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Distribuição gratuita Venda proibida Tiragem : 10000 Exemplares

Agosto de 2013 3ª Edição

Imóveis - Venda - Locação - Empreendimentos - Construção - Decoração - Móveis - Eventos - Negócios - Notícias - Entrevistas - Novidades - Indicadores

Aparência e funcionalidade de imóvel conquistam clientes Profissional fala como conquistar clientes por meio da Arquitetura. P10

Atualização do Plano Diretor goianiense continua despertando interesse, dúvidas, apoios e discordâncias. Veja a visão do advogado Rodrigo de Moura Guedes, da Comissão de Direito Imobiliário da OAB, nesta edição. P8

Confira as novas regras de conforto em construções P16

Ah, Goiânia! Cidade é a 45ª cidade mais desenvolvida do país, aponta levantamento internacional, promovido pelas Nações Unidas. Confira o que faz a boa fama da capital. Tem lugar melhor para investir? P5

Fotos: Divulgação

Atualização do Plano Diretor: polêmico ou necessário?

Técnica Ombré

Ao melhor estilo “faça você mesmo”, técnica de pintura de paredes em degradê é tendência. Confira na P14


Editorial

Goiânia é a 45º mais desenvolvida do Brasil

A

ONU só confirmou o que nós já sabíamos: o IDHM – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, indicador de qualidade de vida organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou em julho que, entre mais de 5 mil cidades brasileiras, Goiânia ocupa o 45º lugar. Nossa capital está em nível superior até mesmo se comparada com grandes centros de excelência na qualidade de vida, como o

Expediente estado de Santa Catarina, ou de geração de riqueza e progresso, como o estado de São Paulo. Goianienses de uma forma geral já sabem do bom desempenho de Goiânia, e o mercado imobiliário, que está em franco desenvolvimento, também. Apesar de o item ‘moradia’, ou mesmo o ‘expansão imobiliária’ não serem computados neste índice da ONU – são considerados Saúde, Educação e Renda – sabemos que também nestas áreas nossa capital é destaque nacional. Aqui está mais uma edição do Jornal Goiânia Imóveis para comprovar. Descubra o que essa capital tem a oferecer, nestas 20 páginas. Pois, assim como Goiânia, também nosso jornal se expande em velocidade e informação. Confira! Boa leitura e até a próxima!

Diretor Geral Marketing - Planejamento - Estratégia Edgar Ueda edgar@jornalgoianiaimoveis.com.br

Mari Carla Giro Jornalista

Jornalista Responsável Mari Carla Giro� MTb 33262/SP jornalismo@jornalgoianiaimoveis.com.br Direção de Arte Bruna Casetta bruna@mondeluz.com.br Supervisor Técnico Diego Machado arte@mondeluz.com.br Design Gráfico Jhaine Minutti jhaine@mondeluz.com.br

Seções

Gestão Financeira Raphael Duduch

Arquitetura

Goiânia

Publicidade e Marketing Edgar Ueda

Executivos de Venda Diego Oliveira diego.oliveira@jornalgoianiaimoveis.com.br Leomar Urzeda leomar.urzeda@jornalgoianiaimoveis.com.br

Dicas Jurídicas é a 45ª cidade mais desenvolvida 5. Capital do país, segundo as Nações Unidas. Os detalhes, nesta edição

8.

As impressões do advogado Rodrigo de Moura Guedes sobre a atualização do Plano Diretor da cidade

arquiteto Vinicius Aires fala sobre o 10. Opoder de venda que tem a aparência e funcionalidade de um imóvel

Marco Cavalcante marco.cavalcante@jornalgoianiaimoveis.com.br Maxwell Cerozino max@jornalgoianiaimoveis.com.br Direção Executiva Leonardo Cavalcante leonardo.cavalcante@jornalgoianiaimoveis.com.br

Construção

Tiragem 10.000 exemplares Periodicidade Mensal

ombré é tendência. Conheça como valorizar um espaço 14. Técnica com ela, que pode ser executada no estilo “faça você mesmo”

16.

