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21 de Junho de 2014 | edição 728

Sarau Sãosinha

Um sarau realizado pela Academia Paraisense de Cultura, uma homenagem ao Escritor Paraisense, organizado e dirigido pela acadêmica Maria Rita Preto Miranda no dia 4 de junho, no Teatro Municipal, foi uma noite de arte e cultura. O presidente, acadêmico Alexandre Silva, abriu a solenidade. A escritora, acadêmica Maria Rita Preto Miranda falou que ali estavam juntos, literatura, escultura, teatro, artes plásticas, dança, cinema e música paraisenses. Foram apresentadores nessa noite cultural, Carina Santos, Márcio Tadeu e a poetisa, acadêmica Bernadete Aguiar. O fundador da Academia Paraisense de Cultura, acadêmico Dr. Olavo Borges foi homenageado com a leitura de belíssima crônica sua “Um dia do ancião”, onde retrata a vida de uma pessoa idosa. A leitura foi feita pelo escritor acadêmico Dr. Luiz Ferreira Calafiori. Uma homenagem póstuma ao grande poeta, estudioso e conhecedor da Literatura poética universal, acadêmico José Paes, através de um seu poe-

ma declamado por sua filha, Joster Mara Paes. A escultura, representada pelo escultor acadêmico Lucas Bertucca Filho. Musicista de concerto nacional, exerce diversas atividades, e suas escultura em bronze e madeira são destaques em igrejas, dentre outras, a Catedral de São Pedro, em Tupã, Mosteiro de Claraval, Igreja de Capitólio, Igreja de Nossa Senhora do Sion e Igreja Matriz de São Sebastião do paraíso. Trabalha com diversos tipos de metais e madeiras. O folhea-mento em ouro, belíssimo, na Academia Paraisense de Cultura é um trabalho artístico, primoroso, do acadêmico Lucas Bertucca Filho. O teatro foi representado pelo paraisense Waldemar Francisco de Paula, artista que poderia se apresentar em qualquer espetáculo internacional devido seu talento magistral. Apresentou monólogo que exigiu dele, memória para fatos históricos. O artista passa a imagem de um soldado que enlouqueceu com a guerra. Os efeitos de luzes, figurino e adereços feitos pelo artista. A es-

sência do monólogo é toda extraída do filme francês “Le roi de couer” de 1966, de Bi-azzola e Ferre. No Brasil o título foi “Esse mundo é dos loucos”. A arte plástica foi representada pela acadêmica Pascoalina Souza que assina suas telas como Linah Biasi. De acordo com a talentosa artista “sua maior ousadia foi pintar uma réplica do pintor italiano Leonardo da Vinci “La Gioconda”, mais conhecida por Mona Lisa. Durante a apresentação da tela, a artista comentou que a despeito de todas as especulações relacionadas a essa obra que é a mais conhecida no mundo, ela Pascoalina, acredita que o pintor tenha tido outras intenções que não fosse a de fazer o retrato de uma única mulher da época, que ficou imortalizada por causa de seu sorriso enigmático. Terminou dizendo que “uma imagem vale mais que mil palavras”. A dança foi representada pelo dueto “Reencoantro” pelas bailarinas Jussara e La-rissa, do Balé Flávia Junqueira que tem mostrado nossa cultura em vários estados brasileiros, recebendo aplausos e admiração

pela beleza das apresentações artísticas. Cinema foi representado pela cineasta paraisense Marília Nogueira, com a apresentação de um trailer de curta metragem “Antes que o verão acabe”. O cinema é uma arte que envolve, emociona e apaixona.

A nossa paraisense tem o dom de ser apaixonada pelo cinema, essa maravilhosa arte. A música foi representada magistralmente com “Adagio” pela cantora lírica Ziara Clementoni, numa majestosa interpretação. A maestrina, acadêmica Mírian Lauria Mantovani,

concertista, interpretou ao piano, Prelúdio de George Gershwin. Foi apresentado um clip com os nomes e fotos de escritores paraisenses homenageados. O acadêmico presidente, Alexandre Silva encerrou a noite de homenagens aos Escritores Paraisenses.


Jornal do Sudoeste

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Paraíso recebe Matheus Ceará no Teatro Municipal neste domingo

