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15 ANOS

Publicando Cultura JORNAL DE

ARTES

JORNAL DE

ARTES

Artes Plásticas | Artes Cênicas | Cinema | Musica | Literatura

Porto Alegre | Julho | 2013 | R$ 3,00 www.facebook.com/jornaldeartes www.issuu.com/jornaldeartes


Porto Alegre |Julho | 2013 | ARTES | 2

Curta Metragem Por

O Duelo

Clauveci Muruci de Porto Alegre/RS

18 CURTAS METRAGENS GAÚCHOS CONCORREM A PRÊMIO EM GRAMADO Os curtas metragens gaúchos que irão concorrer ao Prêmio Assembleia Legisla va de Cinema, no 41º Fes val de Gramado, foram divulgados neste dia 2, Entre os selecionados, nove são de Porto Alegre, um é uma coprodução entre Porto Alegre e Caxias do Sul, três são de Pelotas, quatro de São Leopoldo e um de Capivari do Sul. Os filmes selecionados concorrem a prêmios em dinheiro, num total de R$ 30 mil, em 11 categorias: filme, diretor, roteiro, ator, atriz, música, fotografia, montagem, direção de arte, edição de som e produtor. A mostra será exibida nos dias 10 e 11 de agosto, no Palácio dos Fes vais, em Gramado.Houve crescimento do número de inscrições, que passou de 48 no ano passado para 71 este ano. Destaque para o bom número de filmes de municípios do interior. Nesse ano, o numero de filme de ficção, é maior que os documentários, em relação às edições anteriores.. Os 18 curtasmetragens gaúchos selecionados para a mostra foram: “Armada” – Caxias do Sul/Porto Alegre, “As memórias do Vovô” – Pelotas, “Catalogárgula” – Pelotas, “Codinome Beija-flor” - São Leopoldo, “Contrato de Amor” - Porto Alegre, “Ed.” - Porto Alegre, “Entrevista” - Porto Alegre, “Férias” - Porto Alegre, “Kassandra” - São Leopoldo, “L anime” – Pelotas, “Logo ali ao Sul” - Capivari do Sul, “No cias Tuas” - Porto Alegre, “O matador de Bagé” - São Leopoldo, “Os Desconhecidos” – São Leopoldo, “Os Filmes Estão Vivos” - Porto Alegre, “Roda Gigante” - Porto Alegre, “Somos todos ilhas” - Porto Alegre e “Tomou café e esperou” - Porto Alegre.

Em O Duelo, direção e roteiro de Vilson Santanense, alguns símbolos se impõem logo no inicio. O relógio de bolso, balança como um pêndulo na corrente. A moeda (dólar) dentro do copo com água lembra o “Dólar Furado” de Giorgio Ferroni, ao fundo a trilha sonora que caracterizou o West espaguete. A trama exibe o duelo entre o personagem (Vilson Santanense) e seu duplo, e/ou seu igual, diferenciados por uma mascara ao es lo faroeste.

A mise em scène é

reveladora, os personagens num palco e não no saloon como deveria ser, se um faroeste fosse. Não há mesas repletas de malfeitores mal encarados, caracterizando esses acertos de contas. Nas poltronas do teatro não existe público. Há o desencanto entre o real e a fantasia, para indicar a metáfora na proposta desses signos quase invisíveis. Os dois personagens, vestem-se como caubóis, mas falam gíria contemporânea, é a anedota dentro da anedota. As armas, não são as mesmas do velho oeste, mas o bang- bang soa como naqueles velhos tempos. Um homem se depara com seu igual, ou quase igual, e resolve eliminar esse espelho seu. No confronto, a farsa vence o original, e o que realmente resta? Talvez seja essa a incógnita, que o filme deixa como ques onamento. Quem assume o papel principal.

Kassandra (foto acima) é o terceiro curta-metragem de Ulisses Mo a Costa, O filme conta a história de uma menina (Renata Stein) que tem problemas psiquiátricos e não consegue falar. Ela mora só num grande apartamento e as únicas pessoas com as

O Cubo

quais ela cruza são seu terapeuta, certo vizinho ameaçador e uma figura misteriosa que a perturba com frequência, o Homem Grande. O filme está sendo rodado em preto-e-branco e pra camente não tem falas.

O Cubo, segundo curta- metragem de Fabio Loud, (dois minutos) carrega consigo a linguagem documental. O autor exercita-se u lizado o “cubo” como base para transitar a

FÉRIAS DE JULHO NA SERRA COM SPA ZEN Hotel Fazenda Vale Real (diversas saídas) # Passeio a cavalo e charrete # Degustação de frutas no pomar # Banho de ofurô e massagem

narra va sobre essa forma geométrica e sua influência na vida co diana do ser humano. U liza colagens e câmera fixa, o que explica a semelhança na linguagem da televisão.

