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SINTRA

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DIRECTOR INTERINO: João Carlos Sebastião | DISTRIBUIÇÃO GRATUITA de 15 a 21 de Fevereiro 2018 - Semanal - Série V Ano XXIII - N.º 164

REVISÃO DO PDM ENTRA EM FASE DECISIVA

O processo de revisão do Plano Director Municipal vai entrar na recta final. O executivo camarário reúne-se no início de Março para apreciar o documento e remetê-lo para discussão pública.

RICARDINHO “HOJE SOMOS OS SENHORES DO FUTSAL” Aos 32 anos, Ricardinho conquistou um dos poucos títulos que lhe faltava no currículo: campeão europeu pela selecção nacional. Cinco vezes considerado como o melhor do mundo, o ‘Mágico’ levou Portugal a um triunfo inédito, na Eslovénia, frente à Espanha. “O futsal conseguiu tocar o céu”, realçou.

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Estoril e Sintra com maior ocupação hoteleira

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egundo dados revelados pela Associação de Hotelaria de Portugal, os destinos turísticos com maiores aumentos na taxa de ocupação, durante o mês de Dezembro, foram o Alentejo (mais 8%), Estoril/Sintra (mais 5,7%) e Minho (5,1%).

A taxa de ocupação na hotelaria portuguesa cresceu 3,2 pontos percentuais em Dezembro de 2017, atingindo os 47%, e os preços dos quartos aumentaram 8%, face ao mesmo mês de 2016. De acordo com um comunicado da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), em Dezembro de 2017 a hotelaria portuguesa cresceu nos seus principais indicadores. A taxa de ocupação por quarto em Portugal cresceu 3,2 pontos percentuais, em comparação com Dezembro de 2016, atingindo os 47%. Os destinos turísticos com maiores aumentos na taxa de ocupação foram o Alentejo (mais 8%), Estoril/Sintra (mais 5,7%) e Minho (5,1%). Em Dezembro, o ARR (preço médio por quarto ocupado) fixou-se nos 77 euros, representando um crescimento de 8% face ao período homólogo. Os destinos turísticos Minho (mais 14%), Viseu (mais 13%) e Oeste (mais 12%) registaram os maiores crescimentos neste indicador. O RevPAR (preço médio por quarto disponível) fixou-se

nos 36 euros, com um crescimento de 16%, face a Dezembro de 2016. A estadia média fixou-se nos 1,81 dias a nível nacional, mais 1% do que em igual período do ano anterior, com o Minho (mais 5%), Lisboa e Oeste (mais 4%) a registarem as maiores subidas. No período em análise, a Madeira foi o destino com melhor resultado em termos de ocupação, com uma taxa de ocupação (62%), enquanto em preços foi Lisboa (95 euros), tal como no RevPAR (55 euros). Os resultados consolidados do ano de 2017 serão apresentados pela AHP no dia 1 de Março, no decorrer da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

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Novo PDM avança para discussão pública

revisão do Plano Director Municipal, principal instrumento de ordenamento do concelho, vai dar mais um passo, com a entrada em período de discussão pública. O documento será apreciado no início de Março, em reunião extraordinária pública, e estará, posteriormente, disponível para as sugestões da população. O novo PDM será uma realidade até ao final de 2018.

O executivo sintrense vai avançar com a discussão pública da revisão do Plano Director Municipal (PDM), estando planeada uma reunião para o próximo dia 6 de Março para apreciar o principal instrumento de ordenamento do território. O anúncio foi feito na última sessão da Assembleia Municipal (AMS), realizada a 7 de Fevereiro, pelo presidente da Câmara, Basílio Horta (PS). “Está previsto haver uma reunião extraordinária da vereação no dia 6 de Março, por forma a apreciar o PDM, antes de ir a discussão pública”, revelou o autarca, realçando que “a lei não exigia que fosse assim: podia ir directamente a discussão pública sem passar pela vereação, nem pela AMS, mas entendemos que é útil haver uma apreciação numa reunião pública”. Também a AMS será ouvida no processo, acentuou o autarca, concluindo que “estamos, agora sim, preparados politicamente para apresentar o PDM”. Apesar do processo de revisão entrar numa fase decisiva, antes da aprovação definitiva e da remessa à Administração Central para publicação, a autarquia decidiu avançar com a prorrogação, por mais um ano, das medidas preventivas. “As medidas preventivas são necessárias, quando está um PDM a ser elaborado, para que não possa

ser desvirtuado e impedir o efeito que se pretende com as opções que consagra”, justificou o presidente da Câmara. A prorrogação das medidas preventivas foi aprovada por maioria na sessão da AMS, com o voto favorável de PS, abstenção das bancadas da coligação Juntos pelos Sintrenses (PSD/CDS-PP e MPT), CDU e PAN e o voto contra do Bloco de Esquerda. Para André Beja, “desde o início de 2017, a revisão do PDM voltou às brumas e não se ouve falar dela”, dando como exemplo que a própria comissão da Assem-

bleia Municipal “reuniu no final de 2016 e não voltou a reunir”. Para trás ficou um processo que, para o BE, contou com “pouco impulso participativo e algumas propostas que pareciam polémicas”. O BE considerou que, “ao longo do último mandato, além da revisão do PDM, também avançaram projectos enquadrados por estas normas provisórias e ao abrigo de PRIM (Projectos de Relevante Interesse Municipal) e de planos de pormenor que, entretanto, surgiram”. Para André Beja, alguns destes projectos, “pontuais e muito específi-

cos, alguns de grande dimensão”, vão ter “implicações irreversíveis, irremediáveis em determinados casos, na estratégia de desenvolvimento do concelho”. O BE considera que estamos perante “uma gestão casuística, com contornos pouco definidos para o território e que hipoteca muito o nosso futuro”. O voto contra assumiu-se como “uma atitude política e um desafio para que esta maioria se comprometa com medidas claras, um calendário exacto para a revisão, medidas para uma efectiva participação na discussão

pública e, para salvaguarda do território, propomos uma moratória a nova construção até que o processo esteja concluído”. Em resposta à intervenção do Bloco de Esquerda, Basílio Horta contrapôs que “só em final de 2017, tivemos os últimos pareceres relativamente ao PDM”. O processo podia ter avançado, mas, frisou o edil, “não nos pareceu sério que, em fim de mandato, fosse acelerada a aprovação de um documento que é a cara de uma política”. “Os últimos dois meses foram para resolver problemas que ainda estavam pendentes e agora estamos em condições de apresentar à vereação, no dia 6, e depois ir para discussão pública, um mês ou talvez mais”, acentuou Basílio Horta, que recusou a acusação de viabilização de “projectos que comprometeram o desenvolvimento do concelho” e desafiou o deputado do BE a enunciar os projectos a que se referia. André Beja elencou o projecto do “Vila Galé e os hotéis na vila”. Para o presidente da União de Freguesias de São João das Lampas e Terrugem, Guilherme Ponce de Leão, o seu território foi, ao longo dos anos, “muito castigado pelo anterior PDM, pela não revisão e também pelas medidas preventivas”. O autarca considera que “quase não havia necessidade destas medidas preventivas”, perante o avanço do processo de revisão, mas frisou: “fiquei cheio de medo quando o sr. presidente disse que, se essas medidas não forem aprovadas, põem em causa a actividade camarária ao nível de licenciamentos”. E, como a última palavra em relação ao PDM depende da Administração Central, os partidos da coligação ‘Juntos pelos Sintrenses’(PSD/ CDS-PP/MPT), optaram pela abstenção, “de modo a que não seja posta em causa a actividade da Câmara”. João Carlos Sebastião

“Queremos que o PDM seja um ponto de encontro” Basílio Horta salientou que, apesar da maioria que dispõe no executivo, está disponível para que “o PDM seja um ponto de encontro” entre as diversas forças políticas. “Estamos completamente abertos a ouvir, a mudar, desde que as mudanças não impliquem ouvir outra vez o Governo, a CCDR (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional) e todas as entidades”. Para o edil, o novo PDM será “a consagração da alteração do concelho, um documento que faça concelho”. Já em reunião do executivo, no final de Janeiro, Basílio Horta enunciara que o PDM “tem de ser um documento em que todos nós, de uma maneira ou outra, nos podemos rever”.

