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JORNAL DA REGIÃO Patrícia Mamona chega ao Fama Show A atleta portuguesa abraçou um novo desafio na sua vida profissional como apresentadora da rubrica ‘Salto Alto’, no popular programa da SIC, Fama Show. Sem deixar de lado a carreira desportiva, Patrícia Mamona confessa-se confiante com este novo ‘salto’.

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CRIMINALIDADE CAI E DETENÇÕES DISPARAM NO CONCELHO Páginas 2 e 3

A PSP de Oeiras está apostada em renovar o seu atendimento ao público e modernizar a área operacional, mas não descura o essencial: os resultados do combate à criminalidade. E, nesta matéria, as notícias não são boas para quem age à margem da lei: os crimes com maior impacto, como os roubos ou os furtos, mas também a criminalidade violenta e grave, têm diminuído em 2016. Já as detenções dispararam para perto do dobro. Apesar de continuar a defrontar-se com a escassez de viaturas e de polícias, o intendente José Carlos Neto, comandante da Divisão Policial de Oeiras, mostra-se convicto de que será possível aprofundar estes bons resultados.

REQUALIFICAÇÃO OU DEMOLIÇÃO PARA BAIRRO NO DAFUNDO

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Relatório do LNEC aponta “graves problemas estruturais de segurança”

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Director: Paulo Parracho • 19 a 25 de Outubro de 2016 Série IV • Edição N.º 99 • Ano XXI • DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

A celebrar o 1.º aniversário

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“Resultados estão a começar a aparecer” Os crimes com mais impacto no dia-a-dia dos cidadão, como os roubos ou os furtos, mas também a criminalidade violenta e grave, têm diminuído em 2016. Já as detenções dispararam para perto do dobro. Tendências confirmadas ao JR pelo comandante da Divisão da PSP de Oeiras, numa entrevista em que explica como obteve e pretende aprofundar estes resultados e, ainda, renovar a imagem da polícia. O intendente José Carlos Neto, natural do Porto, assu-

miu o comando da Divisão da PSP de Oeiras em meados do ano passado. Foi o retomar da formação de base na área que lhe ocupara já 15 anos de actividade profissional antes de ingressar no Serviço de Informações de Segurança (SIS), onde esteve oito anos. Não se pode dizer que tenha sido uma chegada discreta: feito o diagnóstico da situação no concelho, substituiu todos os comandantes de esquadra por jovens oficiais, deixou a esquadra de Caxias só com posto de atendimento e desviou grande parte do

Esquadras vão ter atendimento ao público ao estilo Lojas do Cidadão A Divisão da PSP de Oeiras tem vários projectos para se modernizar. Por dentro e para fora. No atendimento ao público, mas também na utilização de novas plataformas tecnológicas para tornar mais eficaz o trabalho policial. Um dos projectos socialmente mais relevantes diz respeito à transformação de uma parte da Esquadra de Oeiras numa casa de acolhimento para vítimas de violência doméstica, uma empreitada que aguarda ainda pelo início da sua execução, a qual, porém, se prevê seja relativamente rápida. A realização de obras em todas as esquadras, incidindo sobre as áreas de atendimento ao público, é outra medida a iniciar em breve. “O objectivo é tornar o contacto com os cidadãos menos formal e mais directo, mais na lógica do atendimento nas Lojas do Cidadão, por exemplo”, explica o comandante da Divisão da PSP de Oeiras. “Queremos tornar o espaço mais agradável para que o cidadão não sinta aquele desconforto do balcão a separá-lo da polícia. Concretamente nesta esquadra [de Oeiras], pretende-se implementar três postos de atendimento numa área específica, onde os polí-

cias é que virão ter com o cidadão, evitando que este tenha de andar a percorrer o edifício para resolver os seus assuntos, e teremos, também, uma caixa de multibanco disponível”. No domínio da inovação tecnológica pura e dura, a estratégia é avançar o mais possível. “Queremos aproveitar, cada vez mais, tudo o que são mais-valias de tecnologias da informação e do saber adquirido em empresas e no município e introduzir essas vertentes na gestão da nossa área operacional”, indica José Carlos Neto. Em mira estão, entre outras, as potencialidades da georeferenciação. “O objectivo é olhar para um mapa e poder ver onde é que andam os polícias, saber a cada momento onde estão os recursos, porque isso vai facilitar a resposta às necessidades do serviço, incluindo os alertas e as informações enviadas, também por via digital, pelos cidadãos”, completa o comandante, adiantando que o software suporte destas capacidades já existe em Lisboa, falta trazê-lo para Oeiras – município que, refira-se a talho de foice, integra o programa de desenvolvimento digital das cidades ‘smart cities’.

seu efectivo para o reforço de patrulhamento em áreas territoriais com maior densidade urbana (Oeiras, Carnaxide e Miraflores), e mobilizou os agentes para um esforço extra de melhorar as instalações onde trabalham, deitando mãos à obra, literalmente, a partir de recursos doados por empresas e instituições. Os resultados, regozija-se o responsável, “estão a começar a aparecer”, mas só são possíveis – faz questão de salientar – “porque os policias estão disponíveis e empenhados”. Desses “resultados muito positivos” o comandante da PSP de Oeiras fala apenas em termos de tendências porque a divulgação mais fina das estatísticas ficará para mais tarde e para a tutela. No entanto, confirma, desde já, “baixas substanciais” nos crimes de roubo e furto, bem como da criminalidade vio-

lenta e grave. E assegura que continuará a ser dada atenção à redução daqueles dois primeiros indicadores “que são os que no dia-a-dia marcam mais, principalmente o roubo a pessoas é de uma grande agressividade - seja o telemóvel que se tira a um miúdo, o fio ou a mala que se tenta tirar à senhora, a carteira que se tenta tirar aos idosos – pois mesmo que os níveis de violência empregues não sejam os mais drásticos, a verdade é que implicam exibir arma branca ou de fogo, ou mesmo exercer alguma agressividade”. Ainda neste domínio, é com particular gosto que o intendente revela que também Caxias evoluiu no mesmo sentido quanto aos principais indicadores de crime, apesar da já referida redistribuição de efectivos por outras esquadras.

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Comandante da Divisão da PSP, José Carlos Neto, antecipa redução de crimes em 2016

Detenções disparam Ainda assim, o líder da PSP em Oeiras reconhece que as tendências incluem uma pequena subida da criminalidade geral no total do concelho, bem como um aumento muito significativo do nível de detenções efectuadas. No entanto, destaca, por outro lado, o aumento da proactividade dos polícias, ou seja do número de intervenções dos agentes na rua, no decurso dos patrulhamentos, em acções que visam prevenir a ocorrência de potenciais crimes. Um factor que chega a ter, em algumas esquadras, aumentos “mui-

to elevados” relativamente ao ano de 2015 – em Caxias, no entanto, como reflexo da decisão estratégica ali tomada, esse parâmetro tornou-se largamente negativo (sem que isso tenha impedido, porém, a redução dos principais indicadores, como já se referiu). Quanto às explicações para os bons resultados até agora recolhidos e que deixam uma perspectiva positiva para o balanço final de 2016 em Oeiras, José Carlos Neto considera que tal sucede porque “hoje os nossos polícias estão cada vez mais profissionais e cada vez mais apaixonados pela sua actividade, apesar de todos os problemas com que se

