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Autorizado a Circular em envelope Plastificado

O JORNAL AMARANTe de

DIRECTORA: Mª JOSÉ CUNHA

PORTUGAL

J. P .P. AMARANTE TAXA PAGA

IRRESISTÍVEIS! EspECiAL FiM dE ANO Cruzeiro De FiM De ANo No Douro

Navio MS Fernão de Magalhães ou Navio Infante D. Henrique Saída de Vila Nova de Gaia a 31 Dez. ’10 a 2 Jan. ’11 3 dias | pensão Completa inclui: cruzeiro + cocktail de boas-vindas + noite de gala + assistência a bordo + transporte Lisboa/V.N.Gaia/Lisboa + Seguro Multiviagens. Exclui: bebidas + excursões opcionais + despesas de carácter pessoal. Nota: por motivos de segurança de navegação, a companhia e o comandante reservam-se o direito de alterar o itinerário do cruzeiro.

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ABERTO à hORA dE ALMOÇO

Quinta-feira, 18 de Novembro 2010 | Nº 1591| Ano 31 | euro 0.80

Fernando Rosas fechou Ciclo de Conferências sobre a Implantação da República Luís Miguel Ribeiro

Eleito presidente da AEA para 2011/2013

Valter Cardoso e António Costa, pilotos do TEAM BETA-ENI, fecharam da melhor forma a temporada do “Ford Transit Trophy”, no passado fim-de-semana, no Autódromo Internacional do Algarve. Uma vitória no sábado, na primeira corrida, e um segundo lugar no domingo, garantiram à equipa a vitória na jornada.


2| O Jornal de Amarante

Espelho de Água por A. Magalhães

Algumas reflexões sobre um discurso O discurso de apresentação da recandidatura de cavaco Silva à Presidência da República foi um exagerado auto-elogio. A acreditar no que cavaco Silva disse de si mesmo, já estaríamos todos afogados se não fosse a sua acção salvadora. Dos quatro Presidentes da República que moraram em Belém nestas décadas de regime democrático, foi ele que mais alto proclamou num acto público por excelência os méritos da acção do seu mandato. Se não fossem os seus avisos, as suas advertências, as suas chamadas de atenção dos poderes executivos e deliberativos para os problemas, se estamos mal como deveríamos estar nós? Aqui, implicitamente, queria dizer: Se não fosse eu, como estaria o nosso país? Durante vinte minutos Cavaco Silva centrou a sua proclamação em três pontos fundamentais. Em primeiro lugar, foram as generalidades do costume sempre repetidas em tais circunstâncias. Que se recandidatava por pretender servir o

país e ser dever seu fazê-lo. E sobretudo mais ainda por assim o exigir esta hora difícil. Em segundo lugar, apelar para que o Orçamento do Estado fosse aprovado sob pena de cairmos numa situação particularmente grave quanto à obtenção do crédito externo. E derramou-se em razões já por outros expendidas exaustivamente. E em terceiro lugar, o narcisismo do auto-elogio, que se tão mal fica a qualquer ser humano, a uma figura pública como Cavaco Silva muito mais. O resto, lugarescomuns, superfluidades que só serviram para engordar o discurso. Não há dúvida que o mundo de hoje, que é o que melhor conhecemos porque o vivemos, porquanto o do passado só o conhecemos pela história, está enxameado de mediocridades políticas. São poucos, talvez excepção, os políticos que se salientam pela sua coerência e grandeza de carácter, vivendo a política não como uma profissão rendosa, mas com verdadeiro espírito de missão

sem quaisquer ambições pecuniárias ou cívicas. Não pretendo dizer que os seus vencimentos sejam bons ou maus para os lugares que ocupam: o que me preocupa é se os ocupam bem, isto é, se merecem estar nesses lugares. Se estão nos cargos para se servirem deles, ou para servirem a causa pública. E é aqui que reside o cerne da questão. Já temos ouvido queixas a deputados e até a ministros, de que ganhavam muito mais na sua profissão privada do que ganhavam no lugar público que desempenhavam. Penso que são queixas que revelam pelo menos duas coisas. A primeira, é que não foram obrigados a aceitarem o lugar público que ocupam. E a segunda, é que demonstram que põem acima da sua, digamos, valência cívica de serviço público os seus interesses particulares. E bastam estas duas situações para que um político seja medíocre ou até mesmo mau. Penso que é muito mau atribuir-se á manta democrática o

mérito mágico de revelar o que interessa e esconder ou omitir o que não convém. Acho que é falacioso falar-se de sociedade livre só porque periodicamente eleições para os órgãos de soberania quando nessa mesma sociedade de dez milhões de pessoas (e aqui falo da nossa) há dois milhões de pobres. Um em cada cinco portugueses vive abaixo do limiar da pobreza, o que quer dizer que não usufrui o ordenado mínimo nacional. No entanto é gente que vota e elege. Não discuto se o voto é bem ou mal pensado, e também aqui haveria muito a dizer sabendo-se, como se sabe, do baixo nível cultural e político do nosso povo. A verdade é que, em termos objectivos, estes português não são livres porquanto as suas condições económicas não lhes permitem o usufruto pleno da liberdade. A democracia não é feita só do uso do voto, mas também da consciência e efeito prático dele. A liberdade pressupõe possibilidade, de contrário servirá para pouca coisa. Nunca

sua posição de não contribuir para o acentuar do descrédito internacional no mercado nacional e celebrou um pacto com o Governo, para animar a discussão no parlamento e ganhar votos, veio com ameaças atrás de ameaças, eventuais moções, eleições antecipadas pós presidenciais. Consequência? Os mercados internacionais castigaram o país e testaram as finanças públicas através da negociação em juros altíssimos, máximos históricos. O que aliado às declarações da chanceler alemã não beneficiou em nada a honra nacional. Se Sócrates é mau, esta nova direcção do PSD é uma desgraça que nem a sobriedade de Cavaco Silva, o semblante carregado de Manuela Ferreira Leite e as inquietações de Pacheco Pereira, ou de Balsemão, conseguem controlar. E quanto a isso, não podem rebater com primazia, estão gravadas as

imagens e às declarações. E o facto de já não ouvirem ninguém pode impedir que se coloquem as contas em dia a mais breve prazo. A sede de poder, a ânsia provocada por sondagens logo após comunicação de medidas de austeridades, a instigação de certas sectores da sociedade, leva a devaneios, devaneios que pagam os portugueses e que esta gente que pretende poder a todo o custo, independentemente da cor vitamínica, ou não irá sentir no bolso ou então está em amnésia e esqueceram – se que são portugueses. O discurso não pode ser pessimista ao ponto de desacreditarem em nós. Há que tomar rédeas e inverter a situação, não deixar que os efeitos da crise e das medidas de austeridade sejam drásticas como se anuncia. Se existem dados positivos: 1 – A ONU coloca-nos no 42.º lugar como país de Muito Alto

Nível de Desenvolvimento Humano; 2- Causas: aumento da esperança de vida (SNS a mostrar resultados); escolaridade média aumentou de 4 para 8 anos (escola pública para todos); 23.º em igualdade de género; o Banco Mundial em 31.º lugar como destino de negócios, e segundo o diário económico, à frente de Itália e Espanha – então como os potenciar e os utilizar em benefício do crescimento económico e empresarial português, na criação de postos de trabalho, na inclusão, diminuição de toxicodependência e criminalidade? Se aquilo que se pede é seriedade, rigor e honestidade, se o sentido é único, porque não se constatam resultados? Porque é que aqueles que reclamam, em moldes de Maio de 68, uma mudança de atitude, uma defesa de interesses, alegadamente comunitários e locais, servem de homens e mulheres de palha

será demais insistir nisto: a democracia vai-se esvaziando de conteúdos éticos, cívicos, sociológicos, humanistas, culturais, no verdadeiro sentido do termo. Daí o descrédito perigoso e parece que irreversível das democracias do tipo ocidental como a nossa. O capitalismo desumano, sem regra nem lei, tal como o conhecemos hoje, poderá coexistir com a democracia, ou será a morte dela?

EDITORIAL O Governo apresentou um orçamento que causa aversões em alguns sectores de actividade e que, no geral, implica um maior apertar do cinto. No entanto, este novo apertar do cinto, ou se preferir o termo crise, já não é nada de novo, é já um conceito que de tanto ser repetido, os portugueses já foram introduzindo, mas que agora vão sentir em termos reais. Se por um lado, pela vez as medidas de contenção, atingem os salários mais altos e pensões mais elevadas, por outro lado, por efeito indirecto de redução de apoios sociais e aumento do IVA, reparte – se, à partida, o esforço por todos, não obstante, e como sempre na história das sociedades, quem possui capital, consegue aumentar o volume dos seus rendimentos. E pedido este esforço a todos os portugueses e aprovado o orçamento, o maior partido da oposição que antes assumiu a

O JORNAL DE AMARANTE Propriedade Publitâmega - Publicações do Tâmega, Lda. Tiragem Média 3500 exemplares.

