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O JORNAL AMARANTE de

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Quinta-feira, 28 de Abril 2011 | NÂş 1614| Ano 31 | euro 0.80

Sexta-feira Santa marcada pela tragÊdia em Vila Chã do Marão Câmara racionaliza consumos de energia

STJ condena Petrofel a devolver ao MunicĂ­pio parcela de terreno


2| O Jornal de Amarante

Vamos Andando e vamos vendo... por Raquel Marinho

“As traseiras são tramadas” Andava eu a empurrar o carrinho da minha “badochinha” pela ecopista (sem saber muito bem quem passeava quem), quando reparei em algo que, não sei como, ainda não havia reparado, o que é complicado de entender, tendo em atenção a minha profissão - A problemática das traseiras… As traseiras dos edifícios são tramadas…o próprio nome diz tudo: traseiras, o lado que ninguém vê, ou simplesmente o lado que ninguém quer ver. Contudo a cidade, ao contrário do que pode parecer, é um organismo vivo, uma manta feita com retalhos de história, momentos, espaços que hoje têm um significado, amanhã outro, mas especialmente representa um conjunto de lugares, cujas hierarquias espaciais não se estagnam em si mesmas, alteram-se a qualquer momento e foi isso que aconteceu com

aquelas traseiras da Rampa Alta… Durante décadas o alçado principal do conjunto edificado da Rampa Alta era o de frente de rua, mais precisamente, da EN15, para a linha de comboio e para os baldios esquecidos da fronteira entre o que era urbano e ainda era uma ténue madeixa rural deixou-se ficar a fachada de trás, feia, decadente, moribunda, inacabada, esquecida…não importava, afinal jamais alcançaria o estatuto visível de um “alçado da frente”, esse sim, o importante…agora que penso nisto faz-me lembrar que esta nossa postura perante aquilo que construímos e como vemos o que construímos reflecte um pouco a nossa própria maneira de estar na vida – perdemos demasiado tempo a olhar para o que se vê em nós e nos outros, à primeira vista, esquecendo que normalmente

somos muito mais que a nossa “fachada principal”. Acontece que, quando o assunto é o lugar na verdadeira essência da sua palavra, este traz consigo o peso do alterável, não quer dizer, com isso, que perde identidade, apenas, como tudo na vida, vê a sua identidade alterada, pois para se ser, primeiro tem que significar algo para quem lhe atribui o valor e se há coisa que aprendemos na vida é que nada é imutável e o que hoje nos parece de uma importância abismal, amanhã poderá ser motivo de riso e ironia complacente. E assim quis o destino que as famigeradas fachadas das traseiras da Rampa Alta se tornassem no alçado principal da ecopista…e, de facto, um espaço tão agradável como este tem que “gramar” com aquela “dorzinha na alma”…é uma pena, mas conta a verdade da cidade e se há

bancário “barato” (barato que sai caro) e a irrelevância que foi dada ao contexto comunitário, também as irresponsabilidades políticas, o hábito de estender mãe e o xico-espertismo; a dependência externa em combustíveis e o que provoca no défice externo. O caso Português é diferente do grego e do irlandês e é bom para todos nos que a troika se aperceba disso e rapidamente, ou que alguém lhes sussurre aos ouvidos. Tal como sucedeu com a Sociedade das Nações, falar para já em solidariedade interestadual, é quase uma utopia, aquela desenhada por Thomas Moore e a estruturada por Kant em imperativos categóricos deveras úteis ao pensamento hodierno que apenas sabe prestar vassalagem ao consumismo, à especulação, aos interesses económicos! Apenas quando as ditas agências de rating atingirem algum dos países ditos “dos grandes”, o que até agora

é um somenos (solidariedade), passará a ser fundamental; quando exigirem, como já exigiram a Portugal, aos países menores, quer em dimensão quer em crescimento económico, que ajudem com o pouco que possuírem, esses grandes interesses. No entanto, e para que sejam solidários connosco, torna-se necessário que saibamos dialogar e efectuar pactos de regime, que coloquemos o país e os portugueses em primeiro plano, as também num plano de quem “que fazer pela vida”, reconquistando a credibilidade e confiança externas que foram consideravelmente reduzidas com a provocação de eleições antecipadas. Que sejamos solidários e correctos entre nos, para que os outros possam ser solidários e correctos connosco

outra coisa que também aprendemos na vida é que as verdades nem sempre são bonitas e agradam aos nossos olhinhos, contudo fazem parte da história. Sim, as cidades são um organismo vivo e, como tal, modificável a todo o momento, portanto tenhamos a noção clara que tudo que se constrói na nossa cidade, hoje tem uma perspectiva, amanhã poderá ter outra e mesmo mantendo o princípio da hierarquia de alçados (que é importante) não devemos considerar que ser traseiras é desculpa para a ausência de tratamento e sensibilidade espacial. A dignidade não é apenas importante para os homens, as coisas também têm direito a serem dignas, especialmente quando são feitas pelas nossas mãos e para nós. Mas esta conversa não se esgota na construção…alcança-nos enquanto

seres humanos e seres sociais. Roupa lavada e ar digno ao Domingo não faz de nós gente, todos os outros dias importam e valem o que valem e cada lado nosso é um pedaço de nós para o bem…e para o mal. Nunca se esqueçam que o mundo não nos vê de uma só perspectiva e com um só olhar… Vamos andando e vamos vendo!

