Nº 226 - JORNAL FOLHA DA ENGENHARIA - ED. MAIO - 2023

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ANO XXVI, Nº 226, MAIO DE 2023

SUGESTÃO PARA A

ÁREA

DO AEROPORTO

A idéia foi sugerida no ano de 1983, pelo Engenheiro Arquiteto Henrique Osvaldo Vivacqua Campos, um aproveitamento da área do Aeroporto Carlos Prates em BH.

CARLOS PRATES - 1983 páginas 03 a 05

A Esplanada - Engenheiro Henrique Campos
Eng. Henrique Campos

“MATÉRIA PRIMA ESSENCIAL PARA A ECONOMIA”

Diante das grandes atividades econômicas, a sociedade humana tem necessitado de recursos e matérias para a criação de bens e serviços. Um dos materiais que moldam a realidade contemporânea é o aço.

O Aço é um dos componentes essenciais em tudo que se vê. A sua presença é notável desde do setor agropecuário, nos maquinários, até às majestosas construções que povoam em vários locais do planeta.

A liga metálica é composta, principalmente por ferro e carbono. Tendo início de sua história há cerca de 4500 anos, onde a humanidade descobriu que o ferro era mais resistente do que o bronze, utilizando na confecção de ferramentas e armas. Uma evolução tecnológica que alavancou o poderio humano no mundo.

No ano de 1856, os avanços vieram com o histórico Engenheiro Metalúrgico inglês, Henry Bessemer que reduziu o carbono existente no ferro, removendo as demais impurezas. Todos os trabalhos de Bessemer fez diminuir significamente os custos de produção e o preço do material.

Como foi apresentado anteriormente, o aço é amplamente aplicado em diversos setores da economia, ganhando espaço na engenharia; construção civil; no transporte com a construção de veículos (automóveis, embarcações, aviões e trens), ferrovias; ferramentas e utensílios; maquinários leves e pesados. Este uso pleno, demonstra que o aço é um dos pilares para a economia mundial.

A Folha da Engenharia está sempre presente divulgando as grandes obras, empresas, fabricantes e siderúrgicas de aço. Sempre contando com que todo este setor continue, fortemente, trabalhando para o crescimento, a todo vapor, da economia nacional e internacional.

ANO XXVI, Nº 226, MAIO DE 2023
PPGC
Internet

SUGESTÃO PARA A ÁREA DO

AEROPORTO CARLOS PRATES - 1983

A idéia foi sugerida no ano de 1983, pelo Engenheiro Arquiteto Henrique Osvaldo

Vivacqua Campos, um aproveitamento da área do Aeroporto Carlos Prates em BH.

O SÍTIO

O aeroporto do Carlos Prates desativado, apresenta excelentes características topográficas. Situa-se equidistante às grandes densidades populacionais da região metropolitana e dispõe de excelente sistema viário implantado e “proposto”.

O Centro é composto de três setores:

1- Ofícios

2- Parque

3- Esportes

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Eng. Henrique Campos
A Situação e a Implantação - Engenheiro
Henrique Campos
O PROJETO
Eng. Henrique
Campos

SUGESTÃO PARA A ÁREA DO AEROPORTO

CARLOS PRATES - 1983

A idéia foi sugerida no ano de 1983, pelo Engenheiro Arquiteto Henrique Osvaldo

Vivacqua Campos, um aproveitamento da área do Aeroporto Carlos Prates em BH.

SETOR OFÍCIOS

É o local onde será implantado um centro de ofícios nas áreas de carpintaria, lapidação, bombeiro/eletricista, serralheria, artesanato, etc. A pista de pouso existente, asfatada, servirá para eventos como: desfiles, comícios, missas, shows, etc. Em trecho da pista foi projetadoo kartódromo de Belo Horizonte.

SETOR PARQUE

É uma área destinada à implantação de um parque constituido de área de recreação como: playgroun, anfiteatro, bicicross, bares, cooper, lago, local destinado a exposição de cães; a instalaçãode parque de diversões (play-center); a instalação de circos.