JUSTIÇA VIRA LATAS METIDOS A BESTA Nelson Rodrigues foi o maior dramaturgo de nosso país e também era um cronista visionário do cotidiano das grandes cidades, enxergando como ninguém aos conflitos humanos e a degradação moral das famílias. E o autor da série “A Vida Como ela é” e das peças “Vestido de Noiva” e “Toda Nudez será Castigada” dizia, portanto, com bastante conhecimento de causa, que nós brasileiros temos o que ele chamava de “complexo de vira latas”. E explicava: somos vira-latas porque temos a mania de achar que tudo o que fazemos é erraRenato Zouain do, que as coisas em nosso país nunca dão certo e o que ocorre em terras estrangeiras e com gringos é sempre melhor do que as coisas e pessoas brasileiras, onde tudo tende a dar sempre errado. Quem sou eu para questionar o velho mestre Nelson Rodrigues. Apenas gostaria de acrescentar ao seu pensamento, atualizando-o, que hoje o brasileiro talvez permaneça com aquele velho complexo de vira-latas, mas aperfeiçoou-o. Agora, é o vira-latas metido à besta, aquele que glorifica a burrice e que acha bonito e normal a baderna e a pobreza cultural. Vê como uma banalidade a insegurança pública e a profunda crise de credibilidade institucional em que nos metemos, acha ruim, mas tudo bem, porque temos copa do mundo, cachaça e futebol. Afinal, Deus é ou não é brasileiro? DANDO EM NADA Por falar em Deus, graças a Ele nossos transgressores não são inteligentes, em sua enorme maioria. Se fossem, a sociedade inocente e civilizada estaria perdida, porque o crime (mesmo burro) consegue ser mais organizado do que algumas de nossas instituições públicas. Os poucos que leem estas linhas de maneira fiel devem se recordar de meu alerta aos manifestantes, black blocks e representantes de movimentos sociais mais aguerridos, por ocasião do término da Copa das Confederações: que tomassem cuidado com a opinião pública. Olhando-se a história política recente da humanidade, não se vê nenhuma revolução de armas ou ideias que deu certo sem apoio popular. Fidel só tomou Cuba graças ao povo, os militares só impuseram seu regime no Brasil de 1964 graças ao apoio das massas conservadoras e à omissão de setores progressistas – e então, de qualquer forma, e por ação ou omissão, tinham a força popular a salvaguardá-los. Passado o já famoso “Julho de 2013”, avisei aos incautos manifestantes que o público ia cansar, que os heróis iriam virar bandidos e pagar mico. Basta conferir, e é o que aí está: todo mundo preocupado com Copa, pai tirando filho de tumulto e manifestante tomando ovada e tomate podre de torcedores. É claro que, no período de tempo entre uma copa e outra, houve uma pedra no meio do caminho: a morte de um cinegrafista, um jornalista, um formador de opinião, o que acelerou o descrédito das manifestações. Aos transgressores, resta o arrependimento. Se tivessem parado com sua deletéria manifestação de força ainda no ano passado, poderiam ser mártires, símbolos da nação, ou coisa que o valha, porque a gente gosta mesmo de criar heróis, quer eles mereçam ou não. Continuaram, mataram um cinegrafista, atrapalharam quem veio para a copa torcer, ou quem está aproveitando a copa para ganhar dinheiro, e então de mártires viraram trapalhões. Perderam o bonde da história. E pior: estão detonando o atual governo federal, que muito os beneficia com o espetáculo da impunidade. COPA EM CASA Não que Copa do Mundo em casa seja bom. Estou descobrindo que é péssimo, só é bom para quem consegue ir aos estádios. Como nós brasileiros pagamos por uma festa a que não fomos convidados e da qual só participaríamos gastando muito dinheiro, ficamos de casa assistindo aos jogos pela TV, como se o torneio passasse em algum país remoto. Enquanto isso nos sobram feriados indevidos, setores públicos travados e um transporte caótico e repleto de greves. Copa em casa é igual colação de grau: só é bom para quem participa do evento. Renato Zupo, Juiz de Direito na comarca de Araxá, Escritor.

São Sebastião do Paraíso-MG e Região 21 de Junho de 2014

Divulgação

Matheus Ceará é o protagonista da peça “Socano a bucha”, sucesso nos palcos do Brasil Por: Roberto Nogueira

O Teatro Municipal Sebastião Furlan será palco neste domingo, 22, a partir das 20h30 do espetáculo humorístico “Socano a Bucha”. A apresentação terá como protagonista o artista Matheus Martono, o Ceará que se apresenta pela primeira vez em São Sebastião do Paraíso. O público poderá conferir de perto e dar boas gargalhadas durante a apresentação. Ceará faz imitações de diversos cantores e apresentadores da tevê. Um dos principais personagens encenados é o bêbado Chico Manguaça que promete fazer o público cair na risada, com seus contos através de sua longa experiência nos bares e botecos da vida. Outro momento bastante descontraído são as imitações

bem divertidas de cantores como Cazuza, Elvis Presley, Maria Bethania, Belchior e outros. Também não faltam no repertório as histórias de vida de Ceará. Como bom nordestino ele não esquece as passagens que teve em sua trajetória que é contada com muito bom humor. O trabalho tem a direção de Maurício Manfrini, ator de A Praça é Nossa. Além do olhar divertido, o show traduz um pouco do Stand Up Comedy onde o ator inicia sua apresentação de cara limpa e depois vai encarnando vários personagens. Os ingressos custam R$ 10,00 no primeiro lote. Informações sobre vendas de ingressos podem ser obtidas pelos telefones 3531-7070, 3411-8080, ou ainda (19) 99173-5154 e (19) 999156969.