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para reavivar a memória que se pretendia esquecer e reanimar o que se pretende, supostamente, não se volte a repetir? E agora permitam um desabafo, em consequência de algumas “saídas” pouco felizes, que têm sido a nós dirigidas, sabe Sr. Dr., cada vez mais se houve que, atentos os acontecimentos, fossem quais fossem os seus ideais, fosse qual fosse o seu clube, fossem quais fossem os seus interesses culturas, fosse qual fosse o seu modo de vida, seria sempre aquilo que é: sério e que para o que alguns pretendem esse é o seu mal. E se a irrelevância incomoda, isso incomoda muito mais.

| HM|

Directora: Mª José Cunha Colaboradores: A. Magalhães, António Patrício, Carlos Carvalho, Costa Neves, Gabriel Carvalho, Hermínia Mendes, Hernâni Carneiro, Ilda Dias, Maria Rosa Pinto da Cunha, Mário Fernandes, Paulo Teixeira.net, João Pereira da Silva, Simão Marinho, Sónia Bastos, Raquel Marinho Design e Paginação: Maria José Cunha Secretariado: Maria José Cunha Administração/Redacção/Departamento Comercial: Largo de S.Pedro, 2ºC, Apartado 75 - 4600-036 Amarante, Tels.: 255 432 301/255 432 313/ 255 432914 Registos: Ministério da Justiça/Instituto de Comunicação Social - 106941| Depósito Legal: 135757/99 Pessoa Colectiva: 500 886 644 Depósito Legal: 135757/99 Pessoa Colectiva Nº 500 886 644 Gerência: Joaquim José F. Machado, Eduardo Oliveira Pinheiro (detentor de mais de 10% do Capital) Tels.: 255 432 301/255 432 313/ 255 432 914

Preço de Assinatura Continente 30,00 Euros | Estrangeiro 50,00 Euros

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O Jornal de Amarante Quinta-feira, 18 de Novembro 2010 | 3

ACTUALIDADE No âmbito da evocação do I Centenário

Fernando Rosas fechou Ciclo de Conferências sobre a Implantação da República

Fernando Rosas fechou, a 13 de Novembro, o ciclo de confe-

rências organizado pela Câmara Municipal de Amarante para

comemorar o centenário da implantação da República, dissertando sobre “Porque venceu e porque caiu a I República”. Ao longo de hora e meia e perante um auditório da Biblioteca Municipal Albano Sardoeira completamente cheio, o historiador falou sobre os contextos e as razões que levaram à implantação da República, sobre os seus protagonistas e as alterações introduzidas no país pelo novo regime, bem como dos motivos que levaram ao seu declínio e ao Estado Novo. A sessão foi iniciada pelo Vereador com o Pelouro da Educação, Abel Coelho, em representação do Presidente da Câmara

Armindo Abreu manifestou satisfação pela abertura da exposição de Joana Rêgo Joana Rêgo mostra, no Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, até 9 de Janeiro, uma exposição intitulada “Entre a Pintura e as Palavras” inaugurada a 6 de Novembro pelo Presidente da Câmara de Amarante, Armindo Abreu. Esta mostra é composta por um conjunto de quinze acrílicos sobre tela de linho. Aquando da inauguração, Armindo Abreu manifestou grande satisfação pela mostra e regozijou-se pelo grande número de pessoas que assistiram à sua inauguração. “Para mim é muito gratificante poder expor no Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso. Já aqui expus em 1996 e retornar a este espaço passados

catorze anos é igualmente gratificante. Gosto muito deste museu”, disse Joana Rêgo quando questionada sobre o seu “regresso” ao Museu de Amarante, acrescentando: “Esta exposição faz parte de um projecto que estou a desenvolver e que tem a ver com a tese de doutoramento que estou agora a tentar terminar e que é a relação da palavra e da imagem na arte contemporânea”, disse. Joana Rêgo nasceu no Porto em 1970. É artista plástica, pintora e professora do Ensino Superior. Licenciada em Artes, em 1995, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em 1998 e 1999 foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana

para o Desenvolvimento. Desde 1999 que possui um Mestrado em Pintura pelo San Francisco Art Institute e é, neste momento, doutoranda no Doutoramento “Modos de Conhecimento na Prática Astística Contemporânea” na Universidade de Vigo /Pontevedra e ESAP. É diplomada em Estudos Avançados do Doutoramento “Modos de conhecimento na prática Artística Contemporânea” desde 2006. Joana Rêgo realizou até ao presente mais de vinte exposições individuais e participou em várias exposições colectivas. Está representada em várias colecções Públicas e Privadas.

Municipal de Amarante, que recordou a realização de duas anteriores conferências sobre os cem anos da República. A primeira ocorreu a 22 de Maio e teve como orador o Professor António Reis e versou “A Ética Republicana”. A segunda realizou-se a 26 de Junho e trouxe a Amarante o Professor Amadeu Carvalho Homem, que se debruçou sobre “Como construir a República no século XXI”. Da Conferência proferida por Fernando Rosas há a reter três ideias-chave, genericamente assim enunciadas: a contribuição do operariado da cintura industrial de Lisboa, aliado à Carbonária e à Maçonaria, para

a revolução republicana; as medidas democráticas introduzidas pelo novo regime em áreas como os direitos humanos, a educação e a laicidade do Estado e, por último, as razões do declínio da I República, associadas, segundo o historiador, à permanente instabilidade no país e à participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, para a qual a Nação não estava preparada. A Câmara Municipal de Amarante disponibiliza no seu sítio na Internet (www.cm-amarante. pt) vídeo com excertos da conferência do Professor Fernando Rosas.

Círculo Lago Cerqueira

Organiza exposição “A República na Cartofilia”

Durante o mês de Novembro

Projecto TEIA reforça sensibilização contra violência doméstica Sob o lema “Mostra o Cartão Vermelho à Violência Doméstica”, o Projecto TEIA (CLDS) promove, durante o mês de Novembro, mais uma campanha de sensibilização contra a violência de género. São várias as iniciativas organizadas, nomeadamente acções de sensibilização destinadas a jovens e encarregados de educação dos vários estabelecimentos de ensino do concelho; uma acção de formação intitulada “Prevenção e Combate

à Violência de Género”, dirigida a técnicos de intervenção social e duas acções sobre “Igualdade de Género”, destinadas a educadores de infância, formadores e docentes. Estará, ainda, patente, a exposição “Um Postal pela Família”. “Violência Doméstica… O Desassossego do Lar” será o tema do fórum, dirigido a toda a comunidade, que terá lugar na Casa da Portela, no próximo dia 25 de Novembro. Realidades como a violência conjugal e a

violência familiar sobre as crianças e idosos serão abordadas, não esquecendo, ainda, o papel do Gabinete de Informação e Apoio a Vítimas de Violência Doméstica (“Bem-me-quer”) e a intervenção da GNR. Os interessados em participar nesta iniciativa deverão efectuar a sua inscrição (gratuita) através do contacto telefónico 255 420 297 ou, via correio electrónico, para geral@teiaclds.com, até ao próximo dia 19 de Novembro.

Inserida no programa comemorativo desta Associação cultural, para evocar a passagem do I Centenário da República Portuguesa, o Círculo Lago Cerqueira organiza a exposição “A República na Cartofilia”, que esta patente na Biblioteca Municipal Albano Sardoeira até final do mês de Novembro. Esta exposição é composta por mais de centena e meia de postais, onde os assuntos e personagens relativos ao fim na Monarquia e a I República portuguesa, são abordados por este meio de uma forma muito

peculiar. O postal ilustrado foi um dos mais importantes meios de propaganda acerca deste período da história de Portugal, logo torna-se importante evocar a passagem do Centenário da República através deste instrumento. A realização desta exposição tem o apoio da Biblioteca Municipal Albano Sardoeira e do Dr. Pedro Barros que através de cedência do espólio de cartofilia que possui, ajudou a concretização da mesma.


4 | O Jornal de Amarante

ENTREVISTA

Câmara Municipal de Amarante ANÚNCIO DE CONCURSO 1) DESIGNAÇÃO E ENDEREÇO OFICIAIS DA ENTIDADE ADJUDICANTE Organismo: Câmara Municipal de Amarante À atenção de: Divisão de Administração Geral/Aprovisionamento Endereço: Alameda Teixeira de Pascoaes Código postal: 4600-011 Amarante Localidade/Cidade: Amarante País: Portugal Telefone:255420244/420200 Fax: 255420284 Correio electrónico: aprovisionamento@cm-amarante.pt Endereço internet (URL)

2) DESCRIÇÃO 2.1 Designação do fornecimento Aquisição de produtos para tratamento da água das piscinas e da ETA. 2.2 Local onde se realizará o fornecimento Armazéns do Município de Amarante. 2.3) Prazo de execução 12 meses a partir da data da adjudicação. 2.4) O preço base a que se refere o artº 47º do CPP é de 43.500,00 €, com exclusão do IVA. 3) CRITÉRIOS DE ADJUDICAÇÃO A adjudicação é feita segundo o critério do mais baixo preço para entidade adjudicante.

4) INFORMAÇÕES DE CARÁCTER ADMINISTRATIVO 4.1) O processo do concurso e documentos complementares encontram-se disponíveis no portal www.anogov.com/ cm-amarante/faces/ da plataforma electrónica. 4.2) Prazo para recepção de propostas O prazo limite para apresentação das propostas termina às 17:00 horas do dia 01 de Dezembro do corrente ano. 4.3) Não é permitida a apresentação de propostas com variantes. Amarante, Paços do Concelho, 11 de Novembro de 2010. O Presidente da Câmara, a/ Dr. Armindo José da Cunha Abreu.

Câmara Municipal de Amarante ANÚNCIO DE CONCURSO 1) DESIGNAÇÃO E ENDEREÇO OFICIAIS DA ENTIDADE ADJUDICANTE Organismo: Câmara Municipal de Amarante À atenção de: Divisão de Administração Geral/Aprovisionamento Endereço: Alameda Teixeira de Pascoaes Código postal: 4600-011 Amarante Localidade/Cidade: Amarante País: Portugal Telefone: 255420244/420200 Fax: 255420284 Correio electrónico: aprovisionamento@cm-amarante.pt Endereço internet (URL)

2) DESCRIÇÃO 2.1 Designação do fornecimento Aquisição de material de águas, saneamento e contadores. 2.2 Local onde se realizará o fornecimento Armazéns do Município de Amarante. 2.3) Prazo de execução 12 meses a partir da data da adjudicação. 2.4) O preço base a que se refere o artº 47º do CPP é de 101.000,00 €, com exclusão do IVA. 3) CRITÉRIOS DE ADJUDICAÇÃO A adjudicação é feita segundo o critério do mais baixo preço para entidade adjudicante.

