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24 e 25 de Dezembro de 2011 edição 598

Discretamente, cartões de Natal ainda são enviados Ana Carolina Bonacini

O correio eletrônico e o envio de mensagens pelo celular se tornaram alternativas de comunicação entre as pessoas no mundo moderno, que pede velocidade e poucas palavras. Mas ainda há quem prefira o tradicional cartão de Natal para desejar ao destinatário mensagens de amor, paz e prosperidade nas festas de final de ano. As pessoas estão conectadas na rede mundial de computadores o tempo todo,

seja através de computadores ou de telefones móveis, de onde também podem enviar mensagens via SMS, de qualquer lugar que estejam. A nova maneira de se comunicar traz facilidade, mas ao mesmo tempo, não permite o ato de manusear, de sentir a textura de um papel como um cartão proporciona. É por isso que 5% do total de correspondências transportadas pelos Correios em dezembro de 2010 foram cartas acompanhadas de cartões de Natal, de acordo com o gerente regional do Centro

Sul de Minas, Ademir Ribeiro Baldim. “Segundo nossa gerência de vendas no varejo, somente em 2010, a ECT comercializou em Minas Gerais cerca de 320 mil unidades de cartão de Natal e aerogramas”, complementa. Os aerogramas são cartões disponíveis em formulário único com selos pré-pagos nas agências dos Correios em todo o Brasil, e geralmente, utilizados para retribuição. “Quem recebe (um cartão) valoriza muito mais uma mensagem escrita em um cartão postados nos Correios,

mesmo porque não é comum rasgar um cartão de Natal, já deletar um e-mail é muito mais fácil”, opina. Na Papelaria e Livraria Super Tog, os consumidores estão preferindo cartões artesanais, mais elaborados, diz a proprietária Marli Gorete Consolini Abrão. “Amigos e parentes gostam de enviar cartões. Infelizmente, diminuiu por causa da internet”, lamenta. A reposição de cartões de Natal foi feita por duas vezes na Livraria Nobel, garante a vendedora Pauliane Pereira de Paulo. E a última remessa já está quase acabando. “Eles compram para dar ao amigo secreto, aos pais, ou para com-

pletar o presente”, comenta. “Muitas pessoas e empresas cultivam esse hábito. Até mesmo jovens e crianças já entenderam a diferença entre

uma mensagem escrita e assinada em relação à eletrônica. O espírito do Natal aproxima as pessoas, e esta tradição nunca vai acabar”, finaliza o gerente.

O Jornal do Sudoeste Agradece e retribui votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo À Associação Feminina Obreiras do Bem,ao vereador Sérgio Aparecido da Silva, à Marília e Josi Neves, a equipe da Escola Municipal Napoleão Volpe, a diretores, professores e alunos da APAE, deputado federal Carlos Melles, secretário estadual de Transportes e Obras Públicas, jornalista Selma Braia, major PM Ronaldo Antonio Bernardes, Casa Menino Jesus, deputado estadual Antonio Carlos Arantes, vereador Edson Ferreira da Silva (Edinho), Carlos Gonzalles, Andréa Assis Silveira Ribeiro Duarte – LBV em São Sebastião do Paraíso, jornalista Sãosinha, Carlos Alberto Kley, José Antônio Rezende, ACISSP, James Warley Pereira Ribeiro, Ricardo Peres Jr., Míriam Ribeiro Maldi, Geralda Moraes, Serasa Experian, Márcio Zaqueu, Rotas Comunicação, André Marcolino, Luiz Alberto Pimenta, Cleber Martins, Lideane

A. Peres, Assessoria de Imprensa da ALMG, Jornalistas e Cia, deputado federal Geraldo Thadeu, Ricardo Orlandini, José Eduardo Malagutti, Transportadora Jóia, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Minas Gerais, TV Alterosa e Diários Associados, Leandra M. C. Valadares Machado (Segov), jornalista Ricardo Gandra, Renata Moreira, Agência Saúde, delegado Rogério de Melo Franco, delegado Roberto A. Barbosa Jr., Lúcia Helena, Wilson Reis Santos, Relojoaria Pontual, Serviço Florestal Brasileiro, deputado Cássio Soares, Unimed São Sebastião do Paraíso, Sindjori, SRE Gabinete, Sára Maria Caixeta Oliveira, Irmã Maria Rosário Almeida, Gráfica São Luiz, José Carlos Carvalho (Portugal), Supermercado Giacchero e Pádua, Rogério Calçado Martins. Advogado B.C. Carina. Sra. Eunice Barbosa e Filhos. Prefeito João Arantes (Jacuí).


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São Sebastião do Paraíso-MG e Região 24 e 25 de Dezembro de 2011

Presépio

Boas Novas Campanha de Natal da ACISSP está sendo sucesso O presidente Ailton Sillos estima um aumento nas vendas de mais de 20%. Os comerciantes estão muito satisfeitos e motivados a repeti-la nos próximos eventos comemorativos do comércio local, como: Dia das Mães, dos Pais, das Crianças, etc., na certeza de que Paraíso está de fato recuperando a sua influência comercial a nível regional.

A Direção e Equipe da Escola Estadual Comendadora Ana Cândida de Figueiredo deseja a toda Comunidade Escolar Feliz Natal e um Ano Novo de muita Paz, Luz, Fé, Amor , Saúde e Sucesso !!!

Jardim de Entrada da E.E.Comª.Ana Cândida de Figueiredo

A Direção agradece o apoio e a confiança de alunos, pais, responsáveis e parabeniza os servidores pelo trabalho realizado no ano de 2011, desejando a todos um FELIZ 2012 .

Uma obra de arte que se mistura com a mística e a religiosidade do Natal. É assim que podemos descrever o presépio que todos os anos o prof. Dr. César Cardoso monta na sala de sua residência. Um trabalho de quase 3 meses envolvendo artesãos, marceneiros, eletricistas e, é claro, as mãos e criatividade dele próprio. Sinta um pouco da emoção desta arte nas fotos.

O IMPASSE MODERNO (*)Ely Vieitez Lisboa

Ficção não é fantasia, mas realidade recriada. Uma suprarealidade baseada na vivência, na experiência do escritor. Ela depende também da cosmovisão do criador, de suas antenas, de sua maneira de ver o mundo. O grande escritor francês André Gide, prêmio Nobel de Literatura em 1947, afirma que não há obra-dearte sem a colaboração do demônio. Ele acredita que só quem sofre, experimenta dores e abismos, pode escrever obra densa, forte, convincente e profunda. A felicidade afrouxa o espírito, turva a sensibilidade, deixa o criador tíbio, só capaz de produzir textos róseos e açucarados, que falseiam a realidade. Ou então, o que é pior: imbuídos de um otimismo falso e mercantilista, o autor escreve livros de auto-ajuda, que não chegam a ser nem paliativos, mas meros placebos. Analisando os meandros das obras de ficção, tomemos as novelas televisivas. Onde o autor procura material para uma trama interessante? Na própria sociedade. Inspira-se na vida real, em fatos, livros, acontecimentos para conquistar o público, condimenta a história com posicionamentos esdrúxulos, cria personagens amorais, arrojadas, excêntricas, mostra uma pretensa realidade sem tédio, com muito glamour e episódios atraentes “ganchos” excitantes. Dá-se então o círculo vicioso. O material recolhido na vida real começa a influenciar e seduzir os telespec-

