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26 e 27 de Novembro de 2011 edição 594

Artista paraisense expõe obras no XX Sabbart em Ribeirão Preto Duas obras integram a exposição de lançamento do Anuário Brasileiro de Artes Plásticas Fotos: Arquivo pessoal

Duas obras de natureza morta foram as únicas expostas do gênero Ana Carolina Bonacini

A artista plástica Linah Biasi expôs suas obras na XX Sabbart (Salão Brasileiro de Belas Artes), de 6 de outubro a 20 de novembro, na Casa da Cultura de Ribeirão Preto. Entre trabalhos de paisagens e retratos, a paraisense

apresentou duas obras de natureza morta, únicas do gênero do Sabbart neste ano. De 113 artistas inscritos de quatorze estados, treze foram selecionados. Desses, um mineiro de Belo Horizonte e a paraisense Pascoalina Coelho Souza. “É uma alegria também

poder levar o nome de Minas Gerais e Paraíso a outros estados” disse orgulhosa a artista, que esteve na Casa de Cultura para conferir os trabalhos em exposição, por estar entre tantos artistas renomados e talentosos. A concepção solidificada de um movimento que nasceu e

É a terceira vez que Pascoalina expõe seus trabalhos na Sabbart sempre está em defesa da arte pela arte é uma das características da Sabbart. A partir deste sábado (26/11), Linah Biasi mostra seus trabalhos no lançamento oficial da 10ª Edição do Anuário Brasileiro de Artes Plásticas. Serão dois retratos escolhi-

dos pela comissão julgadora do evento para pertencer ao acervo cultural de artes do país, com projeção internacional. A artista plástica paraisense participou das duas últimas edições. O evento é realizado com a participação da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo,

MAM, Pinacoteca, APAP, Fundação Bienal de São Paulo e UNESCO. O lançamento da 10ª Edição do Anuário Brasileiro de Artes Plásticas ocorre no Espaço Alves Guimarães Gardem – Jardins, em São Paulo, a partir das 11h..


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Newton Sillos

Com recepção para familiares e amigos, Sr Newton Sillos comemorou seus 95 anos bem vividos em clima de muita alegria no dia 19 deste novembro. Presenças marcantes dos filhos, genros, noras, netos e bisnetos e grandes amigos compareceram à comemoração. Especiais cumprimentos desta coluna. FOTOS WILIAN JACKSON

Monsenhor Hilário e o amigo Newton

Com o amigo Rui Mafra

Sr. Newton e filhos Netas

FOTO WILIAN JACKSON

São Sebastião do Paraíso-MG e Região 26 e 27 de Novembro de 2011

Alianças Ana Carolina e Thiago trocaram alianças em 12 de Novembro com recepção em grande estilo para familiares e amigos. Carol é filha de Leonardo Vicente Celini / Carmen Dias Celini; Thiago é filho de José Pereira dos Santos / Maria Inês da Silva Santos. Parabéns!!!

Netos

Amigos Maria e Alexandre

Com os amigos Francisco e Terezinha

Sr. Newton com Dr Regis e esposa

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BALÉ FLÁVIA JUNQUEIRA

“A Sereia e o Anel Encantado”, tema da apresentação do Balé Flávia Junqueira deste ano, é uma estória contada com passos de balé clássico, sapateado, jazz e estilo livre, tendo como ponto alto um “Pax des Deux”. Figurino e cenário criativos encantarão a platéia assim como a interpretação da sereia, do pescador, seu pai, tartaruguinhas, peixinhos, piratas, caranguejos. Dias 10 e 11 de Dezembro. Participe dos eventos culturais de sua cidade.

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Contrato de Risco (*)Ely Vieitez Lisboa

Por que sofrer para a aprendizagem? Que cegueira é essa que acomete o ser humano, diante dos abismos? A vida é uma escola perversa. Há regras inexoráveis. Pouco se passa da experiência. O resto é tudo ao portador, na hora, ali no vivendo. Cada história é uma história, una, original, sem carbono. Ludibriaram o homem, presenteando-o com o livre arbítrio. Na verdade, suas opções têm mordaças implícitas e explicitas. O homem nasce e morre escravo da sociedade, da cultura, dos costumes, da família. Se age com uma pitada de originalidade, muda de trilha, descobre um atalho, vira ovelha negra, é um pária. Todos os seres humanos devem obedecer robotica-mente. A quem? Quem, o Grande Legislador? Diante de quadro tão deprimente, os filhotes de homem sendo adestrados desde a tenra infância, qualquer chama de coragem, de originalidade, de ousadia, é apagada. Não se pode amar Prometeu, a lei é ser subserviente, subalterno, obediente. No entanto, há os que ousam. Benditos os que resolvem procurar veredas próprias, não se importando se acabam em impasses. Ébrios de coragem, eles se lançam apaixonados, creem na luta, alimentam sonhos. As batalhas belas são abismos, sempre vitórias de Pirro: paga-se caro demais. Parafraseando Guimarães Rosa, fazemos tudo para harmonizar as

coisas aqui embaixo, todavia há alguém lá em cima brincando conosco. O axioma popular prega: Deus põe, o Diabo dispõe. Luta-se para tornar a vida mais lúcida, o mundo com sentido, mas tudo acaba em completo nonsense. Há uma dose de ironia nos desacertos? Por que sonho e realidade não se casam? Muitas vezes nos cremos felizes. Depois se estraga a receita, o barco sempre faz água e o cúmulo maior do absurdo é, após toda a perda, pensa-se que poderia ter dado certo. Em um insight, fica-se racional, chegam as respostas. Por que sempre tarde demais? A tragédia dos erros humanos traz todas as soluções dos mais cruciantes problemas sempre com data vencida. Ai a vida já virou remédio falso, sem efeito, mero placebo. O mundo é uma estranha Caixa de Pandora. Alguém a abre, surgem todos os males, mas o homem reincide no sonhar. Deve ser por causa da maldita esperança que sobra dentro do baú fatal. Contudo há certa beleza nesses seres bizarros, os humanos. Em sua feitura houve uma casual (ou deliberada?) pitada de pertinácia. E ele renasce, após dolorosas quedas. Tira (de onde?!) forças inesperadas e recomeça sua busca de infinito, a pedra filosofal da jamais encontrada felicidade. (*)Ely