4) INFORMAÇÕES DE CARÁCTER ADMINISTRATIVO 4.1) O processo do concurso e documentos complementares encontram-se disponíveis no portal www.anogov.com/cmamarante/faces/ da plataforma electrónica. 4.2) Prazo para recepção de propostas O prazo limite para apresentação das propostas termina às 17:00 horas do dia 30 de Novembro do corrente ano. 4.3) Não é permitida a apresentação de propostas com variantes. Amarante, Paços do Concelho, 11 de Novembro de 2010. O Presidente da Câmara a/ Dr. Armindo José da Cunha Abreu.

Fregim - Amarante

Agostinho Queirós e Olivia Lopes

1º Aniversário do seu falecimento Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que têm demonstrado toda a sua solidariedade. Informam que a missa do seu 1º aniversário será celebrada no próximo dia 21 de Novembro, pelas 11h, na Igreja Paroquial de Fregim. Desde já agradecem a presença de todos os amigos que se queiram associar a este momento de dor.

Santa Casa da Misericórdia de Amarante ASSEMBLEIA GERAL ORDINARIA CONVOCATÓRIA Ao abrigo do disposto no artigo 30º, nº 1 e 5 do Compromisso da Santa Casa da Misericórdia de Amarante, convoco a Assembleia Geral para uma REUNIÃO ORDINARIA, a realizar pelas 14 horas do dia 20 de Novembro de 2010, na Sala de Reuniões desta Instituição, com a seguinte: ORDEM DE TRABALHOS 1- Leitura, apreciação e votação da Acta numero um da reunião da Assembleia Geral realizada em 20 de Março de 2010; 2- Apreciação, discussão e votação do Plano de Actividades, Conta de Exploração Previsional e Orçamento de

Investimentos e Desinvestimentos para o ano de 2011; 3- Discussão de quaisquer outros assuntos de interesse para a Instituição. O Plano de Actividades, Conta de Exploração Previsional e Orçamento de Investimentos e Desinvestimentos para o ano de 2011 encontram-se na Secretaria a disposição dos Irmãos. Se no dia e hora designados para a reunião, a mesma não se puder realizar por falta da maioria legal, a reunião terá lugar uma hora depois desde que estejam presentes, pelo menos, vinte irmãos. Amarante, 05 de Novembro de 2010 O Presidente da Mesa da Assembleia Geral, a) Dr. Albano Quintino Granja Tamegão

Aboadela - Candemil - Amarante

Delfim Moreira Ribeiro

AGRADECIMENTO

Câmara Municipal de Amarante ANÚNCIO DE CONCURSO 1) DESIGNAÇÃO E ENDEREÇO OFICIAIS DA ENTIDADE ADJUDICANTE Organismo: Câmara Municipal de Amarante À atenção de: Divisão de Administração Geral/Aprovisionamento Endereço: Alameda Teixeira de Pascoaes Código postal: 4600-011 Amarante Localidade/Cidade: Amarante País: Portugal T e l e f o n e : 255420244/420200 Fax: 255420284 Correio electrónico aprovisionamento@cm-

amarante.pt Endereço internet (URL) 2) DESCRIÇÃO 2.1 Designação do fornecimento Aquisição de material auto. 2.2 Local onde se realizará o fornecimento Armazéns do Município de Amarante. 2.3) Prazo de execução 12 meses a partir da data da adjudicação. 2.4) O preço base a que se refere o artº 47º do CPP é de 102.000,00 €, com exclusão do IVA. 3) CRITÉRIOS DE ADJUDICAÇÃO A adjudicação é feita segundo o critério do mais baixo preço para entidade adjudicante.

4) INFORMAÇÕES DE CARÁCTER ADMINISTRATIVO 4.1) O processo do concurso e documentos complementares encontram-se disponíveis no portal www.anogov.com/ cm-amarante/faces/ da plataforma electrónica. 4.2) Prazo para recepção de propostas O prazo limite para apresentação das propostas termina às 17:00 horas do dia 09 de Dezembro do corrente ano. 4.3) Não é permitida a apresentação de propostas com variantes. Amarante, Paços do Concelho, 10 de Novembro de 2010. O Presidente da Câmara, a/ Dr. Armindo José da Cunha Abreu.

Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral do saudoso extinto ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Agência Funerária S. Pedro

Freixo de Baixo - Amarante

D. Deolinda da Silva Sampaio

AGRADECIMENTO Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Agência Funerária S. Pedro


O Jornal de Amarante Quinta-feira, 18 de Novembro 2010 | 5

ACTUALIDADE

S. Martinho no Agrupamento de Escolas Amadeo de Souza-Cardoso

O lendário momento em que o cavaleiro Romano, no caminho de regresso a sua casa, partilha a sua capa com o mendigo dando lugar a um dia solarengo, é um acontecimento que faz parte das nossas histórias e tradições. Tal como ocorreu nesse dia longínquo, também o dia 11 de

Novembro de 2010 começou tempestuoso, mas cumpriu-se a tradição e o sol lá foi espreitando por entre as nuvens. E porque é de tradições que falamos, a nossa escola, E.B. 2,3 Amadeo de Souza-Cardoso – Telões, comemorou o Dia de S. Martinho com a realização da feira de produtos, onde não

faltou a animação musical, a dança, o magusto e os jogos tradicionais. Foi um dia marcado pelo empenho e dedicação de toda a comunidade educativa, mas em particular pelos nossos alunos. Não poderia ser diferente pois… é já uma tradição.

Agrupamento de Escolas de Amarante A Matemática mexe...

Foi elevada a participação dos alunos que, de forma entusiástica aderiram à iniciativa No dia 10 de Novembro, pelas 15h:30m, decorreu na Escola EB 2,3 de Amarante, a 1ª Eliminatória das XXIX Olimpíadas Portuguesas da Matemática. Nesta iniciativa organizada pela Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) em parceria com o Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra, estiveram envolvidos cerca de setenta e cinco alunos nas categorias de Pré-Olimpíadas (5ºanos), Júnior (6º e 7º anos), e Categoria A (8º e 9º anos). Todos os participantes se apresentaram muito motiva-

dos e com vontade de brilhar. As Olimpíadas da Matemática (OPM) são um concurso de problemas de matemática, dirigido aos alunos que visa desenvolver o conhecimento da Matemática, o treino do raciocínio e incentivar o gosto pelos desafios matemáticos. A prova teve a duração de duas horas. Os quatro problemas apresentados colocaram os alunos perante desafios que estimulavam o raciocínio, a criatividade e a imaginação. Esta actividade, como outras já implementadas, insere-se

na política deste Agrupamento que visa incentivar o gosto pela Escola, o desenvolvimento de competências e o combate ao insucesso escolar. A 2ª eliminatória realizar-se-á no dia 19 de Janeiro de 2011 e esperamos que alguns dos alunos desta escola sejam seleccionados para a Final Nacional que decorrerá de 7 a 10 de Abril na Escola Secundária de Carlos Amarante em Braga. Resta-nos esperar e desejar bons resultados…

Associação Desportiva e Cénica de Olo organiza a IX edição do Trial do Olo

Prova vai percorrer trilhos da Serra do Marão À semelhança dos anos anteriores, realizar-se-á a 20 de Novembro, a IX edição do já famoso Trial 4x4 do Ôlo, organizado pela Associação Desportiva e Cénica de Olo, que, como sempre, irá calcar os mais inóspitos e selvagens recantos desta zona do Marão, “ainda inexplorada”. Rios, linhas de água, pedra e guincho serão o cocktail para um dia bem passado nestas serranias. Toda a prova será revestida de um carácter lúdico, sem qualquer tipo de competição e classificação, entregarse-ão alguns prémios surpresa e lembranças aos participan-

tes. Os protagonistas, depois de atravessarem todas estas zonas de extrema beleza natural, têm, no final do dia, a última prova, um delicioso repasto servido no Salão da Sede da Junta de Freguesia. Esta prova conta com o apoio da Junta de Freguesia de Olo e tem o selo da Federação Portuguesa de Todo-o-Terreno Turístico. Para quaisquer dúvidas ou esclarecimentos adicionais julgados necessários, sobre a prova, utilize os seguintes contactos: 939 386 925; 919 487 131; 968 012 987;

