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Ano 13 - nº 157 - fevereiro de 2017 - publicação oficial da Associação dos Criadores de gado Holandês de minas gerais Foto Arquivo Acghmg

Foto Arquivo pessoAl

gente novA nA FAZendA Falta de qualificação é um dos grandes problemas enfrentados diariamente pelos produtores de leite. Pensando nisso, a Associação dos Criadores de Gado Holandês de Minas Gerais – ACGHMG gera a possibilidade de acadêmicos conhecerem melhor a raça e colocar em prática tudo que aprendem em sala de aula. É a Associação Mineira investindo no futuro!

PÁGINAS 15 e 16

premiAçÃo

nutriçÃo

Artigo

eventos

páginAs 4 e 5

páginAs 6 A 11

páginA 21

páginA 22

SUPER RANK

AGORA C OM MAIS CRIADOR ES


Jornal Holandês Fevereiro de 2017

editoriAl

E O ANO COMEÇA A ESQUENTAR... HELÔ COsta JORNALISTA E EDITORA

Avenida Sete de Setembro, 623 Centro - Juiz de Fora

“É verão! Bom sinal! Já é tempo...” No ritmo da canção do Roupa Nova, o JORNAL HOLANDÊS se inspirou para trazer dicas importantes de como enfrentar as variações bruscas de temperatura. A estação é quente e úmida e merece atenção especial dos criadores de Holandês. De olho no clima, é comum o aumento da mastite nos rebanhos bovinos. Saiba como prevenir, fique ligado nas nossas dicas na hora da ordenha e acompanhe as pesquisas sobre esse mal que pode causar muito prejuízo. É hora também de planejar a alimentação dos animais e o criador tem que ter em mente que ele é o único responsável pela obtenção de uma silagem boa ou ruim. O consultor em produção de silagem e produtor de leite, Luciano Ferreira Pereira traz importantes dicas, tira dúvidas e quebra mitos sobre a utilização dos inoculantes em forragens. O termo é meio estranho, mas importante para a saúde tanto do rebanho, quanto financeira

da propriedade. Atualmente, um dos grandes problemas que assombram as propriedades de leite é a qualificação da mão de obra, e pensando nesse grande desafio enfrentado pelos associados é que a Associação dos Criadores de Gado Holandês de Minas Gerais – ACGHMG gera oportunidades para gente nova conhecer melhor a lida do campo, saiba sobre os estágios monitorados pelos profissionais da Associação, aonde acadêmicos aproximam-se da prática. Fica aqui a convocação para os associados aproveitarem a oportunidade de confirmar o seu trabalho a nível nacional. Estão abertas as inscrições para o concurso Supremas e Nomeadas, veja o regulamento na nossa edição e aproveite a última oportunidade de premiação do ano de 2016. Participem! É grátis! Acompanhem a nossa agenda de eventos e tenham todos uma ótima leitura!

MINAS GERAIS CEP 36070-000

tel: (32) 4009-4300 www.gadoholandes.com CONSELHO DE ADMINISTRAçãO TRIÊNIO 2015/2017

conselho de AdministrAção Armando eduardo de lima menge gerson rodegheri leonardo moreira costa de souza makoto edison sekita marcelo elias rigueira mauro Antônio costa de Araújo rui da silva pinto Júnior

conselho FiscAl marcos Alves de souza marcus vinicius Borges de carvalho renato Jose laguardia de oliveira guilherme Alves de melo Franco (suplente) DIRETOR EXECUTIVO silvano carvalho Júnior silvano@gadoholandes.com

REPRESENTAçÕES REGIONAIS Nughoman - Núcleo dos Criadores de Gado Holandês da Mantiqueira Presidente - Jarbas de oliveira rua João Baptista scarpa, 666 cep 37464-000 - itanhandu - mg - (35) 3361-2404 Nughobar - Núcleo dos Criadores de Gado Holandês de Barbacena Avenida Amílcar savassi, s/n caixa postal 126 - cep 36200-000 - Barbacena - mg (32) 3332-8673

eXpediente Jornal Holandês

publicação oficial da Associação dos criadores de gado holandês de minas gerais - Acghmg Conheça a nossa publicação digital, acesse www.gadoholandes.com/jornal

AgendA 2017

REDAçãO: EQUIPE VALOR EDITORA

EXPOJOVEM 1 a 8/4 - Itanhandú - MG

GRUPO DE COMUNICAÇÃO

Projeto Gráfico e Editorial: equipe de criação da valor editora Edição e Diagramação: helô costa - mtb 00127/mg Editor de Fotografia: Wagner correa

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HOLaNdÊs NO FaCEbOOK facebook.com/aCGHMG HOLaNdÊs NO tWIttEr twitter.com/GadoHolandesMG

Revisão Linguística: professora mariza moura Colaboração: esther Figueiredo Atualização Web: gilberto Alves Contato Imprensa: editora.holandes@gmail.com Participe do jornal, envie sugestão de pautas, reclamações, agenda de eventos e deixe seus comentários, esse é o canal direto com o produtor: editora.holandes@gmail.com

HOLaNdÊs NO INstaGraN instagram.com/gadoholandes/ HOLaNdÊs NO FLICKr www.flickr.com/photos/holandesminas/

EXPOSIÇÃO DE BARBACENA 17 a 21/5 - Barbacena - MG MEGALEITE 28/6 a 1/7 - Belo Horizonte - MG AGROLEITE 15 a 19/8 - Castro - PR WORLD WINTER FAIR 03 a 12/11 - Toronto - Canadá


evite coBrAnçA indevidA

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O associado tem até o dia 20 de fevereiro para atualizar o seu plantel e evitar cobrança indevida É importante o associado sempre manter os dados da sua propriedade atualizados na Associação dos Criadores de Gado Holandês de Minas Gerais – ACGHMG. Um dos benefícios é evitar a cobrança indevida da taxa de manutenção de seu plantel. O prazo para envio das informações vai até o dia 15 de fevereiro para atualizar os dados e comunicar as baixas de seus animais por morte, venda, descarte, entre outros. O associado que tiver dúvida sobre a relação e situação dos animais que constam cadastrados na Associação Mineira pode solicitar ao setor de Registro Genea-

lógico as informações para que possa checar os animais vivos em sua propriedade e informar as devidas alterações. Mantenha sempre atualizado os dados da sua fazenda, isso trará benefícios para a sua propriedade no decorrer de todo o ano, entre eles: agilidade durante as visitas técnicas, em exposições e também na hora de realizar um bom negócio mostrando organização e clareza nas informações. A Associação Mineira conta com a participação de todos os seus associados. Mais informações: (32) 4009-4300 ou (32) 4009-4327 ou pelo e-mail srg2@gadoholandes.com

VANTAGENS NA ATuAlIZAÇ

ÃO DO PlANTEl

 Evita cobrança indevida  Agilidade durante as visi tas técnicas  Agilidade na hora de par ticipar de exposições Credibilidade para os com pradores mostrando organiza ção e clareza nas informações

Arquivo Acghmg

cAdAstro

Jornal Holandês Fevereiro de 2017


Jornal Holandês Fevereiro de 2017

concurso

prÊmio mÁXimo pArA o holAndÊs nAcionAl O tradicional concurso Supremas e Nomeadas comprova a excelência na criação da raça Após um ano participando de exposições pelo Brasil, trabalhando de forma séria e alcançando conquistas, chegou a hora dos expositores da raça Holandesa participarem a nível nacional do concurso Supremas e Nomeadas. Entrando na sua 21ª edição, o concurso é uma realização da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça Holandesa com o apoio de suas filiadas. Participam do concurso expositores de todo o Brasil que preencham os quesitos do regulamento. Segundo a Superintendente Técnica Substituta da ABCBRH, Bruna Schiefelbein, “o concurso Supremas e Nomeadas é uma ótima oportunidade dos expositores que tiveram animais premiados nas exposições ranqueadas de todo o Brasil terem seus animais em uma vitrine nacional”. Ela ressalta que não há nenhuma taxa de inscrição para participar do concurso e os animais serão escolhidos pelos

jurados do Colégio Brasileiro de Jurados de Pista - CBJP até o final de abril. A Associação dos Criadores de Gado Holandês de Minas Gerais – ACGHMG convida os associados para participarem do concurso. Segundo o Diretor Executivo da ACGHMG, Dr. Silvano Carvalho “o prêmio é um reconhecimento nacional tanto para o expositor, quanto para todo o rebanho”. As inscrições estão abertas até o dia 10 de março e referem-se à participação dos associados da raça Holandesa nas exposições do ano de 2016. Os julgamentos serão realizados pelos jurados do CBJP que irão avaliar até final de abril. Vale relembrar que muitos associados mineiros já foram agraciados com essa premiação máxima da Raça Holandesa. Ano passado, o destaque foi para o associado Mauro Antônio Costa de Araújo com a conquista da

INSCRIç ãO ATÉ 10 D E MARçO

Suprema Vaca Nacional, com o animal Meara Goldwyn Carly-TE. Vale ressaltar também a participação dos associados da Mineira Adahilton de Campos Bello, Aniceto Manuel Aires, Armando Eduardo de Lima Menge, Gustavo Gomes Fernandes e Outros, Luiz Fernando Pinto Monteiro de Barros, Marcio Maciel Leite, Mauro Antônio Costa de Araújo, Ricardo e Thiago Cipriano Pinto, Rui da Silva Pinto Junior e Outros, Sekita Agronegócios e Virgilio Pampanelli Neto, que conquistaram também importantes colocações. 41% dos animais indicados eram do Estado de Minas Gerais, comprovando que os mineiros são referência na criação da raça no Brasil. Associados da Mineira, participem! Vocês poderão ser os próximos a conquistarem um prêmio a nível nacional e uma importante valorização do seu rebanho. Mais informações : www.gadoholandes.com.br/ concurso-de-supremas-e-nomeadas-do-ano-20162017/

WAgner correA

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A Fazenda Barreiro Alto, do associado Mauro Antônio Costa de Araújo fez a Suprema Vaca Nacional do ano passado, com o animal Meara Goldwyn Carly-TE


NORMAS DO CONCuRSO 1. EXPOsIçÕEs raNquEadas As exposições Homologadas são aquelas realizadas atendendo as normas estabelecidas pelo CDT/ABCBRH e que tiveram no mínimo 50 animais julgados e de no mínimo 05 expositores participantes (Veja no site as Exposições Homologadas de 2016). 2. aNIMaIs Para PartICIPaçãO: As fêmeas que poderão participar do Concurso são aquelas que participaram de uma ou mais Exposições Ranqueadas do ano 2016, e obtido no mínimo, uma das classificações abaixo discriminadas: a. Campeã, Reservada campeã e ou terceira melhor classificada nos campeonatos por idade, por produção(vitalícia) e ou no Campeonato Vaca Nacional das exposições regionais ranqueadas; b. Até a sexta melhor classificada de cada campeonato por idade e as 3 (três) Melhores Vacas Nacionais das seguintes exposições: EXPOHOL, EXPOJOVEM, EXPOFRISIA/PR, EXPOLEITE/RS, EXPOLEITE/PR, EXPOINTER/RS, EXPHOMIG/MG. A observação referente à alínea acima, também será aplicada para a EXPOHOL. c. Expositor de fêmeas que no decorrer do ano 2016, participou com as mesmas fêmeas no campeonato novilha e de vaca, em virtude do parto, deverá optar e inscrever as candidatas em apenas um dos campeonatos de novilha ou da vaca. d. As Fêmeas inscritas no Supremas e Nomeadas 2016 em suas categorias e que foram, Campeãs, Reservadas e Terceiras Melhores classificadas nos Campeonatos Fêmea Jovem e Grande Campeonato de exposições ranqueadas, também participarão do Campeonato Supremas e Nomeadas Fêmea Jovem Nacional e Vaca Nacional. 3. PrOCEdIMENtOs Para INsCrIçãO Preencher os dados da ficha, que se encontra no site www.gadoholandes.com.br, e encaminhar a ABCBRH juntamente com uma fotografia da fêmea do ano da exposição de 2016 em que a fêmea participou, devidamente identificada no nome da imagem. A foto do animal deve ser em formato JPEG, em boa resolução e não deve apresentar identificações tais como faixas de premiações e outros adereços.

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4.PrazO O prazo para envio das inscrições: até 10 de março de 2017 Endereços de e-mail para enviar as fotos: Bruna Schiefelbein- bruna@gadoholandes.com.br José Ernesto Ferreira: nenetowf@hotmail.com Altamir Marques: altamir@gadoholandes.com.br Viviane Marques: diretoria@gadoholandes.com.br OBS: Não será necessário o envio das fotos por correio. 5. POdEr dE vEtO A Comissão de Seleção das Supremas e Nomeadas detém o poder para excluir do Concurso, se entender como incorreto ou prejudicial, as inscrições recebidas: Exposição Não Ranqueada; Exposições não regulares junto ao CBJP; inscrição fora do prazo; fotos inadequadas; Fotos maqueadas por scaneamento e outros quesitos considerados irregulares pela Comissão de Seleção. A sistemática operacional de seleção dos animais será definido pela Comissão de Seleção. Entende-se como a sistemática operacional: diálogo, manifestação de opiniões de um determinado jurado; pedidos de opiniões, sigilo entre os membros. Contudo, cada membro da Comissão de Seleção responsabilizar-se-á pelo seu veredicto que será levado ao conhecimento público. NOta IMPOrtaNtE Considerando que, somente as fêmeas classificadas no campeonatos (vide as classificações válidas acima) nas exposições ranqueadas poderão participar do Concurso de Supremas e Nomeadas, favor observar quanto às normas de ranqueamento se foi atendida pela exposição onde o seu animal obteve a classificação necessária.

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O associado Aniceto Manuel Aires também se destacou a nível nacional

Obs.:- CAMPEONATOS VÁLIDOS PARA O CONCURSO: Campeonato Bezerra Mirim, Campeonato Bezerra Menor, Campeonato Bezerra Júnior; Campeonato Bezerra Intermediária; Campeonato Bezerra Sênior; Campeonato Novilha Menor; Campeonato Novilha Júnior; Campeonato Novilha Intermediária; Campeonato Novilha Sênior; Campeonatos Fêmea Jovem Nacional; Campeonato 1 ano Parida; Campeonato 2 Anos Júnior; Campeonato 2 Anos Sênior; Campeonato 3 Anos Júnior; Campeonato 3 Anos Sênior; Campeonato 4 Anos; Campeonato 5 Anos; Campeonato Vaca Adulta; Campeonato Vaca Vitalícia e Campeonato Melhor Vaca Nacional.


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nutrição

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Para alcançar bons resultados na produção de leite, o produtor deve estar sempre atento a todo o processo de produção. A sazonalidade da produção e a qualidade das plantas forrageiras podem representar significante problema da atividade. Mas não desespere, para minimizar essa questão, é necessária a utilização de técnicas de conservação de forragens e é aí que nós entramos. O JORNAL HOLANDÊS conversou com o consultor em produção de silagem e produtor de leite, Luciano Ferreira Pereira que traz importantes dicas, tira dúvidas e quebra mitos sobre a utilização dos inoculantes em forragens. “A silagem é o único insumo que o produtor consegue fazer dá porteira para dentro. Se fizer bem feito reduz drasticamente os custos de produção, pois isto pode representar em torno de até 30% do custo final do leite”, comenta. Trabalhando há mais de 10 anos com inoculantes, Luciano ressalta que a sua utilização no exterior é indiscutível, todos usam esta grande ferramenta. “Tenha sempre em mente que fazer silagem é um dos poucos processos e investimentos que nós conseguimos produzir e aplicar da porteira para dentro, portanto a responsabilidade de ter uma silagem muito boa ou muito ruim é somente nossa!”, ressalta Luciano. Acompanhe a entrevista e saiba como utilizar da forma correta este recurso que contribuirá para a saúde do seu rebanho e também para a saúde financeira da sua fazenda.

