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Comunicação para a verdade e a Paz.


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Eucaristia e Sacralidade

Coração de Jesus, Fonte Inesgotável de Amor

Alguns trechos da homilia do Santo Padre, o Papa Bento XVI, gloriosamente reinante, na Solenidade de Corpus Christi.

“Chegando a Jesus, viram que estava morto. Por isso, não lhe quebraram as pernas, mas um soldado golpeou-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água” (Jo 19,33-34). Queridos amigos e amigas: estamos no mês festivo de junho. Temos festas de Santo Antônio, São João e São Pedro. Entretanto, é na solenidade do Sagrado Coração de Jesus que encontramos uma fonte inesgotável de amor, felicidade e humildade. Neste ano celebramos esta solenidade no dia 15 de junho, sexta-feira após a solenidade de Corpus Christi. O mês de junho é dedicado ao Coração de Jesus porque em 15 de junho de 1675, na pequena cidade de Parey-leMonial, na França, o Senhor Jesus apareceu a uma religiosa francesa chamada Margarida Maria Alacoque. Nesta aparição divina o Seu Coração estava envolto em chamas, coroado de espinhos, com uma ferida aberta, da qual brotava sangue e de seu interior saía uma cruz. E Jesus falou a Margarida Maria: “Eis aqui o Coração que tanto amou a humanidade e, em troca, recebe da maioria da humanidade só ingratidão, irreverência e desprezo, neste sacramento de amor”. As palavras do Senhor Jesus demonstram amor incondicional à humanidade, pois apesar de continuar sendo desprezado, Jesus continua a amar a todos. No episódio da crucificação de Nosso Senhor Jesus Cristo, logo após a sua morte redentora, o seu Coração foi traspassado pelo soldado romano por uma lança. Era costume entre os romanos quebrar as pernas dos crucificados para apressar a sua morte. Com as pernas quebradas, os condenados não podiam ficar de pé na cruz para encher os pulmões de ar e, assim, morriam mais brevemente por asfixia. Quando chegaram diante de Jesus, o soldado viu que o Senhor já estava morto. Mas para certificar-se, resolveu traspassar o Coração do Salvador (cf. Jo 19,33-34). Grande prova de amor de Deus: mesmo morto, Jesus ainda nos ofereceu a água do santo Batismo e o sangue da santa Eucaristia, sacramentos de cura na Igreja. A devoção ao Sagrado Coração de Jesus teve forte impulso a partir da aparição do Salvador a sua serva, Irmã Margarida Maria Alacoque. Esta religiosa viveu para propagar a devoção ao Coração do Senhor. Irmãos e irmãs: esta devoção não é algo superficial, apenas uma piedade sem frutos. Pelo contrário! A devoção ao Coração do Filho de Deus é muito profunda e significativa, pois nos leva a buscar que o nosso coração seja semelhante ao Coração de Jesus. Mas como é o Coração de Jesus? O próprio Senhor nos responde: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e carregados de fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e sede meus discípulos, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vós” (Mt 11,28-29). Se desejamos que o nosso coração seja semelhante ao Coração de Jesus, peçamos a Ele esta graça de um coração manso e humilde. Na Bíblia o coração é considerado o centro do ser humano. Por isso, o Senhor Deus dá um mandamento ao povo de Israel: “Ouve, Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças. E terás gravadas no teu coração todas estas palavras que hoje te ordeno” (Dt 6,4-6). Se devemos amar e adorar a Deus com todas as nossas forças humanas, Jesus, o Filho de Deus feito homem, é a plenitude do amor de Deus. De fato, Jesus Cristo é só amor e nos ensina o verdadeiro sentido do amor. Quantas vezes Ele transbordou de amor pelos pecadores e enfermos. A pecadora que seria apedrejada foi perdoada (cf. Jo 8,1-11); a samaritana foi saciada pelo amor divino (cf. Jo 4,7-26); o leproso que foi tocado e curado pelas mãos do Divino Mestre (cf. Mc 1,40-45). Podemos apenas responder a este amor de Jesus com amor. Amor incondicional a Ele e à sua Igreja. Deus seja bendito para sempre! Sagrado Coração de Jesus, tornai o nosso coração semelhante ao vosso! E a todos abençoo.

