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Comunicação para a verdade e a Paz.


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Não devemos imitá-los ...

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Sempre fiéis a Deus e a sua santa Igreja “Como são amáveis tuas moradas, Senhor dos exércitos!” (Sl 84[83],2)

Meus queridos irmãos e irmãs, vivemos num tempo fortemente sentimental, e isso se tem manifestado também entre nós. Confundimos a ação da graça de Deus com a experiência emocional, e, não raras vezes, apelamos para essa mesma experiência. O cristianismo não é “sentir algo bom”, “sentir-se bem”, mas “decidir-se por Alguém”, “decidir-se pelo Bom”. Frequentemente ouvimos pessoas nos apontando as práticas de muitas - não todas - igrejas evangélicas, sobretudo pentecostais, como modelo a ser seguido em nossa ação evangelizadora. Dizem-nos: “Se nós fizéssemos como tal e tal igreja ...”. Convenhamos: a audácia evangelizadora de nossos irmãos separados bem como a acolhida são dignas de nossa sincera admiração. Não podemos, contudo, abandonar o que nos é próprio para abraçar um critério de êxito, no mínimo, duvidoso. Abaixo, a resposta do Santo Padre a um jornalista que lhe perguntou o que a Igreja poderia fazer para contrabalançar a grande atração exercida pelas igrejas evangélicas ou pentecostais sobre as massas. A entrevista se deu durante a última visita do Papa ao continente africano, no dia 18 de novembro de 2011. Meditemos as palavras do Sucessor de Pedro. Jornalista: Enquanto os africanos experimentam o enfraquecimento das suas comunidades tradicionais, a Igreja Católica deve ter em conta o sucesso crescente de Igrejas evangélicas ou pentecostais, que propõem uma fé atraente, uma grande simplificação da mensagem cristã: insistem nas curas, misturam os seus cultos com os tradicionais. Como olha a Igreja Católica estas comunidades que lhe são agressivas? E como se pode fazer atraente, sabendo que estas comunidades se apresentam festivas, calorosas ou inculturadas? Santo Padre: Estas comunidades são um fenômeno mundial, em todos os continentes; sobretudo estão muito presentes, embora de modo diverso, na América Latina e na África. Diria que os seus elementos característicos são: pouco caráter institucional, poucas instituições, uma carga reduzida de instrução, uma mensagem fácil, simples, compreensível, aparentemente concreta e ainda uma liturgia participativa com a expressão dos sentimentos pessoais, da própria cultura e também combinações sincretistas entre religiões. Se tudo isto, por um lado, garante sucesso, por outro implica pouca estabilidade. Sabemos também que muitos regressam à Igreja Católica ou transmigram duma comunidade para outra. Por isso, não devemos imitar estas comunidades, mas interrogarmo-nos sobre o que podemos nós fazer para dar nova vitalidade à fé católica. Eu diria que o primeiro ponto é, sem dúvida, torná-la uma mensagem simples, profunda, compreensível; é importante que o cristianismo não apareça como um sistema difícil, europeu, que mais ninguém possa compreender e realizar, mas como uma mensagem universal dizendo que Deus existe, que Deus tem a ver conosco, que Deus nos conhece e ama e que a religião concreta gera colaboração e fraternidade. Portanto, uma mensagem simples e concreta é muito importante. Depois é sempre muito importante que a instituição não seja demasiado pesada, mas que seja prevalecentemente – digamos – a iniciativa da comunidade e da pessoa. E diria também uma liturgia participativa, mas não sentimental: não deve estar baseada apenas na expressão dos sentimentos, mas caracterizar-se pela presença do mistério na qual entramos, pela qual nos deixamos formar. E, por último, diria que é importante, na inculturação, não perder de vista a universalidade. Preferiria falar de interculturalidade, e não tanto de inculturação, isto é, dum encontro das culturas na verdade comum do nosso ser humano no nosso tempo, e assim crescer também na fraternidade universal; não perder esta realidade grande que é a catolicidade, ou seja, que em todas as partes do mundo somos irmãos, somos uma família que se conhece e colabora em espírito de fraternidade.