Agora é regra! Conforto acústico e térmico tem que ser garantido em novas construções

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Goiânia 6

Invista: Goiânia tem 45º melhor desenvolvimento nacional Cidade tem o melhor desenvolvimento humano de todo Goiás e supera lugares como São Paulo e Santa Catarina, aponta levantamento da Nações Unidas

O

honroso 45º lugar entre as mais de 5,5 mil cidades brasileiras é de Goiânia no IDHM – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, indicador de qualidade de vida organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). A capital integra um seleto grupo de cidades que têm alto índice de desenvolvimento, segundo o IDHM. Para chegar ao coeficiente de 0,799 (quanto mais perto de 1 melhor) são considerados as evoluções nas áreas de Renda, Educação e Longevidade. Os dados, que são referentes a 2010 e se baseiam principalmente no último Censo, foram divulgados no final de julho. No estado, a capital tem o melhor IDHM entre os 246 municípios goianos. Isso significa que

é a mais desenvolvida entre todas. O desempenho goianiense supera até mesmo os patamares atingidos pela capital paulista, São Paulo (0,783) e da capital sulista Santa Catarina (0,774). O índice atual de Goiânia é exatamente o limite entre os desempenhos alto e muito alto, que deverá ser alcançado nos próximos dez anos, se a tendência de melhora dos índices permanecer como a vista nos últimos 20 anos. Vivendo e ganhando mais A população de Goiânia está ganhando mais. A renda média praticamente dobrou em dez anos: passou de pouco mais de R$ 693 há uma década para R$ 1.348 em 2010. O povo goianiense também está vivendo mais: a expectativa de vida entre os que nasceram em 1991 era de pouco mais de 68 anos; já entre os nascidos em 2010, subiu para 75 anos.

Foto: Divulgação

Dos 1,3 milhões de pessoas que moram em Goiânia, mais de 1,2 milhões vivem nas cidades, um total de 99,42%.

Entidades se unem em prol do meio ambiente goianiense

N

o final de julho a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), a Delegacia Estadual do Meio Ambiente (Dema) e a Ordem dos Advogados do Brasil de Goiás (OAB - GO) se uniram em parceria para o Dia da Conciliação Ambiental, em 16 de agosto, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura. “Precisamos de ações preventivas, combates às pichações e não permitir construções ilegais que causem danos ambientais. Assim, a população e a natureza agradecem”, declara o delegado da Dema, Luziano de Carvalho. “Com a conciliação, abriremos para uma conversa com a população em que poderá ser feita a reabertura de prazos para apresentação de defesa, revisão de multas, agendamento para análise de processo, assessoria jurídica, protocolo de documentos pendentes em processos de licenciamento, entre outros serviços”, diz o presidente da Amma, Pedro Wilson.


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Dicas Jurídicas Atualização do Plano Diretor de Goiânia: “o bicho não é tão feio assim”

U

m assunto que tem ocupado os holofotes dos veículos de comunicação de nossa cidade corresponde à apreciação do Projeto de Atualização do Plano Diretor de Goiânia. Em relação a esse assunto, é preciso destacar que foram realizadas nove audiências públicas para debater o Projeto de Lei enviado à Câmara de Vereadores, pelo Paço Municipal, o que pode levar à conclusão apressada de que a matéria foi profundamente analisada, antes de ser apreciada pelo Legislativo local. Essa não é bem a verdade. Provocamos e realizamos, em 22 de abril, uma destas audiências públicas, na sede da OAB Goiás. Devemos confessar que nossas expectativas não foram atendidas. É que nos propusemos a fazer um debate técnico sobre os motivos que levaram o Paço Municipal a encaminhar à Câmara de Vereadores a citada proposta de atualização do Plano Diretor, mas os estudos não foram apresentados pelos representantes do Paço Municipal. Naquele momento, nos posicionamos favoráveis à ampliação do debate, afirmando que a tal “justificativa técnica” precisava ser apresentada, para, a partir daí, formularmos nossa convicção quanto à necessidade ou não da atualização proposta. Ocorre que, mesmo sem a apresentação da tal “justificativa técnica”, o Projeto foi apreciado e aprovado pela Câmara, tendo sido sancionado e promulgado pelo prefeito e encaminhado para publicação, a fim de tornar obrigatório o seu cumprimento. Agora precisamos avaliar o conteúdo da lei sancionada e o impacto que ela pode provocar. De forma geral, o que temos visto e ouvido é um posicionamento veemente contra a nova lei, inclusive com alegações de que ela significa o “assassinato” da cidade. Pode até ser que o Projeto precisasse de mais tempo para ser analisado, que a “justificativa técnica” devesse ter sido apresentada, que não fosse necessária uma

