Issuu on Google+

Autorizado a Circular em envelope Plastificado

O JORNAL AMARANTE de

DIRECTORA: Mª JOSÉ CUNHA

PORTUGAL

J. P .P. AMARANTE TAXA PAGA

Até

FEIRA VIAGENS

AMARANTE

60%

desconto

COM O APOIO DE

9 e 10 Abril

Rua Cândido dos Reis, 222 | 4600-055 AMARANTE Email: amarante@abreu.pt - Tel.: 255410100 - Fax: 255410109

ABERTO À HORA DE ALMOÇO

Quinta-feira, 7 de Abril 2011 | Nº 1611| Ano 31 | euro 0.80

Entrevista a José Augusto Silveira, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Amarante,

“Esta Unidade de Cuidados Continuados é uma preparação para o futuro”

No âmbito do Ano Internacional

Comemoração do Dia Mundial

da Floresta Município

da Floresta no Agrupamento

promoveu Marcha de Montanha

de Escolas Amadeo de Souza-Cardoso


2| O Jornal de Amarante

Roteiros

Percursos Integrados A Câmara Municipal de Amarante, enquanto entidade promotora, em parceria com dez outras entidades concelhias, O Bem Estar – Associação de Solidariedade Social (entidade Gestora), Agrupamento de Escolas de Amarante, Agrupamento de Escolas Amadeo de Souza-Cardoso, Agrupamento de Escolas do Marão, Agrupamento de Escolas de Vila Caiz, Escola Secundária de Amarante, Associação Comercial e Industrial de Amarante - CNO, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Amarante, Direcção Geral de Reinserção Social e Instituto Português da Juventude viram aprovada em Janeiro de 2010 mais uma candidatura ao Programa Escolhas (4.ª Edição). Com a duração de 3 anos,

o Projecto:Percursos Integrados (PPI), de intervenção territorial, pretende dar apoio sócio-educativo de crianças e jovens e respectivas famílias do concelho de Amarante. Com base no diagnóstico social previamente efectuado, o PPI pretende atingir três objectivos gerais: (1) Aumentar o capital escolar, social, cultural das crianças e/ou jovens provenientes dos contextos territorialmente excluídos, das famílias socioeconomicamente desfavorecidas, descendentes de imigrantes e minorias étnicas, nomeadamente as sinalizadas pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, Direcção Geral de Reinserção Social, Centro Local de Apoio à Integração do Imigrante e restantes

serviços de acção social do concelho, ao longo dos três anos; (2) Aumentar a integração socioeducativa e cultural das famílias das crianças e jovens residentes em contextos territorialmente desfavorecidos, minorias étnicas e imigrantes, ao longo dos três anos do projecto; (3) Diminuir o nível de infoexclusão, das nossas crianças/jovens/familiares, através do acesso, treino e formação no âmbito das TIC’s, ao longo dos três anos de projecto. Enquadrados nestes objectivos foram criados dentro das escolas e em dois bairros de habitação social um conjunto de actividades e serviços de proximidade nomeadamente Centro de Explicações, Acompanhamento psicossocial, Gabinetes de Mediação Escola- Família,

Fóruns de Reflexão Familiar, Núcleo de Apoio à Família Imigrante (NAFI), Orientação Escolar e Vocacional, Concepção de um Guia de Oferta Educativa e Formativa, Feira de Educação e Formação, actividades diversificadas ao nível das TIC´s (ArtPhoto Digital, Digital Ritmix), oficinas de dança, música, desporto e teatro, Ateliers diversificados, intercâmbios nacionais e internacionais, entre outras. Neste primeiro ano de projecto, o PPI já envolveu nas suas actividades mais de 1200 destinatários e beneficiários (crianças/jovens e famílias), sendo que a taxa de concretização do projecto superou o previsto em candidatura pela enorme adesão e participação não só dos

EDITORIAL Haverá também eleições presidenciais novamente em 5 de Junho de 2011? Não, mas parece que sim e às vezes, antes ser do que parecer. E tudo considerando o discurso de campanha adoptado por Cavaco Silva, a sua inércia em reunir esforços para que fosse possível credibilidade e estabilidade política que permitisse continuar os esforços que vinham a ser realizados pela maioria dos portugueses. Ao invés disso, Cavaco Silva e a oposição, em particular o PSD provocaram uma crise política. E como disse um reputado jornalista da nossa praça, efectivamente o poder é afrodisíaco e os sociais-democratas em exercício são prova disso mesmo e o seu líder procurando agradar ao funcionalismo público, daqui a algum

O JORNAL DE AMARANTE Propriedade Publitâmega - Publicações do Tâmega, Lda. Tiragem Média 3500 exemplares.

jornaldeamarante@iol.pt jornaldeamarante@gmail.com

tempo já terá ensaiado e preparado mais uma desculpa para entreter o povo do género ex-tardes da Júlia. Desde o aumento do IVA, ao fim do 13.º mês, privatização da Caixa Geral de Depósitos, os propósitos de extinguir o Sistema Nacional de Saúde e a Escola Pública, entre muitas outras coisas são uma mão cheia de nada. Em outras coisas, não interessa alterar muito a normalidade da despesa. A intervenção do FMI arruinou a Grécia e a Irlanda, que à recessão, juntaram o contínuo aumento dos juros sobre a dívida pública e o aumento do desemprego. Daí que Durão Barroso defenda uma solução própria em detrimento do falhanço do FMI e tenha veementemente, à semelhança dos líderes europeus, criticado

a posição tomada pelo seu partido. E o que mais irrita nisto tudo, é que não o fazem pelo país nem pelos portugueses, mas tão só pelo poder e pela obsessão contra uma pessoa em particular. Apesar de tudo, entre 2008 e a data em que a oposição fez cair o Governo, nunca os mercados financeiros cobraram juros tão elevados para o financiamento do país como agora, provocando mesmo sérias dificuldades de solvabilidades no pagamento de salários, pensões e subsídios e no financiamento privado, atendendo ao corte de rating de que foram alvo os bancos portugueses. Vamos andando e vamos vendo…

Senhor Assinante regularize por favor a sua assinatura

ESPERAR Não sei se pelo que conto, Ou se pelo que esqueço. Se pelo que reparto, Ou se pelo que entendo. Hoje esperam-me. Onde nunca me esperaram. Se calhar porque sou o que sou, Ou porque dou o meu inteiro ser. Mas eu não quero ser esperado! Mas eu não quero ser esperado! . | Alexandre Hemrique Cunha |

destinatários/beneficiários mas também pelas salutares parcerias formais e informais desenvolvidas. Programa Escolhas - percursos Integrados

“Inté, se me der pr’aí, irei votar nos que estão!” Quem tem (e não tem) razão A história julgará, Mas a minha opinião, Com risco, vou dá-la já; Em Sócrates nunca votei, Mas, em função do que vejo, Começo a não sentir pejo De apoiá-lo. Ponderarei! E porquê? Passo a dizer: No espectro actual, Partidário nacional, Não me é fácil escolher; Toda a “nossa” oposição, De esquerda e de direita, Unida (que confusão!...), O que arranjou desta feita? Que os vorazes mercados, Por agências especializadas (Que ninguém vê avaliadas!...) “Sabiamente” informados, Nos ponham mais depenados (Como se pode constatar, Vendo as taxas galopar) Com juros muito elevados! Passos “quis” o FMI; Com ele irão pró “galheiro” “Saúde” e “décimo terceiro”; Mas não ficará por aqui, Outras medidas virão (É esta a alternativa!?) Como o “cheque-educação” “Despedimentos”, “mais Iva”! Jerónimo e Louçã Serão “votos” de protesto; Portas é de pouco presto: A Passos se aliará! … Atento à “situação”, A um “laranja-povo” ouvi: “Inté, se me der pr’aí, irei votar nos que estão!” 05-Abril-2011 Turdetano

| HM|

Directora: Mª José Cunha Colaboradores: A. Magalhães, António Patrício, Carlos Carvalho, Costa Neves, Gabriel Carvalho, Hermínia Mendes, Hernâni Carneiro, Maria Rosa Pinto da Cunha, Mário Fernandes, Paulo Teixeira.net, João Pereira da Silva, Simão Marinho, Sónia Bastos, Raquel Marinho, Telma Pinto Ferreira Design e Paginação: Maria José Cunha Secretariado: Maria José Cunha Administração/Redacção/Departamento Comercial: Largo de S.Pedro, 2ºC, Apartado 75 - 4600-036 Amarante, Tels.: 255 432 301/255 432 313/ 255 432914 Registos: Ministério da Justiça/Instituto de Comunicação Social - 106941| Depósito Legal: 135757/99 Pessoa Colectiva: 500 886 644 Depósito Legal: 135757/99 Pessoa Colectiva Nº 500 886 644 Gerência: Joaquim José F. Machado, Eduardo Oliveira Pinheiro (detentor de mais de 10% do Capital) Tels.: 255 432 301/255 432 313/ 255 432 914

Preço de Assinatura Continente 30,00 Euros | Estrangeiro 50,00 Euros

Porte Pago Avença – 4600 Amarante


O Jornal de Amarante Quinta-feira, 7 de Abril 2011 | 3

ACTUALIDADE José Augusto Silveira, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Amarante,

“Esta Unidade de Cuidados Continuados é uma preparação para o futuro” É um projecto da Santa Casa da Misericórdia de Amarante que irá trazer novos desafios, no sentido de dar uma resposta eficaz às crescentes necessidades de saúde da população, cada vez mais envelhecida, dependente e com doenças crónicas. Em entrevista ao Jornal de Amarante, o provedor da Misericórdia de Amarante fala da nova Unidade de Cuidados Continuados em fase de construção. José Augusto Silveira classifica-a como sendo de “extrema importância”, pois irá “colmatar muitas falhas nos cuidados de saúde”. E, juntamente com o novo Hospital de Amarante também em construção, o provedor acredita que a cidade ficará “bem servida” no que aos cuidados de saúde diz respeito.