Amigos e amigas no Senhor Jesus: o Salmo 84(83) mostranos a beleza e a felicidade daqueles que amam a casa do Senhor e nela habitam. O salmista deseja chegar ao templo de Deus e contemplar a sua beleza e santidade. Demonstra amor ao Santuário do Senhor e reconhece a felicidade de quem mora nesta santa Casa e canta os louvores a Deus. De fato, nada é comparável à maravilhosa experiência de estar nos átrios do Altíssimo. Um dia nesses átrios vale mais que mil dias longe deles (v. 11) e aí o ser humano encontra a felicidade para sempre. A Bíblia Sagrada nos ensina o que pode acontecer com aqueles que se afastam da Casa do Senhor e nos faz meditar sobre isso. No Segundo Livro dos Reis 25,1-12, o texto bíblico conta-nos a história do cerco e da destruição da cidade de Jerusalém, pelas mãos do rei da Babilônia, Nabucodonosor. Este cerco teve duração de 2 anos e aconteceu no reinado do rei Sedecias, rei de Judá (587-586 aC.). Durante esses dois anos os babilônios sufocaram a população de Jerusalém, e a fome devastava a cidade. O rei Sedecias resolveu fugir de Jerusalém, abrindo uma brecha na muralha da cidade. Ele fugiu à noite, com todos os seus guerreiros, seguindo pela estrada que conduz ao Mar Morto, em direção a Jericó. Mas ao chegar à planície de Jericó, o exército dos babilônios o alcançou e o prendeu. Os seus guerreiros o abandonaram e se dispersaram. Sedecias ficou preso e viu os seus filhos serem mortos. Teve seus olhos perfurados e foi levado preso numa corrente de bronze à Babilônia. Quanto sofrimento para este rei de Judá! Ele foi abandonado pelos seus guerreiros, foi preso, viu a morte dos seus filhos e ainda ficou cego! Mas por que aconteceu tanta desgraça na vida deste rei, dirigente do povo amado de Deus? O que Sedecias fez de mal aos olhos do Senhor? Para a Bíblia Sagrada, a resposta é simples: o rei, o ungido do Senhor, abandonou a Aliança com Deus! Não que Deus o tenha castigado, isso não! Sedecias apenas colheu as consequências da sua escolha errada. A Bíblia diz: “O que alguém tiver semeado, é isso que vai colher” (Gl 6,7). Portanto, Sedecias apenas colheu o que semeou. Se o rei Sedecias tivesse perseverado nos caminhos do Senhor e confiado no agir de Deus, Jerusalém teria sido poupada, e os seus inimigos, humilhados. Meus queridos irmãos e irmãs: a fé nos motiva a esperar contra toda situação adversa, pois “a fé é certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se vêem” (Hb 11,1). Numa outra ocasião, a Bíblia Sagrada nos conta que, no ano 700 aC., a cidade de Jerusalém também estava cercada por 185.000 guerreiros inimigos assírios e que o Senhor mandou um único anjo exterminar todo este exército para salvar a sua cidade (cf. 2Rs 19,35-37). Ora, se Deus foi tremendamente providente nesta ocasião, Ele também teria sido providente no tempo de Sedecias. A cidade de Jerusalém representa para nós a Igreja do Senhor, a noiva do Cordeiro, o Santuário de Deus, o Tabernáculo do Altíssimo (cf. Ap 21,9-27). Devemos permanecer sempre nesta cidade santa, como nos ensina o salmista no Salmo 84(83). Sabemos que não é fácil o combate que travamos todos os dias para nos manter fiéis à nossa fé. Somos tentados o tempo todo e por todos os lados a desistir, a desanimar. Mas quando queremos buscar auxílio e força para superarmos os problemas da vida, devemos fazer o que diz o salmista: “Levanto os olhos para os montes; de onde me virá auxílio? Meu auxílio vem do Senhor, que fez o céu e a terra” (Sl121[120],1-2). Às vezes estamos fatigados e “dormimos” devido ao cansaço e ao desânimo. Mas sabemos que “não dorme, nem cochila o vigia de Israel” (Sl 121[120],4). Que maravilhosa certeza! O Senhor nosso Deus é o nosso guarda, é a sombra que nos cobre, está sempre à nossa direita. Sejamos fortes na tribulação, firmes na esperança e perseverantes na fé. Não abandonemos jamais a santa Casa do Nosso Deus, a Igreja do Senhor, pois nela encontramos a segurança, a paz e a plena vida.