Mistério Eucarístico: “Com efeito, foi muito importante reconhecer, com o Concílio Vaticano II, a centralidade da celebração, na qual o Senhor convoca o seu povo, o reúne ao redor da dúplice mesa da Palavra e do Pão de vida, o alimenta e o une a Si no ofertório do Sacrifício. Esta valorização da assembleia litúrgica, em que o Senhor age e realiza o seu mistério de comunhão, permanece obviamente válida, mas ela deve ser recolocada no equilíbrio justo. Com efeito — como acontece com frequência — para ressaltar um aspecto termina-se por sacrificar outro. Neste caso, a justa evidência conferida à celebração da Eucaristia prejudicou a adoração, como gesto de fé e de oração dirigido ao Senhor Jesus, realmente presente no Sacramento do altar. Este desequilíbrio teve repercussões inclusive na vida espiritual dos fiéis. Com efeito, concentrando toda a relação com Jesus Eucaristia unicamente no momento da Santa Missa, corre-se o risco de esvaziar da sua presença o resto do tempo e do espaço existenciais. (...) Na realidade, é errado opor a celebração à adoração, como se uma com a outra estivessem em concorrência. É precisamente o contrário: o culto do Santíssimo Sacramento constitui como que o «ambiente» espiritual em cujo contexto a comunidade pode celebrar bem e na verdade a Eucaristia. A ação litúrgica só pode expressar o seu pleno significado e valor se for precedida, acompanhada e seguida por esta atitude interior de fé e de adoração. Sacralidade: “A novidade cristã em relação ao culto foi influenciada por uma certa mentalidade secularista dos anos sessenta e setenta do século passado. É verdade, e permanece sempre válido, que o centro do culto já não se encontra nos ritos e nos sacrifícios antigos, mas no próprio Cristo, na sua pessoa, na sua vida e no seu mistério pascal. E todavia, desta novidade fundamental não se deve concluir que o sagrado já não existe, mas que ele encontrou o seu cumprimento em Jesus Cristo, Amor divino encarnado. A Carta aos Hebreus, que ouvimos esta tarde na segunda Leitura, fala-nos precisamente da novidade do sacerdócio de Cristo, «Sumo Sacerdote dos bens futuros» (Hb 9, 11), mas não afirma que o sacerdócio terminou. Cristo «é Mediador de uma nova aliança» (Hb 9, 15), estabelecida no seu sangue, que purifica «a nossa consciência das obras mortas» (Hb 9, 14). Ele não aboliu o sagrado, mas completou-o, inaugurando um novo culto, que é sem dúvida plenamente espiritual, mas que no entanto, enquanto estivermos a caminho no tempo, ainda se serve de sinais e de ritos, que só virão a faltar no final, na Jerusalém celeste, onde já não haverá templo algum (cf. Ap 21, 22). Graças a Cristo, a sacralidade é mais verdadeira, mais intensa e, como acontece no caso dos mandamentos, também mais exigente! Não é suficiente a observância ritual, mas exigem-se a purificação do coração e o compromisso da vida.

Expediente: Povo de Deus - boletim informativo mensal da Paróquia São Judas Tadeu - Administrador Paroquial: Padre Paulo Eduardo F. Souza Jornalista Responsável. / Diagramação/Edição.: Jornalista Tadeu Eduardo Italiani – Mtb.: 47.674 Revisora Vanda Mazurchi - Impressão Gráfica JP – Tiragem 2000 exemplares - Endereço: Praça. Júlio Mesquita Filho, 45 Bairro Rancho Grande - CEP 13306-159 Itu - SP - Fone (11) 4024-0416 Diocese de Jundiaí - e-mail: paroquiasjudas@bol.com.br Elaborado pela Pastoral da Comunicação - PASCOM


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Comunidade Santa Clara Aparecida Claúdia Nascimento Cinária Santana Vieira da Silva Flaviana Almeida de França Geraldo Fernandes da Silva Marcos Antonio Pereira Maria Teresa de Jesus Mendes Marisa Lamençato Vanda dos Santos Moura

A oferta do dízimo é um preceito bíblico que se justiça no reconhecimento da ação de Deus em nossa vida. Deve ser, pois, gratidão e amor, nunca simplesmente obrigação. É também a maneira de cada batizado, cada membro da família de Deus, participar da missão da igreja, este corpo místico de Cristo, na evangelização e na caridade. É justo que sejamos gratos a Deus e o dízimo é um sinal dessa gratidão. O primeiro sentimento necessário para oferecer o dízimo é, portanto, a nosso louvor a Deus.