alteração no Plano Diretor de 2007. O fato é que ele e agora é lei. Nesse cenário, o que fazer? Após analisar o texto da nova Lei e respeitando as opiniões contrárias, acreditamos que “o bicho não é tão feio assim”. É que o Plano Diretor está materializado em uma legislação que estabelece diretrizes gerais para a organização do ambiente urbano, com fundamento no desenvolvimento sustentável, mas não é a única lei que cuida desta matéria. Há todo um sistema de normas que disciplina a ocupação e utilização do ambiente urbano, como o Código de Obras e Edificações, a Lei dos Parâmetros Urbanísticos e as Leis dos Estudos de Impacto de Trânsito e de Vizinhança. Acreditamos que o respeito às normas de ordenação da cidade e de preservação dos recursos naturais que integram o ambiente urbano seja a premissa maior do sistema jurídico vigente, devendo ser obedecida não só pelos empresários do setor imobiliário, como tem sido afirmado de forma ampla pelos meios de comunicação, mas por toda a população, que, em diversos casos conhecidos, invade e ocupa áreas públicas ou de proteção ambiental de forma irregular e poluidora. Desta forma, sua fiscalização deve ser realizada de maneira permanente, tanto pela sociedade em geral, representada pelo Ministério Público Estadual, quanto pelo cidadão, cuja atuação, quando necessária, deverá ser realizada por intermédio de um advogado, que fará a propositura de uma Ação Popular, a qual os Tribunais, há muito, decidiram ser cabível contra “ato supostamente ofensivo à moralidade administrativa e ao meio ambiente urbano”.

CRECI 20.196

Por Rodrigo de Moura Guedes, advogado, professor e presidente da Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico da OAB-GO

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Arquitetura 10

A arquitetura vende

D

entro do projeto da construção de grandes marcas, uma das maiores preocupações é que a empresa passe sempre a mesma mensagem em todos os “pontos de contato”, ou seja, nome, logotipo, produto, embalagem, atendimento, publicidade, comunicação, entre outras e, sim, a ARQUITETURA. Neste contexto, a arquitetura vende a marca. Tendemos a olhá-la somente como parte da infraestrutura de atendimento. Porém, a arquitetura exerce funções importantes no processo de vendas: atrair o olhar, seduzir e convencer o cliente da compra. O empresário deve encarar a contratação de um profissional para o serviço não como “um custo a mais” e sim como um investimento que pode ser muito mais barato do que se imagina. Ao olharmos pela primeira vez para a fachada de um estabelecimento formamos uma impressão. Isso ocorre de maneira rápida e nos diz, mesmo sem percebermos, várias informações sobre o lugar: qual seu público alvo; tipo de serviço que Vinicius Aires Arquiteto, projetista e designer oferece; faixa de preço... da Torre Forte Centroeste Esse conjunto de inforConstrutora e Incorporadora mações automáticas cria uma expectativa no cliente, definindo o que ele espera do local. É com base nesta expectativa que ele tomará ou não a decisão de entrar, e da (já bem provável) compra, e julgará se