tadores, que às vezes imitam a ficção. Ora, o próprio papel da Televisão, como meio de comunicação, é uma arma perigosa, globalizada; ela conquistou todos os lares, dos mais variados status. Transforma as informações, seleciona-as com critérios discutíveis, tornando-as emocionantes. Preferem-se, sempre, os fatos escabrosos, escândalos, crimes nefastos, programas de um gosto discutível que enaltecem valores escusos, sempre pagando tributo ao Moloch do Ibope, da conquista de maior audiência. Sabe-se que não há volta no chamado progresso tecnológico. A televisão instalou-se para sempre no dia-a-dia moderno. Só resta salvar, se isso for possível, a capacidade individual de julgar, filtrar, analisar, escolher. O telespectador não pode ser uma cloaca ás avessas, ou um sorvedouro de dejetos da baixeza dos homens, alimentando o espírito com o que há de pior nos seres humanos. Assim, já que a situação é irreversível, sua única defesa é aguçar o espírito crítico, devidamente alicerçado na lucidez. O veneno é letal, a terapêutica difícil. A esperança é que se discuta muito sobre os possíveis antídotos para minimizar esta síndrome de alienação que grassa no mundo atual. (*) Ely Vieitez Lisboa é escritora. E-mail: elyvieitez@uol.com.br

De perto ninguém é normal! “De médico e louco todo mundo tem um pouco.” É difícil saber quem é ou não normal! É tanta gente mal resolvida por metro ao quadrado que fica complicado saber como se relacionar, já que de perto ninguém é normal! Tem gente que fala sozinho pelas ruas e não está nem aí...Tem outras pessoas que falam que são perseguidas, fora aquelas que não estão doentes, mas cismam que são. Há pessoas que dão de loucas para sobreviver; outras se vitimizam para chamar a atenção. Tem aquelas que culpam o mundo e os outros pelo insucesso da própria vida. Tem gente que não consegue ficar sozinho... Tem pessoa que não consegue ficar em meio à multidão. Tem quem chore porque tem medo da morte e vive como se já estivesse morto. Tem gente que inventa história para fugir da realidade... Tem gente que é solitário e, quando recebe atenção, sufoca quem lhe oferece cuidados. Tem gente que vive de passado e tem outros que só pensam no futuro. Tem gente que come gato! Tem gente que judia de animais, mata cachorros, bate em cavalos. Tem gente que faz sexo com animal! Tem gente que introjeta objetos em zonas impróprias do corpo. Tem gente que não se mostra, não se percebe, não se enxerga! Tem gente que come gente! Tem gente que tortura os outros... Tem aqueles que se torturam... Tem gente que fecha a porta do quarto e pratica rituais... Tem gente que tira o miolo do pão quando vai comer para desencargo de consciência e depois preenche o buraco do mesmo com maionese, presunto, mussarela, hamburguer, ovo, bacon! Sem falar nas pessoas que vão a um rodízio de pizza, comem mais do que a boca e pedem uma coca zero para mostrar que se preocupam com a saúde! Tem gente que não usa cueca! Tem gente que ri para dentro. Tem gente que só ri!!! Tem gente que não ri! Tem muita gente por aí que só reclama e isso é um tédio... Tem gente que já chega perto de nós já abrindo a boca. Tem gente que não quer ver... Tem gente que não quer escutar... Tem gente que não aceita o NÃO como resposta e é capaz de tudo para não ser contrariada. Tem gente que só cobra e não faz! Tem gente que é do contra de propósito! Tem gente que incomoda e não se percebe! Tem gente que rói unha... Outros comem cabelo... Tem gente que sofre de imaginação... Tem gente de todo jeito neste mundo e, a meu ver, se pararmos para pensar, de perto ninguém é normal! Todo mundo tem alguma mania ou comportamento estranho aos olhos dos outros. Algumas pessoas passam da conta, incomodam, atrapalham, desestruturam... – essas, principalmente, são as que precisam de ajuda profissional. Percebo que as doenças da alma estão levando muitas pessoas à “loucura” por falta de (auto) compreensão! A solidão, o vazio existencial, o hiato da alma, o desamor, a cobrança, a indiferença, certamente, tudo isso está por trás das chagas, dores e patologias que são evidenciadas na nossa sociedade. Os estigmas ficam e o isolamento também... Agora, depois de ter pensando sobre este tema, fiquei em dúvida: Será que eu sou normal? É por isso que eu digo: é melhor falar do que ruminar!!!

faleitafalado2010@hotmail.com


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“Jesus veio aqui nesse mundo com um propósito: dar-nos um novo modo de vida entre Deus e o ser humano” Foi pelas ruas históricas e culturais do Peru que Julio Munhoz Morotte cresceu aprendendo com a vida. É com coragem que ele admite ter sido morador de rua e suscetível a tudo que essa experiência oferece: coisas boas e más. Resgatado por um ser de luz, começava ali a escrever novas páginas no livro de sua vida. Casado com Roseli e pai de duas meninas, Ana Izabel e Fanny Cristina, Julio vive em Paraíso onde tenta fazer com as pessoas o que um dia alguém fez com ele: mostrar o caminho do bem. Na véspera de Natal quando comemoramos o nascimento de Deus menino, cada linha traçada pela fala deste homem simples, amigável e muito generoso, traz o verdadeiro sentido desta data, independente de credo ou religião. Julio Munhoz é muito mais que se possa descrever.