O Parque e Ofícios - Engenheiro Henrique Campos

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Eng.
Henrique Campos

SUGESTÃO PARA A ÁREA DO AEROPORTO CARLOS PRATES - 1983

A idéia foi sugerida no ano de 1983, pelo Engenheiro Arquiteto Henrique Osvaldo Vivacqua Campos, um aproveitamento da área do Aeroporto Carlos Prates em BH.

SETOR ESPORTIVO

É um local destinado à implantação de uma grande área para a prática, cotidiana, de esportes, como: futebol, atletismo, basquete, volei, peteca, piscinas públicas, etc.

Esporte - Engenheiro Arquiteto Henrique Osvaldo Vivacqua Campos

O centro proposto, vem suprir a região metropolitana da carência de um grande espaço cultural, esportivo e de lazer e ainda paraeventos, que, eventualmente, ocorrem na área central da cidadecom grandes transtornos para a população e a administração.

Belo Horizonte, Dezembro de 1983.

Henrique Osvaldo Vivacqua Campos

Foi Coordenador do Curso de Arquitetura na UNIBH. Professor na Escola de Arquitetura da UFMG. Trabalhou como Arquiteto na Caixa Econômica de Minas Gerais.

CREA 6031-D

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Eng. Henrique Campos

Prof. José Dimas Rietra COLUNA

Livro o Kennedyano - págs. 94 e 95 “Medalha - Eng. Mauro Pereira Lopes”

CLUBE DE XADREZ

VI EDIÇÃO

- Eng.Virgílio Augusto Ramos

Formado em 1997, Virgílio iniciou sua graduação na Universidade de Luanda (Angola) e tem especialização em Concreto pela UFMG. Foi professor de Estabilidade na Kennedy de 1978 a 1984, lecionando também Mecânica Geral na Universidade FUMEC e Estruturas e Concreto na UFOP.

Virgílio trabalhou nas seguintes empresas: MSF Moniz da Maia Serra e Fortunato; Condaço (Portugal); Camargo Correa; EPC (Engenharia Projetos e Consultoria); CAB (Consultores Associados Brasileiros). Atualmente é Diretor Proprietário da CEC (Cia. de Engenharia Civil) em São Paulo.

- Engª. Janaína Maria Guimarães

Formada em 1988, Janaína é especialista em Gestão Ambiental pelo IETEC. Trabalhou na PL Planejamentos LTDA.; na Construtora Lincoln Veloso; na AEL Engenharia; na APIS Engenharia e Construção, na Direcional Engenharia, na Prime Incorporações e Construções LTDA., sempre com planejamento e controle de custos. Seu mais recente trabalho foi no Consórcio CL Mineirão (CONCREMAT-LEME), onde fiscalizava como Supervisora de Planejamento a obra da reforma e modernização do Mineirão.

- Engª. Valéria Pereira Roscoe Ramires

Formada em 1997, Valéria formou-se no CEFET/MG em Técnica em Edificações, especializando-se também em Planejamento no IETEC. Coordenou os projetos para a implantação e ampliação da fábrica do Suco Mais, os projetos de obra da Engenharia e Parceria em Empreendimentos LTDA. (ENGEPAR) para a implantação do Boulevard Shopping, na Prefeitura Municipal de Contagem como Supervisora de Obras e supervisionou projetos no Consórcio CL (CONCREMAT-LEME) na obra da reforma e modernização do Mineirão.

Em Capim Branco, foi criado um Clube de xadrez, realizado todos os sábados durante a Feira Livre, localizada na Praça de Eventos no Centro de Capim Branco/MG. No clube, com o auxílio do Prof. Luis Marcos de Oliveira, qualquer interessado pode participar e aprender as principais técnicas aplicadas.

A iniciativa foi possível através do Projeto PL 017/2022, que Institui o Xadrez na escola, com este projeto houve a criação de um Clube de Xadrez no Município. A autoria da PL é do Vereador Paulo Henrique (PH), e foi aprovado por unanimidade na Câmara dos Vereadores.