o estabelecimento atendeu ou não as promessas previamente formuladas pelos estímulos visuais da primeira vista. A fachada comunica ao cliente “quem é” o seu estabelecimento, e o que pode se esperar dele. Porém, o papel de comunicação da arquitetura não pode parar na fachada. O objetivo proposto deve continuar no ambiente interno: quando essa comunicação está desajustada, a promessa não corresponderá ao desejado pelo cliente e teremos atendimentos insatisfatórios. É difícil fazer uma primeira compra. Nos sentimos inseguros em locais que não conhecemos, e se algo parece estar “fora do lugar”, nossa suspeita será maior, colocando – instintivamente nossos sentidos em estado de alerta. Assim, tudo será motivo para insatisfação: uma lasquinha no móvel se torna descaso, e assim por diante. A chave do sucesso está nos detalhes? Também! Porém, o tempo todo, através das formas, revestimentos, decoração, mobiliário e iluminação, a arquitetura compõe uma narrativa da experiência de compra. Cada objeto, móvel, superfície ou textura, reforça ou deteriora continuamente a expectativa inicial. E fica gravado na memória do cliente, positiva ou negativamente. Enquanto meio de comunicação, a arquitetura está estruturada dentro dos códigos culturais da sociedade e das pessoas que fazem parte dela. Para cada perfil de público, os conceitos de estética, sofisticação e bem estar mudam. Não é possível agradar a todos ao mesmo tempo. Temos que saber, portanto, não apenas o que oferecemos, mas como desejamos oferecer.


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Construção 14

Técnica ombré é tendência

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m efeito de pintura de parede fácil de fazer, bonito e forte tendência. Assim é a técnica ombré, que pode ser executada mesmo sem a ajuda de um profissional dos pincéis. O processo é simples: você vai precisar de dois pincéis, dois rolos de pintura, fita crepe e dois tons de tinta. Primeiro é necessário fixar a fita crepe nas extremidades da parede, sem se esquecer das tomadas. A pintura deverá ser feita com dois tons de tintas, um mais claro que o outro, começando com o tom mais escuro nas laterais e preenchendo metade da parede com auxílio do rolo. Em seguida, é preciso pintar o centro da parede com a cor mais clara e uma camada do tom mais escuro nessa parte, mesclando bem para que não fiquem marcas do rolo e tentando deixar as tonalidades intercaladas entre si criando um efeito sombreado ou do próprio degradê. O restante da parede deve ser pintado com a cor mais clara. Após esses passos, pronto. A parede estará renovada com uma técnica diferente e rápida de fazer. Apostando no sucesso

Foto: Divulgação

Mude a cara do ambiente no estilo “faça você mesmo”

da tendência, a fabricante Coral, por exemplo, lançou um vídeo com o passo-a-passo, que pode ser visto no http://www.youtube.com/ watch?v=wY80CTWq6Mk

são apenas duas: a pintura à base d’água e os esmaltes sintéticos.

Tipos de tintas

to bem com uma camada. Elas servem para te-

Fazer você mesmo a pintura doméstica dispensando a contratação de um pintor não é tão difícil, desde que se conheça os truques da técnica que se pretende aplicar. Que tipo de pinturas escolher? Pintar o lar é muito simples; você mesmo pode fazê-lo desde que conheça certas técnicas. O maior problema é que tipo de pinturas escolher para os diferentes cômodos, já que cada um deles necessita um determinado tipo que se adeque melhor ao ambiente. Temos no mercado os mais diversos tipos de pinturas. As de uso mais frequente, entretanto,

As primeiras, a menos que a mudança da cor de suas paredes seja muito radical, cobrem muitos e paredes, porém não se recomenda utilizá-las em madeira ou metais. Os esmaltes sintéticos são também fáceis de aplicar, cobrem muito bem as superfícies e secam rápido. Eles vêm em diferentes acabamendos, mas são mais caros que as pinturas à base d’água. Eles podem ser utilizadas tanto em ambientes externos como internos. Além disso, os esmaltes podem ser aplicados sobre superfícies de madeira e ferro e são muito resistentes aos detergentes e, por conseguinte, fáceis de lavar. O problema é que não

