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4 de Agosto de 2012 edição 630

APC homenageia empresário Luiz Tonin MULTICLIP

Nelson P. Duarte

A Academia Paraisense de Cultura – APC – em sodalício na noite de quartafeira (01/08) homenageou o empresário Luiz Tonin, quando lhe foi entregue diploma de Honra ao Mérito pelo acadêmico presidente, Walter Albano Fressatti. O acadêmico Ailton Rocha de Sillos falou sobre a trajetória de trabalho do homenageado, destacando seu tino empreendedor.


Jornal do Sudoeste

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São Sebastião do Paraíso-MG e Região 4 de Agosto de 2012

Moda e Beleza

Brincos Laghi

Edilaine usa brincos Laghi. Cabelos com nova cor e penteado de Anésia Anésia e Maureen usando jóias Laghi comemoram o sucesso

Ana Cristina também usa brincos Laghi

Maureen, Bia e Gisele comemoram o sucesso do evento.

Anésia com novo visual (cor e corte).

Uma charmosa exposição promovida por Maureen Castilho, representante da Laghi Joias, aconteceu em Anésia Studio de Beleza, onde tem tudo a ver com os produtos lá comercializados, para cabelos, corpo, maquiagem. A finíssima clientela de Anésia teve a oportunidade de adquirir peças, criadas pela designer Viviane Caliari Arantes, elaboradas de forma artesanal resultando nos mais variados estilos. É a união da matéria prima aos valores reais que transgridem ao visual as melhores sensações.

Creme L’Oreal, pulseira e anel Laghi.

Horóscopo Semanal CAPRICÓRNIO (22/12 A 21/01) Marte caminha unido ao seu regente e algumas dificuldades em sua carreira começam a ficar para trás. Soluções para problemas começam a surgir a partir de hoje. Abertura de portas e novas oportunidades no setor a caminho. AQUÁRIO (21/01 A 18/02) Uma viagem ou um projeto de estudo, que precisou ser adiado ou que passou por algumas mudanças, volta a fazer parte de seus planos. A fé, que ficou abalada neste período, também volta a trazer paz e otimismo. PEIXES (19/02 A 19/03) Algumas dificuldades emocionais, que estiveram presentes nas últimas semanas, começam a ficar para trás. Agora é hora de jogar para bem longe tudo o que não faz mais sentido em sua vida e começar a mudar! Amores à vista. ÁRIES (20/03 A 20/04) Urano deixa de pressionar seu regente e muita coisa começa a voltar ao seu devido lugar. Mal estares e mal entendidos, junto com a necessidade de romper com algumas pessoas e situações, ficam para trás. TOURO (21/04 A 20/05) Marte caminha sem pressão e questões relacionadas ao seu trabalho voltam a fluir normalmente. O momento é ótimo para firmar contratos e estabelecer vínculos com empresas e pessoas interessantes para os seus negócios. GÊMEOS (21/05 A 20/06) Marte deixa de ser pressionado por Urano e alguns problemas que envolvem seu romance ficam mais fáceis de entender. A criatividade volta a funcionar de uma maneira mais equilibrada. Sensibilidade à flor da pele. CÂNCER (21/06 A 21/07) Urano deixa de fazer pressão sobre Marte e algumas dificuldades em família ou em seu setor doméstico ficam para trás. Tudo flui de maneira mais equilibrada, sem atropelos ou tensões. Ansiedades também são deixadas de lado. LEÃO (22/07 A 22/08) Questões relacionadas a contatos ou novos contratos, especialmente se for um profissional independente, fluem com mais tranquilidade e equilíbrio a partir deste momento. O risco de perda fica para trás. VIRGEM (23/08 A 22/09) Urano deixa a pressão sobre Marte e problemas relacionados às suas finanças, que tiraram seu equilíbrio nas ultimas semanas, ficam para trás. Um novo momento para estabelecer bases mais firmes começa agora. LIBRA (23/09 A 22/10) Urano deixa de pressionar Marte em seu signo e você vai pode sentir de volta o equilíbrio. Sua união com Saturno coloca seus pés bem firmes no chão, trazendo um momento de grande produtividade e estabilidade. ESCORPIÃO (23/10 A 21/11) Marte caminha unido a Saturno e, sem a pressão de Urano, estabiliza sua saúde física, mental e emocional. Mantenha seus afazeres sob um ritmo mais equilibrado, poupando sua energia vital, que continua baixa. SAGITÁRIO (22/11 A 21/12) Urano deixa de pressionar Marte e alguns contatos com grandes empresas, instituições e clubes melhoram significativamente. O que perdeu o equilíbrio volta ao seu estado natural. Relacionamentos em alta.

VERDADES & SUPERSTIÇÕES (*)Ely Vieitez Lisboa

Agosto vem do latim Augustus, oitavo mês do calendário gregoriano. Decreto em honra do imperador César Augusto. Ele não quis ficar atrás de Júlio César, em honra de quem foi batizado o mês de julho e estabeleceu que “seu” mês também tivesse trinta e um dias. Por que razão agosto é um mês aziago? Há outros motivos que acirram a ideia de mau agouro. Desde o século XVI fatos históricos nefastos, desastres aconteceram em agosto. E mais: o primeiro homem foi eletrocutado na cadeira elétrica, nos Estados Unidos, dia 06/08/1890. Começo da primeira Grande Guerra Mundial: 01/08/14.Dia 02/8/32 Hitler começou a governar a Alemanha. Agosto de 39: começa a segunda Grande Guerra Mundial. Hiroshima e Nagasaki foram destruídas pela bomba atômica, em um dos mais cruéis episódios da História, nos dias de 6 a 09 de agosto de 1945. Em 13 de agosto de 1961 foi iniciada a construção do Muro de Berlim, o Muro da Vergonha. Tragédia brasileira: morte de Juscelino Kubitscheck, em um controverso desastre automobilístico, dia 09 de agosto de 1976. Anteriormente, outro episódio fatídico abalou o Brasil, no dia 24 de agosto de 1954: o insólito suicídio de Getúlio Vargas. A data ficou marcada pela importância do mais famoso político brasileiro. Ele deixou uma Carta-testamento, que foi lida em seu enterro, por João Goulart. O documento é endereçado ao povo e se inicia tragicamente: “Deixo à sanha dos meus inimigos o legado de minha morte”. Produto de verdades e superstições, agosto é um mês negativo. Derivado do latim, o termo significa uma crença contrária à fé religiosa e à razão. Tentou-se encontrar uma explicação nos domínios

