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Porte Pago

Autorizado pelos CTT a circular em invólucro fechado de plástico. Autorização nº DE02692007MPC

Ò Ò Autárquicas

Ò Ò Política

Lista independente avança em 2013

“Não me demito”

Uma lista de cidadãos desiludidos com os partidos vai a votos nas eleições do próximo ano » última

» pág. 5

Jornal da Marinha

Director: António J. Ferreira

www.jornaldamarinha.pt

Telefone: 244 502 628

 

QUI10MAI2012

ANO: XLVII - Nº 2509

Preço: 1,10 € (IVA inc.)

GRANDE

sport Lisboa e Marinha Campeão distrital Ò Ò Associativismo

“Fui traído pela célula do PCP” O antigo presidente da Associação de Reformados demitiu-se da direção. Abílio Jordão garante que foi “forçado pela célula do PCP na ASURPI” » pág. 3

Ò Ò Comércio

Empreendedorismo no centro tradicional » págs. 6 e 7

Ò Ò Política

Assembleia municipal aprova contas » pág. 8

Ò Ò Natação

Marinhenses vencem distrital de clubes » pág. 14

O SL Marinha sagrou-se no último domingo campeão da I Divisão Distrital. Estão de parabéns os atletas, técnicos e dirigentes do clube da Ordem » pág. 13

OURO

compro Prata fina 600€/kg Prata velha 450€/kg

Ouro

Ouro

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Pago muito melhor Ouro cascalho 18 k . . 22,70€/gr Ouro cascalho 14 k . . 16,00€/gr Ouro cascalho 9 k . . . 10,00€/gr Jóias . . . . . . . 20,00 a 80,00€/gr Não venda sem nos consultar

fino

37,00€/gr 19,2 k

27,00€/gr

Moedas 22 k 32,70€/gr

Pagamos em dinheiro no ato da compra Relógios em ouro e prata cautelas de penhor

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Local

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Jornal da Marinha Grande

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JORN AL DA M ARI N H A GR AN DE

António José Ferreira

Editorial

O lado positivo do desporto concelhio

S

endo a Marinha Grande um cidade muito dada a conversas de café, tem sido amplamente discutido o problema da vinda da U. Leiria para a nossa cidade e os problemas que tal decisão acarretou e pode vir a acarretar. Já aqui deixámos algumas dicas relativamente a esse assunto, que muito provavelmente os tribunais decidirão. Ou não, caso haja bom senso. Mas convém recordar que estamos perante um problema que envolve um devedor (U. Leiria Futebol SAD), um credor (uma empresa de Braga) e duas partes interessadas (Câmara da Marinha Grande e AC Marinhense). Anda por aí muito ruído em torno desta questão, fundamentalmente porque foram poucos os que leram o protocolo entre o clube leiriense e a autarquia marinhense. Ora, nestas condições, é natural que nem sempre o que se ouve tenha correspondência com a realidade. O tempo clarificará, certamente, esta questão. Mas esta é a altura certa para destacar os feitos de duas coletividades da Marinha Grande: AC Marinhense e SL Marinha. Por um lado, é de realçar o título de campeão distrital da I Divisão, a subida à Divisão de Honra e enaltecer o trabalho do treinador Vítor Duarte. Por outro, estão

de parabéns os juvenis do AC Marinhense pelo título distrital e a consequente subida aos nacionais. E neste sábado, os jovens marinhenses poderão juntar a taça ao campeonato caso vençam a U. Leiria na final, em jogo a disputar em Casal dos Claros. Estes títulos, merecidos, deveriam levar os responsáveis dos clubes desportivos da Marinha Grande a sentarem-se à mesa, pois os recursos são cada vez mais escassos e não faz sentido continuarem de costas voltadas. A autarquia tem aqui uma palavra a dizer, pois é ela que disponibiliza as verbas que têm permitido a manutenção da prática desportiva. De uma vez por todas, há que definir o que se pretende para o desporto neste concelho. Não faz qualquer sentido continuar a pagar por cabeça e muito menos desperdiçar dinheiro em grupos de rapazes que se encontram aos domingos à tarde para dar uns chutos na bola. E se olharem para as infraestruturas existentes no concelho talvez cheguem à brilhante conclusão que as que existem são mais que suficientes, muito provavelmente estão mal aproveitadas. Será pedir muito que se defina um rumo para o desporto marinhense ou vamos continuar a ver os clubes a trabalhar por conta própria e de costas voltadas? ß

Cosmética automóvel

opinião

Ricardo Lopes Presidente da Concelhia do PS

Tentativa de assassinato político do Presidente da Câmara “Os custos mensais do Estádio com o Leiria davam para comprar um sintético por mês”. Na sua última edição, o Jornal da Marinha Grande traz um artigo de opinião do ex-vereador Artur de Oliveira onde é pedida a demissão do Presidente Álvaro Pereira por “evidente má gestão de bens públicos, materiais e económicos”. O referido artigo termina explicando que a má gestão se fica a dever ao facto dos custos de manutenção do estádio com a presença da União de Leiria serem equivalentes ao custo de um relvado sintético por mês. Esta afirmação se não tivesse sido feita por um ex-vereador da Câmara Municipal até poderia ser compreendida à luz da ignorância. No entanto, sendo o Senhor Artur de Oliveira uma pessoa que desempenhou no último mandato um lugar de relevo no executivo CDU/PSD não se compreende este tipo de afirmações pelo simples facto de serem absolutamente mentirosas e descabidas de seriedade. O custo total das despesas de manutenção do Complexo Desportivo durante um ano inteiro,

onde se inclui os três relvados, cinco campos de ténis, uma pista de atletismo, um auditório, um ginásio e outras instalações de apoio utilizadas de forma diária e gratuita por mais de 300 munícipes, não atingem o custo de um relvado sintético quanto mais de 12 relvados sintéticos. Para que melhor se possa compreender o que aqui afirmo o custo total durante um ano inteiro da Zona Desportiva com luz, gás, manutenção dos relvados, funcionários, produtos de limpeza e seguros é bastante inferior a 160 mil euros (custo da instalação de um relvado sintético). O custo apregoado de 12 sintéticos significaria dois milhões de euros, pelo que facilmente se percebe a ridícula afirmação do artigo de opinião. Afirmar “que os custos mensais” dos relvados mesmo que fossem utilizados apenas pela União de Leiria significam um relvado sintético por mês é uma frase própria de quem passou pela autarquia sem o mínimo de preparação para o cargo que desempenhou e que poderá ser explicada pelo facto da pessoa em causa reivindicar uma parce-

la de terreno em Casal de Malta (que os sucessivos executivos camarários têm negado). O Senhor Artur de Oliveira ao pedir a demissão do Presidente Álvaro Pereira pelos custos que a presença da União de Leiria (não) teve para o município deveria lembrar-se que fez parte do Executivo camarário com a CDU e que deixou esgotar os prazos dos financiamentos do POLIS para a conclusão da recuperação da Ribeira das Bernardas na Zona Desportiva por causa de umas barracas e que, com essa inação, o município pode vir a perder mais de 600 mil euros de financiamento do POLIS. A Câmara Municipal vê assim esfumarem-se mais de 600 mil euros e esse facto, apesar de ter lesado fortemente os cofres da autarquia, não motivou um pedido de demissão do então vereador Artur de Oliveira pelo que o pedido que agora faz é uma clara tentativa de assassinato político do Presidente da Câmara Municipal. É o exemplo claro que em política vale tudo para se conseguir enganar a opinião pública. ß

(R)Humor Olha, Álvaro Pereira diz que não se demite por causa da U. Leiria…

Acho bem, ele nem teve nada a ver com o negócio!

“E o burro sou eu?!”

Lavagem e limpeza personalizada de interior e exterior

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Diretor

de automóveis. Lavagem de estofos, carpetes e tetos. Av. José Gregório, 96 - Marinha Grande Marcações pelo telemóvel 919 441 781

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Fininha

Rufia*


Local

Jornal da Marinha Grande 10 de maio de 2012

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JORN AL DA M ARI N H A GR AN DE

Ò Ò ASURPI

Célula do PCP força demissão de Abílio Jordão O antigo presidente da Associação Sindical União de Reformados, Pensionistas e Idosos da Marinha Grande demitiu-se da direção. Abílio Jordão garante que foi “forçado” a tomar esta decisão por vontade “da célula do PCP na ASURPI”

A

polémica instalou-se na associação de reformados da Marinha Grande. Depois de quatro anos à frente da ASURPI (2008-2012), Abílio Jordão passou o testemunho em fevereiro último, mas manteve-se na direção. Certo é que o ambiente se deteriorou nas últimas semanas, o que levou Jordão a suspender o mandato, em 16 de abril, “devido ao mal-estar existente”. Como até 28 de abril não recebeu qualquer feedback do pedido de suspensão do mandato, Abílio Jordão escreveu uma nova carta a comunicar que retomaria funções. Certo é que, passados dois dias, ou seja, a 30 de abril, a direção informa-o por carta que o pedido de suspensão tinha sido aceite. Mas, a 2 de maio, na sequência da decisão da célula do PCP na ASURPI em forçar a saída do antigo presidente, demitiu-se. Aliás, como membro do PCP, “não me restava outra alternativa”. Abílio Jordão sente-se “descar-

Ò Ò foto: Arquivo

não é pelo PCP mas por gente que se aproveita do PCP”. O agora antigo dirigente deixa ainda um desabafo: “esta gente fez aquilo que o presidente da Câmara não conseguiu fazer em dois anos, ou seja, tirar-me de lá”. ÒÒGesto obsceno gera polémica

tável” visto que “a minha utilidade para a ASURPI parece que chegou ao fim”. Este processo de “saneamento” fez com que o ex-presidente da associação de reformados se sinta “traído”, além de que “é profundamente injusto após o trabalho que desenvolvi”. O JMG apurou que a célula do PCP na ASURPI entende que não existirão condições para trabalhar

com Abílio Jordão, uma vez que este dificulta o normal funcionamento da associação. ÒÒASURPI politizada

O processo que levou à saída de Jordão da ASURPI configura que a associação de reformados esteja politizada. Abílio Jordão não rejeita esta ideia, pelo contrário. “A ASURPI está politizada, sem dúvida, mas

Se as relações entre Abílio Jordão e a direção da ASURPI já não eram as melhores pior ficaram a partir de 15 de abril, após a realização do almoço de aniversário da associação, na coletividade da Ordem. O presidente da Câmara da Marinha Grande garante que durante a sua intervenção, Abílio Jordão brindou-o com um gesto obsceno. Álvaro Pereira sentiu-se “incomodado” com a situação e só não abandonou o local “por respeito aos associados da ASURPI presentes”. A associação, aliás, penitenciou-se pelo ato do seu antigo presidente, publicando no JMG um pedido de desculpas público. Confrontado com a situação, Abílio Jordão garante que não fez qualquer gesto obsceno ao líder da autarquia. ß

Ò Ò Autárquicas

Francisco Duarte ganha força no PCP O presidente da Junta de Freguesia da Marinha Grande poderá ser o candidato do PCP à liderança da Câmara Municipal. Alberto Cascalho será a escolha natural mas Francisco Duarte poderá ser o eleito A pouco mais de um ano de eleições, já começaram as movimentações nos partidos políticos… e não só. O único em que não há, para já, grandes dúvidas é no PSD, pois António Santos voltará a ser o cabeça-de-lista, embora a decisão só seja definitivamente tomada após as eleições na concelhia, aprazadas para breve. No PS é praticamente certa a recandidatura de Álvaro Pereira, mas como já aqui demos conta aos nossos leitores começam a surgir vozes discordantes no interior

do partido, que não reconhecem qualidades políticas suficientes ao autarca para voltar a ser o cabeça-de-lista socialista. Mas já em 2009 a opção começou por ser Jorge Martins e acabou em Álvaro Pereira e o facto de ser presidente terá certamente um peso determinante na decisão. ÒÒDúvidas no PCP

No PCP a solução Alberto Cascalho sempre esteve em cima da mesa, tem fortes apoios no partido mas acarreta riscos. Desde logo

Ò Ò foto: Arquivo

para o ex-presidente, que perdeu em 2009 e não quererá repetir tal cenário. Aliás, só com garantias de que terá fortes possibilidades de vencer irá a votos. Mas se este cenário não for real, Francisco Duarte será o eleito. De fora estão as possibilidades Paulo Tojeira e

Vítor Pereira. O JMG sabe que estes dois nomes não foram, num passado recente, hipótese para encabeçar as listas. A decisão relativamente aos nomes dos candidatos só será conhecida no início do próximo ano. ß

Ò Ò Música

Banda marinhense atua na Semana Académica Os “The Dealers” foram a banda que fez a primeira parte do concerto dos Xutos e Pontapés, no dia 30 de abril, na segunda noite da Semana Académica de Leiria. Os “The Dealers” subiram ao palco e abriram a noite académica com a música de Franz Ferdinand, “Take me Out”. O alinhamento contou ainda com músicas como “Ouvi Dizer” dos Ornatos Violeta e “When the sun goes down” dos Artic Monkeys. Antes de entregar o palco aos Xutos e Pontapés, a banda agradeceu o apoio e a presença “cheia de energia” da plateia, concluindo que “foi para nós um momento único, muito pela atitude e energia que nos transmitiram”. Neste momento a banda aguarda a confirmação de alguns espetáculos, visto que “os contactos têm vindo a aumentar depois deste concerto e da visibilidade que o mesmo nos deu” e, simultaneamente, prepara o espectáculo de comemoração do 1º aniversário, a 4 de junho. O local ainda não está definido, mas a banda gostaria de o fazer no mesmo espaço onde deu a primeira atuação. Caso não seja possível, a escolha recairá numa casa/bar na Marinha Grande que “já nos tenha recebido, porque estimamos as pessoas que nos receberam e nos deram as primeiras oportunidades”. A banda de covers descreve-se como “uma banda que sabe que toca para o público e que sem o mesmo não sobrevive”. A diversidade de influências musicais faz com que o reportório seja, também ele, diverso, com música dos anos 80 até à atualidade. A banda é composta pelo vocalista Ruben Martins, Áureo Soares, baterista, Bruno Barosa, no baixo e Tiago Rozeira e João Costa nas guitarras. Apesar do nome “The Dealers”, os elementos da banda esclarecem que “o nosso único tráfico é o de música ao vivo. Somos cinco rapazinhos muito bem comportados e cumpridores da lei”. ß


Opinião

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Jornal da Marinha Grande

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JORN AL DA M ARI N H A GR AN DE

»Opinião

Vamos mudar (e salvar) o Centro Histórico ÒÒRúben Gomes »Opinião

Humor Take Away Olá, assim por acaso, quando é que prevêem parar de falar na campanha do Pingo Doce realizada no 1º de Maio? Eu compreendo que já passou mais de uma semana e que vocês continuem a falar disso, mas mais ou menos quanto tempo? Mais dois mesitos? Por falar disso, o supermercado funciona como a política em tempo de eleições, promessas e mais promessas! Então e a música que dizia “Aqui não há talão, cartão ou promoção”? É que já há uns tempos prometiam “Frangos com cocorocó” e eu nunca apanhei nenhum, mas aí dou o benefício da dúvida, pois compro apenas meio frango e posso ter ficado sempre com a metade que não tinha. A campanha apanhou muita gente desprevenida, mas algo me diz que o líder do PCP quando apelou à mobilização no dia do trabalhador já sabia, não quis foi revelar que era nos supermercados para ser um dos primeiros a chegar e evitar confusões. Como era de esperar, nem todos os clientes conseguiram o desconto de 50%. Não por culpa do supermercado, mas sim porque tiveram de gastar parte da percentagem na compra dos sacos porque se esqueceram de os levar de casa. Infelizmente não consegui ir! Dava-me tanto jeito ter gasto 100 euros em sacos de plástico e pagar apenas metade para ir às compras na concorrência. Para concluir! Mãe, desculpa não te ter dado uma prenda no Dia da Mãe! Mas como deves compreender nos dias de hoje todos os trocos contam para se conseguir juntar 100 euros e prometeram que iria haver mais promoções. Até para a semana. ß