Vieitez Lisboa é escritora. E-mail: elyvieitez@uol.com.br

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“Lágrimas secam, ficam os motivos” Eu não sei como é a sua relação com o choro, mas independente disso, eu desejo, neste momento, que você chore! E você vai virar e me dizer: _Que horror! Credo! Vire essa boca pra lá! Tá, eu vou virá-la para o lado direito, tá bom assim? Antes de vir com pedradas, ouça o que eu tenho para dizer. Quando eu desejo que você chore, estou te desejando o bem, pois quem não chora não mama...quem não chora não extravasa...quem não chora sofre tanto ou mais do quem chora...quem não chora não borra a maquiagem....quem não chora não lava a alma...quem não chora se faz de forte, mesmo se debulhando em lágrimas por dentro...quem não chora deixa passar uma ótima oportunidade de se aliviar por dentro....quem não chora por fora, se afunda no próprio oceano interno...quem não chora porque os outros vão falar, não vale a lágrima que derramaria, porque a emoção e o sentimento é seu e não do outro! Quem não chora distancia da própria essência humana! Chorar fortalece depois que tudo passa... Chorar sensibiliza, o que pode trazer conforto! Chorar cicatriza, o que pode curar sua alma! Mesmo que as lágrimas secarem e ficarem os motivos, você vai ter sentido que foi necessário chorar pelo impossível, chorar pelo improvável, chorar pelo trágico, pelo acidental, por situações fatais e por perdas de pessoas queridas! Você vai ver que chorar era a manifestação mais natural que poderia acontecer diante do nascimento do seu filho amado, frente ao emprego desejado, diante dos seus amigos e familiares que lhe fizeram uma festa surpresa no dia do seu aniversário... Você vai descobrir que derramar uma cachoeira de lágrimas, quando estiver sentindo, raiva é mais salutar do que agir com impulsividade e mandar seu chefe ir às favas! Você vai descobrir que lágrimas são como o suor, o seu corpo precisa delas para repor as energias! Depois que você conseguir atingir um estado elevado de maturidade emocional, entenderá o preço de uma lágrima derramada no momento certo e, quando isso acontecer, você chorará numa fila de banco, na praça central de sua cidade, no banco do ônibus, dentro de um banheiro de rodoviária, em casamentos, em batizados, em velórios, em comícios, em reuniões, andando sozinha na rua, não importa! Você irá chorar sem pensar onde você está e quem está te olhando! Se as pessoas se assustarem ao te ver chorando e te perguntarem se você está passando bem, responda: __Se eu não chorar é que eu irei passar mal! Por isso, eu te desejo, agora, mais do que nunca, chore! Chore até não ter mais lágrimas, você verá que lágrima não mata! No máximo, você ficará sem força depois, mas com uma enorme sensação de alívio do tipo “Tomei Doril, a dor sumiu!”. Vapt-vupt! Agora, além de dizer: “É melhor falar do que ruminar!”, também levantarei a bandeira “É melhor chorar do que explodir!” Se quiser falar, fale! Se quiser guardar, guarde! Se quiser chorar, chore! Se quiser conter, contenha-se! Mas, depois, não vai dizer que tudo isso é uma bobeira só! Eu gostaria de lançar uma campanha junto ao Ministério da Saúde: O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: deixar de chorar é tão prejudicial à saúde quanto fumar a vida inteira. Faz tão mal quanto se alimentar de forma errada... Dirigir bêbado! Ter relações sexuais sem preservativo! Deixar de tomar o remédio que faz parte do seu tratamento! Trabalhar em excesso! Não ver os seus filhos crescerem! E, com o tempo, pode comprometer a saúde psicoemocional causando-lhe danos de valores imateriais! É por isso que eu digo: é melhor falar do que ruminar!!! E, neste caso, é melhor chorar do que morrer sucado por emoções indigestas e choro entalado! Pronto, falei, tá falado!

faleitafalado2010@hotmail.com


São Sebastião do Paraíso-MG e Região 26 e 27 de Novembro de 2011

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“Minha fé é viva” A fé viva e contagiante de Aparecido Cassiano Alves são percebidas no exato momento em que conhecemos o capitão de Companhia de Reis, músico, e homem simples que abre as portas da sua casa onde todos estão convidados a entrar. Seo Cido, como é chamado, é uma pessoa muito abençoada por Deus. Intuitivo, sábio e de muita confiança no Pai do Céu, leva a vida com a alegria própria de um seguidor de Jesus que não desanima diante das adversidades que a vida lhe impõe. Tem o coração do tamanho do mundo, e por isso, está sempre disposto a ajudar com suas orações. Talvez as palavras não sejam capazes de traduzir a grandiosidade de este ser humano de Deus, especial na essência do que existe de mais importante. Seo Cido, conte-nos sobre as lembranças mais fortes da sua infância? Certo, muito bem. Eu sou da família Cassiano, nascido em Santa Rita de Cássia. E pelo nascimento meu, o que eu tenho de profundamente de alegria na minha vida, é o suspendimento da minha fé que meu pai suspendeu quando a gente tava com doze ano. Aí de doze ano, uma coisa que a gente já muito gostava, era de mexer com instrumento. Com sete ano, eu já tocava cavaquinho, e assim, a gente começou a andar na tradição dos Três Reis Santos. Comecei a acompanhar a Folia de Reis, e na idade de doze ano, o meu pai, por ser muito devoto, gostava muito de rezar pra um e pra outro. Parece que já veio por uma descendência de Deus ele deixar os argumentos dele de sabedoria, de devoção, comigo. Porque a gente era nove irmão – João, Sebastião, Tereza, Pedro, Antônio, Paulo, Antônia e Olímpia - e eu era o caçula, então, ele escolheu a gente. Com doze ano, ele falou: “Meu filho, papai tá com sessenta e dois ano, já chegou o final, eu tenho oração, eu sei. Você vai convidar meus convidados para vim na minha morte”. Três dias - quarta, quinta e sexta , ele mesmo pegava o animal dele, que era uma égua pretinha, muito mansinha, e falava para eu ir no fulano de tal, fulano de tal, avisar que sábado até 17h30 da tarde, para que eles venham aqui para ajudar a velar ele. Assim foi na quarta, na quinta e na sexta... A gente nessa previdência de chamar o povo. Mas no eu chamar o povo, olha o que eles falavam pra mim. “Nóis vai. Seu pai vai morrer?” “Ele mandou convidar vocês”. “Só que é o seguinte. A gente vai tá utilizando, vai dar uma ida lá antes pra conversar com o seu pai, tá bom?” Quer dizer, não queria falar nada para me prejudicar, achando que eu tava com a memória errada. E quando eu tava saindo de a cavalo, o que é que acontecia? Eu ouvia eles falar assim: “Tadinho, o filho do seu Cassiano tá com a cabeça ruim”. Quer dizer, doido. Eu ouvia, mas não dava atenção não. Ia embora. Chegava lá, meu pai me chamava. “Vem cá. Quem que você falou? “Uai, pai. Eu convidei eles para vim até 17h30 da tarde que o senhor vai morrer, pra mode ajudar a velar o senhor”. “Certinho”. “Pai, só que eu escutei, quando eu tava saindo, falar que eu tô doido”. “Vem cá fio. (Tirava o terço do bolso). Faz tempo que o papai tá conversando com Deus. Meus argumento vai ficar pra você. Pra carne, é o estudo daqui. Ele vai ter socorro pra sua carne, mas pra socorro do espírito, tem que ser com Deus. Ele tá 24 horas em volta de nóis, esteja nóis onde tiver. Meu filho, tudo que você tiver vontade, é melhor você pedir em silêncio no seu cérebro pra Deus que ele tá ouvindo sua voz onde for que a gente tá conversando com a outra pessoa. Porque ele está 24h em volta de nóis. Ele te capacita, fio. E todas as vontade que cair no seu cérebro, de coisas boa na sua vida, é capacitado com Ele. Ele já pois as vontade já capacitada. Você pede pra ele e pode ficar calado. Se chega um irmão perto de você a hora que você tá parado pedindo para Deus, você fala outra coisa”. E assim, o que é que aconteceu. No sábado, o pessoal veio chegando. Tinha uns que me chamava lá, antes de chegar em casa, e falava que como meu pai ia morrer se ele tava proseando com o povo? Tudo bem. Quando deu 17h40, ele mesmo apagou o povão e foi lá pro quarto. Ele pois as coisas beirando a cama: uma vela, uma caixa de fósforo e um crucifixo de madeira. Ele deitou, ficou bem espichadinho e chamou minha mãe. Minha mãe chamava Maria Domingues. “Dominga, fala para o Aparecido vim aqui.”Eu tava na cozinha, perto da minha mãe - ela tava fumando cachimbo, ela gostava de um cachimbo, tadinha. Saí e fui. Quando eu olhei ele lá na cama, eu mesmo falei pra mim em silêncio no cérebro. “Ah, meu pai já vai morrer!”Porque ele tava deitadinho, bem espichadinho, as mãos na barriga, e olhando pela teia. Eu vi as coisas beirando a cama e não perguntei nada. Risquei o fósforo, acendi a vela, peguei o crucifixo e pus na mão dele. Eu olhei no rosto dele e ele fechou o olho. Apaguei a vela – nem fumaça deu – e fui avisar minha mãe que meu pai tinha morrido. Foi aquele grito, aquele choro... Eu fiquei no rabo do fogão pensando... As pessoa parava na minha frente e falava pra mim que eu não tava chorando. Eu olhava pra eles e falava: “Faz três dia que eu sei que ele vai morrer. Eu já sabia”. Quando os treze ano, todo lugar que minha mãe ia, levando eu, porque era o último, o caçulinha. Quando foi que o senhor teve a primeira experiência de conseguir falar com Deus, conforme seu pai ensinou? Com treze ano, eu falei para minha mãe que aconteceu daquele jeito, com doze ano. “Pois é meu filho. Você já tá passando dos treze, você já fez aniversário...” “Pois é, mãe. Foi bom a senhora falar que eu tô passando dos treze. Eu tô com uma curiosidade no meu cérebro. Vou fazer aquilo que meu pai falou. Eu queria conhecer a moça que eu vou casar. No sonho, mas Deus mostrar pra mim no sonho”. “Mas fio, você ainda tá de “calça curta”, tá um pouco meio cedo”. “Não tá cedo não. Pelo que meu pai falou, o momento que chegou a vontade é só nóis aprender a falar com Deus conforme ele conversava”. “Então é você que sabe”. “Eu vou rezar essa noite e pedir para mode Ele me mostrar”. Naquela noite, eu rezei um Pai Nosso e uma Ave Maria, olhei na imagem e falei né. Três horas da manhã, sonhei com a moça. A cidade, Jacuí. Eu descendo um passeio daquele, e a moça veio de lá pra cá com uma pena verde bem grande na mão, parou na minha frente, olhei pra ela, e ela me entregou a pena. Ela não falou nada. Peguei a pena e fiquei olhando pra ela. Eu sou apaixonado pelo verde... Quando a moça saiu da minha frente e veio atravessar, eu olhei pra ela e conversei com ela. “Você é a moça que eu vou casar?”. Ela abriu um sorriso e não falou nada. Quando ela quis caminhar... “Mas e seu nome?” Aí eu deixei ela seguir

