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TCC II – Trabalho de Conclusão de Curso II Universidade Federal do Pampa Curso de Jornalismo

RELATÓRIO DE PROJETO EXPERIMENTAL

PROJETO DE ASSESSORIA DE IMPRENSA DA BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS

CAMILA FERREIRA SCHMITT MARLON TRINDADE ORTIZ

PROF. DR. GONZALO PRUDKIN

São Borja 2011 1


RELATÓRIO DE PROJETO EXPERIMENTAL

PROJETO DE ASSESSORIA DE IMPRENSA DA BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS Camila Ferreira SCHMITT1 Marlon Trindade ORTIZ2 Relatório de Projeto Experimental apresentado ao Curso de Comunicação Social – Jornalismo como requisito para aprovação na Disciplina de TCC II, sob orientação do Prof. Dr. Gonzalo Prudkin e avaliação dos seguintes docentes:

Prof. Dr. Gonzalo Prudkin Universidade Federal de Santa Maria Orientador

Prof. Dr. Miro Bacin Universidade Federal do Pampa

Prof. Dr. Leandro Ramires Comasseto Universidade Federal do Pampa

Prof. Me. Alexandre Rossato Augusti Universidade Federal do Pampa (Suplente)

São Borja 2011 1

Acadêmica do Curso de Comunicação Social – Jornalismo, da Universidade Federal do Pampa, campus São Borja, 8º semestre. 2

Acadêmico do Curso de Comunicação Social – Jornalismo, da Universidade Federal do Pampa, campus São Borja, 8º semestre.

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AGRADECIMENTOS Agradecemos em primeiro lugar a Deus, que ilumina nossos caminhos e nos dá forças para trilhá-los. Aos nossos familiares por acreditarem em nosso sonho e por empenharem-se como coautores desta realização. Aos mestres pelos ensinamentos transmitidos e pelo tanto que agregaram à nossa formação. Ao nosso orientador, Gonzalo Prudkin, que deixou sua terra natal na Argentina para trabalhar pela formação de bons jornalistas no Brasil. Aos colegas e amigos pelos momentos em que juntos compartilhamos conhecimentos, alegrias e risos, mas que não se ausentaram ante as dificuldades ao longo desses quatro anos. A todos o nosso muito obrigado.

Agradeço ao meu pai e a minha mãe, que me apoiaram na realização deste sonho, ensinando-me a persistir nos meus objetivos e ajudando a alcançálos. A minha irmã, Alice, e a minha sobrinha, Lívia, que apesar da distância me transmitiram carinho e conforto ao longo desta caminhada. As minhas tias, Eliane e Eni, pelas afáveis palavras de incentivo. Ao Marlon, meu amigo e companheiro neste trabalho, pelo amadurecimento acadêmico que tivemos e pelos momentos de dedicação que passamos juntos, meu eterno agradecimento. Agradeço as minhas queridas amigas, Ana Letícia, Taiane e Tamara, que durante esses anos foram minha segunda família. As minhas colegas de graduação de curso em especial Carmen, Liane, Priscila e Rafaela, pelo convívio e amizade. A minha prima, Cassiani, que mesmo longe se mostrou presente, apoiando-me nos momentos difíceis. A minha amiga, Cássia, pelo carinho, companheirismo e pelos bons momentos que jamais esquecerei. Dedico esse trabalho a minha filha, Isadora, que a cada dia que passávamos longe me dava força e coragem para seguir a diante. Se hoje realizo este sonho é graças ao amor imensurável que tenho por ti! Quero dedicar também as minhas avós, Helena e Lorena, pelos preciosos ensinamentos que recebi até hoje. Muito obrigada a todos! Camila Schmitt

Aos meus pais pelo empenho em conceder-me uma educação de qualidade, que abrangesse não só a 3


cultura que forma o indivíduo, mas a moral que compõe o cidadão. À minha irmã, pelo exemplo de esforço e dedicação em tudo a que se dedica. Aos colegas que tantas vezes foram mais que professores na arte de auxiliar, mesmo ocupados com tantas tarefas. Aos amigos de longa data e aos que adentrara minha vida nestes quatro anos, que tantas vezes me ampararam e suportaram meus desatinos. À Camila Ferreira Schmitt, mais que companheira de trabalho, verdadeira amiga, que tantos esforços envidou na realização deste trabalho e que tanta paciência apresentou em face aos empecilhos da jornada e aos problemas deste que escreve. E é impossível esquecer quem propiciou os melhores momentos desta fase de minha vida, que inspirou e deu ânimo para seguir em frente, mesmo quando as circunstâncias prescreviam uma derrota, e que é artífice de mais esta vitória. A todos você o meu amor e gratidão. Marlon Ortiz

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“A estratégia de informação de uma empresa configura não só políticas de comunicação, mas também responsabilidade social.” JUAREZ BAHIA

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Projeto de Assessoria de Imprensa da Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas RESUMO: A Assessoria de Imprensa como ferramenta de divulgação das atividades e projetos de uma instituição pública é o objeto de estudo do projeto aqui relatado. O trabalho foi desenvolvido através da implantação da assessoria de imprensa da Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas, em São Borja / RS. O objetivo é apresentar as mudanças que este serviço trouxe na relação entre a mídia e a biblioteca. O trabalho também expõe as peculiaridades que englobam a implantação deste serviço.