JMGTV Andebol Em direto

Sexta, Sábado e Domingo www.jornaldamarinha.pt/tv

ÒÒ Vítor Pereira Vereador da CDU A problemática inerente ao Centro Histórico da Marinha Grande não é novidade para ninguém. As carências, a degradação e a crescente desertificação têm já barbas e muito se tem comentado, muitas razões têm sido apresentadas, muitos diagnósticos foram elaborados, mas pouquíssimas soluções credíveis têm sido apresentadas. Por isso, o problema continua sem aparente solução à vista tendo-se a situação agravado sobremaneira nos últimos dois anos. Na verdade, as desajustadas medidas implementadas pelo executivo PS, no que concerne ao estacionamento pago, ao aumento brutal das taxas e licenças, ao fecho da avenida durante um largo período, e ao encerramento até hoje, não se sabendo até quando, do Museu do Vidro, consubstanciaram no seu todo a machadada final do Centro Histórico e trouxeram à evidência a incapacidade absoluta do PS em gerir com competência a Câmara Municipal da Marinha Grande. Perante este cenário de desertificação quase total, poderia pensar-se que a Câmara PS se preocupasse minimamente com o assunto e procurasse encontrar soluções que, pelo menos, minimizassem esta situação. Puro engano. Falhos de ideias e de projetos, os eleitos do PS “encontraram” uma “solução” que não temos dúvidas em classificar como completamente ridícula e desajustada não tendo servido absolutamente para nada. A colocação de lonas nas paredes de alguns edifícios foi e é uma aberração e um desperdício de dinheiros públicos. Com todas estas “medidas” da responsabilidade da Câmara PS, a situação que já não era boa, piorou a olhos vistos e os comerciantes e moradores queixam-se e desesperam. Naturalmente com toda a razão. Face a esta anarquia de medidas avulsas, sem lógica e sem coerência, os vereadores eleitos pela CDU foram constantemente

levantando esta problemática em inúmeras reuniões de Câmara. No entanto, neste caso como em muitos outros, fomos ouvidos mas somente por obrigação democrática. Nunca foram acolhidas as nossas propostas e soluções. Tentámos, através duma postura digna, séria e democrática, nos locais próprios, dizer o que estava mal. Tentámos contribuir através duma atitude pró-ativa, para que se encontrassem soluções. Tentámos fazer uma oposição construtiva e que tivesse sempre em primeiro lugar a defesa dos interesses da Marinha Grande e dos Marinhenses. As nossas dúvidas, as nossas interrogações, os nossos receios e as nossas propostas caíram em saco roto. Mas, os marinhenses, vieirenses e moitenses têm de saber que para este e outros problemas existem soluções, mesmo em tempos de crise e de vacas magras. Na verdade, algumas ideias podem ser implementadas a um custo mínimo. O que é preciso é existir vontade, organização e ação. Permitam-nos pois que passemos a explanar algumas ideias que, inclusivamente, damos gratuitamente a Álvaro Pereira e aos vereadores do PS, para implementarem e recolherem os louros de tais ações. Creiam que não temos quaisquer problemas com isso, desde que o acolhimento das nossas propostas contribua para a melhoria do nosso concelho e para o aumento da qualidade de vida dos marinhenses. Para a CDU, a reabilitação do Centro Histórico da Marinha Grande insere-se na grande medida que é o Desenvolvimento Económico e na submedida, desenvolvimento do comércio, reabilitação urbana e desenvolvimento turístico. Embora seja difícil num artigo de opinião expor detalhadamente tudo aquilo que temos coligido, saltam à evidência alguns aspetos fundamentais: 1 – A CM deve assumir claramente a liderança da recuperação do Centro Histórico, criando sinergias e assumindo o seu papel fundamental de agente motivador; 2 – A CM deve criar um grupo de trabalho multidisciplinar que faça um levantamento rigoroso da situação (trabalho este já iniciado no executivo anterior pela CDU) e que apresente medidas concretas, quer em termos de ações a implementar, quer em termos de so-

luções financeiras. Este grupo de trabalho deverá cumprir prazos rigorosos previamente estipulados; 3 – A CM deve chamar a este grupo de trabalho, além de técnicos da CMMG, representantes dos comerciantes e representantes dos proprietários; 4 – Lançar um concurso de ideias que vise a recuperação do Centro Histórico, como contribuição e envolvimento coletivo dos munícipes na resolução de um problema que é de todos nós; 5 - Mobilizar os comerciantes, os moradores e os proprietários do Centro Histórico, tendo em consideração que devemos ser sensíveis às dificuldades, mas não esmorecer perante elas. Esta motivação é perfeitamente viável desde que as pessoas vejam que existe trabalho e vontade política para resolver os problemas. Esta envolvência em termos humanos gerará inevitavelmente uma imensa troca de ideias dos mais diversos quadrantes políticos, económicos e sociais. Gerará igualmente um crescente entusiasmo decisivo para se atingirem os objetivos propostos. Mas, além dos aspetos meramente organizativos, impõe-se a aplicação de medidas concretas. Permitam-nos algumas sugestões: 1 – Implementação de medidas de incentivo para os empreendedores. Entre as medidas que entendemos corretas encontra-se a baixa do IMI e do IMT e, mesmo em alguns casos, a isenção total de taxas e licenças para os investidores comerciais e para os proprietários que invistam em obras de recuperação, quer se destinem ao comércio ou ao arrendamento. É nossa convicção que estas medidas, embora aparentemente possam significar um decréscimo das receitas da Câmara, significarão no futuro um acréscimo considerável; 2 – A implementação, em colaboração com a ACIMG e a EPAMG, de iniciativas de animação de rua que sirvam para atrair as pessoas ao Centro Histórico; 3 – Fomentar o aparecimento de esplanadas e incentivar a realização de espetáculos culturais e ou recreativos, quer sejam de iniciativa da Câmara ou de particulares; 4 – Melhorar significativamente a iluminação de todo o Centro Histórico e equacionar a inserção de outros elementos arquitetónicos que visem o embelezamento da

zona – por exemplo: pequenos espelhos de água, chafarizes, canteiros de flores, bancos, quiosques, etc; 5 – Fazer o aproveitamento racional e adequado à atual situação económica do país, do Edifício da Resinagem (ex-mercado). O eficiente e eficaz aproveitamento deste edifício é fundamental para a revitalização que pretendemos. Deixamos a ideia da “Marinha Grande – Eco Concelho”, podendo estas instalações ser o reflexo desta opção estratégica, que inevitavelmente merecerá, da nossa parte, uma abordagem futura, necessariamente mais detalhada; 6 – Lançamento duma campanha publicitária concelhia em que se divulgue o Centro Histórico como o Centro Cultural da Marinha Grande. Tornar o Centro Histórico apetecível onde seja bom ir; 7 – Encontrar apoios comunitários ou outros para a recuperação de edifícios destinados ao arrendamento, principalmente a jovens casais; 8 – Além de mera sala de cinema, alargar a programação do Teatro Stephens às mais diversas atividades culturais, muito concretamente as que sejam de produção de entidades do nosso concelho, promovendo a cultura local; 9 – Ampla campanha de promoção nacional do Museu do Vidro e do Museu Joaquim Correia, equacionando-se a possibilidade de mostras permanentes de fabricação de vidro ao vivo. Enfim, para atrair investimento e pessoas será necessário, duma forma gradual e sistemática, ir criando as condições para que essa atração seja uma realidade. Ficar parado no tempo e “meter umas lonas” nas paredes não resolve e não atrai nada nem ninguém. É tapar o sol com uma peneira e é o infeliz reflexo da gritante incapacidade de gestão do executivo PS. É certo que a recuperação do Centro Histórico não vai acontecer de um dia para o outro. É certo que este processo terá alguma morosidade, mas estamos convictos que após a tomada de algumas medidas que terão de ser necessariamente credíveis e percetíveis pelos munícipes, assistiremos ao efeito de bola de neve e de dia para dia, de semana para semana, a recuperação deixará de ser algo inatingível, para se tornar uma risonha realidade. ß


Jornal da Marinha Grande 10 de maio de 2012

Local

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JORN AL DA M ARI N H A GR AN DE

Ò Ò Álvaro Pereira

ÒÒDesenvolvimento

“Não me demito” Ò Ò Ambiente

Crianças aprendem a reciclar

Já imaginou receber um presente no Dia da Mãe feito a partir do cartão dos rolos de papel higiénico e de cápsulas de café? Pois foi o que receberam, no último domingo, 6 de maio, as mães dos meninos e meninas que frequentam o Jardim-de-Infância da Boavista Reciclar e dar asas à imaginação deram o mote à iniciativa, organizada pela autarquia marinhense, e direcionada a todas as crianças que frequentam os jardins-de-infância e escolas do 1º ciclo do ensino básico do concelho. Na última semana, as cerca de 50 crianças do jardim-de-infância das Trutas acolheram a realização do “Atelier de Reciclagem” onde, com recurso a materiais reutilizáveis, prepararam os presentes do Dia da Mãe. Os alunos elaboraram uma caixinha em cartão com um aplique em forma de flor feita com as cápsulas de café. Dentro das caixinhas foi colocada a surpresa para as mães, também preparada pelos alunos. A atividade serviu para despertar a consciência das crianças para a necessidade de se reciclar objetos do dia-a-dia, tornando-os em objetos diferentes, bonitos e originais. ß

O presidente da Câmara da Marinha Grande não tenciona demitir-se por causa do protocolo com a U. Leiria. Um pedido feito no JMG pelo ex-vereador Artur de Oliveira O antigo vereador na autarquia marinhense, que nas últimas eleições locais encabeçou a lista do Movimento Cívico Independente (MCI), entende que Álvaro Pereira

não tem condições para continuar no cargo. Num artigo de opinião que assinou no JMG, na semana passada, Artur de Oliveira defende que

“o único caminho seria colocar o seu lugar à disposição do Partido Socialista e assumir pessoalmente os prejuízos financeiros causados ao nosso concelho”. Em resposta às palavras do antigo vereador, Álvaro Pereira garante que não se demite uma vez que até ao momento a autarquia “honrou o compromisso que estabeleceu com a U. Leiria Futebol SAD”. Ou seja, “era o que mais faltava estar a assumir a dívida de um terceiro”. O presidente da autarquia responde ainda à acusação de que “os custos que a Câmara tem mensalmente com o Estádio Municipal davam para comprar um sintético por mês”. Álvaro Pereira não estranha esta afirmação de Artur de Oliveira, fundamentalmente porque “ele nunca teve muito jeito para contas”, garantindo que “o estádio custa menos hoje que no tempo em que ele foi vereador”. ß

Ò Ò Fotografia

Marinhense capta maior onda do mundo Garrett McNamara, que fez história na Nazaré ao surfar a maior onda de sempre no âmbito da expedição Zon North Canyon Show 2011, foi um dos grandes vencedores na noite dos Billabong XXL Global Big Wave Awards, decorrida na Califórnia. O havaiano venceu na categoria de “Maior Onda de 2011”, que mediu nada mais nada menos que 78 pés, entrando para o Livro Guiness dos Recordes. A onda foi fotografada pelo marinhense Wilson Ribeiro, que também esteve, assim, em evidência na cerimónia. Para o jovem

fotógrafo, que acaba de lançar o seu novo website (www.wrphotos. org), “este prémio é definitivamente a cereja no topo do bolo. É muito gratificante para mim e para o meu trabalho, apesar de que este

foi feito em equipa com pessoas muito empenhadas e profissionais. Tenho-lhes muito a agradecer por me terem proporcionado esta oportunidade magnífica”. ß

Ò Ò SBR 1º Janeiro

IEFP

Centro de Emprego da Marinha Grande

Rua Tenente Cabeleira Filipe, 28 – 2430-306 Telefone 244 567 019 Fax 244 567 027 E-mail: cte.marinhagrande@iefp.pt

Coletividade organiza jantar A Sociedade de Beneficência e Recreio 1º de Janeiro, da Ordem, está a organizar um jantar convívio, a ter lugar nas suas ins-

talações, este sábado, dia 12 de maio, pelas 20h30. Na ementa constam entradas diversas, sopa de legumes, bifi-

nhos com legumes, sobremesa, bebidas e, ainda, animação musical. ß

Instituições partilham saberes

“Cidadania Global e Autoridades Locais: Um Ponto Focal para o Desenvolvimento” foi como se intitulou a sessão pública decorrida na Biblioteca Municipal, no passado dia 20 de abril, no âmbito da participação do Município da Marinha Grande no projeto “Redes para o Desenvolvimento” O projeto, integralmente financiado pela Comissão Europeia, é dinamizado pelo Instituto Marquês de Valle Flor. Estabelecer relações de parceria entre municípios de países de expressão portuguesa é um dos seus objetivos, como explicou Hermínia Ribeiro, coordenadora de projetos do Instituto, que falou ainda sobre as atividades que o Marquês de Valle Flor tem em curso. Já o presidente da Câmara Municipal renovou o compromisso da autarquia para com o projeto, realçando a importância que cada vez mais é atribuída, por parte das instâncias internacionais, aos processos de cooperação ao nível do poder local, “mas também entre este e outros agentes de desenvolvimento, no plano nacional e internacional, com a troca de experiências e a transferência de conhecimento”. Para Álvaro Pereira, “é hoje aceite, de uma forma geral, que o estabelecimento de relações de cooperação em rede, em razão da escassez de recursos, recomenda a partilha de responsabilidades e a sua gestão racional, sendo a realização de projetos comuns, a opção que permitirá uma maior capacidade de concretização, conferindo-lhes maior alcance e significado”. O autarca manifestou ainda a disponibilidade do Município, “na medida das suas possibilidades e não obstante as dificuldades que todos atravessamos, para estabelecer e aprofundar laços de solidariedade e cooperação com outros povos”, em particular com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. ß


Local

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Jornal da Marinha Grande

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Ò Ò Carta ao Diretor

Na Garcia um homem dorme num carro… Será mesmo? Exmo. Sr. Diretor do JMG, em relação ao artigo publicado a 19 de abril pelo vosso jornal, intitulado “15 anos a viver num carro”, não fiquei nada chocada com a notícia. Mas é de lamentar que o jornal não tenha apurado e feito uma pesquisa para se aproximar mais da realidade, até porque o jornal tem conhecimento que a morada do senhor António Calado não é na propriedade onde ele tem o tal “carro cama”, mas sim na Travessa do Portinho, nº 2, na Garcia, sendo uma segunda propriedade que ele herdou do pai e da mãe. Esse terreno é construtivo e valioso, pois está bem situado e até porque há uns 10/12 anos lhe foi feita uma proposta de compra com um valor bastante considerável e uma possível casinha para sua habitação. Esclareço que a propriedade de 6.000m² que o senhor António relata foi uma herança da parte da sua mãe, foi uma escolha dele, recebendo assim tornas em dinheiro, que sendo bem gerido nessa altura teria dado para ele hoje ter uma casinha para habitar. Caros leitores e organismos sociais, não se deixem levar pelas aparências, há de facto aqueles que nada têm e há aqueles que fingem nada terem para assim viverem à sombra da sociedade. É lamentável que assim seja.

Leitora devidamente identificada

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Ò Ò Marinha Grande

“Novos” espaços dinamizam Centro Tradicional Em tempos de crise é com satisfação que se observa que ainda existem pessoas empreendedoras e dispostas a arriscar no Centro Tradicional da Marinha Grande. Mas, afinal, quem são estes homens e mulheres que apostam num negócio de futuro incerto? ÂÂSandra Lapa

H

á muito apelidada como uma zona “dormitório” e “deserta”, nos últimos meses tem-se assistido à abertura de novos espaços comerciais, à remodelação de antigos e à mudança de estabelecimentos para espaços maiores na zona tradicional marinhense. O Jornal da Marinha Grande (JMG) andou pelas ruas da cidade, falou com estes “novos” empresários e descobriu que, independentemente da área e do valor do investimento, todos procuram, além de melhorar a sua situação económica, dinamizar este centro “que é nosso” e “de todos”.

ÒÒOs olhos também comem

O “Ritus do Pão” abriu portas na Rua António Campos Júnior, e desengane-se se pensa que só poderá comprar pão neste espaço. João Madeira, um dos três sócios da empresa, afirma que “na expectativa do pão e do leitão, o visitante leva sempre um saco de chá, um pacote de biscoitos, um presunto, um doce”.

