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Gravataí, 17/05/2012 - Pág. 10

Polícia

Material foi apreendido

Suspeitos foram detidos

Fotos Divulgação/JG

Moto foi recolhida

Trio é preso após trocar tiros com PMs na Ladeira Suspeitos foram detidos com armas, drogas, toucas ninjas e radiocomunicadores

U

ma denúncia anônima de um tiroteio na Rua da Ladeira levou policiais militares do Pelotão de Operações Especiais (POE) do 17° BPM a prender três homens na madrugada de ontem. Com os suspeitos os agentes encontraram um revólver, uma pistola, radiocomunicadores, três toucas ninjas, cocaína, crack e

dinheiro. De acordo com os policiais, por volta das 2h30, foi repassado para as viaturas do POE que estaria ocorrendo um tiroteio na Rua da Ladeira, no bairro Morada do Vale II. A rua, por várias vezes foi alvo de denúncias por ter um ponto de tráfico de drogas, sendo conhecida dos agentes. Chegando ao local, os

PMs flagraram dois homens saindo da rua em uma moto de cor prata cuja placa foi identificada. De acordo com os policiais, houve uma tentativa de abordagem, mas estes fugiram, parando em frente ao portão de uma casa na Rua Levi Prates. Neste momento, conforme os policiais, o caroneiro da motocicleta teria descido e atirado contra a

guarnição, tentando mais uma vez fugir, só que desta vez, a pé, pelos pátios das casas. Segundo os policiais, este foi seguido e detido. Com o suspeito, identificado como C.E.T.T., de 30 anos, os agentes teriam encontrado um revólver calibre 38 com a numeração raspada e com seis munições deflagradas e um radiocomunicador.

Já com o homem que pilotava a moto, identificado como A.S.L., 23, os PMs teriam apreendido uma pistola 9mm com a numeração raspada, além de um carregador com 15 cartuchos intactos. Os policiais relataram ainda que, quando a moto parou, um homem que estava dentro da casa saiu correndo. Ele foi detido e com ele teria sido apreendido um radio-

comunicador. Ao todo foram apreendidos três radiocomunicadores, três toucas ninjas, R$ 325,00 em moeda corrente, 14 petecas de cocaína e 16 pedras de crack, além das duas armas. Os três suspeitos foram detidos e encaminhados para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde foram autuados.

POE fecha bingo pela quarta vez Fotos Patrícia Mello/JG

Todo o material do local foi apreendido

Policiais militares do Pelotão de Operações Especiais (POE) do 17° BPM estouraram, na noite de terça-feira, um bingo localizado na Avenida Gravataí, no bairro Vera Cruz. O detalhe é que esta foi a quarta vez que os PMs fecharam o local. De acordo com o sargento Alecsandro Raupp, que comandou a ação, os policiais receberam uma

denúncia de que no local estava funcionando um bingo. Os agentes foram até o local para conferir a informação. Quando chegaram, eles se depararam com um homem, parado na porta de acesso ao local, que ficava no segundo andar de um prédio localizado na esquina da referida avenida, próximo da parada 63. O homem seria o segurança do local.

Pessoas foram flagradas jogando

Quando entraram, os policiais flagraram as máquinas ligadas e 26 pessoas jogando. Todos, junto com o segurança, funcionários e com uma pessoa que disse ser o responsável pelo local, foram identificados. Foram recolhidos 44 computadores, dois televisores, 12 mil cartelas de jogos, 20 mesas, 107 cadeiras, dentre outros. O material, com exceção das

Sargento Raupp ajuda a carregar objetos

cartelas, serão encaminhados para a Comunidade Terapêutica Acolher, dentro de uma parceria realizada pelo Fórum de Gravataí. Conforme o sargento, no caixa foi recolhido R$ 108,00. Revela que com o homem que disse ser o responsável pelo local foram apreendidos R$ 140,00, que estavam no bolso de sua calça e R$ 50,00 que estavam escondidos em

sua meia. Além disso, foram recolhidos refrigeradores e até um fogão. Todos foram identificados e vão responder, em liberdade, a um Termo Circunstanciado (TC). Alecsandro Raupp explica que a exploração de jogos de azar é uma contravenção penal, que pode ser punida com até dois anos de reclusão em caso de reincidência. Quando o

autor do delito não tem antecedentes criminais, diz o sargento, a pena costuma ser convertida em serviços comunitários, pagamento de salário mínimo ou de cestas básicas. – O fato de ser considerada uma contravenção propicia que a pessoa volte novamente à mesma prática. Não é à toa que fechamos o local pela quarta vez – declarou.

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ANO 8 - EDIÇÃO 1424ª - DIÁRIO - QUINTA-FEIRA, 17 DE Maio DE 2012 - R$ 1,00  
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