PALAVRAS-CHAVE: assessoria de imprensa; comunicação; biblioteca;

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SUMÁRIO: 1. INTRODUÇÃO

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2. OBJETIVOS DO PRODUTO

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2.1 OBJETIVO GERAL

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2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

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3. REFERENCIAL TEÓRICO

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3.1 ASSESSORIA DE IMPRENSA

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3.2 PLANEJAMENTO NA ASSESSORIA

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3.3 A ÉTICA NAS ASSESSORIAS

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4. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

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6. PERCEPÇÃO DE CADA INDIVÍDUO SOBRE O PROCESSO DE PRODUÇÃO

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7. REFERÊNVIAS BIBLIOGRÁFICAS

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8. ANEXOS

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1. INTRODUÇÃO Nossa escolha da temática deste trabalho de conclusão de curso deu-se em março de 2011, quando cursávamos a disciplina de Assessoria de Imprensa, no 7º semestre. O professor Gonzalo Prudkin, que ministrava o conteúdo incumbiu-nos da tarefa de desenvolver um plano de assessoria de imprensa para uma instituição não comercial da cidade. Ao buscar uma entidade, percebemos a necessidade de mudança no relacionamento entre a Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas e a imprensa são-borjense. A Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas, criada em 1960, desenvolve diversos projetos e atividades, conta com um acervo de aproximadamente 26 mil livros, mais de 4 mil associados e recebe uma média de 1800 visitas mensais. No entanto, seu relacionamento com os veículos de mídia da cidade acontecia de maneira esporádica, com eventuais procuras dos meios de comunicação por informações da biblioteca ou quando esta buscava a divulgação de suas atividades. Pensando nessa necessidade de melhorar a comunicação da biblioteca com a comunidade, o mais indicado seria a criação de uma assessoria de imprensa para a biblioteca. No Brasil, boa parcela dos jornalistas atua em assessorias de imprensa, sendo esta uma área em ascensão muito procurada pelos profissionais deste campo, como afirma Jorge Duarte (2010) A migração de jornalistas para áreas diversificadas, fora do mercado tradicional das redações, foi impulsionada pela ação competente em assessorias de imprensa iniciada na década de 1980. Em 1993 o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal calculava que metade dos 25 mil jornalistas brasileiros atuava na comunicação institucional (ver Sant‟Anna, 1993, p.2), índice que deve ter aumentado significativamente, embora continuem não existindo dados confiáveis. (DUARTE, 2010, p. 51)

Tendo em vista esses aspectos, vislumbramos na assessoria de imprensa da Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas a possibilidade de realização de um trabalho útil e gratificante. Para garantir a eficiência de nosso projeto, recorremos a Elisa Koplin e Luiz Artur Ferrareto, no livro Assessoria de Imprensa – teoria e prática, que apontam quatro grandes momentos: análise, adaptação, ativação e avaliação. A análise é quando os assessores conhecem a realidade da instituição ou do assessorado, fazendo um levantamento do público-alvo e mapeando o contexto em que está inserido. Também é nesta fase que se identificam os problemas de comunicação do assessorado. Adaptação é o momento de definição das metas de trabalho e as atividades que servirão para conquista-las. Formulam-se, aqui, os planos e políticas 8


de trabalho, com base na análise feita e de acordo com a realidade do assessorado. Na sequência, há o período da ativação, onde o plano é executado. Nesta fase são realizadas atividades como redação e envio de releases, cobertura de eventos e produção de informativos. A quarta fase é a avaliação que, como o próprio nome sugere, é quando se estuda os resultados alcançados com a ativação do plano, notando assim se foi o mais adequado. O resultado da avaliação serve para a elaboração de uma nova análise, iniciando assim, um novo ciclo. Escolhida a instituição de atuação, partimos para o contato com a coordenadora, Norma Bouchet. Nesta primeira visita apresentamos nossa proposta de trabalho e conhecemos a realidade da biblioteca, passando então a desenvolver o diagnóstico da situação comunicacional. O maior problema dava conta da falta de consciência de alguns com relação à conservação dos livros e, em casos mais sérios, do furto de parte do acervo da biblioteca. Outra problemática era a imagem errônea que formou-se acerca da instituição que, por ser uma biblioteca pública, recebeu o estereótipo de que possui apenas obras desatualizadas e em mal estado de conservação. Após a detecção dos problemas, recorremos a diversos autores, já conhecidos na disciplina de Assessoria de Imprensa, para auxiliar na elaboração de atividades que pudessem solucioná-los. Era necessário, primeiramente, definir que tipo de serviço deveria ser desenvolvido. Como afirma Rivaldo Chinem, na obra Assessoria de Imprensa – Como fazer é importante distinguir as atividades de planejamento, políticas, planos e estratégias. Segundo ele, planejamento é a elaboração de atividades executáveis num prazo delimitado para atingir certos objetivos, nesse processo definem-se metas, público-alvo e as políticas de comunicação adotadas; as políticas norteiam a elaboração das atividades, sempre pensando nas metas estipuladas; os planos são documentos que designam as tarefas a serem desenvolvidas, de acordo com o que foi definido no planejamento; as estratégias são atividades de caráter emergencial, desenvolvidas para situações inesperadas envolvendo o assessorado. Com este embasamento, iniciamos a estruturação das atividades da assessoria. Estabelecemos as políticas comunicacionais para o projeto, desenvolvemos o planejamento e formulamos a maneira como poríamos essas definições em prática, criando um plano de assessoria para a biblioteca. Ao término da fase de planejamento, apresentamos o plano de assessoria aos interessados e fizemos a discussão quando à viabilidade na execução e a possibilidade de sucesso. Conversamos com nosso orientador, Gonzalo Prudkin; a coordenadora da biblioteca, Norma Bouchet; o diretor do departamento de comunicação da prefeitura municipal de São Borja, Carol 9


