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ANO IV . NÚMERO 45 . MAIO2014 . SALVADOR-BA

Ei,Táxi JORNAL EI,TAXI - WWW.EITAXI.COM.BR

A voz de todos em uma só voz

Maio 2014. Salvador - Bahia | ANO IV - nº 45 |

www.eitaxi.com.br

Edição mensal. Distribuição Gratuita. 10.000 exemplares

Salvador da Copa não tem táxis adaptados para atender portadores de deficiências

Salvador, uma das 12 sedes da Copa do Mundo não dispõe sequer de um único táxi adaptado para atender passageiros portadores de necessidades especiais. A falta de respeito com nossos cadeirantes, por exemplo, é lamentável. Certamente pagaremos mais esse mico durante os jogos, caso um turista precise do serviço que não vai encontrar.

Página 09

Em várias capitais e grandes cidades brasileiras existem táxis inclusivos, menos em Salvador Ei,Táxi

Quem está ganhando com o fim do estoque do Salvador Shopping? Carros particulares ocupam o lugar onde taxistas faziam estoque para os pontos do Salvador Shopping. Pode haver esquema nessa história?

Transalvador expulsou taxistas e, estranhamente, liberou carros particulares

3DIAS COSTA DO SAUÍPE

6x R$

163,00

xi

Ei, Tá

Página. 03

Divulgação

Leia mais...

Página 11

Venda de veículo Página 14

Cuidado com o açúcar Página 18

Taxista se defende


www.eitaxi.com.br EDITORIAL

02

JORNAL EI,TAXI - WWW.EITAXI.COM.BR

Ei,Táxi

INFORME PUBLICITÁRIO

Excelente oportunidade de negócio

É o começo...

Na

edição

Com

passada, o Ei, Táxi trouxe como

de

vereadora Mirela Macedo (PSD),

prefeitura

matéria de capa a iniciativa da

que ingressou no Ministério

Público Estadual com uma ação contra a Prefeitura de Lauro

de Freitas, com base na Lei de Acesso à Informação. Taxistas do município levantaram a questão e o Ei, Táxi fez denúncias

com relação a uma possível manobra

eleitoreira

com

a

distribuição de alvarás para permissionários de táxis. Um cidadão também questiona a

forma como as placas vermelhas, que possibilitam a compra de

um carro com descontos em impostos federais, são liberadas

e provocou o MP para que

investigue. O caso está sob os cuidados da promotora Patrícia Peixoto Mattos, do setor de

Proteção ao Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa.

As

denúncias

sobre

Acesso

lhe

também ocorreram nas duas administrações da ex-prefeita

Moema Gramacho (PT), que, na

edição

foi

denunciado

passada,

teria

“distribuído” 70 placas ao apagar

das luzes de seu último governo. Já o petista Márcio Paiva teria

“liberado”, desde que assumiu

o Executivo, outros 400 alvarás. Apesar disso, dezenas de taxistas auxiliares, que estão na profissão

há anos, não conseguiram ser beneficiados por nenhum dos

dois gestores. Acreditam que há algo de estranho no processo de liberação.

Lei

Informação, que

fazer

sobre

um

a

real

situação das permissões para uso de táxi em Lauro de Freitas. Isso

vai permitir à parlamentar saber realmente o que vem ocorrendo e se as denúncias procedem ou não. Para começar a se inteirar

da situação, a vereadora queria

ter acesso à lista com nome, CPF

e endereço do permissionário, além

da

placa

do

veículo.

Após muita insistência, lhe

foi entregue a relação dos 130 permissionários que realizaram a renovação dos alvarás entre os anos de 2009 e 2013. Ou quem

leu a solicitação da vereadora nada entende de português ou decidiu tratar com deboche a solicitação. Mas, pelo visto, de nada adiantou essa manobra.

Por

Patrícia

prefeito Márcio Paiva (PP). Elas

na

documentos

levantamento

não são recentes, ou seja, não

começaram na gestão do atual

à

permitissem

assessoria

de placas em Lauro de Freitas

base

Mirela Macedo solicitou da

possíveis farras de distribuição

conforme

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de

meio

de

sua

imprensa

do

Ministério Público a promotora informou começou

Peixoto

que

documentos

a

a

Mattos

prefeitura

entregar

os

solicitados

pela

vereadora. Avisou ainda que tão

logo tenha uma conclusão dos trabalhos falará à reportagem

do Ei, Táxi. Estaremos, como sempre fizemos, acompanhando

os fatos para que todas as

denúncias e dúvidas sejam esclarecidas. Até porque, com o

MP à frente das investigações, a

verdade certamente aparecerá. Esperamos

investigações

também

que

semelhantes

comecem a ocorrer em outros municípios

baianos

como

Candeias, Itapetinga, Medeiros Neto e Eunápolis. Forte abraço

Adriano Rios adriano@eitaxi.com.br

Fazendo a sociedade conhecer os nossos problemas e

anseios, estaremos compartilhando os nossos objetivos e

colaborando para uma cidade melhor. Após a sua leitura, ofereça o seu Jornal Ei, Táxi ao passageiro, amigo ou familiar.

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contato pelos canais: 71 3498-9731 | 71 8135-9002 | 71 9116-5095 jornalismo@eitaxi.com.br e www.eitaxi.com.br

Expediente Diretor Executivo e Editor: Adriano Rios, Jornalista: Clécio Max - DRT-BA 1279 Revisão: Anariel Rios, Diagramação: Abel Marcelino, Edição: mensal Tiragem: 10.000 exemplares Distribuição Gratuita em toda Salvador e região metropolitana. Impressão: Gráfica do Correio. O conteúdo das colunas, dos anúncios e informes publicitários são de responsabilidade dos autores e não, necessariamente, expressão a opinião do jornal. Comercial: (71) 3498-9731 / 8135-9002 / 9116-5095 /comercial@ eitaxi.com.br Jornalismo: jornalismo@eitaxi.com.br

Vende-se empresa de Rádio Táxi sediada na cidade do Salvador, com grande carteira de clientes (empresas conveniadas) incluindo órgãos dos governos estadual e federal. Dispomos de toda infraestrutura montada: financeira, operacional e tecnológica. Todos os impostos estão em dia, não havendo restrição em nenhum órgão, o que significa cadastro idôneo no mercado. Totalmente informatizada e com sistema de GPS para despacho de corridas. Valor a combinar. Mais informações: (71) 3266-1366 / (71) 9952-6979

Guebor Toyota realizará mais um café da manhã no Iguatemi

Diante do sucesso das duas primeiras edições do Café da Manhã com Taxistas, a Guebor Toyota já agendou o próximo encontro e convida os profissionais da praça para conhecerem as novidades que a montadora japonesa traz, como o Novo Corolla 2015. Será no dia 23/05, uma sexta-feira, às 8h. O Ei, Táxi já agendou e vai marcar presença.