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Professor José Dimas Rietra
PPGC
O Editor da F.E., Petrônio Perdigão Godoy junto do Prefeito de Capim Branco, Sr. Elvis Presley, no Clube de Xadrez durante a Feira Livre.
PPGC PPGC
Prof. Luis Marcos e o Prefeito de Capim Branco, Sr. Elvis Presley, no Clube de Xadrez durante a Feira Livre.

Ferrobel - entre os anos 60 e 70

Imagem da antiga Ferrobel (provavelmente nos anos 60 ou 70) que existia onde atualmente é o Parque das Mangabeiras. Esta foto parece ser onde hoje estão as quadras o a pista de skate.

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16.000 VISUALIZAÇÕES PRESENTE EM TODO O BRASIL

ANO XXVI, Nº 226, MAIO DE 2023
Fonte: Fonte: Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte - ASCOM
ASCOM

ICÔNICO INTERNATO DE MINAS VAI ABRIGAR O

1º HOTEL INTERNACIONAL NO ESTADO

A caminho de Ouro Preto, a gigantesca construção às margens da BR-356, desponta na paisagem de montanhas. Quem já visitou as históricas cidades do Circuito do Ouro, certamente, já se perguntou: que seria aquele prédio? Quem vive ou já viveu naquele local? Quem frequentou e como ele é por dentro? Que histórias ele teria para contar? O que pouca gente sabe, que o local já foi sede do Regimento de Cavalaria da Colônia, foi onde serviu Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Lá, também foi onde os imperadores dom Pedro I e II ficaram hospedados, em suas visitas à Minas, no século 19.

Em 2014, o suntuoso prédio do antigo quartel e Colégio Dom Bosco, em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais. Abandonado por anos, a gigantesca construção, com mais de 170 quartos, finalmente, terá um final feliz: foi confirmada a assinatura entre a prefeitura de Ouro Preto, o governo mineiro e o grupo português Vila Galé para transformar o local no primeiro hotel charme de campo com a bandeira internacional, em Minas.

Bárbara Barros, assessora estratégica para negócio em turismo da agência Invest Minas, órgão de fomento do governo mineiro, batalhou, desde o início, em oferecer ao icônico educandário um melhor destino: “A Invest Minas tem atuado fortemente na atração de negócios ligados ao turismo, identificando oportunidades nos municípios e apresentando ao mercado. O hotel charme terá R$ 60 milhões de investimentos iniciais ”, informa Bárbara.

Vai ser um local para receber os turistas estrangeiros, principalmente os portugueses, fiéis ao Vila Galé. Com a estrutura de luxo, oferecendo aos visitantes spa, parque aquático e gastronomia requintada, o empreendimento em Ouro Preto representa a materialização e sucesso dessas iniciativas. Será um catalisador do turismo em Ouro Preto, a partir da integração do patrimônio histórico e cultural com uma infraestrutura hoteleira classe mundial. Irá incrementar o fluxo turístico e potencializar o desenvolvimento econômico’, completa a assessora da Invest Minas.

Angelo Oswaldo, prefeito de Ouro Preto, exaltou a experiência do grupo Vila Galé e o novo empreendimento que, certamente, será um sucesso: “Ouro Preto e Cachoeira do Campo aguardavam com grande ansiedade uma definição sobre o imenso edifício que já foi quartel e colégio. Agora, com um super-hotel de bandeira internacional, comemoramos a conquista que trará benefícios para toda a região e para o Estado. Graças à soma

de esforços entre o governo mineiro, os Salesianos e a Prefeitura, teremos um polo internacional de turismo em Cachoeira do Campo”.

O secretário de Cultura e Turismo de Ouro Preto, Flávio Malta, disse que é muito importante para o município receber uma rede de hotéis como o Vila Galé, com a bandeira internacional: “Depois de várias visitas, o Grupo concluiu que o ideal seria instalar o hotel no antigo quartel, em Cachoeira do Campo, com uma estrutura de grande porte. Com entusiasmo, nós esperamos que a geração de emprego e renda favoreça ainda mais o fortalecimento do turismo em Ouro Preto”.