Aline Thais de A. Matos Andréa Garrido P.Barbosa Anesia de Oliveira Santos Anesio dos Santos Almeida Antonio Carlos Piovesan Antonio Leonel Lonardo Aperecido Nabas Julio Vicente Armelinda Vanini Domenici Arnaldo Roberto Ferraz Benedita Luiza V. Antonio Benedito Antonio de Oliveira Benedito Sebastiao da Silva Cesar De Oliveira Célia Maria Capovila Perina Clemencia Maria Jesus Sola Creuza Silva Rocha Costa Diego Sola Tejada Elisário de Oliveira Fátima Hilda de Souza Francisca Faria Gentil da Luz Geralcina C. da P. Silva Helio Fernando Venturini Ivone Gandra Silva Campos Jandira Valeriani Zaccarias João Batista Galdino da Silva Joaquim da Silveira José Antonio Alves José Antonio Bueno José Carlos de Almeira Junior Jose Carlos Lara Leite José Carlos Martinez

José Claudio Santos da Silva José Florentino dos Santos José Marcos das Neves José Pedro Miguel Júlio Cesar de Souza Karem Cristina Vigilato Kelly Cristina de Paula Lopes Lindisdalva de Oliveira Brichi Luciene Tabordo Baton Luiz Alves dos Santos Luiz Carlos Sartori Manuel Gonçalves dos Santos Marcelo Rodrigues de Paulo Marcia dos Santos Souza Mari Elza Balsan Perina Maria Ap.O. R. de Paula Maria Ap.Silva Oliveira Maria de Gois P.Santos Maria de Lourdes Bernardin Maria do C. Bellon Camargo Maria do Carmo C. Mantovani Maria do Carmo Toledo Maria Elisa Ferraz Rodrigues Maria Engracia Martin Banzi Marisa Lorençato Marta P. Miguel Nedi Cerutti Scaladrin Paula Alves da Silva Pedro Luis Campregher Raimunda Maria de O. Calado Rita de Cassia S. Benito Rosalina Sola Tejada Solange Ap. da Silva Sues Walter Bedento Vicente Fernandes de Almeida

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Comunidade matriz São Judas Tadeu

Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora Antonia Maria dos Santos Antonio Custódio dos Santos Antonio Durval de Arauto Ataide da Costa Benedito Antonio Vaciloto Clariana Cristina Silveira Lira Cleide Regina da Silva Eduardo Cardoso de Souza Elenice Candido Braganseiro Elza Lopes Cardoso Germano do Carmo Netto Iracema V. Goveia

Página 03 Iranildes Lopes da Silva Isabel Aparecida Marciano Jéssica Cristina Mendes João Pedro da Silva José Aparecido Nabas José de Oliveira Cunha José Jair dos Santos Dias Joselaine Tosta da Silva Manoel Messias P. Cardoso Maria Antonia Elias Jeremias Maria Cristina do Prado Leme Maria de Oliveira Hemenegilda Maria Inês Malaghic Carvalho Maria Rosidete do Nascimento Marly Emiliano Tarquiaro Nair Maria Teixeira Noemia Isabel dos Santos Reinaldo Aparecido Arial Rita de Cassia Bernardes Roberto Arruda Sandra Pereira da Silva Tatiana Dutra de Oliveira Tonas Batista Santana Vagma Pereira dos Santos Valentina Ap.Gomes Favoretto


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Paróquia celebra Corpus Christi, investe e renova Ministros Extraordinários da Comunhão

Na manhã do dia 7 de junho, a Paróquia São Judas Tadeu esteve reunida na Igreja Matriz, para a celebração da Solenidade de Corpus Christi. Todas as comunidades estiveram presentes ou se fizeram representadas, pois na ocasião foi renovado o ministério do Ministro da Eucaristia e também foram acolhidos novos Ministros, que auxiliarão o Administrador Paroquial e os Diáconos permanentes nas atividades da Paróquia. A missa foi presidida pelo Administrador Paroquial Padre Paulo Eduardo e contou com o auxílio dos Diáconos Permanentes Marcos Nunes e Rivaldo Guimarães. Na homilia, o sacerdote relembrou a aliança que Deus fez com o povo no Antigo Testamento como forma de comunhão e a nova e eterna aliança realizada com Jesus Cristo através do seu corpo e sangue. “Meus irmãos, no Antigo Testamento, de que forma o povo entrava em comunhão com Deus? Era cumprindo os