e fiquei lá no passeio. Mas veja bem. O vestido cinza, cheio de preguinhas, com a blusa da cor do céu, e um galho de rosa desenhado bordado ao lado esquerdo - eu reparei tudo enquanto ela tava parada na minha frente. Dentes largos, morena, cabelo comprido... Essa hora ela falou o nome e seguiu. Eu fiquei lá no passeio algum momento. Pensei, logo: “Vou lá onde a mãe tá falar que eu topei com a moça que eu ia casar”. Saí do passeio para atravessar a rua e acordei, três hora da manhã. Fiquei acordado, nesse exato momento, e que é que eu fice? Ouvi a mãe acendendo o fogão de lenha para coar café e lá vai eu. Sentei no rabo do fogão e disse que vi a moça. Ela abanou a mão perto do meu rosto e perguntou se eu tava acordado. “Tô mãe, eu vi a moça que eu vou casar”. Ela pois a mão na cintura e perguntou que jeito era essa moça. Eu expliquei. Ela ficou um pouco interrompida e falou: “É”. “Eu falei pra senhora. O pai falou. Eu tô aprendendo a conversar com Deus”. Quando eu fui ver essa moça? Doze anos depois... Eu já tava com vinte e cinco ano. Nesse transbordamento de ver essa moça doze ano depois, passou a descendência de muitos tipo de infância. Muito namoro, encontro com muita moça, dez ano cantando em rádia, de dupla, com meu primo. Aí então o senhor já sabia tocar mais instrumentos? Aí sim. Aí que veio o transbordamento da fé me competindo. Hoje eu toco nove tipo de instrumento. Nenhum professor na frente. Utilidade de dom de Deus em mim. Sanfona, violino, cavaquinho, viola, violão, harpa, teclado, bandolim... Assim no estalo não dá pra falar todos os nove. Então, o seguinte: em propulsão do meu gosto de certos lugar que eles me chama, eu posso utilizar, eu posso tocar. E para completamento da fé mais bem competida que Deus fez tudo pra mim, meu ciframento é no cérebro. Qualquer lugar que me pôr, eu toco. E depois que vocês saíram da rádio? O que aconteceu? Eu saio da rádia, que eu tava cantando com o Cassiano - meu primo primeiro, que casou com uma sobrinha minha, eu sou tio dele, e hoje é meu primo primeiro -, nós tava cantando, coisa e tal, nós saímo da rádia, num dia de domingo, e a menina na porta da rádia disse que tinha uma moça ali no jardim querendo falar com “esse magrinho”. “Vai lá então porque nós tamo iniciado de ir lá assistir o cinema”, meu primo falou. E a gente tava dando início de pôr nosso nome no jornal que nóis ia embora pra São Paulo. Nóis já tinha conversado com o Tião Carrero, com vários pra ajudar nóis lá: Tião Carrero, Liu e Léo, Tupi e Tapuã, As Irmãs Martins. A gente já tinha conversado com esses tipo de gente. Inclusive, o Liu e Léo tinha dado um casal de instrumento pra nóis. “Eu vou lá vê a moça”. “Não demora muito não por causa do cinema”. “Não, só que é uma utilidade boa pra nóis. Quem sabe é mais fã nossa que tá chegando?”. Mas quando eu cheguei lá na moça, que tava sentada lá no jardim, eu tava “sonhando” de novo. O vestido, o mesmo, a blusa do mesmo jeito... Eu não falei nada. Eu cheguei perto dela e ela já foi dibuiando. “Faz muitos anos que eu gosto de você. Cês vai pro jornal, a gente ajudou na trocada de nome docês, procês ir pra São Paulo... Quando vocês soltou lá na rádia que tinha que trocar o nome pra ganhar um disco de vocês, a gente foi participante também. Conheço ocês desde essa época, só que meu lado, eu gostaria se tivesse jeito da gente utilizar um namoro...” Não sei que tem, pá, pá,pá... foi falando, falando, que quando vê ela parou porque disse que eu não tava interessando em nada. “Eu vou só te fazer uma pergunta e te utilizar o que eu tenho pra falar procê. Escuta aqui, pode ser amanhã nosso encontro melhor ali pelas três hora?” “Uai, pode. Mas por que amanhã às três hora?” “Porque agora eu vou pro cinema, depois do cinema eu vou pra casa da minha namorada. Faz três ano que eu namoro ela, do jeito que eu pedi o namoro, eu vou entregar. Faço questã que ocê já traz seus pais pra nóis marcar o casamento”. Foi com essa que a gente casou, e foi com essa que a gente teve nove filho – Evaldo, Nilda, Neiva, Elângela, Gladston, Fernanda, Agnaldo, Élson e José Donizete. E fui pai e mãe. E na finalidade, que agora faz dezoito ano que eu tô separado, tive que conversar com Deus do jeitinho quando eu conversei pra conhecer a moça pra Ele me mostrar. Mas o que uma mulher não pode fazer na frente do homem, ela fez ao dobro a mais. Eu não dei um arranhão de unha nela, só conselho. Quando ela começou a me trair, eu tinha dois filho. E quando eu me chamei ela pra separar, ela tinha me largado seis vez pra acompanhar outros homem. Quando a gente chamou ela pra separar, eu tava com seis filho no ponto de casar. Ainda solicitei pra ela assim: “Nós vamo separar, não porque você me traiu, é porque seu espírito não conheceu a Deus conforme o meu conheceu. A gente vai continuar gostando a mesma coisa, você vai seguir sua vida, e eu vou seguir a minha. Vamos repartir as coisas, e de hoje em diante, a gente não conversa mais para não atrapalhar um ou outro no caminho pra frente que Deus vai marcar pra nóis. Que nóis vamo ser feliz, nóis vamo. Em nome de Jesus”. E o que Deus fala pra mim que tá fazendo? Alegria, alegria, de tudo o que eu gosto, ele competindo a mais. Por quê? Hoje eu sou um capitão de Folia de Reis, já faz mais de vinte ano, só de fazer promessa – tá ali os quatro certificado quando eu comecei a apresentar em palanque. Parei, foi só essas quatro vez. Eu só ando todo fim de semana fazendo promessa com essa Companhia, só paro nas Quaresma. Mas quando eu paro na Quaresma, tem meu grupo, minha roupa de rezar pras Arma. Rezar o terço de São Gonçalves... E a alegria que Deus está competindo cada vez a mais. Tô com setenta e três ano nessas altura aí né... Ninguém vê a alegria que tá em mim, só Deus! Se ele pôr mais um pouquinho de alegria do que eu tô, eu vou virar uma imagem. Hoje eu toco esse tanto de instrumento... O senhor também participa de corais nas igrejas, não é? Canto no coral da igreja de Sion, Santa Luzia... San Genaro faz doze ano que eu tô no coral. E já que cê mexeu em coral, eu sou padrinho dum que toca num coral e nem