EDITORIAL Os portugueses, após a reviravolta de eleições antecipadas, podem contar com cinco coisas por certo: a morte, os impostos, FMI e os vira-casacas e amigos do alheio. E justificações são desnecessárias pois o leitor facilmente as infere. Nestes dias, muito se fala na necessidade de consensos e diálogos alargados, somenos de solidariedade. E porquê? Os diálogos e consensos político-económicos que favoreçam os portugueses e Portugal são possíveis, desde que os líderes partidários deixem de lado os seus pequenos ódios e invejas bem como a sede de protagonismo e ânsia de ser poder, às vezes de forma tão descontrolada que mais quererem por esse meio fazer prova de uma qualquer virilidade. Lamentável, mais uma vez, que se esqueçam as virtudes que o modelo político-económico português já produziu bem como as irresponsabilidades económicas, como o crédito

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Directora: Mª José Cunha Colaboradores: A. Magalhães, António Patrício, Carlos Carvalho, Costa Neves, Gabriel Carvalho, Hermínia Mendes, Hernâni Carneiro, Maria Rosa Pinto da Cunha, Mário Fernandes, Paulo Teixeira.net, João Pereira da Silva, Simão Marinho, Sónia Bastos, Raquel Marinho, Telma Pinto Ferreira Design e Paginação: Maria José Cunha Secretariado: Maria José Cunha Administração/Redacção/Departamento Comercial: Largo de S.Pedro, 2ºC, Apartado 75 - 4600-036 Amarante, Tels.: 255 432 301/255 432 313/ 255 432914 Registos: Ministério da Justiça/Instituto de Comunicação Social - 106941| Depósito Legal: 135757/99 Pessoa Colectiva: 500 886 644 Depósito Legal: 135757/99 Pessoa Colectiva Nº 500 886 644 Gerência: Joaquim José F. Machado, Eduardo Oliveira Pinheiro (detentor de mais de 10% do Capital) Tels.: 255 432 301/255 432 313/ 255 432 914

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O Jornal de Amarante Quinta-feira, 28 de Abril 2011 | 3

ACTUALIDADE Acidente que envolveu população que seguia em procissão ceifou a vida a três pessoas e provocou 12 feridos.

Sexta-feira Santa marcada pela tragédia em Vila Chã do Marão Três mortos, oito feridos graves e quatro feridos ligeiros. Foi este o resultado de um violento acidente, na passada sextafeira, em Vila Chã do Marão, quando a população seguia em procissão (Via Sacra), pelas ruas da freguesia, e foi abalroada por um veículo descontrolado. O condutor, de 27 anos, terá alegado em sua defesa não ter avistado os penitentes, devido à fraca iluminação. Entretanto, foi já constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência, tendo o processo baixado a inquérito. Dada a quantidade de vítimas, foram accionados para o local diversos meios de ajuda, não só de Amarante, como também de Penafiel, Porto e Vila Real. Dos feridos graves provocados por este acidente, ainda se mantém uma mulher no Hospital de S. João. Segundo fonte hospitalar, a vítima “permanece em estado grave, inspirando grandes cuidados”. Esta tragédia que se abateu sobre Vila Chã do Marão marcou a Sexta-feira Santa e, em respeito e memória pelas vítimas deste trágico acidente, o tradicional compasso da festa Pascal não percorreu a freguesia, no domingo, como era habitual. Realizou-se, apenas, uma missa que contou com a presença do Bispo Auxiliar do Porto, D. António Taipa. “Até dá impressão que Deus nos esqueceu, que Deus nos deixou sós mergulhados assim na dor, neste sofrimento que não tem

explicação”, referiu na homilia, para logo de seguida, em nome da fé cristã, atalhar, que “não é verdade, isto parece, mas não é verdade, porque Deus ao longo da história da Salvação nunca deixou sós os seus”, assegurou o presbítero. O sino foi silenciado e a cruz, no fim da cerimónia religiosa que decorreu sem cânticos, duplicou-se na guarda das portas de entrada da Igreja Paroquial, para o beijo a Cristo.

Funerais realizados na segunda-feira Vila Chã do Marão despediuse, assim, na passada segunda-feira, de Maria dos Prazeres Ribeiro, de 76 anos; Maria Emília Sousa Silva, de 72 anos e Leonor Claro Medeiros, com 54 anos, que perderam a vida neste acidente. As cerimónias fúnebres tiveram lugar às 16h30 e, como se

previa, reuniram muita gente. Presente esteve também D. António Taipa. O Presidente da Câmara de Amarante, Armindo Abreu, assistiu, igualmente, à cerimónia religiosa “em solidariedade com a população de Vila Chã, que na tragédia se portou com uma dignidade imensa”. O autarca, responsável máximo pela Protecção Civil, admitiu que “há uma lição a retirar da tragédia, mas ainda não é momento oportuno para se falar nisso”. “Nós, nas sociedades modernas entendemos que o risco está sempre controlado e não está. Precisamos de prevenir. Enfim é também uma lição para todos, para terem mais cuidado para o futuro”, concluiu Armindo

Abreu. Já o pároco da freguesia, Manuel Santos, continua a não querer falar com os jornalistas, a quem explicou que, se o fizesse, “seria com o coração e quando assim é, nestas circunstâncias, só sairiam lágrimas”, justificou. “A Páscoa já não volta ser a mesma coisa” No entender de muitos dos habitantes de Vila Chã do Marão, “a Páscoa, de futuro, na freguesia, já não irá voltar ser a mesma coisa”, pois será “ensombrada por esta tragédia” que, acreditam, ser “difícil de esquecer”.