Quais suas lembranças mais fortes das noites de Natal? O que eu mais me recordo da época de Natal é dos presentes que meus pais me davam. Nós éramos nove irmãos – Alberto, Soledad, Henrique, Maria, Tanlly, Beatriz, Fanny e Juan -, e nos reuníamos todos em uma mesa com peru, frango e pernil. Mas a gente não esperava por isso, a gente queria o presente. Todo ano eu queria uma bola, uma bola diferente e melhor. A saudade dessa época é porque o presente se tornava muito mais importante que a comunhão e a confraternização de família. Eu nasci na capital do Peru, em Lima. Morávamos em um bairro muito bom, de classe média. Meu pai Julio era dono de uma oficina mecânica, tinha muito dinheiro, e a minha mãe, Aida, era uma senhora de casa. Ainda que meu pai gostasse de beber, minha família era muito unida. Nós passávamos o Natal juntos. Eu tinha um irmão que morava longe, mas todo Natal, ele voltava para casa para a nossa reunião, com muita alegria. Uma coisa interessante do Natal é que depois que você passava a meia-noite com a família, a gente saia para visitar os vizinhos. Em cada casa que você entrava, os vizinhos nos convidavam para tomar leite com café e te davam peru, frango ou pernil. Nós nos abraçávamos e seguíamos para outra casa de outro amigo. E a mesma história: leite com café, frango ou pernil, e assim passávamos até as 5h da manhã visitando as pessoas, nossos amigos, compartilhando essa comunhão de Natal. Nós visitávamos a casa dos amigos e eles voltavam à nossa casa onde fazíamos a mesma receptividade com eles. Essa parte é marcante para mim. Eu não encontro isso aqui. Até hoje me lembro disso e compartilho com as minhas filhas. Muito bonito. Como foram seus primeiros passos na escola? Quero explicar uma coisa antes. Como meu pai ganhava muito dinheiro, ele achava que poderia fazer o que quisesse. Ele bebia muito e era muito violento. Eu nasci e cresci escutando essas brigas de meu pai e vendo as atitudes agressivas dele. Minha primeira aula do pré, eu só fiquei dez minutos. Por quê? Conforme conta minha mãe, um menino fez cara feia para mim e eu dei um soco nele. A professora não suportou e me levou para casa. Eu vivia em um ambiente onde meu pai era muito agressivo, mas em compensação, minha mãe era muito amorosa, muito unida, por isso nós mantínhamos a união familiar, em razão da minha mãe. Meu pai era um homem muito violento, agressivo, brigava com todo mundo quando estava bêbado, achando que era “super homem”. Eu via a isso, então, eu achava que teria que demonstrar a mesma coisa a qualquer pessoa. Foi passando o tempo, e eu fui aprendendo que a vida não era assim, que tínhamos que respeitar. Aos doze anos de idade, eu saí da minha casa. Fugi da minha casa. Como meu pai era muito violento, ele chegava bêbado e batia na minha mãe, nos meus outros irmãos. Eu lembro que ele chutava nosso cachorro... Ele era muito violento. Eu tinha doze anos e não suportei. E fugi. Então eu me tornei menino de rua. Vivi na rua. O que você viveu nas ruas? Nós mendigávamos. Pedíamos dinheiro aqui, roubávamos ali, qualquer coisa para sobreviver. A minha mãe me procurava na rua; meu pai não. Meu pai não estava “nem aí”. Ele achava porque tinha dinheiro, um dia eu iria voltar. A partir dos 12 anos, eu cresci nas ruas. Parte da minha experiência de hoje é produto do que eu vivi nas ruas. O que eu sou agora, o estilo de vida, a percepção e a visão que eu tenho da vida é pelo o que eu vivi na rua. A partir do momento que virei menino de rua, vendi drogas, formamos uma gang - nós tínhamos uma turminha que também fugiu de casa, então, formamos uma pequena gang -, fui preso várias vezes porque a polícia nos pegava vendendo drogas... Por ser menor de idade, não ficávamos por muito tempo na cadeia... Roubávamos frutas, alguma coisa para sobreviver, isso durante muito tempo. A minha experiência de sobrevivência nasceu lá. A minha experiência de perceber o que está errado foi lá nesse mundo. A minha experiência de perceber quem é picareta, falsário, aproveitador, nasceu nessa vida. Hoje eu percebo que algumas pessoas que vêm com cara de bonzinho, de santinho, mas que no fundo são picaretas, eu percebo. Toda essa bagagem nasceu lá. Com o passar do tempo, depois de ter me tornado viciado em drogas, injetava heroína nas veias. Uma pessoa que mora nas ruas jamais vai crescer bem. Todo o vício do mundo você vai ter porque mora na rua. Eu vendia maconha tem muito no meu país -, vendia cocaína – muitas vezes injetei cocaína. Mas eu cansei de viver essa vida. Chegou um tempo em que eu me cansei. Eu chorava quando a droga passava. Eu me lembrava da minha mãe – do meu pai eu não me lembrava. Minha mãe chegava, pedia, suplicava para sair de lá. Alguns dias eu voltava em casa, tomava banho, comia bem e voltava para as ruas. Eu não queria ver meu pai, eu odiava meu pai. Há coisas do

destino que surpreendem as pessoas. Uma senhora missionária chegou, me ajudou e me falou sobre um caminho melhor do que viver na rua. por Ana Carolina Bonacini

E você aceitou esse novo caminho? Eu aceitei esse caminho. Através dessa mulher, a quem eu considero hoje como minha mãe espiritual, dona Rebeca, foi quem me tirou desse caminho. Dizer que um viciado de drogas jamais vai mudar é a maior mentira do mundo! Eu sou um ex-viciado de drogas e saí desse mundo. Como foi sua nova vida longe das ruas e das drogas? Depois de ter saído desse mundo das drogas, eu fui morar em uma igreja. Nessa igreja, eu aprendi a tocar violão, música, aprendi a falar em público, perdi o medo das pessoas e comecei a ver a vida de outro jeito. Conheci gente amorosa, pessoas diferentes do meu pai. Conheci gente que tinha visão de crescer. Na igreja eu aprendi muitas coisas. Fui estudar à noite para terminar meus estudos e depois fiz o Seminário. Depois eu quis estudar Jornalismo, porque eu gostava. Estudei em uma faculdade em meu país, Administração e fiz faculdade de Teologia. Isso é produto de influência de ambiente bom, ambiente sadio, que nos influencia a melhorar. Todo esse ambiente me ajudou a superar o que eu era no passado. Hoje graças a Deus eu sou casado, tenho minha esposa, minhas filhas e moro no Brasil. Trabalhei em várias produtoras de televisão no Brasil e em jornais do meu país. Hoje trabalho em uma produtora de televisão de Campinas morando aqui em Paraíso e dou aulas particulares de espanhol, o que me permitiu voltar para minha família, para minhas filhas, e principalmente, ter uma nova visão de vida. O desafio que a vida nos dá deve ser enfrentado com firmeza, com coragem, com determinação, com fé, que as pessoas podem conseguir. O que você viu nas ruas que de mais marcante? Quando algum dos meus amigos da gang ficava doente, todo mundo ajudava a ele. Quando um deles ia preso, todo mundo ajudava. Mandava fruta, mandava roupa, mandava comida... Éramos unidos. Eu não vejo isso hoje. Nem gente de bem, nem amigos de bairro. Hoje eu vejo uma desunião entre as pessoas, sendo familiares, amigos... Existe um individualismo que a pós-modernidade nos trouxe. Essa pós-modernidade que vem nos trazendo facilidade em muitas coisas que individualizou muito as pessoas. Hoje a pessoa é mais egocêntrica em relação ao próximo. O que eu aprendi naquela época que eu vivi foi a união das pessoas. Nós não sabíamos de computação naquela época, não tínhamos celulares, nós não tínhamos uma coisa moderna naquela época, mas éramos muito unidos. Eu me lembro de uma menina que morava conosco na rua quando o pai e o policial foram buscá-la a força para voltar para casa. Quando ela foi levada à força nós choramos porque a levaram. Nós começamos a procurar a casa onde ela morava para saber como ela estava. E nós conseguimos achar a casa e conversar com ela. Isso eu tenho como marcante na minha vida. A amizade se tem para sempre. Não é uma critica a sociedade, mas é uma coisa que eu vi. E a sua mãe nisso tudo? A minha mãe era evangélica antes de se casar com o meu pai. Meu pai não era religioso. Então ela sofreu as consequências. Quando você tem certa concepção da vida e se casa com uma pessoa que tem outra ideia de vida, vai ter briga mesmo. A minha mãe lamentava muito não ter casado com alguém que tivesse as mesmas convicções que ela. Ela sofreu muito nos anos de casamento e pagou o preço de achar que casamento é felicidade. Alguns dizem que vão se casar com aquele moço ou com aquela moça para ser feliz. Não é assim. A minha mãe soube quando eu fui morar na igreja e voltou a frequentar a igreja também. Minhas irmãs se tornaram cristãs e se casaram com líderes de igrejas em meu país. De certa forma, a sua fuga ajudou a levar sua família de volta a igreja. Por isso que eu estou dizendo. Parte da minha bagagem de vida é produto do que eu vivi na rua. Nada sucede por casualidade. O que tem que acontecer vai acontecer. O ser humano não entende que existe um propósito na vida, uma razão na vida. O que sucedeu com a minha família já estava determinado que fosse acontecer assim. O que eu sempre falo: “Já estava escrito”. Eu tinha que vir a morar no Brasil, estar aqui em Paraíso... Eu que estava acostumado em cidade grande, com população, com o público, morar em uma cidade pequena... Tinha que ser assim. Tem um propósito, uma razão. Por isso estou aqui. Alguma razão tem porque eu estou aqui e continuo nessa busca da razão de estar aqui. Enquanto eu não encontro essa razão, não vou parar. O dia em que eu encontrar a razão pela qual eu estou aqui, eu vou me sentir realizado. Tudo tem um propósito. E como você percebe esse propósito? Não se percebe isso, você sente. O dilema do ser humano é que quando a coisa está ruim, ele se queixa. Isso anula a percepção de um propósito. Os problemas da vida, as crises da vida, as dificuldades que você enfrenta é para ajudar no futuro. Só que o ser humano não vê isso, ele quer a solução