SER GRANDE (*) Ely Vieitez Lisboa

Em 1989 já me preocupava a banalização do conceito de ser grande. Em um poema do meu livro “A Encantadora de Serpentes”, eu perquiria: “O homem evoluiu / ou (in)voluiu? / Não mais animal a(destra)do, mas gauche./ Misturou objetivos / complicou estratégias / Ficou sem vitórias. / Alçapões / armadilhas / redes / Insurgem-se contra a fragilidade / do senhor metamorfoseado / (ou degenerado?) / que não sabe mais caçar / nem a si próprio / e se perde no meio da caça, / em gestos de bicho, / unha selvagem, / apetite feroz / e fraquezas de filhote¨ . Como se sabe, em literatura os temas são eternos. O que muda é o enfoque, variam os estilos, a linguagem, tudo influenciado, principalmente, pelas chamadas Escolas Literárias. Ora, a partir de 1922, com a Semana da Arte Moderna, pode-se dizer que o gênero poético ganhou a liberdade. Não mais regras fixas, a metrificação grega ou latina, versos rígidos, de sílabas exatas, esquemas rítmicos imutáveis, palavras apoéticas proibidas de serem usadas nos poemas. Liberdade de criação. A grandeza do teor literário submeteu-se mais ao conteúdo lírico, universal, belo, com ritmo. Ora, como diz o famoso axioma, mudam-se os tempos, mudam-se os costumes. A grandeza do homem também sofreu mudanças. Seus valores abastardaram-se. O centro de interesse maior, influenciado sobremaneira pelo capitalismo selvagem, começou a privilegiar o TER em detrimento do Ser. O mundo mudou, o avanço tecnológico tornou-se necessidade primeira, a televisão seduziu e globalizou a sociedade, as mentes, as consciências. Deuse a banalização da violência, dos costumes. O homem apequenou-se, tornou-se morno, refém de hábitos comuns, sonhos mirrados. Ser patriota, herói, sonhador, quixotesco, tais grandiosidades cederam lugar ao interesse financeiro, ao status, à glória vã, ao discutível conceito de crescer. O que é ser grande, no século XXI? Fico com os poetas que são antídotos contra o envenenamento do pretenso progresso. Especiais, mais antenados, eles passam incólumes por todos os alçapões da globalização. Alertam, denunciam perigos essenciais e metafísicos. Abrem olhos, alimentam espíritos. Os seres humanos, no entanto, fazem ouvidos moucos, muitos desconhecem ou perderam o interesse pela salvação. Ricardo Reis, um dos heterônimos de Fernando Pessoa, oferece, na década de 30, uma lição até hoje muito válida, como se já pudesse prever o amesquinhamento do homem, seu cérebro distorcido, a bizarra enfermidade dos espíritos que se esqueceram das grandezas humanas. Em famoso poema está a grande receita. Bem interpretada em seus diversos níveis do texto poético, é aviso precioso, início de profilaxia: “PARA SER GRANDE, sê inteiro: nada / Teu exagera ou exclui./ Sê todo em cada cousa, Põe quanto és/ No mínimo que fazes”. Lendo bem o texto, munidos de boa vontade, imbuídos do desejo de mudar, crescer, talvez os seres humanos modernos ainda se salvem e acreditem na eterna verdade esquecida: os homens nasceram para ser grandes e nobres. Um dos possíveis caminhos é a entrega completa diante de qualquer missão a ser realizada. Doação, integridade, ascese. O contrário disso é a perda inexorável da dignidade. (*) Ely Vieitez Lisboa é escritora. E-mail: elyvieitez@uol.com.br

por Gérson Peres Batista e-mail: sergi.magalhaes@bol.com.br SERGIO MAGALHÃES

De volta a Áustria

Lewis Hamilton precisou de quatro vitórias seguidas – todas com Rosberg em 2º - para assumir a liderança do campeonato. O aban-dono na Austrália o fez sair em desvantagem de 25 pontos para o companheiro de equipe. O novo abandono no Canadá por problemas de freio aumentou para 22 a vantagem de Rosberg. Ainda tem muito chão pela frente, mas é inegável que Rosberg deu um grande salto com o 2º lugar em Montreal mesmo se arrastando na segunda metade da prova com a perda de potência do motor Mercedes. Vai ser interessante acompanhar a reação de Hamilton daqui pra frente. É sabido que seu temperamento muda de uma hora para outra quando as coisas não fluem ao seu redor. O contrário de Rosberg que dá sinais de amadurecimento ao superar as quatro derrotas seguidas que sofreu sem se abater. O Hamilton do GP do Canadá nem de longe lembrou o piloto com os nervos à flor da pele de Mônaco. Sinal de que a conversa foi longa nos boxes da Mercedes. Sequer reclamou do chega pra lá que levou do companheiro na largada. A Fórmula 1 volta à Áustria desde a última vez que lá esteve, em 2003, mas a imagem que ainda está viva na memória dos fãs é a marmelada patrocinada pela Ferrari em 2002 quando obrigou Rubens Barrichello entregar a vitória de presente para Schumacher na linha de chegada. O pódio foi dos mais mambembes da história com um Schumacher com cara de tacho puxando Barrichello para o degrau mais alto sob sonoras vaias e gestos de repúdio do público nas arquibancadas. A pista de Spielberg, agora batizada de “Red Bull Ring” foi adquirida pelo dono da equipe tetracampeã, Dietrich Mateschitz, por cerca de 70 milhões de euros. O traçado de 4.326 metros foi mantido, mas do grid atual apenas 36,6% das equipes (Ferrari, McLaren, Williams e Sauber), e 18,1% dos pilotos (Alonso, Raikkonen, Button e Massa) já correram na Áustria, e como tudo é novo nesta Fórmula 1 dos motores turbo, todos partem do zero na oitava etapa do campeonato. A Red Bull corre em casa – apesar de nunca ter andado em sua própria pista – ainda sentindo o gostinho da vitória inesperada no Canadá sendo a única a desbancar as Mercedes nesta temporada.

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Paraíso recebeu etapa do Mineiro de Xadrez Rápido CXOL

Vitória da Audi nas 24 Horas de Le Mans, a 13ª nos últimos 15 anos

Tudo bem que foi em função dos problemas técnicos que os alemães enfrentaram nos dois carros, mas não deixa de ser um duro golpe na Ferrari que já não consegue acompanhar os carros de Daniel Ricciardo e Sebastian Vetttel e começa a perder terreno para Force India e Williams. E lembrar que na pré-temporada os carros da Red Bull mal conseguiam sair dos boxes com inúmeras quebras. VIDA FORA DA F-1 Lucas di Grassi é um dos mais técnicos desta geração de pilotos brasileiros. Faltou dinheiro para prosseguir na Fórmula 1 e soube direcionar a carreira para o Mundial de Endurance que desperta cada vez mais atenção no mundo todo. Foi contratado pela Audi e vem conquistando resultados. Ano passado terminou as 24 Horas de Le Mans em 3º, este ano em 2º. Foi o sexto pódio em sete corridas. A Audi fez dobradinha em sua 13ª vitória em Le Mans, todas conquistadas nos últimos 15 anos. Sobre Schumacher Li com atenção as opiniões de vários especialistas sobre a boa notícia de que Schumacher saiu do coma e foi para uma clínica de reabilitação na Suíça, mas é preciso cuidado e cautela com a informação. É como se o heptacampeão tivesse deixado os boxes depois de um longo pit stop de quase seis meses e começa agora uma longa e difícil corrida em busca da recuperação. Ninguém além da família e dos médicos que o assistem tem ideia de como ele está e até onde pode ir. O que nos resta é esperança, aguardar e torcer. “Força, Schumacher”!