Entre as medidas previstas no PDM, salientou o autarca, está combater a edificação dispersa. “Não podemos continuar a ter casas de um lado, casas do outro, que depois os proprietários exigem a estrada, o saneamento, longe das populações. É um desordenamento completo. O proprietário tem todo o direito de construir uma casa isolada junto ao Cabo da Roca ou à Azóia, a não sei quantos quilómetros da povoação mais perto. Mas, depois são os outros contribuintes que vão pagar a estrada ou os esgotos até lá?”, questionou o autarca. Num concelho com muitas habitações à venda, acrescentou, “não podemos continuar

a alargar o cimento, temos é de ter sítios para bons investimentos, para criar bom emprego, apostar na inovação tecnológica”. A aposta em parques urbanos e espaços verdes, como o Parque Florestal da Serra da Carregueira (Belas) e outros pólos em zonas densamente povoadas, são outras prioridades inscritas no processo de revisão do PDM, “de forma a garantir o lazer de populações que estão, em muitos casos, quase sequestradas em muros de cimento”. “Não podemos emendar todos os erros gravíssimos que foram feitos, mas podemos, ao menos, minorá-los”, concluiu Basílio Horta.


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Governo garante verbas para a Linha de Cascais

Investimento será incluído no Portugal 2020

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, afirmou que o Governo vai colocar uma verba para modernização e renovação da Linha de Cascais no âmbito da reprogramação do Portugal 2020. “Este Governo colocará na sua proposta de reprogramação do Portugal 2020 uma verba para investimento de modernização e renovação da Linha de Cascais”, afirmou Pedro Marques durante a sua audição regimental na comissão parlamentar de Economia, Inovação e Obras Públicas. O governante explicou que para aquela linha é prioritária a “renovação da via e intervenção na cantenária, até para preparar mudança de tensão” para quando for feita a ligação à Linha de Cintura (ligar Alcântara-Mar a Alcântara-Terra). “Na combinação de dois anos, 2016 e 2017, o investimento na infra-estrutura e material circulante da Linha de Cascais, multiplicámos praticamente por 100 o investimento do ano 2014 do governo PSD/ CDS-PP na linha”, apontou o ministro do Planeamento e das Infraestruturas. “É que não só não inscreveram na programa-

ção de Portugal 2020” como investiram “78.725 mil euros”, precisou Pedro Marques, acrescentando que “78 mil euros dá para fazer um projecto, provavelmente”. “Nós já conseguimos em dois anos mais de sete milhões de euros na Linha de Cascais e vamos fazer muito mais na reprogramação do Portugal 2020 e havemos de articular esses investimentos” com as câmaras de Cascais e de Lisboa, para a ligação à Linha de Cintura e para integração na rede ferroviária nacional. Questionado sobre o investimento na rede ferroviária, Pedro Marques afirmou: “Há sinais que vamos poder dar do ponto de vista de coesão de território, não se faz tudo num ano, não se faz tudo numa legislatura, há uma discussão por fazer que é a questão dos investimentos prioritários no contexto da próxima década, do próximo ciclo”. O ministro disse que os pagamentos em encargos com PPP rodoviários atingiram em 2017 1.449 milhões de euros, o que compara com 1.685,7 milhões de euros em 2016. “Que fique claro que houve uma redução com PPP entre 2016 e 2017”, disse.

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‘Parcela M’ do Polis Cacém volta a hasta pública

Terreno municipal no centro de Agualva-Cacém A Câmara de Sintra vai voltar a colocar em hasta pública a denominada ‘parcela M’ do Polis do Cacém, na envolvência do túnel dos Bons Amigos, mas desta vez sem a intenção de ali instalar serviços camarários. O terreno, com uma área de 8.604 metros quadrados e uma capacidade de edificação de 20.000 m2, volta a estar à venda, com uma base de licitação inicial de seis milhões de euros, mas a decisão não mereceu o consenso nos órgãos autárquicos. Na última sessão da Assembleia Municipal, a alienação do terreno foi aprovada por maioria, com os votos contra de CDU e Bloco de Esquerda e a abstenção do PAN.

O deputado municipal Rui Frias abriu as hostilidades: “há todo o interesse em usar aquele terreno para continuar a requalificar uma das zonas nobres da cidade de Agualva-Cacém”. Para o autarca do BE, “a Câmara não deverá abdicar de um terreno fundamental para esse propósito. Não deve insistir na ideia de edificar torres e outros edifícios de grande volumetria. Deveria, sim, pensar em baixar o índice de ocupação e apostar em mais espaços verdes e equipamentos desportivos, alargando o Parque Linear, equipamentos sociais, ampliando o Jardim de Infância Popular, promover habitação a custos controlados e permitir mais estacionamento”.

“Esta parcela e o uso dela está plasmada no Plano de Pormenor da Área Central do Cacém”, frisou Basílio Horta, recordando que na anterior hasta pública, aprovada em Novembro de 2015, havia a obrigação de reservar oito mil m2 para a instalação de serviços camarários. “Eventualmente por esta circunstância, só apareceu um interessado e entendemos que não dava as garantias necessárias para ser adjudicado o terreno e não foi”, revelou o autarca. Neste momento, perante “o boom imobiliário”, é a ocasião adequada para alienar a ‘parcela M’, com o investimento a ser canalizado para construção do novo imóvel municipal na zona envolvente do Edifício

“Referência arquitectónica de qualidade” O edifício previsto para a zona central de Agualva-Cacém terá uma área bruta de construção máxima de 20.000 metros quadrados, distribuídos por volumes com um, três e nove pisos. “Por se localizar numa área ‘chave’ de desenvolvimento da Área Central do Cacém, o projecto de arquitectura de edifício deverá constituir uma referência arquitectónica de elevada qualidade”, pode ler-se na informação prévia que consta da proposta aprovada pelo órgão autárquico. “Além de proporcionar uma nova imagem para o lado do Cacém, enquadra uma área de equipamentos que, em conjunto com a nova praça

cívica, constituirão um ícone qualificador do centro urbano do Cacém”, acrescenta o documento, que tem por base o Plano de Pormenor da Área Central do Cacém, que deu origem à intervenção de requalificação do Polis. Com dois pisos destinados, exclusivamente, a estacionamento, a cobertura do terceiro (que inclui comércio e/ou serviços, áreas técnicas e estacionamento) “constitui uma praça cívica sobrelevada na continuidade do Parque Linear e que garante uma ambiência urbana mais qualificada na via coberta, de ligação entre a Avenida dos Missionários e a Rua Elias Garcia”.

