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E DUCAR E P ROSPERAR PROGRAMA

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INCENTIVANDO A LEITURA

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Caderno Especial - Campo Grande-MS, Julho/20013

A história é tão, ou mais importante do que a leitura

E

nquanto as discussões sobre a educação e, em especial sobre a alfabetização, são uma constante em todas as partes do mundo, e em especial no Brasil, que elabora um sem fim de legislações por entre as paredes dos gabinetes, nossas crianças estão entregues nas mãos dos quase sempre abnegados profissionais da educação, pessoas que efetivamente fazem a diferença entre o fazer nascer e o despertar de um cidadão. Felizmente, por mais que a burocracia coloque entraves aos diversos projetos que nascem das salas de alfabetização, a determinação daqueles que vivenciam a educação em sua plenitude é maior, superior e efetiva. Na Escola Estadual Arthur de Vasconcellos Dias, no Bairro Estrela do Sul, em Campo Grande/MS, a professora Solange Pereira de Queiroz Nantes (ou

Professora, escritora Solange Pereira de Queiroz Nantes - criadora do projeto “Hora da História”

simplesmente “Sol”), desenvolveu o “Projeto Hora da História”, que contou com o imediato apoio da diretora Fabiana de Lima Souza, da diretora-adjunta Soraya Ximenes de Sena e demais educadores. O projeto consiste em despertar nas crianças o “querer descobrir” a leitura através do “contar

histórias” que é apresentado em sala de aula e outros espaços do ambiente escolar. “Eu acredito que o Projeto Hora da História é um dos projetos que será de fundamental importância para alavancar a educação de nosso país. É um projeto completo, mas seu foco deve estar nas séries iniciais”, diz Sol.

Solange é formada em magistério e pedagogia, com especialização no ensino das séries iniciais e atuou durante 23 anos em sala de aula e há 8 anos prestando assessoramento, e entende que história e leitura andam de mãos dadas, porque através da história a criança aguça sua curiosidade para ler. “A história contada é uma

prática a ser usada em regime urgente/urgentíssimo, e deve ser incluído no planejamento com a elaboração de atividades que sejam atrativas. Eu acredito nessa ideia porque vivo o que prego. Na escola tenho contado histórias e vivendo com as crianças as emoções, curiosidades, expectativas e grande interesse

pela leitura e presenciado seus desenvolvimentos na alfabetização”, enfatiza Sol. O aproveitamento escolar observado a partir da implantação do projeto proporcionou a Solange, convite da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul para ministrar palestra aos profissionais da educação envolvidos no ensino fundamental. Os participantes terão demonstrações de como se desenvolve este contar, pois a professora utiliza de recursos como caracterização por roupas e pinturas corporais, material de apoio que remetem à história a ser narrada, imagens, livros, entre outros. É maravilhoso ter uma ferramenta tão importante assim a favor da comunidade escolar, deve fazer parte do currículo escolar das séries iniciais, com profissionais qualificados que tenham prova prática de admissão para a cadeira..

Projeto escolar trabalha o jornal como base de ensino A Escola Municipal Hércules Maymone, situado no bairro Nova Lima, zona Norte de Campo Grande desenvolve o Projeto “Trabalhando com o Jornal”, encabeçado pela professora Alexandra Escobar Ferreira nas séries iniciais. A proposta é utilizar o material de forma que os alunos trabalhem

o ‘ler para aprender a ler’, exercitando através dos textos a sua própria forma de expressão escrita. O contato com os diversos temas trabalhados, como cultura, política, esportes, entretenimento e outros, conscientizam os estudantes da função social do Jornal. Absorvidas e trabalhadas as diversas matérias, o jornal se transforma em objeto lúdico-educativo

quando as crianças utilizam o papel impresso para criarem brinquedos e objetos que depois de utilizados são reciclados para decoupagem. O jornal acompanha o ensinar destas crianças e insere a sua própria realidade no contexto escolar dando aos alunos o significado do aprender, a função do conhecimento em suas vidas cotidianas.


Página 02- Campo Grande - MS, julho de 2013

BIBLIOSESC

O SESC - Serviço Social do Comercio Mato Grosso do Sul juntamente com a Prefeitura Municipal de Campo Grande, leva a unidade móvel BiblioSESC aos bairros de Campo Grande.

O Projeto disponibiliza leituras, consultas e empréstimos de livros, jornais e revistas de forma gratuita. A unidade móvel ficará um dia em cada bairro e sempre retorna a cada quinze dias. É uma interação que possibilita que mais pessoas tenham acesso a informação. Um acervo composto de 3000 livros: Literatura brasileira para adultos, jovens e crianças (romances, contos, crônicas, etc.); Literatura estrangeira traduzida para o português, biografias, livros didáticos; Jornais e revistas.