imediata. Toda coisa que se passa tem uma razão de ser. Como o ser humano é imediatista, ele não enxerga o propósito futuro. Conte-nos como foi sua vinda para o Brasil. Eu trabalhava como diretor em uma escola de missões onde nós preparávamos alunos para fazer trabalhos de evangelização em meu país. Alguns desses alunos já haviam viajado ao Brasil como músicos. Eles chegavam ao Brasil e tocavam os instrumentos andinos nas conferências. Em uma das apresentações aqui no Brasil, falaram para eles voltarem com alguém que falasse sobre a experiência no Peru, da obra no Peru, do trabalho no Peru. Através desses alunos, eu fui convidado para vir ao Brasil. Eu cheguei ao Brasil em 94 em uma Conferência em São Paulo, uma conferência muito grande, aberta a várias igrejas. Eu falei sobre o mundo dos indígenas na influência das igrejas. Foi a primeira palestra que eu dei. Depois dessa palestra, eu recebi convites de várias denominações para dar palestras em suas igrejas. Nunca mais parei! Três vezes por ano eu voltava ao Brasil com músicos para dar palestras. E assim fui vindo ao Brasil por casualidades, e depois por convites. Conheço o Brasil desde o Recife, Natal, ao Rio Grande do Sul. Minha agenda sempre era assim - Campo Grande, onde era nosso centro de refúgio. Nós chegávamos de sete dias de viagem do Peru e ficávamos na casa de um pastor muito bom. Ficávamos em Campo Grande descansando por uma semana e seguíamos para São Paulo onde era a referência para todo lugar. Saíamos de São Paulo para Rio, Curitiba, Rio Grande do Sul, Bahia, Salvador... São Paulo se tornou para nós o lugar de saída para todo o Brasil. Sempre foi assim. Só que vir a Minas não estava na minha agenda. Viemos a Minas apenas uma vez em Belo Horizonte. A minha agenda era Campo Grande, São Paulo e Rio de Janeiro, naquela época. Quando estávamos para viajar ao Rio, ligamos para a pessoa que havia agendado, mas ela estava passando dificuldades, não poderia nos receber por 15 dias. O que íamos fazer com cinco músicos, que comem uma barbaridade? Eu estava muito preocupado sobre onde nós íamos nos hospedar durante os 15 dias... Um desses músicos ligou para um pastor daqui de Minas, amigo dele. A casualidade era essa. Assim cheguei a Paraíso. Não estava em nossa agenda. Cheguei a Paraíso e me hospedei na casa de um pastor, e na casa do pastor, quem morava seria minha futura esposa. Eu me apaixonei. Toda vez que eu chegava ao Brasil, eu arrumava um pretexto para vir a Paraíso. E assim foi passando o tempo. Namorei minha esposa e hoje estou casado com ela. Voltei, queria trabalhar aqui. Quando cheguei ao Brasil já casado, fui trabalhar com uma produtora de televisão, fora daqui de Paraíso, em Campinas, um trabalho muito bonito. Agora eu estou trabalhando com a Igreja Presbiteriana no bairro Morumbi. Como é esse trabalho? Trabalhando na produtora de televisão em Campinas, quando eu chegava a Paraíso, eu ajudava ao senhor João Costa. O senhor João Costa fazia reuniões familiares no bairro Morumbi. Só que ele precisava de alguém que o ajudasse. Como eu chegava na quartafeira, eu o ajudava na quinta-feira. Mas quando eu decidi sair da produtora de televisão, porque eu vivia muito tempo fora da família, e queria ficar mais próximo, me dediquei em cheio ao trabalho no bairro Morumbi. Hoje graças a Deus temos o terreno próprio, estrutura própria. As pessoas se reúnem lá, e de preferência, nós queremos pessoas que queiram mudar suas vidas, que queiram um novo estilo de viver a vida. Graças a Deus estamos congregando uma turma muito boa que está nos ajudando... Meninos que eram viciados, hoje estão reunindo conosco, famílias desestruturadas estão reunindo conosco. É um lugar muito gostoso, muito bonito. Estamos na esquina da praça central do bairro. Temos projeto de construir mais, formar uma escola, se Deus nos permitir. São as coisas que a própria vida vai nos levando em função de ajudar aos outros. A ideia de se formar uma igreja começou na casa de uma senhora que passava