Aberta há cerca de dois meses, a empresa de produtos alimentares, pastelaria e produção de pão procura, numa primeira fase, “reavivar” algumas receitas antigas, “inovando sempre que possível”. Na altura da Páscoa, a padaria teve o Folar Tradicional, o Algarvio, o Transmontano e o Bolo de Pinhão, tradicional da zona, e em breve os clientes poderão apreciar outra especialidade, o licor de leite, também

originário da Marinha Grande. Mas as novidades não se ficam por aqui, além de alimentar o corpo, a loja pretende, ainda, alimentar a alma dos seus clientes. O empresário adiantou ao JMG que neste momento “estamos em conversações com alguns artesãos da zona a fim de criar uma exposição da arte do vidro na loja”. Quanto à escolha da localização da loja, em pleno centro tradicional marinhense, explica que “começámos

a montar lojas próprias, sempre privilegiando as zonas históricas”. ÒÒMudar completamente

Criar um espaço diferente foi o que levou Carla Gomes, 41 anos, a deixar o emprego e a apostar num espaço seu: “resolvi mudar de atividade e tentar a sorte por conta própria”. Localizada na Avenida 1º de Maio, ainda é cedo para fazer um balanço da ‘Mercearia da Rita’, mas as expectativas “são sempre positivas”. Na altura da abertura, que coincidiu com a Páscoa, o “negócio correu bem”, comenta Carla Gomes, “vendi artigos para oferecer, como bolinhos, chocolates, licores e enchidos”. Segundo a responsável, quando adquire os produtos para colocar à venda na sua “mercearia”, procura “artigos tradicionais para se diferenciar dos que são comercializados nos supermercados”. Em relação à localização da loja, Carla Gomes confessa que gostaria que esta estivesse na avenida principal, mas “devido ao alto valor das rendas, não foi possível”. ÒÒArriscar é palavra de ordem

Glória Martins, 41 anos, e o marido, empresários na área da fabricação de hidráulicos há 20 anos, resolveram apostar num novo negócio, desta feita na área da restauração. Sem qualquer experiência nesta área, e só contan-


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do com a pouca prática do filho, que já trabalhou “em bares”, inauguraram, no início de fevereiro, a “Tasca Nova”. O espaço procura “ser diferente, associando a bebida com a comida”, o “sítio ideal para beber e comer uns petiscos”, conta Glória Martins, que se apaixonou pelo espaço e achou “que devia ser remodelado” e “aproveitado para algo diferente.” A servir cerca de 40 refeições diárias (que inclui sopa, segundo, sobremesa e café), a empresária confessa que, “se tivesse expectativas, superava-as”. Para o jantar, a casa recomenda uns petiscos seguidos do “Bifinho à Tasca”. Sendo a segunda-feira à noite o dia da semana mais forte, Glória brinca dizendo que “era o dia de folga da cozinheira, agora vamos ter que trocar”. Localizado na Rua Machado Santos, o restaurante de tapas e petiscos usufrui de estacionamento gratuito ao fim-de-semana. ÒÒAposta em negócios “saudáveis”

A “Beyou terapias” é o novo espaço de estética, tratamentos de rosto, consultas, terapias holísticas, tratamentos corporais e venda de produtos da Marinha Grande. Localizada na Rua Joaquim Matias, antigo espaço “Natur House”, e segundo Tânia Dimas, a colaboradora que dá o rosto, as sócias mantiveram os clientes ligados ao serviço de nutrição. Estas consultas têm uma “grande receptividade, pois as clientes sentem-se confiantes com a médica, o que ajuda a que não desistam dos tratamentos”. Além das consultas de nutrição, existe uma grande procura pelas massagens e terapias holísticas (reiki, massagem sacro-craniana, entre outras). Nestes tratamentos as pessoas procuram relaxar e aliviar o stress do dia-a-dia. Questionada sobre a idade e preferências, Tânia esclarece que “as senhoras, dos 21 aos 60 anos, procuram mais as consultas de nutrição e as massagens”, já os homens começam a preocupar-se um pouco mais tarde, “entre os 30 e os 50 anos” e “procuram mais os serviços de massagem”, deixando o alerta que “todos os serviços estão sujeitos a marcação”. Quem se preocupa com uma alimentação e vida saudável poderá ainda visitar a “Ervanária Vida Nova”. Não sendo propriamente uma loja nova entre os marinhenses, visto já existir há cerca de 30 anos, o espaço mudou de instalações devido à “degrada-

Ò Ò Saúde

SAP/24 horas e CAT: que futuro?

A Comissão para a Defesa do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) reuniu, no início de abril, a fim de apurar o futuro do Centro de Saúde da Marinha Grande, do SAP/24 horas e do CAT

ção do antigo estabelecimento”. Quem o afirma é Rosa Maia, que acrescenta: “assim que soubemos que esta loja estava disponível, mudámo-nos”. Situado na Rua Diogo Stephens há cerca de quatro meses, o negócio corre bem, pois “as pessoas estão cada vez mais viradas para os produtos naturais”. Apesar dos chás continuarem a ser o artigo mais procurado, também existe uma grande saída

e, a grande novidade, a galeria de arte “Casco”. A Ortattoo conta com a colaboração de Orlando Esperto, tatuador, Sónia Santos, artista plástica, e Mónica Chavinha, nos piercings. Sónia Santos, em conversa com o JMG, explica que a abertura do novo espaço se deu após alguma ponderação: “ou investíamos neste novo projeto ou emigrávamos, eram as duas soluções possíveis”,

po”. Até recentemente os clientes procuravam os desenhos a preto e branco, mas a procura pelas imagens a cor está a aumentar. Inserida no mesmo espaço, a “Galeria Casco” foi inaugurada com a exposição de pintura “Hoje”, da autoria de Sónia Santos. A artista explicou que o objetivo é ter “exposições rotativas, de dois em dois meses, com artistas conhecidos, ou não, de forma a divulgar os artistas do concelho”. Na galeria existe ainda um cantinho reservado a uma mini biblioteca com livros de arte e alguma literatura. ÒÒApostar na zona tradicional: sim ou não?

de medicamentos, cosmética, cremes à base de fruta e produtos de alimentação natural. “Os produtos são de óptima qualidade, para clientes fiéis”, conclui a ervanista. ÒÒGaleria expõe arte

Para os mais ousados, aqui fica a indicação de que a “Ortattoo” mudou de instalações. A funcionar no centro tradicional marinhense já há cinco anos, a loja de tatuagens mudou-se no mês de abril para um novo espaço, situado a escassos metros de distância do anterior. Além das dimensões do espaço, também o projeto aumentou, incluindo as tatuagens e piercings, mas também a exposição e venda de vestuário, bijutaria, artesanato

acrescentando que “resolvemos investir na dinamização da nossa cidade”. Segundo Orlando Esperto, o tatuador de serviço, os marinhenses mais ousados são os com idade compreendida entre os 25 e os 35 anos, no entanto tem uma ampla clientela, que vai dos 18 aos 70. Os desenhos mais frequentes são o retrato dos filhos e de familiares queridos, e desengane-se se pensa que são os homens que procuram mais este serviço, pois está “meio meio” entre mulheres e homens. No entanto, verifica-se “que os homens, na primeira vez, procuram fazer uma tatuagem maior”, e as mulheres começam por uma pequena, mas “depressa ganham o gosto e continuam a tatuar o cor-

Apesar de, para alguns, a zona tradicional ser uma zona “morta”, para outros é uma oportunidade de negócio. Confrontados com os motivos que levam a apostar no centro tradicional, a resposta dos empresários, marinhenses ou não, é peremptória: dinamizar o centro. Mas apesar da boa vontade, não é fácil manter um estabelecimento aberto nesta zona. As rendas altas, aliadas à crise e consequente descida do volume de vendas, torna quase impossível aos comerciantes manterem as portas abertas. Já os clientes apontam como principal condicionante o estacionamento pago, só liberado a partir do horário de encerramento da maioria dos estabelecimentos, o que limita a procura ao comércio tradicional. No entanto, as ruas pedestres, passeios largos e em boas condições são fatores apontados como uma mais-valia para se passear pela cidade. A generosa oferta, de diferentes áreas de comércio, é outro fator a ter em consideração aquando da escolha do local para fazer compras ou uma refeição. ß

A reunião contou com a presença do presidente da Administração Regional de Saúde do Centro, da diretora do Agrupamento de Centros de Saúde de Leiria, do diretor do Centro de Saúde do concelho e do presidente da Câmara da Marinha Grande. No entanto, e segundo fez saber a Comissão ao JMG, da reunião “pouco ou nada saiu que nos possa levar, a nós e à população, a ficar descansados quanto à manutenção, com melhoria, dos serviços de saúde do concelho”. As Unidades de Saúde Familiar, a criar no concelho, aparecem como a resolução de “todos os males”, desde o problema dos utentes sem médico de família, até ao problema do SAP, passando pelas filas de espera. A Comissão afirma que “não acreditamos que com a nova forma de organização tudo se resolva, antes pensamos que estas unidades de saúde são um primeiro passo para, num futuro mais ou menos próximo, serem privatizados os serviços de saúde”, acrescentando que “quanto ao CAT, embora nos tenha sido dito que é para manter (…), parece-nos que vai seguir o caminho dos outros serviços. Caminhar para a diminuição da sua atividade que pode conduzir ao seu encerramento”. Por este motivo, e com a intenção de defender os serviços de saúde do concelho, a Comissão pretende reunir “com todos os utentes que queiram discutir este assunto”, apelando à população “para se mobilizar” neste sentido. A Comissão fez saber, ainda, que marcou presença, juntamente com oito dezenas de marinhenses, na manifestação em defesa do Serviço Nacional de Saúde, decorrida em Coimbra. ß


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Ò Ò Marinha Grande

Ò Ò Sopas

Caldo verde vence concurso Vanessa Ferreira, do 3º ano do curso de Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade da EPAMG dinamizou um Festival de Sopas, que decorreu no Sport Império Marinhense, no final de abril. O evento contou com a participação de cinco restaurantes da Marinha Grande, sendo que após a votação do público o Café/Restaurante Cardápio conseguiu o primeiro lugar com a sopa de Caldo Verde, seguido do Monte Grande com a sopa da pedra e do Chiringuitto com a sopa de alho francês. A iniciativa, integrada no projeto de final de curso da aluna, teve animação a cargo de um grupo de música de origem mexicana e da banda marinhense “The Dealers.” ß

Ò Ò Guilherme Stephens

Agrupamento incentiva leitura

Assembleia Municipal: sessão concluída A sessão ordinária da Assembleia Municipal, iniciada em 30 de Abril, foi dada como concluída no passado dia 7, com a discussão dos pontos que não puderam ser analisados na sessão anterior, por imposição regimental, que determina que a Assembleia não pode continuar depois da meia-noite ÂÂAdriano Paiva

D

ois pontos ficaram por abordar nesta sessão: a apreciação e votação dos documentos de prestação de contas do Município relativos ao exercício económico de 2011 e a apreciação da actividade camarária e situação financeira. Porém, e logo que a Assembleia foi aberta e a pedido da Câmara Municipal, Telmo Ferraz pediu aos deputados se poderia ser introduzido na ordem de trabalhos um novo ponto: 4ª modificação aos documentos previsionais de 2012 e aprovação de protocolo plurianual para enquadramento de pessoal destinado a integrar as equipas de intervenção permanente. Obtido o beneplácito da Assembleia e como o assunto já tinha sido anteriormente tratado pelo presidente da Câmara com os líderes de bancada dos Partidos, o mesmo careceu de discussão, tanto mais que havia sido aprovado em reunião de Câmara, por unanimidade e por unanimidade o foi também nesta Assembleia.

ÒÒDiscussão acesa

O escritor António Mota esteve na Marinha Grande, no passado dia 24 de abril, onde visitou o Jardim-de-Infância e a EB 1º Ciclo da Amieirinha, e a Escola Básica da Fonte Santa, pertencentes ao Agrupamento Guilherme Stephens. O autor, que já publicou mais de 50 títulos, apresentou livros infanto-juvenis, explicando o motivo pelo qual alguns foram escritos, leu um conto e respondeu a questões colocadas pelos alunos. Por seu turno, os alunos presentearam-no com a animação dos seus textos, dando mostras de muita criatividade. António Mota ficou “muito satisfeito” pela forma atenciosa como foi recebido por toda a comunidade escolar e pelo interesse demostrado pelas suas obras. ß

Ò Ò Inovação

Foi acesa a discussão dos documentos de prestação de contas do Município relativos ao ano de 2011. Álvaro Pereira realçou os pontos mais importantes do exercício, logo contraditados por Luís Guerra Marques, da CDU, em alguns aspectos da política de execução, que “não são convincentes”. “A Câmara deveria ter feito um esforço maior, especialmente para desenvolver a indústria”, referiu o deputado comunista. Por seu turno, Saúl Fragata, da mesma bancada, considerou “muito fraca” a taxa de execução. Já Filipe Andrade, também da CDU, considerou o documento o reflexo de uma política “antipopular”.

Pedro André, do PSD, teceu críticas à execução orçamental. Já João Paulo Pedrosa, do PS, considerou que a execução era “boa” e frisou os valores que a Câmara tem e que põe ao serviço das populações.

se que ainda está sobre a mesa se a pista pode ser utilizada ou não. Se se chegar à conclusão de que a pista não será estragada, as marchas desfilarão dentro do estádio. ÒÒ… e os sintéticos também

ÒÒTroca de “mimos”

Uma troca de “mimos” entre as bancadas da CDU e do PSD animou esta discussão da execução orçamental e terminou com Álvaro Pereira a responder às críticas dizendo que a Câmara vai começar a construção da piscina e da sala de espectáculos; que este ano não há Bienal, por opção, porque não há dinheiro e que vão continuar os apoios às instituições sociais. Os documentos foram colocados à votação e foram aprovados com nove votos a favor, sete votos contra e seis abstenções. ÒÒMarchas Populares na berlinda…

O desfile das Marchas Populares, organizado pela ACAMG, parece estar na berlinda. E isto porque, quando se discutia a actividade camarária, último ponto da ordem de trabalhos da Assembleia, Fernando Alves, da CDU, levantou o problema de o desfile das Marchas Populares ser este ano realizado dentro do Estádio Municipal, utilizando a pista de atletismo. O deputado frisou que a pista foi inaugurada há 18 anos e que apresenta um bom estado de conservação, graças a alguns cuidados na sua utilização e que, no caso de ser danificado, a sua reparação deve ser muito elevada. A sua utilização para o desfile das Marchas Populares devia ser evitada. Considera que a decisão tomada “é errada” e pensa que “não há boa vontade” para a resolução do problema por parte da Câmara, porque “as marchas são uma festa de rua”. Em resposta, Álvaro Pereira dis-

Cristiana Sousa, do Bloco de Esquerda, Saúl Fragata e Filipe Andrade, da CDU, questionaram a autarquia sobre a situação da União Desportiva de Leiria, quer em relação aos sintéticos, quer em relação aos melhoramentos feitos no estádio, que, segundo Filipe Andrade, iria apresentar uma factura à Câmara no valor de 300 mil euros. Álvaro Pereira, em resposta, disse que o que resta pagar do sintético da Portela é da responsabilidade da SAD da União de Leiria e que em relação aos outros dois sintéticos a implantar, já foi uma carta registada à SAD do União, para ser discutido o problema, uma vez que até Dezembro terá de ser instalado o sintético em Picassinos.

EPAMG exibe projeto A Escola Profissional e Artística da Marinha Grande (EPAMG), através da mini-empresa “Innovation4ever”, formada pelos alunos do 3º ano do Curso de Desenho de Construções Mecânicas, esteve presente nas Feiras Ilimitadas, organizadas pela Junior Achievement Portugal durante a Exposição “A vida é tua”, que teve lugar no Parque das Nações, em Lisboa. Apresentando um projeto inovador que consiste num artigo para guardar chapéus-de-chuva, os alunos responsáveis pela empresa foram selecionados, entre 1.500 participantes de todo o país, para estarem presentes no certame. Este tipo de evento permite às mini-empresas o primeiro contacto com o público, podendo apresentar, expor e vender os seus produtos e serviços. “Acreditamos no imenso potencial de todos os jovens e que estes programas poderão dar um valioso contributo para a sua afirmação como pessoas capazes de contribuir para o desenvolvimento de Portugal e para o seu próprio sucesso e realização profissional”, refere a EPAMG em nota de imprensa.

ÒÒOutras questões

Foram muitas as questões colocadas ao executivo camarário pelos deputados em relação a problemas de trânsito, Ribeira das Bernardas, Atrium, Ponte das Tercenas, Teatro, Resinagem, arribas de S. Pedro, Tribunal, paredes da antiga Manuel Pereira Roldão, encerramento da Escola do Pero Neto, sintético do Campo da Moita, apoios à ADESER, atribuição de espaços na antiga Ivima, Rua da Indústria, entre outras, e às quais Álvaro Pereira deu resposta. De realçar o facto de Artur Marques, da CDU, ter dado os parabéns à Câmara pelo excelente espectáculo do 25 de Abril dado pelos jovens da Marinha Grande, em contraciclo aos apupos na Praça Stephens, que condenou e que em nada contribuíram para a dignidade da data. ß

Classificados é no JMG 244 502 628

Ò Ò 1º Ciclo

Passeios envolvem crianças Até dia 18 de maio, a Câmara Municipal da Marinha Grande encontra-se a dinamizar passeios pedestres direcionados para as duas centenas de alunos do 1º ciclo do ensino básico público do concelho. Fomentar a atividade física e o contacto com o meio ambiente, bem como sensibilizar para a proteção da natureza são os propósitos da iniciativa, que vem sendo promovida há uma década. Os percursos são realizados ao longo da costa, desde a Praia da Concha até à zona Sul de São Pedro de Moel. ß


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Cultura

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Ò Ò Marchas populares

Ò Ò Culinária

Marinhense na televisão

verbas precisam-se!

A marinhense Isabel Salvador participou recentemente numa das edições do programa televisivo da SIC “Querida Júlia”, conduzido por Júlia Pinheiro, onde pôde fazer aquilo de que tanto gosta: cozinhar

A cerca de um mês das Marchas Populares, são muitas as iniciativas que as associações têm vindo a organizar, na tentativa de reunir recursos que ajudem a suprir as despesas de participação no evento ÂÂSónia Santos

Tudo começou em 2004, quando algumas pessoas ligadas às coletividades de Casal Galego, Figueiras e Amieira se juntaram e decidiram levar a cabo um evento que poderia ser importante para a cultura marinhense, tal como explicou ao JMG Cristina Sousa, presidente da Associação Concelhia das Associações da Marinha Grande (ACAMG). “A primeira edição em 2004 teve apenas três marchas participantes, mas em 2005 juntaram-se mais duas e, ao longo dos anos, o evento tem vindo a crescer. Este ano, serão 12 as associações/coletividades a marchar”. Os preparativos para mais uma grande festa estão em marcha e os participantes já puseram mãos à obra, até porque o tempo voa, todos querem fazer boa figura e há muito em que pensar! Confeção dos

fatos, escolha de adereços e de música e, numa fase posterior, os ensaios. Para além de ser uma iniciativa que requer muito trabalho e empenho de todos os que nela participam, também é verdade que a vertente financeira assume uma grande importância, na medida em que cada coletividade tem despesas com a sua marcha e este ano as restrições orçamentais implementadas pela Lei 8/2012 não permitirão à autarquia marinhense apoiar o evento financeiramente como tem feito em anos anteriores. Nesse sentido, e tal como referiu Cristina Sousa, “todas as coletividades participantes têm vindo a organizar eventos para conseguir angariar mais algum dinheiro, que vão desde a venda de rifas e bolos, passando pela realização de noites de fado e karaoke, bem como jantares e almoços”.