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O documentário se desenvolve com alguns toques de humor,

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JORNAL DE

ARTES Artes Plásticas | Artes Cênicas | Cinema | Musica | Literatua

Jornal de Artes é uma publicação da MURUCI Editor Editor | João Clauveci B. Muruci Editora de Literatura | Djine Klein (djineklein@gmail.com) Design Gráfico/Capa/Diagramação | Mauricio Muruci Email | jornaldeartes@yahoo.com.br Site | www.issuu.com/jornaldeartes Site |www.facebook.com/jornaldeartes CNPJ | 107.715.59-0001/79 - Fone | (51) 3276 - 5278

EXPEDIENTE Colaboradores desta edição

Almandrade |Rafael Poerschke| Djine Klein | Clauveci Muruci |Gustavo Insekto | Clemente Padín | Camila Diehl

Capa: Vetorização de imagem. Foto de Rafael Poerschke, tirada no banheiro do bar Bambus em Porto Alegre.


Porto Alegre |Julho | 2013 | ARTES | 3 ARQUITETURA

Bauhaus Por

Almandrade de Salvador/BA *

Mais do que uma escola que revolucionou o ensino da arte, do design e da arquitetura, a Bauhaus foi um movimento de transformações no campo da arte e da arquitetura que marcou o século XX. Fundada na Alemanha em 1919, sob a direção do arquiteto Walter Gropius e com um corpo docente que incluía ar stas de vanguarda como Oskar Schlemmer, Paul Klee, Wassili Kandinski, Josef Albers, Johannes I en, Lyonel Feininger e o arquiteto Mies Van der Rohe, foi responsável por fixar diretrizes esté cas que se difundiram em outros países do ocidente. A harmonia entre forma e função sem detalhes decora vos supérfluos na arquitetura e nos objetos da vida co diana era um princípio da nova era funcionalista. Essa esté ca racionalista estava aliada à ideologia progressista de organizar o ambiente da vida social e torná-lo compa vel com a realidade industrial, mas ia de encontro aos ideais da an guidade clássica defendida pelos nazistas. A escola, por exercer forte influência sobre a sociedade local, com suas utopias sociais e idéias avançadas passou a incomodar os setores conservadores. Acusada também de propagar uma arte degenerada, foi perseguida, a Bauhaus passou por três diferentes cidades até o seu fechamento defini vo em 1933, quando o par do Nazista assumiu o poder. A meta da Bauhaus era a arquitetura. "A arquitetura é a meta de toda a a vidade criadora”, palavras de Walter Gropius, no primeiro manifesto redigido em 1919. Mas esta só aparece depois das artes plás cas, do design e do exercício do artesanato. Além de revolucionar a didá ca do ensino de arte e arquitetura, com o obje vo de preparar um profissional ligado aos fenômenos culturais e sociais mais expressivos do mundo moderno. Tinha uma proposta clara e inovadora de integração entre arte e sociedade, a criação de uma esté ca humanista do mundo moderno, com uma vontade mais ampla de adequar a sociedade à realidade tecnológica do século dominado pela revolução industrial. Enfim, ordenar do espaço moderno de convivência. A Bauhaus abriu o campo para o desenho industrial como: móveis, luminárias, pesquisas de tecido, artes gráficas. Definiu um es lo para seus produtos despidos de qualquer ornamento, que levasse em conta o lado prá co e econômico, cujos protó pos saíam de suas oficinas para a execução em série na indústria. Os objetos produzidos pela indústria deveriam ser um misto de engenharia e arte, beleza e funcionalidade, dentro do compromisso arte / sociedade, de convocar a par cipação do trabalho do ar sta para construir uma alterna va racional a fim de humanizar o novo ambiente comprome do com a máquina. Um sonho logo absorvido pela sociedade capitalista e transformado em disposi vo de acionar a compe ção e o consumo. As duas principais ramificações do abstracionismo geométrico, a holandesa de Mondrian e o constru vismo russo de Tatlin, Malevitch e El Lissitzky, fundiram-se e foram incorporadas ao currículo da escola alemã. A Bauhaus é também responsável pela divulgação dessas linguagens e foi um momento representa vo das ideologias constru vistas, na primeira metade do século XX. Quando os soldados de Hitler fecharam as suas portas, grande parte de professores e alunos já haviam par do para outros países divulgando suas idéias até chegarem à América como os arquitetos Walter Gropius que lecionou em Harvard e Mies Van der Rohe um dos principais arquitetos da remodelação de Chicago. O ensino inovador da escola já havia se difundido nos principais centros de arte. A Bauhaus exerceu uma influência extraordinária sobre a arquitetura do século XX no mundo ocidental, um es lo marcante pelas linhas retas dos prédios, ambientes claros, espaços bem aproveitados e pela ausência de adornos. Es lo que chegou também ao Brasil através de ex-alunos da an ga escola, hoje esquecidos, como o alemão Alexandre Altberg e o belga Alexandre Buddeus. No Brasil, a arquitetura moderna foi importada e adaptada através da versão francesa, principalmente com a vinda do arquiteto Le Corbusier, a convite do ministro Gustavo Capanema, na segunda metade da década de 1930 para realizar estudos para o projeto do Ministério de Educação e Cultura (MEC). Projeto que foi desenvolvido por uma equipe de jovens arquitetos brasileiros, como: Oscar Niemeyer, Lúcio Costa e Affonso Eduardo Reidy, obedecendo ao traçado do mestre. Porém na primeira fase do modernismo, foram os alemães que influenciaram a arquitetura brasileira, pioneiros no uso do concreto armado, bastante difundido e u lizado na nossa arquitetura. Na Bahia, a arquitetura moderna, também nesse primeiro momento do modernismo, apareceu sobre influência alemã. Destaca-se o Ins tuto de Cacau da Bahia, localizado no comércio, no centro de Salvador, como um dos poucos exemplos no Brasil de uma arquitetura influenciada pelos princípios da Bauhaus. Projeto do arquiteto belga ex-aluno da referida ins tuição, Alexander Buddeus. Uma arquitetura com um toque expressionista, como podemos observar em alguns projetos do mestre Gropius. Almandrade é ar sta plás co, poeta e arquiteto