4 | O Jornal de Amarante

CLASSIFICADOS

CLUBE DE PESCA DE AMARANTE Anúncio

Tribunal Judicial de Amarante 3º Juizo 2ª Publiação - Anúncio Processo: 2456/08.4TBAMT Divisão de Coisa Comum N/ Referência: 2462770 Data: 31/03/2011 Requerente: Maria Isabel Nogueira Natal Requerido: António João Trigo Nos autos acima identificados foi designado o dia 27/06/2011, pelas 14:00 horas, neste Tribunal, para a abertura de propostas, que sejam entregues até esse momento, na Secretaria do mesmo, pe-

los interessados na compra do seguinte bem: Prédio urbano, destinado a habitação, composto de résdo-chão e andar, com a área coberta de 130 m2 e logradouro de 600 m2, sito no lugar de Valinhas, freguesia de Salvador do Monte, concelho de Amarante, inscrito na matriz predial nº 403, e descrito sob o artº 453/19930920 da C.R. Predial de Amarante. Quem pretender examinar o referido bem deve contactar com o número 917935735. Preço mínimo de venda:

100.000,00€ Nota: No caso de venda mediante proposta em carta fechada, os proponentes devem juntar à sua proposta, como caução, um cheque visado, à ordem da secretaria, no montante correspondente a 20% do valor base dos bens ou garantia bancária no mesmo valor (nº 1 ao Artº 897º do CPC). A Juiz de Direito a) Dra. Ana Gabriela Freitas O Oficial de Justiça a) Virgínia Teixeira da Cunha Campos Cerqueira

Tribunal Judicial de Amarante 3º Juizo 2ª Publiação - Anúncio Processo: 347/11.0TBAMT Divórcio Sem Consentimento do Outro Cônjuge Autor: Maria Beatriz Vieira Silva Réu: Augusto Mota Carvalho Nos autos acima identificados, correm éditos de 30 dias, contados da data da segunda e última publicação do anúncio, citando o Réu, Augusto Mota Carvalho, com última re-

sidência conhecida em Travessa da Tapada das Carneiras, Felgueiras, Mancelos – 4600 Amarante, para no prazo de 30 dias, decorrido que seja o dos éditos, contestar, querendo, a presente acção, com a indicação de que a falta de contestação não importa a confissão dos factos articulados pela autora e que em substância o pedido consiste em que seja decretado o divórcio entre a autora e o réu, tudo como melhor consta do duplicado da

petição inicial que se encontra nesta Secretaria, á disposição do citando. Fica advertido de que é obrigatória a constituição de mandatário judicial. Amarante, 24/3/2011 N/Referência: 2450904 A Juiz de Direito a) Dra. Ana Gabriela Freitas O Oficial de Justiça a) Virgínia Teixeira da Cunha Campos Cerqueira

“Conforme deliberação tomada em Assembleia Geral, a direcção do Clube de Pesca comunica a todos os interessados que se encontra à venda o Bilhar Livre com cerca de 30 anos com conjunto de 3 bolas, sendo o mesmo vendido à melhor oferta entregue no Clube de Pesca de Amarante, sendo o valor base de €750,00.”

Amigos do Carlos Peixe No próximo dia 1 de Maio realizar-se-á o passeio de biciclete em homenagem ao Carlos Peixe. O encontro será na praia fluvial de Larim-Gondar às 9 horas. A organização é feita pelo grupo de amigos do Carlos Peixe e pelo Grupo de Jovens de Gondar. As inscrições são através do Telm: 91753258

Lufrei - Amarante

Sr. António Teixeira AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral do saudoso extinto ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Agência Funerária S. Pedro - 255432496 | 917534643 | 917578908

Vila Chão do Marão - Amarante

D. Emília Sousa da Silva AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Agência Funerária S. Pedro - 255432496 | 917534643 | 917578908

Senhor Assinante regularize por favor a sua assinatura

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O Jornal de Amarante Quinta-feira, 28 de Abril 2011 | 5

ACTUALIDADE Simulacro

Na Re-source e os Bombeiros A Re-source Portuguesa – Desmontagem e Reciclagem de Veículos em Fim de Vida, S.A., em parceria com os Bombeiros Voluntários de Amarante, realizou, na passada sexta-feira, dia 15/04/2011, um exercício de simulacro de diversas situações de emergência. Esta acção surgiu, no âmbito das suas políticas da Qualidade e Ambiente, de forma a testar os Planos internos de actuação em caso de Emergências e os seus meios de combate disponíveis. O exercício consistiu na simulação de um Derrame de matéria perigosa, com a deflagração de um incêndio, do qual resultou uma vítima. Foi criado um cenário em que foi necessária a actuação interna das várias equipas de intervenção e a evacuação de todos os funcionários da Re-Source, bem como a actuação externa dos Bombeiros

Voluntários de Amarante. O simulacro teve como principais objectivos: - o teste das estratégias definidas, funções e responsabilidades das diferentes equipas que participam activamente nos planos de emergência; - a avaliação de falhas e possíveis pontos de melhoria; - a circunscrição e extinção de derrames ambientais e incêndios; - o socorro a vítimas. No final pode afirmar-se que o simulacro foi um verdadeiro sucesso, não só pela intervenção das equipas da própria empresa, como pela intervenção das equipas de emergência do Bombeiros Voluntários de Amarante. Para ambas as entidades foi uma situação de teste às acções de formação desenvolvidas internamente.