ÒÒTradição popular

A dirigente associativa sublinhou ainda a relevância deste evento para a cultura marinhense, uma vez que se vai tornando, de ano para ano, uma tradição no concelho, à qual aderem milhares de pessoas. “Devido à importância que as marchas vêm assumindo, optou-se por criar uma comissão, que existe há dois anos e que atualmente é composta por 17 elementos. Esta medida permitiu uma melhor organização, bem como a estruturação de um regulamento a ser seguido por todos”, explicou. As 12 associações/coletividades que disseram presente ao evento deste ano são as seguintes: Associação Cultural e Recreativa da Comeira, Associação

Social, Cultural e Recreativa de Casal Galego, Associação Sindical União de Reformados, Pensionistas e Idosos, Centro Cultural Paroquial Nossa Senhora da Ajuda, Clube Desportivo Moitense, Clube Desportivo e Recreativo da Amieira, Futebol Clube Os Belenenses, Grupo Desportivo e Recreativo das Figueiras, Sociedade de Beneficência e Recreio 1º de Janeiro, Sociedade Instrutiva e Recreativa 1º de Dezembro, Sport Império Marinhense e Sport Lisboa e Marinha. A 9ª edição das Marchas Populares vai ter lugar no interior do Estádio Municipal e irá decorrer nos dias 15, 16 e 17 de junho, sendo que o tema escolhido para este ano é “O Fado”. ß

Ò Ò Amieirinha

Clube organiza 5ª Montra de Sopas O Clube Recreativo Amieirinhense (CRA) está de parabéns pela promoção, no último fim-de-semana, da 5ª Montra de Sopas Com a participação de alguns restaurantes e de particulares da localidade, foi possível apresentar 16 sopas de variados sabores. De peixe, grão, alentejana ou do vidreiro, havia sopas para todos os gostos. No sábado, cerca de uma centena de pessoas participou no jantar, saboreando as excelentes sopas apresentadas. A satisfação foi bem patente e a noite terminou com um baile cuja animação esteve

a cargo de José Fernando. No domingo, ao almoço, voltou a registar-se a presença de um elevado número de amigos e sócios do clube, que desta vez, além das sopas, puderam saborear ainda outros petiscos. De registar a presença neste evento do sócio nº 1 do Clube Amieirinhense, Vergílio Sousa Tojeira, residente em Caxias e que participou pela terceira vez na Montra de Sopas. No final,

Tarte de pudim com morangos e kiwi foi a receita que apresentou, orgulhosamente, na televisão. Ainda no mês de março Isabel Salvador colaborou com a revista “Mulher Moderna na Cozinha”, com a receita de bolo com doce de ovos de chocolate. No blogue que criou na Internet há cinco anos, no endereço receitinhasdabelinhagulosa.blogspot.pt, Isabel Salvador dá conta da sua paixão pela culinária, pelos sabores, aromas e pelo gosto de experimentar e inventar pratos diferentes, de pre-

ferência práticos e fáceis de executar. No horizonte continua o sonho de editar um livro de culinária. ß

Ò Ò Pilado

José Pocinho clarifica O novo presidente da Sociedade Desportiva e Recreativa Pilado e Escoura garante que o seu mandato vai ser pautado pela transparência. Isto não significa que, no passado, outras direções não o tenham sido. José Pocinho acredita que os dirigentes que lideraram o clube no passado “deram o seu melhor” e agradece-lhes o trabalho que desenvolveram. O presidente apela à colaboração dos sócios

e simpatizantes do lugar, pois só assim será possível levar a nau a bom porto. ß

Arrenda-se T0 No centro da Marinha Telefone: 962 431 340

Ricardo Henriques, presidente do CRA, fez um balanço positivo do evento, congratulando-se pelo número de pessoas que aderiram à iniciativa. O dirigente agradeceu a presença de todos os que contribuíram para que o evento se pudesse concre-

tizar. A próxima ação tem lugar já este sábado, dia 12, a partir das 20h, com a realização de um jantar de arroz de lampreia, cujas inscrições estão abertas na sede do clube.

José Manuel André

Arrenda-se T2 Todo mobilado Na Praia da Vieira. Telefone: 961 301 878


economia

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transmissão em direto Andebol

Campeonato Nacional 1ª Divisão Iniciados Femininos - 3ª FASE Dia 11, 18H30, Lagoa AC / SIR 1ª de Maio Dia 12, 18H30, Lagoa AC / CD B. Perestrelo Dia 12, 17H, SIR 1º de Maio / Arsenal Canelas Dia 13, 10H30, CD B. Perestrelo / SIR 1º de Maio

JMGTV

www.jornaldamarinha.pt/tv Tózé Santos

Ò Ò Economia

Nova lei facilita licenciamento industrial Ò Ò Noite

“+ Operário Dance” já abriu Foi inaugurado na última sexta-feira, 4 de maio, o “+ Operário Dance” onde funcionava antigamente o “+ Latino”. De acordo com o responsável, Emanuel Marques, o espaço foi “ampliado e remodelado com o objetivo de possibilitar a realização de outro tipo de eventos culturais, além das danças latinas”. Amplo, alegre e atrativo, o “novo” espaço tem uma maior área de dança, alguns lugares sentados e, a grande novidade, um palco para receber espetáculos de música ao vivo. ß

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Depósito Legal Nº 80254/94 Registo no ICS Nº 100103 Preço avulso: 1,10 euros Série de 26 números (6 meses): 15,00 euros O pagamento é sempre adiantado Fundador José Martins Pereira da Silva Director António José Ferreira ajferreira@jornaldamarinha.pt Redacção António José Ferreira (CP 2614), Carla Fragoso (CP 7388), Alice Marques, Adriano Paiva e José Manuel André Colunistas Osvaldo Sarmento e Castro, António

O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) esteve na Marinha Grande na última quinta-feira, 3 de maio, a convite da Associação Nacional da Indústria de Moldes (Cefamol) ÂÂCarla Fragoso

A

ntónio Saraiva foi orador num jantar-conferência subordinado ao tema “A Competitividade da Indústria Portuguesa”, promovido no âmbito do Ciclo “Engineering and Tooling: Desafios e Oportunidades”, e que teve lugar no Hotel Mar e Sol, em São Pedro de Moel. Perante uma plateia constituída maioritariamente por empresários, António Saraiva elencou as dificuldades que as empresas nacionais atravessam e que se prendem com a falta de apoio da banca, o que cria “problemas gravíssimos” de tesouraria, tendo em conta por um lado o alargamento dos prazos de recebimento e, por outro, a redução dos prazos de pagamento. Para o responsável, o Governo Santos, Luís Guerra Marques, Joaquim João Pereira, João Cruz, Álvaro André, Nélson Araújo, Pedro Silva, João Saraiva, Gabriel Roldão, Sérgio Bento, Armando Constâncio, Ana Medina Reis, Ana Patrícia Nobre, Nuno Cruz, Ernesto Silva Composição e paginação Bruno Fonseca Serviços Comerciais e Publicidade Mónica Matias (244 502 628) Serviços Administrativos e Assinaturas Mónica Matias monica@jornaldamarinha.pt Apartado 102 - 2431-902 Marinha Grande Telefone: 244 502 628 E-mail: jmg@jornaldamarinha.pt Proprietário Jornal da Marinha Grande, Lda. Contribuinte 502 963 905

e a “Troika” devem saber desta situação, frisando que “o programa de ajustamento deve ser revisto, uma vez que a envolvente económica mundial está diferente” face à altura em que foram estipuladas as metas de crescimento da economia. António Saraiva congratulou-se com a nova lei criada pelo Governo no que concerne ao licenciamento industrial, o denominado SIR – Sistema da Indústria Responsável. “O Governo está de parabéns por ter tomado esta medida e a CIP também pelos contributos que deu. Tenho que reconhecer que esta é uma medida virtuosa”, referiu o presidente da CIP. Licenciar empresas será agora um processo mais rápido e menos burocrático. Não esquecendo o flagelo do desemprego, a atingir níveis “preocupantes”, António Saraiva apelou aos empresários para que se Capital Social 24.939,90 euros Detentores de mais de 10% do capital social António José Lopes Ferreira e João Carlos Cunha da Cruz Gerência António José Lopes Ferreira Sede Travessa de Vieira de Leiria, nº 9 2430 Marinha Grande Impressão FIG - Indústrias Gráficas, SA - Coimbra • Os artigos e as cartas ao director, ao abrigo do artigo 31, nº 4 e 5, não vinculam o diretor, o editor ou a entidade proprietária do jornal, sendo da única e exclusiva responsabilidade do seu autor • O dia de saída do jornal é à quinta-feira, excepto quando coincida com um feriado, passando para o dia imediatamente seguinte.

unam, sejam competitivos e criativos nas suas atividades, dando como bom exemplo o dinamismo da indústria de moldes, frisando

que “os próximos anos serão difíceis, é certo, mas não devem desanimar. Há que seguir em frente, com confiança”. ß

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Garcia: Loja da Cláudia Vieira de Leiria: Quiosque Júlia Leal e Papelaria Horizonte Albergaria: Posto da Repsol Moita: Mini-Mercado Novo, Petroibérica Martingança: Maria Cidália da Silva S. Pedro de Moel: Pastelaria Arco-Íris (Costa e Caetano) Maceira: Papelaria Balinha, Loja 3 - Intermarché Pataias: Papelaria Central

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Opinião

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»Carta ao Diretor

»Opinião

Esclarecimento à população

ÒÒPaulo Moleirinho Presidente da SDR Pilado Escoura em fim de funções no dia 9 de maio A informação que tem vindo a público, relativamente ao valor da verba concedida pela CMMG ao Pilado/Escoura, para o tapete sintético, não corresponde à verdade, é falsa e por isso o Executivo Camarário ou o próprio presidente da CMMG têm mentido e enganado os munícipes. Na verdade, a verba que este clube recebeu da CMMG até esta data para as obras do sintético, foi apenas de aproximadamente 9.000 euros, da qual pagámos 100% para então, meses mais tarde, sermos ressarcidos do montante de 50%, enquanto para outros clubes se fala em cedências de verbas acima dos 100 mil euros e nada assim foi de exigência ter de pagar adiantados 100% para a Câmara pagar os 50% valor da factura. A ideia que tem sido passada é que o Pilado/ Escoura foi contemplado de igual modo como os outros clubes, relativamente às verbas concedidas pela Câmara, para as obras dos sintéticos, mas infelizmente não é verdade. Agora vejamos como as notícias vêm a público contrariamente à verdade! Conforme se vem lendo na Comunicação Social, o Lisboa e Marinha, em notícia da edição nº 2497 do JMG de 16 Fevereiro, afirma ter recebido do executivo o valor de 110.000 euros, o que corresponde mais ou menos a 90% do custo da obra, foi directamente para o cofre do clube para pagamento do sintético! O Pilado tem uma obra construída às nossas custas como é de conhecimento geral, daqui não restam dú-

vidas, e se as houver que se digne alguém a justificar o contrário que responderei objectivamente sem mentiras! Para o relvado natural e infra-estruturas construídas, muitas solicitações fizemos aos executivos para apoios mas, infelizmente, sempre sem qualquer êxito, desde há cerca de 12 anos, uma vergonha de executivos! Reportando-me à edição nº 2495 de 2 Fevereiro, explico o porquê de chamar mentirosos aos executivos, a promessa e ilusão de que a UDL irá construir três campos na Marinha Grande. Pergunto por que não foi o Pilado incluído! Toda a gente anda iludida com o UDL para a Marinha! Eu fui o primeiro, enquanto presidente da SDRPE, a ser enganado pela SAD, Sr. Bartolomeu, e, muito particularmente, tem sobrado para mim e para mais alguém monetariamente. Assim, vem o Sr. Presidente do executivo dizer na edição (Para Álvaro Pereira não há dúvidas que ninguém sai beneficiado da situação pois já tinha sido prometido aos três clubes a instalação do relvado artificial, como já tinha sido no Sport Lisboa e Marinha, no Vieirense e Pilado, este último com relva natural). Sr. Presidente Álvaro Pereira, com muita consideração que tenho tido por si, agora deixo de ter, dado mentir à população em prejuízo do Pilado. Mais uma vez afirmo, o relvado é do Pilado e nunca qualquer obra dentro de todo o complexo desportivo, bem como a remodelação da própria colectividade, foi paga por essa instituição ou instituições. Mesmo assim, tenho a sensibilidade para dizer que acho bem que o Marinhense e Lisboa Marinha e Vieirense tenham mais uma pequena comparticipação, MAS NÃO DEIXO DE RELEMBRAR QUE O PILADO É O LUGAR MAIS DISTANTE E VEM TRAÇANDO OBJECTIVOS! Também ainda hoje aguardo uma explicação do pedido que fiz ao executivo

na pessoa do Sr. Presidente, da forma como o Lisboa e Marinha construiu um campo em terreno camarário e o Pilado teve de pagar pelos seus terrenos cerca de 5.000 contos nos anos 70 /80, e desde o ano 2002 contraiu empréstimo à banca de cerca de 60.000 euros, totalmente liquidado com grandes esforços em receitas, bem como por parte de pessoas em particular com donativos, assim liquidámos tudo na Banca! Ainda o falso engano vem continuando, como vem o Sr. Presidente do CD Vidreiros também reafirmar que o Pilado já foi ajudado e os 100.000 euros não chegaram aos cofres do clube dos Vidreiros. Pois Sr. Presidente, contente-se com as promessas e vá vivendo na esperança e terá de fazer como o Pilado fez, construir com os seus próprios meios, ou na sorte de receber alguma verba da CMMG, também a nova direção do Pilado estará atenta para se opor aos direitos que lhe assistem, e assim poder vir a concluir a obra que se anseia ver concluída, o relvado sintético. Do ID Vieirense nunca se soube muito relativamente à grandiosidade da obra, valor comparticipado pela Câmara, sabendo-se por alguma diretriz de dirigentes que vem pagando uma prestação à banca, mas a verdade também do apoio camarário não se conhece. O Sr. Presidente do ACM, José Robalo, também ou não sabe ou não lhe interessa saber ou está a jogar no interesse para o seu Clube, onde na mesma edição afirma (não vê ninguém prejudicado com o acordo entre a UDL e a Câmara mas considera haver uma diferença: Lisboa Marinha, Vieirense e Pilado construíram os seus campos com dinheiro da Autarquia). Sr. Presidente do ACM, antes de falar certifique-se do que afirma, e penso eu já ter sido bem claro em outras notícias há alguns meses, e

agora reforçando mais uma vez nesta edição, pois então digo-lhe: o senhor, como privilegiado, está a ter um campo que alguém vai pagar! Pagará o UDL ou não pagará, foi a conhecimento público que foi estabelecido um contrato com a CMMG /UDL, promessa da construção de TRÊS campos, pena foi o Executivo ter-se esquecido do QUARTO, Pilado! Neste caso, o ACM sempre VEM EXIGINDO tudo à Câmara e assim vai enchendo o saco, o Pilado luta contra tudo e contra todos! No entanto, gostaria de perguntar ao Sr. Presidente José Robalo e ao Sr. Presidente do executivo o porquê da Câmara também disponibilizar todo o tipo de equipamento durante as horas de expediente a custo zero, quando ao Pilado nunca lhe foi concedida qualquer máquina ou funcionário nas horas de expediente, mas sim aquando do pouco que solicitámos pagámos a 10 euros/h fora da hora de expediente, dado que nunca poderiam as máquinas funcionar em horas de expediente Camarário. Nós pagámos toda a energia, cerca de 800 euros, que é um custo quase insustentável, bem pesado, e o ACM tem tido tudo à borla. Trabalhar assim, como o que se tem feito no Pilado é que é de louvar, o resto iremos aguardar pelo desfecho das notícias sobre as igualdades e lealdade. Aproveito, no entanto, também para felicitar todos os clubes e colectividades em geral do nosso concelho. Sei que é duro nos tempos de hoje estar à frente dos comandos dos clubes/ colectividades, principalmente quando os apoios autárquicos são quase zero e nos provocam a guerra das desigualdades, mas com a força e vontade de trabalhar em prol do associativismo tudo se consegue. A todos desejo as maiores felicidades. Bem-haja. ß

As arribas de São Pedro de Muel O concelho da Marinha Grande sente-se enaltecido com a grandeza da importante obra de estabilização das arribas, tendo as entidades intervenientes promovido, em boa hora, uma reunião com o público amigo de São Pedro de Muel, onde se afirmou que todos os incómodos que eventualmente surjam serão colmatados numa relação de cooperação entre a Câmara, empresa construtora e Ministério do Ambiente, ou INAG. Porém, o cepticismo de alguns comerciantes e residentes não desvanece e era evidente alguma ansiedade, talvez dado à fase da crise económica que está aí, mas parece que vão desanimar e reconhecem a necessidade urgente da obra que desde algum tempo tem sido adiada. Durante a reunião, algumas questões foram levantadas, tendo quase sempre a Câmara se substituído às entidades que prontamente foram dando respostas, sendo que algumas questões apresentadas mais pareceram do âmbito da implementação do estaleiro e seu incómodo e outras mais de carácter técnico que se desvalorizaram; assim falou-se de morosidade da execução da obra, da implantação do estaleiro, acessibilidades, segurança, trânsito, sinalização,

impacto ambiental e paisagístico, para não citar alguns aspetos de processos construtivos. É sabido que todas as acções se relacionam directamente com processos de preparação e de padronização de conhecimento e técnicas de alguma complexidade, mas parece que o público estava identificado e não era difícil contornar as questões, dando-se respostas simples e, de certo modo, evasivas. Quando se conhece que a faixa costeira, que a sua evolução da linha de costa e as dinâmicas que não se cingem somente a factores naturais, havendo algo mais que as faz alterar, estamos a falar de quê? Temos estudos geológicos dos sítios; da erosão, o evidente recuo das praias que confinam com as arribas e com dunas primárias, taludes, o estudo e a evolução geomorfológica das arribas, e obras omitidas do plano do POOC. A população queria perceber, e por tal continua a questionar, se vamos mitigar ou solucionar alguns dos problemas, quando eles assumem aspectos importantes e sensíveis onde a segurança de pessoas e bens pode estar comprometida.