Porto Alegre |Julho | 2013 | ARTES | 4

O MONÓLOGO DA

BONECA

Comemorando nove anos de existência a Companhia Teatro da Transcendência inaugura seu Centro de Integração e Arte e apresenta solo inédito de Camila Diehl. Por

Camila Diehl de Porto Alegre/RS *

Inaugurando sua sede em Porto Alegre, próxima ao parque da Redenção, a Cia. Teatro da Transcendência estreiou no dia 29 de junho de 2013 o espetáculo O Monólogo da Boneca. Depois de interpretar a 1ª mulher do universo em Lilith, e a român ca ninfa Eco em Ecos da Alma, em 2004, a dramaturga Camila Diehl encarna uma boneca de silicone nesta nova montagem do grupo. O Monólogo da Boneca conta a história de uma “RealDoll”, uma boneca projetada para fins sexuais, feita de silicone e juntas de aço, que imita as feições e proporções sicas de uma mulher real. Sozinha em cena a personagem de nome Cherry apresenta o mundo das “RealDolls” sob a visão do próprio objeto sexual, adquirido para servir de companhia a um homem triste e solitário. Ultrapassando as expecta vas convencionais de ser tratada apenas como um brinquedo, a boneca é elevada a um patamar quase humano, em que assume as funções de confidente e parceira, uma mulher de beleza perene, curvas e proporções idealizadas, feminina, fiel, livre de doenças, obediente, submissa e sempre disponível. Através das palavras cruas e poé cas de Cherry o espetáculo mostra a vontade desesperada de um homem medíocre de ter alguém para dividir a sua vida, num ímpeto apaixonado e insano de transformar um aparato mecânico em uma companheira de carne e osso. O homem constrói um coração de sucata, coloca-o dentro do corpo de Cherry e espera ingenuamente que um milagre aconteça. De fato, a boneca começa a sen r e a pensar, apresenta emoções exacerbadas, tem ataques de raiva, medos, fobias e alucinações. A boneca transita entre a presunção e a piedade, entre o ódio e a tristeza profunda, ques onando o valor da natureza humana e da espiritualidade num meio tecnológico, perfeito e ar ficial.

Encenação Para assumir o desafio de interpretar e ao mesmo tempo dirigir um monólogo, a autora Camila Diehl compõe um dinâmico jogo de cena, a par r de técnicas corporais elaboradas, em que u liza movimentos robó cos, inorgânicos e experimentações vocais. A peça flerta com o gênero burlesco, ao misturar comicidade e esté ca de vaudeville, e assumir o ridículo, o exagerado, o sarcás co e o paté co no palco. Desenvolve a linguagem do gesto, a mímica, a máscara facial, a musicalidade e a poé ca do texto. Durante o espetáculo, a personagem permanece confinada em uma estrutura vazada de madeira, no formato de uma caixa retangular; veste tules e rendas negros, saia bailarina, maquiagem carregada, sapato alto e peruca vermelha. Nesta atmosfera lúdica e in mista a boneca Cherry apresenta o seu drama em um espaço semi-arena, com focos de luz branca incidindo sobre ela. “O Monólogo da Boneca” vem ressaltar o momento em que a personagem toma consciência do seu sen mento em relação ao outro, do seu papel diante do homem que a comprou em uma loja de ar gos eró cos. A boneca, dona de um suposto coração, desvela a sua essência passional, numa a tude misericordiosa de entrega, sacri cio e libertação. A alma por trás do objeto. Fe che, tabu. Incapacidade de conviver e comunicar-se, ego, intolerância de algo exterior a si. Pensa a boneca de silicone: quiçá um sopro divino possa habitar este corpo inanimado e salvar o homem mido da reclusão.