Trio Odemira actua em espectáculo de solidariedade do Sonho de Vida O Sonho de Vida – Cooperativa de Solidariedade Social organiza na tarde do próximo domingo, dia 21 de Novembro, no pavilhão da Associação Desportiva de Freixo de Baixo, um espectáculo de solidariedade que conta com a participação especial dos Trio Odemira. O espectáculo de solidariedade, que está marcado para as 15h30, contará ainda com a actuação do artista popular Carlos Manuel e do ilusionista Kardony. A tarde deste solidário espectáculo de variedades culminará com a actuação do conceituado grupo da música ligeira portuguesa Trio Odemira. No palco os irmãos de Odemira vão interpretar algumas das mais conhecidas músicas que os portugueses sempre gostaram de ouvir ao longo de mais de 50 anos de cantigas como o Anel de Noivado, Ana Maria e muitas outras que ainda hoje facilmente recordamos. Os Trio Odemira associam-se a esta grande festa do Sonho de Vida numa manifestação de solidariedade para com esta instituição que se dedica ao apoio dos mais idosos. O repto da organização é de que seja também solidário juntando-se à festa. “Estaremos com muito agrado para partilhar alguns dos nossos êxitos mais conhecidos nessa festa de solidariedade do Sonho de Vida e para que o espectáculo seja grandioso contamos com a

presença de todos quantos gostam de nos ouvir”, referem os Trio Odemira. O espectáculo de solidariedade do Sonho de Vida está marcado para o próximo domingo, dia 21 de Novembro, a partir das 15h30, no pavilhão da Associação Desportiva de Freixo de Baixo, ao lado do campo de jogos daquela colectividade. A Cooperativa Sonho de Vida, Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), mantém, na freguesia de Mancelos, em funcionamento um Centro de Dia e serviço de apoio domiciliário. O Centro de Dia, a funcionar desde Maio de 2006, tem actualmente 14 utentes, enquanto que o Sonho de Vida presta apoio domiciliário a mais de 30 utentes nas freguesias de Mancelos, Freixo de Baixo, Freixo de Cima, Travanca, Sta. Cristina, Oliveira, Figueiró, no concelho de Amarante, S. Mamede de Recesinhos, concelho de Penafiel, Banho e Vila Boa de Quires, concelho de Marco de Canaveses. Refira-se ainda que, há cerca de uma ano, a Câmara Municipal de Amarante cedeu, em direito de superfície, a escola EB1 do Alto da Lixa ao Sonho de Vida para aí instalar uma creche. Esta é uma das obras que o Sonho de Vida espera concretizar a curto prazo, encontrando-se em fase de conclusão o projecto de arquitectura.

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CLASSIFICADOS

Associação Desportiva de Amarante Nos termos da alínea a) do artigo 20 dos estatutos, convoco todos os associados, no pleno uso dos seus direitos, para reunirem em assembleia geral ordinária, a realizar pelas 21h30 do dia 26 do mês de Novembro, na sede social desta colectividade, sita no antigo parque de campismo, com a seguinte ordem de trabalhos: Ponto Único: tomada de posse da comissão de gestão. Se há hora marcada não estiver reunido o número suficiente de associados, esta assembleia iniciar-se-á meia hora depois com qualquer número de associados presentes. Amarante, 11 de Novembro de 2010-11-16 O Presidente da Assembleia Geral a) António Alcino Norte Simões

Tribunal Judicial de Amarante 3º Juizo Anúncio Processo: 915/10.8TBAMT Interdição/Inabilitação N/Referência: 2122436 Data: 19/05/2010 Requerente: Maria Júlia da Costa Caetano Requerido: Alice Ribeiro Faz-se saber que foi distribuída neste Tribunal, a acção de Interdição / Inabilitação em que é requerido Alice Ribeiro, com residência na Rua da Boavista, nº 917, Vila Chão do Marão – 4600 Amarante, para efeito de ser decretada a sua interdição por anomalia psíquica. A Juiz de Direito a) Ana Gabriela P.S. Fonseca Freitas O Oficial de Justiça a) Virgínia Teixeira da Cunha Campos Cerqueira

Associação Humanitária Bombeiros Voluntários de Vila Meã CONVOCATÓRIA Nos termos do Artº. 40º, nº 2, alínea b), dos Estatutos da Associação Humanitária Bombeiros Voluntários de Vila Meã, convoco os senhores associados a reunirem em Assembleia Geral Ordinária, na sede da Associação, no próximo dia 27 de Novembro de 2010, pelas 14.30 horas, com a seguinte Ordem de Trabalhos: Ponto Um – Actualização do valor das quotas anuais; Ponto Dois – Plano de Actividades e Orçamento p/ 2011; Ponto Três – Apresentação de proposta para resolução da situação financeira da Associação. Nos termos do Artº 42º, 1º, fica desde já feita uma segunda convocatória para as 15.00 horas, do mesmo dia, que funcionará com qualquer número de presenças. Vila Meã, 16 de Outubro de 2010 O Presidente da Assembleia Geral António Alves Carvalho Machado

Câmara Municipal de Amarante ANÚNCIO DE CONCURSO 1) DESIGNAÇÃO E ENDEREÇO OFICIAIS DA ENTIDADE ADJUDICANTE Organismo: Câmara Municipal de Amarante À atenção de: Divisão de Administração Geral/Aprovisionamento Endereço: Alameda Teixeira de Pascoaes Código postal: 4600-011 Amarante Localidade/Cidade: Amarante País: Portugal Telefon: 255420244/420200 Fax: 255420284 Correio electrónico: aprovisionamento@cm-amarante.pt Endereço internet (URL) 2) DESCRIÇÃO

2.1 Designação da Prestação de Serviço Serviço de formação no âmbito de uma candidatura ao POPH – Programa Operacional Potencial Humano, tipologia 3.4. 2.2 Local onde se realizará a prestação de serviços Os serviços objecto de contrato serão prestados nas instalações da Entidade adjudicante. 2.3) Prazo de execução 24 meses a partir da data da celebração do contrato. 2.4) O preço base a que se refere o artº 47º do CPP é de 141.000,00 €, com exclusão do IVA. 3) CRITÉRIOS DE ADJUDICAÇÃO A adjudicação é feita segundo o critério da proposta economicamente mais vantagosa para

entidade adjudicante. 4) INFORMAÇÕES DE CARÁCTER ADMINISTRATIVO 4.1) O processo do concurso e documentos complementares encontram-se disponíveis no portal www.anogov.com/cmamarante/faces/ da plataforma electrónica. 4.2) Prazo para recepção de propostas O prazo limite para apresentação das propostas termina às 17:00 horas do dia 25 de Novembro do corrente ano. 4.3) Não é permitida a apresentação de propostas com variantes. Amarante, Paços do Concelho, 16 de Novembro de 2010. O Presidente da Câmara a/ Dr. Armindo José da Cunha Abreu.

Câmara Municipal de Amarante Endereço internet (URL) 2) DESCRIÇÃO 2.1 Designação do fornecimen-

ANÚNCIO DE CONCURSO

1) DESIGNAÇÃO E ENDEREÇO OFICIAIS DA ENTIDADE ADJUDICANTE Organismo: Câmara Municipal de Amarante À atenção de: Divisão de Administração Geral/Aprovisionamento Endereço: Alameda Teixeira de Pascoaes Código postal: 4600-011 Amarante Localidade/Cidade: Amarante País: Portugal Telefon: 255420244/420200 Fax: 255420284 Correio electrónico: aprovisionamento@cm-amarante.pt

to Aquisição de material para manutenção e reparação de edifícios. 2.2 Local onde se realizará o fornecimento Armazéns do Município de Amarante. 2.3) Prazo de execução 12 meses a partir da data da adjudicação. 2.4) O preço base a que se refere o artº 47º do CPP é de 45.000,00 €, com exclusão do IVA. 3) CRITÉRIOS DE ADJUDICAÇÃO A adjudicação é feita segundo o critério do mais baixo preço para entidade adjudicante.

4) INFORMAÇÕES DE CARÁCTER ADMINISTRATIVO 4.1) O processo do concurso e documentos complementares encontram-se disponíveis no portal www.anogov.com/cm-amarante/ faces/ da plataforma electrónica. 4.2) Prazo para recepção de propostas O prazo limite para apresentação das propostas termina às 17:00 horas do dia 02 de Dezembro do corrente ano. 4.3) Não é permitida a apresentação de propostas com variantes. Amarante, Paços do Concelho, 15 de Novembro de 2010. O Presidente da Câmara, a/ Dr. Armindo José da Cunha Abreu.

Gondar - Amarante

Vila Caiz - Amarante

D. Maria Amélia Pinheiro

D. Florinda Rosa Mendes

AGRADECIMENTO

AGRADECIMENTO

Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extintoaou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

S.Simão - Amarante

S.Gonçalo - Amarante

Sr. Eduardo Barbosa

D. Iria da Conceição Peres

AGRADECIMENTO

AGRADECIMENTO

Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral do saudoso extinto ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida.

Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extintoaou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida.

Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997

Sua família vem por este meio, e muito reconhecidamente agradecer a todas as pessoas que participaram no funeral da saudosa extinta ou que, de qualquer outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Agradecem também a todas as pessoas que se dignaram assistir à missa de 7º dia. Pedem desculpa por qualquer falta involuntariamente cometida. Funerárias do Tâmega, Lda: 255424422 | 917643062 | 919449561 | 917502997


O Jornal de Amarante Quinta-feira, 18 de Novembro 2010 | 7

ACTUALIDADE

Luís Miguel Ribeiro eleito presidente da AEA para 2011/2013 No passado dia 5 de Novembro, Luís Miguel Ribeiro foi novamente eleito presidente da Associação Empresarial de Amarante (AEA), para o triénio 2011/2013. O dirigente mostrou-se bastante satisfeito com a vitória e garantiu que a AEA “irá continuar a ter um papel activo na actividade empresarial de Amarante”. Mesmo num período particularmente difícil a nível económico, Luís Miguel Ribeiro acredita que “a união dos empresários pode ser a alavanca” para diminuir o impacto da crise nos negócios. Comparativamente a actos eleitorais anteriores, neste,

onde figurou uma única lista candidata, houve uma grande participação dos associados. Um facto entendido, pelo presidente, como “um voto de confiança no trabalho efectuado até aqui, pela AEA”, trabalho ao qual, assegurou, “quer dar continuidade”. Na nova lista de Órgãos Sociais, para os próximos três anos, a Assembleia-Geral é presidida por José Mendes, da Momel; seguido do vice-presidente José Carlos Teixeira, da empresa José Carlos Gomes Teixeira; e os secretários Ricardo Teixeira, da Mobiladora de Padronelo (Rick & Mark) e Manuel Carnei-

ro, da Gráfica do Norte. A dirigir o Conselho Fiscal está António Soares Ribeiro, da A. Soares Ribeiro & Filhos, seguido de José Peixoto, da Peixoto & Peixoto, como vice-presidente, e dos secretários José Teixeira, da ZETEI e Hélder Brites, da Sobrites. Na Direcção, Luís Miguel Ribeiro, da Quinta de Palmazões, mantém a presidência, assim como Alexandra Matias, da AMC, continua na vice-presidência. Paula Freitas, da Freitas Ópticas, assume a direcção financeira. Como vogais da Direcção estão Pedro Cerqueira, da CSP – Comércio e Serviços

de Publicidade, e Pedro Santos, da Albino & Santos.