necessidade, e esse senhor João Costa, ia na casa dela para ajudá-la. O início desse trabalho foi social, muito bonito. Hoje esse trabalho social foi deixado de lado para fazer um trabalho de orientação. Não adianta dar comida à pessoa e ela só comer para encher a barriga e mentalmente continuar sendo nociva. Hoje nós mudamos a estrutura social para ensinar o estilo de viver a vida, mudar a vida. Eu sou crítico nesse sentido de trabalhos sociais que existem em Paraíso, assistencialistas, que dão cesta básica, dão de comer, mas não se preocupam como é a vida dessas pessoas. A pessoa recebe cesta básica, mas continua sendo maconheiro, fumante... Tem que mudar de vida. Trabalho assistencial que não ajuda a mudar, só atrapalha. Eu conheço pessoas que são viciadas em álcool ou em outra, que ficam três, quatro meses em recuperação, e saem de lá e voltam de novo à sociedade a ser alcoólatra. Não adianta nada ter um trabalho assistencial para demonstrar que estou trabalhando se na realidade não ajuda em nada. Por isso, eu sou crítico a trabalhos assistencialistas, trabalhos sociais que não mudam as pessoas. Isso só ajuda àqueles que estão realizando, traz fama e popularidade para quem administra, mas não ajuda a pessoa a tornar alguém de bem, a tornar-se uma pessoa que contribua no desenvolvimento da sociedade. Isso tem muito. E tem verba da prefeitura, do estado, tem verba federal... Tem verba para quê? Para manter estruturas que não mudam? Acho que tem que ter outro critério de opinião. Eu sou crítico nesse aspecto. Eu acho que tem que parar de dar o que comer para as pessoas, para ensinar a comer, ensinar a produzir para comer, ao invés de dar cesta básica às pessoas. Conheço um caso de uma pessoa que veio pedir cesta básica para nós certo dia. Essa mesma pessoa foi no outro dia, em outra instituição pedir cesta básica. E assim por diante. Essa pessoa recebe de quatro a cinco cestas básicas de instituições diferentes. E você vai na casa dela, que eu a conheço, e o filho é ladrão, fuma, briga... De que adianta dar cestas básicas se não ajudam a mudar a vida? Estamos mantendo parasitas, que não contribuem com o desenvolvimento da sociedade. Nessa parte eu sou muito crítico. Na nossa congregação, não damos cestas básicas. Quem me pede, eu não dou. Eu prefiro ver quem está passando necessidade, perceber quem está passando necessidade, aí eu vou dar, porque sei que está passando necessidade, não está me pedindo. A nossa instituição iniciou como trabalho social, mas hoje quer educar, ensinar a viver a vida, a saber se desenvolver, a contribuir no desenvolvimento da sociedade. Hoje nossa Congregação faz isso. A nossa Congregação no bairro Morumbi não é daquele tipo de igreja que temos hoje que têm que dar dinheiro para receber “as bênçãos de Deus”. Não fazemos isso não. Sou crítico a essa teologia que você tem que dar alguma coisa para ser abençoado. O pior engano que existe é justamente esse. O seu trabalho é a única forma de progredir. É trabalhando que você vai conseguir. As igrejas que brincam com prosperidade são um engano. E eu sou crítico nesse sentido. Nas nossas palestras criticamos totalmente isso. Caso curioso – eu quero deixar escrito isso. Aqueles que falam de prosperidade, de crescimento são os que mais crescem. Os mais ricos são os líderes. Tem carro zero quilômetro, apartamentos aqui e em várias cidades, tem fazendas, os filhos deles estudam em escolas chiques, fazem faculdade fora da cidade, outros fazem viagens para fora do Brasil... Prosperidade para quem, enquanto o mais humilde é enganado nesse sentido. Nossa Congregação pretende abrir os olhos diante das falsidades que existem. Eu não falo cristianismo, eu falo em evangelho. Hoje o evangelho que se vende é uma mentira. O evangelho que se está pregando ali é a prosperidade dos grandes, não para os humildes. Eu acredito em milagre, eu acredito em prosperidade, eu acredito que Deus pode mudar a vida das pessoas. Deus pode abençoar, não através do dinheiro que você dá, mas através da coragem de mudança de vida. Como são suas orações? Eu tenho um diálogo com Deus, um momento que peço para Ele nos dar força,

sabedoria e nos ajudar a entender a vida de outro jeito. Entender o que estamos fazendo para a cidade, que papel nós temos... Peço para que Ele nos ajude a entender o porquê estamos aqui, para quê estamos aqui, por que eu estou trabalhando aqui, por que eles são meus amigos... É uma oração de ajuda, de agradecimento a Deus. A oração independente de ser pastor, bispo, apóstolo ou patriarca, o que quiser, é a mesma coisa do irmãozinho mais humilde. E a pessoa humilde é a mesma coisa. Essa utopia de que a oração mais poderosa é dos pastores, é um engano. Essa utopia que uma pessoa é ungida, que uma pessoa vai orar e vai sair um milagre, é um engano. A própria pessoa é que tem que desenvolver fé em Deus. As igrejas reformadas, vamos chamar desse jeito, têm o costume de orar pelo próximo pelo que sente o seu coração. Nós não temos um padrão determinado para orar. Eu pessoalmente respeito quem ora o Pai Nosso sempre. Não sou contra a isso. Cada um pode orar como sente seu coração. E respeito muito quem ora o Pai Nosso. As igrejas reformadas oram em função da pessoa livremente, espontaneamente, pedindo uma benção, uma ajuda para as pessoas. O seu país é muito rico culturalmente o que desperta a vontade de conhecê-lo. Fale um pouco sobre essa cultura do Peru. Quando se fala em Peru, as pessoas dizem que “ah! são todos indígenas”. Peru era uma civilização. A civilização Inca governava toda Bolívia, parte do Paraguai, todo Equador, parte de Colômbia, desde Cuzco, ao Peru. Os Incas tinham estrutura militar, social, tinham religião, tinham uma língua. A cultura peruana tem uma riqueza como civilização. E temos que lembrar que na América Latina, as três maiores civilizações eram os Astecas no México, os Maias em Guatemala, El Salvador e Honduras, e os Incas, no Peru. São as três civilizações mais conhecidas. Se os espanhóis não tivessem chegado aqui, essas culturas seriam muito mais desenvolvidas do que são. A riqueza que eles tinham... Eles sabiam astronomia, medicina... Os Incas utilizavam a coca, que hoje é erradamente transformada, como anestésico. Eles pegavam a folha da coca, faziam um pó, tiravam um líquido e colocavam na ferida para fazer cirurgia. A cultura peruana é rica porque eles governavam com quatro leis: não roubar, não matar, não mentir e não ser preguiçoso. Naquela época não podia existir preguiçoso porque todo menino que cumpria quatorze anos recebia um terreno para produzir. Então ele não podia ser preguiçoso. Se ele quisesse alguma coisa para comer, ele teria que produzir. Ele produzia para seu próprio sustento e para o estado. Os preguiçosos que existiam eram mortos ou se tornavam escravos mesmo. Segunda coisa: não podia existir ladrão porque você tinha tudo. A natureza, a terra, era para produção; você não poderia roubar. Quem roubava era morto. Não podia mentir. Se fosse comprovado que você estava mentindo para se beneficiar, você era castigado. E por último, não podia matar, a menos que existisse guerra entre os povos. Os Incas governavam com essas quatro leis e mantinham unida a civilização Inca. Hoje temos Machu Picchu, que é uma das sete maravilhas do mundo. E não só Machu Picchu, temos outras no norte do meu país, a Casa dos Incas, onde o Inca quando foi preso, disse para o conquistador espanhol: “Eu encho esse quarto de ouro e você me deixa livre”. Ele tinha tanto ouro... O ouro para os Incas não era um comércio como era para os espanhóis. O ouro era mais como um enfeite, uma coisa para colocar em casa, adoração para seu Deus. Ele tinha copos de ouro, mesa de ouro, enquanto os espanhóis tinham o ouro como comércio. Quando os espanhóis chegaram à América Latina, eles viram o ouro e ficaram “doidos”. Eles não estavam ali pela cultura, eles estavam ali por causa do ouro. Peru tem um passado muito rico pela estrutura social, pela estrutura religiosa que eles tinham... Eles viviam em função da Pachamama, a mãe terra, Deus era o sol, o pai... Essa cultura de respeito pela Terra era ecológica. Eles ensinavam a respeitar, a amar a Terra. Hoje falamos de ecologia, de meio ambiente, mas os Incas já faziam isso. É uma coisa interessante. Só que como não dá ibope, não dá marketing, não se fala não. Isso já existia há muito tempo. As culturas Inca, Asteca e Maia ensinam certas coisas a civilizações modernas a viver de um estilo muito diferente. Julio, sou muito grata pela sua entrevista. Para finalizar, qual sua mensagem de Natal? A primeira coisa que eu acho que a pessoa tem que entender no Natal é lembrar o nascimento de Jesus. Jesus veio aqui nesse mundo com um propósito: dar-nos um novo modo de vida entre Deus e o ser humano. Não trazendo religião. Não. A religião só traz danos. Durante a história da religião na humanidade, ela só atrapalhou a vida do ser humano. Diz o texto bíblico que “Deus se fez carne”. Ele se humanizou. Ele viu as dores do ser humano, se fez humano, para ajudarmos a entender a vida. Recebam a Jesus e sirvam a Ele.


