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Bragança Paulista

Sexta 5 Agosto 2011

Nº 599 - ano X jornal@jornaldomeio.com.br

jornal do meio

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Para Pensar

Mons. Giovanni Barrese

Manhã de sábado, 30 de julho. Passando pela praça central de Atibaia sou abordado por uma mulher, ainda jovem, acompanhada de um menino de uns quatro anos. Ela se aproxima. “Moço! O senhor tem uma moeda pra me ajudar a comer alguma coisa?” Eu não tinha nada no bolso. Tinha ido à igreja buscar uns documentos. Desculpei-me. E perguntei onde morava. Queria providenciar, chegando em casa, alguma bolacha ou fruta, algo que ajudasse a aliviar a fome do momento e alguma coisa para cozinhar depois. Para minha surpresa ela respondeu: “Não precisa se preocupar. Eu moro em (omito o nome da cidade) e vim passear com meu filho!” Fiquei olhando meio abobado. Como é que uma mãe sai de casa, para passear com filho pequeno e não cuida de algo tão importante como alimento? Fatos assemelhados devem acontecer todos os dias e na vida de todo mundo. Esses, de alguma forma, são simples. O que me leva a escrever esta reflexão está num fato muito maior e complicado. Se até o dia dois de agosto (terça feira

Expediente

Sempre posso fazer alguma coisa da semana em que este artigo é publicado) o Congresso dos Estados Unidos não entrar em acordo sobre seu planejamento econômico, na proposta do presidente Barack Obama, supõe-se um abalo fortíssimo na economia mundial. A questão, dizem os jornais, é mais política que econômica. Não haverá inadimplência americana. Não tenho, no entanto, competência para entrar em análise dos fatos e, certamente, os leitores têm melhores meios e analistas para entender o assunto. Fico nas entrelinhas do que poderia acontecer. Alguém já disse que o sistema capitalista é como uma cobra que come sua cauda. Trocando em miúdo pode-se dizer que o sistema de capital fez com que o dinheiro se se torna coisa viva, geradora de si mesmo. Hoje muito mais evidente. Com os avanços da tecnologia, especialmente nas áreas da informática e da comunicação, o agir das bolsas de valores não conhece parada. Nas vinte e quatro horas de todos os dias os investimentos são feitos. O dinheiro tornou-se virtual e passa-se de um lado a outro do mundo num simples

apertar de botões. Essa realidade é conhecida de todos. Para que o dinheiro passe daqui para lá e de lá para cá são necessárias ações que visam sempre o ganho e a reparação de perdas. A conclusão mais simples é que se alguém deixar de pagar será pressionado a fazê-lo. Endividar-se-á mais. Até o limite de não mais ter condições. Estamos vendo esse quadro nas crises vividas pela Grécia, Espanha, Portugal, Itália, etc... Até onde se poderá apertar? E na hora que não se puderem honrar os débitos e empréstimos feitos? Essa situação da economia mundial me colocou na direção da proposta feita pelo Evangelho de Mateus (14,13-21). Olhando o povo Jesus teve compaixão e chegando a hora de tomar alguma refeição não concordou naquilo que os discípulos sugeriram: que as pessoas se virassem para arrumar comida. Jesus disse: “Deem vocês mesmos de comer a essa gente”. O susto tomou conta. Com o pouco que tinham como alimentar todo mundo? Jesus recebe o que eles têm: cinco pães e dois peixes. O donativo leva o número sete. Significa na Bíblia tudo. Jesus

recebe tudo o que a comunidade dos seus têm. E a partir desse tudo, que aos olhos humanos é pouco, a partilha se concretiza. E comem todos. E sobram pedaços. Neste quadro se insinua o grande tema da partilha. Única atitude capaz de gerar alimento para todos. Trazendo para a realidade econômica que o mundo vive nós vemos a lição. O sistema que criamos nos separa em possuidores e despossuídos. Em poucos ricos e muitíssimos miseráveis. Em quem tem muito e quem não tem nada ou quase nada. Em ganhadores e perdedores. Nos torna quase que insensíveis e não responsáveis diante das tamanhas diferenças entre os seres humanos e nos faz jogar nas costas dos governos a decisão do socorro à dignidade humana ferida. Creio que uma primeira lição que podemos tirar é que cada um de nós é responsável por aquele irmão ou irmã que se apresenta diante de nós em estado de carência. Eu não posso, sozinho, resolver o problema do mundo. Mas posso resolver o problema daquele que está diante de mim. Naquilo que me for possível fazer e agilizar.

Jornal do Meio Rua Santa Clara, 730 Centro - Bragança Pta. Tel/Fax: (11) 4032-3919 E-mail: jornal@jornaldomeio.com.br Diretor Responsável: Carlos Henrique Picarelli Jornalista Responsável: Carlos Henrique Picarelli (MTB: 61.321/SP)

As opiniões emitidas em colunas e artigos são de responsabilidade dos autores e não, necessariamente, da direção deste orgão. As colunas: Casa & Reforma, Teen, Informática, Antenado e Comportamento são em parceria com a FOLHA PRESS Esta publicação é encartada no Bragança Jornal Diário às Sextas-Feiras e não pode ser vendida separadamente. Impresso nas gráficas do Jornal do Meio Ltda.

Creio que devemos descobrir que o pouco que se possa ter, colocado generosamente como tesouro da bondade coletiva, pode responder à urgência de quem está diante de nós. E nos ajudará a ir formando mentalidade que possa tornar a atividade econômica geradora de recursos disponíveis a todos na medida em que se redescobrir que é o trabalho que deve gerar os recursos que fundamentam a economia. Ela estaria sempre a serviço da criatividade geradora de vida digna sem distinções. Chamemos a isso Utopia. Se a Utopia é perseguida por nós nos ajudará a encontrar saídas para o amanhã. Se não acreditarmos que é possível veremos o dinheiro engolindo a si mesmo e as pessoas.


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Sinal de

Alerta

A dor avisa quando algo não está bem

colaboração SHEL ALMEIDA

A dor é algo incômodo e que atrapalha de tanto remédio.” Em casos específicos, como quem a sente. No entanto é preciso de um paciente com quadro de osteoporose, é lembrar que a dor é biologicamente necessário exames específicos solicitados por necessária, é um sinal de que algo está errado. um médico da área. “Preciso primeiro saber as Na verdade, a dor protege de algo mais sério. condições dos ossos do paciente para depois Ela é um importante mecanismo de defesa começar um tratamento”, fala Renato. O diferencial deste tipo do organismo e de específico de fisioterapreservaçãodavida.É preciso que a dor seja O mau uso da musculatura pia é que a cada nova o quadro do bem interpretada e é um dos fatores que mais sessão paciente é reavaliado. valorizada para que, causam dor “O tratamento é feito assim,sepossachegar conformeaevoluçãodo à sua origem a fim paciente, não se deterde tratá-la adequadaRenato Ishidagd mina quantas sessões mente. A dor tanto serãonecessáriasporque pode ser considerada um sintoma ou manifestação de uma doença, cada paciente tem uma evolução diferente,” quanto pode vir a ser o primeiro sinal de um explica Patrícia. No tratamento Renato utiliza quadro clínico mais complexo. Ela pode ser dois tipos principais de técnicas de terapia classifica em três diferentes tipos: - aguda: a manual, a “Maitland” e o “Shiatsu”. A primeira que se manifesta por um período de tempo e envolve a aplicação de movimentos vertebrais é associada a lesões causadas por inflamação, oscilatórios passivos e acessórios nas articulainfecção ou trauma. Desaparece quando é ções para tratar a dor e a rigidez de natureza tratada de maneira correta de acordo com o mecânica que visam restaurar movimentos diagnóstico; - crônica: a duração é prolongada articulares. Já a segunda é realizada através e quase sempre está associada a um processo da suave pressão com as pontas dos dedos em de doença crônica. As dores crônicas mais pontos específicos do corpo. A terapia manual comuns estão relacionadas com problemas na tem também a função preventiva, ajudando a coluna como artroses e desvios das vértebras melhorar a qualidade de vida do paciente. e doenças ocupacionais que geram esforços repetitivos- recorrente: com curtos períodos de Mitos duração, mas que se repetem com frequência Dois dos grandes vilões causadores de dores ao longo da vida do indivíduo. A enxaqueca é musculares são o colchão e o travesseiro. Pelo a mais comum. menos é isso que muita gente propaga por aí. Renato explica que isso, na verdade, é um mito. Ele explica que real a causadora da dor Terapia manual Os fisioterapeutas Patrícia Borges C. Ishida e é a tensão muscular. “Muitas vezes a pessoa Renato Ishida, explicam que o uso contínuo tem muita dor no pescoço porque é muito de remédios para tratar a dor muitas vezes ansiosa e isso causa tensão. Não é o travesseiro atrapalha mais do que ajuda: “A dor some ou colchão que atrapalham o sono, é você com o efeito do remédio, mas depois volta”, que não está se acomodando direito.” Ele faz fala Patrícia. “Em alguns casos pode prejudicar uma comparação: “Por que crianças pequenas outras áreas, atacar o estômago.” explica Renato. nunca reclamam do colchão ou do travesseiro? “Às vezes a pessoa sente dor na cabeça, mas Porque elas ainda têm flexibilidade muscular, o foco é outro. A dor na cabeça é apenas um sempre conseguem se acomodar.” Os adultos reflexo”, explica. Os analgésicos camuflam a vão adquirindo restrições nos movimentos com real causa da dor, dando a sensação de alívio o passar dos anos, o que prejudica na hora de por determinado período. Passando o efeito do se acomodar para dormir. “O pescoço já perdeu remédio, a dor ressurge e volta a incomodar. a mobilidade, então qualquer travesseiro vai Para tratar a dor de pacientes, Renato utiliza causar incômodo. Depois que a pessoa arrua técnica de “Terapia Manual”, com enfoque mar o pescoço, aí pode escolher qualquer um,” na lesões das articulações e da coluna. A brinca. Quanto aos colchões, Renato diz que avaliação é feita através de uma criteriosa os de espuma ainda são os melhores. “Os de investigação por meio da palpação das áreas mola são feitos para pessoas acima dos 100 lesadas e interrogatório do paciente para se quilos. Quem está abaixo disso, o de espuma chegar ao diagnóstico diferencial. “Através acomoda melhor.” de uma investigação é possível diferenciar as A ansiedade, uma das causadoras da tensão causas das dores”. Renato explica pelo fato das muscular, como Renato explicou, também inervações dos órgãos se originarem na coluna pode causar dores no corpo prejudicando o e os pinçamentos destes nervos causarem sono. “A pessoa não relaxa, os músculos se dores musculares e/ou dores viscerais como contraem”. Para isso, além da terapia manual, uma dor de estomago, por exemplo, muitos Renato utiliza também a acupuntura. “Essa pacientes confundem os sintomas e não buscam técnica ajuda a tratar a ansiedade, o resultado é o tratamento adequado. A terapia manual e a muito bom. Mas em alguns casos o foco massoterapia são especializações da fisiotera- precisa ser psicoterápico,” avalia. pia. A massagem com função terapêutica trata de cada caso especificamente. Pacientes com quadros de insônia, TPM, hipertensão são Para saber mais entre em contato alguns dos que também podem se beneficiar da com os fisioterapeutas Renato e técnica. “O mau uso da musculatura é um dos Patricia Ishida pelos telefones: fatores que mais causam dor”, explica Renato. 11 7897.9792 ou 11 2473.5838 ou A degeneração muscular, compressão e falta de pelo email: patriciabci@ig.com.br lubrificação das articulações são outros fatores comuns. “Nos idosos o desgaste articular é Você pode também acessar o site: maior. Não há cura, mas o tratamento com www.conteudosaudavel.com terapia manual faz com que não precise mais

O casal de fisioterapeutas Renato e Patrícia Ishida. Trabalho com enfoque nas dores da coluna e das articulações

Dor no pescoço pode ser sintoma da ansiedade, de acordo com o fisioterapeuta Renato Ishida

Renato usa as técnicas de terapia manual. “Através de uma investigação diferenciada, consigo descobrir qual é o foco da dor”


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Teen

Moradia e bandejão A vida barata e isolada de estudantes que moram no campus da USP

por BRUNO MOLINERO/MATEUS LUIZ DE SOUZA/FOLHA PRESS

Morando, estudando, comendo e se divertindo dentro da USP, alunos que moram no conjunto residencial da universidade, o Crusp, conseguem passar semanas e até meses sem pisar fora do campus. É o caso de Adonias Lopes, 22, que estuda música. Com a família em Santa Rita do Sapucaí (MG), ele conta que já ficou um mês sem sair da USP. “O grande problema é a grana, aqui as coisas são mais baratas”, diz. Os estudantes de famílias pobres que passam em uma triagem com assistentes sociais são alojados em apartamentos com pequenos quartos individuais, que abrigam no mínimo três pessoas. Em geral, calouros precisam esperar por uma vaga em um alojamento coletivo durante alguns meses. Os estudantes não pagam aluguel, água, luz, telefone ou internet. Há ainda quadras, piscinas, museus, cinema e caixas eletrônicos à disposição, assim como café da manhã (R$ 0,60), almoço e janta (ambos por R$ 1,90) no bandejão -leia mais à direita. Vários dos alunos têm bolsas de pesquisa ou trabalho nas próprias unidades da USP. “O isolamento acontece muito por causa da faculdade também. Estou cheio de trabalhos, peguei muitas matérias, estou quase surtando. No próximo semestre, vou tentar conhecer mais São Paulo”, diz Adonias. Renan Pinheiro, 20, que faz letras, é outro que já ficou um mês sem pisar fora da USP. Vindo de Bauru, vivencia diariamente o confinamento da universidade. “A gente fica ilhado. Antes de vir para cá, tínhamos vontade de fazer um monte de coisas em São Paulo. Agora que estamos aqui, não saímos.” Nem mesmo para se divertir é preciso sair: basta comprar umas cervejas e escolher um apartamento. É o que geralmente acontece quartas e quintas-feiras à noite no apartamento 311 do bloco A, quando amigos se reúnem para improvisar um som no corredor. Há ainda festas nas unidades da USP, onde a lata de cerveja gelada não costuma custar mais de R$ 2.