mandamentos que Deus havia passado a Moisés, o Decálogo. Mas Deus foi além, deu mais um passo e mandou seu Filho ao mundo para dar prova de seu amor por nós. O Corpo e Sangue de Deus estava em seu Filho, que foi além da cruz e ressuscitou. Quando recebemos a Eucaristia e ficamos em silêncio contemplando a Cristo vivo na Eucaristia, não só estamos consumindo Cristo como Ele nos abraça e leva em comunhão com seu amor, seu Corpo e Sangue. Agora pergunto: O que estamos fazendo para merecer essa comunhão? Qual passo a mais estamos dando? Será que nos preparamos dignamente para receber Jesus Cristo na Eucaristia? Já dizia São Paulo Apóstolo: Aquele que comunga e não acredita que Cristo está presente na Eucaristia, comunga sua própria condenação”, explicou o sacerdote. Após a reflexão, deu-se início a investidura dos novos ministros, na qual Padre Paulo Eduardo os acolheu falando sobre a nova missão. “ Hoje vocês estão recebendo um novo ministério da Igreja, não esperem reco-

nhecimento, glórias ou exaltações, mas sim serviço. Vocês foram escolhidos para servirem à Igreja e auxiliarem a mim e aos dois Diáconos Permanentes que me ajudam na condução de nossa Paróquia.” Aos ministros que renovaram seu ministério, o Administrador Paroquial dirigiu-se a eles, para que não desanimem da Igreja, dos Sacramentos e do serviço. “Aos que já atuam nesse ministério, estejam sempre em oração e comunhão com a Igreja, não desanimem do Sacramento, estejam sempre renovando seus compromissos através da Eucaristia. Dentre vocês há aqueles que presidem a liturgia em comunidades: estudem a Palavra de Deus, ensinem aquilo que a Mãe Igreja ensina e jamais passem conteúdos contrários ao que a Igreja transmite.” Durante a comunhão, todos os ministros receberam a Eucaristia sob as duas espécies. Ao final da missa, Padre Paulo Eduardo reservou minutos de adoração a Jesus Eucarístico no ostensório, seguida da Bênção do Santíssimo.

Manifestação do Espírito Santo na vida de Igreja Na noite do sábado, dia 26 de maio, a matriz da Paróquia São Judas Tadeu esteve repleta de fiéis, que celebraram a Vigília de Pentecostes. O administrador paroquial Padre Paulo Eduardo presidiu a solene liturgia da vigília. Durante a homilia, Padre Paulo Eduardo refletiu sobre a vinda do Espírito Santo sobre os discípulos e sobre nós, cristãos dos dias de hoje. “ Não podemos falar de Pentecostes sem antes olhar para a Páscoa do Senhor. Na cruz Cristo assume nossas culpas e nos redime do pecado, somos redimidos, alcançamos a redenção. Mas é em Pentecostes, que temos a graça de sermos salvos, de viver a salvação obtida por Cristo. O fogo do Espírito Santo veio para impulsionar e unir os discípulos e a Igreja de Cristo. Ao contrário do que aconteceu na Torre de Babel, como vimos na leitura, o Espírito Santo veio unir. Amanhã, ao final da missa das 18h30, o Círio Pascal será apagado, voltará a ser utilizado na celebração dos batizados, mas esta chama continuará acesa em nós, quando sairmos da Igreja e continuarmos a missão de caminhar com Cristo,” enfatizou o administrador paroquial. Concluída a celebração, Padre Paulo Eduardo despediu-se dos fiéis na porta da Igreja.

Atendimento do Administrador Paroquial Padre Paulo Eduardo Terça-feira (sob agendamento das 09h às 11h30min) Quarta-feira das 09h às 11h30min e das 15h às 17h30min Sexta e sábado das 09h às 11h30min.

No domingo, dia 3 de junho, durante a missa das 9h, foram acolhidos os novos acólitos de nossa paróquia, que possuem a função de auxiliar o padre no altar durante as Santas Missas e nas demais celebrações litúrgicas. A investidura aconteceu logo após a homilia, Padre Paulo Eduardo abençoou as túnicas e os cíngulos, os quais revestiram os novos acólitos.

