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Novembro de 2013

Ano 02 - Número 8

NA ESTRADA ... Histórias de um morador pelo mundo.

O que Pagamos? páginas 07 a 09

Prestação de Contas páginas 04 a 06

Animais em Apartamento: Vilões ou Mocinhos? páginas 10 e11


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Jornal do CCRC

Condomínio

Condomínio Mês de Novembro

Editorial

Caros Condôminos Como fizemos nas outras edições, estamos publicando o balancete e também as informações para onde vai o dinheiro que arrecadamos com a cobrança do condomínio. Lembrando que o Balancete também está disponivel no site do condomínio: www.residencialcupece.com e no condworks.com.br Caso não tenha acesso a algum deles, pedimos a gentileza que entre em contato com a administração ou envie um e-mail para cadastro. Neste mês de Novembro estaremos pagando a primeira parcela do 13º salário, o impacto nas contas do condomínio será em torno de R$ 130 mil reais, este valor, não foi rateado até o momento e estamos verificando formas de liquidar sem impactar demais no valor pago mensalmente. Também tivemos um aumento em torno de 10% nos salários, o que acarretará em aumento das despesas ordinárias. Muitas pessoas criticam o aumento do condomínio. Gostaria de aproveitar este Jornalista Responsável: Ricardo Toome MTB 38.745 Jornaldoccrc@gmail.com O jornal é distribuído gratuitamente no CCRC Tiragem: 1000 As Matérias assinadas não refletem necessariamente, a opinião do Jornal

Luiza Bedin Hager Matérias

espaço para esclarecer sobre isto: Nossas despesas do mês 09/13 ficaram em torno de R$ 308.000,00. Em maio de 2011 estas despesas estavam em torno de R$ 290.000,00 e com arrecadação em torno de R$ 210.000,00 ou seja, o valor cobrado na época estava totalmente defasado em relação as despesas e por isto a impressão de pagar na época um condomínio baixo comparando com a situação atual. Nestes dois anos e meio tivemos aumento de salário, aumento de custos com fornecimento de água, luz, fornecedores, entre outras coisas. Fora tudo isto, estamos pagando R$ 30.000,00 para a Atlas Schindler e realizando a pintura, ou seja, o condomínio estava sendo cobrado totalmente fora da sua realidade. E o gasto era muito maior que a sua arrecadação, desta forma, nossa equipe administrativa teve que realizar diversas modificações para poder honrar as contas e também muitas reduções para poder implantar a pintura e as melhorias que podem ser vistas pelo condomínio. Infelizmente ainda temos mais uns bons meses para pagar a Atlas Schindler,

e enquanto não pagarmos, ficará impossível reduzir o valor do condomínio. Temos uma área de 70 mil metros para cuidar e isto exige muitos colaboradores, fato que muitos condomínios por ai não exigem, só de portaria são mais de 24 empregados e normalmente em prédios normais utilizam no máximo 4, só esta pequena diferença já justificaria alto custo de mão de obra comparando com prédios menores. Gostaría de pelo menos tentar explicar a situação que estamos vivendo, pois é muito difícil administrar o condomínio sem ter condições financeiras e sempre estar buscando formas que não impacte demais no bolso e na vida dos condôminos, infelizmente existem situações que não podemos esperar e com isto precisamos resolver e isto impacta com aumento de condomínio. Mais uma vez, peço paciência a todos e se tiverem alguma sugestão para ajudar a reduzir o condomínio, estou a total disposição para ouvir e verificar a real possibilidade de se colocar em pratica. Atenciosamente Ricardo Yoshio

sindico@residencialcupece.com

Bruna Carolina Revisão

Fábio Moreira Colaborador

Willian

stingpetar@hotmail.com


Jornal do CCRC

Na Estrada... Histórias de um morador pelo mundo. CHE ... La Higuera ... Bolívia

“ Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um revolucionário... “

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Ordenam a execução ... 13:10 no chão de terra batido desta escola, hoje Museu Comunal de La Higuera ... na frente deste Altar aos 39 anos ... Morreu Ernesto Guevara de La Sierna

                Ernesto Guevara de la Serna

Destino...estrada de terra... 63km... algumas horas... parada Povoado de Pucara ...