Veteranos

Entre os moradores do Crusp, há também estudantes mais velhos, como Leandro Paixão, 43, que faz letras. A última vez em que ele botou o pé fora da USP foi no ano passado. Não saiu da Cidade Universitária mesmo quando quebrou seus dois pés. Buscou atendimento no HU (Hospital Universitário). Também mais velho é Celso Borzani, 49, cujo maior tempo “embarcado” foi de três meses. Ele está concluindo a graduação em geografia,

com o filho mais velho já na faculdade. “Quando me separei, depois de vinte anos de casado, fui morar com meu pai. Só que ele me expulsou de casa. Aí, vim parar no Crusp.” Celso decidiu prestar vestibular quando perdeu o emprego, há oito anos. Hoje, é estagiário em geoprocessamento dentro da universidade. “Aqui é um ‘trampolim social’. A gente fica quatro ou cinco anos sem gastar nada.”

Arroz do bandejão é soltinho, mas óleo demais estraga o bife

por MARINA FUENTES

Comida feita em grande quantidade e subsidiada para custar R$ 1,90 por cabeça. Fui almoçar no bandejão central da USP sem grandes expectativas. Ele atende funcionários e estudantes, que fazem filas que dão a volta no prédio. O motivo do sucesso é o preço. Quem pode gastar mais, corre para a FEA e come em um restaurante por quilo, com preço de almoço executivo, tido como “rango de playboy”. A comida do bandejão varia conforme o dia. Quando fui almoçar na USP, foi servido um menu trivial: arroz (agulhinha, soltinho), feijão carioca (sem muito tempero), abóbora refogada (o melhor item do prato) e um triste bife, de indecifrável corte, esturricado pela fritura em excesso de óleo, que escorria no fundo da bandeja. Fiquei comendo e pensando de quantas formas a carne poderia ter sido melhor aproveitada (picadinho, por exemplo). Há alternativas bacanas para os naturebas: arroz integral e proteína de soja (aí sim, na forma de uma gororoba daquelas). Para acompanhar, suquinho artificial (mas bebível) de vários sabores, com e sem açúcar, oferecidos à vontade em máquinas de refresco. Há ainda salada de alface, cortada em processador (para temperar, vinagre e sal), e uma saudosa gelatina de uva como sobremesa. Não pode repetir, mas, se pedir, a “tia”, mesmo com cara feia, lota a bandeja. Com fome, ninguém sai. Estivesse em uma cerâmica branca e servida em ambiente menos triste, a comida passaria por prato de padaria “ok”. Mas em um cenário com paredes descascando, bandejas de metal retorcidas pelo tempo e cães baldios nos corredores, não há comida fácil de engolir. MARINA FUENTES é jornalista especializada em gastronomia e foi ao bandejão central da USP a convite da reportagem

O estudante Weber Danilo Pereira, 20 em seu apartamneto no alojamento da cidade universitária a CRUSP, na USP, especial da Folhateen mostra a vida dos universitários na USP em São Paulo

Os estudantes ( esquerda) Adonias Calebre,22 Craolina Andrade,24 ( centro) e Willina Billi, 29 ( dir) tocam em seu apartamento no alojamento da cidade universitaria a CRUSP, na USP


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Casa & Reforma

Locação

Alta de preços torna locação a escolha mais vantajosa por CRISTIANE CAPUCHINHO/Folhapress

Quem tem dinheiro para comprar um imóvel pode fazer melhor negócio com a locação. Embora pareça um contrassenso, esse é o cenário atual em certas áreas da cidade de São Paulo. Com imóveis valorizados para a compra e aluguéis que nem sempre batem a taxa de retorno de 0,5% do preço do bem, ficar em um alugado e investir o dinheiro pode ser a melhor decisão financeira. A conta a ser feita diz respeito ao rendimento do dinheiro aplicado. “Em um momento de alta do mercado, os preços de compra são altos, e a rentabilidade do aluguel, comparada à de outros investimentos, fica comprometida”, diz Ricardo Rochman, professor da FGV-SP (Fundação Getulio Vargas). A poupança rende hoje 0,6% ao mês. Um dois-quartos usado de 82 m em Pinheiros (zona oeste) sai, em média, por R$ 641 mil, em pesquisa da Brasil Brokers. O metro quadrado médio do novo dessa tipologia na região custa R$ 9.041 - dado da consultoria Geoimovel- , ou seja, a unidade de 80 m sai por R$ 723 mil. Um apartamento de mesma área na rua Arruda Alvim pode ser locado por R$ 2.600 mensais, segundo a Lello Imóveis “”ou 0,4% do preço do novo ou do usado. “A decisão racional seria simples. Tenho R$ 400 mil, aplico o dinheiro e vivo de aluguel”, avalia William Eid Junior, professor da FGV-SP.

Comprar é opção para quem não poupa

Parcela de imóvel pronto com valor semelhante ao do aluguel é possibilidade de constituir patrimônio familiar Bairro escolhido para moradia precisa ser avaliado também como rendimento na hora

da aquisição do bem A comparação entre a taxa de retorno do aluguel e a rentabilidade de outros investimentos é válida para quem pode dispor de todo o capital no momento da aquisição. “Se a pessoa não tem o dinheiro na mão e vai para o financiamento, comprar é uma boa alternativa porque ela acumulará capital imobilizado”, considera William Eid Junior, professor da FGV-SP. No caso da compra de um imóvel pronto, a parcela pode ser comparada ao gasto mensal com aluguel. Assim, parte do pagamento vira bem patrimonial da família. Foi a reflexão que fez o analista de recursos humanos Lothar Schoneborn, 51. Usando seu FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), Schoneborn deu entrada em um imóvel na Vila Matilde (zona leste). “Decidi comprar o imóvel aproveitando o fato de o financiamento estar muito em conta. Se fosse alugar, a prestação que eu pago seria quase o valor do aluguel”, diz. “As taxas de financiamento estão ligadas à TR [taxa referencial]. Não computam a inflação, o que torna barato o crédito”, cita Bruno Gama, diretor de operações da empresa de crédito Credipronto. No cálculo comparativo para a decisão, deve entrar o valor do aluguel nos próximos três anos -período do contrato-, considerado o aumento anual de acordo com o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado). Também deve ser levado em conta o valor pago no financiamento e sua correção pela TR. A intenção é que o comprador considere o valor das parcelas no futuro e se poderá se endividar a longo prazo. Tudo isso só é válido se a compra for feita a um preço interessante. É preciso buscar o valor do metro quadrado na região tanto do novo como Foto: Ze Carlos Barretta/Folhapress/Folhapress

Daniel Dias (dir.) e Leonardo Henrique Cardoso decidem qual a melhor opcao entre comprar ou alugar um imovel Foto: Luiza Sigulem/Folhapress/Folhapress

Cristiane e Renato competem por espaço na cama de solteiro. Eles estão noivos, vão casar em Setembro e precisam comprar casa até 15 de julho mas não estão conseguindo encontrar imóveis

do usado e verificar o aluguel na mesma área. “Nem sempre o lugar de moradia é um bom lugar de investimento”, avalia Gama.

Bairro ao lado

Quem não tem recursos para comprar imóvel na região em que aluga pode adquirir um em local menos valorizado e usar o aluguel desse bem como renda. Nesse caso, é importante estudar a rapidez de ocupação no bairro de compra, a taxa de retorno no aluguel da região e a possibilidade de valorização em geral impulsionada por melhoras na infraestrutura do lugar. “Quando você usa o imóvel como investimento tem que se manter sempre atento às condições do bairro. O ideal é trocar por regiões com melhor potencial de valorização sempre que necessário”, indica José Roberto Federighi, diretor de operações da imobiliária Del Forte Frema.

Parâmetros para a decisão

Se a reserva financeira é suficiente para a compra do imóvel desejado Preço de imóveis à venda na região, valor dos aluguéis e taxa de retorno Ao comparar o valor do imóvel em bairros semelhantes, verifique se há margem para valorização Considere o rendimento do valor poupado em outros investimentos Seja realista sobre sua capacidade de poupança Fonte: professores de economia

Análise

Após três anos de alta, preço de imóvel pode cair a partir dos próximos meses por LUIZ CALADO

Um esquilo busca avidamente sua noz na animação “A Era do Gelo”. Com a mesma obstinação, muitos focam cegamente a realização do sonho da casa própria. Mas, considerando o atual nível de preços dos imóveis, é mais vantajoso comprar ou alugar? A decisão é complexa porque extrapola a esfera das finanças -que já é complicada. Emocional, a decisão tem como pano de fundo as sensações de status e segurança. Do ponto de vista financeiro, as condições atuais tornam o aluguel mais vantajoso, já que o reajuste não acompanhou a valorização abrupta dos imóveis. Hoje é possível alugar um residencial por menos de 0,6% do preço de mercado do imóvel. Considerando uma aplicação (CDB, fundo DI ou Tesouro Direto, por exemplo), com rendimento de 0,85%, já descontados os impostos, quem tem no bolso o suficiente para pagar o imóvel à vista pode, em vez de comprar, alugar um local semelhante e obter ganho. Além disso, quem compra agora pode cometer o grave erro de comprar na “alta”. Os preços dos imóveis também estão sujeitos a oscilações. Após três anos de aumentos consecutivos, já estamos perto do ápice da valorização. Ou seja, os valores dos imóveis podem cair nos próximos meses. Outro fator a ponderar são os custos de transação (como cartório e impostos), que chegam a 6% do valor do bem. Se o período de ocupação for inferior a sete anos, não haverá tempo para diluir esses custos, cobrados à vista. Tudo isso não significa que a compra de um imóvel no atual cenário é, por definição, ruim. Trata-se de um sonho a realizar. No entanto, é preciso evitar a precipitação do esquilo que quer sua noz a qualquer custo. Ninguém deseja ver suas finanças entrarem na era do gelo. LUIZ CALADO é vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças e autor de “Imóveis” (ed. Saraiva)


7 Comportamento

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Lama online

Com escândalos virtuais em alta, Google lança ferramenta para monitoramento de reputação; você controla a sua? por GUILHERME GENESTRETI/Folhapress

Tudo o que você coloca na internet pode ser usado contra você. Fotos de um momento festivo, discussões, tuítes atravessados. E há pouco espaço para voltar atrás, como percebeu tarde demais o congressista americano Anthony Weiner, após o mundo ver suas cuecas no Twitter. “Nem com todo dinheiro do mundo é possível limpar uma reputação manchada na internet”, diz o perito digital Wanderson Castilho, da E-Net Security. A exposição virtual e a velocidade da web mudaram o conceito de reputação. “Nossa imagem está mais vulnerável. Pode ser confrontada com o que postamos”, diz o sociólogo Sergio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC. O conceito de reputação virtual não poderia estar mais em alta. O Google acaba de lançar uma ferramenta, a “Eu na Web”, para que o usuário monitore o que falam dele por aí. Há quem ganhe para cuidar da imagem alheia e limpar um passado virtual, como Owen Tripp, cofundador da Reputation.com, com sede nos EUA. “Temos 160 empregados especializados em reputação online. Monitoramos publicações, fazemos relatórios e enviamos alertas”, disse à Folha. A limpeza de rastros pode custar de US$ 100 a US$ 10 mil, diz Tripp. No Brasil, José Milagre, perito digital da Legaltech, diz que conserta até imagem de morto. “Trabalhamos com conteúdos positivos que empurram os resultados ‘negativos’ para baixo.” Trocado em miúdos, significa manipular os resultados do Google para que os dados positivos da pessoa apareçam no topo de uma pesquisa. Mas há casos que nem peritos resolvem. Que o diga a apresentadora de TV Rose Leonel, 41, de Maringá (PR). Há cinco anos, fotos em que ela aparecia nua foram publicadas em 7 milhões de sites pornôs pelo mundo. Segundo Rose, seu ex-namorado disparou 15 mil e-mails com as imagens para os moradores de Maringá. “As pessoas me olham, eu já sei o que pensam. Não me olham como vítima. Condenam quem está exposto e não querem saber quem foi que expôs.” A apresentadora perdeu o emprego de colunista social. Em 2010, o ex foi condenado a um ano e 11 meses por difamação, mas recorreu. Rose quer criar uma ONG para dar apoio jurídico e

psicológico a mulheres que passaram pelo mesmo problema. E ainda há mais de 780 mil links relacionando pornografia ao seu nome, segundo o perito Castilho, que cuidou do caso. “Se o escândalo é muito grande, é impossível limpar. Eu digo: ‘Rose, seus netos verão você nua.’”