da razão, todavia o termo, principalmente hoje, tem sido utilizado, às vezes, como o resultado de processos derivados mais do preconceito. Na realidade, as superstições ficam arraigadas no nosso íntimo, mesmo que a razão as tache de tolices. O famoso dito do grande Miguel de Cervantes Saavedra é notável: “Eu não creio em bruxas, mas que elas existem, existem”. Assim, como explicar manias populares, temores. Passar debaixo de escada dá azar, deixar bolsa no chão faz ficar pobre, vassoura atrás da porta livra de visitas indesejáveis, trevo de quatro folhas dá sorte, o número treze atrai malefícios, colocar Santo Antônio de cabeça para baixo é bom para arrumar casamento, deixar roupas do avesso é ruim, chupar sementes de romã, ou tomar sopa de lentilha, na passagem do ano, traz riqueza. Enfim, são centenas de superstições que driblam a razão e a inteligência. Todavia, quando falo em agosto, gosto de relembrar um trecho de famosa crônica de Rubem Braga. No texto, o narrador, após tentar, sem sucesso, usar a linguagem denotativa, confessa o que ele gostaria realmente de escrever: O luar de agosto semeava crisântemos brancos e bicicletas verdes no abril azul dos sonhos dourados de mariposa castanha. Chamar o luar de agosto de crisântemos brancos, utilizar metaforicamente a imagem de bicicletas verdes e o mês de abril, como símbolos de felicidade e aludir aos sonhos doirados da amada, sua mariposa castanha, tudo é puro lirismo. Isto é poesia. O mês de agosto está salvo, abençoado contra todas as possíveis superstições que o envolvem. (*)Ely Vieitez Lisboa é escritora. E-mail: elyvieitez@uol.com.br

Acendamos a tocha! Era uma época de extremo frio. A cada dia, a temperatura caía mais. Noticiários avisavam que seria um ano gelado. As pessoas que podiam corriam às lojas para comprar agasalhos, cobertores. Todavia, existiam aquelas desprovidas de recursos financeiros, mendigos espalhados pelas calçadas, os quais, para camuflar o frio, tomavam aguardente e se revestiam de papelão. Certa feita, ao sair para fazer compras com os genitores, Ben, pequeno garoto de seis anos, avistou um maltrapilho tremendo de frio, suplicando aos transeuntes que lhe ofertassem uma moedinha a fim de que pudesse estancar a fome. – Vai trabalhar, vagabundo! – gritavam muitos. – Você não tem vergonha de esmolar? – indagavam outros. – Arrume o que fazer, preguiçoso! – ordenavam alguns. – A polícia deveria prender esse marginal! – afirmavam os enfurecidos. Diante do fato constatado, Ben ficou a pensar numa maneira de auxiliar aquele irmão menos favorecido. Aproximou-se dele sem nenhum repúdio e, tocando-lhe a mão, disse: Senhor, fique aqui mais um pouco e eu voltarei para lhe ajudar. Chegando à sua residência, Ben, muito esperto e curioso, pegou bambu, uma latinha, barbante e outros artefatos que julgava necessários para realizar a obra almejada e, com ajuda do pai, construiu uma tocha. Terminado o trabalho, Ben pediu ao pai que o levasse ao local onde ficava o pedinte. O pai, imaginando a ideia do filho, atendeu-lhe o pedido. Envolto pelo sentimento de compaixão, Ben se aproximou do homem ignorado pela sociedade e lhe entregou o objeto construído. – Senhor, quando sentir frio, acenda essa tocha. Assim, seu corpo ficará quentinho! O homem, com os olhos lacrimejados, respondeu: – Obrigado, filho. O tempo passou... Ben cresceu, mas nunca soube que o homem a quem ajudara, a partir daquele gesto de caridade verdadeira, sentiu o coração bater novamente e mudou o seu destino. Recarregou suas forças e voltou para sua família – a quem havia abandonado há anos. Impiedosos, muitas vezes preferimos julgar a estender a mão; emitir comentários infelizes a proferir palavras de conforto e esperança; gritar a dialogar civilizadamente; blasfemar a elogiar com sinceridade; reclamar do tempo, da casa, do trabalho a agradecer pela vida que possuímos; alimentar a maledicência a evidenciar as virtudes do próximo; cultivar a ignorância a mergulhar em leituras edificantes, enfim, acostumamo-nos a enxergar o lado negativo de tudo e a propagar coisas ruins. Com isso, poluímos nossos pensamentos e, consequen-temente, a nebulosa da maldade polui toda todo o nosso planeta Terra. Que tal mudarmos de atitude? Caros leitores, acendamos a tocha! Dessa forma, aqueceremos não só o corpo como o coração também. Acendamos, pois, a tocha! Pronto, falei, tá falado! É por isso que eu digo: é melhor falar do que ruminar.