Jornal de Amarante - Que características terá esta unidade de cuidados continuados de Amarante? José Augusto Silveira - Esta nova unidade terá 60 camas, das quais 20 de cuidados de média duração e reabilitação, para os utentes que vão estar até três meses, e de longa duração e manutenção que podem estar por tempo indeterminado. Entra na rede nacional de cuidados continuados, incluído no Ministério da Saúde. É bom lembrar que a Santa Casa da Misericórdia de Amarante esteve quase sozinha, na área da saúde, durante 446 anos. Desde 1975, com a nacionalização do hospital, a Misericórdia deixou de o administrar. Retoma, agora, passados 36 anos, os serviços de saúde. JA - E depois destes anos, que expectativas é que têm no regresso à área da saúde? JAS - Já temos alguma experiência das respostas sociais que temos cá. Temos uma equipa média e uma equipa de enfermagem diárias e temos ainda uma unidade no Queimado, juntamente com um protocolo na área da psiquiatria, com o Centro Hospitalar Tâmega e Sousa. Estamos, portanto, já um bocadinho vocacionados para a área da saúde. JA - Que importância tem uma obra como esta para os amarantinos? JAS - A Santa Casa da Misericórdia entende que obras como esta são importantes, porque vão

de encontro às necessidades da população. Considera que seria uma lacuna muito grande se não fizesse esta unidade de cuidados continuados. Obviamente, a conjuntura económica não é a melhor e não há muitas possibilidades de fazer projectos como este. Mas, mesmo em tempo de crise, a Misericórdia não abdicou de apostar nesta obra, porque considerou que estava em condições de avançar. Esta unidade serve como uma espécie de preparação para o futuro! Os números do envelhecimento podem ser considerados dramáticos, mesmo no que à população amarantina diz respeito. Entre 2001 e 2017 subiu 18,9 por cento e em termos nacionais, segundo as estatísticas que nos chegam, em 2040, 28,8 por cento da população terá mais de 80 anos. Naturalmente, com o avançar da idade, começam a aparecer determinadas doenças, muitas delas ainda sem tratamentos e cura. Pelo que, uma unidade como esta de reabilitação e manutenção é, sem sombra de dúvida, essencial, não só para Amarante, como para o país. O índice de dependência total dos idosos que temos aqui no lar é elevadíssimo. Anda muito próximo dos 70 por cento. Muitos destes idosos têm necessidade não de estar num lar, mas sim numa unidade de cuidados continuados, porque lá tem todos os cuidados que um lar não tem,

desde um terapeuta ocupacional, união das Misericórdias do nosso podem também vir para cá pesum terapeuta da fala, entre outros. país tem constatado a importân- soas de outros concelhos. A SanDaí a importância de um projecto cia da concretização deste tipo de ta Casa da Misericórdia quis dar como este. uma resposta às pessoas desta projectos. JA - Que exigências irá trazer Aqui em Amarante, temos sen- zona, para que pudessem ter asesta nova unidade? Isto tem tido que a população está a ser sistência o mais próximo possível uma exigência nova… encaminhada para algumas uni- da sua casa, inclusivamente, usuJAS - Os cuidados continuados dades de cuidados continuados fruindo também dos cuidados dos têm uma exigência muito grande muito distantes. Alguns para Mur- familiares. Penso que, juntamente em termos de saúde. Por isso ça, outros para Valongo, entre ou- com o novo Hospital de Amaranmesmo, já estamos a proporcio- tros locais, por que se trata de te, a nossa cidade fica muito bem nar a alguns dos nossos colabo- uma rede nacional. servida a nível de saúde! radores formação nesta área. Esta nossa unidade em construJA - A formação nesta área é ção, que abarca a área do Tâmedifícil, uma vez que estamos a ga e Sousa, abrange cerca de 600 falar, maioritariamente, em pes- mil pessoas, mas havendo vagas | Texto: Telma Pinto Ferreira | soas idosas? JAS - É uma área muito delicada, onde as pessoas são colocaSabia que… das por uma equipa existente, que analisa cada uma das situações, Desde a sua fundação, a Santa Casa da Misericórdia iniciou muitas vezes são referenciadas os serviços médicos em Amarante, incluindo a anexação da pelos hospitais. Aliás, grande parAlbergaria do Covelo. te é sinalizada pelos hospitais, No início, o Hospital funcionava na Rua da Ordem. No enquando percebem que os utentes tanto, durante as invasões francesas foi destruído, tendo sido estão em condições de terem alta, mas não de irem para casa. Por transferido para outras instalações, embora deficitárias, em S. outro lado, há pessoas que estão Pedro. em casa e que precisam de cuidaAlgum tempo depois, foram feitas obras na Rua da Ordem, dos médicos e que não têm conpara que o Hospital voltasse para lá. Em 1850, o edifício foi addições, e que muitas vezes não quirido pela Santa Casa. Mas, em 1861, acabou por ser transhá a necessidade de irem para o ferido para onde se encontra, actualmente. hospital. Nesses casos, a melhor Neste interregno, de 1975 até hoje, a Santa Casa da Misesolução é serem integrados nesricórdia de Amarante dedicou-se à área das repostas sociais, tas unidades de cuidados continudos idosos. Retomam, agora, a área da saúde, com a nova ados, que é uma unidade de SaúUnidade de Cuidados Continuados de Amarante, que está a de e não de Serviços Sociais. ser construída na Rua Mário Cal Brandão. JA - Que serviços vão ser aqui prestados? JAS - Irá funcionar com uma equipa multidisciplinar. Vamos ter cerca de 40 funcionários, entre O que são os cuidados continuados? eles médicos, enfermeiros, assistente social, nutricionista, fisioteraSão os chamados cuidados de convalescença, recuperação peutas, terapeutas ocupacionais, e reintegração de doentes crónicos e pessoas em situação de psicólogos, alguns ajudantes, dependência. Estas intervenções integradas de saúde e apoio a directora. É um quadro muisocial visam a recuperação global, promovendo a autonomia e to completo. Naturalmente, esta melhorando a funcionalidade da pessoa dependente, através gestão será muito exigente, com muitos gastos, mas temos dados da sua reabilitação, readaptação e reinserção familiar e social. que nos deixam optimistas em reOs cuidados continuados destinam-se a todos os cidadãos lação a este projecto. que deles necessitem, nomeadamente, pessoas de todas as JA - Pode dizer-se que, os daidades com dependência funcional; com doença crónica, ou dos que vos chegam relativos com doença incurável em estado avançado e em fase final de ao envelhecimento da populavida. ção, atestam a necessidade de criar esta Unidade de Cuidados Continuados? JAS - Os dados que nos vão chegando, vãonos dando conta dessa realidade. Este projecto, quando foi criado, em APARTAMENTO T3 2006, tinha como objectivo colocar no terreno, até (junto ao Modelo) 2016, 16 mil camas. VolviComo novo, com a área de 140m2, 3 quartos, sala dos cinco anos, constatamos que, o ano de 2010 com lareira, cozinha mobilada, 3 wc, lavandaria, fechou com cinco mil camas. Estamos, assim, despensa, arrecadação e garagem. muito aquém da meta Preço: 92.500,00€ pretendida pelo Governo, nesta rede de cuidados de saúde continuados. Sociedade de Mediação Imobiliária, Lda. Portanto, e tendo em conTel. 255 425 389 – 963320174 - 963320173 ta a crescente necessidade deste tipo de cuidados Lic. 3757 AMI www. Milares.com por parte da população, a