Em todo o concelho

No fim-de-semana de 7 e 8 de Maio

Câmara racionaliza consumos de energia

Sanche organiza Festival do Verde A Junta de Freguesia de Sanche organiza, a 7 e 8 de Maio, em colaboração com o Centro Cultural e Recreativo, a segunda edição do Festival do Verde, localmente conhecido com o nome de “bazulaque”. Trata-se de um prato confeccionado com os “miúdos” do cabrito ou do anho, a que é adicionado pão e que, em tempos idos, era o primeiro prato a ser servido na “boda” dos casamentos, ainda antes da ida à Igreja. Para além do “bazulaque”, os comensais que se deslocarem a Sanche naqueles dias po-

dem também pedir caldo verde e petiscos diversos, sobretudo fumeiros, estando também assegurada animação com música tradicional, pela Tuna de Gondar. É o seguinte o Programa do Festival do Verde. Dia 7 (sábado) 9:30 – Caminhada do Verde 13:00 – Abertura do festival Dia 8 (domingo) 13:00 – Abertura do Festival

Ocupada ilegalmente no lugar do Salto

STJ condena Petrofel a devolver ao Município parcela de terreno A Câmara Municipal de Amarante iniciou, em todo o concelho, um processo de racionalização de consumos de energia, que visa conseguir poupanças e eliminar desperdícios na iluminação pública.

Na implementação deste processo foram estudadas cuidadosamente as necessidades efectivas de cada área do Município, procedendo-se ao desligamento de pontos de luz não imprescindíveis, cuidando-se

de não ser colocada em causa a segurança dos cidadãos. Conforme os casos, o desligamento acontece durante toda a noite ou em períodos em que não é premente a iluminação dos locais.

Mais de dez anos depois, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu inteira razão à Câmara Municipal de Amarante num processo interposto à empresa Petrofel – Comércio de Combustíveis e Automóveis, Lda. De facto, o STJ determinou

que a Petrofel restitua ao Município a parcela de terreno que ocupou abusivamente com a construção do Posto de Combustíveis do Salto, condenandoa, ainda, a pagar uma indemnização de montante a liquidar em execução de sentença.

Este espaço pode ser seu! Anuncie no Jornal de Amarante


6 | O Jornal de Amarante

ACTUALIDADE

Gondar - Amarante

D. Maria da Graça Geraldo da Fonseca Agradecimento e Participação da Missa de 7.º dia Seu Marido, filhos e demais familia vêm por este meio, e muito reconhecidamente, agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que de qualquer outro modo lhes manifestaram o seu pesar. Participam também que a Missa de 7.º dia será celebrada dia 30 (sábado) pelas 17:30 horas, na Igreja Paroquial de Gondar, agradecendo desde já a todas as pessoas que se dignem assistir a este religioso acto. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida.

Equipamento custará mais de um milhão e meio de euros

Câmara adjudica construção do Centro Escolar da Madalena-Lufrei

Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

Gondar - Amarante

D. Maria Rosa Fernandes

AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

Vila Chã do Marão - Amarante

D. Leonor Claro de Medeiros

AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

Vila Chã do Marão - Amarante D. Maria dos Prazeres de Jesus Ribeiro

AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

Gondar - Amarante

D. Rosa Teixeira

AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

S.Gonçalo - Amarante D. Lúcia de Fátima Teixeira Duarte

AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extintoaou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

Na sequência de concurso público realizado, a Câmara Municipal de Amarante vai adjudicar à empresa Perdilhetes, Lda. a construção do Centro Escolar da Madalena-Lufrei, a ser implantado na zona dos Ataúdes. Aquele equipamento vai oferecer onze salas de aula, sendo oito para o 1º ciclo e três para o

ensino pré-escolar, com áreas de utilização comum: sala polivalente com balneários; cantina/refeitório; bibliotreca/TIC, sala de professores, instalações sanitárias, bem como outras áreas necessárias ao funcionamento do centro escolar. Com uma área bruta de 2.250 metros quadrados, o edifício vai desenvolver-se em dois pisos,

com o rés-do-chão a acolher o átrio de entrada, as áreas comuns e as salas do pré-escolar. As salas de aula destinadas ao 1º ciclo situar-se-ão no segundo piso, com acesso a partir do átrio por escada e elevador. O valor da adjudicação é de 1 milhão e 765 mil euros, estando o prazo de construção fixado em 365 dias.

Rota do Românico comemorou o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios A Rota do Românico voltou a assinalar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com um conjunto de iniciativas subordinado à temática “Água: cultura e património”. Este ano as actividades decorreram ao longo de três dias, de 16 a 18, aproveitando o fim-de-semana que precedeu o dia oficial da efeméride, comemorada na segunda-feira, dia 18. Durante o sábado e o domingo, 16 e 17, houve visitas guiadas ao Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro, em Felgueiras, que nestes dias abriu as suas

portas a mais uma edição do Festival do Pão-de-Ló e Doces Tradicionais. No domingo, dia 17, as comemorações tiveram como ponto alto uma visita turística a seis monumentos da Rota do Românico, na qual participaram cerca de 30 pessoas. Em linha com o tema deste ano, o programa incluiu a Ponte de Espindo e a Ponte de Vilela, ambas sobre o rio Sousa, o Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro, a Igreja do Salvador de Tabuado, um dos principais testemunhos do românico da bacia hidrográfica

do Tâmega e Sousa, a Igreja de São Nicolau e a Igreja de Santa Maria de Sobretâmega, edificadas nas proximidades do rio Tâmega. A segunda-feira, dia 18, foi inteiramente dedicada aos mais novos, com actividades lúdico-pedagógicas que reuniram quase uma centena e meia de crianças no Mosteiro de São Pedro de Ferreira, em Paços de Ferreira, e na Biblioteca Municipal de Castelo de Paiva/Quinta do Pinheiro.