Missas na Igreja Matriz 2ª a Sábado: 19h. Domingo: 07h, 09h e 18h30 3ª Quarta - feira do mês: Missa com os enfermos: 15h

Missas nas Comunidades Nossa Senhora Auxiliadora: Sábado: 19h - Domingo: 18h30 Santa Clara: Sábado 19h - Domingo: 09h


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Por Padre Paulo Eduardo F. Souza A Família: ambiente catequético Há muitos anos, em nossa Diocese, começou um trabalho que visa mostrar a catequese como algo que não se finaliza unicamente na recepção dos sacramentos. É verdade que a participação sacramental deve ser preparada pela catequese, mas não é verdade que a catequese se reduz a esse momento preparatório. O fim específico da catequese, segundo as palavras do Beato Papa João Paulo II, “é desenvolver, com o auxílio de Deus, uma fé ainda germinal, de promover em plenitude e de nutrir cotidianamente a vida cristã dos fiéis de todas as idades” (Catechesi tradendae, n. 20). Isso justifica o trabalho de que estamos falando: a catequese continuada. Na minha modesta opinião, o trabalho só não deu mais fruto ainda, porque foi, em muitos lugares, reduzido a uma integração dos diversos níveis da catequese, o que, certamente, é imprescindível. Digo “reduzido” porque não temos atentado para aquele “elemento” que realmente pode criar a continuidade catequética. Estou falando da família! Se a família não se torna o ambiente da catequese, então pouco ou quase nada poderá realizar a integração dos níveis de catequese em função dos sacramentos. Por isso mesmo, no mês de agosto, quem dará a formação mensal para os catequistas será a Pastoral Familiar. Acredito que o trabalho conjunto da Pastoral Catequética e da Pastoral Familiar nos aproxime mais de nosso objetivo. Quero voltar-me agora a um grupo específico: às famílias das crianças que se preparam para receber o Santíssimo Sacramento. Queridos pais, mães e responsáveis, vocês sãos os primeiros catequistas com os quais a Igreja conta! Se vocês não forem os primeiros a falar de Jesus Cristo e da Sua Igreja às suas crianças, nosso trabalho, ao menos humanamente falando, será em vão! As crianças não podem chegar ao catecismo sem nunca ter ouvido falar do Senhor e do Seu amor imenso por nós! Não podem chegar ao catecismo sem saber aquelas orações que trazemos no coração, por isso, “de cor”! Elas não podem chegar ao catecismo pagãs! Os pais católicos não se podem esquecer do compromisso sério que assumiram com o matrimônio: o de educar os filhos na fé da Igreja. Deus lhes vai cobrar essa promessa! Costumo dizer que filho de judeu, normalmente, é judeu; filho de muçulmano, o mais das vezes, muçulmano. Filho de católico, desgraçadamente, é quase sempre um pagão! E pior ainda: um pagão batizado! Fico preocupado quando ouço falar que alguns pais ou responsáveis enviam suas crianças para a catequese aos domingos de manhã e, eles mesmos, não participam da celebração com as crianças. Alguns, aliás, têm o desplante de trazê-las no horário e buscá-las apenas encerrada a Sagrada Liturgia. Meus queridos irmãos, a quem vocês pensam enganar?! Lembro-lhes as palavras de São Paulo: “Não vos iludais: de Deus não se zomba! O que alguém tiver semeado, é isso que vai colher!” (Gl 6, 7). A catequese “discursiva” de nossas esforçadas e admiráveis catequistas deve ser confirmada na vida de vocês. A grande catequese é vocês que vão dar: uma vida repleta de fé e amor; o testemunho da oração e da meditação das Sagradas Escrituras; o testemunho do pedido de perdão; o testemunho do esforço constante para nunca deixar de lado a participação da Santa Missa aos domingos; o testemunho de amor à Igreja; o testemunho da caridade, da solidariedade para com aqueles que são mais necessitados. Se não existir essa catequese, tudo fica muito mais difícil. Concluindo, reproduzo um texto do conhecido escritor Luís Fernando Veríssimo que se aproxima muito da realidade: - Papai, o que é Páscoa? - Ora, Páscoa é... bem... é uma festa religiosa! - Igual ao Natal? - É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressureição. - Ressurreição? - É, ressurreição. Marta , vem cá! - Sim? - Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal. - Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu

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aos céus. Entendeu? - Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho? - O que é isso, menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo! - Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus? - É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo. - O Espírito Santo também é Deus? - É sim. - E Minas Gerais? - Sacrilégio!!! - É por isso que a ilha de Trindade fica perto do Espírito Santo? -Não é o estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo, a professora explica tudinho! - Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa? - Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos. - Coelho bota ovo? - Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais. - Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa? - Era... era melhor, sim... ou então urubu. - Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia ele morreu? - Isso eu sei: na Sexta-feira Santa. - Que dia e que mês? - Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na Sexta-feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia. - Um dia depois! - Não três dias depois. - Então morreu na Quarta-feira. - Não, morreu na Sexta-feira Santa... ou terá sido na Quarta-feira de Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na Sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! - Como? - Pergunte à sua professora de catecismo! - Papai, porque amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua? - É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus. - O Judas traiu Jesus no sábado? - Claro que não! Se Jesus morreu na Sexta!!! - Então por que eles não malham o Judas no dia certo? - Ui... - Papai, qual era o sobrenome de Jesus? - Cristo. Jesus Cristo. - Só? - Que eu saiba sim, por quê? - Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha? - Ai, coitada! - Coitada de quem? - Da sua professora de catecismo ! Eu diria : Coitada dessa criança que não é culpada de ter pais tão descomprometidos com a fé!


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Paróquia São Judas Tadeu realiza MIC para homens Durante o período de 9 a 10 de junho, aconteceu na paróquia São Judas Tadeu o 50º Encontro do MIC (Movimento Irmãos com Cristo) sendo este o 14º voltado para homens. Durante os dias de retiro, os cinquenta participantes ouviram palestras com os temas: O Amor de Deus; Pecado Humano; Salvação em Jesus Cristo; Drogas; Fé e Conversão; Espírito Santo; Maria nossa Mãe; Comunidade e Igreja; Matrimônio; O Significado da Cruz. Os encontristas também tiveram a oportunidade de se reconciliar com Deus, através do Sacramento da Confissão. O encontro foi concluído com a missa às 16h30 no domingo, a qual foi celebrada pelo Administrador Paroquial Padre Paulo Eduardo.

Festa na Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora

Padre Paulo Eduardo celebra dois anos de sacerdócio Na noite do dia 28 de maio, os fiéis da paróquia de São Judas Tadeu participaram alegremente da celebração do segundo ano de sacerdócio do Administrador Paroquial Padre Paulo Eduardo F. Souza. Inúmeros amigos de outras paróquias estiveram presentes. Padre Paulo falou da alegria de ser padre e servir a Igreja, pois entrou para o seminário aos 13 anos de idade convicto de sua vocação e resumiu tudo em uma só frase: “Meus irmãos se eu não fosse padre, seria padre!” afirmou o sacerdote. Após a Santa Missa, houve uma recepção no salão paroquial, onde o sacerdote recebeu os abraços dos amigos e paroquianos. Festa de Santo Antônio

No dia 24 de maio, a Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora celebrou a padroeira com muito júbilo. Foi realizada a Santa Missa, celebrada pelo Administrador Paroquial Padre Paulo Eduardo, que ao final da missa empossou o CCAE (Conselho Comunitário da Ação Evangelizadora). Padre Paulo Eduardo designou o Diácono Permanente Marcos Nunes, para ser o diácono referência na comunidade. Expediente da secretária em Julho Segunda e sábado das 08h às 12 De terça à sexta das 08h às 14h As quintas-feiras a secretaria não abrirá.

Na noite do dia 13 de junho, aconteceu em nossa paróquia a missa em louvor a Santo Antônio. Inúmeros paroquianos e devotos estiveram presentes na celebração eucarística celebrada pelo Administrador Paroquial, Padre Paulo Eduardo. Ao final da missa, houve a bênção e a distribuição dos pães.