ALFABETIZAÇÃO Contar histórias, deixar bilhetinhos na geladeira, fazer lista de compras em voz alta - essas são apenas algumas ações que ajudam na alfabetização das crianças.

O

Veja algumas dicas para deixar o ambiente de sua casa mais alfabetizador: 1. Deixar bilhetes ou escrever cartas 2. Preparar receitas culinárias na presença da criança 3. Ler histórias 4. Ser um modelo de leitor 5. Explorar rótulos de embalagens 6. Fazer listas de compras com seu filho 7. Aproveitar as situações da rua 8. Fazer os convites de aniversário com a criança 9. Montar uma agenda telefônica 10. Apontar outros materiais escritos 11. Respeitar o ritmo da criança

R ADUCAR R E P S O RE

A educação tran

Washington Sanches

Os pais podem e devem ajudar na alfabetização de seus filhos. Preparando em casa um ambiente de convivência da criança repleto de atos de leitura e escrita, de forma a inserí-la desde cedo no mundo das letras. Ato simples como um bilhetinho na porta da geladeira, recadinho para o papai, regras do dia, enfim, quando a criança é inserida nessas atividades rotineiras, ela acaba percebendo a função real da escrita e da leitura, e como elas são importantes para a nossa vida. E, dada sua curiosidade nata, ela vai querer participar cada vez mais e buscar o conhecimento dos pais. A criança que cresce em constante contato com a leitura e a escrita acaba se apropriando da língua escrita de maneira mais autoral e adquirindo experiências que vão fazer a diferença na hora de ela aprender a ler e a escrever efetivamente.

E

PROGRAMA

ano de 2013 ficará para a história como o ano das manifestações. Os brasileiros são conhecidos por serem amáveis e tranquilos. Mas, nem tanto. O cidadão anda muito bem informado sobre os acontecimentos do dia a dia. Sabe muito bem o que quer, acompanha diariamente as movimentações políticas. O que começou com um simples protesto sobre aumento de tarifas tornou-se uma grande manifestação para mostrar o descontentamento com outras injustiças brasileiras. Várias demandas entraram na pauta. Incluindo o acesso a uma Educação de qualidade para todos os brasileiros. O Brasil precisa urgentemente superar as desigualdades para poder acelerar o processo educacional. Somente superando a desigualdade é que conseguiremos colocar todos num patamar e de dar chance igual para todos. A mudança na educação brasileira depende de esforços políticos, que parecem ir além do nosso alcance. Podemos também “Se quer mudar o mundo comece mudando o seu país, se que mudar o seu país comece pelo seu estado, se quer mudar seu estado comece pela sua cidade, talvez pela sua rua, ou melhor, comece mudando dentro da sua casa, tendo você como exemplo”.

participar começando agora, na sua casa, com seu filho. Mudando alguns hábitos e tomando algumas atitudes que podem fazer a diferença para a Educação e para o Brasil. DICAS PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO: VALORIZE A EDUCAÇÃO: O primeiro passo é entender a importância da Educação para a vida das pessoas. A Educação promove outros direitos, como segurança, saúde e justiça e ainda possibilita uma visão mais ampla e crítica de si mesmo e do mundo. Transmita ao seu filho a importância da Educação no dia a dia. Mostre que aprender é bom, demonstre interesse pelos assuntos escolares, como eventos e provas e, acima de tudo, dê o exemplo. SEUS DIREITOS E DE SEU FILHO: Ensino de qualidade não é um favor, mas um direito. Para poder exigir uma boa Educação, é preciso entender o que a lei garante a você e a seu filho. A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) disciplina quais são as obrigações educacionais de cada entidade federativa. É dever do Estado assegurar atendimento em creche e pré-escola para crianças de zero a seis anos. Se não houver vaga os pais podem procurar a Diretoria Regional de Ensino ou acionar a Defensoria Pública, Ministério Público ou

Conselho Tutelar. Além do material escolar, o transporte gratuitos também é assegurado pela LDB. INCENTIVAR A LEITURA: Ler bem é fundamental para o processo de aprendizagem da criança, pois é a base para aprender todas as disciplinas. Além disso, a leitura amplia o vocabulário, faz a criança escrever melhor e favorece um bom desempenho escolar. Quanto mais cedo ela tiver contato com livros, melhor. O comportamento da família influencia diretamente os hábitos da criança. Se os pais leem muito, a tendência natural é que a criança também adquira o

gosto pelos livros. AJUDAR NA ALFABETIZAÇÃO: Mais do que aprender a ler, a criança precisa ler para aprender. Sem uma boa alfabetização nos primeiros anos de escola, ela irá acumular dificuldades ao longo dos anos. A alfabetização é a base da aprendizagem dos alunos nas séries seguintes. Ensinar é função do professor, mas os pais podem e devem colaborar na fase de alfabetização mostrando interesse e enriquecendo o ambiente da criança com bilhetes e recadinhos no papel para aguçar o hábito de leitura. PA R T I C I PA Ç Ã O DOS PAIS NA ESCO-