“Precisávamos do dobro das viaturas” Mal comum a tantas outras divisões policiais, a PSP de Oeiras conta com várias ‘baixas’ entre o seu parque de viaturas de patrulhamento, fruto do “desgaste enorme” a que as mesmas são sujeitas. “É o nosso grande esforço todos os dias, um trabalho incansável para que o profissional que tem de patrulhar tenha carro para trabalhar”, reconhece José Carlos Neto, adiantando que “neste momento, vamos tentando ter entre as 10 e as 15 viaturas operacionais em permanência, para garantir, pelo menos, que todas as esquadras tenham um carro patrulha”. Um cenário claramente aquém do desejável: “Precisávamos do dobro”, não esconde o comandante. Quanto às instalações, José Carlos Neto orgulha-se do trabalho realizado no último

ano para requalificar as esquadras, uma missão desempenhada pelos próprios polícias, em regime de voluntariado, e também por entidades que contribuíram, fosse com mão-de-obra ou com materiais de construção civil. “Nós temos de assumir as nossas responsabilidades. E aquilo que eu encontrei em Oeiras foi muito descuido que se devia única e exclusivamente a nós, por não garantirmos processos de manutenção capazes de evitar que as instalações chegassem a níveis de degradação que são próprios de edifícios quando deles não se cuida”, justifica. E acrescenta: “Pode não ser bonito do ponto de vista institucional, mas é muito agradável perceber que os polícias são multifacetados e, devidamente motivados, ultrapassam-se a eles próprios”. Tal como foi

agradável constatar que “não houve uma única entidade, um único parceiro que tivesse dito não contém connosco: foi tinta que nos disponibilizaram, foi mão-de-obra, muita coisa que foi aparecendo à medida que precisávamos…”. Um trabalho de retaguarda que vai muito além da mera

questão estética e até da imagem perante o público, salienta o nosso interlocutor: “Nós passámos muitas horas dentro destes nossos espaços, mesmo quem anda em patrulha. E se não tivermos prazer no espaço onde trabalhamos torna-se tudo mais difícil, é intrínseco à condição humana”.


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defrontam”. Relativamente ao seu papel nessa postura “a minha obrigação é a de representá-los, dignificá-los e dar-lhes as melhores condições possíveis para o seu melhor desempenho”,

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o que passa por “instalações adequadas, respeitar a condição humana, facilitar o mais possível a preferência de cada um em trabalhar em determinada esquadra, respeitar o tempo livre de que precisam para conviver”, destaca, concluindo: “Como em todas as profissões, quando as pessoas são bem tratadas também estão mais motivadas e o empenho é outro”. Além do contributo fundamental dos agentes – perto de 500 em toda a divisão – o comandante enaltece a estreita colaboração com a Câmara de Oeiras, seja na articulação com a Polícia Municipal e agentes da Parques Tejo, seja na cedência de viaturas (em regime de comodato), passando pela própria manutenção de espaços públicos e de núcleos habitacionais. “O que eu vim encontrar em Oeiras foi muito agradável, nomeadamente na percepção de que, mesmo numa zona de maiores dificuldades - pelo tipo de pessoas que ali vive, pelos seus problemas de integração -, há uma preocupação do Poder Local em melhorar o jardim que está abandonado, a parede que está suja… Isso tem um impacto muito positivo, pois se esse trabalho não for

Nova vaga de furtos no interior de residências está controlada

feito de forma consequente os espaços tornam-se guetizados e difíceis de penetrar, as comunidades começam-se a autogerir e torna-se mais difícil a abordagem policial”, faz notar o intendente, salientando que “a situação da criminalidade em Oeiras não tem comparação com o que se verifica noutros concelhos da região”. Sinal disso mesmo, os Contratos Locais de Segurança - uma iniciativa do Governo que visa dar resposta ao crime através de múltiplas valências, juntando os poderes local e central numa acção concertada, e que, no caso de Oeiras,

deverão dar origem a planos de intervenção em bairros mais vulneráveis situados em Carnaxide e em Porto Salvo - estão ainda sem desenvolvimentos concretos no terreno. “O Governo resolveu priorizar esse processo em função da área intervencionada e Oeiras, felizmente, não tem a prioridade que outros territórios têm, embora esteja já a decorrer a compilação de dados para se fazer o necessário diagnóstico do concelho”, revela José Carlos Neto.

O furto no interior de residências está a ressurgir. O fenómeno preocupa as autoridades policiais porque tem subido de forma acentuada, mas o intendente José Carlos Neto assegura que está sob controlo. “Temos já identificados os autores e estamos a definir uma estratégia para que este seja um problema resolvido a breve prazo”. Esta nova vaga de furtos no interior de residências estará a ser protagonizada “por profissionais” que voltaram a Portugal, não tendo nacionalidade portuguesa. Por norma, “não são violentos, não entram em contacto físico, se pressentem barulho fogem logo, mas estudam muito bem previamente o alvo”.

Tendo implicações não só em Oeiras, mas igualmente em Cascais, concelhos de excelência, por assim dizer, em matéria de moradias, este foco de criminalidade tem envolvido no seu combate várias estruturas para além de Oeiras. Segundo revela José Carlos Neto, o trabalho da polícia já deu origem a várias detenções, algumas delas resultando em prisão preventiva. “A pressão está a ser muito grande e os números baixaram, mas no Verão houve uma altura em que só num dia fizeram 12 residências”, conta o comandante, lamentando que proprietários ainda não usem as ferramentas de vigilância disponibilizadas pela PSP especialmente para o período de férias.

Jorge A. Ferreira

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BREVES CAMINHADA PELA IGUALDADE

CARTOONISTA ANTÓNIO EM OEIRAS

A Câmara Municipal de Oeiras vai realizar, pelo segundo ano consecutivo, a Caminhada pela Igualdade, iniciativa integrada no Dia Municipal para a Igualdade. Em Oeiras, este evento, que é desenvolvido em parceria com a Associação Portuguesa de Solidariedade e Desenvolvimento, decorrerá na próxima segunda-feira (dia 24), pelas 18h00, no Passeio Marítimo de Oeiras, com ponto de encontro marcado para a recepção da Piscina Oceânica (para entrega de águas e ‘t’shirts’). O percurso será de Oeiras a Paço de Arcos e regresso. A participação é gratuita, mas requer inscrição prévia, através do seguinte e-mail: caminhadapelaigualdade@ cm-oeiras.pt.

O ciclo’Livros Proibidos’ recebe António Moreira Antunes, cartoonista e caricaturista político que assina como António os seus trabalhos. Pretexto para se falar de José Vilhena e Abel Manta, dois exemplos importantes de luta e resistência em prol da democracia. O primeiro foi escritor, cartoonista e pintor e dedicou-se a satirizar, dos poderosos ao povo oprimido, a realidade política e social do país. O segundo foi arquitecto, pintor, ilustrador e um dos maiores cartoonistas portugueses das décadas de 60 e 70. O encontro, que será moderado por Maria Flor Pedroso, está marcado para esta quinta-feira (dia 20), às 21h30, no auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras. A entrada é livre.

ACTUALIDADE

MATINÉ MUSICAL COM ORQUESTRA A Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras vai até ao Palácio Marquês de Pombal com o espectáculo ‘OCCO Convida’, onde estão incluídas obras de vários compositores. Neste, que é já o terceiro concerto do ciclo, são apresentados os Perspective Trio, banda de jovens intérpretes vencedores do concurso ‘Jovens Músicos RDP 2015’.Nesta tarde musical, conte com um programa inovador, composto por estreias absolutas que contribuem para demonstrar as capacidades artísticas daquele conjunto. Com Pedro Costa, no piano, e o barítono, André Baleiro. A apresentação, que tem a Câmara Municipal de Oeiras como principal promotor, tem data marcada para o dia 22 de Outubro, pelas 16h00.

