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São Borja receberá um LEO Clube. Reportagem: Adir Machado, Greice Meireles e Mariele Campos LEO Clube é uma atividade de Lions Clubes internacional composto por jovens entre 12 a 28 anos. Seu objetivo principal é despertar e desenvolver nos jovens suas capacidades e trabalhos em equipe para que a partir dessas experiências consigam aplicar esses valores tanto em sua vida profissional, quanto pessoal. A sigla LEO significa Liderança, Experiência e Oportunidade e sendo assim é interpretada pela oportunidade que as pessoas podem ter de ainda em sua juventude adquirir experiências e serem capazes de exercer seu espírito de liderança. Todo esse processo é feito através de,

com base em palestras e orientações, trabalho voluntário desenvolvido na comunidade. O LEO Clube foi criado na Pensilvânia, EUA, no ano de 1957 a partir de um time escolar de baseball que se transformou em um grupo de auxílio à comunidade através da cultura, cidadania entre outras. Por atuar mundialmente as unidades do LEO Clube são divididas por país, e depois por regiões. A divisão que nos cabe chama-se LD-4. Seus principais eventos ficam em torno de uma conferência distrital, o SEDEL (seminário de desenvolvimento de de outubro deste ano, mas sua fundação oficial está prevista somente para o mês de abril do próximo ano, pois para ser implantada uma unidade é preciso de no mínimo meio

Cães a ser viço da serviço Segurança Pública Reportagem: Cristian Alves e Irineu Fontela Desde novembro de 2005 a Brigada Militar de São Borja conta com o auxílio de cães na segurança da cidade. O trabalho vem sendo realizado diariamente pelos Soldados (Sds) Airton Rocha e Osmar Rosa nas dependências da BM, onde está localizado o canil. Nesses mais de dois anos em que os cães trabalham em conjunto com os policiais já foram feitas várias apreensões. O canil da BM de São Borja também realiza operações em conjunto com as Policias Civil e Federal.

Segundo Sds. Rocha “São Borja, assim como várias cidades do Brasil e do mundo contam com o auxílio fundamental dos cães no cumprimento das mais diversas missões como, por exemplo, em repressão ao tráfico de drogas.” disse Rocha. O canil conta com o efetivo de cinco cães treinados para diferentes situações. São treinados dois cães Pastores Alemães, usados para o policiamento ostensivo, duas cadelas Labrador usadas para faro de drogas e ainda uma cadela Labrador para apresentações ao público em eventos da cidade e em

Realidade

Realidade - São Borja, Sábado 12 de dezembro de 2007.

Câmara descide futuro do CAPS-AD. Contra Capa Hipismo movimenta Centro Hipico João Manoel. Contra Capa

Ano I, N°5, Jornal Laboratório do Curso de Jornalismo Unipampa/UFSM.

São Borja, 12 de dezembro de 2007.

Sidival tem sonho adiado na fronteira

Reportagem: Rafael Balbueno e Guilherme Veiga Foto: Guilherme Veiga

A esquerda o símbolos do LEO Clube nacional e a direita o símbolo LD-4. A todos que queiram parecer nas reuniões que se ano de funcionamento e atividade. Atualmente con- ter informações adicionais realizam todas as quartas-feita com 10 a 15 jovens que sobre o LEO Clube e ras às8h00min h no SINDIatuarão na sociedade são- queira participar de sua LOJAS, no centro da borjense auxiliando-a em implantação na cidade ou cidade,informa o integrante pequenas coisas que fazem tenham interesse em inte- do LEO Clube São Borja grar o grupo, basta com- Pedro Henrique Pereira. grandes diferenças.