“A responsabilidade de ter uma silagem muito boa ou muito ruim é só nossa!”

WAgner correA

dA porteirA pArA dentro


JOrNaL HOLaNdÊs: quais são as diferenças entre silagem, ensilagem e silo? LuCIaNO FErrEIra PErEIra: Silagem: Forragens conservadas através de fermentação lática, que a estabiliza biologicamente preservando ao máximo o seu valor. Ensilagem: o ato de ensilar, estocar e preservar o alimento durante a safra, podendo ser usadas várias forragens. Silo: Recipiente ou lugar onde se

estoca adequadamente as silagens. JH: O que são os inoculantes? LP: Os inoculantes de silagem são principalmente bactérias láticas, as quais produzem ácido lático. Ele é o responsável por baixar o pH da silagem e conferir estabilidade biológica com rapidez.

da glicose presente na forragem e produzem ácido lático que reduz o pH do produto ensilado preservando ao máximo possível de suas qualidades como alimento. JH: E quando aparece a utilização dos inoculantes? LP: Os primeiros inoculantes foram utilizados há mais de 60 anos.

JH: Como funciona? LP: As bactérias láticas se alimentam

JH: é caro?

LP: Não, um bom inoculante tem ótimo custo benefício, custa ao redor de R$3,50 por tonelada de silagem; os benefícios que eles trazem somente na preservação de energia, proteínas e matéria seca superam em muito este custo, o que na verdade é um ótimo investimento. Sabemos que uma silagem sem inoculante perde de 2,5 a 4,7 % de proteína e de 4,0 a 9,0% matéria seca. Veja na simulação abaixo o que acontece:

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CuSTO BENEFÍCIO DE uM BOM INOCulANTE Custo médio Produção milho/hec safra 2016/2017 =>

R$ 3.500,00

Custo médiode corte, carreto, compactação e lona p/hec =>

R$ 680,00

Custo médio por hec de material (milho) ensilado=>

R$ 4.180,00

Produção média de 50 ton/hec => (R$ 4.180,00 / 50 ton/hec) = R$ 83,60 por ton de silagem Uma (1) ton. De silagem com 35% de MS = 350 Kg de MS |R$ 83,60 / 350 kg MS = R$ 0, 239 por kg de MS Uma (1) ton. De silagem com 8% de PB = 80 Kg de PB |R$ 83,60 / 80 kg PB = R$ 1, 045 por Kg de PB MS 350 KG - 6,6% (perdas) = 22,7 kg (perda) X R$ 0,239 = R$ 5, 420 por ton de silagem PB 80 KG - 3,6 (perdas) = 2,88kg (perda) X R$ 1,045 = R$ 3, 009 por ton de silagem TOTAL EM R$ POR TON. DE SILAGEM SOMENTE COM PERDAS INVISÍVEIS A OLHO NÚ (R$ 8,429) CUSTO MÉDIO DO INOCULANTE POR TON. DE SILAGEM (R$ 3,50) FAÇA SUAS CONTAS !!!!

JH: quais são os seus benefícios? LP: Maior preservação de energia, proteínas e matéria seca; melhor palatabilidade o que resulta em maior consumo; menores perdas físicas de silagem; ausência de aminas tóxicas (que são produtos de fermentações malfeitas); maior consumo por animal/dia, resultando numa maior produção de leite, de sólidos e mais saúde para o rebanho.

JH: durante as estações do ano, como o produtor deve se programar para utilizar esse processo? LP: Ele fará silagem sempre que tiver forragem ou grãos para estocar; assim, o maior volume de produção acontece no verão, mas no Brasil, temos produção de silagens durante os 12 meses do ano graças às variações do clima e das forragens nas diferentes regiões. JH: quais as diferenças entre inoculante biológico e químico? LP: Os inoculantes, por definição, são materiais biológicos. Existem alguns aditivos químicos que estão sendo testados/utilizados para evitar a multiplicação de fungos e leveduras, que produzem álcool, especialmente na silagem de cana de açúcar; os mais testados são antifúngicos como o sorbato de potássio e o benzoato de sódio, mas não são inoculantes. JH: Há inoculantes específicos para cada material? LP: Sim. Na ensilagem de um volumoso onde a composição (MS especialmente) permite uma perfeita compactação, é suficiente utilizar bactérias láticas. Quando este volumoso (milho planta inteira, sorgo, capim) sabidamente não terá uma boa compactação porque foi pré-secado ou passou do ponto de corte ou ainda por qualquer outro motivo, será necessário prevenir a reprodução dos fungos; no nosso caso, adicionamos

às bactérias láticas, uma bactéria propiônica, produtora de ácido propiônico (que tem a maior ação fungistática entre os ácidos orgânicos de cadeia curta), capaz de trabalhar até pH 3,7-3,8 inibindo a formação de fungos. Esta mesma bactéria deverá sempre estar presente em todas as silagens de grão úmido e cana de açúcar. Obs: bactérias láticas homoláticas não dão estabilidade aeróbica (inibição de fungos e leveduras) porque fungos e leveduras somente se inativam a pH abaixo de 2,0; as láticas já se inativam a pH abaixo de 3,2. JH: Há algum inoculante melhor para o gado Holandês? LP: A função primeira de um inoculante é baixar o pH das silagens abaixo de 4,5 o mais rápido possível e assim conferir as vantagens citadas acima, que têm a ver com a qualidade,preservação e rendimento das silagens. Assim sendo, não me parece que haja uma distinção com respeito às raças que receberão a silagem. JH: quais são os pontos negativos? LP: Realmente, não vejo nenhum ponto negativo na utilização de inoculantes, muito pelo contrário. JH: Como é a sua utilização no exterior? LP: A utilização do inoculante no exterior é indiscutível, todos usam desta grande ferramenta. O modo de aplicar é basicamente igual a nossa: com bombas dosadoras. As diferenças estão nas contagens de bactérias por grama de silagem, quase sempre maiores no exterior do que muitas formulações utilizadas aqui. Também são facilmente percebidas as diferenças nas temperaturas de conservação dos inoculantes, pois por aqui alguns dizem que a conservação pode ser na temperatura ambiente o que não é verdade. E como já ouvimos várias vezes no exterior, “a necessidade de inoculação não se discute.”

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JH: quais são os aspectos fundamentais a serem observados para a obtenção máxima de seu resultado? LP: As bactérias láticas, quando secas, necessitam de baixas temperaturas para se manterem vivas; assim, ao escolher um inoculante na loja agropecuária, certifique-se de que o mesmo está conservado sob refrigeração, caso tenha sido produzido há mais de dois meses. Do contrário, é muito provável que a contagem de bactérias que consta nas garantias já seja menor. Dependendo da temperatura a que o inoculante esteve submetido, e ao tempo transcorrido, pode-se chegar a ter contagem “zero”; já vimos isso muitas vezes. Bactérias são seres e necessitam de alguns cuidados, como qualquer ser vivo. No caso de bactérias láticas secas (ainda embaladas), elas sobrevivem por mais tempo a baixas temperaturas. Quando hidratadas corretamente, isto é, em recipientes limpos com água limpa e sem cloro, estas bactérias vivem muito bem em temperatura ambiente desde que tenham alimento. A aplicação do inoculante deve ser uniforme, de maneira que as bactérias toquem toda a forragem: lembrar que esta é uma fermentação em meio solido (a forragem) e, portanto, não poderão dispersar-se sozinhas dentro do silo. Quando por qualquer motivo ao final do dia tivermos sobra de inoculante já diluído (calda) deveremos acrescentar a esta uma diluição de água e açúcar (200gaçúcar p/20 a 50 Lts/calda), isto vai fornecer alimento as bacté-

rias fazendo que elas permaneçam vivas até o dia seguinte, caso contrário morrerão. Ao escolher um inoculante, certifique-se, nas garantias, que a inoculação garantida por grama de silagem seja suficiente: recomenda-se um mínimo de 150.000 a 200.000 UFC/gr. Maiores contagens do que estas somente trazem maiores benefícios a silagem.


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JH: Enumere mitos sobre os inoculantes. LP: 1-Inoculante é dinheiro posto fora. 2-Inoculante piora a silagem. 3-Silagem de milho não precisa ser inoculada. 4- Todos os inoculantes são iguais.

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JH: O que o criador tem que ter sempre em mente na hora da escolha de determinados processos? LP: Que a sua meta será sempre, e em primeiro lugar, produzir a melhor forragem/silagem possível para seu rebanho, seja q uanto ao seu valor nutritivo

DICAS IMPORTANTES para os produtores de leite

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O uso de inoculantes bacterianos não irá substituir nenhuma das práticas tradicionalmente recomendadas ao bom manejo da ensilagem. A função do inoculante é garantir a melhor fermentação possível; e no caso da impossibilidade de uma perfeita compactação, é dar mais estabilidade aeróbica, o que de maneira nenhuma dispensa a melhor compactação possível. São muitas as normas de produção de silagem de qualidade, a utilização de inoculantes é somente uma delas.

(quanto melhor, maiores os lucros da fazenda), seja garantia da saúde do rebanho e da saúde financeira do produtor de leite ou carne. Tenha sempre em mente que fazer silagem é um dos poucos processos e investimentos que nós conseguimos produzir e aplicar da por-

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Sempre observe as boas práticas de produção de silagem abaixo. Ela será o alimento do seu rebanho por todo um ano.

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teira para dentro. Portanto, a responsabilidade de ter uma silagem muito boa ou muito ruim é só nossa! Quer ter mais informações sobre o assunto? Você poderá entrar em contato com o nosso entrevistado pelo telefone: 035 9 9827 3324

A qualidade da silagem, muitas vezes, é a diferença entre o lucro e o prejuízo na atividade.

Não leve terra para dentro do silo nos pneus dos tratores que fazem a compactação e puxam as forrageiras a serem ensiladas. A terra funciona como um inoculante dos clostrídios e coliformes, principais inimigos da silagem de qualidade. Os tratores de compactação só devem sair de dentro do silo no final da ensilagem. Caso tenham que sair do silo, seus pneus sejam devidamente limpos e lavados quando voltarem.


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Cuidado na altura do corte, as partes mais baixas das plantas (50 cm) têm muita terra e alta concentração de potássio o que é totalmente dispensável numa boa silagem. O potássio se torna mais lucrativo se incorporado a própria terra posteriormente.

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Grande atenção com o tamanho das partículas picadas, no caso de o milho nunca deixar passar grãos inteiros no material picado, estes grãos inteiros não são digeridos, portanto, não são aproveitados.

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Muito cuidado com o ponto de corte, devemos sempre procurar ter uma silagem por volta de 30 - 35% de matéria seca, dependendo se for milho farináceo ou não.


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Limpar muito bem os silos antes de dar início ao processo de ensilagem, retirando todas as sobras de silagem velha do ano anterior, no piso e nos barrancos laterais. Passe vassoura de bruxa antes de ensilar, pois as paredes possuem altíssima carga de fungos e bactérias indesejáveis. A limpeza com água oxigenada, ozônio ou amônia quaternária também é indicado.

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Cobrir o silo sempre com lonas novas e grossas (mínimo 200 micras) sempre nas horas mais frescas do dia para que a lona preserve sua capacidade de dilatação e retração evitando rompimentos em suas dobras. Uma camada de terra em cima da lona melhora muito a preservação da camada superior do silo com também na compactação e proteção da mesma. É bom que cubramos toda a lona sem deixar nenhuma parte exposta ao sol.

Retirar uma camada diária de no mínimo 20 cm largura de cima a baixo do silo, sem fazer buracos evitando a penetração de ar no material ensilado. Quando isto acontece a fermentação volta a existir e com isto as perdas ocorrem.

Correto

Errado


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Manter o silo sempre com a lona puxada em sua face de corte exceto nos momentos de retirada. Manter o piso do silo sempre limpo e sem sobras.

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Dimensione muito bem seus silos para que não haja falta ou excesso de silagem, os dois são prejudiciais, e para que você consiga retirar de 20 a 25 cm de corte todos os dias. Um metro cúbico de silagem pesa entre 450 a 500 kg. Uma vaca adulta consome por volta de 1,3 ton. De silagem/ano.

E por último, o que costumamos dizer:

Quem não dorme na hora de fazer silagem, dorme durante todo o ano.

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Fotos: AgÊnciA de notÍciAs emBrApA

sAÚde

de olho no climA O verão chegou e vale a atenção! O tempo quente e úmido favorece o aparecimento de mastite bovina

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Nesta época do ano é comum o aumento da mastite nas vacas leiteiras. O clima úmido e quente é propício para a proliferação de bactérias que causam a doença. De acordo com o pesquisador Luiz Francisco Zafalon, da Embrapa Pecuária Sudeste, neste período chuvoso, a dificuldade para controlar a higiene é maior. “A contaminação pode ocorrer quando o animal deita-se no pasto úmido ou na terra encharcada e com excesso de esterco. As bactérias presentes no ambiente entram pelo teto e inicia-se o processo inflamatório.

Durante a ordenha também é possível a transmissão das bactérias causadoras da mastite, de uma vaca para outra”, afirma Zafalon. A mastite é uma das doenças mais comuns nos rebanhos bovinos e pode afetar a qualidade do leite. A enfermidade causa inflamação na glândula mamária do animal, prejudicando a qualidade e a quantidade de leite produzido. A vaca infectada pode deixar de produzir até três litros de leite por dia. Quando o animal apresenta o quadro de mastite clínica, o produtor consegue

visualizar alterações no leite, além de inchaços e vermelhidão nos tetos. Já na subclínica, o animal não apresenta alterações no leite nem na glândula mamária. Mas sua prevalência é superior e pode se espalhar no rebanho, o que causa prejuízos econômicos e compromete a qualidade do leite e a saúde do animal. A mastite subclínica é responsável por aproximadamente 70% das perdas relacionadas a essa doença. Segundo o pesquisador, medidas para assegurar a qualidade e a segurança do leite devem ser iniciadas

ainda na fazenda com a adoção de boas práticas de produção. Orientações de manejo e de cuidados com a higiene podem evitar prejuízos. Por i s s o é i mp o r ta n te c o n s c i e n t i z a r o ordenhador e os produtores de leite, quanto aos procedimentos adequados de ordenha, incluindo as formas corretas de higienização e descontaminação do ambiente, do animal, do profissional e de todos os utensílios utilizados na ordenha. Nesta época de chuva, o cuidado com a higiene deve ser redobrado.


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PRODUTORES DEVEM ESTAR

SEMPRE ATENTOS

Produtores rurais que trabalham com pecuária leiteira devem estar sempre atentos à mastite. De acordo com a pesquisadora da Embrapa Rondônia, Juliana Dias, as perdas econômicas decorrem de vários fatores como: diminuição da produção, custos com mão de obra, honorários profissionais, gastos com medicamentos, morte ou descarte precoce de animais e queda na qualidade do produto final. Além das perdas, a infecção pode representar risco à saúde humana devido à eliminação de microrganismos e toxinas no leite consumido. A pesquisadora explica que a mastite é causada, principalmente, por bactérias, mas também podem ocorrer casos devido à infecção por fungos, algas e vírus. A doença pode se apresentar de duas formas. A forma clínica é caracterizada por alteração no leite, podendo ocorrer tambémanormalidades visíveis no úbere, como aumento de temperatura e edema. Já a forma subclínica é caracterizada pela ausência de alterações visíveis a olho nu. “A forma subclínica ocorre com mais frequência sendo responsável por cerca de 70% das perdas, e pode diminuir a produção de leite em até 45%”, informa Juliana.