Copa: taxistas na mira do Procon-PE

Pernambuco está se preparando para receber bem os turistas durante a Copa do Mundo. Problemas com extravio de bagagens, atraso nos voos e tarifas abusivas estão no alvo do Procon do Estado. Também os taxistas do Recife e cidades vizinhas estão sendo alertados sobre a vigilância de suas tarifas pela Câmara Técnica de Consumo e Turismo, órgão criado no final do ano passado e que articulará as atividades do Procon Pernambuco com outros órgãos públicos. Para atender os turistas em dificuldades com passagens e cancelamentos, haverá uma unidade de atendimento dentro do aeroporto Internacional Gilberto Freyre. Representantes estaduais e municipais dos institutos de defesa do consumidor das cidades-sede da Copa participaram de uma reunião de balanço das ações em defesa dos turistas e consumidores, realizada em Brasília. O encontro foi liderado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), que articula estratégias de defesa dos consumidores previstas no Plano Nacional de Consumo e Cidadania, coordenado pelo Ministério da Justiça. Fonte: Portal Brasil


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TRANSPARÊNCIA 03

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E então Transalvador, nesse mato tem jacutinga? Em agosto de 2013, sem nenhum aviso, a Transalvador proibiu os taxistas que fazem ponto diariamente no Salvador Shopping, desde que o estabelecimento foi inaugurado em maio de 2007, de utilizar uma área naquela região como estoque. Questionada pelo Ei, Táxi, a Transalvador informou que a utilização da área era irregular e que “posicionar veículos sobre o canteiro, em área verde, fere o Código de Trânsito Brasileiro”. Para impedir essa prática o órgão colocou barras de concreto e avisou que iria punir, seve ramente, quem desobedecesse as ordens. Pois bem, passado algum tempo o local se transformou em estacionamento para carros particulares como visto na foto acima. Diante da estranha omissão da Transalvador só nos cabe a pergunta: “Tem jacutinga nesse mato, Transalvador?!”. A pergunta é válida porque fica parecendo que alguém está levando vantagens; não se sabe qual e de que tipo, para permitir que carros particulares estacionem num espaço anterior-

Fotos: Ei,táxi

A foto não mente e fica difícil acreditar que alguém não esteja levando vantagens, enquanto os taxistas foram prejudicados

Quando desativou o estoque, de forma arbitrária, a Transalvador colocou barras de concreto e fez ameaças aos taxistas

mente usado por taxistas que prestam importante serviço aos usuários do shopping e pessoas que tra-

balham naquela região da cidade. O mais intrigante é que o local virou estacionamento particular, há meses,

e nenhum dos agentes do órgão de trânsito, especialmente aqueles que costumam circular naquela área,

agindo com arrogância e aplicando multas arbitrárias, notou o fato. Ou será que notou, mas preferiu fingir que nada viu deixando livre a tal jacutinga?! A prefeitura, por meio da Gerência de Táxi e Transportes Especiais (Getax), sabe da importância estratégica de um estoque para os táxis em uma área como aquela onde está localizado o Salvador Shopping. “A retirada do estoque prejudicou bastante a todos nós, especialmente em épocas de grande movimentação no shopping, como o Dias das Mães e o Natal. Temos que ficar circulando para esperar por uma vaga na fila e quem comete o menor vacilo pode receber uma multa da Transalvador, que sabe ser rígida com a categoria. Já com os particulares, tenho minhas dúvidas e aqueles carros estacionados onde era o nosso estoque confirma o que falo”, disse um taxista preferindo não ser identificado para não sofrer represálias.


04 ATITUDE

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Ponto da Rua Pará/Pituba continua sem solução Ei,táxi

O gerente Bruno Alves já foi informado pelo Ei, Táxi sobre esse problema Os taxistas que trabalham no ponto oficial da Rua Pará, na Pituba, continuam esperando o cumprimento da promessa de Bruno Alves, titular da Gerência de Táxi e Transportes Especiais (Getax). Com a inauguração do Tabelionato de Protestos de Títulos do 2º Ofício, em 2013, o dia a dia desses profissionais vem se transformando em sufoco, uma vez que perderam quatro das cinco vagas que tinham no local. Por falta de sinalização (placa e pintura no asfalto), a única vaga que restou costuma ser ocupada por carros particulares. Em entrevista ao Ei, Táxi, tão logo assumiu o posto, Bruno Alves disse ter montado um cronograma para resolver o problema de falta de sinalização nos pontos oficiais, o que prejudica os taxistas. Assim como este ponto da Pituba, diversos outros passam por problemas semelhantes ou piores. Já está na hora de o gestor mostrar pra que veio. Caso contrário, vai repetir o mesmo bla-blá-blá dos oito gerentes que ocuparam o cargo nas duas desastrosas “administrações” do ex-prefeito João Henrique (PSL). Com a palavra, Bruno Alves.

Taxistas terão incentivos para cobrança em cartões de crédito Os taxistas de Salvador e Região Metropolitana, que fazem parte do Programa Taxista Amigo do Turista, da Secretaria do Turismo do Estado, terão direito a subsídios de taxas para efetuarem cobranças através de cartões de crédito. A novidade foi anunciada durante o lançamento do selo que leva o nome do projeto, na sede da Setur, com a presença do secretário Pedro Galvão. O encontro, que contou com uma palestra sobre a importância das novas tecnologias nos serviços de táxi, reuniu mais de 80 profissionais e representa a primeira de uma série de oito oficinas que vão beneficiar 300 taxistas. “Quem aderir ao uso das máquinas de cartões de crédito terá isenção de taxa de aluguel nos três primeiros meses de operação, e depois só pagará R$ 11,90 (onze reais e noventa centavos) de mensalidade. Os custos, hoje, chegam a R$ 120 (cento e vinte reais) por mês. Para se conectar ao sistema, é preciso que o taxista adquira a máquina e também possua um smartphone que permita a transmissão de dados via internet para concretizar as operações”, ressaltou Rinaldo Carneiro, gerente da empresa de máquinas de cartões de crédito credenciada para o programa. O secretário Pedro Galvão ressaltou a importância de ampliar a oferta de táxis que aceitem cartões de crédito. “Quanto menos dinheiro houver em circulação, mais isso vai representar segurança para o usuário – seja ele baiano ou turista – e para o taxista”, disse. Galvão destacou ainda a importância do selo Taxista Amigo do Turista. “Isso faz parte de um programa de capacitação que prevê mais sete oficinas: a de Segurança Pública, com autoridades do setor; de Direitos do Consumidor, com o Procon; de Empreendedorismo; Combate à Exploração Sexual; Qualidade do Atendimento; Informações sobre pontos turísticos e idiomas. Os taxistas que obtiverem o selo vão se destacar em relação aos que não tiverem”, afirma. PROFISSIONAIS - Para o taxista Egídio Alves, essa é uma tendência mundial, e Salvador deve aderir. “Em qualquer destino turístico da Europa e também nos Estados Unidos isso já é comum. Com a Copa do Mundo será muito mais prático para os profissionais que aceitarem cartões de crédito, pois, além de mais segurança, não haverá dificuldades com troco”, disse. César Bastos disse estar atraído pelas condições oferecidas pela empresa de cartões, mas alerta para as principais preocupações dos profissionais. “Precisamos ter um bom suporte da administradora do cartão”, disse. Fonte: Ascom/Setur


