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Caos no ar: acidente aéreo mata 157 pessoas.Pág.03

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R E V I S TA S E M A N A L EDITADO POR SEBRAJOR IMPRENSA - JORNALISTA DANIEL DANTAS M T B 5 7 . 7 3 2 D RTQ / S P

MASSACRE EM SUZANO, PÁGINA - 02


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Notícias da Semana

Escolas precisam se preparar para situações de violência

Para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, as escolas brasileiras não estão preparadas para lidar com questões de violência e conflitos. Apesar da legislação brasileira atribuir aos centros de ensino a responsabilidade de prevenção e combate à violência e à promoção da cultura de paz, os professores e funcionários, de maneira geral, não são instruídos de forma adequada para episódios de ameaça e risco. Tragédias como a que ocorreu na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), na

qual morreram 10 pessoas e 11 ficaram feridas, chamam atenção para a vulnerabilidade dos colégios para lidar com situações como essas, tanto na hora da prevenção quanto para lidar com a comunidade escolar após o ocorridoPara especialistas ouvidos pela Agência Brasil, as escolas brasileiras não estão preparadas para lidar com questões de violência e conflitos. Apesar da legislação brasileira atribuir aos centros de ensino a responsabilidade de prevenção e combate à violência e à promoção da cultura de paz, os professores e funcionários, de maneira geral, não são instruídos de forma adequada para episódios de ameaça e risco.

Tragédias como a que ocorreu na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), na qual morreram 10 pessoas e 11 ficaram feridas, chamam atenção para a vulnerabilidade dos colégios para lidar com situações como essas, tanto na hora da prevenção quanto para lidar com a comunidade escolar após o ocorrido..

"Essas questões de convivência, de relacionamento, de sentimentos e emoções são tratadas ainda nas escolas brasileiras de maneira empírica”, disse a a diretora do Instituto Inspirare, Anna Penido. O Inspirare é uma organização que defende práticas e políticas públicas inovadoras em educação. Em seguida, Anna Penido acrescentou que: “Cada escola, a partir de ter mais ou menos sensibilidade para isso, de ter mais ou menos professores preocupados


com isso, de mais ou menos pessoas disponíveis para resolver essas questões, vão se organizando para dar conta. Não tem algo estruturado para dar conta desse trabalho".

Responsabilidade A responsabilidade das escolas com essas questões está prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que estabele o mínimo de cconteúdo a ser ministrado aos estudantes desde o ensino infantil ao médio, prevê também o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. O que significa na prática que os alunos devem aprender a lidar, entre outras coisas, com as próprias emoções. A BNCC ainda está em fase de implementação. Tiroteio na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, a 57 quilômetros de São Paulo, deixou mortos e feridos. Segundo a Polícia Militar, dois jovens armados e encapuzados invadiram o colégio e disparam contra os alunos. Cerco policial na área ao redor à Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (SP), onde houve o tiroteio - Rovena Rosa/Agência Brasil "A escola é o primeiro lugar onde as crianças convivem fora do ambiente familiar e sem a família. Tem o lado da convivência, de respeitar o outro, de dividir, compartilhar com o outro. Isso é inato da natureza da escola", disse Anna Penido. A professora da faculdade de educação da Universidade Estadual de Campinas

(Unicamp) Telma Vinha ressaltou que colocar as medidas previstas em lei e na BNCC em prática "implica investir em formação de base e continuada de professores nessa área". Telma é também coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (Gepem), que atua junto a escolas de Campinas. Telma afirmou que para tratar de questões emocionais é necessário, além do investimento na própria escola e em formação, a colaboração entre a comunidade e também entre outras áreas, como a saúde. "Não é levar a responsabilidade para a escola, mas ela lida com convivênvia o tempo inteiro. Tem que oferecer um melhor olhar para isso." O Gepem disponibilizou o Protocolo de intervenção após casos de violência no esforço de ajudar escolas a melhorar a qualidade de convivência. O protocolo, segundo Telma, pode ajudar a Escola Estadual Raul Brasil. "Esse protocolo descreve passos de ações que a escola pode ter para incentivar os estudantes e funcionários a se abrirem para que se fale sobre o problema e sobre os sentimentos. Tem várias dinâmicas, sugestões de vídeo e leitura.» aGÊCIA bRASILEIRA DE COMUNICAÇÕES - ebc

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Caos no ar: acidente aéreo mata 157 pessoas.

também com destino a Nairóbi, quando a aeronave foi pega por uma revoada de pombos, caindo ao redor do aeroporto matando 32 pessoas. O Boing 737 Max 8 é o mesmo que caiu na indonésia em 2018, quando matou 189 pessoas a bordo.