A lista votada toma posse a 07 de Janeiro de 2011.

Divagações sobre a Barragem de Fridão Porque as declarações do Ex.º Sr. Dr. Armindo Abreu na edição do JA de 11 de Novembro de 2010, e na qualidade de Presidente da Câmara, escamoteiam a ameaça efectiva que a barragem de Fridão constituirá para os amarantinos, vimos contrapor os seguintes factos ou documentos, que evidenciam, à saciedade, as contradições e ambiguidades do entrevistado e presidente da Comissão Municipal de Protecção Civil. Dr Armindo Abreu - Acta nº 34/2007 da CMA, “ Por questão de segurança das suas pessoas e bens, os amarantinos não poderiam viver numa cidade que ficaria a uma cota inferior à albufeira da Barragem de Fridão, distante dela apenas 10/12 km. Mesmo que se considere apenas o sentimento de insegurança, justificada está a não construção desta barragem. Porém, é conveniente lembrar que a Ciência não pode garantir a segurança absoluta deste tipo de obras contra quaisquer condições climatéricas, geológicas, ou outras.” Dr Armindo Abreu - moção de sua lavra, aprovada por unanimidade em 17 de Dezembro de 2007: “Sem embargo de compreendermos a intenção do Governo de reforçar a capacidade produtiva nacional de electricidade optando também pela energia hídrica, a verdade é que a construção da Barragem de Fridão significaria um sacrifício demasiado elevado dos amarantinos, nomeadamente dos que vivem na cidade e junto às margens do rio Tâmega. Na verdade e sem considerarmos por ora os impactes ambientais negativos que a construção deste empreendimento necessariamente causaria e que no momento não estamos em condições de avaliar con-

venientemente, é para nós impensável a construção de uma barragem a montante da cidade a uma cota de retenção de água superior à 140, contra a cota actual das águas do rio Tâmega na cidade, cerca de 62, a apenas uma distância de 10/12 km “. Moção subscrita pelos vereadores do PSD e aprovada por unanimidade em 8 de Fevereiro de 2010: 1 – A apresentação do “Programa Nacional de Barragens” deixou os amarantinos mais uma vez preocupados, porque permanece no horizonte a construção da Barragem de Fridão; 2 – Os órgãos autárquicos e a opinião pública pronunciaramse em várias ocasiões contra a construção desta barragem; 3 – Compreendemos a intenção do Governo de reforçar a capacidade produtiva nacional de electricidade optando também pela energia hídrica, mas a verdade é que a construção da Barragem de Fridão significa um sacrifício demasiado elevado dos amarantinos, particularmente para os que vivem nas freguesias da Chapa, Fridão, Gatão e Rebordelo bem como os que vivem na Cidade; Por questão de segurança das suas pessoas e bens, os amarantinos não poderiam viver numa cidade que ficaria a uma cota inferior à albufeira da Barragem de Fridão, e a uma distância de apenas 10 km; Passemos à entrevista. Jornal de Amarante – A Barragem de Fridão está a ser um embaraço? Armindo Abreu – “Lancei o debate sobre a segurança” Os factos: sem melindre da competência das sumidades em betão e estruturas, que o Dr Armindo Abreu convidou para os debates, o único responsável

pela Protecção Civil, presente, foi o presidente da Comissão Concelhia de Protecção Civil, o próprio Dr Armindo Abreu. Armindo Abreu – “Fiz o que devia fazer” Os factos: O Dr Armindo Abreu não deu seguimento atempado a qualquer das moções aprovadas em reunião de câmara, e, como responsável concelhio pela protecção civil ao ser instado, pela nossa Associação, em carta aberta de 24 de Agosto de 2009, no sentido de obter a definição dos riscos a que iriam estar sujeitos os seus munícipes, como direito previsto na lei de bases da Protecção Civil, eximiu-se a fazer o que quer que fosse. Teve que ser o Director do Instituto da Água a assumir em ofício que o Dr Armindo Abreu conhece, que: 1 – “Não foi avaliado o nº de vidas em risco na área a afectar no vale a jusante. 2- Em Amarante, para o NPA 160 (Nível de Pleno Armazenamento), e, em situação de cheia, o nível máximo a atingir será a cota 90,95 (ponte de S.Gonçalo cota 77 e cheia de 2001 cota 71). 3- O tempo de chegada da onda de inundação, em Amarante e para o NPA 160 e, em situação de cheia, será de 13 minutos.” Armindo Abreu – “Estou esclarecido de que se tratará de uma construção segura, cuja hipótese de colapso é ínfima, e sem a possibilidade de se verificar sem aviso prévio da estrutura, com a antecedência suficiente para se tomarem as medidas necessárias à salvaguarda de pessoas e bens.” Os documentos: - Anexo 5 ao Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico página

19: “Considerando um índice de intensidade de cheia induzida, traduzida pelo produto entre o volume da água armazenada em cada albufeira e a altura da barragem correspondente, o aproveitamento de Fridão apresenta um risco de rotura médio.” - Relatório da Comissão de Avaliação da Declaração de Impacto Ambiental de Fridão Autoridade Nacional de Protecção Civil: “Da caracterização do projecto aqui apresentado, constata-se que, apesar de ser identificado o perigo de ruptura da barragem do Aproveitamento, este é considerado um risco com probabilidade reduzida de ocorrência, e portanto a selecção da sua localização não perece ter considerado importante a observação deste risco. Esta afirmação pode ser corroborada pelo, facto de, por exemplo, não haver descrição do que seriam os impactes deste acidente sobre as populações localizadas nas área a jusante, na cidade de Amarante. Consideramos por isso que a implementação do projecto acresce, sem margem para dúvidas, o risco a que está exposta a população de Amarante.” - Site da EDP, Fridão, perguntas frequente (Estas perguntas foram feitas pelas populações locais e interessados. A EDP tudo fará para prestar o melhor serviço possível ao público. Se mais tem perguntas, fale connosco. Muito obrigada): “Zona de auto salvamento Amarante / Amarante vai ficar na zona de auto Salvamento? : O Regulamento de Segurança de Barragens (DL nº 344, de 15 de Outubro de 2007) define zona de auto-salvamento como a “zona do vale, imediatamente

a jusante da barragem, na qual se considera não haver tempo suficiente para uma adequada intervenção dos serviços e agentes de protecção civil em caso de acidente e que é definida pela distância à barragem que corresponde a um tempo de chegada da onda de inundação igual a meia hora, com um mínimo de 5 km”. O estudo dos danos potenciais induzidos pela barragem de Fridão, localizada cerca de 8 km a montante da cidade de Amarante, permitem concluir que parte ribeirinha desta cidade está dentro da zona de auto-salvamento, pois o tempo de chegada da onda no caso de eventual acidente naquela barragem é inferior a 30 minutos.” A encerrar, aproveitamos para informar a população (já que o Dr Armindo Abreu não toma a iniciativa) de que ainda não foi autorizada ou licenciada a barragem de Fridão, o que segundo o INAG se prevê para Maio de 2011. Nessa altura logo se verá o que fazer, sobre a acção pendente no Tribunal Administrativo de Penafiel interposta pela Associação Cívica PróTâmega. Perante estas realidades, os leitores que tirem as suas ilações e tentem uma explicação para estes ziguezagues de um autarca em último mandato e que, quanto a nós, não esteve à altura do pior desafio que Amarante enfrentou nos últimos dois séculos. Com os nosso antecipados agradecimentos, Pelo Grupo Cívico “Por Amarante Sem Barragens” Hugo Manuel Mota Cardoso da Silva Artur Teófilo da Fonseca Freitas


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Tudo vem a propósito... por Hernâni Carneiro