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Irmãos e irmãs, da segunda quinzena de maio à primeira metade de junho, pudemos perceber, graças a Deus, uma diminuição do número de reuniões. Reflexo de que o padre já está mais ambientado à paróquia! Em maio, tivemos a graça de nos reunir com a nova coordenação paroquial da Pastoral do Dízimo, constituída pelos casais Rodrigo e Cléo, Anderson e Lígia e Ademirso Júnior e Tatiane. Esses meus esforçados irmãos propuseram, além de uma contínua conscientização a respeito do dízimo, uma nova forma de realizarmos a sua arrecadação. Espero que nossa paróquia compreenda o dízimo sob aqueles três aspectos de que falei nas celebrações: 1-) um gesto de louvor; 2-) um meio eficaz de conversão, 3-) uma forma de ajudar concretamente a Igreja em sua missão evangelizadora. No fim do mesmo mês, Deus nos agraciou com a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, padroeira da comunidade da Vila São Paulo. A solenidade foi precedida por tríduo que contou com a presença de sacerdotes que já trabalharam em nossa paróquia e deixaram saudade: Pe. Antônio Carlos Gonçalves, Pe. Átila Destefani e Pe. Geraldo da Cruz Bicudo de Almeida. Todos da comunidade preparam tudo com muito esmero. Fiquei feliz de ver os ministros extraordinários da comunhão eucarística trabalhando em espírito paroquial. Na oportunidade, foi apresentado oficialmente, de acordo com os Regimentos Diocesanos, o CCAE (Conse-

lho Comunitário da Ação Evangelizadora) da Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora, que confiei ao carinho especial do Diác. José Marcos Nunes. Ainda sobre a Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora, gostaria de comunicar que as obras do templo terão continuidade assim que obtivermos o parecer da Comissão Diocesana para os Bens Culturais da Igreja e do Espaço Sagrado. Que Deus nos permita, tão logo, prosseguir na finalização dessa obra, que é Sua! No tocante ao Plano Diocesano de Evangelização, podemos dizer que estamos adiantados, se comparados a outras realidades de nossa Igreja Particular. No entanto, não há razão para satisfação! Para que realmente se efetuem grupos de rua que cumpram com sua finalidade, é necessário realizar uma setorização paroquial, que esbarra nos limites paroquiais, recentemente retraçados seguindo não sei quais critérios. Nesse trabalho inicial, tem-me ajudado muito o Sr. Luiz Faustino, coordenador dos grupos de reflexão de nossa paróquia, com quem percorri praticamente toda a extensão de nosso território, inclusive a zona rural. Outro trabalho árduo e extremamente importante, encomendado pelo Senhor Bispo Diocesano, é a nova configuração de todos os Conselhos de Economia e Administração da Diocese. Essas mudanças pretendem dar aos mesmos conselhos um caráter mais eclesial, a um só tempo respondendo às exigências canônicas e civis. Na nossa paróquia, encontrei uma ótima “Comissão”, como se usava dizer. Tenho certeza de que seus membros me vão

Página 07 continuar ajudando a colocar em prática os imperativos curiais. A investidura dos acólitos não-instituídos, a renovação dos compromissos dos antigos e a recepção de novos ministros extraordinários da comunhão, os encontros da Renovação Carismática Católica e a realização do MIC, que tive a alegria de conhecer, demonstram a vitalidade de nossa paróquia. No fim deste mês de junho, no dia 30, teremos também o privilégio de receber o Pe. Genival Pessotto, Pároco da Paróquia Senhor do Horto e São Lázaro e Coordenador Regional da Ação Evangelizadora, para ministrar uma formação sobre “O Plano de Deus”. Infelizmente, muitos católicos têm uma ideia muita fragmentada da história da salvação. Este curso pretende oferecer aquela ideia geral que nos faz tanta falta. Os catequistas estão convocados para o encontro, que, não obstante, é aberto a todos. Enfim, também há algo de que lamentar. Na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, não dando exemplo de amor cristão, eu, Pe. Paulo, deixei-me levar pela cólera e reagi de forma desproporcionada a uma pequena, quase insignificante desorganização. Peço perdão àqueles que foram feridos por minha irascibilidade. E o farei pessoalmente, certo de que também posso contar com a misericórdia de vocês. Que Deus os abençoe! Pe. Paulo Eduardo F. de Souza Administrador Paroquial

Conferência Vicentina Nossa Sehora Aparecida 12 pacotes de pó de café 01 frasco de detergente 22 envelopes de suco 24 pacotes de goiabada 13 caixas de maisena 04 caixas de aveia 09 pacotes de carne seca 01 lata de pêssego 05 latas de ervilha

03 latas de milho verde 06 copos de tempero pronto 02 latas de seleta 01 lata de salsichas 03 latas de sardinha 01 lata de atum 01 pacote de maionese 18 extratos de tomate 09 misturas para bolo massa 22 litros de leite longa vida

15 pacotes de leite em pó 16 pacotes de bala 02 pacotes de uvas passas 01 caixa de chá mate 01 caixa de chá herbal 01 frasco de nescau 20 pacotes de bolacha doce e salgada 05 pacotes de farofa temperada 01 pacote de tempero tipo caseiro

Secretaria Paroquial Segunda e Sábado das 08h às 12h Terça à Sexta: das 08h às 18h.