Projecto de Integração Paisagística ganha Prémio Nacional de Arquitectura O Projecto de Execução dos Interceptores do Tâmega, para Amarante, da autoria da arquitecta Laura Roldão Costa, encomendado pelas Águas do Noroeste SA, ganhou o Prémio Nacional de Arquitectura Paisagística na categoria Projecto de Integração de Infra-estruturas. No projecto foram tidos em consideração a mitigação dos impactos na fase de execução

da obra, bem como da implantação do Interceptor que ora se encontra enterrado, ora submerso, ora em superfície. Outros aspectos considerados foram o mosaico da paisagem local, a garantia das acessibilidades à zona histórica de Amarante e a garantia do verde continuum, reflectindo-se ao longo do percurso nas tipologias de materiais inertes e vegetais que

são aplicados. Sendo um projecto que teve por premissas iniciais/encomenda questões de ordem técnica (integração do interceptor) e de preservação do património construído e natural, revelouse, à medida que foi sendo desenvolvido, que as questões de ordem estética/sensoriais/ecológicas foram as que moveram as soluções finais.


O Jornal de Amarante Quinta-feira, 28 de Abril 2011 | 7

Opinião de Jorge Magalhães Mendes (Vereador PSD Câmara Municipal de Amarante)

Juventude Socialista de Amarante, por Gabriel Carvalho

Confidencial?

Festejar a Liberdade e a Democracia neste tempo de crise

Barragem de Fridão Na reunião do executivo, do passado dia 19 de Abril, da Câmara Municipal de Amarante, constaram dois pontos de relevância para o nosso município. Estes dois pontos, na ordem de trabalhos, estavam referidos como: “Protocolo a celebrar entre o Município de Amarante e a Direcção Geral e Infra-Estruturas e Equipamentos, e a Guarda Nacional Republicana para a construção do Quartel do Destacamento da GNR de Amarante (Ratificação).(Proposta do Senhor Presidente da Câmara). “Apreciação e Aprovação dos dois protocolos a celebrar com a – EDP Gestão de Produção de Energia, SA, na perspectiva da Construção da Barragem de Fridão.(Proposta do Senhor Presidente da Câmara). Comecemos pela proposta relativa à Barragem de Fridão. A proposta do Sr. Presidente da Câmara vinha acompanhada de um Protocolo e de um Protocolo Complementar. Sobre o protocolo vale a pena realçar a Cláusula 12 que exige “Confidencialidade”, ou seja, “cada uma das partes obriga-se a manter confidencialidade acerca do conteúdo…”. Não podemos aceitar que, não sendo matéria militar ou de segurança nacional, se possa estabelecer um protocolo nestes termos. Mais ainda, num processo no qual o PSD de Amarante tem mantido uma posição coerente e única contra a construção da barragem, não faz qualquer sentido uma aprovação deste tipo. Na realidade, o que vamos esconder dos amarantinos? Não deve este processo ser aberto e amplamente divulgado? Problema de definição de critérios para indemnização do município? Lembra-se que na construção de um aeroporto no continente americano existiu um problema (grave) de localização de

um aeroporto (faz mais de 18 anos…). Adoptou-se uma metodologia inovadora que consistiu em aplicar métodos de apoio à decisão. Para isso decidiu-se criar um grupo de pessoas representativo e chegou-se a uma solução de compromisso (com orientação de uma Universidade). Porque não se faz um trabalho em profundidade deste tipo (está-se a pensar na definição de critérios para indemnização após o facto consumado da construção) em vez de se esconder informação? Porque não somos inovadores (já que tanto se fala neste assunto, mas poucos sabem o que é)? Mas se o leitor está surpreendido, então espere pelo melhor. No protocolo complementar constava o ponto 16, com o seguinte texto: “a CM reconhece que o AHF (Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão) contribui globalmente para o desenvolvimento do Município e da região da bacia do Tâmega e que está alinhado com os objectivos do programa de política energética nacional, pelo que se compromete a não assumir posições que possam colocar em causa a sua concretização”. Entendeu a gestão PS do município, basicamente a troco de uma compensação financeira no valor global de 5,6 milhões de euros por parte da EDP, em regime de co-financiamento para a Câmara Municipal e sem um plano de intervenção, valeria a pena ”não colocar em causa a sua concretização” da barragem! Obviamente que os Vereadores do PSD votaram contra (até porque foi a primeira vez que foram confrontados com o facto de terem existido negociações). O leitor certamente pode tirar as conclusões, mas importa referir que, nesta data, o RECAPE não está aprovado, ou seja, a construção da barragem não é um facto consumado, pelo que não há necessidade absoluta de negociar qualquer contrapartida. Esta obra a realizar-se vai afectar a vida de todas as gerações vindouras. Devia haver um empenho deste executivo socialista em obter um consenso alargado de todos, incluindo a sociedade civil, o que não acontece. Por consequência, todo o ónus futuro vai recair no PS e nesta gestão socialista do PS. Sobre este assunto uma nota final relativamente à EDP: a EDP tem vindo a financiar-se, pelo que como pode disponibilizar de repente toda a ver-