Bolivia, Cidade de Vallegrande, Povoado de La Higuera... Abril 1967... «Onde quer que a morte possa nos surpreender, que ela seja bem vinda... « O  aviso de um presságio... A primeira visão... de CHE foi em 1991 ... quando ainda nos meus 15 anos, me reparei dentro de uma sala e na minha frente um quadro, nele um homem fardado e semblante enigmático, boina na cabeça  com uma estrela ao centro ... imagem forte ... clássica de 1960 do fotografo Cubano Alberto Korda. Li na mesma época o livro a Ilha do jornalista Fernando Moraes, que narra a história Cubana depois da revolução ... e desde então a admiração pela revolução .A certeza ... Junho de 1997 quando ganhei um dos melhores presentes da minha vida ... CHE GUEVERA Uma Biografia de Jon Lee Anderson meu livro de cabeceira durante mais de uma década. A verdade estava nas primeiras e últimas páginas, de uma história pela primeira vez revelada.   A viagem ... Janeiro de 2010 destino América do Sul ... primeira parada Vallegrande ...

Vallegrande, cidade que respira a revolução ... um povo que tem em CHE a certeza que alguêm olha por eles ... caminho para La Higuera ... 

La Higuera... 8 de Outubro de 1967 Quebrada del Churo... CHE  baleado em combate na perna esquerda e seu amigo Boliviano Willy são capturados ... levados a escola de La Higuera ... na tarde do mesmo dia ... agora em salas distintas ... onde passaria a noite, CHE se vê ao lado dos corpos de seus amigos Cubanos Antonio e Arturo ... mortos na Quebrada del Churo ...

E nasceu o Mito ... CHE GUEVERA ... “ Por esta puerta salió un hombre a la eternidad “

Estavam agora na minha frente ... neste tanque onde o concreto tem uma energia forte, triste e diferente de tudo ... onde suas digitais foram recolhidas suas mãos amputadas ... e seu corpo negado o direito de sepultamento...

Depois de 30 anos ... em Janeiro de 1997 ... após decreto precidencial e abertura dos arquivos das Forças Armadas da Bolívia, começaram  as escavações ao lado da Pista de Pouso de Vallegrande ... Depois de algumas semanas de escavações encontraram os corpos dos guerrilheiros ... que caíram em combate na Quebrada del Churo  ... Momento único ... é estar onde a história aconteceu ... em cada passo ... olhar ... um sentimento distinto ... sem tradução ... é preciso pisar no chão da terra de La Higuera ... para sentir a energia ... abraçar um ser humano ... nesta praça ... e dividir sua lágrima ... não tem explicação ...

Na manhã do dia 9 de Outubro de1967 ... ás 6:15 um helicóptero com um Capitão do Exército Boliviano e um agente da CIA ... chegam a La Higuera ... 12:30 o Presidente da Bolívia René Barrientos e o Alto Comando do Exército...                                                                                            Na tarde do mesmo dia 9 de Outubro ... seu corpo foi transladado para Vallegrande ... e na lavanderia nos fundos do Hospital Nuestro Señor de Malta, foi exposto durante toda a noite e dia seguinte...  A devoção do povo acreditou que ali CHE GUEVERA lembrava JESUS CRISTO ... Quando entrei no fundo do Hospital, um filme então se passou ... todas as fotos e imagens, de seu corpo na lavanderia ...  tudo que eu li a respeito, desde 1991 ...                           

E no dia 12 de julho de 1997 ... foi  identificado o corpo de ERNESTO RAFAEL GUEVARA DE LA SERNA ...  ou simplesmente CHE ...  Ao descer e pisar descalço no Mausoléu ... me senti mais humano ... um sentimento de igualdade ... de liberdade ... nunca experimentado antes ... me vi diante de um sonho de uma América livre ... onde as pessoas tenham o minímo de dignidade para viver ... não tem como não se emocionar ... as lágrimas são por todo sangue derramado ... e enquanto nós se indignarmos perante qualquer injustiça no planeta ... sua morte não terá sido em vão ... Hoje seus restos mortais se encontram na Cidade de Santa Clara em Cuba ... onde descansa ao lado dos camaradas que caíram em combate ao lado do Comandante El Che . Mas essa e’ outra história ... uma outra estrada...


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Prestação de Contas / Setembro 2013


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Prestação de Contas / Setembro 2013

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Prestação de Contas / Setembro 2013


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Prestação de Contas / Setembro 2013

O que pagamos ?

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Prestação de Contas / Setembro 2013


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Prestação de Contas / Setembro 2013

Tire as suas duvidas através do email: sindico@residencialcupece.com ou entre em contato com a administração no horário comercial (8hs às 18hs de segunda à quinta e sexta das 8hs às 17hs )

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Condomínio

Animais em apartamento: vilões ou mocinhos? A convenção do condomínio

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ntransigência de síndicos e condôminos e falta de responsabilidade dos proprietários de animais domésticos. Essas parecem ser as principais causas de confrontos e discussões em relação à presença de cães e gatos em condomínios. Os dois lados da moeda precisam ser observados: quem tem um bichinho no apartamento e quem sofre com os problemas causados por ele.