Mateus Peres de Lima venceu a Categoria C do Circuito Mineiro Rápido – Crédito da imagem: Ana Regina Tonhati Bonvini Com a presença de 29 jogadores aconteceu em 15 de junho no Hotel Cosini a etapa de São Sebastião do Paraíso do Circuito Estadual Rápido de Xadrez, prova oficial da Federação Mineira de Xadrez – FMX dividida em três Categorias: A, B e C. A Categoria A era para jogadores com mais de 1950 pontos de rating e teve a vitória do paraisense Jair Vicente Domingues, seguido pelo também paraisense Erlon Cezar Braghini. Já a Categoria B reuniu enxadristas de 1750 a 1949 pontos e teve dois representantes de Paraíso: Matheus Peres Batista (3º lugar), Marcos Henrique Catarino (10º) e Joel Cintra Borges (14º). E, por fim, na Categoria C tomaram parte jogadores com menos de 1749 pontos ou sem rating. Participaram seis jogadores locais. Foram eles: Mateus Peres de Lima em 1º lugar (foto), Lucas Aparecido Duarte em 3º, Ronaldo Brito da Silva em 7º, Guilherme Batista Peres em 8º, Juliano Duarte Barreto em 9º e Angela Almeida dos Santos em 11º. Arbitragem a cargo do árbitro nacional Gérson Peres, com R$ 510,00 em prêmios, mais troféus e medalhas.

Organização do Clube de Xadrez Online. ARARAQUARA Os paraisenses Francielly Naves Fagundes, Marcos Henrique Catarino e Matheus Peres Batista disputarão de 21 a 27 de junho os Jogos Regionais do Interior de São Paulo na região de Araraquara. Francielly Fagundes já é uma veterana em participação nos Regionais, tendo jogado cerca de 10 edições. Nos últimos anos vem representando a cidade de Altinópolis. Matheus Peres Batista e Marcos Henrique Catarino estreiam na tradicional competição paulista representando a cidade de Patrocínio Paulista. A modalidade xadrez reunirá em Araraquara aproximadamente 200 enxadristas. BULGÁRIA Evandro Amorim Barbosa continua sua saga na Europa jogando um torneio após outro na Bulgária. Em seu terceiro torneio consecutivo está com 2 pontos em 2 possíveis no Chess Summer 2014. O evento começou em 19 de junho e vai até o dia 27.


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Daniel Paulino de Souza

Daniel Paulino de Souza: a força policial em um homem de família Janser Gladston Martins Rodrigues

Por Heloisa Rocha Aguieiras

O mineiro de São Lourenço, Daniel Paulino de Souza, 48, é casado com Juliana Salgado Souza e tem dois filhos, Daniela Silva de Souza e Daniel Christian Lima de Souza. Ele, que é o comandante da 20ª Cia. de Polícia Militar Independente de São Sebastião do Paraíso, tenente coronel, é um policial de vocação, mas antes de tudo, é um homem que tem à frente os valores familiares, que sempre foram a base de sua formação pessoal. Todos os dias, ao chegar a sua casa, Daniel tem a certeza do dever cumprido e do bem realizado ao outro. Jornal do Sudoeste – Qual é a sua formação acadêmica? Daniel Paulino de Souza – Tenho pós-graduação em Segurança Pública pela Academia de Polícia Militar e Fundação João Pinheiro, formado em 2005. Jornal do Sudoeste Como foi a sua infância? DPS – Sou filho de uma família humilde. Meus pais nasceram e foram criados na roça. Depois meu pai foi ser mecânico e minha mãe sempre foi dona de casa. Fomos quatro irmãos, atualmente são três vivos e meu pai já é falecido. Vivi uma infância bem vivida, sem luxos em minha terra natal, São Lourenço. Tive uma boa formação cristã, disciplina e exemplos bons de meus pais, com consolidação de valores e ética com a tradição de famílias interioranas da nossa Minas Gerais. Jornal do Sudoeste Por que o senhor decidiu ser um policial? DPS - No fim de 1985, eu trabalhava como servente de pedreiro na minha cidade e como já tinha o antigo 2º grau completo, ao escutar na Rádio AM a divulgação do concurso para a PM, sem ter nenhuma indicação ou orientação sobre a corporação ou carreira, decidi me inscrever e prestar o concurso como uma opção de trabalho e colocação. Jornal do Sudoeste Onde se formou na PM? DPS - Formei no curso de soldado em Lavras, que é sede do 8º Batalhão da PM, onde ingressei em 2 de maio de 1986 e me formei em outubro daquele mesmo ano. Jornal do Sudoeste Como foi a carreira na Polícia Militar, até chegar a Paraíso? Por quais cidades passou? DPS - Como soldado da PM fui para São Lourenço, onde servi por um ano e dois meses. Em 1987 passei no concurso para o Curso de Formação de Oficiais (CFO), indo para a Academia de Polícia Militar (APM), onde fiquei de 1988 a 1990, quando me formei e saí aspirante a oficial em 10 de outubro. Fui servir em Pouso Alegre, sede do 20º BPM. Ainda aspirante fui comandar o recém-elevado pelotão instalado na cidade de Cambuí. Em outubro de 1991 fui para São Lourenço como 2º tenente. Em 1993, já como 1º tenente,