Barraco De Sorocaba A auditora fiscal Juliana Leite, 34, ficou conhecida pelo “Barraco de Sorocaba”, vídeo postado por sua rival no YouTube, em julho de 2010. Na gravação, Juliana é confrontada e apanha da então amiga, a advogada Vivian de Oliveira, 35, que a acusa de ter um caso com seu marido. “Foi uma humilhação. Na época, nem saía na rua.” Vivian está sendo processada por danos morais. O vídeo original já foi retirado do ar, mas há paródias no YouTube - a mais popular tem 142 mil visualizações. É difícil prever a repercussão de uma postagem na rede. “Ainda não dominamos essa linguagem”, diz a psicóloga Rosa Maria Farah, da PUC-SP. Segundo Farah, isso justifica alguns deslizes e escândalos. Outra hipótese é a de que, quando estamos online, perdemos um pouco a capacidade de crítica. “Há uma sensação de anonimato e privacidade quando se está online. É comum as pessoas entrarem em estado alterado de consciência, semelhante ao sonhar.” Para a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Hospital das Clínicas de SP, gostamos mesmo de aparecer. “Queremos vender uma identidade.” O problema é confundir o íntimo com o social e tornar público o particular, segundo ela. “Usamos as redes sociais como se fossem nosso quarto. Há uma deturpação da noção de intimidade.” Owen Tripp diz mais: “O que antes escreviam na porta do banheiro vai hoje para o mural do Facebook.” E há um preço a pagar. A advogada Patricia Peck, especialista em direito digital, diz que falta a todos uma noção do risco real na internet. “As pessoas podem falar o que pensam, mas respondem pelo que dizem.” Faça a conta: se você tem 200 amigos no Facebook e cada um também tem 200, uma postagem sua pode chegar a 40 mil pessoas que você nem tem ideia de quem sejam. Assustador, não? Mas não é preciso apagar o perfil em todas as redes sociais. Alex Primo, professor de comunicação da UFRGS, diz que é possível separar o profissional do pessoal em redes sociais com listas e configurações de privacidade. Mas reconhece que a internet é um convite à exposição. “Quanto mais você se expõe, mais vantagens pode receber. Só posso usar ferramentas do Google se der Modelo Amanda Naramodelo com lama no corpo os meus dados. O Facebook só é divertido quando atualizamos.” Foto: Túlio Grespan/Folhapress Foto: aaa/Folhapress


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Antenado

Paulo Roberto Pires Jornalista e editor vence “bloqueio do segundo livro’ e, inspirado em Vila-Matas, lança romance após 11 anos

por FABIO VICTOR/Folhapres

O jornalista e editor Paulo Roberto Pires leva a vida entre livros. Lê muito e desorganizadamente. Acumula volumes sem saber por quê. Escrutina vida e obra dos autores favoritos. Coleciona caderninhos de notas, quase sempre em branco. Quando os usa, anota errática e compulsivamente, registra trechos e citações, rascunha ideias, projeta livros que não passam de esboços. Antes de enlouquecer, transformou a obsessão num romance. ‘Se Um de Nós Dois Morrer’, publicado pela Alfaguara, é o prontuário de um doente de literatura. Alter ego de Pires, o protagonista, Théo, morre no começo do livro e orienta postumamente a ex-mulher, Sofia, a se vingar do maior responsável por sua moléstia: Enrique Vila-Matas. Foi o escritor espanhol quem lhe transmitiu duas enfermidades, o ‘mal de Montano’ (ausência de limite entre o escrito e o vivido) e a ‘síndrome de Bartleby’ (que acomete os que estão impregnados de literatura mas não escrevem, ou renunciam de repente à escrita). A soma das duas é a ‘síndrome de Vila-Matas’, da qual sofre Pires (ou Théo). Sofia tem de fazer chegar ao espanhol uma pasta com os escritos de Théo, pois só um ‘colecionador de esquisitices literárias’ como ele poderia ver sentido naquilo. Na pasta estão cartas não enviadas sobre a internação de Théo numa clínica de reabilitação em que os pacientes são confinados para ‘não fabular ou cair na tentação de narrar’ (escrever é proibido). Os papéis trazem ainda rudimentos de contos, diários e curiosidades sobre outros escritores doentes. Seria então a intenção de escrever parte da escrita,

Foto: Pedro Carrilho/Folhapress/Folhapress

e o esboço de livros, literatura? ‘Interessa tanto o que a pessoa não escreveu quanto o que escreveu’, diz Pires à Folha. ‘As margens do escritor são muito importantes. O rascunho, o não feito, o fracasso são dados valiosos.’ Nascido em 1967 no Rio, Paulo Roberto Pires é editor da revista de ensaios ‘Serrote’ (do Instituto Moreira Salles) e professor de Comunicação da UFRJ. Trabalha com literatura desde 1985, quando, aos 18, começou a fazer resenhas para o ‘Jornal do Brasil’. Foi editor na Planeta e no grupo Ediouro. Publicou o primeiro romance em 2000 (‘Do Amor Ausente’, Rocco). Diz que, nos 11 anos até este segundo, teve certeza de que não conseguiria. ‘Você vai batendo na parede. Talvez seja porque sempre trabalhei com isso, [fui] ficando intoxicado.’ O mesmo ocorre com Théo no romance. Pires admite que no personagem há ‘uns 80%’ de si próprio. Tal qual o autor, Théo é tarado por Walter Benjamin (1892-1940), de quem possuiu uma coleção admirável (uma ‘benjaminiana’). Ambos viajam muito a Paris, onde, aliás, passa-se o divertidíssimo começo do romance. Seguindo as orientações póstumas de Théo, Sofia espalha as cinzas dele por entre túmulos ilustres do cemitério de Montparnasse. Dali em diante, Pires não perde a mão. Com tino e estilo de escritor de verdade, ordena os cacos de literatura espalhados pelas páginas e cria um romance satírico que só no delírio do autor estaria fadado ao fracasso. SE UM DE NÓS DOIS MORRER AUTOR Paulo Roberto Pires EDITORA Alfaguara QUANTO R$ 36,90 (124 págs.)

O jornalista e editor Paulo Roberto Pires, na Gávea, Rio de Janeiro. Ele estão lançando o seu segundo romance, “Se um de nós dois morrer”, pela Alfaguara. O livro é uma divertida brincadeira com os que sofrem do “Mal de Montano”, uma síndrome criada pelo escritor espanhol Enrique Vila-Matas e que acomete os que não conseguem separar a vida da literatura

Jodinaldo Ubiracy de Azevedo Pinheiro - há 17 anos na Sabesp

Onde você vê obras, a Sabesp vê qualidade de vida. Se você passar de dia ou à noite pela Avenida Imigrantes, esquina com a Avenida Europa, ou pela Rua José Gomes da Rocha Leal vai encontrar obra da Sabesp. Tem obras por toda parte. Tudo isso para levar mais água tratada e rede de esgoto até a porta da sua casa. A coleta de esgoto preserva o meio ambiente e evita uma série de doenças, principalmente entre as crianças. Mas enquanto as obras não ficam prontas, contamos com a sua compreensão. Já, já tudo isso acaba, o esgoto vai embora e a saúde fica. É a Sabesp e a Prefeitura de Bragança Paulista construindo uma cidade melhor para todos. Sabesp. A vida tratada com respeito.


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Informática

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Tecnologia

Esquema Novo HTML5 fortalece aplicativos baseados na web para tablets e smartphones

por EMERSON KIMURA/Folhapress

Ele tem o apoio de gigantes como Apple, Facebook, Google e Microsoft. É usado em versões eletrônicas de veículos importantes como o “New York Times”, o “Financial Times” e a “Playboy”. E pode ajudar no fortalecimento da web. É o HTML5. Ele é a próxima grande versão do HTML, linguagem predominantemente usada na construção de páginas na web. Seus recursos possibilitam a criação de conteúdo mais rico e poderoso na rede. O HTML5 e outras especificações modernas permitem usar a web para, por exemplo, reproduzir áudio e vídeo sem plug-ins (software adicional), armazenar dados para tarefas off-line e usar informações de geolocalização. Em muitos casos, o HTML5 é uma tentativa de padronizar recursos já bem difundidos na web, possibilitando que diferentes navegadores processem códigos de maneira mais inteligente e semelhante, facilitando o trabalho dos desenvolvedores e gerando uma experiência mais agradável para os usuários. A atual evidência do HTML5 deve-se, em boa parte, à popularidade das plataformas móveis (smartphones e tablets), cujos aplicativos nativos (desenvolvidos especificamente para cada plataforma) conquistaram usuários e desenvolvedores. Estes, pelo dinheiro. Aqueles, pela boa experiência de uso. Esse modelo --consolidado pela Apple-- deu tão certo que a “Wired” chegou a estampar em sua capa: “A web está morta”. A internet passaria a ser usada predominantemente por meio de aplicativos nativos, não por sites e web apps (aplicativos baseados em tecnologias para web, acessados pelo navegador). E o que o HTML5 tem a ver com isso? Ele está ajudando a web a se manter viva. E com ajuda, ainda que acidental, da própria Apple. Suas regras para aplicativos na App Store levaram o “Financial Times” e a “Playboy” a lançar web apps em HTML5. O Facebook segue pelo mesmo caminho. Assim, fogem das regras da Apple. É uma alternativa possível porque o

HTML5 permite a criação de web apps poderosos, com experiência de uso cada vez mais próxima da oferecida por aplicativos nativos. Hoje, os web apps ainda são limitados em relação aos nativos, mas a concorrência deve ficar mais acirrada com a consolidação do HTML5. Para o HTML5 triunfar, porém, não basta ter ferramentas poderosas --é preciso convencer desenvolvedores a usá-las. Por isso, o Google investe na Chrome Web Store, loja de web apps, e no Chrome OS, sistema centrado em web apps. Mas o mesmo Google investe forte no Android, sistema centrado em aplicativos nativos. É uma postura emblemática: hoje, os aplicativos nativos são melhores e mais rentáveis; amanhã, com a evolução dos web apps, o cenário pode ser diferente.

Foto: divulgaçÃo/Folhapress

E eu com Isso?

Web Apps ficam mais poderosos . O HTML5 permite o desenvolvimento de web apps (aplicativos baseados em tecnologias para web) com recursos avançados. Sua consolidação deve permitir a criação de web apps com experiência de uso mais próxima da oferecida por aplicativos nativos (desenvolvidos especificamente para cada plataforma).

Amit Singhal,engenheiro do google,durante evento Foto: Joel Silva/ Folhapress/Folhapress

RECURSOS DO HTML5 E de novos padrões CANVAS Potencializa o uso de gráficos em jogos e animações VÍDEO E ÁUDIO Habilita a reprodução de vídeo e áudio sem plug-ins (como Flash ou QuickTime) APLICATIVOS OFF-LINE Possibilita o uso de web apps sem conexão à internet GEOLOCALIZAÇÃO Permite o uso de informações de localização do usuário

Foto de Ipad da página de jornal americano Foto: Joel Silva/ Folhapress

Foto de Ipad com imagens de garota da Play boy


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Os muranos voltam à moda Muito procurados, os muranos voltam à moda com suas cores e formatos exuberantes Murano, em sua definição mais estrita, é o vidro produzido na ilha de mesmo nome, vizinha à cidade de Veneza, na Itália, onde a técnica para criar verdadeiras jóias de vidro passa de geração em geração, desde o século 12. A tradição ganhou impulso a partir de 1291, quando os artesãos foram obrigados a sair de Veneza e se instalar na pequena ilha, devido ao risco de incêndio, já que a esmagadora maioria dos edifícios da cidade era construída em madeira. De lá para cá, o fascínio que essas peças exercem só cresceu. Queridinho dos profissionais da decoração, os vasos, conchas, centros de mesa e abajures de murano têm o poder de enriquecer qualquer ambiente, graças à grande quantidade de formatos e cores inusitadas. Murano é todo vidro realizado nas mais variadas técnicas - fundido, soprado, moldado, entre outros -, feito na ilha de Murano, na Itália. Assim, não existe murano brasileiro, já que receber o nome há uma condição de localização e não de técnica. O mais correto seria dizer que há peças de vidro nacional com inspiração da ilha de Murano, como por exemplo as famílias que migraram da Itália e usam as técnicas no Brasil, tais como a Molinari, a família Seguso, Cristais São Marcos, todas em Poços de Caldas. Assim são denominados vidros “tipo Murano” Coisa de colecionador O caráter artesanal de cada peça fez com que surgissem muitos colecionadores de murano em todo o mundo. Para eles, o

vidro não é simplesmente uma peça decorativa, mas um objeto de arte. Alguns desses itens, dependendo da antiguidade, da técnica e do artista que o produziu podem custar verdadeiras fortunas. História do vidro Murano A descoberta do vidro é atribuída aos navegadores fenícios quando eles ascenderam suas fogueiras às margens do Rio Belus e o calor fundiu a areia da praia com pedaços de natrão (carbonato de sódio natural, que eles usavam para tingir lã) que foram usados como apoio para esquentar os cozidos. O que se sabe ao certo é que sírios, fenícios e babilônios já trabalhavam com vidro há 4.000 a.C. Porém, a aplicação do vidro como recipiente para armazenamento surgiu por volta de 1.500 a.C com os egípcios, que usaram o material como embalagem para cosméticos. O uso cotidiano se deu em 100 a.C. com a invenção do tubo de sopro pelos fenícios (novamente) e a massificação dos objetos cristalinos pelo Império Romano nesta mesma época. Durante a Idade Média, Veneza passou a ser o centro de desenvolvimento do vidro, ganhando tal importância econômica que o Estado italiano chegou a proibir artesões estrangeiros na cidade e posteriormente transferiu toda a produção vidreira para a Ilha de Murano, em 1291. O objetivo era manter em segredo as formulas e técnicas secretas, transmitidas apenas de pai para filho. No Brasil, a arte italiana teve origem com a chegada do italiano Aldo Bonara em Poços de Caldas/MG, na década de 50, que utilizou a estrutura de uma fabrica de vidro desativado para criar as primeiras peças nacionais no estilo Murano. Fonte: IG-SP