Boneca do Amor Conhecidas ainda como Lovedolls ou Sexdolls, as RealDolls foram criadas em 1996 pelo norteamericano Ma McMullen, através da empresa Abyss Crea ons, na Califórnia. Encontrada nas versões feminina e masculina, a boneca procura reproduzir as posturas e formas humanas, a textura da pele e o peso. O corpo de silicone pode ser aquecido e suas cavidades ín mas são feitas de borracha macia e elás ca, para proporcionar uma sensação realista de contato humano. Embora sejam especialmente planejadas para oferecer prazer sexual, as RealDolls são usadas também na indústria do cinema e entretenimento, em a vidades performá cas, como modelo fotográfico, ou ainda, podem ser colecionadas como belas obras de arte.

Sobre a Companhia A Cia. Teatro da Transcendência foi fundada em julho de 2004, na cidade do Rio de Janeiro, pela diretora Camila Diehl. Em 2009 a companhia se transferiu para Porto Alegre e, desde então, vem atuando no cenário ar s co gaúcho. Voltada exclusivamente para a construção de um repertório original e inves ndo num es lo que mescla escrita neo-român ca a elementos da encenação contemporânea, o Teatro da Transcendência aposta na poé ca da palavra, da música e do corpo, para desvendar a natureza humana. Os temas abordados são atemporais e mís cos, buscando transcender o co diano e a realidade, a racionalidade e a matéria, fazendo deste ideal a concepção ar s ca da companhia. O processo cria vo se desenvolve a par r de um vigoroso treinamento sico, exercícios respiratórios, yoga, meditação e alinhamento energé co. Seguem-se exercícios vocais e rítmicos, improvisações, bem como estudos teóricos e debates ligados aos temas dos espetáculos.


Porto Alegre |Julho | 2013 | ARTES | 5

É relevante destacar o trabalho minucioso de consciência cênica e concepção de personagens ao longo dos ensaios, em que a direção se propõe a explorar as capacidades corporais e psíquicas dos intérpretes, em uma condução orgânica, rompendo bloqueios e despertando potenciais latentes. Mitos e símbolos representam preciosas fontes de inspiração para a companhia, que se u liza também dos conhecimentos da psicanálise, filosofia, religião, sica, ocul smo, literatura e todos os pos de artes, para construir uma linguagem cênica específica, a essência do Teatro Transcendental. O Teatro da Transcendência tem em seu currículo as seguintes montagens: Lilith (2004), baseada na história mitológica da primeira mulher criada por Deus. Ecos da Alma (2004), uma fábula sobre a impossibilidade do amor. Aeternita s (2005), tríade de peças inspiradas no mito de Eco e Narciso. Sistema Quân co (2005), o encontro de cinco personagens sob o olhar da sica quân ca. Silenciosas Sen nelas de Pedra (2006), uma trágica história ambientada em um casarão sombrio. Amêndoas e Caracóis (2007 e 2010), inspirada na jornada de vida do ser humano através dos Arcanos Maiores do Tarot. Eres Kigal – esculturas (2007 e 2010), espetáculo-exposição em que um ar sta exibe suas excêntricas obras de arte. Soh (2008), a lenda da Mulher de Saturno sob uma esté ca Zen-Budista. Poema das Cinzas (2012), narra a trajetória de um homem condenado por matar o próprio pai. Durante as temporadas de seus espetáculos a companhia promoveu debates com profissionais de diversas áreas e organizou oficinas e workshops de Teatro, Musicalização e Meditação, ministradas por seus integrantes.

Sobre a autora Camila Diehl é Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, U N I R I O. Especializou-se na área de Gêneros e Linguagens Dramatúrgicas, sob a orientação da Prof. Dra. Ana Maria de Bulhões Carvalho, e em Dramaturgia Corporal e Dança-Teatro, sob a orientação da coreógrafa Prof. Dra. Elid Bi encourt. Estudou técnicas literárias com o escritor Antônio Fernando Borges e linguagem sânscrita com Annabella Magalhães. Fez diversos cursos em áreas holís cas, ocul smo, meditação e mitologia, estudando com a terapeuta vibracional e taróloga Daniela Pereira Lobo, o instrutor xamânico Tony Paixão, o astrólogo André Leôncio, o terapeuta psicocorporal Sérgio Veleda, o mestre iogue Nihar Sarkar e o arteterapeuta Cris ano Closs. É instrutora de Yoga formada pelo Ins tuto Ánandam e terapeuta da técnica de Renascimento (Rebirthing). Atualmente cursa pósgraduação em Arteterapia pelo Ins tuto Educacional do RS. IERGS. Aprimorou seus estudos sobre teatro e treinamento do ator com os diretores Moacir Chaves, Thierry Trémouroux, Paulo de Moraes e Roberto Alvim (Rio de Janeiro), Persis-Jade Maravala e Jorge Ramos (Londres). É dramaturga, diretora, atriz e produtora e, desde 2004, vem desenvolvendo um trabalho autoral que culminou com a fundação da companhia Teatro da Transcendência. Em 2007 lançou seu primeiro livro “O Teatro da Transcendência – cinco peças”, pela editora Ibis Libris (RJ), que reúne os textos das cinco primeiras montagens realizadas pelo grupo. Em 2012 recebeu Menção Honrosa no 8º Concurso de Dramaturgia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre - Prêmio Carlos Carvalho, com a peça inédita Nestes campos em que paramos e sorrimos.