de Urbanismo (Portela). Tal como vai suceder com a verba resultante da alienação do terreno ocupado pelas oficinas municipais, em Sintra. Para além do BE, também a CDU votou contra a alienação da ‘parcela M’, por considerar que “este terreno deve ser reservado para a construção de equipamentos públicos”, justificou Rogério Cassona. “Agualva-Cacém é carenciado de equipamentos públicos e aquela é uma zona privilegiada para esse efeito”, frisou o deputado municipal da CDU, que apelou ainda ao município para que “invista numa operação urbanística que envolva os terrenos superiores do Polis, numa zona onde hoje existe um enorme muro de contenção que desvirtua o urbanismo naquela zona da cidade. Além do mais, o investimento em edifícios habitacionais, por exemplo, para além de resolver um problema arquitectónico, seria uma forma da Câmara expandir e enriquecer o seu parco património habitacional”. Adolfo Reis questionou, por seu turno, se os seis milhões de euros que vão resultar da alienação da ‘parcela M’ serão investidos “em benefício da população local ou para a Câmara gastar em outras zonas do município?”. Para o deputado municipal do PSD, “a construção de habitação vai aumentar a densidade populacional e diminuir a qualidade de vida da população”. Basílio Horta recordou que “a Câmara pagou 30 milhões de euros de dívida do Polis Cacém. Era o que faltava que não pudéssemos ser ressarcidos em seis milhões de euros”. O edil sintrense elencou ainda que, em agenda, está a construção da Circular Poente do Cacém, um investimento na ordem dos 20 milhões de euros. Também o presidente da Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, Carlos Casimiro (PS), acabou por recordar que este processo é antigo, no quadro do Polis do Cacém,

“feito à imagem do que aconteceu na requalificação urbana da Expo 98”. Tal como aconteceu no Parque das Nações, onde havia terrenos que eram estacionamento e deram lugar a edifícios de habitação ou unidades hoteleiras, também em Agualva-Cacém estas parcelas “já deveriam ter sido destinadas, no mandato do dr. Fernando Seara, a qualificação urbana e criação de cidade”. A construção deste edifício, recordou o autarca, já estava previsto no plano de pormenor, “com uma praça central e uma construção planeada de um edifício de serviços e habitação” e, para o presidente da Junta, “verdadeiramente importante é que este edifício, âncora, com a sua praça central, seja construído”. Argumentos que não convenceram o BE que, através de André Beja, considerou que “os ganhos do Polis começam a ser asfixiados pelo betão que vai ser metido naqueles locais”. António Luís Lopes (PS) frisou que “não vale a pena estar a agitar o fantasma do betão. Há mau e bom betão”. “O sr. vive numa casa de colmo e madeira?”, questionou o deputado do PS, dirigindo-se a André Beja. “Esta é uma intervenção prevista no Polis, não foi inventada agora”, acentuou. Já Rui Castelhano (PSD) considerou que, em relação à anterior hasta pública, “está a ser dado um passo atrás”, porque, ao excluir os oito mil metros quadrados para serviços do município, fica afastada a possibilidade de dinamizar a economia local. “A ideia inicial era boa, mas, em termos de exequibilidade e de mercado, não era a melhor, porque é muito difícil ajustar um projecto privado a oito mil metros quadrados da Câmara”, frisou Basílio Horta, para quem o edifício a edificar “vai dinamizar toda aquela zona que, neste momento, está abandonada, cheia de carros”. João Carlos Sebastião


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Preço das casas para arrendar aumenta 26%

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O preço dos apartamentos para arrendar registou um aumento de 26% em 2017 face a 2016, revelou o portal de imobiliário Imovirtual, indicando que a maior procura pelo arrendamento se verificou em Lisboa, Porto, Sintra, Cascais e Amadora. De acordo com os dados globais de 2017 do portal Imovirtual, além do mercado de arrendamento, “o preço dos apartamentos para venda aumentou 12% relativamente a 2016”, com a maior procura pela compra de casa a verificar-se nos concelhos de Lisboa, Porto, Sintra, Cascais e Vila Nova de Gaia. Neste sentido, “Lisboa, Porto, Sintra e Cascais foram os concelhos que registaram uma maior procura de casa no portal, tanto para arrendar como para comprar”, segundo os dados de 2017. Relativamente aos preços, “Cascais liderou no preço médio por metro quadrado de venda e Lisboa no arrendamento”, concluiu o Imovirtual. Em 2017, os concelhos mais caros para comprar casa foram Cascais (2.410 euros/ metro quadrado), Lisboa (1.895 euros/metro quadrado), Espinho (1.850 euros/metro quadrado), Albufeira (1.747 euros/metro quadrado) e Loures (1.650 euros/metro quadrado). “Já no preço médio por metro quadrado de apartamentos para arrendar, Lisboa ocupou o primeiro lugar (14 euros/metro quadrado), seguida de Cascais (12,90 euros/metro quadrado), Oeiras (10,40 euros/metro quadrado), Porto (9,73 euros/ metro quadrado) e Loures (8,81 euros/ metro quadrado)”, revelou o portal de imobiliário, referindo ainda que “o preço do arrendamento no distrito de Lisboa aumentou 28%, no distrito do Porto 10% e no distrito de Setúbal 8%, face a 2016”. Em relação às casas de férias para arrendar, Vila Real de Santo António foi o concelho mais procurado em 2017, seguido do Porto,

Loulé, Alcobaça e Tavira, informou o Imovirtual. Segundo o barómetro da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), relativo a Dezembro de 2017, “quase 75% do ‘stock’ para arrendamento é escoado em menos de três meses”. Sobre a percepção do mercado de arrendamento urbano, no que diz respeito à procura e à oferta, “74% das imobiliárias considera que a procura aumentou, enquanto apenas 16% denotam um aumento da oferta”, avançou o barómetro da APEMIP. “Não é de agora que se registam estes desequilíbrios entre oferta e procura no arrendamento. Desde há muito que a APEMIP tem realçado este fenómeno, que se tem vindo a acentuar, uma vez que a falta de oferta tem incitado ao aumento de preços, sobretudo nas principais cidades, onde os valores de oferta estão longe de estar ao alcance das possibilidades das famílias portuguesas”, declarou o presidente da APEMIP, Luís Lima. Os dados do barómetro de Dezembro demonstram que “cerca de 50% dos negócios concretizados situavam-se no intervalo de rendas entre os 300 euros e os 500 euros”, o que para o representante das empresas de mediação “revelam o intervalo de preços mais procurado pelas famílias para activos T1 e T2, tipologias que também reúnem o grosso da procura”. “No entanto, é cada vez mais difícil encontrar casas a estes preços e grande parte dos jovens e famílias acabam por aceitar arrendar por valores que ultrapassam a sua taxa de esforço”, declarou Luís Lima, alertando que “a habitação em Portugal está a caminhar para uma situação perigosa”, em que “as famílias se deparam com o fenómeno ‘nem-nem’: nem conseguem comprar, nem conseguem arrendar, tais são os valores que se apresentam no mercado”.

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BREVES REFOOD INAUGURA INSTALAÇÕES EM RIO DE MOURO O Refood de Rio de Mouro vai inaugurar no próximo sábado, dia 17 de Fevereiro, pelas 17h00, o seu Centro de Operações, situado em instalações no Mercado Municipal. Após um longo processo em que foram criadas as condições para entrar em actividade, nomeadamente ao nível da captação de voluntários e parceiros, o núcleo de Rio de Mouro vai, finalmente, dar um passo em frente, numa cerimónia que contará com a presença de autarcas locais, entre os quais o presidente da Junta de Freguesia, Bruno Parreira. Este núcleo Refood conta, actualmente, com 60 voluntários em actividade e apoia cerca de 140 pessoas.