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INFORME PUBLICITÁRIO 07

Rádio Táxi amplia área de atuação no Estado e agora chama-se Bahia Táxi Fotos: Ei,Táxi

Profissionais diferenciados, os colaboradores da Bahia Táxi são argumento decisivo para a empresa fechar novas parcerias

Uma das principais empresas do segmento táxi na capital baiana, a Rádio Táxi, comemora os 35 anos de existência e aposta em um arrojado projeto para continuar líder de mercado, levando seus serviços a outros municípios baianos, além de Salvador e Região Metropolitana. Baseado numa estratégia de marke

ting, a empresa muda sua identidade visual e agora passa a se chamar Bahia Táxi. Essa atitude vai lhe permitir ampliar sua atuação no Estado, abrindo a possibilidade para aceitar a filiação de novos taxistas colaboradores. O contato pode ser feito pelo telefone 33244340. Dona de uma car-

teira de clientes-parceiros formada por grandes empresas nacionais e também grupos internacionais, que operam em diversos estados brasileiros, a Bahia Táxi decidiu apostar no crescimento de suas atividades. Por conta disso, vai ampliar seu quadro de associados, hoje formado por mais de 600 taxistas. “Tomamos

essa decisão para continuar mantendo o nosso padrão de excelência no atendimento aos nossos clientes corporativos e também aos passageiros avulsos, que não abrem mão de nossos serviços, justamente pela qualidade com que eles são prestados”, afirma Israel Silva, gerente administrativo da Bahia Táxi. Em seu processo de expansão a Bahia Táxi já atende clientes-parceiros em Salvador, municípios da Região Metropolitana como Lauro de Freitas, Camaçari, Simões Filho, Dias D’Ávila, Candeias, Mata de São João e Madre de Deus, além de cidades como Feira de Santana, Entre Rios, Teodoro Sampaio, Aramari, Pojuca, Santo Amaro e Esplanada. “Temos uma robusta e produtiva carteira de clientes-parceiros, o que significa garantia de trabalho e ganhos. Sem esquecer a infraestrutura que colocamos à disposição de nossos taxistas, que contam com os mais avançados programas de chamadas de corridas por celular, como o Kabx e o Wappa”, ressalta o

Israel Silva aposta nos profissionais da Bahia Táxi

gerente. Israel Silva lembra ainda que o taxista vinculado à Bahia Táxi conta com uma série de vantagens como convênios com farmácias, uma rede de postos de combustíveis, supermercados, oficinas, revendedoras de pneus e restaurantes e prestadores de serviços. “Sem esquecer que estamos finalizando negociações com uma grande operadora de plano de saúde e que nossos colaboradores podem ficar livres da mensalidade ao atingirem metas pré-estabelecidas”, acrescenta Israel Silva lembrando que a Bahia Táxi cresce e tem seu trabalho reconhecido pela forma como trabalha em parceria com colaboradores e parceiros-clientes.


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DESCASO

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Getax continua sem competência para resolver problemas no Aeroporto e prejudica taxistas Fotos: Ei,Táxi

Com as obras no aeroporto, o momento seria oportuno para resolver problemas’

Quando foi anunciado pelo prefeito de Salvador ACM Neto (DEM), para ocupar a Gerência de Táxi e Transportes Especiais (Getax), Bruno Alves disse ao Ei, Táxi que estava a par dos diversos problemas que afligem os mais de 14 mil taxistas (permissionários e auxiliares) que trabalham na capital baiana. Um deles, amplamente denunciado diz respeito à falta de organização no Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães, o que contribui para tornar um inferno o dia a dia dos profissionais que trabalham ali ou que se dirigem para o local ocasionalmente.

No local faltam fiscais para impedir a ação dos clandestinos, mas esses servidores sobram na hora de perseguir o taxista devidamente regularizado. Munidos de talões de multa e muita arrogância, alguns agentes da Transalvador continuam impondo o terror e para dificultar o trabalho dos permissionários dos chamados táxis comuns, que precisam desembarcar ou pegar um passageiro no aeroporto. “Da forma que está o taxista acaba pagando muito caro pela falta de organização. É preciso que a Getax e a Infraero se en tendam para que possam

Para Eloy: “Construir área para embarque e desembarque dos passageiros dos táxis comuns”

chegar a um acordo que será bom para todos, pois o serviço vai melhorar para os passageiros. Sejam eles baianos ou turistas, especialmente agora, às vésperas da Copa do Mundo”, diz o taxista Eloy Fonseca, alvará A-5964, ressaltando que este é um bom momento para se aproveitar e “criar um espaço específico para embarque e desembarque no aeroporto. É assim em outras capitais”. Com muita experiência na praça, Eloy Fonseca lembra ainda que da forma que está muitos taxistas preferem não pegar corrida para o aeroporto, o que não é bom para o serviço e acaba prejudicando os passa-

geiros. “Hoje, são muitas as multas que taxistas levam no aeroporto justamente por falta de organização do serviço. A categoria vem sendo penalizada. O profissional faz uma corrida de R$ 60 e corre o risco de ser multado em R$ 191. Isso é um absurdo”, denuncia o taxista. ESQUEMAS – Já o taxista Everaldo Lima reclama da falta de fiscalização por parte de agentes da Getax. “É preciso que a Getax regularize o funcionamento do ponto para os táxis comuns, acabano com esquemas montados por alguns taxistas que se julgam donos do aeroporto”, denuncia. Se-

gundo ele, quem chega ao local e não faz parte do esquema montado acaba não conseguindo pegar uma corrida. “Chegamos lá e ficamos penando na fila à espera de uma corrida e quando somos liberados para pegar um passageiro é justamente aquele que vai para localidades próximas ao aeroporto. O responsável em organizar a fila finge que não faz isso. Na verdade, monitora para favorecer alguns taxistas. Isso está errado, pois todos têm direitos, uma vez que o local é público. Como a Getax gerencia o serviço de táxi, compete a ela agir para impedir esse tipo de armação”, acrescenta. Para Everaldo Lima, poderia ocorrer no aeroporto algo semelhante ao que funciona no estoque do Shopping Iguatemi e Estação Rodoviária. “Existe fila e controle, mas os direitos são iguais para todos. É assim que tem que ser e, volto a afirmar, compete à prefeitura, através da Getax, resolver essas questões”.