Expediente: Povo de Deus - boletim informativo mensal da Paróquia São Judas Tadeu - Administrador Paroquial: Padre Paulo Eduardo F. Souza Jornalista Responsável. / Diagramação/Edição.: Jornalista Tadeu Eduardo Italiani – Mtb.: 47.674 Revisora Vanda Mazurchi - Impressão Gráfica JP – Tiragem 2000 exemplares - Endereço: Praça. Júlio Mesquita Filho, 45 Bairro Rancho Grande - CEP 13306-159 Itu - SP - Fone (11) 4024-0416 Diocese de Jundiaí - e-mail: paroquiasjudas@bol.com.br Elaborado pela Pastoral da Comunicação - PASCOM


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A Família: berço das vocações “A família nos tempos de hoje, tanto e talvez mais que outras instituições, tem sido posta em questão pelas amplas, profundas e rápidas transformações da sociedade e da cultura. Muitas famílias vivem esta situação na fidelidade àqueles valores que constituem o fundamento do instituto familiar. Outras se tornaram incertas e perdidas frente a seus deveres, ou ainda mais, duvidosas e quase esquecidas do significado último e da verdade da vida conjugal e familiar. Outras, por fim, estão impedidas por variadas situações de injustiça de realizarem os seus direitos fundamentais”. São palavras da Exortação Apostólica Familiaris consortio, de 1981, do Beato João Paulo II. Como é certeira essa constatação! Um dos mais mais diversos problemas advindos com as ofensas à instituição familiar é, justamente, a falta de preparo para se assumir a vocação. Como sabemos, todos nós somos vocacionados, chamados pelo Senhor a exercer a nossa vida batismal de um determinado modo e com específicas responsabilidades. Para um cristão, a opção por um estado de vida é uma resposta a um chamado do Senhor, e não simplesmente uma escolha baseada em critérios utilitários, profissionais e de simples realização pessoal. Se é verdade que todos esses critérios nos ajudam a descobrir a nossa vocação, também é verdade que a nossa decisão tem como único grande fundamento o chamado de Deus. Seria estranho, por exemplo, que um sacerdote dissesse que se tornou um ministro sagrado simplesmente para se realizar pessoalmente. Ainda que se realize pessoalmente (toda verdadeira vocação é fonte de realização), o sentido último de sua esco-

lha é uma resposta ao chamamento do Senhor. Pois bem. A crise da instituição familiar tem destruído cada vez mais a capacidade de as pessoas realizarem uma escolha de estado de vida que consiga transcender aos critérios mencionados. Muitos casamentos são facilmente levados ao fracasso porque os cônjuges não foram preparados no seio familiar para viver, por exemplo, a renúncia. Quando surgem as primeiras incompreensões, a solução mais fácil, fundada tão somente naqueles critérios, é tida como a única possibilidade: a separação. É difícil encontrar um casal que entenda sua vida matrimonial como resposta a um chamado do Senhor. E é justamente assim! Pais, mães, esposos, sacerdotes, diáconos, religiosas, célibes (solteiros): somos todos vocacionados, todos chamados! Necessitamos muito de uma família que nos ajude a responder generosamente a Deus! Precisamos muito de uma família que nos abra e eduque para os verdadeiros valores, que colocam no seu devido lugar os critérios de caráter simplesmente individual. Sim! Deus me chama para que eu frutifique! Uma vida escolhida sem perspectiva de doação é uma vida desperdiçada! As vocações são complementares, dependentes. Exemplo claro: a diminuição das vocações sacerdotais é reflexo de muitos matrimônios vividos como se não fossem vocação. Num contexto assim, onde o que importa é só e unicamente o meu bem estar, quem pode discernir a vocação para a entrega total ao Reino? Num contexto assim, quem se pode preparar para sustentar um sim, dado com tanta pompa em muitas celebrações matrimoniais, nos efetivos momentos de doença e de tristeza?! Não nos desesperemos: Deus consegue tirar água de pedra Rezemos ao Senhor para que as nossas famílias, fortalecidas pela Palavra e pela graça dos sacramentos, nos preparem para perceber e responder ao chamado do Senhor, que nos diz: “Antes de formar-te no seio de tua mãe, eu já te conhecia; antes de saíres do ventre, eu te consagrei e te fiz profeta das nações” (Jr 1,5). São palavras que dizem respeito a todos nós!