ba prevista para os municípios abrangidos pela eventual construção da barragem? Algo está por contar. Quartel da GNR A construção do novo Quartel da GNR é uma novela que não termina. Em Novembro de 2009 o actual executivo aprovou, com a abstenção dos Vereadores do PSD, um documento que enviou para a Direcção Geral e Infra-Estruturas e Equipamentos. Passados quase um ano e meio eis que surge uma rectificação: afinal o projecto é para ser feito pela Câmara Municipal (se é assim que trabalha normalmente esta Direcção Geral mais vale encerrá-la, o que representaria alguma economia para as contas públicas). Em boa verdade, este episódio da novela dá que pensar... Decorreu um ano e meio para se chegar a esta conclusão? Reuniões, telefonemas para isto? Como é possível? Mas que ineficiência é esta? Como pode o governo socialista da Câmara Municipal de Amarante, aceitar esta proposta? Não venham agora dizer que a culpa é do PSD… Em ano e meio foi o melhor que o PS conseguiu, sendo certo que o governo não mudou? Fazer marcha-atrás? Sem dúvida que é factual a ineficácia e a falta de vontade política do Governo socialista em construir o quartel, dado o tempo gasto na análise e despacho do assunto. Ademais, agora já é o Município de Amarante que tem a responsabilidade pela elaboração e custeio do respectivo projecto, além de que passou para uma situação de pagar primeiro e receber (se receber) depois. Com todo este tempo decorrido já se poderia ter elaborado um estudo de requalificação da zona onde supostamente se situará o quartel, com o objectivo de evitar que se cometam mais erros devido à falta planeamento (como aconteceu com outros investimentos de todos nós bem conhecidos), e em que existem bairros sociais a necessitar de reabilitação urgente (Cancela de Abreu e Chentuada) e instalações escolares e de saúde a exigir uma perspectiva estratégica, integrada e ordenada de desenvolvimento urbano. Existem factos e situações que não têm a ver somente com questões meramente políticas, mas muitas vezes com competência (ou a ausência dela…).

Festejar a Liberdade e a Democracia neste tempo de crise Comemorou-se no início desta semana, o 37º aniversário da Revolução dos Cravos, sob o espectro de uma crise, que são várias – crise económicofinanceira, a que se juntou uma crise política, e uma provável crise social -, e uma das mais graves dos últimos cem anos, à qual chegamos arrastados por uma crise internacional, causada pela especulação financeira, ainda não solucionada, que alterou a ordem mundial, e no que nos diz respeito com maior proximidade, deixou a descoberto todas as fragilidades do projecto europeu, que foi, nos últimos 37 anos, e deverá continuar a ser, um dos mais importantes projectos do nosso país. Evitáveis até há cerca um mês, aquando da rejeição do Pacto de Estabilidade e Crescimento IV, por toda oposição, num processo de total irresponsabilidade, as eleições do próximo dia 5 de Junho fazem-se neste difícil contexto, e antecipam um processo eleitoral necessariamente mais contido, mesmo do ponto de vista dos programas eleitorais, uma vez que estes deverão ter como base, o resultado das negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia, também estes, actores novos neste actual cenário, antecipando-se medidas restritivas, contrapartida para garantir o empréstimo a conceder a Portugal. Ora, se bem que temos de atender ao reajustamento económico e financeiro do país para os próximos anos, as preocupações sociais do Estado perante os cidadãos, na saúde, na educação, e no emprego, deverão manter-se, com as reformas necessárias para uma gestão e uso do erário público mais eficientes, mantendo contudo os princípios da igualdade de oportunidades, e do acesso de todos os cidadãos, aos serviços públicos de Educação e Saúde, de forma digna e de qualidade, rejeitando uma perspectiva meramente assistencialista, do Estado mínimo, que não investe em áreas que proporcionam uma verdadeira justiça social e repartição da riqueza. A par destas garantias do

contrato social entre Estado e cidadãos, há apostas incontornáveis que é necessário manter e aprofundar, e falo da alteração do paradigma energético do país, apostando em energias renováveis e em processos mais sustentáveis, que diminuam a nossa dependência dos combustíveis fósseis – sobretudo o petróleo; a continuação do processo de ensino e qualificação dos portugueses, não esquecendo as gerações anteriores à minha, como forma de responder mais eficazmente aos desafios da economia globalizada, e às necessidades mais básicas da população; o incentivo à ciência e investigação, como factores de desenvolvimento social e económico e de competitividade no mercado global; continuar o projecto europeu contribuindo de forma efectiva para o seu aprofundamento, reestruturação dos mecanismos de solidariedade, base do mesmo, e garantia de bem-estar social, que se poderá ser conseguido com uma Europa unida, que na economia e ordem globais seja competitiva. São estas as coordenadas de um caminho de futuro, que pede a adesão de todos. O valor da luta que se empreendeu com o 25 de Abril, resultado de anos e anos de inconformismo, permitiu-nos nos últimos 37 anos dar saltos quantitativos e qualitativos enormes, em que a todos foi dada a possibilidade de participar, e o resultado é construção de todos. Temos pela frente novos desafios, e mais difíceis, e é obrigação de todos contribuir, continuando um processo de solidariedade entre todos os membros desta comunidade.