PLANO MUNICIPAL DE INTEGRAÇÃO EM AVALIAÇÃO Está a decorrer, até ao próximo dia 26, o período de consulta pública da proposta do Plano Municipal para a Integração de Migrantes de Sintra (2018-2020). A autarquia pretende, com este plano, “potenciar uma estratégia global na área da imigração, participada e integradora das acções que as diferentes entidades e organismos públicos já hoje desenvolvem e outras que se consideraram importantes com base nas necessidades já identificadas”.

CAMPANHA DE SENSIBILIZAÇÃO A Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins está a promover, até ao final deste ano, uma acção de sensibilização para limpeza dos dejectos caninos no espaço público. Com o slogan ‘Seja responsável ou treine o seu cão a sê-lo’, o órgão autárquico pretende sensibilizar para a importância de os donos limparem os dejectos dos seus animais, de forma a promover espaços públicos mais limpos e higiénicos e contribuir para uma melhor qualidade de vida da população.

actualidade

A Largo de São Pedro vai mesmo para obras

requalificação do Largo D. Fernando II, em São Pedro de Sintra, vai avançar em Setembro, revelou o presidente da Câmara, Basílio Horta, após ser confrontado com preocupações da população em relação ao projecto. Para esta sexta-feira, dia 16, está agendada mesmo uma sessão da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Sintra (UFS) para avaliação da intervenção.

Disciplinar o estacionamento no Largo D. Fernando II é um dos objectivos do projecto de requalificação

Interpelado pelo deputado municipal do Bloco de Esquerda, André Beja, em relação “às preocupações da população” sobre o projecto de requalificação do Largo D. Fernando II, Basílio Horta contrapôs: “temos tido imensos apoios em relação ao Largo de São Pedro”.

“Mau está agora, em que assistimos à indisciplina completa de estacionamento”, reforçou o autarca, dando conta que o objectivo da intervenção “é disciplinar o estacionamento, colocá-lo numa parte do largo e libertar a outra parte para ser usufruída pelas pessoas”.

“A requalificação do Largo da Feira de São Pedro de Sintra é uma excelente obra, que irá para a frente a partir de Setembro/Outubro deste ano”, frisou Basílio Horta. “O largo não pode continuar como está, completamente degradado e indisciplinado”, frisou o edil.

Segundo o projecto, da autoria do Ateliê 66-Maria João Patronilho, a intervenção visa devolver “às pessoas um espaço público qualificado”, com a criação de novas zonas de estadia e lazer, a par de mobiliário urbano mais adequado. “Um dos espaços de lazer que poderá tornar-se mais emblemático é o anfiteatro ao ar livre a norte da Praça D. Fernando II”, refere o projecto. O estacionamento será organizado, com marcações no pavimento, com uma capacidade de 98 viaturas, já que “o objectivo principal é que todo o espaço tenha uma caracterização maioritariamente pedonal, sem barreiras físicas”. A obra vai incluir o reaproveitamento de “todo o pavimento em cubo”, sendo considerado mesmo que “a reutilização do cubo existente será uma mais-valia de toda a intervenção”, como forma de manutenção da memória do local.

A intervenção contempla a reabilitação do edifício existente de apoio ao recinto da feira, para além de um novo imóvel, com “a mesma linguagem arquitectónica”, que abrange instalações sanitárias, um gabinete de apoio e zonas de arrumos e técnica. O projecto abrange, ainda, a preservação do coberto arbóreo, numa área dominada pela presença de plátanos que, apesar de alguns se encontrarem “em mau estado fitossanitário”, vão ser mantidos. Com esta obra, “promove-se a qualificação do espaço público, pensando na promoção do comércio local e de variadas actividades e eventos culturais”, com o resultado a dar origem a uma praça multifuncional, “onde um grande terreiro simplesmente faz cumprir todas as diversas funções, eventos de recreio e lazer”. JCS

Assembleia de Freguesia analisa projecto O projecto de requalificação do Largo D. Fernando II vai ser alvo de apresentação pública, análise e discussão, em sessão extraordinária da Assembleia de Freguesia da UFS, esta sexta-feira, dia 16 de Fevereiro, a partir das 20h30, nas instalações da Sociedade Filarmónica ‘Os Aliados’, em São Pedro de Sintra. O projecto tem merecido, ao longo do tempo, algumas preocupações por parte da população local e mesmo um abaixo-assinado promovido pela Canaferrim-Associação Cívica

e Cultural que, em Agosto de 2016, questionava em relação aos projecto: “Requalificação ou atentado?”. Segundo esta associação, que chegou a reunir com o presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta, em causa estava “a manutenção imperiosa da estética do largo e a recusa de um parque de estacionamento demarcado”. Apesar das garantias da autarquia sintrense do reaproveitamento da calçada original, da manutenção das espécies arbóreas existentes no espaço, da não existência de ni-

velamento de terrenos e terraplanagens e de que não haverá cobrança do parqueamento automóvel, a Canaferrim apontava como questão fracturante: “o estacionamento deve continuar livre e não marcado”. Segundo esta

associação, “demarcar 60 ou 70 por cento do espaço para estacionamento automóvel fará com que o largo simplesmente deixe de ser largo”. “Tanto mais” - acrescentava a associação na altura na sua página no Facebook- “que

o projecto prevê a proibição de estacionamento no local mais indicado para tal, como está actualmente: o espaço fronteiro às lojas do Picadeiro (Restaurante Cantinho de São Pedro, Taverna dos Trovadores, etc)”.


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na berra

“O futsal conseguiu tocar o céu” Ricardinho foi o rosto dos campeões europeus “Eu sou apenas a cara deste grupo de trabalho”. As palavras de humildade de Ricardinho, perante as altas individualidades do Estado e o batalhão de jornalistas presentes no Palácio de Belém, entre os quais o JR, retratam a personalidade de um jogador de ‘palmo e meio’ de altura, com 1,64 metros, mas com uma alma enorme de campeão. Aos 32 anos, levou a modalidade “a tocar o céu”. “Partimos de Rio Maior para a Eslovénia para tentar fazer história”, recordou o capitão da selecção que, a 10 de Fevereiro, conquistou um feito inédito para a modalidade e um dos poucos títulos que lhe faltava no currículo. Cinco vezes considerado como o melhor do mundo, Ricardinho, apelidado de ‘Mágico’ pelas jogadas fantásticas que levam ao rubro os adeptos, sentiu que os seus colegas lhe queriam oferecer esta conquista. Uma vitória memorável novamente num dia 10 e num jogo decisivo com outras particularidades parecidas com a final de 10 de Julho de 2016, em que a equipa das quinas, liderada por Fernando Santos, se tornou campeã da Europa de futebol, no Stade de France, em Paris. Nesse dia, tudo parecia condenado quando o melhor do mundo, CR7, se lesionou, mas Éder fez o impossível.