faleitafalado2010@hotmail.com


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Jornal do Sudoeste

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“A minha vida é pautada em desafios” Arimilton Santos é presidente da APAE, em segundo mandato, e colabora com o grupo Amor Exigente, ao lado de sua esposa, Edna. Nos seus 53 anos de vida, químico, aposentado da Petrobrás, enfrentou grandes desafios, como a distância de sua família, um acidente aéreo e a doença de sua esposa. Ciente de que sua missão ainda não está completa, busca ajudar ao próximo, sustentado pelo amor à família. Você é do Nordeste brasileiro. Qual a história de sua família? Eu sou de Aracaju, capital do Sergipe, e toda a minha família mora lá. Meu pai é funcionário público estadual. É o que aqui se chamaria de coletor, mas em Sergipe chama-se de exator. Meu pai aposentou-se como chefe de uma exatoria. Aqui, antigamente, falava-se Coletoria. Mas antes de trabalhar na fiscalização, meu pai também foi profissional da área de confecção de roupas, fazia ternos, há muito tempo atrás. Chegou também a ser delegado de polícia, depois ficou trabalhando como oficial, fazendo roupas, principalmente, ternos. A minha mãe, como dona do lar, o ajudava em tudo, inclusive quando ele tinha oficina de costura. Minha mãe fazia muitas camisas finas, tinha um ateliê. Ajudou muito meu pai, nesse sentido. Meu pai está com 86 anos e minha mãe com 84. Você tem irmãos? Nós somos quatorze filhos. Faleceu um irmão, um dos mais velhos. Hoje, somos treze. Todos vivem em Sergipe e somente dois moram no interior, a mais velha e o mais velho. Os demais moram em Aracaju. Como era viver em uma casa com quatorze irmãos? Era muito bom. Naquela época, as coisas aconteciam de uma forma mais tranquila. O rol de amizades da família era muito grande e ajudava a cuidar dos filhos. Embora meu pai estivesse sempre trabalhando e minha mãe envolvida em outro trabalho, os amigos e os parentes ajudavam a cuidar dos filhos. Enquanto os filhos brincavam na rua de futebol, pique esconde, havia familiares cuidando. Se fizéssemos algo errado, eles falavam para os pais e voltava em forma de castigo. Então, foi uma infância muito boa, onde brincávamos bastante, andávamos muito, em sítio de um, sítio de outro. Era muito interessante. Quando você começou a trabalhar? Eu comecei a trabalhar na Petrobrás. Primeiramente, fui para Salvador, fiz um concurso a nível nacional. Eu fiz técnico em Química Industrial. Para o concurso, precisava ter alguma formação técnica acadêmica. Então, entrei para o curso de Química e prestei o concurso. Aprovado, fui para Salvador. Passei um ano estudando, em um curso específico para a área de petróleo. Eram pessoas do Brasil inteiro. Terminamos o curso e fomos divididos em grupos. Alguns ficaram em Sergipe, Bahia, Belém, Rio de Janeiro, Natal. Eu retornei para minha cidade natal, Aracaju, e trabalhei por lá, por um bom período. E o que o trouxe para São Sebastião do Paraíso? É engraçado. Uma de minhas irmãs mais velhas foi trabalhar em São Paulo. Lá, ela conheceu um mineiro de São Sebastião do Paraíso. Eles casaram-se e vieram morar aqui. Naquela época, meu pai somava por volta de 23 anos de chefia de exatoria, sem tirar férias. Nós combinamos de ir passear, conhecer a casa de nossa irmã. Eu já estava na Petrobrás e estava com cerca de 25 anos. Viemos para cá e conheci a minha esposa, Edna, que morava em frente à casa de minha irmã. Começamos a namorar. Esse namoro prolongou-se por uns quatro, cinco anos. Namorávamos à distância, mas eu vinha muito. Eu trabalhava em plataforma ou em sonda terrestre. Trabalhávamos sete dias e folgávamos sete. Mas quando eu tinha vontade de ver a namorada, combinava com um colega e dobrava o turno. Eu trabalhava quatorze dias. Dentro dos quatorze dias de folga, eu poderia ir para qualquer parte do Brasil ou do mundo. Eu vinha para cá. Nós convivíamos muito, embora distantes. Sempre que havia cursos no Rio, eu aparecia em Paraíso. Eu participei muito aqui de eventos, como Carnaval. Fui me enturmando e os amigos de minha esposa passaram a ser meus amigos. Depois de uns quatro, cinco anos, nos casamos, aqui, em São Sebastião do Paraí-

so, e retornamos para Aracaju. Ficamos lá por volta de quatro anos. Depois, surgiu a oportunidade de eu ir trabalhar no Rio de Janeiro e fiquei residindo em Paraíso. No Rio, a escala era 14 por 14, e posteriormente passou para 14 dias de trabalho e 21 de folga. Nesse momento, vocês resolveram viver em Paraíso? Logo na transferência, quando me convidaram para o Rio de Janeiro, uma das minhas solicitações foi poder morar em Paraíso. O Rio ficaria distante de todos os familiares, para mim e para ela. Eu estava saindo de minha terra natal, onde estão os meus familiares, e preferi vir ficar próximo aos familiares dela, porque é um apoio. Embora tenhamos muitas amizades dentro da área de petróleo, pois existe muita gente de todos os estados, formando uma família muito forte, onde um apóia o outro. Mas eu preferi vir para cá. Quantos filhos vocês têm? São paraisenses? O Vinícius, de 24 anos, a Marina, de 21 e a Natália de 19 anos. Todos nasceram em São Sebastião do Paraíso. É interessante, porque a mulher prefere o apoio da família dela. Mas somente o Vinícius morou um tempo em Aracaju. As outras nasceram aqui e ficaram aqui. Você sentiu diferenças entre a realidade do Nordeste e a do Sudoeste Mineiro? Sim, há muitas diferenças, principalmente na convivência entre os familiares. Lá, no Nordeste, é normal e natural os pais criarem os filhos para o mundo. Aqui, no Sudeste, não é assim. A maioria dos pais cria os filhos como se fosse uma galinhazinha, coloca debaixo das asas. Eles têm dificuldades de soltar os filhos. Lá, é mais natural. Nós vemos que há pessoas que saem do Nordeste para o Sudeste e passam 20, 30 anos sem retornar. Alguns se perguntam se eles não têm sentimentos, pois deixam os pais. Mas é a condição financeira que fez com que viessem. Não quer dizer que não telefona, não faz uma carta, que não mantém contato. Alguma coisa aconteceu para que essas pessoas demorassem tanto tempo para retornar. Mas graças a Deus, hoje, o Brasil tem se modificado muito e muitos nordestinos, que estavam em São Paulo, estão retornando. Hoje, a geração de emprego no Nordeste está muito grande e as pessoas estão preferindo retornar para trabalhar em sua terra natal. Você tem saudades de sua terra natal? Tenho, eu sinto saudades das nossas raízes, porque é bem diferente a nossa convivência com as pessoas. Aqui, temos que tomar muito cuidado. Lá, somos mais abertos. No Nordeste, as pessoas te conhecem em uma praia e, se gostam de você, já te convidam para a casa delas. Aqui não é assim, o pessoal é mais lento nas decisões. O ambiente é diferente. Eu sinto saudades disso, sinto saudades de minha família, mas principalmente dessa convivência mais aberta. Você é presidente da APAE, em segundo mandato. Como começou seu caminho no trabalho social em Paraíso? Começou dentro do Clube Ouro Verde, embora eu já tenha um trabalho com outro grupo, anteriormente. Existe um grupo de apoio a familiares de pessoas com problemas de comportamento, que se chama Amor Exigente. Eu e minha esposa participamos deste projeto, desde o início, aqui em Paraíso. Então, nós já temos um trabalho junto à sociedade de mais de 15 anos. É um trabalho voluntário, também. Trabalhamos semanalmente com famílias. Depois disso, dentro do Clube Ouro Verde, eu tinha um bom contato. De sócio patrimonial passei a ser conselheiro e, posteriormente, passei para a diretoria do clube. O clube estava passando por um momento de dificuldades. Nós cobrávamos, dentro do conselho. Como a coisa não andava, nós decidimos entrar na diretoria, para fazer as mudanças necessárias. E assim