Projeto Habitacional na Vila Leonel Brizola Reportagem: Irineu Fontela Fotografia: Cristian Alves

Está em andamento na Prefeitura Municipal de São Borja o projeto de ampliação da Vila Leonel Brizola, onde serão construídas mais 150 residências. Esse projeto visa à retirada dos moradores de áreas de risco para levá-los a um local próprio para sua habitação. No momento a Vila conta com

aproximadamente 400 residências. As novas habitações possuem dois quartos, um banheiro, sala e cozinha acopladas, em um terreno medindo 300 metros quadrados. O projeto não tem uma data fixa para ser finalizado, mas as casas serão entregues conforme forem acabadas. Segundo o Secretário de Planejamento, Orçamento e Projetos Léo Tatsch, mesmo sem nenhum custo para os novos moradores ainda há resistência de

algumas famílias em sair de suas atuais casas, localizadas em áreas de risco, e afirma que a prefeitura não irá se responsabilizar por nenhum dano causado por um futuro alagamento. A construção das novas residências esta orçada em 3,125 milhões de reais, sendo 2,5 milhões doados pela União e 625 mil pela Prefeitura Municipal que ainda doou os terrenos. As residências serão doadas sem nenhum custo para as famílias, que serão selecionadas através de uma lista.

Uma das casas em construção e o projeto final da obra que será realizada pela Prefeitura. Policiais Militares com seus cães da unidade de São Borja. Expediente: o Realidade é o jornal laboratório do Curso de Comunicação Social da Unipampa/UFSM. Professora responsável: Profª. Me. Joseline Pippi (MTB 12164)/Equipe: Alcebíades Paulino, Aline Donato, Ana Maldonado, Andréia Sarmanho, Bruna Bueno, Chaiane Ferrazza, Claudemir Arijú, Cristiely Carvalho, Deise Jeske, Diego Motta, Eduardo da Silva, Fábio da Silva, Fábio Dornelles, Felipe Severo, Filipe Viera, Flávio Figueiro, Greice Meireles, Guilherme Veiga, Jéferson Balbueno, Kelen Rauber, Larissa Ortiz, Leonardo Ávila, Leonardo de Moraes, Ligiane Brondani, Lucas Lemes, Luís Fernando Mendez, Margane Correa, Mariana Vargas, Mariele Campos, Mirelli Lersch, Natiele Correa, Nelson Nicolli, Rafael Balbueno, Raquel Balbueno, Renato Ferigollo, Rômulo D’avila, Silvana Paiva, Sílvia Nogueira, Sirlene Kaefer, Tiago Carvalho, Vladson Ajala. Diagramação:Adir Machado, Lucas Lemes, Karin Franco, Eduardo da Silva, Sílvia Nogueira, Michel Benites,Mirelli Lersch, Cristian Alves, Irineu Fontela. Tiragem: 1000 exemplares. Distribuição gratuita.

realidadeccssb@gmail.com

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Sidival Soares Caldeira, deficiente físico devido a um erro médico, tem em São Borja um longo e triste capítulo de uma história que deveria mudar a sua vida. Ele partiu de Roraima, onde mora há 31 anos, com destino a Buenos Aires, onde realizaria uma cirurgia. Quando chegou a Santa Maria percebeu que sua cadeira de rodas motorizada estava danificada, fato que, segundo ele, aconteceu devido ao transporte feito de maneira inadequada pela empresa Planalto. Registrada a queixa, as medidas para o conserto da cadeira passaram para os tribunais. A cadeira foi recolhida pela empresa dia 14 de setembro para reparos. Ademar Huppes, responsável pela empresa Planalto, disse que Sidival foi visto em Santa Maria usando a cadeira, relevou que segundo diagnóstico da empresa responsável pelo conserto, a cadeira está danificada em decorrência do uso e não pela viagem, e o atraso é devido ao grande número de consertos requisitados. Não houve acordo na primeira audiência dia 24 de outubro, contudo o parecer do Juiz Daniel Henrique Dummer foi favorável a Sidival, consta no processo que “o vazamento da solução das baterias, corroborando as afirmações da inicial de que os danos ocorreram durante o transporte”. A próxima audiência é datada para 18

Demora no cumprimento de determinação judicial obriga Sidival a perambular pelas ruas de SãoBorja. de dezembro de 2007 onde será decidida também a indenização reivindicada por Sidival, enquanto isso, este segue vivendo em São Borja com a esperança de em breve retornar para casa. Após três meses de espera, Sidival está hoje passando as noites e realizando refeições no albergue municipal. Não pode contar com seu salário mínimo de aposentado porque o dinheiro é

o sustento de sua esposa e filha em Roraima. Estima-se que a cadeira, após o conserto, chegue em São Borja dia 13 do mesmo mês. O percalço fez Sidival perder a cirurgia, razão que o trouxe à fronteira: “agora tenho que retornar a Roraima, porque infelizmente chega final de ano e o pessoal sai em recesso, vai ficar para o ano que vem”, conta indignado.