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Opinião Bragança Decor

Cuidados na cozinha Preparar pratos gostosos pode até ser não ser tão fácil. Mas têm alguns cuidados que, se não garantem que o resultado final seja impecável, ajudam bastante. 1- Mantenha as verduras crocantes Verduras ou legumes servidos crus devem ficar em recipiente com água e gelo até o momento de ir à mesa. Dessa maneira, ficam mais crocantes, coloridos, com cheiro e sabor mais discretos. 2- Prefira ervas frescas Vale a pena ter vasinhos de ervas num cantinho da casa. Manjericão, hortelã e salsinha combinam com diversos tipos de alimento e são suficientes para começar a hortinha doméstica. 3- Atenção à higiene dos alimentos Frutas, verduras e legumes devem ser lavados assim que chegam do mercado. Depois de eliminada a terra, precisam ficar de molho durante quinze minutos com água sanitária (1 colher de chá) e água (2 a 3 litros). Depois, basta enxaguá-los em água corrente. 4- Use caldos feitos em casa Caldos caseiros têm sabor suave, não são salgados e dão unidade a pratos. A receita básica pede cebola, cenoura, alho poró, salsão, água, um bouquet garni (louro, tomilho, salsinha e aipo amarrados com folha de alho poró) e quarenta minutos de fogo. Para incrementar, músculo ou carcaça de frango e duas horas no fogão. Importante é tirar a espuma com uma escumadeira durante o cozimento. 5- Escolha o peixe certo Escolher peixes tem regrinhas básicas: o olho tem que estar vivo, brilhante; as guelras laterais, rosadas; o lombo precisa ter a textura de um antebraço humano; e

a película interna da barriga deve estar inteira. 6- Não deixe de branquear os legumes O processo é simples: basta dar uma fervura nos legumes e, em seguida, transferilos para um recipiente com água e gelo. Assim, a clorofila é fixada e as cores do ingrediente se mantêm vivas. 7- Cozinhe as verduras separadamente Cada ingrediente tem um tempo de cocção. Por isso, na hora de cozinhar, nada de botar todos juntos, na mesma panela. 8- Salgue a água de cozimento Os legumes sempre devem ser cozidos em água com sal, que evita que as células vegetais se rompam. Assim, ficam muito mais crocantes. 9- Não deixe o macarrão passar do ponto Para acertar o ponto da massa, basta cortar um pedaço e observar se seu miolo está transparente. Se estiver branco, ainda não está pronta. Quem for servi-la com molho, deve retirá-la do fogo antes de estar totalmente cozida e terminar o processo na panela com o caldo. Dessa forma, ela estará com os poros abertos e pronta para ser “temperada”. Caso fique seca, é só acrescentar um pouco da água de cocção no preparo final. 10- Acerte o ponto do bife O bife deve ser selado dos dois lados, em frigideira ou grelha bem quente, para não perder os sulcos. Depois, abaixe o fogo para chegar ao ponto desejado. 11- Atenção à faca de cozinha Faca cega é o maior inimigo do cozinheiro. Primeiro porque ela, ao invés de cortar, rasga os alimentos. Além disso, pode escorregar e causar acidentes. 12- Respeite o tempo de uso do óleo de cozinha

Começamos o mês com o pé direito. Isso por que trazemos mais um caderno até vocês com muito conteúdo. Pra quem não conhece a origem dos vidros de Murano, vale a pena conferir a matéria da capa e mesmo pra quem já teve a oportunidade confiram, pois é enriquecedora. Na sequência o Bom Gourmet nos traz várias dicas na cozinha e que facilitam a nossa vida. O Espaço Bem Estar vem com dicas importantes de como ter um tênis adequado para seus pés. Pra fechar uma matéria sobre uma tendência incrível: Moringas. Tudo de bom!

Se o óleo soltar fumaça ou espuma no encontro com o alimento, deve ser descartado. A cor também é importante: ele tem que estar dourado e nunca amarronzado. 13- Faça frituras sequinhas Frituras sequinhas pedem óleo quente. Para descobrir se ele está a 180 graus é fácil. Basta colocar um palito de fósforo virgem dentro da panela. Quando ele acender, estará na temperatura. Outro jeito de não errar é jogar um pedacinho do que será frito no óleo. Se ele tocar no fundo da panela e voltar à superfície, está no ponto. Caso não suba ou não toque no fundo, é porque o óleo está muito frio ou quente demais. 14- Refrigere empanados antes da fritura Para uma crosta bem colada no alimento, ele deve ser refrigerado depois de empanado e só então ir para a panela. Quem

fritar o bife logo depois de passar farinha e ovo, corre o risco de servi-lo com casca e carne separadas. 15- Fique de olho na chama do fogão A menos que seja para selar carnes ou reduzir molhos, a chama do fogão deve estar sempre amena. Fogo alto não aumenta a velocidade da cocção, só faz os líquidos evaporarem e a comida queimar. 16- Descubra o vinho ideal para a sua receita Não precisa usar vinho caro para cozinhar. Mas também não dá para usar aquele de garrafão. Uma dica é usar na receita um rótulo de uva similar a do vinho que acompanhará a refeição. 17- Use sempre água filtrada A água filtrada tem menos cloro do que a da torneira. Por isso, seu sabor é neutro e não interfere no sabor dos alimentos.


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Escolher tênis Quando o assunto é tênis, os especialistas são unânimes em afirmar que o calçado adequado pode potencializar ou arruinar um treino esportivo, seja ele amador ou profissional. O valor gasto com o acessório, no entanto, nem sempre compra a felicidade dos pés e das articulações, e isso também se aplica aos novos modelos ou aos “tênis da moda”. “Do ponto de vista de conforto e segurança, os calçados esportivos são o que há de mais importante no treino” diz Kevin Burns, do Conselho Americano do Exercício. Mas nem todos os tênis são adequados para todos os pés ou para todos os treinos, aponta Burns, instrutor de ginástica atuando há mais de 20 anos em uma rede de academias baseada em Minnesota (EUA). É bom ter em mente que os lançamentos recebem a maior parte da propaganda, mas nem todos podem ser apropriados para você, alerta o professor. “Se você tem um arco do pé acentuado, talvez precise de mais absorção de impacto. Eu tenho tornozelos frágeis, então, quando dou aulas, uso tênis de cano médio”. Para encontrar o tênis mais apropriado para suas atividades, nível de condicionamento físico e orçamento, o ideal é procurar a orientação de um professor de educação física ou personal trainer. “Quem trabalha com exercícios físicos usou e testou em condições reais uma grande variedade de calçados esportivos ao longo de suas carreiras. Já um vendedor de loja provavelmente está mais interessado apenas em vender” Os tênis de trilha (chamados em inglês de cross trainers) são os coringas dos calçados esportivos porque podem ser usados sem muito prejuízo por quem costuma variar o treino com frequência. Mas se você pratica uma atividade específica com regularidade – como corrida, tênis, aeróbica ou basquete – é melhor optar por um calçado projetado especificamente para esse esporte. Os calçados esportivos percorreram um longo caminho desde o final do século 18, quando os primeiros sapatos de sola de borracha eram tão grosseiros que não tinham pé direito ou es-

querdo. No entanto, Robert Yang, um treinador de atletas de alta performance de Encinitas, na Califórnia, acredita que a maioria das pessoas ainda usa sapatos que apertam os dedos dos pés ou que são grandes demais. Os tênis, ensina, devem estar de acordo com o tamanho exato dos pés. Antes de comprar qualquer coisa, orientam os dois, manipule os calçados. Agarre-os na área dos calcanhares e dos pés e dobre-os para frente e para trás. “Ele deve dobrar perto do arco do pé porque esse é um ponto de articulação natural”, diz Burns, acrescentando que o tênis, em seguida, deve ser torcido para os lados. “Quanto menos ele torcer, mais suporte lateral aos pés ele vai proporcionar” orienta. Para testar a capacidade de absorção de impacto do tênis, coloque um dos polegares na palminha do tênis, na área do calcanhar, posicione o outro polegar do lado de fora e aperte para ver como solado responde. “Exercícios de impacto pedem mais amortecimento” explica Burns. Embora o calcanhar e os dedos sejam áreas muito suscetíveis a bolhas, nenhum tênis deve apertar, beliscar ou gerar atrito com a pele em área alguma do pé. E por fim, duas últimas dicas: calce os dois pés e caminhe por alguns instantes, para ter certeza de que o tênis está confortável. E nunca, nunca mesmo, vá às compras sem saber exatamente o quanto você calça.


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Moringas

sustentabilidade a seu alcance Cheia de estilo, a peça de cerâmica ou barro volta a enfeitar as mesas e estimular o consumo de água Quem acha que as moringas estão fora de moda está muito enganado. Mais do que nunca, o mercado tem oferecido diversas opções e modelos variados da peça – muitas delas fazem com que o simples ato de beber água fique mais divertido. Uma das fabricantes deste coringa da decoração é a We, que lançou recentemente a vários modelos novos e exclusivos, composta por um recipiente para 750 ml de água e uma tampa, que serve também como pequeno copo arredondado. Mais do que decorativa é prática e ecológica, pois ajuda a reduzir o consumo de garrafas e copos plásticos. A Moringa é desenvolvida inteira-

mente em porcelana branca (sem a utilização de esmalte em seu interior) e também toda de vidro, assim como a mistura de ambos, resgatando a característica original do produto de resfriamento natural da água sem a necessidade do uso da geladeira. Outro ponto interessante está na fabricação totalmente brasileira. Além de lindas, podem fazer parte da decoração em sua mesa de trabalho e fazer com que o velho hábito saudável de beber água seja estimulado em grande estilo, aposentando as nada ecológicas garrafas PET. Essas exclusividades podem ser encontradas na: Maria Pimenta Rua coronel Teófilo Leme, 998 Centro – Bragança Pta – SP 11 4034 2667 contato@mariapimenta.com


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Automóveis

Argolas da ambição por autopress

Os planos de expansão da alemã Audi no mercado norte-americano podem incluir a construção de uma planta nos Estados Unidos. O objetivo é reduzir a fila de espera para a entrega de modelos da marca, que comercializou 101.269 unidades nos Estados Unidos em 2010. As vendas da montadora alemã seguem aquecidas em solo norte-americano, comaumentode15% de janeiro a maio em comparação com o mesmo período do ano passado.

Audi


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PROCLAMAS DE CASAMENTO - CARTÓRIO DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS DE BRAGANÇA PAULISTA - Rua Cel. Leme, 448 - Tel: 11 4033-2119

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DE SÃO PAULO Cidade de Bragança Paulista