SERVIÇO: O Monólogo da Boneca Uma boneca de silicone, projetada para fins sexuais, ganha vida com um coração ar ficial. Texto, Direção e Interpretação de Camila Diehl. Local: TEATRO DA TRANSCENDÊNCIA - Centro de Integração e Arte R. Vieira de Castro nº 145, Farroupilha, Porto Alegre / RS Tel.: (51) 3331-0621 Temporada: De 29 de junho a 25 de agosto de 2013. | Sábados e Domingos, às 19h. Lotação: 50 espectadores Duração: 70 minutos Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (sênior, estudante, classe artística) Classificação etária: 12 anos

Texto, Direção, Interpretação, Figurino e Arte Gráfica: Camila Diehl Cenário e Iluminação: Marcelo Fan n e Camila Diehl Adereços: Alice Inês Diehl Fotografia: Melina Diehl e Rubin Pedro Diehl Operação de luz e áudio: Marcelo Fan n Produção e Realização: Cia.Teatro da Transcendência

Tire seus originais da gaveta! Lembra daquele texto guardado há muito tempo na gaveta? A hora é agora. Podemos editar seu livro sem que você desembolse recursos seus para isso.

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Porto Alegre |Julho | 2013 | ARTES | 6

Análisis de un Poema de

JOSÉ DE ARIMATHEA Por

**

Clemente Padín de Montividéu/Uruguai *

* Texto originalmente publicado En Revista de Cultura Vozes, 64 (1):42, Petrópolis, Río, Brasil, Enero/Febrero, 1970

** Clemente Padin – Nasceu em 8 de outubro de 1932 em Lascano, R. O. do Uruguai. Poeta, ar sta plás co e gráfico, performer, videomaker. Licenciado em Letras Hispánicas na Faculdad de Humanidades y Ciencias de La Edicación, Universidad de La Republica, no Uruguai, foi diretor das revistas Los Huevos Del Plata (1965-1969), OVUM (1969-1975), Par cipación (1984-1986) e Correo Del Sur (2000). Autor de 18 livros publicados na França, Alemanha, Holanda, Itália, Espanha, Rússia, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai. Tem organizado muitas exposições e eventos ar s cos, os quais se destacam: Exposição da Nova Poesia (Montevidéu, Uruguai), Fes val de Postal Cria vo. Mostras pelas Liberdades America La na (Berlin, R. F. Alemanha, 1984); Primeiro Fes val de Videoarte (Uruguai, 1986); Poesia Experimental e Uruguaia (Montevidéu, 1989); Fes val La noamericano de Arte na Rua (Montevidéu, em 1990); José Mar 100º Aniversário (Montevidéu, 1995); Fes val Rioplatense de Poesia Experimental (Montevidéu, 1996); V+V (Montevidéu, 1998).


Porto Alegre |Julho | 2013 | ARTES | 7

CINEMA

DER PREIS

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Fes val de cinema independente alemão, traz filmes inéditos a Porto Alegre Rua Gal. Lima e Silva, 985 esq. Joaquim Nabuco Telefone: 3225-4020 Cidade Baixa - Porto Alegre - RS

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Um jovem arquiteto retorna ao seu velho bairro na Berlim Oriental. Ele foi selecionado para revitalizar um conjunto habitacional da era sovié ca. Então percebe que não apenas os prédios foram esquecidos na Alemanha do futuro, mas também seus habitantes. O espírito do comunismo desapareceu para ser subs tuído... Por nada. Der Preis será um dos 16 filmes em exibição no 1º Fes val de Cinema Indendente

Rua Anita Garibaldi, 146 - Porto Alegre-RS Fones (51) 3028 6853 - 3332- 5154 E-mail: bellavistamolduras@gmail.com

Alemão. Numa inicia va do Ins tuto Goethe e Fantaspoa Produções chega a Porto Alegre o Fes val de Cinema Independente Alemão, com curadoria assinada por João Pedro Fleck e Nicolas Tonsho. Entre os dias 12 e 21 de julho de 2013, o evento exibirá, no CineBancários, no Cine Santander Cultural e na Sala Eduardo Hirtz da Casa de Cultura Mário Quintana, um total de 23 longas-metragens e seis curtas-metragens

A melhor da cidade

independentes alemães. As obras, lançadas na úl ma década, revelam a nova geração de cineastas que não trabalham nos grandes estúdios e realizam filmes com baixo orçamento. Portanto, são filmes marcadamente autorais, cujos diretores se aproveitam de ampla liberdade de criação, explorando esté cas inovadoras, histórias envolventes, técnicas incomuns, entregando ao público obras ricas, originais e, sobretudo, diferenciadas. A inicia va faz parte das a vidades da Temporada Alemanha + Brasil 2013-2014 e conta com a co-realização da ACCIRS – Associação dos Crí cos de Cinema do Rio Grande do Sul. O evento exibe mais de 20 filmes independentes alemães. As obras, lançadas na úl ma década, revelam a nova geração de cineastas que não trabalham nos grandes estúdios e realizam filmes com baixo orçamento. Portanto, são filmes marcadamente autorais, cujos diretores se

