cinco centenas, através das onze cores de carroçaria, seis revestimentos interiores e cinco tipos de jantes. Em suma, o Ypsilon segue a tradição do seu antecessor e faz jus à marca apelidada como divisão de luxo do grupo Fiat. O requinte e classe estilística são os pontos de destaque. Motorizações, Performance e Consumos O Lancia Ypsilon aparece com quatro motorizações disponíveis, aliás já conhecidas no seu “primo” Fiat Punto. Três delas são a gasolina (1.2 8v de 60 cv, 1.2 16v 80 cv e 1.4 16v de 95 cv) e uma a diesel (1.3 16v Multijet de 70 cv). A versão testada tem como velocidade máxima os 165 km/h e chega aos 100 km/h em cerca

de 13 segundos. Quanto a consumos, em circuito urbano o Lancia Ypsilon consome 7,7 litros por 100km, em ciclo extra urbano 5 litros e em percurso combinado 6 litros. Preços Com esta multiplicidade de combinações, o Lancia Ypsilon oferece uma grande abrangência de preços. Desde os cerca de 12 600 euros pertencentes à motorização 1.2 8v 60 cv com o nível de equipamento Lusso, até aos 20 200 euros da motorização diesel de 1.3 com equipamento Platino. A versão testada situa-se nos 14 400 euros. Conclusão O Ypsilon representa a incursão da Lancia no sector dos utilitários. Um tipo de veículos mais económico, mas que não impediu o Ypsilon de continuar a primar pela elegância e requinte. O design é a aposta neste veículo, que oferece outros argumentos interessantes como o equipamento completo e a agradável condução. A melhorar encontra-se a habitabilidade e alguns materiais aplicados. Os agradecimentos à F3 Auto, o concessionário Lancia na Maia.

equipamento principal do veículo ensaiado Air Bag condutor ...........................................S Air Bag passageiro........................................S Air Bags cabeça............................................N Air Bags laterais.............................................S Alarme Perimétrico .......................................N Alavanca da caixa em pele ..........................S Antena de rádio eléctrica .............................N Apoio de braços frente.................................N Apoio de braços traseiro..............................N Ar Condicionado manual .............................S Ar Condicionado duplo................................N Ar Condicionado auto ..................................N Arrumação adicional.....................................S Banco regulável em altura ...........................S Bancos aquecidos........................................N Bancos desportivos......................................N Bancos eléctricos..........................................N Bancos traseiros rebatíveis ..........................S Barras no tejadilho........................................N Comando à distância ...................................N Computador de Bordo .................................S Conta Rotações.............................................S Controlo ASC ................................................N Controlo BAS ................................................N Controlo CBC................................................N Controlo EBD.................................................S Controlo EBV.................................................N Controlo ESP.................................................N Cruise Control ...............................................O Desembaciador nos retrovisores................O Desembaciador traseiro ...............................S Direcção assistida .........................................S Espelho antiencadeamento .........................S Estofos em pele............................................O Faróis de nevoeiro........................................O Faróis de Xénon............................................N Fecho centralizado........................................S Gancho de reboque .....................................N Jantes de liga leve........................................O Pára-choques na cor ....................................S Pintura metalizada.........................................S Pneu suplente .............................Emergência Porta copos ...................................................S Porta luvas refrigerado .................................N Rádio com comando no volante ................O Rádio leitor cassetes ....................................N Rádio leitor CDs ............................................S Retrovisores eléctricos .................................N Relógio ...........................................................S Sensor de Chuva..........................................O Sensor de Luz...............................................O Sensores de estacionamento .....................O Sistema ABS..................................................S Sistema City N Sistema de Navegação................................N Sistema Follow me .......................................N Taquigrafo......................................................N Tecto de abrir eléctrico.................................O Tecto de abrir Manual...................................N Telefone..........................................................N Telefone com comando no volante ............N Tracção às 4 rodas .......................................N Travões de Disco à frente.............................S Travões de Disco atrás .................................S Vidros eléctricos frente .................................S Vidros eléctricos trás.....................................S Volante em pele.............................................S Volante regulável em altura..........................S Volante regulável em profundidade ............S

manutenção Garantia mecânica.................Não disponível Garantia Corrosão..................Não disponível Garantia Pintura......................Não disponível

assistência

Assistência 24 Horas .............Não disponível Primeira Revisão ....................Não disponível Segunda Revisão...................Não disponível

custos

Imposto Municipal anual ............29,79 euros Seguro terceiros.....................Não disponível Primeira revisão......................Não disponível Segunda revisão ....................Não disponível Terceira revisão.......................Não disponível O = Opcional; S = Série; N = Não disponível



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