Bel. Sidemar Juliano - Oficial do Serviço de Registro Civil das Pessoas Naturais desta cidade e Comarca de Bragança Paulista, faz saber que do dia 20 a 26 de julho de 2011 foram autuados em cartório os seguintes Proclamas de Casamento: Protocolo: 1123/2011 - GUSTAVO POLETTI e RENATA PETTINELLI VERGUEIRO NEVES. Ele cirurgião-dentista, solteiro, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 06/01/1983, res. e dom. à Rua da Liberdade, nº 527, Jardim Santa Rita de Cássia - Bragança Paulista, filho de JOSÉ ROGÉRIO POLETTI e de MARLY GUIMARÃES POLETTI. Ela cirurgiã-dentista, solteira, natural de Espírito Santo do Pinhal, SP-SP, nascida no dia 19/01/1983, res. e dom. à Rua Ana Leite Vieira, nº 85, Jardim Nova Pinhal - Espírito Santo do Pinhal, filha de PLÍNIO VERGUEIRO NEVES e de MARIA CRISTINA PETTINELLI VERGUEIRO NEVES. Observação: Cópia recebida do Oficial de RCPN de Espírito Santo do Pinhal, SP (local onde tramitam os Autos de Habilitação para Casamento). Protocolo: 1105/2011 - RENE ROGATI e TALITA LORENA RUSSI. Ele empresário, solteiro, natural de São Bernardo do Campo-SP, nascido no dia 27/12/1982, res. e dom. à Rua Expedicionário José Franco de Macedo, 574, Condomínio Vila de Espanha, Penha - Bragança Paulista, filho de ANTONIO VALDECI ROGATI e de LOURDES MAZUCO ROGATI. Ela supervisora de créditos, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 10/11/1983, res. e dom. à Rua Expedicionário José Franco de Macedo, 574, Condomínio Vila de Espanha, Penha - Bragança Paulista, filha de JOSÉ ARNALDO RUSSI e de SEBASTIANA CANDIDO DE OLIVEIRA RUSSI Protocolo: 1110/2011 - LICIO ALVES e MARIA LEONILDE ALVES DE OLIVEIRA. Ele lavrador, viúvo, natural de Pedra Bela-SP, nascido no dia 01/04/1953, res. e dom. na zona rural, no Sítio Santa Marta, Bairro do Agudo - Bragança Paulista, filho de JOSÉ APARECIDO ALVES e de DURVALINA DE OLIVEIRA. Ela do lar, divorciada, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 29/04/1956, res. e dom. na zona rural, no Sítio Santa Marta, Bairro do Agudo - Bragança Paulista, filha de GERALDO ALVES DE OLIVEIRA e de JUVENTINA PIRES DE OLIVEIRA Protocolo: 1111/2011 - JOCIMAR RODRIGUES CARDOSO e DANIELE APARECIDA BELTRAMI. Ele motorista, solteiro, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 23/12/1981, res. e dom. à Rua Nove, 36, Green Park - Bragança Paulista, filho de JUMAR APARECIDO SUPRIANO CARDOSO e de IZABEL RODRIGUES CARDOSO. Ela do lar, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 07/10/1987, res. e dom. à Rua Nove, 36, Green Park - Bragança Paulista, filha de NADIRES APARECIDO BELTRAMI e de IRACEMA DE LOURDES ALVES BELTRAMI Protocolo: 1112/2011 - HELIO GONÇALVES LIMA e VERÔNICA ALVES DA SILVA. Ele ajudante geral, solteiro, natural de Jitaúna-BA, nascido no dia 19/04/1982, res. e dom. à Rua Gentil de Matos, 287, Henedina Rodrigues Cortez - Bragança Paulista, filho de ELIAS GONÇALVES LIMA e de GILDETE EVANGELISTA DE ANDRADE. Ela babá, solteira, natural de Ubaitaba-BA, nascida no dia 07/09/1982, res. e dom. à Rua Gentil de Matos, 287, Henedina Rodrigues Cortez - Bragança Paulista, filha de SALVADOR NUNES DA SILVA e de DAMIANA ALVES DOS SANTOS Protocolo: 1113/2011 - RENATO APARECIDO DE SIMONI e MARIA LUIZA MOREIRA DO NASCIMENTO. Ele repositor, solteiro, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 05/01/1988, res. e dom. à Rua Arauto da Silva Villaça, nº 19, Cidade Planejada I - Bragança Paulista, filho de BENEDICTO

APPARECIDO DE SIMONI e de MARIA JOSÉ DE CAMPOS SIMONI. Ela revisora, divorciada, natural de Cratéus-CE, nascida no dia 28/12/1983, res. e dom. à Rua Arauto da Silva Villaça, nº 19, Cidade Planejada I - Bragança Paulista, filha de BONFIM FURTADO DO NASCIMENTO e de ESMERALDA MOREIRA DO NASCIMENTO Protocolo: 1114/2011 - SAMUEL DE LIMA e FRANCIELI CAROLINI VALENÇA SOARES DE JESUS. Ele vigilante, divorciado, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 28/08/1968, res. e dom. à Rua Angelo Longobardi, 98, Cidade Planejada II - Bragança Paulista, filho de FRANCISCO DE LIMA e de MERCEDES FINI DE LIMA. Ela do lar, solteira, natural de Mairinque-SP, nascida no dia 21/04/1992, res. e dom. à Rua Angelo Longobardi, 98, Cidade Planejada II - Bragança Paulista, filha de AUGUSTO APARECIDO SOARES DE JESUS e de APARECIDA ALVES VALENÇA SOARES DE JESUS Protocolo: 1115/2011 - CELSO BUENO DE MEDEIROS e NORAILDES RODRIGUES DA SILVA. Ele mecânico de autos, divorciado, natural de São Paulo-SP, nascido no dia 13/07/1963, res. e dom. à Rua Dom Avelar Brandão Vilela, 159, Jardim Paturi - Bragança Paulista, filho de SEBASTIÃO PATRIOTA DE MEDEIROS e de APPARECIDA BUENO DE MEDEIROS. Ela babá, solteira, natural de Nova Canaã-BA, nascida no dia 21/10/1963, res. e dom. à Rua Dom Avelar Brandão Vilela, 159, Jardim Paturi - Bragança Paulista, filha de JOSÉ RODRIGUES DA SILVA e de ANTÔNIETA BISPO SENA Protocolo: 1116/2011 - TIAGO AUGUSTO BAISI e ELOÁ ARREBOLA DE CAMARGO. Ele comerciante, solteiro, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 26/05/1979, res. e dom. à Avenida Antônio Pires Pimentel, 792, Centro - Bragança Paulista, filho de EUCLIDES BAISI e de ANA MARIA DE MIRANDA BAISI. Ela comerciante, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 23/09/1981, res. e dom. à Rua Coronel Teófilo Leme, 1283, Centro – Bragança Paulista, filha de AVIANO LOPES DE CAMARGO e de ANNA MARIA ARREBOLA DE CAMARGO Protocolo: 1117/2011 - VALTER BENTO RODRIGUES JUNIOR e JULIANA GOMES LUIZ. Ele auxiliar de produção, solteiro, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 13/08/1987, res. e dom. à Rua Gentil Guilherme dos Santos, 101, Parque Brasil Bragança Paulista, filho de VALTER BENTO RODRIGUES e de VALQUIRIA PEREIRA DE CAMPOS RODRIGUES. Ela auxiliar de enfermagem, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 02/11/1983, res. e dom. à Rua da Amizade, 41, Jardim São Lourenço – Bragança Paulista, filha de ADEMIR GOMES LUIZ e de CLARICE PEDROSO DE OLIVEIRA LUIZ Protocolo: 1118/2011 - SAM LOUIS MEREL e SUELI APARECIDA VICENTE. Ele vendedor, solteiro, natural dos Estados Unidos da América, nascido no dia 30/06/1950, res. e dom. em 84-49, 168, St. Jamaica, Nova Iorque, Estados Unidos da América, com endereço nesta cidade à Rua Coronel Afonso Ferreira, 294, Vila Municipal - Bragança Paulista, filho de LITMAN MEREL e de BERTHA MEREL. Ela depiladora, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 13/06/1965, res. e dom. à Rua Coronel Afonso Ferreira, 294, Vila Municipal - Bragança Paulista, filha de JOSÉ VICENTE e de SANTINA CASTOR VICENTE Protocolo: 1119/2011 - ÉVERTON MUNIZ BUENO e VIVIAN SILVA TEIXEIRA. Ele motorista, solteiro, natural de Bragança

Paulista-SP, nascido no dia 03/06/1980, res. e dom. à Rua Holanda, 61, Vila Mota - Bragança Paulista, filho de JOÃO BATISTA MUNIZ BUENO e de SUELI APARECIDA LOPES BUENO. Ela professora, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 04/05/1982, res. e dom. à Rua José Athanásio, 98, Jardim Aracati - Bragança Paulista, filha de JÉZU DEON TEIXEIRA e de MARILENE SILVA TEIXEIRA Protocolo: 1120/2011 - GABRIEL FERNANDO MOREIRA e DAIANE DOS SANTOS ALMEIDA. Ele ajudante geral, solteiro, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 23/01/1991, res. e dom. na zona rural, na Estrada Campo Verde, 45, Bairro Guaripocaba Estação - Bragança Paulista, filho de ANTONIO FERNANDO MOREIRA e de CLEUSA MARQUES DE OLIVEIRA MOREIRA. Ela do lar, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 18/07/1992, res. e dom. na zona rural, na Estrada Campo Verde, 45, Bairro Guaripocaba Estação - Bragança Paulista, filha de ÂNGELO LOPES DE ALMEIDA e de ROSELÍ CRISTINA DOS SANTOS ALMEIDA Protocolo: 1121/2011 - TIAGO RIBEIRO DE SOUZA e MIRIÃ FRAULO BARATELLA. Ele assistente financeiro, solteiro, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 26/06/1985, res. e dom. à Rua José Muniz Bueno, 561, Jardim São Lourenço - Bragança Paulista, filho de JOSÉ CARLOS DE SOUZA e de ROSANGELA APARECIDA RIBEIRO DE SOUZA. Ela técnica em raio X, solteira, natural de São Paulo-SP, nascida no dia 30/11/1984, res. e dom. à Rua Capitão Basílio Vieira da Silva, 111, Padre Aldo Bolini Bragança Paulista, filha de GERSON MAGRINI BARATELLA e de SANDRA REGINA FRAULO MAGRINI BARATELLA Protocolo: 1122/2011 - MARCIO DOS REIS MACHADO e RENATA LOPES CAMARGO. Ele chefe de cozinha, solteiro, natural de Salvador-BA, nascido no dia 04/02/1981, res. e dom. à Rua Treze de Maio, 13, Taboão - Bragança Paulista, filho de CARMOSINO DA SILVA MACHADO e de MARIA LÚCIA DOS REIS. Ela operadora de loja, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 04/02/1987, res. e dom. à Rua Treze de Maio, 13, Taboão - Bragança Paulista, filha de GERSON APARECIDO DOMINGUES DE CAMARGO e de MARIA TERESA LOPES CAMARGO Protocolo: 1124/2011 - RAFAEL DE MORAIS PINTO e DANIELA RAQUEL CACOCI. Ele metalúrgico, solteiro, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 05/03/1986, res. e dom. à Rua José Luso Cordeiro, 251, Jardim São Miguel - Bragança Paulista, filho de FRANCISCO TAVARES PINTO NETO e de MARILY DE MORAIS PINTO. Ela auxiliar administrativo, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 27/06/1979, res. e dom. à Rua Bragança, 110, Jardim Júlio de Mesquita – Bragança

Paulista, filha de ROQUE CACOCI e de MARIA SALETE DA SILVA LOPES CACOCI Protocolo: 1125/2011 - FABIO KOJI KIMISHIMA e MÔNICA TAMAKI. Ele comerciante, solteiro, natural de Atibaia-SP, nascido no dia 18/02/1975, res. e dom. à Rua Coronel Teófilo Leme, 917, Centro - Bragança Paulista, filho de CARLOS KUNIHIKO KIMISHIMA e de YOKO KIMISHIMA. Ela comerciante, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 02/06/1971, res. e dom. à Rua Coronel Teófilo Leme, 917, Centro - Bragança Paulista, filha de TETSUO TAMAKI e de MARILIA THEREZA GUIDI TAMAKI. Observação: Refere-se a Conversão de União Estável em Casamento. Protocolo: 1126/2011 - ERBERT LUIZ CELESTINO e NAIARA ALVES DA SILVA. Ele mecânico, solteiro, natural de São Paulo-SP, nascido no dia 17/02/1987, res. e dom. à Rua Municipal III, 193, Jardim Iguatemi – Bragança Paulista, filho de MARISA DAS GRAÇAS LUCAS CELESTINO. Ela ajudante geral, solteira, natural de São Paulo-SP, nascida no dia 31/08/1989, res. e dom. à Rua Municipal III, 193, Jardim Iguatemi – Bragança Paulista, filha de DORANDY ALVES DA SILVA e de YAIRA ALVES DA SILVA Protocolo: 1130/2011 - JARBAS NERIS MOREIRA e CILENE CARDOSO DE MELLO. Ele auxiliar de mecânico, solteiro, natural de Gurupi-TO, nascido no dia 24/03/1989, res. e dom. à Rua Paraná, 283, Parque dos Estados - Bragança Paulista, filho de OSLÍCIO SOUZA MOREIRA e de LINDONETE NERIS BARBOSA MOREIRA. Ela balconista, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 18/11/1994, res. e dom. à Rua Paraná, 283, Parque dos Estados - Bragança Paulista, filha de MAURÍCIO DA SILVA MELLO e de ROSEMARY APARECIDA CARDOSO MELLO Protocolo: 1131/2011 - WAGNER DE MORAES e PRISCILA FILOMENA DE OLIVEIRA. Ele ajudante extrusor, solteiro, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 06/02/1983, res. e dom. à Rua Um B, 81, Toró - Bragança Paulista, filho de LUCI APARECIDA DE MORAES. Ela cozinheira, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 05/09/1986, res. e dom. à Rua Um B, 81, Toró - Bragança Paulista, filha de JOÃO BATISTA DOMINGUESDEOLIVEIRAedeINÊSDOMINGOSDEOLIVEIRA Protocolo: 1132/2011 - CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA e CLÁUDIA HELENA MARTIN LOPES. Ele vendedor, solteiro, natural de Bragança Paulista-SP, nascido no dia 27/06/1984, res. e dom. à Rua Um B, nº77, Toró - Bragança Paulista, filho de JOÃO BATISTA DOMINGUES DE OLIVEIRA e de INES DOMINGOS DE OLIVEIRA. Ela do lar, solteira, natural de Bragança Paulista-SP, nascida no dia 09/01/1988, res. e dom. à Rua Um B, nº77, Toró - Bragança Paulista, filha de CLÁUDIO LOPES e de MARLI BUENO DA SILVA

Bragança Paulista, 26 de julho de 2011 Sidemar Juliano – Oficial SERVIÇOS, CONSULTAS E INFORMAÇÕES: visite nossa página na Internet: www.cartoriobraganca.com.br