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CONFRATERNIZAÇÃO POLÍCIA MILITAR RODOVIÁRIA A confraternização natalina do 2º Grupamento da Polícia Militar Rodoviária Estadual de São Sebastião do Paraíso aconteceu no sábado 17/12 no sítio Toca do Lobo. Foram momentos de lazer, entretenimento, muita alegria entre os PMs, família e amigos. Um almoço com churrasco e jantar foi servido nessa festa que teve também música ao vivo.

Alfredo e Elzí

2º Grupamento da Polícia Militar Rodoviária de SSParaíso

Júlio e esposa

Netos Guilherme, Mariana,Humberto, Gabriela, Luigi, Giam Jr e Marina Os anfitriões Sargento Prates e esposa Dilene

Sargento Jací, Cabo Caldas e Sargento Júlio Cesar

Sargento Moreira, Zetinho e Sargento Júlio Cesar

Descontração no jogo de baralho

E rolou muita música boa

CONFRATERNIZAÇÃO PO

Zetinho e Cabo Tarcisio

Soldado Fábio

Churrasco muito bem preparado por Gaúcho

Sargento Pimenta, dupla Guido e Germano, cabo Emídio, soldado Carvalho e o agente Marçal

Mais um sábado animado no Tip Top Bar, e desta vez os cliques foram no dia 17/12. Movimentadíssimo durante toda a semana começando na segunda se estendendo ao sábado, o bar possui um ambiente muito agradável, bem localizado e atendimento de primeira. O cardápio é variado, são mais de 60 opções, deliciosas refeições, pratos ou porções apetitosas, panquecas, caldos dentre outras diversidades e serviços “a la carte”, que traz opções para os mais variados paladares, além do almoço das 11h as 14h. O bar continua seu funcionamento após o almoço se estendendo a noite. Também possui internet wireles para os clientes, e já se preparando para o Reveillon onde as mesas são limitadas, garanta já a sua. Animação com a banda Os Fantoshes. Tip Top avenida Monsenhor Felipe, 565, telefone 3558 8803.

Camila, Bruna e Rodrigo

Efraim e Aline

Henrique e Cintia

Joseane e João Luiz

Laert e Clailda

Leandro e Adriana

Lucas e Suellen

Lucia e Ana Eliza

Marcelo e Elaine

Moises e Lis

Polyane, Thiago e Larissa

Tiago e Debora


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DONA ELZÍ Alfredo e Elzí

Netos Guilherme, Mariana,Humberto, Gabriela, Luigi, Giam Jr e Marina

Numa festa surpresa dona Elzí Alves Albieri comemorou na sexta-feira 16/12 data de seu aniversário mais ano de vida entre seus familiares e amigos . Dona Elzí, casada com prezado Alfredo Albieri, representante do Consulado Italiano em Paraíso, recebe os cumprimentos desta coluna com votos de felicidades e muita saúde.

Amigos Dr Wéllington e esposa, João Wagner, Dr José Antonio de Faria esposa dona Marina, Maria Carmelina, Ana Candiani e Maria Bernadete

Netos Guilherme, Mariana, Gabriela, Giam Jr, Marina e Umberto

Filhos e noras Arturo, Gina, Elzy, Milton, Isabel e Giam

CONFRATERNIZAÇÃO POLÍCIA MILITAR EM ITAMOGÍ

Sargento Pimenta, dupla Guido e Germano, cabo Emídio, soldado Carvalho e o agente Marçal

Cabo Borges e esposa Vanessa

Sargento Pimenta com o papai noel e a esposa Luciana

Polícia de Itamogí - Sargento Pimenta, Funcionários da Civil Fabiano e Ronaldo, Sargentos Donizete e Marcos, Agentes Marçal e Aléx, Sargento Henrique, Cabo Gilberto, Agente Limão, Cabos Paulo, Borges e Jair, Sargento Carlos e Soldado Carvalho

A confraternização da Polícia Militar de Itamogí aconteceu no domingo 18/12 no sítio Nossa Senhora Aparecida. Amigos mais próximos compareceram, dentre eles o prefeito Janoário Arantes, o viceprefeito Antonio Arantes e respectivas famílias. Duplas sertanejas se apresentaram no evento. Papai Noel fez entrega de presentes para as crianças e um botões de rosas para todas as mulheres presentes.

Yara e Olga

karina e keila

Dupla Guido e Germano animou a festa

Prefeito Janoário Arantes e familia esposa Nádia e filhos Felipe e Fulvio


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Vivenciar o Natal é: Marília de Souza Neves

• estreitar laços de amizade; • refletir sobre as nossas ações diárias; • praticar a caridade desinteressadamente; • ofertar um sorriso ou uma palavra de consolo aos companheiros de jornada evolutiva; • visitar doentes, colegas e familiares; • alegrar os irmãos melancólicos e depressivos; • respeitar o ritmo de cada um, sabendo lidar com as diferenças; • consolar os aflitos; • esparramar a benevolência, a concórdia e a união; • ouvir o semelhante com atenção; • socorrer um irmão em so-

frimento, independentemente de sua classe social, sua crença ou etnia; • ser solidário, fraterno e cooperador; • dispender energia em tarefas úteis; • trabalhar com responsabilidade, compromisso e abnegação; • estudar com entusiasmo e dedicação; • propagar a semente do bem; • ter fé no Criador do Universo; • cultivar o hábito da oração; • agradecer por todas as dádivas recebidas, e mesmo pelas provações que nos propiciam crescimento;

• deixar que o Mestre Jesus renasça no nosso coração constantemente, a fim de que a máxima “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo” seja verdadeiramente praticada no nosso dia a dia, aproveitando a vida – bem precioso que o Pai nos concedeu – da melhor maneira possível. Tenham todos um Natal venturoso e um 2012 recheado de conquistas significativas. Deus abençoe-os sempre. Paz e luz! Dezembro/2011

Caminhada... Molda e trabalha a imaginação e a sensibilidade das pessoas. Mantém o equilíbrio físico e mental. Não sei de onde vem tanta força, o sucesso está nas realizações atingindo o objetivo principal. Mas nem sempre é tão fácil quanto parece, depende da realidade de cada um. Você é o que faz de si mesmo. Pessoas meigas, autênticas e carinhosas passam por mim o tempo todo, a distância cresce dia a dia. Tudo tem um preço nesta vida, o amor é de graça, imagine o que um olhar, um sorriso, uma palavra amiga, podem fa-

zer por você e por mim. Sentimentos e emoções, momentos inesquecíveis. Autoestima, classe, elegância e beleza desfilando na passarela dos sonhos. Observe os movimentos de uma pessoa de forma natural com os olhos voltados para si mesmo sincero, discreto, profundo a alma enxerga a essência caminhando suavemente na sombra da noite. Energia e esperança renovada, apesar do esforço físico o vazio mental reinante predomina. Os que cedem à dúvida são vencidos pelo cansaço. Muito se fala em obesidade, perda de peso, entrar em forma etc...