Requalificação ou demolição para 240 famílias

Moradores do Bairro Clemente Vicente, no Dafundo, correm riscos de segurança O Bairro Clemente Vicente, localizado no Dafundo e onde vivem 240 famílias, “apresenta graves problemas estruturais de falta de segurança”, conclui um estudo do LNEC, realizado a pedido da Câmara de Oeiras, que se reuniu, na sexta-feira, com moradores. Desde há muito que a situação do conjunto de 24 edifícios mandados construir nos anos 20 do século passado por Clemente Vicente para alojamento de operários no Dafundo é motivo de preocupação pelo estado de degradação que apresenta e que se foi agravando. Depois

de o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) ter feito uma vistoria, em finais de 2014, na sequência do colapso do pavimento de uma assoalhada (a pedido da proprietária), a Câmara de Oeiras solicitou aquela entidade a realização de um “parecer sobre as condições de reabilitação estrutural” daquele núcleo habitacional, num relatório que foi entregue à autarquia no final de Julho. Recorde-se que no tempo de presidência de Isaltino Morais, a Câmara manifestara aos moradores a intenção de comprar as suas casas, na condição de que todos os proprietários aceitas-

sem esse desfecho, algo que nunca se verificou devido a diferentes vontades e propostas entre os habitantes. Por agora, e tendo por base as conclusões do relatório do LNEC, a Câmara tem-se declarado aberta a ajudar numa solução, que deverá passar por uma decisão em torno de duas opções apontadas pelo laboratório do Estado: uma é a realização de uma “intervenção de reabilitação global e profunda” e outra é a pura e simples “demolição e reconstrução”. O parecer deixa claro que “tendo em conta os condicionalismos e os custos associados a

uma intervenção de reabilitação global dos edifícios, dado o actual estado geral de degradação, afigura-se que será economicamente mais viável a opção de demolição e construção”. Contudo, de momento, esta é uma solução que não agrada aos moradores, mais favoráveis à reabilitação das suas casas. Para se poder tomar uma decisão mais fundamentada, a reunião realizada no passado dia 14, entre o presidente da autarquia, Paulo Vistas, acompanhado por dirigentes e técnicos, o presidente da União de Freguesias que abarca aquele território, Carlos Moreira, e um grupo de moradores do Bairro Clemente Vicente, conclui pela urgência de criar um Gabinete Técnico Local com mandato específico para trabalhar na situação em causa. O gabinete, que funcionará com uma equipa multidisciplinar, deverá estar formado até ao final do corrente mês, segundo informação prestada pela Câmara ao Jornal da Região, e uma das suas tarefas fulcrais será a avaliação do investimento requerido pela opção de fazer a reabilitação global dos edifícios –um encargo que a Câmara de Oeiras decidiu assumir perante a dificuldade económica dos proprietários/ moradores em contratarem empresas especializadas neste tipo de avaliação.

Além desta avaliação de custos e da definição da metodologia inerente a esta alternativa, o Gabinete Técnico Local do Bairro Clemente Vicente também deverá apontar medidas imediatas para evitar derrocadas, tendo em vista a aproximação do Inverno, reforçando os pontos mais vulneráveis. Apesar de manifestar abertura para colaborar em qualquer uma das duas opções, a Câmara já deixou entender que poderá avançar para a

Os esboços deverão ser realizados até Março do ano que vem, sendo de seguida avaliados. Os locais a grafitar são espaços existentes nas esquadras de Miraflores, de Fiscalização e Intervenção Rápida, de Porto Salvo, de Oeiras (fará parte da decoração do futuro Gabinete da Violência Doméstica) e na de Queijas. O tema geral será ‘A Polícia – Proximidade’, mas o grau de liberdade criativa concedido será bastante alargado.

Jorge A. Ferreira

”Corrosão generalizada” Do que não há dúvidas é que se atingiu um ponto em que os perigos estão um pouco por todo o lado. O relatório do LNEC, a que o JR teve acesso, deixa claro que “todos os edifícios do Bairro Clemente Vicente apresentam graves problemas estruturais de falta de segurança para as actuais condições de utilização, relacionados essencialmente com a deterioração dos materiais ao longo do tempo e com a falta de obras de conservação adequadas e atempadas”. No concreto, “foram identificadas durante este estudo várias situações de risco de colapso ao nível dos pavimentos de madeira, das vigas metálicas das caves e dos passadiços exteriores”. Mas não só: “Para além dos problemas estruturais foram, também, observadas anomalias funcionais rela-

Polícia convida alunos a grafitar nas esquadras

‘Não grafites na rua, vem grafitar connosco’ é o mote da iniciativa, dedicada aos alunos do 3.º Ciclo e do Secundário, no âmbito das acções previstas pelo Programa Escola Segura. Escolas, centros de ocupação de tempos livre ou as entidades aderentes ao Programa ‘Escolhas’ são convidadas a participarem neste projecto, que visa estreitar os laços de proximidade entre a polícia e a comunidade em geral, sobretudo os jovens.

compra dos apartamentos com vista a deitar abaixo o bairro caso o custo/benefício de reabilitar não seja positivo. Isso mesmo foi transmitido, em recente reunião de Câmara, por Paulo Vistas, que lembrou a boa situação financeira actual da autarquia como suporte para uma operação de realojamento dos habitantes do Bairro Clemente Vicente, caso seja necessário.

Além dos “grafitos”, o conjunto de iniciativas a desenvolver pelo Programa Escola Segura inclui, também, a realização de um ‘Boneco de Neve’ para a época do Natal (trabalhos que serão depois expostos no Centro Comercial Allegro), acção que será acompanhada do apelo à contribuição de bens alimentares com vista a elaborar cabazes de Natal que serão doados a um grupo carenciado entre a comunidade idosa do concelho.

cionadas com deficiências das redes de drenagem de águas residuais e pluviais, na origem da ocorrência de infiltrações de água nas caves” e “os edifícios são muito vulneráveis à acção dos sismos, mesmo os de baixa intensidade”, não satisfazendo, também, as exigências de segurança contra incêndios. O relatório menciona “corrosão generalizada das vigas metálicas” existentes nas caves, alertando para o facto de que tal “já se traduz em perdas significativas da sua capacidade resistente, situações que podem colocar em causa a segurança dos utilizadores dos edifícios”. Obras (mal) feitas pelos proprietários, infiltrações e até ataques de térmitas são outros factores de risco apontados pelo LNEC.

Finalmente, para encerrar as actividades deste ano lectivo, entre 19 e 23 de Junho, no Parque dos Poetas, serão realizadas exposições dos trabalhos feitos pelos alunos, além de peças de teatro e espectáculos de música e dança, sobre temas referentes à (in)segurança, como sejam o ‘bullying’, os perigos na Internet, a violência no namoro, os comportamentos de risco ou a prevenção rodoviária.


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Os vossos Seniores em boas mãos! Fundada em fevereiro de 2015 a A.80 Residência Sénior é um exemplo de uma verdadeira sofisticação e simplicidade, em que o próprio nome assim o demonstra. A Letra A, transmite amor, pureza e a bondade. O 80 é pela média de idades dos Clientes, que na generalidade as Residências Seniores têm. O A, é por tudo o que anteriormente referi e também por ser uma questão de classificação, nomeadamente da Qualidade, é o topo, é a excelência, é para lá que pretendemos caminhar. A A.80 tem como visão proporcionar uma “Vida Plena seja qual for a idade.” Queremos que todos se sintam bem, residentes, familiares, visitas, colaboradores, fornecedores e parceiros. Que exista harmonia e acolhimento, capazes de nos ouvirmos uns aos outros. A A.80 centra-se nas pessoas, por forma as ajudar a ter mais qualidade de vida, para as ajudar a criar coisas que fazem a diferença, e não apenas para cumprir o tempo de Vida. A A.80 Residência Sénior é pautada por ir ao encontro das necessidades do mercado, neste sentido, disponibilizamos acolhimentos temporários, não só para reabilitação, mas também para o descanso do cuidador. A A.80 Residência Sénior, tem ao dispor dos seus Clientes um conjunto de serviços, desde Assistência Médica e Enfermagem, Fisioterapia, Programas de Reabilitação Cognitiva e de Estimulação Sensorial, destinados a Clientes com Demências. Na nossa Residência, cada Cliente é visto como um ser idiossincrático, desde de dietas personalizadas, à avaliação mensal nutricional realizada pela nutricionista. As nossas ementas são realizadas com bastante rigor, tendo em conta as orientações da OMS para as Pessoas Idosas e acrescido da implementação do HACCP, por este motivo, todo o processo que se inicia com a aquisição dos recursos materiais até à chegada ao cliente, tudo é realizado na Residência e pelos colaboradores da mesma. Como não queremos que os nossos Clientes sintam que apenas estão para passar o tempo e aguardar a hora, temos um conjunto de atividades de ocupação e lazer que mais uma vez, são delineadas à medida de cada um, tendo em conta os seus gostos e interesses, ou seja, embora exista um plano mensal de atividades pré-de-