4 | O Jornal de Amarante

CLASSIFICADOS

Cartório Notarial de Amarante NOTÁRIA ANA CATARINA DE CASTRO MARTINS Avenida 1º de Maio, Loja H, R/C, Edifício Carvalhido – São Gonçalo, Amarante Certifico, para efeitos de publicação, nos termos do número 1 do artigo 100º do Código do Notariado, que por escritura de justificação lavrada neste Cartório em trinta e um de Março de dois mil e onze, a folhas 2 e seguintes do livro de notas número SETE A de deste Cartório, na qual, MANUEL DA MOTA SEIXAS, NIF 169 479 668, e mulher MARIA DO CARMO RIBEIRO, NIF 175 908 621, casados sob o regime da comunhão geral, ele natural da freguesia de Olo, ela da freguesia de Aboadela, ambas do concelho de Amarante, residentes na última na Rua do Barral nº 163; DECLARARAM: Que, com exclusão de outrém, são donos e legítimos possuidores dos seguintes prédios não descritos na Conservatória do Registo Predial de Amarante, a saber: a) Prédio rústico, designado por “ Campo de Mourigães de Baixo”, composto por cultura e videiras de enforcado, sito em Moure/Mourigães, freguesia de Aboadela, concelho de Amarante, com a área de quatro mil trezentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do Norte com João Pinto da Costa, de Sul com Nuno Augusto de Morais Pinheiro, de Nascente com Maria Isabel Pinheiro e de Poente com Limite da Freguesia, inscrito na respectiva matriz, sob o artigo 55 em nome do justificante marido, com o valor patrimonial tributário de CENTO E OITENTA E SETE EUROS E VINTE E UM CÊNTIMOS, ao qual atribuem o mesmo valor; b) Prédio rústico, designado por “ Campo de Fontelas”, composto por cultura, sito em Rua, freguesia de Aboadela, concelho de Amarante, com a área de mil cento e cinquenta metros quadrados, a confrontar do Norte com Fernando Ribeiro Miranda, de Sul com Maria Isabel Pinheiro, de Nascente com Augusto Morais Pinheiro e de Poente com rio, inscrito na respectiva matriz, sob o artigo 73 em nome do justificante marido, com o valor patrimonial tributário de QUARENTA E CINCO EUROS E TRINTA E DOIS CÊNTIMOS, ao qual atribuem o mesmo valor; c) Prédio rústico, composto por cultura, pastagem, videiras de enforcado e oliveiras, sito em Seara, freguesia de Aboadela, concelho de Amarante, com a área de vinte e dois mil seiscentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do Norte com António R. Lourenço, de Sul com José G. Pinheiro e caminho, de Nascente com caminho e de Sul com urbano do próprio (Casa dos outeiros velhos), inscrito na respectiva matriz, sob o artigo 1052 em nome do justificante marido, com o valor patrimonial tributário de QUATROCENTOS E VINTE E SETE EUROS E OITENTA E SEIS CÊNTIMOS, ao qual atribuem o mesmo valor; d) Prédio rústico, composto por pastagem e videiras de en-

forcado, sito em Seara, freguesia de Aboadela, concelho de Amarante, com a área de quarenta metros quadrados, a confrontar do Norte com Joaquim P. Fernandes, de Sul e Nascente com Álvaro A. Magalhães e Poente com Caminho, inscrito na respectiva matriz, sob o artigo 1063 em nome do justificante marido, com o valor patrimonial tributário de UM EURO E TRINTA E DOIS CÊNTIMOS, ao qual atribuem o mesmo valor; e) Prédio rústico, composto por pinhal e mato, sito em Seara, freguesia de Aboadela, concelho de Amarante, com a área de sete mil seiscentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do Norte com Manuel C. Ribeiro, de Sul com José P. Fernandes, de Nascente com Custório R. Pinto e outro e Poente com José Teixeira, inscrito na respectiva matriz, sob o artigo 1148 em nome do justificante marido, com o valor patrimonial tributário de QUINZE EUROS E NOVENTA E UM CÊNTIMOS, ao qual atribuem o mesmo valor; f) Prédio rústico, designado por “Leira Redonda”, composto por cultura e videiras sito em Outeiro ou Outeiro dos Velhos/Seara, freguesia de Aboadela, concelho de Amarante, com a área de mil seiscentos metros quadrados, a confrontar do Norte com Manuel Mota Seixas e Caminho de Servidão, de Nascente com Álvaro Augusto Magalhães, Herdeiros e Caminho, de Sul com Maria Fernanda da Costa Pinheiro e Poente com Caminho e Manuel Mota Seixas, inscrito na respectiva matriz, sob o artigo 1557 em nome da justificante mulher, com o valor patrimonial tributário de CINQUENTA E UM EUROS E NOVENTA CÊNTIMOS, ao qual atribuem o mesmo valor; g) Prédio urbano, composto por casa de habitação com dois pisos e duas divisões, sito em Seara, freguesia de Aboadela, concelho de Amarante, com a área total de dois mil e quarenta e dois metros quadrados, sendo a superfície coberta de trinta e um metros quadrados e um logradouro de dois mil e onze metros quadrados a confrontar do Norte com António Lourenço, de Sul com caminho público (Rua da Seara), de Nascente com Manuel Mota Seixas e Poente com caminho público, Isidro Nunes e irmã e Edmundo Soares, inscrito na respectiva matriz, sob o artigo 668 em nome do justificante marido, com o valor patrimonial tributário de QUATRO MIL CENTO E OITENTA E UM EUROS E OITENTA CÊNTIMOS, ao qual atribuem o mesmo valor; h) Prédio rústico, composto por pinhal e mato, sito em Gavião, freguesia de Sanche, concelho de Amarante, com a área total de oito mil quinhentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do Norte com Laurentino Sampaio, de Sul com José Lopes Ribeiro e outro, de Nascente com Ribeiro e Poente com caminho público e Joaquim Alves, inscrito na respectiva matriz, sob o artigo 495, em nome do justificante marido, com o valor patrimonial tributário de DEZOITO EUROS E SETENTA E SEIS CÊNTIMOS, ao qual

atribuem o mesmo valor; Que, porém não são detentores de qualquer título formal que legitime a posse dos prédios referidos e que o adquiriram da seguinte forma: I) Os prédios acima referidos sob as alíneas a) e b) por compra meramente verbal nunca reduzida a escrito efectuada a Maria de Lurdes Ramada Clemente Pinheiro Velosa, casada sob o regime de comunhão de adquiridos com Dr Luís Vieira Lomelino Velosa, residentes que eram na Rua Guerra Junqueiro, nº 105, freguesia de Massarelos, concelho do Porto, em dia que não podem precisar mas sabem ter sido em meados de mil novecentos e oitenta e um. II) Os prédios acima referidos nas alíneas c), d), e), f) e g) por compra meramente verbal e também nunca reduzida a escritura pública efectuada a Aurora Gonçalves Pinheiro, viúva, residente que foi no Lugar da Rua, freguesia de Aboadela, concelho de Amarante em dia que também não podem precisar mas sabem ter sido em meados do ano de mil novecentos e setenta e nove. III) O prédio acima referido na alínea h), por compra meramente verbal e também nunca reduzida a escritura pública efectuada a Manuel Luís Ribeiro e mulher Maria Alice Lopes Teixeira, casados sob o regime da comunhão geral, residente que no Lugar da Boavista, freguesia de Sanche, concelho de Amarante em dia que também não podem precisar mas sabem ter sido em meados do ano de mil novecentos e setenta e nove. Que, desde então, até à presente data, logo há mais de trinta anos, sem interrupção e oposição de quem quer que seja, possuem os aludidos prédios, nomeadamente, quanto aos rústicos limpando-os, desbastandoos, cultivando-os e colhendo os seus frutos, sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, considerando-se e sendo considerados como seus únicos donos, e gozando de todas as utilidades por ele proporcionadas quanto ao urbano, nomeadamente, realizando as obras de conservação na moradia, considerando-o integralmente como coisa sua, em suma, dele retirando todos os frutos ou benefícios próprios de verdadeiros proprietários, assim como pagando as respectivas contribuições e impostos, na convicção de que não lesam direitos de outrém, POSSE esta que iniciaram e mantêm de boa fé, pacífica, porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente e sem oposição de ninguém. Que, dadas as enunciadas características de tal posse, adquiriram os dito prédios por USUCAPIÃO, título esse que, por sua natureza não é susceptível de ser comprovado pelos meios extrajudiciais normais. Está conforme. Amarante, trinta de um de Março de dois mil e onze. A Notária, a) Ana Catarina de Castro Martins