Campo Grande - MS, julho de 2013 - Página 03

Nilene Badeca participa de Seminário Municipal de Educação de Costa Rica

A secretária de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul, Maria Nilene Badeca da Costa, participa na próxima segunda-feira do VII Seminário Municipal de Educação, que acontece no Centro de Convivência do Idoso, em Costa Rica, nos dias 22 e 23 de julho. Com o tema “Novos Desafios e Perspectivas da Educação Contemporânea: professores analógicos x alunos digitais”, o seminário recebe professores,

PEROSPERAR RACUD E AMARGORP

nsforma um país e valorizam socialmente a função. Lá, os jovens sonham em ser professores e, por isso, apenas os melhores alunos chegam lá, pois as notas de corte para a carreira são altíssimas. Professores que trabalham em condições adequadas são mais motivados e ensinam melhor, portanto, procure conhecer as ações o que a escola de seu filho faz para valorizá-los e demonstre respeito e interesse pelo seu trabalho.

LA: Crie uma parceria com a escola de seu filho, pois é lá onde ocorrerá grande parte da aprendizagem dele. Participe das reuniões de pais e mestres e, mesmo que não haja reuniões marcadas, visite a instituição para tirar suas dúvidas. Outra boa maneira de participar de perto da vida escolar de seu filho é integrar ou formar um Conselho Escolar, também conhecido como Comissão de Pais. Este grupo discute problemas da escola e propõe soluções em conjunto. VALORIZAR O PROFESSOR: Um bom professor faz toda a diferença na aprendizagem de seu filho. A qualidade de

um sistema educacional não será maior que a qualidade de seus professores. A Coreia do Sul, que já teve condições parecidas com as do Brasil, tornou-se referência em Educação justamente por valorizar a carreira dos docentes. Além do salário inicial atraente e a possibilidade de crescimento profissional, os coreanos respeitam

ESCOLHER POLÍTICOS COMPROMETIDOS COM A EDUCAÇÃO: Se a educação brasileira não for prioridade dos nossos políticos, não conseguiremos dar esse salto de qualidade tão necessário. Votar em candidatos comprometidos com a Educação é uma maneira de ajudar a mudar o destino do país. Mas não basta apenas votar, é preciso acompanhar o trabalho dos candidatos eleitos e cobrá-los para que cumpram suas promessas e façam seu trabalho. ACOMPANHAR A VIDA ESCOLAR: Quanto mais a família participa

da vida escolar, mais as crianças aprendem. Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas mostrou que interesse, incentivo e ações simples como providenciar um bom local de estudo podem aumentar as notas em 20%. Acompanhar a lição de casa também é uma atitude que melhora o desenvolvimento das crianças. Por meio dela, os pais podem se informar sobre o que o filho está aprendendo e enriquecer esse processo, mas atenção: acompanhar a lição de casa não é fazer a lição pelo seu filho. EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS: Os direitos humanos asseguram que todos nascem livres e são iguais em dignidade e em direitos. Esses direitos garantem e favorecem que a vida em sociedade seja benéfica para todas as pessoas humanas e não somente para alguns grupos privilegiados. Liberdade de expressão, igualdade perante a lei, direito a votar e ser votado, direito à Educação, saúde, trabalho e moradia, são alguns desses direitos fundamentais.

PROGRAMA EDUCAR E PROSPERAR O Programa Educar e Prosperar é uma parceria entre o Jornal Liberdade, setor privado, entidades sociais e secretarias municipais de Educação. Tem como objetivo utilizar o jornal como suporte educativo, pedagógico e técnico para estimular a leitura entre os jovens. O Jornal Liberdade subsidia cerca de 50% dos custos da distribuição do jornal em sala de aula e a iniciativa privada, secretarias municipais de Educação e entidades sociais, que são os patrocinadores do projeto, respondem pelo restante através da aquisição de cotas que vão cobrir os custos dos exemplares distribuídos. Com periodicidade mensal sobre Educação, Cidadania e Prosperidade.

gestores, profissionais administrativos e acadêmicos da área da educação, com o objetivo de fornecer subsídios conceituais por meio de palestras e oficinas que propiciem um espaço de discussão, informação, conhecimento e orientação.