CONtrOLE Para o controle da mastite, um conjunto de medidas pode ser aplicado junto ao rebanho, como a definição da situação da doença, a higiene e o conforto no local onde ficam os animais e o manejo adequado de ordenha. Os procedimentos que garantem esse manejo adequado são: realização do teste da caneca telada em todas as ordenhas para o diagnóstico de mastite clínica; realização do California Mastitis Test CMT a cada quinze dias para o diagnóstico da mastite subclínica; desinfecção dos tetos antes da ordenha; secagem

dos tetos com papel toalha; realização da ordenha manual ou colocação da ordenhadeira mecânica; desinfecção dos tetos após a ordenha e alimentação dos animais para que eles permaneçam em pé até o completo fechamento do esfíncter do teto. “Para evitar a transmissão da mastite, além do manejo de ordenha adequado, recomenda-se a implantação da linha de ordenha, utilizando como base o resultado do CMT. A linha é estruturada de forma que as vacas negativas sejam ordenhadas primeiramente. Em seguida, as vacas com mastite subclínica e, por último, os animais com mastite clínica”, explica Juliana. As medidas para o controle da doença também incluem o tratamento imediato dos casos clínicos com antibiótico. A indicação do medicamento deve ser feita por um técnico. O tratamento deve ser realizado por, no mínimo três dias. A pesquisadora observa que os animais que estão sendo tratados devem ser marcados e o leite deles descartado durante o tratamento, considerando o período de carência do produto descrito na bula, para evitar a presença de resíduos no leite do tanque ou latão. Outra medida é a limpeza e manutenção dos equipamentos de ordenha, sendo que esta última deve ser feita a cada seis meses, visando garantir a sanidade da glândula mamária. A lavagem do equipamento deve ser feita imediatamente após a ordenha seguindo as instruções do fabricante. Durante a secagem, o uso de antibióticos específicos em todos os quartos do animal é fundamental para o tratamento de casos subclínicos, adquiridos durante a lactação, e também para a prevenção de novas infecções durante o período seco. A recomendação é que o animal tratado seja acompanhado durante as duas primeiras semanas pós-tratamento.

De acordo com Juliana, devem ser separados e descartados os animais com mastite crônica não curada, devido à diminuição da capacidade produtiva do teto afetado e potencial fonte de infecção para os animais não infectados. MEdIdas Para evitar a ocorrência da mastite no rebanho, recomenda-se a análise do California Mastitis Test -CMT ou CCS, ou exame microbiológico do leite, dos animais a serem comprados. Células somáticas são células de defesa (predominantemente leucócitos) e células de descamação do epitélio mamário. “Em caso de mastite, existe um aumento das células somáticas no leite, o que é definido como indicador da infecção. O CMT é um teste feito a campo para diagnóstico da mastite, pois detecta a presença de células somáticas -CS no leite. O CCS, que é a contagem de células somáticas, é realizado em laboratórios oficiais da Rede Brasileira de Laboratórios de Qualidade do Leite RBQL, por isso é mais preciso e confiável e os valores são expressos em células por mL”, esclarece Juliana Dias. MONItOraMENtO O monitoramento da doença deve ser feito através da coleta sistemática de dados de CCS dos animais. Para os casos de mastite clínica devem ser registrados dados como: número do animal, duração do caso, dia, tratamento realizado e duração do tratamento. Além dessas informações individuais, é necessário o monitoramento dos dados do rebanho, como incidência de casos de mastite clínica e informações sobre CCS dos animais. “Nos animais em que a CCS está alta é indicada a realização da cultura microbiológica para a identificação do agente causador da infecção e, assim, estabelecer uma estratégia de controle mais eficaz”, finaliza a pesquisadora.

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NANOTECNOLOGIA UMA ARMA PARA TRATAR O PROBLEMA Um presente de grego para as bactérias causadoras da mastite em rebanhos leiteiros. Essa é a alegoria usada pela pesquisadora Vanessa Mosqueira para explicar como atua o antibiótico nanoestruturado, desenvolvido pela Embrapa em parceria com a Universidade Federal de Ouro Preto - Ufop. Mas, em vez de um enorme cavalo de madeira construído para esconder os guerreiros gregos que iriam invadir a cidade de Troia, a professora da Escola de Farmácia da Ufop e o pesquisador da Embrapa Gado de Leite Humberto Brandão construíram uma nanocápsula (partícula um bilhão de vezes menor do que o metro) para transportar moléculas de antibiótico numa viagem até o interior da célula. Nessa jornada pela glândula mamária, as moléculas travam a guerra

contra bactérias, como o Staphylococcus aureus, que causam a doença. A mastite, caracterizada pela inflamação da glândula mamária, é um dos maiores inimigos do pecuarista de leite em todo o mundo. Acredita-se que uma em cada quatro vacas apresente o problema pelo menos uma vez ao longo de sua vida produtiva. Embora o Brasil não possua números oficiais dos prejuízos causados pela doença, estima-se que o impacto alcance até 10% do faturamento das propriedades. O pesquisador da Embrapa Gado de Leite Guilherme Nunes de Souza avalia que, somente nos Estados Unidos, onde as estatísticas sobre a questão estão mais avançadas, a mastite provoque perdas anuais da ordem de dois bilhões de dólares por ano devido à redu-

ção na produção, ao descarte do leite e de animais e aos custos com medicamentos e honorários veterinários. Um inimigo tão forte carece de um oponente digno de tragédia grega. Para Brandão, esse oponente está na nanotecnologia, que tem revolucionado a farmacologia mundial, cuja aplicabilidade vai da indústria de cosméticos à produção de medicamentos. O resultado das pesquisas de Brandão e Mosqueira foi o desenvolvimento de nanoestruturas para tornar mais eficiente a ação dos antibióticos. O pesquisador explica que os medicamentos convencionais não conseguem atuar de forma ampla no combate aos agentes que provocam a mastite. Segundo ele, “durante o tratamento, as bactérias que estão fora

das células fagocitárias (células de defesa) costumam ser eliminadas, mas algumas sobrevivem à fagocitose e ficam protegidas do antibiótico no espaço intracelular. Quando a célula fagocitária morre, a bactéria que estava lá dentro fica livre e volta a se proliferar no interior do úbere da vaca, dificultando a cura dos animais tratados”. Isso explica por que essa inflamação é tão difícil de ser combatida. Segundo Nunes, a possibilidade de se eliminar o Staphylococcus aureus durante o período de lactação, via tratamento intramamário, gira em torno de 30%. Com o tratamento da vaca seca (início do período entre as lactações) é possível obter êxito de até 80%. “É difícil resolver o problema completamente”, afirma.


A PESQUISA A tecnologia do antibiótico nanoestruturado foi disponibilizada para a indústria farmacêutica em agosto de 2016, por meio de ‘chamamento público’, com o objetivo de buscar parceiros junto à iniciativa privada para desenvolvimento, produção e comercialização do medicamento. Essa é a última fase de uma pesquisa que teve início há quase dez anos e envolveu outras três Unidades da Embrapa (Pecuária Sudeste, Instrumentação e Caprinos e Ovinos), além da Rede Agronano, liderada pela Embrapa, e da Rede Mineira de Nanobiotecnologia (Nanobiomg-Fapemig). Desde o início dos estudos, cerca de três dezenas de pessoas entre pesquisadores, analistas, técnicos e estudantes de pós-graduação trabalharam no projeto. As pesquisas tiveram início em 2007, quando o médico-veterinário Humberto Brandão foi contratado pela Embrapa Gado de Leite para desenvolver estudos em nanotecnologia. Brandão investigou as expertises dessa Unidade da Embrapa, com sede em Juiz de Fora - MG, encontrando ali um grupo pré-instalado que atuava na área de qualidade do leite, com um importante histórico nos estudos sobre mastite. “Esse grupo, com um vasto conhecimento acumulado, foi fundamental para que orientássemos nossas ações para o tratamento da mastite”, relata. Em dezembro de 2010, com a tecnologia elaborada,foi feito o depósito da patente e tiveram início os estudos clínicos e de segurança do antibiótico nanoestruturado. Os resultados foram positivos. Em 2011,realizou-se o tratamento de mastite da primeira vaca no campo experimental da Embrapa Gado de Leite, em Coronel Pacheco (MG), por meio da nanotecnologia. A equipe acredita que tenha sido o primeiro bovino no mundo a receber essa terapia. Não houve efeitos adversos, nem se identificou resíduos químicos no leite. A mastite em ovelhas também foi alvo de experimentos, coordenados pelo pes-

quisador da Embrapa Pecuária Sudeste Luiz Zafalon. No tratamento da mastite subclínica, os resultados obtidos com a nova formulação apresentaram taxa de cura superior com a metade da dose do antibiótico da formulação convencional. “Em nossas pesquisas, o número de animais com o problema diminuiu e o medicamento demonstrou potencial para prevenir novas infecções sem que fossem observados efeitos adversos nos animais”, diz o pesquisador. COMO atua a NaNOEstrutura A diferença entre o tratamento convencional e a utilização de nanoestruturas está, basicamente, em como o medicamento é carreado no organismo. Em tese, nada muda em relação ao princípio ativo em si (o antibiótico), mas no seu transporte até as células. O antibiótico utilizado é a cloxacilina. A escolha do fármaco foi baseada em histórico prévio de resistência a antibióticos gerado pela Rede de Recursos Genéticos Microbianos da Embrapa (Rede Microbiana), que mantém um banco de germoplasma para estudos de aplicações no agronegócio. O antibiótico é encapsulado em uma nanopartícula menor do que a célula, um cavalo de Troia de dimensões infinitesimais, que fará sua odisseia pelo úbere da vaca, até chegar a compartimentos biológicos a que formulações farmacêuticas convencionais não têm acesso, como, por exemplo, o interior das células de defesa da glândula mamária. A partir daí, é feita a liberação controlada e direcionada do antibiótico diretamente no local onde o agente causador da doença fica protegido das formulações convencionais. “Por ser mais eficiente e utilizar de forma mais racional o antibiótico, a nanoestrutura dificulta a seleção de bactérias resistentes, aumentando a vida útil do fármaco”, diz Brandão. O medicamento foi desenvolvido para ser usado na terapia da vaca seca, a que é submetido

todo o rebanho, para o controle preventivo da mastite. Nesse caso, segundo Brandão, os resultados preliminares indicam que o medicamento não deixa resíduos no leite. Para os pesquisadores, a nanotecnologia vai ao encontro da terapia de precisão e é uma das áreas que mais avançarão nos próximos anos. “A técnica permite melhorar a ação dos fármacos tradicionais, por meio de uma liberação sustentada, diminuindo a necessidade de múltiplas aplicações”, afirma Brandão. Com a escolha da empresa parceira, que prosseguirá os estudos em escala industrial, as pesquisas com o antibiótico nanoestruturado da Embrapa entram em sua fase final. A expectativa é que o medicamento esteja no mercado em menos de cinco anos. Brandão acredita que os preços ao produtor serão compatíveis com os de fármacos convencionais. Mas o pesquisador esclarece que a nanotecnologia não substituirá os cuidados de manejo do rebanho para o controle e prevenção da doença.

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MaL-dO-CarOçO Outra experiência realizada com ovelhas visa tratar a linfadenite caseosa, conhecida pelos produtores como mal-do-caroço. “Essa é uma doença contagiosa que acomete pequenos ruminantes”, explica a pesquisadora Patrícia Yoshida, que está conduzindo os experimentos iniciais na Embrapa Caprinos e Ovinos. Causada por uma bactéria (Corynebacterium pseudotuberculosis), a patologia se caracteriza pela presença de abscessos (caroços) nos linfonodos (gânglios linfáticos) e órgãos internos, provocando prejuízos sanitários e econômicos. A linfadenite caseosa é de difícil controle, pois os medicamentos convencionais não atuam no interior da célula de defesa do animal, onde a bactéria se instala. No entanto, nos testes in vitro, o antibiótico nanoestruturado se mostrou menos tóxico com resultados promissores contra o patógeno.

A LEGISLAÇÃO brasileiros não deve ser superior a 500 mil células/ml de leite. Individualmente, 200 mil células/ml já são indicativo de que a vaca apresenta mastite subclínica. A legislação brasileira tem exigido uma redução gradual da contagem de células somáticas desde 2005. A partir de 2018, o Mapa exigirá que os valores de CCS sejam de, no máximo, 400 mil células/ml nos estados do centro-sul do País. No ano seguinte, os estados das regiões Norte e Nordeste deverão adotar o mesmo limite.

Evitar novas infecções e tratar as já estabelecidas deve ser a meta nas propriedades leiteiras. A analista da Embrapa Gado de Leite Letícia Mendonça diz que a mastite pode se dar de forma contagiosa. Quanto antes for diagnosticada e mais rápido forem tomadas as medidas de controle, tratamento e prevenção, menor serão as chances de propagação para outros animais. O controle da doença ocorre por meio de práticas de manejo corretas em que o produtor deverá estar atento.

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A inflamação da glândula mamária tem como consequência a redução da produção, o descarte prematuro da vaca e até a morte do animal. Além disso, interfere diretamente na qualidade do leite, que passa a ter um índice elevado de células somáticas, indicativo de que há mastite clínica ou subclínica no rebanho. A Instrução Normativa 62, do Ministério da Agricultura, Pecuária e A bastecimento - Mapa, define, atualmente, que a contagem de células somáticas - CCS nos rebanhos


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BOAS PRÁTICAS NA HORA DA ORDENHA 1 – Cheque se o local de ordenha está preparado para receber as vacas.

14 – Acople as teteiras ou, em caso de ordenha manual, ordenhe a vaca.

2 – Realize as ordenhas sempre nos mesmos horários.

15 – Ajuste bem as teteiras para prevenir entrada de ar.

3 – Conduza as vacas para o local de ordenha com calma, sem bater nos animais, nem correr e nem gritar.

16 – Se alguma vaca defecar ou urinar durante a ordenha utilize um rodo ou pá e empurre (ou puxe) os dejetos para a calha de drenagem. Lave o local apenas no intervalo entre as baterias de ordenha.

4 – Respeite a formação da linha de ordenha. Ordenhe primeiro as vacas em boas condições de saúde e deixe para o final as vacas com problemas. 5 – Acomode as vacas no local de ordenha, não grite, nem empurre ou bata nas vacas para que elas se posicionem. 6 – Se julgar necessário, amarre as pernas das vacas mais agitadas. Não utilize a corda para bater ou ameaçar o animal.

17 – Desligue o vácuo após cessar o fl uxo de leite e remova as teteiras. 18 – Realize a desinfecção dos tetos (pós-dipping). 19 – Nos casos de ordenha com bezerro ao pé, deixe-o junto com a mãe por pelo menos 20 minutos após a ordenha e faça o pós-dipping após a apartação. 20 – Libere as vacas da sala de ordenha calmamente.

7 – Tenha mais cuidado com novilhas recém-paridas e vacas mais reativas. 8 – Lave os tetos com água corrente somente quando estiverem sujos, não molhe o úbere. 9 – Faça a vaca perceber sua presença nesse momento, chame-a pelo nome, sinalize a sua presença antes de tocar em seu teto. 10 – Faça o teste da caneca de fundo preto para o diagnóstico de mastite clínica, cheque teto por teto. Se o teste der negativo continue a ordenha. No caso do resultado do teste ser positivo, transfi ra a vaca para a última bateria da linha de ordenha. 11 – No caso de ordenha com bezerro ao pé, libere o bezerro e deixe que ele mame um pouco em todos os tetos para estimular a descida do leite, afastando-o do úbere logo em seguida. Não puxe o bezerro pela cauda ou orelhas. 12 – Em ordenhas sem bezerro ao pé, realize o pré-dipping e aguarde 30 segundos para secar os tetos. 13 – Seque os tetos um a um, utilize papel toalha descartável.