Gestão Empresarial

Estão faltando horas no seu dia?

Prezado leitor, por quantas vezes nos perguntamos: o dia passou tão rápido e eu não consegui fazer nada do que tinha em mente. Está faltando horas no meu dia? Com agendas cheias de compromissos, com tantas tentações tecnológicas, redes sociais, Whatsapp, Facebook, Twitter, Instagram, entre tantos outros meios de comunicação existentes, que consomem nosso tempo sem percebermos, podemos dizer que estas atividades concorrem principalmente com o nosso tempo útil. Não posso deixar de destacar, porém, que toda esta tecnologia e conectividade bem utilizada são ferramentas poderosas em nosso dia a dia, até mesmo para dar agilidade as nossas ações. Entendo que o tempo é um direcionador, que controla o espaço de nossas ações na existência, seja para um projeto, programação familiar, planejamento de carreira, viagem, lazer, o cuidado com o corpo... Enfim, para tudo dependemos do tão precioso tempo. Mas o que fazer quando o tempo

que temos, teoricamente, não é suficiente? Questionamos a todo instante e temos a sensação que falta tempo para cuidar de nós mesmos e das nossas tarefas; o constante desafio de não deixar nada por fazer e às vezes (raras) o excesso de tempo e de não saber o que fazer com ele. Estes são fatores bem descritos por John Wagner Lii – autor do livro “Comportamento Organizacional: Criando Vantagem Competitiva”, que fala entre outros assuntos da doença do tempo como grande desafio da atualidade. Somos desafiados sempre a fazer mais em menos tempo. Talvez este seja o grande desafio não só das

organizações, mais de todos nós, imersos em um mundo de informações e atividades com prazos cada vez mais curtos, que gera estresse, doenças e uma má qualidade de vida. Segue então algumas dicas para um melhor aproveitamento do tempo:  Programe-se; busque estabelecer o que será feito no seu dia, de preferência no dia anterior, se possível programe sua semana, fazendo ajuste com os fatores surpresas;  Estabeleça prioridades;  Seja disciplinado, faça o que se propôs;  Não seja refém do

tempo, faça com que ele trabalhe a seu favor;  Não ligue o piloto automático; pare, reflita e perceba as coisas com tranqüilidade; não seja consumido pelo excesso de informações, contudo use sabiamente o que melhor lhe convém;  Contemple a sua vida espiritual, alimento para o corpo e para o espírito, aproxime-se de Deus, seja com uma leitura da Bíblia, um momento de oração, louvor ou através das suas crenças, pois somos livres para seguir no que acreditamos, através do firme fundamento das coisas que não se veem – a FÉ;  Proporcione qualidade ao seu dia, aproveite o seu tempo livre, não para trabalhar ou ir às compras (o mundo nos impulsiona a consumir – nada contra), mas sim para o verdadeiro lazer, com o que lhe satisfaz, como um belo pôr do sol, um olhar para a natureza, com tempo para perceber o que há de mais belo; para uma leitura saudável que lhe faça viajar através do conhecimento.

Na realidade não nos falta tempo; o tempo está aí. Ao longo da nossa existência, ele está aí a nossa disposição de forma ilimitada. Precisamos, no entanto, usá-lo com sabedoria, fazer dele o nosso aliado, nos programar, planejar o nosso dia e buscar o equilíbrio para administrá-lo de forma eficaz. Convido você, amigo leitor; pare um pouco e viva um dia diferente, com um olhar diferente para o seu tempo, trabalhando de forma equilibrada as pressões do dia a dia e gerando qualidade de vida para seu tempo. Pare um pouco para perceber e viver o seu tão precioso tempo. Até a próxima. Ednei Teófilo Moreira Diretor Executivo – Novo Caminho Gestão e Representação ednei.teofilo@novocaminhoconsultoria.com.br


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ACESSIBILIDADE 09

Na Salvador da Copa não circulam táxis adaptados para portadores de necessidades especiais Dentre os absurdos praticados pelo ex-prefeito de Salvador, João Henrique (PSL), um está diretamente ligado ao táxi adaptado para pessoas com necessidades especiais. No dia 2 de julho de 2005, em plena Praça Municipal, o ex-gestor reuniu a imprensa para fazer a entrega da chave do primeiro táxi adaptado da capital baiana e anunciou que a frota seria composta por 20 destes veículos. Ficou apenas nisso, em mais um espetáculo midiático promovido por João que permaneceu por duas gestões à frente da prefeitura e nada de táxi adaptado circulando nas ruas da cidade. Com isso, dezenas de centenas de pessoas continuam sofrendo diariamente quando precisam se descolar, por exemplo, para uma consulta médica ou sessão de fisioterapia entre outras atividades. Na época, o então secretário municipal de Transportes e Infraestrutura, Nestor Duarte, disse que “esta ação não é mais um projeto e sim uma realidade”. O então titular da Gerência de Táxi e Transportes Especiais (Getax), Moacir Brum, também discursou e aplaudiu o prefeito quando ele afirmou que: “Só pode ser cidadão quem consegue ter garantido seu direito de ir e vir para que possa participar da construção de sua própria sociedade. É mais uma medida de inclusão social.”. Ou seja, muito blá-blá-bla como sempre fez João Henrique enquanto teve em suas mãos as chaves do Palácio Thomé de Souza. Três dias depois da festa, a prefeitura publicou um decreto no Diário Oficial do Município tratando da criação e funcionamento da frota, mas tudo ficou por aí. Mantendo uma de suas características como gestor, o prefeito simplesmente ignorou a lei ao criar o decreto e a própria frota de táxis adaptados. Ao conceder os alvarás provisórios para os novos taxistas, a Getax atropelou a lei e invadiu o sinal. O bastante para que o Ministério Público Estadual entrasse em ação e denunciasse o fato à Justiça, considerando irregular a ação. Revelando outra forma de “governar”, João Henrique simplesmente esqueceu o assunto, fingindo-se de morto sempre que ele voltava a ser lembrado. Outro fato que fez com que o ex-prefeito engavetasse o projeto foi a denúncia de que teria ocorrido venda de alvarás provisórios. Na época, um dos futuros taxistas chegou a denunciar à imprensa que pagara R$ 23 mil pela concessão, o que acabou não sendo apurado. Para o presidente da Associação Municipal e Metropolitana dos Deficientes, Gledson Oliveira Cruz, tratou-se de um projeto voltado para ajudar algumas pessoas a se darem bem, através das pessoas que realmente necessitam do táxi adaptado.