conheço a pessoa. Lá no padre Marcelo. Como assim? Através da minha fé. Vou te explicar agora. Ele gravou o primeiro CD lá no coral do padre Marcelo e o padre falou que ficou bom. “Arruma uma pessoa de fé pra ser padrinho de seu no primeiro CD”. A pessoa ligou pra mim eu tava dentro do coral aqui, ensaiando o coral à noite, numa terça-feira, nove hora da noite. “O senhor poderia ser padrinho do primeiro CD dele?” “Posso, com muita alegria!” “Nossa! Então, graças a Deus! A primeira pessoa que eu falei aceitou”. “Então, peraí. Pra acabar de competir o que o senhor tá falando, se for uma pessoa de fé...” O coral tava cantando, aí eu virei o celular pro coral... “Ouviu?” “Nossa! Falei com a pessoa certa. O senhor tá dentro da igreja”. Sou padrinho dessa pessoa, não conheço, e já mandou um CD de presente pra mim. Quando foi que o senhor veio para Paraíso? A gente tava na Usina Rio Grande, onde a gente se separou, há nove ano. A minha vida até agora foi só roça. Criei minha família todinha na roça. Depois que eu aposentei, que eu tô parado dentro da cidade. Falta só um casal pra me casar. Perdi duas filha. Uma com vinte e um dia de idade e a outra com dezessete ano, porque ela ficou chocada de ver eu fazer separação com a mãe dela. Ela suicidou. Pegou espingarda de jumbinho e deu um tiro no ouvido. Foi ela que mais acompanhou a descendência da mãe fazer traição em cima do pai. A ex-mulher do senhor se arrependeu do que fez? Não posso te dar resposta positiva porque do dia que nóis separou, eu falei que nóis não ia conversar mais. Daí pra cá, sempre ela vem, vê os filho, que ficou tudo comigo, ninguém ficou com ela. Nóis não conversa. Então eu não sei te dar essa resposta positiva, se ela tem arrependimento ou não. Mas eu tenho um pouco de intimidade que ela ficou sabendo da carta que a fia deixou, então, praticamente, do meu lado, eu sei que ela tá reclamando da mãe. O senhor recebeu uma medalha das Missões. Como foi isso? A respeito disso é o seguinte: vem através de tudo de surpresa. Esses presente chega... A maleta de oração... O primeiro livro que eu comecei a pôr ali dentro tem 164 oração pra cada coisa. Isso tudo chega em descendente, que quando eu vejo já tá comigo. Igual, essa medalha, nem tem jeito de eu te explicar, mas a pessoa... É umas coisa chocante. Eu tô lá para trocar e chega aquele presente... Tem violino, também foi assim. Uma pessoa que me deu o violino, a outra, oito anos de namoro, só vinha em frente de mim pra poder conversar com o rapaz. Hoje eu sou padrinho dela de casamento, com esse rapaz. Vem vino assim. Eu recebi a medalha aqui na igreja San Genaro. A medalha veio através da moça daqui que toma conta do grupo. “Nossa! Muita gente já conhecendo o senhor! Isso aí veio de longe”. Ela disse pra mim que a medalha tinha vindo de longe, mas ela recebeu através de povo das Missão. Por isso que eu digo pras pessoa. Se Deus for fazer mais alegria na minha vida do que eu já tô, eu vou virar uma imagem. Como o senhor começa o dia? Eu vou em descendência daquela oração que o padre Marcelo fazia que eu vi ele dando entrevista no Dia das Criança e ele bateu certinho nas oração que eu faço. Teve uma criança que perguntou assim: “Eu queria saber do senhor quando o senhor era pequeno, qual a oração que o senhor utilizava. “Ah! A oração assim, assim...” E eu tava assistindo televisão. “É a oração que eu faço”. Mas essa oração vem naquele livro que chegou pra mim nas horas precisada que Deus viu a competição da minha fé no céu. Eu acordo cedo e já pego o primeiro livro, aquele grande, e já faço minha oração de oferecer a noite que eu passei bem, do bom sono que eu tive, e buscar a oração com Deus também para guiar meus passo para que eu não maltrate ninguém, nem seja maltratado. Aí o povo começa a ligar: “O senhor pode vim aqui, eu vou te buscar”. Por isso que pra mim sair ou fazer uma utilidade igual foi combinada hoje, aqui ó, tá desligado. Cê viu como é que é? De primeira, porque agora eu utilizei outro tipo pra mode não judiar com meu físico. Meu almoço quatro hora... A maioria que vem é mulher. Homem até que é pouco. Aí que que faz? Tem uns que é conhecido, aí eu chamo pra ir lá cozinha. Aí a gente conversa, eu vou afogando o arroz, come, coisa e tal. “Ah, seo Cido. Mas o que eu posso fazer, eu tô muito aflita!” “Não, nóis já entregou em quem tem todo capacitamento de utilizar seu cérebro e seu espírito para que ocê não dá ouvido pra a palavra “não”. Dá ouvidos pra palavra “sim”, porque o sim é de Deus, o não é desistimento. Desistir pra quê? Quem diseste das coisas na nossa vida é Deus”. Por isso que o Cido chegou nessa posição. As pessoas vão até o senhor... Já me pararam na rua. A gente tava indo pra rua afora, o motoqueiro parou e tirou o capacete. “Moço, para um pouquinho”. Eu parei. “Você é evangelista?” Aí eu disse assim: “Pode ser”. “Nossa, eu olhei pro senhor e senti um jeito que eu tinha que conversar com o senhor. Sei lá, não tem jeito de explicar. Deixa eu explicar do meu lado pro senhor não ficar em dúvida que eu sou algum malandro. Eu sou pastor de Franca”. “Brigado”. Eu não vou por cima de ninguém, só o povo que vem. Todo lugar que eu chego, eu sou o menor. Daí a pouco tem gente fazendo pergunta pra mim. Aquilo que Deus utiliza dos meus gostos que eu gosto, é que o povo olha em mim e sente muitas coisas boa. Aquela vontade de ter amizade comigo, sei lá. Mais ou menos assim. Eu não faço pergunta pra ninguém. Fui com a minha Companhia de Reis fazer duas promessas em Piunhi. Fui lá. Cheguei lá e não tinha conhecido dentro daquela cidade. A gente começou a cantar nas casas e teve duas pessoa de idade que falou assim: “O senhor benze?” Pra falar não, eu tô mentindo. “Eu gosto de rezar”. “Então eu vou trazer meus filhos”. A primeira vez que eu fui, posei na