Fato da Semana O CADIN é um cadastro que contém nomes das pessoas físicas e jurídicas, impedidas de operar ou contratar com o setor público federal, por estarem em débito, há mais de 75 dias, com órgão e entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta. Órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta e indireta procedem, segundo normas próprias e sob sua exclusiva responsabilidade, às inclusões de pessoas físicas e jurídicas no CADIN. É uma espécie de SPC das Prefeituras. Como a Prefeitura encontra-se no CADIN há mais de 70 dias, ela fica impedida de receber verbas no Governo Federal, impedindo que obras sociais sejam realizadas.


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Realidade - São Borja, Quarta-feira 12 de dezembro de 2007.

Co vop traz 1 6 medalhas Cov 16 para São Borja

Processo pede o FIM das lagoas de decantação Reportagem: Leonardo Ávila Fotografia: Rafael Balbueno

Equipe do Covop que participou do campeonato gaúcho. Reportagem: Karin Franco, Andréia Sarmanho e Margabe Escobar Fotografia: Arquivo Covop

A última etapa do Campeonato Gaúcho de Orientação ocorreu no domingo, dia nove de dezembro, na cidade de Santiago. São Borja esteve representada pelo Covop (Clube de Orientação Voluntários da Pátria). Dentre as premiações conquistadas pelos atletas do Covop, estão 15 medalhas e dois troféus. As medalhas de ouro ficaram para os atletas Vanusa de Lourenço Regasson, Ataiz Colvero de Siqueira e Claudio Alex Martins. Já os troféus de primeiro lugar foram para Fernando Comin e Davi Molina. Os medalhistas de prata foram os atletas Ana Luisa Seibt, Pamela Pilar, Dener Perez, Claudio Alex Martins, Débora Fagundes, Cainã Lima Costa e

Mauro Augusto de Oliveira Tiecher. Finalmente, com as medalhas de bronze, ficaram Rafael Gonçalves, Shaiane Pimentel Viana, Charles Amaral Baptista, Mauricio de Souza Figueira e Roberto da Cunha. O Covop também conquistou o segundo lugar entre os clubes com maior pontuação (4.049 pontos). Outro prêmio recebido foi a medalha de destaque para o professor Roberto da Cunha, pelo projeto que realiza incentivando o esporte de orientação aqui em São Borja.No total foram três troféus e 16 medalhas que o Covop conquistou na final do campeonato. Orientação é um esporte que consiste basicamente em cumprir um percurso, com auxílio de um mapa e uma bússola. O atleta é obrigado a passar em determinados pontos descritos no mapa. O ganhador é o atleta que faz todo o percurso em menos tempo. Qualquer pessoa pode participar.

Criadas na gestão 2001-2004, as bacias de decantação de esgoto causam transtorno entre moradores de suas proximidades, principalmente na Vila Cabeleira, onde existem casas no raio de 50 metros. As outras duas bacias ficam na rua Major Dornelles e no Bairro Itacherê. O mau cheiro e o possível risco de doenças, inclusive a dengue, são as principais reclamações dos moradores. As lagoas fazem parte de um sistema de coleta mista e tratamento de esgoto cloacal e água da chuva. O processo consiste em armazenar os efluentes em bacias de decantação, para que a água seja tratada naturalmente pelos aguapés inseridos em sua superfície. Dessa forma, o esgoto, ao ser lançado no leito do rio, já apresentaria níveis muito menores de poluição. Este procedimento é bem visto por biólogos e ambientalistas, já que é natural, barato e não utiliza energias artificiais ou produtos químicos. As controvérsias começam quando se trata do projeto especificamente no município de São Borja. A Secretaria do Meio Ambiente informou que o sistema é precário na forma como foi aqui implantado. Que a falta de controle sobre o fluxo de água nas valas (por este ser proporcional ao nível de chuvas) prejudica a eficácia do tratamento, visto que, por vezes, a água acaba sendo lançada ao