João E. Cruz Ex-vereador da CMMG

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Livros

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Ò Ò Livros

O Imperador das Mentiras

ÒÒO Imperador das Mentiras ÒÒSteve Sem-Sandberg

“O Imperador das Mentiras” é um romance sobre o gueto judaico que foi criado pelos nazis na cidade polaca de Lodz. É a história de Mordechai Chaim Rumkowski, o chefe judeu deste campo nomeado pelos nazis, e do seu ambíguo e obscuro papel no extermínio dos judeus polacos. Ao mesmo tempo, des-

creve a vida na cidade selada, fala da disciplina mortal, do terrível trabalho escravo, da fome e das inúteis tentativas de fuga, mas também da arte da sobrevivência e da notável vontade do homem em viver. Um comovente romance sobre o sofrimento e a extrema maldade, transformado com o talento de Sem-Sandberg num irresistível trabalho de ficção, arrebatador da primeira à última página. Ao mostrar o que o romance pode explicar do Holocausto, o autor apresenta-se como herdeiro de outra forma de cumprir o dever de lembrar: ele não é uma testemunha, mas é um passador. Sem testemunhas a história perde o seu sentido; sem passadores, ela apaga-se. ÒÒO General ÒÒRobert Muchamore

O campo de treino militar em Fort Reagan, nos Estados Unidos, recria em detalhe uma cidade mergulhada na guerra civil, com

milhares de figurantes. Neste cenário ultrarrealista, 40 soldados britânicos têm como missão neutralizar um regimento inteiro do exército dos EUA. O confronto parece desequilibrado, mas o comandante tem um truque na manga: tenciona infiltrar dez agentes CHERUB e jogar o melhor jogo de guerra de sempre. ÒÒA Última Pepita ÒÒLucas Figueiredo

“Se pudesse escolher, Sua Majestade Fidelíssima talvez tivesse preferido passar o dia a tocar violoncelo ou a traduzir mais uma peça de Shakespeare para o português, trancado no gabinete real. Disso era o que D. Luís I gostava e fazia de melhor. Mas naquele princípio de fevereiro de 1876, a sua agenda incluía uma tarefa que ele não apreciava e que definitivamente não era a sua especialidade: governar Portugal. A missão estava longe de ser árdua, mas o seu significado era triste. D.

Luís deveria vistoriar as jóias da Coroa a fim de escolher algumas para serem vendidas. Na vistoria, Sua Majestade notou um caixote e resolveu ver o que tinha dentro. Descobriu vasos, urnas e conchas e remexendo um pouco mais encontrou uma preciosidade: uma enorme pepita de ouro, do tamanho de um melão”. Esquecida durante décadas nos Tesouros Reais, a pedra retirada de solo brasileiro é o último remanescente de uma época de riqueza incalculável para o velho império lusitano. É com esta cena – insólita mas absolutamente verdadeira – que Lucas Figueiredo inicia esta brilhante investigação histórica. Com uma narrativa atrativa e em ritmo de aventura do início ao fim, “A Última Pepita” conta a história dos portugueses que, movidos pela febre do ouro e seduzidos por promessas de enriquecimento, transformaram por completo a vida na colónia, cul-

tivaram as terras, protegeram as fronteiras e forjaram o nascimento de um país. ÒÒUm Pouco de Fé ÒÒMitch Albom

Do autor de “As Terças com Morrie”, surge uma nova história maravilhosamente escrita que descreve uma extraordinária viagem de oito anos entre dois mundos – dois homens, duas fés, duas comunidades. O autor observa como homens tão diferentes usam a fé de formas semelhantes na luta pela sobrevivência, reflectindo sobre as questões que nos deixam perplexos: como suportar as agruras da vida, o que é o paraíso, o perdão, a dúvida sobre a existência de Deus ou a importância da fé em tempos difíceis. “Um Pouco de Fé” é um livro sobre o propósito da vida, sobre perder a fé e voltar a encontrá-la, sobre a chama divina que existe em cada um de nós. É a jornada de um homem, mas a história de todos nós. ß

Letras e Livros Livraria, Lda. Aquilo em que eu acredito Helena Sacadura Cabral Clube do Autor 14,50 euros

O Filho do Dragão Sandra Carvalho

A Hora da Liberdade

Um Pouco de Fé

A Hora do Sexo

Mitch Albom

Quintino Aires e Raquel Bulha

Gradiva 12 euros

O General Robert Muchamore

Editorial Presença

Joana Pontes, Rodrigo de Sousa e Castro e Aniceto Afonso

18,90 euros

Editorial Bizâncio

12,90 euros

Porto Editora

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A Última Pepita

O Circo dos Sonhos

Que Cena, Filha!

Editorial Presença 13,60 euros

Novas Conversas de Escritores José Rodrigues dos Santos Gradiva 15 euros

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Lucas Figueiredo

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Jornal da Marinha Grande 10 de maio de 2012

Desporto JORN AL DA M ARI N H A GR AN DE

Ò Ò Futebol

Ò Ò Voleibol

Operário sofre pesada derrota A equipa feminina de voleibol do Sport Operário Marinhense (SOM) perdeu o primeiro embate com o Clube de Voleibol de Aveiro, por 3-0 com os parciais de 25-11/2518 e 25-18. Foi um jogo difícil para equipa do Operário, que apenas teve nove atletas disponíveis, o que dificultou o trabalho dos técnicos Vítor João e João Esteves. No primeiro set, o serviço adversário foi muito eficaz criando muitas dificuldades à receção marinhense. O forte bloco, bem como a capacidade de defesa e ataque do adversário não deram quaisquer hipóteses. No segundo set, a equipa do SOM iniciou melhor, tendo estado a vencer por 7-1. No entanto, a equipa de Aveiro encontrou-se e mais uma vez foi manifestamente mais forte. Na terceira parte, a equipa aveirense liderou sempre o set, tendo as atletas do SOM dado alguma réplica final, mas que ainda assim foi insuficiente. O Operário alinhou com Sofia Galvão, Carla Guerra, Elga Costa, Dayana Sanchez, Carla Santos e Ana Carina Nunes. Jogaram ainda Rute Malagueta, Rafaela Santos e Edna Lopes. A equipa do SOM desloca-se no próximo domingo, dia 13, ao reduto do Clube de Voleibol de Aveiro, na Escola EB 2/3 de Aradas, onde disputará o segundo embate, pelas 17h. ß

Ò Ò Orientação

Bombeiros assinalam efeméride A 3ª Prova de Orientação organizada pelos Bombeiros Voluntários da Marinha Grande, com o apoio do Clube de Orientação do Centro, vai ter lugar este domingo, 13 de maio. O evento, que decorre no âmbito do Dia Nacional da Orientação, contará com uma demonstração da modalidade, pelas 9h, sendo que, uma hora depois, a prova terá início no quartel com percursos de quatro níveis de dificuldade. ß

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SL Marinha campeão distrital Ò Ò foto: André Granja

Ò Ò Avieiros

Estafeta recorda tradições Realizou-se no passado dia 1 de maio a 1ª Estafeta do Avieiro, integrada nas comemorações do dia do Avieiro, e que teve o seu ponto alto em Vale Figueira e na Aldeia Piscatória Barreira da Bica

O SL Marinha sagrou-se no último domingo campeão da I Divisão Distrital. De parabéns estão os atletas, técnicos e dirigentes do clube da Ordem O jogo, realizado no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, opôs o vencedor da zona Norte, o Pelariga, ao líder da zona Sul,

o SLM. Entrou melhor em campo a formação da Pelariga que dominou no primeiro quarto de hora, onde teve oportunidade de

inaugurar o marcador. O SL Marinha acabou por despertar para o encontro, que venceu por duas bolas a uma. De referir ainda a expulsão de quatro jogadores e uma grande penalidade falhada pelos jogadores da Pelariga. Pelo SLM marcaram Félix e João Roldão. ß

Ò Ò Honra

Juvenis do Marinhense campeões A equipa de Juvenis A do Atlético Clube Marinhense sagrou-se, no último sábado, 5 de maio, campeã distrital da Divisão de Honra de Juvenis A, subindo por mérito próprio aos Nacionais de Juvenis, ao vencer na Caranguejeira por uma bola a zero. Esta equipa vai entrar em campo já este sábado, dia 12, pelas 17 horas, em Casal dos Claros, frente à UD Leiria, onde vai tentar não só defender o título alcança-

Ò Ò Atletismo

do no ano passado, como tentar fazer a dobradinha de vencer o campeonato e a taça na mesma

época, o que, a concretizar-se, será um “facto inédito”. ß

Ò Ò Distritais de Atletismo

Juniores trazem medalhas de Rio Maior Realizaram-se no último fim-de-semana em Rio Maior, numa organização conjunta entre a Associação Distrital de Atletismo de Leiria e da Associação de Atletismo de Santarém, os Campeonatos Distritais de Juniores em Atletismo. Os 21 atletas do CAMG-I que participaram na prova levaram o clube ao 2º lugar do pódio quer em masculinos quer em femininos. Um excelente lugar coletivo para o clube marinhense, tendo em conta que o 1º lugar foi ocupa-

A estafeta ligou a Praia da Vieira a Vale Figueira, simbolizando o percurso realizado na migração dos moradores da Praia durante o inverno, tendo essa ligação sido feita por elementos das equipas de atletismo de ambas as localidades, nomeadamente pelo Industrial Desportivo Vieirense e pelo Alvitejo. O percurso teve uma extensão de 93 quilómetros, distribuídos por 11 etapas, tendo como testemunho um remo como forma de lembrar as artes piscatórias da altura. Numa das etapas a troca do testemunho foi feita em frente ao edifício dos Paços do Concelho da Câmara Municipal da Marinha Grande, tendo contado com a presença do presidente da autarquia, Álvaro Pereira. ß

do pelo vencedor dos últimos anos destes campeonatos, a Juventude Vidigalense. Individualmente os atletas do

CAMG-I subiram 19 vezes ao pódio sendo seis vezes no 1º lugar, oito vezes no 2º lugar e cinco vezes no 3º lugar. ß

CAMG corre nas Beiras O Clube Atletismo da Marinha Grande-Imosonho (CAMG-I) fez-se representar no Torneio de Atleta Completo das Beiras, decorrido no último fim-de-semana, com quatro atletas: a infantil Inês Lopes (6º lugar), as iniciadas Suzana Cruz (6ª) e Mariana Bento (7ª), e o iniciado Fábio Santos (4º). De salientar que o torneio inclui um variado conjunto de provas, desde a velocidade, às barreiras, lançamento do disco e dardo, altura, comprimento e 1.000/800mts. A Associação Distrital de Atletismo de Leiria ficou classificada em segundo lugar nesta competição que foi ganha pela Associação de Atletismo de Aveiro. ß


Desporto

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Ò Ò Natação

Marinhenses campeões distritais

Ò Ò Futebol

ACM cede derrota Ficha de jogo AC Marinhense

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Brilhante exibição da equipa de absolutos do Desportivo Náutico da Marinha Grande (DNMG) ao vencer o Campeonato Distrital de Clubes, disputado dias 5 e 6 de maio, na Piscina da Nazaré Os atletas marinhenses mostraram um grande espírito de equipa, qualidade técnica assinalável e forte determinação vencedora. Os 10 nadadores que participaram na prova contribuíram de forma decisiva para o resultado com um total de 225 pontos, assim distribuídos: Filipa V. Ruivo (53), Filipe Norte (31), Mónica Eloi (30), Daniel Sousa (27), Cátia Clara (25), Jonatas Gaspar (25), Antero Martins (21), Margarida Duarte (5), Catarina Ribeiro (4) e Nuno Valério (4). Para além destes vencedores, e sem direito a pon-

tuação, participaram pelo DNMG grandes esperanças da natação: Giovana Vargas, Bárbara Teodósio, Alice Sousa, Maria Silva, João Silva, Diogo Silva, Adriana Alves, João Bernardino, Rui Brito, Joana Domingues, Maria Domingues, Mónica Domingues, Lara Jordão, Victor Kot, Margarida Marques, André Marrazes, Lara Martins, Pedro Oliveira, Tomás Oliveira, José Fonseca e Ruben Rodrigues. A orientação técnica dos nadadores esteve a cargo de Pedro Lopes e Solange Sousa. ß

Ò Ò Kickboxing

Team Hugo Matos no pódio

UD Tocha

Estádio Municipal da Marinha Grande Árbitro: João Pinto (Lisboa) Auxiliares: Miguel Macedo e Bruno Cunha Intervalo: 0-1

O Atlético Clube Marinhense (ACM) disputou no Estádio Municipal da Marinha Grande um jogo contra a equipa da UD da Tocha, para o Campeonato de Subida da Terceira Divisão Nacional, que veio a perder por duas bolas a zero Curiosamente não está em causa o facto de a equipa local ter perdido o encontro, uma vez que não faria qualquer diferença que o tivesse ganho, porque não almeja subir ao escalão superior, tanto mais que nesta fase apenas ganhou o jogo que disputou contra a equipa do Sporting de Pombal, por duas bolas a uma, no passado dia 7 de abril, no Estádio Municipal. O curioso no meio disto tudo foi um senhor, com um objecto estridente na mão e boca que não deverá certamente ser árbitro de futebol, mas que passeou a sua aberrante falta de lucidez pelo campo fora, coadjuvado por dois indivíduos de bandeirola na mão que devem ter aprendido o alfabeto homográfico na passada se-

mana e que o vieram testar ao nosso estádio. Quando um pseudo árbitro comete asneiras, a assistência grita e esbraceja, contestando a falta de lucidez do homem do apito. Neste caso não terá sido assim, João Pinto terá sido complacente durante toda a primeira parte, não castigando qualquer jogador por faltas bastante duras cometidas por jogadores de ambas as equipas, e já nesta altura se ouvia nas bancadas a velha máxima do esquecimento dos cartões nos balneários. A segunda parte deu razão a quem comentava este facto, o árbitro começou por distribuir um vermelho, não por uma falta mais gravosa, mas por reclamações mais ou menos óbvias, depois, passeou a sua inexperiência

durante o resto da partida. Não é fácil chegarmos através de um jornal concelhio às altas instâncias da arbitragem nacional, não é fácil que a nossa voz se ouça, porque somos demasiado pequenos, e o que quer que desejemos dizer, dificilmente contrariará a confiança que as altas instâncias da arbitragem depositam nos seus pupilos. Assim, resta-nos dizer que na nossa pequenez também somos grandes e que apenas pretendemos ser tratados como gente normal, não venham para estes estádios fazer testes à capacidade das pessoas. Mandem-nos gente com competência. Quanto ao jogo em si, o UD da Tocha acabou por ser um justo vencedor. O primeiro golo foi obtido na conversão de um livre directo, aos

AC Marinhense: Carlos, Fred, Índio, Cruz (Moita II, 78’), Falé, Amaro, Moita I, Ricardo (Ruben, 90’), Nelson (Cardeira, 87’), Ely e Dárcio Suplentes não utilizados: Pedro, Fábio, João Pedro e Filipe Treinador: Marco Aurélio UD Tocha: Marcos, Fernando, Gonçalo, Nicolas, Curto, Rola, João Costa, Litos, Quim (Patrão, 84’), Grou (Veríssimo, 80’) e César (Zé Mário, 60’) Suplentes não utilizados: Tiago, Canas e Rafael Treinador: Cláudio Nuno Golos: 0-1, Grou 30’, 0-2, João Costa 82’ Acção disciplinar: CAV – Índio 45’, CAM – Moita II 78’, Ricardo 86’, Nelson 72’, Marcos 86’, Rola 77’ e Veríssimo 86’

trinta minutos, que o guarda-redes Carlos não conseguiu defender pese o seu esforço nesse sentido. O segundo golo chega numa fase em que a equipa da casa, já reduzida a dez unidades, mercê da expulsão do defesa Índio, acusa algum cansaço, que é aproveitado pelos adversários.