Desta vez, foi Ricardinho que se lesionou, a poucos minutos do final da partida, já depois de Bruno Coelho também ficar condicionado. Mesmo limitado, o jogador do Benfica conseguiu fazer o 2-2, que levou o jogo para prolongamento e, no último minuto do tempo regulamentar, marcou o livre directo que levou ao rubro uma nação inteira. “Não é todos os dias que se vê onze milhões a festejar, e não é só em Portugal, é no mundo inteiro. Estou muito orgulhoso de ser português”, salientava Ricardinho, a antecipar os festejos com que a selecção de futsal foi brindada à chegada a Portugal. “Tinhamos um sonho, esse sonho tornou-se realidade. Dia 10 vai ficar para a história. O futsal conseguiu tocar o céu”, realçou o melhor do mundo, a jogar em Espanha, no Inter Movistar, que já brilhou no Benfica e disputou campeonatos como o japonês e o russo. “Estamos muito orgulhosos. Começámos lá debaixo e hoje somos os senhores do futsal”, reforçou Ricardinho, no discurso de agradecimento ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pela recepção realizada logo após a chegada a Lisboa e ainda antes de depositar a taça na Cidade do Futebol, em Oeiras, ao lado dos troféus do Euro 2016 e do Mundial de Futebol de Praia de 2015.

“Portugal já merecia um título assim, estivemos próximos na Hungria [em 2010], mas acho que a diferença para esta final foi que o espírito de grupo era totalmente diferente e conseguimos dar as mãos para ganhar este troféu”, confessou o capitão, na Cidade do Futebol, onde os jogadores, treinados por Jorge Braz, contaram os segredos desta caminhada de sucesso. “Nós temos um grupo no WhatsApp e o nome foi mudado para campeões europeus, ainda durante o estágio (Rio Maior), antes de chegarmos à Eslovénia”, revelou. Também após a sua lesão, “o Bruno Coelho, quando faltava um minuto e meio, disse-me: ‘Fica tranquilo que vamos ter um livre de 10 metros e eu vou meter a bola lá dentro’”. Bruno Coelho foi, aliás, um dos jogadores com mais premonições, já que, logo após o sorteio da fase final, enviou uma SMS ao seleccionador nacional e a colegas a dizer: “Vamos ser campeões!”. Questionado pelo Jornal da Região se sentia que, aos 32 anos, esta era a derradeira oportunidade de conquistar o título europeu, Ricardinho respondeu, mais uma vez, com espírito de campeão: “Mesmo que eu não ganhasse agora, ganharíamos um dia e o importante é Portugal ganhar”.

O R10 realçou, aliás, que os seus companheiros “parecia que me queriam dar este troféu, pagar algo que não me devem”. A ambição, essa, fala mais alto e já pensa no Mundial de 2020. “Obviamente, somos ambiciosos. Temos aqui um grupo de jogadores jovens, alguns experientes, nunca velhos, e a Federação Portuguesa de Futebol está a fazer um trabalho fantástico, está a optar por criar o verdadeiro jogador português, com a base nos sub-18, sub-19 e sub-21”, recusando mesmo a naturalização de atletas estrangeiros.

Sobre o regresso à equipa espanhola que representa, não se mostrou preocupado: “já me tocou muitas vezes entrar cabisbaixo no balneário. Eu tinha dito que este era o ano de olhar lá de cima cá para baixo”. Para já, antes dos festejos em família em Valbom (Gondomar), que aconteceram poucas horas depois nesse domingo inesquecível, o ‘Mágico’ só pediu para o deixarem “estar neste barco a desfrutar com os meus companheiros porque custou muito e quero desfrutar destas águas”. João Carlos Sebastião

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10 e 11 de Março - Rota da Filigrana - Gondomar e Guimarães 10 e 15 de Abril - Cáceres e Merida 19 e 20 de Maio - Festa da Cereja - Pero Viseu De 21 a 28 de Maio - Playa Canela - Huelva De 1 a 8 de Junho - Monte Gordo De 10 a 17 de Junho - Monte Gordo 7 e 8 de Julho - Cruzeiro no Douro - Régua - Barca B’alva 8 e 9 Setembro - Vindimas em Favaios De 29 de Setembro a 6 de Outubro - Monte Gordo De 8 a 15 de Outubro - Matalascanhas SEDE: Rua Direita de Massamá, 100 - A - Massamá •  214 300 860  •  918 669 602 FILIAL: Av. José Elias Garcia, 98 - A - Queluz • 211 982 222 • 916 143 870 E-Mail: geral@queluztur.pt | web site: www. queluztur.pt * RNAVT 2156

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Paulo Gonzo: ‘Diz-me’

Negrais recebe ‘Quem é o Jeremias?’ ‘Os Porcos’ em Agualva-Cacém Octávio de Matos, com mais de 60 anos de carreira e um nome incontornável do teatro de revista e da comédia, com inúmeras participações em cinema, telenovelas e séries na televisão, continua activo e senhor de uma graça cada vez mais refinada! Venha comprová-lo na comédia ‘Quem é o Jeremias?’ e agarre-se bem porque vai entrar numa alta velocidade de gargalhadas e em derrapagens de riso. Sociedade Recreativa de Negrais, dia 16, às 21h00. Bilhetes a 12,5 e 10 euros.

Paulo Gonzo apresenta-se em Sintra com um concerto intimista, em que o principal destaque recai no álbum ‘Diz-me’, editado em Março de 2017, que entrou directamente para o primeiro lugar do top nacional de vendas. Com mais de 40 anos de carreira, Paulo Gonzo continua a conquistar o seu público, sendo uma referência obrigatória da música pop produzida em Portugal nos últimas quatro décadas.

Com o seu espectáculo ‘Intimista’, destinado a auditórios e locais especiais, explora diferentes abordagens do repertório de sempre. Cantor e compositor, Paulo Gonzo é um artista que consegue apelar tanto ao público feminino como ao masculino. Está garantido um espectáculo de grande qualidade artística. Centro Cultural Olga Cadaval, dia 17, às 21h30. Bilhetes a 20 e 15 euros.

Concerto didáctico ‘Pedro e o Lobo’ tória de Pedro e o Lobo. A narrativa do valente Pedro, que conseguiu apanhar o grande Lobo, será interpretada pelo quinteto de sopros da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, com direcção artística do maestro Nikolay Lalov. Oeiras vai receber o concerto didáctico ‘A música do Serguei Prokofiev’, com a eterna his-

Palácio Marquês de Pombal, dia 18, às 11h00.Entrada gratuita.

“Todos os animais são camaradas. Então, porque permanecemos nesta miséria? Porque tudo o que produzimos é roubado pelos humanos. Eis aí, camaradas, a resposta a todos os nossos problemas. Resume-se numa só palavra – Homem”. É este o pronto de partida para a peça Quimera Flutuante, uma adaptação da obra ‘Animal Farm’ de George Orwell.

Auditório Municipal António Silva (Agualva-Cacém), dias 23 e 24, às 21h00. Bilhetes de 3 a 5 euros.

Gala de Flamenco com ‘La Zambra’ ‘La Zambra’ é uma bailarina formada em pedagogia da dança pelo Conservatório Superior de Danza de Madrid e titulada profissional de Danza Española pelo Conservatório profissional de Almeria. La Zambra estudou, desde muito jovem, com os melhores profissionais do mundo flamenco. O seu espectáculo encerra o Festival de Flamen- Lounge D do Casino Estoril, dia co que decorreu ao longo do 22, a partir das 22h00, com enmês de Fevereiro. trada livre.