Mês Vocacional

Festa de Nossa Senhora do Desterro

Por Padre Paulo Eduardo F. Souza

O mês de agosto, conforme o costume da Igreja no Brasil, é dedicado à oração, reflexão e ação nas comunidades sobre o tema das vocações. Por isso, lembra-se: ·1ª semana: vocação para o ministério ordenado: diáconos, padres e bispos; ·2ª semana: vocação para a vida em família (atenção especial aos pais); ·3ª semana: vocação para a vida consagrada: religiosos(as), consagrados(as) seculares; ·4ª semana: vocação para os ministérios e serviços na comunidade (atenção especial aos catequistas) Conforme o Diretório Litúrgico

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Poucas pessoas sabem, mas Nossa Senhora do Desterro, além de ser a Padroeira da cidade de Jundiaí, Sé do Bispado, é também Padroeira de toda a Diocese. Dia 15 de agosto é seu dia litúrgico. Em Jundiaí, é celebrada no grau de solenidade; em nossa cidade e em todas as outras da Diocese, é recordada no grau de festa (ou pelo menos deveria ser). A cidade de Itu (Região 7) é convidada para participar da novena preparatória da Festa da Padroeira no dia 12 de agosto, às 18h30min,

na Igreja Catedral. No dia 13, conforme as normas da Mãe Igreja, nossa paróquia celebrará o aniversário da Dedicação da mesma Igreja Catedral. Trata-se de uma ocasião para estreitar os vínculos da vida eclesial diocesana ao redor da cátedra do Bispo, mestre, santificador e pastor. Finalmente, no dia 15, celebraremos a Festa da Padroeira às 18h30min, e não às 19h, pois, logo após, haverá reunião do Conselho Regional da Ação Evangelizadora, na Paróquia Senhor do Horto e São Lázaro.


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Semana da Família 11/08 (sábado) Santa Missa com a entronização da Imagem de Nossa Senhora do Desterro, às 19h (Igreja Paroquial) 12/08 (domingo), Dia dos Pais. Santas Missas e Celebrações de acordo com a escala paroquial 13/08 (segunda-feira) Santa Missa na Festa do aniversário da dedicação da Igreja Catedral, às 19h Oração pela Família, Igreja Doméstica (Igreja Paroquial) 14/08 (terça-feira) Celebração da Palavra de Deus (A Família gera a vida), às 19h (Igreja Paroquial) Oração pela família no grupo de oração da Igreja Nossa Senhora Auxiliadora, às 19h30min.

17/08 (sexta-feira) Santa Missa pelas famílias (A Festa: tempo para a comunidade), às 19h (Igreja Paroquial)

15/08 (quarta-feira) Santa Missa na Festa da Padroeira Diocesana, Nossa Senhora do Desterro, às 18h30min (Igreja Paroquial)

18/08 (sábado) Santas Missas e Celebrações, de acordo com a escala paroquial, seguidas da bênção das famílias (conclusão da peregrinação da imagem da Sagrada Família).

16/08 (quinta-feira) Santa Missa pelas famílias (O Segredo de Nazaré), às 19h (Igreja Paroquial) Oração pela família no grupo de oração da Igreja Paroquial (Kairós), às 20h

19/08 (domingo) Encontro Paroquial das Famílias, das 8h às 18h, na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora (Santa Missa, às 16h30min)

“Receba o Senhor por tuas mãos ...” Na Santa Missa, antes da oração sobre as oferendas, o sacerdote pede aos fiéis que orem para que o sacrifício da Igreja seja aceito por Deus Pai. Ao que os fiéis respondem: “Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a Santa Igreja”. A meu ver, essa resposta encerra o grande papel do sacerdote: aquele por cujas mãos Deus recebe o único sacrifício de Seu Divino Filho. Infelizmente, no entanto, muitas pessoas insistem em dar como resposta algo parecido com: “Receba, Senhor, por tuas mãos ... (sic!)”. Pensam que, naquele momento, se estão dirigindo a Deus (as “mãos” em questão seriam as d’Ele!). Um pouquinho mais de atenção bastaria para perceber que, entre nós, que falamos português, Deus, na forma ordinária do Rito Romano, é tratado por “Vós” (bendito resquício de uma época em que o res-

Atendimento do Administrador Paroquial Padre Paulo Eduardo - Terça-feira, (sob agendamento das 09h às 11h30min); - Quarta-feira, das 09h às 11h30min e das 15h às 17h30min; - Sexta e sábado das 09h às 11h30min.

