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gostamos mais... Habitabilidade Posicionamento dos comandos Fácil aprendizagem dos comandos Equipamento opcional

gostamos menos... Qualidade ao toque dos plásticos Ruído do motor a altas rotações

A evolução Novo Susuki Liana 1.4 DDiS GLX Apesar das contrariedades verificadas no sector automóvel em 2004, a Suzuki apresentou um crescimento superior a 25% face ao ano anterior no segmento de ligeiros de passageiros, o que se reflectiu também no aumento da sua quota de mercado. Este crescimento, que se verificou de uma forma geral em toda a gama Suzuki, teve o seu principal contributo nos modelos Jimny DDiS, Ignis DDiS e Liana DDiS, tendo este último apresentado um crescimento de cerca de 80% face a 2003. Num ano de grandes dificuldades para o sector automóvel, a renovação da rede de concessionários Suzuki e o lançamento de motorizações diesel de baixa cilindrada nas gamas Wagon R+, Jimny e Liana, adequadas ao mercado Português, contribuíram significativamente para o excelente resultado da Suzuki em 2004. O Test-drive desta edição, incidiu precisamente sobre o mais recente lançamento desta marca (final de 2004), o Liana, que é um misto de carrinha, utilitário e até mesmo de familiar. De dimensões apreciáveis, a Gama Liana está à venda em Portugal com dois motores, um 1.3 a gasolina e outro 1.4 a diesel.

Motorização, performances e consumos

A unidade ensaiada, a “topo-degama” é equipada com um motor diesel de 1398 cc de injecção directa Common rail, que atinge a velocidade máxima 170. Este motor possui 90 cv às 4.000 rpm e apresenta um binário máximo de 200Nm às 1.750rpm, consumindo 6,5/4,7/5,3 litros aos 100 Km/h respectivamente para circuito de cidade/estrada/misto.

Equipamento

Em termos de equipamento as novas versões apresentam dois níveis distintos de equipamento de série, GLX e GLX prestige. A diferença reside principalmente no sistema de rádio e no ar condicionado, apenas presente na versão superior. De série apresentam os principais sistemas de segurança, de onde se destaca, a Direcção Assistida, o Duplo Airbag, os Airbags Laterais, o ABS com EBD, o Imobilizador, os Cintos de Segurança ELR com 3 pontos em todos os bancos, os Pré-tensores nos cintos de segurança à frente, os Fechos de Segurança para Crianças nas portas traseiras, o Sistema de Fixação ISO-FIX para cadeiras de criança e as Barras de Protecção contra Impactos Laterais. Ambas as versões vêm também equipadas com Fecho Centralizado de Portas, Vidros Eléctricos e Retrovisores Eléctricos. PUB

preços

A partir dos 15.955 euros anunciados para o LIANA 1.3 16V GLX 5P até aos 20,425 euros do LIANA 1.4 DDiS GLX PRESTIGE 5P. Estes preços alinham, por baixo, com a oferta existente da concorrência

Acessórios

Os vários acessórios disponíveis, dividem-se em seis grupos: Linha “Tempos livres”, onde se encontram os porta-ski’s, porta-bicicletas, entre outros; linha “segurança”, com alarme, faróis de nevoeiro; linha “conforto”, com apoios de braço, alavanca das velocidades em madeira, painel em alumínio; linha “útil”, com protecções laterais, de pára-choques frontal e traseiro; linha desportiva, com grelha frontal, ponteira de escape, spoilers frontais e traseiros, jantes de alumínio, sais laterais e linha “Susuki Shop”, onde os acessórios pessoais primam, como o relógio de secretária, calças ou chapéus.

Garantias

A gama Suzuki Liana, tal como toda a gama de passageiros e todo-o-terreno da marca possui uma garantia de mecânica de 3 anos ou 100.000 Kms o que vem reforçar a fiabilidade dos produtos da marca.

Medidas anticorrosão

Cerca de 80% da c a r r o ç a r i a (proporcionalmente ao peso da carroçaria) é fabricado em aço galvanizado e as camadas de protecção da secção inferior da

carroçaria foram optimizados. A gama Suzuki Liana oferece uma garantia anticorrosão de 12 anos.

A concluir

A concorrência e a oferta, neste segmento, são muito elevadas. Cada marca tem as suas “armas” para cativar o cliente. Neste caso, o preço e habitabilidade poderão ser duas delas. A motorização, algo ruidosa a rotações mais elevadas, é excelente para o mercado nacional, sendo pouco “guloso”. A mala é suficiente, alta e com um bom ângulo de entrada. Os principais comandos estão bem localizados e de fácil aprendizagem. O pior será mesmo a qualidade geral dos plásticos que deixamnos desconfiados. A unidade ensaiada aproximava-se dos 4.000 quilómetros e não havia sinais de ruídos parasitas, pode ser que o nosso tacto se tenha enganado. O concessionário na Maia é o grupo MFS (Mário Ferreira da Silva), mais conhecido pela “Maiauto”.

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