finido, este é dinâmico o suficiente para incorporar outras atividades que possam ter necessidade de surgir. Dispomos ainda, de espaços para cuidados de imagem e Bem-Estar, como o cabeleireiro e ginásio. E como somos um todo, temos ainda uma capela, para que possa colocar em prática a sua espiritualidade. Acresce ainda, o facto de termos uma vista extraordinária para a Serra de Sintra, podendo os nossos clientes disfrutar de momentos prazerosos no nosso jardim. A A.80 Residência Sénior pretende ser uma referência e para tal procura participar ativamente na comunidade. Exemplo disso foi o 1.º Congresso Nacional de Estimulação Cognitiva e efeitos na Qualidade de Vida do Idoso, realizado no dia 28 de janeiro no Centro Cultural Olga Cadaval. Contando ainda com o lançamento do livro “A Qualidade de Vida do Idoso em contexto institucional” do qual é co-autora a Administradora da A.80 Residência Sénior, Dra. Mónica Pereira. O livro refere-se a um assunto que poucos gostam de abordar, a Institucionalização. Contudo, ela existe, por diversas razões, como a condição física e psíquica deficitária dos mais idosos, associada à falta de tempo e de conhecimentos por parte dos familiares para lidarem com este tipo de dependência, levam a que a Institucionalização seja o recurso. Importa salientar que este livro, não defende a institucionalização, mas sim, quando esta existe, que seja feita em condições físicas e humanas dignas, ou seja, que os idosos não percam a sua identidade, assim como não fiquem isolados tanto da comunidade como da sua família. Como é mencionado no livro, as Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) devem ter como preocupação “... a promoção da autonomia, a estimulação cognitiva e a valorização da história de vida de cada idoso, explorando as suas capacidades e interesses.” Neste momento, o objetivo é sermos uma Residência estável e com um projeto futuro bem delineado, com os colaboradores comprometidos com a missão da A.80 e que partilhem os seus valores, desenvolvendo uma cultura de rigor. Assim como também, programas de reabilitação física, destinados a pessoas com fraturas ou problemas musculo-esqueléticos.

DIA INTERNACIONAL DO IDOSO COMEMORAÇÃO Recentemente comemoramos o Dia Internacional do Idoso,”Reavivar Memórias”, foi o tema escolhido para esta celebração, com o objetivo de proporcionar a todos os presentes uma viagem às origens, nomeadamnte às origens dos nossos Seniores. Recriamos vários cenários, com objectos tipicos de várias regiões, desde amassar o pão, à taberna, passando por objectos de casa e da escola. Contámos com a presença de vários convidados, entre os quais, o Sr. Vereador do Departamento de Solidariedade Social Inovação da Câmara de Sintra, Dr. Eduardo Quinta Nova, o Sr. Presidente da Assembleia de Sintra, Dr. Domingos Linhares Quintas, o Sr. Diretor do Núcleo de Economia Social da Associação Empresarial de Sintra, Dr. Carlos Silva, entre outros ilustres. Foi um dia encantador, com várias atrações, nomeadamente a encenação de uma peça de teatro, em que os atores foram os Residentes da A.80 e colaboradores, a atuação do Rancho Folclore de Carenque e terminámos a noite com dissertação de poemas por uma Residente e com música, o Fado. São momentos

como estes que proporcionam sorrisos e que nos ajudam diariamente a compreender que estamos na companhia de pessoas especiais e que muito nos têm para ensinar. «Na qualidade de Administradora da A.80 Residência Sénior expresso a minha gratidão por momentos como estes e fazer votos sinceros de uma sonhadora, que sonha um dia que este País seja um exemplo de valores de igualdade, coragem e respeito pelos nossos anciãos.» Mónica Pereira Administradora da A.80 Residência Sénior

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Sintra Press Photo apresenta ‘Flagelo Humano’

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Estudos • Projectos Venda • Montagem

PROJECTOS CHAVE NA MÃO

O MU.SA (Museu das Artes de Sintra) dá abrigo à mostra que apresenta trabalhos realizados no Japão, República Democrática do Congo e Portugal, e que “reflectem a urgência e desespero de milhares de pessoas afectadas pelo conflito, pobreza extrema e desastres naturais”, como revela a organização do ‘Sintra Press Photo’. Sob o tema ‘Flagelo Humano’, a 2.ª edição do ‘Sintra Press Photo’ apresenta ao público os trabalhos de três fotojornalistas conceituados internacionalmente: Dominic Nahr, de origem suíça, colaborador habitual da revista Time, New York Times e National Geographic; Phil Moore, britânico, finalista no Visa d’or Prize em Perpignan, França; e o português Mário Cruz, de 28 anos, um dos mais promissores fotojornalistas portugueses da actualidade, vencedor da Categoria de Assuntos Contemporâneos do World Press Photo 2016.

Para Mário Cruz, as exposições de fotojornalismo são essenciais para divulgar trabalhos que considera serem pouco valorizados: “É uma honra fazer parte de uma exposição onde estão dois fotojornalistas que admiro imenso, e poder mostrar uma realidade portuguesa no meu país. É importante dar espaço a trabalhos que são fruto de um enorme esforço e dedicação”. Com financiamento e a convite da União das Freguesias de Sintra, a exposição é uma iniciativa da Associação Cultural Reflexo e conta com o apoio da Câmara Municipal de Sintra. Paulo Nunes dos Santos, do Teatro Reflexo, sublinha a relevância de mostrar realidades, ao público em geral, que afectam a Humanidade e o Planeta, mas que, muitas vezes, são ignoradas: “O ‘Flagelo Humano’ tem a capacidade de cumprir alguns dos propósitos essenciais do fotojornalismo”, justifica este responsável da organização.

Os três fotojornalistas contribuem com histórias distintas, mas que se conjugam do ponto de vista temático e estético. Mário Cruz expõe ‘Roof ’, um projecto que fornece um olhar único sobre a vida de um grupo de sem-abrigo a viver em edifícios abandonados na zona da Grande Lisboa. Da República Democrática do Congo, Phil Moore traz ‘Nightwalkers’, um olhar diferente sobre o êxodo de milhares de pessoas em fuga aos combates que, esporadicamente, ocorrem no leste daquele país. Do Japão, Dominic Nahr expõe ‘Fallout’, um trabalho realizado ao longo de vários anos em Fukushima, e que coloca em evidência as consequências do terramoto e do tsunami, de 2011. “O estilo e a sensibilidade do Mário impõem-nos a realidade do drama social que afecta milhares de indivíduos abandonados ao destino e a sobreviver num Portugal profundamente afectado pela crise económica. Os momentos capturados por Phil, transmitem a urgência e desespero de uma população traumatizada pela guerra e em fuga constante. O trabalho de Dominic dá a conhecer o rasto de destruição em largas áreas da zona costeira, culminando com um dos maiores desastres nucleares da História”, explica Paulo Nunes dos Santos. A inauguração da exposição, no sábado, dia 22, tem lugar às 17h00 e conta com a presença dos três fotógrafos, que constituem um painel de debate sobre as orientações e contextos dos trabalhos em exibição. A mostra pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 20h00, e aos sábados e domingos, das 14h00 às 20h00. O custo da entrada é de um euro. Os munícipes, menores de 14 anos ou maiores de 60, usufruem de um desconto de 50%.