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‘Domingos ao Piano’ no Palácio de Monserrate

Raul Pinto actua no terceiro domingo de cada mês O pianista Raul Pinto é o protagonista do ciclo ‘Domingos ao Piano’, que se iniciou em Janeiro, no Palácio de Monserrate, em Sintra, contando, este ano, com convidados. O ciclo, que se prolonga até ao final do ano, propõe, na edição deste ano, um “cruzamento de artes”, tendo o piano como principal elemento, segundo a organização. O ciclo prevê um recital de piano, um domingo por mês, com repertório variado, com compositores como

Frédèric Chopin, Ludwig van Beethoven, Franz Schubert, Vianna da Motta ou Nuno Miguel Silva. “Na edição deste ano, será explorada uma temática diferente em cada mês. O piano encontra-se, assim, com a poesia, a dança e outros instrumentos musicais, através de actuações pontuais de convidados”, afirma em comunicado a Parques de Sintra-Monte da Lua (PS-ML), empresa que gere o palácio, a par de outros parques e monumentos em Sintra.

O pianista Raul Pinto, que coordena o ciclo e marca presença nos 12 recitais, afirma que é proposta “uma estrutura de programação consistente e regular das várias artes performativas, dentro de um carácter intimista”. “Tendo um intérprete pianista como base, e considerando que a circulação de saberes, ideias e experiências é tão importante para um são desenvolvimento cultural quanto a potenciação dos recursos locais, esta iniciativa afirma-se como um espaço de

encontro de discursos artísticos”, refere Raul Pinto. O pianista, de 47 anos, natural de Santa Marta de Penaguião, estudou na Academia de Música de Vila Real e concluiu o Curso de Piano no Conservatório do Porto, tendo sido aluno de Francisco José Monteiro, Jorge Martins e Hélia Soveral. Raul Pinto fez estágios de aperfeiçoamento com, entre outros pianistas, Alicia de Larrocha, Vladimir Viardo, Helena Sá e Costa, Jörg Demus e António Rosado, que também participa neste ciclo ‘Domingos ao Piano’ no próximo dia 20 de Maio. No primeiro domingo, dia 21 de Janeiro, Raul Pinto interpretou a integral das Valsas de Chopin (18101849). Em Fevereiro, no dia 18, Raul Pinto interpreta valsas, tangos e chorinhos, do compositor brasileiro Ernesto Nazareth (1863-1934) e, no dia 18 Março, interpreta ‘Improvisos’, de Franz Schubert, convidando o compositor Virgílio de Melo. Virgílio de Melo, compositor e musicógrafo, iniciou estudos musicais no Conservatório Nacional de Lisboa, em violino e composição, tendo sido aluno, entre outros, de Constança Capdeville e de Santiago Kastner, e estudou composição com Emmanuel Nunes, em Paris. No dia 15 de Abril, Chopin volta a ser o compositor escolhido. Desta feita Raul Pinto vai interpretar ‘Nocturnos e Improvisos’, sendo convidada Clara Marchana. Esta coreógrafa e bailarina concluiu, em 1996, o curso de Artes Circenses na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo (Chapitô), tendo continuado os seus estudos em Técnica de Dança Clássica e Dança Contemporânea na Pro-Dança, no Centro em Movimento, e no Fórum Dança, onde frequentou o curso de Pesquisa e Criação Coreográfica. Marchana frequentou a Escola Superior de Dança e, em 2005, terminou o curso de actor/encenador na Escola Superior de Teatro e Cinema. Na dança tem trabalhado

com Amélia Bentes nas criações coreográficas ‘Sem Chão Sem Fim’, estreada em Janeiro de 2015 no Castelo de S. Jorge, em Lisboa, com a qual realizou uma digressão nacional em 2016. A bailarina volta a Monserrate a 15 de Julho, para apresentar ‘Dança Contemporânea-Narrativa Interior (baseada nas óperas de Wagner)’, num programa que inclui a interpretação das composições ‘Pièce Romantique’ e ‘Sérénade’, de Cécile Chaminade (1857-1944), e ‘Feuille d’album’, de Franz Liszt (1811-1886), que o compositor dedicou ao rei Fernando II, marido de D. Maria II, e que mandou edificar o Palácio da Pena, o Chalet da condessa d’Edla, sua segunda mulher e a reflorestação da serra. Em Maio, em que o convidado é o pianista António Rosado, o programa é composto por peças de Beethoven (1770-1827). Sobre António Rosado, a revista francesa Diapason afirmou que é um “intérprete que domina o que faz. Tem tanto de emoção e de poesia, como de cor e de bom gosto”. O pianista estreou em Portugal, entre outras peças, as Sonatas de Enescu e Paráfrases de Liszt, tendo sido o primeiro pianista português a realizar as integrais dos Prelúdios e também dos Estudos de Claude Debussy. Rosado fez igualmente a integral das sonatas de Mozart. No segundo semestre do ano, regressa Clara Marchana, com um excerto do bailado ‘Lago dos Cisnes’, de Tchaikovsky. O compositor António Sousa Dias é outro dos convidados, em Outubro, assim como o trompetista Nuno Miguel Silva. O Palácio de Monserrate, em 2017, recebeu 149.156 visitantes. O monumento, construído no século XIX, “combina influências góticas, indianas e sugestões mouriscas, bem como motivos exóticos e vegetalistas que se prolongam harmoniosamente no exterior”, segundo a mesma fonte.

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Concertos para Bebés festejam 20 anos Temporada divide-se entre Sintra e Leiria O projecto Concertos para Bebés, criado e sediado em Leiria, mas que tem presença constante em Sintra, assinala em 2018 duas décadas de existência, comemoradas com um programa diversificado e um novo festival, anunciou a companhia Musicalmente.

do âmbito da música clássica sobrevive no nosso país sem subsídios ou o apoio de uma grande instituição e, nisso, os Concertos para Bebés são um ‘case study’”. A equipa integra quatro músicos desde o primeiro momento e são eles que, a cada mês, com convidados, estreiam um novo programa: “Fazer um concerto bonito é fácil. O que é difícil é fazer 20 anos de concertos bonitos, diferentes todos os meses”, sublinha Paulo Lameiro. Ao longo de duas décadas, foram realizados 1.069 concertos, com repertórios desde a música do século XIV à contemporânea. Assistiram 256.560 pessoas, 64.140 das quais bebés até aos 5

O director artístico da companhia e criador dos Concertos para Bebés, Paulo Lameiro, explica o carácter “pioneiro” do projecto. “A música para bebés já era trabalhada muito antes de 1998. Mas, pela primeira vez, levámos música ao palco para ser ouvida para bebés. E a nível financeiro também somos pioneiros, porque nenhum projecto

anos. Da China ao Brasil, o projecto chegou a 85 salas de 63 países. “Temos hoje, no mundo, centenas de projectos artísticos que se inspiraram em nós e que nos citam como fonte para o seu trabalho, na música, na dança, nos cruzamentos disciplinares. Neste momento, há três projectos que são ‘copy/paste’ do nosso, um no Brasil e dois em Catalunha”, acrescenta Paulo Lameiro. Ao todo, foram convidados 113 solistas, entre eles Maria João, Bernardo Sassetti, Mário Laginha, Pedro Carneiro ou Pedro Jóia. Em 2018, Luísa Sobral juntou-se à lista. Outras novidades neste ano são as histórias cantadas de

Ana Sofia Paiva e o convite lançado a um bailarino como solista, Francisco Ferreira.“É uma temporada rica e muito diversificada”, sintetiza o director artístico. Internacionalmente, o ano vai ser muito intenso, com 32 concertos em Burgos, Saragoça, Bilbau e Barcelona, incluindo sete apresentações no palco principal do Palau de la Música Catalana. Até lá, os convidados dos Concertos para Bebés foram Luísa Sobral, nos dia 11 em Leiria e 13 em Sin-

tra, e vão ser os solistas Musicalmente em Março (dia 11 em Leiria, dia 25 em Sintra). O ‘hang’ de Daniel Reis estará em destaque nos concertos de Abril (dia 8 em Leiria e 29 em Sintra), enquanto a gaita-de-foles de Paulo e Cláudia Marinho levará vibrações de Trás-os-Montes em Maio (dia 13 em Leiria, 20 em Sintra). ‘O Romântico medieval’ inspira os concertos de Junho (dia 10 em Leiria, dia 17 em Sintra), com tarotas e oboés de Simão Francisco.