peito e a reverência eram muito sentidos). Se a Deus nos dirigíssemos naquele instante, diríamos, na melhor das hipóteses, assim: “Recebei, Senhor, por Vossas mãos, este sacrifício, para a glória do Vosso nome, para o nosso bem e de toda a Santa Igreja”. É ao sacerdote, todavia, que damos a resposta: “Padre, que o Senhor, nosso Deus, receba por tuas mãos (as tuas, padre!) este sacrifício, para a glória do Seu (de Deus) nome, para o nosso bem e de toda a Santa Igreja”. Até aqui, Língua Portuguesa. Essas “pequenas” considerações evidenciam o papel do sacerdote na celebração eucarística: não é o simples moderador da oração; não, o sociologizante “presidente”. É, sim, aquele que apresenta, por meio de sua configuração a Cristo Sacerdote, o sacrifício da reconciliação de toda a humanidade. A celebração eucarística não tem razão de ser (nem existe!) sem a mediação desse ministério. Esforcemo-nos, portanto, em não desvirtuar o sentido da Missa. Essa consciência é que nos vai ajudar participar ativamente da Sagrada Liturgia. Pe. Paulo Eduardo F. de Souza Administrador Paroquial

Missas na Igreja Paroquial 2ª a Sábado: 19h. Domingo: 07h, 09h e 18h30 3ª Quarta - feira do mês: Missa com os enfermos: 15h

Missas nas Comunidades - Nossa Senhora Auxiliadora: Sábado, 19h; Domingo, 18h30min; - Santa Clara: Sábado 19h - Domingo: 09h.


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Cerco de Jericó é realizado pela Renovação Carismática Católica

A Renovação Carismática Católica de Itu, composta de 15 Grupos de Oração promoveu, nos dias 16 a 22 de julho, o Cerco de Jericó da cidade, com o tema Central: “Fomos curados graças a suas chagas” (Isaías 53,5). O evento aconteceu na Paróquia de São Judas Tadeu, a qual acolheu aproximadamente 500 pessoas por noite. O “Cerco de Jericó” é um momento expressivo de oração, inspirado no Antigo Testamento, onde Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu até a terra prometida, após a morte de Moisés. A cidade de Jericó era cercada por muralhas de uma fortaleza intrans-

ponível que impediam continuar a caminhada. Josué, obedecendo à voz de Deus convidou o povo a orar Aliança, sinal da presença de Deus. Durante a semana, várias reflexões foram realizadas após a celebração da Santa Missa. No domingo, dia 22 (último dia), houve a missa das 18h30, seguida de momentos de louvor e partilha. Logo após, o pároco Padre Paulo Eduardo, realizou sete voltas pelo lado de fora da Igreja com o Santíssimo Sacramento. Os fiéis formaram cordões nas calçadas da Matriz de São Judas Tadeu e, quando Jesus Eucarístico passava, todos se ajoelhavam acom-

panhado a música que era entoada no interior da Igreja. Também acompanhou o Santíssimo a arca contendo os pedidos de orações que, naquele momento seriam as barreiras, as muralhas que o Senhor estava derrubando. A Igreja estava com a porta principal fechada e, na sétima volta, após um toque mais forte do trompete, o sacerdote empunhando o Ostensório abriu a porta e entrou pelo corredor central, simbolizando a vitória do povo hebreu entrando em Jericó. Ao chegar no altar, o padre conduziu as orações perante o Jesus Eucarístico seguida da benção do Santíssimo Sacramento.

Itu recebe pela primeira vez a capela original da Mãe Rainha A cidade de Itu recebeu nos dias 24 e 25 a capela original da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, que desde o dia 18 de abril de 2012 está visitando as dioceses e cidades do Brasil. A recepção aconteceu na Praça Duque de Caxias, em frente da Ermida em louvor a Mãe Rainha. Ao meio dia houve a benção com o Santíssimo Sacramento e no período da tarde houve a recitação do terço de hora em hora. A noite, às 20h, aconteceu a missa solene concelebrada pelos padres: Juverci Pontes Siqueira, Marcilho Grageffe e Renilton Pontes, ambos de Salto e padre Clóvis Wilson Fontenla, pároco da paróquia São Cristóvão de Itu. Também participaram da celebração eucarística os diáconos permanentes Vandelino Sampaio Monteiro da cidade de Salto, Roberto Kenji Horii da cidade de

Cabreúva e Bartolomeu de Almeida Lopes da paróquia de São Cristóvão de Itu. Durante a homilia, padre Juverci exortou aos fiéis sobre a caminhada que o Diácono João Luiz Pozzobon iniciou no ano de 1950, enfatizando as dificuldades encontradas pelo caminho, mas nunca desanimou. “Como já meditamos outras vezes, muitas foram as dificuldade do Diácono Pozzobon, mas ele foi firme à missão e com ajuda de outros conseguiu peregrinar até o ano de 1985 mais de 140 mil quilômetros. Hoje essa missão é passada a nós. Levar Maria às famílias e através deles deixar que Jesus Cristo entre nos lares e traga as pessoas para Deus. Para a Igreja,” refletiu o sacerdote. Ao final da missa, a emoção tomou conta dos presentes, pois houve a coroação da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.