Venha Experimentar A Melhor Empada da Cidade

aproveitam de ampla liberdade de criação, explorando esté cas inovadoras, histórias envolventes, técnicas incomuns, entregando ao público obras ricas, originais e, sobretudo, diferenciadas. A programação do fes val é composta por obras de gêneros diversos, como comédia, documentário, drama, e aventura. Dessa forma,

Horário de Funcionamento: das 10h ás 20h

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3226-0226 3212-3007

abrange de forma ampla a recente produção lmica independente da Alemanha, apresentando um panorama completo aos espectadores. Os diretores convidados M. A. Li ler e Felix S enz par cipam comentando seus filmes. M. A. Li ler ministrará também a Oficina de Cinema Maverick, sobre realização lmica independente. Gratuita e de teor teórico e prá co, a oficina terá como produto final um longa-metragem filmado pelos par cipantes sob orientação de Li ler. O longa será apresentado ao público no encerramento do evento, no dia 21 de julho de 2013. As inscrições para a oficina podem ser realizadas até 9 de julho. A programação do fes val é composta por obras de gêneros diversos, como comédia, documentário, drama, e aventura. Dessa forma, abrange de forma ampla a recente produção lmica independente da Alemanha, apresentando um panorama completo aos espectadores. Além de contar com a presença do diretor Felix S enz, que apresentará seu primeiro longa-metragem e 6 curtas-metragens, o evento apresentará uma retrospec va da carreira do aclamado diretor M. A. Li ler, cuja prolífica obra, que conta com nove longas-metragens dirigidos em menos de quinze anos, é usualmente descrita como uma estranha mistura de cinema autoral europeu, intelectualismo, rock'n'roll e um idiossincrá co senso de melancolia. Seus filmes já foram apresentados em alguns dos mais pres giados fes vais de cinema do mundo, como o Leeds Interna onal Film Fes val, Fantasia Film Fes val, San Francisco Independent Film Fes val, Zürich Interna onal Film Fes val, e Raindance.

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DIREÇÃO: Elke Hauck. ROTEIRO: Peggy Lehmann, Elke Hauck. FOTOGRAFIA: Michael Kotschi. MONTAGEM: Stefan Oliveira-Pita, Stefan Stabenow. ELENCO: Florian Panzner, Sven Gielnik, Vincent Krüger, Anne Kanis, Vanessa Krüger, Guntbert Warns, Wiebke Bachmann. FESTIVAIS: Fes val Internacional de Berlim 2011 + Vancouver Interna onal Film Fes val 2011 + Fes val Internacional de Braunschweig 2011 + Dhaka Interna onal Film Fes val 2011: Seleção Oficial


Porto Alegre |Julho | 2013 | ARTES | 8

inveja

Ilustração Cloveci Muruci

Por

Djine Klein de Porto Alegre/Viamão/RS *

No princípio de sua dor aquele sujeito rivalizava até com a paisagem. Antes mesmo que gatos e passarinhos se pusessem em resguardo de chutes, palavras de mal dizer... O acúmulo de sofrimentos no homem, ele