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Segunda edição da exposição inaugura no dia 22 de Outubro


19 a 25 de Outubro de 2016

CINEMA

Jack Reacher: ‘Nunca Voltes Atrás’

Com Tom Cruise, como Jack Reacher, no principal papel, a película é baseada no romance best-seller de Lee Child, que vendeu mais de 100 milhões de livros em todo o mundo. Depois de Susan Turner (Cobie Smulders) ser presa por traição, nada fará Jack Reacher parar até provar a sua inocência e descobrir a verdade por detrás de uma conspiração governamental.

LIVRO

‘Vaticanum’, de José Rodrigues dos Santos

Baseado em acontecimentos verídicos sobre corrupção na Santa Sé, o livro narra a história do rapto do Papa, levado a cabo por um comando do Estado islâmico que entra de forma clandestina no Vaticano. Um thriller pleno de mistério, ‘Vaticanum’ é já o 16.º romance do jornalista da RTP.

Companhia real da música portuguesa em Sintra

Fundada por Fernando Pereira, a banda Real Companhia é reconhecida pela sua música marcadamente tradicional, preservando, recriando e divulgando a riqueza da cultura nacional, através de rimas e ritmo, preenchidas de encanto e entusiasmo. Herdando, dos Romanças, conjunto da qual derivou, um enorme papel na inovação e recriação da tradição musical, os Real Companhia ajudaram

Centro Cultural Olga Cadaval, Auditório Jorge Sampaio. Dia 23 de Outubro, às 17h00.

O oitavo cluedo teatral com assinatura da Don’Adelaide Produções oferece aos espectadores a oportunidade de serem inspectores por uma noite. Junte-se a esta expedição inspirada em Júlio Verne e na sua famosa ‘Viagem ao Centro da Terra’ e venha interrogar suspeitos, analisar provas e visitar espaços até então vedados ao público, com o objectivo final de descobrir quem fez cair a Maldição de Verne.

Musical ‘O Principezinho’ na Amadora Baseada na célebre obra ‘Le Petit Prince’, de Antoine Saint-Exupéry, o espectáculo é interpretado pelo Grupo de Animação e Teatro Espelho Mágico, em género de peça de teatro musical para toda a família. Esta é uma obra intemporal e mágica, que convida a uma viagem pelo sonho ao deixar mensagens simples sobre a vida e o amor, trazendo-nos novos ensinamentos. Com encenação e adaptação literária de Miguel Assis.

‘Se Me Amas’, Xutos e Pontapés

O disco recorda o concerto dado pela banda no Campo Pequeno, em Dezembro do ano passado, com uma gravação que eterniza esse momento excepcional. Um CD com 18 músicas do vasto reportório de clássicos da banda mais transgeracional e representativa do rock português.

O nome inconfundível do panorama musical português leva até Oeiras o espectáculo “Acid Jazz Project”, no qual se faz acompanhar por alguns dos mais notáveis músicos de Jazz nacionais, como Mário Mato e Gonçalves Tavares. O concerto, que visa a angariação de fun-

Classificados JR

Este é um espectáculo de animação onde a interacção entre as crianças e a contadora de histórias, Maria do Carmo, e o percursionista, Demétrio Soares, é uma constante. Com as malas de viagem cheias de bonecos, são estes os verdadeiros protagonistas destes Contos do Mundo. Conte com pás-

A Orquestra Sinfónica de Cascais apresenta o seu segundo concerto de Outono, com uma actuação para clarinete de Carl Maria von Weber, com Anna Paulová, e uma Sinfonia N.º4 em Mi menor, de Johannes Brahms. A direcção da orquestra está a cargo

saros, fadas, cães azuis, acompanhados por sons da chuva, das árvores e dos tambores de África, um grupo de amigos que anda pelo mundo a espalhar histórias, músicas e abraços! Casa da Marioneta de Sintra (Agualva). Dia 22 de Outubro, pelas 16h00.

do maestro Nikolay Lalov. A Orquestra Sinfónica de Cascais nasceu em 2015 e integra músicos do Conservatório de Música de Cascais e Oeiras e vários artistas convidados. Auditório Senhora da Boa Nova. Dia 23 de Outubro, às 18h00.

Amadora recebe actuação de Rogério Charraz

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Neste concerto são ainda revisitados os dois primeiros álbuns do artista, ‘A Chave’ e o ‘Espelho’, numa versão trio com Paulo Loureiro (teclas e clarinetes) e Carlos Lopes (acordeão, cavaquinho e percussão). Cineteatro D. João V (Damaia). Dia 22 de Outubro, pelas 21h30.

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O cantor português estreia o seu terceiro disco de originais e vem até à Amadora para apresentá-lo. Intitulado ‘Não Tenhas Medo do Escuro’, o novo trabalho de Rogério Charraz é composto por onze temas de autoria própria, excepto ‘Meu Amor Eterno’, produzido com o pianista Júlio Resende.

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Concerto de Outono no Estoril

Palácio dos Aciprestes (Linda-a-Velha). Dias 19, 20, 26 e 27 de Todas as sessões com início às 21h30. Outubro; 2, 3, 9, 10, 16, 17, 26 e Com lotação máxima de 40 pessoas, 30 de Novembro; e 1 de Dezembro. por cada apresentação.

MÚSICA

José Cid dá concerto solidário em Oeiras

a criar o denominado folk português.

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JORNAL DA REGIÃO

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19 a 25 de Outubro de 2016

Patrícia Mamona ‘salta’ para a televisão

Olha quem fala

Atleta olímpica junta-se à equipa do Fama Show Com apenas 27 anos, Patrícia Mamona é já um nome incontornável do desporto português. A atleta fez história ao sagrar-se campeã europeia de triplo salto, em Amsterdão, bater o recorde nacional – com a marca de 14,65 metros – e conquistar a sexta posição nos recentes Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Agora, junta à história da sua vida um novo capítulo.

Foto Face Models

“Este é um salto bastante diferente do que estou habituada, mas é, certamente, uma experiência enriquecedora e, claro está, aceitei o desafio”, confessa a jovem atleta, revelando ainda a sua opinião sobre as primeiras impressões que teve ao ouvir-se nas gravações: “Não gostei da minha voz, parece horrível. Tenho de me habituar”. Patrícia Mamona juntou-se assim a Cláudia Borges, Carolina Loureiro, Carolina Patrocínio, Iva Lamarão e Catarina Sikiniotis – outro novo rosto do popular programa da SIC – com uma rubrica própria e original, no programa Fama Show. ‘Salto Alto’: é assim intitulada a rubrica apresentada por Patrícia Mamona, onde vai receber atletas de diversas modalidades para uma conversa informal e descontraída, que pretende dar conhecer protagonistas de várias modalidades, bem como o lado mais escondido da vida destes desportistas nacionais. “Quero continuar a treinar para trazer medalhas, mas

também quero que o público perceba quão difícil é treinar para os Jogos Olímpicos. Este programa vai ajudar, de certo modo, a dar a conhecer o lado mais difícil de ser atleta, pois muitas vezes, entramos em esquecimento depois daquela prova, e esse espaço de tempo é para nós o mais difícil”.

“Este programa vai dar a conhecer o lado mais difícil de ser atleta” A estreia como apresentadora da estação de Carnaxide deu-se no passado dia 9 de Outubro. A primeira convidada recebida por Patrícia Mamona foi a judoca Telma Monteiro. Já no segundo episódio como anfitriã, a conceituada atleta nacional recebeu, no passado dia 16, Susana Costa, também ela atleta de triplo salto e representante lusa na final desta modalidade nos últimos Jogos Olímpicos “Este é uma rubrica muito interessante, pois vamos dar mais visibilidade aos atletas portugueses – que é muito importante para que consigam patrocínios – e a modalidades desportivas pouco valorizadas e divulgadas. Eu própria, que sou atleta, estou a descobrir modalidades que não fazia ideia que existiam”, revela.