o fizemos. Havia vários entraves na área trabalhista e nós conseguimos destravar o clube, fazer acordos trabalhistas muito grandes e, a partir daí, as coisas começaram a melhorar. Enquanto eu estava no clube, fui convidado para a maçonaria. Assim que saí do Ouro Verde, o venerável da nossa Loja Maçônica, Fraternidade Universal, pediu para que eu ficasse à frente da APAE. Foi um momento de decisão, que eu levei ao conhecimento de minha esposa e dos filhos. Por se tratar de uma entidade que realmente precisa, e, devido ao fato de minha esposa também ter uma deficiência visual, nós decidimos em família que iríamos pegar esse trabalho. Como foi o começo do trabalho? Eu pedi para que tivesse autonomia para montar a equipe. Acho que é muito importante, dentro do trabalho desenvolvido à frente de uma administração, escolher as pessoas que irão trabalhar com você. Isso aconteceu no Ouro Verde e, também, dentro da APAE. Convidamos várias pessoas para trabalhar conosco, fizemos o primeiro ano de gestão, com as modificações que se achavam necessárias. Terminada a primeira gestão, eles nos pediram para continuar. Eu não sou de permanecer muito tempo, perdurar. Acho que temos que fazer um mandato, descansar, dar oportunidade para outro, para depois retornar, se quiser. Mas, na APAE, o trabalho desenvolvido não poderia ser finalizado em uma gestão. Nós conversamos com todos os envolvidos e decidimos continuar. Era importante continuar, há muito para se fazer. Quando sairmos, quem entrar encontrará uma APAE estruturada. Quais os desafios e vitórias desse trabalho? O primeiro desafio é construir uma equipe para trabalhar com coesão. Precisa escolher os seus pares, pessoas que pensam como você, que têm um horizonte como o seu. Fizemos a primeira gestão com uma turma de pessoas sempre muito ocupadas. Sempre busquei convidar pessoas muito ocupadas. Não quero ninguém que esteja desocupado. Eu quero aqueles muito ocupados, mesmo: médicos, fisioterapeutas, profissionais de várias áreas, pessoas que não tem tempo nem de respirar. Mas eram pessoas que eu sabia que, no momento em que eu precisasse delas, estariam presentes. Na segunda gestão, nós fizemos uma modificação, tiramos algumas dessas pessoas, que poderiam naturalmente ter ficado. Mas nós achamos que, dentro desse período, elas já nos ajudaram bastante. Nós decidimos dar uma renovada. Foi um trabalho mais social, onde colocamos várias pessoas do município, comerciantes, não somente da maçonaria. Convidamos também pessoas de dentro da APAE, pais de alunos, pois o estatuto exige que 30% do corpo técnico, da área diretora e dos conselhos, sejam pais de alunos. Nós escolhemos pessoas que tinham condição de nos ajudar, mesmo porque é uma Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais. Estamos mudando um pouco a cara, porque a comunidade precisa saber o que acontece lá dentro. Desde o início, conseguimos levar para a APAE o nosso diretor administrativo, o senhor Ademar Pascoalino. Foi uma busca de mudança dentro da estrutura da organização. Esse senhor tem uma importância fundamental, em todas as mudanças que ocorreram e estão para ocorrer, até o término desse mandato. Ele é pessoa chave. Estamos sempre buscando fazer tudo em conjunto. Ele tem autonomia nas decisões, mas sempre, antes de decidir, conversa com a diretoria. Nós temos uma diretoria descentralizada, não é o apenas o presidente quem manda. Qualquer diretor, que perceber que algo não está correto, pode modificar. Não haverá ciúme por parte de ninguém. Essa descentralização é muito benéfica à APAE. Todos contribuem ativamente.