por Ana Carolina Bonacini

casa de um benzedor lá que tem uma igreja de Três Reis. Ele benze muita gente lá. Pela segunda vez que eu voltei, muita gente dando testemunho da vez que eu fui e benzi. E assim vai aumentando cada vez mais. Há um mês atrás, eu fui ajudar uma companhia de Reis em São Paulo. A gente foi no sábado e voltemos no domingo. Fizemo cinco apresentação lá. Justamente lá, chegaram em mim pedindo para benzer. Por isso que eu resumo falando assim: se Deus for por mais alegria em mim do que eu tô, eu vou virar imagem, porque eu gosto muito de rezar. Essa porta aqui... Quantas vezes já as pessoa chegou aqui chorando e saiu sorrindo. Desde os treze ano, eu nunca pedi pra ninguém voltar na minha frente. “Quantas vezes eu volto, seo Cido?” “Pra quê? Deus tá aqui, uai!” (Mostrando que Deus está dentro do coração). “Seo Cido, conta mais alguma coisa do que o senhor viu na oração?” “Não posso falar nem pra criança. Nem para os meus filho eu posso falar”. Por que eu não posso falar? Porque quando a pessoa saiu de onde tá, pra ligar ou vim na minha frente, é Deus que tá mandando. Ele já sabe o que a pessoa precisa. E se ele tá trumitando e mandando muita gente na minha frente, igual tem sequentemente, as pessoa fala que eu vou ficar doente. Eu tô capacitado por Ele. A pessoa caba de sair daqui e se for pra pegar uma caneta e fazer uma moda... Eu fiz duas moda sozinho. Uma chama Meu Viver e a outra Dois Amor. Pastor veio aqui me estudar, uns par de dia. Não sei. Curiosidade. Curiosidade é demais em cima de mim. Aí tem pedra que saiu do pé dos outro... Como foi isso? Essa história da pedra é a seguinte. A gente tava morando aqui. A pessoa veio lá de perto do Iguatemi, que mora lá. A mãe levou ele com o pé muito inchado, três mês, não sabia o que é que foi. Levou no médico, que pois aparelho, e disse que tinha que amputar porque tava virando doença ruim. “Nós temo que amputar e colocar perna mecânica”. “Aceito, porque eu não aguento mais de dor e não sara. E não fura”. Eles pegaram os papel, marcou o dia de amputar o pé, tudo bonitinho, e vamo embora esperar esse dia. E no ele ir pra rodoviária pra ir embora lá pro Iguatemi, nas Três Fonte, vieram e passaram aqui. “Vamo passar lá porque ele é benzedor, ele benze para tirar um pouco da dor”, disse a mãe do menino. Chegaram aqui e cilitaram desse jeito pra mim. Eu fui olhar o pé do rapaz e tava “feio”. “Mais feio aqui, companheiro, tá a dor. Faz três mês e eu não aguento mais”. “Vamos entregar nas mãos de Deus que Deus é um Pai Poderoso”. Eles agradeceu e saiu. Quando chegou em casa, o moço disse pra mãe que ia tomar banho porque aumentou a dor. E tomou o banho. Quando ele tá enxugando com a toalha, furou. Começou a sair pedra. Tá ali no vidro. Foi saindo pedra, saindo pedra, passava a toalha lá e saia mais pedra... Juntou, colocou num vidrinho, pois num pouco de álcool, quando fez três dia, já tava calçando e lá trabalhando. Aí ele veio aqui no carro dele para me mostrar. Quando ele veio aqui, já fazia mais de mês, porque ele já tava trabalhando. “Olha, eu não vim recentemente tirando uma prova mais forte do que foi utilizada a oração do senhor. Tá aqui as pedra que saiu, e eu não amputei o pé foi nada”. E assim lá vai se espaiando por tudo quanto é lado, porque já veio gente lá de Campinas pra saber dessas pedra aqui. Que ficou sabendo. Este telefone meu tá em três lugar no Estados Unidos e eu não sei pra que lado é o Estados Unidos. Através da minha fé. A última do Estados Unidos, ela chama Lúcia, mandou a colega, a Josi, que veio aqui em Passos. Eu tava fazendo promessa com a minha Companhia de Reis, e essa menina trouxe o nome da colega que está nos Estados Unidos, fazendo trabalho pra ser jornalista. “Ela mandou o senhor rezar pra ela porque ela vai fazer três cirurgia, uma sequente uma da outra, num lugar só. E os médico falou que de dez pessoa costuma salvar duas, três”. Comecei a fazer minhas oração, conforme eu tenho costume, quando poucos dias, dois meses atrás agora, ela liga pra mim, porque a Josi voltou pra lá e levou meu telefone pra ela. Ela ligou chorando, chorando, chorando, e eu perguntei o que tava acontecendo. Ela disse assim: “É a Lúcia aqui de Estados Unidos, seo Aparecido. O senhor me desculpe eu tá chorando demais, mas é que eu passei por quatro médico e não precisou da cirurgia”. Quando foram marcar pra fazer o corte certeiro, não tinha nada. Tô te dizendo. Utilidade de farmácia, digamos assim, de ser internado, a gente só utilizou três vez na vida. Precisou mesmo. A cascavel me mordeu e precisei de posar no hospital. Lá em Ribeirão, a carrinhola caiu no alto da minha cabeça, cheia de massa, do quarto andar. Eu fiquei oito dia em coma. Escutava tudo que o povo falava na beirada da cama. Aí foi preciso eu ficar três mês no hospital. Só que no fim dos três mês, acabei discutindo com o meu médico. Ele chegou e eu ia tinha ido lá na rua comprar as coisas pros outros doente – eu já tava andando, belezinha -, mas desencarretou no meio das costas, quebrei coluna, joelho, perna... Voltei tudo ao normal pelo poder de Deus. Por isso que, pela minha fé, que ele falou: “Nossa, Negão! Cê tá bom, hein?” “Eu já tô bom, graças a Deus”. “Eu vou fazer duas cirurgia em você e te dar alta”.

Aí já bateu na minha cabeça, né, e eu fui perguntar pra ele: “Não desutilizando a sabedoria do senhor, eu posso saber aonde? “Pode. Eu vou abrir o meio da suas costa pra ver se tem algum gomo sem utilizar e atar de novo. E dar um check up no seu joelho”. “Nossa, doutor. Eu não quero, eu tô bem. Eu não tô sentindo dor”. Aí ele achou ruim comigo. “Então o senhor sabe com quem tá conversando?” “Eu tô conversando com um doutor especializado em Ribeirão Preto”. “Pois é, quando você chegou morto aqui dentro desse hospital, quem pois você em pé foi eu”. “Doutor, concordo. Deus usou o senhor pra me ressuscitar. Eu não fui curado, eu fui ressuscitado. Meu pai me disse assim, quando eu tava com doze ano: “Fio, corta o braço, vai até no osso. Você sai correndo, vai lá no médico, passa água oxigenada, pomada, costura, daí quatro dia tá só cicatriz. Mas pro teu espírito, tem que ser com Deus”. Então, doutor, eu vim carregando essa fé comigo, me desculpa. E sou muito feliz, sempre vencendo muitas coisas”. Ele falou assim: “Pega a sua roupa, tá de alta. Agora. Pode trocar. Eu vesti aquela roupa toda amarrotada e arrumei minha malinha. “Chega aqui, por favor. Nunca mais você pode andar sozinho e o peso que você pode pegar é de 20 kg pra trás. Comida pra você comer tem que ser escolhido o resto da tua vida. Pode ir. Tá de alta”. Eu não fui pra porta não, eu fui mais pra perto dele e peguei na mão dele. Dentro da minha cabeça correu uma fita. Eu fui só abrindo a boca e saindo. Fui gavando, gavando, gavando o médico, a cidade, as enfermeiras, o hospital, quando eu vi, eu tava pondo tudo encostado no céu. Graças a Deus, alegria em cima de alegria, amizade cada vez a mais. Deus não quer me ver sozinho até o fim da vida, porque tem nove mulher esperando se eu dou decisão de amigar com elas. É, o senhor vai ter que escolher... Aí me fizeram uma pergunta assim: “O que é que o senhor tá esperando?” “Eu tô esperando casar pelo menos essa menina, minha fia, porque fica só eu e o rapazinho, só que o rapazinho é mais de viajar”. Aí, se eu tiver com essa saúde que Deus tá me dando a essa presença, eu vou aceitar uma. E uma sabe da outra. Eu tenho todo recurso decidido pela fé que Deus põe no meu cérebro pra hora certa eu saber fazer. Eu não quero desotizar ninguém porque pra mim poder ter convivência, qualquer tipo de pessoa serve. Qualquer tipo de pessoa serve. Porque eu para viver com os outros eu faço o seguinte: cada mandamento eu tiro um pouquinho. É assim que nóis temo que fazer. A mesma carne da gente é o mesmo sangue. E aqui nessa matéria, quem vai apontar quem nunca errou? Não existe. O bichinho de estimação do senhor é bem diferente. Como foi que ela veio parar aqui? O nome dela é Jolba, uma avestruz. Justamente vindo pela tonalidade da minha fé e eu sem ligar pra ninguém, a pessoa chega na minha porta, dizendo que tinha essa ave, né. Comprei uma carroça de uma moça pra mode poder reformar - justamente hoje eu sou padrinho da moça que tem uma fazenda aqui perto de São José de Capetinga -, e a pessoa interessou na carroça e veio com a participação de fazer essa berganha. “Não, eu não conheço esse tipo de ave”. Ele fazendo questã, fazendo questã, me pois no carro, pra levar lá, nas Hortência. E a gente foi lá e eu achei bonito. “Vamo fazê uma coisa pela outra. Eu levo ela lá pra você”. Eu interessei. Duas semanas que ela tava comigo, eu rejeitei mil e quinhentos conto. Não vendi. E vou continuar. Agora eu já tô alegre, porque todo mês é vinte e seis ovo, a dez real. Eu ponho milho, pico o capim, ponho ração de cavalo pra ela. Duas vezes na semana eu dou um banho de água nela... Quando chove, tudo bem. Mas quando não chove, eu tenho que dar banho nela porque ela é muito calorenta. Eu entro lá dentro, ela deita para me fazer carinho nela. Eu converso, converso com ela, passo a mão e falo pra ela levantar. Aí ela pega e levanta. Muito mansinha. E agora eu vou trazer um parceirinho pra ela. Eu já tenho encomenda de dois casalzinho. E eu tenho o papagaio Quico também. Ele me chama de “vô”. O senhor disse que sua fé é viva. Como o senhor explica isso? A minha fé é o que Deus fez na minha vida. Eu passo pra qualquer um. A pessoa vem à primeira vez na minha frente, consegue erguer a fé, consegue elicitar bem o que eu falei, que eu falo contando o que fez em mim. Foi um prazer conhecer o senhor, seo Cido. Apesar de a sua vida ser um exemplo constante de fé e transmitir isso a todos que passam pelo senhor, peço para que registre uma mensagem aos leitores do Jornal do Sudoeste. A mensagem que eu vou deixar é até pequena. Sabe por que é pequena? Vai sintonizar maior do que as outras todas. Justamente da minha fé. Assim como eles vão ler, Deus vai transbordar pra eles. Desde o começo do mundo, Deus deu as coisas para as pessoa e elas deixaram de participar, de buscar de Deus, erguer a fé. Tudo de alegria vai ser transformado para eles de melhor a melhor através desse Pai que é Pai de nós todos!