Cartório Notarial De. Lic. António Alfredo Moutinho Águia Moura do Cartório Notarial em Marco de Canaveses. Certifico narrativamente, para efeitos de publicação que por escritura de justificação lavrada em quatro de Abril de dois mil e onze, iniciada a folhas oitenta e um, do livro de notas para escrituras diversas nº cento e trinta e seis-A, do Cartório Notarial sito na Rua Eusébio da Silva Ferreira, Edifício Ordem, lojas 36 e 38, em Março de Canaveses, o Sr. Jorge Manuel da Silva Gomes, natural da freguesia de Campelo, concelho de Baião e esposa, Fernandina Maria Pereira Ribeiro, natural da freguesia de Carneiro, concelho de Amarante, nesta residentes no caminho da Borraca, nº 7, casados sob o regime da comunhão de bens adquiridos, declararam que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores de um prédio rústico, composto de mato e pastagem, denominado “Moura da Baralha”, sito no lugar de Cabo, freguesia

de Carneiro, concelho de Amarante, com a área de dez mil e trezentos metros quadrados (10.300 m2), a confrontar de norte e sul com Joaquim Pinto Ribeiro, nascente, com Joaquim Guedes Gonçalves Briga e de poente com Maximino Cândido Pinto de Faria, não descrito na Conservatória do Registo Predial do concelho de Amarante e está inscrito na matriz em nome de Cristiano Pinto sob o artigo 606, com o valor patrimonial para efeitos de IMI de 3,84 euros, para efeitos de IMT e IS de 7,56 euros. Mais declararam que não dispõem de qualquer título formal de que resulte pertencer-lhes a propriedade plena do referido prédio para proceder ao seu registo na Conservatória, tendo-o adquirido por usucapião. Está conforme o original, na parte a que me reporto. Marco de Canaveses, quatro de Abril de dois mil e onze. O Notário a) António Alfredo Moutinho Águia de Moura

Grupo dos Amigos da Biblioteca /Museu Municipal de Amarante Assembleia Geral Ordinária – continuação No dia 2 de Abril de 2011, a Assembleia Geral reunida em sessão ordinária de cuja Ordem de Trabalhos constava a apreciação e votação do Relatório e Contas da Gerência e eleições para os Corpos Sociais, confrontada com a inexistência de qualquer lista candidata, deliberou suspender a sessão e recomendar à Direcção que envide esforços para dinamizar a constituição de uma lista. Os trabalhos prosseguirão exactamente às 15H30 do próximo dia 16 do corrente (Sábado), nas instalações do Museu Municipal, sem haver lugar a 2ª convocatória. O Presidente da Mesa da Assembleia Geral Artur Teófilo da Fonseca Freitas

Lufrei - Amarante D. Mª da Conceição Pinheiro Ferraz

AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Agência Funerária S. Pedro - 255432496 | 917534643 | 917578908

S. Gonçalo - Amarante D. Mª da Glória da Costa

AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Agência Funerária S. Pedro - 255432496 | 917534643 | 917578908


O Jornal de Amarante Quinta-feira, 7 de Abril 2011 | 5

ACTUALIDADE Agrupamento de Escolas Amadeo de Souza-Cardoso

Comemoração do Dia Mundial da Floresta No dia 21 de Março, a Escola Básica Amadeo de Souza Cardoso comemorou o Dia Mundial da Floresta. As actividades foram dinamizadas pelo clube da floresta “Os Gnomos”, decorreram em articulação com a Biblioteca da Escola, com o Projecto Escola Mundo, Clube da Protecção Civil, Bombeiros Voluntários de Amarante, Projecto Escolhas da Câmara Municipal de Amarante, com a turma CEF de Fotografia, escolas do 1º ciclo e pré-escolar. A dinamização das actividades esteve a cargo dos professores e

alunos do Clube da Floresta em colaboração com os responsáveis pelas entidades e projectos atrás referenciados. Para comemorar, desenvolveram-se inúmeras actividades, ao longo do dia, algumas delas decorrendo em simultâneo, assim o objectivo maior foi sensibilizar para as questões ambientais, relacionadas com a preservação da floresta, face aos riscos que corre, nomeadamente quanto à problemática dos incêndios florestais. Também se relacionou esta temática com a importância da

água, um recurso cada vez mais escasso no nosso planeta. Como o espírito desta parceria foi sempre alargar horizontes, quebrar barreiras físicas, deslocaram-se à nossa escola três turmas do quarto ano, uma da escola de Estrada e duas de Santa Comba - Real, assim como as turmas do Jardim de Infância de Estrada. Em virtude de terem sido as vencedoras do concurso promovido pelo Clube da Floresta na construção de Árvores de Natal (E.B.1/J.I. de Estrada) e Presépios (E.B.1 de Santa-Comba).

Assim chegados à escola, cada turma tinha à sua espera dois alunos do Clube da Floresta que tinham a tarefa de os acompanhar aos diferentes palcos de acção. As turmas assistiram: a uma peça de teatro intitulada” A Floresta Mágica”, no auditório da escola, na biblioteca escolar visitaram a Feira do Livro, inserida na semana da leitura e assistiram à denominada “Hora do Conto”, visitaram a barraquinha de venda de plantas, aprenderam o processo de fabrico artesanal de papel, assistiram a uma demonstração da acção

dos bombeiros no combate a incêndios florestais, visitaram uma exposição de cartazes sobre a floresta (fornecidos pela Vodafone), sobre a história do papel e a importância da água. Para finalizar o dia cada turma plantou uma árvore no recinto da escola e assistiram à entoação do hino do Clube da Floresta “Os Gnomos”. Clube da Floresta da Escola Básica Amadeo de Souza Cardoso “Os Gnomos”

No âmbito do Ano Internacional da Floresta

Em Vila Chã do Marão

Município promoveu Marcha de Montanha

Pavimentação do caminho público “Rua da Cavaleira/Rua da Bouça de Estradinha” Decorre actualmente o concurso público lançado pelo Município para a pavimentação, na freguesia de Vila Chã do Marão, do caminho designado de Rua da Cavaleira e Rua da Bouça da Estradinha. A intervenção ocorrerá ao lon-

go de 1272 metros, com uma plataforma média de cinco metros de largura, constando os trabalhos, designadamente, de limpeza geral do terreno, compactação das zonas de aterro e execução do arruamento em betuminoso ou calçada a cubos

de granito, havendo ainda lugar à construção de rede de águas pluviais. O valor-base da empreitada é de 125 mil euros, prevendo-se que os trabalhos decorram ao longo de 90 dias.

«JS 40 – Contigo em Freixo de Cima», a JS Amarante no terreno O Município de Amarante, através dos pelouros do Ambiente e Protecção Civil, organizou, recentemente, a Marcha de Montanha “Rota do Volfrâmio”, no âmbito do Ano Internacional das Florestas. Cerca das 9:30, os caminheiros rumaram à Serra do Marão, iniciando a marcha na Casa do Guarda do Alto de Espinho. O dia soalheiro propiciou o

No passado sábado, dia 2 de Abril, a concelhia de Amarante da Juventude Socialista, realizou a primeira do conjunto de iniciativas «JS 40 – Contigo na tua Freguesia», que levará às 40 freguesias do concelho esta estrutura de juventude, com o objectivo de conhecer profundamente as características do concelho e a realidade concreta, em diálogo com os jovens de cada freguesias, dando-lhes voz. Acompanhados por um largo

convívio e a boa disposição entre os participantes, prolongando-se durante o almoço, que teve lugar na Barragem da Póvoa, na freguesia de Ansiães. Chegados ao destino - a Aldeia da Póvoa - a manifestação de satisfação foi geral, entre os presentes, por mais uma acção em prol da valorização e da defesa da floresta do município.

grupo de jovens de Freixo de Cima, e pelo Sr. Adérito Maia, membro da Assembleia de Freguesia, os jovens socialistas de Amarante, efectuaram um percurso que lhes permitiu caracterizar a freguesia e identificar as insuficiências e necessidades locais, perceber as dinâmicas dos jovens, a sua tradição de participação e intervenção cívica, e ouvir destes as preocupações que importam para o seu futuro, e da sua freguesia.

Em Programa promovido pelo Município

101 jovens universitários fazem voluntariado A Câmara Municipal de Amarante irá apoiar, este ano, 101 jovens universitários seleccionados para o Programa de Voluntariado Jovem, que o Município promove desde há sete anos e que se destina a indivíduos até 30 anos de idade, residentes no concelho há mais de dois anos, que se encontrem matriculados no ensino superior e apresentem sucesso educativo.

O objectivo do programa é o de estimular o voluntariado e, simultaneamente, proporcionar aos jovens de menores recursos económicos a oportunidade de continuarem os seus estudos. O serviço de voluntariado será compatibilizado entre o Município e os jovens, tendo em conta os seus tempos livres, sendo duas as modalidades em que o

programa se desenvolverá: de longa duração, que corresponde a seis meses e que terá início em Abril; e de curta duração, três meses, iniciando-se em Junho. Na primeira modalidade estão inscritos 69 jovens e, na segunda, 32. As actividades de ocupação são diferenciadas em função das disponibilidades da Câmara e das áreas de estudo dos jo-

vens, abrangendo, designadamente, os seguintes domínios: Cultura (museu e biblioteca); Educação (apoio às actividades e tempos livres, salas de estudo, prolongamento de horários dos jardins de infância e colónias de férias); Desporto (pavilhão, piscinas e Complexo Desportivo da Costa Grande); Turismo (posto de turismo, visitas guiadas a grupos, apoio a eventos

de natureza cultural e turístico); Acção Social (apoio a famílias desfavorecidas, toxicodependentes e alcoólicos); Organizacional (gabinete de projectos, comunicação, atendimento e relações públicas), Juntas de Freguesia e Instituições de Solidariedade Social.