Juventude Socialista.de Amarante, por Andreia Sampaio

Velhos, antes da velhice

Uma realidade social? Violência Conjugal

Que percurso é esse que tu fazes todos os dias, sei lá, marcado por umas quantas lembranças, ou talvez um simples corredor à procura das tuas desilusões? Regresso mais de 50 anos atrás, quando tu, eu e o meu irmão Artur saíamos da Tabopan e fazíamos o caminho juntos, uma paragem na padaria do Agostinho da Rampa Alta, e as nossas cotizações davam sempre á justa para comprarmos uma broa de sêmea, e que a menina do balcão, já nossa conhecida de todas as noites, logo estendia uma faca, que eu aproveitava para cortar a sêmea em três pedaços mais ou menos iguais. Aquele cheirinho do pão fresco, e os gritos do nosso estômago, já com alguma fraqueza, dispensava as formalidades e toca a roer. E tu, meu Amigo, ainda com a primeira dentada e a boca cheia, a farinha saltando para o teu nariz, e pintando de branco a tua roupa, olhavas para nós e debitavas a propósito da funcionária: - É uma gaja bem boa! Acenávamos com a cabeça, e toca a comer, que agora era o que mais interessava. Muitos anos depois a Tabopan fechou e teve o desfecho que conhecemos. Amarante ficou em desespero pelo que perdeu em desenvolvimento económico, e as centenas e centenas de postos de trabalho nunca mais se recuperaram, como

se de um naufrágio se tratasse. E dessa consequência de falta de trabalho ainda nos ressentimos hoje. Incansavelmente, naquela altura, muitos procuraram trabalho até ao limite da paciência, velhos para novo emprego, muito novos para a reforma. A solidariedade funcionou com o seu real significado em alguns casos, outros conscientes da sua fragilidade colocaram de lado a indigência e o desespero e atiraram-se ao trabalho no seu quintal ou no seu campo, trabalho que norteou a sua sobrevivência. Cumprimento-te sempre que passo por ti, creio até que já nem me reconheces. Já não tens o horizonte para que eu te recorde aquela cara bonita, nem sei os desapontamentos que sofreste, mas a tua maneira de olhar e a tua fisionomia transparecem toda a densidade que vais mostrando, como quem foge á realidade. Deve ter sido tudo isto e mais o cansaço que varreu toda a tua carência de dignidade, que para mim parece já não existir. Uma manhã destas em que eu passava ao lado de um automóvel, e tu, num destes passeios armadilhados da nossa cidade, propícios a valentes trambolhões, de repente desapareceste da minha vista, e rapidamente dando a volta estavas estatelado no chão. Logo adivinhei a situação que até parece que estava a prever. Ajudei-te

a levantar, disseste qualquer coisa imperceptível e retomaste o teu caminho, como se eu fosse um ser virtual. A falência da Tabopan deixounos uma crise que até agora de pouco serviu de exemplo quanto á criação de novas potencialidades, apesar do discurso laudatório de uns quantos entendidos que de vez em quando aparecem por cá, decalcando sempre a mesma doença, “nem somos Trás-os-Montes, nem Douro Litoral”, como se fosse difícil definir o nosso diagnóstico, digo isto, mesmo conhecendo as minhas limitações, mas conhecendo o valor social do trabalho, o quanto representa psicologicamente nas nossas vidas e o quanto preenche até na realização pessoal, o que é fundamental e criar emprego e bons trabalhos. Como? Em vez de perderem tempo a debitar estatísticas e outras coisas que até escapam ao meu entendimento, bom seria ver e concretizar propostas válidas para as novas gerações, e que melhorassem o nosso colectivo. Meu Amigo, sei de certeza que não me lerás, mas tu defines um pouco o principio desta terra que nunca recuperou daquela actividade empresarial de há muitos anos atrás, e lembro aquele formigueiro matinal, de que fazíamos parte, todos apressados, uns a pé, outros de bicicleta a pedal, outros de mo-

torizada, ao mais abonados, de automóvel, todos acompanhando o toque das sirenes marcando o compasso das horas. Lembrando este movimento febril, era com saudade que um comerciante falava comigo, de braços cruzados, no fim da resistência, cansado e desiludido. Longe vai o tempo em que não tinha mãos a medir, dizia ele, agora nem sabe o caminho que há-de tomar. E acrescentava que o comércio é como as fontes, alterando-lhes o curso aos poucos há-de desaparecer, ou fugir para onde possa respirar. Bem compreendi as suas queixas amargas. Pediu-me um compasso de espera, entrou no estabelecimento, e através da montra reparei que apanhou um jornal no balcão e agora com o seu dedo apontado aos títulos do jornal diário dando conta de falências em série, da bicha dos desempregados, e da dificuldade em se conseguir um posto de trabalho. No meio destes problemas todos, e que marcam a nossa realidade dia-a-dia, deixei-me contagiar pelo pessimismo, quando parece que no que se refere ao nosso concelho só vemos representar todos os papéis, mesmo o do desinteresse. Mas para nós, isto é uma tristeza. E cansa.

Os “caciques”… e a sua clientela! O caciquismo é, aparentemente, público. Referências aos comportamentos a ele associados — compadrio, favor, cunha— abundam e não se conotam, aliás, com uma democracia saudável, onde cada cidadão é um eleitor independente com direito a um voto secreto e livre. Por sua vez, o caciquismo procura minar esta regra e transformar uma fracção significativa dos eleitores em seres dependentes com o objectivo de condicionar os seus votos. De acordo com os Dicionários de Língua Portuguesa, cacique é o “indivíduo que tem influência política numa determinada região e que, na ocasião das eleições, arranja eleitores a favor de certo candidato.” Portugal sempre teve províncias, ilhas, mas o provincianismo e a insularidade parecem ter atingido Amarante fortemente. Mais do que impedir uma cidadã de exercer o seu direito de opinião (neste cenário compreende-se, facilmente, o insulto a quem ousa criticar e expor publicamente as suas

divergências), salvaguardando as diferenças entre uma democracia baseada na ignorância e abuso do poder; a democracia em Amarante (para determinadas pessoas) parece mais navegar à deriva, em direcção a um qualquer país africano (talvez Zimbabué), do que para um regime democrata. Lembro-me perfeitamente dos caciques, antes do 25 de Abril - limitavam-se a, antes das “eleições” (nome que, na altura, se dava à farsa que “consagrava” os candidatos fascistas), distribuir os boletins de voto acompanhados por pequenas lembranças, quase sempre alimentícias como o “fiel amigo”; o cacique de hoje é muito mais sofisticado: recorre à destruição de arquivos (varre o lixo?), insulta os que divergem com impropérios pouco dignos da profissão e do lugar que ocupam na sociedade. Assim, qualitativamente, os novos caciques não têm comparação possível com os caciques do antigamente. Hoje, organizam toda a sua actividade local numa lógica de

pequena política, dando resposta a interesses e a aspirações dos seus bigs mens. Uma espécie de furões locais que angariam votos, cativam interesses e distribuem insultos. Na realidade, é fácil deduzir que os territórios de baixa densidade populacional, onde o vazio político, a ausência de uma sociedade ideologicamente formada e informada, não possuem massa crítica suficiente e deste modo não podem funcionar como contra-poder ao caciquismo local. A intervenção pública é efémera, pobre e quase inexistente. O insulto – escondido – aos que lhes são críticos, que escrevem nos meios de comunicação social as suas divergências e/ou mostram a cara, para estes os caciques recorrem a expressões e vocabulário indigno, insultuoso e próprio de quem não consegue contrapor valorizando-se quer politicamente quer socialmente. Os portugueses são um povo com imensas qualidades, mas com defeitos que os tornam pouco activos na vida política, estão

sempre à espera que os outros lhes resolvam os problemas, revelam mais inclinação para insultar e é a forma de o líder ter o domínio total de uma sociedade como o do clientelismo político. Os caciques controlam o voto dos eleitores pelo que desta forma criam-se “democracias” que só no papel funcionam; um eleitor não elucidado é a segurança do cacique para domínio do tirano; as coisas sobre as quais dão respostas contraditórias são as que não sabem; para ensinar algo é preciso que ele mesmo o saiba sendo que a verdadeira mentira é a ignorância; a todo o custo querem impor o silêncio e o medo. Para solucionar os problemas eu sigo um caminho: aplico a razão e não a emoção. As crianças e os loucos têm o privilégio de dizerem a verdade. É, evidente, que não sou criança, então, devo estar louca o que não é nada mau, alguém já dizia: “Senhor: dá-me uma brisa de loucura que me livre da vulgaridade!” Maria Hermengarda Afonso

É já no próximo dia 25 do presente mês que se comemora o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres. É fulcral abordar esta temática, já que é um fenómeno cada vez mais presente no dia a dia da sociedade, pois há uma maior denúncia e debate público com esta relacionada. Apesar de existir uma maior denúncia de casos de violência doméstica/conjugal, há um longo caminho de sensibilização e informação a percorrer com o objectivo de tornar este fenómeno mais visível e reconhecido como crime público que é, de acordo com a legislação do Código Penal português, com o objectivo de dirimir esta problemática social. A falta de denúncia deve-se, em grande parte, aos mitos que foram transmitidos de geração para geração, defendendo que a família deve continuar unida minorando e violando, assim, a Declaração dos Direitos Humanos relativa ao direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Esta problemática está determinada no III Plano Nacional Contra a Violência Doméstica que promove a prevenção e combate desta realidade transversal a todos os estratos sociais, raças, orientações sexuais ou outras. Aposta-se cada vez mais na promoção da informação, formação, apoio e acolhimento das vítimas com o objectivo da reinserção familiar, social, profissional e da sua autonomia. O processo de prevenção, combate e intervenção acontece devido a uma parceria constante entre Instituições Particulares de Solidariedade Social ou outras Organizações Não Governamentais e as estruturas disponíveis do Estado capazes de dar respostas a esta problemática premente de respostas. Sem a existência desta parceria não seria possível uma intervenção sustentada, através da coordenação e conjugação de esforços entre profissionais de vários sectores como a saúde, educação, serviço social, sistema de justiça criminal, apoio jurídico e legal e a própria sociedade civil através de uma prestação eficaz e coordenada para uma resposta proveitosa para a vítima. Desde criança nos são incutidas crenças e valores que nem sempre são os mais correctos. É nosso dever enquanto ser humano defender todas e qualquer vítima de violência de género e lutar por valores como a igualdade, liberdade e autonomia a que todos têm direito. O Estado, a sociedade e as organizações colectivas são essenciais no combate contra a violência mas o primeiro exemplo está em casa, por isso mesmo enquanto cidadãos devemos dar o exemplo aos nossos filhos, pais, amigos, vizinhos, qualquer pessoa dentro da nossa esfera social e recriminar e lutar contra qualquer tipo de violência.