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Sexta 5 • Agosto • 2011 Jornal do Meio 599

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Automóveis

Pequena aposta Volkswagen Polo recebe ligeira reestilização para ganhar novos ares

Texto e fotos Marcelo Cosentino/Auto Press

A Volkswagen brasileira parece não acreditar muito em alguns nichos do mercado nacional. É o caso do segmento de compactos “premium”, onde o Polo é um sucesso de crítica, mas não apresenta grande desempenho comercial. A fabricante garantiu uma leve reestilização à linha, que mesmo assim segue visualmente distante de seu homônimo europeu – uma geração à frente. No fim das contas, parece que a Volks fez uma aposta pequena demais para o modelo, que deve se manter no mercado até 2015. De qualquer forma, o ajuste na aparência é uma tentativa de melhorar o fraco desempenho nas vendas. Para se ter uma ideia, o Polo hatch vendeu 4.935 unidades no semestre, distante do Citroën C3 e do Fiat Punto – carros mais baratos –, com 21.508 e 17.677 carros vendidos respectivamente. Fora isso, o hatch ainda enfrenta uma concorrência dentro da própria marca com Gol, Fox e Golf. Apesar de maiores, as vendas da configuração três volumes também não chegam a empolgar. Nos seis primeiros meses foram 6.852 carros comercializados, o que deixa o modelo bem atrás de Honda City e Kia Cerato, com 15.764 e 14.519 unidades no período. A inspiração da linha 2012 do Polo vem do outro lado do Oceano Atlântico. Mas no lugar de se espelhar no Polo europeu, o modelo ganhou novidades baseadas no Polo Vivo, uma versão vendida na África do Sul desde março de 2010. O novo Polo chama a atenção por um detalhe: o modelo é o único da marca que foi atualizado recentemente e não adotou a nova identidade visual da Volkswagen – aquela presente do Fox ao Touareg. O Polo 2012 traz grade do radiador com dois frisos cromados – em vez ‘de três –, para-choques redesenhados com refletores na parte inferior e faróis e lanternas com máscara negra. A Volkswagen também aposta em uma lista maior de equipamentos para aquecer as vendas do modelo. A partir de agora, todas as versões do hatch médio saem de fábrica com direção hidráulica, ar-condicionado e sensor de estacionamento. Os equipamentos de segurança também trazem airbags dianteiros e freios ABS de série. É claro que estas novidades não são gratuitas. Com mais equipamentos, as configurações iniciais do Polo estão naturalmente mais caras. Apesar disso, o acréscimo dos equipamentos de segurança por uma média de preço na casa de R$ 1,5 mil é interessante. É o caso das versões 1.6 hatch e sedã, que antes partiam de R$ 42.850 e R$ 45.720 e agora saem de R$ 44.390 e R$ 47.770, respectivamente. Já o preço da topo de linha sedã 2.0 quase não mudou. Passou de R$ 57.490 para R$ 57.330. A versão Bluemotion com algum apelo ecológico, adotou o sistema de partida a frio E-Flex, que dispensa o uso do tanque auxiliar de gasolina para ligar o motor, e novos pneus “verdes” fabricados no Brasil – os antigos eram importados. Fora isso, o modelo segue com suspensão 15 mm mais baixa que a versão normal, câmbio com relação final alongada e direção eletro-hidráulica. Outra novidade do Polo hatch 2012 é a nova oferta de versões. Sai de cena definitivamente a configuração 1.6 E-Flex – a versão de entrada é chamada apenas de 1.6 – e a variante GT dá lugar à Sportline 2.0. Já o conjunto mecânico não apresenta qualquer novidade. Ou seja, o Polo segue oferecido com os motores 1.6 e 2.0 litro. O propulsor 1.6 gera 101 cv/104 cv com gasolina/etanol e tem torque máximo de 15,4/15,6 kgfm com gasolina/etanol as 2.500 rpm. Já a unidade de força 2.0 litros oferece 116 cv/ 120 cv com gasolina/etanol e torque de 17,3 kgfm com os dois combustíveis sempre aos 2.250 rpm. À venda no mercado nacional desde 2002 como uma espécie de “mini-Golf”, o Polo é um daqueles carros injustiçados. Afinal, o modelo sempre foi um sucesso de crítica, mas nunca teve grande sucesso comercial. Em parte por descaso da marca com o modelo. Com o atual face-lift – o último havia sido em 2006 –, a Volks tenta mudar a “sorte” do modelo sem

gastar muito. A aposta ainda aparece pequena demais para que o modelo alce voos maiores.

Instantâneas

Segundo a Volkswagen, o Polo já vendeu cerca de 300 mil unidades desde seu lançamento, em 2002. Em 2009, o Volkswagen Polo ganhou a versão “verde” Bluemotion e também passou a ser oferecido com o câmbio automatizado i-Motion. Na Europa, o Polo é vendido desde 1975 somente na versão hatch. Na Alemanha, mesmo uma geração à frente, o Polo parte de 12.450 euros – o equivalente a R$ 27,5 mil. Por aqui o modelo mais barato, fabricado em São Paulo, parte de R$ 44.390. O VW Polo é confeccionado com chapas de espessura variável – chamadas tailored blank –, mais leves e resistentes, duplamente zincadas para proteção contra a ferrugem. Além disso, o modelo também é fabricado com solda a laser de alta precisão, em uma linha automatizada com 400 robôs. Desde 2002, o Polo brasileiro já foi exportado para mais de 20 países como Colômbia, Equador, Peru, Guatemala, Venezuela e México. A uma temperatura de -5° C, rara no Brasil, o sistema de partida a frio E-Flex leva 12 segundos para esquentar o combustível e colocar o motor em movimento.

Polo

Impressões ao dirigir

Novo visual, velhas sensações São Paulo/ SP – Dirigir o Volkswagen Polo sempre foi prazeroso. O modelo é um exemplo de boa construção e ótimo comportamento dinâmico. Nesta linha 2012, sem qualquer alteração mecânica, o veículo manteve seu maior trunfo – visível mesmo em um limitadíssimo test drive de 9 quilômetros. No entanto as modificações visuais, excessivamente discretas, não tornaram o carro empolgante. Pelo contrário, um primeiro olhar para o modelo e a impressões é de “mais do mesmo”. O Polo 2012 segue equipado com os veteranos motores 1.6 e 2.0 litro. Nada que mereça repreensões. Isso porque o hatch médio ainda oferece um bom desempenho. A versão 2.0 litros avaliada tem 120 cv com etanol 17,3 kgfm de torque disponível em sua totalidade logo as 2.250 rpm. Isso garante acelerações enérgicas e boa pegada no trânsito urbano – único cenário testado. A suspensão mais “durinha” garante boa desenvoltura ao hatch e, de quebra, filtra as imperfeições da pista sem comprometer o conforto dos passageiros. No interior, a palavra de ordem é discrição e o Polo traz acabamento simples e correto. Se o luxo não está em evidência, pelo menos os encaixes são precisos e não há rebarbas aparentes. O motorista também conta com regulagem de altura e profundidade do volante e do banco do motorista, o que torna fácil achar uma posição agradável para dirigir. O espaço para as pernas é bom para quem viaja na frente. No banco traseiro, duas pessoas viajam com espaço limitado, e um terceiro passageiro causa um aperto geral. Se o “novo” visual do Polo não convence, é na hora de dirigir que o modelo mostra seus maiores atributos – como sempre fez, desde que foi lançado em 2002. Para quem não liga muito para o design ultrapassado e prefere um carro bem acertado e bom de direção, o Polo pode cair como uma luva. Entretanto esta estratégia de conquistar o consumidor pelo prazer de dirigir pode dar continuidade a saga do Polo como um bom carro injustiçado pelas vendas.

Ficha técnica

Volkswagen Polo sedã Comfortline 2.0 Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.984 cm³, quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro, comando duplo de válvulas no cabeçote e variável na admissão e no escape. Injeção eletrônica multiponto. Transmissão: Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece

controle de tração. Potência máxima: 116 cv e 120 cv a 5.250 rpm com gasolina e etanol. Torque máximo: 17,3 kgfm a 2.250 rpm. Diâmetro e curso: 82,5 mm x 92,8 mm. Taxa de compressão: 11,5:1 Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson com molas helicoidais integradas e barra estabilizadora. Traseira semi-independente por eixo de torção, com molas helicoidais e barra estabilizadora. Não oferece controle de estabilidade. Freios: A discos ventilados na frente e discos

sólidos atrás. Oferece ABS com EBD de série nesta versão. Pneus: 195/55 R15 em rodas de liga leve. Carroceria: Sedã em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. Com 4,16 m de comprimento, 1,65 m de largura, 1,49 m de altura e 2,46 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais. Peso: 1.186 kg em ordem de marcha. Capacidade do porta-malas: 432 litros. Tanque de combustível: 50 litros. Produção: São Bernardo do Campo, São Paulo.


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Automóveis

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Tabela veículos novos

Chevrolet

Agile LT 1.4 Flexpower

35,758

Citroën

C5 2.0 16V Exclusive automático

103,430

Fiat

500 Lounge 1.4 16V Dualogic

65,540

Chevrolet

Agile LTZ 1.4 Flexpower

42,133

Citroën

C5 2.0 16V Tourer Exclusive automático

113,240

Fiat

Strada Fire 1.4 flex

31,010

Chevrolet

Astra hatch Advantage 2.0 flex 4p

47,547

Citroën

Jumper Furgão 10m³

80,500

Fiat

Strada Fire 1.4 cabine estendida flexfuel

34,120

Chevrolet

Astra sedã Advantage 2.0 flex

50,863

Citroën

Jumper Minibus 2.8 16L

81,820

Fiat

Strada Working 1.4 flex

33,240

Chevrolet

Blazer Advantage 2.4 4X2 Flexpower

66,594

Fiat

Bravo Essence 1.8 16V

55,480

Fiat

Strada Working cabine estendida 1.4 flex

36,040

Chevrolet

Captiva Sport 2.4 16V FWD

87,425

Fiat

Bravo Essence 1.8 16V Dualogic

58,090

Fiat

Strada Working cabine dupla 1.4 flex

39,350

Chevrolet

Captiva Sport 3.6 V6 AWD

95,900

Fiat

Bravo Absolute 1.8 16V

62,560

Fiat

Strada Trekking 1.4 flex

36,890

Chevrolet

Celta Life 1.0 flex 2p

27,006

Fiat

Bravo Absolute 1.8 16V Dualogic

65,530

Fiat

Strada Trekking cabine estendida 1.4 flex

39,700

Chevrolet

Celta Life 1.0 flex 4p

28,662

Fiat

Doblò 1.4

52,500

Fiat

Strada Adventure Locker cabine estendida 1.8

48,140

Chevrolet

Celta Spirit 1.0 flex 2p

28,530

Fiat

Doblò ELX 1.4

56,450

Fiat

Strada Adventure cabine dupla 1.8 Flex

50,360

Chevrolet

Celta Spirit 1.0 flex 4p

30,493

Fiat

Doblò HLX 1.8

58,730

Fiat

Strada Sporting 1.8 16V

46,270

Chevrolet

Classic 1.0 flex

28,294

Fiat

Doblò Adventure 1.8

65,190

Fiat

Uno Furgão 1.3 Fire 8V

25,540

Chevrolet

Corsa Maxx hatch 1.4 flex

32,689

Fiat

Idea Attractive 1.4 Flex

43,590

Fiat

Fiorino Furgão 1.3 Fire

37,430

Chevrolet

Corsa Premium hatch 1.4 flex

37,406

Fiat

Idea Essence 1.6 16V 1.8 Flex

45,610

Fiat

Doblò Cargo 1.4

41,100

Chevrolet

Camaro SS

185,000

Fiat

Idea Essence 1.6 16 V Dualogiv Flex

47,720

Fiat

Doblò Cargo 1.8

46,040

Chevrolet

Meriva Joy 1.4 Econoflex

47,321

Fiat

Idea Sporting 1.8 16V Flex

54,280

Fiat

Ducato Cargo JTD 2.8

72,330

Chevrolet

Meriva Maxx 1.4 Econoflex

49,577

Fiat

Idea Sporting 1.8 16V Dualogic Flex

56,390

Fiat

Ducato Cargo Longo JTD 2.8

75,950

Chevrolet

Meriva Expression Easytronic 1.8 flex

49,853

Fiat

Idea Adventure Locker 1.8 Flex

56,900

Fiat

Ducato Maxi Cargo JTD 2.8 10 m³

79,900

Chevrolet

Meriva Premium Easytronic 1.8 flex

52,888

Fiat

Idea Adventure Locker 1.8 Flex Dualogic

59,010

Fiat

Ducato Maxi Cargo JTD 2.8 12 m³

81,760

Chevrolet

Meriva Super Sport Easytronic 1.8 Flex

54,116

Fiat

Linea LX 1.8 16V Flex

55,450

Fiat

Ducato Multi 2.8 JTD Teto Alto

80,990

Chevrolet

Montana Conquest 1.4 flex

30,013

Fiat

Linea LX 1.8 16V Flex Dualogic

58,430

Fiat

Ducato Combinato JTD 10 lugares

82,790

Chevrolet

Montana Sport 1.4 flex

40,753

Fiat

Linea HLX 1.8 16V Flex

58,180

Fiat

Ducato Minibus JTD 2.8 16 lugares

87,870

Chevrolet

Montana Sport 1.8 flex

48,476

Fiat

Linea HLX 1.8 16V Flex Dualogic

61,140

Fiat

Ducato Minibus JTD 2.8 16 lugares Teto Alto

95,060

Chevrolet

Montana Combo 1.4 flex

33,862

Fiat

Linea Absolute 1.8 16V Flex Dualogic

67,030

Ford

Courier 1.6 L

32,140

Chevrolet

Omega 3.6 V6

122,400

Fiat

Linea 1.4 T-Jet

71,290

Ford

Courier 1.6 XL

42,440

Chevrolet

Malibu LTZ 2.4

89,900

Fiat

Uno Mille Economy Flex 1.0 2p.