por Cristiane Maria Bindewald

“A minha vida é pautada em desafios e eu sei que, quando o Criador me deu nova oportunidade de vida, Ele me deu todas as ferramentas para que eu pudesse vencer todos os desafios que estão acontecendo em minha vida”. Qual é o trabalho do Amor Exigente? O Amor Exigente trabalha com famílias, em cima de comportamento. Comparecem também pessoas com problemas de dependência química. O foco é a prevenção à dependência química e a outros males. Nós temos doze princípios básicos e doze princípios éticos. As pessoas são orientadas, nesse sentido. Para que haja mudanças, estamos em contato semanalmente, todas as quintas-feiras. Nós traçamos metas semanais. Por exemplo, pessoas que têm problemas de relacionamento conjugal, dificuldades de se relacionar com os filhos. Trabalhamos através dos exemplos e dos princípios. Do 1º ao 5º princípio há a reflexão para o auto conhecimento. Depois que você conhece a si, começa a fazer as mudanças. O 6º princípio fala do comportamento, quando percebemos que há algo desajustado, vamos trabalhar aquele princípio. E do 7º ao 12º há princípios de ação, de atitude. As pessoas que têm problema de comportamento geralmente têm uma baixa autoestima. Nós orientamos, mostramos e buscamos como trabalhar e melhorar essa auto-estima. Você sofreu um grave acidente de helicóptero, em 1992. Como foi isso? Eu trabalhava na Bacia de Campos e fui convocado para o trabalho, em um fim de semana em que eu estava de folga. Alguém faltou, me ligaram e fui. Pegamos uma aeronave para a plataforma, que apresentou problemas e retornamos. Dormimos em Macaé. No outro dia, pegamos outra aeronave. Quando estávamos já próximos à plataforma, a aeronave teve uma pane elétrica, pegou fogo internamente e caiu no mar. Graças a Deus, não era o meu momento. Nós estávamos em oito pessoas, piloto, co-piloto, três da Petrobrás e três de outra empresa. Caíamos no mar. Um corpo foi encontrado, outro desapareceu e, até hoje, não foi encontrado. Os sobreviventes foram socorridos em Macaé. Os que estavam com maior gravidade de queimadura foram para o Rio. Mas um deles não conseguiu sobreviver, por conta das queimaduras e faleceu, 15 dias depois. Eu consegui me salvar, fiquei no hospital, fui medicado. Dois dias depois, pedi a saída do hospital. Meu cunhado foi me visitar e voltamos para São Sebastião do Paraíso. Eu não acho que é por acaso. Se eu retornei, é porque a minha missão não estava cumprida. Havia muita coisa ainda para fazer. Eu agradeci muito ao nosso Criador, a Deus. Eu tinha certeza, naquele momento do acidente, que não sucumbiria. Eu sabia que iria sobreviver, eu não sei como. Não adivinho coisas, mas o sentimento que tive, naquele momento, é de que eu sobreviveria àquele acidente. Naquele momento, também consegui ajudar outra pessoa da Petrobrás, ajudei a salvá-lo, pois ele não sabia nadar e caímos no meio do mar. Claro que foi Deus, não fui eu. As forças para conseguir salvá-lo, só sendo do Criador. Houve um mal entendido na época, com relação ao acidente.

Em acidente, sempre se especula muito. Quando a Globo está presente em acidentes, em algum lugar do Brasil, ela faz simulação, mostrando como provavelmente aconteceu. A na maneira como eles mostraram o acidente, não poderia ter sobrevivido ninguém. Eu não cheguei a ver, mas minha família viu e parece que a aeronave explodia e caia no mar. Na realidade, a aeronave pegou fogo e caiu no mar, descendo em queda livre. Mas antes de cair no mar, eu e o rapaz que salvei pulamos da aeronave, não sei por onde, nem como. Eu sei que pulei, antes dela cair na água. Salvei-me e o salvei. Dos outros, eu não sei falar. Porque, no momento você só vê você. Depois, lá embaixo, eu vi que havia alguém se afogando. Deus me deu forças, consegui ir até ele e tirá-lo. Fomos até o bote salva-vidas, que já estava com o piloto. Mas a maneira como apareceu no Jornal Nacional, em cadeia nacional para o Brasil, não aconteceu. Para as famílias, foi complicado. Minha esposa estava grávida de três meses, de minha última filha. Quando a Petrobrás entrou em contato, aqui em Paraíso, o choque foi muito grande. Como eu imaginei que ocorreria algo desse tipo, parecia que estava prevendo, exigi um contato com minha família, de dentro do hospital. Pedi para a médica chefe da UTI. Eu estava debilitado, mas não era do jeito que apareceu na televisão. E assim foi feito. Quando consegui o contato, ela viu que eu realmente estava machucado, com muitas queimaduras, fraturas, mas estava vivo. Entrei em contato também com minha mãe, pois sabia que a maneira como foi colocada causaria um dano maior. Depois que entrei em contato com todo mundo, fiquei tranquilo e eles também ficaram. Mas o melhor foi retornar, pois quando vim prá cá, as coisas começaram a acontecer. Lá, eu não conseguia melhorar, achava que alguma coisa estava errada. Aqui, busquei tratamento. Fui para Ribeirão Preto para fazer tratamento da parte pulmonar. Deu tudo certo, graças a Deus estou aqui, contando a história. Você mencionou que sua esposa tem uma deficiência visual. Qual é problema dela e como vocês conciliam o trabalho na APAE com as lutas do dia a dia? Minha esposa tem uma doença degenerativa da retina. Quando fui convidado para fazer parte da diretoria da APAE e conversei com ela, me perguntou: “O que é que Deus está querendo conosco?”. Lá é um lugar onde há pessoas com muitas deficiências e, ela sendo uma deficiente visual, perguntou-se o que Ele estaria querendo nos mostrar. Foi muito bom, porque eu já tinha um pouco de experiência no trato com ela, nas dificuldades que temos. Nós vimos que é um trabalho que precisa muita doação. Às vezes, quando achamos que estamos ajudando, estamos mais sendo ajudados do que ajudando. E, diante do carinho que os meninos da APAE têm para com todos os que trabalham lá dentro, é muito importante termos muito critério para selecionar as pessoas. Tanto na parte administrativa da entidade, como os funcionários da escola e os