O Jornal de Amarante Quinta-feira, 18 de Novembro 2010 | 9

Tribunal Judicial de Amarante 1º Juizo 1ª Publiação - Anúncio Processo: 1713/09.7TBAMT – Acção de Processo Sumário N/Referência: 2287783 Data: 8/11/2020 Autor: José Mendes da Fonseca e outro Réu: Manuel Joaquim Faria dos Santos Nos autos acima identificados, correm éditos de 30 dias, contados da data da segunda e última publicação do anúncio, citando: Réu: Manuel Joaquim Faria dos Santos, NIF 207601160, BI 11042408, domicílio: Outeiro, Mancelos, 4600 Amarante com última residência conhecida na morada indicada para, no prazo de 20 dias, decorrido que seja o dos éditos, contestar, querendo a acção, com a cominação de que a falta de contestação importa a confissão dos factos articulados pelo autor e que em substância o pedido consiste: Ser declarado nulo o contrato de arrendamento urbano

celebrado entre os autores e o réu por falta de forma legal; ser o Réu condenado a restituir aos autores a fracção livre de pessoas e bens e ainda a pagar aos autores a quantia de 800,00€ referente à ocupação desde Maio de 2008 a Agosto de 2009, e bem assim a quantia de 50,00€ mensais até à efectiva desocupação e entrega da mesma, acrescida de juros de mora, tudo como melhor consta do duplicado da petição inicial que se encontra nesta secretaria à disposição do citando. O prazo acima indicado suspende-se, no entanto, nas férias judiciais. Fica advertido de que é obrigatória a constituição de mandatário judicial. O Juiz de Direito a) Manuel Lemos O Oficial de Justiça a) António José Gonçalves Nóbrega

Tribunal Judicial de Amarante 1º Juizo 1ª Publiação - Anúncio Processo: 115/06.1TBAMT-B Incumprimento do Poder Paternal Partes Identificadas Nos autos acima identificados, correm éditos de 30 dias, contados da data da segunda e última publicação do anúncio, notificando Requerido: Carlos Serafim Monteiro Teixeira, profissão: Servente da construção civil, nascido a 18/6/1979, nacional de Portugal, NIF 215919769, BI – 12386645, domicílio: Lugar de Cima, Estrada da Videira, 3200027 Foz de Arouce, com última residência conhecida na morada indicada para no prazo de 5 dias, decorrido que seja o dos éditos alegar, querendo, o que tiver por conveniente, nos termos e para os efeitos do artº 181º nº 2 da OTM. O duplicado da petição inicial encontra-se nesta Secretaria, à disposição do citando. Fica advertido de que não é obrigatória a constituição de mandatário judicial, salvo na fase de recurso. Passei o presente e mais dois de igual teor para serem afixados. Amarante, 29/10/2020 N/Referência: 2277144 O Juiz de Direito a) Dr. João Manuel Araújo O Oficial de Justiça a) Júlia Ribeiro

Tribunal Judicial de Amarante 1º Juizo 1ª Publiação - Anúncio Processo: 1724/10.0TBAMT Acção de Processo Sumário N/Referência: 2274548 Data: 27/10/2020 Autor: Maria Eduarda Gonçalves Monteiro Duarte Réu: Joaquim da Silva Duarte Nos autos acima identificados, correm éditos de 30 dias contados da data da segunda e última publicação deste anúncio, citando: Réu: Joaquim da Silva Duarte, filho de Armando Ribeiro Duarte e de Maria do Carmo da Silva, nascido em 28/09/1942, concelho de Amarante, freguesia de Aboadela, Amarante, BI 6663833, domicílio: Rua de S. Vicencio, 249, Esq, 4600-770 Várzea Amt, com última residência conhecida na morada indicada para, no prazo de 20 dias, decorrido que seja o dos éditos, contestar, querendo, a acção, com a cominação de que a falta de contestação importa a confissão dos factos articulados pelo autor e que em substância o pedido consiste tudo como melhor consta do duplicado da petição inicial que se encontra neste Secretaria, à disposição do citando. O prazo acima indicado suspende-se, no entanto, nas férias judiciais. Fica advertido de que é obrigatória a constituição de mandatário judicial. O Juiz de Direito a) Dra. Manuela Lemos O Oficial de Justiça a) Maria Ângela Silva Portela


10 | O Jornal de Amarante

DESPORTO

TEAM BETA-ENI Fechou de forma brilhante A primeira temporada do “Ford Transit Trofhy” nometrados, consegui entender qual era o ritmo de corrida que devíamos adoptar. Decidi atacar de início para ganhar vantagem, já que a Transit fica muito mais difícil de guiar após o meio da prova e assim foi possível gerir a vantagem, garantindo a vitória, que dedicamos a toda a minha equipa técnica “Sports&You” e aos nossos patrocinadores”, referiu Classificação final 1ª Corrida: 1º TEAM BETA-ENI, 14 voltas em 31m58,140s; 2º Auto Rabal, a 4,21s; 3º FIAAL, a 6,201s

Valter Cardoso e António Cardoso, pilotos do TEAM BETA-ENI, fecharam da melhor forma a temporada do “Ford Transit Trophy”, no passado fim de semana, no Autódromo Internacional do Algarve. Uma vitória no sábado, na primeira corrida, e um segundo lugar no domingo, garantiram à equipa a vitória na jornada.

O domínio do TEAM BETAENI na ultima jornada do “Ford Transit Trophy”, começou logo na qualificação para a prova, com a equipa a ser a mais rápida e a garantir a “pole-position” através de António Costa com o tempo de 2m24s992ms, sendo mais rápido 2.1s que o segundo classificado. António Costa foi o piloto eleito

para disputar a corrida de sábado e, tirando partido da primeira posição de que largava, saltou de imediato para o comando e aí permaneceu até à bandeira de xadrez. O piloto apostou num bom arranque, assumiu a liderança e dominou a prova na totalidade. O seu desempenho tornou a vitória aparentemente fácil: “Depois dos treinos cro-

Câmara Municipal de Amarante ANÚNCIO DE CONCURSO 1) DESIGNAÇÃO E ENDEREÇO OFICIAIS DA ENTIDADE ADJUDICANTE Organismo: Câmara Municipal de Amarante À atenção de: Divisão de Administração Geral/Aprovisionamento Endereço: Alameda Teixeira de Pascoaes Código postal: 4600-011 Amarante Localidade/Cidade: Amarante País: Portugal Telefone:255420244/420200 Fax: 255420284 Correio electrónico: aprovisionamento@cm-amarante.pt Endereço internet (URL) 2) DESCRIÇÃO 2.1 Designação do fornecimento

Aquisição de materiais de construção. 2.2 Local onde se realizará o fornecimento Armazéns do Município de Amarante.

O resultado da primeira corrida ‘complicava’ a tarefa a Valter Cardoso, uma vez que o atirava para a última posição da grelha de partida na prova de domingo, disputada com piso molhado. Valter não se fez rogado e partiu determinado para a segunda corrida, demonstrando que a performance do seu companheiro de equipa não havia sido por acaso. O piloto foi aproveitando todas as oportunidades de ultrapassar os seus concorrentes e subindo na classificação até ao segundo lugar: “Confirmámos que tínhamos o melhor ritmo e as melhores afinações para esta corrida, de que resultou a minha recuperação. Com este resultado proporcionámos aos nossos

patrocinadores, nomeadamente “BETA-ENI-ANO-PEÇAUTOAGRICARDOSO”, uma grande visibilidade na prova do Algarve, encerrando em grande o “Ford Transit Trophy”, afirmou Classificação final 2ª Corrida: 1º BRM, 13 voltas em 30m37,983s; 2º TEAM BETAENI, a 6,269s; 3º Q&F FORD, a 8,575s; Para a classificação final conta o somatório das duas corridas, o que garantiu ao TEAM BETAENI uma importante vitória, que abre novas perspectivas para a temporada de 2011. CLASSIFICAÇÃO FINAL Autodromo Internacional do Algarve 2: 1º TEAM BETA-ENI; 2º Q&FFORD; 3º DARO; Num fim-de-semana que ficou assinalado pelas cores do Team BETA/ENI, a equipa conseguiu um honroso sexto lugar na classificação final da “Ford Transit Trophy”, não obstante ter participado apenas em quatro provas das seis realizadas. FORD TRANSIT TROPHY: 1º AUTO RABAL, 100; 2º BRM, 89; ……6º TEAM BETAENI, 58;

Secção Andebol - ADA

e documentos complementares encontram-se disponíveis no portal www.anogov.com/ cm-amarante/faces/ da plataforma electrónica. 4.2) Prazo para recepção de propostas

2.3) Prazo de execução 12 meses a partir da data da adjudicação. 2.4) O preço base a que se refere o artº 47º do CPP é de 120.000,00 €, com exclusão do IVA. 3) CRITÉRIOS DE ADJUDICAÇÃO A adjudicação é feita segundo o critério do mais baixo preço para entidade adjudicante. 4) INFORMAÇÕES DE CARÁCTER ADMINISTRATIVO 4.1) O processo do concurso

O prazo limite para apresentação das propostas termina às 17:00 horas do dia 06 de Dezembro do corrente ano. 4.3) Não é permitida a apresentação de propostas com variantes. Amarante, Paços do Concelho, 17 de Novembro de 2010.