A. Coelho

Ò Ò Voleibol

Operário luta pela subida Os seniores masculinos de voleibol do Sport Operário Marinhense (SOM) vão disputar já este fim-de-semana, a 3ª e última fase do Campeonato Nacional da 3ª Divisão O pavilhão de Torres Vedras acolheu, no passado dia 28 de abril, a Taça de Portugal de Kickboxing, que contou com a participação de atletas da Marinha Grande. O Team Hugo Matos, treinado pelo Mestre Hugo Matos, obteve o 1º lugar por equipas em light-

-contacto, graças às prestações de Ruben Pereira, Raimundo Batista, Marco Carvalho e Hugo Matos. Já na segunda posição classificaram-se Paulo Cruz, Carmen Gonçalves, Alexis Costa e Tiago Silva. Em low-kick destaque para o primeiro lugar obtido por Dmytro Yeremenko. ß

A etapa será decidida em regime de fase concentrada com quatro equipas, em que jogam todos contra todos (três jogos por equipa), com vista ao apuramento do campeão nacional e consequente subida de divisão. O SOM estará a representar a Fase Sul, enquanto

1º lugar da 2ª fase do campeonato e contará com a disponibilidade de 11 atletas: Bruno Sequeira (sub-capitão), Bruno Ramos, Denilson Monteiro, Pedro M. Santos (capitão), João Oliveira, Mário Soares, Pedro Couto, Pedro Marques Santos, Bruno Cunha, André Almeida e

Ricardo Oliveira (Kiká). A equipa do Operário contará com o indispensável apoio do seccionista João Esteves e do vice-presidente do clube e também responsável pela modalidade, Vítor João Oliveira. Segundo o treinador Cláudio Sousa, “os objetivos

da época desportiva foram cumpridos, que era chegar a esta fase do campeonato. Vamos desfrutar desta fase, mas sempre com o objetivo claro de somar pontos em todos os jogos, tentando ficar nos dois primeiros lugares”. Os jogos vão decorrer no pavilhão Municipal da Madalena, em Gaia, apresentando-se como principal favorito a equipa semiprofissional do Madalena. ß


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desporto

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Ò Ò Iniciados

Alcobacense campeão, deixa SLM pelo caminho O sonho dos jovens marinhenses do Sport Lisboa e Marinha (SLM), que tanto desejavam ir à final do Campeonato Distrital de Iniciados, terminou com mais uma derrota em casa Mesmo que vencessem o seu adversário, União de Leiria, não bastava, uma vez que o seu adversário direto, o Alcobacense, triunfou em Vieira de Leiria, ficando o Industrial Desportivo Vieirense fora do Campeonato Distrital de Iniciados – Honra. Terminou assim o distrital da pior maneira para os jovens da Ordem, comandados por Carlos Carlos.

Com um início de época excelente, chegaram a ter uma vantagem bastante significativa na tabela classificativa até à sexta jornada. Mas ao consentirem, no seu campo, a perda de dois pontos com o Vieirense, e outros dois com o Alcobacense, tudo começou a ficar um pouco mais complicado para os jovens do SL Marinha. Com a derrota no últi-

mo domingo os jovens marinhenses ficaram situados no terceiro lugar da pauta classificativa. A formação da Ordem sentiu algumas dificuldades no primeiro tempo com os leirienses mais oportunos e perigosos na zona defensiva da casa. Cardoso negou algumas vezes o golo ao seu adversário, com intervenções de grande mérito. O primeiro golo da partida surgiu através duma excelente jogada, com Pedro a meter o esférico à mercê de Jordão, que finalizou muito bem quando estavam decorridos 18 minutos de jogo.

O segundo golo surgiu alguns minutos depois através da marcação duma grande penalidade, que deixou muitas dúvidas uma vez que o defesa da casa não teve contacto físico com o seu adversário. No segundo tempo os jovens do Sport Lisboa e Marinha entraram menos nervosos, proporcionando um melhor futebol, tendo tido até diversas oportunidades para conseguir a igualdade, que seria o resultado justo e meritório para os pupilos de Carlos Carlos.

José Manuel André

Ò Ò Atletismo

Ò Ò Karting

João Trinca(deiro) 2º lugar O marinhense João Trincadeiro está a participar na edição deste ano do Troféu Honda, iniciado a 22 de abril, na pista da Euroindy, na Batalha. O jovem piloto rubricou uma excelente prestação, ao conquistar o 2º lugar, num ano que se adivinha bastante competitivo, resultado de, na qualificação, os primeiros quatro pilotos rodarem dentro do mesmo

Atletas do CAMG no pódio

Agenda Desportiva

Realizou-se no último domingo, 5 de maio, o 22º Grande Prémio de Atletismo do Grupo Alegre Unido da Bajouca, onde participou o Clube Atletismo de Marinha GrandeImosonho (CAMG-I), com 31 atletas Os atletas do CAMG-I tiveram um bom desempenho, arrecadando um primeiro lugar coletivo nos escalões jovens e, individualmente, subindo por 10 vezes ao pódio. No escalão de Benjamins A femininos Camélia Terenty ficou em 2º lugar (2.39); Benjamins A masculinos Diogo Mendes 1º lugar (2.13), André Rodrigues 9º (2.39), André Brás 11º (2.40) e Rafael Saraiva

15º (2.45); Benjamins B femininos Mariana Sousa 2º lugar (2.05), Carolina Nunes 3º lugar (2.07), Maria Inês 5º lugar (2.12), Maria João Esteves 6º lugar (2.14), Juliana Vicente 12º lugar (2.28), Inês Campos 9º lugar (2.24), Maria Rafaela Nunes 14º lugar (2.31) e Soraia Cardeira 15º lugar (2.36); Benjamins B masculinos Rodrigo Borges 2º lugar (2.03), Pedro Fernandes 3º lugar (2.06), Tomás Rocha

Sábado, 12 de maio

Domingo, 13 de maio

16h – Veteranos Estrela-do-Mar – Pinheiro de Loures Sintético do Estádio Municipal

16h – Liga Zon Sagres U. Leiria – Nacional da Madeira Estádio Municipal da Marinha Grande

17h – Final da Taça de Juvenis AC Marinhense – U. Leiria Campo da Lagoa, em Casal dos Claros

5º lugar (2.11) e Tiago Saraiva 7º lugar (2.14). No escalão de Infantis femininos Carolina Esteves 1º lugar (4.55), Ana Fernandes 3º lugar (5.04), Joana Florência 8º lugar (5.15) e Ana Pereira 9º lugar (5.20); Infantis masculinos João Teles 1º lugar (4.45), Francisco Saraiva 5º lugar (5.00), Leonardo Espinha 6º lugar

(5.03), João Andrade 7º lugar (5.05). Em Iniciados femininos Daniela Rodrigues 3º lugar (10.13), Jéssica Domingues 4º lugar (11.09) e Liliana Domingues 5º lugar (11.23); em Iniciados masculinos Vasco Santos 6º lugar (9.51). Competiram ainda os seniores Emanuel Cardoso e Cristóvão Jorge e o veterano João Próspero. ß

Divisão de Honra - Seniores

Leiria e Marrazes .........0-1..................... Meirinhas Figueiró Vinhos ............3-1................. Atouguiense 1 Alqueidão Serra 63 27 19 6 2 Pedroguense ...............0-1.................... Nazarenos 2 Nazarenos 57 27 16 9 2 Vieirense ..................1-0................... Avelarense 3 Portomosense 54 27 16 6 5 Alqueidão Serra ...........1-1...............Portomosense 4 Guiense 54 27 17 3 7 Ansião .........................0-3........................... GRAP 5 GRAP 52 27 16 4 7 Biblioteca ....................3-0........................Guiense 6 Atouguiense 45 27 14 3 10 Pataiense ....................4-1............... GD Alvaiázere 7 Pataiense 43 27 12 7 8 8 Vieirense 38 27 10 8 9 JORNADA 28 9 Figueiró Vinhos 34 27 10 4 13 Atouguiense .........13/05 16:00.............. Meirinhas 10 GD Alvaiázere 31 27 9 4 14 Nazarenos ............13/05 16:00...... Figueiró Vinhos 11 Meirinhas 31 27 8 7 12 Avelarense ...........13/05 16:00......... Pedroguense 12 Leiria e Marrazes 30 27 8 6 13 Portomosense .......13/05 16:00.............Vieirense 13 Biblioteca 30 27 7 9 11 GRAP ...................13/05 16:00..... Alqueidão Serra 14 Avelarense 27 27 7 6 14 Guiense ................13/05 16:00...................Ansião 15 Ansião 9 27 2 3 22 GD Alvaiázere .......13/05 16:00.............. Biblioteca 16 Pedroguense 7 27 2 1 24 Pataiense .............13/05 16:00... Leiria e Marrazes

P Equipa

Ò Ò Atletismo

IDV traz 3º lugar da Bajouca Pereira (M55), que subiram ao lugar cimeiro do pódio. Contribuíram também para o sucesso da equipa os atletas: José Figueira (1º M40), Licínio Pereira (1º M55), Artur Lopes (4º M45), Cristóvão Pereira (1º M35), Mário Pedro, Carlos Pinto,

Celestino Marques, Nuno Lorvão, Luís Esteves, Mário Barreiros, Luís Pedrosa, Ricardo Vicente, Eduardo Pires e Sónia Barreiros (3ª SEM). Nas classes mais jovens estiveram presentes: Maria Henriques (4ª BENJ), Bruna Coelho (8ª BENJ), Adriana

Coelho (7ª INF), Catarina Lavos (4ª INF), Carina Costa (1ª INIC) e Bárbara Coelho (2ª INIC). Realce ainda para o atleta João Seiça que participou no Campeonato Distrital de Juniores, onde obteve o 4º lugar no lançamento do disco. ß

Pontos J V E D

Distrital Juvenis - Honra

Distrital Iniciados - Honra

1 Marinhense 58 22 19 1 2 2 Caldas 54 22 17 3 2 3 Leiria e Marrazes 53 22 17 2 3 4 U. Leiria B 46 22 15 1 6 5 SL Marinha 35 22 11 2 9 6 Nazarenos 28 22 8 4 10 7 Vieirense 25 22 6 7 9 8 Guiense 24 22 6 6 10 9 Beneditense 16 22 4 4 14 10 GRAP 14 22 4 2 16 11 Caranguejeira 13 22 4 1 17 12 Peniche 11 22 2 5 15

1 Ginásio de Alcobaça 54 22 17 3 2 2 U. Leiria B 50 22 16 2 4 3 SL Marinha 49 22 15 4 3 4 União da Serra 41 22 12 5 5 5 Portomosense 33 22 10 3 9 6 Guiense 29 22 9 2 11 7 GRAP 28 22 8 4 10 8 UDB-UD Batalha 25 22 7 4 11 9 Beneditense 24 22 7 3 12 10 Vieirense 21 22 4 9 9 11 Peniche 19 22 5 4 13 12 GD Monte Real 1 22 0 1 21

P Equipa

O Industrial Desportivo Vieirense (IDV) participou, no último domingo, dia 6, no 22º Grande Prémio de Atletismo da Bajouca obtendo o 3º lugar coletivo. Destaque ainda para os atletas Cristóvão Pereira (M35), José Figueira (M40) e Licínio

segundo. Um troféu que demonstra ser assim muito competitivo, com os jovens pilotos a provar que conseguiram assimilar o que aprenderam no ano passado na categoria escola e que agora estão a pôr em prática com a categoria de júnior, nos novos carros, que são maiores, mais potentes e mais rápidos. ß

Pontos J V E D

Nacional da III Divisão - Série D

P Equipa

Pontos J V E D

Sourense .....................2-1.................. Pampilhosa Marinhense ..............0-2...........................Tocha 1 Benf.C.Branco 35 7 5 2 0 Benf.C.Branco .............2-1...................Sp. Pombal 2 Sourense 31 7 3 3 1 3 Pampilhosa 30 7 4 2 1 JORNADA 8.........2012-05-13 4 Tocha 28 7 3 1 3 Tocha ........................13/05................ Pampilhosa 5 Sp. Pombal 20 7 1 0 6 Sp. Pombal ................13/05............. Marinhense 6 Marinhense 19 7 1 0 6 Benf.C.Branco ...........13/05....................Sourense

P Equipa

Pontos J V E D


Andebol

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Paulo Cantanhede PJ Cantanhede Moldes JMG: No início da época já antevia o momento atual?

Paulo Cantanhede: Sim, um pouco, sabendo o valor que a equipa apresentava e que transitava da época anterior, os resultados iriam aparecer ao longo do campeonato e, por consequência, uma boa classificação no final. Paulo Valinha: De certa forma sim, quando comecei há cerca de aproximadamente um ano a acompanhar a atividade do andebol da SIR, um dos factos que mais me tocou foi o brio desportivo, a entrega que as atletas depositavam duma forma natural na prática da atividade. Isso não se sentia só nos jogos, mas também nos treinos, nas viagens, bem como nos convívios comuns. Claro que para isto acontecer teve e tem de existir uma equipa técnica capaz de motivar estas atletas bem como a motivarem-se a si mesmos de forma a serem atingidos os resultados que estão a surgir. Gostaria de salientar que quando falo

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JORN AL DA M ARI N H A GR AN DE

Em vésperas de mais uma competição importante para a SIR 1º de Maio, o JMG esteve à conversa com os patrocinadores do escalão de Iniciadas, a PJ Cantanhede Moldes e a Tecfil

ÒÒNa foto:

Jornal da Marinha Grande

ÒÒ Na foto:

Ò Ò Sir 1º de Maio

Iniciadas disputam 3ª fase do nacional Antiga e atual treinador, têm confiança total nas atletas que integram a equipa de iniciadas da SIR 1º de Maio. Foi isso mesmo que adiantaram ao JMG Ana Luísa e Carlos Arrimar

Paulo Valinha Tectil

em resultados não são só desportivos. Além disto, existem verdadeiros exemplos de pais, bem como um clube com uma estrutura composta por pessoas capazes de o dotar de uma dinâmica interessante. Todos os fatores que indiquei são pilares do sucesso. Muitos parabéns, especialmente pelo prazer que têm em jogar andebol. JMG: O que espera deste fim-de-semana?

Paulo Cantanhede: Um fim-de-semana com muito e bom andebol, que o nome SIR 1º de Maio cada vez mais seja sinónimo de andebol para todos e, especialmente, que todos se divirtam. Paulo Valinha: Tratando-se de uma competição, espero que estas jovens ganhem, mas acima de tudo e independentemente do resultado alcançado que consigam desfrutar de mais uma jornada desportiva. De fora das quatro linhas, como é de esperar, um grande calor humano de apoio a estas meninas. ß

JMG: A Ana Luísa foi

JMG: Quer deixar al-

treinadora de 90% das

guma mensagem a estas

atuais

atletas?

iniciadas.

altura já era previsível a evolução das atletas?

Ana Luísa: Tendo em conta o empenho e dedicação das atletas, bem como a união do grupo, não foi para mim nenhuma surpresa os resultados que elas obtiveram esta época. Sinto-me muito orgulhosa de todas. Estão a trabalhar com treinadores muito exigentes e isso também contribui para a continuação da boa prestação e evolução que se vai verificando. JMG: Como antevê a competição deste fim-de-semana?

Ana Luísa: Com muito nervosismo e ansiedade por parte das atletas, mas sobretudo com muita “garra” de vencer.

Quisemos também saber a opinião do coordenador técnico da secção de andebol da SIR 1º de Maio, António Santos JMG: Desportivamente falando este é um momento alto da história do andebol na SIR. Foi uma surpresa para si?

António Santos: O facto da equipa de iniciados femininos da SIR 1º de Maio estar, neste momento, entre as sete melhores equipas a nível nacional, deste escalão, não é, de forma alguma, uma surpresa. Sendo a Associação de Andebol de Lei-

Nessa

ria uma das mais fortes do andebol feminino, a nível nacional e tendo a SIR 1º de Maio, nos últimos anos, vencido sistematicamente as competições regionais ao nível do escalão de infantis, era de esperar que os resultados viessem a aparecer. JMG: Significa que é uma evolução natural?

António Santos: É com natura-

JMG: O que espera des-

Ana Luísa: Parabéns pelo lugar que até aqui já conquistaram. Mantenham-se concentradas para evitar erros, empenhem-se ao máximo para obter bons resultados, mas acima de tudo divirtam-se a praticar andebol! Acredito em vocês! Boa sorte a toda a equipa técnica! JMG: A SIR tem sido a grande surpresa deste nacional da primeira divisão. Está surpreendido?