Na quarta-feira, dia 25 houve às 8h a missa da família militar, recitação do terço durante o dia e às 15h aconteceu à missa de despedida. Em seguida a capela com a Mãe Rainha seguiu para a Diocese de Itapetininga.


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Queridos irmãos e irmãs, paz! Vamos contar as maravilhas que Deus dignou operar na vida de nossa Paróquia neste último mês? No início de julho, ao celebrarmos a Solenidade transferida de São Pedro e São Paulo, além de agradecermos ao Senhor o exemplo de tanto amor e serviço que nos foi dado por esses nossos irmãos e pais na fé, renovamos nossa fidelidade, obediência e amor ao Papa, Sucessor do Apóstolo Pedro, princípio visível da unidade da Igreja. Não nos podemos esquecer de que “viver o vínculo pessoal com o Vigário de Cristo é parte de nossa espiritualidade, elemento próprio de todo católico”. Acredito que nossas doações nas coletas dessa Solenidade devem ser mais expressivas. Trata-se do Óbolo de São Pedro: dinheiro destinado para o uso da caridade do Papa. É uma forma concreta de manifestar nossa comunhão com aquele que, de forma especialíssima, possui a “solicitude por todas as Igrejas” (2Cor 11,28). Além disso, incentivei as nossas crianças, da pré-catequese e da catequese para a Primeira Eu-

caristia, a prestarem uma homenagem ao Papa: desenharam e escreveram coisas muito bonitas! Rezemos para que Deus conceda vida longa ao Santo Padre, o Papa Bento XVI! As reuniões com os Conselhos da Ação Evangelizadora, paroquial e comunitários, são momentos importantes de nosso apostolado. Trata-se de encontros com os primeiros colaboradores do administrador paroquial e dos diáconos na missão “de dar Cristo a quem não tem, e a consciência de Cristo a quem o tem”, como dizia Dom Gabriel, nosso primeiro Bispo. Não podemos, no entanto, ficar só nas reuniões. Confio nos membros dos nossos Conselhos para que seja efetivado o Plano Diocesano da Ação Evangelizadora, cuja urgência este ano, como todos sabemos, é: “Igreja, Comunidade de comunidades”. Quem sabe, na próxima edição, lhes possa falar da setorização de toda a paróquia e a formação de novos grupos de rua? Queridos paroquianos, não tenham medo de abrir as portas de casa para acolher um grupo de reflexão! Saiamos da nos-

sa comodidade! Como é importante refletir a Palavra com os irmãos e irmãs! Quero contar com a sua ajuda! Jesus enviou discípulos para os lugares aos quais Ele mesmo gostaria de ir. Hoje, Ele quer fazer o mesmo com vocês! Este projeto é muito importante! Abracem-no como de fato é: missão! O anúncio da Palavra, por sua vez, deve ser acompanhado da vivência sacramental. É a liturgia que atualiza, que torna presente e eficaz a pregação. A verdadeira transformação não se dá com nossas próprias forças, mas com a ação da graça, ordinariamente recebida nos sacramentos, acompanhada de nossa modesta colaboração. Nesse sentido, temos de agradecer ao Senhor a redescoberta da grandeza dos sacramentos, sobretudo da Santíssima Eucaristia, por parte de muitos paroquianos. Deus seja louvado! Que a consciência da grandeza do mistério no ajude agora a viver melhor o amor e o compromisso com os irmãos e irmãs, especialmente os mais pobres. Ao falarmos de compromisso, não nos podemos esquecer da profissão solene da Irmã Érica Perina, filha de nossa Paróquia. Foi muito bom ver a nossa Comunidade bem representada no dia em que ela assumiu per-