Influências obsessivas podem te conduzir ao fracasso. Utilize sua fonte de energia com moderação faça isso por eles e principalmente por você. Caminhar é uma benção propõe o dialogo mental, ritmo individual, disciplina voluntária, a aspiração transforma a pista em instrumento individual e coletivo. Indispensável a saúde física e mental do ser humano. Venha compartilhar, espairecer. Não perca o entusiasmo pela vida. Que Jesus realize todos os seus sonhos abençoe e proteja. Laércio Felício da Silva

RECEIT A DO GU ARÍ RECEITA GUARÍ Uma opção saborosa para as comemorações de Natal e final de ano é o Pato à Califórnia, sugerida pelo cozinheiro Guariguasil.

Pato à Califórnia Ingredientes 1 pato ½ kg de batata 1 lata de pêssego em calda 1 lata de abacaxi em calda ½ de ameixas 2 maçãs cortadas em fatias. Modo de Preparo Fazer um vinagrete com vinho branco e temperar o pato. Deixar por uma hora levar em forno baixo sem papel alumínio. Depois de assado, enfeitar com pêssego, abacaxi e maçã. Com as batatas faça um purê e jogue um copo da calda enlatada em cima do purê. Servir quente, acompanhado de um bom vinho.

Dos Leitores UM PONTA ESQUERDA INESQUECÍVEL Paraíso sempre foi referência nacional em futebol de campo, destacando-se sobremaneira no eixo Minas - São Paulo e Rio de Janeiro. Tanto a “Mais Querida” Associação Atlética Paraisense, como o glorioso Operário Esporte Clube, notabilizaram-se pela formação de grandes equipes de futebol. Nos gramados dos estádios Comendador João Alves e Primeiro de Maio, perfilaram excelentes equipes oriundas dos mencionados estados. Atletas do passado mais longínquo como os notáveis: Valdemar Lanzzoni, Gaeta, João Marcomini, Gerulino e outros e os mais recentes como: Pelé, Batata, Zé Ico, Chico Cecchini, Saltão, Laércio e Waltinho, dentre outros, marcaram épocas por passagens expressivas em ambos os clubes. Nesse contexto de excepcionais jogadores que atuaram em Paraíso, não se pode esquecer do paraisense Olavo Martins, brilhante ponta esquerda, nato, habilidoso, rápido e veloz, preciso no passe e com muita potência no chute, cujo futebol também marcou época. Olavinho como era chamado popularmente por alguns, ou Olavinho do “jardim novo” por outros, certamente por ter neste local jogado futebol na adolescência e pelo fato da residência de seus pais situar-se defronte a esse jardim, atualmente Praça da Fonte Luminosa. Jogou tanto na Paraisense como no Operário. Em ambos os clubes seu futebol foi enaltecido, gloriou-se. Para aquele assíduo e apaixonado torcedor da “alviverde”

paraisense, vale relembrar de dois importantes jogos realizados no Estádio Comendador João Alves; um contra a equipe mista do Palmeiras da capital de São Paulo; e outro contra a Esportiva da cidade vizinha de Guaxupé, onde o ponta esquerda Olavo, jogando pela Paraisense teve atuações soberbas. É de se ressaltar, que na partida contra a Esportiva Olavo marcou um belíssimo gol de falta de média longa distância, a lá estilo Eder (Atlético Mineiro e Seleção Brasileira), que aliás havia entre ambos muita semelhança na maneira de se jogar. Contra a equipe da Sociedade Esportiva o Palmeiras, diferenciou-se na partida por “infernizar” a vida do lateral direito Soter e marcando gol na vitória da Paraisense. Devido a sua maestria no conduzir a bola, em efetuar lançamentos milimétricos a longa distância, ser exímio cobrador de faltas, Olavo atuou diversas vezes em várias equipes de Paraíso e região como meia-esquerda, ou meia-ama-

dor, verdadeiro camisa 10. Mas o maravilhoso futebol de Olavo não se limitava somente ao futebol de campo. Devido as suas qualidades técnicas e físicas, sobretudo, por ser muito rápido e por ter muita potência no chute, participou de quase todos os grandes times ou seleções de futebol de salão, atualmente futsal, formados em Paraíso. Relevante ressaltar, ainda, que não obstante a todos esses aspectos, também fora de campo o cidadão paraisense Olavo brilhou, porque além de ser um atleta exitoso, sempre se pautou na conduta íntegra, comportamento impar, humilde, amigo solidário e leal, laborioso e, portanto, inesquecível como um dos mais talentosos ponta esquerda da história dos grandes times do futebol de campo e futsal de todos os tempos da nossa querida terra Paraíso, “que vive sempre em nossos corações”. CÉZAR DONIZETTI DE PAULA. Paraisense/radicado em Campinas/SP


São Sebastião do Paraíso-MG e Região 24 e 25 de Dezembro de 2011

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O prezado José Antônio Rezende, muda de idade nesta segunda, dia 26. A coluna o cumprimenta, desejando-lhe felicidades. A equipe Jornal do Sudoeste parabeniza José Alberto de Souza, aniversariante no dia 26. No dia 30, quem recebe cumprimentos é sua esposa, jornalista Selma Braia de Souza, correspondente do “JS” em São Tomás de Aquino. Duplo parabéns: Natália Luciana Duarte nasceu no dia 25 e José Antonio Nogueira (Jan) dia 26.

PARABENIZANDO

Que os sinos do Natal sejam portadores de alegres esperanças. Que o Ano Novo renove nossos sonhos e fortaleça a nossa fé em construir um mundo melhor. Aos nossos clientes, amigos e profissionais do ramo de eventos, nossos votos de um Feliz Natal e 2012 cheio de luz, paz, harmonia e prosperidade. Equipe RG Eventos Assessoria e Cerimonial

Acaba de defender tese com louvor na área de Ciências Farmacêuticas da USP-RIB. PRETO e já partindo para o Pós Doutorado a paraisense Dra Fernanda Peres Ferreira filha do Dr. Mauro Alves Ferreira e da Professora Jane Peres Ferreira que estão muito orgulhosos por conquistarem juntos com Fernanda mais uma etapa vitoriosa no currículo de suas vidas.