23,850

Ford

EcoSport 1.6 XL Flex

53,070

Chevrolet

Prisma Joy 1.0 VHCE

30,775

Fiat

Uno Mille Economy Flex 1.0 4p.

25,670

Ford

EcoSport 1.6 XLS Flex

58,290

Chevrolet

Prisma Maxx 1.4 Econoflex

32,100

Fiat

Uno Mille Way 2p.

24,380

Ford

EcoSport 1.6 XLT Flex

59,840

Chevrolet

S10 Executive 2.4 Flexpower CD 4X2

72,925

Fiat

Uno Mille Way 4p.

26,230

Ford

EcoSport 1.6 XLT Freestyle

58,830

Chevrolet

S10 Advantage 2.4 Flexpower CS 4X2

49,858

Fiat

Novo Uno Vivace 1.0 Evo Flex 4p.

27,860

Ford

EcoSport 2.0 XL Flex

51,910

Chevrolet

S10 Advantage 2.4 Flexpower CD 4X2

60,216

Fiat

Novo Uno Attractive 1.4 Evo Flex 4p.

31,670

Ford

EcoSport 2.0 XLT Flex

63,720

Chevrolet

S10 Colina 2.8 Turbo Diesel CS 4X2

67,004

Fiat

Novo Uno Way 1.4 Evo Flex 4p

32,840

Ford

EcoSport 2.0 XLT Flex Freestyle

62,200

Chevrolet

S10 Colina 2.8 Turbo Diesel CS 4X4

73,250

Fiat

Novo Uno Way 1.0 Evo Flex 4p.

29,030

Ford

EcoSport 2.0 4WD Flex

64,740

Chevrolet

S10 Colina 2.8 Turbo Diesel CD 4X2

79,740

Fiat

Novo Uno Sporting 1.4

33,950

Ford

EcoSport 2.0 XLS Automático

59,850

Chevrolet

S10 Rodeio 2.8 Turbo Diesel CD 4X2

89,699

Fiat

Palio Fire Economy 1.0 flex 2p

27,070

Ford

EcoSport 2.0 XLT Automático

63,720

Chevrolet

S10 Executive 2.8 Turbo Diesel CD 4X2

95,221

Fiat

Palio Fire Economy 1.0 flex 4p

28,870

Ford

Edge 3.5L

130,950

Chevrolet

S10 Colina 2.8 Turbo Diesel CD 4X4

85,915

Fiat

Palio ELX 1.0 flex 2p

29,900

Ford

Edge 3.5L com teto solar panorâmico

139,850

Chevrolet

S10 Rodeio 2.8 Turbo Diesel CD 4X4

95,874

Fiat

Palio ELX 1.0 flex 4p

31,730

Ford

Edge CEL

122,100

Chevrolet

S10 Executive 2.8 Turbo Diesel CD 4X4

101,398

Fiat

Palio Attractive 1.4 flex 4p.

33,950

Ford

Edge Limited

133,910

Chevrolet

Tracker 2.0 16V

58,484

Fiat

Palio Essence 1.6 16V flex 4p.

36,860

Ford

Fiesta 1.0 Flex

29,340

Chevrolet

Vectra GT 2.0 Flexpower

57,291

Fiat

Palio Essence Dualogic 1.6 16V flex 4p.

39,230

Ford

Fiesta 1.6 Flex

34,090

Chevrolet

Vectra GT-X 2.0 Flexpower

63,219

Fiat

Palio Weekend Attractive 1.4 flex

41,740

Ford

Fiesta sedã 1.0 Flex

32,950

Chevrolet

Vectra Expression 2.0 Flexpower

57,252

Fiat

Palio Weekend Trekking 1.4 flex

43,940

Ford

Fiesta sedã 1.6 Flex

36,970

Chevrolet

Vectra Elegance 2.0 Flexpower

62,574

Fiat

Palio Adventure Locker 1.8 flex

55,890

Ford

Focus Hatch 1.6 16V GL

53,430

Chevrolet

Vectra Elite 2.0 Flexpower

72,157

Fiat

Palio Adventure Locker 1.8 flex Dualogic

57,880

Ford

Focus Hatch 1.6 16V GLX

54,950

Chevrolet

Zafira 2.0 8V Comfort Flexpower

63,299

Fiat

Punto Attractive 1.4 Flex

39,680

Ford

Focus Hatch 2.0 16V GLX

59,620

Chevrolet

Zafira 2.0 8V Expression Flexpower

67,688

Fiat

Punto Essence 1.6 16V flex

44,630

Ford

Focus Hatch 2.0 16V GLX automático

64,380

Chevrolet

Zafira 2.0 8V Elegance Flexpower

72,991

Fiat

Punto Essence 1.8 16V flex

46,710

Ford

Focus sedã 2.0 16V GLX

61,620

Chevrolet

Zafira 2.0 8V Elite Flexpower

78,605

Fiat

Punto Essence 1.8 16V Dualogic flex

49,260

Ford

Focus sedã 2.0 16V GLX automático

66,380

Citroën

Xsara Picasso 1.6i 16V flex GLX

49,900

Fiat

Punto Sporting 1.8 16V flex

51,700

Ford

Focus hatch 2.0 16V Titanium

70,595

Citroën

Xsara Picasso 1.6i 16V flex Exclusive

58,250

Fiat

Punto Sporting 1.8 16V Dualogic flex

54,260

Ford

Focus hatch 2.0 16V Titanium automático

75,275

Citroën

Xsara Picasso 2.0i 16V Exclusive Automatique

66,555

Fiat

Punto T-Jet 1.4 16V Turbo

65,310

Ford

Focus sedã 2.0 16V Titanium automático

77,275

Citroën

AirCross 1.6 GL

54,350

Fiat

Siena Fire 1.0 Flex

30,030

Ford

New Fiesta sedã 1.6 16V Flex

49,900

Citroën

AirCross 1.6 GLX

56,850

Fiat

Siena EL 1.0 Flex

33,120

Ford

Fusion 2.5 SEL

82,160

Citroën

AirCross 1.6 Exclusive

62,350

Fiat

Siena EL 1.4 Flex

35,180

Ford

Fusion V6 3.0 SEL

101,400

Citroën

C3 1.4i 8V GLX Flex

40,320

Fiat

Siena Attractive 1.0 Flex

36,770

Ford

Fusion Hybrid

133,900

Citroën

C3 1.4i 8V Exclusive Flex

42,800

Fiat

Siena Attractive 1.4 Flex

40,020

Ford

F-250 XL 3.9 4X2 diesel

96,300

Citroën

C3 1.4i 8V XTR Flex

44,820

Fiat

Siena Tetrafuel 1.4

46,840

Ford

F-250 XL 3.9 4X4 diesel

107,210

Citroën

C3 1.6i 16V Exclusive Flex

48,310

Fiat

Siena Essence 1.6 16V Flex

40,230

Ford

F-250 XL CD 3.9 4X2 diesel

117,090

Citroën

C3 Picasso 1.6 16V GL

47,990

Fiat

Siena Essence 1.6 16V Dualogic Flex

42,590

Ford

F-250 XLT 3.9 4X2 diesel

107,020

Citroën

C3 Picasso 1.6 16V GLX

50,400

Fiat

Siena Sporting 1.6 16V Flex

46,210

Ford

F-250 XLT 3.9 4X4 diesel

114,280

Citroën

C3 Picasso 1.6 16V Exclusive manual

57,400

Fiat

Siena Sporting 1.6 16V Dualogic Flex

48,980

Ford

F-250 XLT CD 3.9 4X2 diesel

126,690

Citroën

C3 Picasso 1.6 16V Exclusive auto.

60,400

Fiat

Stilo Attractive 1.8

48,490

Ford

F-250 XLT CD 3.9 4X4 diesel

133,190

Citroën

C4 hatch 1.6 16V GLX

54,400

Fiat

Stilo Attractive 1.8 Dualogic

51,090

Ford

Ka 1.0 Flex

25,240

Citroën

C4 hatch 2.0 16V GLX Automatique

62,000

Fiat

Stilo 1.8

52,280

Ford

Ka 1.6 Flex

34,100

Citroën

C4 hatch 2.0 16V Exclusive

60,900

Fiat

Stilo 1.8 Dualogic

54,810

Ford

Ka Tecno 1.0

32,970

Citroën

C4 hatch 2.0 16V Exclusive Automatique

69,990

Fiat

Stilo Sporting 1.8 8V Flex

63,120

Ford

Ka Tecno 1.6

35,480

Citroën

C4 Pallas 2.0 Flex GLX

59,490

Fiat

Stilo Sporting 1.8 Dualogic

65,740

Ford

Ranger CS 2.3 gas. 4X2 XL

45,510

Citroën

C4 Pallas 2.0 Flex GLX Automatique

64,990

Fiat

Stilo Blackmotion 1.8 Dualogic

68,720

Ford

Ranger CS 2.3 gas. 4X2 XLS

50,920

Citroën

C4 Pallas 2.0 Flex Exclusive Automatique

72,400

Fiat

500 Sport 1.4 16V

59,360

Ford

Ranger CS 3.0 diesel 4X2 XL

65,860

Citroën

C4 Picasso

78,490

Fiat

500 Sport 1.4 16V Dualogic

63,480

Ford

Ranger CS 3.0 diesel 4X2 XLS

71,160

Citroën

Grand C4 Picasso

91,990

Fiat

500 Lounge 1.4 16V

61,420

Ford

Ranger CS 3.0 diesel 4X4 XL

71,060


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Sexta 5 • Agosto • 2011 Jornal do Meio 599

19

A pesquisa AutoMercado é realizada semanalmente desde 1992 pela equipe de Auto Press® (www.autopress.com.br) Todos os preços estão em reais, com exceção dos importados cotados em dólar, que aparecem precedidosda sigla US$ Os preços de automóveis nacionais novos são os sugeridos pelas montadoras, sem fretes ou opcionais.

Tabela veículos novos Ford

Ranger CD 2.3 gas. 4X2 XL

57,210

Kia

Cerato EX 1.6 16V mec.

51,500

Renault

Master Furgão L2H2 Dci 10,8m³

91,800

Ford

Ranger CD 2.3 gas. 4X2 XLS

63,330

Kia

Cerato EX 1.6 16V aut.

59,800

Renault

Master Furgão L3H2 Dci 12,6m³

95,900

Ford

Ranger CD 2.3 gas. 4X2 XLT

68,130

Kia

Magentis EX 2.0 16V aut.

69,900

Renault

Master Minibus 16 lugares

104,100

Ford

Ranger CD 2.3 gas. 4X2 Limited

78,910

Kia

Carens EX 2.0

67,700

Volkswagen

Bora 2.0 Totalflex mecânico

55,147

Ford

Ranger CD 3.0 diesel 4X2 XL

76,880

Kia

Carnival

77,000

Volkswagen

Bora 2.0 Totalflex Tiptronic

59,230

Ford

Ranger CD 3.0 diesel 4X2 XLS

82,830

Kia

Soul 1.6 16V Flex

52,900

Volkswagen

CrossFox 1.6 Total Flex

48,390

Ford

Ranger CD 3.0 diesel 4X4 XL

86,850

Kia

Soul 1.6 16V Flex automático

65,900

Volkswagen

Fox 1.0 Total Flex 2p.

32,620

Ford

Ranger CD 3.0 diesel 4X4 XLS

92,030

Kia

Sportage LX 2.0 16V 4X2

83,900

Volkswagen

Fox 1.0 Total Flex 4p.

34,210

Ford

Ranger CD 3.0 diesel 4X4 XLT

94,870

Kia

Sportage EX 2.0 16V 4X2 automático

87,900

Volkswagen

Fox 1.6 Total Flex 4p.

35,860

Ford

Ranger CD 3.0 diesel 4X4 Limited

102,780

Kia

Sportage LX 2.0 16V 4X4 automático

103,400

Volkswagen

Fox 1.6 Total Flex i-Motion 4p.

38,520

Ford

Courier 1.6 Van - Básica

38,810

Kia

Mohave EX 3.0 V6 diesel automático

169,900

Volkswagen

Fox Trend 1.6 Total Flex i-Motion 4p.

39,250

Ford

Courier 1.6 Van - Direção e Aquecedor

40,970

Kia

Mohave EX 3.8 V6 automático

139,900

Volkswagen

Fox Prime 1.6 Total Flex 4p.

39,640

Ford

Transit 2.4 Diesel Furgão Curto

83,990

Kia

Mohave EX 4.6 V8 automático

149,900

Volkswagen

Fox Prime 1.6 Total Flex i-Motion 4p.