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Tip Top Bar, continua um lugar aconchegante com atendimento diferenciado e lo privilegiada, sendo assim, de segunda a sábado atrai clientes de Paraíso e toda O cardápio é variado, são mais de 60 opções, deliciosas refeições, pratos ou apetitosas, panquecas, caldos dentre outras diversidades e serviços “a la carte” opções para os mais variados paladares, além do almoço das 11h as 14 O bar continua seu funcionamento após o almoço se estendendo a noite enfim um lugar bacana de se frequentar, além da ótima localização. Tip Top avenida Monsenhor Felipe, 565, telefone 3558 8803. O sábado 19/11

Cris e Leandro

Juliana e Abdu

José Roberto, Guilherme, Rose, Livia e Claudio

Maria e André

Vanderlei e Rosani

Tânia e Renato

Fundação e Posse Rotaract Na noite de terça feira, foi fundado oficialmente o Rotaract em São Sebastião do Paraíso. O clube de serviço, é um programa do Rotary formado por jovens de 18 a 30 anos de idade dedicados a prestações de serviços para comunidade. Ao todo, são mais de 8.400 clubes em 170 países. Thiago Mariano é o primeiro presidente do Rotaract em Paraíso, são jovens de boa vontade, jovens que tenham intenções de mudar o mundo e que se reúnem neste propósito. A festiva de fundação contou com a presença de diversas autoridades rotarianas, convidados, empresários da cidade, inclusive a presença do Governador do distrito 45.40 Fernando Roselino. O Rotary Club de São Sebastião do Paraíso expande seus trabalhos através da Casa da Amizade e agora também com o do Rotaract. Tomaram posse 27 membros efetivos. Um coquetel e jantar foi servido a todos.

Membros do Rotary de Cássia

Rotaract de São Seb Paraíso e seus para ninfos Rotaract Itaú de Minas

Representantes do distrito 4540 do Rotary

MÚSICA AO VIVO PARA TODOS OS EVENTOS

Membros Rotaract São Seb Paraíso

França Tonin e esposa dona Nilza( representante Irmãos Tonin e Cia) e Mauro Arantes e Thaís Helena ( Grupo Andacco)

Rotaract Itau de Minas

Dr Hebert membro do Rotary, emp Luciano Adilson Oliveira,( Jugley- Co comunicador Silvano Zague e prefeito

Membros empossados Rotar

Corpo de bombeiros de São Seb Paraíso SD Maia e e Toninho representante da Câm

Presidente Rotaract Thiago M recebeu posse do Governador do


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aconchegante com atendimento diferenciado e localização egunda a sábado atrai clientes de Paraíso e toda a região. ais de 60 opções, deliciosas refeições, pratos ou porções dentre outras diversidades e serviços “a la carte”, que traz ariados paladares, além do almoço das 11h as 14h. cionamento após o almoço se estendendo a noite, ana de se frequentar, além da ótima localização. elipe, 565, telefone 3558 8803. O sábado 19/11 foi assim.

José Roberto, Guilherme, Rose, Livia e Claudio

Emily, Neri, Stela, Yara, Marcos e Camila

Marcelo e Priscila

Tânia e Renato

Sérgio e Dani

Renata, Tales, Giuliano e Juliana

Dr Hebert membro do Rotary, empresário Luciano Adilson Oliveira,( Jugley- Conformatec) comunicador Silvano Zague e prefeito Mauro Zanin

Adriano Borges membro do Rotary e esposa Ana Maria M Campos

Membros empossados Rotaract

Márcio, Dr Luiz Ferrera, Abaeté, Claudio, representante Polícia Civil, Andeson e sr Chiquito membro do Rotary

Corpo de bombeiros de São Seb Paraíso SD Pimenta e SGT Maia e e Toninho representante da Câmara Municipal

Mesa Composta para a Posse

Presidente Rotaract Thiago Mariano recebeu posse do Governador do Rotary

Membros empossados Rotaract São Seb Paraíso


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Um curta metragem esta sendo rodado em Itamogi O curta escrito e dirigido por Agmar Paris, conta a história de um itamogiense que vai em busca de seus sonhos no sertão nordestino. Depois de muitos anos uma reviravolta em sua vida, se vê obrigado a voltar para Itamogi e as suas origens. A vida desse itamogiense é marcada por muitos desafios e conquistas. As primeiras cenas começaram a serem gravadas neste último sábado no sítio JBS de propriedade de João Batista Salomone. O bairro Perobas foi escolhido pela direção do filme por ser um local que retrata bem a ideia do curta. O diretor Agmar Paris disse ser um sonho antigo que está sendo realizado. Realmente é um sonho mesmo, sei que chegar ao fim com esse filme fechado pronto para ser exibido será uma luta constante, não temos nenhum tipo de patrocínio, estamos produzindo com os itens mais simples possíveis justamente para evitar aumento no custo. Outra coisa que esta sendo bacana na condução deste filme, é ver um elenco escolhido dentro da comunidade, são atores, atrizes e

figurantes da cidade e isso nos da uma identificação com a cara do filme. Os ensaios são feitos exaustivamente para que não precisemos voltar muito cenas no set de gravação. Confesso que está sendo emocionante demais ver sair do papel uma ficção para a realidade. O ator principal é o nosso amigo Angelo Português, ele atua e ajuda a dirigir algumas cenas,

é um talento nato na área de dramaturgia e isso ajuda muito na construção de cenas ousadas, disse Agmar Paris. Ficamos aqui torcendo para o sucesso de mais este feito, afinal talento é o que não falta em Itamogi e essa dupla Ângelo e Agmar são simplesmente capazes de surpreender muita gente com suas criatividades .