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21 – Realize a limpeza das instalações e dos equipamentos imediatamente após a ordenha. 22 – Para a lavagem e desinfecção de equipamentos de ordenha mecanizada siga sempre as instruções do fabricante. 23 – Na ordenha manual, os baldes e os utensílios deverão ser lavados com água corrente e detergente. 24 – Após cada ordenha deixe as instalações e todos os equipamentos, materiais e utensílios preparados para o início da próxima. 25 – As aplicações de medicamentos e outros tratamentos, não devem ser feitos na sala de ordenha. Defi na um local adequado para esses tratamentos, com boas condições de segurança para os animais e para os responsáveis pelo trabalho. 26 – Forneça alimento para as vacas logo após elas saírem da sala de ordenha. Fonte: Boas Práticas de Manejo Funep


posse

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secretAriA de AgriculturA tem novo AdministrAdor

divulgAção seApA

Novo secretário é Pedro Claudio Coutinho Leitão que tem grande experiência em gestão pública Desenvolvimento Econômico (2012/2013), em Caratinga. É vice-Presidente de uma Rede de Ensino que mantém quatorze unidades de formação nos níveis Superior, Médio, Fundamental e de Educação Infantil nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Trabalha há mais de vinte anos pela interiorização do Ensino Superior de qualidade e amplo acesso à escola. O secretário Pedro Cláudio Coutinho Leitão disse que assumir a titularidade da pasta da agricultura mineira constitui “o maior desafio da sua vida” e que está “entusiasmado com essa nova missão”. Ele destacou a importância do setor para a economia do Estado. “Vamos aperfeiçoar os programas que já estão em andamento. E, para implementar novas ações, vamos primeiro ouvir o mais interessado, que é o produtor rural. Somos responsáveis, com o agronegócio, por quase 45% da balança comercial do Estado com as exportações. Isso significa que o setor deve ser valorizado, com a

ajuda de todos, para continuar sendo uma locomotiva do Estado”, disse Pedro Leitão. O secretário também ressaltou as ações para a pecuária de leite e o café. “Vamos avançar em programas que tem dado certo, como o Certifica Minas Café, apoiando o produtor na melhoria da qualidade, porque todos saem ganhando”, disse. Em relação à bovinocultura, Pedro Leitão falou sobre o aumento da industrialização. “Nós temos que fomentar mais laticínios no Estado, descentralizar esta estrutura, para que o produtor mineiro tenha confiança de que pode produzir. É um setor que movimentou, em 2016, R$ 46 bilhões”, afirmou. Pedro Leitão lembrou que o setor agropecuário em Minas está na contramão da crise, sendo um dos poucos que apresentou crescimento apesar do momento que o País atravessa. “O desafio é enorme mas nossa causa é maior ainda, e é preciso que gestores e colaboradores trabalhem juntos”, enfatiza Pedro. Fonte: Seapa

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A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais começou o ano com novidades. Tomou posse, no mês passado, o novo secretário da pasta, Pedro Claudio Coutinho Leitão. Natural do município mineiro de Caratinga, o novo secretário é proveniente de uma região de grande tradição de café e tem raiz familiar com a cultura do grão, sendo filho de cafeicultor. Possui graduação em Comunicação Social (1999) pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC e em Administração (1999) pelo Centro Universitário Newton Paiva; Mestrado Profissional em Administração (2002) pela Faculdade Pedro Leopoldo; e Doutorado em Ciências da Informação (2010) pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Pedro Claudio Coutinho Leitão tem destacada experiência em Gestão Pública. Atuou como Secretário Municipal de Educação (2009/2011) e como Secretário Municipal de Planejamento e


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UM GIRO DO HOLANDÊS DE MINAS

CAMPO MAIS QUALIFICADO

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A acadêmica Daniela Melo colocou em prática o que está aprendendo em sala de aula

Arquivo pessoAl


Como forma de incentivar a qualificação em campo, a Associação Mineira gera oportunidades de estágios Arquivo acghmg

Chefe de Processamento do Serviço de Controle Leiteiro e Gestão de Rebanho – SCL, Michelle Reis da Silva Mendes Corrêa orienta o estagiário Guilherme Moreira

técnicos, vou a campo e estou, sobretudo, sempre aprendendo”, comenta Dr. Diego. Para realizar o estágio na Associação Mineira é necessário que o discente esteja matriculado em alguma instituição de ensino, cursando técnico agrícola, agronomia, zootecnia ou medicina

veterinária, ter o seguro de vida em dia e a documentação de convênio entre as entidades. Ficou interessado? Basta entrar em contato por e-mail, enviar o seu currículo e aguardar que a entidade entrará em contato para marcar uma entrevista.

NA PRÁTICA No m ê s p a ssa d o , a a c a d êm i c a Daniela Melo aproveitou o período de férias para aprender, ou melhor, colocar em prática tudo que está vendo em sala de aula. Discente do curso de Zootecnia, ela foi estagiária na Associação Mineira e aproveitou a oportunidade para ir a campo e conhecer a Fazenda Santa Maria, do associado Marcus Vinicius Borges de Carvalho, em Juiz de Fora – MG. O Supervisor de Controle Leiteiro e Gestão de Rebanho, Damião Arrighi Condé que carrega na bagagem mais de 28 anos de experiência trabalhando em prol dos associados da Mineira, supervisionou durante dois dias Daniela, mostrando como é o seu dia a dia e todos os detalhes e importância do seu trabalho. Com o sonho de atuar no campo e trabalhar com cirurgia e melhoramento genético, o acadêmico Guilherme Melo Moreira que cursa Medicina Veterinária é atualmente estagiário na Associação. Devido aos horários de aula, seu estágio está voltado para o escritório e seu trabalho consiste em digitalizar as planilhas de Controle Leiteiro, comunicados de nascimento e cobertura. “Vejo as diferenças de produção das raças que a Associação Mineira faz o controle, e as variações de composição de cada raça, aprendo sobre cruzamento e a interpretar as qualidades de touros que vem mostrando no catálogo de venda de sêmen”, comenta Guilherme. Pela primeira vez ele teve contato com uma propriedade produtora de leite. A visita aconteceu na Fazenda do Porto, em Cordislandia – MG, do associado Luiz Roberto Monteiro Porto Junior e outros. Ele acompanhou o Coordenador Geral do Serviço de Controle Leiteiro e Gestão de Rebanho da ACGHMG e Médico Veterinário, Dr. Diego Charles de Almeida Santos em sua visita. “Achei muito interessante, gostei de ver o trabalho de campo; o Dr. Diego me esclareceu várias dúvidas e me explicou sobre morfologia, além de mostrar como é feita a coleta do material para exames de DNA. E o que mais me chamou a atenção foi conhecer a propriedade, os animais, ver uma fazenda de porte grande e o seu funcionamento. Foi mesmo muito impressionante acompanhar o trabalho da Associação e ver como ele é importante para a propriedade”, ressaltou Guilherme. Ele comenta que essa oportunidade é muito importante, pois aprende cada vez mais sobre bovinos, especificamente os leiteiros e da raça Holandesa, ele já gostava da raça e com essa experiência passou a gostar ainda mais. “Vejo os animais com outros olhos de quando entrei, não sei explicar isso direito, tento ver o potencial deles e como eu poderia melhorá-los”. Mais informações: secretaria@gadoholandes.com.br

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Qualificação é um dos grandes problemas enfrentados diariamente pelos produtores de leite. A Associação dos Criadores de Gado Holandês de Minas Gerais – ACGHMG, com o objetivo de sempre apoiar os associados, direta ou indiretamente, está presente em instituições de ensino, divulgando a importância dos trabalhos realizados pela entidade e, sobretudo, incentivando mentes jovens a trabalharem no campo. O corpo técnico da Associação Mineira é composto por profissionais qualificados. A entidade já gerou muitas oportunidades no mercado de trabalho para estagiários; inclusive em empresas internacionais de genética, nutrição, fazendas e até mesmo na própria Associação. Com o objetivo de aproximar cada vez mais os jovens das fazendas, a Associação Mineira disponibiliza estágios para discentes de cursos técnicos agrícolas, de agronomia, zootecnia ou medicina veterinária. O estágio mescla a teoria com a prática, sendo tudo acompanhado pelos profissionais da entidade. As atividades práticas abrangem Classificação Linear, Registro Genealógico e serviço de Controle Leiteiro Oficial, onde o estagiário acompanha os técnicos até as fazendas. Já na parte teórica, ele tem a oportunidade de acompanhar dentro da sede da Associação, como os serviços são processados. O Diretor Executivo da ACGHMG e Médico Veterinário, Dr. Silvano Carvalho Junior comenta que “esse contato com outros profissionais é importantíssimo para a formação acadêmica, é a hora de colocar em prática tudo que aprendeu em sala, além disso, o contato com os animais traz maior responsabilidade e emoção ao saber que com o nosso trabalho podemos fazer a diferença nas fazendas e como ele é importante para a continuidade da produção”. O estágio na ACGHMG não é remunerado e as despesas de viagens são de responsabilidade do estagiário; ao final das atividades ele recebe um certificado da Associação, totalizando as horas de estágio e toda documentação necessária para a comprovação das atividades desenvolvidas junto a instituição de ensino. O Coordenador Geral do Serviço de Controle Leiteiro e Gestão de Rebanho da ACGHMG e Médico Veterinário, Dr. Diego Charles de Almeida Santos ministrou no ano passado diversas palestras em importantes instituições de ensino e essas geraram vários estágios na Associação. “O campo possui uma enorme necessidade de mão de obra, e os estágios geram a oportunidade do aluno se preparar, além de ampliar os seus contatos. Quando estudava, fiz alguns estágios que abriram portas e hoje estou na Associação, gerencio uma equipe de


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palavra do leitor

notas

DARCI OTTO | Oeste do Paraná Pela primeira vez tive a oportunidade de conhecer o JORNAL HOLANDÊS e verifiquei que as matérias abordadas são de muita valia para mim. Sou produtor de leite, no Oeste do Paraná e atualmente possuo 80 vacas e faço também a recria das bezerras para reposição plantel. Mensagem enviada por e-mail. Joaquim Luiz de Carvalho | Andrelandia – MG “O JORNAL HOLANDÊS é excelente, passa muita informação importante. A entrevista sobre “Redução de custo é a bola da vez” foi muito boa e absorvi muita informação. Estou começando a criar Holandês e sempre acompanho a publicação”. A matéria faz parte do Especial Empreendedorismo, divulgada na edição de janeiro do Jornal Holandês. Lucas Assis | Zootecnista “Ficou ótima a matéria intitulada Redução de custo é a bola da vez!!! Parabéns a toda equipe pelo belo trabalho”. A matéria faz parte do Especial Empreendedorismo, divulgada na edição de janeiro do Jornal Holandês. Fenando Garcia | Entre Rios de Minas - MG “Estamos muito gratos com a oportunidade. Ficou ótima a matéria”. A entrevista intitulada “Brincando de olho no futuro” foi divulgada na edição de janeiro, do Jornal Holandês. A equipe do JORNAL HOLANDÊS agradece as manifestações e conta com todos os leitores para fazer a cada publicação uma edição mais rica.

lançamento de olho na produção nacional Os produtores de leite tem que ficar sempre atentos as variações do mercado, por isso é importante saber como anda a qualidade, o volume, o preço do leite pelo Brasil. Essas são algumas das várias informações fornecidas pelo MilkPoint Radar que é um serviço de compartilhamento de informações entre produtores de leite. Com acesso gratuito, através de um aplicativo para celulares ou no próprio website, por meio do computador, o aplicativo permite ao usuário comparar informações relativas a qualidade, volume, preços do leite vendido com os demais produtores de sua região e estado. Além disso, oferece notícias sobre o mercado de leite e estatísticas do setor. Pensando em facilitar o uso e aumentar a comodidade dos usuários, foi lançado, nesse mês, o novo site do MilkPoint Radar. A partir de agora o criador poderá inserir seus dados de forma mais fácil pelo novo site e ver os relatórios disponíveis de maneira mais clara e prática pelo seu computador. O novo layout visa facilitar o acesso aos dados e a apresentação das informações e contemplará tanto o website do MilkPoint Radar como aplicativos para celulares Android e iOS, que terão suas telas e imagens simplificadas para melhorar a experiência dos usuários com o sistema. O aplicativo está disponível para os sistemas Android e IOS e também pode ser acessado via web, no site www.milkpointradar.com.br.

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FALECIMENTO I A Associação dos Criadores de Gado Holandês de Minas Gerais – ACGHMG comunica o falecimento do ex-presidente da entidade, sr. Gabriel de Siqueira Lopes, no dia 19 de janeiro, em Lavras – MG. Ele presidiu a Associação durante dois mandatos, no período de 29 de março de 1989 a 30 de março de 1994. Aos 85 anos, sr. Gabriel deixa esposa e seis filhos. Criador e apaixonado pela raça Holandesa, foi um presidente muito ativo, com ações que marcaram a sua trajetória. Durante os seus dois mandatos ele revigorou a entidade com ações que são vistas até os dias de hoje. Vale ressaltar a informatização da Entidade, a ampliação da equipe com a contratação de novos e qualificados profissionais e a participação ativa de toda a família no dia a dia da Associação. A Associação Mineira e a equipe do Jornal Holandês se solidariza com os mais profundos sentimentos de pesar à toda família.

FALECIMENTO II A Associação dos Criadores de Gado Holandês de Minas Gerais – ACGHMG comunica o falecimento do associado, sr. Joaquim Augusto Ribeiro do Vale, criador de Holandês de Santa Rita do Sapucaí – MG. A Associação Mineira e a equipe do Jornal Holandês deixa os sinceros sentimentos à toda a família.