Silêncio na Getax O Ei, Táxi entrou em contato com a Getax para saber do órgão responsável pelo segmento táxi na capital baiana o que de novo existe sobre os táxis adaptados. Até o fechamento desta edição não recebemos nenhuma resposta e também não conseguimos contato com o gerente Bruno Alves. Com o estranho silêncio da Getax, quem sai prejudicada é a população, especialmente os cidadãos que esperam pelos veículos modificados, também chamados de táxis inclusivos. Pelo visto, o novo gestor segue na linha dos que entendem que mesmo estando à frente de um cargo público não tem obrigação de prestar contas ao contribuinte. Prestar contas à população, por meio da imprensa, é uma das funções de quem ocupa cargo público. O gestor deve atender à imprensa mesmo que seja para dizer que não tem o que falar sobre o assunto em questão. Aliás, essa deveria ser uma condição imposta pelo prefeito ao convidar alguém para assumir um posto em sua administração. Principalmente no caso da Getax. Até porque, sempre que procurado pela imprensa o prefeito ACM Neto fala. Já os seus colaboradores...

Empresas de táxis Como as prefeituras preferem empurrar o problema dos táxis adaptados com a barriga, ignorando a situação dos portadores de necessidades especiais, a solução pode vir através do Congresso Nacional. Com o Projeto de Lei 12/2012, o senador Sérgio Souza (PMDB-PR) quer obrigar as empresas de táxis com 20 ou mais veículos a adaptarem ao menos 5% de sua frota para o embarque e desembarque de cadeirantes. Em sua justificativa o senador lembra que “os táxis recebem incentivos fiscais e esses benefícios devem ser revertidos para a sociedade”. Ainda de acordo com o peemedebista, “os cadeirantes preferem fazer seus deslocamentos, sempre que possível, sem ajuda externa ou sem que tenham de sair de suas cadeiras de rodas. Isso porque eles querem se sentir produtivos e capazes de gerir suas vidas, sozinhos, como o resto da população”. Fotos: Divukgação

Mundo e Brasil Na capital paulista, desde 2009 os portadores de necessidades especiais contam com os serviços de táxis adaptados. Naquele ano, a prefeitura liberou 80 alvarás. No Nordeste, Fortaleza é outra capital que conta com esse importante serviço, ficando à frente de Salvador. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que 10% da população mundial vivem com algum tipo de deficiência. O governo reconhece que 45 milhões de pessoas no país têm deficiência.


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FIDELIZAÇÃO

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Renault Eurovia promove café da manhã no Iguatemi Em seu primeiro café da manhã para os taxistas, realizado no dia 24/04, no estoque do Iguatemi, a Eurovia Renault levou duas de suas estrelas para apresentar aos profissionais do segmento táxi, que gostaram bastante do que viram. Uma dos destaques da montadora francesa que os taxistas conheceram em detalhes foi o Renault Duster, que vem mostrando ser bom de briga na categoria SUV. Também levado para o evento, que é o primeiro de muitos outros, o Renault Logan deixou boas impressões entre a categoria. O Ei, Táxi também esteve por lá. Fotos: Ei,táxi


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PRECAUÇÃO 11

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Vendeu seu veículo? Comunique ao Detran imediatamente e evite problemas futuros Quem vende um veículo, geralmente tem problemas com o novo proprietário que demora a fazer o processo de transferência do bem. Essa situação vem crescendo na Bahia, onde o Detran-Ba tem recebido várias queixas. Isso acontece porque se o novo proprietário comete uma infração e o documento do veículo permanece em nome do antigo, este último deverá assumir as responsabilidades de ordem administrativa, fiscal e criminal, podendo perder pontos na Carteira Nacional de Habilitação ou responder por algo que não fez. O que muita gente não sabe é que, para se isentar, o antigo proprietário tem a obrigação, de acordo com o art. 134, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de fazer a chamada “Comunicação de Venda” do veículo e evitar os possíveis transtornos futuros, tais como, ser responsabilizado pelas multas cometidas, danos físicos e materiais que venham a ser provocados pelo veículo (batidas, multas, atropela-

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mentos etc.), e ainda, ter o nome inserido na Dívida Ativa do Estado. Fazer a “Comunicação de Venda” é muito simples. Basta o proprietário antigo do veículo se dirigir à sede do Detran ou Ciretran, e dar entrada, gratuitamente, no protocolo geral ou na diretoria de veículos. Ele deve estar munido de cópia autenticada do Certificado de Registro Veicular (CRV) com firma reconhecida, devidamente preenchido (no verso) com os dados do comprador, datado e assinado por ambos, comprovante de residên-

cia do comprador e RG do vendedor. Em seguida, ele deve preencher um formulário comunicando a venda e informando o nome do comprador. Ao final do processo, é emitido um comprovante de que o registro foi efetivado. A partir dali, tudo o que vir a acontecer com o veículo será de responsabilidade do novo comprador. Serviço de Transferência – Ao comprar um veículo seminovo, é preciso ser feito o serviço de transferência de propriedade, passando o Certificado de Registro de Veículo (CRV) e o Certificado de Registro e

Licenciamento de Veículo (CRLV) para o nome do comprador, este procedimento pode ser feito na sede do Detran e unidades do SAC na capital, e para quem está no interior, basta se dirigir as Ciretrans, Retrans e unidade do SAC em Feira de Santana. O novo proprietário tem um prazo de 30 dias corridos, contados a partir da data da compra, para realizar a transferência. A transferência realizada após este prazo resultará em infração de trânsito de natureza grave. Nunca entregue o CRV em branco ou sem data para o comprador.