Visita em 2022

A rede de hotéis Vila Galé, de Portugal, avaliou algumas cidades no ano passado com o intuito de instalar uma nova unidade em Minas Gerais. Em novembro, o presidente da hotelaria portuguesa, Jorge Rabelo de Almeida, visitou Ouro Preto e Brumadinho e, em nosso município, ele conheceu o Colégio Dom Bosco, acompanhado de representantes do Grupo Salesianos, gestor do prédio.

Felipe Guerra, secretário de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Tecnologia, ressalta que a vinda de uma rede internacional de hotéis é importante para a geração de emprego e renda para a nossa cidade, e também para atrair turistas estrangeiros para Ouro Preto: “Recebemos o presidente do grupo e sua equipe técnica e mostramos alguns espaços na sede e nos distritos, acompanhados de Posteriormente, fomos informados do acordo do Grupo Vila Galé e Salesianos para ocupação do antigo Colégio Bom Bosco em Cachoeira do Campo”, conta o secretário.

Guerra ainda ressalta que, em sua visita a

Ouro Preto, o Grupo Vila Galé deixou bem claro que o modelo de hotel que será implantado aqui será o histórico, respeitando e preservando o patrimônio, e não o resort, como no nordeste: “A proposta é que seja no mesmo padrão de Portugal, de cunho histórico e cultural, respeitando a história do antigo quartel e Colégio Bom Bosco”.

No total, a rede hoteleira Vila Galé, com 37 unidades, 10 no Brasil e 27 em Portugal. Há 20 anos, o primeiro hotel foi inaugurado em solo brasileiro, em Fortaleza e, a última unidade do grupo no Brasil foi o Vila Galé Alagoas, inaugurado em agosto de 2022, um investimento de R$ 150 milhões que proporcionou a criação de 350 novos postos de trabalho.

A expectativa para o empreendimento em Ouro Preto é grande, e a população, tanto da cidade quanto do distrito de Cachoeira do Campo e região, deverá ser beneficiada com essa implantação.

História

O antigo Colégio Dom Bosco, em Cachoeira do Campo, foi construído em 1776 pelo governador Dom Antônio de Noronha para ser o quartel do Regimento de Cavalaria da Colônia. Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes serviu nesse local. No século 18, dom Pedro I esteve em 1822 e 1831 e dom Pedro II o visitou em 1881. Em localização privilegiada, às margens da Br-356, entre Ouro Preto e Itabirito, continua pertencendo à Ordem Salesiana, que instalou-se na região em 1893.

Fonte: Estado de Minas

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Colégio Dom Bosco vai abrigar o Vila Galé, em Minas - (foto: Sidney Lopes/EM)
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ARCELORMITTAL BRASIL SE CONSOLIDA COMO EMPRESA

REFERÊNCIA NA GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS

A empresa destaca as iniciativas já adotadas para o uso racional do recurso

O uso intensivo da água exigido pelo processo de produção do aço levou a ArcelorMittal, maior produtora de aço do Brasil, a desenvolver diversas ações para o uso racional desse recurso. O principal objetivo, somado ao olhar sustentável para a utilização da água, é a busca de captação alternativa para antecipar cenários de escassez hídrica. Referência em gestão hídrica na indústria, a ArcelorMittal já implantou em todas as suas unidades de produção o Plano Diretor de Águas, que visa estabelecer estratégias para garantir a disponibilidade dos recursos hídricos, uso eficiente e busca de fontes alternativas para as operações em curto, médio e longo prazos. De acordo com o presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO ArcelorMittal Aços Longos LATAM e Mineração Brasil, Jefferson De Paula, o uso racional da água integra uma das 10 Diretrizes do Desenvolvimento Sustentável da empresa, que há muitos anos já atingiu um alto índice de recirculação. “Além de atender a todos os parâmetros estabelecidos em legislação em relação a captação e descarte, a Arcelor-

Mittal segue as diretrizes descritas no Plano Diretor de Águas, metodologia que garante segurança às operações industriais e redução de impactos nas bacias hidrográficas decorrentes da captação de água para a produção do aço. O nosso índice de recirculação está acima de 97%”, afirma.