6 | O Jornal de Amarante

ACTUALIDADE

PCP assinalou dia da Floresta em Candemil No passado domingo, dia 27, e a propósito do Dia Mundial da Floresta, a organização concelhia de Amarante do PCP organizou pelo sétimo ano consecutivo a já tradicional sessão pública de esclarecimento seguida de plantação de árvores. Ilda Figueiredo, deputada do Parlamento Europeu, juntamente com António Duarte, eleito da CDU na Assembleia Municipal de Amarante e Maria de Lurdes Monteiro, membro do Direcção Regional do Porto do PCP, proferiram o conjunto das intervenções que puderam ser ouvidas no auditório da Junta de Freguesia de Candemil. De entre os cerca de 50 presentes na iniciativa, surgiram,

através da viva voz daqueles que habitam a freguesia de Candemil, vários depoimentos que davam conta da forma como a serra do Marão não tem atraído investimento e população e que a tendência é a fuga de população para os centros mais urbanos, ou até para o estrangeiro, enquanto que os que restam vão ficando cada vez mais velhos, dando lugar à desertificação humana daquela região. Para justificar este facto, vários dos presentes mencionaram o isolamento a que as populações do Marão são votadas, devido à falta de transportes públicos e de acesso à saúde – nomeadamente a falta de

médicos na extensão de Várzea - e também dos elevados níveis de emprego. E se por um lado é certo que muitos dos problemas que afectam esta região são os mesmos da maioria do país, pelo outro lado, não deixa de ser particularmente injusto o facto desta região, para além de ter esses problemas, ainda ter de assistir ao descartar de responsabilidades do Estado e Câmara Municipal, que nada fazem para ajudar a preservar o património cultural e natural da região, desperdiçando o potencial gerador de riqueza que ali se encontra. Estas situações têm merecido a denúncia do PCP, quer na Assembleia da República quer na

Uma vida inteira dedicada ao futebol Na passada sexta-feira, faleceu Ernesto Barrigana, com 64 anos de idade, vítima de doença prolongada. As instalações da Casa Mortuária da Misericórdia foram pequenas para acolher todos aqueles que quiseram prestar a última homenagem a uma pessoa querida da cidade, pese embora as suas raízes não fossem locais. No entanto, conquistou os corações dos amarantinos pela maneira afável, voz meiga e sincera com que lidava com as pessoas. Não se lhe conhecem inimizades porque era de facto uma pessoa apaziguadora e dedicada aos problemas dos amigos. E a prova desse reconhecimento esteve na manhã cedo de Domingo, ao juntaremse dezenas de pessoas na última despedida pois foi a sepultar em Alcochete, de onde era natural. Também no desporto deixou a sua marca, a de um líder, daqueles que o são, naturalmente.

Aboim - Amarante

Sr. Manuel Coelho de Oliveira

AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral do saudoso extinto ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

Jazente - Amarante

D. Maria Adosinda da SIlva

AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

Como jogador de futebol, foi suplente nas camadas jovens do Sporting Clube de Portugal do conhecido Vítor Damas. Jogou no Boavista, Tirsense, Leixões e Sporting de Espinho. Foi treinador do Amarante Futebol Clube e era actualmente o Presidente da Direcção do Núcleo Sportinguista de Amarante, instituições que se fizeram representar em sinal de profunda gratidão. Importante foi também o legado que deixou para as gerações seguintes. Os seus filhos Hélder e Pedro Barrigana não só representaram o clube da cidade como este último fez carreira em clubes como o Sporting, Farense e Santa Clara. Actualmente, um dos seus netos milita nas camadas jovens do AFC e outro no FC Lixa. Por esse motivo, a sua memória e ensinamentos permanecerão vivas. © pauloteixeira.net

Gondar - Amarante

Sr. José Pereira AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral do saudoso extinto ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

Assembleia Municipal de Amarante. O PCP defende que é preciso por “Portugal a produzir”, o nome da campanha nacional que presentemente tem em curso, e onde defende a adopção de uma política de Estado que contribua para substituir as importações por produção nacional, que promova um programa de industrialização do País e que aproveite todos os recursos nacionais, também com o objectivo de garantir a nossa soberania alimentar. Como podemos constatar, olhando para a serra do Marão, Portugal não é um País pobre em recursos, o problema são as políticas de direita e o proces-

so de desindustrialização, de abandono do aparelho produtivo, de privatizações, etc, que geram desemprego, pobreza e injustiças sociais cada vez mais maiores. A situação actual reclama medidas urgentes no apoio à produção dos agricultores e silvicultores, que foram dadas a conhecer aos presentes na sessão pública, deixando claro que podem contar com o PCP para estar com eles, lado a lado, na luta que exige essa medidas. Amarante, 28 de Março de 2011 A Comissão Concelhia de Amarante do PCP

Estrutura está integrada na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

CHTS gere Unidade de Convalescença de Celorico O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) assumiu, no início do ano, a gestão da Unidade de Convalescença Dr. João Bastos, em Celorico de Basto. A unidade, que integra a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, tem uma lotação de 19 lugares e destina-se a todas as pessoas que, após internamento, necessitem de cuidados médicos e de enfermagem e que tenham potencial de recuperação no prazo de um mês. Com uma equipa multidisciplinar constituída por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e fisiatras, nutricionistas, assistentes sociais, terapeutas da fala, psicólogos, pessoal administrativo e operacional, a unidade está especialmente vocacionada para a reabilitação pós acidente vascular cerebral ou enfarte agudo de miocárdio, bem como na recuperação de fracturas. “O internamento não deve exceder os 30 dias e destina-se à preparação para a reintegração na vida activa, à recuperação de movimentos, ao retomar do quotidiano de uma forma mais ou menos autónoma”, explica João Lobo, director clínico da unidade. Obras de ampliação da Urgência Arrancaram esta segundafeira as obras de ampliação e remodelação do Serviço de Urgência (SU) do Hospital Padre Américo, em Penafiel, que ficará assim com mais de 3500

metros quadrados. Com um investimento de cerca de quatro milhões de euros, a obra deverá estar concluída no prazo de um ano. O alargamento da Urgência insere-se num programa mais vasto de ampliação do Hospital Padre Américo, estando previsto para breve o início da construção de um novo piso no Serviço de Psiquiatria, o que irá significar um aumento de 22 camas para internamento. No que respeita às obras de ampliação da Urgência, numa primeira fase, que deverá decorrer até ao final de Agosto, vai proceder-se à construção das novas áreas, pelo que não haverá constrangimentos à normal circulação dos doentes no interior do SU. Posteriormente, e durante cerca de seis meses, serão concentrados no mesmo espaço as urgências de Adultos e Crianças. A instalação dos estaleiros e a movimentação de máquinas e gruas irá obrigar à desactivação do heliporto, assumindo o hospital o transporte dos doentes até Baltar, actual base de estacionamento do helicóptero do INEM. Ciente dos constrangimentos que as obras irão causar, o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), pela voz do seu presidente José Luís Catarino, apela à compreensão dos utentes para que recorram ao SU apenas em situações de verdadeira urgência.


O Jornal de Amarante Quinta-feira, 7 de Abril 2011 | 7

Reciclagem de Ide(i)a(i)s, por Carlos Carvalho*

Exposição de Ana Fernandes

Imaginem

“Memórias III Esculturas, Objectos e Jóias” no Museu Municipal até 8 de Maio Chama-se “Memórias III Esculturas, Objectos e Jóias” a exposição de Ana Fernandes, que o público pode ver na Sala de Exposições Temporárias do Museu Amadeo de Souza-Cardoso até 8 de Maio. A mostra foi inaugurada a 26 de Março, por Armindo Abreu, Presidente da Câmara. Para António Cardoso, Director do Museu, na mostra podem encontrar-se duas vertentes dos trabalhos de Ana Fernandes: “uma que aplica o design aos artefactos de joalharia e objectos e outra que traduz a evocação da memória dos tempos afectivos da artista, numa abordagem que eleva o objecto retiniano a objecto conceptual”. A prática artística seguida por

Ana Fernandes deixa perpassar em todas as suas obras, segundo António Cardoso, “sentido de humor” e “amor” (patente na

reciclagem dos objectos) que traduzem o seu propósito último: “humanizar as peças”.

Tudo vem a propósito... de Hernâni Carneiro

Marânus e a paisagem

Meu encantado vale primitivo Onde o sagrado Tâmega, sonhando, Bate as asas, que turbam as estrelas E pousam, nas colinas, branquejando… E a húmida carícia do seu voo As árvores desmaia; e, desmaiadas, Nos braços envolventes da neblina, Lembram vagas mulheres desgrenhadas. Fundo rio da noite! Água baixinha Da madrugada! Ó rio misterioso, Quando a luz dos montes se avizinha E se reflecte, triste, no seu seio. ……………………………….. Bendita sejas tu, ó sempiterna, Bem amada paisagem! Pátrio ninho! Serrano coração de Portugal, Velha província de Entre Douro e Minho! Bendita sejas tu, por todo o sempre, E o teu ventre, que um novo Deus encerra, Ó mística paisagem, onde o céu Se casa intimamente com a terra!