Patrícia Mamona elogia ainda as novas colegas de trabalho, revelando ter sido muito bem recebida pela equipa: “Não as conhecia pessoalmente e elas foram super simpáticas. Perceberam o meu nervosismo e disseram que é normal, e é dessa maneira que encaro as coisas”. A atleta do Sporting, que aos 18 anos se mudou para os Estados Unidos para estudar Medicina e continuar a treinar – licenciatura que concluiu na Universidade de Clemson – não se intimida por não ter formação em comunicação ou jornalismo, confessando que se sente confiante por estar habituada a ser entrevistada: “Acho que vou fazer um bom trabalho, de forma natural, pois estou habituada a este mundo. Depois, também vejo televisão, leio jornais e revistas, e acho que aprendi um pouco com isso”. Quando questionada quanto a uma eventual carreira futura em televisão, Patrícia Mamona não fecha as portas a essa possibilidade, mas mantém intacta, apesar desta nova aposta, a vontade de continuar a conquistar títulos desportivos para Portugal: “Neste momento, estou muito focada no programa e na minha carreira desportiva. Quero continuar a fazer boas provas, conquistar títulos para o meu país e tentar chegar o mais longe possível. A partir daí, tudo pode acontecer. A entrada no Fama Show vai ser o início de uma vida um pouco diferente daquilo que eu esperava”, confessa.

“Sinto-me cada vez mais sensual e tento contrariar a minha idade. Estou numa fase muito feliz da minha vida”. CRISTINA FERREIRA, depois de desfilar na ModaLisboa, na Flash Vidas. “Mas vocês acham mesmo que eu estaria alguma vez envolvida musicalmente com a Maria Leal? Não tenho nada a ver com essa coisa. As pessoas quando querem subir, têm de subir por algum lado. Há beijinhos envenenados e este foi um deles (…) Não tenho nada a ver com aquela música, acho aquilo horrível”. NUCHA, depois de ser associada ao projecto musical de Maria Leal, nas redes sociais. “Ele continua, muitas vezes, a circular à porta de minha casa. No outro dia, eu estava a sair do padel e ele estava parado à porta do estacionamento do local onde tenho aulas. Continua a perseguir-me em revistas, através dos meus filhos, pelo que lhes vai contando e relatando...” BÁRBARA GUIMARÃES, afirma ser ainda perseguida pelo ex-marido, na LUX.

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INICIATIVAS

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‘Turma imbatível’ em vida saudável

Projecto destinado a escolas do 1.º Ciclo No âmbito do Dia Mundial da Alimentação, que se celebrou no passado dia 16 de Outubro, o Lidl Portugal apresentou o seu projecto ‘Turma Imbatível’, que conta com o apoio das direcções-gerais de Saúde e da Educação e do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável.

A iniciativa pretende incutir hábitos de vida mais saudável em crianças dos 6 aos 10 anos, e irá visitar cerca de 100 escolas até ao final do ano lectivo. As escolas do distrito de Lisboa que pretendam receber o projecto, até ao final do mês de Novembro, podem-se inscrever através de projetoturmaimbativel@gmail.com.

Este projecto pretende sensibilizar os mais jovens a terem um estilo de vida saudável, centrando-se, não só na importância da alimentação saudável, mas também na relevância da prática de actividade física, da higiene oral, das horas de sono, entre outras questões relevantes. Integrado na estratégia de responsabilidade social do Lidl,

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o projecto ‘Turma Imbatível’ fará também chegar às crianças mensagens simples, eficazes e fáceis de integrar no dia-a-dia, relacionadas com temas como o desperdício alimentar, a conservação dos alimentos e a cadeia de valor. Depois de nos últimos cinco anos ter contactado, de forma directa ou indirecta, cerca de 41 mil alunos em 200 escolas com projectos de responsabilidade social sobre o tema ‘estilos de vida saudável’, esta cadeia de distribuição alimentar dá agora a oportunidade a mais 100 escolas do 1.º Ciclo, de norte a sul do país, candidatarem-se a receber este novo projecto, que engloba três eixos distintos: workshops, com jogos lúdico-pedagógicos nas escolas e sessões de alimentação saudável dirigidas a famílias; visitas guiadas às lojas, permitindo o contacto com os alimentos, compreender as suas características, e a importância da gestão de datas de validades e do respeito pela cadeia de frio; e visitas virtuais aos produtores, demonstrando a cadeia de valor. Vanessa Romeu, directora de comunicação e responsabilidade social, afirma que este projecto “faz parte do esforço contínuo do Lidl Portugal em educar a geração futura para estilos de vida mais saudá-

veis e para um ambiente mais sustentável. Com este tipo de iniciativas pretendemos levar até às crianças, e suas famílias, informação relevante que ajude a combater por exemplo a obesidade infantil, o sedentarismo e o desperdício alimentar.” Pedro Graça, da Direcção-Geral da Saúde, refere que “através da alimentação e das decisões de compra que tomamos diariamente, podemos modificar a nossa saúde e a do planeta” Para Rui Lima, da Direcção-Geral da Educação, “este projecto que agora se (re)inicia, é uma iniciativa que visa promover os hábitos alimentares saudáveis em crianças, colaborando com as escolas no desenvolvimento de competências em saúde alimentar, através do recurso a instrumentos lúdicos que reforcem as temáticas abordadas em contexto de sala de aula”. O projecto ‘Turma Imbatível’ engloba ainda um passatempo dirigido aos alunos do 1.º Ciclo, que consiste na criação de um desenho baseado nos elementos da roda dos alimentos, onde os vencedores terão os seus desenhos transpostos para embalagens de artigos à venda nas lojas, tais como embalagens de fruta, leite e água.

Médico de Família Cuidados paliativos A Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) promove uma campanha de informação sob o mote ‘Qualidade e dignidade até ao fim’. A APCP pretende reiterar que os cuidados paliativos são um direito humano básico para todas as pessoas portadoras de doenças crónicas e limitantes. A campanha realiza-se no âmbito do Mês dos Cuidados Paliativos (Outubro), e pretende passar a mensagem da Worldwide Hospice Palliative Care Alliance, que defende que “viver e morrer com sofrimento não é algo que tenha de acontecer”. “Em Portugal, por ano, cerca de 89 mil doentes necessitam de cuidados paliativos, no entanto, cerca de 50% dos doentes referenciados acabam por morrer sem terem acesso aos respectivos cuidados. O nosso país continua a ter apenas uma equipa de cuidados paliativos domiciliários por 590 mil habitantes, quando as recomendações internacionais apontam para uma por cada 100 mil habitantes”, relembra Manuel Luís Capelas, presidente da APCP.

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MOTORES

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Equipado a rigor

Versão N-Connecta reforça lista de equipamento de série no Nissan Juke. Motor 1.5 dCi continua a ser melhor opção Lançado em 2010, o Nissan Juke continua a ser um produto de sucesso. A mais recente versão N-Connecta actualiza a oferta de equipamento e tecnologia a preço verdadeiramente competitivo.