8 | O Jornal de Amarante

Comunicado da Direcção No dia 15 de Abril realizou-se a Assembleia Geral da A.D.A para aprovar as contas relativas ao ano de 2010. A Assembleia decorreu na sede da A.D.A, com inicio às 21h30. O relatório foi apresentado aos sócios pelo Presidente do clube, sendo debatido de seguida e aprovado com 1 abstenção. De seguida apresentamos o Balanço e a Demonstração de Resultados do referido relatório.

Associação Desportiva de Amarante Secção Andebol

A equipa de andebol das Juvenis Femininas da A.D.A concluiu a sua participação na Taça Primavera da A.A.P. com um excelente 3º lugar na classificação. A última jornada disputou-se perante a equipa do SC Salgueiros no dia 20 de Abril, pelas 20h15, no Pavilhão Municipal de Amarante. O jogo foi sempre dominado pela equipa amarantina, fruto da intensidade defensiva apresentada. Ao intervalo a equipa da A.D.A vencia já por 8 golos, distância que manteve até final do desafio. O resultado final ficou em 26-18. As atletas da A.D.A e a sua equipa técnica estão de parabéns pelo empenho e trabalho demonstrado.

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Secção Canoagem

Os atletas da canoagem da A.D.A, José Carvalho em C1 sénior e Rui Ferreira C1 júnior, foram convocados pela Federação Portuguesa de Canoagem para integrar a Equipa Nacional na Copa dos Pirenéus, que se irá realizar em La Seu D’Urgell (Espanha) e em Pau (França). A prova de La Seu D’Urgell vai realizar-se em 30 de Abril e 1 de Maio e a prova em Pau vai ter lugar em 7 e 8 de Maio. Os atletas partem a 27 de Abril para esta competição onde irão estar atletas de diversas nacionalidades. Os atletas da A.D.A vão tentar trazer o melhor resultado para Portugal e para o seu clube.

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Armar a tenda

São conhecidos por tendeiros. Chegam ainda a alvorada vem longe. Abrem as portas ao Sol que nasce. E a vida se passa num corrupio. Não há frio nem calor que atemorize esta gente, e os dias se fazem de esperança. E sempre aquela azáfama de carregar a mercadoria, montar a tenda, aguardar o cliente, o pregão que já sai instintivamente. Esta paisagem que nos coloca perante a capacidade de pequenos investidores e comerciantes que mobilizam negócios por gerações, e dão resposta a politicas

que valorizam e asseguram o trabalho e o rendimento a gente ocupada e mãos diligentes, a quem só incomoda o trabalho por fazer. E lá para o meio da tarde recomeça a vida ao contrário. Aqui, nesta vida, não há tédio nem fadiga, nem espaço para a preguiça, nem espaço para a indigência. Ei-los a caminho das lonjuras das suas casas, naquela itinerância que recomeça, tenda desfeita.


O Jornal de Amarante Quinta-feira, 28 de Abril 2011 | 9

DESPORTO por Mário Fernandes

3ª DIVISÃO NACIONAL

Joane, 1 – Amarante, 0 Amarantinos não mereciam derrota

Jogo no Estádio dos Barreiros, em Joane, com arbitragem de Leonardo Marques da AF de Aveiro, auxiliado por Luís Branco e Ricardo Melo Joane: Sérgio, Gil, Zé Pedro (Vidal, 28), Hugo Matos e Bruno, Miguel, Lemos, Pedro Borges, Pedro Pinto, Sócrates (Vítor Hugo, 43), Carlos Manuel e João Ribeiro (Hélder, 82) Treinador: Jorge Batista Amarante: Cláudio, Pedro Carneiro, César, Rochinha e Carlos Castro, André Pires, Tiago Martins (Pedro Melo, 85), Paulo Pereira (Tiago Silva, 45), Jussane, Marcos (Pedrinho, 63) e Diogo Lamelas Treinador: Prof. Arlindo Gomes Ao intervalo: 1 – 0 Golos: Sócrates (29) Amarelos: César (38), Pedro Borges (40), Rochinha (50 e 83), Hugo Matos (60), Carlos Castro (65), Vítor Hugo (75), Pedro Carneiro (80), Gil (91), Sérgio (92) e Carlos Manuel (93) Vermelhos: Rochinha (83), Miguel Lemos (84) e Pizarro (g r s 90) O Amarante bem se pode queixar e falta de sorte, nesta partida, ao ter averbado a terceira derrota fora de portas ante o Joane, numa partida que se adivinhava difícil e crucial para as aspirações amarantinas, na luta pela subida, já que uma vitória dos visitados, os levariam ao segundo lugar. O Amarante até entrou bem no jogo, com uma boa organização defensiva e ofensiva, ocupando bem os espaços, controlando o seu adversário longa da sua área, jogando mais no meio campo defensivo do Joane, com uma boa circulação de bola, a que o Joane não con-