O que diz a lei

Para resolver qualquer conflito, em primeiro lugar, é ideal que síndicos e condôminos conheçam as legislações que regem o assunto. A lei 4591 de 16 de dezembro de 1964 (a chamada Lei dos Condomínios), em seu artigo 19 do capítulo V, diz que todo condômino tem o direito de usar de seu apartamento, segundo suas conveniências e interesses, desde que não cause dano ou incômodo aos demais moradores. Também a lei de Contravenção Penal, em seu artigo 42, determina que quem perturba alguém, o trabalho ou o sossego alheio, “provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem guarda”, está sujeito a penas determina-das pelo Juizado Especial Criminal. Há, ainda, leis municipais que determinam, em cada cidade, um número limite de animais por residência (independente de ser casa ou apartamento) e as condições em que esses animais devem ser mantidos. Em São Paulo, por exemplo, a lei municipal 13.131 de 18 de maio de 2001, rege que não é permitido criar, alojar e manter mais de 10 animais em residência particular, sejam cães, gatos ou cães e gatos simultaneamente. Essa lei ainda define que cabe aos proprietários cuidar para que seus animais tenham condições adequadas de alojamento, alimentação, saúde,

Depois dessa hierarquia de leis, vêm as convenções dos condomínios e os regulamentos internos. “Não se deve, numa convenção, proibir por proibir. Deve-se permitir a presença de animais de acordo com as leis municipais. Ao invés de brigar com a legislação, é melhor conscientizar as pessoas, pensando o condomínio como uma sociedade”, orienta o advogado Cristiano de Souza Oliveira, especializado em assessoria na área condominial. Figu-ras como o síndico, que acredita que o condomínio é sua propriedade, e condôminos que agem como se o prédio fosse só deles, não fazem parte da imagem do condomínio como sociedade. “Sem essa mudança de pensamento, nunca se transformarão as relações de vizinhança nos condomínios. Devo pensar que, se eu prejudicar o meu vizinho, deixando que meu cachorro ande fora da guia pelas áreas comuns, por exemplo, eu também me prejudicarei”, completa Cristiano. São comuns convenções que permitem apenas animais de pequeno ou médio porte, no prédio. Mas nem sempre essa é a melhor solução. “Um cachorro pequeno tende a latir muito mais e ser mais ativo do que um cachorro gran-de. Conheço até quem cria um dog alemão num apartamento de 400 m² de área. Ele não late, está muito bem cuidado e não incomoda ninguém”, exemplifica Cristiano. Quando for feita uma alteração na convenção do condomínio, é essencial lembrar que ela deverá ser respeitada por todos, sem exceções. É o caso de convenções que exigem que

se pegue o cachorro no colo, nas áreas comuns, ou que só se utili-ze as escadas. “E quando se tratar de um morador idoso ou de um deficiente visual que tenha um cão-guia? Todos terão que se enquadrar?”, questiona o advogado. Em relação a gatos, é comum reclamações so-bre o mau cheiro no apartamento onde vivem. “Quem tem animal em apartamento deve ter uma higiene até exagerada, além dos cuidados de não deixá-los de-fecar ou urinar nas áreas comuns, é claro. Os proprietários precisam se adequar, utilizando produtos como os supressores de odores, que existem no mercado”, orienta a veterinária Sonia Maria Sodré Cardoso, do setor de vistoria zoosanitária do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de São Paulo. O Centro recebe denúncias de pessoas que criam inadequadamente seus animais, pelo telefone (11) 6224-5500. O morador receberá, então, a visita de um agente sanitário do CCZ, que dará um prazo para regularização da situação dos

Foto: Ricardo Toome/Digital Mídia

higiene e bem-estar, criando-os em locais compatíveis com seu porte e ao abrigo de intempéries climáticas.

“Quem tem animal em apartamento deve ter uma higiene até exagerada, além dos cuidados de não deixá-los defecar ou urinar nas áreas comuns” Cristiano de Souza Oliveira, advogado especializado em assessoria na área condominial


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animais. Se dentro do prazo estabelecido o morador não se enquadrar nas exigências, será aplicada multa.