fui comandar o então Pelotão Especial de Caxambu, retornando para São Lourenço em julho de 1994. De 1994 até 1999 permaneci em São Lourenço e fui promovido a capitão em 1996. Em janeiro de 2000 fui transferido para a sede do 24º Batalhão, em Varginha. Em julho de 2001 retornei para São Lourenço, onde fiquei até março de 2005. Nesse ano fui cursar a pósgraduação em Belo Horizonte e em setembro retornei para o 20º Batalhão em Pouso Alegre, de onde fui designado para comandar a Companhia de Santa Rita do Sapucaí. Em dezembro de 2008 fui promovido ao posto de major e fui comandar a recém-criada Companhia Independente de Alfenas (18ª Cia PM Ind), onde fiquei até dezembro de 2012, quando fui promovido ao posto de tenente coronel, assumindo, assim, a 20ª Companhia Independente de São Sebastião do Paraíso, em janeiro de 2013.

O tenente coronel Daniel Paulino de Souza passou no concurso para o Curso de Formação de Oficiais (CFO), em 1987

zes. Na sequência de tudo isso, a sensação de que os infratores das leis sempre pensam que o crime compensa, porque a reincidência criminal é grande. Não há como recuperar quem não quer ser recuperado. Jornal do Sudoeste Por outro lado, quais são as maiores alegrias que o senhor tem tido neste cargo na cidade?

DPS - Dois momentos são marcantes na vida do policial militar: O dia em que entra na corporação e o dia em que se aposenta. Nesses 28 anos de efetivo serviço prestado, várias ocorrências de alta complexidade marcaram e propiciaram meu crescimento e amadurecimento profissional. Jornal do Sudoeste Passos, município vizinho ao nosso, tem enfrentado um grande índice de homicídios, com envolvi-mento de bandidos que seriam ligadas à uma facção criminosa que atua em São Paulo. Em contrapartida, nos últimos quatro anos, Paraíso vive certa tranquilidade. Como senhor vê essa situação? DPS – Isso é uma verdade. Vejo Paraíso como uma cidade que preserva valores e tradições familiares e isso faz a população daqui viver tranquilamente e sem grandes conflitos. A qualidade de vida em Paraíso é diferenciada. Fora esse aspecto, vejo que a união de esforços e integração das Polícias, Poder Judiciário, Ministério Público, Sistema Prisional e Guarda Municipal não deixa espaço para proliferação da desordem pública, expansão descontrolada da criminalidade, principalmente do tráfico e uso de drogas, bandidismo, ociosidade. Por parte do poder público, verifica-se o impedimento de surgimento ou expansão de bairros

Há sensação de que os infratores pensam que o crime compensa, pois a reincidência criminal é grande. Não há como recuperar quem não quer ser recuperado”.

Jornal do Sudoeste Quais os maiores desafios enfrentados neste cargo aqui no município? DPS - É se reinventar todos os dias para combater o avanço da criminalidade e violência. A desagregação familiar, a inversão de valores, a falta de disciplina, o desencantamento com o mundo e, principalmente, a falta amor a Deus, tudo isso aliado aos problemas sociais, fazem os jovens entrarem, cada vez mais cedo, para o submundo do crime, iludidos com ostentações e coisas fuga-

DPS - A maior alegria de qualquer profissional de segurança pública é a certeza do dever cumprido, a cabeça tranquila procurando dar o melhor de si para combater a criminalidade e a violência, juntamente com os demais companheiros e parceiros do sistema de defesa social. Além disso, a possibilidade de fazer novos amigos é algo que não tem preço. Jornal do Sudoeste Por favor, nos conte um momento muito marcante em sua carreira como PM.

sem infraestrutura e abandonados à própria sorte; abertura sem controle e manutenção de bares em bairros de periferia. Jornal do Sudoeste O senhor é a favor da municipalização do trânsito em Paraíso e, se ela for efetivada, como será a atuação da PM? DPS - Mesmo com a municipalização do trânsito, entendo que o convênio que existe entre estado e município pode e deve ser mantido para que a PM continue a contribuir na fiscalização e repressão das infrações que são de competência do município. Há infrações que a competência de fiscalização é do estado e isso não será alterado com a municipalização do trânsito. No meu entendimento, o maior problema com relação ao trânsito é a falta de educação dos condutores e respeito às regras de circulação, porque as vias são bem sinalizadas e pavimentadas. Em Paraíso destaca-se como agravante o número de veículos registrados na cidade e os tantos outros que circulam aqui com placas de outras cidades e estado. Portanto, é tolice esperar solução fácil e rápida para a questão do trânsito. Mas, de qualquer forma, a melhoria passa, sem dúvida, pela educação de condutores e pedestres. Jornal do Sudoeste Como o senhor vê o desempenho do PM na segurança da zona rural? DPS - A zona rural é muito extensa e policiar toda essa área é um grande desafio. A unidade tem empregado a Patrulha Rural, mas