ARTIGO

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IMPORTÂNCIA DA RUMINAçãO PARA REBANHOS LEITEIROS MARCELO HENTZ Médico Veterinário – PhD

daram o efeito do consumo de matéria seca na ruminação de uma vaca e concluíram que uma queda de um quilo no consumo é associada a uma redução de 44 minutos na ruminação por dia de uma vaca. O controle da ruminação é voluntário e vacas param de ruminar quando estão em situações de desconforto e estresse como, por exemplo, falta de bem-estar ambiental, doença, sensação de dor, ansiedade mater na pós-par to, tratamentos do manejo sanitário, ou atividade excessiva durante o cio, proximidade do parto, necessidade de longas caminhadas ou reordenamento da hierarq uia quando da alteração de lotes de alimentação. Outras situações de estresse como superlotação de lotes, dificuldade de acesso aos bebedouros, maus tratos, camas mal dimensionadas, pasto ou piquete sem disponibilidade de sombra e água fresca, corredores com lama, pedregulho, entre outros, também terão efeitos negativos sobre o tempo de ruminação. Em condições de estresse a ruminação é, então, diminuída. Como efeito, a quantidade, digestibilidade e fragilidade da fibra e tamanho de partícula serão diferentes dependendo do ambiente em que o animal se encontra. Embora as pesquisas ainda sejam recentes, alguns dados mostram que se a ruminação de uma vaca for comprometida cronicamente em 10 a 20% devido à qualidade ruim de manejo, certamente o rúmen do animal estará comprometido e será mais exposto a problemas digestivos como acidose subclínica e baixa eficiência alimentar e poderá acarretar em baixa gordura no leite e problemas de casco. Vacas ruminam por aproximadamente 450 a 550

minutos por dia (aproximadamente 8 horas/dia) e uma diminuição nestes valores é certamente relacionada a algo negativo no ambiente e causará problemas no rúmen. A ruminação é um indicador extremamente sensível e responde a mudanças 12 a 24 horas antes que marcadores tradicionais, como depressão no consumo de matéria seca ou queda na produção de leite. Recentemente, medidores de ruminação foram disponibilizados para serem utilizados em fazendas comercias. Estes medidores podem ajudar os proprietários a: - Identificar animais em cio; - Detectar problemas metabólicos mais cedo como: mastite e problemas de casco; - Modificar o protocolo de vacas no pós-parto para evitar movimentação diária dos animais; - Modificar o processo de tomada de decisão para tratamentos e descartes. Por ser uma atividade fisiológica vital, a diminuição da ruminação deve ser considerada como um claro sinal que a vaca emite, quando em qualquer situação de anormalidade. Portanto, monitorar a ruminação de uma vaca é uma ferramenta de extrema importância, pois esta demonstra mudanças importantes que acontecem no ambiente do animal e certamente irá impactar na produção de leite. Fonte: Rehagro

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Ruminação é um comportamento inato de uma vaca de leite. Na ruminação o animal regurgita o bolo alimentar fibroso à boca, remastigando-o demoradamente de modo a propiciar maior fragmentação das partículas, o que favorece a ação dos microrganismos para o melhor aproveitamento do alimento no rúmen e propicia a passagem das partículas não digeridas para adiante no trato digestivo, exercendo um grande efeito sobre a capacidade de consumo. Portanto, a ruminação ajuda na digestão, diminuição do tamanho de partícula e passagem da digesta do rúmen para o intestino, o que ajuda no aumento do consumo de matéria seca. A ruminação também é essencial na secreção de saliva e tamponamento do rúmen. A saliva, com seu elevado poder tampão por ser rica em bicarbonato, é fundamental para a neutralização da acidez produzida pela fermentação dos alimentos no rúmen, de modo a diminuir o risco de acidose no rúmen. A acidose pode levar a queda no consumo, diminuição do teor de gordura do leite e consequentes problemas de casco. Quando as vacas estão ruminando, deitadas ou em pé, estão calmas e normalmente com a cabeça e olhos baixos. Entretanto, as vacas preferem ruminar enquanto estão deitadas. Portanto, qualquer manejo que impacte o tempo de descanso de uma vaca irá impactar o tempo de ruminação e, consequentemente, no consumo de matéria seca. A ruminação é positivamente relacionada ao tempo de alimentação e de consumo de matéria seca: após um período de alto consumo as vacas ficam mais tempo ruminando, geralmente com um pico de ruminação quatro horas após o consumo. Pesquisadores alemães estu-


Jornal Holandês Fevereiro de 2017

EVENTOS ENCONTROS | Triângulo Mineiro – MG O I Circuito Agropecuário da Emater-MG realizará até março 22 encontros técnicos gratuitos com o objetivo de levar aos produtores rurais informações sobre pecuária leiteira, cafeicultura, horticultura e produção de grãos. Os encontros são desenvolvidos pela regional de Uberlândia, no Triângulo Mineiro – MG. A iniciativa de promover o Circuito tem como objetivos divulgar novas tecnologias, levar informações técnicas para melhoria da produção e aumentar o número de famílias atendidas pela Emater-MG. “Esperamos levar informações técnicas de qualidade aos produtores para que eles possam melhorar a gestão da sua propriedade, obtendo maior retorno financeiro. Os encontros também serão um momento importante de troca de experiências”, diz o coordenador regional de Pecuária da Emater-MG de Uberlândia, Ademar Franco Guimarães. Para a realização do circuito, a Emater-MG conta com o apoio da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - Epamig, Sindicato Rural de Uberlândia, prefeituras, câmaras de vereadores, sindicatos e empresas privadas. Mais informações: (34) 3214-1752

AGENDA DOS EVENTOS FEVEREIRO

Cidade Data

Santa Vitória 10/02/17 Romaria 15/02/17

POSSE | Uberaba – MG A nova diretoria da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando toma posse no dia 10 de fevereiro, às 20 horas, no Parque Fernando Costa, em Uberaba – MG. A data marca a posse da diretoria, conselhos consultivos, fiscal e de representantes estaduais. O novo presidente é o agropecuarista na região do Triângulo Mineiro, Luiz Carlos Rodrigues, natural de Quirinópolis-GO, de 48 anos. Ele seleciona a raça Girolando desde 2009, na Fazenda Nova Terra, em Uberaba-MG, e também cria gado de corte. Na agricultura, trabalha com cana de açúcar, soja e milho em Uberaba e em Conquista-MG. Preside a Associação dos Empresários Canavieiros do Vale do Rio Grande - CanaVale, o Núcleo dos Empresários Canavieiros do Estado de Minas Gerais, além de ser diretor da Cooperativa do Triângulo e Alta Paranaíba - Cotrial e do Instituto Boa Fé, de apoio ao combate ao câncer. Mais informações e confirmação de presença: diretoria@girolando.com.br ou pelo telefone 33 3331 6000.

PALESTRA Para falar sobre o tema leite, alimento na medida certa, Marcio Atalla que é educador físico, especialista em nutrição estará em Belo Horizonte. A palestra acontecerá no dia 18 de fevereiro, 9 horas, no Ouro Minas Palace. Professor do quadro do Fantástico, Medida Certa, estimulou muita gente a ter uma vida saudável com a prática de exercícios e uma alimentação balanceada. Mais informações: www.bebamaisleite.com.br

Monte Carmelo 16/02/17 Cascalho Rico 17/02/17 Gurinhatã 24/02/17 Março Cidade Data Santa Juliana 07/03/17 Prata 08/03/17 Centralina 09/03/17 Monte Alegre 10/03/17 Tupaciguara 15/03/17 Uberlândia 16/03/17 Campina Verde 17/03/17

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CURSO | Igarapé – MG O Curso de Inseminação Artificial em Bovinos acontecerá entre os dias 20 e 24 de fevereiro, na Fazenda Experimental Professor Hélio Barbosa, em Igarapé-MG. As aulas são divididas entre teóricas e práticas e destinadas a estudantes e profissionais que atuam na bovinocultura de leite ou de corte, e que querem aprender sobre a técnica de inseminação artificial em bovinos. O curso abordará a Introdução sobre a técnica de Inseminação Artificial (IA); o Panorama da IA no Brasil e no Mundo; a Anatomia do aparelho reprodutor da fêmea bovina; Pré-requisitos para implantação e manutenção de um programa de IA: importância do inseminador, do proprietário e do médico veterinário, entre outros importantes assuntos sobre a área. O investimento para realização do curso é de R$605,00 que está incluso hospedagem, alimentação e material para as aulas teóricas e práticas. O valor para inscrição no curso deverá ser realizada pelo site http://conveniar.fepmvz.com.br/Eventos/ ou direto na fazenda por meio do telefone: (31) 3534-3708

CONGRESSO | Belo Horizonte – MG O Congresso Internacional de Nefrologia e Urologia Veterinárias – CINUV acontece nos dias 8, 9 e 10 de março, na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais, localizada na capital mineira. O congresso, que se propõe a ser o maior da área no cenário brasileiro, contará com 18 palestrantes, sendo três deles internacionais: David Polzin (Universidade de Minnesota, EUA), Cathy Langston (Universidade de Ohio, EUA) e Hervé Lefbvre (Universidade de Toulouse, França). O objetivo do evento é congregar pessoal da área de nefrologia e urologia veterinárias no primeiro encontro brasileiro que se destina exclusivamente ao tema, oferecendo conhecimento atualizado e diversificado. Além das palestras, o evento contará com mesas redondas, estandes e um colóquio internacional, no qual os palestrantes internacionais responderão dúvidas dos congressistas. O congresso é organizado pelo Colégio Brasileiro de Nefrologia e Urologia Veterinárias – CBNUV. Mais informações: http://cinuv.cbnuv.com.br


Super Rank CADERNO

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Este caderno é um oferecimento:

10 maiores produções individuais diárias por rebanho PRODUÇÕES INDIVIDUAIS DE ANIMAIS SUBMETIDOS AO CONTROLE OFICIAL AFERIDAS EM DEZEMBRO/2016 2 ORDENHAS PROPRIETÁRIO

MUNICIPIO

NOME DO ANIMAL

RAUL PINTO ITANHANDU LUCIA ODILA ROXOLOT GILBERTO CARVALHO ESTEVES JUIZ DE FORA BOLETA TEATRO J M MONTE ALVERNE RUI DA SILVA PINTO JUNIOR E OUTROS ITANHANDU SUZAMARA DELLIA LUANA HEFTY TE WLADIMIR ANTONIO PUGGINA ALFENAS S H A BARAUNA IOTA 2279 ANICETO MANUEL AIRES ANTONIO CARLOS A.M.A. WINDBROOK FRANDIXI 775 COLLEM CONSTRUTORA MOHALLEM LTDA RESSAQUINHA COLLEM INFRAROUGE SEARA CRISTOVAM EDSON LOBATO CAMPOS ANTONIO CARLOS DANCRIS ROMANA JUNEAU JARBAS DE OLIVEIRA JUNIOR VIRGINIA MORRO AGUDO TACA GOLDWYN BANDEIRA-TE AGRONELLI AGROINDUSTRIA LTDA UBERABA E.BELAVISTA PICADILLY MORTY 3788 ANTONIO MEGALE BRANDAO BORDA DA MATA AMB DENISE 802

NÚMERO COMP. REGISTRO RACIAL BX437362 PO 1758I 1/2 BX499530 PO BX438569 PO BX443282 PO BX452059 PO BX420661 PO BX438172 PO BX409610 PO BR1784979 PCOD

PRODUÇÃO DIÁRIA 56,0 52,8 51,2 50,7 50,3 49,6 47,0 47,0 45,8 45,5

DATA DO CONTROLE 01/12/2016 19/12/2016 02/12/2016 26/12/2016 05/12/2016 08/12/2016 06/12/2016 02/12/2016 08/12/2016 21/12/2016

NÚMERO COMP. REGISTRO RACIAL BX436674 PO BX456294 PO BR1586789 GC-01 SR32412 MEST BR1626725 GC-02 BX428047 PO BR1626405 GC-02 BX499860 PO BX446510 PO BR1587138 GC-02

PRODUÇÃO DIÁRIA 74,6 66,4 66,3 62,8 62,4 62,2 59,8 59,6 59,0 59,0

DATA DO CONTROLE 20/12/2016 20/12/2016 13/12/2016 21/12/2016 06/12/2016 15/12/2016 19/12/2016 12/12/2016 26/12/2016 02/12/2016

3 ORDENHAS PROPRIETÁRIO

MUNICIPIO

NOME DO ANIMAL

DJAIR BOSCATTI ITAPEVA BOSCATTI JACIARA BAXTER MARCUS VINICIUS BORGES DE CARVALHO JUIZ DE FORA MARVIN TERESA 1600 ALTATREASURE-TE SEKITA AGRONEGOCIOS RIO PARANAIBA SEKITA BOGOTA 1843 OLYMPIC AGROPECUARIA BARREIRO ALTO SETE LAGOAS BAL 1367 EVARISTO FRANCISCO MARQUES/LEANDRO S.MARQUES GUAXUPE EF & LS VALENCIA COPACABANA BAXTER DIRCEU DE MANCILHA ITANHANDU GALENA AMERICA COMANCHE ANTONIO DE PADUA MARTINS SAO JOAO BATISTA GLORIA LANDEMART KINGLY NAIR 20-11 1855 RAFAEL TADEU SIMOES POUSO ALEGRE RS RANCHO ALEGRE EDILUSA REESE 1310 MARCELO ELIAS RIGUEIRA MATOZINHOS POITARA BRUMA BRAXTON-TE MARCOS PAIVA FROTA E/OU PATRICIA N.P.FROTA CARMO DA CACHOEIRA FZ-BA EDNA 283 SHARKY

Melhores médias de produção por rebanho - Holandês Com a alteração das tabelas para divulgação de médias em 2 e 3 ordenhas, o rebanho que tiver encerramentos em 2 e 3 ordenhas no período referido poderá aparecer nas duas tabelas caso alcance médias entre as cinco melhores de cada categoria

MÉDIA DE REBANHOS REFERENTES AO PERÍODO

MÉDIA DE REBANHOS REFERENTES AO PERÍODO

dezembro de 2015 A novembro DE 2016 - 2 ORDENHAS

dezembro de 2015 A novembro DE 2016 - 3 ORDENHAS

PROPRIETÁRIO

PROPRIETÁRIO

MUNICÍPIO

LACTA. ENCERRA.

LEITE N. 305IA ORDEN.

TIPO CONTROLE

11.191 10.856 10.030 9.317 9.032

2X MENSAL 2X BIMESTRAL 2X BIMESTRAL 2X BIMESTRAL 2X BIMESTRAL

Rebanhos com 26 a 50 Vacas Encerradas 1 ANICETO MANUEL AIRES 2 JOSE AFONSO AMORIM 3 OTHON MARTINS DE SOUZA 4 JOSE RICARDO XAVIER 5 MARCOS ALMEIDA JUNQUEIRA REIS

ANTONIO CARLOS - MG PATROCINIO - MG SUMIDOURO - RJ ELOI MENDES - MG LEOPOLDINA - MG

38 37 27 30 27

11.607 8.789 8.727 8.595 8.160

2X BIMESTRAL 2X BIMESTRAL 2X MENSAL 2X BIMESTRAL 2X MENSAL

Rebanhos com 51 a 75 Vacas Encerradas 1 AGRONELLI AGROINDUSTRIA LTDA UBERABA - MG 68 2 CESAR G.BRITO E/OU SIOMARA S.G.BRITO TRES PONTAS - MG 55 3 MARCOS P. FROTA E/OU PATRICIA N.P.FROTA CARMO DA CACHOEIRA - MG 68 4 ANTONIO MEGALE BRANDAO BORDA DA MATA - MG 67 CARMO DO RIO CLARO - MG 74 5 GILBERTO VILELA OLIVEIRA

10.508 9.654 9.312 8.969 8.816

2X BIMESTRAL 2X BIMESTRAL 2X BIMESTRAL 2X MENSAL 2X BIMESTRAL

RESSAQUINHA - MG

85

9.986

2X

BIMESTRAL

Acima de 100 Vacas Encerradas 1 RAUL PINTO ITANHANDU - MG 113 10.711 2X MENSAL CARMO DO PARANAIBA - MG 102 10.051 2X BIMESTRAL 2 JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS CARMO DO PARANAIBA - MG 120 10.013 2X BIMESTRAL 3 EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA

1 ELCIO MENDES VILANOVA E SILVA CARMO DE MINAS - MG 2 DOUGLAS DE OLIVEIRA PEREIRA ALPINOPOLIS - MG 3 JOSE ENIO CARNEIRO MENDES ITANHANDU - MG 4 DORA NORREMOSE VIEIRA MARQUES CRUZILIA - MG 5 AGROPEC. E HORT. TERRA NOVA S/A CONTAGEM - MG

25 24 22 22 13

11.891 11.383 10.903 10.161 8.239

3X BIMESTRAL 3X BIMESTRAL 3X MENSAL 3X MENSAL 3X BIMESTRAL

Rebanhos com 26 a 50 Vacas Encerradas 1 DIRCEU DE MANCILHA ITANHANDU - MG 44 2 JOSE ADIR LOIOLA ESPIRITO SANTO DO DOURADO - MG 43 3 GERALDO VIOTTO TURVOLANDIA - MG 32 4 MARCELO ELIAS RIGUEIRA MATOZINHOS - MG 30 5 MAURO ANTONIO COSTA DE ARAUJO SETE LAGOAS - MG 40

13.907 13.496 11.799 11.707 10.882

3X MENSAL 3X BIMESTRAL 3X BIMESTRAL 3X MENSAL 3X MENSAL

Rebanhos com 51 a 75 Vacas Encerradas 1 AGROPECUARIA BOA FE LTDA 2 LEONARDO MOREIRA COSTA DE SOUZA 3 ARGEMIRO MAGALHAES NETTO