O Presidente da Câmara a/ Dr. Armindo José da Cunha Abreu

Equipa Andebol Sénior 2010/2011 A equipa sénior de andebol da Associação Desportiva de Amarante encontra-se este ano a competir no Campeonato Nacional 3A. A primeira fase do seu calendário iniciou-se 06/11/10 e termina a 26/02/11. Na 1ªjornada a A.D.A recebeu o S.C.Espinho e após um jogo equilibrado empatou a 29 golos. No último fim-de-semana a A.D.A. deslocou-se a casa do S.C. Salgueiros 08, onde com um jogo menos conseguido perdeu por 37-26. No próximo dia

20/11/10, pelas 21 horas, a equipa sénior disputa-se no pavilhão municipal de Amarante a 3ª jornada contra a equipa do C.A. Barrosas. Apareça… Relativamente às equipas da formação a única a competir foram os juvenis masculinos que se encontram a competir no Campeonato Nacional da 2ª Div. Num jogo contra o F.C.Gaia, um adversário que luta por outros objectivos classificativos, a A.D.A. perdeu por 18-64.


O Jornal de Amarante Quinta-feira, 18 de Novembro 2010 | 11

DESPORTO por Mário Fernandes

3ª DIVISÃO NACIONAL

Vila Meã, 0 – Famalicão, 1

Sousense, 1 – Amarante, 0

Famalicenses com outros argumentos

Amarantinos sem chama

Jogo no Estádio Municipal de Vila Meã, com arbitragem de Carlos Oliveira da AF de Aveiro Vila Meã: Torcato, Chico, Miguel, Rui Ribeiro e Pinheiro, Joca, Lemos, Mário, Calvino, China (Igor, 55) e Filipe Cândido (Greg, 63) Treinador: Carlos Monteiro Famalicão: Rui Forte, João Dias, Palheiras, China e Talocha, Arturinho, Sina, Samuel, Diop (Nélson, 80), Claro (Jorge Morais, 91) e Cícero (Tozé, 86) Treinador: José Augusto Ao intervalo: 0 – 0 Golos: Claro (61) Amarelos: Lemos (15), Diop (19), Joca (56), João Dias (80) e Rui Forte (90+3) O Vila Meã não foi feliz na recepção ao Famalicão, já que averbou uma derrota por uma bola a zero, numa boa partida de futebol, e com um Vila Meã mais forte na primeira parte, trocando bem a bola, muito organizada, foi incomodando o Famalicão que pareceu algo desorientado face à boa capacidade vilameanense. Mas apesar de praticar um futebol bonito, isso não foi correspondido em lances de golo, já que a defensiva famalicense ia neutralizando os ataques contrários, com maior ou menos dificuldade. O Famalicão nesta primeira parte nunca deu mostras de contrariar o futebol dos visitados, e por isso também não conseguiu criar grande perigo para a baliza vilameanense. Na segunda parte o Famalicão entrou mais determinado, e com isso os lances de perigo começaram a rondar mais a baliza à guarda de Torcato. O Vila Meã respondia, e com isso

Jogo no Estádio 1º de Dezembro, na Foz do Sousa, Gondomar, com arbitragem de Marco Cruz da AF do Porto Sousense: Ricardo, Amado, Salvador, Bruno Cunha e Vítor Hugo, Paulo (Coelho, 76), Marcos, Paulinho, Zé Augusto, Elísio (Diogo, 85) e Fred (Norinho, 67) Treinador: Pedro Espírito Santo Amarante: Cláudio, Tiago Silva, César, Carlos Castro e Bispo, Paulo Pereira, Tiago Martins (Filipe, 74), Miguel, Jussane (Faísca, 57), Marquinhos e Diogo Lamelas Treinador: Prof. Arlindo Gomes Ao intervalo: 0 – 0 Golos: Elísio (78) Amarelos: Tiago Martins (43), Bispo (47), Carlos Castro (49), Paulinho (56), Paulo (70), Diogo Lamelas (80) e Elísio (84) O Amarante averbou a segunda derrota consecutiva no nacional da terceira divisão na sua deslocação ao terreno do Sousense, numa partida marcada pelo equilí-

CLASSIFICAÇÃO Pos

PT

1 Candal

16

2 Rebordosa

14

3 Famalicão

14

4 Paredes

13

5 Joane

12

6 Leça

12

7 Amarante

11

8 Sousense

11

9 Vila Meã

11

10 Serzedelo

9

11 Mondinense

8

12 Ol Douro

0

brio entre as duas formações, que nos primeiros minutos se estudaram mutuamente, e sem criarem lances de perigo. Com o decorrer dos minutos as equipas soltaram-se um pouco e os lances de relativo perigo rondaram as duas balizas, mas sem que o golo estivesse eminente, já que as defensivas se mostraram muito atentas aos avançados contrários. Com um futebol mais directo por parte do Sousense, o Amarante respondia com jogadas em que a troca de bola era uma constante, mas sem com isso tirar partido, já que o jogo desenrolava-se muito nos dois meios campos, onde as defesas levavam sempre a melhor sobre os avançados. Apesar de ser muito disputada nos dois meios campos, a partida estava emotiva, com muita entrega por parte dos jogadores das duas equipas, mas com lealdade, o que facilitava o trabalho do árbitro, que se mostrava muito atento á evolução das duas equipas no terJ V E D GM GS reno de jogo. O 8 4 8 0 17 10 intervalo 8 4 2 2 21 13 chegaria sem que 8 4 2 2 8 8 o mar8 4 1 3 10 11 c a d o r sofresse 8 3 3 2 15 9 qualquer 8 3 2 2 12 7 a l t e r a ção. 8 3 2 3 8 6 A se8 3 2 3 8 8 gunda parte 8 3 2 3 10 13 j o g o u na 8 2 3 3 10 12 se mesma 8 2 2 4 10 14 t o a d a , com o 8 0 0 8 6 24

ganhou emoção a partida, mas mais uma vez a equipa vilameanense pecava na conclusão dos seus lances de ataque. E seria o Famalicão a inaugurar o marcador num lance em que a mais-valia dos jogadores famalicenses veio ao de cima, com Claro a fazer um belo golo a concluir jogada individual. O Vila Meã acusou o golpe, e o Famalicão apareceu mais solto e poderia ter aumentado a vantagem no marcador, o que seria um resultado demasiado injusto para a formação do Vila Meã. Até ao final o Vila Meã bem tentou chegar à igualdade, mas o Famalicão mostrou-se mais maduro, e conseguiu até ao apito final manter a vantagem no marcador. Foi uma boa partida de futebol, com um vencedor justo, já que conseguiu marcar, numa partida em que a equipa de arbitragem cometeu alguns lapsos, mas sem influência no resultado final.

jogo a ser mais desenrolado no meio campo, com o Sousense a entrar nos minutos inicias mais forte, a tentar fazer recuar o Amarante para as imediações da área. O Amarante respondeu e voltou a equilibrar a partida, e cresceu mais no terreno, e voltou a tentar chegar junto da área forasteira, para assim conseguir chegar à vantagem. Com a partida a entrar no mesmo ritmo da primeira parte, isto, é jogado mais nos dois meios campos, sem grandes situações de golo eminente, o que demonstrava a eficácia defensiva das duas formações. Quando s entrou nos últimos vinte minutos se viu lances de golo, o primeiro quando Cláudio, não conseguiu segurar uma bola após pontapé de canto, gerou-se alguma confusão, mas Tiago Silva a esconjurar o perigo. Na resposta, boa iniciativa de Marquinhos pelo lado direito e a cruzar para o coração da área, onde surge Diogo Lamelas, a rematar de pronto e Ricardo a desviar a bola para canto, evitando RESULTADOS assim que o Amarante se adian8 Jornada 2010-11-14 tasse no marcador. Com o jogo Paredes 2 - Ol Douro 1 entretido e quando pairava no ar a ideia de que o empate era o resulCandal 1 - Leça 1 tado final, num lance de insistênSousense 1 - Amarante 0 cia em que defensiva amarantina Mondinense 1 - Joane 1 não foi lesta a aliviar a bola, esta Vila Meã 0 - Famalicão 1 sobra par Elísio, que à entrada Rebordosa 2 - Serzedelo 1 da área remata forte, com a bola a desviar em César e a trair Cláudio, que não teve qualquer hipótese de defesa, estavam decorridos 78’ de jogo. Com pouco tempo de 9º Jornada 2010-11-28 jogo para ser jogado, o Amarante Paredes - Candal denotou algumas dificuldades em Leça - Sousense conseguir criar lances de perigo, Amarante - Mondinense já que o Sousense, soube fecharJoane - Vila Meã se no seu meio campo e a ganhar Famalicão - Rebordosa tempo precioso em lances em que a bola saia do terreno de jogo. O Ol Douro - Serzedelo Amarante ainda viu um excelente remate de Tiago Silva, de fora da área com Ricardo a desviar a bola para a trave da sua baliza, com esta depois a sair pela linha de fundo. O resultado final acaba por ser justo, já que na única situação de golo, o Sousense não facilitou, e marcou, numa partida em que a equipa de arbitragem realizou Urb. Queimado - Madalena - Loja 15 - 4600-245 Amarante um excelente traTel e Fax: 255 433410 | Telm: 912435021 | Email: rogerpecas@gmail.com balho.

OURO PRATA E JÓIAS A Ourivesaria Nina Jóias, Lda,

de Maria de Fátima Gonçalves de Moura Monteiro e Tito Teixeira Monteiro com sede na Rua 5 de Outubro, 68-72 Telef: 255 432315 – AMARANTE


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JA nº.1591