Fornasier; e com a secretária municipal de educação, Ana Cláudia Gattiboni. Em reunião, acertamos como seria o processo de elaboração dos releases, redigiríamos os textos, que passariam pela revisão do Carol antes do envio à imprensa.

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2. OBJETIVOS DO PRODUTO

2.1.

OBJETIVO GERAL

Desenvolver uma assessoria de imprensa para a biblioteca pública municipal Getúlio Vargas, colaborando com suas atividades.

2.2.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Divulgar os projetos desenvolvidos pela biblioteca, atraindo o interesse dos órgãos públicos para um maior apoio à instituição;  Reformular a identidade visual usada pela biblioteca para melhorar sua imagem, buscando novos nichos leitores; 

Ampliar os canais de acesso do público externo à entidade;

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3. REFERENCIAL TEÓRICO

3.1. ASSESSORIA DE IMPRENSA

Para elaborar um conceito e fazer um resgate histórico do surgimento da Assessoria de Imprensa, relembramos Rivaldo Chinem (2003), na obra Assessoria de Imprensa – Como fazer, que conta sobre o repórter Ivy Lee, que trabalhou na editoria de economia de três grandes jornais nova-iorquinos e foi contratado pela Standard Oil, empresa do bilionário John D. Rockfeller, para prestar esclarecimentos quanto à indústria do estado do Colorado. Segundo Chinem (2003), Lee foi convidado, no ano de 1906, a trabalhar com Rockfeller, para melhorar sua imagem. Nesta época, o bilionário do petróleo era malquisto pelo grande público por sua aspiração ao monopólio e por sua hostilidade com a mídia. Lee passou então a produzir matérias e enviar à imprensa com notícias favoráveis à indústria, mudando a visão do público quanto à imagem do megaempresário. Foi o nascimento da Assessoria de Imprensa. A diferença entre as atividades do jornalismo e da assessoria de imprensa, conforme Chinem (2003) está no fluxo de produção da informação. Enquanto o mais comum era a busca de informações pela imprensa nas instituições, Lee, com seu trabalho inovador fez o caminho inverso, levando a informação de seu assessorado à mídia. No Brasil, segundo Elisa Kopplin e Luiz Artur Ferraretto (2001), em seu livro Assessoria de Imprensa – teoria e prática, dois dos primeiros registros de serviço semelhante ao de assessoria de imprensa foram os realizados, na década de 20, pelo Ministério da Agricultura que mesclava divulgação e comunicação interna; e o da The São Paulo Tramway Light and Power, que produzia um boletim voltado ao público interno. Em 1926, a General Motors, que chegara ao país no ano anterior, obteve maior sucesso que suas predecessoras editando a revista General Motors, formada por 12 páginas impressas em duas cores e distribuída aos funcionários. Ainda de acordo com Kopplin e Ferraretto (2001), após o início do Estado Novo, o então presidente da República, Getúlio Vargas, promulgou o Decreto nº 3.371, atribuindo a função de chefe do Gabinete Civil ao secretário da Presidência da República, criando assim o 12


Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP). Com o fim do regime, o DIP foi extinto. Atualmente o governo utiliza a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom). Manuel Carlos Chaparro (2008), na obra Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia – Teoria e Técnica, organizada por Jorge Duarte, relata um novo padrão estabelecido no Brasil na década de 60. Essa mudança ocorreu quando Reginaldo Finotti e Alaor José Gomes abandonaram as redações dos jornais Última Hora e Folha de S. Paulo, respectivamente, para trabalhar como assessores da Volkswagen no Brasil, levando o conceito de transparência jornalística para a assessoria. Chinem (2003) destaca as duas áreas de atuação da Assessoria de Imprensa, a comunicação interna, voltada para os funcionários e equipe diretiva da instituição; e a comunicação externa, que se atém ao público; e salienta a importância da execução de ambas.