temos a certeza de que o trabalho precisa ser potencializado com o empenho de mais de uma equipe para nos aproximarmos do ideal. Para minimizar essa dificuldade, com o apoio das prefeituras de Paraíso e Monte Santo de Minas, hoje temos um militar residindo e trabalhando nos Distritos de Guardinha e Milagre, os quais fazem o policiamento local e da área rural no entorno. É o que podemos fazer por hora. Jornal do Sudoeste Quais são os projetos de futuro, tanto para a PM, como para a sua carreira? DPS - Para a Unidade não há grandes projetos, uma vez que seguimos o plano estratégico da corporação. No campo prático, continuamos a focar no cumprimento das metas estabelecidas pelo Acordo de Resultados entre a corporação e o estado, e integração dentro da metodologia “Integração da Gestão em Segurança Pública (IGESP)” instituída no Estado desde 2003. Certamente que há previsão do aumento do efetivo de soldados para este ano ainda, recebimento de equipamentos e viaturas até o ano que vem, consolidação de serviços operacionais previstos pelo Portfolio de Serviços da PMMG. Um projeto que precisa ser pensado não só pelos policiais militares, mas também pelas lideranças políticas e cidadãos de bem, é a construção de uma sede nova para 20ª Companhia Independente que hoje funciona numa instalação de uma antiga escola.


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Cúpula do GOMG prestigia 116 anos da Loja Maçônica “Fraternidade Universal” A Loja Maçônica Fraternidade Universal, de São Sebastião do Paraíso, que neste mês de junho comemora 116 anos de sua fundação, realizou na sexta-feira (13/ 6) sessão magna especial pública, quando recebeu expressivo número de visitantes, notadamente a cúpula do Grande Oriente de Minas Gerais. A sessão presidida pelo Venerável Luiz Alberto Pimenta, contou com a presença do Grão-Mestre Lázaro Emanuel Franco Salles, Grão-Mestre Adjunto, José Humberto Bahia, presidente da SAL (Soberana Assembleia Legislativa Maçônica), Wagner Colombarolli, Grandes Secretários, Renato Gabriel, Enio Henrique Prado, Benedito Nogueira de Souza, Paulo Maeno, Miguel Simão Neto, Wantuil de Almeida Costa, Agostinho Beato da Cruz Filho, Grande Comendador do Supremo Conselho, Sebastião Cardoso, Delegados Distritais, Delegados Regionais, maçons representando três Lojas Maçônicas de São Sebastião do Paraíso, de Juiz de Fora, Ribeirão Preto, Jacuí,

Casa Branca, Coronel Fabriciano, Unaí, Sete Lagoas, Bicas, Patos de Minas, Santo Antônio do Monte, cabo Verde, Poços de Caldas, Monte Carmelo, Monte Santo de Minas, Passa Quatro, Itajubá, Uberaba, Teófilo Otoni e Janaúba. O Grande Oriente de Minas Gerais fez entrega de títulos de Benemérito aos maçons Iaperi de Melo Dantas, Benedito Nogueira de Souza, Félix Penha, Waldemar Antônio Galvão, Waldir Aniceto da Silva e Wilson Varela, Gabriel Onofre Marques, José Carlos Moura, Luiz Wagner Salgado, José Basílio de Queiroz, Marcoantonio Pereira da Silva, Wagner Colombarolli e Luiz Tonin. Diploma também foi entregue à Loja Maçônica Fraternidade Universal, em reconhecimento à sua destacada atuação nestes 116 anos. A Loja Maçônica Fraternidade Universal, tem como 1.º Vigilante Claudio Pimenta Pessoni, 2.º Vigilante Carlos Eduardo Sicca Pasquali, Orador Rômulo Aguiar Generoso e Secretário Edson Wander Assunção.


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Porta alianças As alianças são o símbolo maior da união de um casal e merece atenção especial em sua apresentação. Os mais variados tipos de porta alianças são encontrados no mercado e os noivos devem escolher um que esteja de acordo com o estilo do casamento. Se optaram por um estilo tradicional ou mais formal os porta jóias podem ser uma boa opção, desde que adaptados para tal. Se as alianças estiverem bem visíveis, serão fotografadas e terão uma lembrança a mais. A adaptação a qualquer peça a ser usada como porta alianças deve deixar as alianças expostas, com segurança e de fácil retirada. Almofadinhas estão em alta, porém com detalhes especiais, como pérolas, rendas especiais, ou tecidos que remetam ao estilo do casamento. O tamanho e formato devem estar de acordo com quem conduzirá as alianças durante a cerimônia, assim como o estilo de acordo com o traje. Após a entrega das alianças o porta alianças pode ser trocado por um buquê ou flor, para não sair da cerimônia vazio, desde que haja uma pessoa responsável para recolhê-lo.

Momentos inesquecíveis requerem cuidados especiais... Conte com nossos serviços para o sucesso de seu evento.

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Elisa de Paula Duarte,

serventuária da Justiça em São Sebastião do Paraíso recebe cumprimentos, quinta, dia 26.

Aniversariantes Dia 17, Manoel Silva, João Carlos Amaral Cauduro. Dia 19, Pâmela Migliorato Corsi. Dia 20, Felipe Martinez Caran. Domingo, dia 22, Franciele Mariana Lucas, Cyntia Terlone Michelato. Em Itamogi, Isis Mariana, filha de Geovana e Ângelo Português. Dia 25 Paulo Sérgio Bolotti, Guilherme Giubilei, provedor da Fundação Gedor Silveira. Dia 26 Kamila Silva Carvalho (filha de Cleiton e Kátia). Em São Paulo, Dr. Jânio Gonçalves.

Júlia

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filha de Tina e André, completa 11 anos neste domingo dia 22. Saúde, paz e felicidades, lhes desejam seus pais e sei irmão André Luis.