O excerto desta poesia identifica o sentimento de quem “ soube exprimir como ninguém o esplendor da Natureza, a nostalgia do Homem e a atracção do Infinito. Teixeira de Pascoaes, canta “ingenuamente” impressões, estados de alma, coisas imaginárias: os “ lugares santos” da infância, a montanha, as fontes… a névoa que sobe do rio, o amor que se estende á Natureza inteira” ( Prof. Jacinto do Prado Coelho) .. Caro leitor quer sentir também estes desafios, e estas realidades?

Venha daí, e venha fazer a ponte entre a Natureza, e a sensibilidade tão rica do nosso Poeta e Escritor Teixeira de Pascoaes, desfrute a Ecopista do Tâmega, e dê por bem empregue o passeio envolvente e estimulante da descoberta, sem quebrar o silêncio e os momentos de perplexidade e de surpresa de amIn” MARÂNUS- (Teixeira de Pascoaes) bientes únicos e paradisíacos.

Amarante sempre se destacou por ser uma terra acolhedora. Cresceu moldada pelo abrigo que dava aos diversos peregrinos que por cá passavam e sempre demonstrou ter uma aptidão turística natural. Amarante tem características que lhe proporcionam imensas potencialidades. Tem rio, tem património histórico e cultural e tem serras. Apesar disso, Amarante não tem sabido aproveitar o que tem de bom, e não se tem conseguido evidenciar como poderia. Continua a ser desolador observar o Tâmega poluído, sem a glória de outros tempos. As suas margens poderiam ser aquilo que não são. E Amarante podia ganhar muito mais com o rio do que aquilo que ganha. As serras, a paisagem de montanha que Amarante também tem, é uma enorme riqueza. Ainda assim, continua a ser menosprezada e muito mais entregue ao fogo que ano após ano teima em aparecer. O património histórico e cultural consegue ser ainda mais rico do que o rio e as serras. Desde o património edificado, ao património cultural. Marcas e mais marcas de gerações que registaram a sua vida em Amarante. Desde o Mosteiro de S. Gonçalo, ao abandonado Solar dos Magalhães que continua à espera de uma solução que o dignifique. Existe ainda um grande conjunto de igrejas que, juntamente com a adoração a São Gonçalo, destacam Amarante no denominado “Turismo Religioso”. O Convento de Santa Clara, despedaçado e à espera, também ele, de solução. Os dólmens e as antas que existem no concelho e que nos remetem para uma era pré-histórica em conjugação com a paisagem deslumbrante de Travanca do Monte, em Bustelo. Paisagem essa muitas vezes descrita por Teixeira de Pascoaes, também ele parte integrante do património de Amarante. Mas há mais. Há Amadeo de Souza Cardoso, uma autêntica referência, uma marca do nosso concelho, que empresta o seu nome a um museu que possui características para ser a referência que já foi, mas que hoje não é. Há mais. Há, por exemplo, Lago Cerqueira, importante personagem da República portu-

guesa e Augustina Bessa Luís. Não falta riqueza a Amarante, mas tem faltado saber capitalizá-la. Tem faltado saber promover Amarante de forma digna. Também por cá passam muitos passeios e excursões de pessoas de toda a parte e, ano após ano, lá os vemos com as suas merendas sentados, ora debaixo da ponte junto ao Mercado Municipal, ora na multifacetada estação rodoviária, ou ainda na soleira da porta de um banco no Queimado, ou no pouco verde de um jardim num cruzamento. Amarante, que sempre soube receber os que por cá passavam, recebe assim hoje os que cá vêm. Qual é a dificuldade de criar um parque de merendas verdadeiramente digno da terra que temos? Amarante pode ser muito mais do que aquilo que é. Infelizmente, a gestão do Partido Socialista não tem sabido dar expressão a toda esta riqueza. Mas felizmente essa é uma riqueza que continuará por cá. O que temos em Amarante foi-nos dado pela natureza, o rio, as serras, ou pelas pessoas que por cá viveram e construíram o património que temos ou que marcaram os tempos com a sua expressão artística. Imaginem o que poderia ser Amarante se não deixasse o seu património ao abandono como deixa o Solar de Magalhães, ou o Convento de Santa Clara. Imaginem o que poderia ser se realmente desse nova voz a Teixeira de Pascoaes, se desse nova cor a Amadeo de Souza Cardoso. Imaginem quantos poderiam querer conhecer esta nossa história. Imaginem. Pois o que tem faltado é imaginação para fazer de Amarante aquilo que Amarante pode ser.


8 | O Jornal de Amarante

OPINIÃO

CARTA ABERTA aos amarantinos Caros Concidadãos: Cumprindo mais uma vez um direito de cidadania dirijo-me novamente a todos os Amarantinos, em especial aos jovens da nossa Terra. Faço-o no estrito respeito pelo dever cívico e pela obrigação, que a todos incumbe, de dar um contributo para a procura de uma vida melhor para todos quantos aqui nasceram e aqui residem. Faço-o ciente da minhas limitações, mas ciente também de que a experiência e os conhecimentos que uma longa vida de trabalho nos foram dando podem e devem ser partilhados com todos aqueles que procuram, legitimamente, construir aqui o futuro a que têm direito. Esta carta aberta surge na sequência de uma outra que dirigi aos Amarantinos em 26 de Setembro de 2009, isto é, nas vésperas das eleições legislativas e autárquicas. Decorrido mais de um ano, o país participou em novo acto eleitoral, desta vez para a Presidência da República. Uma vez, sem surpresa, ficou patente o alheamento do Povo Português. O seu afastamento relativamente à política e à sua classe dirigente ficou comprovado pela elevadíssima abstenção, sinal mais que evidente da falta de confiança que essa classe nos merece. Esse afastamento é visível em todos os estratos etários, mas muito particularmente entre os mais jovens, as maiores e as principais vítimas dos tempos difíceis que vivemos, confrontados que estão com um futuro sem expectativas, um futuro cada vez mais sombrio. Na nossa Terra, outrora exemplo de grande desenvolvimento nos sectores económico-sociais, esta situação é particularmente evidente. Olhando para o passado, o que víamos? Indústria pujante, comércio dinâmico, agricultura desenvolvida, turismo atractivo, serviços variados. Hoje, para mal de todos nós, a situação alterou-se drasticamente: a indústria praticamente desapareceu, o comércio definha, a agricultura está reduzida ao sector do vinho, muitos dos serviços foram extintos ou desviados para outras paragens. Algumas perdas são particularmente irreparáveis. Curiosamente, quatro décadas após o 25 de Abril, verifica-se que o declínio de Amarante contrasta fortemente com a transformação e o desenvolvimento verificados em concelhos limítrofes, outrora distantes do desenvolvimento do nosso concelho. Os casos mais paradigmáticos são Vila Real e Penafiel. Mas poderíamos referir também Felgueiras, Marco de Canaveses, Lousada e até Baião. A dinâmica económic o-social nestes concelhos é bem maior do que a que se verifica no nosso. E isso, naturalmente, não se deve apenas à sociedade civil; essa dinâmica é seguramente estimulada pelos responsáveis políticos dessas Terras que não desperdiçaram as oportunidades surgidas com a integração do nosso país na C.E.E. Avançando com projectos ousados e inovadores, transformaram esses concelhos, tornando-os mais desenvolvidas e mais bem preparados para enfrentarem os desafios do futuro. Aqui, pelo contrário, apesar de termos algumas pessoas com pres-

tígio e respeitabilidade próximas de vários Governos, pouco ou nada se fez para inverter a situação que há tantos anos se arrasta e que nos tem condenado ao papel secundário que actualmente temos na Região Norte, sem que se vislumbre uma ténue luz ao fundo do túnel que nos traga alguma réstia de esperança. Pois bem caros Amarantinos: que fazer para que a nossa Terra não caia definitivamente no abismo? Na minha modesta opinião, como pessoa responsável que me sinto e preocupado com a actual situação que vivemos, julgo que não nos resta outra solução que não seja a de um verdadeiro acto de cidadania: tomarmos nas nossas mãos o destino desta Terra que, sinceramente, acredito reunir ainda condições de sobrevivência. Não, não se trata de fazer uma revolução, tomar o poder pela força. Quem me conhece sabe do meu compromisso com a causa da democracia. Atrevo-me, isso sim, é a desafiar-vos no sentido de, em conjunto, debatermos os verdadeiros problemas que afligem a nossa Terra. Nós não precisamos que venham de fora dizer-nos o que temos que fazer para vencer os obstáculos que se nos deparam. Amarante foi no passado Terra de gente empreendedora e responsável; não foi certamente por acaso considerada uma das mais belas e mais desenvolvidas vilas de Portugal. O que fazer, então? Aqui fica a minha sugestão e o meu repto: Criar um movimento de opinião (Fórum Público) que eu designaria de “NOVA ESPERANÇA”. Será um espaço onde todos os verdadeiros Amarantinos, sem excepção, todos quantos amam a nossa Terra,e em especial aos “JOVENS”, independentemente da sua ideologia, credo ou religião, podem e devem, através de uma discussão aberta, franca e séria, debater os múltiplos problemas que nos afectam. É imperativo que a sociedade Amarantina, cada vez mais dividida, se reencontre e que, num acto de liberdade e democracia, faça ouvir a sua voz, com tolerância e respeito. Dará assim mostras que também é capaz de um saudável confronto de ideias, fundamental para enfrentarmos os desafios que nos esperam. É, de facto, fundamental debruçarmo-nos sobre os problemas que não resolvemos. Problemas tantas vezes surgidos da inoperância de quem geriu os destinos camarários, ao arrepio das belas promessas feitas em sucessivas campanhas eleitorais. Alguns desses responsáveis abusaram da nossa confiança, pois, em vez de servirem aqueles que neles confiaram mais não fizeram que servirem-se a eles próprios. Foi assim que Amarante foi arrastada para o precipício. Uma lição há a reter de tudo isto: jamais poderemos confiar em alguém que nos traiu! Jamais poderemos confiar os que nos deixaram à míngua de um futuro melhor. O CIDADÃO AMARANTINO: ANTÓNIO JORGE PEREIRA DA SILVA E.Mail=ajpsilva_09@hotmail.com TM.910692538