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Jaguar à solta

Novo modelo apresentado em Cascais

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Fundada em 1935, a Jaguar tem sido fiel à inspiração do seu fundador, William Lyons, que procurou desafiar os limites que se colocam à indústria automóvel, conjugando performance e design. Uma aposta presente, mais uma vez, no novo modelo da marca, o SUV E-PACE, que foi recentemente apresentado nas instalações do Revor Cascais, concessionário oficial. O novo modelo, com um preço base na ordem dos 46,289 mil euros, apresenta motorizações a diesel, D150cv, D180cv e D240cv, e a gasolina, P250cv e P300cv

O modelo agora lançado insere-se no processo de renovação da marca em Portugal, que se traduz no investimento em novas instalações no Parque das Nações (Lisboa) e no Porto, complementares do stand existente em Cascais. Segundo André Castro Pinheiro, director executivo (CEO) do Revor, “o grupo está a passar por um processo de renovação e de fortalecimento da sua presença no mercado, através do investimento em novas instalações na zona da Expo e no Grande Porto, num valor total de nove milhões de euros”. Segundo

este responsável, “este investimento servirá para o fortalecimento da REVOR com a marca Jaguar e seus clientes, nomeadamente através das suas instalações na zona da Expo, no centro de Lisboa e em Cascais”. A Revor foi criada há mais de 30 anos, com o nome de Jaguar Automóveis, sendo, nessa ocasião, o importador oficial da marca em território nacional. Ao longo da sua história, tem fortalecido a ligação à marca e vindo a criar relações com os clientes que, ainda hoje, se mantêm fieis à Jaguar e à Revor, frisam os responsáveis do grupo.

Actualmente, revela André Castro Pinheiro, “o Grupo Revor emprega cerca de 100 colaboradores e atingiu um volume de negócios de mais de 50 milhões de euro em 2017”. O lançamento do novo modelo ocorreu num evento que juntou um espectáculo audiovisual e uma experiência sensorial: a oportunidade de contactar de perto com o novo E-PACE. No primeiro caso, tiveram oportunidade de conhecer melhor o novo modelo em diversos ambientes, desde as ruas que desenham a cidade aos estradões que marcam os vales e montanhas.

Mas, não faltou também a oportunidade de testar a performance e agilidade deste SUV compacto e desportivo. Em jeito de balanço, André Castro Pinheiro considera que “esta acção na Revor Cascais, onde se misturou um espectáculo audiovisual que percorre diferentes ambientes, complementado pela oportunidade de realizar um teste dinâmico ao novo Jaguar, simboliza a história e tradição da marca, o compromisso da Revor com a região da Grande Lisboa e os seus clientes, e a dinâmica do novo modelo apresentado”.

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7.º Programa de Aceleração powered by Parques de Sintra-Monte da Lua Até ao próximo dia 31 de Março, estão abertas as candidaturas ao 7.º Programa de Aceleração de Sintra Start powered by Parques de Sintra Monte da Lua (PS-ML). “O objectivo deste programa é ajudar os empreendedores a validarem as suas ideias de negócio, para poderem avançar com uma maior probabilidade de sucesso” enuncia João Cabral, director executivo da incubadora de empresas. O novo programa irá iniciar-se no dia 7 de Abril, com uma nova classe que poderá incluir até 20 novas ideias relacionadas, quer com projectos de base tecnológica, quer com projectos direccionados para comércio, serviços e turismo.

“O modelo de programa tem a duração de três meses, ao longo dos quais os empreendedores e as suas ideias vão ser postas à prova. Funciona como um teste de ácido, para perceberem se existe realmente um problema ou necessidade para a solução que pretendem implementar, e se esta é a adequada aos segmentos de clientes que acreditam que a vai comprar. São aceites projectos de áreas muito diferentes porque estão todos numa fase muito inicial de ideação e terão de passar pelo mesmo processo de validação antes de avançarem para uma etapa de maior especialização dentro dos seus verticais”, reforça João Cabral.

Câmara de Sintra e Grupometal criaram a StartUp Sintra em 2014

As equipas que participarem no programa beneficiarão de sessões de formação sobre as melhores práticas de descoberta de clientes e validação das suposições do seu modelo de negócio, haverá também workshops temáticos sobre áreas variadas, que vão desde como criar planos financeiros, a candidaturas a fundos europeus, experiência de clientes, marketing on-line, técnicas de pitch, complementadas pelo apoio de mentores especializados, que irão ajudar as equipas com a sua experiência e rede de contactos. Decorridos três anos desde o lançamento do primeiro programa de aceleração, “é com orgulho que vemos o sucesso de projectos que ajudámos a crescer, como o caso da Beyondevices, que recebeu um investimento recorde por parte da Portugal Ventures, da Homeit. pt que cresceu e integrou o programa de aceleração da StarUp Braga e fechou a sua primeira ronda de investimento, a Package Point que vende embalagens on-line para os cinco continentes ou a Topíssima que vende roupa de fitness feminina on-line e que está a tornar-se uma ‘love brand’ por parte da sua legião de seguidoras”, enunciou João Cabral com orgulho no trabalho desenvolvido por estas equipas. Mas, nem só de startups que passaram pelos programas de aceleração é composto o ecos-

Empresa Parques de Sintra-Monte da Lua volta a apoiar o programa de aceleração de 2018

sistema da StartUp Sintra. Empreendedores residentes em Sintra, mas que tinham escritórios em outros concelhos, aproveitaram a oportunidade para fazer parte deste ecossistema, como é o caso da Sensefinity, referência nacional para a área de IoT, a SKSoft no desenvolvimento de software e a Satori Media Ventures na área de marketing digital, e a Front Wave, uma empresa especializada na indústria dos Mármores, liderada por professores do Instituto Superior Técnico. A StartUp Sintra tem sido um actor importante na dinâmica do sector das novas economias de StartUps que tem vindo a colocar Portugal no mapa como o lugar certo para a aposta no empreendedorismo. Nesse enquadramento, é cada vez maior a procura por parte de brasileiros que vêem Portugal como um lugar natural para o desenvolvimento das suas empresas tecnológicas, mantendo o Brasil como seu mercado alvo, como é o caso de três StartUps que passaram pelo último programa de aceleração, a Preço do Gás, a Digital Manager Guru e a Git Scrum.

João Cabral considera que tem sido “um caminho muito proveitoso desde que a Câmara Municipal de Sintra, em 2014, na pessoa do seu presidente, Dr. Basílio Horta, teve a visão de iniciar a criação da StartUp Sintra, em parceria com o Grupometal e a Associação Empresarial de Sintra, e ver em conjunto que a facturação das empresas presentes no ecossistema já ultrapassa os 3.000.000,00 de euros, contribuindo para o aumento das exportações do País”.