Juventude em ação No dia 07 de julho, Pe. Júlio César Macedo de Souza, assessor diocesano do Setor Juventude, Pe. Paulo Eduardo, assessor regional do mesmo Setor e nosso Administrador Paroquial, e Thomaz Halter, coordenador regional da juventude, se reuniram com representações de vários grupos de jovens da cidade. O objetivo era concretizar, de acordo com Projeto Diocesano da Ação Evangelizadora, um trabalho mais frutuoso entre os diversos grupos. O conhecimento recíproco e a ajuda mútua entre os variados segmentos da juventude católica ituana serão imprescindíveis para devolver à Igreja de nossa cidade o rosto jovem que não lhe pode ser negado. Espera-se que outros grupos da cidade abracem essa iniciativa. Na ocasião, Pe. Júlio César deu informações precisas sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a ser realizada no próximo ano, no Rio de Janeiro. Percebeu-se que os jovens vão precisar muito da nossa colaboração e solidariedade para que possam participar desse evento de fé tão importante. No dia 29, do mesmo mês, dando início oficial aos trabalhos da Região 7 em vista da JMJ, Pe. Júlio César, Pe. Francisco Carlos e Pe. Paulo Eduardo celebraram com a juventude o Santo Sacrifício da Missa, na Igreja Nossa Senhora da Candelária, Matriz da cidade.

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petuamente a decisão de pertencer a Deus como casta, pobre e obediente. Que Deus suscite, em nossa Paróquia, mais vocações para o sacerdócio e para a vida consagrada! Louvo ao Senhor, também, pelo primeiro contato com a querida e acolhedora Comunidade Santa Marta; pela realização do Cerco de Jericó, promovido em nossa Paróquia pela Renovação Carismática Católica da cidade de Itu (Região VII); pela dedicação de paroquianos nossos na acolhida do oratório original da Mãe Peregrina em nossa cidade; pelas dedicadas irmãs que assumiram a missão de velar diante do Santíssimo Sacramento exposto às quintas-feiras; pelos 40 anos da Conferência Vicentina “Nossa Senhora Aparecida”, que tanto bem tem realizado; pela festa junina (com direito à “prisão” do padre) realizada pelos nossos grupos de jovens JUPA, COJOJUTA e JILC; e, enfim, pelo restabelecimento da saúde de nossa querida irmã Leonor Maria Banzi Menillo, coordenadora paroquial e regional da Pastoral da Saúde, que, mesmo enferma, continua fazendo tanto para amenizar os problemas de saúde pública. Para o mês que se inicia, no Brasil lembrado como o “Mês das Vocações”, temos muitas atividades agendadas. Destaco duas: a celebração da solenidade da Padroeira da Igreja Santa Clara, no Jardim Santa Laura, e a Semana da Família, de 11 a 19 de agosto. A conclusão dessa Semana será realizada na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora com o grande “Encontro das Famílias”. Além dos pais e responsáveis das crianças e dos jovens de nossas catequeses, queremos contar com a sua presença. Espero, na próxima edição, poder louvar ao Senhor por tantas outras Suas maravilhas. Que Deus os abençoe! Pe. Paulo Eduardo F. de Souza Administrador Paroquial


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Comunidade Santa Clara está em festa Tríduo preparatório Dias 08, 09 e 10/08 missa às 19h30; Dia 11/08 Missa às 19h00 em Louvor a Santa Clara Dia 25/08/12 Festa litúrgica em louvor ao Bom Jesus do Pinheirinho 06h55 Benção aos romeiros que irão a pé à Capela do Pinheirinho. Local: Em frente à igreja São Judas Tadeu 07h00 Procissão com a imagem de Nossa Senhora até a capela do Pinheirinho. 10h00 Missa em louvor ao Bom Jesus do Pinheirinho Catequese de Crisma Durante o mês de setembro estará abertas as inscrições para catequese de Crisma de jovens e adultos em nossa Paróquia.

Convite Nos dias 14, 15 e 16/09, haverá em nossa paróquia o ECC (encontro de casais com Cristo). Os casais interessados procurar a secretaria paroquial para preencher a ficha. Biblioteca A Biblioteca de nossa paróquia está funcionado todos os sábados das 8h30min às 11h30min. Venham conhecer!!! Oficina de Oração Terá inicio no dia 07/08 das 14h às 16h a Oficina de oração na paróquia, no Salão Pe. Miguel. Todos estão convidados. Coral Nossa paróquia está precisando de pessoas para formar um coral. Os interessados procurar a secretaria ***** Casamento comunitário Próximo casamento comunitário dia 15 de dezembro. Os casais interessados já podem fazer a inscrição na secretaria paroquial.