Tribunal Judicial de Amarante 2º Juizo 1ª Publiação - Anúncio Processo: 96-D/2002 Incumprimento do Poder Paternal Nos autos acima identificados, correm éditos de 30 dias, contados da data da segunda e última publicação do anúncio, notificando Requerido: António Benjamim da Silva Teixeira, nascido em 24/10/2000, nacional de Portugal, domicílio: lugar do Monte, Vila Meã, 4605 Amarante com última re-

sidência conhecida na morada indicada para no prazo de 5 dias decorrido que seja o dos éditos, alegar, querendo, o que tiver por conveniente, nos termos e para os efeitos do artº 181 nº 2 da OTM. O duplicado da petição inicial encontra-se neste Secretaria, á disposição do citando. Fica advertido de que não é obrigatória a constituição de mandatário judicial, salvo na fase de recurso.

Passei o presente e mais dois de igual teor para serem afixados. Amarante 18/02/2011 N/Referência: 2409262 O Juiz de Direito a) Dr. João Manuel Araújo O Oficial de Justiça a) Ana Maria Gonçalves P. Cardoso

Bombeiros Voluntários de Amarante COMUNICADO

Ernesto Barrigana 23/01/1947 a 02/04/2011 A morte quis a traição Levar nosso camarada Estás no nosso coração A morte não levou nada Das lezúrias oriundo Em toda a parte presente Um cidadão que no fundo Se dava bem entre a gente À volta do pano verde P’ra sempre serás lembrado Nesse teu xingar imberbe Com o Artur a teu lado Em Amarante aportastes As suas cores defendestes Vivas raizes deixastes Provando que não morrestes Um lagarto que entre os seus Foi eleito presidente Recusamos dizer-te adeus Ó Barrigana até sempre Núcleo do Sporting de Amarante

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Amarante comunica a todos os Associados em particular, assim como a toda a comunidade em geral, que por sentença proferida nos autos de processo com o nº 575/08.6 TB AMT, crime de peculato “ apropriação ilícita de dinheiro no montante de 11.235,00 €, foi o sócio nº 260, Sr. Manuel Ilídio Magalhães Pinto Pinheiro, ex-Presidente desta Associação no período de 2000 a 2005, condenado na pena de vinte e quatro meses de prisão, sendo esta suspensa com a obrigação do pagamento de 1.500,00 €, à Maternidade Júlio Dinis, Serviço de Neonatologia do Porto, assim como nas custas do processo e respectiva taxa de justiça no montante de 3 UC,S. Apresentado recurso para o Tribunal da Relação do Porto, este confirmou na integra o teor da sentença supra, agravando a taxa de justiça para 5 UC,S. A presente sentença transitou em julgado. Mais se informa que se encontra disponível na secretaria desta Associação um exemplar da sentença para consulta. Amarante, 05/04/2011 A Direcção

“O prazer de fotografar”

A Biblioteca Municipal de Barcelos vai mostrar, a partir de sexta-feira, dia 8 de Abril e até ao final do mês, as trinta e oito fotografias , a preto e branco, dos anos 50, 60 e 70, da exposição “o prazer de fotografar” do fotógrafo amarantino Eduardo Teixeira Pinto. Horário Segunda a sexta-feira: das 9.30 às 18 horas; sábado: 9.30 às 12.30 horas.


O Jornal de Amarante Quinta-feira, 7 de Abril 2011 | 9

DESPORTO por Mário Fernandes

3ª DIVISÃO NACIONAL

Sousense, 2 – Amarante, 0

Amarantinos desperdiçam oportunidade para alcançar o 1º lugar Jogo no Estádio 1º de Dezembro em Gondomar, com arbitragem e Luciano Maia da AF de Braga, auxiliado por José Ribeiro e Valdemar Maia Sousense: Ricardo, Salvador, Amado, Fernandes e Vítor Hugo, Paulo Freixo, Marcos, Paulinho, Norinho (João, 84), Zé Augusto (Chico, 69) e Elísio (Fredy, 78) Treinador: Sérgio Espírito Santo Amarante: Cláudio, Pedro Carneiro, Carlos Castro, Rochinha e Bispo (Pedrinho, 45), Paulo Pereira, André Pires, Tiago Silva, Jussane (Pedro Melo,87), Bruno Teixeira e Faísca (Tiago Silva, 58) Treinador: Prof. Arlindo Gomes Ao intervalo: 2-0 Golos: Norinho (25) e Elísio (45) Amarelos: Fernandes (20), Zé Augusto (50), Bruno Teixeira (66), Amado (72), Tiago Martins (88), Salvador (93) e Pedrinho (93) O Amarante perdeu por duas bolas a zero na sua deslocação

ao terreno do Sousense, numa partida em que deixou muito a desejar, já que nunca conseguiu ser superior ao seu adversário. Embora o Amarante por Bruno Teixeira tenha tentado remar contra a maré, o Amarante deu uma pálida imagem do seu futebol, ao contrário do Sousense, que encarou esta partida com rigor e sabendo das suas possibilidades, actou de forma compacta, com as suas linhas muito juntas, com espírito de entreajuda, e a aproveitar a apatia da formação amarantina, na frente de ataque, que raramente conseguia chegar com a bola perto da área contrária. O Sousense chegaria à vantagem à passagem do minuto vinte e cinco, por Norinho que aproveitou um ressalto de bola e entre os centrais amarantinos se isola e ante Cláudio, não deu hipóteses ao guarda-redes amarantino. O Amarante acusou o golo e demorou a reagir, e já muito perto do intervalo a passe de Tiago Martins pelo lado esquerdo a passar por dois adversários, e a

CLASSIFICAÇÃO Pos

PT

J

V

E

D GM GS

1 Famalicão

26

1

1

0

1

1

2

2 Amarante

25

1

1

0

1

3

2

3 Joane

23

1

1

0

0

3

1

4 Serzedelo

21

1

1

0

1

2

3

5 Paredes

20

1

1

0

1

1

3

6 Sousense

20

1

1

0

1

2

1

Amarante Futebol Clube – Departamento Juvenil Sábado, 2 de Abril 2011 Escolas A: Rio Ave FC, 3 – Amarante FC, 4 Escolas C: Amarante FC, 0 – UD Valonguense, 6 Escolas B: Amarante FC, 4 –, AC Alfenense, 0 Infantis A: Gondomar SC, 6 – Amarante FC, 1 Juniores: Amarante FC, 3 – FC Tirsense, 0 Juvenis A: Acad. Felgueiras, 2 – Amarante FC, 2 Domingo, 3 de Abril 2011 Juvenis B: SC Senhora da Hora, 2 – Amarante FC, 0 Iniciados A: Amarante FC, 0 – SC Freamunde, 0