Depois do sucesso do apoio da Parques de Sintra-Monte da Lua ao programa realizado no ano de 2017, em que a StartUp Preço do Gás venceu o prémio de 1.500,00€ de projecto com maior potencial de sucesso, a PS-ML volta a apoiar a edição de 2018, estando novamente destinado um prémio de 1.500,00€ ao projecto vencedor. As candidatura à participação no programa estão abertas em www.startupsintra.com/ candidatura.

João Cabral, director executivo da StartUp Sintra

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JORNAL DA REGIÃO

15 a 21 de Fevereiro de 2018

repórter JR

Sintra quer relocalizar torre instalada no Cabo da Roca Foto riodasmacas.blogspot.com

Assembleia Municipal aprova reivindicação ao Ministério da Administração Interna

A Assembleia Municipal (AMS) reivindica ao Ministério da Administração Interna (MAI) que estude alternativas à localização da torre de comunicações instalada no Cabo da Roca, “que fere a beleza da paisagem e desfigura um ex-libris da costa”.

Em moção, aprovada por maioria no dia 7 de Fevereiro, o órgão autárquico manifesta a sua total oposição “ao possível restabelecimento da operacionalidade da torre de comunicações”, que foi destruída pela tempestade na noite de 10 e 11 de Dezembro.

Aprovada com os votos favoráveis de Bloco de Esquerda (que apresentou a proposta), PS, CDU, MPT e PAN e a abstenção de PSD e voto contra do CDS-PP, a moção recomenda ainda à Câmara “o empenho” para garantir a relocalização da torre.

Englobado no Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo da costa portuguesa (SIVICC), o equipamento consiste numa torre com 45 metros de altura, situada junto ao farol do Cabo da Roca, e que mereceu, aquando da sua instalação na Primavera de 2013, a contestação de populares, ambientalistas, defensores do património e autarcas. Segundo a moção do órgão municipal, “mal-grado os prejuízos causados, a natureza impôs-se e devolveu parte da beleza ao local, oferecendo às autoridades uma óptima oportunidade para equacionar a relocalização do equipamento, deslocando-o para um local onde o impacto paisagístico seja menor”. Em resposta a uma interpelação do grupo parlamentar do BE na Assembleia da República, o MAI afirma estar “a ser equacionado o eventual restabelecimento da sua operacionalidade”, já que a sua inactividade “tem um impacto directo na capacidade do sistema SIVICC em cumprir a sua missão”: a vigilância de pequenas embarcações de grande velocidade. A escolha do Cabo da Roca deveu-se à necessidade de instalar um posto (torre) a meia distância entre a Fonte da Telha e Paimogo. O MAI conclui que “não se afigura possível uma alteração do local de implantação” da torre, já que este local “resultou de um compromisso entre os requisitos técnicos e o impacto paisagístico”. A AMS considera que esta estrutura abre “uma profunda cicatriz na paisagem, visível a quilómetros de distância, desvirtuando um local que recebe milhares de visitantes todos os dias”.

Carta de Leitor

“Acto heróico” Venho por este meio comunicar a V. Exa, algo a que assisti no dia 26 de Janeiro, depois do almoço. Devo dizer que sou um ávido consumidor de telejornais e jornais, e tenho, desde aquele dia, assistido e lido com muita atenção os mesmos e não vi nem ouvi nada acerca do que vou relatar. Sou morador em Vale Flores, em Sintra, local onde existe uma ponte sobre a auto-estrada A16, e na sexta-feira vi chegar um carro da GNR com três guardas. Além destes três guardas surgiram mais outros do lado contrário. Os primeiros três correram em direcção à ponte, onde estava uma senhora do lado de fora da vedação, ao que

FICHA TÉCNICA

parecia tratar-se de uma tentativa de suicídio. Os primeiros elementos da GNR conseguiram agarrá-la por detrás, através da rede. De repente, um desses guardas começa novamente a correr e depois é seguido por um outro, e passam para o lado de fora da rede e atravessam a ponte em direcção à senhora e, quando o primeiro guarda alcança a mesma, faz algo que ainda não consigo acreditar, apenas posso descrever como um acto de loucura e, ao mesmo tempo, da mais pura bravura: coloca-se em frente à senhora e agarra/prende a mesma contra o gradeamento e vedação da ponte, impedindo-a de se atirar.

Diria, mas não posso jurar que a senhora chegou a estar completamente suspensa, só não caiu para uma mais que certa morte porque aquele homem a segurava, e em abono da verdade nem sei como conseguiu segurá-la e manter-se ao mesmo tempo agarrado à ponte. Depois de alguns minutos e de muita agitação os guardas que estavam do lado de dentro da ponte cortaram a vedação e puxaram a senhora para dentro. O guarda que a tinha agarrado dobrou-se, penso que exausto, e só depois foi também puxado pelos colegas. Já na ponte sentou-se por alguns minutos. Devo dizer que isto é algo a que eu nas minhas já sessenta e tais primaveras, nunca tinha assistido, tratou-se

efectivamente de um acto de grande heroísmo, onde um guarda, não, um grande ser humano arriscou a sua vida em prol de outra. Penso que é um acontecimento que deve ser divulgado e enaltecido publicamente. Apesar do incrível empenho de todos, gostava de saber o nome do heróico guarda que segurou a senhora. Este já não deve ser muito jovem, tinha o cabelo todo branco. Digo guarda porque, apesar de não estar fardado, chegou com os outros elementos no carro da GNR e foi cumprimentado efusivamente pelos restantes após o salvamento. António Santos

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Médico de Família Angina de peito A angina de peito é causada pelo estreitamento ou obstrução das artérias que conduzem o sangue ao coração o que provoca uma diminuição dos níveis de oxigénio e nutrientes às células do músculo cardíaco. Essa obstrução normalmente resulta da formação de placas de gordura no interior das artérias (aterosclerose). A hipertensão arterial, o colesterol elevado, a diabetes, o tabagismo, a obesidade e o sedentarismo contribuem significativamente para aumentar o risco de sofrer deste problema de saúde. Apesar da angina afectar mais frequentemente pessoas idosas, pode ocorrer em ambos os sexos e em todas as faixas etárias. A maioria das pessoas com angina queixa-se de sensação de aperto, queimadura ou opressão no peito, por baixo do esterno, mas pode também atingir a garganta, a mandíbula, as costas, os braços ou até mesmo o estômago. Esta dor pode ser acompanhada de falta de ar/dificuldade em respirar, suores, náuseas, tonturas, e mal-estar geral. É, geralmente, despertada pelo esforço físico e cede com o repouso ao fim de 5-10 minutos ou com a toma de um comprimido de nitroglicerina sublingual. A angina de peito pode ser estável, quando a dor segue um padrão específico, surgindo na prática de actividade física ou na presença de emoções extremas; ou pode ser instável, quando os sintomas são menos previsíveis e o seu aparecimento ocorre em repouso, durante o sono ou com um esforço mínimo. O seu diagnóstico baseia-se na história clínica do doente, na sua observação e na realização de exames complementares, como um eletrocardiograma (registo dos impulsos eléctricos do coração que mostra indicações de uma artéria bloqueada) ou um ecocardiograma (visualização da estrutura e funcionamento do coração com recurso ao ultrassom). Pode ser necessário fazer um cateterismo cardíaco/angiografia coronária (uma série de radiografias das artérias coronárias) para confirmar a lesão das artérias do coração. Para prevenir a angina de peito é importar adoptar estilos de vida saudáveis: não fumar; reduzir o colesterol; controlar a tensão arterial e a diabetes; fazer uma alimentação saudável; praticar exercício físico; vigiar o peso e evitar o stress. João Brum Silveira, presidente da Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular


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