voluntários. Todo o pessoal da diretoria executiva e dos conselhos é voluntário. Precisa ser escolhido a dedo. Precisa ter um perfil que se adapta, porque não é fácil. Você vê as muitas situações que os familiares passam, condições financeiras difíceis, meninos com vários problemas de saúde. Trabalhar ali não é fácil, mas é muito gratificante. Eu tenho certeza que estou ganhando muito mais do que eu dôo. Nossa diretoria é muito coesa, todos se doam, todos os que estão lá fazem alguma coisa. A nossa cobrança é que melhoremos, a cada ano nosso. Eu não faço comparações com gestões anteriores. A minha obrigação é melhorar a cada ano a minha gestão. Naquilo que estou fazendo, estou tranqüilo, com planejamento, mas é a nossa visão. Nós, que fazemos parte da presidência, quando saímos, vamos para o conselho consultivo. Se algum diretor presidente pedir a minha opinião, eu darei. Senão, faço igual no Ouro Verde. Depois que saí do Ouro Verde, eu não fico omitindo opinião. O trabalho é do outro, ele que faça do jeito dele. Existem reclamações. Nós não conseguimos agradar a todo mundo, mas fazer o quê... Eu faço de coração. Sua vida está marcada por momentos fortes, separação da família, acidente grave, luta com sua esposa. O que está por traz da força que te sustenta? Essa sustentação vem de minhas raízes. Meus pais são pessoas que vieram de berço simples e venceram na vida. Nós sempre trabalhamos em prol de ajudar o próximo. Sempre fizemos isso no Nordeste. Lá, é muito comum as famílias se ajudarem. Aquilo que aprendi lá trás, continuo fazendo. E há várias outras coisas que me levam a esses trabalhos sociais. Inclusive, a busca de conhecimento. Eu busco, dentro da comunidade, fazer o melhor que posso. Se eu não puder ajudar, não vou atrapalhar. Na maneira como vejo, talvez minha missão seja ajudar o próximo. Então, eu ajudo com uma vontade muito grande, com uma garra que vem da família. Os meus filhos estão cada um em um canto, em Sorocaba, São Paulo e Rio. Eu e minha esposa estamos sozinhos aqui. Então, essa busca e esse trabalho são movidos por amor. O que eu posso deixar de legado para as pessoas, nesse espaço global terrestre, é aquilo que eu fiz. Não vou levar nada para o campo espiritual. Eu busco conhecimento, através de filosofias e grupos espíritas. Estudamos bastante e vamos vendo que o dinheiro é consequência do trabalho, mas eu não fico escravo dele. A minha vida é pautada em desafios e eu sei que, quando o Criador me deu nova oportunidade de vida, Ele me deu todas as ferramentas para que eu pudesse vencer todos os desafios que estão acontecendo em minha vida. Então, eu não sou de ficar reclamando. Então, esse é o nosso trabalho. O dia a dia é esse e é a família que dá todo o apoio. Como todo mundo está coeso, fazendo um trabalho que é importante para a nossa comunidade como um todo, faço tranqüilo, bem sereno.


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CARNAVAL DE MARCHINH

O Ouro Verde Tênis Clube realizou sábado caminha para se tornar tradicional no calend clubes do interior mineiro. Não faltaram elo Luiz Antônio Montaldi definiu a data de 27 de j e convidou os Brasões, para que repitam a


página 5 São Sebastião do Paraíso-MG e Região - 4 de Agosto de 2012

CARNAVAL DE MARCHINHAS NO OURO VERDE TÊNIS CLUBE O Ouro Verde Tênis Clube realizou sábado passado o Segundo Carnaval de Marchinhas, evento que caminha para se tornar tradicional no calendário de eventos daquele que é um dos mais conceituados clubes do interior mineiro. Não faltaram elogios para a Banda Brasões pela animação. O presidente Luiz Antônio Montaldi definiu a data de 27 de julho do próximo ano para o Terceiro Carnaval de Marchinhas, e convidou os Brasões, para que repitam a boa música.

AGORA EM NOVO ENDEREÇO

Aniversário do advogado Jessé de Pádua O advogado Dr Jessé de Pádua comemorou seu aniversario na sexta-feira, dia 27 de julho em sua residência onde recebeu seus amigos mais próximos e familiares. Os convidados que tiveram momentos de descontração, alegria ao lado do aniversariante, puderam apreciar as boas músicas da banda Zap e se deliciaram com os maravilhosos pratos do Buffet Gabriela de Castro, serviço de barman Edy e uma iluminação do DJ Colombo.

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Jornal do Sudoeste

São Sebastião do Paraíso-MG e Região 4 de Agosto de 2012

“O mundo pode ser um palco. Mas o elenco é um horror.” Oscar Wilde

Pais que não têm confiança nos próprios filhos, tais pessoas na qual deram a vida, deveriam saber como estão por um simples olhar, acabam os proibindo de viver e com isso muitas vezes tomam atitudes erradas apenas para confrontá-los. Filhos que têm vergonha de seus próprios pais, que não acreditam na amizade de pai e filho, que acham que família só é algo careta e sem valor. Adolescentes que acreditam que beber, fumar e se drogar é o máximo e isso só leva vantagem, que assim é claro que irão arrumar vários amigos e ser o mais descolado da turma. Que isso?! Não vai ter pra ninguém! Mulheres que cada dia estão com um namorado novo, a primeira coisa na qual pensam em fazer é contar logo para as amigas e assim tentar provocar inveja, acham mesmo que isso é motivo para se orgulhar e na maioria das vezes se preocupam mais em ter um namorado do que com a pessoa que está namorando. Não sabe ainda se ele a ama por seu senso de humor ou pela sua beleza exterior, mas acima de tudo acredita piamente que todos os caras a amam. Homens que em pleno século 21 tem medo de expor seus sentimentos, vai que algum de seus amigos machões os zoam por isso, porque é pegando todas que se torna o cara, que ser

grosseiro os transformam mais homens, existe entre eles uma lei que proíbe dizer “eu te amo” para um amigo. Porque hoje em dia tudo o que dá dinheiro de uma hora para outra é ter uma dupla sertaneja ou ser jogador de futebol, mas para ser jogador de futebol precisa de ao menos talento então complica, porém é melhor optar pela dupla sertaneja mesmo, uma letra fácil de guardar na cabeça, tão viciante quanto poneis malditos e aí é

jogar na internet e esperar um pouco. Se eu amo é claro que mato, quem disse que meu amor pode ser feliz com outra pessoa? Nada disso, tenho que ser a prioridade e sem mais escolhas, aqui quem decide tudo sou eu. E só me resta perguntar, onde o mundo vai parar desse jeito? “Pare o mundo que eu quero descer.” Raul Seixas Em conversa com Luana Faust, 17 anos, estudante