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As características do Nissan Juke já são por demais conhecidas, mas é bom lembrar a apetência do popular modelo para o chamado ‘crosse urbano’, muito embora com qualidades de estradista e até de aventureiro. Ou seja, um verdadeiro ‘crossover’ que continua a distinguir-se pelo arrojado, e ainda polémico, design. Com o lançamento recente da versão N-Connecta, a Nissan reposicionou o Juke face à concorrência, dotando-o de uma extensa lista de equipamento, mais tecnologia, conforto e qualidade interior. Assente em duas motorizações a gasolina (1.2 DIG-T de 115 cv e 1.6i de 117 cv) e na já conhecida opção diesel 1.5 dCi de 110 cv, oferece, entre outros itens, jantes em alumínio de 17 polegadas, espelhos retrovisores aquecidos, reguláveis electricamente e na cor da carroçaria, faróis LED diurnos e de nevoeiro, novas cores e ponteira de escape em inox. Lá dentro, a nova versão

dotou o Juke de bancos dianteiros aquecidos e com acabamento em pele, volante e punho de mudanças também em pele e ar condicionado automático. Mas o principal destaque vai para a introdução do sistema NissanConnect, com ecrã táctil de 5,9 polegadas, que integra câmara traseira de estacionamento, navegação satélite em 3D, tecnologia Google, sistema áudio e multimédia. Chave inteligente e botão de arranque, cruise control com limitador de velocidade, sensores de luz e chuva, entre outros itens, completam a generosa lista de equipamentos. Para o teste efectuado pelo JR, a Nissan disponibilizou a versão equipada com o bloco dCi

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1.5 de 110 cv, que já não nos surpreendeu, mercê da excelente performance e nível de economia que sempre proporciona nos diversos modelos em que é utilizado. Como exemplo basta referir os 260 Nm de binário e os 5,2 l/100 km registados como média de consumo em percurso misto (a marca anuncia 4,0l/100 km). Com preços a começar na casa dos 19.850€ para a versão 1.2 DIG-T, com desconto adicional em campanha de financiamento, esta continua a ser uma excelente opção para quem procura um carro económico, ágil, ousado e, agora, muito bem equipado. Paulo Parracho


DESPORTO

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Mais um título para o Linda-a-Pastora

Vitória no Nacional de Meia-Maratona

O Linda-a-Pastora Sporting Clube é o primeiro Campeão Nacional de Meia-Maratona, em Masters. A equipa concelhia alcançou a vitória colectiva na prova disputada no passado dia 9, na Moita. A prestação colectiva do Linda-a-Pastora Sporting Clube garantiu mais um título nacional ao popular clube oei-

rense, no primeiro ano em que se disputou Campeonato Nacional de Meia Maratona Masters. A prova decorreu conjuntamente com a 19.ª Meia Maratona Ribeirinha, na Moita, no passado dia 9 e teve como vencedor absoluto, Artur Rodrigues, do GDC Guilhovai. No entanto, a equipa oeirense, mesmo sem alcançar qualquer lugar no Top 10

da geral, embora com várias subidas ao pódio e vitórias individuais nas diferentes categorias, somou o número indispensável de pontos para conquistar o título, à frente do Mem Martins e por larga vantagem. “Após rectificações às classificações, o nosso Clube sagrou-se o primeiro Campeão Nacional de Meia Maratona de Masters, o que muito nos orgulha,

pelo que iremos ficar na história, assim como todos os atletas que participaram no Campeonato”, refere o carismático presidente do Linda-a-Pastora, José Manuel Isidro Para o resultado alcançado, muito contribuíram as prestações de José Félix, 12.º da geral e 3.º M45, João Caldeira, 13.º e vencedor da categoria M55, e Aires Pratas, 25.º a cortar a meta e 3.º entre os M60. Por categorias, para além de João Caldeira, Fernando Chamusca ganhou em M65, enquanto João Conceição foi 2.º classificado entre os M70, tal como Arménio Patrício em M75 e Vanda Augusto em F60. De referir que, a nível feminino, a vitória colectiva pertenceu ao União Povoense.

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José Félix foi o melhor atleta do Linda-a-Pastora ao terminar no 12.º lugar

Surfistas unidos por causa social sional sénior, foi o mentor da ideia: “Queremos dar alguma coisa à sociedade e sensibilizar as pessoas em relação ao cancro e à realidade que é hoje em dia, em que aparece em pessoas mais novas”, disse. A iniciativa solidária realizou-se em parceria com a Acre-

ditar, Instituição Particular de Solidariedade Social que apoia crianças utentes de serviços de oncologia pediátrica, e contou com a presença de alguns “Barnabés”, denominação para crianças, jovens ou adultos que vivem ou viveram uma doença oncológica.

Alexandra Correia, da Acreditar, descreveu o dia: “conseguimos, com sucesso, o objectivo de dar às crianças tempo de qualidade, passado com professores e pais entusiasmados, numa actividade divertida e em contacto com o mar”.

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População quer mais contrapartiddas

REPÓRTER JR

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Câmara garante consulta pública sobre destino de antigo quartel Quando houver uma versão definitiva do empreendimento previsto para o antigo quartel de Linda-a-Velha será lançado um período de discussão pública para acolher sugestões que possam, ser, ainda, integradas no projecto, garantiu o presidente da Câmara na Assembleia Municipal de Oeiras no passado dia 10. O debate sobre o antigo quartel de Linda-a-Velha – que decorreu noutro quartel, este moderno e pertencente aos Bombeiros do Dafundo – motivou bastante afluência de público. Fazendo um ponto da situação prévio, o presidente da Câmara frisou que, afinal, nada está ainda decidido porque nada foi ainda aprovado em sede de Câmara ou da Assembleia Municipal – isto apesar de o promotor (o Grupo Sonae, que ali pretende instalar um hipermercado,

comércio, serviços e habitação) ter já demolido a maior parte dos edifícios antes ali existentes. Paulo Vistas revelou, por outro lado, a intenção de realizar uma consulta pública do projecto, o que considerou normal tendo em conta o significativo impacto do empreendimento em causa. Todavia, o período de consulta só deverá ser lançado depois de existir uma versão definitiva do projecto, uma vez que o plano do promotor tem sido sujeito a reformulações de forma a ir ao encontro das exigências da autarquia. Respondendo a quem aponta o dedo à Câmara por não ter tentado adquirir o quartel ao Estado, o edil apontou para a existência de outras prioridades, como os centros de saúde. Explicações que não evitaram fortes críticas da oposição. O

PS, que foi responsável pelo agendamento deste assunto na sessão extraordinária realizada no Dafundo, reiterou a acusação de falta de transparência do executivo por este ter deixado avançar o processo sem antes informar a população. No mesmo sentido, criticou a Câmara por não ter divulgado pelos órgãos municipais o estudo prévio realizado pelos serviços já em 2014 e, ainda, por “ter abdicado” de realizar um plano de pormenor para aquela área vital, o qual “reforçaria a qualidade e sustentabilidade da opções urbanísticas a tomar”. Os deputados socialistas apresentaram uma proposta de recomendação para “selar politicamente” o compromisso da consulta pública, mas a intenção foi travada pelos votos do PSD e do IOMAF, com CDU, BE, CDS e PAN a votarem a favor.

Por parte do público, voltou a ouvir-se o receio de que a mobilidade naquela zona se deteriore ainda mais, para além da insatisfação perante o uso do antigo quartel ser consagrado a mais uma superfície comercial numa área que já tem várias unidades do género, quando a população de Linda-a-Velha continua sem espaços apropriados para realizar eventos que dinamizem a vida em comunidade. Alguns moradores pediram que, não sendo possível travar o empreendimento, pelo menos sejam exigidas mais contrapartidas para quem habita nas imediações, incluindo o estacionamento. Ou então que a altura dos edifícios possa vir a ser reduzida – o projecto prevê a construção de imóveis com quatro e seis pisos, o que contrasta com a volumetria nas imediações. O presidente da União de Freguesias, Carlos Moreira, também voltou a manifestar a sua posição desfavorável ao destino previsto para o antigo quartel. Uma opinião que reiterou ao JR: “Se este projecto for para a frente tal como está não será, de todo, o nosso projecto pois não corresponde ao que a União de Freguesias defende para aquele local”, frisou o autarca, disposto a “empenhar-se na divulgação do processo de consulta pública quando o mesmo ocorrer”. JAF

Inaugurado laboratório de referência de saúde animal O Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), localizado na Quinta do Marquês, em Oeiras, recebeu a visita do ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos, bem como do Comissário Europeu da Saúde e Segurança Alimentar, Vytenis Andriukaitis, no passado dia 14. O motivo foi a inauguração do Laboratório Nacional de Referência de Saúde Animal (LNRSA).