Vila Meã, 3 – Candal, 2 Vitória alimenta sonho Jogo no Estádio Municipal de Vila Meã, com arbitragem de Carlos Silva da A.F. de Aveiro Vila Meã: Torcato, Mário Alves, Daniel, Filipe e Pinheiro, Maia, Antero (Mika, 30), Filipe Cândido, Mário Simões (China, 68), Igor e Couto (Alex, 54) Treinador: Manuel Monteiro Candal: Castro, Ricardo I, Sidon (Ricardo II, 80), Gil e Pereira, Reis, Alex, Jony (Fábio, 80), Anssumane, Bruno (Diogo, 72) e Amaral Treinador: António Pedro Ao intervalo: 1 – 2 Golos: Anssumane (14), Amaral (37), Mário Simões (45 e 59) e Filipe Cândido (72) Amarelos: Filipe Cândido (29), Alex (39), Sidon (41) e Castro (93) O Vila Meã recebeu e venceu a formação do Candal por três bolas a duas, numa partida em que tinha que forçosamente ganhar para acalentar esperanças na permanência no nacional da terceira divisão, e onde tem razões de queixas do árbitro da partida ao não assinalar um penalty claro, por mão de um defensor contrário na sua área, e quase na resposta o Candal colocou-se na frente do marcador. Foi um balde de água fria para os vilameanenses, que apesar de não estarem a jogar bem, detinham o comando do jogo, ao contrário do Candal que nada fez para estar em vanta-

gem, já que na primeira oportunidade não perdoou, e viria a chegaria ao segundo golo já muito perto do intervalo. O Vila Meã demonstrava dificuldades em chegar com perigo junto da baliza de Castro, mas mesmo em cima do minuto 45, Mário Simões devolveu esperanças ao reduzir a desvantagem. O Vila Meã apresentou-se na segunda parte disposto a chegar ao empate, o mais cedo possível, o que aconteceria peto do primeiro quarto de hora da etapa complementar, novamente por Mário Simões. O Candal ao tentar segurar o resultado que lhe era favorável, não esperava que os locais chegassem tão cedo ao empate, e não tiveram reacção para conseguirem reagir ao golo, e viriam a sofrer novo golo à entrada dos últimos vinte minutos da partida, em que o Vila Meã, conseguiu resguardar, não dando azo, a que os gaienses, conseguissem chegar novamente ao golo. Vitória justa para os vilameanenses, que assim vêem acender uma luz ao fundo do túnel, em que a equipa de arbitragem poderia ter tido influência no resultado final, em prejuízo para a formação amarantina.

dar a bola para Jussane, que tira o central da sua frente e remata, mas Ricardo com o pé a desviar para canto. Mesmo em cima do intervalo, Elísio mais uma vez a aparecer entre os centrais amarantinos, numa jogada a papel químico a isolar-se e a rematar para o fundo da baliza de Cláudio. A segunda parte trouxe um Amarante mais activo, com outra atitude, a pressionar mais o Sousense, mas sem grandes resultados práticos, já que o Sousense soube controlar a partida, fechando bem os caminhos para a sua baliza, não se desorganizando com a maior pressão amarantina. O Amarante pecava na organização ofensiva, já que na sua estrutura não tinha nenhum organizador de jogo, e abusava dos lançamentos para os homens mais avançados, que se tornavam presa fácil para a defensiva visitada, que mostrava boa organização, e demonstrava ter o conhecimento necessário da forma como o Amarante actuava. Com o aproximar do final do encontro, os jogadores amarantinos mostravam alguma sofreguidão, e falta de discernimento, e em dois lances na área do Sousense ainda chegaram a reclamar penalty, mas o árbitro bem colocado mandou seguir, considerando que não havia qualquer falta. Na fase final o Sousense tentou aproveitar o balanceamento ofensivo do Amarante, mas sem conseguir criar grande perigo. O resultado final assenta bem ao Sousense, que soube anular bem os jogadores amarantinos, principalmente Bruno Teixeira, numa partida em que a Urb. Queimado - Madalena - Loja 15 - 4600-245 Amarante equipa de arbitraTel e Fax: 255 433410 | Telm: 912435021 | Email: rogerpecas@gmail.com gem não cometeu erros de montra.

Facebook/ninajoias Rua 5 de Outubro, nº 74 Telef: 255 432315 – ninajoias@sapo.pt - AMARANTE


10 | O Jornal de Amarante

DESPORTO

Associação Desportiva de Amarante Secção de Atletismo

Secção de Voleibol A equipa de Juvenis Femininas de Voleibol da A.D.A. deslocouse à Povoa de Varzim para defrontar a equipa local do C.D.Póvoa no sábado, 2 de Abril. Num jogo em que a equipa amarantina demonstrou qualidade e serenidade o resultado demonstrou uma clara vantagem para a A.D.A. O resultado final ficou em 3 sets a 0, com os parciais de 14-25, 8-25 e 13-25.

Secção de Andebol A secção de Andebol da A.D.A esteve em competição com 3 dos seus escalões de formação, conseguindo obter 1 vitória caseira e 2 derrotas nos jogos disputados fora de casa. A equipa de Juvenis Mascu-

Apoie a A.D.A…

Com Julianne Moore e Annette Bening “OS MIÚDOS ESTÃO BEM”

linos foi a que atingiu a derrota mais pesada, perdendo por 35-20 contra o C.P.N de Ermesinde, num jogo em que uma 1ª parte mal conseguida ditou o desenrolar do jogo. As Juvenis Femininas perderam em Vila Nova de Gaia por 33-32 contra o C.J.A.Garret num encontro muito equili-

Faça-se Sócio “Os Miúdos estão bem” conta-nos a história de uma família feliz mas pouco habitual: Nic e Jules são casadas e partilham uma alegre vida com os filhos Joni e Laser. À medida que Joni se prepara para ir para a Universidade, Laser, pressiona-a para que o ajude a encontrar o pai biológico de ambos – foram concebidos através de inseminação artificial. A partir do momento que conhecem Nic, vai-se abrir um novo capítulo na vida da família… O Cineclube de Amarante conta com o apoio da Câmara

Os atletas da secção de atletismo da A.D.A apresentaram-se em bom plano no passado fim-de-semana conseguindo atingir bons resultados nas Provas de Preparação, no Estádio 1º de Maio em Braga, e no Torneio de Atletismo de Pavilhão da A.A.Porto, em S. Pedro da Cova. Em Braga Eusébio Oliveira atingiu o 1º Lugar nos 800 metros, no escalão Juniores Masculinos, Pedro Silva ficou em 1º nos 800 metros, no escalão Iniciados Masculinos, Estefânia Gameiro classificou-se na 5ª posição nos 800 metros, no escalão Juvenis Femininos. Nos 3000 metros dos Juvenis Masculinos Tiago Silva arrecadou a 1ª posição, na prova de 300 metros Juvenis Masculinos Bruno Varejão ficou em 4º e Diogo Carvalho ficou em 1º lugar no arremesso da bola dos Benjamins-B. No Torneio de Pavilhão a A.D.A atingiu um 1º lugar com o desempenho de Alexandra Carvalho e um 8º lugar com Rita Magalhães. brado, onde a igualdade este perto de ser alcançada nos segundos finais da partida. A equipa de Iniciados Masculinos, a jogar em casa, apresentou-se a bom nível contra o Gondomar Cultural, vencendo a partida por 31-29.

A sso cia çã o D e sp o rtiva d e A m a ra n te

C onvocatória N o s te rm o s da a lín e a A ) d o A rtigo n º 2 0 d o s E sta tuto s, co n vo co tod o s o s a sso cia d o s, n o p le n o d o s se u s d ireito s, pa ra re un ire m , e m A sse m b le ia G e ra l O rd in á ria , a re a liza r p e la s 2 1 .30 h o ra s d o d ia 15 d e A b ril, n a S ed e S o cia l d e sta C o le ctivid a d e , sita n o an tigo p a rque d e ca m p ism o, com a se gu in te o rd em de trab a lho s: 1 . A p re cia ção , d iscu ssão e vo ta çã o da s co n ta s d e ge rê n cia d o a n o 2 0 11 ; 2 . D iscu ssã o d e a ssun to s d e inte re sse d a C o le ctivid a d e . S e à ho ra m a rca d a nã o e stive r re u n id o o n ú m e ro suficie nte d e a sso cia d o s, e sta re u n iã o in icia r-se -á m e ia ho ra d e po is, co m o n úm e ro d e a sso cia do s p re se n te s. A .D .A , 1 de A b ril de 201 1 A n tón io A lcino N o rte S im õ e s (Presidente da Assembleia Geral)

ABC em grande em Espanha

Pague as suas quotas… Municipal de Amarante. Para receber a programação gratuitamente envie um e-mail para cineclubedeamarante@gmail. com. Os Miúdos Estão Bem Dia 8 de Abril às 21h30 no Cineclube de Amarante (Santa Luzia, junto aos CTT) COM – Annette Bening, Julianne Moore, Mark Ruffalo REALIZAÇÃO – Lisa Cholodenko ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, 105 min. Maiores de 16 anos

O ABC participou na Copa de Espanha II em Fraga, Huesca, Rio Cinca, um novo canal de slalom em Aragon, nos dias 1, 2 e 3 de Abril de 2011. Duas finais, duas semi-finais e uma qualificação foi o resultado do fim-de-semana espectacular em Aragon das jovens promessas do ABC. Esta segunda competição da copa de Espanha de Slalom, com umas novas instalações magníficas, com muito sol e muito público na localidade Aragonesa de Fraga foi o coroar dos organizadores do Club Caiac da Baix Cinca. Resultados: 5º Pedro Seara, K1HCad; 19º Rui Costa, K1HCad; 6º Lara Silva, K1DSen; 10º Catarina Varejão, K1DJun; 14º Rodrigo Magalhães, K1HJun.


JA nº.1611