CONQUISTA - MG 54 ESTIVA - MG 56 SAO GONCALO DO SAPUCAI - MG 71

11.066 9.133 8.050

3X 3X 3X

BIMESTRAL BIMESTRAL BIMESTRAL

Rebanhos com 75 a 100 Vacas Encerradas 1 DJAIR BOSCATTI ITAPEVA - MG 2 MARIELLE CAMPOS LIMA ASSIS CARMO DE MINAS - MG 3 CAYUABA GENETICA & PECUARIA LTDA ENTRE RIOS DE MINAS - MG 4 MARCIO MACIEL LEITE CRUZILIA - MG 5 FABIO EUSTAQUIO SILVEIRA SAO GONCALO DO SAPUCAI - MG

89 77 94 94 80

13.054 12.017 11.959 11.024 10.621

3X MENSAL 3X MENSAL 3X MENSAL 3X MENSAL 3X BIMESTRAL

13.427 12.925 11.793 10.579 10.533

3X MENSAL 3X MENSAL 3X MENSAL 3X MENSAL 3X MENSAL

Acima de 100 Vacas Encerradas 1 ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE POUSO ALEGRE - MG 2 SEKITA AGRONEGOCIOS RIO PARANAIBA - MG 3 EVARISTO F. MARQUES/LEANDRO S.MARQUES GUAXUPE - MG 4 ANTONIO DE PADUA MARTINS SAO JOAO BATISTA GLORIA - MG 5 ROGERIO LUIZ SEIBT PRESIDENTE OLEGARIO - MG

163 998 107 112 286

Jornal Holandês Fevereiro de 2017

Rebanhos com 75 a 100 Vacas Encerradas 1 COLLEM CONSTRUTORA MOHALLEM LTDA

LACTA. LEITE N. TIPO ENCERRA. 305IA ORDEN. CONTROLE

Rebanhos com 10 a 25 Vacas Encerradas

Rebanhos com 10 a 25 Vacas Encerradas 1 SEKITA AGRONEGOCIOS RIO PARANAIBA - MG 16 2 ANIPIO PIRES BATISTA VICENTE SAO JOSE DE UBA - RJ 11 3 PEDRO HENRIQUE CHINAIT GURGEL E OUTROS CARMO DE MINAS - MG 10 4 GUSTAVO GOMES FERNANDES E OUTROS CONCEICAO DO RIO VERDE - MG 23 5 GERSON RODEGHERI BARBACENA - MG 15

MUNICÍPIO


Jornal Holandês Fevereiro de 2017

305 DIAS Nome Animal

passe credibilidade ao seus compradores.

lucro e confiança Registre o seu animal na Associação Mineira e

primeira divisão até 305 dias 2 ordenhas - PERÍODO 01/11/2016 A 30/11/2016 RAÇA: HOLANDES Registro

class

idade dias lact.

prod leite

prod gord.

% gord

prod prot.

% tit. prot.

proprietário

uf

nome do pai

1 ANO PARIDA

RECORDISTA ATUAL BRASILEIRA SULBRA’S DECREE MARICREIA 1725 BX462066 305 15293,9 382,0 401,5 ANIPIO PIRES BATISTA VICENTE 2016 SEKITA ATELLA 3451 LAVANGUARD-FIV BX462527 B+-81 01-10 305 9055,8 326,8 3,61 306,6 3,39 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG COMESTAR LAVANGUARD FAZ. ESPERANCA BONDADE ARMSTEAD 479 BR1684703 01-10 305 7921,0 352,5 4,45 234,9 2,97 LM JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG DIAMOND-OAK ARMSTEAD ET AGRONELLI 438 REGINALD BR1750570 B+-82 01-11 265 7901,7 276,6 3,50 265,3 3,36 LM AGRONELLI AGROINDUSTRIA LTDA MG REGANCREST REGINALD E.A.B. AUGUSTA DEGOLADA 560 BR1700819 B+-80 01-11 305 7217,0 241,2 3,34 235,3 3,26 -- EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA MG LADYS-MANOR AUGUSTA

2 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA E.A.B. AUGUSTA ZORAIDE 113 BR1652017 305 15970,5 800,0 443,7 EUDES ANSELMO DE ASSIS BRAGA 2012 AGRONELLI 715 TURQUIA SR40174 02-00 305 10731,3 315,1 2,94 341,0 3,18 LM AGRONELLI AGROINDUSTRIA LTDA MG COLLEM KINGLY TATIANA BX452084 02-05 305 8649,9 295,0 3,41 253,2 2,93 LM COLLEM CONSTRUTORA MOHALLEM LTDA MG LAJEANTE KINGLY AMB DISNEY 833 BR1785003 02-05 305 7910,7 240,5 3,04 252,0 3,19 -- ANTONIO MEGALE BRANDAO MG E.A.B. AUGUSTA DEBY 567 BR1721667 B+-81 02-01 305 7779,3 276,0 3,55 263,2 3,38 -- EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA MG LADYS-MANOR AUGUSTA

2 ANOS SENIOR

24

Controle Leiteiro Oficial Melhores Lactações por Classe

RECORDISTA ATUAL MINEIRA GALENA ETICA GARTER BX387671 305 14328,3 442,4 430,0 DIRCEU DE MANCILHA 2012 E.A.B. AUGUSTA COMPANHEIRA 431 BR1677469 B+-84 02-10 305 11015,9 303,4 2,75 327,7 2,98 LM EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA MG LADYS-MANOR AUGUSTA FAHES RUELA PATRICIA JERRICK BR1682916 02-09 305 9123,9 284,5 3,12 274,1 3,00 LM FABIO EUSTAQUIO SILVEIRA MG GILLETTE JERRICK FAZ. ESPERANCA SUEDE DANIELA 544 BR1696962 02-11 305 8876,6 259,4 2,92 288,8 3,25 -- JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG PARADISE-DND SUEDE-ET J.E.N. IPSY CLASSIC RED BB21386 MB-85 02-06 305 8609,5 215,0 2,50 278,0 3,23 -- ADAHILTON DE CAMPOS BELLO MG POOS STADEL CLASSIC

3 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA VERA CRUZ PROVINCIA BX246790 305 15502,0 590,0 439,0 VICENTE ANTONIO MARINS E FILHOS 2002 AMB CATARINA DAKOTA 1218 BR1677503 03-05 292 10999,4 322,2 2,93 334,9 3,05 LM ANTONIO MEGALE BRANDAO MG CREEK BWMARSHALL DAKOTA ET TRUE TYPE 9928 IOTA BR1661873 B+-83 03-03 305 10678,8 309,9 2,90 342,9 3,21 LM AGRONELLI AGROINDUSTRIA LTDA MG REGANCREST ALTAIOTA-ET E.A.B. AUGUSTA CORALLINA 415 BR1677488 MB-85 03-00 305 9777,0 276,2 2,82 295,7 3,02 LM EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA MG LADYS-MANOR AUGUSTA GVO CHUPETA OUTBOND TE BX453233 MB-85 03-01 305 9529,0 294,1 3,09 283,4 2,97 LM GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG SCHILLDALE OUTBOUND

3 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA AVANI PETECA GOLD DUSTER BX251440 305 15532,0 533,0 COLLEM CONSTRUTORA MOHALLEM LTDA 2000 FAZ. ESPERANCA ROSADA 518 BR1672939 03-10 305 11976,7 356,4 2,98 370,6 3,09 LE JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG VAM DONDOCA DONNA LU IOTA BX433428 03-10 305 10691,2 425,5 3,98 329,6 3,08 LM ANTONIO AUGUSTO MARINS E IRMAOS MG REGANCREST ALTAIOTA-ET E.A.B. WILDMAN BETTY 323-TE BX435451 B+-82 03-11 305 10266,8 289,6 2,82 377,3 3,67 LM EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA MG LADYS-MANOR WILDMAN ET AMB CELIA 812 BR1784986 03-08 282 9451,5 269,9 2,86 275,1 2,91 -- ANTONIO MEGALE BRANDAO MG

4 ANOS JUNIOR

4 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA SANTA PAULA IVINA DAZZLER BX345332 305 15664,0 475,8 438,1 SIDNEY NERY 2008 FAZ. ESPERANCA PETRA SR38538 04-05 305 12717,0 406,4 3,20 401,8 3,16 LM JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG FZ-BA FAGULHA 322 ARMY BR1645598 MB-85 04-00 305 10962,1 392,4 3,58 346,7 3,16 LM MARCOS PAIVA FROTA E/OU PATRICIA N.P.FROTA MG CO-OP JET STREAM ARMY-ET GVO BATUCADA FEVER-TE BX431861 MB-85 04-00 305 10766,7 301,5 2,80 315,0 2,93 LM GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG CRACKHOLM FEVER VERA CRUZ RIQUESA DORNE BX436670 04-03 248 7578,4 237,0 3,13 224,9 2,97 -- AMAURI ANDRADE PEREIRA MG CREEK DORNE-ET RECORDISTA ATUAL MINEIRA GALENA NAZARETH SHARKY BX393242 305 15812,9 436,8 429,1 DIRCEU DE MANCILHA 2015 FAZ. ESPERANCA MULATINHA 413 BR1672901 04-10 305 14553,3 520,7 3,58 457,2 3,14 LM JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG GVO BABA BAXTER-TE BX431845 B+-81 04-09 305 10362,7 350,1 3,38 336,9 3,25 LM GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG EMERALD-ACR-SA T-BAXTER FAZ. ESPERANCA JANGADA FINI WILDMAN 470 BR1684697 04-06 282 7494,6 254,2 3,39 247,6 3,30 -- JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG FINI WILDMAN 1 (626) J.M.A. ITABUNA JUNEAU 478 BX426552 04-06 305 7268,1 207,1 2,85 221,4 3,05 -- AGRO PECUARIA JM LTDA MG RONLAND JUNEAU

5 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA JARDIM GENUINA BX208241 305 17189,2 400,9 529,4 ANDRE LUIS MOREIRA DE ANDRADE E OUTRA 2002 FAZ. ESPERANCA MARITACA 15 BR1672806 05-08 305 11404,3 338,7 2,97 340,7 2,99 LM JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG OITICICA BAXTER LISBOA-TE BX406867 B+-84 05-09 305 11389,0 353,9 3,11 364,7 3,20 LM ALMIR PINTO REIS MG EMERALD-ACR-SA T-BAXTER ALANA SHOTTLE SANDY-FIV BX421738 MB-85 05-09 305 10242,2 314,9 3,07 317,0 3,09 LM ALMIR PINTO REIS MG PICSTON SHOTTLE-ET E.BELAVISTA BIALY FINAL CUT 3704 BX404737 B+-84 05-09 305 9508,6 304,6 3,20 310,6 3,27 LM AGRONELLI AGROINDUSTRIA LTDA MG GILLETTE FINAL CUT ET

6 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA CRUZILIA RENDILHA JOE BX317348 305 18062,7 821,0 535,0 MAURILIO FERREIRA MACIEL 2010 VAM PRICIA JAYZ-TE BX404546 MB-86 06-02 305 10280,4 339,3 3,30 327,2 3,18 LM ANTONIO AUGUSTO MARINS E IRMAOS MG HORNLAND JAYZ-ET VAM TURQUIA WILDMAN-TE BX404544 B+-83 06-05 305 9981,5 299,4 3,00 311,3 3,12 -- ANTONIO AUGUSTO MARINS E IRMAOS MG LADYS-MANOR WILDMAN ET SANTOS REIS TOYSTORY GRACA BX397745 MB-85 06-07 305 9546,3 275,7 2,89 299,9 3,14 -- ALMIR PINTO REIS MG JENNY-LOU MRSHL TOYSTORY ET CAMPOLAT PARAMOUNT VALENTINA 2624 BX394303 MB-86 06-00 305 9124,6 284,1 3,11 275,2 3,02 -- GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG DELTA PARAMOUNT

7 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA GENOVA GOLD BELL DE SANTA PAULA BR1048927 305 17110,0 340,0 SIDNEY NERY 1999 SANTOS REIS MARCUS ROSELAINE BX389705 B+-81 07-00 305 8786,6 238,7 2,72 278,3 3,17 -- ALMIR PINTO REIS MG REGANCREST-HHF MARCUS ET ONDA SUL MORGANA BR1599498 B+-83 07-07 305 7850,4 276,1 3,52 253,2 3,22 -- LUCIANO PIMENTA C. PERES E/OU ROGERIO P.PERES MG VERA CRUZ PELUCIA DEVOTED BX399235 07-02 144 5516,1 159,5 2,89 155,0 2,81 -- AMAURI ANDRADE PEREIRA MG FAR-O-LA DEVOTED ET

ADULTA JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA BEATRIZ ECILA BR1015226 304 16404,0 669,0 NILSON GONCALVES PEREIRA 1999 FAHES MAIRA KIBELA MOTEL BR1512281 B+-83 08-04 277 8650,5 215,2 2,49 262,0 3,03 -- FABIO EUSTAQUIO SILVEIRA MG MR MOTEL ET CAMPOLAT TOUCHDOWN SANY 2145 BX363065 EX-91 09-02 305 8216,3 287,9 3,50 238,7 2,90 -- GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG RICECREST TOUCHDOWN-ET DEMA OPERA BR1721510 08-04 299 6400,6 213,1 3,33 195,2 3,05 -- GERSON RODEGHERI MG S H A SAGAZ NAJE 340 BR1524336 B -79 08-01 216 2988,7 95,0 3,18 93,5 3,13 -- WLADIMIR ANTONIO PUGGINA MG S H A NAJE RUDOLPH 27-TE

ADULTA SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA DOUTORA ENCHANT RILENE J.C. BR1049810 305 15658,3 542,6 397,9 SIDNEY NERY 2004 C.S.C.S. LISETE LEADER 368 BR1456981 B -77 10-01 305 8547,2 236,0 2,76 255,2 2,99 -- CESAR GARCIA BRITO E/OU SIOMARA S.G.BRITO MG COMESTAR LEADER-ET PARAISO ARVIKA ROBURKE MEMORY LB409 04-02 305 0,0 0,0 0,0 -- FAZ.JACUBA LTDA MG HOMO WIS BURKE MEMOREY

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primeira divisão até 305 dias 3 ordenhas - PERÍODO 01/11/2016 A 30/11/2016 RAÇA: HOLANDES Registro

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idade dias lact.

prod leite

prod gord.

% gord

prod prot.