Neste domingo(10) um acidente aéreo em Africa deixou 157 mortos na Ethiópia, pais do continente africano. Este foi o segundo acidente com aeronave 737 MAX8. Boing 737 max 8, com 157 pessoas a bordo cai 6 minutos depois de levantar voo da capital etíope, Adis Abeba com destino a Nairóbi, no Quênia, sendo 149 passageiros e 8 tripulantes. reprodução agencia reuters O presidente da cia, Tewold Gebremariam Medhin, disse em coletiva de imprensa que o piloto relatou que estava com problemas para prosseguir com o viagem e pediu permissão para retornar ao aeroporto da capital, que recebeu permissão, fazendo meia volta em direção ao aeroporto, quando a torre perdeu contato. A Ethipian Arlines, fundada em 21 de Dezembro de 1945, é 100% do governo Etípio, possui mais de 100 aeronaves e é considerada uma das mais modernas e seguras da Africa. Em 2018 transportou mais de 10,8 milhões de passageiros por todo mundo. Este é um dos raros acidentes aéreos envolvendo a cia, um deles ocorreu em 1996, quando um boing 737 foi sequestrado e, por falta de combustível caiu no mar, matando 123 pessoas dos 175 a bordo. Em 1988 a cia sofreu um acidente quando havia acabado de decolar de Adis Abeba,

“Nós recebemos o avião em 15 de novembro de 2018. Ele voou mais de 1,2 mil horas. Havia voado de Joanesburgo [na África do Sul] mais cedo esta manhã”, relatou o CEO da Ethiopian Airlines. Piloto do acidente tinha mais de 8 mil horas de voo, comentou autoridades em coletiva neste domingo na capital etíope. Em 2018 o mundo assistiu 15 acidentes aéreos com aviões de passageiro somando 556 mortos,

A cia disse em nota que á entre os mortos passageiros de mais de 30 países, já o Itamaraty informou que não havia brasileiros entre os passageiros. Nota a imprensa da ONU. Já a ONU em nota no twitter disse que estava em luta, pois entre os mortos havia ao menos 10 pessoas da Organização. Países que tinha cidadãos entre os mortos O pais que mais perdeu cidadãos no acidente foi o Quênia, que tinha entre passageiros mortos 32 cidadãos. Também países como:Havia quenianos, etíopes, norte-americanos, canadenses, franceses, chineses, egípcios, suecos, britânicos, holandeses, indianos, eslovacos, austríacos, suecos, russos, marroquinos, espanhóis, poloneses e israelenses. Por Daniel Quental/Sebrajor


Moradores da zona da mata mineira são obrigados a deixar suas casas.

Mais uma comunidade precisou abandonar as casas por causa do risco de rompimento de uma barragem da empresa Vale no município de Rio Preto, na Zona da Mata de Minas Gerais.

Em nota, a Vale informou que subiu para o nível 2 de risco a Pequena Central Hidrelétrica Mello por causa do aumento do nível de água no reservatório, causado pelas chuvas intensas na região.

A mineradora explica que, desde o ano passado, a hidrelétrica de Rio Preto, em Minas, passa por obras para aumentar a segurança da estrutura. A Vale ainda destaca que acionou os moradores e ofereceu hospedagem a eles. A mineradora diz que está monitorando a situação da barragem, que se encontra estável, mas não há previsão de retirada do alerta.

Esta é a quarta vez que moradores precisam abandonar as casas por risco de rompimento de barragens desde a tragédia em Brumadinho no final de janeiro. No dia 8 de fevereiro, mais de 200 pessoas do município de Barão de Cocais, na região central de Minas, e de Itatiaiuçu, na região metropolitana de Belo Horizonte, deixaram as residências por causa de risco de rompimento em barragens.

Segundo o Corpo de Bombeiros do estado, 29 pessoas deixaram, na manhã desse sábado (16), as 19 residências onde moravam no Povoado de Conceição de Monte Alegre.

Já no dia 16 de fevereiro, cerca de 200 pessoas precisaram deixar as casas na comunidade de Macacos, no município de Nova Lima, também na Grande BH. Agência brasileira de comunicação EBC Por Daniel Quental


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