Desvalorização do peso não prejudica o comércio local

Efetivado Serviço Sentinela em São Borja

Por Mariana Vargas e Silvana Paiva A desvalorização do peso não prejudicou as vendas no comércio local, segundo enquete realizada pelo Realidade. Segundo Alessandro Ferreira, subgerente da Loja Obino, há 5 anos a presença de clientes argentinos era algo constante. Com a desvalorização do peso, o movimento diminuiu.Porém,ressalta ele,não fez cair o volume de vendas da loja; o mesmo pensa André Pereira, vendedor da Loja Colombo. De acordo com ele uma das problemáticas nas vendas para argentinos é a questão da aduana que limita o número de objetos por pessoa na travessia da ponte. As micro empresas também mostram estar estáveis apesar da queda da moeda argentina: Ari Cassarotto, proprietário da Loja Vem Que Tem, mostra-se satisfeito com o volume de vendas de sua loja, deixa claro que a ausência dos consumidores argentinos não prejudica nos lucros no final do mês, mas afirma que a presença dos mesmos é sempre bem vinda.

Por Chaiane Ferrazza e Vladson Ajala Foi efetivado dia 25 de outubro de 2007 em São Borja, o Serviço Sentinela, que atende crianças e adolescentes vítimas de agressão e abuso sexual.Ele funcionava desde outubro de 2006, em fase de implantação. Segundo a coordenadora Valesca Barbosa, o Serviço ministra palestras preventivas em escolas, nos Postos de Saúde da Família(PSFs) e até mesmo em empresas. Conta com uma assistente social, um psicólogo, um pedagogo e quatro educadores sociais. Ele é regionalizado e já atende também Garruchos, Itacurubi e Maçambará. É financiado pelo Governo Federal, Governo do Estado e Prefeitura Municipal, e tem como parcerias o Ministério Público, a Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Poder Judiciário, Brigada Militar, Conselho Tutelar e Rede Escolar. Mais informações através do telefone 3431-3411.

Postos de lavagem de veículos causam danos ao ambiente

Coberta por aguapés, a lagoa de decantação parece um campo, escondendo a sujeira. rio muito cedo, com níveis de poluição ainda altos, ou fica parada por tempo demasiado. Atualmente, o centro de apoio a movimentos populares - CAMPO, através do advogado Gastão Ponsi, especialista em direito ambiental, está movendo uma ação civil pública contra o município, contestando o sistema e visando suspender suas atividades. Consta no documento enviado à Vara Cível que “os denominados esgotos mistos (...) têm gerado vários conflitos e problemas ao município de São Borja, tais como: degradação ambiental dos ma-

nanciais, aumento do risco de poluição nas áreas de abastecimento, contaminação dos rios e sangas, poluição atmosférica e risco potencial à saúde da população”. Nelson Ceccon, o engenheiro idealizador do projeto, na época Vice-prefeito e Secretário de Infra-estrutura, desmente as suspeitas de focos de dengue, garante o perfeito funcionamento do sistema e afirma que a bacia da Vila Cabeleira foi ali construída por ser um terreno pertencente à prefeitura. Explica também que falta conscientização, já que muitos moradores despe-

jam lixo nas lagoas, agravando o mau-cheiro do qual reclamam, e fazem ligações clandestinas de esgoto, dificultando o controle e a fiscalização. Em nota, Ceccon diz: “O tratamento dos esgotos da sanga do Itacherê é de fundamental importância, pois o seu lançamento no rio Uruguai é a montante da tomada d’água da CORSAN, que abastece São Borja.” Há alguns anos o ambientalista Darci Bergmann, esteve nos locais investigando a possível presença de mosquitos. Ele constatou, na época, que não

existia essa possibilidade. Porém, considera a necessidade de novas análises, visto que estas podem ter resultados contrários às anteriores devido ao tempo decorrido. Uma perícia, cujo resultado não saiu até o fechamento desta edição, foi realizada para avaliar a eficácia do siste- Produtos químicos jogados ao solo em posto. ma. Dela vai depender o andamento da ação que pede a suspensão das atividades de to- Por Fabio da Silva e Renato Ferigollo dos os esgotos mistos no mu- Foto: Tiago de Carvalho nicípio, e indenização no valor de 200 mil reais que será revertido ao Fundo Municipal de Meio Ambiente.