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Para que possamos diferenciar: Dízimo e Oferta. Em nossa Paróquia, estamos diferenciando a maneira de ofertar o nosso Dízimo e a nossa coleta. A coleta continuará sendo realizada durante a celebração Eucarística, no momento da apresentação das oferendas. Já a entrega do Dízimo, oficialmente acontecerá todo segundo final de semana de cada mês. Depois da oração pós-comunhão, serão colocadas 02 caixas (urnas) no corredor principal, e, neste momento, enquanto cantamos a oração do dízimo, os dizimistas depositarão seu envelope nas mesmas caixas. No entanto, aqueles que não trouxeram os envelopes do dízimo no final de semana oficial, durante o mês poderão depositá-los no inicio ou no final das demais celebrações. A caixa ficará ao lado da sacristia.

na de Nossa Senhora Aparecida, da Paróquia São Judas Tadeu, comemorou 40 anos de atividades. Para celebrar a data, as integrantes da Conferência participaram da missa celebrada pelo Administrador Paroquial Padre Paulo Eduardo e depois se confraternizaram no salão paroquial. A Conferência Vicentina Nossa Senhora Aparecida Na noite da quarta-feira, dia 25 é uma das mais antigas da cidade e de julho, a Conferência Vicenti- a única composta só por mulheres.

Recorte Aqui

40 anos de doação ao próximo

Secretaria Paroquial Segunda e Sábado das 08h às 12h Terça à Sexta: das 08h às 18h.


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Irmã Érica realiza Profissão Religiosa na Congregação das Irmãs Carmelitas Teresianas Familiares e amigos das irmãs Irmã Maria Érica de Jesus Eucarístico (Érica Cristina Perina) e Irmã Maria Luisa da Divina Misericórdia (Luisa Isabel de Lima), viveram momentos de muita emoção e alegria, na tarde do domingo dia 15 de julho. Ambas realizaram a Profissão Religiosa de Votos Perpétuos na Congregação das Irmãs Carmelitas Teresianas. A Profissão aconteceu durante a celebração eucarística, realizada no Santuário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida, na cidade de Jundiaí. A missa foi celebrada às 15h, por Dom Moacir Silva, Bispo Diocesano

de São José dos Campos. O Santuário estava repleto de pessoas, dentre elas inúmeros paroquianos da Paróquia São Judas Tadeu de Itu, de onde nasceu a vocação de Irmã Érica, que desde criança participou da comunidade acompanhada dos seus pais e irmãos. Na homilia, Dom Moacir ressaltou a vida contemplativa dos consagrados religiosos, segundo o Documento de Aparecida, destacando o serviço na vida e missão da Igreja Católica. Durante o rito solene de Profissão, as Irmãs fizeram os votos de Castidade, Pobreza e Obediência à Congregação e receberam das mãos de Dom Moacir as seguintes indignas: Crucifixo, para sempre

lembrarem que Cristo está presente na vida dela, a Coroa, pois passam a fazer parte da vida consagrada vivendo o modelo de vida junto à Maria e a Vela Acesa, para que a chama de Cristo vivo e Ressuscitado nunca se apague da vida delas. Ao final as irmãs agradeceram aos amigos e familiares, padre e diáconos pelas presenças e afirmaram que a Profissão Religiosa não significava apenas viver de forma perpetua os votos, mas sim uma vida dedicada ao serviço da Igreja e dos mais necessitados. Encerrada a celebração, as religiosas receberam os cumprimentos de todos e foram recebidas no salão paroquial ao lado em confraternização.

Após a comunhão, entrou pelo corredor central, a replica da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora, símbolos da Jornada Mundial que estão percorrendo o Brasil. Terminada a missa, todos seguiram para a porta da Igreja Matriz da Cande-

lária, onde foi realizada uma foto, afirmando o compromisso para a Jornada. Itu é a primeira cidade da Diocese a se organizar para ir à Jornada Mundial da Juventude com o Papa Bento XVI no ano de 2013.

Juventude reunida Na tarde do dia 29 de julho, aconteceu na matriz de Nossa Senhora da Candelária em Itu a missa da juventude. A celebração eucarística foi organizada pela Pastoral da Juventude de Itu e marcou a contagem de 365 dias para a Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá no Rio de Janeiro em 2013. A missa foi celebrada pelo Padre Júlio César Macedo de Souza, Vigário Paroquial na Paróquia de São Pedro em Santana do Parnaíba e coordenador do Setor da Juventude da Diocese de Jundiaí e concelebrada pelo Padre Francisco Carlos, Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Candelária e Padre Paulo Eduardo, Administrador Paroquial na Paróquia São Judas Tadeu e Presbítero referencia para a Juventude da Região Pastoral VII.

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