Só com a comunicação feita, o ex-proprietário se isenta de eventuais pontuações e ou responsabilidades que novo proprietário de seu ex-veículo possa vir adquirir. Para ser feita a transferência, deve ser reconhecida a firma por autenticidade em cartório, do comprador e do vendedor. Caso o veículo seja de outro município ou estado também é necessário o sinal público e o CRV deve está devidamente preenchido. O veículo deve passar pela vistoria no Detran, que pode ser realizada na sede do órgão, na Avenida ACM, das 7h30 às 13h30 ou com hora marcada pelo call center pelo 3535-0888. Outra opção é por hora marcada no Salvador Shopping ou no Shopping Paralela, a marcação deve ser feita com no mínimo 24 horas de antecedência, pelo call center 0800-0715353, de segunda a sexta-feira, das 07 às 19h, e aos sábados, das 8 às 18 horas. Fonte: Ascom/Detran-BA

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12 LEGADO

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Direitos

Só Muda na Pressão A insatisfação da população com os serviços públicos é muito grande. Ninguém suporta mais a ingerência negativa da política no serviço público. Secretarias estaduais, municipais e ministérios são criados apenas para “presentear” (ou comprar) partidos políticos, em clara demonstração de que os serviços públicos não são prioridades. Verbas públicas são destinadas a áreas não prioritárias, enquanto que Educação, Saúde, Segurança e Transportes são precários. Nunca foi novidade essa insatisfação do povo. É verdade que alguns estão se excedendo e fazendo “arruaças”, mas esses não representam a maioria que protestam civilizadamente. Não podemos desviar o nosso olhar para as badernas da minoria, mas sim direcionarmos os nossos ouvidos para as justas queixas do povo que quer um Brasil melhor. Lula e o PT chegaram ao poder há dez anos com a promessa de mudar o Brasil. Na área social melhorou muito, mas no essencial do serviço público, não. Os serviços públicos continuaram ruins. A corrupção continua sendo um “câncer social”. Daí a frus-

tração de muitos com o PT. Os governos, assustados com as manifestações populares, usam as polícias para resolver questões sociais. A presidente Dilma, preocupada com sua reeleição, anuncia medidas para acalmar o povo. Diz que vai usar os recursos do petróleo, inclusive do pré-sal, para investir na educação. Anuncia 50 bilhões para melhorar o transporte coletivo. Garante que vai aumentar as vagas de medicina e de residência médica, além de desejar contratar médicos

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estrangeiros para as regiões mais remotas do Brasil. Na política, quer convocar um plebiscito, onde o povo diz sim ou não, para convocar uma eleição de parlamentares federais só para mudar na Constituição Federal o capítulo referente à política, partidos e eleições. Propôs, também, a presidente Dilma, tornar a corrupção um crime hediondo. Sobre essas medidas anunciadas, ficam algumas perguntas: Precisaria tanta burocracia, com gasto milioná-

rio com plebiscito, eleições, mais parlamentares, para mudar um capítulo da constituição? Bastaria ao próprio Congresso Nacional atual mudar as regras da política, ouvindo e aceitando as propostas da sociedade civil organizada. Sairia mais rápido e mais barato para o contribuinte. Um projeto de iniciativa popular seria o ideal para evitar o corporativismo dos congressistas. Sobre as medidas anunciadas para a educação, saúde e transporte coletivo, as perguntas são: por que

não tomou essas medidas antes? Por que esperou a revolta popular? O governo do PT continua passando a ideia de que só resolve as coisas na base da greve, revoltas e protestos. Sobre transformar a corrupção em crime hediondo, excelente ideia, mas aí precisamos de um reparo e um aviso. Precisamos reparar a legislação processual penal para garantir que os corruptos realmente sejam presos e cumpram suas penas. Por fim, precisamos avisar que corrupto também é aquele que oferece propina a guarda de trânsito, a Juiz e servidor público encarregado de licitação, dentre outros.

Capitão Tadeu – deputado estadual - Líder do PSB na Assembleia Legislativa da Bahia capitaotadeu@capitaotadeu.com.br


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AUTOMÓVEL

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Seu Carro

Gás natural em automóveis – o custo benefício Apesar do incentivo atualmente ser menor, ainda há um grande número de veículos que utilizam o gás natural veicular – GNV – como combustível. Extraído em poços específicos para gás natural ou em conjunto com outros minerais, o GNV é conduzido em gasodutos ou em grandes cilindros em transporte naval, ferroviário ou rodoviário.

Como funciona

Um ou mais cilindros armazenam o GNV em elevadas pressões, uma válvula específica permite que o mesmo seja reabastecido em postos específicos. Do cilindro o gás é conduzido para um sistema que reduz a pressão e fornece a injetores especiais. Um módulo eletrônico identifica a quantidade ideal de GNV que deve ser fornecido ao motor em cada instante, acionando eletronicamente os injetores de GNV. Ao módulo cabe também a tarefa de fazer a comutação entre o combustível líquido e o GNV, garantindo segurança e suavidade na operação.

Vantagens

Baixas emissões o motor a GNV pode ser menos poluidor, desde que equipado com kit de GNV moderno e corretamente regulado; Menor custo do quilômetro rodado – o menor custo do combustível determina maior economia, trazendo redução nos custos operacionais; Adaptação em veículos a gasolina ou álcool muito embora o veículo a álcool seja o ideal para conversão, devido a maior taxa de compressão do motor, pode-se converter motores a gasolina para gás natural; Veículo bi-combustível – basta pressionar um botão e tem-se o veículo com combustível líquido, o que o torna bastante versátil.

Desvantagens

Taxa de compressão do motor inadequada para o GNV – essa característica do GNV ocasiona uma perda de potência de 10 a 20%; Necessidade de kit de adaptação – o preço do kit é sal-

gado, e nem sempre é viável a instalação para todos os veículos; A instalação do kit pode invalidar a garantia do veículo; É necessária uma vistoria anual do sistema; Autonomia limitada – o cilindro de gás tem baixa autonomia (geralmente cerca de 200 Km em uso normal). Isso, aliado ao fato da rede de postos pequena e restrita a grandes centros, torna a autonomia do veículo a gás um problema, que por sua vez só não é maior devido ao veículo ser bi-combustível; Manutenção mais cara – alguns componentes do motor podem ter a vida útil reduzida quando se usa GNV, em especial os do sistema de ignição; Porta-malas – o cilindro ocupa um volume considerável do porta-malas.

Kits - Existem basicamente dois kits de GNV no mercado: 1. Kit convencional - utiliza um misturador ar / gás,

uma espécie de carburador simplificado. O ajuste da mistura ar / GNV é mecânico, com baixa precisão e, caso não tenha sido feito com o uso de analisador de gases adequado, provoca elevadas emissões de poluentes além de reduzir a vida útil do motor. Alguns kits convencionais, mais caros, incorporam uma válvula eletrônica que promove um ajuste básico na mistura; 2. Kit eletrônico – utiliza injetores individuais comandados eletronicamente para o GNV. Dessa forma o motor possui os injetores para o combustível líquido e injetores específicos para o GNV. O fornecimento de gás é bastante preciso, garantindo suavidade, baixo consumo, baixas emissões de poluentes, pouca perda de potência e sem afetar de forma significativa a durabilidade do motor. Diante da necessidade de controle efetivo das emissões de gases, o primeiro tipo não é recomendável, apesar de custar menos que um kit controlado eletronicamente. Algumas montadoras oferecem veículos

com o kit eletrônico original de fábrica, sem a necessidade de adaptações e perda de garantia.