Dotado de salas de elevado nível de biossegurança, equipado com tecnologias de ponta, a nova unidade terá por missão coordenar e promover as funções de investigação e desenvolvimento, assim como de serviços diferenciados na área da saúde animal, incluindo as doenças transmissíveis aos humanos. O INIAV-LNRSA é, também, o laboratório nacional de suporte à Direcção-Geral de Alimentação e Vete-

rinária. Como tal, participa na implementação de planos oficiais de vigilância, controlo e erradicação das

doenças dos animais, colaborando, igualmente, com veterinários e organizações de saúde animal.

União das Freguesias de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada/Dafundo

Da União fazemos a força

A Reforma Administrativa do Território implementada pelo Governo em 2013, instituiu um novo modelo de organização das Freguesias, lançando um enorme desafio aos Eleitos Locais – Juntas de Freguesia e Assembleias de Freguesia – na adaptação das estruturas existentes às novas exigências legislativas e organizacionais, conferidas pela Lei n.º 75/2013. Este desafio tornou-se ainda maior para as freguesias que se agregaram em Uniões, uma vez que não foram garantidos meios financeiros, técnicos e humanos que permitissem a responder às expectativas criadas junto das populações, bem como na manutenção da identidade social e cultural de cada uma das populações, muitas vezes com características muito heterogéneas. A par destas, surge-nos o desafio de estarmos na fronteira com a cidade de Lisboa, e um modelo de funcionamento das freguesias ímpar no nosso país, o que leva a uma inevitável comparação entre o trabalho desenvolvido em cada um dos concelhos sem que se verifiquem as mesmas competências delegadas. A nossa união de freguesias agregou as anteriores freguesias de Algés, Linda-a-Velha e Cruz-Quebrada/Dafundo, servindo cerca de 48.000 habitantes e muitos outros milhares de pessoas que trabalham e se encontram estabelecidas no nosso território. Tendo como horizonte o serviço à comunidade, o Poder Local deve contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos seus fregueses e manter uma estreita e constante ligação com as ‘forças vivas’ da freguesia. Passados três anos, é tempo de realizar um primeiro ba-

lanço, perceber se as novas competências corresponderam às expectativas da população e se a estrutura da Junta de Freguesia responde às exigências que se nos colocam, e na nossa União de Freguesias o balanço é positivo. A estrutura sofreu uma mudança considerável, de uma grande exigência, trabalho e dedicação, mas que actualmente e dentro das possibilidades dos recursos que dispomos, permitiu-nos ganhar sinergias e lançarmo-nos para novos desafios. Hoje consideramos que as populações têm melhor resposta, com maior racionalidade na disponibilização de recursos. Não obstante algumas dificuldades com que ainda nos deparamos, continuamos a trabalhar afincadamente, pois consideramos que na nossa União existem ainda oportunidades para gerar mais sinergias e em conjunto podermos ultrapassar as barreiras existentes, para construir uma Comunidade mais Coesa, Solidária e Feliz. É pelas pessoas e para as pessoas que a equipa de funcionários e colaboradores desta União, lideradas pelo Executivo da Junta de Freguesia, que tenho a honra de presidir, trabalha e continuará a trabalhar. Neste momento encontra-se em discussão, na Assembleia da República, uma possível alteração das freguesias, através de uma nova Reforma Administrativa do Território. Concordo que é necessária uma avaliação e em alguns casos mesmo uma alteração ao território de algumas uniões/ freguesias. Espero, no entanto, que desta vez as alterações sejam fruto de uma avaliação/ ponderação profunda e fundamentada, não pondo em causa o trabalho árduo desenvolvido e as reestruturações empreendidas pelas actuais uniões de freguesias, já que assim não o foi em 2013. Carlos de Sales Moreira presidente da União das Freguesias de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada/Dafundo

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19 a 25 de Outubro de 2016

Osteopatia ganha nova valência Projecto da Clínica Universidade Atlântica na área infantil

A osteopatia pode ajudar bebés e crianças a ultrapassar diversos problemas físicos, desde recém-nascidos a partir da primeira semana de vida até jovens com 16 anos. O tratamento osteopático é suave e não invasivo. A osteopatia trabalha músculos, fáscias, articulações e outras estruturas relevantes do corpo do paciente. Trata o corpo humano como um todo e na abordagem toma em consideração uma série de aspectos relevantes da vida de cada bebé ou criança. A osteopatia constitui um sistema de cuidados de saúde primário, complementar a outras práticas médicas, sendo profundamente orientada pelas ciências biomédicas. Um importante princípio da osteopatia é o do reconhecimento dos mecanismos naturais de auto-cura do corpo humano, procurando reestabelecer o seu equilíbrio através de manuseamentos suaves e sensitivos.

As mãos de um osteopata infantil são mãos que desenvolveram uma sensibilidade dirigida. São mãos que monitorizam a saúde do corpo que tocam. Não empurram estruturas. O que fazem é monitorizar o mecanismo

interno de funcionamento do corpo, certificando-se que esse mecanismo/movimento permite conhecer áreas de restrição a libertar (“não há vida sem movimento, nem movimento sem vida”). As primeiras clínicas de os-

teopatia infantil na Europa têm cerca de 50 anos e surgiram em Inglaterra. Os pacientes podem chegar à osteopatia por indicação do pediatra (no caso dos bebes e crianças) e do clínico geral (no caso dos adultos)

ou optarem por se deslocar à clinica de osteopatia por sua própria vontade e iniciativa. A 1.ª consulta levará 45-60 minutos e o osteopata infantil falará com os pais ou tutores para obter evidências clínicas tão completas quanto possível. Depois examinará os movimentos e posturas do bebé ou criança. Quando chega a um diagnóstico dá uma explicação detalhada e expõe as opções de tratamento. Há pacientes que necessitam de apenas uma única sessão de tratamento, outros resolvem os seus distúrbios de acordo com um plano de sessões mais ou menos longo. É ainda comum poderem ser vistos numa base regular periódica, no âmbito de abordagem terapêutica de médio-longo prazo. A osteopatia é tão ou mais eficaz quanto mais precoce for identificado o distúrbio (ou propensão para desenvolver o distúrbio), no recém-nascido e criança. Assim, a osteopatia infantil tem provado ser eficaz em situações tão diversas como: alterações da forma do crânio e face, refluxo, cólicas, obstipação, transtornos do sono e no adormecer, agitação, otite, sinusite, estrabismo, torcicolo congénito, escoliose, disfunção do plexo braquial, luxação congénita da anca.

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Em Portugal, a osteopatia infantil encontra-se em plena afirmação e vem ganhando crescente notoriedade. Prova disso, num projecto pioneiro, está a ser desenvolvida na Clinica Universitária Atlântica. Trata-se de um espaço de promoção de cuidados de saúde, com as valências de fisioterapia, nutrição, psicologia e osteopatia (adultos e infantil). Este projecto, orientado para dar resposta às necessidades da população em geral, serve também a comunidade universitária e tem como objectivo criar um acompanhamento e registo sistematizado dos pacientes das várias especialidades, incluindo, naturalmente, os bebés e crianças da osteopatia infantil. Com a criação desta plataforma de conhecimento integrado e multidisciplinar, a Atlântica procura também criar condições para que, a partir da publicação de artigos de validade científica, a importância da osteopatia possa ser cada vez mais reconhecida no nosso país. Susana Wilton Piegas Osteopata Infantil, Clínica Universitária Atlântica Pós-Graduada em Osteopatia Infantil pela Universidade Atlântica (www.uatlantica.pt/index. php/clinica-universitaria-2/)

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Edição de Oeiras 99 do Jornal da Região  
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