Educar para a posse responsável

Desde que o condômino crie seu animal de estimação dentro de condições ideais de higiene, os moradores devem se guiar pelo bom senso para resolver o que deve ou não ser permitido no prédio. “Tudo tem dois lados. Existe quem goste e quem não goste de bichos. Procuramos harmonizar essa questão”, explica Rosicler Baldassin, delegada e vice-presidente da seção de São Bernardo do Campo, da União Internacional Protetora dos Animais (UIPA). É comum a entidade receber reclamações de vizinhos que sofrem com o choro de cachorros, presos em sacadas de apartamentos, sujeitos ao sol e à chuva, todos os dias. “Neste caso, orientamos o proprietário de que ele está agindo errado”, conta Rosicler. Se ele não modificar a maneira de tratar o animal, a UIPA encaminha o caso para a Vara Criminal, já que todo animal é tutelado do Estado (ele pertence ao proprietário até o ponto em que ele transgride as leis). Para ter um animal, não basta gostar de bichinhos. Como se vê, são necessárias algumas responsabilidades, como oferecer lazer, cuidar da saúde e da pelagem, alimentar corretamente. “A pessoa que fica fora do apartamento o dia todo, ou que viaja durante dias, e deixa seu animal sozinho, está fazendo-o sofrer. O isolamento não é prazeroso nunca, especialmente para o cão. Numa situação desconfortável, realmente ele vai latir e atrapalhar os vizinhos”, diz a delegada da UIPA. Comprar um cachorrinho e trancá-lo na lavanderia do apartamento (ou, pior ainda, no terraço) também não é a solução mais adequada. “Isso é um confinamento. Ou o animal pode conviver com a família ou é melhor não tê-lo”, conclui. A educação

Condomínio sobre a posse responsável de animais, certamente é o melhor caminho para acabar com os problemas envolvendo animais em condomínios. O Instituto Nina Rosa - Projetos por amor à vida, uma organização sem fins lucrativos, que visa a melhoria da qualidade de vida de todos os seres, realizou um trabalho que busca justamente, a divulgação do conceito de posse responsável. São duas fitas de vídeo: “Olhar e ver” o animal doméstico no meio urbano e a proteção animal em São Paulo (documentário que mostra a realidade da superpopulação de animais em São Paulo) e “Fulaninho” - o cão que ninguém queria -, voltado para adultos e crianças. A fita de Fulaninho, mais um caderno de brincadeiras para crianças e uma cartilha para professores e pais, foi adotada pelas escolas municipais de ensino fundamental de São Paulo, para mostrar às crianças a importância da criação consciente dos animais de estimação. “Recebemos muitas questões de condôminos que dizem: preciso doar meu animal porque no meu prédio não é permitido ter bichos. Dizemos que é permitido sim, basta respeitar certas regras”, conta Luci Mara Montejane, diretora do Instituto Nina Rosa. “Enfatizamos o compromisso do proprietário em atender as necessidades do animal”, completa.Yara de Abreu Longo Najman colaborou na redação da cartilha de Fulaninho, e acredita que é preciso mudar a mentalidade em relação à presença de animais em condomínios, pela educação. A própria história de vida de Yara é um exemplo de como é possível conciliar animais em apartamentos. Ela mora há 30 anos num edifício ao lado do Parque da Água Branca, no bairro paulistano de Perdizes. Yara tem 10 gatos no seu apartamento e também cuida dos gatos que vivem pelo Parque. “Os gatos

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acabam vindo para a área comum do pré-dio, afinal é só pular o muro. Muitos vizi-nhos reclamam que eles miam de madru-gada, mas não reclamam dos meus gatos. Tenho telas em todas as janelas, mante-nho minha casa bem limpa e só os trans-porto em caixas apropriadas”, conta Yara.

Vacinação e registro de animais

Pa ra e v i t a r d e s c o n f o r t o c o m o s vizinhos, qualquer proprietário precisa estar amparado, vacinando em dia e providenciando o cadastramento de seu bichinho. O Registro Geral Animal (RGA) é obrigatório em São Paulo, para cães e gatos. O animal registrado recebe uma plaqueta com um número e deve usá-la permanentemente presa à coleira. Procure o CCZ, à rua Santa Eulália, 86, em Santana, ou uma clínica conveniada, levando RG, CPF, comprovante de residência e a carteira de vacinação do animal atualizada. Para uma maior segurança do animal, além do RGA recomenda-se também o uso de uma identificação, contendo nome e telefone do proprietário; em caso do animal se perder, aumentam as chances dele ser encontrado. (Revista Direcional Condomínios)


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Residencial cupecê ed 8  

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