3.2. PLANEJAMENTO NA ASSESSORIA

O planejamento tem função essencial dentre de uma Assessoria de Imprensa. Kopplin e Ferraretto (2001) destacam que as atividades de uma AI não podem ser feitas de maneira improvisada, mas devem ter por parâmetro a organização e a avaliação constante dos resultados alcançados. Segundo os autores, havendo um planejamento, a AI sempre saberá como agir diante de situações inesperadas. Falando em planejamento, Chinem (2003) destaca a importância de se diferenciar planejamento, políticas, planos e estratégias. Para ele, planejamento é a estruturação de atividades para serem desenvolvidas num prazo delimitado e que visam atingir determinados objetivos, neste processo são definidas as metas, públicos-alvo e, acima de tudo, as políticas de comunicação a serem adotadas; as políticas são as normas que orientam a elaboração das atividades e devem abranger as metas comuns a estas; os planos são documentos que estabelecem o tipo de atividades que serão desenvolvidas, seguindo o que foi acordado no planejamento; as estratégias são atividades de cunho emergencial elaboradas para situações inesperadas que envolvem o assessorado.

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3.3. A ÉTICA NAS ASSESSORIAS

Ética, como afirma Carlos Chagas (2008), no livro Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia, cujo organizador é Jorge Duarte, é um conceito muito maleável, tendo sido discutido desde a antiguidade da filosofia. Segundo ele, a ética só se tornou ciência no momento em que passou a ser discutida e pensada, mas ainda hoje não se tem um conceito fechado quanto a ela: “As teorias fluem e refluem, chocam-se, despertam seus contrários e jamais se encontrará, nelas, a verdade absoluta, a resposta final para a questão. Ética não é uma ciência exata.” (CHAGAS, 2008, p. 207) No jornalismo, Kopplin e Ferraretto (2001) relembram que a ideia de ética está atrelada aos conceitos de bem e mal, estipulando o que é certo e o que é errado. Eles citam Alberto André: “Ética é, para os jornalistas, o conjunto de normas que devem reger sua conduta no desempenho da profissão. (...) O professor Eugênio Castelli comparou liberdade e responsabilidade, afirmando que o „dever de informar se apoia na liberdade e pressupõe um ato de responsabilidade com verdade‟, estabelecendo este quadro de tríplice ponto de vista da liberdade: a) moral, em que despontam a verdade e o respeito para com a dignidade do ser humano e implica a consciência profissional; b) social, em que a liberdade de informar corresponde ao direito de ser bem informado; c) legal, que é o cumprimento das leis.” (ANDRÉ, 1994, p. 19 apud KOPPLIN e FERRARETTO, 2001, p. 27)

Com relação à Assessoria de Imprensa, Chaparro (2008), na obra Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia, destaca que, em sua carta de apresentação aos editores dos veículos de mídia, Ivy Lee já formulou um código de ética, baseado na confiabilidade, onde comprometeu-se a fornecer notícias e colocou-se à disposição dos jornalistas, sempre que fosse solicitado, para prestar esclarecimentos com honestidade. A Federação Nacional do Jornalistas, em 2007, publicou seu Manual de Assessoria de Comunicação no qual é taxativo: “Por mais significativas que sejam as mudanças políticas, econômicas, sociais ou tecnológicas, nada pode afetar seu compromisso ético, sua responsabilidade social e a preservação de sua autoestima” (FENAJ, 2007).

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4. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS  Envio de releases aos veículos de mídia impressa, radiofônica, digital e televisiva para divulgar e difundir as atividades realizadas ou com participação da biblioteca. Esta atividade é fundamental em uma Assessoria de Imprensa e ficou definida como uma das principais em nosso trabalho. Além de divulgar os eventos já previstos no cronograma de atividades da biblioteca, também buscamos a publicação de outros projetos que surgiam ao longo do trabalho. Para o envio dos releases, criamos uma lauda específica, com cabeçalho e rodapé da instituição;  Atualização das redes sociais, trazendo as novidades da biblioteca, como aquisição de livros, atividades, etc.: quando de nosso primeiro contato com a equipe da biblioteca, soubemos que esta já possuía perfis em redes sociais, como o Twitter e o Orkut, mas que ambos estavam desatualizados. Propusemos a meta de atualizar estas redes e ingressar numa terceira, o Facebook, rede que torna-se cada vez mais popular no Brasil. Criamos uma página no Facebook e postamos atualizações no Twitter e no Orkut;  Criação de um blog da biblioteca para facilitar o acesso a informações sobre a instituição: os blogs são cada vez mais usados para democratizar o acesso à informação. Pensando nisso, desenvolvemos a ideia de criar um que se prestasse a trazer informações pertinentes àqueles que se interessassem pela biblioteca, e também para atrair mais público. No quesito estético, procuramos a clareza do layout, tornando a leitura agradável, além disso priorizamos a dinâmica de informações, e tomamos o cuidado na escolha das cores, valorizando o padrão adotado na logomarca da instituição. Dentre os conteúdos selecionados para fazer parte do blog, dispusemos em três categorias: 