se pode utilizá-los sobre superfícies que não forem completamente lisas, já que ressaltam qualquer tipo de imperfeição. Para finalizar, antes de escolher um tipo específico de pintura, tenha em conta que certos ambientes precisam dum tratamento especial, porque há neles um acúmulo de vapores. Na cozinha e no banheiro, por exemplo, recomenda-se aplicar pinturas anticondensação para que as paredes não pinguem água. No teto do banheiro, até onde o vapor do chuveiro ascende, também é uma boa sugestão usar uma pintura antiumidade ou antifungos. Esse último tipo cobre bem a superfície com uma mão de pintura e forma uma camada impermeabilizante sobre a mesma. Além disso, não precisa de acabamento posterior.

* Com informações do site Lar Total


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Foto: Shutterstock.com

Construçaõ

Conforto térmico e acústico se tornam obrigatórios em novos empreendimentos Norma – em vigor desde julho – é obrigatória em todo país

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brigatória desde 19 de julho, a norma de desempenho para edificações – a famosa NBR 15575 – garantirá maior conforto térmico, acústico e de impermeabilização em novas construções imobiliárias. Organizada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em parceria com órgãos de classe do setor, a NBR 15575 prevê na prática 13 itens de desempenho, que tem critérios classificados em mínimo, de caráter obrigatório, intermediário e superior. Todas as construtoras nacionais deverão seguir a nova norma, já a partir do projeto do futuro empreendimento, desenvolvido desde esta data.

Um dos itens, que extrapola a esfera técnica e reflete diretamente na vida do futuro morador, é o desempenho da acústica. As medições dos parâmetros acústicos serão feitas a partir do Nível de Pressão Sonora, medido, por exemplo, entre dois quartos ou entre duas unidades de um empreendimento. O estudo verifica o quanto de ruído ‘vaza’ de um cômodo para outro ou mesmo de um imóvel para outro, no caso de unidades geminadas ou apartamentos vizinhos. A medida pode acabar com uma reclamação de barulhos do vizinho, comum especialmente em apartamentos de caráter popular. Outro item que reflete na qualidade de vida

do futuro morador é o conforto térmico. Materiais que garantam uma temperatura interna amena e regular já são obrigatórios pela norma. A NBR 15575 estabelece também as responsabilidades de cada um dos envolvidos na obra construtores, incorporadores, projetistas, fabricantes de materiais, administradores condominiais e os próprios usuários, além de prever um manual do morador. Além disso, define a durabilidade de uma edificação em diversos sistemas, como estrutura, paredes, revestimento e pisos. Projetos considerados de durabilidade “mínima”, por exemplo, devem possuir estruturas que durem, no mínimo, 50 anos; intermediária, 63, e superior, 75 anos. Pisos internos devem ter resistência, respectivamente, de 13, 17 e 25 anos. As construtoras deverão ainda oferecer garantias da vida útil dos materiais utilizados em suas obras. No entanto, a norma não obriga nenhuma entidade ou órgão público a realizar fiscalizações. Recentemente o presidente do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), Justo Cordeiro, declarou que as novas regras podem encarecer o custo das construções em até 8% – índice que pode ser

menor conforme o tipo de material a ser usado para o isolamento acústico e térmico. O custo já deverá estar incorporado ao preço final do imóvel vendido na planta.

Guia para construtores Para facilitar o entendimento das mudanças que foram incorporadas à Norma, a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), com apoio de diversas entidades, lançou em abril o Guia Orientativo para Atendimento à Norma de Desempenho. Em 311 páginas, a publicação traz as principais definições sobre o tema desempenho (requisitos, critérios e vida útil) por meio de resumo, simplificação e adaptação da linguagem, além de reunir recomendações, comentários e exemplos de disposições construtivas que atendam às novas exigências específicas de cada área contemplada pela nova NBR 15575. A publicação pode ser baixada, gratuitamente, no site da ABECE (Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural), via link: http://goo.gl/9X8O3Q


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Jornal goiania imóveis 3ª edição digital