Custo benefício

Com os últimos aumentos no preço do GNV nos postos, a instalação, ou não, de um kit demanda uma avaliação quanto ao retorno do investimento, além da verificação das vantagens e desvantagens citadas. É necessário se avaliar se pela quilometragem média mensal percorrida, a economia compensa o investimento do kit. Em veículos de frotas e táxis a vantagem é mais evidente, devido á grande quilometragem média percorrida. Júlio César Chaves Câmara Engenheiro Automotivo Senai Cimatec jcamara@fieb.org.br


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FINANÇAS

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Dinheiro

Título de capitalização é um bom “investimento”? Uma amiga outro dia me perguntou se ao investir em título de capitalização havia feito um bom negócio? Não fiquei surpreso com tal indagação, apesar do questionamento ter vindo de uma pessoa que acompanha os noticiários diariamente. Tal fato, contudo, serviu para comprovar que grande parte da população brasileira não teve e (não tem) durante a fase escolar disciplinas que abordem questões acerca de finanças pessoais. Além disso, na fase adulta, muitos não possuem o hábito de buscar informações sobre o assunto. Pois bem, respondi que não considerava um investimento porque não rendia juros ao investidor após o período da “aplicação”, pois o cliente trocava a rentabilidade do dinheiro pela participação nos sorteios. A amiga em questão informou que contratou dois títulos: um de R$ 15,00 por mês com duração de 48 meses (total R$ 720,00) e outro de R$ 20,00 por mês com duração de 60 meses (total R$ 1.200,00) na expectativa de poupar e render seu di-

nheiro. E como funciona este investimento para o banco? Desses valores pagos por mês uma pequena parte vai para a cota dos sorteios, uma parte é utilizada na taxa administrativa ou de carregamento e a terceira parte recebe uma quantia para a capitalização em si. Este produto é regulado pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados, órgão ligado ao Ministério da Fazenda), mas conforme determinam as regras do Banco Central que regula os bancos, ao término do contrato o investidor tem que receber de volta o valor aplica-

do com correção de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR). Porém, a correção do dinheiro é calculada de tal maneira que dá zero em relação à aplicação inicial, ou seja, a minha amiga receberá o valor original depois de quatro e seis anos, respectivamente R$ 720,00 e R$ 1.200,00, devido ao pagamento das taxas bancárias. Sem falar da perda real do dinheiro que não foi corrigido pela inflação. Por este motivo é um excelente investimento para o banco, a não ser que, a cliente seja sorteada e ganhe prêmios em dinheiro, mas essa pos-

sibilidade, meus caros amigos, é mínima. E tem mais, a perda pode ser ainda maior, se o dinheiro for sacado antes do prazo, visto que, ela terá que pagar uma multa pela desistência, é a chamada “regra de carência” que geralmente é de 12 meses. Se o pagamento não for feito por quatro meses, o título é cancelado e parte do dinheiro é devolvida, como se fosse um resgate antecipado. Neste caso, comprar um título de capitalização é equivalente a guardar este dinheiro todo mês em um “cofrinho” porque não há rentabilidade. Embora alguns títulos sejam vendidos como uma “poupança programada” o que não é, pois, investir mensalmente na caderneta poupança é mais vantajoso porque todo o montante é capitalizado. E qual a finalidade do banco? Você acha que é emprestar dinheiro? Não meu amigo, banco na verdade “vende” dinheiro e nunca se esqueça disso. O gerente bancário, apesar de lhe atender, não está ali para defender seus interes-

ses, e sim, o do banco que o contratou e paga seu salário. Eles precisam bater metas, por isso, mesmo cometendo um equívoco, o gerente vende título de capitalização como investimento. A partir de hoje, lembre-se de não mais delegar a responsabilidade de aplicar seu dinheiro da forma mais adequada aos seus interesses. É claro que você pode até escutar alguns gerentes, mas a decisão final deve ser sempre sua. Até o próximo encontro. Edval Landulfo Economista, Coach e Educador Financeiro. edval.landulfo@landulfofinancas.com.br w w w. l an du l f o f in an c a s . com.br

Quanto mais açúcar você come, maior a chance de morrer do coração Os efeitos nocivos do excesso de açúOs efeitos nocivos do excesso de açúcar na alimentação já são bem difundidos pela comunidade científica. Esses efeitos têm sido estudados, principalmente, sobre alterações no metabolismo produzidas pelo excesso de açúcar e que levam às doenças crônicas como a obesidade e diabete tipo 2. Um estudo produzido pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos e publicado recentemente na revista Journal of American Medical Association – JAMA, expõe uma associação entre o consumo excessivo de açúcar e o risco de morte por doença cardíaca independentemente dos outros problemas de saúde causados pelo excesso de açúcar. Estudos epidemiológicos prévios já indicavam que a maior ingestão de açúcar está associado com o risco de doença cardiovascular. Este novo estudo se propôs a investigar a associação entre este consumo e a mortalidade por doença cardiovascular. A quantidade de açúcar contido em uma dieta média Americana é suficiente para aumentar em 20% o risco de morte por doença cardíaca. Em 70% dos adultos investigados, 10% ou mais das calorias diárias ingeridas provém de açúcar adicionado aos alimentos. Outros 10% de adultos ingerem 25% ou mais de suas calorias diárias provenientes do açúcar. Nestes 10% de pessoas que ingerem um quarto ou mais de suas calorias na forma de açúcar, o risco de morrer de doença cardiovascular é dobrado. O conjunto de dados caracteriza o que costuma se chamar uma curva dose-resposta, quanto maior a dose (no caso a ingestão de açúcar adicionado) proporcionalmente maior é o efeito (risco de morrer de doença cardíaca). Mesmo não caracterizando uma relação de causa efeito, a curva dose-resposta adiciona robustez às conclusões do estudo. Este consumo de açúcar adicionado ao alimento muitas vezes é insidioso. Muitos alimentos industrializados possuem açúcar (não somente os doces) para melhorar o sabor, textura etc. Nos Estados Unidos 37% do açúcar adicionado à dieta provém das bebidas adoçadas (refrigerantes e sucos adoçados). Uma lata de 355 ml de refrigerante contém, em média, 9 colheres de chá de açúcar, o que corresponde a 140 calorias. Uma lata de refrigerante por dia já é o suficien-