Postos de lavagem de veículos ajudam na poluição da cidade, jogando produtos químicos diretamente no solo e no esgoto. A fiscalização detectou que quase todos os postos fiscalizados estavam causando tal poluição. Segundo a 1ª Tenente do Pelotão Ambiental, Marilena Alves da Cruz, responsável pela fiscalização dos postos de lavagem, a poluição com resíduos químicos está fora das normas ambientais, mas não existe uma proibição efetiva porque as empresas têm autorização da prefeitura para estar em funcionamento. “Uma lei está para ser aprovada no Congresso Nacional, que vai tornar mais rígida a fiscalização e a punição a esse tipo de poluição, causada por postos de lavagem, e vai exigir que eles tenham uma caixa coletora de resíduos, caso não tenham serão multados ou então no caso de reincidência o posto será fechado”, diz a Tenente.

Hipismo mo viment a São Borja moviment vimenta

Por Felipe Severo

Banco de sangue tem baixas expectativas para o fim do ano Reportagem: Bruna Bueno e Cristiely Carvalho Fotografia: Aline Donato

Com o término do ano, há uma redução no número de doações de sangue em São Borja. O Banco de Sangue do Hospital Ivan Goulart, responsável pela coleta na cidade, preocupa-se durante este período, pois existe um aumento dos acidentes de

trânsito e muitos doadores não comparecem durante as férias. Mensalmente, o Banco de Sangue recebe 120 doações. Porém, somente 30 são de doadores habituais, ou seja, aqueles que doam sangue regularmente. Do restante, alguns

c o m p a r e c e m esporadicamente e outros por reposição – quando a família leva alguém para repor o sangue de um parente. Segundo Roselaine Maag, bioquímica responsável pelo Banco de Sangue, a defasagem também se agrava durante o carnaval e inverno. “Com o objetivo de solucionar esse problema, fazemos constantemente propagandas junto à mídia ou em parceria com escolas e clubes do município”, diz Roselaine.

O sangue coletado tem a validade de apenas 35 dias, o que dificulta a manutenção do estoque. De acordo com a bioquímica, o tipo sangüíneo mais coletado é o+, e o que mais falta é o tipo O-, pois é doador universal. O doador, em sua primeira doação, passa por dois processos: a triagem clínica e a hematológica. Na triagem clínica, ocorre uma entrevista onde é constatado o estado de saúde do indivíduo. Já na hematológica, são feitos

exames de sangue, verificação de temperatura, pressão e pulso. Roselaine explica que a mulher deve doar sangue em um intervalo de três meses e o homem a cada dois meses. “Para tornarse doador é necessário ter entre 18 e 65 anos; peso superior a 50 quilos; ter boas condições físicas e não possuir doenças graves. Além disso, a pessoa deve levar algum documento de identificação com foto”, esclarece Maag. Redução nas doações para o Banco de Sangue

O encerramento da Liga Hípica da Fronteira Oeste aconteceu dias 8 e 9 de dezembro no Centro Hípico João Manoel, reunindo participantes de São Borja e região. O evento concluiu as provas do calendário 2007 da Liga numa temporada de confraternização típica de fim de ano. Participaram integrantes da Escolinha do Centro Hípico, militares e civis, reunindo um público considerável pelos simpatizantes do esporte. Segundo o Sargento Eduardo Moraes (22), que assistiu às provas do Pan 2007 no Rio de Janeiro e pratica hipismo há dois anos, a prova estava atípica porque não havia um percurso definido e os competidores é quem escolhiam o trajeto. Guilherme Chaves (20), que pratica o esporte desde os 6 anos, disse ter encontrado dificuldades porque o cavalo que montou não era seu e fazia apenas duas semanas que o treinava.

Sgto. Eduardo montando o cavalo Tango A classificação ficou assim: Categoria Escolinha (90 cm) - 1º lugar: Bibiana Moraes; 2º lugar: Soldado Maycon. Categoria Preliminar (1 metro) - 1º lugar: Sargento Eduardo Moraes; 2º lugar: Major Saul. Série Principal (1,10m) -1º lugar: Guilherme Chaves;2º lugar: Tenente Carlos Eduardo


Realidade - 2007