Lions

Rua José Osias de Sillos, 590 Fone: (35) 8823-3016

“Nós servimos há 40 anos em São Sebastião do Paraíso” By Pascoalina- ( Linha Biasi) secretária

CCLL Martinha e Bernadete

CL Célio

CL Alemão n0o SOS criança

CL Ruty com as crianças no SOS

CL Nelson Gadi

Conselho Municipal de Assistência Social

Conselho Municipal dos Direitos da Criança e da Adolecência

Lions Club em busca de novos valores Muito antes da solidariedade e da compaixão se tornarem um capital social do mundo contemporâneo, o sonhador Melvin Jones decidiu lutar por seu ideal e fundou o Lions, um clube de serviço. Desde 1917, milhões de pessoas têm pautado sua vida no “Servir Desinteressadamente”, transformando a vida de outros milhares de seres humanos que, por contingências aparentemente inexplicáveis, vivem em condições de eterna necessidade. Então poderíamos nos perguntar se um movimento de amplitude como o Lions, perto de completar 100 anos, já não deveria ter conseguido amenizar o quadro de miséria e penúria que tantos irmãos e irmãs ainda vivem ? Também podemos aqui ponderar que a humanidade cresce num ritmo maior do que o SERVIR e que, até bem pouco tempo atrás, o movimento leonístico tinha como meta doar roupas, alimentos e remédios, construir hospitais e creches. Em resumo, o Lions vinha servindo para “ APAGAR INCÊNDIOS” sociais, mais dando o peixe do que ensinando a pescar. Estes mudaram Claro que o assistencialismo ainda precisa “apagar incêndios”, principalmente em momentos de tragédias climáticas como vimos no Japão, na Nova Zelândia e até aqui mesmo, no Rio de Janeiro (Petrópolis e Teresópolis). Mas, é preciso enxergar que a necessidade premente é de se investir na base da sociedade, para que ela mesma se organize, se levante e trabalhe para ter uma vida menos ameaçadora em todos os níveis. E isto só vai acontecer quando a educação for prioridade do governo e da sociedade organizada. Afinal, a criança de hoje vai ser o cidadão de amanhã e respeitar a natureza e amar o próximo só será possível se tivermos o amor por nós mesmos, pela nossa natureza. Autoestima, amor-próprio, podemos chamar do

que quisermos, mas precisamos dar às crianças de hoje, ferramentas e estímulo para que cresçam se sentindo responsáveis pelas escolhas que fazem e pela sociedade em que vivem. Que elas possam assumir um compromisso com suas famílias, amigos, escolas e comunidades, sentindo-se valorizadas e acolhidas em suas aspirações de um mundo melhor, mais justo e fraterno. É dentro dessas premissas que alguns Leões trabalham como voluntários em projetos que acolhem e ajudam crianças carentes. É o espírito do Lions sendo cultivado nas pessoas como; CL Ruth Corsidiante do SOS CRIANÇA, nos Conselhos Municipais de Assistência Social e no da Infância e Adolescência e do CL Celso José, o Alemão, professor voluntário de artes marciais na mesma instituição: A Cl Bernadete Aguiar, à frente de sua instituição São Luís Scrosopi. CL Luciana N. Queiroz, à frente da pastoral da Igreja Católica da Matriz de São Sebastião, jovem companheira e que está com muitas novas ideias e que irá certamente, incrementar nosso clube; CL Martha Pimenta e sua irmã CL Maria Ignês , sempre prontas a ajudar em qualquer movimento do clube e estiveram fazendo teste de visão em diversas instituições da nossa cidade. CL Esmar Bárbara na Organização Social Bezerra de Menezes, e CL Nelson Gadi, atuando no Conselho Municipal da Infância e Juventude, COMAD e outros. É o Lions servindo através desses companheiros e dos outros também, que atuam em diferentes setores de nossa cidade e que também prestam serviço a ela, como na Câmara Municipal, Santa Casa de Misericórdia e Copasa, nas pessoas dos CCLL Ailton Sillos, Célio Batista e Vasco Gil. Temos mais companheiros? Sim, e eles trabalham anonimamente... Nosso carinho e atenção especial aos deficientes da visão, que celebram seu dia no dia 13 de novembro. O Lions já forneceu à comunidade, curso de Braile e tem um vasto material que atualmente está sob a égide do CL Nelson Gadi.


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Homenagem O USO DE CELULAR EM EVENTOS Não há dúvidas quanto a necessidade do uso do telefone móvel. O Brasil já conta com mais de 217 milhões de aparelhos em uso. É uma nova realidade que precisa de adequações em seu uso. Em especial em eventos sociais como casamentos, aniversários e confraternizações o uso do celular pode constranger o usuário, pessoas que estejam próximas e principalmente os anfitriões. É sem dúvida uma indelicadeza ficar olhando mensagens e chamadas durante um evento para o qual foi convidado. Um celular que toca durante uma cerimônia, certamente chama a atenção e atender, mais ainda. O ideal é que o celular esteja desligado ou pelo menos sem som e que apenas emergências sejam atendidas. Para atender, devese afastar das pessoas e ser breve. Como muitas pessoas ainda não aprenderam a conviver socialmente com o uso da telefonia móvel, cabenos restringir seu uso pelo menos durante eventos. Se nos convidaram a participar de um momento especial na vida de alguém, é porque somos especiais para esta pessoa e o mínimo que se espera é que o evento seja valorizado. Desviar a atenção dos acontecimentos e ainda mais, atraindo para si a atenção é deselegante e será lamentavelmente lembrado.

Horóscopo Semanal CAPRICÓRNIO (22/12 A 21/01) Uma lua nova em Sagitário acompanhada de um eclipse certamente mobiliza assuntos de trabalho e planejamento de novos projetos. A fase é de reflexão e reclusão. Momento de deixar definitivamente emoções do passado para trás. AQUÁRIO (21/01 A 18/02) A lua nova em Sagitário vem acompanhada de um eclipse benéfico e mobiliza assuntos relacionados ao seu futuro. Um importante contato com uma grande empresa, clube ou instituição pode acontecer durante esta semana. PEIXES (19/02 A 19/03) A lua nova em Sagitário acompanhada de um benéfico eclipse mobiliza ainda mais sua carreira, trazendo novidades e abertura de portas no setor. Um projeto pode começar a fazer sucesso e sua imagem pessoal passa por um momento de grande melhora. Sucesso! ÁRIES (20/03 A 20/04) Lua nova em Sagitário acompanhada de um eclipse mobiliza ainda mais os contatos com países estrangeiros. Os negócios e os projetos profissionais que começarem esta semana tendem a trazer muitas mudanças benéficas à sua vida. TOURO (21/04 A 20/05) A lua nova em Sagitário acompanhada de um eclipse altamente benéfico mostra que as mudanças só estão começando. O período é de transformações positivas e de limpeza emocional. Boa fase financeira. GÊMEOS (21/05 A 20/06) A lua nova em Sagitário, acompanhada de um eclipse benéfico acelera ainda mais as mudanças em sua vida. Especialmente os relacionamentos, que serão os portadores de todas elas, seja pessoal ou profissional. CÂNCER (21/06 A 21/07) A lua nova em Sagitário vem acompanhada de um eclipse e mobiliza ainda mais seu dia a dia trazendo muitas novidades no trabalho. Uma nova proposta de trabalho ou mesmo projetos altamente interessantes chegam até você. LEÃO (22/07 A 22/08) A lua nova em Sagitário, acompanhada de um benéfico eclipse, mobiliza ainda mais suas emoções e mostra que o amor pode valer a pena. Criatividade e relacionamento com filhos passam por uma espécie de renovação. VIRGEM (23/08 A 22/09) Vida doméstica e relacionamento familiar passam por uma nova fase, onde as mudanças e a renovação estarão presente. O momento é de acolhimento e necessidade de estar entre os seus. Possibilidade de mudança de casa. LIBRA (23/09 A 22/10) Acordos comerciais e novos contratos continuam abrindo portas e movimentando ainda mais sua vida, a partir da lua nova em Sagitário no dia de hoje. Você pode esperar por mais mudanças durante toda semana. ESCORPIÃO (23/10 A 21/11) A lua nova em Sagitário vem acompanhada de um eclipse trazendo movimento e mudanças à sua vida financeira. Uma nova proposta de trabalho ou um novo projeto chega para aumentar seus rendimentos. Aquisições materiais. SAGITÁRIO (22/11 A 21/12) Lua nova em seu signo acompanhada de um eclipse continua o processo de mudanças que teve inicio há um ano. Renovação e muitas novidades nos relacionamentos e nas finanças. Abra-se para o novo!

A coluna parabeniza o Sargento Izaias Jacinto de Carvalho, bombeiro militar que atua em São Sebastião do Paraíso, aniversariante neste domingo, dia 27.

Célio Marcos e Átila Lara Célio Marcos Paulino e Átila Lara Martins se casaram, no sábado, dia 12, na Igreja Matriz de São Judas Tadeu, celebrado pelo Padre Gilgar. Após a cerimônia os noivos recepcionaram convidados em uma festa de confraternização no salão de festas do Sion. Os registros de fotos e filmagens foram da Mult clip, com Pedro Delfante e equipe.