seguia responder, porque não tinha bola, nem espaços para conseguir sair para o ataque. Embora dominando, a formação amarantina criava bons lances, só que pecava na finalização. O Joane, só conseguiu sair do “colete-de-forças” que o Amarante lhe impôs a partir dos primeiros vinte minutos, e começou a equilibrar a partida, tornando o jogo mais repartido, e com a bola a rondar mais as duas áreas. Aos 29’ o Joane chegaria ao golo, por intermédio de Sócrates, que aproveitou a apatia da defensiva amarantina para ganhar espaço dentro da área e rematar fora do alcance de Cláudio, que nada pôde fazer, para evitar o golo, isto na sequência de um lançamento de linha lateral. O Amarante, não sentiu o golo, e criou também algumas boas ocasiões para chegar ao empate, mas a falta de acerto dos seus avançados, a não conseguirem chegar ao golo do empate, que seria o resultado mais justo ao intervalo. A segunda parte, trouxe um Amarante, com a mesma determinação com que tinha entrado na partida, e com o Joane a ter mais dificuldades em chegar perto da baliza de Cláudio, já que o seu melhor jogador Sócrates tinha sido substituído muito perto do intervalo, por lesão, e o técnico amarantino a mexer no seu xadrez, com a troca de Paulo Pereira por Tiago Silva, que logo nos minutos iniciais teve duas boas ocasiões para chegar ao empate, mas a bola a sair por cima da trave da baliza de Sérgio. O Joane jogava com as suas linhas muito recuadas, muito por força da formação amarantina, e apostava nos lançamentos

ABC na Copa Pirinéus

longos para os homens mais adiantados, que eram presa fácil para a defensiva amarantina, e só por uma vez, conseguiram libertar-se da marcação, quando Vítor Hugo, ao segundo poste na sequência de um livre lateral de cabeça, obrigou Cláudio à defesa da tarde a evitar o segundo golo. O Amarante porfiava no ataque, mas alguma precipitação no último passe ia impedindo, tal desiderato. O Amarante iria ficar reduzido a dez unidades nos últimos minutos, quando Rochinha viu o segundo amarelo, por falta em que o árbitro se equivocou, já que a falta era a favor A Federação Portuguesa de Canoagem convocou os atletas do do Amarante, para no minuto seguinte, ser a vez de Miguel ABC, Ivan Silva e Rodrigo Magalhães, para participarem nas proLemos equilibrar a contenda, vas da Copa Pirinéus e estágio de slalom de 27 de Abril a 8 de quando viu o vermelho directo, Maio, em Espanha e França. ao atingir de forma deliberada Realiza-se na semana de 30 de Abril e 1 de Maio a Copa I em Diogo Lamelas. O técnico amaLa Seu D’urgell, Espanha, e 7 e 8 de Maio a Copa II em Pau, rantino fez avançar César para o eixo do ataque, para ganhar França. Estarão os melhores atletas do mundo, elite de França e elite de altura na área contrária e assim poder chegar ao golo, mas não Espanha. foi possível, embora tivessem duas boas oportunidades para chegar ao empate, com César lá nas alturas a antecipar-se à deCLASSIFICAÇÃO fensiva contrária e de cabeça a rematar, com a bola a sair junto PT J V E D GM GS ao poste direito de Sérgio, que Pos estava batido, e já em períodos 1 Famalicão 32 5 3 0 2 5 5 de descontos, com Pedrinho descaído pela esquerda e den2 Joane 30 5 3 1 1 6 2 tro da área a rematar de primeira, mas a bola a sair longe da 3 Amarante 28 5 2 0 3 5 7 baliza de Sérgio. 4 Paredes 26 5 3 0 2 5 4 O empate seria o resultado mais justo, face ao que o Ama5 Serzedelo 23 5 1 2 2 3 5 rante produziu durante toda a partida, com uma arbitragem à 6 Sousense 21 5 1 2 3 3 4 altura do jogo, em que o único erro foi aquando da expulsão de Rochinha, em que o Livre era favorável ao Amarante. No próximo sábado o Amarante desloca-se ao terreno do Serzedelo, numa partida em que o Amarante joga o tudo ou nada, no que diz respeito à subida de divisão, em que o apoio de todos ao amarantinos é Urb. Queimado - Madalena - Loja 15 - 4600-245 Amarante imprescindível.

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10 | O Jornal de Amarante

Festival do Verde SANCHE 7 e 8 de Maio 2011

Com Natalie Portman CINECLUBE DE AMARANTE EXIBE “CISNE NEGRO” – 29 DE ABRIL Nomeado para seis óscares “Cisne Negro” é o filme

Vinho Verde Caldo Verde Petiscos

da consagração da actriz

Natalie Portman (óscar de melhor actriz principal) que representa o papel de Nina, a bailarina principal do Balet de Nova Iorque. Este filme mostra-nos o excitante e

Verde Bazulaque

competitivo mundo do balet e a forma como a mente e a competição podem ter resultados assustadores.

Dia 7 - 9:30 - Caminhada do VERDE 13:00 - Abertura do Festival

O Cineclube

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Amarante CâmaAmarante. programa-

conta com o apoio da ra

Municipal

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ção gratuitamente envie um

Promovido pela Junta de Freguesia de Sanche Com o apoio do CCR Sanche

rante@gmail.com.

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Animação - Música Tradicional «PROPAGODE» Tuna de Gondar Dia 8 - 13:00 - Abertura do Festival Animação - Marão Tradicional

e-mail para cineclubedeama-

Cisne Negro Dia 29 de Abril às 21h30 no Cineclube de Amarante (Santa Luzia, junto aos CTT) COM – Natalie Portman, Winona Ryder e Vincent Cassel REALIZAÇÃO – Darren Aronofsky ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, 107 min. Maiores de 12 anos

JA nº.1614  

28 de Abril de 2011

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