pra cava suas iras contra os animais. Aprendiam os bichos a pânicos que amor não se espera e a falta deste a ausência muito desespera. O caso se era uma inveja das liberdades? Quem sabe! Uns de fome o sujeito até se pra ca a autoternura: um Vexame! Qual gente sozinha, a pessoa com frio e o silêncio? Uma ave de insônia em errância. Mergulhos na própria dor. Todavia há os enluarados. Um amanhece azul e que só um grilo lhe flecha o sonho, outro na rua a passos de quem sabe as bandas do nascente, se distanciando outro. Vai à trilha crescendo para escrever rumo onde flor é flor mesmo, no chão e paisagem. Olhar e desejar - nasce relva surge rio com riso o pomar é paraíso. Par u aqueloutro levando do dia anterior uma criança nos olhos. E nha um desconforto uma tristeza bem triste o desditoso homem, Se Arrancava os cabelos em silêncio, esse era ainda a sua privada casca. Tão ferido os dedos rasgando a própria carne e sangrava agonias. Além de permanecer em estado de alerta o atormentado e seu impróprio bicho interior, ele nha por princípio ser ensombreado nos fins. Mas que nunca ninguém soube por que daquelas suas vinganças se auto-aplicando. Salvo a fera, conquanto de impossível queria eu era de haver o tempo, ele sorrindo, mas o tal só se dava a desafeições que eu nha tanta pena. Um dia o chamei as quantas de lhe dizer umas poucas bOAS palavras. umas desarroganciazinhas de carinho, Se me permi a? Intencionava umas palavras pra ele a palavra cada qual com uns pintos de sol. Fui breve logo dizendo para ele não ter implicância com a própria vida dele e mais as alheantes. Justo elas lhe esbarrando as dissidências seus descaminhos frios. Deviam os aconteceres ser com as gentes e bichos só para arrepios, pensava eu - tem que ser a criatura gente de jus ça e beber na paz. E minha pretensão por ele era apenas um passeio, andar os dois de ir e volta do poente ao dia anterior. Mas ele entorta, me acusa a de vADIAGEM, até disse uma palavra safalário ou salafrário que não entendi nada bem. Contudo, achei que era bonita a palavra. Em desde trago-a no bolso escrito assim - Sou salafrário!?... E que repito com arranjos para assobio. Para o homem não dei trégua. Já que não escutava falei a boca solta: disse poé ca ele “enganação”, disse aRtE, ele “embromação”. Escutei ruídos de música e pedi atenção, ele – “sai de mim poeta chinfrim”! Fui TEIMOSO: “então o que o acaso trás e o vento nos cabelos?” Ele esconjura e diz - “sou a razão”. Eu sou a flauta e o bailarino, meu corpo languida-se de ser feliz e o convidei para dançar, ele pedra. Eu convocava aos salões, ele pupila rasa. O bailado foi só meu e caí em seu ocaso. Pássaros espiavam das árvores, eu no rente chão cuidava uma cigarra. O homem surdo, contudo lhe vi um descuido: ele não queria e viu a flor que colibri flechara. Eu? - Ah! “se de tais rosas tua estátua se erigisse!”. Meu arpão a ponto de mágoa e foi que no final do embate ouvi: “e as vozes?” Escutei o incrédulo e arrematei: “no PARAíso vou apascentar-me de ternuras, para não há carícia que te salve, a preguiça tudo cala. E os bichos, pressinto o que ele quase pensava. Acrescentei, nós temos os contentamentos, tu as raivas e quando eu disse - “Os pássaros” e piei, ele grita: me irritam. E eu por úl mo: “ave de princípio um dia também voo”. O homem? Entrou em desamparo de me escutar assim. E me decretou a derradeira palavra - Louco!


Porto Alegre |Julho | 2013 | ARTES | 9 Por

Gustavo Insekto de Porto Alegre/RS *


Porto Alegre |Julho | 2013 | ARTES | 10

ARTES PLÁSTICAS

DEIXA ESTAR Imaginação, fé e polí ca são temas apresentados na exposição do ar sta visual Sandro Ka.

Composições criadas a par r de objetos e imagens do universo popular e de massa são apresentadas na exposição do ar sta, em julho no MACRS. Reunindo mais de 40 obras, entre recentes e destaques de uma produção de mais de dez anos, a exposição Deixa Estar, do ar sta visual gaúcho Sandro Ka, ganha exibição em julho, no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Em sua produção, o ar sta apresenta como temas de interesse a imaginação infan l, a imaginária religiosa e a citação de ícones da história da arte ocidental, como referências explícitas e irônicas, a esses sistemas de crença que orientam tradições e comportamentos na vida social, pública e privada. Através da apropriação e justaposição de brinquedos, bibelôs e estátuas religiosas, produtos industrializados e difundidos massivamente, o ar sta faz emergir através destas composições a inocência lúdica que permeia a fé, a infância e a criação ar s ca. Com uma proposta museológica inédita no MACRS, assinada pela curadora Bianca Knaak, Deixa Estar propõe diálogos entre a produção do ar sta e um recorte representa vo de obras do acervo do museu. Em diferentes suportes e linguagens, nomes consagrados como León Ferrari, Lia Menna Barreto, Walmor Corrêa e Té Waldraff podem ser conferidos ao lado de obras de outros jovens ar stas, como Daniel Escobar e Tridente. Segundo Knaak, tratam-se de obras que fazem parte de um repertório ar s co que em dis ntos momentos e de diferentes maneiras inspiram, influenciam e dialogam com as mo vações plás cas de Sandro Ka, ele mesmo representado no acervo do MACRS com três obras tridimensionais. Desta forma, a abordagem curatorial se propõe a apresentar diferentes momentos da cena ar s ca brasileira, que são referências para a formação e compreensão da produção do ar sta. Neste processo destaca, também, o fundamental papel dos museus e da visibilidade de suas coleções para a formação do público ampliando, assim, suas oportunidades de acesso à arte contemporânea em nossa cidade. DEIXA ESTAR | exposição de SANDRO KA Museu de Arte Contemporânea do RS – MACRS, Galeria Sotero Cosme - Rua dos Andradas, 736, 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana, POA/RS. Inauguração dia 09 de julho às 19h. Visitação de 10/07 a 11/08/22013 - Segunda das 14h às 19h, de terça à sexta das 10h às 19h, sábados, domingos e feriados das 12h às 19h. macrs.blogspot.com / facebook.com/contemporanears Informações: +55 51 3221 5900 / mac@sedac.rs.gov.br Serie Classicas SandroKa, Foto Santo Clic Fotografia