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Não esqueça: cada latinha de refrigerante tem, ao menos, o equivalente a nove colheres de chá de açúcar

te para aumentar o risco. Os pesquisadores alertam que mesmo a pessoa ingerindo uma quantidade adequada de calorias diárias e não tendo sobrepeso, o refrigerante ou suco adoçado tomado diariamente pode ter impacto no risco de mortalidade por doença cardíaca. Além das bebidas adoçadas o açúcar aparece nos alimentos tipicamente identificados como doces, incluindo neste grupo, as tortas, bolos, balas, sorvetes, achocolatados e iogurtes (é um alimento associado com saúde, porém é difícil encontrar aqueles naturais, não adoçados). Muitos alimentos possuem açúcar e não são doces, como molho de saladas, pães, ketchup. A quantidade limite recomendável é muito variável. Pelo estudo aqui descrito, até 10% do total das calorias diárias de açúcar adicionado parece seguro quanto ao desfecho da doença cardíaca. Cabe salientar que não está se falando da percentagem de carboidratos ingeridos, e sim do açúcar adicionado. Deve-se ter atenção com ingredientes com a terminação “-ose” descrito nas etiquetas das embalagens dos alimentos industrializados. Frutose e sacarose são sinônimos de açúcar. Seja a quantidade de açúcar adicionado ou alimento industrializado, vale a máxima: quanto menos, melhor. Fonte: www.abcdasaude.com.br


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ALVADOR GANHA MAIS ESPAÇO PARA A CULTURA.

Espaço Cultural da Barroquinha. Música, teatro, dança, artes visuais e muito mais, reunidos em um importante equipamento entregue à população. A Prefeitura de Salvador reabriu o Espaço Cultural da Barroquinha, que agora oferece uma infraestrutura moderna, com foyer, camarins, área para exposições, memorial, além de um charmoso café de apoio aos eventos. Transformado em um centro de convergência artística, o novo espaço tem capacidade para abrigar espetáculos de dança, música, teatro e projeções audiovisuais. Tudo isso no bairro que tem uma forte ligação histórica com a ascendência africana da população. É a prefeitura trabalhando para valorizar cada vez mais a cultura em nossa cidade.

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18 RESPOSTA

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Ei, Táxi sorteia ingressos para jogos do Bahia

Turma da Brune: Moabe (esq.), Thadeu, Artur, Solange e Adriano

Fabiana dos Santos, Guebor Toyota

A parceria do Ei, Táxi com o Esporte Clube Bahia vem possibilitando a realização de sorteios de ingressos para que taxistas e colaboradores de empresas parceiras do jornal curtam os jogos do Bahia na Arena Fonte Nova. Os últimos sorteados assistiram aos jogos do Esquadrão com o Cruzeiro (MG), Botafogo (RJ) e o rival Vitória (BA) pela Série A do Campeonato Brasileiro. Foram para a partida Bahia 1x2 Cruzeiro os taxistas Manoel Rodrigues, Antônio Carlos, Jorge José e Alcides Andrade, que trabalham no ponto Imbuí. Também foram sorteados para essa partida Orgiê Barcelos e Carlos Alberto, do ponto do Extra Paralela. Para o jogo Bahia 1x0 Botafogo, os contemplados foram colaboradores da Brune Renault, na Paralela, Moabe Marinho, Thadeu Ramos, Artur Magno, Solange Alves e Adriano Queiroz. Já para o clássico Ba-Vi, os sorteados foram os colaboradores da Guebor Toyota Marcos Benites, Fabiana dos Santos e Juliana V. de Almeida

Juliana V. de Almeida, Guebor Toyoya

Fotos: Ei,Táxi

Marcos Benites,Guebor Toyota

Orgiê Barcelos (esq.) e Carlos Alberto, do ponto do Extra

Manoel Rodrigues (esq.), Antônio Carlos, Jorge José e Alcides Andrade, do ponto Imbuí

Taxista rebate acusações de passageiro e faz sua defesa na Getax O taxista Antônio Brito (A-6900) entrou em contato com a redação do Ei, Táxi e narrou sua versão a respeito da denúncia feita pelo passageiro Ednaldo L. de Oliveira, após uma corrida iniciada no terminal do ferry-boat em São Joaquim, cujo destino deveria ter sido o Vale do Matatu. “Tenho 63 anos de idade e estou na praça há 15 anos, com uma ficha profissional limpa e isso pode ser comprovado junto à Getax”, frisou Antônio Brito, acrescentando que já fez sua defesa junto ao órgão que regula o serviço de táxi na capital baiana. “Na verdade, ocorreram desentendimentos e eu acabei sendo o grande prejudicado. Mas, vida que segue. Tenho a consciência tranquila”, destacou. Em contato com o Ei, Táxi o passageiro disse que solicitara a corrida e pediu que o taxista fosse pela Sete Portas e de lá seguisse pela Ladeira dos Bandeirantes. Falou ainda que estranhou o fato de o profissional ter seguido pela Via Expressa, o que acabou gerando toda a confusão e ele pediu para que o taxista parasse o veículo para que pudesse descer. “Segui pela Via Expressa por ser uma viagem mais rápida e, principalmente, mais curta. O que significa dizer que em momento algum tentei tirar qualquer tipo de vantagem sobre o passageiro”, argumentou Antônio Brito, fazendo questão de afirmar, por mais de uma vez, que nesses 15 anos de profissão jamais usou de atitudes desonestas com seus passageiros. “No Carnaval, quando trabalho porque preciso, sempre rodo no taxímetro e nunca tive nenhum tipo de desentendimento com os passageiros. Até mesmo com aqueles que estão mais pra lá do que pra cá com a bebida. Tratos a todos com muita educação e profissionalismo”. Prosseguindo, o taxista disse que tentou explicar ao passageiro que tinha pegado um percurso menor e que isso seria bom para ambos. “Ele ficou muito nervoso e gritava quando tentava lhe explicar a situação”, afirmou Antônio Brito, ressaltando que chegou a propor retornar ao ponto de partida, zerar o taxímetro e seguir pelo caminho sugerido pelo passageiro. “Como ele não aceitava e continuava gritando para que parasse o carro para ele descer, não tive oura opção senão atender ao seu pedido. Tentei argumentar porque estava na fila há mais de duas horas e não queria perder a corrida. Trabalho porque preciso e quem conhece a luta diária do taxista entende o que estou falando”, disse Antônio Brito. Finalizando, e mais uma vez afirmando que nesses 15 anos de profissão nunca teve problemas com passageiros, Antônio Brito afirmou que já procurou a Getax, onde apresentou sua versão e fez sua defesa.

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