Em conversa com Luana Faust, 17 anos, estudante Procuro manter uma convivência saudável com meus pais, sem criar conflitos e quando passo por algum tipo de problema sempre conto com a ajuda deles. O que você acha do mundo hoje em dia? - Atualmente está tudo muito perigoso, você está correndo risco até quando se vai para a escola sozinho, não temos segurança. Tudo está se tornando muito fútil, as mulheres se vulgarizando, os homens cada vez mais machistas, os adolescentes cada vez mais se perdendo, vivendo apenas o hoje e esquecendo do amanhã. Quais são seus valores? - A harmonia em minha família, a amizade verdadeira, estar sempre de mente aberta para novos conhecimentos, lutar pelos meus objetivos, fazer de cada pessoa especial, viver intensamente cada dia como se fosse o último. MICHELE CAROLINE LUZ, 14 anos, estudante em São Sebastião do Paraíso.

Lions

Rua José Osias de Sillos, 590 Fone: (35) 8823-3016

“Nós servimos há 40 anos em São Sebastião do Paraíso”

Leonismo é como filosofia de vida. É movimento de coletividade. É serviço. É desdobramento de si mesmo em favor de muitos. É dar sem esperar receber. É servir-se de seu tráfego de influência em benefício de outros. Leonismo é pois ação, é serviço, é comunicação e companheirismo. A past presidente CaL Ruth Corsi fixou em nosso Estandarte, o Sponcer, como prêmio de reconhecimento às contribuições que nosso clubes por participar da Campanha de Plantio de Um Milhão de Árvores. O CL Maurício, após sua posse solene no mês passado nos salões do Lions Clube, já está arregaçando as mangas e mostrando serviços desinteressados. Já apresentou novos CCLL nas pessoas expressivas de nossa comunidade como o Pastor Silas da Silva Campos e Vicente de

Souza Neto “Vicente Irmão”. Ambos desfraldam a bandeira da solidariedade em prestando bons serviços a comunidade. Parabéns. PROFA. LEDA MARIA DUARTE Ainda para engrossar as fileiras do leonismo em nossas plagas, a culta e abnegada “Ledinha” de tão cívicas tradições. Mestra admirável, sua posse está sendo programada para muito em breve, engrossando assim a força da mulher no mundo leonístico. LIVROS EM BRAILE Dezenas de livros doados nesse Início de mandato a APAE e já programados outras dezenas para entidades assistenciais. Os livros são enviados pelo Senado Federal, pelo que registramos gratidão e reconhecimento público. By CL Olavo Borges


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Aniversariantes:

FORMATURA

Noite de Núpcias

Julyana Aparecida Duarte Mizael e Silva concluiu o curso de Comércio ade Exterior, do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas da Universid no Presbiteriana Mackenzie. A colação de grau será nesta terça, dia 7 auditório Ruy Barbosa, em São Paulo. Julyana é filha de Raquel e Inácio Silva, irmã de Gabriel.

Dia 30 de julho Izabella Silva Pereira, filha de Salvina e Itamar. Sábado, dia 4, Juliana Neves Pereira. Domingo, dia 5 o médico Dr. Glauco Joaquim Rosa de Figueiredo, Gleici Kelly Oliveira, Abadia Moreira Ozéas, Larissa Lima Cruz, Priscila Rezende, Eric Brandão Pelúcio, Andréia Silveira Montipó. Dia 6 Giuliano Florêncio da Silva, Sabrina Silva Costa, Tales Augusto Nunes. Dia 7 Thayná Maymi Soares Kenishi, Beatriz Terloni Braia, Abílio Brandispin, o empresário Marcio Luiz Martins (Merkato). Dia 8 Jessé Monteiro de Souza (Zito). Dona Deca, em Guardinha. Dia 9 Marcus Vinícius Alves Cintra, professor Adriano Alves de Lima, professora Ruth Corsi. Wanderlei Bozelli e Wanda Bozelli. O deputado Antonio Carlos Arantes muda de idade nesta segunda-feira, dia 6. A coluna o cumprimenta desejando-lhe felicidades. A prezada Ângela Maria Paschoal Cardoso junto ao seu Arthur Henrique, recebe cumprimentos pelo natalício neste dia 7.

Luismar Rosa, prestativo porteiro no Edifício Natal Muschioni, aniversariou ontem dia 3. A coluna o parabeniza.