Carlos Arrimar: Não diria surpreendido mas antes agradado com o facto de termos superado as expectativas iniciais. Se me perguntassem no início da época se chegaríamos a esta fase, possivelmente responderia que não. Mas com o decorrer da época fomos todos acreditando que afinal o que

lidade, mas também com muito trabalho, por parte de toda a estrutura do clube, a nível diretivo e técnico, que a SIR 1º de Maio começa a ser vista com grande respeito por parte de todos os agentes ligados à modalidade. Efetivamente, a SIR 1º de Maio está de parabéns pela excelente prestação desta equipa, com atletas dedicadas ao clube que, conjuntamente com uma excelente equipa técnica e diretiva estão a conseguir um importantíssimo momento de afirmação do clube.

inicialmente dizíamos impossível ou improvável poderia vir a ser bem real. Agora resta-nos dar o máximo e aproveitar cada jogo.

ta 3ª Fase do Nacional?

Carlos Arrimar: Das equipas que vamos defrontar apenas conhecemos duas, o Lagoa AC e o CA Leça. O Lagoa tem uma equipa muito equilibrada mas com algumas atletas que se destacam, casos da guarda-redes, lateral esquerda, e as pontas, que são excelentes finalizadoras. O Leça é uma equipa muito aguerrida com atletas que dão tudo o que têm em campo, sendo isso mais evidente a nível defensivo. Da equipa do Arsenal de Canelas apenas conhecemos os resultados, conseguiu terminar a 2ª fase em segundo à frente da equipa do Leça. À partida será um adversário muito difícil. A equipa do Perestrelo é a campeã da região da Madeira, o que por si só

pode dizer bastante do seu poderio. JMG: As atletas estão preparadas?

CA: Penso que sim, claro que gostaríamos de ter mais tempo para melhorar certos aspetos do nosso jogo, mas isso não é possível e temos de conviver com essa realidade. Acho que elas estão ansiosas, no bom sentido, pelo início da competição, são estes os jogos que as atletas gostam de jogar e pelos quais trabalharam uma época. JMG: Quer deixar alguma mensagem?

CA: Apelo aos leitores do JMG para comparecerem no pavilhão Nery Capucho durante os dias 11, 12 e 13 para apoiarem a SIR 1º de Maio. Lembro também que estarão em competição algumas das melhores equipas e atletas nacionais que, certamente, proporcionarão excelentes espetáculos de andebol. ß

JMG: E o que espera da prova?

António Santos: Espero fundamentalmente que as nossas atletas se entreguem a cada jogo como uma final e que lutem até ao fim pelo melhor resultado. Se assim for, já valeu a pena todo o esforço. Evidentemente que se a esta prestação juntarem um dos dois primeiros lugares que dão acesso à fase final seria extraordinário, pois não nos podemos esquecer que esta jovem equipa conseguiu estes resultados privada de uma das suas melhores jogadoras, Joana Espinha, que se

lesionou gravemente em janeiro, o que ainda valoriza mais a sua prestação. ß


Andebol

Jornal da Marinha Grande 10 de maio de 2012

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JORN AL DA M ARI N H A GR AN DE

uma grande satisfação.

JMG: Como sente o

JMG: Gostaria de dei-

viver do clube neste mo-

xar uma palavra às atle-

mento?

tas?

Pedro Gomes: Teremos por certo, enquanto clube, a insatisfação de um ou outro associado, mas a SIR 1º de Maio é uma das coletividades do nosso concelho que marca a diferença, viver isso enquanto presidente é de

Pedro Gomes: Sendo pedida uma palavra será uma que passa energia e união: força. Uma frase: a SIR 1º de Maio tem a honra de vos ter como atletas e orgulha-se de contribuir na vossa formação desportiva e humana. ß

Nome: Rita Sousa Carlos Idade: 13 anos Escola: Escola Engº Acácio Calazans Duarte Hobby: Ler O que espera desta competição: Nesta competição espero evoluir e aprender com as melhores equipas para no futuro alcançarmos metas mais altas

JMGTV www.jornaldamarinha.pt/tv

Nome: Vânia Santos Idade: 14 anos Escola: Nery Capucho Hobby: Ouvir música O que espera desta competição: Ganhar

SIR 1º DE MAIO

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Nome: Carolina Cintra Idade: 14 anos Escola: Escola Básica Professor Alberto Nery Capucho Hobby: Ver televisão O que espera desta competição: Espero que nesta competição cada uma dê o seu melhor, para que juntas consigamos obter bons resultados e passar à fase seguinte

Nome: Bruna Raquel Gaspar Simões Idade: 15 anos Escola: Prof. Alberto Nery Capucho Hobby: Ler e ouvir música O que espera desta competição: Espero que seja um sucesso, que tenha muita animação e muito convívio. Espero também passar à outra fase, era um grande orgulho, e sei que nós todas vamos fazer os possíveis para que isso aconteça

Nome: Joana Catarina Simão Espinha Escola: Nery Capucho Hobby: Estudar O que espera desta competição: Espero que obtenhamos bons resultados nos jogos e que, acima de tudo, haja divertimento entre todas as equipas!

SIR 1º DE MAIO

Pedro Gomes: Não direi a melhor forma mas, sem dúvida, um dos grandes motivos de orgulho deste clube.

Nome: Leonor Neto Valinha Idade: 14 anos Escola: Prof. Alberto Nery Capucho Hobby: Ouvir música O que espera desta competição: Sei que vão ser três dias bastante diferentes e decisivos para a nossa equipa. Se chegámos tão longe foi devido ao enorme esforço, ao enorme espírito e à enorme dedicação que tivemos. Somos agora reconhecidas por tudo isso e temos um grande objetivo: cada vez chegar mais longe, nunca esquecendo a maior característica da nossa equipa - a união

Nome: Maria Francisca Gama Idade: 14 anos Escola: Colégio Doutor Luís Pereira da Costa Hobby: Escrever O que espera desta competição: Espero que esta terceira fase seja a demonstração de todo o trabalho que as equipas realizaram ao longo do ano e que, independentemente do vencedor, que ganhe da forma mais justa e merecida

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da SIR 1º Maio?

Nome: Ana Lopes Idade: 14 anos Escola: Escola Básica Guilherme Stephens Hobby: Não tenho hobby para além do andebol O que espera desta competição: Espero obter uma boa classificação, dando o nosso melhor

SIR 1º DE MAIO

morar os 91 anos de vida

SIR 1º DE MAIO

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a melhor forma de come-

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SIR 1º DE MAIO SIR 1º DE MAIO

na 3ª fase da 1ª Divisão é

Nome: Marta Santos Idade: 14 anos Escola: Escola Engº Acácio Calazans Duarte Hobby: Surf O que espera desta competição: Espero uma competição renhida, que dê espetáculo ao público e que nos faça crescer como jogadoras!

Nome: Letícia Regina de Brito e Cruz Idade: 14 anos Hobby: Gosto de estar com os meus amigos O que espera desta competição: Principalmente, espero atingir, juntamente com a minha equipa, o nível mais alto que conseguirmos nesta competição, que todas esperamos que seja a fase final

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a presença das iniciadas

Nome: Alexandra Pereira da Silva Idade: 15 anos Escola: Nery Capucho Outro hobby: Ouvir música O que espera desta competição: Espero que na terceira fase consigamos ganhar os jogos com muito esforço e dedicação e passar à fase final. Espero também que contribua para a nossa aprendizagem e também para nos divertirmos a fazer o que mais gostamos que é jogar andebol

SIR 1º DE MAIO

JMG: A organização e

Nome: Marta Catarino Oliveira Idade: 14 anos Escola: Escola Secundária Engenheiro Acácio Calazans Duarte Hobby: Nenhum O que espera desta competição: Eu irei dar o meu melhor em todos os jogos deste campeonato e espero conseguir passar à fase seguinte

Nome: Íris Amaral Idade: 14 anos Escola: Escola Básica 2/3 Professor Alberto Nery Capucho Hobby: Informática O que espera desta competição: Espero que haja união, divertimento mas para além disso que a SIR saia campeã

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Poucos dias após a celebração de mais um aniversário, o JMG esteve à conversa com o presidente da direção da coletividade, Pedro Gomes, desta feita acerca da competição que decorre este fim-de-semana

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Nome: Marta Filipa Gaspar Simões Idade: 15 anos Escola: Escola Prof. Alberto Nery Capucho Hobby: Leitura e andar de bicicleta O que espera desta competição: Para além da experência única um grande convivío, união, espírito de equipa e forte competição

Nome: Tânia Patrícia Correia Marques Idade: 14 anos Escola: Guilherme Stephens Hobby: Sem ser andebol o que mais gosta de fazer é jogar volei O que espera desta competição: Espero alcançar o 1º lugar nesta 3ª fase pois temos uma boa equipa, que unida, com garra e com bastante atitude conseguirá alcançar esse objetivo. Acredito que com todo o apoio dos nossos dirigentes, treinadores e restantes apoiantes iremos chegar bem longe neste campeonato. Iremos mostrar tudo o que valemos e tudo para o qual lutámos e treinámos. Esta 3ª fase gostaria que fosse dedicada à Joana Espinha que nós tanto adoramos e que não vai poder jogar

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Nome: Jéssica Cordeiro Idade: 13 anos Escola: Nery Capucho Hobby: Ténis, só que para me dedicar mais ao andebol saí este ano O que espera desta competição: Espero que a competição seja muito boa para a minha equipa e que consigamos chegar à final

Nome: Carolina Alexandra Carvalho Pereira Idade: 14 anos Escola: Escola Secundária/3 Pinhal do Rei Hobby: Ouvir música O que espera desta competição: Espero jogos competitivos e renhidos e que a nossa equipa consiga passar à fase final, mas principalmente que se divirta

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Nome: Inês Margarida Correia Pereira Idade: 13 anos Escola: Escola Secundária Engenheiro Acácio Calazans Duarte Hobby: Orquestra Juvenil da Marinha Grande O que espera desta competição: Eu irei dar o meu melhor nesta competição e espero que com todo o nosso esforço possamos ganhar

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Quem são as iniciadas da SIR 1º de Maio?

Nome: Isabel Cardoso Idade: 14 anos Escola: Eng. Acácio Calazans Duarte Hobby: Teatro amador O que espera desta competição: Espero ficar em segundo lugar e aproveitar ao máximo!


Opinião

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Jornal da Marinha Grande

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JORN AL DA M ARI N H A GR AN DE

Crónicas

Norberto Barroca

Clara Joana: uma actriz em terras da Vieira Não nasceu em terras do concelho, mas as origens desta actriz de que hoje falo são daqui, da orla do pinhal, nas cercanias do mar Em Vieira de Leiria nasceu o seu pai, António Vitorino, que aos 18 anos foi para Lisboa, onde se dedicou ao comércio, foi escritor e, esporadicamente, actor e declamador. O gosto pelo teatro levou-o a estudar a arte de dizer e de representar no Conservatório Nacional com o professor Araújo Pereira. Com ele esteve ligado à fundação do Teatro-Estúdio do Salitre, importante agrupamento precursor dos teatros independentes, tendo tomado parte como actor no primeiro espectáculo, em 1946. Pelo teatro, Vitorino ligou-se aos meios culturais de oposição ao regime salazarista, privando com Alves Redol, Luiz-Francisco Rebelo, Mário Dionísio e Manuel da Fonseca. Escreveu teatro e publicou alguns livros, como “Praia da Vieira – sua pena e sua glória” e “Gente de Vieira”, em que retrata o povo da sua terra. Mas, sobre António Vitorino, sugiro que leiam “Vidas passadas Obras presentes”, edição da Câmara Municipal da Marinha Grande, Dezembro de 1996. É a sua filha, Clara Joana Vitorino, que quero apresentar. Nasceu em Lisboa e herdou do pai – o seu primeiro mestre – a consciência política, o amor pelo Teatro e “o gosto pela arte de comunicar e apreciar a língua portuguesa”, como lembra Clara. Fez teatro na escola e frequentou a Faculdade de Letras, mas desistiu do curso universitário, tendo-se matriculado no Conservatório Nacional de Teatro. Aí, deparou com um ensino teatral retrógrado e reaccionário; o seu inconformismo e convicções políticas levaram-na a ser expulsa. Já desde os 15 anos que pertencia ao Coro da Academia de Amadores de Música dirigido por Fernando Lopes Graça, cantando nos concertos e dizendo poesia. E, com 18 anos, levada por Fernando Amado, professor do Conservatório, começou a fazer teatro no Centro Nacional de Cultura. Foram estes três grandes mestres que abriram a Clara, horizontes novos e amplos. Foi no Centro Nacional de Cultura que nos encontrámos pela primeira vez, em 1960 quando, com o mestre Amado, fazíamos uma aprendizagem teatral, com um

projecto de trabalho sobre textos dramáticos e poéticos que eram pouco abordados na época. Então, Clara Joana foi uma das intérpretes da peça O Marinheiro de Fernando Pessoa, ao lado de Glória de Matos e Isabel Ruth. Era a estreia absoluta do poema dramático de Pessoa que nunca fora representado. Então, nasceu o Grupo Fernando Pessoa, onde me estreei. Nas comemorações do 25º aniversário da morte do poeta, O Marinheiro repetiu-se no teatro do SNI, no Palácio Foz, mas, pela sua coerência política, Clara recusou intervir nessa representação. Surgiu depois o convite para integrar o elenco do Teatro Moderno de Lisboa, nova companhia que propunha fazer teatro de qualidade com bons textos, numa altura adversa à cultura e com uma censura implacável. Clara teve oportunidade de trabalhar com grandes actores que conhecia do palco, como Carmen Dolores, Armando Cortez, Rui de Carvalho, Rogério Paulo, Costa Ferreira e Fernando Gusmão; e com os jovens Fernanda Alves, Ângela Ribeiro, Morais e Castro, Nicolau Breyner e Rui Mendes. “Que honra para mim, rapariga de 20 anos!”, recorda Clara. A rapariga de 20 anos, com uma bonita voz e uma beleza serena realçada por uns expressivos olhos verdes, profissionalizou-se então, revelando-se uma actriz inteligente e talentosa. Estreou na peça “O Tinteiro”, de Carlos Muñiz, tendo o crítico Tomás Ribas referenciado “a estreante Clara Joana, de bela e agradável presença e já com uma assinalável segurança” (Diário Ilustrado, 14-11-1961). Seguiram-se textos de Miguel Mihura,

Adamov, Shakespeare, José Cardoso Pires e Dostoievsky com a peça “Humilhados e Ofendidos” onde Clara teve o seu primeiro papel de relevo. Durante a representação desta peça deu-se o falecimento do pai, a sua grande referência; mas, a jovem actriz demonstrando grande profissionalismo, representou nesse dia. Era um tempo em que se exigia do actor grandes sacrifícios; era uma profissão intensa que não cedia a pressões familiares externas às tensões que o teatro exigia. Por essa altura também fez a sua estreia no cinema em “Rapazes de Táxi” fazendo a namorada de António Calvário, o cantor romântico do momento. Por ser um filme de carácter comercial, Clara Joana e Ângela Ribeiro pediram permissão aos seus associados do Teatro Moderno para participar no filme que lhes traria algumas vantagens monetárias, quando a companhia se debatia com dificuldades por falta de dinheiro. Para compensar um futuro incerto no teatro, Clara começou a dedicar-se à revisão de textos literários, o que ainda hoje faz. Depois de, em 1965, ter tomado parte num espectáculo comemorativo do centenário de Gil Vicente, no Teatro S. Carlos, com direcção de Francisco Ribeiro, surgiu a possibilidade de frequentar o Curso de Formação de Actores do Centro Dramático de Leste, em Estrasburgo, com bolsa de Fundação Calouste Gulbenkian (1966 a 1968). De regresso a Portugal, na Casa da Comédia, foi actriz e assistente de encenação de Jorge Listopad. Com a Revolução de Abril, num projecto de descentralização cultural, foi uma das fundadoras do Centro Cultural de Évora, em cuja companhia permaneceu até 1982, representando autores como Shakespeare, Brecht, Gogol, Goldoni, Garrett e Camões, e onde deu aulas de expressão vocal. Voltou ao cinema para participar em importantes filmes do novo cinema português, como “Pousada das Chagas” e “A Ilha dos Amores” de Paulo Rocha, “Cerromaior” e “Sinais de Vida” de Luís Filipe Rocha, e “Azul-Azul” de Sá Caetano. A partir de 1985 Clara Joana passou a integrar o elenco da companhia de Teatro Estúdio de Lisboa, dirigido por Luzia Maria Martins, tendo, no Teatro Nacional, feito a direcção de actores da última peça encenada por Luzia. Esteve também

no Teatro de Animação de Setúbal, no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, no Grupo Contra-Regra, no Instituto Franco-Português e no Teatro da Rainha (Caldas da Rainha). Trabalhou na Rádio e na Televisão, em noites de teatro. A par da sua actividade de actriz, deu aulas de Voz e de Expressão Oral no Centro de Formação da RDP, no Grupo de Teatro da Universidade Técnica de Lisboa, na Escola Profissional e Artística Ballet Teatro (Porto), na Escola Profissional de Teatro de Cascais e nas Oficinas de Teatro do Teatro Experimental do Porto, a meu convite. Então, foi para mim o maior prazer voltar a trabalhar com a minha grande amiga Clara Joana que contribuiu para o êxito das peças que encenei e interpretei: “Titus Andronicus” de William Shakespeare, “Separações” de Jean Cocteau e “Visitas ao Sr. Green” de Jeff Baron, em que fez a Direcção de Actores. A actriz Cármen Dolores, no livro “Teatro Moderno de Lisboa – 1961-1965”, lembra que “apesar da sua prometedora estreia, a Clara Joana não se dedicou exclusivamente à representação; seguiu o caminho do ensino do Teatro, uma via tão importante para as gerações que continuam a surgir, cada vez mais interessadas por esta arte tão apaixonante. Hoje, que ser actor é uma honra para a família..., o que nem sempre aconteceu...” E Clara recorda: “Estive sempre mais empenhada nos projectos em que colaborei do que na minha afirmação como actriz. Erro meu, dizem algumas pessoas que me admiram, pois, neste momento, devo confessá-lo, me encontro numa situação em que os projectos em que poderia participar escasseiam, ou talvez como actriz, me encontre cada vez mais afastada dos meios de produção. Porém, ao tentar rememorar esses tempos, no início dos anos 60 (do século XX), em que a militância a todos os níveis se impunha, recordo, com prazer, a minha participação/ dedicação/ empenho no TML”. Num inquérito da revista Plateia, em 20/10/1964, Clara Joana respondeu: “O Teatro é uma coisa que quero fazer”. E Teatro foi uma coisa que ela fez, discretamente, com dedicação, empenho e amor. Hoje, a actriz divide o seu tempo entre Lisboa e Vieira de Leiria, onde regressou a casa do pai, o ilustre escritor vieirense que aqui também lembramos. ß