Andressa Dionizio Pádua

Confraternização da Rádio Apar Fm

Horóscopo Semanal CAPRICÓRNIO (22/12 A 21/01) Sol e Plutão em seu signo tentam entrar num acordo benéfico, mas algumas mudanças são inevitáveis. Nesta fase você pode contar com a proteção do Universo, portanto, fique tranqüilo. Amor em fase de revisão. AQUÁRIO (21/01 A 18/02) Algumas emoções do passado podem estar vir à tona nos próximos dias. Procure olhar para si mesmo e deixar para trás o que já não serve mais. A meditação e a prática da yoga podem ser altamente benéficas neste período. PEIXES (19/02 A 19/03) Neste período algumas amizades podem trazer algum problema a você ou mesmo um amigo estar passando por alguma dificuldade mais séria. Os trabalhos em equipe podem precisar de revisão e recomposição. ÁRIES (20/03 A 20/04) O Sol se une a Plutão em Capricórnio, fazendo um ótimo aspecto com Júpiter, e promete sucesso e transformações positivas em seus negócios. Novos investimentos à vista. Amor em fase neutra. TOURO (21/04 A 20/05) Algumas mudanças em seus planos e projetos podem surgir agora, especialmente os que envolvem resultados no médio e longo prazo. Uma mudança sensível em sua fé e filosofia de vida também pode ocorrer neste período. GÊMEOS (21/05 A 20/06) Este pode ser um período de crise, pois algumas mudanças emocionais são necessárias. A consciência de que suas necessidades emocionais não estão sendo satisfeitas pode mexer muito com você. Virada positiva em sua situação financeira. CÂNCER (21/06 A 21/07) Uma sensível mudança, mas positiva, é apontada em seus relacionamentos neste período. A fase promete avanço. Uma mudança de foco que parte de você ou do outro pode mudar todos os seus projetos e planos. LEÃO (22/07 A 22/08) As transformações que vive e continuará vivendo em seu dia a dia de trabalho nos próximos dias será positiva e significativa. A fase também continua boa para o amor e novos acordos de negócios. VIRGEM (23/08 A 22/09) Transformações importantes em seu romance podem acontecer agora. Esta é uma fase positiva onde você vai rever seus planos e projetos futuros. Criatividade ganha mais profundidade. Mudanças no relacionamento com os filhos. LIBRA (23/09 A 22/10) Nesta altura, as mudanças domésticas e nos relacionamentos familiares já estão acontecendo. Suas emoções passam por uma espécie de limpeza e de aprofundamento. Nesta fase a tendência é a de o passado ficar para trás. ESCORPIÃO (23/10 A 21/11) Alguns relacionamentos de amizade são deixados para trás neste momento, pois mudanças importantes estão acontecendo em seu íntimo. Fase importante para rever acordos de negócios e contratos. SAGITÁRIO (22/11 A 21/12) Nesta fase as questões financeiras ganham uma nova importância em sua vida. Negociações que envolvem muito dinheiro podem fazer parte de seu dia a dia. Alguns valores emocionais devem ser revisados.

Aniversariantes Dia 26 professora Marina de Oliveira Furlan. Dia 27 Salete Stefani Colombarolli. Dia 28 o médico Dr. Iaperi de Melo Dantas.

A equipe de colaboradores da RADIO APAR FM se reuniu para uma confraternização de final de ano, sexta-feira (16/ 12), no Único Lounge Bar. O som da gaita e voz de Rodrigo Pimenta, acompanhados pelo violão de Cassius Bonfim, deliciou todos os presentes. Estiveram presentes, além do Mauro Pimenta, sua esposa Vânia e filha Flávia, a maioria do pessoal que colabora com a rádio: Bruno Souza, Fernando Canoas, os participantes do programa Debates Populares: Arimilton Santos, Carlos Alberto Kley, Nelson Gadi, Rita Caparelli e Marilena Westin, que sob a

batuta de Mauro Pimenta, discutem os mais variados assuntos todos os sábados às 9 horas da manhã. Presenças também de Esmar Bárbara, Adriano Rosa, Antonio Carlos Mafra, Edna (esposa de Arimilton Santos), Priscila Caparelli e Dimas Travesso (filha e esposo de Rita Caparelli), Gelson Abrão e sua esposa Marli Abrão. Foi uma noite super agradável para celebrar a amizade da equipe e comemorar o sucesso da APAR FM neste ano de 2011. Veja mais fotos em: www.aparfm.com.br”

DOS LEITORES

Mensagem de Natal Prezado Nelson, estamos em viagem de férias na Inglaterra, em Bournemouth, em visita para conhecer nosso neto - Benjamin, motivo de muito orgulho para todos nós, avós e tios. Antecipando todas as felicitações desejamos-lhe votos de um feliz natal e um próspero ano novo! Do outro lado do Continente saiba que respeitamos e reconhecemos o seu admirável trabalho jornalístico. – Do seu sempre amigo, B. C. Carina e família!

EMOÇÕES QUE AFETAM A SAÚDE As doenças psicossomáticas, iniciadas primeiramente por questões emocionais e exteriorizadas no corpo em vários órgãos, quer sejam detectadas ou não por exames, tem sido causa de enorme procura no atendimento do SUS. Os somatizadores estão entre os principais usuários do sistema de saúde: 60% das consultas médicas referem-se a pacientes com queixas sem nenhuma causa orgânica. Fonte: Revista Veja Os dez problemas físicos mais relatados pelos somatizadores são: dor no peito, fadiga, tontura, dor de cabeça, inchaço, dor nas costas, falta de ar, insônia, dor abdominal e torpor. O perfil dos somatizadores • 20% da população mundial são afetadas pelos transtornos de somatização • O distúrbio é mais comum em mulheres e entre elas os sintomas costumam ser mais severos • 42,6 anos é a idade média dos somatizadores • 40% deles têm depressão • 20% apresentam transtorno do pânico ou ansiedade Os somatizadores estão entre os principais usuários do sistema de saúde: 60% das consultas médicas referem-se a pacientes com queixas sem nenhuma causa orgânica. Maimônides, um médico mouro do século XII afirmou: “Uma consulta deve durar uma hora. Durante dez minutos, ausculte os órgãos do paciente. Nos cinqüenta minutos restantes, sonde-lhe a alma”. A TERAPIA SISTÊMICA tem sido um recurso nos atendimentos permitindo em pouco tempo a compreensão das causas que tem gerado efeitos tais como os citados acima. Busque ajuda. TERAPIA SISTÊMICA Rua Dr. Placidino Brigagão 1018 centro – Tel:(35) 3531-2573 ou 9184-1048 e.mail: falaruan@hotmail.com AVALIAÇÃO GRATUITA

Parabéns Andressa pela colação de grau em Engenharia Civil – USP São Carlos, no dia 09 de dezembro. Nossos sinceros parabéns pela Formatura. Você alcançou a vitória porque mereceu, lutou, batalhou e não desistiu. Acreditou no seu potencial fazendo com que todos também acreditassem. Nossos votos de muito sucesso, alegria e felicidade em sua vida profissional, que Deus a proteja sempre. Seus pais Clarindo e Eneida, seus irmãos Adriana e Marcelo, sua cunhada Elena e a sobrinha Mariana .


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São Sebastião do Paraíso-MG e Região 24 e 25 de Dezembro de 2011

O Boticário inaugura mais uma loja em Paraíso FRAME: TV Paraíso

Os clientes O Boticário ganharam um grande presente de Natal em 2011. O excelente atendimento e os produtos O Boticário agora estão distribuídos em duas lojas em Paraíso. A nova unidade já está em funcionamento na rua Pimenta de Pádua, desde o início de dezembro, quando a loja recebeu as bênçãos de Monsenhor Hilário e a presença de amigos que desejaram boa sorte no novo empreendimento da empresária Glauce Mara Soares.


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mesmo porque não é comum rasgar um cartão de Natal, já deletar um e-mail é muito mais fácil”, opina. uma mensagem escrita e as- sinada em re...

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