% tit. prot.

proprietário

uf

nome do pai

1 ANO PARIDA

RECORDISTA ATUAL MINEIRA EF & LS COPACABANA WILDMAN BR1544771 305 15996,8 405,1 460,3 EVARISTO FRANCISCO MARQUES/LEANDRO S.MARQUES 2012 MENGE STANLEYCUP C2300-TE BX469836 MB-85 01-11 305 13852,6 416,1 3,00 404,6 2,92 -- ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG GILLETTE STANLEYCUP MENGE PLANET C2316-FIV BX471612 01-11 284 12623,6 329,3 2,61 375,1 2,97 LE ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG ENSENADA TABOO PLANET-ET SEKITA HELAINE 3925 JORDAN BR1715530 B+-81 01-11 305 12559,9 419,4 3,34 355,9 2,83 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG GILLETTE JORDAN SEKITA HACER 3949 BOOKEM BX471585 B+-83 01-10 305 12472,6 401,1 3,22 393,8 3,16 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG DE-SU 521 BOOKEM-ET

2 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA EF & LS LILIANA TOYSTORY BX404701 305 15482,9 475,2 489,7 EVARISTO FRANCISCO MARQUES/LEANDRO S.MARQUES 2 011 SEKITA DONATELLA 3754 BRAXTON-FIV BX466920 B+-83 02-02 305 13101,1 466,3 3,56 391,4 2,99 LE SEKITA AGRONEGOCIOS MG REGANCREST S BRAXTON-ET MENGE LAVANGUARD B2285-FIV BX468393 B+-84 02-01 305 12891,4 360,4 2,80 386,8 3,00 LE ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG COMESTAR LAVANGUARD MENGE PICOLO RED B 2120 BB21387 02-04 305 12659,9 361,9 2,86 362,8 2,87 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG LA PRESENTATION PICOLO RED MENGE STANLEYCUP C2292-TE BX469830 MB-85 02-00 282 12358,3 360,9 2,92 375,6 3,04 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG GILLETTE STANLEYCUP

2 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA MENGE WINDBROOK A 1905-FIV BX446826 305 16965,0 558,4 564,3 ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE 2016 SEKITA ATALA 3250 JERRICK BR1686729 B -78 02-10 288 12414,6 447,8 3,61 385,8 3,11 LE SEKITA AGRONEGOCIOS MG GILLETTE JERRICK MENGE ATWOOD A 2030 FIV BX453193 MB-85 02-11 305 12351,6 357,8 2,90 383,9 3,11 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG MAPLE-DOWNS-I G W ATWOOD-ET SEKITA DARIA 3204 FEVER BR1686562 02-11 285 12116,1 457,5 3,78 358,3 2,96 LE SEKITA AGRONEGOCIOS MG CRACKHOLM FEVER SEKITA BIANCA 3515 LAVANGUARD BR1700585 B+-82 02-07 289 11751,8 405,9 3,45 359,9 3,06 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG COMESTAR LAVANGUARD

3 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA J.E.N. CONDESSA BOLTON-TE BX381065 305 18335,3 391,2 553,8 ELLOS JOSE NOLLI 2012 MENGE WINDBROOK AMORA A 2033-FIV BX448997 MB-88 03-05 305 14558,2 381,3 2,62 473,4 3,25 -- ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG GILLETTE WINDBROOK SEKITA GIOCONDA 3123 ALEXANDER-FIV BX448916 B+-81 03-01 305 14517,1 527,2 3,63 446,0 3,07 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG GOLDEN-OAKS ST ALEXANDER-ET SEKITA CALINE 2881 BERTIL-FIV BX446428 03-00 305 14443,1 507,1 3,51 442,2 3,06 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG BEEKMANSHOEVE BERTIL MENGE BRADNICK A2021 BR1681475 MB-87 03-01 305 13643,5 373,7 2,74 421,3 3,09 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG REGANCREST-GV S BRADNICK-ET

3 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA VALE DO MILK’ DELICADA II BR1271165 305 19947,0 612,0 241,0 VINICIUS DA SILVA SALGADO 2000 MENGE WINDBROOK A1838-FIV BX439427 MB-87 03-07 305 14921,4 420,1 2,82 469,8 3,15 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG GILLETTE WINDBROOK SEKITA ACACIA 2758 KENETH BX521994 MB-85 03-07 305 14636,7 575,9 3,93 480,6 3,28 LE SEKITA AGRONEGOCIOS MG MONUMENT KENETH-ET SEKITA SERIA SHOTTLE 2705 BX492484 B+-81 03-10 288 13547,6 513,6 3,79 427,8 3,16 LE SEKITA AGRONEGOCIOS MG PICSTON SHOTTLE-ET ALFY CAYUABA SHAMPOO GIZE BX436636 B+-84 03-06 305 12913,1 372,6 2,89 415,7 3,22 LM CAYUABA GENETICA & PECUARIA LTDA MG PINE-TREE MARTHA SHAMPOO-ET

4 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA C.A.A. JESSICA BR1449849 305 19204,6 592,2 533,3 CARLOS ALBERTO ADAO 2009 MENGE FEVER Z 1772 BX435366 MB-87 04-00 305 17916,5 579,1 3,23 541,8 3,02 LE ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG CRACKHOLM FEVER MENGE OUTBOUND Z 1703 BX429522 EX-90 04-04 305 14992,8 450,6 3,01 439,5 2,93 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG SCHILLDALE OUTBOUND SEKITA JUSTA 2026 PARAMOUNT BX490042 B+-80 04-02 305 14981,1 502,5 3,35 462,8 3,09 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG DELTA PARAMOUNT MEARA GOLDWYN CARLY-TE BX428157 EX-91 04-04 305 14306,9 414,5 2,90 399,0 2,79 LM MAURO ANTONIO COSTA DE ARAUJO MG BRAEDALE GOLDWYN

4 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA J.E.N. BUENA SORTE JEROM RED-TE BR1480978 305 19250,5 301,3 518,4 ELLOS JOSE NOLLI 2012 SEKITA KONKA 1920 BERTIL BR1600838 MB-85 04-09 305 15771,2 569,2 3,61 484,3 3,07 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG BEEKMANSHOEVE BERTIL ALFY CAYUABA CAMBY II FADA BX422974 B+-81 04-09 305 14271,3 364,8 2,56 419,4 2,94 LM CAYUABA GENETICA & PECUARIA LTDA MG ALFY CAYUABA BILLION CAMBY II-TE SEKITA ELIKA 1948 BERTIL BR1600853 B+-80 04-11 305 13761,1 511,5 3,72 448,4 3,26 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG BEEKMANSHOEVE BERTIL S H A YATI MAC 781 BX420587 B+-81 04-07 305 13439,3 396,4 2,95 346,6 2,58 LM WLADIMIR ANTONIO PUGGINA MG REGANCREST-HHF MAC ET

5 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA C.A.A. AMERICA BR1449851 305 21605,7 519,4 609,1 CARLOS ALBERTO ADAO 2007 MENGE SHAQUILLE XALANA 1577 BX418921 B+-84 05-03 305 13890,9 382,7 2,75 408,5 2,94 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG DESLACS SHAQUILLE SEKITA FRANCISCA 1622 OLYMPIC BX492471 MB-85 05-01 305 12970,3 462,3 3,56 380,6 2,93 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG DELTA OLYMPIC BARRETO BRUXELLAS 3619 BR1653384 05-01 293 12340,0 401,8 3,26 366,6 2,97 LM AGROPECUARIA BOA FE LTDA MG RS RANCHO ALEGRE CARABINA MORTY 1085 BR1610873 MB-86 05-00 305 12100,4 472,5 3,91 405,4 3,35 LM RAFAEL TADEU SIMOES MG STOUDER MORTY-ET

6 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA C.A.A. LILIAN LUKE BR1452387 305 18311,4 522,5 507,1 CARLOS ALBERTO ADAO 2009 LIMASSIS RUANDA IARA CANVAS BR1584030 B -77 06-06 305 12411,4 321,8 2,59 376,4 3,03 -- MARIELLE CAMPOS LIMA ASSIS MG DELTA CANVAS RIVELLI SPIRTE DEBORA 345 BR1580831 B -76 06-01 305 11630,0 366,0 3,15 336,1 2,89 LM CARLOS FABIO NOGUEIRA RIVELLI E OUTRO MG CEDARWAL SPIRTE RIVELLI SPIRTE DANDALA 0356 BR1557080 B -79 06-01 305 11138,7 438,6 3,94 389,3 3,50 LM CARLOS FABIO NOGUEIRA RIVELLI E OUTRO MG CEDARWAL SPIRTE RS RANCHO ALEGRE VALERIA 604 BR1573927 06-11 305 10682,1 341,1 3,19 298,5 2,79 LM RAFAEL TADEU SIMOES MG

7 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA SANTOS REIS CHARISMA GRAYCE BX303469 305 17410,1 473,0 492,0 ALTAIR DA SILVA REIS 2010 SEKITA REVALINA 751 BR1544034 07-07 305 14478,9 546,8 3,78 421,8 2,91 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG ABF CARONA 3133 BR1569171 07-01 305 12569,8 414,3 3,30 362,3 2,88 LM AGROPECUARIA BOA FE LTDA MG MENGE SNOWMAN UCLA 1286 BX391747 EX-90 07-04 305 12466,9 356,0 2,86 375,3 3,01 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG RAYPEL SNOWMAN RIVELLI TOYSTORY CHALANA 0309 BR1565766 07-05 305 10363,7 279,8 2,70 311,2 3,00 -- CARLOS FABIO NOGUEIRA RIVELLI E OUTRO MG JENNY-LOU MRSHL TOYSTORY ET

ADULTA JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA MARIA’S MORENA PRELUDE-TE BX192263 305 15723,7 526,7 462,2 ELY BONINI GARCIA 2003 VANUSA DA CAMPESTRE SR29212 08-07 305 9235,4 318,8 3,45 285,9 3,10 -- MIGUEL DE PAULA MACHADO RJ MENGE MORTY SAMAMBAIA 1018-TE BX364305 B+-84 09-10 287 8900,0 240,7 2,70 246,6 2,77 -- ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG STOUDER MORTY-ET DUX ATENAS 0113 BR1785686 B -76 08-03 264 6022,3 197,8 3,28 186,2 3,09 -- CURCIO E FILHOS MG SGM ROMANA BR1576708 08-06 113 4066,9 97,6 2,40 104,5 2,57 -- CARLOS ALBERTO MENDES MANCILHA MG

ADULTA SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA C.A.A. LAGOA BR1449850 305 18353,5 550,9 482,2 CARLOS ALBERTO ADAO 2008 RIVELLI 0819 SR43901 15-11 161 5207,3 157,8 3,03 170,8 3,28 -- CARLOS FABIO NOGUEIRA RIVELLI E OUTRO MG RIVELLI 0832 SR43902 16-00 150 4662,7 129,6 2,78 130,0 2,79 -- CARLOS FABIO NOGUEIRA RIVELLI E OUTRO MG RIVELLI 823 SR45111 16-01 105 3276,8 86,6 2,64 81,3 2,48 -- CARLOS FABIO NOGUEIRA RIVELLI E OUTRO MG RIVELLI 839 SR45112 16-01 109 2928,7 79,4 2,71 80,7 2,76 -- CARLOS FABIO NOGUEIRA RIVELLI E OUTRO MG

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Jornal Holandês Fevereiro de 2017

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Controle Leiteiro Oficial Melhores Lactações por Classe

profissionalismo A Associação Mineira possui profissionais

305 DIAS


Jornal Holandês Fevereiro de 2017

26

365 DIAS Nome Animal

Controle Leiteiro Oficial Melhores Lactações por Classe segunda divisão de 306 a 365 dias 2 ordenhas - PERÍODO 01/11/2016 A 30/11/2016 RAÇA: HOLANDES Registro

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idade dias lact.

prod leite

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proprietário

uf

nome do pai

1 ANO PARIDA

RECORDISTA ATUAL BRASILEIRA SULBRA’S DECREE MARICREIA 1725 BX462066 365 17295,4 463,7 462,6 ANIPIO PIRES BATISTA VICENTE 2016 SEKITA ATELLA 3451 LAVANGUARD-FIV BX462527 B+-81 01-10 365 10352,1 372,1 3,59 359,5 3,47 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG COMESTAR LAVANGUARD FAZ. ESPERANCA BONDADE ARMSTEAD 479 BR1684703 01-10 365 8880,7 397,4 4,47 266,9 3,01 LM JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG DIAMOND-OAK ARMSTEAD ET E.A.B. AUGUSTA DEGOLADA 560 BR1700819 B+-80 01-11 365 8838,0 292,8 3,31 305,2 3,45 -- EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA MG LADYS-MANOR AUGUSTA ALANA ATWOOD TUCA-TE BX477961 01-11 365 7568,9 246,5 3,26 240,7 3,18 -- ALMIR PINTO REIS MG MAPLE-DOWNS-I G W ATWOOD-ET

2 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA E.A.B. AUGUSTA ZORAIDE 113 BR1652017 365 18096,6 876,0 515,3 EUDES ANSELMO DE ASSIS BRAGA 2012 AGRONELLI 715 TURQUIA SR40174 02-00 365 12524,4 373,8 2,98 400,2 3,20 LM AGRONELLI AGROINDUSTRIA LTDA MG COLLEM KINGLY TATIANA BX452084 02-05 365 9922,4 361,9 3,65 303,3 3,06 LM COLLEM CONSTRUTORA MOHALLEM LTDA MG LAJEANTE KINGLY E.A.B. AUGUSTA DEBY 567 BR1721667 B+-81 02-01 365 9341,9 339,0 3,63 321,8 3,44 -- EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA MG LADYS-MANOR AUGUSTA AMB DISNEY 833 BR1785003 02-05 365 9233,3 293,2 3,18 296,0 3,21 -- ANTONIO MEGALE BRANDAO MG

2 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA ITAGUACU TIANINA 2627 BR1558539 365 14988,2 494,7 407,2 RUBENS ARAUJO DIAS E/OU 2006 E.A.B. AUGUSTA COMPANHEIRA 431 BR1677469 B+-84 02-10 365 12489,6 353,8 2,83 381,6 3,06 LM EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA MG LADYS-MANOR AUGUSTA FAZ. ESPERANCA SUEDE DANIELA 544 BR1696962 02-11 365 10639,5 315,7 2,97 349,0 3,28 -- JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG PARADISE-DND SUEDE-ET FAHES RUELA PATRICIA JERRICK BR1682916 02-09 365 10036,4 327,2 3,26 309,7 3,09 LM FABIO EUSTAQUIO SILVEIRA MG GILLETTE JERRICK J.E.N. IPSY CLASSIC RED BB21386 MB-85 02-06 336 8923,5 225,0 2,52 289,0 3,24 -- ADAHILTON DE CAMPOS BELLO MG POOS STADEL CLASSIC

3 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA CALANDRA CARLOTA BLACKSTAR BX158589 365 17120,0 623,0 MARCOS ARRUDA VIEIRA 1996 TRUE TYPE 9928 IOTA BR1661873 B+-83 03-03 365 11850,8 364,6 3,08 386,3 3,26 LM AGRONELLI AGROINDUSTRIA LTDA MG REGANCREST ALTAIOTA-ET E.A.B. AUGUSTA CORALLINA 415 BR1677488 MB-85 03-00 365 11253,9 324,5 2,88 347,6 3,09 LM EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA MG LADYS-MANOR AUGUSTA GVO CHUPETA OUTBOND TE BX453233 MB-85 03-01 365 11179,3 351,9 3,15 341,7 3,06 LM GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG SCHILLDALE OUTBOUND GVO CAMPANA SHOTTLE-TE BX451829 B+-84 03-04 365 10833,3 360,5 3,33 329,9 3,05 LM GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG PICSTON SHOTTLE-ET

3 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA GALENA ESTETICA CESARE BX384765 365 17914,9 520,2 575,5 DIRCEU DE MANCILHA 2012 FAZ. ESPERANCA ROSADA 518 BR1672939 03-10 316 12381,2 370,5 2,99 384,0 3,10 LE JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG VAM DONDOCA DONNA LU IOTA BX433428 03-10 332 11609,2 470,4 4,05 363,1 3,13 LM ANTONIO AUGUSTO MARINS E IRMAOS MG REGANCREST ALTAIOTA-ET E.A.B. WILDMAN BETTY 323-TE BX435451 B+-82 03-11 365 11264,5 335,5 2,98 411,3 3,65 LM EUDES ANCELMO DE ASSIS BRAGA MG LADYS-MANOR WILDMAN ET GVO CAIANA IOTA BR1693511 B+-84 03-08 365 8590,8 302,9 3,53 273,3 3,18 -- GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG REGANCREST ALTAIOTA-ET