Depois do grande dia e do momento do SIM, chegou a hora da noite mais esperada: a noite de núpcias! Momento único e de total intimidade do casal. Esse momento deve ser planejado com muito carinho, já que jamais será esquecido. Por ser único e inesquecível, a noite de núpcias não deve se limitar a uma lingerie nova. O noivo deve participar também. Cada um deve surpreender o outro com algo diferente. O quarto com uma decoração temática que seja do gosto do casal transformará este momento em algo surpreendente. Pétalas de rosas, jogos de luzes, velas, pedras coloridas e uma música ao fundo já faz toda diferença. Procure um hotel que ofereça pacotes de noite de núpcias. Nesses pacotes estará tudo incluído, desde a decoração, os apetrechos e até o café da manhã especial na manhã seguinte. Caso o casal tenha alguma idéia diferente para a noite de núpcias, peça ajuda do hotel ou de decoradores para arrumar o quarto do jeito que você deseja. Deixe o hotel avisado sobre a hora que o casal irá chegar, pois terão noção do tempo ideal para arrumar a suíte. Evite beber muito durante a festa! Chegar embriagado para a noite de núpcias pode tornar a noite em uma experiência não muito agradável. _____________________________________________ Momentos inesquecíveis, requerem cuidados especiais... Conte com nossos serviços para o sucesso de seu evento. RG Eventos Assessoria e Cerimonial

Clara, filha de Cleiton Donizete de Carvalho e Kátia de Fátima Silva Carvalho completou seu quinto aniversário no dia 31 de julho. Seus pais, sua irmã Kamila a parabenizam e lhe desejam toda felicidade.

Prestigiou O Delegado Geral de Polícia, Rogério de Melo Franco Assis Araújo, chefe do 4.º Departamento da Polícia Civil, veio a Paraíso na semana passada para a posse de seu colega Marcus Roberto Piedade como Delegado Regional. Na foto, Dr. Rogério, Dr. Marcus Piedade, o Superintendente de Investigações Criminais, Dr. Wellington Neves Barbosa, e Dr. Bráulio Stivanin Júnior, chefe do 18.º Departamento de Polícia Civil em Poços de Caldas.

Primeira Noite Italiana da Santa Casa de Misericórdia

Sãosinha

na pela feliz união Parabéns aos noivos Vagner e Suzaônia emocionante no dia 21 de julho, em uma cerimcentr o de even tos no s e recep ção dos convi dado oe a união. Expoita em Itamogi que Deus abenç (Ângelo Português)

TERAPIA SISTÊMICA Objetiva: numa consulta é detectado a origem de TRAUMAS E BLOQUEIOS que geram DOENÇAS PSICOSSOMÁTICAS SIMPLES: de fácil entendimento RÁPIDA: entre 4 a 12 sessões de tratamento A QUEM SE DESTINA: pessoas com Depressão, Problemas de Relacionamentos, Ansiedade, Stress, Pensamentos e Tentativas de Morte, TOC, Pânico, Bipolar, Alzheimer, Baixa Auto-Estima, Insegurança, Traumas quando Criança e/ou Traumas em Família, Drogadependências Químicas, Dificuldades emocionais em emagrecimento/obesidade etc... ONDE BUSCAR AJUDA: R. Dr. Placidino Brigagão, 1018 centro em S. Seb. do Paraíso, MG tel: (35) 3531-2573 Passos, MG Tel: (35) 9155-9717 Ribeirão Preto e Franca, SP tel : (16) 8233-4939 Saiba mais em outras cidades: falaruan@hotmail.com

O majestoso Ouro Verde Tênis Clube recebeu uma decoração maravilhosa, sobressaindo a mesa de frios, digna de grandes comemorações, para uma grande festa, tipicamente italiana na noite de 21 de julho, sendo a finalidade financeira amenizar os gastos do hospital. O jantar teve início com o pronunciamento do provedor da Santa Casa, Flávio Westin, que fez agradecimentos e comunicados. Agradeceu a diretoria, conselho diretor, Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Sebastião do Paraíso, funcionários que contribuíram para a realização do evento. Agradeceu aos patrocinadores daquela noite especial, Evelina Buffet, Pedro Estevão Alves Pinto Serrano, Selmi ali-

mentos, Cooparaiso, Nova Paraíso Empreendimentos, Ouro Verde Tênis Clube, CDDR Hemodiálise, Figueiredo Incorporação e Empreendimentos, Cardiesel, Hotel Cosini, Photo Boutique, Compasso Calçados, Faculdade Calafiori, Sacolão Center, Supermercado Tonin, Supermercado Dadá, Claudinei da Chácara das Flores, Coolapa, Café Total, Unimed, Med Imagem, Alpínia, Click Disk, Bianca Flores. Agradeceu ao italiano paraisense, Alfredo Albieri e às senhoras, Margarida Alves Pinto, Alice Bícego, Anália Cauduro Alcântara, Bia Pardini, Terezinha Regina de Oliveira, Cristina Brandão Pedrosa, Guta Amaral, Marrie Colozzio que abraçaram a causa. Agradeceu as pessoas que estavam participando da festa. Fez comunicados importantes sobre a Santa Casa, dizendo

que no dia 18 de julho esteve em Belo Horizonte representando a diretoria do Hospital na reunião da CIB estadual e a diretoria conseguiu a aprovação para o futuro credenciamento do Hospital do Coração. Com esta aprovação, o recurso deverá ser liberado para o término da compra de equipamentos e mobiliários para o funcionamento. No próximo bimestre, além da hemodinâmica que já se encontra em funcionamento, provavelmente estará funcionando o ambulatório cardiológico. Trabalhando, e com esta aprovação na CIB Estadual já podemos pleitear o credenciamento junto ao SUS. Pediu aos governantes e futuros governantes que ajudem a Santa Casa de Misericórdia, pois ela é um patrimônio da cidade, onde todos encontram tecnologia de alto padrão, equipe altamente capaci-

tada e calor humano. “Desejo que todos aproveitem e se divirtam com essa primeira Noite Italiana da Santa Casa”, disse Flávio. O provedor recebeu muitas palmas, sendo em seguida servido o esplêndido jantar, tipicamente italiano. As fotos que registraram o acontecimento são de Diego Evangelista e Jonatas Samuel Ribeiro. A festa enfeitada com flores do campo, o delicioso aroma e sabor da comida italiana, a bela música executada pelo maestro Túlio Costa, o ambiente aconchegante, tudo lembrava italianos que tomaram parte em nossa história, tão rica em valores humanos, e obras grandiosas, como a Santa Casa, considerada entre as dez melhores do Estado de Minas Gerais. Foi uma festa linda e um importante acontecimento social.


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