Um estudo inédito no Brasil sobre a “Previsibilidade de Disponibilidade da Água nas Bacias Hidrográficas em que a ArcelorMittal opera”, está sendo conduzido pela empresa em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). O foco do estudo é analisar cenários de adaptação necessários para o enfrentamento das mudanças climáticas. A pesquisa abrange as unidades industriais localizadas nos municípios de Barra Mansa (RJ), João Monlevade (MG), Juiz de Fora (MG), Resende (RJ) e Piracicaba (SP).

A metodologia consiste na realização de pesquisas bibliográficas sobre ferramentas que melhor representem o risco hídrico industrial no mundo, associados a estudos teóricos e práticos, de forma a caracterizar a segurança hídrica das bacias hidrográficas. O estudo também prevê uma plataforma digital que apresente a disponibilidade hídrica real e prognósticos para cenários de 10, 20 e 30 anos, com previsão de conclusão em 2024.

Além disso, será realizado um diagnóstico com sugestões de implementação de ações efetivas para diminuir o risco de abastecimento, novas fontes de captação e o uso da água a curto, médio e longo prazos.

Planta de dessalinização da água do mar

A unidade industrial de Tubarão, localizada no município de Serra (ES), maior planta de aço da empresa, também é destaque na utilização racional de água. A usina conta com diversificação de fontes de suprimento, que incluem a captação do rio Santa Maria (Grande Vitória), através da concessionária local, e a nova planta de dessalinização da água do mar, inaugurada em 2021. Iniciativa pioneira no Brasil, a planta de dessalinização tem capacidade de produção de até 500m³/h de água industrial. A unidade também prevê fazer o reuso de efluentes tratados do esgoto de Vitória (ES) - parceria com o governo capixaba e a Cesan, concessionária estadual.

DIA NACIONAL DO AÇO

A instituição do Dia do Aço no Brasil surgiu em homenagem a criação da Companhia Siderúrgica Nacional – CSN, em 9 de abril de 1941, a partir do Decreto de lei nº 3.002, de 30 de janeiro de 1941, sancionado por Getúlio Vargas.

A CSN é considerada a maior siderúrgica da América Latina e uma das maiores do mundo.

Atualmente, o Brasil se mantém em oitava posição no ranking de maiores produtores de aço bruto no mundo, produzindo aproximadamente 3% do aço existente em todo o planeta.

O aço é uma liga metálica composta essencialmente de ferro e carbono é amplamente utilizada na construção civil.

Mas, mesmo nos setores onde o aço não é matéria-prima, este continua a ser essencial, pois grande parte das máquinas que produzem a maioria dos produtos são feitas com peças de aço.

ANO XXVI, Nº 226, MAIO DE 2023 ARCELORMITTAL
Dia 09 de Abril

CONSTRUTORA GARCIA

A Garcia Construções e Participações Ltda foi fundada em 1991 e está situada no bairro Anchieta, na Capital Mineira. Ao longo de sua trajetória, construiu um sólido conceito de credibilidade no gerenciamento e administração de suas obras.

Em Belo Horizonte, a Construtora foi pioneira na implantação do sistema eletrônico de medição individual de água e gás em edifícios residenciais e especializou-se em obras por administração a preço de custo, executando mais de 500 mil metros quadrados de área construída.

O principal objetivo da Garcia é a construção de edifícios residenciais e comerciais com acabamentos primorosos, de luxo e alto luxo, utilizando materiais de primeira linha, prezando sempre pela qualidade do produto final.

A empresa se posiciona cada vez mais como referência em excelência no atendimento e no gerenciamento de seus edifícios, buscando a satisfação de seus clientes e inovando nas tecnologias de ponta.

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EDIFÍCIO LA PROVENCE EDIFÍCIO ELIAS AUN
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