Notícias: textos divulgando as atividades realizadas pela biblioteca. Além do envio dos releases, foi produzido material exclusivo para o blog sobre cada pauta, que integrava esta seção;

Leia: o editorial „Leia‟ é composto de sugestões de leitura aos visitantes do blog, com as obras mais buscadas na biblioteca e também com os livros recém-adquiridos para o acervo;

Na mídia: clipping do material publicado pela imprensa sobre a assessorada. Optamos por disponibilizá-lo online para facilitar a visualização ao público da instituição, colaborando também para que os leitores notem a presença da biblioteca na mídia são-borjense;

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Além das categorias atualizadas periodicamente, já citadas, há um menu com quatro itens fixos, que trazem informações pertinentes: 

Agenda: calendário de atividades coordenadas ou com participação da biblioteca;

História: relato contando a história dos mais de 50 anos da biblioteca;

Contato: relação de contatos da instituição, como e-mail, endereço, telefone, endereços nas redes sociais e horário de atendimento;

Como ser sócio: instruções para associar-se à biblioteca, documentos necessários e como proceder;

 Produção de materiais de divulgação da biblioteca durante a 26ª Feira do Livro de São Borja: elaboramos uma série de produtos para disseminar a marca e as atividades da instituição, sendo eles: sacola para carregar os livros, marcador de página, cartão de visita, banner para o estande da biblioteca e cartazes divulgando o blog da instituição;  Clipping das publicações sobre a instituição: coletagem e armazenamento das notícias sobre a biblioteca.  Produção de um folder sobre a conservação do acervo: material para conscientizar a população sobre a importância do cuidado com as obras, principal dificuldade da instituição. O folder é voltado especialmente para o público infantil, com uma história em quadrinhos e atividades.

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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Um Projeto Experimental como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) já é válido fundamentalmente por sua oportunidade de experimentação, situação que pode ser vivida com mais segurança dentro da academia. Desenvolver um projeto fora dos padrões de mercado traz sérios riscos financeiros e pode acarretar na construção de uma imagem negativa do profissional quando executado mercadologicamente. Dentro de uma instituição de ensino os riscos são minimizados. A chance de realizar um projeto com o amparo de uma instituição de ensino em nível superior e a orientação de um professor capacitado dão segurança aos graduandos, favorecendo o desempenho do trabalho. Outro fator de suma importância em um Projeto Experimental é a vivência de uma rotina de trabalho, já tangenciada ao longo do curso, mas que tem nesta fase final um verdadeiro laboratório, onde podemos provar o cotidiano de um jornalista, em nosso caso, desempenhando a função de assessor de imprensa, situação esta de grande valia para a formação acadêmica. Assessoria de Imprensa é um nicho do mercado de trabalho que cresce anualmente entre os jornalistas brasileiros. Dados do Sindicado dos Jornalistas do Distrito Federal indicam que na década de 90, em torno de 50% dos profissionais da área atuavam fora das redações, em sua maioria, nas assessorias. Duas décadas depois, com o crescente número de escolas de jornalismo e o aumento de empresas que investem em mídia, a projeção é de que esse percentual tenha crescido, tornando a função de assessor de imprensa bastante visada pelos graduandos do curso. Apesar do status adquirido entre os estudantes da comunicação, a assessoria de imprensa requer um trabalho árduo por parte de seus profissionais, especialmente em sua implantação. Situação vivenciada por nós neste projeto. Dentre as dificuldades encontradas, a primeira que experienciamos foi a necessidade de conscientizar a equipe da instituição, em nosso caso a Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas, sobre as incumbências da assessoria e a importância da colaboração dos demais funcionários. Para isso, conversamos com a coordenadora Norma Bouchet, e esclarecemos sobre nossa área de atuação; também mantivemos diálogo constante sobre as necessidades comunicacionais da assessorada. A segunda problemática dava conta de questões financeiras. Anualmente a prefeitura destina uma verba à biblioteca para aquisição de acervo e organização de atividades pedagógicas, além do dinheiro arrecadado com as multas por atraso nos empréstimos. Em função 17