42,300

Ford

Transit 2.4 Diesel Furgão Longo

93,290

Kia

Bongo 2.7 STD 4X4 Cab. Simples RS c/ carroceria

60,400

Volkswagen

Gol G4 1.0 2p. Total Flex

27,530

Ford

Transit 2.4 Diesel Van 13 passageiros

103,990

Kia

Bongo 2.7 STD 4X4 Cab. Dupla RS c/ carroceria

62,700

Volkswagen

Gol G4 Ecomotion 1.0 2p. Total Flex

27,530

Honda

Accord sedã LX 2.0

99,800

Kia

Bongo 2.7 DLX 4X4 Cab. Dupla RS c/ carroceria

66,200

Volkswagen

Gol G4 1.0 4p. Total Flex

29,300

Honda

Accord sedã EX 3.0 V6

144,500

Kia

Bongo 2.5 STD 4X2 Cab. Simples RS s/ carroceria

50,400

Volkswagen

Gol G4 Ecomotion 1.0 4p. Total Flex

29,300

Honda

City LX 1.5

57,420

Kia

Bongo 2.5 STD 4X2 Cab. Simples RS c/ carroceria

52,400

Volkswagen

Gol G4 Titan 1.0 Total Flex 4p

30,130

Honda

City LX 1.5 automático

61,300

Kia

Bongo 2.5 DLX 4X2 Cab. Simples RD s/carroceria

52,400

Volkswagen

Gol 1.0 4p

30,880

Honda

City EX 1.5

62,975

Kia

Bongo 2.5 DLX 4X2 Cab. Simples RD c/carroceria

54,400

Volkswagen

Gol Seleção 1.0 4p.

33,790

Honda

City EX 1.5 automático

66,855

Mitsubishi

L 200 GL 2.5 4X4 diesel

83,790

Volkswagen

Gol 1.6 4p

34,500

Honda

City EXL 1.5

66,780

Mitsubishi

L200 Savana 2.5 diesel manual

88,890

Volkswagen

Gol Power 1.6 4p

38,960

Honda

City EXL 1.5 automático

72,625

Mitsubishi

L 200 Outdoor mecânica GLS 121 cv

84,890

Volkswagen

Gol 1.6 I-Motion

37,160

Honda

Civic LXS 1.8 flex

68,160

Mitsubishi

L 200 Outdoor mecânica HPE 141 cv

91,890

Volkswagen

Gol Power 1.6 I-Motion

41,620

Honda

Civic LXS 1.8 flex automático

73,430

Mitsubishi

L 200 Triton V6 3.5 flex automática

104,690

Volkswagen

Voyage 1.0

32,740

Honda

Civic LXL 1.8 flex

68,840

Mitsubishi

L 200 Triton 3.2 diesel

117,990

Volkswagen

Voyage 1.6

37,180

Honda

Civic LXL 1.8 flex automático

74,165

Mitsubishi

L 200 Triton 3.2 diesel automática

122,990

Volkswagen

Voyage Trend 1.6

39,890

Honda

Civic LXL 1.8 flex com couro

70,585

Mitsubishi

Pajero TR4 GLS 2.0 manual flex

68,590

Volkswagen

Voyage Comfortline 1.6

41,700

Honda

Civic LXL 1.8 flex automático com couro

75,885

Mitsubishi

Pajero TR4 2.0 flex

71,990

Volkswagen

Voyage 1.6 I-Motion

39,840

Honda

Civic EXS 1.8 flex automático

88,750

Mitsubishi

Pajero TR4 2.0 flex automática

74,990

Volkswagen

Voyage Trend 1.6 I-Motion

42,550

Honda

Civic Si

103,650

Mitsubishi

Pajero Sport HPE 2.5 diesel automática

114,990

Volkswagen

Voyage Comfortline 1.6 I-Motion

44,360

Honda

CR-V LX 2WD

88,410

Mitsubishi

Pajero Sport HPE 2.5 diesel manual

104,990

Volkswagen

Golf 1.6 Total Flex

52,350

Honda

CR-V EXL 4WD

102,910

Mitsubishi

Pajero Sport HPE flex

101,990

Volkswagen

Golf 1.6 Sportline Total Flex

57,290

Honda

Fit LX Flex 1.4 16V

54,905

Mitsubishi

Pajero Dakar 3.2 diesel automática

154,990

Volkswagen

Golf 2.0 automático

59,750

Honda

Fit LX Flex 1.4 16V automático

58,905

Mitsubishi

Pajero Full 3.8 HPE 3.8 2p gasolina automática

149,990

Volkswagen

Golf Sportline 2.0 automático

62,470

Honda

Fit LXL Flex 1.4 16V

57,860

Mitsubishi

Pajero Full 3.2 HPE 2p diesel automática

169,990

Volkswagen

Golf GT 2.0

65,320

Honda

Fit LXL Flex 1.4 16V automático

61,855

Mitsubishi

Pajero Full 3.8 HPE 4p gasolina automática

169,990

Volkswagen

Golf GT 2.0 automático

71,340

Honda

Fit EX 1.5 16V

61,715

Mitsubishi

Pajero Full 3.2 HPE 4p diesel automática

189,990

Volkswagen

Parati 1.6 Plus Total Flex

40,720

Honda

Fit EX 1.5 16V automático

65,720

Mitsubishi

ASX CVT ADW com teto solar

96,990

Volkswagen

Parati 1.6 Titan Total Flex

41,870

Honda

Fit EXL 1.5 16V

65,660

Mitsubishi

ASX CVT ADW

93,990

Volkswagen

Parati 1.6 Surf Total Flex

48,560

Honda

Fit EXL 1.5 16V automático

71,720

Mitsubishi

ASX CVT 4X2

86,990

Volkswagen

Polo 1.6 Total Flex

42,850

Hyundai

i30 GLS 2.0 16V mecânico

58,000

Mitsubishi

ASX 4X2 manual

81,990

Volkswagen

Polo 1.6 I-Motion Total Flex

45,510

Hyundai

i30 GLS 2.0 16V automático

62,000

Mitsubishi

Outlander 2.4

99,990

Volkswagen

Polo 1.6 Bluemotion

48,020

Hyundai

i30 GLS 2.0 16V automático teto-solar

67,900

Mitsubishi

Outlander 3.0 automático

124,990

Volkswagen

Polo 1.6 E-Flex

50,990

Hyundai

i30 GLS 2.0 16V automático com ar-digital, 6 airbags

72,900

Mitsubishi

Lancer Evolution X

199,990

Volkswagen

Polo 1.6 Sportline Total Flex

50,600

Hyundai

i30 GLS 2.0 16V automático Top

78,000

Renault

Clio Campus 1.0 16V Hi-flex 2p

25,890

Volkswagen

Polo 1.6 Sportline I-Motion Total Flex

53,260

Hyundai

i30CW GLS 2.0 automático Top

78,000

Renault

Clio Campus 1.0 16V Hi-flex 4p

27,390

Volkswagen

Polo 2.0 GT

55,440

Hyundai

i30CW GLS 2.0 automático completíssimo

74,000

Renault

Logan Authentique 1.0 16V Hi-Flex

28,690

Volkswagen

Polo sedã 1.6 Total Flex

45,720

Hyundai

i30CW GLS 2.0 automático completo

67,000

Renault

Logan Expression 1.0 16V Hi-Flex

30,190

Volkswagen

Polo sedã 1.6 I-Motion Total Flex

48,380

Hyundai

i30CW GLS 2.0 automático intermediário

64,000

Renault

Logan Expression 1.6 Hi-Torque

32,690

Volkswagen

Polo sedã 1.6 Comfortline Total Flex

52,660

Hyundai

i30CW GLS 2.0 mecânico intermediário

59,000

Renault

Symbol Expression 1.6 8V Hi-Torque

40,140

Volkswagen

Polo sedã 1.6 Comfortline I-Motion Total Flex

55,320

Hyundai

ix35 GLS 2.0 2WD automático completo

115,000

Renault

Symbol Expression 1.6 16V Hi-Flex

41,420

Volkswagen

Polo sedã 2.0 Comfortline

57,490

Hyundai

ix35 GLS 2.0 4WD automático intermediário

108,000

Renault

Symbol Privilège 1.6 16V Hi-Flex

44,910

Volkswagen

Saveiro 1.6 Total Flex

32,450

Hyundai

ix35 GLS 2.0 2WD intermediário

103,000

Renault

Sandero Authentique 1.0 16V Hi-Flex

29,690

Volkswagen

Saveiro Trend 1.6 Total Flex

33,390

Hyundai

ix35 GLS 2.0 2WD automático básico

93,000

Renault

Sandero Expression 1.0 16V Hi-Flex

32,440

Volkswagen

Saveiro 1.6 Total Flex Cabine Estendida

35,280

Hyundai

ix35 GLS 2.0 2WD mecânico básico

88,000

Renault

Sandero Expression 1.6 8V Hi-Torque

34,740

Volkswagen

Saveiro Trend 1.6 Total Flex Cabine Estendida

36,250

Hyundai

Tucson GL 2.0

68,900

Renault

Sandero Privilège 1.6 8V Hi-Torque

41,490

Volkswagen

Saveiro Trooper 1.6 Total Flex

38,160

Hyundai

Tucson GL 2.0 automático

72,000

Renault

Sandero Stepway 1.6 16V Hi-Flex

45,690

Volkswagen

Saveiro Trooper 1.6 Total Flex Cabine Estendida

40,820

Hyundai

Tucson GLS 2.0 automático

75,000

Renault

Fluence 2.0 16V Dynamiq

59,990

Volkswagen

Saveiro Cross 1.6 Total Flex Cabine Estendida

42,380

Hyundai

Tucson GLS 2.7 automático 4X4

80,000

Renault

Fluence 2.0 16V Privilege

75,990

Volkswagen

SpaceFox Plus 1.6 Total Flex

47,616

Hyundai

Tucson GLS 2.7 automático 4X4

85,000

Renault

Kangoo Authentique 1.6 16V 3p

45,750

Volkswagen

SpaceFox 1.6 Route Total Flex

50,540

Hyundai

Azera "completo"

90,000

Renault

Kangoo Authentique 1.6 16V 7 lugares 3p

51,600

Volkswagen

SpaceFox 1.6 Sportline Total Flex

52,070

Hyundai

Azera "completíssimo"

98,000

Renault

Kangoo Sportway 1.6 16V 4p

54,450

Volkswagen

Tiguan 2.0 TSI

124,190

Hyundai

Vera Cruz 3.8 automático

139,900

Renault

Kangoo Sportway 1.6 16V 7 lugares 4p

55,550

Volkswagen

Touareg 3.2 V6

220,900

Hyundai

Santa Fe automático 5 lugares

110,000

Renault

Mégane Grand Tour Expression 1.6 16V Flex

59,150

Volkswagen

Touareg 4.2 V8

267,990

Hyundai

Santa Fe automático 7 lugares

120,000

Renault

Mégane Grand Tour Dynamique 1.6 16V Flex

62,290

Volkswagen

Jetta Comfortline 2.0 Total Flex

69,990

Hyundai

Santa Fe automático 7 lugares com teto-solar

125,000

Renault

Mégane Grand Tour Dynamique 2.0 16V automático

66,830

Volkswagen

Jetta Highline 2.0 TSI gasolina

89,520

Hyundai

Sonata 2.4 16V automático

95,000

Renault

Scénic Authentique 1.6 16V Hi-Flex

51,050

Volkswagen

Jetta Variant 2.5 automático

85,190

Hyundai

HR pick-up HD 2.5 diesel S/C

53,900

Renault

Kangoo Express 1.6 16V

40,900

Volkswagen

New Beetle 2.0 manual

59,109

Hyundai

HR pick-up LD 2.5 diesel S/C

55,000

Renault

Kangoo Express 1.6 16V com porta lat. corrediça

42,800

Volkswagen

New Beetle 2.0 automático

63,030

Kia

Picanto EX 1.1 manual

33,900

Renault

Master Chassi Cabine L2H1

80,500

Volkswagen

Kombi Standard 1.4 Total Flex

47,110

Kia

Picanto EX 1.1 automático

38,900

Renault

Master Furgão L1H1 Dci 8 m³

83,400

Volkswagen

Kombi Lotação 1.4 Total Flex

52,630


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Sexta 5 • Agosto • 2011 Jornal do Meio 599

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Automóveis

Kawasaki e Toyota TEXTOS E FOTOS aaa/AUTO PRESS

Bagageiro sobre duas rodas – A motocicleta Maxi Trail Versys 650 chega ao Brasil na versão Tourer. O modelo será fabricado pela Kawasaki Motores do Brasil na planta de Manaus.

Maxi Trail Versys 650

O preço parte de R$ 32.990 e atinge os R$ 35.990 na versão topo de linha, equipada com freios ABS. O motor é um bicilíndrico de 649 cc capaz de gerar 64 cv de potência. Retoque transitório – Enquanto não ganha

uma nova geração, a Toyota Hilux passará por mais um face-lift para segurar a briga com as pick-ups médias, como Chevrolet S10 e Ford Ranger. A atualização deixará o visual do modelo da marca japonesa

mais próximo ao do SUV Highlander. A produção da Hilux 2012 começa em outubro, na fábrica argentina de Zárate. No Brasil, as vendas do novo modelo devem ser iniciadas apenas no início de 2012.

Toyota Hilux


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