Melles e Arantes recebem cidadania honorária de Claraval

RG Eventos Assessoria e Cerimonial

Horóscopo Semanal ÁRIES: Esta é uma semana de Lua Minguante em Peixes e, a partir da metade dela, você não deve começar absolutamente nada, pois a possibilidade de não caminhar para frente é bastante grande, especialmente com relação aos seus projetos de trabalho. Mercúrio continua em seu movimento retrógrado, mas agora em Gêmeos, trazendo problemas na comunicação e no fechamento de acordos. Adie por algumas semanas a assinatura de qualquer documento importante. Seu regente continua sob tensão e os cuidados com explosões emocionais devem continuar. TOURO : Esta é uma semana de Lua Minguante em Peixes e, a partir da metade dela, você não deve firmar nenhum contrato e nem assinar qualquer documento. Adie por mais duas semanas. Uma viagem de trabalho também pode ser adiada nos próximos dias. Mercúrio continua em seu movimento retrógrado, só que agora no signo de Gêmeos, trazendo algumas dificuldades em suas finanças. É possível que aconteçam atrasos em recebimentos ou na conclusão de projetos. As tensões e exigências no trabalho continuam intensas e podem repercutir em seu corpo físico e emocional. Cuide-se. GÊMEOS: A partir da metade da semana, a Lua entra em sua fase Minguante no signo de Peixes indicando dificuldades ou morosidade no andamento de projetos já iniciados, atrasos em respostas sobre entrevistas de trabalho. Não comece nada agora e não apresente seus projetos, se for possível. Mercúrio ainda em movimento retrógrado, mas agora em seu signo, pede cuidado com a comunicação, pois pode haver mal entendidos. O dia a dia fica mais confuso. Correspondências e e-mails podem extraviar-se, fique atento. A tensão continua, especialmente em seus romances e relacionamentos afetivos. Pode haver rompimentos. CÂNCER: Na metade da semana, a Lua entra em sua fase Minguante no signo de Peixes indicando o encerramento de projetos, especialmente os que envolvem contato com pessoas e empresas estrangeiras. Caso esteja envolvido em questões internacionais ou trabalhe com importação e exportação, não inicie nada por estes dias. Mercúrio continua em seu movimento retrógrado, mas agora em Gêmeos, indicando o retorno de amigos ou amores do passado. Preocupações devem ser deixadas de lado neste período. A tensão continua forte, especialmente em questões que envolvem sua vida doméstica e os relacionamentos em família. LEÃO: A semana começa ainda sob a influência da Lua Cheia em Sagitário, no entanto, na metade dela, começa sua fase Minguante em Peixes, indicando mudanças e finalizações que envolvem intensamente suas emoções mais profundas. Não firme nenhuma parceria neste momento, e muito menos um acordo financeiro. Espere mais alguns dias para isso. Mercúrio continua em seu movimento retrógrado, mas agora no signo de Gêmeos, trazendo algumas dificuldades e atrasos em trabalhos em equipe. Um projeto social ou político também pode sofrer atrasos. A tensão continua forte, especialmente no que diz respeito à comunicação. Pense antes de expressar-se. VIRGEM: A semana começa ainda influenciada pela Lua Cheia em Sagitário, no entanto, na metade dela entra em sua fase Minguante no signo de Peixes, trazendo mais equilíbrio e paz aos seus relacionamentos. Não é hora de começar nada. Mercúrio, seu regente ainda em movimento retrógrado, mas agora no signo de Gêmeos, pode trazer algumas dificuldades e possíveis problemas aos seus projetos profissionais ou planos de carreira. Se puder adiar qualquer apresentação de projetos, faça isso. A tensão continua com Marte pressionado por Plutão e Urano indicando ainda dificuldades financeiras. LIBRA: A semana começa ainda influenciada pela Lua Cheia em Sagitário, no entanto, na metade dela a Lua entra em sua fase Minguante em peixes pedindo que você puxe o freio por alguns dias, pois sua saúde pode ressentir. Um projeto de trabalho que vem dando problemas também deve ser revisto. Mercúrio ainda em seu movimento retrógrado, mas agora no signo de Gêmeos, pode trazer problemas em seus projetos, especialmente os que envolvem pessoas e empresas estrangeiras. A tensão continua com Marte pressionado em seu signo, indicando a necessidade de maior cuidado com provocações e brigas. ESCORPIÃO: A semana começa influenciada ainda pela Lua Cheia em Sagitário, no entanto, na metade dela entra em sua fase Minguante em Peixes, indicando a necessidade da diminuição do ritmo relacionado a atividades sociais. É hora de voltar-se mais para dentro de si mesmo. Mercúrio ainda em seu movimento retrógrado, mas agora em Gêmeos, vai trazer à tona emoções antigas, que já não fazem mais sentido à sua vida, para serem deixadas definitivamente para trás. O momento pede também cuidado com gastos e reorganização de suas finanças. A tensão no céu continua e você deve manter os cuidados com a saúde. SAGITÁRIO: A semana começa ainda influenciada pela Lua Cheia em seu signo, no entanto, na metade dela entra em sua fase Minguante no signo de Peixes, indicando a necessidade de encontrar momentos de paz em sua casa e junto aos seus. Não é hora de começar nada dentro de casa e nem de comprar um imóvel. Mercúrio continua em seu movimento retrógrado, mas agora em Gêmeos, indicando alguns mal entendidos em seus relacionamentos. Fique atenta e não se envolva em questões que não sejam claras. Não é hora de começar nenhum tipo de parceria. A tensão continua no céu, portanto, mantenha a paciência. CAPRICÓRNIO: A semana começa influenciada pela Lua Cheia em Sagitário, no entanto, na metade dela a Lua entra em sua fase Minguante no sigo de Peixes, indicando a necessidade de você silenciar, falar pouco, sentir pouco e fazer pouco. Puxe o freio em tudo o que puder. Mercúrio, ainda em seu movimento retrógrado, mas agora no signo de Gêmeos, indicando a necessidade de rever projetos já iniciados e os que ainda estão por começar. Espere alguns dias para dar um novo andamento a eles. A tensão no céu continua trazendo problemas domésticos e familiares. AQUÁRIO: A semana começa influenciada ainda pela Lua Cheia em Sagitário, no entanto, na metade dela entra em sua fase Minguante no signo de Peixes, indicando diminuição de ritmo em processos que envolvam suas finanças. Você pode ter que esperar um pouco mais por um dinheiro que está para receber; algo importante pode ser adiado. Mercúrio ainda em seu movimento retrógrado, mas agora no signo de Gêmeos, pede diminuição de ritmo em suas atividades sociais. O momento pede maior introspecção e reflexão, especialmente no que envolve seus romances. A tensão continua pedindo calma e paciência. PEIXES: A semana começa influenciada ainda pela Lua Cheia em Sagitário, no entanto, na metade dela entra em sua fase Minguante em seu signo, pedindo que você diminua o ritmo de suas atividades. Não é hora de começar nada em qualquer setor que seja. Espere mais alguns dias. Mercúrio continua em seu movimento retrógrado, mas agora no signo de Gêmeos, indicando um momento de maior introspecção e necessidade de ficar na sua, junto dos seus. Não é hora de começar nenhuma reforma em sua casa e nem de mudar a decoração. Se estiver comprando um imóvel, adie a assinatura do contrato até o final do mês.