Apoio Cultural :

JOÃO DOSLIVROS


Porto Alegre |Julho | 2013 | ARTES | 11

Espaço Cultural 512

Tudo para Dreads, Roupas, bolsas, Acessórios e Decoração Av. Independência, n. 330 loja 16, bem em frente ao colégio Rosário, na Galeria Algarves | Fone (51) 93718751 | (51) 3517-7317

A Casa oferece varias opções de pe scos no cardápio, e os condimentos são colhidos na própria Casa. À noite, entre cerveja portoalegrense e drinques, ao som das bandas transitam entre samba e jazz. Com destaque nesse mês de julho para o Dia Mundial do Rock (13 Sábado) – com a apresentação da Texas Haze mais o lançamento do CD Híbria (foto ao lado).

Baby Class - Ballet Clássico Adulto - InfantoJuvenil - Dança do Ventre - Jazz - Ritmos Caribenhos - Salsa Cubana com Rueda Casino - Samba de Gafieira - Street Dance (Hip Hop) - Tango - Yoga - Zouk - Atividades Rítmicas para Terceira Idade

José do Patrocínio, 541 - Porto Alegre, RS Fone: (51) 3286-5343 studiodedancasmaranoschang@hotmail.com www.maranoschang.blogspot.com.br

Rua José do Patrocínio, 623 - Conj. 01 Fone/Fax: (51) 3286-7153 / (51) 9966-5373 Cidade Baixa - Porto Alegre

Mesa de Bar Com mais de cinquenta quarteirões, e seus inúmeros bares, mesas nas calçadas, muitos deles se transformam em galerias de arte e/ou espaços para shows musicais. A Cidade Baixa é conhecida como ponto boêmio da capital gaúcha.

Cine arte e Pub Café na Cidade Baixa Quem curte cinema com conteúdo mais elaborado, o chamado cine-arte, tem agora a melhor opção. Cia do Vídeo etc, possui um acervo de clássicos europeus, asiá cos, la nos, nacionaisclássicos remasterizados. Sempre atualizado com os lançamentos de todos os gêneros de cinema. No local pode se beber o famoso Café do Mercado. Funcionamento de segunda a sábado, 1.30 às 24h. Rua Lima e Silva, 165 – (51) 3026 24 07 – Cidade Baixa

Cia das Empadas Integra pelo oitavo ano no seleto grupo dos melhores bares e restaurantes da Revista Veja POA. Oferece as empadas mais cobiçada da cidade baixa, nos sabores doces e salgados, com tele entregue no telefone 3226 0226 / 32123007.Rua José do Patrocínio,649 / Cidade Baixa

Disco Bar

Tapas Bar Com ambiente certo para fumar narguilé -40min -(agora no inverno em aconchegantes almofadões), nas essências de maçã, limão e pêssego. As tapas da casa com 24 pe scos mul nacionais. Oferece também cervejas artesanais que podem ser consumidas com uma porção de 10 bolinhos de bacalhau. Rua da República,30-Cidade Baixa - 3226 0517

Dois ambientes são oferecidos, o salão principal e no jardim, nas paredes pode se ver pôsteres de clássicos de rock e pob, e a casa oferece pizzas artesanais no formato bro nho, ou na versão oito pedaços.

In Sano

Aos amantes do Rock,MPB, black músic, samba e pagode. Na programação deste final de julho, venha ver, (23 sexta) a Banda klanaã, no sábado (24)Catuípe e Trio – No domingo (25)Tonda y Combo. É preciso provar o drinque cubano mojito, (R$12,00) e o sanduíche aberto com copa, pepino, ovo de codorna, queijo e tomante-cereja(R$30,00 para duas pessoas) Rua Lima e Silva, 601/03 – Cidade Baixa (51) 3286 6940

Boteko do Caninha No BOTEKO DO CANINHA, no berço da cultura negra de Porto Alegre, na região do Areal da Baronesa, que era conhecida pelas casas de religião, pelo carnaval de rua, por seus músicos populares.Local gera saraus, festas temá ca, e a grande alegria de uma roda de samba, regada por baldes de cevas geladas.

Jonny Boy Música autoral, Blues, Milonga, MPB, Baladas. h

ps:blogspot.com/tchejoao. Foe (51) 91190970


Sons que ouço na

Cidade Baixa À noite, nem tão escura, revela a magia da música que percorre as ruas da Cidade Baixa. Rock ‘n’ Roll, Pop, Jazz, blues, Samba, Chorinho, entre tantos outros gêneros. A energia vibra no bairro mais Cult da cidade, depois, é só liberar sensibilidades, e se deixar embalar pelo som que esvoaça na noite, nem tão escura.

Big Band que se apresenta todas as segundas no Insano Bar, na Cidade Baixa

Apoio Cultural :

Rua João Alfredo, 512

O prazer de viver a noite

Rua Lima e Silva, 165

www.ciadovideo.com.br


Julho | 2013