Querida mamãe Eunice De: Ana Maria Celeste Não podia deixar de te dizer essas palavras nesse dia em que tem o privilégio de comemorar 95 anos! Isso não é para qualquer pessoa! Inteira, lúcida, com tanta elegância e beleza que causam admiração a todos que a conhecem, especialmente a nós, filhas que temos o orgulho de apresentá-la como a nossa mãe! Falo em meu nome e dessas queridas irmãs que tudo fazem para vê-la cada dia melhor. E te digo mãe, a senhora é mesmo dessas pessoas especiais, e o mais bonito disso tudo é com sua têmpera de aço, conseguiu fazer de nós cinco, mulheres muito fortes. Cada uma, à sua maneira sobreviveu a todas as tempestades da vida: perdas, doenças, esses ventos contrários; graças a uma liga impressionante: O amor doce do papai e a pre-

sença militar da senhora, que da sua maneira nos forjou no ouro da honestidade, respeito e força para superar imensos obstáculos e aqui estamos firmes e fortes!... Digo que 67 anos de convivência com a senhora me trouxeram tudo o que sou. Olhando para traz, vejo o quanto a senhora, a sua maneira foi batalhadora e hoje pode se considerar vencedora! Peço as minhas irmãs, na sua presença, uma grande união para selarmos, cada uma, à sua maneira, respeitando as nossas individualidades, essa nossa união. Que isso seja eterno entre nós. Parabéns mamãe, pela sua presença, pela sua vida e por tudo que nos ensinou... e se falhou também te dou os parabéns! Mãe por tudo que faça, nunca vai ser a perfeita para os filhos! Nossa gratidão, afeto, estima e admiração! Te amamos muito, Ana Maria, Inah, Sônia, Fátima e Ana Lúcia.

ANIVERSARIANTES No dia 19 Eliana Mumic Ferreira, membro da APC. Sábado, 26, Leidiane D. Silva. Domingo, 27, a fotógrafa Michelle Gadi. Dia 28 as gêmeas Giovana e Eduarda, Maria Aparecida Monteiro de Carvalho, Gabriela Flávia, Matheus da Silva Aguiar, Camila Rezende Scarano (filha de Marcelo e Gracinha). Dia 29 Kauã Borges Santos, filho de Mônica Pedroso Borges e Cleiton Aparecido dos Santos. Dia 30 o assessor de comunicação Paulo Henrique Delfante, Francine Tosin. Dia 2 de dezembro o cirurgião dentista Gustavo Montans Gonçalves, em Ribeirão Preto o médico Marcelo Cassini.

Welington e Renata Cristiane A cerimônia religiosa do casamento de Welington e Renata Cristiane aconteceu na sexta feira, 11, na Igreja Matriz de São Sebastião. Recepcionaram os padrinhos e familiares em almoço realizado no Salão do Santa Terra Eventos. A Mult clip esteve presente , registrando este momento marcante, com Pedro Delfante e equipe.

Acadêmica do 7º período de Engenharia Ambiental da FESP – Faculdade de Ensino Superior de Passos, Andréa Lopes Félix, apresentou dia 17 de novembro de 2011, no 13º Seminário de Pesquisa e Extensão UEMG em Belo Horizonte, onde se reuniram cerca 600 alunos de diversas unidades de todo estado, projeto cientifico de extensão que tem como título “O plano diretor de mobilidade urbana de São Sebastião do Paraíso – MG”. O trabalho aborda a mobilidade urbana por meio do transporte coletivo, onde dentro do conceito de mobilidade é uma das formas mais sustentáveis de locomoção, pois através dele podemos resolver diversos problemas como congestionamento das vias, poluição do ar, emissão de gases causadores do efeito estufa, etc. A partir desta constatação, procura-se fazer uma análise da acessibilidade e locomoção das pessoas, priorizando o transporte coletivo no município de São Sebastião do Paraíso. O objetivo do projeto que esta sendo desenvolvido pela FESP/UEMG e financiado pela UEMG, é fornecer subsídios para a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana que esta sendo executado no município.


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São Sebastião do Paraíso-MG e Região 26 e 27 de Novembro de 2011

Concurso Miss e Mister São Sebastião do Paraiso

Programação de Natal começa na sexta-feira em Paraíso Ana Carolina Bonacini

No próximo dia 3 de dezembro será realizado às 21h nas dependências da Liga, o concurso ao título de Miss e Mister São Sebastião do Paraíso nas categorias adulto e infantil O evento coordenado por

Flavio Vieira promete trazer para o publico beleza e emoção. Mayara Oliveira Miss de 2010 passará a faixa a sua sucessora. No intervalo será apresentado desfile de moda das Casas Pernambucanas e um de

desfile de noivas de Neia Noivas de Monte Santos de Minas. Vinte e cinco candidatas disputam o título, dentre elas, as que estampamos nesta edição.

A programação de eventos para as comemorações de Natal em São Sebastião do Paraíso começa no dia 2 de dezembro (sexta-feira) e vai até as vésperas do Natal, dia 22 (quinta-feira), todos os dias às 20h, na Praça Comendador José Honório (Matriz). Orquestras, corais, bandas e escolas de música integram o programa de festejos natalinos. A chegada do Papai Noel, a inauguração dos enfeites da Praça da Matriz e a apresentação da Filarmônica InfantoJuvenil SESI/Acissp abrem a programação de Natal, em Paraíso. Na sexta-feira (9/12), o projeto SOS Criança leva a

Filarmônica de Cordas em praça pública. O grupo Paraíso Seresta relembra as canções dos seresteiros no domingo, 11 de dezembro, e na quinta-feira, 15. No início da segunda semana de dezembro, dia 12, segunda-feira, a Filarmônica do SESI/Acissp retorna à Praça da Matriz juntamente com o Coral Bem-te-vi. No dia seguinte, a unidade do CAPS faz uma roda de viola no centro da cidade. O sorteio de uma moto da Campanha Natal Premiado Acissp e a apresentação da Banda Municipal compõem os eventos do dia 14/12, quartafeira. A Praça Comendador João

Alves (Praça da Fonte) recebe a apresentação do Ballet da Tia Marize e dos alunos da escola música Instituto Feeling, na sexta-feira (16). A Banda Municipal e o grupo de jovens AFLA dão início a mais uma semana de apresentações, no domingo (18). O Coral Arte Jovem divide o palco com a Filarmônica de Cordas, do SOS Criança, na segunda-feira (19). Na terça-feira (20), os Pequenos Cantores de Cássia se apresentam na Praça da Matriz. A Clave Music e o Coral Nova Geração encerram a programação de eventos, nos dias 21 e 22 de dezembro, respectivamente. A programação está sujeita a alterações.

Alunos arrecadam material higiênico e doam para entidades sociais de Paraíso Ana Carolina Bonacini

Alunos da professora Elaine Guimarães da Escola Estadual Benedito Ferreira Calafiori arrecadaram quase 6 mil produtos higiênicos durante o projeto Higiene Solidária realizado em 2011, com o objetivo de despertar a ação da cidadania e valores como a solidariedade. O material será dividido entre treze entidades de assistência social de São Sebastião do Paraíso. O projeto Higiene Solidária começou em 2007 com a contribuição de 30 unidades de

produtos como sabonetes, pastas e escovas de dente, e papel higiênico. Já em 2010, através de outro projeto chamado Vale a pena ler de novo, a arrecadação atingiu a marca de mil itens. Com o apoio e colaboração de diretores, supervisores, professores e voluntários, a campanha bateu o recorde de 5.831 produtos arrecadados em 2011, em parceria com a Gincana do Conhecimento, da professora Rosângela Gonçalves, e o trabalho da educadora Silvia Pessoa Rodrigues, que juntamente com os alunos do 6º e 7º do

Colégio Objetivo, doaram escovas e pastas de dente infantil. A Escola São José também participou da campanha arrecadando sabonetes. O material será distribuído à ACCA (Associação de Combate ao Câncer), AMA (Associação de Amigos do Autista), CEACA, Lar Pedacinho do Céu, Pedacinho do Céu, Asilo São Vicente de Paulo, Casa Menino Jesus, Casa São Francisco, APAE, Hospital Psiquiátrico Gedor Silveira, Albergue, SOS e Santa Casa de Misericórdia, até 30 de novembro.

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