4 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA A.M.A. ASTRE CAMILA BX190727 365 17388,3 594,7 COLLEM CONSTRUTORA MOHALLEM LTDA 1999 FAZ. ESPERANCA PETRA SR38538 04-05 360 13453,2 436,0 3,24 427,9 3,18 LM JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG GVO BATUCADA FEVER-TE BX431861 MB-85 04-00 365 11869,2 338,7 2,85 354,7 2,99 LM GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG CRACKHOLM FEVER FZ-BA FAGULHA 322 ARMY BR1645598 MB-85 04-00 306 10986,4 393,3 3,58 347,5 3,16 LM MARCOS PAIVA FROTA E/OU PATRICIA N.P.FROTA MG CO-OP JET STREAM ARMY-ET C.S.C.S. WALDA DEREK-637 BR1645591 B -76 04-04 345 7033,4 263,2 3,74 225,6 3,21 -- CESAR GARCIA BRITO E/OU SIOMARA S.G.BRITO MG EMERALD-ACR-SA T-DEREK-ET

4 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA GALENA NAZARETH SHARKY BX393242 365 19199,6 556,5 542,1 DIRCEU DE MANCILHA 2015 FAZ. ESPERANCA MULATINHA 413 BR1672901 04-10 365 16550,3 593,8 3,59 534,5 3,23 LM JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG GVO BABA BAXTER-TE BX431845 B+-81 04-09 365 12642,7 429,7 3,40 413,1 3,27 LM GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG EMERALD-ACR-SA T-BAXTER J.M.A. ITABUNA JUNEAU 478 BX426552 04-06 365 8278,9 236,0 2,85 258,0 3,12 -- AGRO PECUARIA JM LTDA MG RONLAND JUNEAU

5 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA JARDIM GENUINA BX208241 365 19940,7 442,9 621,4 ANDRE LUIS MOREIRA DE ANDRADE E OUTRA 2002 FAZ. ESPERANCA MARITACA 15 BR1672806 05-08 365 13352,0 393,4 2,95 405,8 3,04 LM JULIO CELIO OLIVEIRA VARGAS MG OITICICA BAXTER LISBOA-TE BX406867 B+-84 05-09 365 12728,0 392,7 3,09 417,9 3,28 LM ALMIR PINTO REIS MG EMERALD-ACR-SA T-BAXTER ALANA SHOTTLE SANDY-FIV BX421738 MB-85 05-09 365 11721,8 376,8 3,21 367,5 3,14 LM ALMIR PINTO REIS MG PICSTON SHOTTLE-ET E.BELAVISTA BIALY FINAL CUT 3704 BX404737 B+-84 05-09 365 11449,6 364,2 3,18 379,3 3,31 LM AGRONELLI AGROINDUSTRIA LTDA MG GILLETTE FINAL CUT ET

6 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA CRUZILIA RENDILHA JOE BX317348 365 19488,5 818,7 601,4 MAURILIO FERREIRA MACIEL 2010 VAM PRICIA JAYZ-TE BX404546 MB-86 06-02 365 11271,4 374,0 3,32 365,1 3,24 LM ANTONIO AUGUSTO MARINS E IRMAOS MG HORNLAND JAYZ-ET VAM TURQUIA WILDMAN-TE BX404544 B+-83 06-05 365 11141,3 337,6 3,03 350,8 3,15 -- ANTONIO AUGUSTO MARINS E IRMAOS MG LADYS-MANOR WILDMAN ET SANTOS REIS TOYSTORY GRACA BX397745 MB-85 06-07 365 10698,8 316,2 2,96 341,6 3,19 -- ALMIR PINTO REIS MG JENNY-LOU MRSHL TOYSTORY ET CAMPOLAT PARAMOUNT VALENTINA 2624 BX394303 MB-86 06-00 365 10210,9 317,3 3,11 309,5 3,03 -- GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG DELTA PARAMOUNT

7 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA GENOVA GOLD BELL DE SANTA PAULA BR1048927 316 17557,0 354,0 SIDNEY NERY 1999 SANTOS REIS MARCUS ROSELAINE BX389705 B+-81 07-00 365 9810,0 278,8 2,84 313,9 3,20 -- ALMIR PINTO REIS MG REGANCREST-HHF MARCUS ET ONDA SUL MORGANA BR1599498 B+-83 07-07 365 8918,0 314,8 3,53 291,3 3,27 -- LUCIANO PIMENTA C. PERES E/OU ROGERIO P.PERES MG

ADULTA JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA CRUZILIA LEGENDA FRIN BR1173977 358 17158,9 770,6 500,3 MAURILIO FERREIRA MACIEL 2007 CAMPOLAT TOUCHDOWN SANY 2145 BX363065 EX-91 09-02 365 9516,3 335,2 3,52 276,9 2,91 -- GILBERTO VILELA OLIVEIRA MG RICECREST TOUCHDOWN-ET

ADULTA SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA DOUTORA ENCHANT RILENE J.C. BR1049810 365 17479,3 610,3 443,8 SIDNEY NERY 2004 C.S.C.S. LISETE LEADER 368 BR1456981 B -77 10-01 340 8659,2 239,9 2,77 258,7 2,99 -- CESAR GARCIA BRITO E/OU SIOMARA S.G.BRITO MG COMESTAR LEADER-ET PARAISO ARVIKA ROBURKE MEMORY LB409 04-02 312 3530,0 145,0 4,11 0,0 0,00 -- FAZ.JACUBA LTDA MG HOMO WIS BURKE MEMOREY

Registre o seu animal e agregueAgende valor ao seu rebanho. a visita de um técnico: 32 4009 4300


365 DIAS Nome Animal

Controle Leiteiro Oficial Melhores Lactações por Classe segunda divisão de 306 a 365 dias 3 ordenhas - 01/11/2016 A 30/11/2016 Registro

class

idade dias lact.

prod leite

prod gord.

% gord

prod prot.

% tit. prot.

proprietário

uf

RAÇA: HOLANDES nome do pai

1 ANO PARIDA

RECORDISTA ATUAL BRASILEIRA EF & LS COPACABANA WILDMAN BR1544771 365 19222,2 527,9 561,4 EVARISTO FRANCISCO MARQUES/LEANDRO S.MARQUES 2 012 SEKITA HACER 3949 BOOKEM BX471585 B+-83 01-10 365 14403,7 467,3 3,24 459,0 3,19 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG DE-SU 521 BOOKEM-ET SEKITA HELAINE 3925 JORDAN BR1715530 B+-81 01-11 341 14048,4 466,3 3,32 401,5 2,86 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG GILLETTE JORDAN MENGE INFRAROUGUE B2230 BB21615 B+-82 01-10 365 13855,1 430,7 3,11 424,9 3,07 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG MICHERET INFRAROUGE MENGE ADMIRAL B2260-TE BX477651 01-10 365 13822,1 394,8 2,86 423,5 3,06 LE ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG SMITHDEN ADMIRAL

2 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA MENGE BAXTER XANDOCA 1563-TE BX413344 365 18400,2 659,4 544,2 ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE 2013 MENGE PICOLO RED B 2120 BB21387 02-04 365 15006,0 439,2 2,93 436,0 2,91 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG LA PRESENTATION PICOLO RED SEKITA ROTH CALIFORNIA 3220 LAVANGUARD-FIV BX454976 02-00 365 14086,0 495,7 3,52 452,6 3,21 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG COMESTAR LAVANGUARD SEKITA DONATELLA 3754 BRAXTON-FIV BX466920 B+-83 02-02 326 13874,1 499,3 3,60 417,4 3,01 LE SEKITA AGRONEGOCIOS MG REGANCREST S BRAXTON-ET SEKITA AMBRA 3369 JORDAN-FIV BX462501 MB-85 02-03 365 13697,3 489,0 3,57 421,0 3,07 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG GILLETTE JORDAN

2 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA J.E.N. HELOA ATWOOD BX443214 365 19019,5 850,1 551,2 BRENO BARBOSA COSTA 2015 MENGE ATWOOD A 2030 FIV BX453193 MB-85 02-11 365 13930,6 412,2 2,96 436,4 3,13 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG MAPLE-DOWNS-I G W ATWOOD-ET SEKITA MACEDONIA 3094 GOLD CHIP-FIV BX456287 MB-87 02-11 352 12927,7 465,4 3,60 415,1 3,21 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG MR CHASSITY GOLD CHIP-ET SEKITA FRIDA 3203 DEMPSEY-FIV BX452211 B+-84 02-07 365 12388,8 424,6 3,43 407,7 3,29 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG LIRR DREW DEMPSEY SEKITA ANIS 3238 ALEXANDER-FIV BX454970 02-09 341 11446,9 412,9 3,61 374,2 3,27 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG GOLDEN-OAKS ST ALEXANDER-ET

3 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA J.E.N. CONDESSA BOLTON-TE BX381065 365 21167,2 451,0 650,7 ELLOS JOSE NOLLI 2012 SEKITA CALINE 2881 BERTIL-FIV BX446428 03-00 365 16270,2 571,0 3,51 503,2 3,09 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG BEEKMANSHOEVE BERTIL MENGE BRADNICK A2021 BR1681475 MB-87 03-01 365 16031,5 453,2 2,83 495,4 3,09 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG REGANCREST-GV S BRADNICK-ET SEKITA FOFOCA 3018 SHOTTLE BR1662607 MB-85 03-01 365 15528,7 570,8 3,68 495,7 3,19 LE SEKITA AGRONEGOCIOS MG PICSTON SHOTTLE-ET LANDEMART FINALCUT PENHA 2003 BX492691 MB-87 03-01 365 15512,4 559,2 3,60 490,0 3,16 LM ANTONIO DE PADUA MARTINS MG GILLETTE FINAL CUT ET

3 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA VALE DO MILK’ DELICADA II BR1271165 365 24051,0 792,0 367,0 LUIZ HENRIQUE SILVA E SORAYA T.A.MENDES SILVA 2000 MENGE WINDBROOK A1838-FIV BX439427 MB-87 03-07 365 17014,2 485,2 2,85 541,0 3,18 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG GILLETTE WINDBROOK SEKITA ACACIA 2758 KENETH BX521994 MB-85 03-07 329 15456,6 593,3 3,84 512,4 3,32 LE SEKITA AGRONEGOCIOS MG MONUMENT KENETH-ET ALFY CAYUABA SHAMPOO GIZE BX436636 B+-84 03-06 365 14693,3 439,6 2,99 478,9 3,26 LM CAYUABA GENETICA & PECUARIA LTDA MG PINE-TREE MARTHA SHAMPOO-ET SEKITA CATIVA DETY 2278 LAVANGUARD BX430673 B+-84 03-09 365 14060,6 476,5 3,39 435,2 3,10 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG COMESTAR LAVANGUARD

4 ANOS JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA MENGE SPIRTE TAORMINA 1143 BX409542 365 21781,4 612,0 618,5 ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE 2012 MENGE FEVER Z 1772 BX435366 MB-87 04-00 360 20837,0 690,4 3,31 634,4 3,04 LE ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG CRACKHOLM FEVER SEKITA JUSTA 2026 PARAMOUNT BX490042 B+-80 04-02 365 16987,3 572,8 3,37 532,8 3,14 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG DELTA PARAMOUNT MEARA GOLDWYN CARLY-TE BX428157 EX-91 04-04 365 16857,5 500,0 2,97 476,2 2,82 LM MAURO ANTONIO COSTA DE ARAUJO MG BRAEDALE GOLDWYN MENGE OUTBOUND Z 1703 BX429522 EX-90 04-04 365 16706,6 522,8 3,13 499,0 2,99 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG SCHILLDALE OUTBOUND

4 ANOS SENIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA J.E.N. BUENA SORTE JEROM RED-TE BR1480978 338 20907,1 324,5 569,9 ELLOS JOSE NOLLI 2012 SEKITA KONKA 1920 BERTIL BR1600838 MB-85 04-09 365 18520,4 677,7 3,66 573,8 3,10 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG BEEKMANSHOEVE BERTIL ALFY CAYUABA CAMBY II FADA BX422974 B+-81 04-09 365 16055,5 413,4 2,58 479,1 2,98 LM CAYUABA GENETICA & PECUARIA LTDA MG ALFY CAYUABA BILLION CAMBY II-TE SEKITA ELIKA 1948 BERTIL BR1600853 B+-80 04-11 365 15747,8 592,9 3,76 523,4 3,32 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG BEEKMANSHOEVE BERTIL S H A YATI MAC 781 BX420587 B+-81 04-07 365 14692,3 434,2 2,96 387,3 2,64 LM WLADIMIR ANTONIO PUGGINA MG REGANCREST-HHF MAC ET

5 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA C.A.A. AMERICA BR1449851 350 23153,7 564,1 655,6 CARLOS ALBERTO ADAO 2007 MENGE SHAQUILLE XALANA 1577 BX418921 B+-84 05-03 365 15705,4 435,2 2,77 460,4 2,93 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG DESLACS SHAQUILLE SEKITA FRANCISCA 1622 OLYMPIC BX492471 MB-85 05-01 365 14662,8 521,6 3,56 440,1 3,00 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG DELTA OLYMPIC RS RANCHO ALEGRE CARABINA MORTY 1085 BR1610873 MB-86 05-00 365 13872,9 545,3 3,93 471,9 3,40 LM RAFAEL TADEU SIMOES MG STOUDER MORTY-ET SEKITA APARECIDA 1511 PARAMOUNT BR1568237 MB-87 05-08 365 12569,0 435,4 3,46 398,8 3,17 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG DELTA PARAMOUNT

6 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA C.A.A. LILIAN LUKE BR1452387 364 20778,0 598,4 587,9 CARLOS ALBERTO ADAO 2009 LIMASSIS RUANDA IARA CANVAS BR1584030 B -77 06-06 337 13414,8 358,1 2,67 408,9 3,05 -- MARIELLE CAMPOS LIMA ASSIS MG DELTA CANVAS RIVELLI SPIRTE DEBORA 345 BR1580831 B -76 06-01 365 12863,6 409,1 3,18 373,1 2,90 LM CARLOS FABIO NOGUEIRA RIVELLI E OUTRO MG CEDARWAL SPIRTE RIVELLI SPIRTE DANDALA 0356 BR1557080 B -79 06-01 365 12229,1 476,7 3,90 438,1 3,58 LM CARLOS FABIO NOGUEIRA RIVELLI E OUTRO MG CEDARWAL SPIRTE RS RANCHO ALEGRE VALERIA 604 BR1573927 06-11 319 11146,9 357,7 3,21 312,9 2,81 LM RAFAEL TADEU SIMOES MG

7 ANOS

RECORDISTA ATUAL MINEIRA LAGOS STORM LEILA 457 BX251613 365 20238,5 616,6 517,9 ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE 2008 SEKITA REVALINA 751 BR1544034 07-07 365 17157,1 649,7 3,79 506,3 2,95 LM SEKITA AGRONEGOCIOS MG ABF CARONA 3133 BR1569171 07-01 365 14224,8 477,4 3,36 415,7 2,92 LM AGROPECUARIA BOA FE LTDA MG MENGE SNOWMAN UCLA 1286 BX391747 EX-90 07-04 341 13485,7 382,2 2,83 404,5 3,00 LM ARMANDO EDUARDO DE LIMA MENGE MG RAYPEL SNOWMAN RIVELLI TOYSTORY CHALANA 0309 BR1565766 07-05 322 10792,1 293,3 2,72 325,8 3,02 -- CARLOS FABIO NOGUEIRA RIVELLI E OUTRO MG JENNY-LOU MRSHL TOYSTORY ET

ADULTA JUNIOR

RECORDISTA ATUAL MINEIRA MARIA’S MORENA PRELUDE-TE BX192263 365 17819,0 643,0 534,0 ELY BONINI GARCIA 2003 VANUSA DA CAMPESTRE SR29212 08-07 307 9262,0 319,6 3,45 286,9 3,10 -- MIGUEL DE PAULA MACHADO RJ

Agende a visita de um técnico: 32 4009 4300

Jornal Holandês Fevereiro de 2017

A Associação Mineira gera dados que auxiliam o criador na gestão de sua propriedade.

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JORNAL HOLANDÊS | Fevereiro 2017