de furto do acervo em anos anteriores, neste ano a coordenação da biblioteca investiu em um sistema interno de segurança para evitar novas ocorrências, o que limitou a verba disponível para outras atividades, incluindo a assessoria. Diante deste quadro, tivemos de nos adaptar à realidade financeira da instituição. O terceiro ponto que exigiu análise e um bom planejamento foi o número restrito de pautas noticiáveis, já que a instituição possui poucas atividades em sua agenda, o que limitou o trabalho de difusão da biblioteca nos veículos de mídia. Embora as dificuldades, trabalhar em assessoria traz grandes satisfações, como ver a repercussão do trabalho feito através do retorno para o assessorado. Cada release publicado é uma vitória e uma alegria. Cada comentário positivo um incentivo, cada crítica, uma oportunidade de melhora. Visto que um Trabalho de Conclusão de Curso não é algo definitivo, finalizamos este suscitando uma discussão que presenciamos diversas vezes ao longo deste ano: “quem deve fazer assessoria de imprensa?”. Para o desenvolvimento deste projeto, aprofundamos nosso conhecimento em diversas obras de renomados autores, que trazem a trajetória da profissão, nascida com um jornalista, e que se espalhou pelos continentes. No Brasil, um modelo diferenciado de assessoria instaurou-se através de seus precursores, mas ainda hoje a disputa entre as Relações Públicas e o Jornalismo persiste. Sem parâmetros confiáveis que norteiem as instituições, acadêmicos de ambos os cursos ficam à deriva de opiniões parciais. Ao mergulhar na realidade de uma assessoria, presenciamos a necessidade de se ter variados conhecimentos das áreas da comunicação social. Diante deste quadro, voltamos os nossos olhos para a possibilidade de as empresas e instituições investirem em Assessorias de Comunicação, onde Jornalistas, Publicitários e Relações Públicas possam trabalhar em conjunto, cada um desempenhando a função para qual foi capacitado. Nesta comunhão de conhecimentos, ganham os profissionais, que se atém ao seu trabalho e ganham as instituições, que obtém um resultado com ainda mais qualidade.

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6. PERCEPÇÃO DE CADA INDIVÍDUO SOBRE O PROCESSO DE PRODUÇÃO Trabalhar no desenvolvimento deste projeto foi de enorme importância para minha formação acadêmica e enriquecedor no âmbito pessoal. Ao longo desses nove meses tive a oportunidade de atuar na área em que pretendo trilhar meu caminho como jornalista: a Assessoria de Imprensa. Foi um tempo de aprendizagem em que pudemos colocar em prática o que aprendemos nos livros e conhecer como é o dia a dia de uma AI. Quando pensamos em seguir a diante com o nosso projeto, que foi iniciado durante a disciplina de Assessoria de Imprensa, no 7º semestre, tínhamos em mente dar continuidade ao serviço que estávamos prestando à Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas, atuando na busca de melhorias na relação da instituição com a mídia. Detectamos problemas, conhecemos o histórico da instituição e depois disso formulamos um plano de assessoria de imprensa, que trazia soluções e medidas a serem adotadas para termos um bom resultado no decorrer do desenvolvimento do projeto. Trabalhamos de maneira unida e não medimos esforços para cumprir com nossas metas. Realizamos visitas semanais à biblioteca, onde construímos uma relação amigável com as funcionárias e nos sentíamos bem para realizar nossas atividades. Conforme o tempo passava, e surgiam os resultados positivos, tínhamos certeza de que estávamos fazendo com que a biblioteca tivesse um espaço maior dentro dos meios de comunicação da cidade e que os problemas comunicacionais encontrados na fase inicial já tinham sido solucionados. Não tivemos grandes problemas durante as fases de análise, adaptação, ativação e avaliação do nosso projeto. Apesar de a instituição ter um calendário restrito, um baixo número de funcionários e ser localizada em uma cidade do interior, tivemos a sensibilidade de pensar na realização de um trabalho que trouxesse benefícios para nossa assessorada e que contribuísse para que tenhamos uma sociedade que valorize o conhecimento e a cultura. Camila Schmitt

O trabalho em Assessoria de Imprensa é bastante dinâmico e traz uma gratificação já em curto prazo. Sua implantação, embora complicada, denota um avanço para a instituição ou indivíduo assessorado, visto que, infelizmente, muitos ainda têm a concepção de que este é um serviço desnecessário ou mesmo abominam tal tarefa. Mesmo com mais de um século do surgimento desta profissão, empresas relutam na adoção de uma assessoria de imprensa entre as 19


suas atividades, sendo que muitas delas só aderem a esta prática nos momentos de crise, não se dando conta de que um trabalho preventivo pode inclusive evitar tal situação. Em nosso trabalho, nos deparamos com uma situação problemática: uma instituição pública, com verba limitada para investir em mídia e com uma imagem desgastada. Ao contatar a biblioteca, percebemos que havia muito a ser feito, e que o tempo seria curto, já que se fazia necessário um trabalho em longo prazo. Envidamos esforços e desenvolvemos um projeto dentro de nossas possibilidades, necessitando inclusive cortar atividades que não poderiam ser executadas de pronto. Percebemos, desde cedo, que o relacionamento entre a biblioteca e a mídia era razoavelmente bom, embora não frequente, o que facilitou nosso trabalho ao publicar material sobre nossa assessorada, embora a falta de pautas. O trabalho foi o resultado de um embate frequente: um grande número de ideias e algumas situações que limitavam o trabalho. Dentro do possível, pusemos em prática as propostas viáveis, sempre consultando a opinião da coordenadora da biblioteca, Norma Bouchet, e da equipe da instituição. Não posso dizer que nosso trabalho foi maravilhoso, já que sabemos das dificuldades e falhas ocorridas, mas posso salientar a inovação de nossa proposta. As empresas já voltam seus olhos para as assessorias de imprensa e o governo busca políticas que melhorem a educação no país. A fusão destas ideias acrescenta muito em conhecimento para a cidade, já que divulga uma instituição pública que tem por função levar a cultura, tarefa que se limita pelo desconhecimento de algumas pessoas do trabalho desenvolvido pela biblioteca. Muito há de se fazer ainda, mas a experiência foi feita e rendeu bons resultados, resta agora um pouco mais de empenho para que outras iniciativas como esta não fiquem apenas nos projetos experimentais e laboratórios, mas que sigam marcando o nome de nossa universidade na sociedade são-borjense, através de políticas comunicacionais que possibilitem a integração e o desenvolvimento de ambas as partes. Marlon Ortiz