A Câmara Municipal de Claraval aprovou por unanimidade e entregou na noite de quarta-feira (18/6) o título de Cidadania Honorária ao deputado federal Carlos Melles e estadual Antonio Carlos Arantes. A sessão solene, na sede do Legislativo, contou com a presença de importantes lideranças do município, entre ex-prefeitos e ex-vice prefeitos, vereadores, religiosos, e populares.

Escalope a Supply Ingredientes – 1 kg de filé mignon Meio kg de batata palha 300 gr de presunto fatiado 300 gr de muzarela fatiada Meio kg de arroz cozido 3 cebolas cortadas 2 cabeças de alho 1 colher de café de orégano 200 gr de cogumelos Farinha de rosca para empanar Ovos batidos com uma pitada de sal para empanar Óleo para fritar Cheiro verde a gosto Modo de Preparo – Cortar o filé em bifes e empaná-los à milanesa. Recheá-los com o presunto e a muzarela. Fritar em óleo bem quente e servir com os cogumelos em cima. Misturar o arroz com a batata palha, com o alho amassado, a cebola e o cheiro verde. Colocar em um pirex. Acompanha um bom vinho e salda de rúcula com tomate.


Jornal do Sudoeste

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Psicoletrando A estranha “arte” do descompromisso Josimara Neves, psicóloga e escritora (CRP-04/37147) Marília Neves, professora e escritora Contato: psicoletrandojm2013@gmail.com

Vivemos numa sociedade que vegeta no caos, contudo, muitas vezes, nem percebe a própria balbúrdia que a compõe. Os relacionamentos, permeados por traições e inconstâncias, os sentimentos não são respeitados, parece que envolvimento se tornou algo com o qual as pessoas não conseguem lidar. Será medo? Insegurança? Ou será que a moda agora é “descompromissar”? No descompromisso, aqueles que estão na zona de conforto lucram, pois não assumem responsabilidades, não têm que dar justificativas, não precisam falar aonde vão, não necessitam dividir. É assim que pensam, porém, essas pessoas se esquecem de que relacionamento pressupõe mais. Relacionar-se não é — tão somente — dar “satisfação, “pegar no “pé”, fazer cobranças excessivas, morrer de ciúmes e aprisionar. Longe de ser uma prisão, relacionamento é envolvimento, construção de vínculo, parceria de ideais, troca de convivência, aprendizado. Relacionamento é construído, é um jogo a dois, e não a um: as regras são válidas para ambos, do contrário, sempre haverá um que se sentirá sobrecarregado. Lamentavelmente, a estranha “arte” do descompromisso tem feito várias pessoas tornarem-se egoístas, individualistas e resistentes a relacionamentos. Algumas confundem ser descompromissadas com ser deseducadas: tratam o próximo com desrespeito, com falta de educação, não levam em consideração o lado do outro: que gosta, que sente, que quer, que se preocupa, que se envolve, que quer se “vincular.” A falta de interesse e de motivação em um relacionamento sério tem transformado comportamentos, vidas e pessoas. Junto com o descompromisso afetivo surgem sentimentos confusos e atitudes de vulnerabilidades. Aliado a esse fator, emerge uma geração de corpo volátil e de coração fechado. Infelizmente, a estranha “arte” do descompromisso tem feito ninguém se sentir de ninguém. Já não importa mais saber o nome, as origens, a família, a vida de quem só vai fazer parte de um dia, uma noite, ou apenas, alguns instantes. Aos poucos, a sociedade adoece, levando consigo pessoas frustradas, neuróticas, obsessivas, depressivas e solitárias, porque o que se resulta de tal arte nada mais é do que a manutenção da condição agradável da zona de conforto, assim como a pseudoilusão de liberdade que sente quem já tem uma vidinha mais ou menos “desenhadinha” — redonda —, que acha que relacionamento, tal como uma prisão, sufoca e limita. Mister se faz repensarmos sobre os relacionamentos — fruto da era atual — que têm expressado traços de atitudes egoicas e narcísicas, além de uma distorção do que, de fato, implica uma relação entre duas pessoas Josimara Neves Marília Neves

São Sebastião do Paraíso-MG e Região 21 de Junho de 2014


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