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Saúde

Jornal da Marinha Grande 10 de maio de 2012

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JORN AL DA M ARI N H A GR AN DE

Ò Ò Saúde

Um modo natural de ajudar as articulações dolorosas Osteoartrose, a deterioração da cartilagem das articulações que surge numa idade mais avançada, faz parte do processo de envelhecimento. O que é interessante saber é que a investigação científica encontrou uma solução natural que parece ser muito eficaz: glucosamina combinada com condroitina ÒÒInês Veiga Farmacêutica

Estamos familiarizados com a típica situação em que o avô se levanta da sua cadeira. Pára a meio e fica “congelado”, como se algo o prendesse àquela posição. Lamenta-se, mostrando claramente que tem dores, e lá consegue pôr-se de pé. Esta imagem clássica é osteoartrose, o resultado doloroso do desgaste da cartilagem. As extremidades ósseas expostas friccionam entre elas, originando dor, estalidos e perda de mobilidade, mas investigadores empenhados encontraram o que parece ser uma solução muito útil. Não se trata de cirurgia, nem de medicamentos de síntese… é uma combinação de dois componentes naturais. Uma chama-se glucosamina, a outra condroitina. ÒÒTijolos de cartilagem

A glucosamina é um amino-açúcar, produzido a partir dum aminoácido e de glucose. É um tijolo biológico e um componente estrutural da cartilagem das articulações. O que torna a glucosamina tão especial é a sua capacidade de estimular a síntese corporal de cartilagem e foi exactamente isso que a investigação mostrou ser benéfico na osteoartrose. A condroitina, o outro componente, é extraído normalmente da cartilagem de porco ou de vaca, mas também é usada a cartilagem de tubarão. A condroitina é um componente estrutural vital da cartilagem. ÒÒNenhuma outra substância tem este efeito

Ao contrário dos medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, que eram a opção não cirúrgica mais comum para as pessoas com osteoartrose, a glucosamina e a condroitina têm outros efeitos para além de melhorar

a dor. Impede a degradação da cartilagem. Até ao momento, este é o único tratamento capaz de prevenir a futura perda de cartilagem articular. Alguns peritos reclamaram ainda que a glucosamina pode recuperar alguma da cartilagem já degradada. ÒÒDocumentado cientificamente

Actua mesmo? De acordo com estudos científicos, definitivamente parece que sim. Não só melhora o funcionamento das articulações, como os estudos também demonstram que reduz as dores articulares tão eficazmente como os AINE’s (medicamentos anti-inflamatórios não esteróides) que são amplamente utilizados para tratar articulações inflamadas e dolorosas. De facto, investigadores Espanhóis do Hospital Universitário Dr. Peset em Valência publicaram recentemente um estudo na revista científica Radiologia Europeia (European Radiology: Eur Radiol. 2009), no qual comprovaram a capacidade da glucosamina diminuir a dor e melhorar o funcionamento das articulações em pessoas com a cartilagem do joelho degradada. ÒÒUtilização muito segura

Num artigo de revisão publicado na revista Artroscopia (Arthroscopy 2009 Jan;25(1):86-94), investigadores americanos referem o sulfato de glucosamina como “uma modalidade inicial de tratamento para muitos doentes com osteoartrose”. A osteoartrose, como mencionado anteriormente, é uma parte natural do processo de envelhecimento. Para além da relação com a idade, e da degradação enzimática da cartilagem articular, a osteoartrose

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pode ser provocada pela utilização inadequada das articulações ou por uma combinação de excesso de peso e pouco exercício físico. Glucosamina combinada com condroitina parece ser uma solução benéfica para a osteoartrose ligeira a moderada, não apenas pelos seus efeitos comprovados, mas também pela sua segurança. ÒÒPorquê “sulfato”?

Estudos demonstram que o melhor efeito é obtido com sulfato de glucosamina e sulfato de condroitina. O prefixo “sulfato” refere-se ao facto dos componentes serem combinados com enxofre. Biologicamente, a glucosamina e a condroitina necessitam da presença de enxofre para actuar adequadamente. Outra forma de glucosamina predominantemente utilizada em preparações de glucosamina nos Estados Unidos é o “cloridrato d e

gluc o samina”. Esta forma da substância não actua tão bem quanto o sulfato de glucosamina, explicando a razão por que alguns estudos não apresentam os efeitos esperados. A maioria dos estudos publicados com efeitos comprovados na osteoartrose utilizaram sulfato de glucosamina. ß

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76 anos Residia em Casal Galego Falecido a 7/05/2012

Sua esposa, eilhos, noras, netos e restante família, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente como era seu desejo, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que os acarinharam neste momento de dor e tristeza ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar. A família, reconhecida, agradece todas as demonstrações de solidariedade, pela perda do seu ente querido. A todos, muito obrigado. Tratou Funerária Nacional – Cerfuni Lda.

Agradecimento Maria Adelina de Jesus Henriques 81 anos Residia na Embra Falecida a 1/05/2012

Seu filho, netos e restante família, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que a acompanharam à sua última morada ou que, de qualquer outra forma, lhes manifestaram o seu pesar. Tratou a Funerária Vareda, Lda.

Sua esposa, filho, nora, netos e restante família, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que o acompanharam à sua última morada ou que, de qualquer outra forma, lhes manifestaram o seu pesar e informam que será realizada missa de 7º dia no próximo dia 12/05/2012, pelas 19 horas, na Igreja Paroquial da Marinha Grande. Tratou a Agência Funerária Nogueira & Pina, Lda.

Agradecimento Maria Fernanda de Jesus “Fernanda Caréu” 73 anos Residia em Casal de Malta Falecida a 1/05/2012

Seus filhos, genros, noras, netos, bisnetos e restante família, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que a acompanharam à sua última morada ou que, de qualquer outra forma, lhes manifestaram o seu pesar. Tratou a Funerária Vareda, Lda.

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1º Ano de Eterna Saudade Mário Oliveira de Sousa 62 anos Residia na Guarda nova Falecido a 17/05/2011

Sua esposa, filha e genro, recordam-no com eterna saudade, mandando celebrar missa por intenção de sua alma no próximo dia 18/05/2012, pelas 19 horas, na Igreja Paroquial da Marinha Grande. Agradecem, antecipadamente, a todos os que, com a sua presença, honrem este ato.

1º Ano de Eterna Saudade Maria Vitória Domingues Braga Residia na Marinha Grande Falecida a 17/05/2011

Seu marido, filhos e restante família, recordam-na com eterna saudade, mandando celebrar missa por intenção de sua alma no próximo dia 17/05/2012, pelas 9 horas, na Igreja Paroquial da Marinha Grande. Agradecem, antecipadamente, a todos os que, com a sua presença, honrem este ato. Tratou a Agência Funerária Nogueira & Pina, Lda.

Agradecimento

Agradecimento

Maria Isabel da Silva Carreira

Maria Fernanda Alves Guerra

63 anos Residia em Picassinos Falecida a 7/05/2012

68 anos Residia no Pêro Neto Falecida a 7/05/2012

Seus filhos, genro e restante família, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que a acompanharam à sua última morada ou que, de qualquer outra forma, lhes manifestaram o seu pesar e informam que será realizada missa de 7º dia no próximo dia 13/05/2012, pelas 19 horas, na Igreja Paroquial da Marinha Grande.

Seu marido, filhas, genro, neta e restante família, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que a acompanharam à sua última morada ou que, de qualquer outra forma, lhes manifestaram o seu pesar e informam que será realizada missa de 7º dia no próximo dia 13/05/2012, pelas 19 horas, na Igreja Paroquial da Marinha Grande.

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2º Ano de Eterna Saudade Deolinda Oliveira Domingues Residia nos Outeirinhos Falecida a 11/05/2010

Seus filhos, noras, genro, netos e bisnetos recordamna com eterna saudade, mandando celebrar missa por intenção de sua alma amanhã, sexta-feira, pelas 19 horas, na Igreja Paroquial da Marinha Grande. Agradecem, antecipadamente, a todos os que, com a sua presença, honrem este ato. Tratou a Funerária Vareda, Lda.


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carneiro 21.03 > 20.04

TOURO 21.04 > 20.05

GÉMEOS 21.05 > 21.06

CARANGUEJO 22.06 > 22.07

LEÃO 23.07 > 22.08

VIRGEM 23.08 > 22.09

Durante este período beneficiará de uma maior lucidez no que respeita a finanças, pelo que sentirá necessidade de proceder a um balanço do que tem vindo a realizar nesta área. Poderá também aproveitar para fazer investimentos, embora não seja aconselhável correr grandes riscos. Cuide da sua aparência.

Está num período de grande atividade física que é favorável ao início de novos projetos. Sente confiança em si mesmo. Poderá ter tendência para avançar sem reparar nos obstáculos. Deve respeitar os direitos dos outros e evitar ser autoritário. Para gastar o excesso de energia pratique um desporto.

Este será um momento de incremento e expansão da sua vida interior. De ver mais desenvolvidas as suas capacidades de premonição, de adivinhar situações. Dê mais atenção às suas intuições, pois elas neste momento podem trazer-lhe, num segundo, aquilo que normalmente leva muito tempo a descodificar.

Nesta semana, procure entender as suas atitudes em relação aos outros especialmente a determinados grupos ou associações. Tente analisar se os seus objetivos e metas a alcançar são as suas ou as deles. Tente sempre levar por diante aquilo em que acredita e lute pelos seus ideais.

Este é talvez o melhor momento dos últimos tempos para fazer investimentos de ordem financeira ou, pelo menos, definir um caminho melhor e mais seguro nessa matéria. Como este é um período em que desejará mais o sucesso material e os lucros, não deverá ser imprudente na forma de lidar com os assuntos dessa área.

Pode ter, nesta semana, contactos interessantes com pessoas diferentes e poderá descobrir nelas muitas coisas em comum, tanto a nível ideológico como prático. Gostará de expor as suas opiniões e terá uma maior abertura às opiniões dos outros, o que lhe dará uma confortável sensação de troca de experiências.

BALANÇA 23.09 > 22.10

ESCORPIÃO 22.10 > 21.11

SAGITÁRIO 22.11 > 20.12

CAPRICÓRNIO 21.12 > 19.01

AQUÁRIO 20.01 > 18.02

PEIXES 19.02 > 20.03

Provavelmente está a sentir uma necessidade enorme de se isolar e de se proteger dentro da sua casa e no seu ambiente familiar. Alguma melancolia, provocada principalmente por recordações do passado, poderá dominar a sua mente nesta semana. Talvez seja boa ideia aproximar-se de alguns amigos.

Nesta altura poderá vir a ter alguns conflitos. Não será grave pois irá analisar a situação e tirar partido a seu favor. Haverá uma tendência para se conhecer melhor a si e aos outros com quem tem negócios. Será um bom momento para as questões legais e para resolver assuntos burocráticos.

Estes dias são bons para a realização de todo o tipo de trabalhos que requeiram rigor e detalhe. Está ativo, eficiente e exigente consigo mesmo. Nesta altura tem mais confiança em si próprio e sabe o rumo que quer tomar. Na relação com os que trabalham consigo deve evitar conflitos e ter atitudes rígidas.

Neste período a sua mente estará bastante ativa. Terá ideias criativas que defenderá com convicção. Deve ouvir as opiniões dos outros e não querer impor os seus pontos de vista. Evite todo o tipo de conflitos legais ou com as autoridades porque esta altura não lhe é favorável.

Poderá sentir nesta altura que a sua atenção está mais voltada para a sua vida pessoal, íntima e familiar. Aproveite este período para fazer uma autoanálise (ou mesmo psicanálise) e para descansar mais. É uma boa altura para afastar fantasmas do passado que o perturbam. Verá que se vai sentir bem mais aliviado.

A sua força interior e energia estão viradas para a sua relação com os outros. Nestes dias poderão estar estimulados os desejos sexuais ou surgir conflitos na relação com o seu parceiro afetivo. Evitará dificuldades de relacionamento na sua vida diária se for paciente e respeitar os direitos dos outros.


Jornal da Marinha Grande 10 de maio de 2012

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MAis e Menos da Semana Atletas marinhenses O desporto local está de parabéns! Os seniores do SLM são campeões dist. I Divisão, os juvenis A do ACM venceram na Honra e a equipa de absolutos do DNMG é campeã dist. de clubes.

Meteorologia Quinta-feira

Desemprego O desemprego no concelho da Marinha Grande não pára de aumentar. Segundo o IEFP, no final de março havia 2.158 inscritos, mais 397 que em igual período de 2011.

Céu pouco nublado, possibilidade de aguaceiros. Subida da temperatura.

Sexta-feira Céu nublado. Vento fraco. Pequena subida da temperatura.

Ò Ò Autárquicas

Lista de independentes avança em 2013 Uma lista de cidadãos independentes desencantados com os partidos políticos tradicionais vai a votos nas eleições do próximo ano na Marinha Grande Tal como sucedeu com o Movimento Cívico Independente (MCI) nas eleições de 2009, no próximo ano teremos pelo menos uma lista de cidadãos eleitores. O JMG apurou que está neste momento a ser preparada uma lista de personalidades do concelho que se aprestam para ir a votos. Apesar das reuniões estarem a decorrer há vários anos, com discussão de ideias, este grupo de cidadãos ligado ao meio empresarial tenciona organizar-se a partir de setembro, após as férias de verão. Uma fonte ligada ao grupo assegura que a decisão

de disputar as próximas eleições “está tomada”, independentemente dos apoios que venha a reunir até 2013. Existe neste momento um pré-programa eleitoral que será melhorado a partir dos contributos que venham a ser dados futuramente. Assim que o programa estiver definido será escolhido o nome do cabeça de lista do movimento que se apresentará ao eleitorado. E nomes não faltam, uma vez que já estão identificadas pelo menos meia dúzia de personalidades do concelho com perfil para liderar este projeto político.

Fotografia da semana

Carlos Barbosa processa ex-governantes do PS mas, apesar da numerosa coleção de relógios, não acerta no ano (Processo judicial feito com base no ano de 2003, mas na realidade os governantes socialistas tomaram posse em 2005)

A sua opinião conta Concorda com a criação de cantinas sociais no concelho? Não . . . . 7,1% Sim. . . 92,9% Questão disponível no nosso site: Que obra gostaria de ver concretizada até ao final do presente mandato autárquico? NOTA: Os resultados apurados não têm qualquer valor científico, não correspondendo a qualquer sondagem ou estudo de opinião, ilustrando apenas a preferência de quem respondeu à nossa questão no site do JMG, www.jornaldamarinha.pt, entre os dias 26/04/2012 e 02/05/2012.

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ÒÒMCI em banho-maria

O MCI ainda não decidiu se vai a votos nas próximas eleições. Mas está tudo em aberto. Paulatinamente, os membros do movimento têm-se vindo a afastar, estando o núcleo dirigente reduzido a um número ínfimo de pessoas. Antes do final do ano

Ò Ò foto: Arquivo

será tomada a decisão, mas é provável que os membros do MCI possam ser integrados em outras listas, nomeadamente do PSD. Recorde-se que o MCI elegeu um deputado na Assembleia Municipal, lugar que tem sido desempenhado nos últimos meses por Cristiano Chanoca. ß PUB.


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