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7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Livros CHINEM, Rivaldo. Assessoria de Imprensa – Como fazer. São Paulo: Summus, 2003.

DUARTE, Jorge. Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia. São Paulo: Atlas, 2008.

FENAJ. Manual de Assessoria de Comunicação. Brasília: 2007 KOPPLAN, Elisa. FERRARETTO, Luiz Artur. Assessoria de Imprensa – Teoria e Prática. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001.

MARCONI, Marina de Andrade. LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2010.

Artigos MAUAD, Sêmia. Os Segredos de um Bom Assessor de Imprensa. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/bocc-muad-os-segredos.pdf, acesso em 18/04/2011.

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8. ANEXOS  RELEASES

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Biblioteca realiza concurso cultural Melhores textos serão selecionados e publicados em livro A Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas promove a partir deste mês a segunda edição do Concurso Pequenos Escritores. O projeto busca o incentivo à leitura e produção textual pelos alunos das escolas de ensino fundamental são-borjenses. Os alunos devem escrever textos que serão selecionados pelas escolas e enviados à Biblioteca. Os trabalhos escolhidos farão parte de um livro que será lançado na Feira do Livro deste ano. Podem participar escolas municipais de ensino fundamental, com contos, crônicas, poesias, biografias e outros tipos de texto. Cada escola pode participar com dois ou três textos, que deverão ser entregues até agosto na Biblioteca Getúlio Vargas. As obras escolhidas estarão no segundo volume do Livro Pequenos Escritores. Mais informações estão disponíveis na instituição, pelo telefone 3431-3839, no e-mail bibliotecagetuliovargassb@hotmail.com ou pelo Twitter da Biblioteca: www.twitter.com/BibliotecaMuseu. Assessoria de Imprensa da Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas

Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas Travessa Albino Pfeiffer, 84 – Fone (55) 3431 – 3839 E-mail: bibliotecagetuliovargassb@hotmail.com http://twitter.com/BibliotecaMuseu 23


Museu Municipal homenageia Apparício Silva Rillo Em alusão ao aniversário de morte do poeta, o Museu Municipal de São Borja, que leva seu nome, realiza a partir desta quarta-feira (22/06) a II Semana Cultural Apparício Silva Rillo. Neste ano o tema escolhido é o tradicional Festival da Barranca, que chegou a sua 40ª edição, tendo Rillo como um de seus idealizadores. Como parte das atividades, está aberta à visitação uma exposição de fotos e jornais que resgatam a memória do festival e livros do poeta. Na manhã do dia 29 haverá exibição de um filme e conversa com Luiz Carlos Dornelles Ferreira, que participa da Barranca e conviveu com Apparício. A iniciativa é da Prefeitura e busca relembrar a história do poeta. As atividades serão desenvolvidas no Museu, aberto de terça a sábado das 8h às 12h e das 13h30 às 18h, e aos domingos somente pela manhã. Mais informações pelo telefone 3431-3839. Assessoria de Imprensa da Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas

Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas Travessa Albino Pfeiffer, 84 – Fone (55) 3431 – 3839 E-mail: bibliotecagetuliovargassb@hotmail.com http://twitter.com/BibliotecaMuseu 24


Museu Municipal realiza Semana Cultural Para recordar o aniversário de morte de seu patrono, o Museu Municipal Apparício Silva Rillo realizou a sua “II Semana Cultural”, com exposição de fotos, jornais e livros que relembram a trajetória do poeta. O tema escolhido para o evento foi o Festival da Barranca, por chegar a sua 40ª edição em 2011 e por ter sido idealizado por Rillo. Como parte da programação, foi montado um corredor cultural com registros do festival. Na manhã da última quarta-feira (29/06) foram realizadas duas sessões de uma conversa cultural, uma às 8h e outra às 10h. Na ocasião, duas turmas de 3º ano do ensino médio do Colégio Estadual São Borja (Cesb) tiveram oportunidade de falar com Luiz Carlos Dornelles Ferreira, amigo de Apparício, e Marco Antônio Rillo Loguércio, neto do poeta. 60 alunos estiveram presentes e, além de relatos dos convidados, assistiram a vídeos sobre o Festival da Barranca e Apparício Silva Rillo. A exposição sobre o Festival da Barranca continua aberta no Museu Municipal Apparício Silva Rillo, que fica aberto de terça a sábado das 8h às 12h e das 13h30 às 18h, e aos domingos somente pela manhã. Mais informações pelo telefone 3431-3839. Assessoria de Imprensa da Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas

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Café Literário começa na próxima semana Para comemorar seu aniversário, a Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas desenvolve, a partir da próxima segunda-feira (15/08), o 2º Café Literário. O objetivo é promover momentos de interação intelectual entre professores, alunos e funcionários da Biblioteca. “No século XIX, a burguesia queria formar uma sociedade mais intelectualizada, e para isso, promovia reuniões entre escritores e a população nas casas de chá e cafés de Londres, foi aí que surgiram os Cafés Literários”, relata a responsável pela Biblioteca, Norma Bouchet. Para esta atividade foi convidada a professora Martina Isnardo que falará aos alunos do 3º ano do ensino médio sobre as literaturas exigidas em vestibular e métodos de estudo. O Café Literário acontece entre os dias 15 e 23 de agosto na Biblioteca, somente pela manhã, com a participação de seis escolas da cidade. Mais informações na biblioteca ou pelo telefone 3431 – 3839. Assessoria de Imprensa da Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas

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Café Literário reúne mais de 200 alunos A Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas realizou a segunda edição do seu Café Literário. A atividade foi desenvolvida como comemoração ao aniversário da instituição e integrou a equipe da biblioteca com alunos do 3º ano do ensino médio e professores de Literatura. O evento contou com o apoio da professora Martina Isnardo Gusmão, que realizou um ciclo de palestras sobre Literatura Brasileira e o conteúdo literário exigido nos vestibulares das principais universidade gaúchas. Os quase 220 alunos das 8 turmas que participaram do evento puderam reforçar os conteúdos de Literatura Brasileira e aproveitar um delicioso café. Assessoria de Imprensa da Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas

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Biblioteca municipal participa da 26ª Feira do Livro Começou nesta quarta-feira, 26, a 26ª Feira do Livro de São Borja, com livros invadem a cidade” e que tem como patrono Iberê Athayde programação que iniciou às 9h conta com exposições, apresentações pedagógicos, varal da poesia, oficina de desenhos, café da feira apresentações artísticas.

o tema “Os Teixeira. A de projetos e diversas

Neste ano, a Biblioteca Municipal lança a segunda edição do livro “Pequenos Escritores” conclusão do projeto lançado no mês de maio. Trata-se de uma coletânea de contos, crônicas e poesias escritas por 36 alunos de escolas da rede municipal. Na sexta-feira, 28, às 9h30min, no Espaço do Autor, acontece o lançamento do livro com sessão de autógrafos e também a entrega dos livros aos alunos participantes. Além disso, a Biblioteca está com a Banca de Troca de Livros com mais de 100 exemplares, onde você leva um livro usado e troca por outro. A banca fica aberta pela manhã, das 9h às 12h, à tarde, das 14h às 17h e à noite até às 20h. Mais informações sobre a programação você encontra no blog da Feira do Livro: http://feiradolivrosb.blogspot.com/

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Biblioteca Getúlio Vargas lança livro “Pequenos Escritores II” Na manhã desta última sexta-feira, 28, dentro da programação da 26ª Feira do Livro de São Borja, foi lançada a segunda edição do livro Pequenos Escritores, da Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas. O projeto, lançado em maio, reúne mais de 30 textos, entre contos, poesias e crônicas, escritos por alunos de dez escolas da rede municipal de ensino. Norma Bouchet, coordenadora da Biblioteca, relembra a importância do projeto: “É um incentivo à leitura e uma oportunidade de valorizar. No livro há textos de muita grandeza, muita riqueza e também publicar obras que talvez fossem esquecidas. E além do mais, a escrita é uma forma da criança expressar o que sente e que talvez não diga”. Thalisson Flores, que aparece na foto autografando o livro, é aluno do 6º ano da escola Aparício Mariense e tem dois poemas publicados na obra. “Toda vez que dava tempo eu escrevia um pouquinho”, afirma o garoto que pretende participar do projeto no próximo ano. Sua mãe, Patrícia Flores, dá exemplo de incentivo ao talento do filho: “Eu acompanhava ele quando estava escrevendo, para poder ver os frutos”, diz ela. No evento, foram entregues cinco exemplares do livro para cada aluno participante e logo após foi realizada a sessão de autógrafos da obra. Quem quiser conhecer o “Pequenos Escritores II” pode encontrá-lo na Biblioteca Municipal. Assessoria de Imprensa da Biblioteca Pública Municipal Getúlio Vargas

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Biblioteca realiza concurso cultural Veículo: Folha de São Borja Data: 21 de maio de 2011 Editoria: Fim de Semana Página: 1

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Museu Municipal homenageia Apparício Silva Rillo Veículo: Folha de São Borja Data: 25 de junho de 2011 Editoria: Educação Página: 18

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Biblioteca Getúlio Vargas lança livro “Pequenos Escritores II” Veículo: Folha de São Borja Data: 29 de outubro de 2011 Editoria: Geral Página: 20

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TCC Marlon Trindade Ortiz