TECNOLOGIA VICIADOS DA INTENET E FORA DA REAL

Se seu filho chega da escola e a primeira coisa que faz é entrar no “MSN”. Em seguida, almoça e conecta a alguma rede social, manda recados para os amigos e joga os games oferecidos, por várias horas. Como se não bastasse todo o tempo que já passou online, decide pesquisar na rede o tema do trabalho que terá em classe na semana que vem. Depois liga o videogame na internet e joga com os amigos, conversando com eles por meio de um fone/microfone. Os problemas causados pelo vício em internet está se tornando mais comum do que se imagina. Estima-se que 10% dos usuários da internet já tenham se tornado dependentes, desses, 3% são jovens de até 16 anos. Afinal, qual é a linha entre o normal e a doença quando o assunto é internet? Quais são os sintomas que identificam a dependência? Como tratar? Confira algumas dicas de especialistas: SINTOMAS DO VÍCIO: 1. Ter mais de cinco amigos virtuais, que você simplesmente não conhece pessoalmente; 2. Exclusão. Antes, vários amigos ligavam para você querendo conversar. Agora, isso é bem raro; 3. Ficar irritado quando está há mais de uma hora sem internet; 4. Evitar sair de casa se for para ir a lugares sem computador; 5. Só falar e saber de games da web, redes sociais e “pessoas virtuais”; 6. Mentir a respeito do tempo que costuma passar conectado; 7. Ir mal na escola por conta do computador; 8. Desobedecer aos pais quando eles o mandam sair do computador; 9. Não ter motivação para fazer nada que não tenha a ver com o computador ou com a internet; 10. Estar com a autoestima baixa; 11. Ter se tornado um adolescente caseiro e solitário; 12. Sempre se negar a fazer as coisas que antes lhe davam muito prazer; 13. Se sentir triste, ansioso ou deprimido na maior parte do tempo;


Página 04- Campo Grande - MS, julho de 2013

Federalização da educação para resolver crise das instituições O ex-ministro da Educação e senador Cristovam Buarque defende a criação de um sistema federal de educação, no qual o governo teria maior controle sobre o sistema educacional em todo país. Hoje, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), a responsabilidade da educação na rede pública é divida entre municípios (ensinos infantil e fundamental), estados (ensino médio) e União (ensino superior). “É preciso federalizar a educação no Brasil. É preciso federalizar as crianças como já fizemos com os velhinhos com a previdência. Porque a

educação é municipal?”, questionou Cristovam, a autonomia de estados e municípios seria importante apenas na parte pedagógica, mas o controle sobre os salários e a qualidade dos professores, a compra de equipamentos e a manutenção dos prédios escolares deveria estar nas mãos do governo federal. O senador ressaltou que a realidade de cada município é diferente e que o salário do professor fica atrelado a vontade do prefeito em valorizar a educação. Segundo ele, uma das soluções seria a adoção de um piso salarial único em todo país para incentivar o bom

desempenho dos professores em sala de aula, garantindo qualidade no aprendizado dos alunos. “Tem que ter um piso federal pago pela União. Não pode ser uma questão da miséria de cada município, de cada prefeitura”, argumentou ele. Em contra ponto, o diretor de Avaliação da

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal em Nível Superior (Capes), Renato Janine, acredita que federalizar o ensino público não seria uma boa saída. O professor destacou que, ao invés de federalizar a educação, seria ideal concentrar esforços entre os entes públicos para desenvolver um trabalho melhor.

Destaque-se no mercado de trabalho Destaque-se no mercado de trabalho Destaque-se no mercado de trabalho Ex-ministro da Educação e Senador Cristovam Buarque

UM PACTO PELO FUTURO DO PAÍS O governo federal, os estados e municípios trabalharão juntos para que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos de idade A presidente Dilma Rousseff lançou o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), que consiste numa parceria do governo federal com Estados

e municípios para alfabetizar todas as crianças até 8 anos. O Pnaic tem três eixos: treinar os 360 mil Professores alfabetizadores, distribuir material didático voltado à Alfabetização de quase 8 milhões de crianças e avaliar os Alunos, por meio de provas, para descobrir se os investimentos alcançaram o objetivo desejado.

O DESAFIO PARA O SÉCULO XXI Gordon Freedman, especialista em Educação, em visita ao Brasil, afirmou que não existem fórmulas prontas e que até mesmo modelos bem sucedidos como o de Cingapura não respondem às demandas educacionais do presente. Hoje, queremos pessoas que possam pensar por elas mesmas, por que para a economia funcionar, alguns terão que criar novos negócios, afinal, a velha economia de manufatura não é capaz de sustentar as demandas atuais. Logo, os estudantes de hoje têm novos desafios ao sair da Escola. Mas o sistema de Ensino é o mesmo. Eles têm

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Educador Gordon Freedman

acesso há tanta informação fora da Escola, mas na sala de aula têm de se adaptar a um modelo criado na época da revolução industrial, com foco na conformidade social. Educação significa um sistema formal e esse modelo de classe de estudantes não funcionará no futuro — o Ensino tem que ser individual.

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Caderno especial educar 01