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O Sim de Irmã Érica No próximo dia 15 de julho, nossa paróquia possui motivos de sobra para se alegrar. Nossa amiga e irmã Érica Perina irá se consagra a Deus para sempre e desta forma tornando-se uma eterna operária da messe do Senhor. Fruto de uma família atuante e temente a Deus, Irmã Érica iniciou sua caminhada na Igreja em nossa paróquia, seguindo o exemplo dos pais Gilmar (in memória) e Célia e dos avós maternos e paternos, que sempre atuaram em nossa comunidade, ajudando a construir o que temos hoje. Abaixo segue a carta que Irmã Érica escreveu para a paróquia, agradecendo a todos e principalmente ao Senhor pela vocação.

Obrigada Senhor, pela minha vocação! Eu, Érica Cristina Perina, nasci em Itu no dia 23 de maio de 1984, meus pais Gilmar e Célia, meus irmãos Tati e Tiago. Fui batizada no dia 01 de julho de 1984, na Paróquia São Judas Tadeu. Minha primeira comunhão foi em 8 de maio de 1994 e minha Crisma em 17 de junho de 2000, ambas nesta Paróquia. Comecei a participar do Grupo de Jovens JUPA em 1999, foi um grande período de experiências. Em 2001 entrei para a coordenação do JUPA na parte de liturgia. Em setembro 7-8-9 de 2001 aconteceu o Retiro anual do JUPA, foi aí que pude diante do Santíssimo Sacramento sentir verdadeiramente a presença de Deus em minha vida. O meu coração sentia algo diferente, não sabia explicar o que era, mas com certeza a vocação começava a desabrochar. Voltei para casa com o coração profundamente diferente em busca de um sentido e cheio e dúvidas. No dia 16 de outubro de 2001 em nossa Paróquia teve a visita da imagem de nossa Senhora do Carmo e durante a celebração Eucarística o Frei Carmelita comentava o origem e a beleza do Carmelo. E meu coração foi ardendo e neste dia teve a imposição do escapulário, recebi e algo brotou em meu coração “Quero ser Carmelita”. Começou um período de busca, de encontros e desencontros... Conheci as Irmãs Carmelitas Teresianas e durante o ano de 2002 fiz um acompanhamento vocacional de discernimento. E, finalmente comecei minha caminhada em busca da consagração no dia 05 de janeiro de 2003, foi o momento difícil da saída do ambiente familiar e entrada num novo estilo de vida de uma comunidade religiosa.

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No dia 19 de março de 2004 iniciei outra etapa de formação, Postulantado, período ainda de discernimento e experiência. No dia 11 de janeiro de 2005 iniciei outra etapa o Noviciado, o qual nos leva ao conhecimento das exigências da vida religiosa. É o período central da formação à Vida Religiosa onde aprofunda a experiência de Deus para o seguimento de Jesus Cristo. E assim, no dia 16 de julho de 2006 Solenidade de Nossa Senhora do Carmo, pude enfim me consagrar a Deus, por meio dos Votos religiosos de Castidade, Pobreza e Obediência, recebendo o nome religioso de Irmã Maria Érica de Jesus Eucarístico. E a cada ano, fui renovando e amadurecendo meu compromisso assumido como consagrada em meio as alegrias, as dificuldades e as provações enfrentadas nesta jornada. E agora dia 15 de julho de 2012 é o momento que publicamente diante da Igreja consagro-me a Deus para sempre. Por isso conto com as orações de todos para que eu possa ser fiel ao meu compromisso como Consagrada ao Senhor. A consagração perpétua não é o fim, a caminhada continua é colocar em pratica tudo o que aprendi durante esses anos. Colocando-me diante do Senhor com o coração livre e entregue, colocando-se a serviço dos outros e testemunhando com a minha vida o amor e a alegria de pertencer a Deus como Casta, pobre e obediente. Jovem, se você sente o coração arder mais forte não tenha medo de dizer seu sim a Deus, pois Deus com sua ternura está sempre aí para te acolher de braços abertos, é preciso abrir o coração e deixar que Ele conduza sua vida. Entre em contato conosco. www.carmelitasteresianas.org.br


Povo de Deus