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sábado, 09 de novembro de 2013

18 IVAN P EREI RA mineiro de Monte Belo, f armacêutico e prof essor univ ersitário. http://estudosdeparasitas.blogspot.com.br/

Por que ficamos vermelhos quando estamos com vergonha? Falar em público te assusta? Só de pensar que pode chamar a atenção de alguma forma v ocê já entra em desespero? Quando você tem que apresentar um trabalho na sala de aula, falar para v árias pessoas, ou seu celular toca na fila do supermercado e todos te olham v ocê fica v ermelho? Saiba por que isto acontece. É muito comum, em uma situação de constrangimento, uma pessoa ficar env ergonhada e sentir o rosto esquentar e ficar vermelho, especialmente na região das bochechas. A ruborização, como é chamada essa v ermelhidão por constrangimento, é comandada pelo sistema nerv oso simpático. É uma reação inv oluntária, ou seja, não há como induzi-la, só ocorre em situações nas quais a pessoa se sente constrangida ou envergonhada. Quando ocorre uma situação constrangedora o nosso organismo libera adrenalina, hormônio que age como um estimulante natural, gerando uma gama de efeitos, entre eles o da ruborização. A adrenalina quando acionada acelera a respiração e o batimento cardíaco, além de dilatar as pupilas, retarda o processo digestivo de modo que a energia seja direcionada para os seus músculos. Esse conjunto de efeitos são os que geram o choque que o indiv íduo sente quando constrangido. Esse hormônio também faz com que os v asos sangüíneos dilatem com finalidade de fav orecer o flux o de sangue e o transporte de oxigênio, resultando na ruborização. Abraço a todos os leitores e até semana que vem,

JONATHAN DOMI NGUES DE SOUZA (TATO) Pastor da Igreja Presbiteriana Independente Graduado em Teologia pelo CESUMAR e Graduando em Psicologia pela UNIFENAS

Você domina ou é dominado? Olhando um a charge no facebook, v i um filho perguntando ao pai: O que é que um hom em faz? O pai respondeu: protege a casa, cuida do dinheiro e im põe respeito. Então, o filho disse: Assim , quando eu crescer, quero ser um hom em igual à m am ãe. Quando pensam os em dom inação, logo v em os a luta entre gêneros, a questão dos poderes político e religioso e a discussão sobre o tem a segue adiante. Mas, essa sem ana, gostaria de pensar um pouco com v ocê sobre um olhar da Psicologia Social que diz: Dominar é quando eu roubo a capacidade do outro. De certa m aneira, ninguém é totalm ente liv re. Existe um a dualidade em ser dom inado e dom inar. Em um lugar v ocê dom ina e no outro acaba sendo dom inado. O a póst ol o Pa ul o n os m ostr a q u e e xi ste um a dualidade conceituada entre a carne e o espírito. Na carta aos Gálatas cap. 5 ele diz que existe um a luta interna que dev e ser considerada, pois o que dom inar v ocê v ai refletir nas suas atitudes diárias entre o agradar a Deus e o pecar contra Deus. Você precisa escolher quem v ai dom inar sua v ida, se a carne ou o espírito. A bíblia diz que a carne cogita as coisas da carne, m as que o espírito cogita as coisas do espírito. Então v ocê pode dizer: m as é m uito difícil dom inar a carne. Então, dê um a olhadinha no que Paulo escrev eu em I Coríntios 6 .1 2 : Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas. Não podem os sim plesm ente dizer que som os dom inados e que não existe um a m aneira de v encer a carne, afinal a carne é fraca. A bíblia nos diz que a carne é fraca e que o espírito é forte. Quem v ai dom inar e ser dom inado em sua v ida só depende de v ocê. Ou v ocê rouba a capacidade da carne dando lugar ao espírito, ou v ocê rouba a capacidade do espirito e deixa a carne dom inar. Qual é o m elhor para dom inar e ser dom inado em sua v ida? Jesus disse que: pelos frutos conhecereis a árv ore. Assim , faça um a boa escolha.

FALECIMENTOS 25/10 - JOSÉ DE ARIMATÉIA ROCHA, 58 anos, casado, natural de Fam a-MG. Filho de Ev andro de Oliv eira Rocha e de Mariana Augusta Rocha. Residia na Rua J osé Constâncio da Silv eira, 2 1 5, centro, Alfenas-MG. Deixa os filhos: Marcela e Luiz Eduardo. 25/10 - MANUEL ALEXANDRE, 7 5 anos, casado, natur al de Serra nia-MG . Fil ho de Alexan dre Ana stáci o e de Rosária de Jesus. Residi a na Rua Américo José da Silv a, 1 71 , bairro Vila Esperança, em Alfenas-MG. Deixa os filhos: Carlos, Marli, Marilda, Marisa e Solange. 26/10 - MARCOS ANTÔNIO SOUZA, 3 8 a nos, ca sado, n atur al de A lfe nas-MG. Fi lho de Tere za augusta de Souza. Residia na Rua Duque de Caxias, 1 1 87 , centro, Alfenas-MG. Deixa o filho Antônio Marcos. 29/10 - JOSÉ AUGUSTO DE SOUZA, 9 2 anos, v iúv o, natural de Alfenas-MG. Filho de Pedro Arcanjo de Souza e de Augusta Miranda de Souza. Residia na Rua Marcial Júnior, 1 7 8, centro, Alfenas-MG. Deixa os filhos: Maria Aparecida, Margarido, José Miguel, Marta, Augusta, Henrique, Dagm ar, Pedro, Salete, Milane, Áurea e Josefina. 29/10 - OVÍDIO FERREIRA CARDOSO, 55 anos, casado, natural de Alfenas-MG. Filho de José Ferreira de Souza e de Guiom ar Cardoso de Souza. Residia na Rua Plat ina, 1 3 8, Macha do-MG . Dei xa os filh os: Sarah, Raíssa e Yara. 30/10 - PEDRO PAULO CSIZMAR DE OLIVEIRA, 4 1 anos, casado, natural de Alfenas-MG Filho de Pedro Canuto de Oliv eira e de Maria Isabel Csizm ar de Oliv eira. Residia na Rua Tiradentes, 2 87 5, bairro Jardim São Carlos, em Alfenas-MG. Deixa os filhos: Rafael e Gabriela. Gent ileza: Funerárias São José, São Pedro e Municipal

EDIÇÃO COMPLETA - JORNAL DOS LAGOS - 09 DE NOVEMBRO 2013  

*Presidente da FETA é agraciada com medalha Ordem do Mérito Legislativo; *Corrêa acelera para o título europeu; *Movimento pede soluções par...

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